PROJEÇÃO DA POPULAÇÃO DO AMAZONAS

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1 Centro de Desenvolvimento e Panejamento Regional CEDEPLAR / UFMG AVALIAÇÃO FINAL DA DISCIPLINA APLICAÇÃO DAS ANÁLISES DEMOGRÁFICAS PROJEÇÃO DA POPULAÇÃO DO AMAZONAS ALUNO: Jerônimo Oliveira Muniz PROFS.: Laura R. Wong José Alberto M. de Carvalho Diana T. O. Sawyer

2 PROJEÇÃO DA POPULAÇÃO DO AMAZONAS INTRODUÇÃO As projeções demográficas são fundamentais para a definição de políticas e para o planejamento econômico e social, na medida em que o tamanho e a estrutura da população têm papel importante na determinação da mão-de-obra, na definição do mercado consumidor de bens e serviços (como saúde e educação, por exemplo), na determinação do do orçamento destinado à investimentos públicos, etc. O tamanho e as estruturas etárias de populações futuras são determinadas pela estrutura etária presente e pelas tendências futuras dos três componentes demográficos básicos: fecundidade, mortalidade e migração. Apesar de serem apenas três os fatores considerados para se determinar o tamanho das populações futuras, a tarefa de projetar cada um dos componentes não é das mais fáceis. A elaboração de uma projeção populacional implica necessariamente na análise profunda das variáveis componentes da dinâmica demográfica que, por sua vez, são condicionadas pelas relações sociais associadas com uma série de incertezas futuras. Nenhuma projeção é definitiva, pois ela é baseada em pressupostos que poderão ou não se concretizar. Portanto, é importante que se adote mecanismos de ajuste sempre que elementos novos se manifestarem, fazendo com que as variações das tendências atuais dos componentes demográficos sejam alteradas. Este trabalho está organizado da seguinte forma: a seção 1 tece algumas considerações metodológicas a respeito o método utilizado para se projetar a população do Amazonas. A seção 2 discorre sobre a tendência da fecundidade no Amazonas e elabora as hipóteses de queda da fecundidade futura. A seção 3 analisa alguns dos aspectos relacionados com a mortalidade neste Estado e explica os pressupostos adotados para se projetar a mortalidade futura. A seção 4 leva em conta os fluxos migratórios do Amazonas e explica as hipóteses adotadas neste componente para se incorporar tais fluxos na projeção. A seção 5 apresenta comentários sobre a projeção e analisa alguns dos resultados obtidos e, por fim, a seção 6 conclui o trabalho avaliando as principais mudanças futuras que virão a ocorrer no Amazonas, e algumas das oportunidades que surgirão para a ampliação dos investimentos públicos. 1. CONSIDERAÇÕES METODOLÓGICAS O objetivo deste trabalho é projetar, com base no Censo Demográfico de 1991 (IBGE), a população do Estado do Amazonas para os períodos qüinqüenais, entre os anos de 199 a 22. Para se realizar tal projeção optou-se pela utilização do Método dos Componentes, que tem por base o comportamento das variáveis componentes do crescimento demográfico (fecundidade, mortalidade e migração) para projetar a população no futuro. Através deste método é possível obter-se a participação de cada um dos componentes no crescimento da população. A aplicação do Método dos Componentes impõe a seguinte condição: uma população inicial (ou população base) desagregada por grupos de idade e por sexo, além de indicadores atualizados e confiáveis das funções de fecundidade, mortalidade e migração. Da confiabilidade destes indicadores dependerá a qualidade da projeção. No caso do Amazonas, a maioria das informações utilizadas foram extraídas ou elaboradas a partir dos Censos Demográficos de 197, 198 e 1991 produzidos pelo IBGE.

3 Mais especificamente, as informações sobre fecundidade foram elaboradas utilizando-se métodos indiretos (P2/F2), as probabilidades de morte e as esperanças de vida, assim como as taxas líquidas de migração, são as mesmas utilizadas pelo PRONEX/ Cedeplar (uso restrito) 1. Uma vez disponível a população que se deseja projetar, ou seja, a população base, ajustada para o meio do período (em geral, 1 de julho) e desagregada por grupos de idade e por sexo, parte-se para a construção de hipóteses de comportamento dos componentes demográficos para o período objeto da projeção. 2. PROJEÇÃO E PERSPECTIVAS DE FECUNDIDADE A variável Fecundidade é composta de indicadores de dois tipos: os que medem o nível da fecundidade (observado através da TFT) e os que permitem visualizar sua estrutura (medida pelas TEFs por idade). Sendo assim, a projeção da fecundidade envolve basicamente duas etapas: a estimativa do nível da fecundidade e a obtenção da estrutura correspondente ao nível estimado. Para estimar o nível da fecundidade, tomou-se como marco de referência a Teoria da Transição Demográfica, cujo pressuposto é que, a partir do momento em que a fecundidade começa a cair, esta queda ocorre indefinidamente até atingir um nível próximo ou menor que o de reposição (TFT = 2,15), fazendo com que a população, em algum momento, se torne estável e com crescimento nulo (estacionária). Tal pressuposto é útil para apontar a direção da tendência, mas não oferece elementos para determinar a trajetória concreta até o equilíbrio final, e nem os anos necessários para se atingir tal equilíbrio, no qual TLR=1 (CELADE, 1984). Inicialmente foram escolhidos dois pontos de referência conhecidos, representados pelos Censos de 198 e 1991, para os quais foram calculadas as Taxas Específicas de Fecundidade (TEF), a partir das seguintes informações: - n de mulheres de anos por grupos qüinqüenais de idade - n de filhos tidos nascidos vivos - n de filhos tidos nascidos vivos nos últimos 12 meses, todos por grupos de idade das mulheres. As TEFs foram corrigidas pela Técnica Indireta da Razão P/F, pelo grupo etário de 2-24 anos (P2/F2), considerado o mais indicado para minimizar o erro de declaração dos nascidos vivos nos últimos 12 meses. Em seguida, foram definidos os limites ou assíntotas para, em conjunto com as Taxas de Fecundidade Total (TFT) calculadas para os dois pontos observados (198 e 1991), traçar a trajetória de queda da fecundidade através da curva logística. Adotou-se como limite superior a TFT do Amazonas de 197 (8,5) e, como limite inferior utilizou-se como referência a taxa mínima de reposição esperada para o Amazonas no futuro (2,1). Tomando esta taxa como a hipótese média, formularam-se mais duas hipóteses: uma em que a fecundidade esperada no final do período projetado seria superior a ela (2,8) e outra em que seria inferior (1,4). Admitiu-se também que, dada a tendência observada no passado e aceitando que ela continuará no futuro, a fecundidade no Estado do Amazonas atingirá em 223 a média de 1 Espera-se portanto que o problemas de sub-registro de óbitos tenha sido corrigido através de técnicas indiretas.

4 2,9 filhos por mulher, pela hipótese máxima; 2,2 na hipótese média e no caso da hipótese mínima, 1,5 filhos por mulher. Com estes pontos definidos, ajustou-se a Curva Logística, obtendo assim as TFT estimadas para todos os quinquênios do período (1991 a 223) e para cada uma das hipóteses. Conhecido o nível da fecundidade, partiu-se para definição da sua estrutura, esta, dada pelas TEF para todos os quinquênios e para cada uma das hipóteses, a partir das TFT estimadas Estimativa da Estrutura da Fecundidade Uma vez projetado o nível da TFT, foram calculados os padrões de fecundidade futura, ou seja, as Taxas Específicas de Fecundidade por faixas etárias das mulheres entre 15 e 49 anos. Para tanto, estabeleceu-se o pressuposto de que a estrutura da fecundidade do Amazonas atingiria em 223 a mesma estrutura observada neste Estado em Ao se tomar a estrutura do Amazonas em 1991 como padrão admite-se que a distribuição da fecundidade por grupos etários das mulheres residentes no Estado em 223 seguirá as mesmas proporções da fecundidade da média das mulheres amazonenses observadas em Dispondo-se dos níveis e da estrutura da fecundidade em cada qüinqüênio da projeção, tornou-se possível estimar os nascimentos futuros, ou seja, as novas coortes, que serão agregadas à população em cada período projetado Comportamento da Fecundidade no Amazonas No Amazonas, assim como no Brasil de modo geral, a fecundidade que por muito tempo se caracterizou pela sua estabilidade em níveis elevados, vem experimentando um declínio acentuado, principalmente a partir da década de 7, tendo registrado em 198 a média de 6,73 filhos por mulher. Esta tendência se manteve no período seguinte (8/91), cuja TFT de 4,51 representa uma variação de -33% em 11 anos. (Quadro 1). Quadro 1 - TAXAS DE FECUNDIDADE TOTAL, BRASIL, REGIÃO NORTE E AMAZONAS- 194/2 Grandes Regiões Taxas de fecundidade total Brasil 6,2 6,2 6,3 5,8 4,4 2,9 2,3 Norte 7,2 8, 8,6 8,2 6,4 4,2 3,2 Amazonas 6,9 (b) 7,3 (b) 8,26 (c) 8,5 (a) 6,73 (a) 4,5 (a) Fonte: IBGE, Censo Demográfico (a): Valor extraído dos cálculos realizados em exercícios passados, a partir dos Censos Demográficos de 197, 198 e 1991 produzidos pelo IBGE. (b): Estes valores se referem às estimativas intercensitárias da Amazônia, 193/194 e 194/195 e foram extraídas de CARVALHO (1974). (c): Este valor se refere à estimativas intercensitárias, 196/197, extraídas de CARVALHO (1978). É de se esperar, entretanto, que embora ela continue em queda, sua velocidade tenda a diminuir até que se estabilize novamente, desta vez em níveis provavelmente abaixo ao de reposição que é de 2,15 filhos por mulher, em média. (TABELA 1 e GRÁFICO 1).

5 Tabela 1- TAXA DE FECUNDIDADE TOTAL, SEGUNDO AS TRÊS HIPÓTESES. AMAZONAS 1991/ 223 ANO HIPÓTESES Mínima Média Máxima ,51 4,51 4, ,8 4,17 4, ,14 3,47 3,8 23 2,45 2,95 3, , 2,61 3, ,74 2,4 3, ,58 2,27 2, ,5 2,2 2,9 Fonte: Elaboração própria a partir de IBGE - Censos Demográficos de 197, 198 e 1991 Gráfico 1- TAXA DE FECUNDIDADE TOTAL, SEGUNDO AS TRÊS HIPÓTESES. AMAZONAS 1991/ 223 TFT 5 4,5 4 3,5 3 2,5 2 1,5 1,5 Fonte: Tabela Ano Mínima Média Máxima Várias são as causas explicativas destas mudanças, entre as quais destacam-se aquelas decorrentes do aumento da população urbana do Amazonas, e da maior adoção de métodos contraceptivos entre as mulheres. A intensificação da urbanização que vem ocorrendo no Estado também tem contribuído para a queda da fecundidade, pois a população rural tende a assumir os padrões do local de destino que no caso é a cidade, onde a fecundidade em geral tem níveis mais baixos. Segundo MOREIRA (1996), as expressivas taxas de crescimento da população urbana refletem o fato de grande parte dos fluxos migratórios que se dirigem para a Região destinarem-se às áreas urbanas. Em 1991, o grau de urbanização do Amazonas era de 71,4%, contra 6% em 198, enquanto que na Amazônia esta porcentagem era de 57,3%. Os resultados da Pesquisa Nacional sobre Saúde e Demografia - PNDS , (BEMFAM, 1996) mostram que nada menos do 72,3% das mulheres urbanas da Amazônia, atualmente unidas, estão utilizando algum método anticoncepcional, sendo que, entre estas,

6 o número de mulheres esterilizadas (51,3%) é quase 5 vezes maior do que o daquelas que fazem uso de pílulas (11,1%). Esta tão alta proporção de mulheres esterilizadas confere à região a primeira posição no rank nacional de esterilizações, quando medida pela razão entre o número de esterilizadas e de usuárias de métodos, superando inclusive a região Centro-Oeste, onde, para as 84,5% das usuárias de métodos anticonceptivos, a contribuição das esterilizadas ascende a 59,5 pontos percentuais (BEMFAM, 1996). O elevado percentual de mulheres optando por um método anticoncepcional definitivo mostra que não tem nada de conjuntural o movimento de queda dos níveis de fecundidade na Região, uma vez que a escolha da esterilização pressupõe uma postura em relação à reprodução, distinta daquela quando os métodos são reversíveis (MOREIRA, 1996). Estas mudanças ocorridas nos níveis da fecundidade vieram acompanhadas de alterações também na sua estrutura, num processo de concentração nas faixas entre 2 e 34 anos. As mulheres destas faixas etárias respondiam em 198 por 66% da fecundidade total e por 64% em 1991, sempre com maior concentração no grupo de 2-24 anos, porém, mais acentuada em 1991, correspondendo respectivamente a 22% e 26% de participação na fecundidade total. Verificou-se, também, a importância crescente do grupo de anos que representava 9% da fecundidade em 198 e 16% em e a conseqüente perda de representatividade dos grupos acima de 35 anos (TABELA 2). Tabela 2- TAXAS DE FECUNDIDADE TOTAL E ESPECÍFICAS, SEGUNDO AS TRÊS HIPÓTESES. AMAZONAS 1991/ GRUPOS Ano-base 198 HIPÓTESES ETÁRIOS 1991 Mínima Média Máxima 15-19,13,14,7,1, ,3,23,8,12, ,32,21,6,9, ,27,14,4,6, ,2,1,3,4,6 4-44,1,6,2,3, ,4,2,1,1,1 TFT 6,73 4,51 1,5 2,2 2,9 Fonte: Elaboração própria a partir de IBGE - Censos Demográficos de 197, 198 e 1991 Desta forma, pode-se afirmar que no Amazonas a fecundidade apresenta um comportamento típico de regiões que estão passando de uma situação de alta para baixa fecundidade. Principalmente como decorrência do aumento da urbanização e da conseqüente mudança no comportamento reprodutivo das mulheres que vivem no Amazonas. O declínio da fecundidade também se torna evidente quando se compara a participação dos diversos grupos etários na fecundidade total em dois momentos: 198 e 1991, destacando-se o crescimento acentuado da representatividade dos dois primeiros grupos (15-19 e 2-24 anos). Paralelamente, todos os demais grupos etários apresentaram variação negativa da fecundidade, inclusive os de e 3-34 anos que, em geral, figuram entre os de maior concentração da fecundidade.

7 Portanto, em 1991, o Amazonas apresentava um padrão de fecundidade do tipo jovem, cujo ápice da curva se encontrava na faixa de 2-24 anos, caracterizando uma população de baixa fecundidade (GRÁFICO 2). Gráfico 2- TAXAS ESPECÍFICAS DE FECUNDIDADE. AMAZONAS 1991/ 223,35,3 198 Ano-base 1991 TEF,25,2,15 Hip. Mínima (223) Hip. Média (223) Hip. Máxima (223),1,5, Fonte: Tabela Grupo etário 3. PROJEÇÃO E PERSPECTIVAS DE MORTALIDADE Como no caso da fecundidade, a projeção da mortalidade também se faz em duas etapas: primeiro projeta-se a esperança de vida ao nascer para todos os quinquênios da projeção, obtendo assim os níveis da mortalidade, em seguida, projetam-se as relações de sobrevivência por sexo e idade, revelando então sua estrutura. A projeção da mortalidade exige os seguintes requisitos: - uma Tábua de Vida inicial - definição do tempo horizonte da projeção, que no caso é o ano de 22 - escolha da Tábua de Vida Limite neste caso adotou-se a do CELADE (1984). Deve-se lembrar que na presente projeção estão implícitos o pressuposto de que a população do Amazonas é fechada, ou seja, não sofre influência da mortalidade dos migrantes e, a hipótese de que a mortalidade no Estado está em declínio e vai continuar assim até atingir as características da Tábua Limite no futuro distante, provavelmente por volta do ano 245. O conhecimento dos dados de mortalidade são fundamentais para o setor de saúde, em particular para o planejamento, execução e avaliação das ações. A questão central a ser considerada no uso destes dados é a sua relativa falta de consistência. Em outras palavras, o sub-registro, isto é, o fato de haver mortalidade mas ela não ter conhecimento oficial, é significativo no Estado do Amazonas. Por este motivo, os dados para confecção dos indicadores de mortalidade podem não retratar a realidade, daí a necessidade de considerar o sub-registro e utilizar técnicas indiretas para correção desses dados antes de se realizar as projeções Estimativa do Nível da Mortalidade Para se estimar o nível da mortalidade no Amazonas considerou-se a tábua de vida por sexo deste Estado em 1991, extraída do PRONEX/ CEDEPLAR e a tábua de vida limite do CELADE (1984). A partir destas duas tabelas de sobrevivência, projetou-se a

8 mortalidade mediante a utilização do sistema logito 2, obtendo-se assim as esperanças de vida de homens e mulheres por grupo etário, até os 7 anos, de 1995 à 22 (Tabela 3 e Gráfico 3). Tabela 3- ESPERANÇAS DE VIDA AO NASCER DE HOMENS E MULHERES. AMAZONAS 1991/ 22 ANO Masculina Feminina ,5 69, , 71,2 2 64,8 72, ,4 74, ,9 75, ,3 76,5 22 7,5 77, ,5 Fonte: Elaboração própria a partir de IBGE - Censos Demográficos de 197, 198 e 1991 Gráfico 3 - ESPERANÇAS DE VIDA AO NASCER DE HOMENS E MULHERES. AMAZONAS 1991/ 22 Esp. vida ao nascer (anos) Fonte: Tabela Ano e Masculina Feminina A Tabela 3 e o Gráfico 3 apresentam as esperanças de vida ao nascer projetadas para o Amazonas para os qüinqüênios de 1995 a 22. Tais indicadores são considerados importantes por refletirem a qualidade de vida de uma população. Observa-se, entretanto, que os valores obtidos com a projeção são um tanto otimistas, explicados em parte pelo elevado grau de sub-registro da mortalidade entre os menores de 1 ano Estimativa da Estrutura da Mortalidade Uma vez estimado o nível da mortalidade, expresso através da esperança de vida ao nascer para cada quinquênio, foi possível determinar a mortalidade por idade correspondente, através da interpolação entre a Tábua de Vida Observada (1991) e a Tábua Limite, produzindo assim a estrutura da mortalidade, visualizada nas Tábuas de Vida correspondentes aos períodos da projeção através das razões de sobrevivência (Tabela 4). 2 A suposição básica deste método é que o logito de (1-l x ) da tábua de vida inicial (Y x I ) varia linearmente no tempo, tendendo até o logito de (1-l x ) da tábua de mortalidade limite (Y x L ).

9 Tabela 4 - RAZÕES DE SOBREVIVÊNCIA PROJETADAS PARA OS PERÍODOS DA PROJEÇÃO, HOMENS E MULHERES. AMAZONAS, 1991/22 Idades HOMENS MULHERES ,9645,9719,9777,9824,9861,989,9741,9798,9843,9878,995,9926 5,9961,9964,9967,9971,9974,9977,9974,9977,998,9983,9986,9988 1,9915,9926,9936,9945,9953,996,997,9973,9977,998,9983, ,9841,9864,9884,992,9917,993,9955,996,9965,997,9975,9979 2,984,9834,9859,9881,991,9917,9941,9949,9956,9963,9968, ,9794,9823,9848,9871,989,997,9932,994,9948,9955,9961,9967 3,9772,9797,9821,9843,9863,9882,9898,9911,9922,9933,9942,995 35,975,9732,9758,9784,987,983,9866,988,9893,996,9917,9928 4,963,9631,966,9689,9717,9745,9798,9818,9837,9856,9872, ,9497,952,9546,9574,963,9632,97,9729,9756,9782,986,9828 5,9325,9345,937,9398,9429,9461,968,9638,9668,9697,9725, ,944,967,994,9126,9161,9198,9432,9472,9511,955,9588,9624 6,8592,8623,8659,8699,8742,8787,9185,9232,928,9327,9374,942 65,6652,6697,6742,6787,683,6872,748,789,7128,7164,7198,723 7 e mais,,,,,,,,,,,, Fonte: Elaboração própria a partir de IBGE - Censo Demográfico de 1991, PRONEX/ CEDEPLAR e Tábua de vida limite do Celade (1984) 4. PERSPECTIVAS DE MIGRAÇÃO A migração constitui o terceiro elemento da dinâmica populacional, tendo como característica básica o fato de implicar necessariamente na mudança do lugar de residência. Sempre que se trabalha com migração, é necessário definir seus atributos com clareza, devido à imprecisão que envolve o conceito. O ponto mais polêmico gira em torno da identificação da condição de migrante. Seria por comparação entre o lugar onde reside e o lugar de nascimento? Ou o lugar da última residência? Ou ainda o lugar da residência anterior numa data fixa? Cada um destes conceitos tem vantagens e limitações, sendo mais adequado à determinadas situações, pois o número de migrantes é diverso segundo cada um deles. No caso de projeção populacional, é recomendável a utilização do conceito de migração segundo o lugar de residência anterior numa data fixa, sendo o migrante definido como aquele cuja residência na data do censo é distinta da que teria na data anterior especificada. Este conceito tem a vantagem de ter o intervalo de migração definido com precisão, porém permite computar apenas os migrantes que sobreviveram a tal período, ou seja, os que estavam vivos no início e no final, não computando portanto, aqueles que morreram no intervalo da migração, assim como aqueles que saíram e retornaram ao lugar de realização do censo, antes de concluir o período Comportamento da Migração no Amazonas Dentro do contexto do crescimento populacional do Estado do Amazonas, a componente Migração sempre teve papel primordial, sendo responsável pelas altas taxas verificadas nas últimas décadas. O ciclo da borracha, que se estendeu desde o final do século passado até a década de 192/3, e a implementação da zona Franca de Manaus, já na década de 6, foram preponderantes no processo de atração dos fluxos migratórios para

10 o Amazonas 3. Estes dois acontecimentos históricos foram responsáveis pela atração de um enorme contigente de pessoas, que vieram em busca de trabalho, sobretudo no Distrito Industrial localizado em Manaus (SANTOS et al, 2). Atualmente, tem-se argumentado que os fluxos migratórios do Amazonas estariam relacionados com um terceiro ciclo de desenvolvimento, baseado em ações governamentais orientadas para o desenvolvimento agropecuário (principalmente com base no cultivo da soja) e industrial no interior do Estado. Do ponto de vista social, este programa teria como objetivo estimular a fixação da população residente em áreas rurais, possibilitando a atenuação ou até mesmo alguma reversão dos fluxos migratórios do tipo urbano-rural que se originam em todo o interior do estado (SANTOS et al, 2). Tabela 5 - TAXAS LÍQUIDAS DE MIGRAÇÃO POR SEXO E GRUPO ETÁRIO DO AMAZONAS PARA OS DECÊNIOS 196-7, E 198-9, E PARA O QUINQUÊNIO 1985/199. Homens Mulheres Grupo etário a 4 anos -6,62 2,3 4,77 2,25-6,61 2,3 4,77 2,25 5 a 9 anos -8,56 1,37 4,56 2,35-8,56 1,37 4,56 2,33 1 a 14 anos -6,7 5,48 6,3 3,3-6,71 4,89 4,75 2,62 15 a 19 anos -6,6 2, 5,67 2,29-2,43 2,7 4,52 1,85 2 a 24 anos -11,73 1,7 5,17 2,43-6,89 1,16 1,17 -,24 25 a 29 anos -6,86 5,85 8,54 5,1-6,34,69 6,38 4,46 1 a 34 anos -7,73 6,93 11,76 6,49-11,66 1,17 1,91 6,41 35 a 39 anos -9,8 3,8 4,54,56-1,26 2,55 3,8,22 4 a 44 anos -5,2 8,13 6,34 3,56-7,77 5,29 2,79 1,14 45 a 49 anos -7,6 1,16 4,53 1,79-11,12-2,81 1,22,21 5 a 54 anos -8,7-3,21-4,78-4,71-12,8-6,1-7,4-5,63 55 a 59 anos -13,93-7,33-9,55-6,11-12,28-8,45-5,76-2,59 6 a 64 anos* -9,93-3,97-3,9,17-8,41-2,42,71 2,3 65 a 69 anos 4,51 3,7 3,24 1,97 7 anos e mais 3,57 1,83 1,3 1,12 Total -7,75 2,65 5,31 2,48-7,38 1,63 3,98 1,94 * Em e este grupo etário se refere às pessoas que possuíam "6 e mais". Fonte: : CARVALHO e FERNANDES (19??) e 198-9: PRONEX/ CEDEPLAR (uso restrito). A Tabela 5 mostra que, a partir da década de 7 há uma retomada das imigrações fazendo com que a população continue a crescer, provavelmente como decorrência dos investimentos e das boas condições e oportunidades de desenvolvimento oferecidas pelo estado, sobretudo no setor primário. Sendo um estado que ainda dispõe de espaços para serem ocupados e com economia em crescimento, espera-se que no futuro os saldos migratórios do Amazonas continuem sendo positivos e constantes ou crescentes. Portanto, foram formuladas duas hipóteses de tendência da migração no período da projeção, tendo como referência a taxa líquida de migração (TLM) do período Hipótese 1: A migração no Estado do Amazonas se mantêm estável e constante, ou seja, permanece tal como observada no quinquênio , atingindo em 22 uma TLM correspondente a 1% da taxa líquida registrada no período 85/9, conforme abaixo: 3 Entretanto, a implantação da Zona Franca parece ter contribuído mais fortemente com os fluxos migratórios rurais-urbanos intra-estaduais na direção de Manaus, já que as taxas líquidas de migração do estado são negativas no período , tal como demostra a tabela 5. 4 Estas taxas foram retiradas do PRONEX/ Cedeplar (uso restrito).

11 199 / 1995: TLM = 1,% da TLM 85/ / 2: TLM = 1,% da TLM 85/9 2 / 25: TLM = 1,% da TLM 85/9 25 / 21: TLM = 1,% da TLM 85/9 21 / 215: TLM = 1,% da TLM 85/9 215 / 22: TLM = 1,% da TLM 85/9 Hipótese 2: A migração no Amazonas continua como está até 25, porém, retoma seu crescimento em ritmo lento e progressivo a partir deste ano, atingindo em 22 uma TLM correspondente a 15% da taxa líquida registrada no período 85/9: 199 / 1995: TLM = 1,% da TLM 85/ / 2: TLM = 1,% da TLM 85/9 2 / 25: TLM = 1,% da TLM 85/9 25 / 21: TLM = 12,% da TLM 85/9 21 / 215: TLM = 13,% da TLM 85/9 215 / 22: TLM = 15,% da TLM 85/9 5. RESULTADOS E COMENTÁRIOS Para se projetar a população por grupos de idade e sexo foi utilizada a técnica "The Rural Urban Projection" RUP (1994) 5, que permite fazer a junção dos três elementos da dinâmica demográfica (fecundidade, mortalidade e migração), tal como preconiza o Método dos Componentes. A aplicação da técnica requer alguns requisitos básicos: população inicial ajustada para o meio do período; informações sobre as funções de fecundidade e de mortalidade e ainda, informação sobre migração, podendo ser esta, o Saldo Migratório ou a Taxa Líquida de Migração. Neste trabalho, para se projetar a população até 2 estabeleceu-se como população inicial, a população de 199 ajustada para 1 /7/9, utilizando a taxa média de crescimento anual referente ao período 8/91. Este primeiro exercício serviu para se realizar o ajuste inter-censitário de 199 para 2 e para se avaliar a qualidade das informações declaradas em Esta primeira projeção gerou os seguintes resultados: 5 A planilha utilizada para fazer a junção dos componentes também foi cedida pelo PRONEX/ Cedeplar (uso restrito).

12 Gráfico 4 POPULAÇÃO MASCULINA PROJETADA E OBSERVADA NO AMAZONAS, SEGUNDO A HIPÓTESE BAIXA DE FECUNDIDADE E A HIPÓTESE 1 DE MIGRAÇÃO 25 População Pop. projetada (2) Pop. observada no Censo de e mais Grupo etário Fonte: Elaboração própria a partir de IBGE - Censos Demográficos de 199 e 2 O gráfico 4 mostra que a população masculina 6 projetada para 2 apresenta distorções significativas nos primeiros grupos etários, principalmente no de 1-15 anos, provavelmente como decorrência do sub-registro do grupo etário -5 em ocorrido no Censo demográfico de Para verificar tal hipótese, aumentei o tamanho do grupo etário -5 anos observado em 199 em 13%, o que forneceu as seguintes estimativas para a população masculina: Gráfico 5 POPULAÇÃO MASCULINA PROJETADA E OBSERVADA NO AMAZONAS, SEGUNDO A HIPÓTESE BAIXA DE FECUNDIDADE E A HIPÓTESE 1 DE MIGRAÇÃO, e O GRUPO ETÁRIO -5 DE 199 AUMENTADO EM 13% 25 População Pop. projetada (2) Pop. observada no Censo de Grupo etário e mais Fonte: Elaboração própria a partir de IBGE - Censos Demográficos de 199 e 2 Entretanto, mesmo com a correção de 13% no grupo etário de -5 em 199 tornando os valores projetados e observados de 2 praticamente idênticos, optou-se por utilizar a população censitária observada em 2 para se realizar as projeções até A população feminina apresenta resultados semelhantes.

13 A seguir, as informações utilizadas na projeção: a) Fecundidade: Foram informados o nível e o padrão da fecundidade, estimados segundo as três hipóteses formuladas anteriormente: - Hipótese Máxima - TFT = 2,9 a ser alcançada em Hipótese Média - TFT = 2,2 a ser alcançada em Hipótese Mínima - TFT = 1,5 a ser alcançada em 223. b) Mortalidade: Também foram informados o nível e o padrão de mortalidade, estimados segundo a seguinte hipótese: Hipótese Única: A mortalidade no Estado do Amazonas, no período 199/223, vai declinar progressivamente até atingir as características da Tábua Limite (Celade, 1984) no ano de 245. c) Migração No caso da migração utilizou-se como referência a TLM do período 85/9, cujo valor total foi de 2,5% para homens e 1,9% para mulheres. Para o Amazonas foram formuladas duas hipóteses de tendência da migração no período da projeção. A primeira considera que a migração se manterá de forma constante, e a outra considera que haverá um ligeiro aumento dos fluxos migratórios para o Amazonas até 22. Da combinação das hipóteses de fecundidade, mortalidade e migração, obteve-se 9 projeções resultantes: PROJEÇÃO I PROJEÇÃO II PROJEÇÃO III Mortalidade - Hipótese Única Mortalidade - Hipótese Única Mortalidade - Hipótese Única Fecundidade - Hipótese Máxima Fecundidade - Hipótese Média Fecundidade - Hipótese Mínima Migração - Hipótese 1 Migração - Hipótese 1 Migração - Hipótese 1 PROJEÇÃO IV PROJEÇÃO V PROJEÇÃO VI Mortalidade - Hipótese Única Mortalidade - Hipótese Única Mortalidade - Hipótese Única Fecundidade - Hipótese Máxima Fecundidade - Hipótese Média Fecundidade - Hipótese Mínima Migração - Hipótese 2 Migração - Hipótese 2 Migração - Hipótese Crescimento Populacional no Amazonas - Dinâmica Demográfica no Passado Recente Como parte da Amazônia Legal, o Amazonas foi favorecido pelos incentivos fiscais e demais benefícios previstos na Lei que criou a SUDAM, além de outros planos que tinham como objetivo promover o desenvolvimento da Amazônia através de sua ocupação, sua valorização e sua integração ao restante do País. Paralelamente às transformações no plano econômico e social, ocorreu a intensificação da ocupação do seu território, pois o Estado permaneceu por muito tempo como um grande vazio demográfico. O crescimento populacional começou a acelerar-se na década de 5/6 e se tornou intenso nas décadas seguintes, chegando a aumentar cerca de 5% entre as décadas de 8/9, conforme a Tabela abaixo:

14 Tabela 6 CRESCIMENTO POPULACIONAL, AMAZONAS, 197 A 1991 ANO POPULAÇÃO TOTAL VARIAÇÃO NO PERÍODO TAXA MÉDIA DE ABSOLUTA RELATIVA CRESCIMENTO ,71 4, ,7 3, ,6 2,58 Fonte: IBGE- Censos demográficos 197, 198, 1991 e Contagem Populacional 1996 Obviamente, esse aumento populacional não pode ser explicado apenas pelo crescimento vegetativo. Fica evidente a condição do Estado do Amazonas como área receptora de migrantes, condição esta que permaneceu na década seguinte (8/91), cuja variação (47%), embora menor, representa em número absoluto uma população maior ( habitantes). A situação começou a modificar no quinquênio (91/96), registrando um acréscimo populacional de apenas habitantes, que corresponde a variação de 13,6% em 5 anos. Esta situação sugere que os movimentos migratórios em direção ao Amazonas foram interrompidos, pelo menos até que surjam novos atrativos capazes de despertar novamente interesse pelo Estado Perspectivas para o Futuro Com base na população de 1996 foram produzidas 6 projeções, resultantes das combinações entre as hipóteses de mortalidade, fecundidade e migração - conforme especificadas anteriormente - para o período de 199 a 22, cujos resultados encontram-se no Anexo 1. Foram selecionadas para análise apenas duas projeções. Considerando que no Amazonas a migração tem um peso importante na velocidade de crescimento populacional, e ao mesmo tempo representa um dos fatores mais voláteis e de maior incerteza futura, optou-se pela escolha das projeções onde as hipóteses de mortalidade e de fecundidade fossem as mesmas (hipótese única e hipótese baixa, respectivamente) e apenas as hipóteses de migração fossem variadas (hipóteses 1 e 2) - Tabela 7: Tabela 7 AMAZONAS POPULAÇÃO PROJETADA, SEGUNDO AS DUAS HIPÓTESES DE MIGRAÇÃO E HIPÓTESE BAIXA DE FECUNDIDADE ANOS HIPÓTESES DE MIGRAÇÃO TX. MEDIA EXPONENCIAL DE CRESC. ANUAL Hipótese 1 (proj. III) Hipótese 2 (proj. VI) Hipótese 1 (proj. III) Hipótese 2 (proj. VI) 199 (*) ,19 3, ,66 2, ,57 2, ,82 1, ,62 1, ,38 1,57 (*) população obervada - IBGE/ Censo demográfico A tabela acima expressa a dimensão do crescimento populacional no período, através da taxa média exponencial de crescimento anual. Verifica-se que as taxas de crescimento apresentam declínio no período considerado, o que não significa que a população, em números absolutos, tenha diminuído como de fato não ocorreu conforme pode ser verificado nas tabelas 6 e 7. Na tabela 7, a principal observação se refere às taxas de

15 crescimento anual. No caso da projeção III, o crescimento populacional do Estado declina mais rapidamente do que no caso da projeção VI, já que nesta última considera-se que haverá aumento dos fluxos migratórios a partir de 25, fazendo com que as taxas de crescimento de mantenham em patamares mais elevados. 6. CONCLUSÃO A população do Amazonas, à semelhança do que ocorre em todo o País, experimenta um forte declínio nos níveis de fecundidade e mortalidade com amplas repercussões demográficas e sócio-econômicas. A taxa de fecundidade total dos amazonas, que nos anos 5 era superior a 7, nos anos 9 reduz-se a 4 filhos por mulher. As mais importantes conseqüências desta queda são a redução na taxa de crescimento populacional e as mudanças na composição da população por idades. O declínio da fecundidade implica em redução da taxa de crescimento demográfico regional. Entretanto, em razão do volume das coortes nascidas anteriormente e pelo efeito das migrações, o Amazonas continuará a crescer a taxas acima da média nacional. Nota-se ainda, que apesar da forte ampliação do contingente populacional da Região e a redução gradativa na sua taxa de crescimento, a mais importante transformação resultante da transição da fecundidade tende a ocorrer na composição etária. Em função das mudanças na estrutura etária, com o aumento da população idosa e redução da população jovem (ver ANEXO 2), o Estado experimenta um processo de envelhecimento populacional que modifica substancialmente as demandas sociais. Desta forma reduzem-se as pressões sobre os gastos sociais no que respeita às necessidades de investimento em saúde orientados para recém-nascidos e suas mães, tratamento de doenças infeciosas e parasitárias e gastos com educação. Por outro lado, aumentam as demandas por tratamento de saúde de doenças cronicodegenerativas, próprias da população idosa, assim como ampliam-se as pressões sobre a previdência social. Portanto, tendo-se em vista o quadro futuro da população amazonense, deve-se atentar para o fato de em períodos posteriores (2-22) a população jovem passar a representar uma parcela menor da população total, e a população de idosos ainda não representar um contigente númerico tão significativo e problemático (ANEXO 2). Neste sentido, os primeiros 2 anos deste século podem estar representado uma janela de oportunidade para a realização de investimentos na melhoria educacional e na geração de empregos, já que, durante este período, as pressões sociais representadas pela variação nas taxas de dependência de jovens e idosos, não se farão sentir com a intensidade que ocorreram nos períodos anteriores e que virão a ocorrer posteriormente.

16 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: 1. ALBUQUERQUE, Fernando R. P. de C. (1996). Movimentos migratórios: grandes regiões e unidades da federação, Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), DEPIS, Projeto UNFPA/ BRASIL (BRA/94/P8). Rio de Janeiro. 2. BEMFAM-DHS. Brasil; Pesquisa Nacional sobre Demografia e Saúde, Relatório Preliminar. Rio de Janeiro: BEMFAM- DHS/Macro International, Inc., CARVALHO, José A. M. de (1974). 4. CARVALHO, José A. M. de (1978). Fecundidade e mortalidade no Brasil 196/197. CEDEPLAR/ UFMG, mimeo. 5. CARVALHO, José A. M. de e PINHEIRO, Sílvia de M. G. (1986). Fecundidade e mortalidade no Brasil 197/198. CEDEPLAR/ UFMG, mimeo. 6. CARVALHO, José A. M. de e FERNANDES, Fernando. (19??) Estimativas de saldos migratórios e taxas líquidas de migração das unidades da federação e grandes regiões do Brasil, pro sexo, idade e setores rural e urbano: e CEDEPLAR/ UFMG, mimeo. 7. CARVALHO, J.A.M. de (1981) Migrações Internas: mensuração direta e indireta. Anais 2º Encontro Nacional de Estudos Populacionais; São Paulo: ABEP, Vol. 1, p CARVALHO, J.A.M. de. "Estimativas Indiretas e Dados sobre Migrações: uma avaliação conceitual e metodológica das informações censitárias recentes". Revista Brasileira de Estudos de População, 2(1): CARVALHO, J.A.M. de e MACHADO, C.C. - "Quesitos sobre Migrações no Censo Demográfico de 1991". Revista Brasileira de Estudos de População, 9(1): CENTRO LATINOAMERICANO DE DEMOGRAFIA (CELADE). (1984) Métodos para proyecciones demográficas. San José, Costa Rica. 11. MOREIRA, Morvan de Mello (1996). O Novo Padrão Demográfico e as Conseqüências Sócio-Econômicas da Transição Demográfica na Amazônia Brasileira. Seminário Populações Amazônicas: tendências recentes e perspectivas. Instituto de Pesquisas sobre a Amazônia - Fundação Joaquim Nabuco. Manaus, 18-2 de Novembro de ORTEGA, Antonio. (1987) Tablas de mortalidad. Centro Latinoamericano de Demografía, San José, Costa Rica. 13. PRONEX/ CEDEPLAR. Projeção populacional, por sexo e grupos de idades quinquenais, das unidades da federação. Brasil, Uso restrito. 14. SANTOS, Carlos A. dos; BRASIL, Marilia C. e MOURA, Hélio A. (2) Personae non Gratae? : A imigração indocumentada no estado do Amazonas. XII Encontro Nacional de Estudos Populacionais, Anais...23 a 27 de outubro de 2.

17 ANEXO 1 PROJEÇÃO I PROJEÇÃO II PROJEÇÃO III ANO POP. TOTAL ANO POP. TOTAL ANO POP. TOTAL PROJEÇÃO IV PROJEÇÃO V PROJEÇÃO VI ANO POP. TOTAL ANO POP. TOTAL ANO POP. TOTAL FONTE: Projeções demográficas a partir dos Censos demográficos de 197, 198 e 1991

18 ANEXO 2 Projeção III PROJEÇÕES POPULACIONAIS POR SEXO E GRUPO ETÁRIO, AMAZONAS HIPÓTESE BAIXA DE FECUNDIDADE E HIPÓTESE 1 DE MIGRAÇÃO Amazonas, Mulheres Homens Amazonas, 1995 Amazonas, 2 6 Mulheres 6 Mulheres 45 3 Homens 45 3 Homens Amazonas, 25 6 Mulheres 45 Homens Amazonas, 21 Mulheres 6 Homens Amazonas, 215 Amazonas, 22 Mulheres Mulheres 6 45 Homens 6 45 Homens FONTE: Projeções demográficas a partir dos Censos demográficos de 197, 198 e 1991

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