dança é fruto da necessidade de expressão da pessoa e se liga ao ue há de básico na natureza humana: sentimentos, desejos, realiades, sonhos,

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "dança é fruto da necessidade de expressão da pessoa e se liga ao ue há de básico na natureza humana: sentimentos, desejos, realiades, sonhos,"

Transcrição

1 dança é fruto da necessidade de expressão da pessoa e se liga ao ue há de básico na natureza humana: sentimentos, desejos, realiades, sonhos, traumas, através das formas mais diversas. Quantas ezes a dança é utilizada para contar, ilustrar, representar e localiar a história de um povo, de uma civilização, de uma época? São ndubitáveis sua importância e significação. Falemos, porém, da linuagem da dança habilitando a pessoa com deficiência para a vida, dança como instrumento facilitador da percepção de que o indiíduo faz parte finalmente ou novamente de uma sociedade. ossa imaginação e lembrança logo se colocam atentas buscando reistros e suas formas. A imagem 6 7 quase imediata que nos vem à cabeça é

2 Dança Sobre Rodas rosangela bernabé* uma pessoa com sapatilhas realizando um salto ou pirueta espetacular. A dança é fruto da necessidade de expressão da pessoa e se liga ao que há de básico na natureza humana: sentimentos, desejos, rea lidades, sonhos, traumas, através das formas mais diversas. Quantas vezes a dança é utilizada para contar, ilustrar, representar e localizar a história de um povo, de uma civilização, de uma época? São indubitáveis sua importância e significação. Falemos, porém, da linguagem da dança habilitando a pessoa com deficiência para a vida, a dança como instrumento facilitador da percepção de que o indivíduo faz parte finalmente ou novamente de uma sociedade. Nossa imaginação e lembrança logo se colocam atentas buscando registros proposta paradoxal? A memória nos fala que um corpo contemplado de suas formas. A imagem quase imediata que nos vem à cabeça é uma pessoa com sapatilhas realizando um salto ou pirueta espetacular. Que boas novas podemos retirar do longo tempo de per manência do ser humano no mundo que experimenta? Aqui, podemos abrir espaço a uma breve reflexão sobre a imagem do corpo deficiente, a imagem que trazemos impressa na mente, buscando assim algumas referências que se ajustem à idéia inicial. Por um instante, fechemos os olhos e visualizemos uma pessoa deficiente, em sua Dança Sobre Rodas rosangela bernabé

3 cadeira de rodas, e em movimento. A imagem mais simples que se delineia é de alguém sentado e outra pessoa atrás empurrando. Podemos até vislumbrar uma cadeira motorizada, mas dificilmente imaginaremos essa pessoa rodopiando livre e levemente, descendo de sua cadeira, dançando No primeiro momento, o retorno à posição de pé se apresenta como solução ideal para quem não anda sobre as próprias pernas; a deficiência pode ser responsabilizada pela impossibilidade de fruição da pessoa. O movimento parece ser antagônico na presença de uma lesão e, talvez por isso, imaginar alguém em sua cadeira de rodas num palco, dançando, seja tão difícil. O trabalho com a dança e seus elementos vêem transformar a cena e a imagem que o estigma da deficiência imprimiu em muitas culturas pelo mundo afora. No Brasil, o último censo desenhou uma população de muito mais que os 10% anteriormente detectados como portadores de alguma deficiência. Ora, se uma lesão nos rouba o movimento músculo-articular do conjunto do nosso corpo, calculemos aqui o conjunto que anima o corpo dessa população. São barreiras invisíveis aos olhos menos atentos, mas fazem parte do todo resultante que somos, sentimos e experimentamos. A brasileira, pesquisadora e crítica de dança Helena Katz propõe que pensemos o corpo numa perspectiva co-evolutiva de troca de informação com o meio. Isto é, como resultado co-evolutivo da sua relação com o ambiente, o corpo é mídia, processo constante, dança é fruto da necessidade permanente de e expressão transitório da de pessoa acomodamento e se liga ao ao conceito de dança ue há de básico na natureza aqui levantado humana: inicialmente, sentimentos, avançamos desejos, realiades, sonhos, traumas, ceito, através subseqüente das formas e focalizado, mais diversas. de que Quantas a dança faz parte da imagem então em direção a um con- ezes a dança é utilizada corporal para contar, do povo ilustrar, brasileiro. representar Lembremo-nos e localiar a história de um povo, clore, de do uma gingado civilização, que parece de uma ser nossa época? marca São registrada e, até mes- do carnaval, do rico fol- ndubitáveis sua importância mo, da e miscigenação significação. que Falemos, caracteriza porém, nosso da linuagem da dança habilitando Já a que pessoa estamos com deficiência colocando para os olhos a vida, a serviço da imaginação, desenho corporal. dança como instrumento por paradoxal facilitador que da percepção seja, acrescentemos de que o indiíduo faz parte finalmente arquitetônicas ou novamente mais banais de que uma ainda sociedade. encontramos em todos os lu- a esses dados as barreiras ossa imaginação e lembrança gares: escadarias, logo se colocam portas atentas estreitas, buscando teatros com reistros acesso somente até a e suas formas. A imagem 8 9 quase imediata que nos vem à cabeça é

4 platéia e quase nunca ao palco e camarins. Como traduzir tudo isso? Montamos esse cenário para situar a dedução de que a paralisia emocional que se revela, é muito mais contundente do que a dificuldade de locomoção imposta por qualquer lesão. uma pessoa Acreditamos com sapatilhas e constatamos realizando que um essa salto linguagem ou pirueta está espetacular. repensada e transformada, aqui em nosso país, tanto através de sendo soluções quantitativas como qualitativas. Ao compreender a dança como um processo que inclui a pessoa deficiente no corpo social, estamos falando de uma abrangência interna e externa num ter ritório muito mais amplo do que aquele ocupado pelo corpo em uma cadeira de rodas e que, obviamente, varia de indivíduo para indivíduo. A dança e seus elementos ganham um caráter instrumental muito valioso, pois se tornam uma ponte de acesso à vida, cuja largura, altura, comprimento e condições serão determinados por quem nela transitar. Elementos como ritmo, coordenação, equilíbrio, dentre outros, fazem parte da vida e, portanto, são os elos de ligação com o que se deseja habilitar. A dança, como a propomos, é um processo que inclui princípios básicos que visam a estruturar o corpo de maneira que o indivíduo construa uma imagem inteira de seus ossos, músculos e articulações, e cuja identidade de movimento se faça através da utilização do potencial remanescente. Ou seja, aprender através das dificuldades invocadas pela lesão, com uma linguagem gestual recriada a partir da releitura do corpo diferente. Com ou sem atropelos, o corpo pode construir, organizar e transformar seus limites sem fronteiras. O passaporte para o movimento desejado é o próprio gesto já reconhecido, festejado e internalizado. O indivíduo pode, utilizando o espaço aberto pela leveza que a dança proporciona, convidar o corpo a rever os mitos, refazer seus caminhos próprios, íntimos, criar uma atmosfera apropriada para o encontro consigo mesmo, o que pode se dar ao mesmo tempo em que se retiram de cena traumas, complexos ou mitos impostos por informações imprecisas sobre o corpo. Em outras palavras, a pessoa pode reconhecer e substituir a fantasia que a amedronta no instante em que experimenta o movimento no chão, na cadeira, na velocidade de um giro Dança Sobre Rodas rosangela bernabé

5 ou no silêncio mágico criado entre um gesto e outro, breve que seja, até aquele entre um desequilíbrio e a recuperação do ritmo, numa frase musical. São instantes que trazem de volta o brilho do olhar e podem reinscrever trajetórias que dizem respeito tanto ao conceito de imobilidade imposto ao corpo diferente, quanto àquele que traduz sua forma de estar no mundo. Em 1988, ainda não havia experiência acadêmica registrada com o trabalho de dança em cadeira de rodas no Brasil. Haviam as atividades voltadas para o esporte de competição ou não, mas as pessoas que desejavam dançar e se sentiam de certa forma impedidas excluíam-se por si, continuando a freqüentar centros de reabilitação mesmo já tendo concluído o tempo para tal ou permaneciam em suas próprias casas. Hoje, os dados obtidos pela Confederação Brasileira de Dança em Cadeira de Rodas, cbdcr, registram mais de 60 grupos, incluindo os de dança artística e de salão. A dança é oferecida como mais uma opção de lazer em centros esportivos, associações e clubes de pessoas deficientes e já está nos currículos de formação das faculdades de educação física, fisioterapia, arteterapia, dentre outras. Um olhar retrospectivo de avaliação da evolução desses 15 anos de implantação do movimento da dança nos mostra corpos porque não dizer mais saudáveis, decididos, corajosos, expostos ao calor tropical, disponíveis ao movimento da vida, aos olhares de cima para baixo. Parece que a vocação dançante do povo brasileiro não se rendeu à paralisia de expressão que o estigma da pessoa da deficiência e se liga ao impõe: continuamos a dança é fruto da necessidade ue há de básico na natureza dançar. humana: Não são necessárias sentimentos, novas desejos, definições realiades, sonhos, traumas, corpo através diferente das formas combina mais com diversas. a magia Quantas da dança. para a dança, pois o ezes a dança é utilizada para O contar, resultado ilustrar, não é representar igual para todos. e localiar a história de um povo, ou mundial, de uma é civilização, o aprendizado de uma com época? a diferença, São a rica diversidade, as- Para a cultura brasileira ndubitáveis sua importância sim como e significação. as etnias existentes, Falemos, os porém, diferentes da linuagem da dança habilitando animais, a que pessoa existem com deficiência no Brasil e no para mundo. a vida, climas, costumes, cores, dança como instrumento facilitador É o exercício da percepção de descobrir que o indiíduo faz parte finalmente justamente ou a novamente diferença. Mais de uma do que sociedade. se apresentar para uma platéia, que nos faz semelhantes é ossa imaginação e lembrança é subir no logo palco se colocam da própria atentas vida. buscando reistros e suas formas. A imagem quase imediata que nos vem à cabeça é

6 Os depoimentos que se seguem poderão ratificar as con clusões sugeridas: A partir do meu contato com a dança, meu corpo tomou posse de movimentos pessoa que desconhecia com sapatilhas e sequer realizando imaginava um salto poder ou explorar. pirueta espetacu- Hoje, já uma lar. trago impressa em mim uma música que percorre silenciosa os meus gestos, que trás a dança que me faz dançar, a dança que me faz criar, a dança que me faz andar. Andar sobre minhas rodas, sobre o resgate da minha verticalidade, andar quando me aproprio do direito de ir e vir, de estar erguida sobre o meu desejo de mover a vida. Meu desejo de estar, de me fazer incluir, antes em mim e depois no mundo. Mas um mundo mais saudável, mais justo, menos segmentado, mais de todos do que de algumas partes. A dança faz parte de um processo de mudança, de transformação, que trata da inclusão naturalmente, delicadamente, como na verdade deveria ser nosso gesto para o outro, para o mundo. beth caetano, bailarina tetraplégica. Tenho 20 anos, sou paraplégica há 16 e danço há 14 anos. A dança entrou na minha vida, inicialmente apenas como a realização de um desejo de menina que aos 6 anos teve vontade de ser bailarina, sem planos futuros ou maiores pretensões. Só que junto às aulas onde contava pequenas histórias com meu corpo, marcava os ritmos e fazia pequenas combinações de movimentos, foi surgindo algo muito maior e nem sempre tão perceptível, que ressoou em toda a minha vida. No meu caso, essas mudanças serviram, não para me inserir no social, pois nunca me senti excluída, mas para me lembrar constantemente que continuava na sociedade, só que de forma diferente, sentada em minha cadeira de rodas, que me levaria a todos os lugares e me possibilitaria fazer o que quisesse. Também tive ganhos em relação ao meu corpo (mais equilíbrio, flexibilidade, auto conhecimento, maior domínio, movimentos mais amplos, mais agilidade com a cadeira que é parte integrante deste novo corpo). E como não é possível separar o pessoal do social, essas Dança Sobre Rodas rosangela bernabé

7 transformações não foram isoladas, ecoaram, por exemplo, em minha disponibilidade emocional diante de situações difíceis de lidar e me ajudam a me posicionar, demonstrando para todos através das minhas atitudes que uma pessoa com uma deficiência tão aparente também estuda, pode trabalhar e se divertir. Cada vez mais, tenho certeza de que a dança continua me trazendo benefícios, alguns mais explícitos, outros menos. Mas isso, eu entendo como uma troca, na qual entrego meu corpo à dança e ela me retribui sendo uma das responsáveis pela minha felicidade. renata carvalho, estudante de Psicologia. dança é fruto da necessidade de expressão da pessoa e se liga ao ue há de básico na natureza humana: sentimentos, desejos, realiades, sonhos, traumas, através das formas mais diversas. Quantas ezes a dança é utilizada para contar, ilustrar, representar e localiar a história de um povo, de uma civilização, de uma época? São ndubitáveis sua importância e significação. Falemos, porém, da linuagem da dança habilitando a pessoa com deficiência para a vida, dança como instrumento facilitador da percepção de que o indiíduo faz parte finalmente ou novamente de uma sociedade. ossa imaginação e lembrança logo se colocam atentas buscando reistros e suas formas. A imagem 12 13quase imediata que nos vem à cabeça é

Inclusão Digital (Rede SACI) marta gil* uma pessoa com sapatilhas realizando um salto ou pirueta espetacular.

Inclusão Digital (Rede SACI) marta gil* uma pessoa com sapatilhas realizando um salto ou pirueta espetacular. Inclusão Digital (Rede SACI) marta gil* uma pessoa com sapatilhas realizando um salto ou pirueta espetacular. Ultimamente, a palavra inclusão tem estado em evidência, sendo aplicada a diferentes parcelas

Leia mais

A Conquista da Cidadania. regina bittencourt* uma pessoa com sapatilhas realizando um salto ou pirueta espetacular.

A Conquista da Cidadania. regina bittencourt* uma pessoa com sapatilhas realizando um salto ou pirueta espetacular. A Conquista da Cidadania regina bittencourt* uma pessoa com sapatilhas realizando um salto ou pirueta espetacular. Os últimos vinte anos representaram para as pessoas portadoras de deficiência uma fase

Leia mais

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ DISCIPLINA:TEORIA E ENSINO DA DANÇA PROF.ESP.SAMANDA NOBRE Elementos Estruturantes da dança RITMO MOVIMENTO Ritmo Ritmo vem do grego Rhytmos e designa aquilo que flui,

Leia mais

Brasil Paraolímpico. VITAL SEVERINO* uma pessoa com sapatilhas realizando um salto ou pirueta espetacular.

Brasil Paraolímpico. VITAL SEVERINO* uma pessoa com sapatilhas realizando um salto ou pirueta espetacular. Brasil Paraolímpico VITAL SEVERINO* uma pessoa com sapatilhas realizando um salto ou pirueta espetacular. Conta a história do movimento desportivo das Pessoas Portadoras de Deficiência em nosso país, que

Leia mais

Colégio Nossa Senhora da Soledade C O N T E Ú D O S. Eu vim para servir (cf.mc10,45) Grupo 2 EDUCAÇÃO INFANTIL

Colégio Nossa Senhora da Soledade C O N T E Ú D O S. Eu vim para servir (cf.mc10,45) Grupo 2 EDUCAÇÃO INFANTIL Colégio Nossa Senhora da Soledade C O N T E Ú D O S Eu vim para servir (cf.mc10,45) Grupo 2 EDUCAÇÃO INFANTIL Prezado(a) aluno(a): Novo ano, novas expectativas, novos desejos, novos anseios e um novo caminho

Leia mais

Comunicação JOGOS TEATRAIS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO MATERNAL E EDUCAÇÃO INFANTIL

Comunicação JOGOS TEATRAIS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO MATERNAL E EDUCAÇÃO INFANTIL Comunicação JOGOS TEATRAIS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO MATERNAL E EDUCAÇÃO INFANTIL ROSA, Maria Célia Fernandes 1 Palavras-chave: Conscientização-Sensibilização-Transferência RESUMO A psicóloga Vanda

Leia mais

A Arte e as Crianças

A Arte e as Crianças A Arte e as Crianças A criança pequena consegue exteriorizar espontaneamente a sua personalidade e as suas experiências inter-individuais, graças aos diversos meios de expressão que estão à sua disposição.

Leia mais

2. OBJETIVO E CONCEPÇÃO DA PROVA

2. OBJETIVO E CONCEPÇÃO DA PROVA Aptidão Dança 1. INTRODUÇÃO O Curso de Graduação em Dança da Unicamp tem como objetivo formar o intérprete e criador em Dança, profissional capaz de contribuir como agente transformador da realidade, responsável

Leia mais

O Concurso Público. francisco moreira da cruz filho* uma pessoa com sapatilhas realizando um salto ou pirueta espetacular.

O Concurso Público. francisco moreira da cruz filho* uma pessoa com sapatilhas realizando um salto ou pirueta espetacular. O Concurso Público francisco moreira da cruz filho* uma pessoa com sapatilhas realizando um salto ou pirueta espetacular. Diversos preceitos constitucionais têm por alvo a inclusão da pessoa portadora

Leia mais

PROJETO TERRA CHÃO - DANÇA E ARTE

PROJETO TERRA CHÃO - DANÇA E ARTE PROJETO TERRA CHÃO - DANÇA E ARTE 1. JUSTIFICATIVA A região do Baixo Tocantins apresenta-se na área cultural e artística, é um grande celeiro de talentos, que vem enraizado culturalmente em nosso povo,

Leia mais

Caderno de Postura. Prof. Luiz Mello

Caderno de Postura. Prof. Luiz Mello Caderno de Postura Prof. Luiz Mello CADERNO DE POSTURA Este caderno de postura tem como objetivo demonstrar os principais pontos relacionados a maneira de como tocar violão e guitarra de uma maneira saudável,

Leia mais

AS ATIVIDADES RÍTMICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL

AS ATIVIDADES RÍTMICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL AS ATIVIDADES RÍTMICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL Profª Doutora Daisy Barros Especialização em Ginástica Rítmica e Dança Ritmo é vida e está particularmente ligado à necessidade do mundo moderno. Cada indivíduo,

Leia mais

Sumário. Prólogo, 7 Prefácio, 9. Epílogo, 115

Sumário. Prólogo, 7 Prefácio, 9. Epílogo, 115 Sumário Prólogo, 7 Prefácio, 9 1. O mundo, a vida e a dançaterapia, 11 2. Estímulos criativos, 21 3. Não venho ensinar, mas dar, 63 4. Biografia dançada, 81 5. Flexibilidade, 83 6. Testemunhos, 87 7. A

Leia mais

ExpressARTE. Recursos Didácticos para Aprender a Ser Mais. Manual da Formanda drmadorr1manda. Dança Movimento Amalgama

ExpressARTE. Recursos Didácticos para Aprender a Ser Mais. Manual da Formanda drmadorr1manda. Dança Movimento Amalgama ExpressARTE Recursos Didácticos para Aprender a Ser Mais Manual da Formanda drmadorr1manda Dança Movimento Amalgama Autor: Amalgama Companhia de Dança (Ana Alexandra Battaglia) Título: Dança Movimento

Leia mais

Dicas de relacionamento com as pessoas com deficiência

Dicas de relacionamento com as pessoas com deficiência Dicas de relacionamento com as pessoas com deficiência Respeito à Diversidade Devemos respeitar as pessoas exatamente como elas são. O respeito à diversidade humana é o primeiro passo para construirmos

Leia mais

I Curso de Preparação Coreográfica Específica para a Ginástica Artística

I Curso de Preparação Coreográfica Específica para a Ginástica Artística I Curso de Preparação Coreográfica Específica para a Ginástica Artística Local: Yashi Academia de Ginástica Olímpica Data: 1º de maio de 2009 Coordenação: Yumi Yamamoto Sawasato Professora: Valeria Lakerbai

Leia mais

TRANSPARÊNCIA INSTITUCIONAL PROJETO BOA SEMENTE OFICINA SEMEANDO MOVIMENTO

TRANSPARÊNCIA INSTITUCIONAL PROJETO BOA SEMENTE OFICINA SEMEANDO MOVIMENTO TRANSPARÊNCIA INSTITUCIONAL PROJETO BOA SEMENTE OFICINA SEMEANDO MOVIMENTO O Orfanato Evangélico, através do Projeto Boa Semente, desenvolveu atividades direcionadas as crianças de 1 mês a 1 ano de idade,

Leia mais

Dicas de relacionamento com as pessoas com deficiência

Dicas de relacionamento com as pessoas com deficiência Dicas de relacionamento com as pessoas com deficiência Respeito à Diversidade A INFORMAÇÃO é fundamental para vencermos as barreiras do preconceito e da discriminação. Ao buscarmos a INFORMAÇÃO, exercitamos

Leia mais

Aspectos externos: contexto social, cultura, rede social, instituições (família, escola, igreja)

Aspectos externos: contexto social, cultura, rede social, instituições (família, escola, igreja) Lembretes e sugestões para orientar a prática da clínica ampliada e compartilhada Ampliar a clínica significa desviar o foco de intervenção da doença, para recolocá-lo no sujeito, portador de doenças,

Leia mais

Teorema de Pitágoras. Módulo 1 Unidade 10. Para início de conversa... Matemática e Suas Tecnologias Matemática 1

Teorema de Pitágoras. Módulo 1 Unidade 10. Para início de conversa... Matemática e Suas Tecnologias Matemática 1 Módulo 1 Unidade 10 Teorema de Pitágoras Para início de conversa... Certamente, você já deve ter ouvido falar no Teorema de Pitágoras. Pois bem, nesta unidade, ele será o centro das atenções, mas vamos

Leia mais

18 - A surpresa... 175 19 A fuga... 185 20 O atraso... 193 21 Vida sem máscaras... 197 22 - A viagem... 209 23 - A revelação...

18 - A surpresa... 175 19 A fuga... 185 20 O atraso... 193 21 Vida sem máscaras... 197 22 - A viagem... 209 23 - A revelação... Sumário Agradecimentos... 7 Introdução... 9 1 - Um menino fora do seu tempo... 13 2 - O bom atraso e o vestido rosa... 23 3 - O pequeno grande amigo... 35 4 - A vingança... 47 5 - O fim da dor... 55 6

Leia mais

A Dança na Terceira Idade

A Dança na Terceira Idade A Dança na Terceira Idade Bárbara Costa Carolina Miguel Leonardo Delarete Pimenta Na terceira idade, geralmente, o ser humano sofre algumas alterações de um declínio geral no aspecto biopsicossocial. Como

Leia mais

NOÇÕES DE CORPO E MOVIMENTO E SUAS IMPLICAÇÕES NO TRABALHO DO ESPETÁCULO CIDADE EM PLANO.

NOÇÕES DE CORPO E MOVIMENTO E SUAS IMPLICAÇÕES NO TRABALHO DO ESPETÁCULO CIDADE EM PLANO. NOÇÕES DE CORPO E MOVIMENTO E SUAS IMPLICAÇÕES NO TRABALHO DO ESPETÁCULO CIDADE EM PLANO. Luciana Lara 1 RESUMO: Este estudo pretende refletir sobre algumas implicações das noções de corpo e movimento

Leia mais

O exercício como caminho para o conhecimento 5 Encontro - 11 de julho 2014

O exercício como caminho para o conhecimento 5 Encontro - 11 de julho 2014 O exercício como caminho para o conhecimento 5 Encontro - 11 de julho 2014 RITUAL DE INÍCIO Proposto e conduzido pelo professor Adriano Cypriano (Zazen: cinco minutos de silêncio, escuta e respeito a si

Leia mais

SENTIDOS E POSSIBILIDADES DA DANÇA NO CONTEXTO ESCOLAR

SENTIDOS E POSSIBILIDADES DA DANÇA NO CONTEXTO ESCOLAR SENTIDOS E POSSIBILIDADES DA DANÇA NO CONTEXTO ESCOLAR Rafaella Oliveira SILVA; Ananda Luiza Bezerra DESTRO; Cecilia Yade Nogueira ALVES; Marlini Dorneles de LIMA. FEF litlle_rafaella@hotmail.com Palavras-chaves:

Leia mais

REGÊNCIA DO ALÉM CONTADOR (VOICE OVER)

REGÊNCIA DO ALÉM CONTADOR (VOICE OVER) REGÊNCIA DO ALÉM FADE IN SEQUÊNCIA # 01: CENA 01: EXT. IMAGENS DA CIDADE DE ARARAS DIA. Imagem do Obelisco da praça central da cidade, da igreja Matriz, Centro Cultural, rodoviária, Lago Municipal e cemitério.

Leia mais

Palavras-chave: Lúdico. Aprendizagem. Desenvolvimento. Necessidades Especiais.

Palavras-chave: Lúdico. Aprendizagem. Desenvolvimento. Necessidades Especiais. Nesse artigo realizamos uma discussão sobre a importância de atividades lúdicas na educação de crianças com necessidades especiais. Propomos explicitar a possibilidade de levar para o ambiente escolar

Leia mais

Por Personal Trainer Rui Barros

Por Personal Trainer Rui Barros Por Personal Trainer Rui Barros MANTER O PONTO DE EQUILIBRIO E NÃO RESISTIR À MUDANÇA Uma vez que estamos a terminar o nosso ciclo de treinos de verão, gostava de deixar ao leitor uma mensagem de conforto

Leia mais

Metodologia do Ensino de Educação Física Conteúdos da Educação Física Ginástica. Contextualização

Metodologia do Ensino de Educação Física Conteúdos da Educação Física Ginástica. Contextualização Metodologia do Ensino de Educação Física Conteúdos da Educação Física Ginástica Teleaula 2 Prof. Me. Marcos Ruiz da Silva tutoriapedagogia@grupouninter.com.br Pedagogia Contextualização A combinação de

Leia mais

Peça teatral Aldeotas : processos de criação e relações entre o teatro narrativo, a encenação e a voz cênica do ator Gero Camilo.

Peça teatral Aldeotas : processos de criação e relações entre o teatro narrativo, a encenação e a voz cênica do ator Gero Camilo. Peça teatral Aldeotas : processos de criação e relações entre o teatro narrativo, a encenação e a voz cênica do ator Gero Camilo. Palavras-chave: teatro narrativo; corpo vocal; voz cênica. É comum que

Leia mais

Lucas Zanella. Collin Carter. & A Civilização Sem Memórias

Lucas Zanella. Collin Carter. & A Civilização Sem Memórias Lucas Zanella Collin Carter & A Civilização Sem Memórias Sumário O primeiro aviso...5 Se você pensa que esse livro é uma obra de ficção como outra qualquer, você está enganado, isso não é uma ficção. Não

Leia mais

Colégio Nossa Senhora da Soledade C O N T E Ú D O S. Eu vim para servir (cf.mc10,45) Grupo 3 EDUCAÇÃO INFANTIL

Colégio Nossa Senhora da Soledade C O N T E Ú D O S. Eu vim para servir (cf.mc10,45) Grupo 3 EDUCAÇÃO INFANTIL Colégio Nossa Senhora da Soledade C O N T E Ú D O S Eu vim para servir (cf.mc10,45) Grupo 3 EDUCAÇÃO INFANTIL Prezado(a) aluno(a): Novo ano, novas expectativas, novos desejos, novos anseios e um novo caminho

Leia mais

Ficha Técnica: Design e Impressão Mediana Global Communication

Ficha Técnica: Design e Impressão Mediana Global Communication Uma Cidade para Todos Ficha Técnica: Design e Impressão Mediana Global Communication Colaboração Nuno Oliveira, coordenador do Serviço de Psicologia do 1º ciclo do Ensino Básico da EMEC - Empresa Municipal

Leia mais

PROJETO: TEATRO NA EDUCAÇÃO FÍSICA - MULTIPLICIDADE DE MOVIMENTOS E SUPERAÇÃO DAS DIFICULDADES. INTRODUÇÃO

PROJETO: TEATRO NA EDUCAÇÃO FÍSICA - MULTIPLICIDADE DE MOVIMENTOS E SUPERAÇÃO DAS DIFICULDADES. INTRODUÇÃO PROJETO: TEATRO NA EDUCAÇÃO FÍSICA - MULTIPLICIDADE DE MOVIMENTOS E SUPERAÇÃO DAS DIFICULDADES. Priscilla Gaiba INTRODUÇÃO Se em algumas áreas do conhecimento o corpo tem sido o principal instrumento de

Leia mais

CONTANDO A GENTE ACREDITA 1

CONTANDO A GENTE ACREDITA 1 CONTANDO A GENTE ACREDITA 1 Celso Sisto Hoje não há mais a fogueira e o ritmo da noite aconchegando ouvintes em torno dos acontecimentos guardados na memória do narrador tradicional. Hoje não há mais a

Leia mais

Eu sou o tipo de pessoa a quem as pessoas procuram para conselho e orientação no trabalho ou em minha vizinhança.

Eu sou o tipo de pessoa a quem as pessoas procuram para conselho e orientação no trabalho ou em minha vizinhança. Inventário de Inteligências Múltiplas para Adultos por Thomas Armstrong Escreva 2 no quadro em destaque, se a afirmativa se aplica muito a você; 1, se se aplica mais ou menos a você; e, 0, se de modo nenhum

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 38 Discurso na cerimónia do V Encontro

Leia mais

MANEJO EM CADEIRA DE RODAS Equipe Pedagógica - GIME

MANEJO EM CADEIRA DE RODAS Equipe Pedagógica - GIME MANEJO EM CADEIRA DE RODAS Equipe Pedagógica - GIME MANEJO DE CADEIRA DE RODAS X DANÇA EM CADEIRA DE RODAS Uma boa técnica de manejo de cadeira de rodas é um recurso de fundamental importância para que

Leia mais

Sou a nona filha entre dez irmãos. Nasci numa cultura com padrões rígidos de comportamento e com pouco afeto. Quando eu estava com um ano e quatro meses, contraí poliomielite que me deixou com sequelas

Leia mais

Meditação 2011. distribuição gratuita 1

Meditação 2011. distribuição gratuita 1 Meditação 2011 distribuição gratuita 1 Acenda uma Vela na chegada de 2011 A sugestão é acender 2 velas, uma de Gratidão pelo ano que está partindo e outra na entrada do Novo Ano. A cor você escolhe, mas

Leia mais

PROJETO MAGIA DAS HISTÓRIAS INFANTIS

PROJETO MAGIA DAS HISTÓRIAS INFANTIS COLÉGIO VICENTINO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio Rua Rui Barbosa, 1324, Toledo PR Fone: 3277-8150 PROJETO MAGIA DAS HISTÓRIAS INFANTIS SÉRIE: Berçário A Berçário

Leia mais

O QUE É TREINAMENTO FUNCIONAL? Por Artur Monteiro e Thiago Carneiro

O QUE É TREINAMENTO FUNCIONAL? Por Artur Monteiro e Thiago Carneiro O QUE É TREINAMENTO FUNCIONAL? Por Artur Monteiro e Thiago Carneiro O corpo humano é projetado para funcionar como uma unidade, com os músculos sendo ativados em seqüências especifica para produzir um

Leia mais

5Passos fundamentais. Conseguir realizar todos os seus SONHOS. para. Autora: Ana Rosa. www.novavitacoaching.com

5Passos fundamentais. Conseguir realizar todos os seus SONHOS. para. Autora: Ana Rosa. www.novavitacoaching.com 5Passos fundamentais para Conseguir realizar todos os seus SONHOS Autora: Ana Rosa www.novavitacoaching.com O futuro pertence àqueles que acreditam na beleza dos seus sonhos! Eleanor Roosevelt CONSIDERA

Leia mais

VI Seminário de Educação Inclusiva Direito à Diversidade ESPORTE ADAPTADO Ana Leonídia Soares Prof. Educação Física analeonsoares@bol.com.

VI Seminário de Educação Inclusiva Direito à Diversidade ESPORTE ADAPTADO Ana Leonídia Soares Prof. Educação Física analeonsoares@bol.com. VI Seminário de Educação Inclusiva Direito à Diversidade ESPORTE ADAPTADO Ana Leonídia Soares Prof. Educação Física analeonsoares@bol.com.br Quem somos? Onde estamos? Pessoa com deficiência; quase ¼ da

Leia mais

METAS DE APRENDIZAGEM (5 anos)

METAS DE APRENDIZAGEM (5 anos) METAS DE APRENDIZAGEM (5 anos) 1. CONHECIMENTO DO MUNDO Conhecer diferentes termos espaciais (em pé, deitado, em cima, em baixo, à frente, atrás, dentro, fora ) Descrever itinerários diários (exemplos:

Leia mais

apaixonados um pelo outro. Fábio é homossexual e tem em torno de 45 anos. Madalena também tem mais ou menos a mesma idade, e é heterossexual.

apaixonados um pelo outro. Fábio é homossexual e tem em torno de 45 anos. Madalena também tem mais ou menos a mesma idade, e é heterossexual. Apresentação Este projeto é simples e pretende levar para o público algo de elevado conteúdo artístico. O orçamento da pré-produção e da produção é pequeno, já que a peça será encenada por dois atores

Leia mais

A PROPOSTA SOLINHO 1 : DESENVOLVENDO ASPECTOS MUSICAIS E SOCIAIS ATRAVÉS DA AULA DE VIOLÃO EM GRUPO. Igor Luiz Medeiros 2. igorluiz.m@hotmail.

A PROPOSTA SOLINHO 1 : DESENVOLVENDO ASPECTOS MUSICAIS E SOCIAIS ATRAVÉS DA AULA DE VIOLÃO EM GRUPO. Igor Luiz Medeiros 2. igorluiz.m@hotmail. A PROPOSTA SOLINHO 1 : DESENVOLVENDO ASPECTOS MUSICAIS E SOCIAIS ATRAVÉS DA AULA DE VIOLÃO EM GRUPO Igor Luiz Medeiros 2 igorluiz.m@hotmail.com Universidade Federal de Uberlândia Faculdade de Artes, Filosofia

Leia mais

Implicações da prática pedagógica II. O Sistema Solar

Implicações da prática pedagógica II. O Sistema Solar Implicações da prática pedagógica II O Sistema Solar Enquadramento Colégio Planalto Grupo constituido por 22 crianças com 5 anos de idade Duração das actividades: 6 sessões de estágio Actividades Construção

Leia mais

TdB e Vez da Voz por um mundo mais inclusivo. vez. dobem

TdB e Vez da Voz por um mundo mais inclusivo. vez. dobem TdB e Vez da Voz por um mundo mais inclusivo vez dobem ÍNDICE: 3 4 7 10 12 INTRODUÇÃO DEFICIÊNCIA AUDITIVA DEFICIÊNCIA VISUAL DEFICIÊNCIA FÍSICA DEFICIÊNCIA INTELECTUAL A TdB, em parceria com a ONG Vez

Leia mais

Roda de conversa 3 Moderadores: Sergio Molina e Adriana Terahata Participantes: Iramar Rodrigues e Sérgio Figueiredo

Roda de conversa 3 Moderadores: Sergio Molina e Adriana Terahata Participantes: Iramar Rodrigues e Sérgio Figueiredo Fundamentos da educação musical Moderadores: Sergio Molina e Adriana Terahata Participantes: Iramar Rodrigues e Sérgio Figueiredo Sergio Molina Roda de conversa número 3 do Projeto A Música na Escola.

Leia mais

Agrupamento de escolas de Vila Nova de Poiares

Agrupamento de escolas de Vila Nova de Poiares Agrupamento de escolas de Vila Nova de Poiares Departamento da Educação Pré Escolar Avaliação na educação pré-escolar -Competências -Critérios gerais de avaliação Ano letivo 2013-2014 1 INTRODUÇÃO Para

Leia mais

GUIÃO DO PROFESSOR. Pinóquio. Exploração de conteúdos Preparação da visita Caderno do professor

GUIÃO DO PROFESSOR. Pinóquio. Exploração de conteúdos Preparação da visita Caderno do professor GUIÃO DO PROFESSOR Pinóquio Exploração de conteúdos Preparação da visita Caderno do professor Era uma vez o boneco de madeira mais conhecido do mundo! Quem tiver olhos para ver e ouvidos atentos pode convencer-se

Leia mais

CONTEÚDO ANUAL 2016 OBJETIVOS GERAIS:

CONTEÚDO ANUAL 2016 OBJETIVOS GERAIS: CONTEÚDO ANUAL 2016 SEGMENTO: Ensino Fundamental I SÉRIE: 1º ano OBJETIVOS GERAIS: Criar condições para o desenvolvimento integral das crianças, considerando as possibilidades de aprendizagem que apresentam,

Leia mais

Prof. Alexandre kikuti Np2. Questões RD Ritmo e Dança / 2014 (DP)

Prof. Alexandre kikuti Np2. Questões RD Ritmo e Dança / 2014 (DP) Prof. Alexandre kikuti Np2 Questões RD Ritmo e Dança / 2014 (DP) Questão 01 A Dança como ARTE é uma atividade humana que resulta de uma elaboração dentro de uma determinada cultura e estabelece íntima

Leia mais

Desenvolvimento cognitivo e motor na infância: necessidades de jogos e brincadeiras

Desenvolvimento cognitivo e motor na infância: necessidades de jogos e brincadeiras Desenvolvimento cognitivo e motor na infância: necessidades de jogos e brincadeiras XVIII Semana de Estudos Pedagógicos, FAFICA Prof. Marcelo Velloso Heeren Catanduva, 2012 Sistema Nervoso Neurônio Neurônio

Leia mais

PLANIFICAÇÃO ANUAL Actividades de Enriquecimento Curricular Expressão Dramática/Teatro e Corporal

PLANIFICAÇÃO ANUAL Actividades de Enriquecimento Curricular Expressão Dramática/Teatro e Corporal PLANIFICAÇÃO ANUAL Actividades de Enriquecimento Curricular Expressão Dramática/Teatro e Corporal Ano de escolaridade: 1.º e 2.º Ano Ano lectivo: 2011/2012 Professor/a da Disciplina:... Agrupamento/Escola:.

Leia mais

O mundo como escola Texto Isis Lima Soares, Richele Manoel, Marcílio Ramos e Juliana Rocha Fotos Luciney Martins/Rede Rua Site 5HYLVWD9LUDomR

O mundo como escola Texto Isis Lima Soares, Richele Manoel, Marcílio Ramos e Juliana Rocha Fotos Luciney Martins/Rede Rua Site 5HYLVWD9LUDomR O mundo como escola Texto Isis Lima Soares, Richele Manoel, Marcílio Ramos e Juliana Rocha Fotos Luciney Martins/Rede Rua Site 5HYLVWD9LUDomR Já pensou um bairro inteirinho se transformando em escola a

Leia mais

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades;

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades; INFANTIL II OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL Desenvolver uma imagem positiva de si, atuando de forma cada vez mais independente, com a confiança em suas capacidades e percepção de suas limitações:

Leia mais

Quatro coordenadas para o andamento da educação musical

Quatro coordenadas para o andamento da educação musical Quatro coordenadas para o andamento da educação musical Léa Pintor Martins de Arruda Maria Angela de Souza Lima Rizzi O trabalho realizado com os educadores, pela equipe da Associação Arte Despertar no

Leia mais

InfoReggae - Edição 17 Grupos: Makala Música & Dança 01 de novembro de 2013. Coordenador Executivo José Júnior

InfoReggae - Edição 17 Grupos: Makala Música & Dança 01 de novembro de 2013. Coordenador Executivo José Júnior O Grupo Cultural AfroReggae é uma organização que luta pela transformação social e, através da cultura e da arte, desperta potencialidades artísticas que elevam a autoestima de jovens das camadas populares.

Leia mais

PAINEL CRIAÇÃO CÊNICO-DRAMATÚRGICA COM IDOSOS

PAINEL CRIAÇÃO CÊNICO-DRAMATÚRGICA COM IDOSOS PAINEL CRIAÇÃO CÊNICO-DRAMATÚRGICA COM IDOSOS Orientador: Prof. Ms. Ricardo Carvalho de Figueiredo Doutorando em Artes Vânia Pereira Silvério Licencianda em Teatro Universidade Federal de Minas Gerais

Leia mais

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades;

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades; INFANTIL I OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL Desenvolver uma imagem positiva de si, atuando de forma cada vez mais independente, com a confiança em suas capacidades e percepção de suas limitações:

Leia mais

Xixi na Cama. Cara Professora, Caro Professor,

Xixi na Cama. Cara Professora, Caro Professor, Xixi na Cama Cara Professora, Caro Professor, Estamos oferecendo a você e a seus alunos mais um livro da coleção Revoluções: Xixi na Cama, do autor mineiro Drummond Amorim. Junto com a obra, estamos também

Leia mais

I - RELATÓRIO DO PROCESSADOR *

I - RELATÓRIO DO PROCESSADOR * PSICODRAMA DA ÉTICA Local no. 107 - Adm. Regional do Ipiranga Diretora: Débora Oliveira Diogo Público: Servidor Coordenadora: Marisa Greeb São Paulo 21/03/2001 I - RELATÓRIO DO PROCESSADOR * Local...:

Leia mais

Estudo de Caso. Cliente: Cristina Soares. Coach: Rodrigo Santiago. Duração do processo: 12 meses

Estudo de Caso. Cliente: Cristina Soares. Coach: Rodrigo Santiago. Duração do processo: 12 meses Estudo de Caso Cliente: Cristina Soares Duração do processo: 12 meses Coach: Rodrigo Santiago Quando decidi realizar meu processo de coaching, eu estava passando por um momento de busca na minha vida.

Leia mais

SEMANA DO DESPORTO SEMANA DA NATUREZA COM PRAIA

SEMANA DO DESPORTO SEMANA DA NATUREZA COM PRAIA Dia 16 de Junho - segunda -feira 17 de Junho - terça -feira 18 de Junho -quarta -feira 19 de Junho - quinta -feira 20 de Junho - sexta -feira SEMANA DO DESPORTO TPC/Atelier do Saber " desporto?? Jogos??

Leia mais

Plano de Aula: Ginástica circense.

Plano de Aula: Ginástica circense. UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANA ESCOLA ESTADUAL ERNANI VIDAL PIBID/CAPES/UFPR 1º ano: 1º Aula: Plano de Aula: Ginástica circense. Pega-pega com nome: Será um pega-pega tradicional, porém quando o pegador

Leia mais

Resenha crítica sobre o livro Volta ao mundo em 13 escolas

Resenha crítica sobre o livro Volta ao mundo em 13 escolas Resenha crítica sobre o livro Volta ao mundo em 13 escolas Volta ao mundo em treze escolas é um projeto/pesquisa do Coletivo Educação, formado por quatro pessoas interessadas em descobrir e discutir novos

Leia mais

NOSSO CURRÍCULO A EDUCAÇÃO QUE PRATICAMOS ÁREA DAS CIÊNCIAS HUMANAS. Adotamos uma pedagogia:

NOSSO CURRÍCULO A EDUCAÇÃO QUE PRATICAMOS ÁREA DAS CIÊNCIAS HUMANAS. Adotamos uma pedagogia: A EDUCAÇÃO QUE PRATICAMOS NOSSO CURRÍCULO Adotamos uma pedagogia: - que faz da escola uma instância efetiva de assimilação crítica, sistemática e integradora do saber e da cultura geral; - que trata os

Leia mais

A influência da prática da capoeira na postura dos capoeiristas: aspectos biomecânicos e fisiológicos.

A influência da prática da capoeira na postura dos capoeiristas: aspectos biomecânicos e fisiológicos. A influência da prática da capoeira na postura dos capoeiristas: aspectos biomecânicos e fisiológicos. Autores: Ft Mariana Machado Signoreti Profa. Msc. Evelyn Cristina Parolina A capoeira é uma manifestação

Leia mais

O BRINCAR, A BRINCADEIRA, O JOGO, A ATIVIDADE LÚDICA E A PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL

O BRINCAR, A BRINCADEIRA, O JOGO, A ATIVIDADE LÚDICA E A PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL O BRINCAR, A BRINCADEIRA, O JOGO, A ATIVIDADE LÚDICA E A PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL Josiane Lima Zanata (Seduc) josianezanata@hotmail.com Ivani Souza Mello (UFMT) ivanimello1@hotmail.com

Leia mais

Como é a criança de 4 a 6 anos

Como é a criança de 4 a 6 anos de 4 a 6 anos Como é a criança Brinque: lendo histórias, cantando e desenhando. A criança se comunica usando frases completas para dizer o que deseja e sente, dar opiniões, escolher o que quer. A criança

Leia mais

Projeto Somos todos diferentes... somos todos seres humanos.

Projeto Somos todos diferentes... somos todos seres humanos. Universidade Federal de Goiás Pró-reitoria de Assuntos da Comunidade Universitária Creche/UFG Projeto Somos todos diferentes... somos todos seres humanos. Goiânia, 08 de maio de 2009 PROJETO DE ENSINO

Leia mais

Encontro Nacional Jovem de Futuro 2013: conexões e troca de experiências

Encontro Nacional Jovem de Futuro 2013: conexões e troca de experiências boletim Jovem de Futuro ed. 04-13 de dezembro de 2013 Encontro Nacional Jovem de Futuro 2013: conexões e troca de experiências O Encontro Nacional Jovem de Futuro 2013 aconteceu de 26 a 28 de novembro.

Leia mais

OS AMIGOS NÃO SE COMPRAM

OS AMIGOS NÃO SE COMPRAM OS AMIGOS NÃO SE COMPRAM Era o dia 22 de dezembro. O Natal aproximava-se e o Pai Natal estava muito atarefado a preparar os sacos com os brinquedos. Muito longe dali, em Portugal, um menino chamado João

Leia mais

GRUPO FRESTAS: FORMAÇÃO E RESSIGNIFICAÇÃO DO EDUCADOR: SABERES, TROCA, ARTE E SENTIDOS

GRUPO FRESTAS: FORMAÇÃO E RESSIGNIFICAÇÃO DO EDUCADOR: SABERES, TROCA, ARTE E SENTIDOS Eixo: Políticas para a Infância e Formação de Professores Contempla as produções acadêmico-científicas que tratam de ações políticas e legislações referentes à Educação Infantil e a infância. Aborda pesquisas

Leia mais

Reflexão. A Música, as Canções e a utilização de instrumentos na Educação. Aluna: Ana Isabel Araújo Olim

Reflexão. A Música, as Canções e a utilização de instrumentos na Educação. Aluna: Ana Isabel Araújo Olim 1 Reflexão A Música, as Canções e a utilização de instrumentos na Educação Aluna: Ana Isabel Araújo Olim As escolas, ao longo do ano letivo, trabalham várias temáticas sociais. O infantário Donamina, para

Leia mais

O Livro das Luas. O Caminho das Feras. O ecus

O Livro das Luas. O Caminho das Feras. O ecus O Livro das Luas Ou O Caminho das Feras O ecus Publicação do Therian Círculo Por..A+A. Em Janeiro de 2010 Prefácio Esta é uma obra que tem como objetivo primo revelar práticas concernentes à Theriantropia

Leia mais

Cartões de recurso pedagógico

Cartões de recurso pedagógico Cartões de recurso pedagógico Movimentações e habilidades 1. Movimentação - Sem bola 2. Adaptação à bola - Manipulação da bola 3. Movimentação - Com bola 4. Habilidades de lançamento - Rolamento 5. Habilidades

Leia mais

RELACIONAMENTO E POSTURA NA ATIVIDADE PÚBLICA

RELACIONAMENTO E POSTURA NA ATIVIDADE PÚBLICA XXX CONGRESSO BRASILEIRO DE SERVIDORES DE CÂMARAS MUNICIPAIS X ENCONTRO NACIONAL DE VEREADORES - ABRASCAM. RELACIONAMENTO E POSTURA NA ATIVIDADE PÚBLICA Adriana Nóbrega Comunicação e Marketing Político

Leia mais

CONDIÇÕES ARQUITETÔNICAS DAS ESCOLAS DA REDE REGULAR DE ENSINO DE CATALÃO-GO PARA ACESSO E PERMANÊNCIA DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA

CONDIÇÕES ARQUITETÔNICAS DAS ESCOLAS DA REDE REGULAR DE ENSINO DE CATALÃO-GO PARA ACESSO E PERMANÊNCIA DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA CONDIÇÕES ARQUITETÔNICAS DAS ESCOLAS DA REDE REGULAR DE ENSINO DE CATALÃO-GO PARA ACESSO E PERMANÊNCIA DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA Cristiane da Silva SANTOS 1 Taís Almeida SANTOS 2 Resumo: A acessibilidade

Leia mais

Fortalecendo Competência e Autoconfiança na Performance Musical. Consciência Corporal para Músicos. Eleni Vosniadou

Fortalecendo Competência e Autoconfiança na Performance Musical. Consciência Corporal para Músicos. Eleni Vosniadou Fortalecendo Competência e Autoconfiança na Performance Musical Consciência Corporal para Músicos Eleni Vosniadou Como percussionista erudita busquei jeitos para tornar meu estudo mais eficiente, uma vez

Leia mais

SESSÃO 1: Descobrindo Seus Sonhos

SESSÃO 1: Descobrindo Seus Sonhos CURRÍCULO DO PROGRAMA SESSÃO 1: Descobrindo Seus Sonhos Iniciando o currículo do Sonhe, Realize, o objetivo desta sessão é começar estabelecer um espaço seguro e acolhedor para as participantes, começar

Leia mais

Colégio Cor Jesu Brasília DF. Plano de Curso 2011. Educação Infantil III

Colégio Cor Jesu Brasília DF. Plano de Curso 2011. Educação Infantil III Colégio Cor Jesu Brasília DF Plano de Curso 2011 Educação Infantil III Área de conhecimento: Linguagem Série: Infantil III Educação Infantil Competências Habilidades a serem desenvolvidas Eixo/Conteúdos

Leia mais

COMO SE RELACIONAR COM AS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA. Imagem: www.defnet.org.br

COMO SE RELACIONAR COM AS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA. Imagem: www.defnet.org.br COMOSERELACIONARCOMASPESSOAS COMDEFICIÊNCIA Imagem:www.defnet.org.br A partir da concepção de homem como ser social, que se constrói na relação com outros homens, faz se necessário pensar nas formas de

Leia mais

ESTRUTURA CURRICULAR CURSO DE DANÇA LICENCIATURA

ESTRUTURA CURRICULAR CURSO DE DANÇA LICENCIATURA ESTRUTURA CURRICULAR CURSO DE DANÇA LICENCIATURA Código: 03 Matriz Curricular: DANÇA - Laranjeiras - Presencial - Noturno - Licenciatura Plena Período Letivo de Entrada em Vigor 2012-1 Carga Horária: Total

Leia mais

COMPONENTE DE APOIO À FAMÍLIA JARDIM DE INFÂNCIA Nº1 PROJETO EDUCATIVO / PLANO DE ATIVIDADES ANO LETIVO 2014/2015 PROJETO: CHUVA DE CORES

COMPONENTE DE APOIO À FAMÍLIA JARDIM DE INFÂNCIA Nº1 PROJETO EDUCATIVO / PLANO DE ATIVIDADES ANO LETIVO 2014/2015 PROJETO: CHUVA DE CORES COMPONENTE DE APOIO À FAMÍLIA JARDIM DE INFÂNCIA Nº1 PROJETO EDUCATIVO / PLANO DE ATIVIDADES ANO LETIVO 2014/2015 PROJETO: CHUVA DE CORES INTRODUÇÃO «Será a emergência do sentido e conteúdo curricular

Leia mais

A PSICOLOGIA CORPORAL NA SALA DE AULA

A PSICOLOGIA CORPORAL NA SALA DE AULA 1 A PSICOLOGIA CORPORAL NA SALA DE AULA Glória Maria Alves Ferreira Cristofolini RESUMO Sala de aula, lugar de construção do saber, de alegrias e sensibilidades. É assim que penso o verdadeiro sentido

Leia mais

Projeto de Oficinas para Formação de Grupo de Danças

Projeto de Oficinas para Formação de Grupo de Danças Projeto de Oficinas para Formação de Grupo de Danças Clóvis Luis Jorge da Rocha RESUMO: A dança deve ser um elemento oferecido nas escolas para melhorar o conhecimento corporal do aluno, sendo impresindivel

Leia mais

PRÉ-ESCOLAR PROJETO EDUCATIVO / PLANO DE ATIVIDADES. Vale Mourão 2014 / 2015 PROJETO: CHUVA DE CORES

PRÉ-ESCOLAR PROJETO EDUCATIVO / PLANO DE ATIVIDADES. Vale Mourão 2014 / 2015 PROJETO: CHUVA DE CORES COMPONENTE DE APOIO À FAMÍLIA PRÉ-ESCOLAR PROJETO EDUCATIVO / PLANO DE ATIVIDADES Vale Mourão 2014 / 2015 PROJETO: CHUVA DE CORES INTRODUÇÃO «Será a emergência do sentido e conteúdo curricular que permitirá

Leia mais

claro que o emprego existe enquanto houver trabalho para cada empregado.

claro que o emprego existe enquanto houver trabalho para cada empregado. Automotivação Antes de abordarmos a importância da motivação dentro do universo corporativo, vale a pena iniciarmos esta série de artigos com uma definição sobre esta palavra tão em voga nos dias atuais.

Leia mais

Exercicios Semanais. Exercicios Semanais

Exercicios Semanais. Exercicios Semanais INDÍCE Indíce Introdução 2ª Feira - Andar 3ª Feira Flexões Em Triângulo 4ª Feira Flexões De Pernas 5ª Feira - Abdominais 6ª Feira -Boxe Domingo - Saltos Conclusão INTRODUÇÃO Este guia destina-se a mostrar-lhe

Leia mais

Ensino/aprendizagem circense: projeto transversal de política social

Ensino/aprendizagem circense: projeto transversal de política social ENSINO/APRENDIZAGEM CIRCENSE: PROJETO TRANSVERSAL DE POLÍTICA SOCIAL Erminia Silva Centro de Formação Profissional em Artes Circenses CEFAC Teatralidade circense, circo como educação permanente, história

Leia mais

Reciclando Sonhos: o Teatro em Comunidades no Contexto das ONGS

Reciclando Sonhos: o Teatro em Comunidades no Contexto das ONGS Reciclando Sonhos: o Teatro em Comunidades no Contexto das ONGS Lia Alarcon Lima Programa de Pós-Graduação em Teatro UDESC Mestranda Teatro Or. Profª Dra. Márcia Pompeo Nogueira Resumo: A pesquisa aqui

Leia mais

Festa é festa, e trabalhar com novos grupos não combina com comemoração. Mas será que em algum momento essas atividades não poderiam se encontrar?

Festa é festa, e trabalhar com novos grupos não combina com comemoração. Mas será que em algum momento essas atividades não poderiam se encontrar? MEDALHAS PARA TODOS Fábio Mercadante Mortari Festa é festa, e trabalhar com novos grupos não combina com comemoração. Mas será que em algum momento essas atividades não poderiam se encontrar? A idéia era

Leia mais

Intervenções terapêuticas

Intervenções terapêuticas Alexa B. Leirner A arte não reproduz o invisível, em vez disso, torna visível. (Paul Klee) 1 Objetivos Conhecer como a Gestalt Terapia aborda a intervenção terapêutica no trabalho com as imagens de arte.

Leia mais

Como Aplicar Técnicas de Dinâmicas de Grupo para Dependentes Químicos

Como Aplicar Técnicas de Dinâmicas de Grupo para Dependentes Químicos Seja Bem Vindo! Como Aplicar Técnicas de Dinâmicas de Grupo para Dependentes Químicos Ana Carolina S. Oliveira Psicóloga Esp. Dependência Química CRP 06/99198 Hewdy Lobo Ribeiro Psiquiatra Forense Psiquiatra

Leia mais

OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL. A prática da educação infantil deve se organizar de modo que as crianças desenvolvam as seguintes capacidades:

OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL. A prática da educação infantil deve se organizar de modo que as crianças desenvolvam as seguintes capacidades: OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL CONTEÚDO PROGRAMÁTICO ANUAL EDUCAÇÃO INFANTIL INFANTIL V - 2012 A prática da educação infantil deve se organizar de modo que as crianças desenvolvam as seguintes capacidades:

Leia mais

EDUCAÇÃO INFANTIL GRUPO 4

EDUCAÇÃO INFANTIL GRUPO 4 EDUCAÇÃO INFANTIL GRUPO 4 1º VOLUME ARTES VISUAIS O FAZER ARTÍSTICO Criação de desenhos, pinturas e colagens, com base em seu próprio repertório. Exploração das possibilidades oferecidas por diferentes

Leia mais

Espaço, tempo e seus desdobramentos na obra de Rafael Pagatini

Espaço, tempo e seus desdobramentos na obra de Rafael Pagatini Espaço, tempo e seus desdobramentos na obra de Rafael Pagatini Luísa Kiefer...a nossa experiência diária parece mostrar que nos constituímos como seres que se deslocam pela vida, com a única certeza da

Leia mais