APLICAÇÃO DA ENGENHARIA DA INFORMAÇÃO NO PROJETO DE DATA WEBHOUSE

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "APLICAÇÃO DA ENGENHARIA DA INFORMAÇÃO NO PROJETO DE DATA WEBHOUSE"

Transcrição

1 i UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA BACHARELADO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO MARCOS BERNARDELLI APLICAÇÃO DA ENGENHARIA DA INFORMAÇÃO NO PROJETO DE DATA WEBHOUSE Trabalho de conclusão de curso submetido à Universidade Estadual de Santa Catarina como parte dos requisitos para a obtenção do grau de Bacharel em Ciência da Computação LEILA LISIANE ROSSI Joinville, Junho 2006

2 ii APLICAÇÃO DA ENGENHARIA DA INFORMAÇÃO NO PROJETO DE DATA WEBHOUSE Marcos Bernardelli Este Trabalho de Conclusão de Curso foi julgado adequado para a obtenção do título de Bacharel em Ciência da Computação Área de Concentração e aprovada em sua forma final pelo Curso de Ciência da Computação do CCT/UDESC. Roberto Silvio Ubertino Rosso Jr. Banca Examinadora Leila Lisiane Rossi Éverlin Fighera Costa Marques Salvador Antonio dos Santos

3 iii SUMÁRIO SUMÁRIO...I LISTA DE FIGURAS... V LISTA DE TABELAS...VI LISTA DE ABREVIATURAS OU SIGLAS... VII 1. INTRODUÇÃO ENGENHARIA DA INFORMAÇÃO A PIRÂMIDE DA ENGENHARIA DA INFORMAÇÃO FASES DA ENGENHARIA DA INFORMAÇÃO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DE INFORMAÇÕES A visão dos Dados Visão das Atividades A visão da Tecnologia A visão das Pessoas ANÁLISE DAS ÁREAS DE NEGÓCIOS DA EMPRESA A Visão dos Dados Decomposição de Dados em Atributos Eliminação das Redundâncias e Normalização Administração de Dados A Visão das Atividades Análise Estruturada Diagrama de Navegação de Dados Especificação de Processo Protótipo Visão da tecnologia Visão das Pessoas PROJETO Visão dos Dados Projeto Conceitual do Banco de Dados Projeto Estruturado Visão da tecnologia Visão das Pessoas A CONSTRUÇÃO A Visão dos Dados A Codificação Final A Visão da Tecnologia A Visão das Pessoas MANUTENÇÃO DATA WAREHOUSE INTRODUÇÃO A TECNOLOGIA DATA WAREHOUSE Topologias de Data Warehouse Projeto de Data Warehouse EXTRAÇÃO, TRANSFORMAÇÃO E INTEGRAÇÃO DOS DADOS MODELAGEM DE DADOS Modelagem Dimensional Modelagem Multidimensional O ESQUEMA STAR O ESQUEMA SNOWFLAKE COMPONENTES DE UM DATA WAREHOUSE ODS (OPERATION DATA STORE)... 37

4 iv 3.9 FERRAMENTAS DE EXTRAÇÃO OLAP OLTP X OLAP O PROJETO DO DATA WAREHOUSE A EMPRESA PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DA EMPRESA ANÁLISE DAS ÁREAS DE NEGÓCIOS DA EMPRESA O PROJETO CONSTRUÇÃO MANUTENÇÃO DATA WEBHOUSE COLOCANDO O DATA WAREHOUSE NA WEB COLOCANDO A WEB DENTRO DO DATA WAREHOUSE Clickstream Análise de Comportamento Tomada de Decisão Fonte de dados A Modelagem do Data Mart PROJETO DE DATA WEBHOUSE LEVANDO O DATA WAREHOUSE PARA WEB Definindo Tipos de Pesquisa Melhorando desempenho do Data Webhouse TRAZENDO A WEB PARA O DATA WAREHOUSE O protótipo de Webhouse Ferramentas Utilizadas Análise das Necessidades A Base de Dados Interações Cliente/Servidor Identificando a origem de um link Identificando o usuário Profiler Logs de servidor da Web Identificação do Host Cookies...81 CONCLUSÃO REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS... 86

5 v LISTA DE FIGURAS Figura 2.1: Fases da Pirâmide da Engenharia da Informação. NETO(1998)...11 Figura 2.2: Especificação Física do Projeto Figura 3.1: Granularidade...28 Figura 3.2: Data Warehouse Centralizado...29 Figura 3.3: Data Marts Dependentes Figura 3.4: Data Marts Independentes...30 Figura 3.5: Data Warehouse Distribuído...30 Figura 3.6: Cubo...33 Figura 3.7: Esquema Estrela...35 Figura 3.8: Esquema SnowFlake...36 Figura 4.1: Áreas de Negócios da F&M...43 Figura 4.2: Principais Funcionalidades da Área de Vendas Figura 4.3: Tabela fato...44 Figura 4.4: Tabela fato com as dimensões Figura 4.5: Tabela fato com dimensões normalizadas Figura 4.6: Tabela Fato Histórico de Vendas...46 Figura 4.8: Tabela Dimensão Produto...47 Figura 4.9: Tabela Dimensão Tempo Figura 4.10: Tabela Dimensão Cliente...47 Figura 4.11: Tabela Dimensão Loja Figura 4.12: Cubo Histórico de Vendas Figura 4.13: Data - Histórico de Vendas Figura 6.1: Commerce Server Figura 6.2: Dimensão Cliente...66 Figura 6.3: Dimensão Tempo Figura 6.4: Dimensão Produto...68 Figura 6.5: Dimensão Loja Figura 6.6: Interface Data Webhouse...69 Figura 6.7: Resultado da Pesquisa Data Webhouse Figura 6.8: Página Inicial do Webhouse...73 Figura 6.9: Modelagem da Base de Dados do Website...74 Figura 6.10: Tabela Dimensão data_calendario Figura 6.11: Tabela Dimensão hora Figura 6.12: Tabela Dimensão cliente...76 Figura 6.13: Tabela Dimensão pagina...76 Figura 6.14: Tabela Dimensão evento...76 Figura: 6.15: Tabela Dimensão sessão Figura 6.16: Tabela Dimensão referencia...77 Figura 6.17: Requisição da página de compras Figura 6.18: Requisições de arquivos e paginas...79 Figura 6.19: Log de uma página da Web Figura 6.20: Cookie do PHPMyAdmin....82

6 vi LISTA DE TABELAS Tabela 3.1: Tabela Relacional Tabela 3.2: Tabela Dimensional...34

7 vii LISTA DE ABREVIATURAS OU SIGLAS Clickstream: Registro da atividade de um usuário na Internet. DFD: Diagrama de Fluxo de Dados. DW: Data Warehouse. Frames: Em português quadro - permitem que diferentes páginas sejam exibidas de forma independente da página principal do site. EI: Engenharia da Informação. ER: Entidade Relacionamento. Log: Um registro de operação de arquivo. Para usos triviais, como armazenamento em discos ou de arquivos em uma sessão on-line. ODS: Operation Data Store. OLAP: On-line Analytical Processing. OLTP: On-line Transaction Processing. Real-Time: Em português Tempo Real - Aplicativo capaz de lidar com novos dados tão rápido que parece que a tarefa foi executada instantaneamente. SGBD: Sistema Gerenciador de Banco de Dados. URL: Uma tentativa de padronizar a localização ou os detalhes de endereçamento dos recursos da Internet. Bastante utilizado para se referir a uma conexão WWW. XML: XML (Extensible Markup Language) é uma recomendação da W3C para gerar linguagens de marcação para necessidades especiais. Winp: Aplicações desenvolvidas em plataformas OS.

8 vi RESUMO Este projeto tem como objetivo a aplicação da Engenharia da Informação para o desenvolvimento de um protótipo de Data Webhouse que facilite a tomada de decisões do usuário, uma vez que o crescimento de informação na web tem aumentado e com isso há a necessidade de armazenar dados de forma mais compacta, segura e de fácil acesso. Na primeira fase, tomando as fases da Engenharia da Informação como guia, o projeto apresenta uma solução simples e de fácil compreensão de um Data Warehouse utilizando a ferramenta SQL Server 2000 da Microsoft. Na segunda fase é apresentada a modelagem das duas formas de Data Webhouse: levando o Warehouse para a Web e trazendo a Web para o Warehouse. Palavras-chave: Engenharia da Informação, Data Warehouse, Data Webhouse.

9 vii ABSTRACT This project has as objective the application of the Engineering of the Information for the development of an archetype of Webhouse Date that facilitates the taking of decisions of the user, a time who the growth of information in web has increased and with this it has the necessity to store given of more compact form, insurance and of easy access. In the first phase, taking the phases of the Engineering of the Information as guide, the project presents a simple solution and of easy understanding of one Warehouse Date using tool SQL Server 2000 of the Microsoft. In the second phase the modeling of the two forms of Webhouse Date is presented: "taking the Warehouse for the Web" and "bringing the Web for the Warehouse". Key-word: Engineering of the Information, Dates Warehouse, Dates Webhouse.

10 8 1. INTRODUÇÃO Nos últimos anos a explosão de informações na Web obrigou a tecnologia da informação a disponibilizar conteúdos de sistemas, informações e transações, numa interface tipo browser, com isso a Web logo se tornou uma tecnologia barata e de fácil comunicação. Devido a esse crescimento e da necessidade de se obter dados mais rápidos e seguros, o uso de técnicas para o desenvolvimento de aplicações que manipulem essas informações é indispensável, como é o caso da Engenharia da Informação, que aborda de forma exata as informações necessárias para o bom funcionamento do empreendimento. MARTIN (1988) Durante todo esse processo, as organizações têm desenvolvido tecnologias para disponibilizar informações a respeito de seus negócios para seus analistas, um exemplo seria o Data Warehouse. NETO (1988) Segundo CAMPOS (2001), um Data Warehouse é um repositório de dados voltado à tomada de decisão, gerenciando imensos conjuntos de dados para se ter uma visão mais ampla das informações relacionadas à organização. A grande procura por sistemas via Web não diminuiu a importância do Data Warehouse e sim aumentou sua expectativa de como a informação pode ser disponibilizada na Web. Do cruzamento entre Data Warehouse e Web surgiu o Data Webhouse. Existem duas técnicas de exportação do Data Warehouse para a internet: na primeira a internet acessa a base de dados do Data Warehouse e na segunda a base de dados é exportada para o servidor Web. Uma das missões do Data Webhouse é armazenar informações para o processo de decisão, armazenando a interação dos clientes com o Website. Uma empresa que melhor conhece seus clientes além de possuir um diferencial a mais obtém com maior facilidade as informações para a tomada de decisões. O intento desse projeto é aplicar as fases da Engenharia da Informação para o desenvolvimento do protótipo de Data Webhouse. Para isso, será modelada um Data Warehouse tendo a base de dados o exemplo disponibilizado junto com o Analysis Services da Microsoft. A base chama-se Foodmart 2000 e contem dados relacionados a uma rede fictícia de supermercados.

11 9 Após a modelagem do Data Warehouse, utilizando as fases da Engenharia da Informação será gerado o projeto do Data Webhouse, parte fundamental para o desenvolvimento do protótipo. O primeiro capitulo abrange os conceitos sobre Engenharia da Informação, em seguido é definido os conceitos de Data Warehouse. No terceiro capitulo é descrito o desenvolvimento do Data Warehouse utilizando a base de dados do SQL Server, por fim é conceituado as técnicas de desenvolvimento de um Data Webhouse. No projeto é apresentado duas soluções para o desenvolvimento de um Data Webhouse, na primeira o Data Warehouse é disponibilizado na Web tornando suas informações acessíveis de qualquer lugar no mundo desvinculando a necessidade do analista ter que estar na empresa para poder analisar informações referente a empresa. E na segunda solução a seqüência de cliques de um Website é armazenada em um warehouse de forma que o analista consiga analisar esses dados e conseguir informações peculiares sobre os usuários que utilizam o Website para realizar comercio.

12 10 2. ENGENHARIA DA INFORMAÇÃO Nos últimos anos a explosão de informações tanto em plataformas Web quanto Wimp obrigou a tecnologia da informação a disponibilizar conteúdos de sistemas, informações e transações de uma forma mais rápida e segura. Devido a esse crescimento, o uso de técnicas para o desenvolvimento de aplicações que manipulem essas informações é indispensável, como é o caso da Engenharia da Informação que aborda de forma exata as informações necessárias para o bom funcionamento do empreendimento. MARTIN (1991) A sociedade orientada ao serviço e a informação, requer que os negócios continuem a usar a Engenharia da Informação para reduzir custos, melhorar a qualidade da tomada de decisão e ganhar ou manter vantagem competitiva. Os negócios aumentarão a utilização das técnicas da Engenharia da Informação nos produtos e serviços aos consumidores. As organizações que esperam continuar competitivas buscarão profissionais que sejam treinados no uso dessas técnicas, e que possam reconhecer aplicações potenciais da engenharia da informação sendo capazes de usar essa metodologia no seu trabalho diário. Isto implica na crença de que uma organização necessita de um plano para funcionar efetivamente e que o sucesso é relacionado com a identificação dos sistemas de informação que irão beneficiar a organização e auxiliá-la a alcançar seus objetivos estratégicos. 2.1 A Pirâmide da Engenharia da Informação Para NETO (1988), Engenharia da Informação é um conjunto de técnicas subdivididas em fases que permite planejar, analisar, projetar, construir e manutenir um sistema de processamento de dados. A Engenharia da Informação, através da utilização de técnicas similares à da Engenharia tradicional, procura tratar as informações necessárias para o bom funcionamento de um empreendimento, de forma exata e com conceitos formais, a fim de desenvolver sistemas de processamento de dados.

13 11 A Engenharia da Informação não deve ser considerada uma metodologia rígida, assim, como a Engenharia de Software, mas uma classe genérica de metodologias. A metodologia tem que ser formal, computadorizada e aceita em todo o segmento da organização que utiliza a engenharia da informação. Para NETO (1988), pode-se representar a Engenharia de Informação como uma pirâmide de quatro faces distintas, sustentadas respectivamente por dados, atividades, tecnologia e pessoas. Cada uma dessas faces, dentro da abordagem top-down, apresenta cinco fases integradas, interagentes, progressivas e seqüentes para o desenvolvimento de sistemas de processamento de dados, abrangendo o planejamento estratégico, a análise das áreas de negócios da empresa, o projeto, a construção e a manutenção do sistema, conforme ilustrado na figura a seguir: PLANEJAMENTO ANÁLISE PROJETO CONSTRUÇÃO MANUTENÇÃO Figura 2.1: Fases da Pirâmide da Engenharia da Informação. NETO(1998) Nota-se que cada face (lado) da pirâmide representa uma visão que é subdividida em 5 fases, que seriam as fazes de desenvolvimento de um projeto utilizando a Engenharia da Informação. Como foi visto a engenharia da Informação pode ser representada por uma pirâmide de quatro faces, sendo elas, dados, atividades, tecnologias e pessoas, cada uma com um ângulo de visão diferente, mas ambas com o mesmo objetivo final. Dados: São à base de sustentação das informações essenciais para a sobrevivência da empresa, para as decisões a serem tomadas a curto e longo prazo e para planejar formas de eliminar concorrências.

14 12 Cada informação dessas, está na forma de um atributo, como em uma base de dados normal, que ao se inter-relacionarem formam uma classe de dados, logo, a interrelação entre essas classes de dados formará uma entidade. Atividades: é a face referente aos aspectos funcionais da empresa, ou seja, sustenta os processos gerenciais e as atividades que devem ser executadas para que a mesma atinja seus objetivos. Essa face apresenta muitas mudanças devido ao avanço tecnológico e com as constantes mudanças da organização para se adaptar ao mercado. Tecnologia: esta face refere-se aos recursos tecnológicos e as ferramentas que a empresa dispõe para tornar permanente a sua existência, para poder sustentar sua base de dados e executar suas atividades. É a face que apresenta maior transformação, e isto se deve ao fato de estar em constante desenvolvimento, principalmente no que diz respeito ao apoio computadorizado no tratamento das informações. Pessoas: esta face esta relacionada com a equipe de desenvolvimento, levando em consideração seus perfis profissionais. 2.2 Fases da Engenharia da Informação Segundo MARTIN (1991), a Engenharia da Informação foi dividida em cinco fases: Planejamento estratégico da informação; Analise das áreas de negócios; Projeto; Construção; Manutenção.

15 Planejamento estratégico de informações Devido aos avanços tecnológicos e competitivos há uma necessidade de elaboração de um planejamento estratégico de informações que apóie o planejamento estratégico empresarial REZENDE (2003). Existem varias formas de planejar as estratégias de uma empresa: Planejamento em nível de área funcional: os trabalhos são limitados a uma área especifica da empresa. Planejamento horizonte temporal: é realizado um planejamento para a organização, visando resultados a curto, médio e longo prazo. Planejamento em nível corporativo: nesse caso é necessário que a empresa tenha alguma filial e ou subsidiária, para que se faça um planejamento em nível corporativo considerando todas as partes do grupo. Planejamento mutuamente exclusivo: é levado em consideração as informações como, a complexibilidade/simplicidade, qualidade/quantidade, estratégico/tático, etc. Planejamento em nível macro: é definida uma seqüência de passos a serem seguidos, ou seja, define-se a missão os objetivos, estratégias, políticas, programas e orçamento. Cada abordagem apresentada acima não deve ser aplicada unicamente para uma empresa. Seria mais inteligente fazer uma fusão entre duas ou mais estratégias, dependendo da necessidade de cada empresa. MARTIN (1991) A visão dos Dados A visão dos dados dentro do planejamento estratégico tem por objetivo gerar todas as informações necessárias da empresa para o andamento do negócio, considerando tanto o ambiente interno, onde as informações são mais estáveis podendo ser facilmente manipuladas e planejadas, quanto o ambiente externo, onde os dados são mais dinâmicos mudam constantemente e são mais difíceis de serem obtidos.

16 14 Para que os dados sejam bem modelados é necessário que o diálogo entre as partes interagentes seja de fácil compreensão. Para isso é necessário representar a modelagem de dados graficamente, com uma sintaxe familiar para os profissionais. BERNARDO (1998) O modelo de dados corporativo visa fixar metas e cumpri-las, ou seja, uma vez que a missão e os objetivos tenham sido definidos, ele faz com que todos os passos sejam realizados de forma que as atividades sejam suportadas pelo modelo, sem faltar nenhum objetivo Visão das Atividades O modelo funcional da empresa é um dos requisitos mais importante na fase de planejamento. Ele é disposto em um diagrama cujos elementos funcionais da empresa estão apresentados hierarquicamente, sendo a raiz a própria empresa. Partindo da raiz que é a empresa, a arvore da decomposição funcional ramifica-se em dois níveis subseqüentes: as áreas funcionais e os processos gerenciais. Para identificar as áreas funcionais é necessário os recursos da empresa que estão relacionados com o seu ciclo de vida. Já os processos gerenciais são identificados a partir do ciclo de vida de cada área funcional. MARTIN (1991) A visão da Tecnologia Na fase de planejamento é de suma importância o conhecimento a respeito das tecnologias internas da empresa, das disponíveis no mercado e as tendências de mercado MARTIN (1991). Um outro fator a ser levado em consideração é o estudo das tecnologias utilizadas pelas concorrências. Nesta fase não se deve esquecer do consumidor, o impacto que as tecnologias/inovações podem causar sobre os mesmos.

17 A visão das Pessoas Segundo BERNARDO (1998) o analista de negócios responsável pela visão das pessoas deve possuir um perfil que englobe técnicas e conhecimentos compatíveis com a fase de planejamento estratégico de informações, pois o mesmo será o indicador de qual o melhor nível para a aplicação, por essa importância ele deve possuir o seguinte perfil profissional: Conhecer todas as atividades da empresa; Conhecer e aplicar as técnicas na engenharia da informação; Conhecer e aplicar as técnicas de modelagem de dados; Conhecer as técnicas de decomposição funcional; Conhecer e aplicar técnicas de entrevista; Não prender-se as implementações físicas dos sistemas. 2.4 Análise das Áreas de Negócios da Empresa Após a conclusão da fase de planejamento estratégico de informações, é feita a análise das áreas de negócios da empresa, que como o próprio nome já diz, visa identificar as áreas mais necessitadas de apoio, de sistemas de processamento de dados A Visão dos Dados A face dos dados está voltada a obtenção do modelo de dados da área priorizada, com a base de entidades bem definida, e a identificação de cada atributo das classes de dados, obtendo um modelo final estável, normalizado e sem redundâncias. NETO (1988) Na fase de planejamento começam ser extraídas as entidades e as classes de dados dos questionários de apoio, com o objetivo de formar o modelo de dados corporativo. Já na fase de análise o modelo vai sendo enriquecido com novos atributos.

18 16 Após a identificação do modelo de dados, começa o trabalho de modelagem de dados, ou seja, eliminação de redundâncias, normalizações, identificação dos relacionamentos e a identificação das cardinalidade. Nota-se que após esse processo o modelo de dados torna-se mais estável. O modelo deve ser capaz de absorver dados instáveis, ou seja, dados como os da política interna da empresa, definições de crédito, preços, salários, e dados oriundos do ambiente externo a empresa como, por exemplo, mudanças na economia, no governo, na moeda. BERNARDO (1998) Decomposição de Dados em Atributos Uma classe de dados nada mais é do que um grupo lógico de atributos. NETO (1988) O primeiro passo para a decomposição é identificar qual usuário tinha tal necessidade de informação, após isso se faz uma entrevista com o mesmo, para que possam ser identificados os relacionamentos dos atributos envolvidos na classe. Com o decorrer desses passos torna-se visível a necessidade de se manter um dicionário de dados para essa nova classe de dados para evitar as redundâncias. A medida que os atributos são identificados devem ser incluídos no dicionário de dados Eliminação das Redundâncias e Normalização Redundância ocorre quando um atributo está em mais de uma entidade distinta, nesse caso é importante fazer uma verificação nas informações, identificando as redundâncias em entidades não relacionadas, eliminando-se as repetições dos dados. A normalização é um processo que examina os atributos de uma entidade, com o objetivo de evitar redundâncias observadas na inclusão, exclusão e extração de tuplas. SOUZA (2002) Neste processo ocorre a simplificação dos atributos, ou seja, eliminam-se os grupos repetidos, dependências parciais, dependências transitivas, dados redundantes e dependências

19 17 multivalentes, com o objetivo de deixar o modelo mais estável reduzindo assim as necessidades de manutenção Administração de Dados A administração de dados tem por objetivo manter um controle sobre os dados da empresa. NETO (1988) Os administradores de dados possuem algumas funções dentre elas destacam-se: determinar as necessidades de informação da empresa, criar e manter os modelos de dados empresariais, obterem concordância entre os usuários, garantir que a equipe de desenvolvimento obedeça aos modelos de dados e resolver os conflitos sobre incompatibilidade e representação de dados. MARTIN (1991) Para que se possa ter uma administração de dados eficaz é necessário que a empresa possua um bom dicionário de dados, permitindo representações de atributos e entidades. Um bom dicionário de dados torna a fase de manutenção muito mais fácil e eficaz A Visão das Atividades O objetivo dessa fase é realizar sucessivas decomposições dos processos gerenciais, ou seja, subdividir um processo complexo em vários processos mais simples. Para que essa subdivisão possa ser realizada é necessário ter definido o contexto e as atividades de cada processo. O contexto seria o processo mais complexo, ou seja, um processo formado por farias atividades. SOUZA (2002) A técnica de decomposição de processos permite efetuar um estudo dos procedimentos de um processo, sem levar em considerações fluxos de dados entre eles. Segundo NETO (1988), essa decomposição deve seguir alguns critérios: Delimitar o contexto para o processo gerencial: O contexto é composto por apenas um processo, ou seja, ele engloba toda uma área da empresa como, por exemplo, a área de recursos humanos que é formada por diversas atividades.

20 18 Subdividir o contexto em atividades: É a subdivisão do processo contexto em suas atividades, ou seja, é a subdivisão das atividades que formam o processo gerencial. Subdividir essas atividades até alcançar o nível mais simples: Após a identificação das principais atividades do contexto faz-se uma subdivisão de cada atividade até chegar a um nível mais simples Análise Estruturada A análise estruturada fornece uma técnica de modelagem da realidade, onde podem ser estabelecidas especificações precisas, baseando-se nos diagramas de fluxo de dados. Umas das vantagens de se utilizar esse modelo é a rápida identificação das falhas, pois a mesma testa e valida o modelo junto com o usuário, NETO (1988) O diagrama de fluxo de dados estuda o problema do nível mais alto de abstração, estendendo-se até o nível mais detalhado. São representados por recursos gráficos, sendo multidimensionais. O DFD, como é chamado, possui quatro símbolos para sua representação: fluxo de dados, processos, agentes externos e armazenamentos, BERNARDO (1998) Diagrama de Navegação de Dados Para que se possa ter um bom diagrama de navegação faz-se necessário que o modelo de dados esteja completo e estável. Para cada procedimento é necessário identificar todos os processos envolvidos. Após isso o projetista deve indicar para cada entidade qual o tipo de operação que será realizada, ou seja, criar, ler, atualizar ou excluir. A próxima etapa é identificar a seqüência de acesso através do submodelo. O objetivo final do diagrama de navegação é construir um diagrama de ação equivalente, ou seja, escreve-se a lógica do procedimento que está envolvendo aquele submodelo de dados, NETO (1988)

21 Especificação de Processo Segundo NETO (1988), as especificações podem ser feitas pelas seguintes ferramentas: Linguagens Estruturadas: As linguagens estruturadas são divididas em: estruturado, compacto e pseudocódigo. Elas podem ser entendidas como a representação de uma linguagem de máquina na linguagem humana. Árvore de Decisão: Essa ferramenta normalmente é utilizada quando temos que representar uma lógica relativamente complexa, de difícil compreensão. Representa as ações em uma arvore, onde os nós podem assumir verdadeiro ou falso. Tabela de decisão: Também é utilizada para representação de lógicas complexas, onde as tabelas são constituídas de uma representação tabular bidimensional, associando as condições às ações Protótipo Segundo SOUZA (2002), protótipo é um primeiro tipo de exemplo de um determinado projeto, que se pretende por em prática. Serve como modelo de avaliação e verificação do seu comportamento quando testado em um ambiente natural. Através da visualização do protótipo, pode-se observar alguns detalhes de funcionalidade e adequação antes de implantar o projeto final. Naturalmente alguns sistemas são mais apropriados para o uso da fase de prototipação que outros. As principais características que definem isso são: O sistema é processado on-line; Sistemas que possuem muitos dados e relacionamentos, porém, sem apresentarem lógicas muito complexas; O sistema pertencer a usuários dispostos e disponíveis para participar dos testes ativamente; Poder usar esse modelo.

22 Visão da tecnologia Nesta fase pode-se notar que há um conhecimento exato dos recursos tecnológicos disponíveis e aqueles que serão utilizados ao longo do tempo. Todas essas informações devem estar evidentes para toda a equipe de desenvolvimento do projeto, levando em conta a capacitação de cada um e distribuindo os mesmos para suas áreas. No decorrer desta mesma fase há a necessidade de acompanhar o avanço das tecnologias e suas tendências e a reação que causa nos usuários, nunca deixando de lado a visão do custo beneficio das mesmas Visão das Pessoas Segundo REZENDE (2003), uma das mais importantes peças na implementação do sistema é o analista de negócios, que nesta fase já está mais interagido com o projeto. Como cada analista de negócio vai trabalhar em uma ou mais áreas funcionais, ele deve preencher alguns requisitos: Ter total domínio da área funcional que vai trabalhar; Conhecer profundamente a metodologia de Engenharia da Informação; Conhecer técnicas de modelagem de dados; Ter conhecimento sobre técnicas de decomposição funcional; Saber se expressar; Conhecer e aplicar técnicas de analise estruturada; Conhecer a técnica de prototipação; Ter total domínio das implementações do sistema físico atual.

23 Projeto Após o término da análise das áreas de negócios da empresa começa a fase de projeto do sistema, que corresponde a terceira etapa da Engenharia da Informação. Esta fase fornecerá as informações necessárias para atingir uma boa implementação Visão dos Dados Nesta fase haverá a migração do modelo de dados para o projeto conceitual do banco de dados, que suportará as informações básicas do sistema, especificando fisicamente seus objetos, a um nível de detalhe compatível com o modelo escolhido e com os hardwares e softwares escolhidos. NETO (1988) Projeto Conceitual do Banco de Dados Primeiramente é necessário escolher um bom SGBD Gerenciador de Banco de Dados, facilitando o controle dos dados, eliminando as redundâncias e possibilitando o desenvolvimento de novas aplicações com os dados já existentes. Um cuidado que se deve tomar é a comunicação entre os bancos de dados, visto que as áreas da empresa são comunicáveis. MELLO (2005) Na fase de projeto conceitual devem-se fazer vários bancos de dados, um para cada área da empresa evitando-se assim transtornos com manutenção, o que provavelmente ocorreria se tivéssemos apenas um banco de dados. Um cuidado que se deve tomar é qual modelo de banco de dados que serão usados. Segundo TAKAI (2005), os principais modelos são: Banco de Dados Relacional: Possui uma representação simples e natural. A estrutura lógica é formada por tabelas denominadas relações, onde cada linha é chamada de tupla. Cada tupla é formada pelos itens de dados, ou seja, uma combinação de valores;

Data Warehousing. Leonardo da Silva Leandro. CIn.ufpe.br

Data Warehousing. Leonardo da Silva Leandro. CIn.ufpe.br Data Warehousing Leonardo da Silva Leandro Agenda Conceito Elementos básicos de um DW Arquitetura do DW Top-Down Bottom-Up Distribuído Modelo de Dados Estrela Snowflake Aplicação Conceito Em português:

Leia mais

Sistemas de Informação James A. O Brien Editora Saraiva Capítulo 5

Sistemas de Informação James A. O Brien Editora Saraiva Capítulo 5 Para entender bancos de dados, é útil ter em mente que os elementos de dados que os compõem são divididos em níveis hierárquicos. Esses elementos de dados lógicos constituem os conceitos de dados básicos

Leia mais

TÓPICOS AVANÇADOS EM ENGENHARIA DE SOFTWARE

TÓPICOS AVANÇADOS EM ENGENHARIA DE SOFTWARE TÓPICOS AVANÇADOS EM ENGENHARIA DE SOFTWARE Engenharia de Computação Professor: Rosalvo Ferreira de Oliveira Neto OLPT x OLAP Roteiro OLTP Datawarehouse OLAP Operações OLAP Exemplo com Mondrian e Jpivot

Leia mais

Data Warehouse Processos e Arquitetura

Data Warehouse Processos e Arquitetura Data Warehouse - definições: Coleção de dados orientada a assunto, integrada, não volátil e variável em relação ao tempo, que tem por objetivo dar apoio aos processos de tomada de decisão (Inmon, 1997)

Leia mais

DATA WAREHOUSE. Rafael Ervin Hass Raphael Laércio Zago

DATA WAREHOUSE. Rafael Ervin Hass Raphael Laércio Zago DATA WAREHOUSE Rafael Ervin Hass Raphael Laércio Zago Roteiro Introdução Aplicações Arquitetura Características Desenvolvimento Estudo de Caso Conclusão Introdução O conceito de "data warehousing" data

Leia mais

Data Warehouses Uma Introdução

Data Warehouses Uma Introdução Data Warehouses Uma Introdução Alex dos Santos Vieira, Renaldy Pereira Sousa, Ronaldo Ribeiro Goldschmidt 1. Motivação e Conceitos Básicos Com o advento da globalização, a competitividade entre as empresas

Leia mais

UNIVERSIDADE REGIONAL DE BLUMENAU CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E NATURAIS CURSO DE CIÊNCIAS DA COMPUTAÇÃO (Bacharelado)

UNIVERSIDADE REGIONAL DE BLUMENAU CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E NATURAIS CURSO DE CIÊNCIAS DA COMPUTAÇÃO (Bacharelado) UNIVERSIDADE REGIONAL DE BLUMENAU CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E NATURAIS CURSO DE CIÊNCIAS DA COMPUTAÇÃO (Bacharelado) SISTEMA INTERNO INTEGRADO PARA CONTROLE DE TAREFAS INTERNAS DE UMA EMPRESA DE DESENVOLVIMENTO

Leia mais

Data Warehouse. Debora Marrach Renata Miwa Tsuruda

Data Warehouse. Debora Marrach Renata Miwa Tsuruda Debora Marrach Renata Miwa Tsuruda Agenda Introdução Contexto corporativo Agenda Introdução Contexto corporativo Introdução O conceito de Data Warehouse surgiu da necessidade de integrar dados corporativos

Leia mais

Modelo de dados do Data Warehouse

Modelo de dados do Data Warehouse Modelo de dados do Data Warehouse Ricardo Andreatto O modelo de dados tem um papel fundamental para o desenvolvimento interativo do data warehouse. Quando os esforços de desenvolvimentos são baseados em

Leia mais

MSc. Daniele Carvalho Oliveira

MSc. Daniele Carvalho Oliveira MSc. Daniele Carvalho Oliveira AULA 2 Administração de Banco de Dados: MSc. Daniele Oliveira 2 CONCEITOS FUNDAMENTAIS DE BANCO DE DADOS Administração de Banco de Dados: MSc. Daniele Oliveira 3 Conceitos

Leia mais

SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO... 2 2. O QUE É DATA WAREHOUSE?... 2 3. O QUE DATA WAREHOUSE NÃO É... 4 4. IMPORTANTE SABER SOBRE DATA WAREHOUSE... 5 4.

SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO... 2 2. O QUE É DATA WAREHOUSE?... 2 3. O QUE DATA WAREHOUSE NÃO É... 4 4. IMPORTANTE SABER SOBRE DATA WAREHOUSE... 5 4. SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO... 2 2. O QUE É DATA WAREHOUSE?... 2 3. O QUE DATA WAREHOUSE NÃO É... 4 4. IMPORTANTE SABER SOBRE DATA WAREHOUSE... 5 4.1 Armazenamento... 5 4.2 Modelagem... 6 4.3 Metadado... 6 4.4

Leia mais

5 Estudo de Caso. 5.1. Material selecionado para o estudo de caso

5 Estudo de Caso. 5.1. Material selecionado para o estudo de caso 5 Estudo de Caso De modo a ilustrar a estruturação e representação de conteúdos educacionais segundo a proposta apresentada nesta tese, neste capítulo apresentamos um estudo de caso que apresenta, para

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DOS RECURSOS DE DADOS

ADMINISTRAÇÃO DOS RECURSOS DE DADOS Capítulo 7 ADMINISTRAÇÃO DOS RECURSOS DE DADOS 7.1 2003 by Prentice Hall OBJETIVOS Por que as empresas sentem dificuldades para descobrir que tipo de informação precisam ter em seus sistemas de informação?

Leia mais

Prova INSS RJ - 2007 cargo: Fiscal de Rendas

Prova INSS RJ - 2007 cargo: Fiscal de Rendas Prova INSS RJ - 2007 cargo: Fiscal de Rendas Material de Apoio de Informática - Prof(a) Ana Lucia 53. Uma rede de microcomputadores acessa os recursos da Internet e utiliza o endereço IP 138.159.0.0/16,

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DOS RECURSOS DE DADOS

ADMINISTRAÇÃO DOS RECURSOS DE DADOS 7 ADMINISTRAÇÃO DOS RECURSOS DE DADOS OBJETIVOS Por que as empresas sentem dificuldades para descobrir que tipo de informação precisam ter em seus sistemas de informação ão? Como um sistema de gerenciamento

Leia mais

Etapas da evolução rumo a tomada de decisão: Aplicações Isoladas: dados duplicados, dados inconsistentes, processos duplicados.

Etapas da evolução rumo a tomada de decisão: Aplicações Isoladas: dados duplicados, dados inconsistentes, processos duplicados. Histórico Etapas da evolução rumo a tomada de decisão: Aplicações Isoladas: dados duplicados, dados inconsistentes, processos duplicados. Sistemas Integrados: racionalização de processos, manutenção dos

Leia mais

Empresa de Informática e Informação do Município de Belo Horizonte S/A PRODABEL

Empresa de Informática e Informação do Município de Belo Horizonte S/A PRODABEL Empresa de Informática e Informação do Município de Belo Horizonte S/A PRODABEL Diretoria de Sistema - DS Superintendência de Arquitetura de Sistemas - SAS Gerência de Arquitetura de Informação - GAAS

Leia mais

Banco de Dados - Senado

Banco de Dados - Senado Banco de Dados - Senado Exercícios OLAP - CESPE Material preparado: Prof. Marcio Vitorino OLAP Material preparado: Prof. Marcio Vitorino Soluções MOLAP promovem maior independência de fornecedores de SGBDs

Leia mais

LEVANTAMENTO DE REQUISITOS SEGUNDO O MÉTODO VOLERE

LEVANTAMENTO DE REQUISITOS SEGUNDO O MÉTODO VOLERE LEVANTAMENTO DE REQUISITOS SEGUNDO O MÉTODO VOLERE RESUMO Fazer um bom levantamento e especificação de requisitos é algo primordial para quem trabalha com desenvolvimento de sistemas. Esse levantamento

Leia mais

Módulo 4: Gerenciamento de Dados

Módulo 4: Gerenciamento de Dados Módulo 4: Gerenciamento de Dados 1 1. CONCEITOS Os dados são um recurso organizacional decisivo que precisa ser administrado como outros importantes ativos das empresas. A maioria das organizações não

Leia mais

DATA WAREHOUSE. Introdução

DATA WAREHOUSE. Introdução DATA WAREHOUSE Introdução O grande crescimento do ambiente de negócios, médias e grandes empresas armazenam também um alto volume de informações, onde que juntamente com a tecnologia da informação, a correta

Leia mais

Planejamento Estratégico de TI. Prof.: Fernando Ascani

Planejamento Estratégico de TI. Prof.: Fernando Ascani Planejamento Estratégico de TI Prof.: Fernando Ascani Data Warehouse - Conceitos Hoje em dia uma organização precisa utilizar toda informação disponível para criar e manter vantagem competitiva. Sai na

Leia mais

04/08/2012 MODELAGEM DE DADOS. PROF. RAFAEL DIAS RIBEIRO, M.Sc. @ribeirord MODELAGEM DE DADOS. Aula 1. Prof. Rafael Dias Ribeiro. M.Sc.

04/08/2012 MODELAGEM DE DADOS. PROF. RAFAEL DIAS RIBEIRO, M.Sc. @ribeirord MODELAGEM DE DADOS. Aula 1. Prof. Rafael Dias Ribeiro. M.Sc. MODELAGEM DE DADOS PROF. RAFAEL DIAS RIBEIRO, M.Sc. @ribeirord MODELAGEM DE DADOS Aula 1 Prof. Rafael Dias Ribeiro. M.Sc. @ribeirord 1 Objetivos: Apresenta a diferença entre dado e informação e a importância

Leia mais

Identificar as mudanças que acontecem na forma e no uso de apoio à decisão em empreendimentos de e-business. Identificar o papel e alternativas de

Identificar as mudanças que acontecem na forma e no uso de apoio à decisão em empreendimentos de e-business. Identificar o papel e alternativas de 1 Identificar as mudanças que acontecem na forma e no uso de apoio à decisão em empreendimentos de e-business. Identificar o papel e alternativas de relatórios dos sistemas de informação gerencial. Descrever

Leia mais

FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO @ribeirord FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Rafael D. Ribeiro, M.Sc,PMP. rafaeldiasribeiro@gmail.com http://www.rafaeldiasribeiro.com.br Lembrando... Aula 4 1 Lembrando... Aula 4 Sistemas de apoio

Leia mais

Sistemas de Informação Aplicados a AgroIndústria Utilizando DataWarehouse/DataWebhouse

Sistemas de Informação Aplicados a AgroIndústria Utilizando DataWarehouse/DataWebhouse Sistemas de Informação Aplicados a AgroIndústria Utilizando DataWarehouse/DataWebhouse Prof. Dr. Oscar Dalfovo Universidade Regional de Blumenau - FURB, Blumenau, Brasil dalfovo@furb.br Prof. Dr. Juarez

Leia mais

Resumo dos principais conceitos. Resumo dos principais conceitos. Business Intelligence. Business Intelligence

Resumo dos principais conceitos. Resumo dos principais conceitos. Business Intelligence. Business Intelligence É um conjunto de conceitos e metodologias que, fazem uso de acontecimentos e sistemas e apoiam a tomada de decisões. Utilização de várias fontes de informação para se definir estratégias de competividade

Leia mais

MATERIAL DIDÁTICO: APLICAÇÕES EMPRESARIAIS SISTEMA DE APOIO À DECISÃO (SAD)

MATERIAL DIDÁTICO: APLICAÇÕES EMPRESARIAIS SISTEMA DE APOIO À DECISÃO (SAD) AULA 07 MATERIAL DIDÁTICO: APLICAÇÕES EMPRESARIAIS SISTEMA DE APOIO À DECISÃO (SAD) JAMES A. O BRIEN MÓDULO 01 Páginas 286 à 294 1 AULA 07 SISTEMAS DE APOIO ÀS DECISÕES 2 Sistemas de Apoio à Decisão (SAD)

Leia mais

Data Warehousing Visão Geral do Processo

Data Warehousing Visão Geral do Processo Data Warehousing Visão Geral do Processo Organizações continuamente coletam dados, informações e conhecimento em níveis cada vez maiores,, e os armazenam em sistemas informatizados O número de usuários

Leia mais

Tópicos Avançados Business Intelligence. Banco de Dados Prof. Otacílio José Pereira. Unidade 10 Tópicos Avançados Business Inteligence.

Tópicos Avançados Business Intelligence. Banco de Dados Prof. Otacílio José Pereira. Unidade 10 Tópicos Avançados Business Inteligence. Tópicos Avançados Business Intelligence Banco de Dados Prof. Otacílio José Pereira Unidade 10 Tópicos Avançados Business Inteligence Roteiro Introdução Níveis organizacionais na empresa Visão Geral das

Leia mais

Complemento I - Noções Introdutórias em Data Warehouses

Complemento I - Noções Introdutórias em Data Warehouses Complemento I - Noções Introdutórias em Data Warehouses Esse documento é parte integrante do material fornecido pela WEB para a 2ª edição do livro Data Mining: Conceitos, técnicas, algoritmos, orientações

Leia mais

A evolução da tecnologia da informação nos últimos 45 anos

A evolução da tecnologia da informação nos últimos 45 anos A evolução da tecnologia da informação nos últimos 45 anos Denis Alcides Rezende Do processamento de dados a TI Na década de 1960, o tema tecnológico que rondava as organizações era o processamento de

Leia mais

srbo@ufpa.br www.ufpa.br/srbo

srbo@ufpa.br www.ufpa.br/srbo CBSI Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação BI Prof. Dr. Sandro Ronaldo Bezerra Oliveira srbo@ufpa.br www.ufpa.br/srbo Tópicos Especiais em Sistemas de Informação Faculdade de Computação Instituto

Leia mais

Análise e Projeto de Sistemas. Engenharia de Software. Análise e Projeto de Sistemas. Contextualização. Perspectiva Histórica. A Evolução do Software

Análise e Projeto de Sistemas. Engenharia de Software. Análise e Projeto de Sistemas. Contextualização. Perspectiva Histórica. A Evolução do Software Análise e Projeto de Sistemas Análise e Projeto de Sistemas Contextualização ENGENHARIA DE SOFTWARE ANÁLISE E PROJETO DE SISTEMAS ENGENHARIA DA INFORMAÇÃO Perspectiva Histórica Engenharia de Software 1940:

Leia mais

Uma Arquitetura de Gestão de Dados em Ambiente Data Warehouse

Uma Arquitetura de Gestão de Dados em Ambiente Data Warehouse Uma Arquitetura de Gestão de Dados em Ambiente Data Warehouse Alcione Benacchio (UFPR) E mail: alcione@inf.ufpr.br Maria Salete Marcon Gomes Vaz (UEPG, UFPR) E mail: salete@uepg.br Resumo: O ambiente de

Leia mais

Banco de Dados I. Introdução. Fabricio Breve

Banco de Dados I. Introdução. Fabricio Breve Banco de Dados I Introdução Fabricio Breve Introdução SGBD (Sistema Gerenciador de Banco de Dados): coleção de dados interrelacionados e um conjunto de programas para acessar esses dados Coleção de dados

Leia mais

Sistemas de Apoio à Decisão (SAD) - Senado

Sistemas de Apoio à Decisão (SAD) - Senado Sistemas de Apoio à Decisão (SAD) - Senado DW OLAP BI Ilka Kawashita Material preparado :Prof. Marcio Vitorino Sumário OLAP Data Warehouse (DW/ETL) Modelagem Multidimensional Data Mining BI - Business

Leia mais

Aplicação A. Aplicação B. Aplicação C. Aplicação D. Aplicação E. Aplicação F. Aplicação A REL 1 REL 2. Aplicação B REL 3.

Aplicação A. Aplicação B. Aplicação C. Aplicação D. Aplicação E. Aplicação F. Aplicação A REL 1 REL 2. Aplicação B REL 3. Sumário Data Warehouse Modelagem Multidimensional. Data Mining BI - Business Inteligence. 1 2 Introdução Aplicações do negócio: constituem as aplicações que dão suporte ao dia a dia do negócio da empresa,

Leia mais

Data Warehouse. Diogo Matos da Silva 1. Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, MG, Brasil. Banco de Dados II

Data Warehouse. Diogo Matos da Silva 1. Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, MG, Brasil. Banco de Dados II Data Warehouse Diogo Matos da Silva 1 1 Departamento de Computação Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, MG, Brasil Banco de Dados II Diogo Matos (DECOM - UFOP) Banco de Dados II Jun 2013 1 /

Leia mais

Gerenciamento de Dados e Gestão do Conhecimento

Gerenciamento de Dados e Gestão do Conhecimento ELC1075 Introdução a Sistemas de Informação Gerenciamento de Dados e Gestão do Conhecimento Raul Ceretta Nunes CSI/UFSM Introdução Gerenciando dados A abordagem de banco de dados Sistemas de gerenciamento

Leia mais

Business Intelligence. Business Intelligence. Business Intelligence. Business Intelligence. Business Intelligence

Business Intelligence. Business Intelligence. Business Intelligence. Business Intelligence. Business Intelligence Juntamente com o desenvolvimento desses aplicativos surgiram os problemas: & Data Warehouse July Any Rizzo Oswaldo Filho Década de 70: alguns produtos de BI Intensa e exaustiva programação Informação em

Leia mais

e-business A IBM definiu e-business como: GLOSSÁRIO

e-business A IBM definiu e-business como: GLOSSÁRIO Através do estudo dos sistemas do tipo ERP, foi possível verificar a natureza integradora, abrangente e operacional desta modalidade de sistema. Contudo, faz-se necessário compreender que estas soluções

Leia mais

Banco de Dados. Introdução. João Eduardo Ferreira Osvaldo Kotaro Takai. jef@ime.usp.br DCC-IME-USP

Banco de Dados. Introdução. João Eduardo Ferreira Osvaldo Kotaro Takai. jef@ime.usp.br DCC-IME-USP Banco de Dados Introdução João Eduardo Ferreira Osvaldo Kotaro Takai jef@ime.usp.br DCC-IME-USP Importância dos Bancos de Dados A competitividade das empresas depende de dados precisos e atualizados. Conforme

Leia mais

ERP Enterprise Resourse Planning Sistemas de Gestão Empresarial

ERP Enterprise Resourse Planning Sistemas de Gestão Empresarial ERP Enterprise Resourse Planning Sistemas de Gestão Empresarial Prof. Pedro Luiz de O. Costa Bisneto 14/09/2003 Sumário Introdução... 2 Enterprise Resourse Planning... 2 Business Inteligence... 3 Vantagens

Leia mais

Curso Data warehouse e Business Intelligence

Curso Data warehouse e Business Intelligence Curso Data warehouse e Business Intelligence Fundamentos, Metodologia e Arquitetura Apresentação Os projetos de Data Warehouse e Business Intelligence são dos mais interessantes e complexos de desenvolver

Leia mais

Checklist de Projeto de Data Warehouse

Checklist de Projeto de Data Warehouse Checklist de Projeto de Data Warehouse Prof. Dr. Jorge Rady de Almeida Jr. Escola Politécnica da USP F/1 Revisão de Projeto Design Review Após uma área de interesse tenha sido projetada e posta em operação

Leia mais

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br Centro Universitário de Volta Redonda - UniFOA Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro

Leia mais

CONSIDERAÇÕES SOBRE ATIVIDADES DE IDENTIFICAÇÃO, LOCALIZAÇÃO E TRATAMENTO DE DADOS NA CONSTRUÇÃO DE UM DATA WAREHOUSE

CONSIDERAÇÕES SOBRE ATIVIDADES DE IDENTIFICAÇÃO, LOCALIZAÇÃO E TRATAMENTO DE DADOS NA CONSTRUÇÃO DE UM DATA WAREHOUSE CONSIDERAÇÕES SOBRE ATIVIDADES DE IDENTIFICAÇÃO, LOCALIZAÇÃO E TRATAMENTO DE DADOS NA CONSTRUÇÃO DE UM DATA WAREHOUSE Fabio Favaretto Professor adjunto - Programa de Pós Graduação em Engenharia de Produção

Leia mais

Roteiro 2 Conceitos Gerais

Roteiro 2 Conceitos Gerais Roteiro 2 Conceitos Gerais Objetivos: UC Projeto de Banco de Dados Explorar conceitos gerais de bancos de dados; o Arquitetura de bancos de dados: esquemas, categorias de modelos de dados, linguagens e

Leia mais

Para construção dos modelos físicos, será estudado o modelo Relacional como originalmente proposto por Codd.

Para construção dos modelos físicos, será estudado o modelo Relacional como originalmente proposto por Codd. Apresentação Este curso tem como objetivo, oferecer uma noção geral sobre a construção de sistemas de banco de dados. Para isto, é necessário estudar modelos para a construção de projetos lógicos de bancos

Leia mais

Módulo 4. Construindo uma solução OLAP

Módulo 4. Construindo uma solução OLAP Módulo 4. Construindo uma solução OLAP Objetivos Diferenciar as diversas formas de armazenamento Compreender o que é e como definir a porcentagem de agregação Conhecer a possibilidade da utilização de

Leia mais

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E DIAGRAMA DE FLUXO DE DADOS

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E DIAGRAMA DE FLUXO DE DADOS ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E DIAGRAMA DE FLUXO DE DADOS Maria Vitória Marim Ferraz Pinto da SILVA Eng., Mestranda pela Universidade Federal de São Carlos. Rodovia Washington Luiz,

Leia mais

Modelagem de Sistemas de Informação

Modelagem de Sistemas de Informação Modelagem de Sistemas de Informação Professora conteudista: Gislaine Stachissini Sumário Modelagem de Sistemas de Informação Unidade I 1 SISTEMAS DE INFORMAÇÃO...1 1.1 Conceitos...2 1.2 Objetivo...3 1.3

Leia mais

Adriano Maranhão BUSINESS INTELLIGENCE (BI),

Adriano Maranhão BUSINESS INTELLIGENCE (BI), Adriano Maranhão BUSINESS INTELLIGENCE (BI), BUSINESS INTELLIGENCE (BI) O termo Business Intelligence (BI), popularizado por Howard Dresner do Gartner Group, é utilizado para definir sistemas orientados

Leia mais

Data Warehouses. Alunos: Diego Antônio Cotta Silveira Filipe Augusto Rodrigues Nepomuceno Marcos Bastos Silva Roger Rezende Ribeiro Santos

Data Warehouses. Alunos: Diego Antônio Cotta Silveira Filipe Augusto Rodrigues Nepomuceno Marcos Bastos Silva Roger Rezende Ribeiro Santos Data Warehouses Alunos: Diego Antônio Cotta Silveira Filipe Augusto Rodrigues Nepomuceno Marcos Bastos Silva Roger Rezende Ribeiro Santos Conceitos Básicos Data Warehouse(DW) Banco de Dados voltado para

Leia mais

Universidade Federal de Santa Maria Curso de Arquivologia. Disciplina de Banco de Dados Aplicados à Arquivística. Versao 1.

Universidade Federal de Santa Maria Curso de Arquivologia. Disciplina de Banco de Dados Aplicados à Arquivística. Versao 1. Universidade Federal de Santa Maria Curso de Arquivologia Disciplina de Banco de Dados Aplicados à Arquivística Prof. Andre Zanki Cordenonsi Versao 1.0 Março de 2008 Tópicos Abordados Conceitos sobre Banco

Leia mais

CAPÍTULO 5. Introdução ao Gerenciamento de Bancos de Dados.

CAPÍTULO 5. Introdução ao Gerenciamento de Bancos de Dados. CAPÍTULO 5. Introdução ao Gerenciamento de Bancos de Dados. VISÃO GERAL DO CAPÍTULO O objetivo do capítulo é enfatizar o gerenciamento dos recursos de dados de organizações que utilizam computadores. O

Leia mais

Palavras-chave: On-line Analytical Processing, Data Warehouse, Web mining.

Palavras-chave: On-line Analytical Processing, Data Warehouse, Web mining. BUSINESS INTELLIGENCE COM DADOS EXTRAÍDOS DO FACEBOOK UTILIZANDO A SUÍTE PENTAHO Francy H. Silva de Almeida 1 ; Maycon Henrique Trindade 2 ; Everton Castelão Tetila 3 UFGD/FACET Caixa Postal 364, 79.804-970

Leia mais

Business Intelligence e ferramentas de suporte

Business Intelligence e ferramentas de suporte O modelo apresentado na figura procura enfatizar dois aspectos: o primeiro é sobre os aplicativos que cobrem os sistemas que são executados baseados no conhecimento do negócio; sendo assim, o SCM faz o

Leia mais

Criação de Consultas e Relatórios no Access CRIAÇÃO DE CONSULTAS E RELATÓRIOS NO ACCESS

Criação de Consultas e Relatórios no Access CRIAÇÃO DE CONSULTAS E RELATÓRIOS NO ACCESS Criação de Consultas e Relatórios no Access CRIAÇÃO DE CONSULTAS E RELATÓRIOS NO ACCESS Sumário Conceitos / Autores chave... 3 1. Introdução... 4 2. Consultas... 5 3. Relatórios... 8 4. Conclusões... 11

Leia mais

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0. Bloco Comercial. CRM e AFV

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0. Bloco Comercial. CRM e AFV Bloco Comercial CRM e AFV Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre os Módulos CRM e AFV, que fazem parte do Bloco Comercial. Todas informações aqui disponibilizadas foram retiradas

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE PLUG-INS KETTLE PARA GERAÇÃO DE MONDRIAN SCHEMA A PARTIR DE BASES RELACIONAIS, UTILIZANDO A METODOLOGIA AGILE ROLAP.

DESENVOLVIMENTO DE PLUG-INS KETTLE PARA GERAÇÃO DE MONDRIAN SCHEMA A PARTIR DE BASES RELACIONAIS, UTILIZANDO A METODOLOGIA AGILE ROLAP. DESENVOLVIMENTO DE PLUG-INS KETTLE PARA GERAÇÃO DE MONDRIAN SCHEMA A PARTIR DE BASES RELACIONAIS, UTILIZANDO A METODOLOGIA AGILE ROLAP. Eduardo Cristovo de Freitas Aguiar (PIBIC/CNPq), André Luís Andrade

Leia mais

Analysis Services. Manual Básico

Analysis Services. Manual Básico Analysis Services Manual Básico Construindo um Banco de Dados OLAP... 2 Criando a origem de dados... 3 Definindo as dimensões... 5 Níveis de dimensão e membros... 8 Construindo o cubo... 11 Tabela de fatos...12

Leia mais

Faculdade Lourenço Filho - ENADE 2011-1

Faculdade Lourenço Filho - ENADE 2011-1 1. Quando se constrói um banco de dados, define-se o modelo de entidade e relacionamento (MER), que é a representação abstrata das estruturas de dados do banco e seus relacionamentos. Cada entidade pode

Leia mais

BANCO DE DADOS E BUSINESS INTELIGENCE. C/H: 20 horas (20/02, 25/02, 27/02, 04/03, 06/03)

BANCO DE DADOS E BUSINESS INTELIGENCE. C/H: 20 horas (20/02, 25/02, 27/02, 04/03, 06/03) MBA em Gestão de TI MÓDULO: BANCO DE DADOS E BUSINESS INTELIGENCE C/H: 20 horas (20/02, 25/02, 27/02, 04/03, 06/03) PROFESSOR: Edison Andrade Martins Morais prof@edison.eti.br http://www.edison.eti.br

Leia mais

Professor: Disciplina:

Professor: Disciplina: Professor: Curso: Esp. Marcos Morais de Sousa marcosmoraisdesousa@gmail.com Sistemas de informação Disciplina: Introdução a SI Noções de sistemas de informação Turma: 01º semestre Prof. Esp. Marcos Morais

Leia mais

Roteiro. Conceitos e Arquitetura de Sistemas de Banco de Dados. Conceitos e Arquiteturas de Sistemas de Banco de Dados. BCC321 - Banco de Dados I

Roteiro. Conceitos e Arquitetura de Sistemas de Banco de Dados. Conceitos e Arquiteturas de Sistemas de Banco de Dados. BCC321 - Banco de Dados I Roteiro Conceitos e Arquitetura de Sistemas de Banco de Dados Luiz Henrique de Campos Merschmann Departamento de Computação Universidade Federal de Ouro Preto luizhenrique@iceb.ufop.br www.decom.ufop.br/luiz

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA 1 OBJETIVOS 1. Quais são as principais aplicações de sistemas na empresa? Que papel eles desempenham? 2. Como os sistemas de informação apóiam as principais funções empresariais:

Leia mais

Introdução Banco de Dados

Introdução Banco de Dados Introdução Banco de Dados Vitor Valerio de Souza Campos Adaptado de Vania Bogorny Por que estudar BD? Os Bancos de Dados fazem parte do nosso dia-a-dia: operação bancária reserva de hotel matrícula em

Leia mais

TÉCNICAS DE INFORMÁTICA WILLIAN FERREIRA DOS SANTOS

TÉCNICAS DE INFORMÁTICA WILLIAN FERREIRA DOS SANTOS TÉCNICAS DE INFORMÁTICA WILLIAN FERREIRA DOS SANTOS Vimos em nossas aulas anteriores: COMPUTADOR Tipos de computadores Hardware Hardware Processadores (CPU) Memória e armazenamento Dispositivos de E/S

Leia mais

Prof. Marcelo Machado Cunha www.marcelomachado.com mcelobr@yahoo.com.br

Prof. Marcelo Machado Cunha www.marcelomachado.com mcelobr@yahoo.com.br Prof. Marcelo Machado Cunha www.marcelomachado.com mcelobr@yahoo.com.br Ementa Introdução a Banco de Dados (Conceito, propriedades), Arquivos de dados x Bancos de dados, Profissionais de Banco de dados,

Leia mais

Plataforma de Business Intelligence

Plataforma de Business Intelligence Plataforma de Business Intelligence ASTEN TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO A Asten é uma empresa do ramo da tecnologia da informação (TI) que tem seu foco na busca por soluções inovadoras. Nosso slogan criando

Leia mais

Chapter 3. Análise de Negócios e Visualização de Dados

Chapter 3. Análise de Negócios e Visualização de Dados Chapter 3 Análise de Negócios e Visualização de Dados Objetivos de Aprendizado Descrever a análise de negócios (BA) e sua importância par as organizações Listar e descrever brevemente os principais métodos

Leia mais

Uma análise multidimensional dos dados estratégicos da empresa usando o recurso OLAP do Microsoft Excel

Uma análise multidimensional dos dados estratégicos da empresa usando o recurso OLAP do Microsoft Excel Uma análise multidimensional dos dados estratégicos da empresa usando o recurso OLAP do Microsoft Excel Carlos Alberto Ferreira Bispo (AFA) cafbispo@siteplanet.com.br Daniela Gibertoni (FATECTQ) daniela@fatectq.com.br

Leia mais

DATA WAREHOUSE NO APOIO À TOMADA DE DECISÕES

DATA WAREHOUSE NO APOIO À TOMADA DE DECISÕES DATA WAREHOUSE NO APOIO À TOMADA DE DECISÕES Janaína Schwarzrock jana_100ideia@hotmail.com Prof. Leonardo W. Sommariva RESUMO: Este artigo trata da importância da informação na hora da tomada de decisão,

Leia mais

Material de Apoio. Sistema de Informação Gerencial (SIG)

Material de Apoio. Sistema de Informação Gerencial (SIG) Sistema de Informação Gerencial (SIG) Material de Apoio Os Sistemas de Informação Gerencial (SIG) são sistemas ou processos que fornecem as informações necessárias para gerenciar com eficácia as organizações.

Leia mais

Subsecretaria de Contabilidade Pública. Coordenação-Geral de Contabilidade e Custos da União. Tesouro Gerencial

Subsecretaria de Contabilidade Pública. Coordenação-Geral de Contabilidade e Custos da União. Tesouro Gerencial Subsecretaria de Contabilidade Pública Coordenação-Geral de Contabilidade e Custos da União Tesouro Gerencial Brasília Novembro/2014 Objetivos do Curso O aluno deve ser capaz de: 1) Identificar as diferenças/semelhanças

Leia mais

Introdução. Conceitos Básicos. Conceitos Básicos. Conceitos Básicos

Introdução. Conceitos Básicos. Conceitos Básicos. Conceitos Básicos Conceitos Básicos Introdução Banco de Dados I Prof. Guilherme Tavares de Assis Universidade Federal de Ouro Preto UFOP Instituto de Ciências Exatas e Biológicas ICEB Departamento de Computação DECOM Dados

Leia mais

Introdução. Banco de dados. Por que usar BD? Por que estudar BD? Exemplo de um BD. Conceitos básicos

Introdução. Banco de dados. Por que usar BD? Por que estudar BD? Exemplo de um BD. Conceitos básicos Introdução Banco de Dados Por que usar BD? Vitor Valerio de Souza Campos Adaptado de Vania Bogorny 4 Por que estudar BD? Exemplo de um BD Os Bancos de Dados fazem parte do nosso dia-a-dia: operação bancária

Leia mais

Projeto de Arquitetura

Projeto de Arquitetura Projeto de Arquitetura Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 11 Slide 1 Objetivos Apresentar projeto de arquitetura e discutir sua importância Explicar as decisões de projeto

Leia mais

Gestão de Armazenamento

Gestão de Armazenamento Gestão de Armazenamento 1. Introdução As organizações estão se deparando com o desafio de gerenciar com eficiência uma quantidade extraordinária de dados comerciais gerados por aplicativos e transações

Leia mais

Gestão do Conteúdo. 1. Introdução

Gestão do Conteúdo. 1. Introdução Gestão do Conteúdo 1. Introdução Ser capaz de fornecer informações a qualquer momento, lugar ou através de qualquer método e ser capaz de fazê-lo de uma forma econômica e rápida está se tornando uma exigência

Leia mais

Banco de Dados 1 Prof. MSc Wagner Siqueira Cavalcante

Banco de Dados 1 Prof. MSc Wagner Siqueira Cavalcante Banco de Dados 1 Programação sucinta do curso:. Conceitos fundamentais de Banco de Dados.. Arquitetura dos Sistemas Gerenciadores de Banco de Dados (SGBD ou DBMS).. Características típicas de um SGBD..

Leia mais

Concepção e Elaboração

Concepção e Elaboração UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA INSTITUTO DE BIOCIÊNCIAS, LETRAS E CIÊNCIAS EXATAS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DE COMPUTAÇÃO E ESTATÍSTICA Análise e Projeto Orientado a Objetos Concepção e Elaboração Estudo

Leia mais

Módulo 2. Definindo Soluções OLAP

Módulo 2. Definindo Soluções OLAP Módulo 2. Definindo Soluções OLAP Objetivos Ao finalizar este módulo o participante: Recordará os conceitos básicos de um sistema OLTP com seus exemplos. Compreenderá as características de um Data Warehouse

Leia mais

GBC043 Sistemas de Banco de Dados. Introdução. Ilmério Reis da Silva ilmerio@facom.ufu.br www.facom.ufu.br/~ilmerio/sbd UFU/FACOM

GBC043 Sistemas de Banco de Dados. Introdução. Ilmério Reis da Silva ilmerio@facom.ufu.br www.facom.ufu.br/~ilmerio/sbd UFU/FACOM GBC043 Sistemas de Banco de Dados Introdução Ilmério Reis da Silva ilmerio@facom.ufu.br www.facom.ufu.br/~ilmerio/sbd UFU/FACOM Página 2 Definição BD Def. Banco de Dados é uma coleção de itens de dados

Leia mais

BANCO DE DADOS. Introdução a Banco de Dados. Conceitos BásicosB. Engenharia da Computação UNIVASF. Aula 1. Breve Histórico

BANCO DE DADOS. Introdução a Banco de Dados. Conceitos BásicosB. Engenharia da Computação UNIVASF. Aula 1. Breve Histórico Banco de Dados // 1 Banco de Dados // 2 Conceitos BásicosB Engenharia da Computação UNIVASF BANCO DE DADOS Aula 1 Introdução a Banco de Dados Campo representação informatizada de um dado real / menor unidade

Leia mais

Edições Edge do SAP InfiniteInsight Visão geral Viabilizando insights preditivos apenas com cliques de mouse, sem códigos de computador

Edições Edge do SAP InfiniteInsight Visão geral Viabilizando insights preditivos apenas com cliques de mouse, sem códigos de computador Soluções de análise da SAP Edições Edge do SAP InfiniteInsight Visão geral Viabilizando insights preditivos apenas com cliques de mouse, sem códigos de computador Índice 3 Um caso para análise preditiva

Leia mais

Introdução a Computação

Introdução a Computação Introdução a Computação Aula 03 Profissões de TI Prof. MSc. Edilberto Silva edilms@yahoo.com http:// Papéis... Um papel é uma definição abstrata de um conjunto de atividades executadas e dos respectivos

Leia mais

Capítulo 1 - Introdução 14

Capítulo 1 - Introdução 14 1 Introdução Em seu livro Pressman [22] define processo de software como um arcabouço para as tarefas que são necessárias para construir software de alta qualidade. Assim, é-se levado a inferir que o sucesso

Leia mais

Hoje é inegável que a sobrevivência das organizações depende de dados precisos e atualizados.

Hoje é inegável que a sobrevivência das organizações depende de dados precisos e atualizados. BANCO DE DADOS Universidade do Estado de Santa Catarina Centro de Ciências Tecnológicas Departamento de Ciência da Computação Prof. Alexandre Veloso de Matos alexandre.matos@udesc.br INTRODUÇÃO Hoje é

Leia mais

INTEGRE Diversas fontes de informações em uma interface intuitiva que exibe exatamente o que você precisa

INTEGRE Diversas fontes de informações em uma interface intuitiva que exibe exatamente o que você precisa INTEGRE Diversas fontes de informações em uma interface intuitiva que exibe exatamente o que você precisa ACESSE Informações corporativas a partir de qualquer ponto de Internet baseado na configuração

Leia mais

PROJETO: PRODUTO 3 RELATÓRIO PARCIAL DO DESENVOLVIMENTO E IMPLANTAÇÃO DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES

PROJETO: PRODUTO 3 RELATÓRIO PARCIAL DO DESENVOLVIMENTO E IMPLANTAÇÃO DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES Nome da Empresa: DEPARTAMENTO INTERSINDICAL DE ESTATÍSTICA E ESTUDOS SÓCIO-ECONÔMICOS (DIEESE) PROJETO: PROJETO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA BRA/IICA/03/005 PARTICIPAÇÃO SOCIAL NÚMERO DO CONTRATO: 205037 TEMA:

Leia mais

Docente: Éberton da Silva Marinho e-mail: ebertonsm@gmail.com

Docente: Éberton da Silva Marinho e-mail: ebertonsm@gmail.com INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE Introdução a Banco de Dados Docente: Éberton da Silva Marinho e-mail: ebertonsm@gmail.com 12/06/2013 Sumário Motivação da Disciplina

Leia mais

Bem-vindo à apresentação do SAP Business One.

Bem-vindo à apresentação do SAP Business One. Bem-vindo à apresentação do SAP Business One. Neste tópico, responderemos à pergunta: O que é o Business One? Definiremos o SAP Business One e discutiremos as opções e as plataformas disponíveis para executar

Leia mais

CAPÍTULO 1 - CONTABILIDADE E GESTÃO EMPRESARIAL A CONTROLADORIA

CAPÍTULO 1 - CONTABILIDADE E GESTÃO EMPRESARIAL A CONTROLADORIA CAPÍTULO 1 - CONTABILIDADE E GESTÃO EMPRESARIAL A CONTROLADORIA Constata-se que o novo arranjo da economia mundial provocado pelo processo de globalização tem afetado as empresas a fim de disponibilizar

Leia mais

Banco de Dados. Uma coleção de dados relacionados [ELMASRI/NAVATHE]

Banco de Dados. Uma coleção de dados relacionados [ELMASRI/NAVATHE] 1/6 Banco de Dados O que é um Banco de Dados? Uma coleção de dados relacionados [ELMASRI/NAVATHE] Conjunto de dados integrados que tem por objetivo atender a uma comunidade específica [HEUSER] Um conjunto

Leia mais

Trata-se de uma estratégia de negócio, em primeira linha, que posteriormente se consubstancia em soluções tecnológicas.

Trata-se de uma estratégia de negócio, em primeira linha, que posteriormente se consubstancia em soluções tecnológicas. CUSTOMER RELATIONSHIP MANAGEMENT Customer Relationship Management CRM ou Gestão de Relacionamento com o Cliente é uma abordagem que coloca o cliente no centro dos processos do negócio, sendo desenhado

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA 2 SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA OBJETIVOS Quais são as principais aplicações de sistemas na empresa? Que papel eles desempenham? Como os sistemas de informação apóiam as principais funções empresariais:

Leia mais

Kimball University: As 10 Regras Essenciais para a Modelagem de Dados Dimensional

Kimball University: As 10 Regras Essenciais para a Modelagem de Dados Dimensional Kimball University: As 10 Regras Essenciais para a Modelagem de Dados Dimensional Margy Ross Presidente Kimball Group Maio de 2009, Intelligent Enterprise.com Tradução livre para a língua portuguesa por

Leia mais