O Crédito e a. no BB

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1 O Crédito e a Sustentabilidade no BB

2 O Crédito e a Sustentabilidade no BB Para efeito de concessão de crédito, os produtores são divididos da seguinte forma: Agricultura Familiar: Agricultores e Pecuaristas enquadrados no Pronaf, detentores da DAP (atendem os requisitos: renda bruta anual de até R$ 110 mil, sendo 70%, no mínimo, oriunda da exploração agropecuária e não agropecuária do estabelecimento, não possuir área superior a 4 módulos fiscais etc); Demais Produtores: Agricultores e Pecuaristas não enquadrados na situação anterior. Subdivide-se em miniprodutores, pequenos produtores, médios produtores e grandes produtores.

3 Linhas de Crédito da AGRICULTURA FAMILIAR Custeio Grupo A/C Grupo C Agricultor Familiar Agroindústria Investimento Grupo A Grupo B Agricultor Familiar Agroindústria Florestal Semi-árido Mais Alimentos Mulher Jovem Agroecologia Eco

4 PRONAF FLORESTAL FINALIDADE: investimentos em projetos para: a) sistemas agroflorestais (no mínimo TRÊS espécies); b) exploração extrativista ecologicamente sustentável, plano de manejo e manejo florestal, incluindo-se os custos relativos à implantação e manutenção do empreendimento; c) recomposição e manutenção de áreas de preservação permanente e reserva legal e recuperação de áreas degradadas, para cumprimento da legislação ambiental; d) enriquecimento de áreas que já apresentam cobertura florestal diversificada, com o plantio de uma ou mais espécies florestais, nativas do bioma.

5 PRONAF FLORESTAL PÚBLICO ALVO: Agricultores Familiares, exceto os enquadrados no Grupo B; TETO: R$ 7 mil (independente dos valores contratados nas outras linhas); PRAZO: Até 12 anos; CARÊNCIA: até 8 anos; GARANTIA: Não Há; JUROS: 1% ao ano.

6 PRONAF AGROECOLOGIA FINALIDADE: atendimento de propostas de crédito de investimentos relacionadas com projetos específicos de sistemas de produção agroecológica ou orgânica, incluindo-se os custos relativos à implantação e manutenção do empreendimento.

7 PRONAF AGROECOLOGIA PÚBLICO-ALVO: agricultores familiares enquadrados no Pronaf, exceto os participantes dos Grupos A, B e A/C, desde que apresentem proposta ou projeto técnico para: a) sistemas agroecológicos de produção, conforme normas estabelecidas pela Secretaria da Agricultura Familiar do Ministério do desenvolvimento Agrário; b) sistemas orgânicos de produção, conforme normas estabelecidas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

8 PRONAF AGROECOLOGIA TETO: R$ 36 mil por beneficiário; PRAZO: até 08 anos, incluídos até 03 anos de carência, quando a atividade assistida requerer e o projeto técnico ou proposta simplificada de crédito determinar. GARANTIAS: as admitidas no crédito rural e adequadas para utilização em Cédulas de Crédito Rural (penhor cedular, hipoteca, aval)

9 PRONAF ECO FINALIDADE: implantar, utilizar, recuperar ou adotar: a) tecnologias de energia renovável, como o uso da energia solar, mini usinas de biocombustíveis etc; b) pequenos aproveitamentos hidroenergéticos; e) silvicultura, entendendo-se por silvicultura o ato de implantar ou manter povoamentos florestais geradores de diferentes produtos, madeireiros e não madeireiros; f) práticas conservacionistas e de correção da acidez e fertilidade do solo, visando sua recuperação e melhoramento da capacidade produtiva.

10 PRONAF ECO PÚBLICO ALVO: Agricultores Familiares, exceto os integrantes do Grupo A, A/C e B; ENCARGOS FINANCEIROS: de 1% a 5% ao ano (dependendo do valor contratado); TETO: R$ 36 mil, independente do valor contratado em outras linhas; PRAZOS: Até 12 anos, dependendo do item financiado; CARÊNCIA: até 8 anos, dependendo da necessidade; GARANTIA: As admitidas no Crédito Rural (penhor, Hipoteca, Aval etc)

11 PRONAF ECO DENDÊ FINALIDADE: investimento para implantação da cultura do dendê, com custeio associado para a manutenção da cultura até o quarto ano. PÚBLICO-ALVO: agricultores familiares enquadrados no PÚBLICO-ALVO: agricultores familiares enquadrados no Pronaf, exceto os classificados no Grupo "B".

12 PRONAF ECO DENDÊ ENCARGOS FINANCEIROS: taxa efetiva de juros de 2% a.a. TETO: até R$ 6.500,00 por ha, limitado a R$ ,00 por beneficiário, em uma ou mais operações, descontando-se desse limite os valores contratados das operações "em ser" ao amparo do Pronaf Mais Alimentos; PRAZO: até 14 anos, incluídos até 06 anos de carência, de acordo com o projeto técnico.

13 PRONAF ECO DENDÊ CRITÉRIOS DE CONCESSÃO: a) à contratação somente via BB Convir, devendo atender as seguintes exigências específicas por meio de ajuste nos Termos do Convênio: I - contrato ou instrumento similar contendo o compromisso da empresa com a aquisição do dendê pela indústria de processamento ou de beneficiamento do produto; II - fornecimento de mudas de qualidade; III - prestação de assistência técnica; IV - assessoria a outras atividades agropecuárias que darão suporte à subsistência do agricultor no período de carência da cultura do dendê;

14 CRITÉRIOS DE CONCESSÃO: PRONAF ECO DENDÊ b) à observância do Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC) para a cultura do dendê, elaborado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA; c) à situação de normalidade e correta aplicação de c) à situação de normalidade e correta aplicação de recursos, no caso de mutuários com outras operações "em ser" ao amparo do Pronaf, e, ainda, ao pagamento de pelo menos 01 parcela de amortização do contrato original ou do financiamento renegociado, no caso de operações "em ser" de investimento;

15 CRITÉRIOS DE CONCESSÃO: PRONAF ECO DENDÊ d) no caso do Grupos A, inclusive aqueles que formalizaram financiamento para estruturação complementar (recuperação), às condicionantes descritas nas alíneas anteriores e, também, que o membro da unidade familiar tenha pago, no mínimo, 02 parcelas do contrato original ou do financiamento renegociado ou de estruturação(recuperação);

16 Linhas de Crédito para DEMAIS PRODUTORES Custeio Agrícola; Aquisição Antecipada de Insumos BNDES Moderagro; Moderfrota; Moderinfra; Finame Especial; FCO (subdivide-se em diversos programas, sendo um deles o PRONATUREZA); Outras linhas.

17 FCO PRONATUREZA FINALIDADE: financiamentos de investimento, de custeio agrícola e de custeio associado a projetos de investimento, entre outros destinados à: A) Possibilitar o aproveitamento de áreas degradadas ou alteradas, com a utilização de espécies nativas ou exóticas adaptadas, mediante implantação de sistemas agroflorestais; florestamento e reflorestamento, para fins energéticos e madeireiros; implantação de viveiros regionais para fornecimento de mudas; implantação de culturas permanentes de seringueira, erva-mate, pequi e castanha do Brasil; B) Implantação de culturas permanentes de espécies vegetais nativas do cerrado conservação e recuperação de microbacias, nascentes e mananciais; C) Regularização e recuperação de áreas de reserva legal e de preservação permanente degradadas.

18 FCO PRONATUREZA Observações: A) No caso de projetos de regularização e recuperação de áreas de reserva legal e de preservação permanente degradadas, por meio de exploração florestal, o plano de manejo deve ser aprovado pelo órgão competente. B) Os sistemas financiados devem ser testados e validados, na Região, por instituições oficiais dos Governos Federal ou das Unidades Federativas da Região Centro-Oeste; C) Os projetos de recuperação de áreas degradadas ou alteradas devem ter anuência de órgão oficial;

19 FCO PRONATUREZA ENCARGOS FINANCEIROS: Miniprodutores: taxa efetiva de juros de 5,00% a.a.; Pequenos produtores: taxa efetiva de juros de 6,75% a.a.; Médios produtores: taxa efetiva de juros de 7,25% a.a.; Grandes produtores: taxa efetiva de juros de 8,50% a.a.; Operações florestais destinadas à regularização e recuperação de Áreas de Reserva Legal e de Preservação Permanente degradadas (artigo 44 da Lei /2008): taxa efetiva de juros de 4,00% a.a.; BÔNUS DE ADIMPLÊNCIA: 15% sobre os juros, exceto para a taxa de 4%, onde não há bônus.

20 FCO PRONATUREZA PRAZOS: são fixados de acordo com o item Financiado. Exemplo: Recuperação de áreas de reserva legal e de preservação permanente degradadas, por meio de exploração florestal madeireira e não madeireira: até 20 anos, incluído o período de carência de até 12 anos; Implantação de sistemas agroflorestais e de culturas permanentes de seringueira, erva-mate, pequi e castanha do Brasil: até 15 anos, incluído o período de carência de até 8 anos; GARANTIA: As admitidas no crédito rural (penhor, hipotéca, aval etc).

21 DRS Desenvolvimento Regional Sustentável

22 O DRS é uma estratégia negocial Busca impulsionar o desenvolvimento sustentável das regiões onde o BB atua, por meio da mobilização de agentes econômicos, políticos e sociais Apóia a formação de rede de colaboração, disseminando o conhecimento e promovendo o desenvolvimento sustentável Propõe-se a: gerar trabalho e renda democratizar o acesso ao crédito impulsionar o associativismo e o cooperativismo SUSTENTABILIDADE DOS NEGÓCIOS contribuir para a melhoria dos indicadores de qualidade de vida Social Econômico

23 AMBIENTE INSTITUCIONAL: Leis, tradição, educação, cultura, etc Cadeia de valor Cadeia produtiva Recursos Naturais Cadeia de distribuição Produ ção Benef iciament o Resíduos Arma zenagem Come rcializaçã o Distri buição Cons umidor final Agregam valor ao produto Agregam valor ao produto AMBIENTE ORGANIZACIONAL: Órgãos reguladores e financiadores, governos, instituições financeiras, associações, cooperativas, sindicatos, ONGs, pesquisa, extensão, etc Investimentos coletivos Organização social Mobilização social Identificação de oportunidades Integração de ações Resultado = Negócios Sustentáveis

24 Metodologia DRS Sensibilização/capacitação Escolha da Atividade Formação da Equipe DRS Diagnóstico Plano de Negócios DRS Análise Implementação Monitoramento e Avaliação

25 Resultados dos Planos DRS no MT Agências Habilitadas: 90 Quantidade de funcionários do BB treinados em DRS: 281 Planos de Negócios DRS:. 92 Planos de DRS em implementação;. 19 Planos de DRS em elaboração ; 20 mil beneficiários R$ 172 milhões de créditos BB programados, entre custeio, capital de giro, investimento e comercialização 102 municípios envolvidos Posição: Maio/2010

26 Obrigado! Superintendência de Varejo e Governo Mercado de Desenvolvimento Sustentável Márcio Alexandre Rockenbach

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