DANÇA DE SALÃO NA ESCOLA

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1 1 Revista Eletrônica da Faculdade Metodista Granbery - ISSN Curso de Educação Física N. 11, JUL/DEZ 2011 DANÇA DE SALÃO NA ESCOLA Leliane de Oliveira Coelho Maria Ângela Moreira Vieira * RESUMO O tema Dança Escolar tem despertado o interesse de muitos educadores, pois tem se observado a necessidade de refletir sobre o ensino da dança no componente curricular da Educação Física e sobre como ela se insere nos espaços escolares. É necessário lançar mão de novos desafios para o processo de formação e intervenção pedagógica da Dança na Escola. O trabalho que se segue discorre sobre o estudo da Dança na escola e da Dança de Salão como fator importante no contexto da Educação Física Escolar direcionada à vida dos adolescentes, buscando uma nova educação. Para enriquecer o estudo, será relatada a experiência da autora no projeto de dança escolar, destacando-se os benefícios dessa prática para os participantes do Projeto de Dança de Salão Cadê Thereza?, da Escola Municipal Professora Thereza Falci, situado na cidade de Juiz de Fora. Palavras-chaves: Dança. Dança de Salão. Escola ABSTRACT The theme School Dance has attracted the interest of many educators, because it has been observed the need to reflect on the teaching of dance in physical education curriculum component and how it fits in school spaces. It is necessary to resort to new challenges for the process of training and educational intervention in the Dance inside School. The work that follows, discusses the study of school Dance and Ballroom dancing as an important factor in the context of physical education directed to the lives of teenagers, looking for a new education. To enrich the study will be reported to the author's experience in designing school dance, highlighting the benefits of this practice for the participants of Ballroom Dance Project "Cadê Theresa?" in Escola Municipal Professor Theresa Falci, located in the city of Juiz de Fora. Keywords: Dance, Ballroom Dance and School. Licenciada em Educação Física -FMG * Docente dos Cursos em Educação Física FMG

2 2 1 Introdução Nos dias de hoje, quando o mundo, por vezes, nos força a seguir caminhos alternativos individualistas, a dança pode ser a resposta a essa solidão imposta. A Dança de Salão consiste no estudo de qualquer ritmo em que se é possível dançar em pares, como, por exemplo, o Samba, o Tango, o Bolero, o Forró, a Salsa, o Soltinho, entre outros. Pedagogicamente, a Dança de Salão pode ser trabalhada em todas as idades, a partir da Educação Infantil. Como cidadã envolvida e preocupada com a qualidade educacional em nosso país, desenvolvi minha pesquisa, buscando trabalhar a dança para Educar e promovendo uma Educação para Vida. O presente trabalho trata o estudo da Dança de Salão como fator importante no contexto da Educação Física Escolar direcionada a vida dos adolescentes, buscando uma nova educação. A pesquisa subsidiou-se de uma análise qualitativa através da revisão de literatura sobre Dança e Dança na escola. Para enriquecer o estudo, será relatada a experiência da autora no projeto de dança escolar, destacando-se os benefícios dessa prática para os participantes do Projeto de Dança de Salão Cadê Thereza?, da Escola Municipal Professora Thereza Falci, situada na cidade de Juiz de Fora. O objetivo geral desta pesquisa é de analisar a Dança de Salão dentro do contexto escolar, dando ênfase aos benefícios da mesma para a vida de adolescentes. E os objetivos específicos são de fomentar a discussão sobre a contribuição da dança para a educação, aprendizagem e desenvolvimento motor, cognitivo, sócio-afetivo em alunos dentro do âmbito escolar e de verificar o papel da dança nos Parâmetros Curriculares Nacionais. De acordo com o PCN de Educação Física (2000), a Educação Física Escolar deve abranger conteúdos diversificados, fazendo com que o educando vivencie o máximo de conteúdos da cultura corporal do movimento. Dessa forma, a Dança de Salão se apresenta como um agente formador e transformador, que contribui para uma diversidade cultural, melhorando as possibilidades de aprendizagem do educando. A Dança de Salão como prática educativa dentro da escola, por seu caráter múltiplo, proporciona ao educador desenvolver um entendimento maior no adolescente sobre como é o funcionamento do seu corpo, conscientizando-o da importância de se respeitar e cuidar de seu próprio corpo. Assim ele poderá usá-lo com maior inteligência, responsabilidade e sensibilidade,

3 3 além de considerar as habilidades individuais de cada indivíduo, respeitando as diferenças e as limitações de cada um. A Dança de Salão, dentro do âmbito escolar, oportuniza um processo sócio-afetivoeducativo, por meio do qual o educando poderá expressar seus sentimentos, afetos e emoções, favorecer a convivência, aprimorar seus valores e princípios, ampliar sua capacidade de interação social através da vivência e do respeito com a diversidade humana. Além disso, a Dança de Salão auxilia na formação ética, ensina homens e mulheres a tratar e tocar o outro com carinho e respeito, e erradica os preconceitos do tipo Dançar não é coisa de homem, Dançar a dois está fora de moda, é coisa de velho, resgatando assim valores da sociedade. Dessa forma é relevante lançar mão da dança como mediadora do processo de educação, da aprendizagem e do desenvolvimento humano em adolescentes dentro do contexto escolar, visando uma educação que transforma a vida dos alunos para além dos muros escolares. Espera-se que este estudo, que utiliza o relato da minha experiência na área da Dança de Salão e situações registradas durante o meu estágio junto aos adolescentes praticantes dessa atividade física na Escola Municipal Professora Thereza Falci, venha a contribuir para ampliar as informações sobre o trabalho com Dança de Salão direcionado aos adolescentes no âmbito escolar. 2 A Educação Física e sua relação com a dança Neste capítulo, pretendemos fazer uma reflexão sobre o ensino da dança no componente curricular da Educação Física, bem como ela se insere nos espaços escolares e a partir dessas reflexões lançarmos desafios ao processo pedagógico da dança na escola. É preciso entender a Educação Física e sua relação com a dança. Acredita-se que um dos desafios da Educação Física é de tornar a dança um conhecimento importante como processo de formação e dá a ela uma significação na sua intervenção pedagógica na escola (Brasileiro, 2008). A sociedade vem sofrendo diariamente grandes transformações nos aspectos sociais, políticos e econômicos, e cada indivíduo deve se comprometer e se envolver de maneira a tornarse um cidadão mais humano e digno de seus direitos e deveres perante essa sociedade transformadora. Em meio a tantas transformações e crises a Educação Física também mudou.

4 4 De acordo com Freire (2006, p.218) não há como escapar do fato de que o Brasil e o mundo vivem constantes mudanças, e até ininterruptas crises sociais, políticas e econômicas. A Educação Física bem que tentou, fechando-se por muito tempo em casulos chamados quadras, campos, piscinas, ginásios. Não obstante, pouco a pouco, as pessoas que transitavam num universo por tanto tempo restrito começaram a mudar seu tom de voz, a assumir uma postura política, a proferir discursos que se identificavam com o mundo lá fora. João Batista Freire ainda ressalta que se fala muito de uma nova Educação Física, transformadora, comprometida com uma sociedade mais humana, democrática, digna. É preciso construir e colocar em prática uma Educação Física assim. A Educação Física tem um objetivo em comum com as demais disciplinas da escola: Educar. Dessa forma, todas as disciplinas podem se entrelaçar de maneira a garantir aos alunos uma vida de participação social satisfatória, de respeito à diversidade, de dignidade, de justiça. É muito importante a busca do conhecimento sobre as abordagens pedagógicas que envolvem a Educação Física Escolar, pois elas são suportes científicos para a compreensão da área e, quando analisamos a proposta de cada tendência, notamos que todas elas propõem algo para melhorar o ser humano. De acordo com Tiago Nicola, Henrique Moura e Suraya Darido, no artigo de revisão Educação Física Escolar: Conhecimentos Necessários para a Prática Pedagógica, é ilusão acharmos que encontraremos a abordagem perfeita, pois sabemos que ela não existe; mas podemos refletir sobre a nossa forma dentro da abordagem escolhida ou ainda dentro do próprio modo de trabalhar. Isso sim permite extrapolar os conceitos a fim de se chegar ao objetivo (o indivíduo). É claro que as concepções e os conteúdos são fundamentais, no entanto, se estamos em busca de convergir, certamente não será através da discussão sobre o que não é comum que conseguiremos isso. A dança escolar é uma linguagem possível dentro das aulas de Educação Física. A dança faz parte dos diversos conteúdos da cultura corporal do movimento, sendo assim, é relevante lançar mão dela como mediadora do processo de educação, da aprendizagem e do desenvolvimento humano dentro do contexto escolar. No livro Dançando na Escola, de Isabel A. Marques (2007), a autora relata que é necessário pensarmos cuidadosamente em abordagens que permitam problematizar, articular, criticar e transformar as relações entre a dança, o ensino e a sociedade.

5 5 Complementando a fala de Isabel Marques, a dança e a sociedade estão sempre imbricadas. Não há como falar de dança sem percorrer a grandeza de sua trajetória ao longo dos anos, nem deixar de falar do homem, da sua corporeidade e necessidades (GARIBA, 2005). Maria S. Chames Gariba, para reforçar sua colocação, recorre às palavras de Nanni (2003, p.7), que menciona que: As danças, em todas as épocas da história e/ou espaço geográfico, para todos os povos é representação de suas manifestações, de seus estados de espírito, permeio de emoções, de expressão e comunicação do ser e de suas características culturais. Neste sentido a dança sempre visou os mesmos fins: a vida, a saúde, a religião, a morte, a fertilidade, o vigor físico e sexual, também permeados de caminhos terapêuticos e educacionais, estabelecendo assim uma diversidade interessante para esta manifestação (GARIBA, 2005). Analisando essas questões, essa pesquisa buscou relacioná-las com a prática de profissionais da Educação Física, representando um olhar diferenciado para importância de se trabalhar, analisar e discutir temas diversificados que envolvem a Educação Física Escolar. É necessário hoje discutir sobre a inclusão do conteúdo da dança nas escolas, pois ela possui uma linguagem artística diferenciada, sendo assim, deveria fazer parte dos conteúdos das aulas de Educação Física. Torna-se necessário uma reflexão e um diálogo a respeito da inserção dessa modalidade dentro da escola. O despreparo de muitos profissionais e até mesmo a resistência dos alunos em relação a esta modalidade faz com que os professores trabalhem em suas aulas apenas os conteúdos voltados para os esportes. Ana Júlia Pinto Pacheco, em seu artigo Educação Física e Dança: Uma análise bibliográfica, ressalta que a dança nas aulas de Educação Física pode contribuir para que acabemos com concepções fechadas e restritas de masculinidade/feminilidade, bem como para que respeitemos as opções individuais. Este ponto seria fundamental para resgatarmos esta atividade no convívio escolar. Porém, para que isso aconteça, a dança tem que primeiro ser efetivamente incorporada à escola e à Educação Física. Isto é, apesar de poder ser um dos meios para a superação de manifestações sexistas, este não é um objetivo exclusivo da dança, sendo pertinentes à discussão e às ações conjuntas daqueles envolvidos no cotidiano escolar e familiar.

6 6 Não se trata de abordar as competências de ensino técnico da dança, em suas várias linguagens, mas de inseri-la no contexto escolar como uma disciplina que eduque e faça parte da formação continuada do aluno. Pois a dança oportuniza um processo sócio-afetivo-educativo, por meio do qual o educando poderá expressar seus sentimentos, afetos e emoções, favorecer a convivência, aprimorar seus valores e princípios, ampliar sua capacidade de interação social através da vivência e do respeito à diversidade humana, a criatividade e individualidade de cada indivíduo. GARIBA (2005) diz que buscar uma prática pedagógica mais coerente através da dança consiste em possibilitar ao indivíduo expressar-se criativamente, sem exclusões, tornando essa linguagem corporal em transformadora, e não em reprodutora. Entretanto, para que a proposta curricular tenha o efeito desejado pelo professor, enriquecendo sua prática e servindo como instrumento transformador, é necessário que este não aceite propostas já predeterminadas sem antes questioná-las, discuti-las, compreendê-las, modificando-as e adaptando-as sempre que necessário (Gariba, 2005 apud Barbosa, 2001, p.93). Ao mesmo tempo, não se pode descartar o ensino da técnica da dança dentro da escola. Embora a dança exista como uma prática cultural externa à escola, isso não impede que essa vivência corporal existente venha ao encontro da técnica, possibilitando reconstruir movimentos estereotipados e melhorar movimentos corporais adquiridos com a história de vida de cada aluno fora da escola. Ana Júlia Pinto Pacheco, em seu artigo Educação Física e Dança: Uma análise bibliográfica, não desconsidera que um trabalho pedagógico através da dança possa começar com movimentos estereotipados, até mesmo para que possamos desconstruí-los. Marques (2007) corrobora que a escola pode, sim, fornecer parâmetros para sistematização e apropriação crítica, consciente e transformadora dos conteúdos específicos da dança e, portanto, da sociedade. A escola teria, assim, o papel não de soltar ou de reproduzir, mas sim de instrumentalizar e de construir conhecimento por meio da dança com seus alunos, pois ela é forma de conhecimento, elemento essencial para educação do ser social. Outra questão a abordar neste capítulo é sobre a discussão dentro do meio acadêmico, sobre qual profissional é mais habilitado para ensinar a dança dentro do âmbito escolar? A dança é uma disciplina ministrada em diversos cursos de nível superior, como Educação Física, Educação Artística, Artes Cênicas, dentre outros.

7 7 De acordo com Ana Júlia Pinto Pacheco, em seu artigo Educação Física e Dança: Uma análise bibliográfica, a autora ressalta que a Educação Física e a dança são campos diversos, por certo com muitos cruzamentos e interseções, mas que não se restringem ao âmbito motor, pelo contrário, aspectos culturais e artísticos são incorporados por ambas. Além disso, embora não seja objeto de estudo específico de formação, a dança é passível de ser abordada em cursos superiores de Educação Artística, de Artes Cênicas/teatro e até em outros menos usuais, como Comunicação Social. A adequação e especificidade de cada curso não descaracteriza a dança, mas possibilita a interação e atuação. No artigo A Dança na Aprendizagem, de Cátia Regina Cavasin, a autora ressalta que a dança foi feita para todas as pessoas que buscam uma forma de expressar seus sentimentos através do corpo, na busca do autoconhecimento, independente de suas limitações físicas. A autora discute também a importância do profissional de Educação Física nesse processo quando relata que: O professor de Educação Física possui amplo conhecimento sobre o corpo. Entende fisiologicamente sua estrutura e sabe onde os movimentos rítmicos poderão ser executados corretamente, razões pelas quais compreende a importância de sua participação nesse processo. Contudo, a dança proporciona um desenvolvimento corporal amplo, lapidando a personalidade do educando através de uma consciência corporal em relação ao próprio mundo e ao mundo do outro. Toda ação humana desenvolve a atividade corporal. A criança é um ser em constante mobilidade e utiliza-se dela para buscar conhecimento de si mesma e daquilo que a rodeia, relacionando-se com objetos e pessoas. A ação física é necessária para que a criança harmonize de maneira integradora as potencialidades motoras, afetivas e cognitivas (PCN de Arte, 2000, p. 67). Ainda utilizando as palavras do PCN de Arte (2000, p. 68), a ação física é parte da aprendizagem da criança. Essa atividade, necessária para o seu desenvolvimento, é permeada pela curiosidade e pelo desejo de conhecimento. Por isso é importante que a dança seja desenvolvida na escola com espírito de investigação, para que a criança tome consciência da função dinâmica do corpo, do gesto e do movimento como uma manifestação pessoal e cultural. De acordo com Raquel Muller e Elisabeth Tafner (2007), no artigo Desenvolvendo o ritmo nas aulas de Educação Física em crianças de 3 a 6 anos, é durante a infância que as

8 8 atividades rítmicas precisam ser muito estimuladas, pois focalizam a formação global da criança e contribuem com o desenvolvimento humano como um todo. Um bom trabalho exercita a coordenação, o equilíbrio e o freio inibitório; concentra a atenção; dá segurança rítmica; leva à obtenção do relaxamento muscular, postura e percepção auditiva e visual; desperta a criatividade e expressão do corpo; e promove a sociabilidade. Cátia Regina Cavasin, no seu artigo A Dança na Aprendizagem, afirma que a criança possui múltiplas habilidades físicas e o movimento rítmico está relacionado diretamente ao seu crescimento como forma de exteriorizar seus sentimentos. Dessa forma, as atividades rítmicas devem ser trabalhadas desde a Educação Infantil. Segundo Freire (2006, p.16) a Infância é um período muito intenso de atividades: as fantasias e os movimentos corporais ocupam quase todo tempo da criança. A criança se movimenta nas ações do seu cotidiano. Correr, pular, girar e subir nos objetos são algumas das atividades dinâmicas que estão ligadas à sua necessidade de experimentar o corpo não só para seu domínio, mas na construção de sua autonomia. A criança se movimenta para explorar o meio ambiente, adquirir melhor mobilidade e se expressar com liberdade. Possui, nesta etapa da vida, um vocabulário gestual fluente e expressivo (PCN de Arte, 2000, p. 67). De acordo com o PCN de Arte (2000, p. 67), a atividade da dança na escola pode desenvolver na criança a compreensão de sua capacidade de movimento, mediante um maior entendimento de como seu corpo funciona. Assim, poderá usá-lo expressivamente com maior inteligência, autonomia, responsabilidade e sensibilidade. A partir dos conceitos citados acima sobre a infância, percebemos que a dança entraria no mundo infantil como mais uma possibilidade de a criança criar, externar seus conflitos, obter liberdade de expressão, promover uma socialização com outras crianças, criando assim um convívio social. Dessa forma a criança aprende a respeitar as diferenças de cada indivíduo. Seguindo as fases da vida humana, falando agora da adolescência, que é um período de grandes transformações na vida do indivíduo, que envolve mudanças físicas, cognitivas, culturais e psicossociais. A dança pode ser uma forma, para o professor de Educação Física, de atingir seus alunos em todos os âmbitos de sua vida, fazendo com que o mesmo passe por estas transformações de maneira mais saudável e consciente de seu papel perante a sociedade, evitando

9 9 que os mesmos sofram grandes transtornos psíquicos, que pode os levar a ter conflitos familiares, ao uso e abuso de drogas, aos distúrbios alimentares como bulimia, anorexia e até mesmo obesidade, às depressões, à gravidez precoce, dentre outros. A adolescência é um período de mudanças, descobertas, fase da maturação, de experimentações, das dúvidas, dos questionamentos, das reflexões, das mudanças do corpo, do desenvolvimento hormonal, da puberdade, que é marcada pela primeira menarca nas meninas e pela primeira ejaculação nos meninos. A faixa etária varia de acordo com cada indivíduo, podendo começar aos 11 anos ou 12 anos, indo até aos 20 anos. Neste período mais intenso da vida, as mudanças físicas influenciam os sentimentos dos jovens acerca de si mesmos. As meninas amadurecem mais cedo que os meninos, por isso, nas aulas de Educação Física, há uma separação de gênero (as meninas não querem fazer as atividades com os meninos). Os adolescentes procuram outros semelhantes para se afirmarem como indivíduo, para serem aceitos socialmente, por isso, existem vários grupos de adolescentes (funkeiros, roqueiros, meninas que ainda brincam etc). O adolescente possui aspectos imaturos do pensamento, que são abordados por Papalia (2006, p.458): Tendência a discutir: Os adolescentes estão sempre em busca de oportunidades para testar e exibir suas recém-descobertas habilidades de raciocínio. Costumam tornar-se contenciosos enquanto exploram as possibilidades de um problema ou procuram argumentos para poder voltar para casa mais tarde do que seus pais desejam. Indecisão: Por terem agora mais consciência das diversas escolhas que a vida oferece, muitos adolescentes têm problemas para se decidir em relação a coisas simples, como, por exemplo, ir ao shopping com um amigo ou ficar no computador para terminar uma tarefa da escola. Encontrar defeitos na figura de autoridade: Os adolescentes agora percebem que os adultos que antes veneravam e que o mundo pelo qual consideram os adultos responsáveis estão muito aquém de seus ideais. Hipocrisia aparente: Os adolescentes, muitas vezes, não reconhecem a diferença entre expressar um ideal e fazer os sacrifícios necessários para viver de acordo com ele.

10 10 Autoconsciência: Em sua preocupação com seu próprio estado mental, os adolescentes, muitas vezes, supõem que todo mundo está pensando sobre a mesma coisa que eles, ou seja, sobre si mesmos. Suposição de invulnerabilidade: Elkind utiliza o termo fábula pessoal para denotar a crença dos adolescentes de que são especiais, de que sua experiência é única e de que não estão sujeitos às regras que regem o resto do mundo ( Os outros ficam escravos das drogas, mas não eu ou Ninguém jamais se apaixonou como eu ). Segundo Elkind, esse tipo especial de egocentrismo está na base de muitos comportamentos arriscados e autodestrutivos. Papalia (2006) ressalta que é difícil generalizar sobre os efeitos psicológicos do momento de ocorrência da puberdade, pois dependem muito de como o adolescente e as outras pessoas em seu mundo interpretam as mudanças que a acompanham. A autora ainda nos mostra que a atividade física é extremamente importante para a saúde física e mental do adolescente. Caminhar com rapidez, andar de bicicleta, nadar, dentre outras, podem prevenir doenças como obesidade, diabetes, doença cardíaca e câncer. Segundo Papalia (2006), na adolescência, a aparência dos jovens muda; como resultado dos eventos hormonais da puberdade, adquirem corpos de adultos. Seu pensamento também muda; são mais capazes de pensar em termos abstratos e hipotéticos. Seus sentimentos mudam sobre quase tudo. Todas as áreas de desenvolvimento convergem à medida que os adolescentes confrontam sua principal tarefa: firmar uma identidade inclusive uma identidade sexual que será levada à idade adulta. De acordo com Isabel A. Marques (2007, p.52), a dança, diretamente ligada ao corpo, poderia propor caminhos para problematizar, levantar questionamentos e ampliar o leque de conhecimentos e opções para que o aluno escolha suas trajetórias em relação à vivência da sexualidade. A dança não é simplesmente um veículo de informação e transmissão de mensagens prontas sobre a sexualidade na adolescência, mas também inclui discussões, problematizações e questionamentos sobre corpo, dança e convívio social que incluam as transformações corporais na adolescência, relações de gênero, padrões de beleza e a mídia. A dança em todas suas formas de linguagens participa diretamente na formação do cidadão, ensinando o aluno a trabalhar em equipe, a superar os próprios limites e a vencer desafios. O aluno adquire uma boa convivência social, pois desenvolve um respeito pelas diferenças que existem entre pessoas, diferenças físicas e sociais, além das diferenças no modo de

11 11 pensar e agir em diversas situações da vida. A dança proporciona uma transformação na educação social e na conscientização do papel de cada um na construção de seu futuro. 3 A dança inserida no contexto escolar 3.1 O ensino da Dança na Escola A dança incorpora sentidos bem mais amplos do que aprender um simples passo ou decorar uma coreografia e executar uma sequência de movimentos. A dança engloba valores pessoais, sociais e culturais, e ignorar essas questões faz dela um simples ato mecânico. Em seu artigo, Gariba (2005) utiliza as palavras de Cunha (1992, p.13) para ressaltar a importância do processo de escolarização da dança: Acreditamos que somente a escola, através do emprego de um trabalho consciente de dança, terá condições de fazer emergir e formar um indivíduo com conhecimento de suas verdadeiras possibilidades corporais-expressivas. Marques (2007, p.19) defende a ideia de que dançar se aprende dançando é, na verdade, uma postura ingênua em relação aos múltiplos significados, relações, valores pessoais, culturais, políticos e sociais literalmente incorporados às nossas danças. Uma postura crítica em relação ao ensino da dança engloba conteúdos bem mais amplos e complexos do que uma coreografia de carnaval ou a reprodução de uma dança popular. Segundo Ana Júlia Pinto Pacheco, em seu artigo Educação Física e Dança: Uma análise bibliográfica, a utilização de outros aportes cognitivos, que nos permitam melhor compreender o fenômeno dança (fisiologia, história, biomecânica, filosofia etc.) e o desenvolvimento de consciência crítica e reflexiva ao dançar, é que trazem significado ao dançar e ao fazer dança. De acordo com Cátia Regina Cavasin, no seu artigo A Dança na Aprendizagem, os educadores precisam desenvolver métodos que possibilitem melhor o aprendizado, que estabeleçam relações com as demais disciplinas, sendo que os objetivos de ensino devem ir ao encontro das atividades pedagógicas a serem desenvolvidas e que a escola tem um papel fundamental na realização desse trabalho, devendo dar sustentação ao professor e aos alunos, pois sua função é oportunizar a socialização do saber, permitindo que o aprendizado ocorra de todas as formas possíveis. As seleções de conteúdos a serem trabalhados pelos professores devem estar ajustadas à realidade da escola e dos alunos.

12 12 Segundo Coletivo de autores (1992, p.87), os conteúdos da cultura corporal a serem apreendidos na escola devem emergir da realidade dinâmica e concreta do mundo do aluno. Tendo em vista uma nova compreensão dessa realidade social, um novo entendimento que supere o senso comum, o professor orientará, através dos ciclos, uma nova leitura da realidade pelo aluno, com referências cada vez mais amplas. Gariba (2005) reforça essa questão quando diz que, acima de tudo, a escola deve estar sensível aos valores e vivências corporais que o indivíduo traz consigo, permitindo que, desta forma, conteúdos trabalhados se tornem mais significativos. Marques (2007, p.32) aponta que o professor engajado aos contextos dos alunos se torna um articulador entre estes contextos e o conhecimento em dança a ser desenvolvido na escola. Conectado ao universo sócio-político-cultural dos alunos, cabe ao professor também escolher e intermediar as relações entre danças dos alunos (seus repertórios pessoais e culturais, como rap, funk, a dança de rua ou ainda as suas escolhas pessoais de movimento), a dança dos artistas (o mestre de capoeira, a passista, um coreógrafo contemporâneo) e o conhecimento em sala de aula. Sem ele, a experiência de dança já conhecida pode se tornar vazia, repetitiva e até mesmo enfadonha. É necessário permitir que cada aluno atribua um sentido pessoal à dança, pois somos seres individualizados, com aspirações, interesses, motivações e história de vidas diferentes. Contudo, o professor não pode deixar o ensino da dança sem direção. Segundo Coletivo de autores (1992, p.82), afirmar a necessidade do domínio das técnicas de execução dos fundamentos das diferentes modalidades esportivas não significa polarizar nosso pensamento em direção ao rigor técnico do esporte em alto rendimento. As técnicas devem ser compreendidas como instrumentos necessários de um jogo, de uma série de ginásticas, de passo de um dança. Entretanto, cumpre assinalar que, durante a execução, o que prevalece na consciência do executante é o resultado que essas técnicas têm para o sucesso do jogo, da série de ginástica, ou dos passos da dança. Vamos ensinar sim as técnicas, pois essas pressupõem algumas reflexões a mais. A dança escolar pode se tornar um verdadeiro fator educacional a partir do momento em que o educador promova uma reflexão sobre esta prática e melhore a aplicação da mesma na escola, buscando atividades significativas e promovendo experiências diversificadas, de acordo com as características e realidades pessoais do educando.

13 13 De acordo com Vanja Ferreira (2005, p.28), a dança escolar tem que se preocupar com a formação ética, a adaptação social, a organização do trabalho, o tratamento da informação e o desenvolvimento psicomotor, competências primordiais no cotidiano humano. A autora ressalta ainda que os profissionais de Educação Física que trabalham com a dança devem recorrer a atividades pedagógicas, ou seja, ações planejadas para o ensino, que definam as perguntas: Por que ensinar? O que ensinar?. E os conteúdos a serem ensinados devem possibilitar ao educando o desenvolvimento motor, afetivo, de relação interpessoal e intrapessoal, e a inserção social. O profissional de Educação Física, mais do que saber dançar, deve se preocupar com a qualidade de ensino, com a liberdade e a autonomia, com a distribuição social do saber, com o trabalho coletivo, com a construção do conhecimento, com a interação e a cooperação, com a disciplina, com o respeito à diversidade e com qual será a melhor forma de contemplar as diferenças individuais dos alunos. Na prática é impossível agradar e até mesmo atingir a todos, mas a partir do momento em que acreditamos no nosso trabalho, poderemos afetar de alguma forma e transformar a vida de nossos alunos para além dos muros escolares. Refletindo sobre alguns questionamentos de Isabel A. Marques em seu livro Dançando na Escola, concluímos que não basta ter dança na escola, se ela não cumprir seu papel educativo com compromisso social de ampliar a visão e vivências corporais do aluno em sociedade a ponto de torná-lo um sujeito criador-pensante de posse de uma linguagem artística transformadora. Segundo Marques (2007, p.25 e 26), a dança pode ser uma das vias de educação do corpo criador e crítico, tornando-se indispensável para vivermos presentes, críticos e participantes na sociedade atual. Os temas abordados na escola devem ir ao encontro da realidade, da identidade social e cultural dos alunos, pois cada pessoa é única, com características físicas, mentais, sensoriais, afetivas, cognitivas diferenciadas. Cada aluno deve expressar sua individualidade em opiniões e realidades, e ter contato com as individualidades dos outros. Cada indivíduo possui um contexto de vida e tempo de aprendizagem diferenciado, por isso, o professor deverá permitir que os alunos vivenciem suas próprias expressões. De acordo com PCN de Arte (2000, p.69), os temas devem ser escolhidos considerando o desenvolvimento do aluno. Podem ser propostas de pesquisa de movimentos, de

14 14 estímulos rítmicos, de criação de movimentos em duplas ou grupos e de composição com a área de música. Nem sempre a originalidade é necessária em cada aula, pois os alunos gostam e necessitam da repetição de atividades. Essa experimentação possibilita que descubram suas capacidades, adquiram segurança ao se movimentar e possam atuar e recriar a partir de suas descobertas. A dança escolar é uma ferramenta de grande valia na prática da Educação Física quando aplicada com consciência pedagógica. Ela pode ser um agente formador e transformador, que promove atitudes de valorização e respeito às diferenças, dos limites e capacidades individuais, proporcionando assim a construção do conhecimento e o exercício da cidadania, sem discriminações. É através dessas diversidades que dinamizamos os grupos, dando-lhes vigor, autonomia, funcionalidade e garantimos o sucesso escolar. 3.2 Uma análise da Dança nos PCN s Quando se trabalha a Dança como prática educativa na escola, o educador está proporcionando aos alunos mais uma modalidade da cultura corporal do movimento, fazendo com que a Educação Física Escolar tenha olhares voltados para diversidade e não limitando o conteúdo das aulas ao trabalho com os esportes. A arte da Dança faz parte das culturas humanas e sempre se integrou ao trabalho, às religiões e às atividades de lazer. Os povos sempre privilegiaram a dança, sendo esta um bem cultural e uma atividade inerente à natureza do homem (PCN de Arte, 2000 p. 67). O PCN de Educação Física (2000, p.15) nos mostra que a Educação Física traz uma proposta que procura democratizar, humanizar e diversificar a prática pedagógica da área, buscando se ampliar, para um trabalho que incorpore as dimensões afetivas, cognitivas e socioculturais dos alunos. Essa pesquisa busca atingir essas dimensões, apresentando a Dança como uma atividade que pode favorecer a aprendizagem e proporcionar uma educação preventiva integral dentro da escola. Os PCN S são parâmetros curriculares nacionais que têm com objetivo auxiliar educadores na execução de seu trabalho, apontando metas de qualidade que ajudem o aluno a enfrentar o mundo atual como cidadão participativo, reflexivo e autônomo, conhecedor de seus direitos e

15 15 deveres. Dessa forma, os parâmetros serão instrumento útil para discussões pedagógicas na escola, na elaboração de projetos educativos, no planejamento das aulas, na reflexão sobre a prática educativa e na análise do material didático. (PCN de Educação Física, 2000) De acordo com o PCN (1998, p.71), todas as práticas da cultura corporal de movimento, mais ou menos explicitamente, possuem expressividade e ritmo. Em relação à expressão, essas práticas se constituem em códigos simbólicos, por meio dos quais a vivência individual do ser humano, em interação com os valores e conceitos do ambiente sociocultural, produz a possibilidade de comunicação por gestos e posturas. Ainda de acordo com o PCN de Educação Física (2000, p.53), num país em que pulsam diversas manifestações artísticas e se caracteriza por uma diversidade cultural ampla, a dança se apresenta como uma de suas expressões mais significativas, constituindo um amplo leque de possibilidades de aprendizagem. Por meio das danças os alunos poderão conhecer qualidades do movimento expressivo, como leve/pesado, forte/fraco, rápido/lento, fluido/interrompido, intensidade, duração, direção, sendo capazes de analisá-los a partir destes referenciais; conhecer algumas técnicas de execução de movimentos e utilizar-se delas; ser capazes de improvisar, de construir coreografias, e, por fim, de adotar atitudes de valorização e apreciação dessas manifestações expressivas. A prática da dança na escola deve se desenvolver a partir da individualidade de cada aluno e da observação das movimentações realizadas por todos os colegas, assim estaremos construindo e interagindo múltiplas vivências motoras dentro da sala de aula. Segundo o PCN de Arte (2000, p. 69), o aluno deve observar e apreciar as atividades de dança realizadas por outros colegas e adultos, para desenvolver seu olhar, fruição, sensibilidade e capacidade analítica, estabelecendo opiniões próprias. Essa é também a maneira de o aluno compreender e incorporar a diversidade de expressões, de reconhecer individualidades e qualidades estéticas. Tal fruição (usufruir, desfrutar) enriquecerá sua própria criação em dança. É relevante ressaltar que importante também é a percepção de um momento muito especial na dança, que é o saber conviver com a sensação de liberdade que acompanha o exercício de criação, assim como também o exercício de conviver com o modelo pronto do desenho coreográfico. Processos de criação e cópia utilizados de forma inadequada reacendem categoricamente as atitudes corporais estereotipadas. Portanto a possibilidade de harmonizar

16 16 criação livre e cópia de movimento passa a ser uma atitude sensata de equilíbrio na aplicação dos conteúdos (PCN, 1998 p. 73). Ao planejar as aulas, o professor deve considerar o desenvolvimento motor da criança e do adolescente, observar suas ações físicas e habilidades naturais. Devem estimular a pesquisa consciente a fim de ampliar o repertório gestual, capacitar o corpo para o movimento, dar sentido e organização às suas potencialidades. Deve estimular o aluno a reconhecer ritmos corporais e externos, explorar o espaço, inventar sequências de movimento, explorar sua imaginação, desenvolver seus sentidos de forma e linha, e se relacionar com os outros alunos, buscando dar forma e sentido às suas pesquisas de movimento. Esses são elementos básicos para introduzir o aluno na linguagem da dança (PCN de Arte, 2000, p. 68). Os PCN s de Arte descrevem a dança nas suas diversas manifestações. É importante ressaltá-las neste trabalho, com o objetivo de ampliar o conhecimento dos professores e estudiosos desta área. Dentre elas, temos: 1) A dança na expressão e na comunicação humana: Reconhecimento dos diferentes tecidos que constituem o corpo (pele, músculos e ossos) e suas funções (proteção, movimento e estrutura). Observação e análise das características corporais individuais: a forma, o volume e o peso. Experimentação e pesquisa das diversas formas de locomoção, deslocamento e orientação no espaço (caminhos, direções e planos). Experimentação na movimentação, considerando as mudanças de velocidade, de tempo, de ritmo e o desenho do corpo no espaço. Observação e experimentação das relações entre peso corporal e equilíbrio. Reconhecimento dos apoios do corpo explorando-os nos planos (os próximos ao piso até a posição de pé). Improvisação da dança, inventando, registrando e repetindo sequências de movimentos criados. Seleção dos gestos e movimentos observados em dança, imitando, recriando, mantendo suas características individuais. Seleção e organização de movimentos para a criação de pequenas coreografias. Reconhecimento e desenvolvimento da expressão em dança.

17 17 2) A dança como manifestação coletiva: Reconhecimento e identificação das qualidades individuais de movimento, observando os outros alunos, aceitando a natureza e o desempenho motriz de cada um. Improvisação e criação de sequência de movimento com os outros alunos. Reconhecimento e exploração de espaço em duplas ou outros tipos de formação em grupos. Integração e comunicação com os outros por meio dos gestos e dos movimentos. Criação de movimentos em duplas ou grupos, opondo qualidades de movimentos (leve e pesado, rápido e lento, direto e sinuoso, alto e baixo). Observação e reconhecimento dos movimentos dos corpos presentes no meio circundante, distinguindo as qualidades de movimento e as combinações das características individuais. 3) A dança como produto cultural e apreciação estética: Reconhecimento e distinção das diversas modalidades de movimento e suas combinações como são apresentadas nos vários estilos de dança. Identificação e reconhecimento da dança e suas concepções estéticas nas diversas culturas, considerando as criações regionais, nacionais e internacionais. Contextualização da produção em dança e compreensão desta como manifestação autêntica, sintetizadora e representante de determinada cultura. Identificação dos produtores em dança como agentes sociais em diferentes épocas e culturas. Pesquisa e frequência de informação e comunicação presentes em sua localidade (livros, revistas, vídeos, filmes e outros tipos de registro em dança) Pesquisa e frequência junto aos grupos de dança, manifestações culturais e espetáculos em geral. Elaboração de registros pessoais para sistematização das experiências observadas e documentação consultada. Portanto, o professor deverá ter o conhecimento do que se propõe a trabalhar e utilizá-los de maneira pela qual se alcancem todos os objetivos pedagógicos. Assim ele estará estimulando as vivências motoras, cognitivas e sócio-afetivas na vida dos alunos.

18 Benefícios da prática da Dança Escolar A prática da dança na escola deve ter como objetivo a formação e a educação continuada dos alunos, e não somente a ocupação do tempo e da mente dos mesmos. Existem inúmeros benefícios que sua prática pode trazer à vida de seus participantes. Em muitas escolas a dança é desenvolvida como projeto extracurricular e não como parte do conteúdo das aulas de Educação Física. Esses projetos também são significativos, desde que sejam bem estruturados, com objetivos claros e organizados, a partir de um diálogo entre a escola e a comunidade. De acordo com Márcia Strazzacappa, em seu artigo Dança na educação: Discutindo questões polêmicas, as escolas deveriam definitivamente incorporar o ensino de dança em sua grade curricular. O ensino da dança não se resume em aprender passos, mas se constitui como parte integrante da formação do cidadão. A dança é uma forma de integração e expressão tanto individual quanto coletiva, em que o aluno exercita a atenção, a percepção, a colaboração e a solidariedade. A dança é também uma fonte de comunicação. Como atividade lúdica a dança permite a experimentação e a criação, no exercício da espontaneidade. Contribui também para o desenvolvimento da criança no que se refere à consciência e à construção de sua imagem corporal, aspectos que são fundamentais para seu crescimento individual e sua consciência social (PCN de Arte, 2000, p.68). Em acordo com Ferreira (2005, p.59), em relação ao seu papel pedagógico, a Dança Escolar deve atuar integrada à Educação Física, visando o aumento da autoestima, o combate ao estresse, a melhoria da postura corporal, além de auxiliar na aquisição e manutenção da saúde, na aptidão social, mental, psíquica e física. Além disso, a dança na escola desenvolve e melhora a respiração e o condicionamento físico, aumenta a flexibilidade, fortalece os músculos e ossos, melhora a coordenação motora, o ritmo e o equilíbrio, promove a conscientização corporal e as relações intra e interpessoais. Existem diferentes modalidades da dança, como a Dança de Salão, Dança Contemporânea, Danças folclóricas etc. Em todos os contextos da dança, atribuímos elementos históricos, culturais e sociais. Na escola, é possível trabalhar as diferentes linguagens da dança, pois essas opções diversificadas completam os conteúdos escolares, sendo importante que o processo pedagógico seja desenvolvido juntamente com a linguagem individual do aluno e venha ao encontro dos objetivos do professor e dos benefícios que a dança proporcionará aos alunos.

19 19 A atitude do professor em sala de aula é de fundamental importância para que aconteça um ambiente de atenção e concentração, sem que se perca a alegria. As aulas tanto podem inibir o aluno quanto fazer com que atue de maneira indisciplinada. Estabelecer regras de uso do espaço e de relacionamento entre os alunos é necessário para garantir o bom andamento da aula. É preciso dar condições ao aluno de criar confiança para explorar movimentos, para estimular a inventividade e a coordenação de suas ações com a dos outros (PCN de Arte, 2000, p. 69). Todas as questões abordadas até o presente capítulo nos levam a crer que o educador deve ter compromisso e atitudes conscientes para exercer uma prática pedagógica mais coerente com a realidade de cada aluno e, através da dança, levar o indivíduo a desenvolver sua capacidade criativa pessoal, contribuindo assim de maneira decisiva para a formação de cidadãos críticos autônomos e conscientes de seus atos, desbravadores de seus ideais e protagonistas de suas histórias. 4 Relato de uma experiência: grupo de dança de salão cadê thereza? 4.1 Objetivos da Dança de Salão A Dança de Salão tem como propósito o desenvolvimento integrado dos seus praticantes, pois ela tem como objetivo atingir o aluno em seus aspectos físico-motor, perceptocognitivo e sócio-afetivo. Ela trabalha no enrijecimento dos músculos; trabalha a orientação no espaço, individualmente e em duplas; melhora a autoconfiança e autoestima e faz com que o aluno supere a timidez, proporcionando assim um relacionamento social a todos os seus praticantes. Pedagogicamente, a Dança de Salão pode ser trabalhada em todas as idades a partir da Educação Infantil. Nas atividades coletivas, as improvisações em dança darão oportunidade à criança de experimentar a plasticidade de seu corpo, de exercitar suas potencialidades motoras e expressivas ao se relacionar com os outros. Nessa interação poderá reconhecer semelhanças e contrastes, buscando compreender e coordenar as diversas expressões e habilidades com respeito e cooperação (PCN de Arte, 2000, p. 68). Seguindo o contexto histórico da dança, que antes era essencialmente de caráter ritualístico, hoje já temos a dança como esporte profissional, como lazer e como uma forte aliada

20 20 às terapias, utilizada como forma de solucionar problemas de cunho emocional, além de ser um elo entre as diversidades culturais existentes no mundo, dentre outros. Resgatando um pouco a história da Dança de Salão, Almeida (2005) relata que, no século XIX, a dança começou a fazer parte dos encontros da nobreza em seus salões; a Dança de Salão, denominada genericamente como Danças Sociais, executada aos pares, em bailes, ou reuniões, deixa de ser considerada coisa de velho ou fora de moda, para fazer parte da Educação da aristocracia da época, diferenciando-se da classe pobre que praticava as danças folclóricas. De acordo com as palavras de Cleuza Maria de Almeida, em seu artigo Um olhar sobre a prática da Dança de Salão, pode-se dizer que não foi da noite para o dia que a Dança de Salão se tornou uma prática de excelência; tem sido necessário estudar, investigar e praticar para poder entender o prestígio desta atividade. Com a globalização, o avanço tecnológico e as constantes exigências para entrarmos no mercado de trabalho e mantermo-nos nele, a busca pela qualidade de vida tem sido cada vez mais constantes, devido a essa rotina estressante. Além dessas exigências, o mundo tem nos forçado a seguir caminhos alternativos individualistas e a Dança de Salão pode ser a resposta a essa solidão imposta. A Dança de Salão afasta o aluno dos desgastes e do stress sofrido no dia a dia e proporciona momentos de bem estar, de lazer e de socialização com outras pessoas, além de aproximar os casais. A dança ensina a homens e mulheres como tratar e tocar o outro com carinho e respeito, resgatando valores da sociedade. Rocha e Almeida, no artigo Dança de Salão, instrumento para qualidade de vida, descrevem que qualidade de vida é viver bem em todos os aspectos, é viver bem com as pessoas e com o mundo ao seu redor, é ter uma alimentação saudável, é fazer alguma atividade física, não apenas como obrigação, mas também como algo que caminha junto ao prazer. A qualidade de vida está diretamente ligada à saúde, é a partir dela que o indivíduo consegue resistir às deficiências do mundo moderno. O mundo anda em contínua transformação e esse mundo moderno tem trazido resultados positivos e negativos para a vida das pessoas. A correria do dia a dia, a falta de tempo, a pressão no trabalho, a concorrência e as desigualdades sociais são alguns dos fatores que levam as pessoas ao stress nos dias de hoje.

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