Narrativas fotográficas: a dança em imagem

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1 Narrativas fotográficas: a dança em imagem Natália Oliveira Cunha da Silva (UFU) Resumo: Este artigo tem como objetivo apresentar o objeto de estudo da minha pesquisa de mestrado, assim como expor minhas primeiras reflexões e percursos metodológicos. A pesquisa aborda um encontro entre fotografia e dança contemporânea, tendo como foco o analise visual de registros fotográficos de apresentações de dança contemporânea em espaços urbanos. As imagens de dança possuem uma relevância que caminha lado a lado com a própria apresentação de dança. Tais imagens se perpetuam. Uma parcela visual, um recorte, oriundo de uma apresentação efêmera, chega à mão, ou melhor, aos olhos de várias pessoas. O interesse é refletir sobre como se apresenta o espaço público nessas fotos. Palavras chave: Fotografia. Dança. Espaço. Desvio para o principio Admito que seja preciso coragem para iniciar um texto em uma página vazia. E que isso não tem haver com o branco do papel virtual que vejo na tela do computador, mas sim, com as desacomodações que ocorrem em mim a fim de liberar espaços para essa grande aventura que é escrever, ou melhor, pensar. Segundo Jorge Larrosa Bondía (2004) pensar é dar sentido ao que somos e ao que nos acontece. Logo, entendo que todas as palavras que virão a criar esse texto dizem muito do modo como crio sentido às coisas que estão no meu entorno, ao modo como nomeio o que faço, as minhas escolhas e anseios. Logo, começo por mim. No ano de 2012 comecei a trabalhar como fotografa no Curso de Dança da Universidade Federal de Uberlândia. Durante o registro de uma apresentação que ocorria em uma praça da cidade, comecei a reparar nas minhas escolhas enquanto fotógrafa. Existia um desejo, em cada foto, de limpar o espaço urbano procurando

2 ângulos onde carros, pedestres, lixeiras entre outras coisas que caracterizavam aquele espaço enquanto praça não aparecessem. A ideia, já preexistente na minha mente, era compor a imagem com o bailarino em primeiro plano e o espaço urbano em segundo plano, como um cenário neutro. Figura 1: Registro de apresentação de dança do Festival Temporal em Uberlândia, Foto: Natália Oliveira. Fonte: Arquivo pessoal. Tal ideia de buscar uma imagem limpa se relaciona, acredito, com o tipo de imagens de dança que eu via até então. A maioria das fotografias que construíam o meu imaginário era de uma ordem virtuosa e bela. O espaço urbano é colocado como fundo para o bailarino.

3 Figura 2: Imagem da série Ballerina Project, Foto: Dane Shitagi. Fonte: Figura 3: Imagem da série Ballerina Project, Foto: Dane Shitagi. Fonte: As imagens trazem os bailarinos para o primeiro plano e esses se encontram em uma cidade não habitada. O espaço urbano aparece quase como um cenário na

4 fotografia e o foco da imagem está centrado no corpo. O discurso contido nesse tipo de fotografia se distancia do contexto daquela dança que acontecia na praça. O meu olhar estava condicionado. Oriento meus estudos para construir corpo teórico a essa minha vivência, a fim de pensar sobre as imagens que consumimos e criamos no contexto já relatado. Tais imagens de dança possuem uma relevância que caminha lado a lado com a própria apresentação de dança. Tais imagens se perpetuam e geram também idéias sobre a dança. A fotografia tira a dança de seu cenário inicial e a leva a habitar outros espaços, em outro tempo, assumindo outras formas, texturas e dimensões. Uma parcela visual, um recorte, oriundo de uma apresentação efêmera, chega à mão, ou melhor, aos olhos de várias pessoas. Logo, é fácil encontrar imagens de dança em jornais, programas, cartazes, projeções, redes sociais e páginas virtuais. Estas vão contribuir, em geral para a preservação da memória cultural da dança e para a sua disseminação visual na sociedade. As fotografias de dança, além de serem produções visuais com potencias estéticas, contribuem para a valorização da dança em um circuito de comunicação muito mais amplo no qual a imagem se articula como mídia impressa ou virtual. Neste contexto de predomínio do visual, as imagens apresentam discursos que vão sendo disseminados paralelamente a própria dança. Ao observar tais imagens, algumas questões se fizeram presentes, muitas, em relação ao espaço que alguns segmentos da dança estão ocupando atualmente. A partir dos anos 1960 a dança contemporânea começa a explorar novos lugares de investigação fora dos edifícios teatrais. Começamos então a ver movimentos ganhando corpo e corpo ganhando movimento em praças, parques, centros comerciais, casas, entre outros. A arquitetura do espaço público passou a ser digerida no processo de criação do bailarino-interprete determinando, muitas vezes, no processo de criação da dança e passando longe de ser apenas uma paisagem de fundo. Os públicos também sofrem mudanças e passam a ser diferentes dos que habitualmente vão aos teatros. Ele agora também é constituído por uma porcentagem de passantes e curiosos que se situam longe das cômodas cadeiras do teatro.

5 El salir del edifício del teatro les ofrece entonces a los coreógrafos y bailarines la experimentación de una estética comunicativa, de intercambio con un ambiente distinto y en transformación (...) (ROYO, 2008, p. 16) Esse deslocamento da dança para outros contextos evidencia o espaço nas imagens. O espaço urbano, como conhecemos, é composto pelo mobiliário urbano, vias de trânsito, planejamento urbano, mas, em especial pelas pessoas, que dão movimento a cidade e dão sentido a ela a partir de atividades comerciais, religiosas, políticas e artísticas. Isto se torna mais importante que os elementos estáticos do espaço urbano uma vez que quem o anima é a sociedade, o urbano passa a ser entendido como produção social. Para Milton Santos O espaço resulta do casamento da sociedade com a paisagem (1997, p. 72). Existe hoje cerca de quarenta festivais de dança contemporânea em espaços urbanos. No Brasil acontecem quatro 1. Esse cenário evidencia que a proporção de fotografias de dança contemporânea em espaços urbanos provenientes da Europa é relativamente maior se comparado a América Latina. Figura 4: Cartaz do Festival Dies de Dansa (ES), Festival de Dança Alegre Alegrete em Porto Alegre, Festival Visões Urbanas em São Paulo, Festival Dança em Trânsito no Rio de Janeiro e o Festival Horizontes Urbanos em Belo Horizonte.

6 Fonte: Figura 5: Cartaz do Festival Visões Urbanas (BR), 2013.

7 Fonte: Partindo deste panorama da dança contemporânea que acontece em espaços urbanos, penso em algumas questões em relação aos registros fotográficos de tais apresentações como: - Qual o discurso que essas imagens apresentam? Tal discurso é construído pelo fotografo? - A construção destas imagens dialoga com algum possível padrão de representações de dança? - O espaço urbano aparece apenas como cenário nas fotos? - A imagem incorpora o espaço público na representação da dança em espaços urbanos? - De que forma tais imagens legitimam o espaço urbano e o púbico? Tais questões contribuíram na formulação da pesquisa, que tem como objetivo analisar registros fotográficos de dança contemporânea em espaços urbanos a fim de refletir sobre como se apresenta o espaço urbano e o público nessas fotos. Pensar a fotografia como registro não é atrelar a ela o peso da representação fiel e leal da realidade. No senso comum existe uma idéia de que a foto é fiel a realidade por esta acontecer por meio de um procedimento mecânico e óptico, como se tal processo acontecesse na ausência de sujeito (DUBOIS, 1993, p. 30). Nessa linha de

8 pensamento, a mecânica atrelada à fotografia tira a condição de ser subjetivo do fotografo e afasta a fotografia do campo de criação em detrimento de um suposto realismo. Com o advento da fotografia digital a associação entre fotografia e realidade cai por terra definitivamente. A foto deixa de ser a prova de existência daquilo que foi fotografado, visto, que qualquer imagem fotográfica pode, hoje, ser manipulada infinitamente e editada ao ponto de perder a semelhança com o seu referente, antes, fotografado. As imagens fotográficas ocultam muito mais do que revelam, e o que revelam é sempre um chamado a múltiplas interpretações, a múltiplos significados. A fotografia é estática, mas se insere na dinâmica de um olhar que segue na direção não apenas do passado, mas de uma transcendência (ENTLER, 2007, p.01). A cultura visual constitui o eixo teórico que guiará a pesquisa, visto que essa categoria de análise destaca-se por ser um campo interdisciplinar de conhecimento que busca compreender as diversas manifestações visuais e estéticas que figuram na atual sociedade. O percurso metodológico Entendemos que os desígnios metodológicos serão estudados, analisados e articulados no percurso da pesquisa, no ir-e-vir do processo investigativo. Podemos estabelecer que o trajeto metodológico acontecerá em duas vias. A primeira, a partir do processo de pesquisa das fontes e das fotografias de dança em espaços urbanos na direção e na tentativa de ampliar a compreensão para análise e descrição das imagens. E a segunda, a partir da própria analise das imagens que suscitarão reflexões e pensamentos que me levarão ao encontro de novos rumos e desejos na pesquisa. Logo, podemos afirmar que a análise teórico-metodológica tem como elemento narrativo o aporte visual das fotografias. Utilizaremos como aporte para o trabalho a expressão compreensão crítica de Hernández (2000) em sua abordagem da cultura visual. Trata-se de diferentes modelos de análise, como: o semiótico, o estruturalista, o desconstrucionista, o intertextual, o iconológico entre outros. Tal abordagem coloca a cultura visual como um campo de

9 estudo transdisciplinar multirreferencial que utiliza referentes das artes, arquitetura, história, psicologia cultural, antropologia, entre outros. Portanto, não é intenção dessa pesquisa apresentar um processo metodológico rígido, tampouco fechado, e sim, configurar um sistema aberto, dando sentido a uma diversidade metodológica. No que concerne ao processo de levantamento das fotografias da dança em espaço público, trabalharei com a metáfora proposta por Hernández (2007) de catadora de imagens. O autor se apropria da metáfora do filme Les Glaneurs et la Glaneuse (2000), da cineasta belgo-francesa Agnés Varda que extrapola as fronteiras entre ficção e documentário para mostrar a vida de catadores de restos de alimento e dos mais variados objetos. A cineasta aparece no filme como sujeito e objeto da obra, transformando-se em uma catadora de imagens. Neste sentido a idéia de catar imagens não suscita apenas a idéia de colecionar imagens, mas de ler imagens e de se apropriar das imagens, transformando assim, fragmentos visuais em narrativas. Para a coleta das imagens, utilizarei uma importante rede de comunicação e de informação de diversos festivais de dança em espaço urbano intitulado Ciudades que Danzan 2. O site faz um mapeamento dos festivais e através dele conseguimos ter acesso aos registros fotográficos. A partir dessa referencia é possível ver como essas fotografias estão sendo feitas e pensadas em diferentes lugares. 2 Com o endereço de acesso <http://www.cqd.info/index.php/en/>

10 Figura 6: Apresentação da Lotte Sigh Company no Festival Dies de Dansa (ES), Foto: Gorka Bravo. Fonte: https://www.facebook.com/photo.php?fbid= &set=pb &type=3&theater Figura 7: Apresentação Solos de Rua Avoa! Núcleo Artístico no Festival Visões Urbanas (BR), Foto: Gil Grossi. Fonte: A idéia inicial e selecionar as fotografias de um festival internacional, de algumas apresentações de dança urbana nacional e de algumas apresentações regionais. Utilizarei imagens fotográficas que já existam e se apresentem em circulação na

11 internet. Não pretendo com a pesquisar criar uma verdade sobre as representações de dança, mas sim refletir sobre imagens pontuais e elegidas que circulam nos meios de comunicação. Considerações À medida que produzimos imagens, também as consumimos. Refletir sobre esse ciclo é tornar-se consciente dele, ao nos ensinar um novo código visual, as fotos modificam e ampliam nossas idéias sobre o que vale a pena olhar e sobre o que temos o direito de observar. (SONTAG, 2004, p.13). A dança contemporânea que acontece no espaço urbano assume, se apropria e constitui o urbano ao mesmo tempo em que o significa. Assim, o corpo dota o espaço de intenção, simbolismo e significado. Fotografar dança é também modificar o olhar sobre a dança e sobre a própria ação da fotografar e de conceber uma imagem. Tudo isso consiste em um exercício constante do olhar. A idéia é decifrar o código visual dos registros de dança contemporânea a fim de dilatar percepções e possibilidades em relação ao tema. Para materializar essa proposta, utilizarei como ferramenta principal a escrita. Segundo Larrosa (2002, p.21), não pensamos com pensamentos, mas com palavras; não pensamos a partir de uma suposta genialidade advinda de inteligência superior, mas a partir das nossas palavras. Nesse sentido, acredito que esta Pesquisa em Artes se revela no próprio ato de escrever. E dando palavras aos pensamentos que vou encontrando o sentido da própria pesquisa. À medida que o trabalho for criando corpo, minha própria percepção irá se ampliar, gerando assim, novas conexões, atrelamentos teóricos e encontros. O que tenho aqui é apenas o inicio da pesquisa, é como o lançar uma flecha: partimos de um ponto determinado como uma mira, porém o ponto de chegada só poderá ser determinado pela trajetória (REY, 2006, p.134).

12 Referências ENTLER, Ronaldo. A fotografia e as representações do tempo. Galáxia, 14, Revista do Programa de Pós-Graduação em Semiótica da PUC-SP. Disponível em: Acesso: 06 de maio DUBOIS, Philippe. O ato fotográfico e outros ensaios. Campinas: Papirus, HERNÁNDEZ, Fernando. Cultura Visual, mudança educativa e projeto de trabalho. Porto Alegre: Artmed, Catadores da cultura visual: transformado fragmentos em nova narrativa educacional. Porto Alegre: Mediação, PLAZA, Julio. Arte, ciência, pesquisa: relações. In: Trilhas. Campinas, julho/dezembro, LARROSA, Jorge. A operação ensaio: sobre o ensaiar e o ensaiar-se no pensamento, na escrita e na vida. Revista Educação e realidade, Porto Alegre, v. 29, n.1, jan/jun, REY, Sandra. Por uma abordagem metodológica da Pesquisa em Artes Visuais. In: BRITES, Blanca, TESSLER, Elida (orgs.). O meio como ponto zero: Metodologia da pesquisa em Artes Plásticas. Porto Alegre: Editora UFRGS, ROYO, Victoria Pérez (Orgs.). A bailar a la calle!: danza contemporânea, espacio público y arquitetura. Salamanca: Ediciones Universidad de Salamanca, SANTOS, Milton. Metamorfoses do espaço habitado. São Paulo: Hucitec, SONTAG, Susan. Sobre fotografia. São Paulo: Companhia da Letras, 2004.

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