A DANÇA COMO FORMA DE LITERACIA ARTÍSTICO-EXPRESSIVA

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1 A DANÇA COMO FORMA DE LITERACIA ARTÍSTICO-EXPRESSIVA Ana Paula Batalha e Ana Macara Departamento de Dança, FMH - Universidade Técnica de Lisboa Introdução Nesta comunicação temos como objectivo apresentar o valor intrínseco da Dança como forma de Arte, por desenvolver uma forma de inteligência própria, pela capacidade de agir criativamente, pelo apuramento do sentido estético, pela aceitação das diferenças culturais, pelo desenvolvimento das capacidades perceptivas, pela sua contribuição para o entendimento social e para a compreensão do mundo e pela facilitação do domínio da diversidade e da imprevisibilidade. Podemos falar hoje, de uma filosofia educativa que aponta para a integração das áreas artísticas não só no currículo, como em formas de enriquecimento curricular e de lazer. A Dança com as suas apostas de poesia e utopia, tem uma importância fabulosa no mundo dos factos, teorias, explicações, interpretações, mediações, comparações e comprovações. O valor e a especificidade da Dança como actividade educativa, prende-se com o facto de esta ser uma forma expressiva e de conhecimento com características únicas. Assim sendo, ela deve ser acessível a todos, fazendo parte de uma educação básica e essencial, mas também no âmbito do lazer e tempos livres de todos, em qualquer faixa etária e social. Isto quer dizer que não se deve colocar o acesso às Artes Dança num local de difícil acesso, ou seja, altamente especializado, mas antes promover esta actividade como forma de pensar, sonhar, e voar num contexto indiferenciado. O contexto do Ensino Artístico A Escola terá que dar definitivamente um salto qualitativo e passar de mero espaço de instrução, a uma comunidade aberta, atenta às mudanças e diferenças culturais e sociais, sensível a todas as formas significativas de representação do conhecimento. Até hoje, a Escola parece promover prioritariamente o bom funcionamento da sociedade em deterimento do desenvolvimento global dos jovens. Gasta-se muito tempo na educação das chamadas habilidades intelectutais, as quais permitem que os jovens encarem a vida com desembaraço e sucesso. Das capacidades apontadas surge o ser analítico, sistemático, eficiente, discriminativo, ágil, entre outras. A questão não está no desenvolvimento destas capacidades, que devem evidentemente ser estimuladas, mas no facto de as promoverem afastadas de uma cultura humana globalizante em que as experiências concretas do domínio artístico, emotivo e criativo, por exemplo são esquecidas. Parece-nos importante perguntar, quais as experiências educativas que devem ser desenhadas, de modo a permitir à escola e à sociedade cumprirem os objectivos educativos globais e como podem estas experiências serem eficazmente organizadas? A necessidade de estabelecer na Escola e na Comunidade novas práticas e uma formação equilibrada que inclua todas as formas significativas

2 do conhecimento humano, é um imperativo que actualmente se está a fazer sentir por via da preocupação demonstrada por legisladores, professores e educadores quando apelam para a Estética e as Artes como formas de expressão educativa. Contudo sendo a Arte uma forma básica de conhecimento, ela deve ser acessível a todos fazendo parte de uma educação fundamental dos jovens. Isto quer dizer que não se deve colocar o ensino das Artes num local de difícil acesso, ou seja, altamente especializado. A Dança As potencialidades que a Dança pode oferecer, prendem-se principalmente com a plenitude do ser humano, pois a educação artística apela sobretudo para a totalidade do indivíduo. A vivência de experiências autónomas, criativas e originais, permite ampliar a noção do real que, por sua vez, favorece a identidade própria e uma ideia alargada do mundo. Por sua vez a troca de sensações, ideias, temas, imagens, movimentos, etc., favorece experiências diversificadas que conduzem a uma comunicação intencional com uma concepção estética abrangente, reflexiva e crítica. A Dança, é um processo de comunicação de pessoa para pessoa com uma intenção específica de transmitir algo. Assumimos que a Dança é uma linguagem de relação, principalmente ao nível das atitudes interpessoais, como indicador do comportamento cultural e social do homem. Em Dança o que é essencial é o nascimento de uma gestualidade própria, o tal corpo habitado (Foster 1986), que seja o reinventar do corpo a partir não só da sensibilidade, mas do vivenciar emoções e energias interiores. É pois necessário, em ambiente formativo, ou de lazer, criar um justo equilíbrio entre a ideia, o desenvolvimento coreográfico, o envolvimento sonoro, o vestuário, a cena, o cenário, a interpretação performativa e a reacção da audiência. O clímax em Dança, depende não só do prazer na construção de um discurso inovador e exacerbado, mas também no processo de criação espectacular do evento coreográfico. Igualmente, fundamental neste processo é a alegria da interpretação de quem dança, a segurança e orgulho de transformar o real, na concretização de uma produção, e no modo como o observador se sente impressionado pela obra artística elaborada e articulada com um princípio, meio e fim, uma forma e conteúdo próprios. Literacia em Dança A Dança encarada na sua globalidade, pode ajudar a população em geral a desenvolver a compreensão, o gosto e a apreciação do trabalho no âmbito da Arte e do movimento expressivo, assim como desenvolver capacidades criativas relativamente a composições coreográficas, utilizando formas, elementos e linguagens básicas da Dança. A dança estimula a compreensão do próprio corpo, bem como o dos outros, a capacidade de desenvolver skills artísticos relacionados com a prática da Dança, e a adquirir um pensamento crítico e a interagir com uma audiência, dominando alguns padrões de comunicação. A improvisação, a composição e a representação são fortes componentes da Dança, suportada pelo movimento expressivo, e podem ser trabalhadas com todas as populações. O acto criativo por excelência, e o fantasiar e dramatizar envolvem um acto de imaginação e de selecção,

3 primordiais ao ser humano. Desenvolver as habilidades motoras e o modo de pensar de uma forma cuidada e crítica, ajuda a ter consciência dos aspectos relacionados com a prática da Dança e com as Artes em geral. A utilização de uma variedade de fontes como histórias, jogos, temas, eventos e poemas para explorar situações reais e imaginárias, desenvolve a habilidade para comunicar e responder aos outros de uma forma mais clara e apropriada. A utilização consciente das acções motoras para comunicar os pensamentos, sentimentos e ideias refinam a qualidade das performances. A utilização sistemática da apreciação e crítica de cada objecto artístico, promove o juízo estético. A utilização das novas tecnologias para resolver problemas de produção, melhora o próprio acto coreográfico e a visibilidade da obra de arte. Os praticantes de dança devem, de um modo geral, demonstrar uma compreensão dos elementos básicos da Dança, dominar um vocabulário motor básico, interpretar e comunicar histórias e temas através de sequências de movimento, criar pequenas coreografias dominando códigos e símbolos, dominar tecnologias simples mas apropriadas para intensificar os trabalhos coreográficos e avaliar o significado da obra coreográfica e a eficácia das mensagens. Do mesmo modo, o conhecimento e prática de diferentes formas de dança, com referência a diferentes padrões estéticos ou objectivos culturais, bem como com diferentes referenciais relativamente à origem étnico-social, leva a uma melhor compreensão dos diferentes paradigmas sociais em que a dança se situa, reflexo da complexidade multicultural e pluridisciplinar e multicontextual em que vivemos. Metodologia de Intervenção: Conteúdos O Corpo é o instrumento de excelência da expressão e do movimento dançado e o seu vocabulário, pode ser desenvolvido a partir de qualquer movimento humano. Isto quer dizer que todos podem dançar, visto os movimentos utilizados na Dança de uma forma global poderem ser os da vida real, os do quotidiano, que depois de trabalhados e recriados podem ir até ao virtuosismo. Estes movimentos de Dança passam pela descoberta dos gestos simples. No entanto, alguns movimentos específicos das várias tendências da Dança, são também um potencial vocabulário do movimento dançado. Metáforas e símbolos são utilizados como códigos para reforçar a comunicação. A expressão de sentimentos, ideias e emoções fazem parte do movimento dançado. As temáticas são utilizadas como estímulos para refinar e exacerbar as performances. Os praticantes devem reconhecer que qualquer movimento do dia a dia pode ser desenvolvido e utilizado como vocabulário de Dança; devem também compreender que qualquer movimento do ser humano, quer seja vulgar ou extraordinário pode ser incluído numa sequência de Dança. Para realçar a expressividade do gesto e do movimento recorre-se à imaginação e aos prolongamentos emotivos do movimento. Os praticantes devem perceber que os movimentos personalizados fazem parte do património individual e marcam a identidade de cada um. Assim, a sua prática é dimensionada apenas dentro das suas capacidades físicas. No entanto, para uma maior versatilidade e espectacularidade do desempenho, podem utilizar-se e procurar-se o domínio de outros movimentos, o que serve também como desafio às capacidades motoras de cada um. Os praticantes devem

4 compreender também que, por vezes, a inclusão de skills das várias técnicas de Dança, servem para proteger o corpo de possíveis impactos nocivos. Dois aspectos técnicos são realmente importantes na produção do movimento dançado. Por um lado o alinhamento corporal, que deve ser mantido correctamente, não só por uma questão de saúde e bem estar, mas também por uma questão de eficiência do movimento. Por outro lado, perceber e controlar o centro de gravidade de modo a manter um bom equilíbrio nas transferências de peso. Outros skills que são necessários aprender numa Dança global, são os saber-fazer em matéria de criação e de imaginação dos gestos de Dança. A procura de formas inovadoras e o trabalho criativo assentam nos movimentos e gestos cujo conhecimento já foi adquirido anteriormente, pois não há criação a partir do nada. Contudo é dada uma grande importância à expressão individual e à autonomia dos alunos. Privilegiam-se as noções de liberdade, de expressão e uma intensa prática criativa. Saber criar formas gestuais num atelier de improvisação-composição coreográfica, implica comportamentos específicos tais como, saber escutar atentamente as informações e os estímulos apresentados pelo professor, saber traduzi-los para formas corporais, ter poder de concentração, aceitar o trabalho colectivo e inventar em grupo, saber ouvir as ideias e as críticas dos outros para as poder integrar, compreender a sua própria maneira de ser, mas agir em conjunto respeitando os limites propostos pelo professor. Nas disciplinas artísticas devemos considerar a liberdade expressiva, a espontaneidade e a autonomia dos aluno. Contudo, estes não podem apenas fazer o que querem de uma forma aleatória. Situando-se no campo artístico, os alunos devem ter um projecto, devem saber explicá-lo, devem saber explorá-lo, devem compreender a importância do questionar-se, devem estar vigilantes e devem saber controlá-lo e reformulá-lo se necessário. Nesta prática artística e no âmbito do manuseamento de um vocabulário, este, não só favorece a expressão individual, como também uma aculturação imprescindível em termos de ensino. Metodologia de Intervenção: Plano da Sessão No âmbito do movimento dançado, ou seja da Dança global, vamos realçar 5 etapas imprescindíveis ao desenvolvimento dos alunos: 1. Aprendizagem das Linguagens da Dança. Nesta etapa os alunos aprendem o vocabulário motor, gestual e expressivo básico da Dança e são privilegiadas as acções motoras e não motoras de complexidade inferior. Por vezes utilizam-se vocabulários, processos e convenções de alguns géneros de Dança, no entanto, o objectivo principal desta fase, é a aprendizagem de uma linguagem motora simples que dê suporte ao propósito comunicacional. Explora-se principalmente o instrumento Corpo e os materiais espaço, tempo e dinâmica de modo a favorecer a comunicação de mensagens 2. Trabalho Criativo. Tendo por base as unidades estruturais da Dança, são desenvolvidas nesta etapa as reacções a diversos estímulos. Existe um tempo próprio de exploração do Corpo, das acções e dos materiais da Dança. Trabalha-se o movimento corporal na representação de diferentes personagens e na imitação de objectos e animais. Por outro lado, são interpretados pensamentos, sentimentos, ideias e temas utilizando sempre formas de movimento. As elaborações de sequências dançadas cumprindo uma lógica de

5 pensamento são frequentemente solicitadas. Criação e interpretação de frases dançadas onde se estimula a originalidade. 3. Desenvolvimento de Estudos Coreográficos. Nesta fase, através de processos de improvisação e composição, os alunos iniciam, desenvolvem, conceptualizam e refinam pequenos estudos coreográficos. Com base na estimulação constante e através da imaginação, da exploração e da vivência, os alunos desenvolvem o pensamento coreográfico. O processo coreográfico constrói-se a partir do acto consciente e reflexivo, possibilitando aos alunos por meio do movimento expressivo, transmitir a uma audiência os seus sentimentos, ideias e pensamentos. Os estudos de Dança inovatórios, surgem quando os alunos manipulam e controlam as unidades estruturais da Dança de uma forma original. A inovação, assenta na maioria das vezes, na exploração de contrastes ao nível das estruturas rítmicas (tempo e dinâmica). Gostávamos de realçar a importância do uso de temáticas no âmbito da Dança. O tema, é um elemento gerador de movimento, facilitando por isso mesmo o movimento. O tema, auxilia o início do processo de criação e o despoletar de intenções tendo em vista a elaboração do objecto artístico. O tema sugere, mas preserva a pluralidade de pensamentos, maximizando a energia do movimento e permitindo construir, desconstruir e criar rupturas interessantes. 4. Apreciação e Crítica. O trabalho inicia-se com a análise e identificação das formas nas quais o movimento faz parte da experiência diária. Segue-se a análise e identificação de aspectos coreográficos específicos fortes e espectaculares. Numa outra fase deve ser estimulada a identificação da qualidade dos movimentos relacionando-a com os estilos e com as diferentes correntes estéticas em Dança. Em seguida pode passar-se para a utilização dos elementos intensificadores das performances e que reforçam as mensagens. A identificação dos contrastes entre as danças de diferentes sociedades, deve também ser uma tarefa a implementar. Por fim promover a avaliação da qualidade de uma performance, consolidada por uma crítica escrita, que deve referir o que foi visto, ouvido e experenciado. 5. Compreensão dos Contextos. Neste nível os alunos são levados a compreender as formas e funções da Dança e o respectivo significado nas sociedades passadas e presentes. Procura-se que os alunos percebam como a Dança é enraizada na tradição, mas reflecte também as mudanças de uma cultura contemporânea. Fomenta-se a compreensão das diferentes expressões da comunidade global. Pretende-se que os alunos partilhem diferentes tipos de Dança das suas comunidades e culturas, bem como de outras comunidades e culturas. Pretende-se também dar informação sobre a Dança nos diferentes períodos históricos. Graus de Complexidade A estrutura em pirâmide é o modelo que propomos, uma vez que pretendemos que abranger uma população diversificada e que não é necessariamente especialista dance. O grande objectivo da disciplina de Dança para todos é promover o Fazer e o Usufruir a Dança. Naturalmente numa aprendizagem progressiva, começa-se com pequenas frases dançadas até se realizarem sequências mais extensas. De início propomos uma abordagem que vá do simples para o complexo e do familiar para o desconhecido. Devemos começar a trabalhar com as unidades estruturais da Dança e depois

6 acrescentar os motivos, frases mais compridas, sequências dançadas e por fim os estudos coreográficos elaborados. A estrutura em Pirâmide implementa-se a partir de uma frase dançada com 4 tempos. A seguir dobramos o tempo da frase e ficamos com uma frase de 8 tempos, depois efectuamos uma sequência com duas frases de 8 tempos e finalmente 4 frases de 8 tempos. Com 32 tempos já temos uma sequência e continuando sucessivamente de acordo com este sistema, temos uma performance já vistosa.. Depois da parte mais complexa ser devidamente explicada e consciencializada, transmitimos gradualmente as sequências de dança, apresentando e realizando frase por frase e repetindo sempre toda a sequência. Só depois de todas as frases integradas de uma forma solta e repetitiva, podemos juntar e dançar todas as frases sequencialmente, incluindo a parte mais complexa para finalizar a coreografia. O aumento progressivo da velocidade e dos acidentes rítmicos e espaciais deve. ser tomado em consideração. Numa fase inicial, começamos de uma forma moderada e depois aumentamos a velocidade e os acidentes do movimento seleccionado, até corresponder à sincronização perfeita com a Música. Conclusão A artisticidade intrínseca obriga à criação de formas, à invenção, à inovação, à descoberta de novas regras. Na formação do objecto artístico, está implícita a imaginação criadora e original que lhe dá autonomia e que o distingue de qualquer outro tipo de formação - construção. Na Dança como forma de Arte, o paradigma da criação contribui para mostrar de um modo mais espectacular o grande potencial comunicativo do Corpo. A comunicação é um acontecimento, não é um objecto, a obra acontece e está dependente dos sentidos que os receptores criativamente lhe vão dar. Cada indivíduo transporta para a escola uma experiência ambiental, social e cultural que lhe são próprias e que deverá no sistema de ensino ser enriquecida, em vez de vulgarmente e perigosamente anulada nestes lugares de aprendizagem institucionais. Será possível integrar as actividades artísticas nos currículos educacionais e substituir as academias de ensino por centros de actividades criativas, com o intuito de atender à qualidade do inovar, à estética dos processos e de desenvolver a consciência cultural? Pois tornemos efectiva a visibilidade cultural mobilizando o Homem para uma modelação responsável e criativa do espaço real e da vida. Através dos eventos de Dança, não só é possível compreender melhor a experiência da vida, como é possível transmitir por símbolos e metáforas motoras, mensagens que por palavras são impossíveis. A Dança é uma transformação e comunicação estética da vida. Em Dança, quando se reforça o propósito comunicacional e se dá espectacularidade às mensagens, recorremos à inovação, originalidade e rebeldia dos jovens artistas. É espantosa a magia da Dança, no âmbito da experiência estética, comunicativa e criativa. Nesta proposta de Dança global para todos, realçamos o modo de promover a descoberta, a liberdade, a criatividade, a responsabilidade, a autonomia e a adaptação à diversidade cultural.

7 Finalizamos reflectindo no pensamento menos um, aquele em que falta sempre qualquer coisa, pois não encontramos a solução, não temos referências, não existem modelos, mas é mais imaginativo, mais produtivo e dá mais possibilidades de resposta para os problemas da vida, permitindo formas mais originais de ler a realidade e de construir as nossas Utopias. Bibliografia Batalha, A. P. (2004). Metodologia do Ensino da Dança, Lisboa: FMH Edições, FMH-UTL Batalha, A P. & Xarez, L. (1999). Sistemática da Dança I - Projecto Taxonómico. Lisboa: FMH Edições, FMH-UTL. Foster, S. L. (1986). Reading dancing:bodies and subjects in contemporary american dance. Berkeley, CA: Univ. California Press. Macara, A. (2000). Dance performance: The influence of experience on selfperception of the body and pedagogical implications. In F. C. da Costa et al. (Eds.), Research on teaching and research on teacher education: Proceedings of the International Seminar AIESEP 96 (pp ). Lisbon, Portugal: FMH Edições. Pakkanen, P. (1997). Dance-expression experienced by children. In E. Anttila (Ed.), Proceedings, The 7th International Dance and the Child Conference The Call of Forests and Lakes. Kuopio, Finland: DaCi, pp Varregoso, I. & Batalha, A. P. (1999). Contributo das Danças para o Bem-Estar de Pessoas Idosas. In J. Mota & J. Carvalho, Actas do Seminário A Qualidade de Vida no Idoso: O Papel da Actividade Física. Porto: Ed. FCDEF-UP. WHO (1998). The World Health Report Life in the 21 st Century - A Vision for All. Geneva: WHO. Williams, H. (2000). Children Dancing into the Millennium: Striving for Dance in American Elementary Education and the Hope for Goals In J. E. LeDrew & H. Ritenburg Extensions & Extremities: Points of Departure. 8 th dance and the Child international (daci) Conference Proceedings. University of Regina. Regina, Saskatchewan, Canada, pp

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