UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ANTROPOLOGIA FÁBIO OLIVEIRA PAVÃO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ANTROPOLOGIA FÁBIO OLIVEIRA PAVÃO"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ANTROPOLOGIA FÁBIO OLIVEIRA PAVÃO A DANÇA DA IDENTIDADE Os usos e significados do samba no mundo globalizado Niterói 2010

2 UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ANTROPOLOGIA FÁBIO OLIVEIRA PAVÃO A DANÇA DA IDENTIDADE Os usos e significados do samba no mundo globalizado Tese apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Antropologia da Universidade Federal Fluminense, como requisito parcial para obtenção do Grau de Doutor. Vínculo temático Linha de Pesquisa do orientador: Ritual e simbolismo no mundo moderno Niterói

3 Prof. Orientador Dr. José Sávio Leopoldi Universidade Federal Fluminense 3

4 Banca Examinadora Prof. Orientador Dr. José Sávio Leopoldi Universidade Federal Fluminense Profª. Drª. Sylvia França Schiavo Universidade Federal Fluminense Prof. Dr. Isidoro Maria da Silva Alves Museu de Astronomia Profª. Drª. Simoni Lahud Guedes Universidade Federal Fluminense Prof. Dr. Felipe Ferreira Universidade do Estado do Rio de Janeiro 4

5 Aos meus pais, Vanderlei e Glória. Ao meu sobrinho Davi, com a certeza de que as adversidades existem para serem superadas. 5

6 Agradecimentos Escrever os agradecimentos nunca é uma tarefa fácil. Existe o risco de esquecer alguém importante, que contribuiu de alguma forma para a realização do trabalho e da pesquisa, o que é sempre uma gafe imperdoável. No entanto, como mandam as convenções da academia, esta é uma parte fundamental na realização de qualquer dissertação ou tese. Em primeiro lugar, agradeço ao professor Dr. José Sávio Leopoldi, que, ao longo dos últimos sete anos, acumulou, sempre com muita paciência, as funções de orientador e amigo. Sua contribuição não apenas para os meus trabalhos finais, tanto no mestrado quanto no doutorado, mas, sobretudo, para a minha formação profissional, são impossíveis de serem descritas nestas páginas. Agora, com a conclusão desta tese, sinto-me em condições de caminhar sozinho, mas seu exemplo continuará guiando os meus passos. Também agradeço ao PPGA da UFF, que, de forma transparente e profissional, sempre acreditou e, principalmente, fez com que eu mesmo acreditasse na minha capacidade. Desde 2003, quando ingressei no mestrado, encontrei um ambiente, acima de tudo, de companheirismo. As crescentes cobranças, necessárias para a boa avaliação do Programa, sempre foram por mim compreendidas como parte de um esforço coletivo em que todos, dentro da sua área, se empenhavam. Ao longo destes sete anos, nunca me vi apenas como um aluno, mas como parte de uma equipe que buscava um objetivo comum: o crescimento e o sucesso de nosso Programa. Fico muito feliz em constatar que, durante o período em que estive vinculado ao PPGA, várias conquistas foram alcançadas. Agradecimentos especiais dedico à professora Drª Simoni Lahud Guedes, coordenadora do Programa durante os anos em que cursei o doutorado, e aos professores com quem tive o privilégio de freqüentar cursos nos últimos quatro anos: Dr.Sidnei Clemente Peres, Dr. Marco Antonio da Silva Mello, Drª Laura Graziela F. F. Gomes e Drª Priscila Faulhaber Barbosa. Acho importante também lembrar dos amigos que entraram comigo no processo seletivo de 2005: Pedro Fonseca Leal, Lênin Pires, Rolf de Souza e Andréa Bayerl Mongim. Em relação ao andamento deste trabalho, de grande valia foram as observações da banca que examinou o pré-projeto aceito pela coordenação do programa, formada pelos professores Dr. Paulo Gabriel H. da Rocha Pinto, Dr. Marco Antonio da 6

7 Silva Mello, Drª. Simoni Lahud Guedes, Dr.ª Lygia B. P Segala Pauleto e Drª. Laura Graziela F. F. Gomes. As muitas críticas construtivas, formuladas quando ainda estruturava este trabalho, foram fundamentais para que encontrasse um rumo definitivo, estabelecendo um norte para o prosseguimento da pesquisa. De grande importância também foi a banca que examinou o projeto durante a qualificação, em maio de 2007, e, posteriormente, o copião da tese, já na fase final. Tenho muito o que agradecer à professora Drª. Sylvia França Schiavo e ao professor Dr. Isidoro Maria da Silva Alves, cujas recomendações, críticas e sugestões contribuíram para que minhas idéias fossem aperfeiçoadas e, de fato, se transformassem em um trabalho acadêmico. Ao longo dos quatro anos que durou a pesquisa para esta tese, foi necessário também aprofundar o conhecimento sobre alguns temas relevantes que surgiam à medida que o trabalho avançava. A participação em debates e reuniões com especialistas, realizadas durante encontros e congressos de Antropologia em várias cidades do Brasil, como Goiânia, Porto Alegre e Porto Seguro, foram imprescindíveis para o meu aprofundamento teórico sobre várias questões. Da mesma forma, igualmente relevante foram as participações em vários encontros realizados nas cidades do Rio de Janeiro e de Niterói, com destaque para as Jornadas de Antropologia do PPGA. Infelizmente, por uma das gafes acima mencionadas, não vou recordar o nome de todos que, de alguma, contribuíram e mereceriam agradecimentos. Em relação aos dados empíricos, deixo meus agradecimentos aos vários grupos que me receberam e permitiram, além de participar, ampliar os meus conhecimentos sobre o samba e as escolas de samba. Agradeço a Simone, Alice e Elisa Fernandes, responsáveis pelo site Tudo de Samba, que, nos últimos anos, possibilitou que eu tivesse contato com várias personalidades importantes do mundo do samba. As participações nas transmissões das rádios Transamérica e 107 FM, respectivamente nos carnavais de 2008 e 2009, me fizeram compreender que, após tantos anos de estudos, já era, além dos muros da academia, considerado um especialista no tema. Agradeço ao jornalista Marcelo Barros e a toda equipe pela oportunidade. De fundamental importância também foi a participação no grupo Portelaweb, onde, desde a pesquisa para a dissertação de mestrado, encontrei amigos dispostos a passar a madrugada conversando sobre as escolas de samba e, especialmente, sobre a Portela. Foi 7

8 a partir deste grupo que, ampliando meus contatos, conheci a realidade da velha guarda da Portela e estreitei relações com a Associação de Moradores de Oswaldo Cruz e com sambistas importantes, como Marquinhos de Oswaldo Cruz. Agradeço, sobretudo, ao Rogério Rodrigues e ao Vanderson Lopes. Também não posso deixar de agradecer aos membros das listas de debates e discussões pela internet Planeta Samba e Rio-carnaval, espaços onde aprendi muita coisa sobre a folia carioca. Esta última, criada e mantida pelo Professor Dr. Felipe Ferreira, além das discussões e trocas de informações pela grande rede, organizou também debates sobre a relação entre a internet e o carnaval, em parceria com o mestrado em artes da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Tive a oportunidade de mediar dois destes encontros que estreitaram os laços entre intelectuais e sambistas. Também agradeço aos coordenadores da premiação samba-net, grandes amigos que faço questão de citar nominalmente: Luiz Fernando Reis, Paulo Renato Vaz Arranha, Vitor Augusto do Rego Monteiro, Mauro Cortez Samagaio, Jorge Mendes Carneiro, André Bonatte, Tatiana Ribeiro, Marcos Capeluppi, Thiago Saldanha Lacerda, Rafael Marçal, Chico Frota, Márcio Zuma, Fernando Peixoto, Eduardo Campos e Ana Paula Bressanelli. Agradeço também ao meu amigo jornalista Anderson Baltar, profundo conhecedor de samba e carnaval, que me ensinou muita coisa sobre as escolas de samba da pequena cidade catarinense de Joaçaba. Também considero ter sido importante minha estada na cidade gaúcha de Uruguaiana, na fronteira com a Argentina, para contribuir, como julgador, dos desfiles das agremiações carnavalescas locais. As comparações com as escolas cariocas e porto-alegrenses, que eu conheci em outra oportunidade, se mostraram de grande valia. Agradeço ao jornalista Cláudio Brito, pela oportunidade, e a Vinícius Brito e Gláucio Guterres pelas trocas de informações sobre a folia na capital e na fronteira oeste gaúcha. Agradeço também aos amigos do mundo do samba paulistano, cujas agremiações eu já conhecia desde o início da década, pelas preciosas informações e troca de idéias sobre o samba na maior metrópole da América do Sul: Rodrigo Prates, Sérgio Salvaia, Vitor Aroli, Fábio Parra e Emerson Braz. Não menos importante foi a contribuição de Marcelo Sudoh, que, com sua paixão carnavalesca e perspicácia intelectual, me ensinou muita coisa sobre as escolas de samba no Japão e o encontro de cultura que elas promovem. Por fim, 8

9 deixo meus agradecimentos também ao mestre e diretor de bateria Sinésio Farias, que compartilhou comigo informações importantes sobre os ritmistas de uma escola de samba. Todos aqui mencionados, sem exceção, bem como os que, por uma gafe que eu reconheço ser imperdoável, deixei de citar, foram fundamentais para que eu pudesse, agora, após quatro anos de estudos teóricos e pesquisas empíricas, compreender um pouco melhor a dança da identidade. 9

10 Eu só poderia crer num Deus que soubesse dançar Friedrich Nietzsche 10

11 Resumo Surgido nos morros e subúrbios do Rio de Janeiro, o samba carioca ascende à condição de elemento constitutivo de nossa identidade nacional, percorrendo o caminho de inúmeras outras práticas culturais ao redor do planeta, que, oriundas das camadas populares da sociedade, passaram a significar a unidade da nação, representando não mais uma determinada classe social ou grupo étnico, mas a comunidade imaginada que se pretendia agregar. Entretanto, no mundo globalizado de hoje, o aumento dos fluxos migratórios e das influências culturais promovem a chamada crise das identidades nacionais, ou da própria idéia de nação. Este trabalho mostra como o samba carioca, reconhecido pelo IPHAN como patrimônio cultural imaterial, ressignifica suas práticas e atualiza sua importância para a sociedade, sendo instrumentalizado e gerenciado como um recurso, conferindo privilégios aos grupos de sambistas em um cenário caracterizado pela diversidade. Palavras-chaves: identidade, tradição, globalização, cultura popular. 11

12 Abstract The samba of Rio de Janeiro appeared in the slums and suburbs of the former capital of Brazil. In the 1930s, took the condition symbol of national identity, representing the nation-state and forming what the historian Benedict Anderson calls "imagined community". However, in today's globalized world, the increase in immigration and cultural influences promotes the so called crisis of national identity". This study shows how the samba of Rio de Janeiro, recognized as intangible cultural heritage, renovates their meanings and maintains its importance to society. Managed as a resource, grants privileges for the samba performers in a reality characterized by diversity. Keywords: identity, tradition, globalization and popular culture 12

13 Résumé Le samba de Rio de Janeiro surgi dans les taudis et des banlieues de l'ancienne capitale du Brésil. Dans les années 1930, assume le statut de symbole de l'identité nationale, représentant l'etat-nation, formant ce que l'historien Benedict Anderson appelle la «communauté imaginée». Toutefois, dans le monde globalisé d'aujourd'hui, l'augmentation des flux migratoires et les influences culturelles forment ce que de nombreux spécialistes appellent la «crise de l'identité nationale». Cette étude montre comment le samba de Rio de Janeiro, reconnu comme patrimoine culturel immatériel, renouvelle son sens et conserve son importance pour la société. Géré comme une ressource, Confère des privilèges à des groupes d'artistes interprètes ou exécutants de samba Dans une situation caractérisée par la diversité. Mots-clés: Identité, Tradition, mondialisation et culture populaire. 13

14 Sumário Introdução...pg.15 1º PARTE - Ascensão e crise das práticas culturais do consenso Cap. 01 A ascensão do samba como elemento de identidade nacional 1.1 A cultura popular e os elementos nacionais...pg As identidades nacionais...pg O longo caminho para uma identidade nacional brasileira...pg O samba como componente da identidade nacional brasileira...pg.93 Cap. 02 A crise das identidades nacionais 2.1 As identidades nacionais no mundo globalizado...pg Globalização e resistência local...pg A realidade brasileira e as diferenças culturais...pg A redescoberta do povo...pg A valorização dos aspectos regionais...pg.163 2º PARTE - Os usos das práticas culturais no mundo globalizado Cap A cultura instrumental 3.1 A cultura como instrumento e recurso...pg Tradição e autenticidade...pg As múltiplas vozes do carnaval carioca...pg Oswaldo Cruz...pg.224 Cap.04 O samba como patrimônio 4.1- Patrimônio imaterial: a identidade cultural na tempestade...pg O reconhecimento em dois momentos históricos...pg O samba como patrimônio cultural imaterial...pg.264 Cap. 05 O samba como recurso 5.1 Lazer e trabalho na cidade do samba...pg O samba cidadão...pg.299 Conclusão...pg.310 Bibliografia...pg

15 Introdução Lançado em 1942, como parte da política norte-americana de boa vizinhança, o desenho animado aquarela do Brasil, de Walt Disney, mostra alguns elementos que compõem o imaginário da maioria dos estrangeiros sobre o nosso país. Ao som da música homônima de Ary Barroso, um pincel desliza na tela e faz surgir uma densa floresta. O rio nasce da tinta e corre por entre os coqueiros exaltados pela canção. Flores, frutas e pássaros coloridos enfeitam o quadro exótico que está sendo pintado, ressaltando nossos vínculos com a natureza, condição sine qua non de todo colonizado, e ratificando antigos estereótipos que nos remetem ao longínquo período do descobrimento. O tema principal da produção, entretanto, é o encontro entre os personagens Pato Donald e Zé Carioca, representando a visita de um norte-americano ao Brasil, o caráter receptivo do povo brasileiro e, principalmente, simbolizando um encontro entre duas culturas diferentes, mas caracterizadas pela amizade, como a conjuntura política do período exigia ressaltar. Como se tivesse sido inspirada em uma etnografia antropológica, a produção explora, mesmo em tom jocoso, as diferenças culturais. Ao invés do frio aperto de mão, cumprimento anglo-saxão formal, Zé Carioca ignora a mão estendida do visitante e dá um caloroso e demorado abraço. Juntos, os personagens passeiam pelo calçadão de Copacabana, embora a rigidez apolínea de Pato Donald tenha certa dificuldade para acompanhar a sinuosidade do anfitrião, sentam em um bar para beber cachaça, que, evidentemente, queima a boca do norte-americano, e seguem para o Cassino da Urca, onde o alegre turista dança ao lado da famosa silhueta de Carmem Miranda. Todavia, o ponto alto deste encontro entre culturas é a musicalidade brasileira, expressa através do samba. Zé Carioca veste um terno bege e uma gravata borboleta, que lembra os antigos malandros sambistas, semelhança que também pode ser percebida pelo gingado que intercala seus passos. Como assessório, um chapéu panamá, também típico dos malandros, e um guarda-chuva que tem múltiplas funções. Natural do Rio de Janeiro, como o nome do personagem, o cenário e um cartão pessoal indicam, o anfitrião convida o visitante para conhecer a cidade e seu gênero musical característico. A dança do nativo encanta o famoso turista. Como num passe de mágica, o guarda-chuva vira uma flauta, que emite uma melodia agradável e envolvente. Nas mãos de Pato Donald, entretanto, o mesmo 15

16 guarda-chuva volta a ser apenas um guarda-chuva. As tentativas de extrair som se mostram inúteis, passando a mensagem de que apenas os brasileiros possuem a magia de transformar qualquer elemento em instrumento musical. Momentos depois, após ter experimentado cachaça, ou seja, ter tido um contato mais próximo com os elementos da brasilidade, o soluço ritmado do personagem norte-americano se transforma na marcação para o início de um novo samba, acompanhado, como nas melhores rodas em bares ou botequins, pelo toque da caixa de fósforos de Zé Carioca. O desenho Aquarela do Brasil é um exemplo do olhar estrangeiro para as representações culturais sobre o povo brasileiro. Um olhar que, longe de ser imutável, inevitavelmente está associado a um contexto histórico específico. Neste caso em particular, ao período em que os elementos urbanos, sobretudo os oriundos das classes populares do Rio de Janeiro, então capital federal, emergiam à condição de genuínos símbolos nacionais. O samba dava seus primeiros passos, caminhando para o reconhecimento na própria sociedade brasileira. O estereótipo do malandro, antes associado à marginalidade, passa a representar, com o personagem Zé Carioca, a própria imagem do povo brasileiro no exterior. Hoje, milhares de pessoas refazem, todos os anos, os passos do famoso personagem de Walt Disney. Chegam de avião ou transatlântico, ávidos por conhecerem as exóticas belezas naturais ou os estranhos hábitos e costumes de nosso povo. Seus corpos brancos, avermelhados pelo sol dos trópicos, também são excessivamente apolíneos para apreender o gingado do samba. Também não foram tocados pela magia brasileira, que transforma as mais simples situações quotidianas em notas musicais. Todas as quintasfeiras chegam em grupos à cidade do samba, mistura de parque temático e oficina de produção das escolas de samba, para assistir a um espetáculo chamado forças da natureza. Ficam encantados com a beleza das cores e, principalmente, com o requebrado das mulatas. Assim como Pato Donald no citado desenho animado, experimentam o som e os sabores do Brasil, sentindo na pele a criatividade e a musicalidade de nosso povo. O espetáculo forças da natureza também explora os estereótipos reconhecidos do Brasil no exterior. O samba, gênero musical típico do povo brasileiro, é mais uma vez protagonista deste encontro entre culturas. Pacientemente, os turistas conhecem a capacidade de uma bateria extrair sons, ouvindo apresentações solo de cada instrumento. 16

17 Atentos, observam e movimentam seus corpos no ritmo de sambas antigos, e, como o nome do espetáculo sugere, são apresentados aos elementos da natureza, especialmente em uma exaltação ao sol, outro traço marcante do país. Por fim, seguem em procissão no interior do espaço, como se estivessem em uma escola de samba em desfile, com alegorias e carro de som 1, simulando uma animada noite de carnaval. Apesar de promoverem o mesmo fascínio diante do exótico, as duas situações, entretanto, são bem diferentes, sobretudo por corresponderem a contextos históricos específicos. Em 1942, o samba era a referência para um encontro entre culturas diferentes porém amigas, ajudando a estreitar os laços da América Latina com os Estados Unidos, proposta da política de boa vizinhança no período da segunda grande guerra. Hoje, com o aumentou do fluxo de informações e pessoas, que amplia as possibilidades de contatos culturais, o samba é usado na arena turística para representar os elementos tipicamente brasileiros, constituindo um conjunto de estereótipos apropriados para aumentar os lucros de setores importantes da economia. São os impactos e conseqüências do que se convencionou chamar de globalização. Muitas vezes, a globalização é simplificada como o avanço de hábitos e costumes, quase sempre de origem norte-americana, rumo a uma suposta homogeneização ao redor do planeta. Vistos como se estivessem fadados ao desaparecimento, os aspectos locais, geralmente de origem popular e reivindicados como expressão de identidade regional ou nacional, seriam não apenas suplantados, como o próprio significado simbólico de suas práticas passaria por um esvaziamento que ameaçaria as próprias comunidades imaginárias para a qual forneceriam o reconhecimento coletivo. Um conjunto de novas práticas culturais adquire espaço, conquistando, sobretudo, os mais jovens, a partir da fusão dos elementos do exterior com a realidade local. As antigas identidades nacionais, construídas em outros contextos, têm suas estruturas abaladas e veem a hegemonia de outrora ameaçada. Diante das incertezas do mundo moderno, em suma, passam a ter sua própria existência em risco. Na realidade brasileira, as novas manifestações culturais que surgem deste processo passaram a rivalizar com o samba, disputando espaço no imaginário sobre o povo 1 Veículo dotado de potentes auto-falantes, usado pelos cantores das escolas de samba durante o desfile. Assemelha-se aos famosos trio-elétricos soteropolitanos, embora menores e menos potentes, em função do sambódromo possuir um sistema de som em toda a extensão da avenida. 17

18 e a nação. É verdade que, mesmo nas décadas de 1930 e 1940, é errôneo pensar no samba como uma prática cultural homogênea. A ascensão do samba como elemento constitutivo da identidade cultural do povo brasileiro e, de certa forma, sua relativa hegemonia no campo das representações, é resultado de um conjunto de fatores e culmina, na década de 1930, no populismo que se alastra na política nacional e latino-americana de uma forma mais abrangente. Stuart Hall já chamou a atenção para os perigos que podem surgir ao pensarmos as formas culturais como algo inteiro e coerente, isto, inteiramente corrompidas ou inteiramente autênticas, enquanto que elas são profundamente contraditórias, especialmente quando funcionam no domínio popular (HALL, 2006, p. 239). Outrossim, a globalização parece desorganizar a rigidez das antigas identidades. Ela varre as certezas e instaura um período de dúvidas e contestações, promovendo a chamada crise das identidades nacionais e, de certa forma, da própria idéia de nação. Nesta realidade em constante transformação, o samba permanece vivo no imaginário popular e nas representações sobre a nação, como o interesse dos turistas pelo espetáculo da cidade do samba demonstra. Diante deste quadro, acreditamos ser pertinente fazer a seguinte indagação: como as práticas culturais transformadas em símbolos nacionais, quase sempre de origens populares, conseguem sobreviver na diversidade do mundo atual, bombardeada pela indústria cultural e pelas influências recíprocas da globalização? De fato, apesar de alimentarem o discurso constante de desaparecimento de certos valores tidos como tradicionais, a diversidade e as novas influências, de forma aparentemente paradoxal, justificam os discursos de preservação e revitalização, ajudando a promover o fortalecimento de suas práticas. São práticas culturais de consenso, para usarmos uma denominação de George Yúdice (2006), que no contexto atual perdem a hegemonia que, pelo menos no campo das representações, tiveram no passado, mas mantêm status, prestígio e fiéis seguidores na sociedade. Vale a pena destacar que, ao denominá-las de práticas culturais do consenso, Yúdice não está concebendo-as como algo alienante ou acreditando que são sempre cooptáveis enquanto elementos de ligação, ou domesticação, acrescentamos, que favoreçam as elites. Para o autor, esta definição tem como referência o fato de que, desde a década de 1930, práticas culturais como o samba, pagode, capoeira, candomblé e umbanda, que se consolidariam ao longo dos anos como elementos fundamentais para a identidade 18

19 cultural do povo brasileiro, sobretudo das classes populares, virem sendo mobilizadas por setores importantes da mídia, negócios, turismo, política e outros fatores de mediação para a reprodução simbólica de um Brasil cordial, que resulta no abocanhamento de benefícios materiais por parte da elite (YÚDICE, 2006, p. 161). Todavia, no seio das próprias classes populares cariocas, que deram origem às práticas que se pretendiam homogêneas, as diferenças culturais minam não apenas o antigo imaginário nacional, mas a própria transmissão do saber, normalmente passado de geração para geração. É importante frisar também que, quando afirmamos que o samba adquiriu certa hegemonia no campo das representações, ascendendo, no imaginário nacional, à condição de símbolo de identidade nacional, acima das demais práticas locais ou regionais, estamos dialogando com a tese de Hermano Vianna (1995), que transforma esta questão em seu mistério do samba. Chamamos a atenção também para a questão da hegemonia, de forma mais específica, no campo das representações porque, como Said ressalta em relação ao discurso e ao intercâmbio cultural dentro de uma cultura, aquilo que comumente circula não é a verdade, mas uma representação desta. Em sua análise, para a visão ocidental sobre o oriente fazer sentido, dependeria mais do ocidente que do próprio oriente, e este sentido estaria relacionado com as várias técnicas de representação que tornaram o oriente visível nos discursos a seu respeito. Para obter seus efeitos, estas representações se baseiam em instituições, tradições, convenções, códigos consensuais de compreensão, e não em um amorfo oriente (SAID, 2007, p. 52). Assim, no caso brasileiro, o estereótipo do samba como comportamento típico de uma identidade cultural brasileira se intensifica no exterior, nas imagens idealizadas e vendidas para os turistas, por exemplo, embora a realidade empírica demonstre a existência de outros ritmos e gêneros musicais mais populares e atrativos, sobretudo para as novas gerações, assim como a inegável diversidade regional do país. A constituição destas representações será discutida no momento oportuno. O suposto risco de desaparecimento, de fato, estimula a instituição dos patrimônios culturais imateriais, ou seja, um reconhecimento oficial de sua importância cultural que estabelece salvaguardas capazes de contribuir para sua preservação. Mais uma vez, o contexto da globalização, com o conseqüente aumento dos fluxos de informação e pessoas, oferece o cenário que apavora os fiéis defensores das tradições herdadas dos ancestrais. Em outras palavras, o risco de desaparecimento pode ser associado ao que José 19

20 Reginaldo Santos Gonçalves denominou de retórica da perda, isto é, uma prática discursiva que recria a distância e a ausência nas narrativas nacionais, que coexistiria com o esforço de preservação (GONÇALVES, 1996, p. 23). Isso nos leva a uma segunda indagação: Qual o papel destas práticas culturais consensuais, elevadas à condição de patrimônios imaterial, na realidade de hoje, caracterizada pela diversidade e diferenças culturais? Ressaltamos aqui a distinção entre diversidade cultural e diferença cultural, seguindo os passos de Bhabha. A diversidade cultural seria um objeto epistemológico, ou seja, a cultura como objeto empírico, a representação de uma retórica radical da separação de culturas totalizadas que existem intocadas pela intertextualidade de seus lugares históricos, protegidas na utopia de uma memória mítica de uma identidade coletiva única. Por sua vez, a "diferença cultural é o processo de enunciação da cultura como conhecível, legítimo, adequado à construção de sistemas de identificação cultural. É um processo de significação através da qual afirmações da cultura ou sobre a cultura diferenciam, discriminam e autorizam a produção de campos de força, referência, aplicabilidade e capacidade. A diferença cultural concentra-se no problema da ambivalência da autoridade: a tentativa de dominar em nome de uma supremacia cultural que é ela mesma produzida apenas no momento da diferenciação. O processo enunciativo da diferença, novamente acompanhando Bhabha, introduz uma ruptura no presente performativo da identificação cultural, uma quebra entre a exigência culturalista tradicional de um modelo, uma tradição, uma comunidade, um sistema instável de referência, e a negação necessária da certeza na articulação de novas exigências, significados e estratégias culturais no presente político como prática de dominação e resistência (BHABHA, 2007, p. 63 e 64). Por fim, neste processo de revitalização das antigas práticas culturais do consenso, vale a pena também indagarmos, dialogando com as várias teorias elaboradas pela antropologia e pelas ciências sociais de uma forma geral, como estes discursos que remetem ao passado e a uma suposta origem, associados à tradição, se mantêm atual, a despeito de seu conteúdo saudosista e romântico. Qual o papel que a tradição possui hoje, num mundo em constante transformação e caracterizado pela lógica mercantil que valoriza a novidade? 20

21 Em nossa visão, as práticas culturais elevadas à condição de símbolos nacionais em um contexto histórico específico, entre as quais o samba carioca é um bom exemplo, passariam por uma ressignificação de seus conteúdos simbólicos. A globalização, ao intensificar os fluxos culturais, impõe novos desafios para sociedades um dia vistas como culturalmente homogêneas. Na prática, o bombardeio de informações potencializa a enunciação das diferenças culturais, transformando os papéis que a cultura possui para o corpo social. Ela se torna um campo de lutas e reivindicações para o reconhecimento de importantes setores sociais antes discriminados, ou, no sentido inverso, de atores sociais que almejam manter o status e o prestígio diferenciado de outrora, agora ameaçados. A antiga homogeneidade cultural, na verdade, trata-se mais da representação de uma cultura homogênea do que, de fato, uma realidade que exclui a diferença. Em outras palavras, as antigas práticas culturais do consenso mantinham a hegemonia no campo das representações por uma série de motivos que veremos adiante, como, por exemplo, permitir a leitura dos mitos que compõe o imaginário de formação do povo e da nação. Assim, a cultura é apropriada e usada pelos atores sociais na luta pelo reconhecimento, de acordo com o contexto das interações sociais e dos interesses em jogo, mesmo no fragmentado contexto urbano do início do século XXI. Utilizamos como referência inicial a obra de George Yúdice, que explora os usos da cultura no contexto atual, sobretudo como um recurso. Segundo o autor, a cultura como recurso desviaria a atenção da premissa gramsciana segundo a qual a cultura é um terreno de luta para a adoção de uma estratégia orientada pelos processos de gestão. Esta forma de uso da cultura, compatível com as reconversões neoliberais da sociedade civil, é considerada uma maneira de prover assistência social e qualidade de vida dentro do contexto de uma redução progressiva dos recursos públicos e da retirada do Estado como garantia de uma vida digna (YÚDICE, 2006, p. 373). Na incorporação da cultura como recurso, as antigas práticas culturais do consenso gozam de uma situação privilegiada. A velha hegemonia no campo das representações é convertida em legitimidade, alimentando o prestígio e, conseqüentemente, ampliando a possibilidade de investimentos privados. No caso específico do samba, as agremiações carnavalescas, legítimas representantes de uma localidade no imaginário popular, se tornam um importante veículo para a promoção da cidadania, obtendo, graças à 21

Educação escolar indígena

Educação escolar indígena Educação escolar indígena O principal objetivo desta apresentação é fazer uma reflexão sobre a cultura indígena kaingang, sobre as políticas educacionais integracionistas e sobre a política atual, que

Leia mais

IMAGEM TÉCNICA, PRODUÇÃO DE SUBJETIVIDADE E PESQUISA EM CIÊNCIAS HUMANAS: DESAFIOS METODOLÓGICOS

IMAGEM TÉCNICA, PRODUÇÃO DE SUBJETIVIDADE E PESQUISA EM CIÊNCIAS HUMANAS: DESAFIOS METODOLÓGICOS IMAGEM TÉCNICA, PRODUÇÃO DE SUBJETIVIDADE E PESQUISA EM CIÊNCIAS HUMANAS: DESAFIOS METODOLÓGICOS Aluno: Lucas Boscacci Pereira Lima da Silva Orientadora: Solange Jobim e Souza Introdução Câmera como Instrumento

Leia mais

A ressignificação do Fato Folclórico

A ressignificação do Fato Folclórico A ressignificação do Fato Folclórico El resignificación del hecho folklorico Professor Assistente Substituto de Capoeira do Departamento de Lutas da EEFD da UFRJ (Brasil) MSc. Ricardo Martins Porto Lussac

Leia mais

Educação bilíngüe intercultural entre povos indígenas brasileiros

Educação bilíngüe intercultural entre povos indígenas brasileiros Educação bilíngüe intercultural entre povos indígenas brasileiros Maria do Socorro Pimentel da Silva 1 Leandro Mendes Rocha 2 No Brasil, assim como em outros países das Américas, as minorias étnicas viveram

Leia mais

Rede de Áreas Protegidas, Turismo e Inclusão Social: de uma perspectiva da América do Sul para uma perspectiva global

Rede de Áreas Protegidas, Turismo e Inclusão Social: de uma perspectiva da América do Sul para uma perspectiva global Rede de Áreas Protegidas, Turismo e Inclusão Social: de uma perspectiva da América do Sul para uma perspectiva global (texto extraído da publicação IRVING, M.A.; BOTELHO, E.S.; SANCHO, A.; MORAES, E &

Leia mais

2 Público não é político. É o espaço coletivo, do cidadão.

2 Público não é político. É o espaço coletivo, do cidadão. A MÚSICA NA SOCIALIZAÇÃO DAS MENINAS DE SINHÁ GIL, Thais Nogueira UFMG thaisgil@terra.com.br GT: Movimentos Sociais e Educação / n.03 Agência Financiadora: CAPES O que acontece quando os sujeitos excluídos

Leia mais

1. O feminino e a publicidade: em busca de sentido

1. O feminino e a publicidade: em busca de sentido 1. O feminino e a publicidade: em busca de sentido No estudo da Comunicação, a publicidade deve figurar como um dos campos de maior interesse para pesquisadores e críticos das Ciências Sociais e Humanas.

Leia mais

TELEJORNALISMO E ESTUDOS CULTURAIS

TELEJORNALISMO E ESTUDOS CULTURAIS Sétimo Fórum Nacional de Professores de Jornalismo Praia dos Ingleses, SC, abril de 2004 GT: Laboratório de Jornalismo Eletrônico Trabalho: TELEJORNALISMO E ESTUDOS CULTURAIS Autora: Célia Maria Ladeira

Leia mais

INDIVIDUALISMO ÉMILE DURKHEIM. * Os fatos sociais são regras jurídicas, morais e sistemas financeiros.

INDIVIDUALISMO ÉMILE DURKHEIM. * Os fatos sociais são regras jurídicas, morais e sistemas financeiros. INDIVIDUALISMO ÉMILE DURKHEIM Fato Social - Exterioridade (o fato social é exterior ao indivíduo). - Coercitividade. - Generalidade (o fato social é geral). * Os fatos sociais são regras jurídicas, morais

Leia mais

VIANNA, Hermano. O Mistério do Samba.

VIANNA, Hermano. O Mistério do Samba. VIANNA, Hermano. O Mistério do Samba. Tiago de Melo Gomes Doutorando Unicamp/Fapesp Rio de Janeiro: Zahar/UFRJ, 1995, 196 p. À medida que a década de 1990 se encaminha para o final, torna-se evidente por

Leia mais

cerca de 200 crianças, adolescentes e jovens em situação de vulnerabilidade social do Centro Histórico e da periferia de Salvador.

cerca de 200 crianças, adolescentes e jovens em situação de vulnerabilidade social do Centro Histórico e da periferia de Salvador. I ENCONTRO, CAPOEIRA e PATRIMÔNIO IMATERIAL no BRASIL: perspectivas para a implementação de políticas públicas de salvaguarda da Capoeira. Local: UFF Niterói RJ Data: 3 de setembro de 2006 às 16:00 h Tema:

Leia mais

A Economia Simbólica da Cultura Popular Sertanejo-Nordestina

A Economia Simbólica da Cultura Popular Sertanejo-Nordestina ALVES, Elder Patrick Maia A Economia Simbólica da Cultura Popular Sertanejo-Nordestina (Maceió: EDUFAL, 2011) Bruno Gontyjo do Couto 1 O livro A economia simbólica da cultura popular sertanejo-nordestina,

Leia mais

QUEM É ALICE CAYMMI? >> www.alicecaymmi.com.br

QUEM É ALICE CAYMMI? >> www.alicecaymmi.com.br QUEM É ALICE CAYMMI? A cantora e compositora carioca Alice Caymmi nasceu no dia 17 de março de 1990, na cidade do Rio de Janeiro. Neta de Dorival Caymmi, a musicista compõe desde os dez anos e começou

Leia mais

A Imaginação Sociológica em Sala de Aula

A Imaginação Sociológica em Sala de Aula A Imaginação Sociológica em Sala de Aula Natália Braga de Oliveira* Incentivar os estudantes a olhar a vida cotidiana a partir dos pressupostos da Sociologia, os desperta para a reflexão e elucidação do

Leia mais

AS PERSPECTIVAS DA ECONOMIA CRIATIVA NO BRASIL PARA GERAÇÃO DE EMPREGO E RENDA

AS PERSPECTIVAS DA ECONOMIA CRIATIVA NO BRASIL PARA GERAÇÃO DE EMPREGO E RENDA AS PERSPECTIVAS DA ECONOMIA CRIATIVA NO BRASIL PARA GERAÇÃO DE EMPREGO E RENDA Miranda Aparecida de Camargo luckcamargo@hotmail.com Acadêmico do Curso de Ciências Econômicas/UNICENTRO Luana Sokoloski sokoloski@outlook.com

Leia mais

"Roda mundo, roda gigante, roda moinho, roda pião, o tempo rodou num instante, nas voltas do meu coração"

Roda mundo, roda gigante, roda moinho, roda pião, o tempo rodou num instante, nas voltas do meu coração "Roda mundo, roda gigante, roda moinho, roda pião, o tempo rodou num instante, nas voltas do meu coração" 2 Meta da aula AULA Apresentar os processos de mudança dos valores, dos padrões sociais e das ciências,

Leia mais

Valéria Carrilho da Costa

Valéria Carrilho da Costa A FOLIA NA ESCOLA: ENTRE CORES E CANTOS Valéria Carrilho da Costa gmacala@netsite.com.br Prefeitura Municipal de Uberlândia E.M. Profª Maria Leonor de Freitas Barbosa Relato de Experiência Resumo O projeto

Leia mais

5.1. As significações do vinho e o aumento de seu consumo

5.1. As significações do vinho e o aumento de seu consumo 5 Conclusão Para melhor organizar a conclusão desse estudo, esse capítulo foi dividido em quatro partes. A primeira delas aborda as significações do vinho e como elas se relacionam com o aumento de consumo

Leia mais

ENSINO DE GEOGRAFIA, CULTURA POPULAR E TEMAS TRANSVERSAIS: uma proposta de transversalidade a partir dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN s)

ENSINO DE GEOGRAFIA, CULTURA POPULAR E TEMAS TRANSVERSAIS: uma proposta de transversalidade a partir dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN s) ENSINO DE GEOGRAFIA, CULTURA POPULAR E TEMAS TRANSVERSAIS: uma proposta de transversalidade a partir dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN s) Kálita Tavares da SILVA 1 ; Estevane de Paula Pontes MENDES

Leia mais

MESTRADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS. 1.1 Matriz Curricular Disciplinas obrigatórias

MESTRADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS. 1.1 Matriz Curricular Disciplinas obrigatórias MESTRADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS 1.1 Matriz Curricular Disciplinas obrigatórias C/H Memória Social 45 Cultura 45 Seminários de Pesquisa 45 Oficinas de Produção e Gestão Cultural 45 Orientação

Leia mais

REFLEXÕES ACERCA DAS CONTRIBUIÇÕES DE MALINOWSKI PARA A PESQUISA DE CAMPO EM CIÊNCIAS SOCIAIS

REFLEXÕES ACERCA DAS CONTRIBUIÇÕES DE MALINOWSKI PARA A PESQUISA DE CAMPO EM CIÊNCIAS SOCIAIS REFLEXÕES ACERCA DAS CONTRIBUIÇÕES DE MALINOWSKI PARA A PESQUISA DE CAMPO EM CIÊNCIAS SOCIAIS Marlon Leal RODRIGUES NEAD/UEMS/UFMS/UNICAMP Antonio Carlos Santana de SOUZA NEC/UEMS Escrever acerca de Malinowski,

Leia mais

Áfricas no Brasil: aprendendo sobre os sons, as cores, as imagens e os sabores

Áfricas no Brasil: aprendendo sobre os sons, as cores, as imagens e os sabores Áfricas no Brasil: aprendendo sobre os sons, as cores, as imagens e os sabores Rosália Diogo 1 Consideramos que os estudos relacionados a processos identitários e ensino, que serão abordados nesse Seminário,

Leia mais

1. O que é Folclore? Uma análise histórica e crítica do conceito.

1. O que é Folclore? Uma análise histórica e crítica do conceito. Objetivos Proporcionar o entendimento das características gerais do processo folclórico brasileiro; Estruturar o profissional de Eventos para conhecer particularidades de alguns acontecimentos que envolvem

Leia mais

A Arte e as Crianças

A Arte e as Crianças A Arte e as Crianças A criança pequena consegue exteriorizar espontaneamente a sua personalidade e as suas experiências inter-individuais, graças aos diversos meios de expressão que estão à sua disposição.

Leia mais

ALVES, Giovanni. MACEDO, Felipe. Cineclube, Cinema e Educação etrópolis: Vozes,

ALVES, Giovanni. MACEDO, Felipe. Cineclube, Cinema e Educação etrópolis: Vozes, ALVES, Giovanni. MACEDO, Felipe. Cineclube, Cinema e Educação etrópolis: Vozes, 2009. Editora Práxis, 2010. Autêntica 2003. 11 Selma Tavares Rebello 1 O livro Cineclube, Cinema e Educação se apresenta

Leia mais

ENTRE OS INSTRUMENTISTAS E AS CANTORAS: O LUGAR DO FEMININO E DO MASCULINO NO SAMBA, NO CHORO E NO FADO

ENTRE OS INSTRUMENTISTAS E AS CANTORAS: O LUGAR DO FEMININO E DO MASCULINO NO SAMBA, NO CHORO E NO FADO ENTRE OS INSTRUMENTISTAS E AS CANTORAS: O LUGAR DO FEMININO E DO MASCULINO NO SAMBA, NO CHORO E NO FADO Marina Bay Frydberg 1 Nestes últimos dez anos, jovens músicos estão redescobrindo gêneros músicas

Leia mais

EXPERIÊNCIAS DE LEITURA, ESCRITA E MÚSICA

EXPERIÊNCIAS DE LEITURA, ESCRITA E MÚSICA EXPERIÊNCIAS DE LEITURA, ESCRITA E MÚSICA Aline Mendes da SILVA, Marcilene Cardoso da SILVA, Reila Terezinha da Silva LUZ, Dulcéria TARTUCI, Maria Marta Lopes FLORES, Departamento de Educação UFG - Campus

Leia mais

Há muito tempo eu escuto esse papo furado Dizendo que o samba acabou Só se foi quando o dia clareou. (Paulinho da Viola)

Há muito tempo eu escuto esse papo furado Dizendo que o samba acabou Só se foi quando o dia clareou. (Paulinho da Viola) Diego Mattoso USP Online - www.usp.br mattoso@usp.br Julho de 2005 USP Notícias http://noticias.usp.br/canalacontece/artigo.php?id=9397 Pesquisa mostra porque o samba é um dos gêneros mais representativos

Leia mais

A ESCOLHA DAS LÍNGUAS OFICIAIS DO MERCOSUL: HEGEMONIA E SILENCIAMENTO 1

A ESCOLHA DAS LÍNGUAS OFICIAIS DO MERCOSUL: HEGEMONIA E SILENCIAMENTO 1 A ESCOLHA DAS LÍNGUAS OFICIAIS DO MERCOSUL: HEGEMONIA E SILENCIAMENTO 1 Daiana Marques Sobrosa 2 1. Introdução Em 26 de março de 1991, Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai assinaram o Tratado de Assunção

Leia mais

A EXPERIÊNCIA DO CONTEUDO DANÇA NA INTERFACE E FORMAÇÃO CULTURAL NA EDUCAÇÃO FÍSICA A PARTIR DAS INTERVENÇÕES DO PIBID UFG/CAC

A EXPERIÊNCIA DO CONTEUDO DANÇA NA INTERFACE E FORMAÇÃO CULTURAL NA EDUCAÇÃO FÍSICA A PARTIR DAS INTERVENÇÕES DO PIBID UFG/CAC A EXPERIÊNCIA DO CONTEUDO DANÇA NA INTERFACE E FORMAÇÃO CULTURAL NA EDUCAÇÃO FÍSICA A PARTIR DAS INTERVENÇÕES DO PIBID UFG/CAC Fernanda Costa SANTOS UFG/CAC- nandacostasantos@hotmail.com Karolina Santana

Leia mais

O papel da mulher na construção de uma sociedade sustentável

O papel da mulher na construção de uma sociedade sustentável O papel da mulher na construção de uma sociedade sustentável Sustentabilidade Socioambiental Resistência à pobreza Desenvolvimento Saúde/Segurança alimentar Saneamento básico Educação Habitação Lazer Trabalho/

Leia mais

De mãos dadas: RH e marketing

De mãos dadas: RH e marketing De mãos dadas: RH e marketing A união de RH e marketing é um dos melhores caminhos para a sobrevivência de uma empresa - e das próprias áreas Não é incomum, em tempos de turbulência e incertezas econômicas,

Leia mais

O REAL DA LÍNGUA O REAL DA HISTÓRIA considerações a partir do texto La Lengua de Nunca Acabar. Pêcheux e Gadet (1987)

O REAL DA LÍNGUA O REAL DA HISTÓRIA considerações a partir do texto La Lengua de Nunca Acabar. Pêcheux e Gadet (1987) O REAL DA LÍNGUA O REAL DA HISTÓRIA considerações a partir do texto La Lengua de Nunca Acabar. Pêcheux e Gadet (1987) Blanca de Souza Viera MORALES (UFRGS) Para Pêcheux e Gadet a lingüística não pode reduzir-se

Leia mais

DISCURSO DO EXCELENTÍSSIMO SENHOR VEREADOR SILVINHO REZENDE, DURANTE REUNIÃO SOLENE PARA ENTREGA DO DIPLOMA DE HONRA AO MÉRITO AO MÚSICO RONALDO COISA

DISCURSO DO EXCELENTÍSSIMO SENHOR VEREADOR SILVINHO REZENDE, DURANTE REUNIÃO SOLENE PARA ENTREGA DO DIPLOMA DE HONRA AO MÉRITO AO MÚSICO RONALDO COISA DISCURSO DO EXCELENTÍSSIMO SENHOR VEREADOR SILVINHO REZENDE, DURANTE REUNIÃO SOLENE PARA ENTREGA DO DIPLOMA DE HONRA AO MÉRITO AO MÚSICO RONALDO COISA NOSSA, REALIZADA EM 04 DE JULHO DE 2012. 1 Boa Noite,

Leia mais

Agrupamento de Escolas da Madalena. Projeto do Clube de Música. Ano Lectivo 2012-2013 1

Agrupamento de Escolas da Madalena. Projeto do Clube de Música. Ano Lectivo 2012-2013 1 Agrupamento de Escolas da Madalena Projeto do Clube de Música Ano Lectivo 2012-2013 1 Projectos a desenvolver/participar: Projetos Dinamizado por: 1º Concurso de Flauta Prof. Teresa Santos - Participação

Leia mais

A comunicação e o marketing. como ferramentas estratégicas de gestão social

A comunicação e o marketing. como ferramentas estratégicas de gestão social A comunicação e o marketing como ferramentas estratégicas de gestão social Ricardo Voltolini* Transformar causas em marcas fortes que tenham longevidade, personalidade, consistência e sejam uma referência

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 08 DE FEVEREIRO PALÁCIO DO ITAMARATY

Leia mais

O samba como patrimônio 1

O samba como patrimônio 1 O samba como patrimônio 1 Fábio Oliveira Pavão Doutorando em antropologia (PPGA / UFF) Resumo No dia 09 de outubro de 2007, o Iphan reconheceu o samba carioca (partido alto, samba de terreiro e samba-enredo)

Leia mais

O DIREITO ÀS MEMÓRIAS NEGRAS E A OUTRAS HISTÓRIAS : AS COLEÇÕES DO JORNAL O EXEMPLO. Maria Angélica Zubaran

O DIREITO ÀS MEMÓRIAS NEGRAS E A OUTRAS HISTÓRIAS : AS COLEÇÕES DO JORNAL O EXEMPLO. Maria Angélica Zubaran O DIREITO ÀS MEMÓRIAS NEGRAS E A OUTRAS HISTÓRIAS : AS COLEÇÕES DO JORNAL O EXEMPLO Maria Angélica Zubaran Sabemos que, no âmbito das ciências humanas, a memória está relacionada aos processos da lembrança

Leia mais

GRUPO FRESTAS: FORMAÇÃO E RESSIGNIFICAÇÃO DO EDUCADOR: SABERES, TROCA, ARTE E SENTIDOS

GRUPO FRESTAS: FORMAÇÃO E RESSIGNIFICAÇÃO DO EDUCADOR: SABERES, TROCA, ARTE E SENTIDOS Eixo: Políticas para a Infância e Formação de Professores Contempla as produções acadêmico-científicas que tratam de ações políticas e legislações referentes à Educação Infantil e a infância. Aborda pesquisas

Leia mais

1º ano. 1º Bimestre. 2º Bimestre. 3º Bimestre. Capítulo 26: Todos os itens O campo da Sociologia. Capítulo 26: Item 5 Senso Crítico e senso comum.

1º ano. 1º Bimestre. 2º Bimestre. 3º Bimestre. Capítulo 26: Todos os itens O campo da Sociologia. Capítulo 26: Item 5 Senso Crítico e senso comum. 1º ano A Filosofia e suas origens na Grécia Clássica: mito e logos, o pensamento filosófico -Quais as rupturas e continuidades entre mito e Filosofia? -Há algum tipo de raciocínio no mito? -Os mitos ainda

Leia mais

334 Valdecy de Oliveira Pontes e Alexandra Maria de Castro e Santos Araújo

334 Valdecy de Oliveira Pontes e Alexandra Maria de Castro e Santos Araújo MARTINS, André Ricardo Nunes. A polêmica construída: racismo e discurso da imprensa sobre a política de cotas para negros. Brasília: Senado Federal, 2011, 281p. O livro intitulado A polêmica construída:

Leia mais

II ENCONTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DA BAHIA A EDUCAÇÃO COMO MATRIZ DE TODAS AS RELAÇÕES HUMANAS E SOCIAIS SALVADOR, BA 2013

II ENCONTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DA BAHIA A EDUCAÇÃO COMO MATRIZ DE TODAS AS RELAÇÕES HUMANAS E SOCIAIS SALVADOR, BA 2013 II ENCONTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DA BAHIA A EDUCAÇÃO COMO MATRIZ DE TODAS AS RELAÇÕES HUMANAS E SOCIAIS SALVADOR, BA 2013 TEMÁTICA: EDUCAÇÃO, QUESTÃO DE GÊNERO E DIVERSIDADE EDUCAÇÃO

Leia mais

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA DISCIPLINA AUDIOVISUAL DA ESCOLA POLITÉCNICA DE SAÚDE JOAQUIM VENÂNCIO

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA DISCIPLINA AUDIOVISUAL DA ESCOLA POLITÉCNICA DE SAÚDE JOAQUIM VENÂNCIO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA DISCIPLINA AUDIOVISUAL DA ESCOLA POLITÉCNICA DE SAÚDE JOAQUIM VENÂNCIO 1. AUDIOVISUAL NO ENSINO MÉDIO O audiovisual tem como finalidade realizar-se como crítica da cultura,

Leia mais

Política de Línguas na América Latina 1

Política de Línguas na América Latina 1 Política de Línguas na América Latina 1 Eduardo Guimarães * Num momento como o atual, em que as relações internacionais vêm mudando rapidamente e que se caracteriza, entre outras coisas, pelo fato político

Leia mais

ENDOMARKETING COMO FERRAMENTA DE COMUNICAÇÃO COM O PÚBLICO INTERNO

ENDOMARKETING COMO FERRAMENTA DE COMUNICAÇÃO COM O PÚBLICO INTERNO 1 ENDOMARKETING COMO FERRAMENTA DE COMUNICAÇÃO COM O PÚBLICO INTERNO Por Regina Stela Almeida Dias Mendes NOVEMBRO 2004 UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA 2 ENDOMARKETING COMO FERRAMENTA DE COMUNICAÇÃO

Leia mais

A DIVERSIDADE E CURRÍCULO: DESAFIOS PARA UMA ESCOLA DEMOCRÁTICA

A DIVERSIDADE E CURRÍCULO: DESAFIOS PARA UMA ESCOLA DEMOCRÁTICA A DIVERSIDADE E CURRÍCULO: DESAFIOS PARA UMA ESCOLA DEMOCRÁTICA Josenilson Felizardo dos Santos 1 INTRODUÇÃO É possível compreender o papel da escola diante de todo o processo de ensino aprendizagem. E

Leia mais

5. CONCLUSÃO. 5.1 Resumo dos Resultados

5. CONCLUSÃO. 5.1 Resumo dos Resultados 5. CONCLUSÃO 5.1 Resumo dos Resultados O presente trabalho se propôs a entender os significados atribuídos pelo público feminino de baixa renda no consumo dos produtos do mercado HPPC, especificamente

Leia mais

PRÁTICAS CORPORAIS E MANIFESTAÇÕES CULTURAIS INDÍGENAS E SUAS RELAÇÕES COM OS JOGOS DOS POVOS INDÍGENAS DO BRASIL

PRÁTICAS CORPORAIS E MANIFESTAÇÕES CULTURAIS INDÍGENAS E SUAS RELAÇÕES COM OS JOGOS DOS POVOS INDÍGENAS DO BRASIL PRÁTICAS CORPORAIS E MANIFESTAÇÕES CULTURAIS INDÍGENAS E SUAS RELAÇÕES COM OS JOGOS DOS POVOS INDÍGENAS DO BRASIL Bruna Maria de Oliveira (¹) ; Elcione Trojan de Aguiar (2) ;Beleni Salete Grando (3) 1.Acadêmica

Leia mais

A ESCOLA E O LIVRO INFANTIL NA FORMAÇÃO DO GOSTO LITERÁRIO

A ESCOLA E O LIVRO INFANTIL NA FORMAÇÃO DO GOSTO LITERÁRIO A ESCOLA E O LIVRO INFANTIL NA FORMAÇÃO DO GOSTO LITERÁRIO Sílvia Cristina Fernandes Paiva 1 Ana Arlinda Oliveira 2 A leitura literária na escola Podemos afirmar que a leitura é fundamental para construção

Leia mais

Historia das relações de gênero

Historia das relações de gênero STEARNS, P. N. Historia das relações de gênero. Trad. De Mirna Pinsky. Sao Paulo: Contexto, 2007. 250p. Suellen Thomaz de Aquino Martins Santana 1 Historia das relações de gênero aborda as interações entre

Leia mais

Apresentação das obras de Maximiliano Gutiez por Marcelo M. Martins bolsista CNPq Maximiliano Gutiez expõe, a partir do dia 21, na Galeria da

Apresentação das obras de Maximiliano Gutiez por Marcelo M. Martins bolsista CNPq Maximiliano Gutiez expõe, a partir do dia 21, na Galeria da 1 Apresentação das obras de Maximiliano Gutiez por Marcelo M. Martins bolsista CNPq Maximiliano Gutiez expõe, a partir do dia 21, na Galeria da Unicamp, algumas de suas obras. Aproveita o caro momento

Leia mais

Escrita Eficiente sem Plágio

Escrita Eficiente sem Plágio Escrita Eficiente sem Plágio Produza textos originais com qualidade e em tempo recorde Ana Lopes Revisão Rosana Rogeri Segunda Edição 2013 Direitos de cópia O conteúdo deste livro eletrônico tem direitos

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS» SOCIOLOGIA E METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA «

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS» SOCIOLOGIA E METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA « CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS» SOCIOLOGIA E METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA «21. Assinale a alternativa que caracteriza a acumulação primitiva, segundo o pensamento de Karl Marx. a) O processo de separação

Leia mais

No ritmo da criação OPORTUNIDADE

No ritmo da criação OPORTUNIDADE Shutterstock POR BRUNO MORESCHI No ritmo da criação Nosso país ainda caminha a passos lentos quando o assunto é economia criativa. Mas as incubadoras podem ajudar a recuperar o tempo perdido Da música

Leia mais

PROJETO TERRA CHÃO - DANÇA E ARTE

PROJETO TERRA CHÃO - DANÇA E ARTE PROJETO TERRA CHÃO - DANÇA E ARTE 1. JUSTIFICATIVA A região do Baixo Tocantins apresenta-se na área cultural e artística, é um grande celeiro de talentos, que vem enraizado culturalmente em nosso povo,

Leia mais

MISTIFICAÇÃO CARICATA DAS RELIGIÕES DE RAIZ AFRICANA NO QUADRO A GALINHA PRETA PINTADINHA DO PROGRAMA TÁ NO AR: A TV NA TV DA REDE GLOBO

MISTIFICAÇÃO CARICATA DAS RELIGIÕES DE RAIZ AFRICANA NO QUADRO A GALINHA PRETA PINTADINHA DO PROGRAMA TÁ NO AR: A TV NA TV DA REDE GLOBO MISTIFICAÇÃO CARICATA DAS RELIGIÕES DE RAIZ AFRICANA NO QUADRO A GALINHA PRETA PINTADINHA DO PROGRAMA TÁ NO AR: A TV NA TV DA REDE GLOBO José Wanderley Pereira Segundo UERN (wanderley.segundo@hotmail.com)

Leia mais

Aprofundar mudanças rumo a um modelo de desenvolvimento sustentável

Aprofundar mudanças rumo a um modelo de desenvolvimento sustentável Este artigo é cópia fiel do publicado na revista Nu e va So c i e d a d especial em português, junho de 2012, ISSN: 0251-3552, . Aprofundar mudanças rumo a um modelo de desenvolvimento sustentável

Leia mais

Com fantasias, alunos do Infantil dançaram as marchinhas do Carnaval

Com fantasias, alunos do Infantil dançaram as marchinhas do Carnaval FourC leva o sambódromo para a Escola, unindo diversão e aprendizagem Máscaras, samba-enredo, alegorias, fantasias e muita alegria aliada ao estudo, o aprendizado e a diversão! Foi assim o Carnaval na

Leia mais

PERPECTIVAS DO PROJETO LIGA DE INVENTORES DA UFG * Renan Dias ROSA 1, Getúlio Antero de DEUS JÚNIOR 2

PERPECTIVAS DO PROJETO LIGA DE INVENTORES DA UFG * Renan Dias ROSA 1, Getúlio Antero de DEUS JÚNIOR 2 PERPECTIVAS DO PROJETO LIGA DE INVENTORES DA UFG * Renan Dias ROSA 1, Getúlio Antero de DEUS JÚNIOR 2 1 Bolsista do PET EEEC/UFG; renandiasrosa@gmail.com. 2 Professor Tutor do PET EEEC /UFG; getulio@eeec.ufg.br.

Leia mais

MEMÓRIA SOCIAL - UM REGISTRO DE COSTUMES DA SOCIEDADE DE JOÃO PESSOA NO SÉCULO XX

MEMÓRIA SOCIAL - UM REGISTRO DE COSTUMES DA SOCIEDADE DE JOÃO PESSOA NO SÉCULO XX MEMÓRIA SOCIAL - UM REGISTRO DE COSTUMES DA SOCIEDADE DE JOÃO PESSOA NO SÉCULO XX MOURA FILHA 1, Maria Berthilde CAVALCANTI FILHO 2, Ivan QUEIROZ 3, Louise Costa GONDIM 4, Polyanna Galvão RESUMO Nos últimos

Leia mais

A Importância do brincar nas aulas de Educação Física MARCELO LEITE

A Importância do brincar nas aulas de Educação Física MARCELO LEITE A Importância do brincar nas aulas de Educação Física MARCELO LEITE RESUMO Este texto é uma reflexão sobre o brincar nas aulas de educação física escolar do primeiro e segundo ciclo do ensino fundamental,

Leia mais

SEMANA DO SERVIDOR PÚBLICO sugestão de palestrantes. Otimize seu orçamento e mantenha um bom nível de palestrantes.

SEMANA DO SERVIDOR PÚBLICO sugestão de palestrantes. Otimize seu orçamento e mantenha um bom nível de palestrantes. SEMANA DO SERVIDOR PÚBLICO sugestão de palestrantes Otimize seu orçamento e mantenha um bom nível de palestrantes. resultados positivos para os servidores? qualidade de vida fernando rocha wesley schunk

Leia mais

Comunicação e Reputação. 10 dicas para manter o alinhamento e assegurar resultados

Comunicação e Reputação. 10 dicas para manter o alinhamento e assegurar resultados Comunicação e Reputação 10 dicas para manter o alinhamento e assegurar resultados 1 Introdução Ao contrário do que alguns podem pensar, reputação não é apenas um atributo ou juízo moral aplicado às empresas.

Leia mais

Trabalhando com Projetos

Trabalhando com Projetos Trabalhando com Projetos Educar para a diversidade étnica e cultural investigação e ação Ricardo Luiz da Silva Fernandes Educar para a compreensão da pluralidade cultural é a luta para construção da igualdade

Leia mais

Palavras-chave: Etnocenologia, Folias do Divino, Ritos espetaculares.

Palavras-chave: Etnocenologia, Folias do Divino, Ritos espetaculares. O mestre morreu. Viva o novo mestre. Jorge das Graças Veloso Programa de Pós-Graduação em Artes VIS/IdA UnB. Professor Adjunto Doutor em Artes Cênicas UFBA. Ator, diretor, dramaturgo, professor/unb. Resumo:

Leia mais

Carnaval curitibano: o lugar do popular na metrópole

Carnaval curitibano: o lugar do popular na metrópole Carnaval curitibano: o lugar do popular na metrópole Comunicação oral Caroline Glodes Blum Graduanda em Ciências Sociais Universidade Federal do Paraná Orientação: Profª Drª Selma Baptista Festa e Manifestações

Leia mais

FUNCIONALISMO E ESTRUTURALISMO

FUNCIONALISMO E ESTRUTURALISMO FUNCIONALISMO E ESTRUTURALISMO OBJETIVO: Esta aula tem por objetivo expor aos estudantes de Administração e Direito os fundamentos de duas teorias que conferiram um grau maturidade para pensamento antropológico

Leia mais

INTRODUÇÃO. Sobre o Sou da Paz: Sobre os Festivais Esportivos:

INTRODUÇÃO. Sobre o Sou da Paz: Sobre os Festivais Esportivos: 1 INTRODUÇÃO Sobre o Sou da Paz: O Sou da Paz é uma organização que há mais de 10 anos trabalha para a prevenção da violência e promoção da cultura de paz no Brasil, atuando nas seguintes áreas complementares:

Leia mais

5 201 O LI Ó RTF PO 1

5 201 O LI Ó RTF PO 1 1 PORTFÓLIO 2015 Um pouco da trajetória do Colégio Ação1 QUANDO TUDO COMEÇOU 1993 Experientes profissionais fundaram, no bairro do Méier, a primeira unidade da rede Ação1. O foco do trabalho era a preparação

Leia mais

Incorporando a teoria e refletindo sobre a prática em dança contemporânea

Incorporando a teoria e refletindo sobre a prática em dança contemporânea Incorporando a teoria e refletindo sobre a prática em dança contemporânea Suzi Weber Departamento do Teatro da UFRGS Mestra (Université du Québec à Montreal (UQAM) Doutoranda Resumo: O corpo social refere-se

Leia mais

A IMPRENSA E A QUESTÃO INDÍGENA NO BRASIL

A IMPRENSA E A QUESTÃO INDÍGENA NO BRASIL FACULDADE SETE DE SETEMBRO INICIAÇÃO CIENTÍFICA CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL COM HABILITAÇÃO EM PUBLICIDADE E PROPAGANDA ALUNA: NATÁLIA DE ARAGÃO PINTO ORIENTADOR: PROF. DR. TIAGO SEIXAS THEMUDO A IMPRENSA

Leia mais

CENTRO POPULAR DE CULTURA DO PARANÁ (1959-1964): ENCONTROS E DESENCONTROS ENTRE ARTE, EDUCAÇÃO E POLÍTICA. Resumo

CENTRO POPULAR DE CULTURA DO PARANÁ (1959-1964): ENCONTROS E DESENCONTROS ENTRE ARTE, EDUCAÇÃO E POLÍTICA. Resumo CENTRO POPULAR DE CULTURA DO PARANÁ (1959-1964): ENCONTROS E DESENCONTROS ENTRE ARTE, EDUCAÇÃO E POLÍTICA Ana Carolina Caldas Mestra em História de Educação UFPR Resumo Este artigo é parte da dissertação

Leia mais

INSTITUTO DE ARQUITETOS DO BRASIL

INSTITUTO DE ARQUITETOS DO BRASIL TRANSFORMAR ASSENTAMENTOS IRREGULARES EM BAIRROS Autor(es): Gabriel Carvalho Soares de Souza, Alexandre Klüppel, Bruno Michel, Irisa Parada e Rodrigo Scorcelli Ao considerar a Favela como um fenômeno que

Leia mais

Rede Jovem de Cidadania, programa de TV de Acesso público. Alexia Melo. Clebin Quirino. Michel Brasil. Gracielle Fonseca. Rafaela Lima.

Rede Jovem de Cidadania, programa de TV de Acesso público. Alexia Melo. Clebin Quirino. Michel Brasil. Gracielle Fonseca. Rafaela Lima. Rede Jovem de Cidadania, programa de TV de Acesso público Alexia Melo Clebin Quirino Michel Brasil Gracielle Fonseca Rafaela Lima Satiro Saone O projeto Rede Jovem de Cidadania é uma iniciativa da Associação

Leia mais

O LUGAR DA INFÂNCIA NA RELIGIÃO DE MATRIZ AFRICANA Jaqueline de Fátima Ribeiro UFF Agência Financiadora: CAPES

O LUGAR DA INFÂNCIA NA RELIGIÃO DE MATRIZ AFRICANA Jaqueline de Fátima Ribeiro UFF Agência Financiadora: CAPES O LUGAR DA INFÂNCIA NA RELIGIÃO DE MATRIZ AFRICANA Jaqueline de Fátima Ribeiro UFF Agência Financiadora: CAPES Resumo O texto em questão é parte da pesquisa em desenvolvimento (mestrado) que tem como objetivo

Leia mais

Resenha. Informar não é comunicar (WOLTON, Dominique. Porto Alegre: Sulinas, 2011).

Resenha. Informar não é comunicar (WOLTON, Dominique. Porto Alegre: Sulinas, 2011). Resenha Informar não é comunicar (WOLTON, Dominique. Porto Alegre: Sulinas, 2011). Bruno Ribeiro NASCIMENTO 1 Dominique Wolton costuma nadar contra a corrente: quando os críticos da indústria cultural

Leia mais

YUME : NARRATIVAS MÍTICAS DE KUROSAWA

YUME : NARRATIVAS MÍTICAS DE KUROSAWA YUME : NARRATIVAS MÍTICAS DE KUROSAWA CAVALHEIRO, Kaline (UNIOESTE G/Pibic - CNPq) DIAS, Acir (UNIOESTE Orientador) RESUMO: O presente trabalho tem como objeto o estudo da cultura, mitos e imagens presentes

Leia mais

Morro da Favella. Fatos e lendas da primeira favela do Brasil

Morro da Favella. Fatos e lendas da primeira favela do Brasil Fatos e lendas da primeira favela do Brasil Fatos e lendas da primeira favela do Brasil FORMATO: Documentário: 1X 52 HD FULL 16:9 GENERO: Documentário em técnica mista: SINOPSE: Morro da Favella é um documentário

Leia mais

O SER HUMANO É TRANSFORMADO PELO CONHECIMENTO

O SER HUMANO É TRANSFORMADO PELO CONHECIMENTO O SER HUMANO É TRANSFORMADO PELO CONHECIMENTO Reinaldo Pereira de Aguiar Auxiliar de Biblioteca UFAL Campus Sertão, U. A. de Santana do Ipanema/AL Graduando em Direito e Letras brasileironaodesiste@yahoo.com.br

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 36 Discurso por ocasião do jantar

Leia mais

Rio de Janeiro, 3 de junho de 2008

Rio de Janeiro, 3 de junho de 2008 Rio de Janeiro, 3 de junho de 2008 IDENTIFICAÇÃO Elias Nunes Júnior, 20 do 10 de 1958. Nasci em Bom Jesus de Itabapoana, interior do estado. FORMAÇÃO Eu sou formado em Ciências Contábeis, tenho Pós em

Leia mais

Mídia, linguagem e educação

Mídia, linguagem e educação 21 3 22 Mídia, Linguagem e Conhecimento Segundo a UNESCO (1984) Das finalidades maiores da educação: Formar a criança capaz de refletir, criar e se expressar em todas as linguagens e usando todos os meios

Leia mais

O PAPEL DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

O PAPEL DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL 0 O PAPEL DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL 1 O PAPEL DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL Renato da Guia Oliveira 2 FICHA CATALOGRÁFICA OLIVEIRA. Renato da Guia. O Papel da Contação

Leia mais

CONSTRUINDO CASTELOS SOBRE ORVALHO, BRINCAM CRIANÇAS E POETAS

CONSTRUINDO CASTELOS SOBRE ORVALHO, BRINCAM CRIANÇAS E POETAS CONSTRUINDO CASTELOS SOBRE ORVALHO, BRINCAM CRIANÇAS E POETAS Irmgard Birmoser de Matos Ferreira 1 Apresento aqui algumas reflexões sobre aspectos presentes na experiência do brincar que me parecem merecer

Leia mais

DIVERSIDADE HISTÓRICA, CULTURAL E LINGUÍSTICA NA EDUCAÇÃO

DIVERSIDADE HISTÓRICA, CULTURAL E LINGUÍSTICA NA EDUCAÇÃO 1 DIVERSIDADE HISTÓRICA, CULTURAL E LINGUÍSTICA NA EDUCAÇÃO INTRODUCÃO Patrícia Edí Ramos Escola Estadual Maria Eduarda Pereira Soldera São José dos Quatro Marcos Este trabalho tem por objetivo uma pesquisa

Leia mais

O Brincar para a Criança Hospitalizada

O Brincar para a Criança Hospitalizada Andressa Ranzani Nora Mello Keila Maria Ramazotti O Brincar para a Criança Hospitalizada Primeira Edição São Paulo 2013 Agradecimentos Aos nossos familiares, que revestiram nossas vidas com muito amor,

Leia mais

A TEORIA DO PODER SIMBÓLICO NA COMPREENSÃO DAS RELAÇÕES SOCIAIS CONTEMPORÂNEA

A TEORIA DO PODER SIMBÓLICO NA COMPREENSÃO DAS RELAÇÕES SOCIAIS CONTEMPORÂNEA CONGRESSO INTERNACIONAL INTERDISCIPLINAR EM SOCIAIS E HUMANIDADES Niterói RJ: ANINTER-SH/ PPGSD-UFF, 03 a 06 de Setembro de 2012, ISSN 2316-266X A TEORIA DO PODER SIMBÓLICO NA COMPREENSÃO DAS RELAÇÕES

Leia mais

O PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO NO CONTEXTO DA GESTÃO ESCOLAR 1

O PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO NO CONTEXTO DA GESTÃO ESCOLAR 1 O PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO NO CONTEXTO DA GESTÃO ESCOLAR 1 Janete Maria Lins de Azevedo 2 Falar sobre o projeto pedagógico (PP) da escola, considerando a realidade educacional do Brasil de hoje, necessariamente

Leia mais

Revisitando o método etnográfico: contribuições para a narrativa antropológica

Revisitando o método etnográfico: contribuições para a narrativa antropológica Revisitando o método etnográfico: contribuições para a narrativa antropológica Giselle Carino Lage Apresento, a seguir, alguns dos significados atribuídos ao conceito de etnografia buscando pensar nos

Leia mais

O CENTRO CULTURAL TAMBOLELÊ E A MÚSICA COMO INSTRUMENTO DE INCLUSÃO SOCIAL

O CENTRO CULTURAL TAMBOLELÊ E A MÚSICA COMO INSTRUMENTO DE INCLUSÃO SOCIAL O CENTRO CULTURAL TAMBOLELÊ E A MÚSICA COMO INSTRUMENTO DE INCLUSÃO SOCIAL Denis ARAÚJO Fernando D AGOSTINI Márcia Regina FANTINI Orlando PINEL Pedro Alberto ANDRADE Shelber CRUZ Lamounier Lucas PEREIRA

Leia mais

A PRESENÇA INDÍGENA NA CONSTITUIÇÃO DA IDENTIDADE BRASILEIRA Renata Baum Ortiz 1

A PRESENÇA INDÍGENA NA CONSTITUIÇÃO DA IDENTIDADE BRASILEIRA Renata Baum Ortiz 1 157 A PRESENÇA INDÍGENA NA CONSTITUIÇÃO DA IDENTIDADE BRASILEIRA Renata Baum Ortiz 1 Somos a continuação de um fio que nasceu há muito tempo atrás... Vindo de outros lugares... Iniciado por outras pessoas...

Leia mais

Cinco pontos sobre redes sociais na Internet

Cinco pontos sobre redes sociais na Internet Cinco pontos sobre redes sociais na Internet Por Raquel Recuero (*) Nos últimos anos, assistimos a um crescimento espantoso das chamadas tecnologias de comunicação. Essas tecnologias tornaram-se mais rápidas,

Leia mais

CIDADANIA: o que é isso?

CIDADANIA: o que é isso? CIDADANIA: o que é isso? Autora: RAFAELA DA COSTA GOMES Introdução A questão da cidadania no Brasil é um tema em permanente discussão, embora muitos autores discutam a respeito, entre eles: Ferreira (1993);

Leia mais

Ensino de redação na escola - a prática de ensino de português no Brasil

Ensino de redação na escola - a prática de ensino de português no Brasil Mesa-redonda: Ensino de redação na escola - a prática de ensino de português no Brasil Debatedores: Profª, mestranda em Letras (UFSM) e professora de ensino médio público estadual; e Profª Me. Tânia Maria

Leia mais

SELEÇÃO DE ALUNOS ESTRANGEIROS PARA O CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ANTROPOLOGIA EDITAL 2014. NÍVEL: Mestrado

SELEÇÃO DE ALUNOS ESTRANGEIROS PARA O CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ANTROPOLOGIA EDITAL 2014. NÍVEL: Mestrado UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E FILOSOFIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ANTROPOLOGIA SELEÇÃO DE ALUNOS ESTRANGEIROS PARA O CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ANTROPOLOGIA EDITAL 2014

Leia mais

O ABRAÇO ENTRE BAIRROS E FAVELAS

O ABRAÇO ENTRE BAIRROS E FAVELAS O ABRAÇO ENTRE BAIRROS E FAVELAS Juliano Werneck 1 As associações de moradores tem vivido um momento particularmente relevante do ponto de vista de sua importância nas discussões dos temas relativos à

Leia mais

Nas Margens da Educação: imprensa feminina e urbanidade moderna na Ribeirão Preto das primeiras décadas do século XX

Nas Margens da Educação: imprensa feminina e urbanidade moderna na Ribeirão Preto das primeiras décadas do século XX Nas Margens da Educação: imprensa feminina e urbanidade moderna na Ribeirão Preto das primeiras décadas do século XX Jorge Luiz de FRANÇA * Nesta comunicação, pretendemos, por intermédio das publicações

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO Fundação Instituída nos termos da Lei nº 5.152, de 21/10/1966 São Luís - Maranhão.

UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO Fundação Instituída nos termos da Lei nº 5.152, de 21/10/1966 São Luís - Maranhão. 1 de 5 Turismo e Hotelaria no contexto das cidades criativas Natalino Salgado Filho A Universidade Federal do Maranhão teve o privilégio de abrigar nesta semana o I Seminário Patrimônio Cultural & Cidades

Leia mais

Associação Juinense de Educação Superior do Vale do Juruena Faculdade de Ciências Contábeis e Administração do Vale do Juruena

Associação Juinense de Educação Superior do Vale do Juruena Faculdade de Ciências Contábeis e Administração do Vale do Juruena Associação Juinense de Educação Superior do Vale do Juruena Faculdade de Ciências Contábeis e Administração do Vale do Juruena Curso: Especialização em Psicopedagogia Módulo: Noções Fundamentais de Direito

Leia mais