Palavras chave: Dança no Currículo, PNEF, Desenvolvimento

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1 Resumo O presente trabalho irá tratar a Dança no Currículo de Educação Física escolar realizando um estudo sobre as dificuldades na leccionação desta temática, assim como o porquê de a mesma ser tão pouco abordada nas aulas de educação Física. Na bibliografia consultada sobre este tema, existem vários autores que utilizei como fio condutor do meu trabalho devido à sua importância no desenvolvimento desta matéria. Entre os vários autores pesquisados, destaco Luís Bom, Luís Xarez (ambos responsáveis pela criação de um currículo de dança nos PNEF), Helena Coelho, Alberto Sousa, Ralph Buck, Rossum e Judith Bell. O Trabalho de Campo foi concebido por duas etapas distintas. A primeira etapa consistiu em entregar questionários a docentes de E.F. focando as opções pedagógicas dos mesmos nas suas aulas e as maiores dificuldades encontradas na leccionação da Dança. Posteriormente foi realizado um estudo de caso à secundária José Gomes Ferreira visto esta ser um bom exemplo de sucesso desta matéria uma vez que de alguns anos para cá mantém a leccionação da Dança no currículo de E.F. de forma consistente e continuada. Uma das conclusões do estudo refere como principal dificuldade/problema: a falta de formação específica em dança por parte dos professores, mas o mesmo, evidencia a dança como uma matéria muito importante no desenvolvimento dos alunos, potencializando as suas capacidades motoras e sociais. Palavras chave: Dança no Currículo, PNEF, Desenvolvimento 1

2 Abstract The current work is related with the integration of the Dance in the academic Physical Education curriculum, performing one study about the difficulties of lecturing this subject. On the consulted bibliography about this topic, there were some authors that I used as a guiding line of my work, due to their importance in this area. Among the searched authors, I highlight Luís Bom, Luís Xarez (both of them are responsible for the creation of one dance curriculum on PNEF), Helena Coelho, Alberto Sousa, Ralph Buck, Rossum and Judith Bell. The field work was developed in two distinct stages. The first stage was the delivery of the questionnaires to the Physical Education teachers, focusing their pedagogical options on the lectures and the major difficulties that were found during the lecturing of the Dance classes. After the first stage was develop one case study focused on José Gomes Ferreira School, due to its great success in this area, since they have been lecturing Dance classes on their physical education curriculum in a consistent and continuous way. One of the conclusions of this study points the major difficulty/problem found: the lack of specific formation of the physical education teachers, although this same study shows that the Dance is very important on the development of the students, promoting their social and motor skills. Key-Words: Dance in the Curriculum, PNEF, Development. 2

3 Abreviaturas, siglas e símbolos PNEF- Programas Nacionais Educação Física E.F. Educação Física 3

4 Índice I. Introdução II. Revisão da Literatura Dança nos Programas Nacionais de Educação Física Ensino Básico e Secundário Organização Curricular Importância da Dança: Natureza e Conceitos Professores e Alunos Análise da Dança na Educação Física Escolar III. Plano de trabalho, Método e procedimentos Questionário Amostra Caracterização da Amostra Instrumentos Organização dos procedimentos Metodologia da Analise de Dados Análise de Resultados Estudo de caso Entrevista Análise Documental Análise de Resultados.. 33 IV. Conclusão/Análise de Estudo V. Referências Bibliográficas VI. Anexos..41 4

5 Índice Quadros Quadro I - Área de Actividades Rítmicas Expressivas/Dança Dividida por Ciclos de Escolaridade Quadro II Estímulos Desenvolvidos pela Dança Quadro III As Dimensões que Constituem a Dança...15 Quadro IV Princípios Orientadores do Ensino da Dança.18 Quadro V Objectivos Genéricos do Ensino da Dança Índice de Gráficos Etapa 1 Gráfico I Pergunta 8 (professores especializados)..27 Gráfico II Pergunta 8 (professores não - especializados)...27 Gráfico III Pergunta 9 (professores especializados) Gráfico IV Pergunta 9 (professores não especializados) Gráfico V Pergunta 10 (professores especializados) Gráfico VI Pergunta 10 (professores não - especializados) Gráfico VII Pergunta 11 (professores especializados) Gráfico VIII Pergunta 11 (professores não especializados)

6 I-Introdução Hoje em dia e indiscutível a importância da actividade física (nomeadamente a dança) no desenvolvimento motor e cognitivo das crianças. Constata-se no panorama actual da sociedade, um crescente sedentarismo levando a uma progressiva inactividade física. É também visível uma crescente consciência entre os mais jovens, da importância da actividade física, e é neste enquadramento que a dança surge como uma matéria bastante apreciada pelos alunos devido a vários factores, por exemplo: como forma de actividade física (aulas de dança de salão, salsa, sevilhanas, kizomba, etc ) em alternativa às actividades físicas mais tradicionais (actividades de ginásio ou fitness); por outro lado cada vez mais os jovens se reúnem para dançar (discotecas, festas, encontros, etc.) como forma de convivência e interacção social. Os preconceitos antigos em relação a esta actividade vão deixando de fazer sentido, principalmente na população masculina. Os professores devem estar alerta para estes factos sociais, pois através dos mesmos, poder-se-á cativar cada vez mais jovens a praticar actividade física. Através da dança, os jovens potencializam o seu desenvolvimento motor e cognitivo assim como desenvolvem as suas capacidades ao nível da interacção social. Com tantos argumentos positivos sobre o ensino da dança, porque é que ainda temos tantos professores que não leccionam esta matéria nas suas aulas de Educação Física? Um problema com que me deparei, foi a existência de pouquíssima bibliografia sobre dança ao nível prático, isto é: manuais práticos de como leccionar e que conteúdos leccionar dentro da sala de aula. Como se faz? Porque se faz? Para que serve? Porque se faz de determinada forma? São perguntas que me ocorreram e para as quais tentei encontrar respostas, sem muito sucesso. No decorrer da procura encontrei, nos artigos de Buck (2005) e Rossum (2004) referências, entre muitos outros factos, à relação do professor - alunos, professor currículo de dança e currículo de dança alunos. Estas interacções tão pouco abordadas, são fundamentais, na opinião destes autores, para se perceber como desenvolver a dança e integrar cada vez mais alunos nesta actividade física tão importante no desenvolvimento dos mesmos. Para a elaboração deste estudo foi vital a abordagem/análise aos P.N.E.F. e tentar perceber o porquê da inclusão da dança nos mesmos, igualmente muito importante foi o 6

7 estudo de alguns dos autores mais referenciados na história e desenvolvimento da dança a nível escolar e não só, pois seria redutor não referir a dança existente fora da escola. O currículo proposto nos P.N.E.F., veio permitir em primeiro lugar, a harmonização pedagógica em todos os estabelecimentos de ensino escolar, salvaguardando simultaneamente a especificidade dos mesmos, pois cada escola tem características específicas que as levam a cumprir o programa de diferentes formas. Em segundo lugar ao ser leccionada desde o 7ºano, praticamente desde o inicio das suas vidas escolares, permite um desenvolvimento harmonioso dos alunos. Por fim, criou uma continuidade estruturada, necessária para que se possa estabelecer objectivos plurianuais alcançáveis. O trabalho de campo procurou ser diversificado e, para isso, organizei o meu estudo em 2 etapas, primeira consistiu na elaboração de questionários - que tiveram na sua concepção a orientação por parte do professor/orientador Luís Bom e da sua entrega a professores licenciados em E.F. Dos 30 enviados recebi 17, dos quais, 8 são de professores que frequentaram cursos teóricos/práticos de dança ou que têm experiencia ao nível de competição em dança (irão ser considerados especialistas) e 9 de professores sem qualquer tipo de especialização quer prática quer teórica em dança (irão ser definidos por não especialistas). Posteriormente realizei um estudo de caso na escola Secundária José Gomes Ferreira, onde tive a sorte de entrevistar a professora Margarida Portugal Cunha, que se prontificou a ajudar-me explicando-me o funcionamento do grupo de Educação Física em relação ao ensino da dança nas suas aulas de E.F. Após a entrevista, (que se encontra resumida em anexo), concluímos que a abordagem da dança desenvolvida nesta escola é um bom exemplo de sucesso, uma vez que apresenta resultados plurianuais como em qualquer outra matéria de Educação Física. 7

8 II-Revisão da Literatura A experiência da nossa imagem e a experiência dos corpos dos outros são intrinsecamente interligadas. Assim como nossas emoções e acções são inseparáveis da imagem do corpo, as emoções e acções dos outros são inseparáveis dos seus corpos. (Schilder, 1994, p.11) 1 Dança nos Programas Nacionais de Educação Física O valor educativo da actividade física pedagogicamente vocacionado/dirigido para o desenvolvimento multilateral e harmonioso do aluno constitui a concepção de Educação Física e está consignada pelo Decreto de Lei nº286/89. Bom, Pedreira, Mira, Carvalho, Cruz, Jacinto, Rocha e Carreiro da Costa referem (1990), que os programas devem ser o padrão geral que assegure a coordenação e coerência da actividade dos alunos em anos seguintes, entre turmas e até escolas diferentes. Os programas permitem desde o 7º até ao 12º ano, delinear de forma global, uma «lógica vertical» sendo uma característica inerente à educação Física. Para este facto tomou como referenciais a Lei de Bases do Sistema Educativo e a proposta de Reorganização Curricular dos Ensinos Básico e Secundário. Segundo Rosado (1998) o projecto pedagógico global inerente aos programas, é o factor mais inovador pois englobando uma pedagogia de desenvolvimento integrado, eleva o ganho de valores e atitudes correctas e garante o desenvolvimento de aptidões e capacidades num plano superior ao da aquisição de conhecimentos. Dois critérios de decisão foram definidos como essenciais na organização curricular dos Programas Nacionais: Exequibilidade dos Programas consiste na capacidade dos programas serem executados nas escolas pelos diferentes agentes educativos (professores e turmas existentes); Desenvolvimento da Educação Física elevar e amplificar a qualidade da Educação Física e assim como os seus efeitos através da influência dos programas. 8

9 Carreiro da Costa et al., (1987), refere: A importância dos programas é vital, pois permitem cumprir seis grandes finalidades: Harmonizar as práticas em Educação Física no conjunto do sistema de ensino; Garantir a homogeneidade dos efeitos educativos esperados (que não obviamente nos seus resultados e prestações); Articular as actividade curriculares e extra curriculares no âmbito da Educação Física, com as restantes áreas culturais, visando um adequado desenvolvimento individual e social; Clarificar as necessidades orçamentais tanto nacionais como regionais e locais, e ainda, as opções sobre a tipologia dos equipamentos escolares; Influenciar as orientações e o conteúdo da formação inicial e permanente dos professores; Especificar junto dos alunos e dos pais as exigências curriculares, isto é, o benefício individual e social que decorre da frequência da disciplina de Educação Física. É pois de indiscutível importância dos PNEF., visto que sem os mesmos torna-se bastante mais difícil existir um fio condutor que confere uma certa homogeneidade ao ensino. Isto permite assim que exista uma coerência na formação inicial e permanente dos alunos. Esta formação impulsiona a aquisição de valores similares independentemente da instituição de ensino que os mesmos frequentam, assim como promover competências indicadas para as suas idades e comuns a todos os alunos. Ao incluir a matéria de Dança na área de actividades rítmicas expressivas nos P.N. E.F., com carácter nuclear, irá expandir os efeitos desta disciplina respeitando a sua extensão. Pois antes da sua inclusão, a Dança aparecia esporadicamente nos planos das escolas ou na constituição do currículo dos alunos. Bom et al. (1990) na argumentação do projecto dos programas da E.F.: a dança aparece em todos os anos de curso, o que é perfeitamente justificado, sendo uma modalidade ou área física de tão grande valor educativo pelo seu modo de execução e combinação das habilidades e pela atitude mental que suscita: de abertura aos outros, de experimentação e apreciação das possibilidades plásticas da movimentação individual e em grupo, da estruturação da sensibilidade rítmica, em síntese, de 9

10 disponibilidade motora e psicológica à expressão pessoal. in Organização Curricular e Programas (Volume I 2º ciclo, pp. 248, 3º ciclo, pp.258.): A Dança surge ao longo do curso de Educação Física, pois o tratamento desta área tão importante, deve permitir a progressão da qualidade de prática e dos seus efeitos, de acordo com as possibilidades dos alunos na composição, na interpretação (técnica) e na apreciação. Essas possibilidades são suscitadas pelo desenvolvimento global dos alunos, para a qual a dança teve também de contribuir, pois inclui uma variedade das actividades acessíveis, quanto aos recursos necessários, e de amplo significado para a sensibilidade dos alunos. Estas duas citações evidenciam a importância da Dança como uma matéria inerente a todos os anos de escolaridade. A sua relevância ao nível social, psicológico e motor é insubstituível, permitindo aos alunos o desenvolvimento de competências motoras e sociais de uma forma que mais nenhuma matéria consegue em algumas das danças, a proximidade com o colega é elevada, a noção de espaço próprio e espaço partilhável não só é abordada como desenvolvida num contexto único. Além de tudo, é uma matéria que poderá aumentar bastante a auto-estima e a auto-confiança do aluno, desde que os resultados sejam positivos, pois, normalmente é uma actividade que tem grande visibilidade perante os colegas e professores. 2 Ensino Básico e Secundário Organização Curricular Dentro da Área das Actividades Rítmicas Expressivas definem-se quatro sub - áreas relativamente ao programa de Dança (Quadro I) Matéria nuclear Dança Moderna: segue modelo anglo saxónico referente à obra de Rudolf Laban sobre Dança Educacional. Matérias alternativas: 10

11 Danças sociais Danças latino americanas/não progressivas (Merengue, Rumba Quadrada, Chá Chá Chá, Rock, Salsa, Jive e Rumba Cubana); Danças sociais modernas/progressivas (Valsa Lenta, Foxtrot Social, Tango e Quickstep). Danças Tradicionais Portuguesas Regadinho (uma dança em roda típica da Minho e Beira Litoral); Erva-cidreira e Sariquité (ambas danças típicas do Ribatejo); Vaide-roda-siga-a-roda (dança Beira Alta em passo de malhão); Malhão Minhoto (dança do Minho); Tacão e Bico (Alto Alentejo); Repenicadinho (dança de quadras do Ribatejo); Toma-lá-dá-cá (dança em passo de Vira da Estremadura Litoral -Nazaré) e o Enleio (também uma dança da Estremadura de estrutura rítmica irregular); Moura (citado por Ambrósio 2005, p.26) refere: Sinónimo de Danças que o povo realizava por vontade própria, nos diversos actos sociais do seu quotidiano, como mero divertimento ou motivados por crenças religiosas, profanas, rituais, mágicas, laborais, sempre com profunda carga de simbolismo. Aeróbica: Actividade desportiva coreografada: Aeróbica, Step, as Danças de Rua (Cardiofunk, Tecnho, New Jack Swing, Funk, Hip Hop) e as Danças de convívio (Danças de Geração). Ambrósio (2005) Área das Actividades Rítmicas Expressivas/ Dança dividida por Ciclos de Escolaridade - Quadro I Actividades Rítmicas Expressivas/Dança Ciclo Dança Danças Sociais Danças Trad. Aerobica Pop. 1ºCiclo Introdução ºCiclo Elementar ºCiclo Elementar Introdução Elementar Avançado Introdução Elementar Avançado Introdução Elementar Avançado Secundário Avançado Introdução Elementar Avançado Introdução Elementar Avançado Introdução Elementar Avançado 11

12 Como se pode constatar, somente a partir do 3º ciclo é realizada a divisão das quatro sub áreas nos programas de Dança. Os diferentes níveis de ensino ao longo de todo o percurso escolar (do 1º ao 12º ano) evidenciam uma articulação relativamente ao currículo de Dança. Pode-se verificar que o currículo de Dança se articula verticalmente entre anos e ciclos de escolaridade, havendo um aumento progressivo do seu conteúdo programático, de acordo com a evolução motora e cognitiva dos alunos. Segundo Bom et al. (1990) as grandes condicionantes para que exista êxito nos alunos são, como sabemos, a continuidade e regularidade de actividade física qualitativamente adequadas nas diferentes escolas do 1º ciclo, 2º e 3 ciclos e Secundárias, num clima de exploração, descobrimento e constatação das possibilidades individuais de cada aluno. Denota-se porém uma enorme lacuna neste currículo, pois verifica-se que o mesmo não começa a ser implementado logo no 1º ciclo tornando-se bastante difícil alcançar os níveis avançados do programa. Martins (1994) refere o estudo dos elementos técnicos da Dança (posições, deslocamentos, transferências, giros, voltas, saltos, quedas e elevações) assim como os seus encadeamentos, deverá ser encarado como conteúdo básico que posteriormente deverá ser enriquecido juntando variações rítmicas, mudanças de direcção, alternância de níveis e planos. Para Neves (2003), inicialmente o aluno contacta com a matéria de Dança, explorando em primeiro lugar a marcação rítmica de forma individual, acrescentando posteriormente o ambiente musical e a interacção/cooperação com o(s) seu(s) colega(s). De seguida, dar-se-á mais ênfase à parte técnica, utilizando condições de realização semelhantes às anteriores. Ultrapassadas estas duas primeiras fases, segue-se a última fase que consiste na capacidade criativa do aluno, sendo posta em prática através da elaboração e realização (dançada) de pequenas sequências, curtas coreografias, composições e posteriormente projectos coreográficos a apresentar à turma, ou de forma mais elaborada, à escola. Estas duas citações demonstram que a dança possui uma grande especificidade em comparação às outras matérias visto que os alunos passam por estímulos completamente distintos. Primeiro a ligação do movimento com a música que necessita de 12

13 tempo e é fundamental para a aprendizagem da dança, em seguida dar ênfase à técnica e, no final, como grande objectivo dar liberdade à criatividade dos alunos. 3 Importância da Dança: Natureza e Conceitos A dança hoje em dia, ainda é uma matéria pouco abrangida pelos professores de Educação Física nas suas aulas pois muitos não têm formação para a leccionar ou até têm formação, mas não se sentem aptos/confortáveis na sua abordagem, ou simplesmente, não vislumbram a verdadeira importância motora, social e psicológica que esta proporciona aos seus alunos. A sua importância percorre toda a existência da espécie humana. Os homens primitivos já integravam a expressão corporal nos rituais mágicos e sagrados representando uma maneira própria de comunicação entre os seus pares, identificando-o como membro pertencente a uma determinada comunidade. Por outro lado. Sousa (2003, p.113) menciona que A dança é, porém, algo muito mais simples mas muito mais lato do que estas ideias preconcebidas. Trata-se de uma das manifestações de movimento mais natural, vulgar e espontâneo do ser humano. Saltar de alegria, correr contente, movimentar o corpo em movimentos sem utilidade imediata aparente, só porque dão prazer, será dança? Dança, serão por isso todos os movimentos, mais ou menos estéticos, com maior ou menor aparato, com ou sem música, em que a finalidade reside no prazer da sua execução e nas suas características expressivas e criativas. Este desenvolvimento motor implícito com a dança engloba não só o corpo mas também o espaço o tempo e a dinâmica. Marcara (1998; p.5), para além das inúmeras destrezas motoras e da representação dos padrões técnicos específicos a cada forma de dança, o impacto do gesto expressivo está também no enfatizar as unidades estruturais da dança, nomeadamente as variáveis espaciais, temporais e dinâmicas de modo a que seja na interpretação, com projecção virtual e prolongamento gestual, num compromisso evidente face ao manuseamento artístico-criativo das particularidades atrás descritas, que se consegue delimitar a identidade em dança. A Dança desenvolve estímulos na vida das crianças e jovens, sendo estes fulcrais para a formação artística e integração social. Estes referidos estímulos consistem segundo Ambrósio (2005): 13

14 Estímulos Desenvolvidos Pela Dança - Quadro II Táctil Visual Auditivo Sentir os movimentos e os seus benefícios para o corpo; Visualizar os movimentos e transformálos em acções; Escutar a música dominando o seu ritmo; Afectivo Através da coreografia transmitir emoções e sentimentos; Cognitivo Motor Abrange o raciocínio, a coordenação e o ritmo; Consiste no esquema corporal. Tendo em conta as várias afirmações escritas sobre o conceito da dança, Helena Coelho e Luís Bom escreveram um artigo que procura conjugar todas as perspectivas que existem sobre a natureza da dança e que está completa. Referem (Vol.9 Nº4 1985; p.13) que Uma aproximação elementar leva-nos a reconhecer a dança como facto cultural os indivíduos que dançam (independentemente do sexo ou grupo etário) são membros de um povo, de uma geração, de uma cultura no sentido em que o modo específico de existência desse povo, dessa geração ou dessa cultura fazem parte e resultam também da maneira de ser do bailarino. E também pode-se procurar reconhecer na dança uma pura manifestação do âmago individual, uma expressão do mais profundo e verdadeiro núcleo de quem nos prende no colorido ou na poesia dos movimentos e de quem se dirá estar «expressando algo através da dança»... 14

15 Segundo Xarez (1992) a dança e constituída por 4 dimensões: As Dimensões que Constituem a Dança - Quadro III Dimensão Educativa Dança como Meio Formação de Professores Formar Segundo Objectivos Educacionais Docente/Educador Estabelecimento Escolar Dimensão Artística Dança como um fim Formação de Dançarinos População Especifica Elevado nível técnico/profissional Professor/Treinador Teatros/espaços cénicos Companhia de dança Dimensão Lúdica Dança como um meio Bem - estar Professor/animador Operação de tempos livres Manutenção da condição física População comum Clubes/Autarquias/Associações Dimensão Terapêutica Dança como um meio Reeducação psicossomática População especial Reorganização psicomotora Professor/Terapeuta Instituições de ensino Destas dimensões mencionadas, os docentes de Educação Física devem dar maior atenção à dimensão Educativa pois é essa que está ao alcance das suas funções assim como irá ser abordada ao longo deste trabalho. 15

16 4 Professores e Alunos Antigamente, ao bom professor de dança associava-se a imagem de ser muito exigente, com pouca ligação afectiva aos seus alunos, como de que se tratasse de um retrato de um pedagogo à moda muito antiga. Rossum afirma (2004): embora se possa descartar estes exemplos como fotos dos tempos antigos, ainda nos tempos que correm, o ensino da dança é facilmente associado a um estilo de liderança exigente e autoritário. Hamilton (1997), psicóloga clínica, especializada orientação de artistas sugere: bailarinas muitas vezes vêem o mestre como figura de autoridade omnipotente, que é simultaneamente admirado e temido. A mesma relatou os questionários, referentes às suas experiências com um líder artístico, de 30 bailarinos do New York City Ballet e concluiu que um terço dos mesmos observou que os seus comentários críticos foram cruéis e basicamente prejudiciais para a sua auto-estima. Fazendo agora um transfere para a escola e para uma sala de aula, será que este perfil de pedagogo será o mais adequado para a leccionação da dança? É obvio que dentro da escola deverá existir regras bem claras, porém também é obvio que a relação de proximidade que o professor estabelece com os alunos irá determinar o sucesso dos mesmos, principalmente em matérias que à partida têm maior predisposição ao insucesso e à rejeição. A Dança, como referido anteriormente, é uma matéria que tem imensa potencialidade para cativar os alunos pelo contexto actual que envolve o quotidiano dos mesmos. Para que esse interesse surja e se mantenha, cabe ao professor conseguir estabelecer uma relação próxima dos alunos percebendo quais são os seus maiores interesses (dentro das várias danças, como por exemplo o hip-hop) e tentar integrar esses interesses na restante matéria que constitui os P.N.E.F., e assim simultaneamente demonstrar a importância que esta terá nos seus desenvolvimentos. Como Buck (2005) refere: Os professores cada vez mais vêem e valorizam as crianças na aula de dança como uma reflexão sobre as suas práticas de ensino. Grossman e Connelly e Clandinin (1985; citado por Buck, 2005) observam: Os professores estão mais preocupados com a criança e os melhores professores são sensíveis à criança como pessoa e não apenas um veículo para o assunto/matéria ensinada. Rossum (2004) conclui: Com relação ao professor ideal de dança, professores e estudantes relataram a mesma opinião. Um professor de dança deve, em primeiro lugar, ter conhecimento e saber a melhor forma de ensinar e treinar alunos, e também que o feedback positivo é uma ferramenta importante. 16

17 É necessário não colocar de parte que esta interacção de professor - aluno é fundamental para o sucesso da leccionação da dança e que inúmeras vezes é esquecida por parte dos docentes. Contudo também está relacionada com outro factor de interacção: professor - currículo. O currículo fornece um fio condutor de como abordar ao longo dos vários anos o tema da Dança e poderá muitas vezes vir a ser encarado por parte de alguns docentes como algo desnecessário e que não é nem deve ser utilizado como ferramenta orientadora das suas aulas e avaliações. Se este facto ocorrer a experiência e o valor da dança na sala de aula não é fixado pelas possibilidades oferecidas no currículo de dança, o que se torna grave pois deixa de existir igualdade de critérios em diferentes turmas e escolas. Buck (2005), no estudo que realizou, observa: Mesmo com todos os professores neste estudo a concordarem que a dança foi uma adição valiosa para o currículo, muitos não tinham a certeza sobre como conciliar a prática docente pessoal com o currículo. Connelly e Clandinin (2000; citado por Buck, 2005) afirmam: O currículo de dança era visto como um componente de paisagem profissional do professor e epistemologicamente considerado um documento teórico destinado a orientar a prática. É necessário que os professores deixem de considerar o currículo de dança como algo prescindível e comecem a dar o real valor que este possui para o sucesso do ensino da mesma. 5 Análise da Dança na Educação Física Escolar As diferenças culturais, sociais e também ambientais estão cada vez mais vincadas na nossa sociedade. É necessário que a escola deixe de representar um espaço de instrução fechado e comece a ficar cada vez mais atento e sensível a estas mudanças. Segundo Brás (1996) a dança constitui um dos pontos nevrálgicos da Educação Física, pois pertence a um imaginário social que urge em alterar mas também por se tratar de uma actividade física com diferentes características das habitualmente abordadas e praticadas. Segundo Moreno (1996) um programa de educação física abrangente e completo necessariamente deve integrar dança no seu currículo. 17

18 Coelho (citado por Macara, 1998) refere que durante os anos em que o Verde Gaio foi quase a única fonte de dança teatral portuguesa, a dança tradicional teve um lugar importante na Educação Física. Para Rosado (1998) a expressão estética, o desenvolvimento das capacidades de comunicação gestual, a aquisição de uma linguagem corporal variada, são algumas das características das actividades rítmicas expressivas. Pela importância de que se revestem no desenvolvimento multilateral dos jovens, não poderiam ser inerentes à Educação Física. Tendo em conta esta afirmação de Rosado, trabalhar o corpo explorando a dimensão expressiva inerente à dança deve ser enaltecido como a melhor forma de trabalhar esta matéria e não sobrevalorizar a dimensão artística do movimento. Segundo Martins (1994) existem alguns princípios orientadores do ensino da dança na Educação Física Escolar: Princípios Orientadores do Ensino da Dança - Quadro IV A Dança deve ser orientada sobressaindo o seu carácter educativo, onde o trabalho crítico e o companheirismo entre os educandos, sejam qualidades asseguradas; A Dança deverá ser constituída numa actividade que de prioridade ao estudo do movimento, do ritmo, da expressão e da comunicação, tendo como único instrumento o corpo e suas potencialidades motrizes; O professor deve tomar consciência que não está em causa formação de bailarinos ou profissionais de Dança, mas a utilização das potencialidades da mesma com vista a formação das crianças e jovens; A Dança deverá ser leccionada tendo em conta os interesses motivações dos educandos, sem que isso signifique negar a importância e a necessidade de directrizes e orientações docentes; O professor deverá utilizar a nomenclatura e o vocabulário específico da Dança, porem sem se prender à rigidez dos padrões técnicos desta expressão artística; O professor não deverá fixar-se em modelos exclusivos, estipulando uma determinada técnica como a ideal; As actividades da Dança deverão ir ao encontro do reviver e da valorização da 18

19 cultura popular tradicional; O programa de Dança deverá ser desenvolvido de forma gradual e permanente, respeitando as possibilidades individuais, o nível de dificuldades dos conteúdos e uma certa lógica de interacção entre os mesmos. são: Para Robalo (citado por Macara, 1998) os objectivos da Dança no ensino genérico Objectivos Genéricos do Ensino da Dança - Quadro V Os diferentes contextos: histórico, social e cultural da Dança; Os elementos da Dança e sua aplicação no âmbito da criação, da produção e do desempenho; Os significados estéticos, valor e natureza da Dança. A Dança poderá contribuir para uma melhor compreensão por parte dos jovens sobre os diferentes valores estéticos que fazem parte de diferentes grupos sociais, assim como promover o diálogo no que respeita às preferências artísticas, individuais e colectivas que surjam nas próprias aulas. Os primeiros programas nacionais de Educação Física que integram a matéria de dança foram elaborados no ano de 1989/91, contribuindo decisivamente para uma formação integral dos alunos. III-Plano de trabalho, método e procedimentos Desde 1989 (PNEF, Bom et al) a dança é uma sub-área integrada no plano curricular da E.F. comprovando-a como uma matéria com inúmeros benefícios no 19

20 desenvolvimento das crianças, sendo este desenvolvimento de cariz social, motor ou cognitivo. Então porque é que na disciplina de Educação Física ainda é uma matéria pouco abordada por grande parte dos professores? Será que ainda existe pouca formação por parte destes? Para aclarar estas perguntas e ajudar a encontrar algumas respostas que se adequam às mesmas, neste trabalho irei elaborar e aplicar um conjunto de questionários a vários docentes dividindo estes em dois grupos, como já referido anteriormente: especialistas e não especialistas. Posteriormente irei realizar um estudo de caso na Secundária José Gomes Ferreira, pois apesar de ser uma escola que não possui no seu corpo docente especialistas em dança, resolvem claramente esse problema leccionando esta matéria com frequência em todas as turmas. Este estudo de caso irá permitir relatar um exemplo prático de algumas das soluções possíveis para contornar alguns problemas ligados a esta temática. 1 Questionário Planificar um inquérito não é fácil, e esta é também a opinião de Oppenheim (citado por Bell 1993; p.117), que refere isso mesmo: o mundo está cheio de gente bemintencionada que acredita que qualquer pessoa que escreva numa linguagem simples e fluente e possua um senso comum médio consegue elaborar um bom inquérito. A elaboração de um bom questionário deverá seguir algumas regras, em primeiro, através das leituras preliminares e planos de pesquisa, determinar as áreas de real importância a investigar. A partir daí determinar quais as questões que permitirão alcançar esse objectivo. Em seguida estas questões, durante a sua aplicação terão de sofrer algumas alterações pois segundo Bell (1993; p.118): Serão necessárias várias tentativas para formular as questões, não só para eliminar o factor ambiguidade, como também para obter um grau de precisão necessário que faça que os indivíduos compreendam o que lhes é perguntado exactamente Segundo Quivy e Campenhoudt (1992) para que este instrumento produza a informação desejada e adequada, deverá conter perguntas que abranjam cada um dos indicadores definidos previamente, formulando-as com um máximo de precisão. 20

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