A REPRESENTAÇÃO SOCIAL DA DANÇA DE PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FÍSICA DA REDE DE ENSINO MUNICIPAL DE LONDRINA PR.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A REPRESENTAÇÃO SOCIAL DA DANÇA DE PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FÍSICA DA REDE DE ENSINO MUNICIPAL DE LONDRINA PR."

Transcrição

1 A REPRESENTAÇÃO SOCIAL DA DANÇA DE PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FÍSICA DA REDE DE ENSINO MUNICIPAL DE LONDRINA PR. Resumo PIRES, Antonio Geraldo Magalhães Gomes UEL SANTOS, Vanessa Piaza Baptista dos UEL Eixo Temático: Cultura, currículo e saberes Agência Financiadora: não contou com financiamento Pensando na dança como uma manifestação cultural inerente a sociedade humana, entendemos que sua prática deva ser transmitida e consolidada também pela escola, foi que desenvolvemos este estudo sobre as representações sociais da dança para os docentes que atuam no Ensino Básico da Rede Municipal de educação em Londrina Paraná. O fenômeno pesquisado teve relevância na medida em que as representações sociais que circulam sobre a dança neste cenário nem sempre se encontram relacionadas com a dança como conteúdo estruturante da Educação Física na escola. O objetivo dessa pesquisa foi mapear e identificar essas representações sobre a dança que circulam dentro da comunidade escolar desse determinado grupo estudado. Esta pesquisa é de natureza qualitativa, em que utilizamos para coleta dos dados uma entrevista semi-estruturada e para analise a técnica de analise de discurso. Tomamos como referencial teórico fundante para compreensão do objeto os princípios dos estudos sobre as representações sociais desenvolvidos por Sergi Moscovici e Denise Jodelet. Palavras-chave: Dança, Representação Social, Educação Física Introdução A sociedade brasileira é considerada possuidora de uma cultura dançante. Dentro das culturas folclóricas regionais encontramos vários tipos de danças com significados e contextos históricos diferentes. Mesmo incluída nos currículos escolares como um conteúdo da Educação Física, a dança atualmente não vem sendo desenvolvida como deveria dentro das escolas, com o caráter de conteúdo estruturante. Foi a partir do conhecimento sobre a ausência desse conteúdo nas aulas de Educação Física, que surgiu o interesse na identificação

2 7185 e interpretação das representações sociais da dança que se encontram instituídas no imaginário social escolar. Procuramos identificar como estavam instituídas no imaginário dos atores da pesquisa - professores de Educação Física da rede pública municipal de Londrina/PR - suas representações sobre a dança na escola. Para tanto, tomamos como instrumentos os aspectos teórico-metodológicos dos estudos em Representações Sociais e Análise do Discurso, tendo em vista que as representações sociais valorizam as vivências, cultura, emoções e história do ator social aproximando-se do objeto definido e considerando-o no próprio dinamismo que o gera. (MADEIRA, 1997) Através desse trabalho pretendemos trazer novas contribuições aos interessados pelo estudo da dança e de suas representações. Desejamos, através do estudo e da analise da fala dos atores, fazer emergir quais são as razões que os levaram construir determinada representação social acerca do tema proposto, pois entendemos que esse pensamento é o ponto de partida para uma mudança de atitude e conceitos sobre a dança dentro do âmbito escolar. Representação Social Durkheim defendia a separação entre representações individuais e coletivas, sugerindo que as representações individuais deveriam estar vinculadas ao campo da psicologia e as coletivas comporiam o objeto da sociologia. O conceito de representações proposto por Durkheim é retomado por Sergio Moscovici em seus estudos realizados na França e publicado em 1961 sob o título: La psychanalyse, son image et son public. O autor acredita ser a representação social um corpus organizado de conhecimentos. Atividade psíquica graças a qual os homens tornam inteligível a realidade física e social, inserem-se num grupo ou numa ligação cotidiana de trocas e liberam os poderes de sua imaginação. Jodelet (apud Sá 1996, p 32) define representações como sendo uma forma de conhecimento, socialmente elaborada e partilhada, que tem um objetivo prático e concorre para a construção de uma realidade comum a um conjunto social. Moscovici (1978, p 28), afirma que a representação social é um corpus organizado de conhecimento e uma das atividades psíquicas graças as quais os homens tornam inteligível a realidade física e social, inserem-se num grupo ou numa ligação cotidiana de trocas, e liberam os poderes de sua imaginação.

3 7186 Para a representação ser instituída é necessário estabelecer dois mecanismos: ancoragem e objetivação. Para Moscovici (2003) ancoragem é tratar a informação considerando aspectos referenciais a partir das experiências e esquemas elaborados nos quais o objeto da representação foi/é pensado. Permite compreender a forma como os objetos contribuem para exprimir e constituir relações sociais. Instrumento que confere valor funcional à interpretação e gestão do ambiente, permitindo tornar familiar o não familiar. Objetivar é transformar algo abstrato em algo quase concreto, transformar o que está na mente em algo que existe no mundo físico. Segundo Moscovici (1984 apud Sá 1996 p 47), objetivar é descobrir a qualidade icônica de uma idéia ou ser imprecisos, reproduzir um conceito em uma imagem, por que, acrescenta, desde que nós pressupomos que as palavras não falam de nada, somos compelidos a ligá-las a alguma coisa, a encontrar equivalentes não verbais. Para Moscovici, as representações passaram a ser assumidas como sínteses das inter-relações sociais elaboradas pelos grupos sócias, bem como pelas redes comunicações sociais, o que nos impede de entendê-las somente enquanto um processo cognitivo e puramente individual. Metodologia Pesquisa de natureza exploratória - qualitativa. Os dados foram coletados com a aplicação de uma entrevista semi-estruturada. Participaram como atores da pesquisa professores de Educação Física do ensino básico (1º a 4º ano) da Rede Municipal de Londrina. Dois foram os indicadores utilizados para a escolha dos atores sociais que tomariam parte da pesquisa: a) o tempo de atuação professor deveria ser de mais de cinco anos; b) o professor deveria estar desenvolvendo sua intervenção pedagógica tendo como referencial norteador as Diretrizes Curriculares da Educação Básica do Paraná - DCN/PR e os Parâmetros Curriculares Nacionais PCN s. Partindo do princípio que remete a idéia de que conhecer o local de produção e circulação das representações sociais é condição determinante para a identificação de seus sentidos, iniciamos a pesquisa realizando um mergulho na realidade das escolas escolhidas para servirem de campo de pesquisa. Os atores sociais que participaram das entrevistas desenvolvem suas práticas profissionais com turmas de diferentes séries e horários escolares. Consideramos como indicador básico para a escolha das escolas o instrumento geoeducacional da Secretaria Municipal de Educação. As entrevistas foram realizadas

4 7187 individualmente e as perguntas norteadoras que compuseram o roteiro básico foram: Como foi a dança em sua formação profissional? A dança como conteúdo da Educação Física escolar é possível? Tomamos como orientação da pesquisa os seguintes passos: a) identificação do ator social que servirá como fonte de conhecimentos; b) realização e transcrição fidedigna das entrevistas; c) devolução para o ator social das entrevistas transcritas para que ele possa fazer as devidas alterações de seu discurso; d) elaboração do texto escrito final das entrevistas; e) análise e interpretação do discurso do ator social. Também utilizamos um diário de campo os planejamentos de ensino como fontes de informações. A dança como manifestação cultural na escola Dançar é a forma mais simples e saudável de exercitar o corpo e a mente. São vários os benefícios da dança na formação e manutenção da personalidade e do físico do homem. Uma pessoa dançando pode expressar sentimentos tais como desejos, alegrias, respeito. Segundo Knackfuss (1998, p. 7), a dança na história da humanidade antecede até mesmo a própria linguagem como forma de comunicação. Rangel (2002, p 22) acredita que, a dança é uma ação incontestável na vida de todas as sociedades e em todos os tempos, pois ela traz em si características muito similares, em que o movimento emerge como o elemento chave. Podese dizer que a dança acompanhou o raciocínio do homem a caminho da razão e até mesmo em busca da arte. A Educação Física trabalha com o corpo, com o movimento, com o corpo que se movimenta e que se expressa através desse movimento. Quando pensamos em cultura corporal entendemos que a expressão realizada pelo corpo é uma linguagem, um conhecimento universal e patrimônio da humanidade que deve ser compartilhado com os alunos na escola. A dança sempre esteve presente nas distintas manifestações humanas. A partir do momento em que as começam a se tornar mais complexas, identificamos a presença da dança na educação formal dos sujeitos. O fato de ser uma manifestação cultural e inerente à própria natureza humana é a justificação que garante a presença da dança na escola, lugar da educação formal. Entender o significado que lhe atribuem os povos tornou-se necessário para podermos relacioná-la a seus aspectos simbólicos e a educação como lugar de sua transmissão.

5 7188 Segundo Bernardino (2000), as aulas de dança envolvem o aluno e o ambiente, fazendo com que busquem novas possibilidades de movimento contextualizando com sua realidade, trocando informações com os colegas, solucionando problemas, fazendo relações e, consequentemente, gerando conhecimento. Em 1997, a dança foi incluída nos Parâmetros Curriculares Nacionais e ganhou reconhecimento nacional como forma de conhecimento a ser trabalhado na escola. Para o autor a escola é o lugar para que o ensino da dança aconteça longe da idéia de que é sinônimo de festinhas de fim-de-ano. Quando falamos do ensino de dança na escola ainda nos deparamos com idéias sexistas, preconceitos o que torna a participação masculina impossível. Ou seja, ainda temos em nossa sociedade certo receio, ou medo, do trabalho com o corpo, o que remete a uma representação sobre o corpo como campo relativo às coisas pecaminosas que ainda está instituída no imaginário de muitos atores da Educação Física. A dança por muito tempo não foi posta como conteúdo/foco das aulas de Educação Física, que visava mais seus aspectos vinculados à relação técnica - rendimento. Porém diante das perspectivas que encontramos com os avanços da Educação Física, houve o início de um processo de deslocamento dos sentidos da dança na escola. Ele se desloca do campo da técnica pura para o campo da cultura, expressão e linguagem corporais. Ela passa a tratar o corpo como o corpo em movimento que se expressa através do próprio movimento. A cultura corporal foi assumida pelo estudo como sendo a expressão realizada pelo corpo como linguagem, como conhecimento universal e patrimônio da humanidade que deve ser compartilhado com os alunos na escola. Assim como as demais atividades encontradas nos conteúdos constitutivos da Educação Física escolar a dança pode e deve cooperar como resgate da corporeidade dos atores sociais. Devemos lembrar que o professor de Educação Física ao tratar do conhecimento da dança necessita relevar as competências de todo professor, e ainda um conhecimento vivenciado da dança. Ele precisa valorizar o saber acumulado da humanidade na construção do conhecimento, não trabalhando com o conhecimento fechado, mas o articulando para a construção da intermediação entre o homem e o conhecimento. Representações sociais da dança no âmbito escolar: recortes e analises Os recortes que veremos a seguir demonstram como os atores sociais identificam a dança enquanto disciplina integrante do currículo dos cursos de formação profissional

6 7189 dançarino e dos currículos dos cursos de graduação em Educação Física Licenciatura. Quando questionados sobre a relação da sua formação profissional e o conteúdo dança, essa demonstração se fez presente nas seguintes falas: Aprendi muita coisa lá, mas não deu pra aplicar na escola [...] voltava mais na época para a dança de salão [...] porque eu não sei, eu não tenho curso disso. [...] foi com um pouco mais de dança de salão, né. Do que propriamente na dança escolar mesmo [...] a prática mesmo era mais dança de salão [...] lá na faculdade acho que acabam meio ficando com, com... não sei se é com medo [...]a dança não participa tanto na nossa formação [...] acho que por isso que as pessoas acabam meio que se afastando Neste sentido, Rangel (2002, p 61) diz que: É certo que a pouca utilização desta atividade em propostas escolares, pode ser um reflexo de sua situação nos cursos de graduação em Educação Física (licenciatura), da visão que os graduandos têm a respeito da dança e, conseqüentemente, do enfoque que a mesma tem recebido. Segundo Sborquia (2006, p 54): De modo geral o que percebemos nos cursos de formação inicial é que o acadêmico, ao ingressar em uma faculdade de Educação Física, é levado apenas a reproduzir movimentos e se fundamentar somente no relativismo. Podemos dizer que essa posição em relação à dança para o professor de Educação Física nos demonstra uma representação social na qual a dança não é tão utilizada como conteúdo da disciplina, ela está associada somente com o que foi estudado em sua formação profissional inicial. Além do sentido demonstrado anteriormente, os próximos recortes portam principalmente a dança como manifestação global da escola, sentido esse que encontramos fortemente evidente em todas as entrevistas. Eu aproveito a festa junina [...] quando chega a festa junina eles sabem que eu vou fazer [...] [...] a dança fica meio que... mesmo pra festa junina [...] [...] a gente procura faze uma parceira com as professoras de sala, que é interdisciplinaridade, pra trabalhar as dancinhas, como as de festa junina, folclórica essas coisas [...] agente aproveita as épocas de festas comemorativas e lança alguns grupos [...] começa o ano já tem a de páscoa, festa que no mínimo já tem que fazer um negocinho, depois

7 7190 dia das mães, tem que fazer uma festividade, depois dia dos pais, depois festa junina, festa do folclore. Então você acaba trabalhando a dança em si, mas não como conteúdo especifico. Como vimos nas falas de nossos atores sociais a dança deixa muitas vezes de ser um conteúdo da disciplina Educação Física, portando uma representação de manifestação dos resultados e avanços obtidos por toda a escola e depois apresentado para a comunidade. O professor de Educação Física deixa de ser responsável pelo conteúdo dança e se torna somente mais uma parte dessa manifestação global. Segundo Marques (2007), devemos refletir criticamente sobre a função e o papel da dança na escola formal, lugar para se aprender dança com qualidade, pois a mesma não pode continuar mais sendo sinônimo de festas. Encontramos também nos discursos dos atores sociais a dança sendo um objeto do lazer dentro das escolas: [...] eles gostam muito mesmo [...] fiz um... uma espécie de balada pra eles [...] colocava vários estilos de música e eles dançavam a vontade [...] adoraram, se divertiram muito, dançaram [...] começam a dança, eles começam a se soltar. [...] a dança é muito importante na vida das crianças também [...] você dança, você esquece dos problemas. O sentido dessa representação remete a dança como um lazer para os alunos. Assim como muitas vezes ainda encontramos a própria disciplina Educação Física como o momento de se desestressar para os alunos dentro da escola, a dança, que é um de seus conteúdos, não estaria em um patamar diferente. Os discursos a seguir apresentam um sentido de representação social contraditório encontrado nas falas de nossos entrevistados: Eu gosto de dança, mas não... não pra ensinar a dança escolar. [...] não é a minha praia, mas eu tenho um conteúdo pra passar. [...] então eu vejo a relação da dança entre a Educação Física é... tem tudo a ver, tem tudo a ver na verdade [...]é corpo né, mexe com o corpo [...] acho importante a dança nas escolas [...] [...]ela faz parte do nosso conteúdo, só que eu não trabalho. Eu posso as vezes até contextualizar as músicas com eles, os estilos de dança. Mas ensinar a dançar ou explicar eu... sou três zeros a esquerda,não trabalho muito não. Esse sentido se torna contraditório porque os docentes reconhecem a dança como conteúdo específico da Educação Física, porém muitas vezes não conseguem contextualizálo e aplicá-lo devidamente em suas aulas. No entanto encontramos também nos discursos

8 7191 falas como essas citadas nos recortes a seguir, que traz a dança como o conteúdo, de alguma forma, abordado: [...] mesmo não tendo na formação [...] sempre gostei da dança [...] você pega uma coisa que você teve em uma disciplina sobre ritmo, um pouquinho disso, um pouquinho daquilo, vai juntando e tenta passar uma coisa que eu construí [...] eu fui juntando um pouco disso tudo pra pode ir pesquisando, ir vendo, ir perguntando pra amigos que já... já trabalham há mais tempo na escola e fui montando meu próprio... meu próprio esquema de trabalho daí. [...] não trabalho uma aula de dança, mas ao trabalhar ritmo interno e externo é...percepção do seu próprio ritmo,relação coração, relação exterior[...] Sborquia (2006, p 70), acredita que : A dança é uma manifestação cultural da educação patrimonial e, portanto, intrinsecamente conectada à educação institucionalizada. [...] concluímos que o conhecimento que o professor de Educação Física necessita para trabalhar a dança na Educação Básica não esta dissociado daquele necessário para toda a prática pedagógica. Outra representação presente nas falas de alguns atores sociais está relacionada a questão do gênero. Como fica claro neste recortes em que encontramos esse sentido: [...] molecada de agora, é os meninos [...] as meninas tudo bem. Tudo o que você der de dança para elas, elas dançam. Agora os meninos é complicado [...] a aceitação deles é mais difícil [...]Na minha... na Educação Física as meninas aceitam numa boa [...] agora os meninos... [...] Eu me lembro que no início da minha carreira isso acontecia com os alunos, essa distinção. Ah dança é coisa de menina [...] existia um preconceito muito grande.. Encontramos também falas que demonstram essa representação associada não somente ao aluno, mas também ao professor de Educação Física do gênero masculino. Tais como: Fez uma oficina com agente né, primeiro com os professores[...] eu fiquei meio ressabiado de fazer né. Porque eu achei que tinha que ficar na pontinha do pé Segundo Marques (2007), ainda não são poucos os pais de alunos (gênero masculino) e os próprios alunos, que ainda consideram a dança coisa de mulher.

9 7192 Em um país como o nosso, por que será que essa visão de dança ainda é constante? Digo em um país como o nosso pensando nos inúmeros grupos de dança e trios elétricos formados majoritariamente por homens durante o carnaval [...] nas danças de salão que o Brasil exporta; nas danças de rua; na capoeira. Entre tantas outras manifestações em que a dança não está associada ao corpo delicado da bailarina clássica, mas, ao contrário, à virilidade, à força, à identidade cultural do homem brasileiro. (MARQUES, 2007 p20) Vemos que mesmo a dança sendo um objeto forte na cultura brasileira, estando sempre presente em diversas formas, ainda muitos têm instituído em seu imaginário a dança no sentido ligado ao gênero, a dança ligada a feminilidade da mulher. Temos ainda o sentido que está fortemente ligado a identificação do ator social com o objeto dança e a relação da presença desse conteúdo em suas aulas. Alguns atores sociais, quando questionados sobre o que eles pensam da dança em suas vidas pessoais, expressam uma satisfação que se perpetua em suas aulas. Observamos esses sentidos nesses recortes: [...]pra mim a dança é a forma de se expressar [...] você ta alegre você coloca uma música [...] é uma forma de expressar, de expressar o que o meu corpo ta sentindo naquele momento. Uma coisa que eu gosto bastante [...] eu trabalho, com todas as séries eu trabalho dança. E quando questionados se a desenvolvem em suas aulas, encontramos uma forte relação entre o prazer da dança para o mesmo professor sendo transmitida ao aluno. Vemos essa relação em recortes como: [...] eu trabalho [...] eles gostam muito da dança, da música [...] Segundo Sborquia (2006, p 48), a dança pode ter sentidos diferentes, de acordo com o significado dado por que dança e pode ter diferentes sentidos percebidos por quem aprecia essa manifestação. Ainda encontramos dentro do âmbito escolar, assim como em outras áreas, a escolha pelo o que prefiro, quando o profissional se identifica mais com algum conteúdo/objeto e tende a utilizá-lo mais do que os outros conteúdos de sua área. Com o nosso objeto não é diferente, quando o professor se identifica com a dança ele consequentemente a torna, de alguma forma, presente em suas aulas. Conclusões Podemos dizer que os atores explicitaram em suas falas, linguagens e expressões no transcorrer das entrevistas os elementos determinantes das representações instituídas em seus imaginários e que remetem à natureza da dança no âmbito educacional e da Educação Física escolar no município. Fica perceptível o fato dos atores demonstrarem dificuldades em

10 7193 discursar sobre o fenômeno dança na escola. Essas dificuldades começaram a partir do momento em que eles foram questionados sobre a relação da dança com as suas aulas. Também fica nítido que os atores identificam a dança como um conteúdo da Educação Física necessário a ser estudado na escola considerando sua relação com o movimento, a cultura e sua existência nos discursos oficiais relativos a Educação Física. Porém mesmo tendo esse conhecimento, não encontramos em seus discursos a utilização da dança como conteúdo da disciplina, nem como conhecimento transversal. Durante as analises foi clara a insegurança transmitida pela formação profissional acadêmica inicial em relação ao conteúdo dança. Falam que a dança foi estudada em sua formação sem muita relevância curricular, fazendo com que ficassem inseguros no momento em que tinham de trabalhar com ela na escola, visto lhes faltar um conhecimento sobre o que o nosso objeto, foi a dança na escola como uma manifestação de resultados da instituição, ou seja, a dança como local de manifestação das festas comemorativas da escola. Nos discursos a dança emerge como objeto principal das festividades escolar, onde a participação do docente de Educação Física é apenas de mais um integrante dos eventos, já que a dança realizada não apresenta vinculação com os conteúdos de sua disciplina. As representações sociais da dança que circulam no imaginário dos atores opõem os objetivos encontrados para a dança nos documentos oficiais relacionados à Educação Básica com as práticas estabelecidas nas instituições escolares. A dança está representada como atividade cultural-recreativa da escola distante da representação consignada nos discursos oficiais da área. REFERÊNCIAS BERNARDINO, E. J. et. al. A dança no contexto da educação física: na visão de professores de ensino infantil e fundamental de romaria MG. Disponívelem:<http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/diaadia/diadia/arquivos/File/conteudo/ artigos_teses/educacao_fisica/artigos/a_danca_no_contexto_ef.pdf>acesso em02/01/2009 JODELET, D. [Org] As representações sociais. Rio de Janeiro: Ed.UERJ, Representações sociais: um domínio em expansão. In JODELET, D.[Org] As representações sociais. Rio de Janeiro: Ed.UERJ, P KNACKFUSS, C. B. Competências definidoras do professor de dança. Rio de Janeiro: UFRJ, 1988.

11 7194 MADEIRA, M. C. representações sociais e educação: Algumas reflexões. Natal: EDUFRN, MARQUES. I. A. Dançando na escola. 4 ed. São Paulo: Cortez, A. Ensino de dança hoje: textos e contextos. São Paulo: Cortez, 2007 MOSCOVISI, S. A representação social da psicanálise. Rio de Janeiro: Zahar,1978. Representações sociais: investigações em psicologia social. 2 ed.petrópolis RJ: p. PARANÁ, S. de E. da E. do. Dia a dia Educação: diretrizes curriculares Disponível em: <http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/diaadia/diadia/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo =98> Acesso em 27/10/2010. RANGEL, N. B. C. Dança, educação, educação física: proposta de ensino da dança e o universo da educação física. Jundiaí SP: Fontoura, SÁ, C. P. A construção do objeto de pesquisa em representações sociais. Rio de Janeiro: Ed. UERJ Núcleo central das representações sociais. Petrópolis: Vozes SBORQUIA, S; GALLARDO, J. A dança no contexto da educação física. Rio Grande do Sul: Unijuí, 2006.

A influência das Representações Sociais na Docência no Ensino Superior

A influência das Representações Sociais na Docência no Ensino Superior A influência das Representações Sociais na Docência no Ensino Superior Eixo temático 2: Formação de professores e cultura digital ZAIDAN, Lílian Araújo Ferreira 1 VIEIRA, Vânia Maria de Oliveira 2 No ensino

Leia mais

Educação Física Escolar: análise do cotidiano pedagógico e possibilidades de intervenção

Educação Física Escolar: análise do cotidiano pedagógico e possibilidades de intervenção Educação Física Escolar: análise do cotidiano pedagógico e possibilidades de intervenção Silvia Christina Madrid Finck E-mail: scmfinck@ uol.com.br Resumo: Este artigo refere-se ao projeto de pesquisa

Leia mais

MUDANÇAS NA EDUCAÇÃO SEGUNDO ALUNOS DE PEDAGOGIA: UM ESTUDO EM REPRESENTAÇÕES SOCIAIS RESUMO

MUDANÇAS NA EDUCAÇÃO SEGUNDO ALUNOS DE PEDAGOGIA: UM ESTUDO EM REPRESENTAÇÕES SOCIAIS RESUMO MUDANÇAS NA EDUCAÇÃO SEGUNDO ALUNOS DE PEDAGOGIA: UM ESTUDO EM REPRESENTAÇÕES SOCIAIS SILVA, Bruna UFMT brunaluise@gmail.com RESUMO O presente estudo surgiu a partir de discussões do Grupo de Pesquisa

Leia mais

CRENÇAS DISCENTES SOBRE A FORMAÇÃO EM LETRAS E A DOCÊNCIA EM LÍNGUA INGLESA

CRENÇAS DISCENTES SOBRE A FORMAÇÃO EM LETRAS E A DOCÊNCIA EM LÍNGUA INGLESA Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 761 CRENÇAS DISCENTES SOBRE A FORMAÇÃO EM LETRAS E A DOCÊNCIA EM LÍNGUA INGLESA Fabiana Gonçalves Monti 1, Sérgio

Leia mais

A Importância do brincar nas aulas de Educação Física MARCELO LEITE

A Importância do brincar nas aulas de Educação Física MARCELO LEITE A Importância do brincar nas aulas de Educação Física MARCELO LEITE RESUMO Este texto é uma reflexão sobre o brincar nas aulas de educação física escolar do primeiro e segundo ciclo do ensino fundamental,

Leia mais

Uma Perspectiva Sócio-Histórica do Processo de Alfabetização com Conscientização do Contexto Sociocultural

Uma Perspectiva Sócio-Histórica do Processo de Alfabetização com Conscientização do Contexto Sociocultural Uma Perspectiva Sócio-Histórica do Processo de Alfabetização com Conscientização do Contexto Sociocultural Camila Turati Pessoa (Universidade Federal de Uberlândia) camilatpessoa@gmail.com Ruben de Oliveira

Leia mais

A REPRESENTAÇÃO SOCIAL DO ENSINO DE PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO PARA ESTUDANTES DE LICENCIATURAS DA UFPA

A REPRESENTAÇÃO SOCIAL DO ENSINO DE PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO PARA ESTUDANTES DE LICENCIATURAS DA UFPA A REPRESENTAÇÃO SOCIAL DO ENSINO DE PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO PARA ESTUDANTES DE LICENCIATURAS DA UFPA Resumo RODRIGUES, Sônia Eli Cabral UFPA soniaely@ufpa.br PINTO, Ivany Nascimento Ivany.pinto@gmail.com

Leia mais

PLANEJAMENTO PARTICIPATIVO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

PLANEJAMENTO PARTICIPATIVO NA EDUCAÇÃO INFANTIL PLANEJAMENTO PARTICIPATIVO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Marta Quintanilha Gomes Valéria de Fraga Roman O planejamento do professor visto como uma carta de intenções é um instrumento articulado internamente e externamente

Leia mais

O LÚDICO COMO ESTRATÉGIA METODOLÓGICA E SUAS CONTRIBUIÇÕES PARA A APRENDIZAGEM DAS CRIANÇAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL

O LÚDICO COMO ESTRATÉGIA METODOLÓGICA E SUAS CONTRIBUIÇÕES PARA A APRENDIZAGEM DAS CRIANÇAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL O LÚDICO COMO ESTRATÉGIA METODOLÓGICA E SUAS CONTRIBUIÇÕES PARA A APRENDIZAGEM DAS CRIANÇAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL Maria Andréa Nogueira de Souza¹; Andreza Emicarla Pereira Calvacante²; Francicleide Cesário

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA 1 CURSO EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 INVESTIGAÇÃO DA PRÁTICA DOCENTE I... 4 02 LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO... 4 03 PROFISSIONALIDADE DOCENTE... 4 04 RESPONSABILIDADE

Leia mais

Como aconteceu essa escuta?

Como aconteceu essa escuta? No mês de aniversário do ECA - Estatuto da Criança e do Adolescente, nada melhor que ouvir o que acham as crianças sobre a atuação em Educação Integral realizada pela Fundação Gol de Letra!! Conheça um

Leia mais

SENTIDOS E POSSIBILIDADES DA DANÇA NO CONTEXTO ESCOLAR

SENTIDOS E POSSIBILIDADES DA DANÇA NO CONTEXTO ESCOLAR SENTIDOS E POSSIBILIDADES DA DANÇA NO CONTEXTO ESCOLAR Rafaella Oliveira SILVA; Ananda Luiza Bezerra DESTRO; Cecilia Yade Nogueira ALVES; Marlini Dorneles de LIMA. FEF litlle_rafaella@hotmail.com Palavras-chaves:

Leia mais

Apresentação do Professor. Ludicidade. Pedagogia. Ementa. Contextualização. Teleaula 1

Apresentação do Professor. Ludicidade. Pedagogia. Ementa. Contextualização. Teleaula 1 Ludicidade Teleaula 1 Prof. Me. Marcos Ruiz da Silva tutoriapedagogia@grupouninter.com.br Pedagogia Apresentação do Professor Marcos Ruiz da Silva Graduado em Educação Física UEL Especialista em Educação

Leia mais

JOGOS E BRINCADEIRAS NO ENSINO INFANTIL: RELATO DE EXPERIÊNCIA DOS PIBIDIANOS COM O TEMA GÊNERO E SEXUALIDADE

JOGOS E BRINCADEIRAS NO ENSINO INFANTIL: RELATO DE EXPERIÊNCIA DOS PIBIDIANOS COM O TEMA GÊNERO E SEXUALIDADE JOGOS E BRINCADEIRAS NO ENSINO INFANTIL: RELATO DE EXPERIÊNCIA DOS PIBIDIANOS COM O TEMA GÊNERO E SEXUALIDADE Lorrania Miranda Nogueira Raquel da Silva Barroso Monica Rosana de Andrade Mateus Camargo Pereira

Leia mais

CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Claudia Maria da Cruz Consultora Educacional FEVEREIRO/2015 CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL A ênfase na operacionalização escrita dos documentos curriculares municipais é

Leia mais

O LUDICO NA MATEMÁTICA: UMA PROPOSTA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA

O LUDICO NA MATEMÁTICA: UMA PROPOSTA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA O LUDICO NA MATEMÁTICA: UMA PROPOSTA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA Thaís Koseki Salgueiro 1 ; Ms. Ozilia Geraldini Burgo 2 RESUMO: Este projeto tem como objetivo apresentar o trabalho de campo desenvolvido

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE PEDAGOGIA Disciplina: Comunicação e Expressão Ementa: A leitura como vínculo leitor/texto através do conhecimento veiculado pelo texto escrito. Interpretação:

Leia mais

Centro de Estudos Avançados em Pós Graduação e Pesquisa

Centro de Estudos Avançados em Pós Graduação e Pesquisa EDUCAÇÃO INFANTIL JUSTIFICATIVA O momento social, econômico, político e histórico em que vivemos está exigindo um novo perfil de profissional, de cidadão: informado, bem qualificado, crítico, ágil, criativo,

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Carga Horária: 30 h/a Prática: 30 h/a Créditos: 4 A biologia educacional e os fundamentos da educação. As bases biológicas do crescimento e desenvolvimento humano. A dimensão

Leia mais

Edenilson Fernando Catarina 1 ; Leisi Fernanda Moya 2

Edenilson Fernando Catarina 1 ; Leisi Fernanda Moya 2 A CAPACITAÇÃO DE PROFESSORES SOBRE A DANÇA, JOGOS E BRINCADEIRAS NO CONTEXTO ESCOLAR Experiência teórica e prática por meio de um projeto extensionista Edenilson Fernando Catarina 1 ; Leisi Fernanda Moya

Leia mais

CENTRO EDUCACIONAL CHARLES DARWIN EDUCAÇÃO INFANTIL DIRETRIZES CURRICULARES INFANTIL IV

CENTRO EDUCACIONAL CHARLES DARWIN EDUCAÇÃO INFANTIL DIRETRIZES CURRICULARES INFANTIL IV CENTRO EDUCACIONAL CHARLES DARWIN EDUCAÇÃO INFANTIL 2013 DIRETRIZES CURRICULARES INFANTIL IV DISCIPLINA : MUNDO SOCIAL OBJETIVOS GERAIS Demonstrar interesse e curiosidade pelo mundo social e natural, formulando

Leia mais

A FORMAÇÃO DO PROFISSIONAL DA EDUCAÇÃO INFANTIL

A FORMAÇÃO DO PROFISSIONAL DA EDUCAÇÃO INFANTIL A FORMAÇÃO DO PROFISSIONAL DA EDUCAÇÃO INFANTIL Maria das Graças Oliveira Faculdade de Educação, Universidade Estadual de Campinas, Campinas/SP, Brasil. Resumo Este texto é parte de uma Tese de Doutorado

Leia mais

PROJETO DANÇA NA ESCOLA E A RESSIGNIFICAÇÃO DO SABER EM DANÇA NA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR

PROJETO DANÇA NA ESCOLA E A RESSIGNIFICAÇÃO DO SABER EM DANÇA NA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR PROJETO DANÇA NA ESCOLA E A RESSIGNIFICAÇÃO DO SABER EM DANÇA NA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR Resumo: A educação física escolar na formação do sujeito trata de conteúdos da cultura corporal tais como: jogos,

Leia mais

ESTRATÉGIAS DE FORMAÇÃO CONTINUADA PARA DUCADORAS DE BERÇÁRIO: EM FOCO O TRABALHO EDUCATIVO COM A LINGUAGEM MOVIMENTO

ESTRATÉGIAS DE FORMAÇÃO CONTINUADA PARA DUCADORAS DE BERÇÁRIO: EM FOCO O TRABALHO EDUCATIVO COM A LINGUAGEM MOVIMENTO ESTRATÉGIAS DE FORMAÇÃO CONTINUADA PARA DUCADORAS DE BERÇÁRIO: EM FOCO O TRABALHO EDUCATIVO COM A LINGUAGEM MOVIMENTO NADOLNY, Lorena de Fatima PMC e UFPR lorenaedf@gmail.com GARANHANI, Marynelma Camargo-

Leia mais

PERSPECTIVAS DE GESTORES SOBRE INCLUSÃO NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL

PERSPECTIVAS DE GESTORES SOBRE INCLUSÃO NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL PERSPECTIVAS DE GESTORES SOBRE INCLUSÃO NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL Amanda Carlou Rosana Glat Universidade do Estado do Rio de Janeiro UERJ Programa de Pós - Graduação em Educação PROPED Rio de Janeiro Eixo

Leia mais

MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA

MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA Jaqueline Oliveira Silva Ribeiro SESI-SP josr2@bol.com.br Dimas Cássio Simão SESI-SP

Leia mais

FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE SALA DE RECURSOS E A EDUCAÇÃO ESPECIAL EM MATO GROSSO: CONTEXTO E PERCURSO

FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE SALA DE RECURSOS E A EDUCAÇÃO ESPECIAL EM MATO GROSSO: CONTEXTO E PERCURSO FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE SALA DE RECURSOS E A EDUCAÇÃO ESPECIAL EM MATO GROSSO: CONTEXTO E PERCURSO SILVA, Sérgio Carlos da - SEDUC/MT- SMEC/V.Grande sergioscs@hotmail.com MONTEIRO, Filomena Maria de

Leia mais

DA IMPORTÂNCIA DE SUBSTITUIR A EDUCAÇÃO FÍSICA DA ESCOLA POR ATIVIDADES FÍSICAS E/ OU ESPORTIVAS REALIZADAS EM ACADEMIAS, CLUBES, ESCOLINHAS *

DA IMPORTÂNCIA DE SUBSTITUIR A EDUCAÇÃO FÍSICA DA ESCOLA POR ATIVIDADES FÍSICAS E/ OU ESPORTIVAS REALIZADAS EM ACADEMIAS, CLUBES, ESCOLINHAS * DA IMPORTÂNCIA DE SUBSTITUIR A EDUCAÇÃO FÍSICA DA ESCOLA POR ATIVIDADES FÍSICAS E/ OU ESPORTIVAS REALIZADAS EM ACADEMIAS, CLUBES, ESCOLINHAS * ANEGLEYCE T. RODRIGUES, FERNANDO MASCARENHAS, RÚBIA-MAR NUNES

Leia mais

A DANÇA NO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA EXPERIÊNCIA COM O ESTILO HIP-HOP 1

A DANÇA NO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA EXPERIÊNCIA COM O ESTILO HIP-HOP 1 A DANÇA NO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA EXPERIÊNCIA COM O ESTILO HIP-HOP 1 Claudiane da S. EUSTACHIO Dayana Pires Alves GARCIA Fátima RODRIGUES Jean de J. SANTANA 2 Juliana CESANA 3 Ana Lucia de Carvalho MARQUES

Leia mais

CINEMA PEDAGÓGICO COMO INTERVENÇÃO PARA PRÁTICA DOCENTE. Elaine Fernanda Dornelas de Souza

CINEMA PEDAGÓGICO COMO INTERVENÇÃO PARA PRÁTICA DOCENTE. Elaine Fernanda Dornelas de Souza Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 721 CINEMA PEDAGÓGICO COMO INTERVENÇÃO PARA PRÁTICA DOCENTE Elaine Fernanda Dornelas de Souza Serviço Nacional de

Leia mais

EDUCAÇÃO MUSICAL MATERNAL II

EDUCAÇÃO MUSICAL MATERNAL II EDUCAÇÃO MUSICAL MATERNAL II Músicas infantis. Danças, músicas e personagens folclóricos. Conhecer textos e melodias folclóricos; Entoar músicas do folclore brasileiro; Dançar músicas folclóricas; Imitar

Leia mais

A pesquisa na formação do professor

A pesquisa na formação do professor A pesquisa na formação do professor Karen Maria Jung Introdução Este trabalho tem por objetivo mostrar como a pesquisa, na formação de novos professores, é abordada nos diferentes cursos de Licenciatura

Leia mais

ALGUNS ASPECTOS QUE INTERFEREM NA PRÁXIS DOS PROFESSORES DO ENSINO DA ARTE

ALGUNS ASPECTOS QUE INTERFEREM NA PRÁXIS DOS PROFESSORES DO ENSINO DA ARTE 7º Seminário de Pesquisa em Artes da Faculdade de Artes do Paraná Anais Eletrônicos ALGUNS ASPECTOS QUE INTERFEREM NA PRÁXIS DOS PROFESSORES DO ENSINO DA ARTE Bruna de Souza Martins 96 Amanda Iark 97 Instituto

Leia mais

Módulo IV Bloco II 03 a 21/06

Módulo IV Bloco II 03 a 21/06 Unidade: O Estágio Curricular Supervisionado: perspectivas e diretrizes na formação do biólogo docente. Módulo IV Bloco II 03 a 21/06 Docente: Alexandra Marselha Siqueira Pitolli Algumas definições de

Leia mais

Categoria Pôster 2 O NEI se constitui numa escola de Educação Infantil situada no Campus Central da UFRN- Natal, que

Categoria Pôster 2 O NEI se constitui numa escola de Educação Infantil situada no Campus Central da UFRN- Natal, que ARTE PRESENTE NA CONSTRUÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO: UM RELATO DE CASO 1 PONTES, Gilvânia Maurício Dias de (Mestranda PPGEd-UFRN/ Prof. do NEI-UFRN) PERNAMBUCO, Marta Maria Castanho Almeida (DEPED- CCSA-

Leia mais

CONCEPÇÕES MATEMÁTICA APRESENTADAS POR PROFESSORES DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM PSICOPEDAGOGIA

CONCEPÇÕES MATEMÁTICA APRESENTADAS POR PROFESSORES DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM PSICOPEDAGOGIA CONCEPÇÕES MATEMÁTICA APRESENTADAS POR PROFESSORES DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM PSICOPEDAGOGIA Jacqueline Oliveira de Melo Gomes Faculdade de Formação de Professores da Mata Sul / FAMASUL-PE jacomgomes@yahoo.com.br

Leia mais

A Educação Musical em atividades interdisciplinares: um relato de experiência em uma oficina 1

A Educação Musical em atividades interdisciplinares: um relato de experiência em uma oficina 1 A Educação Musical em atividades interdisciplinares: um relato de experiência em uma oficina 1 Fernanda de Assis Oliveira 2 Universidade Federal do Rio Grande do Sul UFRGS Resumo: Este relato descreve

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA 1 CURSO DE EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS BRUSQUE (SC) 2012 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL... 4 02 INVESTIGAÇÃO PEDAGÓGICA: DIVERSIDADE CULTURAL NA APRENDIZAGEM... 4 03 METODOLOGIA CIENTÍFICA...

Leia mais

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Ensino Médio. Etec. Etec: Professor Massuyuki Kawano

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Ensino Médio. Etec. Etec: Professor Massuyuki Kawano Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL Ensino Médio Etec Etec: Professor Massuyuki Kawano Código: 136 Município: Tupã Área de conhecimento: Ciências Humanas e Suas Tecnologias Componente Curricular:

Leia mais

SABERES DOCENTES DE PROFESSORES DE PIANO Rosane Cardoso de Araújo 1 rosane_caraujo@yahoo.com.br

SABERES DOCENTES DE PROFESSORES DE PIANO Rosane Cardoso de Araújo 1 rosane_caraujo@yahoo.com.br 197 ANAIS IV FÓRUM DE PESQUISA CIENTÍFICA EM ARTE Escola de Música e Belas Artes do Paraná. Curitiba, 2006 ISSN 1809-2616 SABERES DOCENTES DE PROFESSORES DE PIANO Rosane Cardoso de Araújo 1 rosane_caraujo@yahoo.com.br

Leia mais

O PROJETO PIBID: PRÁTICA PEDAGÓGICA INOVADORA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE.

O PROJETO PIBID: PRÁTICA PEDAGÓGICA INOVADORA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE. O PROJETO PIBID: PRÁTICA PEDAGÓGICA INOVADORA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE. Joelma Carvalho Vilar(UFS) 1 Cleverton dos Santos(UFS) 2 Érica Santos de Jesus(UFS) 3 Vera Lúcia Mendes de Farias(UFS)

Leia mais

SIGNIFICADOS ATRIBUÍDOS ÀS AÇÕES DE FORMAÇÃO CONTINUADA DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DO RECIFE/PE

SIGNIFICADOS ATRIBUÍDOS ÀS AÇÕES DE FORMAÇÃO CONTINUADA DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DO RECIFE/PE SIGNIFICADOS ATRIBUÍDOS ÀS AÇÕES DE FORMAÇÃO CONTINUADA DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DO RECIFE/PE Adriele Albertina da Silva Universidade Federal de Pernambuco, adrielealbertina18@gmail.com Nathali Gomes

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO Marcelo Moura 1 Líbia Serpa Aquino 2 Este artigo tem por objetivo abordar a importância das atividades lúdicas como verdadeiras

Leia mais

JUSTIFICATIVA DA INCLUSÃO DA DISCIPLINA NA CONSTITUIÇÃO DO CURRICULO

JUSTIFICATIVA DA INCLUSÃO DA DISCIPLINA NA CONSTITUIÇÃO DO CURRICULO FATEA Faculdades Integradas Teresa D Ávila Curso: Pedagogia Carga Horária: 36h Ano: 2011 Professor: José Paulo de Assis Rocha Plano de Ensino Disciplina: Arte e Educação Período: 1º ano Turno: noturno

Leia mais

A EXPERIÊNCIA DO CONTEUDO DANÇA NA INTERFACE E FORMAÇÃO CULTURAL NA EDUCAÇÃO FÍSICA A PARTIR DAS INTERVENÇÕES DO PIBID UFG/CAC

A EXPERIÊNCIA DO CONTEUDO DANÇA NA INTERFACE E FORMAÇÃO CULTURAL NA EDUCAÇÃO FÍSICA A PARTIR DAS INTERVENÇÕES DO PIBID UFG/CAC A EXPERIÊNCIA DO CONTEUDO DANÇA NA INTERFACE E FORMAÇÃO CULTURAL NA EDUCAÇÃO FÍSICA A PARTIR DAS INTERVENÇÕES DO PIBID UFG/CAC Fernanda Costa SANTOS UFG/CAC- nandacostasantos@hotmail.com Karolina Santana

Leia mais

Reciclando Sonhos: o Teatro em Comunidades no Contexto das ONGS

Reciclando Sonhos: o Teatro em Comunidades no Contexto das ONGS Reciclando Sonhos: o Teatro em Comunidades no Contexto das ONGS Lia Alarcon Lima Programa de Pós-Graduação em Teatro UDESC Mestranda Teatro Or. Profª Dra. Márcia Pompeo Nogueira Resumo: A pesquisa aqui

Leia mais

Projetos Pedagógicos. Agosto 2012

Projetos Pedagógicos. Agosto 2012 Projetos Pedagógicos Agosto 2012 AMIZADE Amigo a gente cuida, faz carinho, brinca, sorri e até chora junto, e percebemos o quanto precisamos um do outro. A amizade é muito valiosa para nós que construímos

Leia mais

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL 1 TÍTULO DO PROGRAMA Balinha e Dentinho. 2 EPISÓDIO TRABALHADO Conhecendo o Rosquinha. 3 SINOPSE DO EPISÓDIO ESPECÍFICO Balinha e Dentinho encontram um cachorro perdido

Leia mais

Londrina, 29 a 31 de outubro de 2007 ISBN 978-85-99643-11-2

Londrina, 29 a 31 de outubro de 2007 ISBN 978-85-99643-11-2 A DISCIPLINA PRÁTICA PEDAGÓGICA EM EDUCAÇÃO INCLUSIVA NO CURRÍCULO DAS LICENCIATURAS DA UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: UMA PROPOSTA DE FORMAÇÃO REFLEXIVA Edicléa Mascarenhas Fernandes: Professora

Leia mais

FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFESSORES DE MATEMÁTICA DO IFAL INSTITUTO FEDERAL DE ALAGOAS: REFLETINDO SOBRE OS TEMPOS E OS ESPAÇOS

FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFESSORES DE MATEMÁTICA DO IFAL INSTITUTO FEDERAL DE ALAGOAS: REFLETINDO SOBRE OS TEMPOS E OS ESPAÇOS ISSN 2316-7785 FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFESSORES DE MATEMÁTICA DO IFAL INSTITUTO FEDERAL DE ALAGOAS: REFLETINDO SOBRE OS TEMPOS E OS ESPAÇOS José André Tavares de Oliveira Instituto Federal de Alagoas

Leia mais

Seminário do 16º COLE vinculado: 10

Seminário do 16º COLE vinculado: 10 Kelly Cristina Ducatti da Silva. Doutoranda UNICAMP/Campinas-SP, Professora do Ensino Fundamental (Prefeitura Municipal de Bauru) e Docente UNESP/BAURU kellyducatti@hotmail.com RELATO DE EXPERIÊNCIA: UM

Leia mais

Ministério do Esporte

Ministério do Esporte A CULTURA CORPORAL DO MOVIMENTO HUMANO E O ESPORTE EDUCACIONAL Ministério do Esporte OBJETIVOS: 1. Reivindicar e demarcar as fronteiras da cultura corporal do movimento humano (CCMH) como um espaço próprio

Leia mais

POLO ARTE NA ESCOLA: FORMAÇÃO CONTINUADA DE ENSINO DA ARTE PARA PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA DE BANANEIRAS/PB

POLO ARTE NA ESCOLA: FORMAÇÃO CONTINUADA DE ENSINO DA ARTE PARA PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA DE BANANEIRAS/PB POLO ARTE NA ESCOLA: FORMAÇÃO CONTINUADA DE ENSINO DA ARTE PARA PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA DE BANANEIRAS/PB ANDRADE, Luciene de 1 BARBOSA,Jamylli da Costa 2 FERREIRA, Jalmira Linhares Damasceno 3 SANTOS,

Leia mais

O ensino da matemática e os dilemas de uma professora iniciante - a pesquisa da própria prática

O ensino da matemática e os dilemas de uma professora iniciante - a pesquisa da própria prática ENSINAR E APRENDER MATEMÁTICA COM BRINCADEIRAS: UMA ALTERNATIVA IMPORTANTE PARA O INICIO DA ESCOLARIZAÇÃO Resumo Luciana Cristina Cardoso - UFSCar O presente texto apresenta dados e análises de minha dissertação

Leia mais

AS RELAÇÕES ENTRE O BRINCAR E A MÚSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL A PARTIR DE UMA NOVA CONCEPÇÃO DE SUJEITO

AS RELAÇÕES ENTRE O BRINCAR E A MÚSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL A PARTIR DE UMA NOVA CONCEPÇÃO DE SUJEITO AS RELAÇÕES ENTRE O BRINCAR E A MÚSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL A PARTIR DE UMA NOVA CONCEPÇÃO DE SUJEITO Igor Guterres Faria¹ RESUMO: Este estudo é parte integrante do projeto de pesquisa de iniciação científica

Leia mais

6 Conclusão. [...] cada um dos que ingressam na coletividade, adquire, como se se fundisse em um todo, novas qualidades e particularidades (VYGOTSKY).

6 Conclusão. [...] cada um dos que ingressam na coletividade, adquire, como se se fundisse em um todo, novas qualidades e particularidades (VYGOTSKY). 158 6 Conclusão [...] cada um dos que ingressam na coletividade, adquire, como se se fundisse em um todo, novas qualidades e particularidades (VYGOTSKY). Neste trabalho de pesquisa, procurei entender como

Leia mais

PROJETO DE LEITURA CESTA LITERÁRIA

PROJETO DE LEITURA CESTA LITERÁRIA Escola de Ensino Médio João Barbosa Lima PROJETO DE LEITURA CESTA LITERÁRIA DESPERTANDO O GOSTO PELA LEITURA E A ARTE DE ESCREVER Projeto na Sala de PCA da Área de Linguagens e Códigos PROEMI -Programa

Leia mais

Prova Nacional de Concurso para o Ingresso na Carreira Docente

Prova Nacional de Concurso para o Ingresso na Carreira Docente Prova Nacional de Concurso para o Ingresso na Carreira Docente A Prova Docente: Breve Histórico Prova Nacional de Concurso para o Ingresso na Carreira Docente Instituída pela Portaria Normativa nº 3, de

Leia mais

PROJETO BRINQUEDOTECA: BRINCANDO E APRENDENDO

PROJETO BRINQUEDOTECA: BRINCANDO E APRENDENDO INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO DE FLORESTA ISEF PROJETO BRINQUEDOTECA: BRINCANDO E APRENDENDO FLORESTA PE 2013 SUMÁRIO I. JUSTIFICATIVA II. OBJETIVO A. GERAIS B. ESPECIFICOS III. DESENVOLVIMENTO IV. CRONOGRAMA

Leia mais

O SIGNIFICADO DO ENSINO DE BIOLOGIA PARA OS ALUNOS DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS

O SIGNIFICADO DO ENSINO DE BIOLOGIA PARA OS ALUNOS DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS O SIGNIFICADO DO ENSINO DE BIOLOGIA PARA OS ALUNOS DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS Maikon dos Santos Silva 1 Mirian Pacheco Silva 2 RESUMO: Muitos alunos da Educação de Jovens e Adultos não relacionam

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO: ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL SE APRENDE NA ESCOLA!

PROJETO PEDAGÓGICO: ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL SE APRENDE NA ESCOLA! PROJETO PEDAGÓGICO: ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL SE APRENDE NA ESCOLA! José Arimatea Barros Bezerra Universidade Federal do Ceará Cláudia Sales de Alcântara Universidade Federal do Ceará Geraldo Magela Oliveira-Silva

Leia mais

BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR DA EDUCAÇÃO INFANTIL

BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR DA EDUCAÇÃO INFANTIL BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR DA EDUCAÇÃO INFANTIL 1988 CONSTITUIÇÃO FEDERAL ANTECEDENTES Art. 210. Serão fixados conteúdos mínimos para o ensino fundamental, de maneira a assegurar formação básica comum

Leia mais

RESGATANDO VALORES ÉTICOS E MORAIS: âmbito escolar e contexto social/mundo

RESGATANDO VALORES ÉTICOS E MORAIS: âmbito escolar e contexto social/mundo 1 de 6 RESGATANDO VALORES ÉTICOS E MORAIS: âmbito escolar e contexto social/mundo Caroline Rocha da Silva Jéssica Aparecida da Costa Leidimar Borges Araújo RESUMO: Resgatando valores éticos e morais: âmbito

Leia mais

ANEXO II CONTEÚDO PROGRAMÁTICO ENSINO MÉDIO

ANEXO II CONTEÚDO PROGRAMÁTICO ENSINO MÉDIO ANEXO II CONTEÚDO PROGRAMÁTICO ENSINO MÉDIO I PORTUGUÊS: Compreensão e interpretação de texto. Ortografia: divisão silábica, pontuação, hífen, sinônimo, acentuação gráfica, crase. Morfologia: classes de

Leia mais

IV EDIPE Encontro Estadual de Didática e Prática de Ensino 2011

IV EDIPE Encontro Estadual de Didática e Prática de Ensino 2011 EDUCAÇÃO FÍSICA INFANTIL: PROCEDIMENTOS PEDAGÓGICOS PARA ABORDAR O TEMA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL Angela Rodrigues Luiz 1 RESUMO De acordo com o modelo denominado Estratégia de Ensino, abordamos o tema Alimentação

Leia mais

Rio de Janeiro, 2 de junho de 2008

Rio de Janeiro, 2 de junho de 2008 Rio de Janeiro, 2 de junho de 2008 IDENTIFICAÇÃO Meu nome é Ivo Barcelos Assumpção, nasci dia 13 do doze de 1954 em Rezende, Estado do Rio de Janeiro. FORMAÇÃO Eu estudei engenharia química na UFRJ, entrei

Leia mais

O CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: CONCEPÇÕES E PRÁTICAS NA VISÃO DO PROFESSOR

O CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: CONCEPÇÕES E PRÁTICAS NA VISÃO DO PROFESSOR O CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: CONCEPÇÕES E PRÁTICAS NA VISÃO DO PROFESSOR Francisca Helena Carlos- Graduanda do 7º período do Curso de Pedagogia CAP /UERN Maria Solange Batista da Silva Graduanda do

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2004.1. Disciplinas do Núcleo Comum 01 ANTROPOLOGIA CULTURAL

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2004.1. Disciplinas do Núcleo Comum 01 ANTROPOLOGIA CULTURAL Disciplinas do Núcleo Comum 01 ANTROPOLOGIA CULTURAL Fase: 1ª Carga Horária: 30 h/a Prática: 10 h/a Créditos: 2 : A Antropologia enquanto ciência e seus principais ramos. Metodologia da pesquisa em Antropologia

Leia mais

FP 108501 FUNDAMENTOS DA GINÁSTICA

FP 108501 FUNDAMENTOS DA GINÁSTICA Ementas das Disciplinas de Educação Física Estão relacionadas abaixo, as ementas e a bibliografia dos diferentes eixos curriculares do Curso, identificadas conforme os ciclos de formação: Ciclo de Formação

Leia mais

APRENDIZAGEM DA LINGUAGEM ORAL DA CRIANÇA COM SÍNDROME DE DOWN NA EDUCAÇÃO INFANTIL: CONCEPÇÕES DE PAIS E PROFESSORES

APRENDIZAGEM DA LINGUAGEM ORAL DA CRIANÇA COM SÍNDROME DE DOWN NA EDUCAÇÃO INFANTIL: CONCEPÇÕES DE PAIS E PROFESSORES APRENDIZAGEM DA LINGUAGEM ORAL DA CRIANÇA COM SÍNDROME DE DOWN NA EDUCAÇÃO INFANTIL: CONCEPÇÕES DE PAIS E PROFESSORES Resumo Gabriela Jeanine Fressato 1 - Universidade Positivo Mariana Gomes de Sá Amaral

Leia mais

CONCEPÇÕES DE ALUNOS DE PEDAGOGIA SOBRE O ENSINO DE ARTE AGUIAR, Maira Pêgo de UFES GE-01: Educação e Arte

CONCEPÇÕES DE ALUNOS DE PEDAGOGIA SOBRE O ENSINO DE ARTE AGUIAR, Maira Pêgo de UFES GE-01: Educação e Arte 1 CONCEPÇÕES DE ALUNOS DE PEDAGOGIA SOBRE O ENSINO DE ARTE AGUIAR, Maira Pêgo de UFES GE-01: Educação e Arte Este texto refere-se às reflexões iniciais sobre a temática de pesquisa no Doutorado do Programa

Leia mais

A VISÃO DOS PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FÍSICA QUANTO ÀS ATIVIDADES LÚDICAS COMO MEIO DE ENSINO DE ESPORTES.

A VISÃO DOS PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FÍSICA QUANTO ÀS ATIVIDADES LÚDICAS COMO MEIO DE ENSINO DE ESPORTES. A VISÃO DOS PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FÍSICA QUANTO ÀS ATIVIDADES LÚDICAS COMO MEIO DE ENSINO DE ESPORTES. FERNANDES, Jaqueline S. da S. & FONSECA, Viviane S. O. 1, Márcia Regina Walter 2. 1- Acadêmico do

Leia mais

PLANEJAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA.

PLANEJAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA. PLANEJAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA. OLIVEIRA 1, Jordânia Amorim da Silva. SOUSA 2, Nádia Jane de. TARGINO 3, Fábio. RESUMO Este trabalho apresenta resultados parciais do projeto

Leia mais

PROCESSO SELETIVO PARA PROFESSORES SUBSTITUTOS EDITAL

PROCESSO SELETIVO PARA PROFESSORES SUBSTITUTOS EDITAL EDUCAÇÃO INFANTIL 01) Tomando como base a bibliografia atual da área, assinale a alternativa que destaca CORRE- TAMENTE os principais eixos de trabalho articuladores do cotidiano pedagógico nas Instituições

Leia mais

Sociologia no ensino médio em Goiânia: O conceito de cidadania dentro do conteúdo programático e os procedimentos teóricometodológicos

Sociologia no ensino médio em Goiânia: O conceito de cidadania dentro do conteúdo programático e os procedimentos teóricometodológicos 1 Sociologia no ensino médio em Goiânia: O conceito de cidadania dentro do conteúdo programático e os procedimentos teóricometodológicos na rede estadual de ensino* Gabriela Paulino do Nascimento** Prof.

Leia mais

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino O bom professor é o que consegue, enquanto fala trazer o aluno até a intimidade do movimento de seu pensamento. Paulo Freire INTRODUÇÃO A importância

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL: ELEMENTO FUNDAMENTAL NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM 1

EDUCAÇÃO AMBIENTAL: ELEMENTO FUNDAMENTAL NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM 1 EDUCAÇÃO AMBIENTAL: ELEMENTO FUNDAMENTAL NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM 1 Autora: Maria Thaís de Oliveira Batista Graduanda do Curso de Pedagogia Unidade Acadêmica de Educação/CFP/UFCG Email: taholiveira.thais@gmail.com

Leia mais

Vamos explorar temas como:

Vamos explorar temas como: Esse curso tem o objetivo de aprofundar a prática e o estudo de desenho no formato cartoon para utilização em registros visuais, facilitação gráfica, ilustração e outras aplicações. Ao longo desses 2 meses

Leia mais

Valores Educacionais. Aula 4 Respeito pelos Outros

Valores Educacionais. Aula 4 Respeito pelos Outros Valores Educacionais Aula 4 Respeito pelos Outros Objetivos 1 Apresentar o valor Respeito pelos Outros. 2 Indicar possibilidades de aplicação pedagógica do valor Respeito pelos Outros. Introdução Esta

Leia mais

PERCEPÇÃO DOS PROFESSORES DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO QUANTO À IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FÍSICA NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

PERCEPÇÃO DOS PROFESSORES DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO QUANTO À IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FÍSICA NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL ISBN 97-5-191-5-7 Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 27 a 3 de outubro de 29 PERCEPÇÃO DOS PROFESSORES DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO QUANTO À IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FÍSICA NAS SÉRIES

Leia mais

Cursos superiores e cursos livres de dança: relações e influências - um estudo de caso no estado de São Paulo

Cursos superiores e cursos livres de dança: relações e influências - um estudo de caso no estado de São Paulo Cursos superiores e cursos livres de dança: relações e influências - um estudo de caso no estado de São Paulo Márcia Strazzacappa Laborarte/Unicamp Artista da dança, professora e pesquisadora Resumo: O

Leia mais

PROFISSIONAIS DA ÁREA DA SAÚDE: A BUSCA PELA CAPACITAÇÃO EM EDUCAÇÃO ESPECIAL

PROFISSIONAIS DA ÁREA DA SAÚDE: A BUSCA PELA CAPACITAÇÃO EM EDUCAÇÃO ESPECIAL PROFISSIONAIS DA ÁREA DA SAÚDE: A BUSCA PELA CAPACITAÇÃO EM EDUCAÇÃO ESPECIAL Introdução Dirce Shizuko Fujisawa Departamento de Fisioterapia UEL 1 Maria Cristina Marquezine Departamento de Educação UEL

Leia mais

A RELAÇÃO ENTRE A TEORIA E A PRÁTICA NO ENSINO DE ARTE NA ESCOLA

A RELAÇÃO ENTRE A TEORIA E A PRÁTICA NO ENSINO DE ARTE NA ESCOLA A RELAÇÃO ENTRE A TEORIA E A PRÁTICA NO ENSINO DE ARTE NA ESCOLA Rivaldo Bevenuto de Oliveira Neto Departamento de Artes UFRN RESUMO O ensino de Arte é a educação que oportuniza ao aluno o acesso à Arte

Leia mais

DANÇA E EDUCAÇÃO FÍSICA: UM CONTEÚDO REALMENTE CONTEXTUALIZADO NAS AULAS?

DANÇA E EDUCAÇÃO FÍSICA: UM CONTEÚDO REALMENTE CONTEXTUALIZADO NAS AULAS? DANÇA E EDUCAÇÃO FÍSICA: UM CONTEÚDO REALMENTE CONTEXTUALIZADO NAS AULAS? FERNANDA DIAS BRANDÃO Licenciada em Educação Física pela UNISUAM Rio de Janeiro, RJ, Brasil fedufisica@hotmail.com Resumo O estudo

Leia mais

CULTURA OU FERRAMENTA: O DILEMA DA APROPRIAÇÃO QUE OS PROFESSORES FAZEM NO USO DA TECNOLOGIA

CULTURA OU FERRAMENTA: O DILEMA DA APROPRIAÇÃO QUE OS PROFESSORES FAZEM NO USO DA TECNOLOGIA CULTURA OU FERRAMENTA: O DILEMA DA APROPRIAÇÃO QUE OS PROFESSORES FAZEM NO USO DA TECNOLOGIA Aluna: Tatiana de Alemar Rios Orientador: Magda Pischetola Introdução A partir do estudo realizado pelo Grupo

Leia mais

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores LETRAMENTO NA CONCEPÇÃO DE VIGOTSKI: O PAPEL DO/A PROFESSOR/A NA APROPRIAÇÃO DA LINGUAGEM ORAL

Leia mais

ESTILO E IDENTIDADE. Autores: TACIANA CORREIA PINTO VIEIRA DE ANDRADE E CARMEM LÚCIA DE OLIVEIRA MARINHO

ESTILO E IDENTIDADE. Autores: TACIANA CORREIA PINTO VIEIRA DE ANDRADE E CARMEM LÚCIA DE OLIVEIRA MARINHO ESTILO E IDENTIDADE Autores: TACIANA CORREIA PINTO VIEIRA DE ANDRADE E CARMEM LÚCIA DE OLIVEIRA MARINHO Introdução Por milhares de anos, foi possível concordar que a mais importante linguagem do homem

Leia mais

CENTRO EDUCACIONAL CHARLES DARWIN EDUCAÇÃO INFANTIL DIRETRIZES CURRICULARES INFANTIL III

CENTRO EDUCACIONAL CHARLES DARWIN EDUCAÇÃO INFANTIL DIRETRIZES CURRICULARES INFANTIL III CENTRO EDUCACIONAL CHARLES DARWIN EDUCAÇÃO INFANTIL 2015 DIRETRIZES CURRICULARES INFANTIL III OBJETIVOS GERAIS Construção da autoimagem e desenvolvimento da autoestima; Reconhecimento e descoberta do próprio

Leia mais

As relações de gênero socialmente constituídas e sua influência nas brincadeiras de faz de conta.

As relações de gênero socialmente constituídas e sua influência nas brincadeiras de faz de conta. As relações de gênero socialmente constituídas e sua influência nas brincadeiras de faz de conta. Angela Agulhari Martelini Gabriel. Pedagogia. Prefeitura Municipal de Bauru. helena2008mg@hotmail.com.

Leia mais

O ESTÁGIO COMO PRÁTICA EDUCATIVA: ANÁLISE DE EXPERIÊNCIAS NOS ESTÁGIOS EXTRACURRICULARES DOS ACADÊMICOS DA UFPI

O ESTÁGIO COMO PRÁTICA EDUCATIVA: ANÁLISE DE EXPERIÊNCIAS NOS ESTÁGIOS EXTRACURRICULARES DOS ACADÊMICOS DA UFPI O ESTÁGIO COMO PRÁTICA EDUCATIVA: ANÁLISE DE EXPERIÊNCIAS NOS ESTÁGIOS EXTRACURRICULARES DOS ACADÊMICOS DA UFPI Resumo Simone de Jesus Sena da Silva Sousa Universidade Federal do Piauí UFPI Carmen Lúcia

Leia mais

METODOLOGIA DO ENSINO DA ARTE. Número de aulas semanais 4ª 2. Apresentação da Disciplina

METODOLOGIA DO ENSINO DA ARTE. Número de aulas semanais 4ª 2. Apresentação da Disciplina METODOLOGIA DO ENSINO DA ARTE Série Número de aulas semanais 4ª 2 Apresentação da Disciplina Considerando a necessidade de repensar o ensino da arte, faz-se necessário refletir sobre este ensino em sua

Leia mais

Projeto de Pesquisa: Estrutura e natureza

Projeto de Pesquisa: Estrutura e natureza Projeto de Pesquisa: Estrutura e natureza Após a entrega do exercício D (folha síntese do projeto de pesquisa, vamos rever o projeto de pesquisa e a introdução da tese. Após a aula, além do exercício D

Leia mais

AS CONTRIBUIÇÕES DO PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA (PIBID) NA VISÃO DA ESCOLA PARTICIPANTE

AS CONTRIBUIÇÕES DO PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA (PIBID) NA VISÃO DA ESCOLA PARTICIPANTE AS CONTRIBUIÇÕES DO PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA (PIBID) NA VISÃO DA ESCOLA PARTICIPANTE ABREU, M. Francilina (Bolsista do PIBID- Pedagogia) Universidade Estadual Vale do Acaraú.

Leia mais

CORPOLINGUAGEM E MOVIMENTO: UMA PROPOSTA DE TRABALHO CORPORAL PARA CRIANÇAS À LUZ DA PSICANÁLISE

CORPOLINGUAGEM E MOVIMENTO: UMA PROPOSTA DE TRABALHO CORPORAL PARA CRIANÇAS À LUZ DA PSICANÁLISE CORPOLINGUAGEM E MOVIMENTO: UMA PROPOSTA DE TRABALHO CORPORAL PARA CRIANÇAS À LUZ DA PSICANÁLISE Nathalia Leite Gatto Nota-se que as disciplinas ligadas ao movimento na educação infantil, tanto curriculares

Leia mais

XADREZ NAS ESCOLAS: ESPORTE, CIÊNCIA OU ARTE.

XADREZ NAS ESCOLAS: ESPORTE, CIÊNCIA OU ARTE. Resumo XADREZ NAS ESCOLAS: ESPORTE, CIÊNCIA OU ARTE. OLIVEIRA, Vanessa Duarte de PUCPR vane_do@hotmail.com CARVALHO, João Eloir PUCPR j.eloir@uol.com.br Eixo Temático: Educação, arte e movimento Agência

Leia mais

GRUPO FRESTAS: FORMAÇÃO E RESSIGNIFICAÇÃO DO EDUCADOR: SABERES, TROCA, ARTE E SENTIDOS

GRUPO FRESTAS: FORMAÇÃO E RESSIGNIFICAÇÃO DO EDUCADOR: SABERES, TROCA, ARTE E SENTIDOS Eixo: Políticas para a Infância e Formação de Professores Contempla as produções acadêmico-científicas que tratam de ações políticas e legislações referentes à Educação Infantil e a infância. Aborda pesquisas

Leia mais

EDUCAÇÃO FÍSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: ALGUMAS REFLEXÕES A PARTIR DE UMA EXPERIÊNCIA CONCRETA

EDUCAÇÃO FÍSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: ALGUMAS REFLEXÕES A PARTIR DE UMA EXPERIÊNCIA CONCRETA EDUCAÇÃO FÍSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: ALGUMAS REFLEXÕES A PARTIR DE UMA EXPERIÊNCIA CONCRETA Wagner dos Santos; André da Silva Mello; Pollyanne Francisco do Nascimento; Dulce Maria de Souza Klein; Denise

Leia mais

EDUCAÇÃO FÍSICA: POSSIBILIDADES DE INTERVENÇÃO NO CONTEXTO ESCOLAR E DE FORMAÇÃO. FINCK, Silvia Christina Madrid UEPG scmfinck@uol.com.

EDUCAÇÃO FÍSICA: POSSIBILIDADES DE INTERVENÇÃO NO CONTEXTO ESCOLAR E DE FORMAÇÃO. FINCK, Silvia Christina Madrid UEPG scmfinck@uol.com. EDUCAÇÃO FÍSICA: POSSIBILIDADES DE INTERVENÇÃO NO CONTEXTO ESCOLAR E DE FORMAÇÃO FINCK, Silvia Christina Madrid UEPG scmfinck@uol.com.br EIXO: Formação de Professores / n. 10 Agência Financiadora: Sem

Leia mais