DANÇA EDUCATIVA NO AMBIENTE ESCOLAR A LUZ DA PROPOSTA DE RUDOLF LABAN

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1 DANÇA EDUCATIVA NO AMBIENTE ESCOLAR A LUZ DA PROPOSTA DE RUDOLF LABAN Narda Helena Jorosky 1 RESUMO Este trabalho busca a compreensão do movimento corporal, que deixa de ser um simples exercício, para se tornar um instrumento de comunicação e arte. A dança é uma das maiores catalisadoras da manifestação da expressão humana do movimento, se inserida no âmbito escolar, é uma área de conhecimento a ser muito explorada por professores. A dança na escola não deve priorizar a execução de movimentos corretos e perfeitos dentro de um padrão técnico imposto, mas tornar o aluno um cidadão crítico, participativo e responsável, capaz de expressarse em várias linguagens. A proposta de Rudolf Laban é a busca de uma educação integral e o despertar nas áreas potenciais que estão adormecidas devido a imobilidade presente nas escolas hoje. Com a dança educativa é possível conhecer e aprimorar a consciência corporal e socialização. Instituir a base do autoconhecimento, tornando fonte de criação de experiências vivas e significativas, por meio das quais o aluno será capaz de se perceber no mundo. Palavras-chave: Dança, movimento, Laban. ABSTRACT This paper seeks an understanding of body movement, it ceases to be a simple exercise to become an instrument of communication and art. The dance is a major catalyst of the manifestation of human expression of the movement, if inserted in the school, is an area known to be highly exploited by teachers. The school dance is not to prioritize the implementation of correct movements and perfect in a technical standard tax, but make the student a critical citizen, participatory and accountable, able to express themselves in various languages. The proposal of Rudolf Laban is seeking a full education and awakening the potential areas that are dormant due to immobility present in schools today. With dance education can understand and improve body awareness and socialization. Establish the basis of self-knowledge, making the creation of new living experiences and meaningful, through which students will be able to perceive the world. Keywords: Dance, Movement, Laban INTRODUÇÃO Todo indivíduo age e interage no mundo através do seu corpo, mas especificamente através dos seus movimentos. Por meio dos movimentos o homem se comunica, trabalha, aprende, sente o mundo e interage com ele. No entanto, há grandes preconceitos contra o movimento, pois embora conscientes de que é através do corpo que o indivíduo se expressa, quando chegam aos bancos escolares os movimentos corporais ficam restritos a momentos apenas nas aulas de educação física e ao horário do recreio. Para o professor desenvolver conteúdos, os alunos devem permanecer sentados em suas carteiras em silêncio, prestar atenção, e sempre olhar para frente. Há educadores que julgam que para ocorrer à aprendizagem é necessário que o aluno esteja sempre sentado e quieto, privilegiam assim a mente e relegam o físico a um segundo plano. Este fato pode desencadear uma aprendizagem empobrecida, pois é preciso ver o aluno como um ser total e único que quer aprender de forma dinâmica, prazerosa e envolvente. Segundo Scarpato (1999) o aluno imóvel nem sempre está envolvido com o que ocorre 1 Pedagoga UENP Jacarezinho - PR 156

2 na sala de aula, pode estar internamente inquieto, querendo se movimentar porque é insuportável permanecer muito tempo na mesma posição. A postura acadêmica do professor não está garantindo maior mobilidade ao aluno. Assim, é preciso trabalhar o aluno como uma pessoa completa, com sua afetividade, suas percepções, sua expressão, seus sentidos, sua crítica e sua criatividade (FUX, 1983). Neste contexto, o objetivo do presente estudo foi mediante revisão de literatura, sinalizar a contribuição da dança no processo educacional e encontrar metodologias e respostas que possam indicar parâmetros para a atuação do professor, a fim de criar uma atmosfera de conhecimento onde o aluno possa ter maior expressão corporal, expor suas idéias e explorar sua criatividade, tendo o professor como mediador de todo o trabalho. Por que ensinar dança na escola? Antes de o homem falar, ele dançou. Foi por meio dos movimentos que o homem se comunicava com o grupo, com a natureza e até mesmo com o sobrenatural. Scarpato (1999) diz que a dança e a música são as primeiras manifestações humanas, sendo que na pré-história são consideradas como forma de comunicação, de religião, de entretenimento e de conhecimento. A dança é uma das maiores catalisadoras da manifestação da expressão humana do movimento. No âmbito educacional, ela é pedagógica e ensina tanto quanto os esportes, os jogos e as brincadeiras. Ela pode e deve ser usada para instigar o aluno a realizar críticas sociais para questionar valores preestabelecidos, padrões repetitivos e modismos que tendem a ter um forte apelo erótico e que podem influenciar as pessoas a terem uma concepção errônea a respeito da dança. Existem trabalhos com dança que servem ao propósito de trabalhar a coordenação motora e ter experiências concretas nas outras áreas de conhecimento. É preciso que a escola crie parâmetros para uma sistematização e apropriação crítica, consciente e transformadora dos conteúdos específicos da dança. Nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs), publicado em 1996, estabeleceu a dança como algo obrigatório no currículo escolar. O trabalho com dança dentro dos conteúdos de Educação Física que é caracterizada em seu bloco de conteúdos com Atividades Rítmicas e Expressivas e em Artes, sendo que esta se divide em quatro grandes áreas que são: artes visuais, dança, teatro e música. Os PCNs são as bases norteadoras da educação por todo o Brasil, então por que o ensino da Dança encontra tanto preconceito para ser trabalhada dentro das escolas? O ensino da dança, valorizado e proposto nos Parâmetros Curriculares Nacionais de 1996, tem como fundamento os pressupostos de Laban, embora só o citem na bibliografia. 157

3 Em seu artigo Penso (2005) relata o que dita os PCNs a respeito da dança: Por meio da dança, o aluno experimenta um meio de expressão diferente da escrita. Ao falar com o corpo ela tem a possibilidade de falar com si mesma de outras maneiras e melhorar na auto-estima. O simples prazer de movimentar o corpo alivia o stress diário e a tensão escolar. Para isso é importante que o corpo não seja tratado como instrumento, mas como forma de comunicação. Pouco adianta, por exemplo, ensaiar exaustivamente uma coreografia se a atividade for apenas mecânica e tratada de forma alienante (BRASIL, 2001). A dança na escola tem papel fundamental nas atividades ludo - pedagógicas e desperta no aluno uma relação concreta de sujeito/mundo. A dança no ambiente escolar não deve priorizar a realização de movimentos corretos e perfeitos como técnicas impostas, pois pode gerar uma competitividade entre os alunos. Não se trata de um modelo pronto ou acabado para a aprendizagem de linguagens, e sim, incentivar a improvisação e a busca do movimento livre. À medida que o aprendiz torna-se consciente do movimento, ele cria passos de sua própria dança, as expressões e as significações de seus movimentos. Assim, ele cria sua própria linguagem e aprende a organizá-la ao entrar em contato com os outros. Dominando o próprio movimento e sendo capaz de se expressar por meio dele. O método de Laban se institui na base do autoconhecimento, tornando-se uma fonte de criação de experiências vivas e significativas, por meio das quais, o aluno será capaz de se perceber no mundo. Os estudos e propostas de Laban rejeitam o estilo de pedagogia voltada ao aperfeiçoamento das habilidades natas. Para ele, aprisiona o indivíduo às suas condições históricas. Através da aplicação dos princípios e dos elementos de movimento preconizados por Laban é possível conhecer e aprimorar o que já existe como afinidade pessoal, e também despertar e desenvolver as não-afinidades, que podem estar expressas, por exemplo, na rejeição a tudo que nos parece diferente. Dentre as várias releituras que as obras de Laban permitem, existe algo fundamental, a possibilidade de trânsito pelas diferenças, que se apresenta como um dos principais desafios da educação e sociedade contemporâneas, e que emerge das obras de Laban como uma alternativa de sobrevivência e de saúde psicofísica para o homem do século XX. A proposta deste teórico possibilita ao aluno expor-se por seus próprios movimentos. Não ensina apenas a forma ou a técnica, mas educa conforme o conhecimento de cada um, o que contribui para desenvolver o emocional, o físico e o social do aluno. Para ele, a educação deve integrar corpo e mente, ensina a pensar em termos de movimento para dominá-los, e não somente, se preocupar com o movimento da escrita, do raciocínio lógico e da linguagem. 158

4 Improvisar, para Laban, é se entregar a um estado semelhante ao êxtase, no qual o dançarino expulsa de si as imagens habituais do mundo, real e imaginário. Essa experiência despertava o que ele chamava de os perigos da mobilidade, capaz de deslocar sentidos e abrir brechas nos sistemas autoritários de poder construídos interna e externamente. Dizia Laban (1978) a vida na fonte se encontra acesa nas expressões dos dançarinos. A obra de arte da dança se encontra no centro da batalha por uma nova espécie de humanidade. Um professor diante dos alunos sentados em suas carteiras pode, através da compreensão, fazer tanto para ajudar toda a classe e cada criança individualmente como o professor de dança, cujo interesse pelo movimento é mais imediato. O docente que ensina matérias do tipo acadêmico deve apreciar os esforços expressos por meio do movimento, assim como o professor de dança que tem que se dar conta de que há um esforço mental implícito em toda atividade (SCARPATO, 1999). Para Fonseca (1995) a percepção do próprio corpo fornece à criança um referencial para agir no mundo exterior de forma adequada, a partir das impressões que recebe. A confiança, o autoconceito e a socialização cultural são alguns dos sentimentos que permeiam o desenvolvimento motor. A dança na escola desperta no aluno uma relação concreta de sujeito/mundo. Na proposta de Laban (1990) a dança não considera apenas a graciosidade, beleza das linhas e leveza dos movimentos, mas a liberdade que possibilita ao homem se expor por seus movimentos e encontrar a auto suficiência no próprio corpo. Pode-se dizer que a dança enquanto processo educacional não se resume apenas em simples aquisições de habilidades, mas que ela pode contribuir para o aprimoramento das habilidades básicas, dos padrões fundamentais o movimento e no desenvolvimento de potencialidades e a relação do aluno com o mundo. Também há os benefícios de ordem social, onde se devem criar condições para que se estabeleçam relações com as pessoas e com o mundo, no campo do desenvolvimento biológico o conhecimento do seu corpo e de suas potencialidades e na parte do intelectual contribui para a evolução do cognitivo e no filosófico, para um autocontrole, questionamentos e a compreensão do mundo (NANNI, 2003). Dança educativa Dança educativa é uma terminologia que foi utilizada por Laban em seu livro Dança Educativa Moderna (1990). Este sugere que o movimento seja utilizado como um instrumento de expressão, sendo importante não apenas que o indivíduo ao dançar se torne ciente das várias articulações do corpo e seu uso na criação de padrões espaciais e rítmicos, como também perceba o estado de espírito e a atitude interna produzida pelas ações corporais. O 159

5 autor queria que suas teorias e descobertas fossem vistas como os primeiros passos na estrada para a compreensão do significado do movimento e não a palavra definitiva sobre o assunto (THORNTON, 1971). A proposta é considerada uma ferramenta de autoconhecimento, porém, educar nos dias de hoje, muitas vezes é confundido com fazer a criança controlar-se e de certo modo, fazê-la parar, ou se movimentar bem pouco. A preocupação de algumas escolas e famílias é com a criança muito ativa, mas não se pode esquecer que ela precisa de ação para aprender, descobrir o próprio corpo e todas as possibilidades de movimento. O que se deve levar em conta e o mais importante é que se restringir os movimentos à educação restringe-se também a inteligência e os sentimentos. Para Laban, o corpo expressa a relação do indivíduo com o seu meio. O corpo é o veículo e conteúdo do aluno das relações que estabelece. Infeliz educação a que pretende, pela explicação, fazer crer aos indivíduos que podem ter acesso ao conhecimento pelo conhecimento e não pela experiência. Produziria apenas doentes do corpo e do espírito, falsos intelectuais inaptos homens incompletos e impotentes (FREINET, 1991). O trabalho da dança educativa busca o desenvolvimento harmonioso da criança por meio da relação corpo-mente, considerando também os aspectos afetivos e sociais. Ao inserir a experiência corporal no processo educacional, o aluno estabelece relações entre os significados simbólicos criados por ele e o aprendido no processo educacional, e com base nestas relações desenvolve seu repertório expressivo e aprimora suas habilidades motoras. A dança contribui também no processo de elaboração da imagem corporal da criança e do jovem, gerando conhecimentos sobre anatomia e sistemas corporais como exemplo: muscular, ósseo etc. Toda a metodologia para esse tipo de trabalho é baseada nos conceitos elaborados por Rudolf Laban. Ele acreditava que as diferentes mensagens que cada ser humano traz dentro de si são as maiores riquezas de uma sociedade, que depende e vive para e do grupo. Após ter observado muito a movimentação natural das pessoas, concluiu que cada ser humano tem o seu modo de se movimentar, o seu repertório que é formado pela experiência em descobrir-se, em descobrir o próprio corpo e também o mundo. A dança educativa objetiva a partir das estruturas externas existentes, das capacidades perceptivas como resultado da maturação neurológica e das experiências de aprendizagem anterior. Segundo Sherborne (1995), deve haver uma análise do movimento usando como base a teoria de Laban, e esta, irá proporcionar a estrutura que o professor necessita para entender o eu deve ser observado no movimento humano. Como resultado dessa observação o professor pode decidir o que vai ser ensinado. 160

6 Para Moura (1998), é através de sua própria prática e de sua própria exploração que o sujeito compreende situações novas e aprende a tratar as novas informações. Uma conscientização de tudo o que pode ser realizado segundo nosso corpo, é motivo para uma confiança na própria competência. Marcel Mauss (2000), sociólogo e antropólogo francês e um dos primeiros a classificar as técnicas do corpo, concluiu que todas as ações humanas, desde a mais simples posição deitada até as ações mais elaboradas, como nadar, são técnicas adquiridas por meio da imitação. O adulto faz, a criança copia. Um estudo de Vasconcelos e Martinho (2004) abordou a formação corporal de base como elemento fundamental para o desenvolvimento global e harmônico da personalidade. Visou avaliar principalmente a coordenação motora e velocidade de reação partindo de dois grupos, um de crianças não praticantes de atividades físicas e outro composto por crianças praticantes de modalidades desportivas extracurriculares, concluíram que o grupo de crianças praticantes apresentou níveis mais elevados de coordenação motora e velocidade de reação em relação ao grupo de não praticantes. Estes resultados confirmam uma das teorias de Laban, onde quanto mais experiências perceptivo-motoras de aprendizagem as crianças vivenciarem, mais oportunidades terão de desenvolver certa melhora de respostas face às diversas solicitações motoras. Sugere assim, que o ensino da dança desde as primeiras etapas do desenvolvimento motor tem como principal interesse ensinar a criança a viver, mover-se e expressar-se nos meios que governam sua vida, o mais importante dos quais é o seu próprio fluxo de movimento (LABAN, 1990). Através de um estudo sobre o aumento do repertório motor por meio da dança de crianças em idade escolar, Fonseca (1991) concluiu que esta atividade promoveu o desenvolvimento da autonomia, motivação, imaginação e criatividade, além da melhoria relativa ao acervo motor. Ao despertar o corpo, a dança educativa contribui, e muito, na ampliação do repertório de movimentos e na construção da identidade, valoriza e respeita as individualidades, no exercício da cidadania. Para Laban, a criança tem o impulso inato de realizar movimentos similares aos da dança. Cabe à escola levá-la a adquirir consciência dos princípios do movimento. Para preservar sua espontaneidade e desenvolver a expressão criativa. O trabalho com o corpo gera consciência corporal, o aluno questiona-se e começa a compreender o que passa consigo e ao seu redor. Torna-se mais espontâneo e expressa seus desejos de forma mais natural, o que pode criar dificuldades para a pratica pedagógica autoritária, que ainda acredita que o aluno só aprende, sentado em sua carteira. CONSIDERAÇÕES FINAIS 161

7 O corpo em todo o processo de evolução do ser humano é sempre um instrumento de manifestação do contexto histórico em que vive e é ao mesmo tempo um reflexo deste. Percebe-se hoje, espaços delimitados ao redor do corpo, não se sabe criar melhores propostas de movimentos. A ação pedagógica veiculada pelo processo criativo como catalisador da dança/educação poderá propor o resgate da consciência corporal pela melhor representação do corpo. Na perspectiva da diversidade e da multiplicidade de propostas e ações que caracterizam o mundo contemporâneo, seria interessante lançar um olhar mais crítico sobre a dança na escola. A transmissão de conhecimento hoje, como se sabe não se restringe mais às suas quatro paredes. Neste mar de possibilidades característico da época em que se vive, talvez seja este o momento mais propício para também refletir criticamente sobre a função/papel da dança na escola formal, sabendo que este não é, e talvez não deva ser o único lugar para se aprender dança com qualidade, profundidade, compromisso, amplitude e responsabilidade. No entanto, a escola de hoje, é sem dúvida, um lugar privilegiado para que isto aconteça e, enquanto ela existir, a dança não poderá continuar mais sendo sinônimo de festinhas de fim de ano e quadrilhas. Através de seu corpo o aluno pode provar que não é só razão, mas também imaginação, consciência e inconsciência. Seu corpo tem uma intencionalidade dinâmica que pode ser conduzida, capta coisas e sentidos através de perfis observados e vividos. A aprendizagem é o ato que o educando pode modificar seu comportamento, resultante de estímulos ou situações. Na medida em que o aluno efetiva uma nova aprendizagem, aumenta seu conhecimento, modifica sua maneira de perceber, adquire outro comportamento. As alterações no ambiente e a liberdade dada ao aluno, para atingir a meta de uma tarefa motora são fatores determinantes da magnitude e da direção das mudanças que ocorrem no organismo como um todo. Assim a dança é uma forma de comunicação e expressão, é uma das manifestações inerentes à natureza do homem, presente nos acontecimentos de sua vida: nascer e morrer, guerra e paz, rituais e festas. Ela estabelece íntima relação com as emoções e sentimentos humanos, antecede como forma de comunicação à própria linguagem falada, característica hoje tão escassa ao cidadão contemporâneo. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 162

8 BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais; Educação Física. Brasília, MEC/ SEF, BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais; Artes. Brasília, MEC/ SEF, FONSECA. V. Contributo para o Estudo da Gênese da Psicomotricidade. 4.ed. Lisboa: Editorial Noticias, FREINET. C. Pedagogia do Bom Senso. 3ª ed. São Paulo: Martins Fontes, FUX. Maria. Dança, Experiência de Vida. 4º ed. São Paulo: Summus, LABAN. Rudolf. Dança Educativa Moderna. São Paulo: Ícone, LABAN. Rudolf.Domínio do Movimento.São Paulo: Summus,1978. MAUSS. Marcel. Ensaio de sociologia. São Paulo: Editora Perspectiva MIRANDA. R. O Movimento Expressivo. Rio de Janeiro: MEC - Funarte,1980. MOURA. Deborah K.R. O Corpo como Instrumento de Linguagem f. Monografia (especialização em Fundamentos Estéticos para Arte-educação) Faculdade de Artes do Paraná, FAP Curitiba Pr., 1998 NANNI. Dionísia. Dança-Educação Pré-escola à Universidade. 4.ed. Rio de Janeiro: Editora Sprint: OLIVEIRA. Ulisses Ferraz de. Cenas de conceituação: a aventura no ato de aprender. In: Reflexões sobre Laban, o Mestre do Movimento. MOMMENSOHN, Maria. PETRELLA, Paulo (org.). São Paulo: Summus, p.223 a

9 SHERBORNE, V. Developmental movement for children: Mainstream,special needs and preschool. Cambridge: Cambridge University Press, THORNTON, S. A Movement Perspective of Rudolf Laban. Londres: McDonald & Evans,

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