Sobrevivência do Recém Nascido e da Criança

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Sobrevivência do Recém Nascido e da Criança"

Transcrição

1 2009 Sobrevivência do Recém Nascido e da Criança Resumo de Política Calcula-se que, todos os anos, 9,2 milhões de crianças morrem antes de atingirem o seu quinto aniversário quase uma criança a cada três segundos. 1 Três milhões de bebés morrem durante a primeira semana de vida, inclusive cerca de um a dois milhões que morrem no primeiro dia de vida. 2 97% de todas as mortes dos recém nascidos e de crianças têm lugar em sessenta e oito países de baixo e médio rendimento. 3 Porque estão as crianças a morrer? Os elevados níveis de mortalidade infantil podem ser explicados a três níveis individuais mas interrelacionados. 1. Causas directas da morte: Cinco doenças são directamente responsáveis por mais de 90% de todas as mortes na infância (dos 0 aos 5 anos): pneumonia, sarampo, diarreia, malária e um conjunto de circunstâncias neo-natais (relacionadas com a experiência da criança durante o período de gestação ou o parto). 2. Causas intermediárias: Os principais factores intermediários que determinam as perspectivas de sobrevivência dos recém-nascidos e das crianças são: sistemas de saúde inadequados: Em muitos países de rendimentos baixos, as pessoas pobres debatem-se com dificuldades no acesso a cuidados básicos de saúde por dificuldades de alcance físico, por não terem funcionários ou equipamento suficiente ou porque os custos directos e indirectos dos tratamentos são proibitivos. nutrição inadequada: A morte de 3,5 milhões de crianças todos os anos pode ser atribuída à desnutrição materno-infantil. 4 falta de água potável e de saneamento: Quase dois milhões de crianças morrem todos os anos devido à falta de água potável e de instalações sanitárias. 5

2 analfabetismo materno: Os filhos de mães analfabetas têm o dobro da probabilidade de morrerem ou de sofrerem de desnutrição, em comparação aos filhos de mães com habilitações a nível do secundário ou superior. Acesso limitado à contracepção: A pesquisa sugere que uma criança que nasce num período de tempo inferior a dois anos do irmão ou irmã mais velhos tem o dobro da probabilidade de morrer em comparação aos que nascem três anos depois Causas estruturais : Existem questões estruturais subjacentes às causas directas e intermediárias da elevada mortalidade infantil. São: a pobreza. De forma consistente, são as crianças mais pobres nas comunidades mais desfavorecidas que estão em maior risco de morte. a desigualdade e a exclusão. A pobreza pode ser causada ou intensificada pela desigualdade e pela exclusão. o governo e os estados frágeis. Os estados frágeis ou mal governados tendem a ter menos capacidade ou vontade de produzir serviços essenciais e, como tal, a mortalidade neo-natal e infantil tem a tendência de ser mais elevada nestes países. os conflitos violentos. Oito em dez países com as taxas de mortalidade mais elevadas do mundo para as crianças com menos de 5 anos estiveram recentemente envolvidos em conflito. alterações climáticas e desastres naturais. Os desastres naturais podem matar grandes quantidades de crianças. As doenças que matam maior quantidade de crianças incluindo a malária, a diarreia e a desnutrição são altamente sensíveis às condições climatéricas tal como as inundações e as temperaturas elevadas, e prevê-se um aumento devido ao aquecimento global. a economia política global. As perspectivas de sobrevivência das crianças são profundamente afectadas pelos desenvolvimentos económicos a nível global, incluindo os termos internacionais do comércio, a instabilidade financeira global, a diminuição da actividade económica e o aumento a nível do preços da alimentação e do combustível. O que este terceiro nível de análise demonstra é que a morte das crianças não é causada por motivos aleatórios para além do nosso controlo. É, em grande parte, o resultado de escolhas a nível político levadas a cabo pelos governos. É também influenciada por factores culturais, ambientais, políticos e sociais que os governos podem ajudar a definir ou a mitigar. Compromissos existentes Os governos mundiais assumiram já compromissos no sentido de garantirem a sobrevivência das crianças através de obrigações legais protegidas por uma série de instrumentos internacionais para os direitos humanos, principalmente a Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança (UNCRC). Na Reunião Plenária de Alto Nível da ONU em 2000, os líderes mundiais acordaram também em oito

3 Objectivos do Desenvolvimento para o Milénio (ODM) para tentar solucinar os principais reptos globais a nível do desenvolvimento. O ODM 4 apela para uma redução de dois terços nas taxas de mortalidade infantil até O que reivindicamos Que cada um dos 68 países tenha em prática um plano credível para melhorar a saúde materno infantil (MNCH) como parte da sua estratégia global de desenvolvimento. A maior parte dos países têm já algum tipo de estratégias a nível da saúde, nutrição ou saúde Materno-Infantil, e estas declarações de política têm muitas vezes bom aspecto em papel. No entanto, em demasiados casos, existe uma grande lacuna entre a política declarada e as práticas reais. São precisas medidas em cinco áreas principais para se poder preencher esta lacuna. Sistemas eficazes e mecanismos de entrega Existe agora um considerável consenso sobre o tipo de intervenção directa necessária para reduzir as mortes materno infantis. As intervenções directas essenciais são: cuidados de saúde centrados, com vacinas anti-tetânicas, com a gestão das infecções sexualmente transmissíveis e da pré-eclampsia e com o apoio de emergência aos partos em casa. cuidados presenciais durante o parto, com a disponibilidade de cuidados obstétricos de emergência, apoio a práticas de parto higiénicas e informação essencial sobre os cuidados ao recém-nascido. cuidados pós-natais, para a identificação atempada e acompanhamento de doenças e para cuidados preventivos. gestão integrada de doenças da infância (IMCI), incluindo a gestão e os cuidados dos bebés com pouco peso à nascença e cuidados de emergência aos recém nascidos para as doenças, especialmente a sépcis, o tratamento de doenças mortais como a malária, a pneumonia e a diarreia e a desnutrição aguda. Incentivos à nutrição, incluindo a amamentação atempada e exclusiva e suplementos com micro nutrientes imunização contra doenças mortais como o tétano, a difteria, a tosse convulsa, a tuberculose infantil, a hepatite B e a Haemophilus influenzae tipo b bactéria que provoca a meningite) controlo anti-malária, através do tratamento intermitente preventivo durante a gravidez, redes tratadas com insecticidas e gestão de casos com uma terapia combinada à base de artemisinin (ACT). Prevenção da transmissão de VIH entre a mãe filho, através da provisão de terapia de antiretrovirais no contexto de uma prevenção integrada e controlo do VIH. A teoria e a experiência demonstram que um aumento na utilização dos serviços exige um sistema da entrega desses serviços bem organizado: os sistemas de

4 saúde deficientes são o principal factor que impede a expansão da cobertura dos serviços básicos de saúde nos países de rendimentos baixos e médios. No entanto, as medidas para estimular as intervenções têm também que ter em conta o contexto mais amplo e os diversos factores que impedem que as pessoas melhorem o seu estatuto a nível da saúde. Enfrentar as causas intermédias e subjacentes Os planos credíveis para reduzir as taxas de mortalidade infantil têm que solucionar as causas intermédias e subjacentes de uma forma integrada. Por exemplo, a subnutrição é uma causa intermédia crucial da elevada mortalidade infantil, à qual se pode atribuir cerca de 3,5 milhões de mortes cada ano. A redução significativa na subnutrição não será possível a não ser que as famílias tenham os recursos para providenciar refeições nutritivas e equilibradas às suas crianças. Da mesma maneira, os planos para reduzir as taxas de mortalidade têm que buscar soluções para a pobreza que impede determinadas famílias e comunidades de conseguirem uma dieta adequada, o acesso a cuidados de saúde, educação ou água potável, ou a fazer escolhas sobre o tamanho das famílias através do planeamento familiar. Isto devia incluir o apoio a sistemas de protecção social que ajudam as pessoas mais carenciadas a retaliar contra a pobreza crónica e a reduzir a vulnerabilidade a choques súbitos como a doença na família. Significa ajudar os mais pobres a garantir oportunidades seguras de subsistência. Nos países propensos a situações de emergência, significa a introdução de políticas para a redução da vulnerabilidade dos mais pobres, incluindo a protecção social, a redução do risco de desastres e sistemas de aviso prévio, assim como um fortalecimento da capacidade regional e global para a prestação de intervenções de emergência para salvar vidas nos casos em que os governos nacionais não querem ou não o podem fazer. Mais recursos A diminuição da mortalidade neo-natal e infantil não será possível sem recursos adicionais. Mas alguns destes recursos têm que resultar de uma melhor utilização da riqueza nacional existente, mas, para os países de baixos rendimento, são também necessárias verbas de doadores para o aumento na proporção das intervenções necessárias. Os grandes doadores como a GB, os membros da Parceria Internacional para a Saúde e organizações financeiras internacionais devem comprometer-se a não permitir que nenhum país com baixo rendimentos que possua um plano credível falhe devido à falta de recursos dos doadores, e que estes recursos devem ser rapidamente direccionados para os países que lhes podem dar uso imediato. A ideia de financiamento acelerado para países com planos credíveis deve ser também um ponto central para o trabalho do Grupo de Trabalho sobre o Financiamento Internacional Inovador dos Sistemas de Saúde.

5 Ênfase nos mais pobres São as mães, recém - nascidos e crianças mais pobres entre as comunidades e os países mais pobres que correm o maior risco de morrerem. Isto significa enfrentar as desigualdades a nível do poder e das oportunidades e permitir que as famílias mais carenciadas tenham voz nas decisões dos governos a nível nacional e local. Deve também significar o contrariar a discriminação contra grupos com base na etnia, casta ou religião e, sobretudo, contra as mulheres e as crianças. Responsabilizando os governos Assegurar a diminuição drástica na mortalidade neo-natal e infantil exige que os governos nacionais relevantes e a comunidade de doadores mais extensa sejam responsabilizados pelo seu desempenho a nível do salvamento de vidas. A Save the Children UK promete apoiar as redes de apoio da sociedade civil em cerca de 68 países prioritários e a ajudar a monitorizar até que ponto as intervenções chegam aos mais pobres. Trabalhando em conjunto com outras organizações, vamos também pressionar os governos doadores e as instituições internacionais no sentido de aumentar as suas contribuições financeiras para enfrentar a mortalidade neonatal e infantil, nos estados frágeis e em desenvolvimento e em contextos de emergência. Iremos também propor que o registo governamental sobre a mortalidade neo-materna e infantil seja um indicador internacionalmente reconhecido e prioritário do desempenho global do país. Referências 1 Declaração de Imprensa da UNICEF: Releasing Declining Numbers for Child Mortality, UNICEF Calls for Increased Efforts to Save Children s Lives, UNICEF, 12 de Setembro de ( Divulgando o Declínio nos Números da Mortalidade Infantil, a UNICEF Apela para Maiores Esforços em Salvar a Vida Das Crianças) 2 R Black, S Morris, J Bryce, Where and why are 10 million children dying every year? ( Onde e porquê morrem 10 milhões de crianças todos os anos?) The Lancet, 361, 2003, pp Countdown to 2015: Maternal, Newborn & Child Survival, Tracking Progress in Maternal, Newborn and Child Survival: The 2008 Report, Countdown to 2015, 2008 ( Contagem Decrescente para 2015: Sobrevivência Materno- Infantil, Seguimento dos Progressos a Nível da Sobrevivência Materno-Infantil) 4 R Black et al, Maternal and child undernutrition: global and regional exposures and health consequences, Maternal and Child Undernutrition Study Group Paper 1, p 5 (Desnutrição Materno-Infantil: revelações globais e regionais e consequências a nível da saúde, Documento de Estudo, 1, pagina 5) 5 UNICEF, Progress for Children: A world fit for children, ( Progressos para as Crianças: Um mundo em condições para as crianças, revisão estatística, UNICEF 2007, 6 Save the Children US, State of the World s Mothers 2006, Saving the Lives of Mothers and Newborns, (O Estado das Mães do Mundo em 2006, Salvando a Vida das Mães e dos Recém-nascidos) Save the Children, 2006

Objectivos de Desenvolvimento do Milénio

Objectivos de Desenvolvimento do Milénio Em 2000, 189 chefes de Estado e de Governo assinaram a Declaração do Milénio que levou à formulação de 8 objectivos de desenvolvimento, a alcançar entre 1990 e 2015. Os ODM - Objectivos de Desenvolvimento

Leia mais

A importância da primeira infância

A importância da primeira infância A importância da primeira infância Cesar Victora Professor Emérito da Universidade Federal de Pelotas Presidente da Associação Epidemiológica Internacional Perito em Nutrição Infantil da Organização Mundial

Leia mais

REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE

REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE INTERVENÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA, IOLANDA CINTURA SEUANE, MINISTRA DA MULHER E DA ACÇÃO SOCIAL DE MOÇAMBIQUE SOBRE O TEMA DESAFIOS DA PROTECÇÃO SOCIAL PARA ALCANÇAR A SEGURANÇA ALIMENTAR

Leia mais

Oportunidades para os Recém-nascidos em Africa

Oportunidades para os Recém-nascidos em Africa Oportunidades para os Recém-nascidos em Africa Dados práticos, políticas e apoios programáticos para a prestação de cuidados de saúde aos recém-nascidos em África Todos os anos morrem pelo menos 1,16 milhões

Leia mais

CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA. Bruxelas, 15 de Maio de 2007 (OR. en) 9556/07 DEVGEN 88 RELEX 346 FIN 229 WTO 116 ONU 24

CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA. Bruxelas, 15 de Maio de 2007 (OR. en) 9556/07 DEVGEN 88 RELEX 346 FIN 229 WTO 116 ONU 24 CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA Bruxelas, 15 de Maio de 2007 (OR. en) 9556/07 DEVGEN 88 RELEX 346 FIN 229 WTO 116 ONU 24 NOTA de: Secretariado-Geral data: 15 de Maio de 2007 n.º doc. ant.: 9179/07 Assunto:

Leia mais

Quinquagésima-quarta sessão Brazzaville, Congo, 30 de Agosto - 3 de Setembro de 2004

Quinquagésima-quarta sessão Brazzaville, Congo, 30 de Agosto - 3 de Setembro de 2004 WORLD HEALTH ORGANIZATION REGIONAL OFFICE FOR AFRICA ORGANISATION MONDIALE DE LA SANTE BUREAU REGIONAL DE L AFRIQUE ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE ESCRITÓRIO REGIONAL AFRICANO COMITÉ REGIONAL AFRICANO Quinquagésima-quarta

Leia mais

DECLARAÇÃO DE SUNDSVALL

DECLARAÇÃO DE SUNDSVALL DECLARAÇÃO DE SUNDSVALL PROMOÇÃO DA SAÚDE E AMBIENTES FAVORÁVEIS À SAÚDE 3ª Conferência Internacional sobre Promoção da Saúde Sundsvall, Suécia, 9 15 de Junho de 1991 Esta conferência sobre Promoção da

Leia mais

Iniqüidades nas informações sobre saúde: uma visão global, um exemplo brasileiro. Cesar Victora Universidade Federal de Pelotas

Iniqüidades nas informações sobre saúde: uma visão global, um exemplo brasileiro. Cesar Victora Universidade Federal de Pelotas Iniqüidades nas informações sobre saúde: uma visão global, um exemplo brasileiro Cesar Victora Universidade Federal de Pelotas Resumo da apresentação Iniqüidades na saúde das crianças Uma visão global

Leia mais

Development Co-operation Report 2010. Relatório de Desenvolvimento e Cooperação 2010. Summary in Portuguese. Sumário em Português

Development Co-operation Report 2010. Relatório de Desenvolvimento e Cooperação 2010. Summary in Portuguese. Sumário em Português Development Co-operation Report 2010 Summary in Portuguese Relatório de Desenvolvimento e Cooperação 2010 Sumário em Português O relatório de Desenvolvimento e Cooperação, emitido pelo Comité de Ajuda

Leia mais

Uma visão para WASH pós-2015

Uma visão para WASH pós-2015 Uma visão para WASH pós-2015 A visão da WaterAid para pós-2015 é uma estrutura de desenvolvimento nova e ambiciosa que unifica a erradicação da pobreza e os objectivos sustentáveis de desenvolvimento,

Leia mais

PARLAMENTO EUROPEU. Comissão dos Assuntos Sociais e do Meio Ambiente

PARLAMENTO EUROPEU. Comissão dos Assuntos Sociais e do Meio Ambiente PARLAMENTO EUROPEU 1999 2004 Comissão dos Assuntos Sociais e do Meio Ambiente 18 de Dezembro de 2003 APP/3640/1-70 ALTERAÇÕES 1-70 Projecto de relatório (APP/3640) Karin Scheele e Aime François Betkou

Leia mais

O Marco de Ação de Dakar Educação Para Todos: Atingindo nossos Compromissos Coletivos

O Marco de Ação de Dakar Educação Para Todos: Atingindo nossos Compromissos Coletivos O Marco de Ação de Dakar Educação Para Todos: Atingindo nossos Compromissos Coletivos Texto adotado pela Cúpula Mundial de Educação Dakar, Senegal - 26 a 28 de abril de 2000. 1. Reunidos em Dakar em Abril

Leia mais

Seminário - Saúde, Propriedade Intelectual e Mídia DESAFIOS NO ACESSO A TRATAMENTOS PARA CRIANÇAS

Seminário - Saúde, Propriedade Intelectual e Mídia DESAFIOS NO ACESSO A TRATAMENTOS PARA CRIANÇAS Seminário - Saúde, Propriedade Intelectual e Mídia DESAFIOS NO ACESSO A TRATAMENTOS PARA Alexandre Magno Recife, 16 de outubro de 2010 Todos Todos juntos juntos pelas pelas crianças crianças DESAFIOS NO

Leia mais

Nossa Declaração de Missão:

Nossa Declaração de Missão: ESTRATÉGIA NACIONAL Nossa Declaração de Missão: A VM é uma parceria internacional, cuja missão é seguir a Jesus Cristo, nosso Senhor e Salvador trabalhando com os pobres e oprimidos para promover a transformação

Leia mais

PROJECTO DE RELATÓRIO

PROJECTO DE RELATÓRIO ASSEMBLEIA PARLAMENTAR PARITÁRIA ACP- UE Comissão de Desenvolvimento Económico, Finanças e Comércio 3.9.2007 PROJECTO DE RELATÓRIO sobre o impacto do investimento directo estrangeiro (IDE) nos Estados

Leia mais

CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO SEÇÃO IV. MEIOS DE IMPLEMENTAÇÃO CAPÍTULO 33

CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO SEÇÃO IV. MEIOS DE IMPLEMENTAÇÃO CAPÍTULO 33 CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO SEÇÃO IV. MEIOS DE IMPLEMENTAÇÃO CAPÍTULO 33 RECURSOS E MECANISMOS DE FINANCIAMENTO INTRODUÇÃO 33.1. A Assembléia Geral, em sua resolução

Leia mais

O QUE SÃO OS OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO DO MILÊNIO (ODM)

O QUE SÃO OS OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO DO MILÊNIO (ODM) O QUE SÃO OS OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO DO MILÊNIO (ODM) Durante a reunião da Cúpula do Milênio, realizada em Nova Iorque, em 2000, líderes de 191 nações oficializaram um pacto para tornar o mundo mais

Leia mais

Perguntas e Respostas: O Pacote ODM (Objectivos de Desenvolvimento do Milénio) da Comissão

Perguntas e Respostas: O Pacote ODM (Objectivos de Desenvolvimento do Milénio) da Comissão MEMO/05/124 Bruxelas, 12 de Abril de 2005 Perguntas e Respostas: O Pacote ODM (Objectivos de Desenvolvimento do Milénio) da Comissão 1. Em que consiste este pacote? A Comissão aprovou hoje 3 comunicações

Leia mais

A Declaração Política de Recife sobre Recursos Humanos para a Saúde: compromissos renovados para a cobertura universal de saúde

A Declaração Política de Recife sobre Recursos Humanos para a Saúde: compromissos renovados para a cobertura universal de saúde A Declaração Política de Recife sobre Recursos Humanos para a Saúde: compromissos renovados para a cobertura universal de saúde 1. Nós, representantes dos governos que se reuniram no Recife, Brasil, de

Leia mais

CONCLUSÕES Workshop 4 - Fazer melhor com o que se tem: como analisar e avaliar as políticas e as estratégias nacionais, regionais e locais para a

CONCLUSÕES Workshop 4 - Fazer melhor com o que se tem: como analisar e avaliar as políticas e as estratégias nacionais, regionais e locais para a CONCLUSÕES Workshop 4 - Fazer melhor com o que se tem: como analisar e avaliar as políticas e as estratégias nacionais, regionais e locais para a redução das desigualdades em saúde? Modelo de Intervenção

Leia mais

SAÚDE DA MULHER, MORTALIDADE MATERNA E REDUÇÃO DE DANOS. Novembro de 2008

SAÚDE DA MULHER, MORTALIDADE MATERNA E REDUÇÃO DE DANOS. Novembro de 2008 PARAÍBA NEGO SAÚDE DA MULHER, MORTALIDADE MATERNA E REDUÇÃO DE DANOS Novembro de 2008 Atenção Básica Conjunto de ações de saúde, no âmbito individual e coletivo, que abrangem a promoção e a proteção da

Leia mais

Relatório. Paquistão: Cheias 2010. Resumo. Apelo Nº. MDRPK006 Título do Apelo: Paquistão, Cheias Monçónicas Pledge Nº. M1009038

Relatório. Paquistão: Cheias 2010. Resumo. Apelo Nº. MDRPK006 Título do Apelo: Paquistão, Cheias Monçónicas Pledge Nº. M1009038 Relatório Actualização sobre os primeiros 12 meses de operações. Paquistão: Cheias 2010 Apelo Nº. MDRPK006 Título do Apelo: Paquistão, Cheias Monçónicas Pledge Nº. M1009038 Este relatório cobre o período

Leia mais

A saúde da população é uma questão crucial para o desenvolvimento em qualquer país

A saúde da população é uma questão crucial para o desenvolvimento em qualquer país Saúde Global e Desenvolvimento Sustentável A saúde da população é uma questão crucial para o desenvolvimento em qualquer país do mundo. É uma evidência para cada um de nós que a saúde é uma condição base

Leia mais

Uma vida sem fome. combatendo a desnutrição infantil. resumo

Uma vida sem fome. combatendo a desnutrição infantil. resumo resumo Uma vida sem fome combatendo a desnutrição infantil Enquanto os líderes mundiais se preocupam com uma crise económica atrás de outra, passa despercebida uma crise de fome e desnutrição que afecta

Leia mais

RUMO Á UMA GERAÇÃO LIVRE DO SIDA

RUMO Á UMA GERAÇÃO LIVRE DO SIDA RUMO Á UMA GERAÇÃO LIVRE DO SIDA Crianças e o SIDA Sexto Relatório de Balanço, 2013 Unidos pelas crianças Unidos contra o SIDA Os relatórios de balanço sobre as Crianças e o SIDA são as principais publicações

Leia mais

RUMO AO FUTURO QUE QUEREMOS. Acabar com a fome e fazer a transição para sistemas agrícolas e alimentares sustentáveis

RUMO AO FUTURO QUE QUEREMOS. Acabar com a fome e fazer a transição para sistemas agrícolas e alimentares sustentáveis RUMO AO FUTURO QUE QUEREMOS Acabar com a fome e fazer a transição para sistemas agrícolas e alimentares sustentáveis O futuro que queremos não se concretizará enquanto a fome e a subnutrição persistirem,

Leia mais

Carta Europeia de luta contra a obesidade

Carta Europeia de luta contra a obesidade Carta Europeia de luta contra a obesidade Para fazer face ao desafio crescente, decorrente da epidemia da obesidade para a saúde, as economias e o desenvolvimento, nós, os Ministros e delegados presentes

Leia mais

PARLAMENTO EUROPEU. Comissão dos Direitos da Mulher e da Igualdade dos Géneros

PARLAMENTO EUROPEU. Comissão dos Direitos da Mulher e da Igualdade dos Géneros PARLAMENTO EUROPEU 2004 2009 Comissão dos Direitos da Mulher e da Igualdade dos Géneros 2007/2212(INI) 4.2.2008 ALTERAÇÕES 1-34 Anna Záborská (PE400.281v01-00) Livro Verde sobre o papel da sociedade civil

Leia mais

Formação em Protecção Social

Formação em Protecção Social Formação em Protecção Social Sessão 3 A dimensão económica da PS e a relação com outras áreas da política Bilene, Moçambique, 5, 6 e 7 de Maio de 2010 A importância do investimento Ao nível da intervenção

Leia mais

2º Curso Teórico-Prático de Doenças Médicas e Gravidez

2º Curso Teórico-Prático de Doenças Médicas e Gravidez 2º Curso Teórico-Prático de Doenças Médicas e Gravidez Destinatários: Médicos Especialistas e Internos de Especialidade de Ginecologia e Obstetrícia, Medicina Interna, Medicina Geral e Familiar e outras

Leia mais

CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO CAPÍTULO 24

CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO CAPÍTULO 24 CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO CAPÍTULO 24 AÇÃO MUNDIAL PELA MULHER, COM VISTAS A UM DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL E EQÜITATIVO Base para a ação ÁREA DE PROGRAMAS 24.1.

Leia mais

Amapá 0 0 4 2 6. Amazonas 2 0 2 0 4. Bahia 15 10 9 16 50. Ceará 0 0 0 1 1. Distrito Federal 3 11 11 3 28. Espírito Santo 6 2 7 2 17

Amapá 0 0 4 2 6. Amazonas 2 0 2 0 4. Bahia 15 10 9 16 50. Ceará 0 0 0 1 1. Distrito Federal 3 11 11 3 28. Espírito Santo 6 2 7 2 17 Information about forced child labor, child labor, and government efforts (November 4, 2010) 1. Quantas inspeções foram feitas nos últimos 2 a 3 anos na produção de carvão vegetal, para verificar se ocorreram

Leia mais

Novembro 2012 - Setembro 2013

Novembro 2012 - Setembro 2013 ON SANITATION AND WATER KIT DE FERRAMENTAS DA CAMPANHA Novembro 2012 - Setembro 2013 Mantenha as suas promessas é uma campanha internacional que apela aos decisores para cumprirem os compromissos que assumiram

Leia mais

1.1. REDE SOCIAL EM PROL DA SOLIDARIEDADE

1.1. REDE SOCIAL EM PROL DA SOLIDARIEDADE 1.1. REDE SOCIAL EM PROL DA SOLIDARIEDADE Cidadania: Um Imperativo A cidadania tende a incluir a diferença, para que esta não se transforme em exclusão. Hoje, entender como se dá a construção da cidadania

Leia mais

CONFERÊNCIA DOS MINISTROS AFRICANOS DA ENERGIA DECLARAÇÃO DE JOANESBURGO

CONFERÊNCIA DOS MINISTROS AFRICANOS DA ENERGIA DECLARAÇÃO DE JOANESBURGO CONFERÊNCIA DOS MINISTROS AFRICANOS DA ENERGIA DECLARAÇÃO DE JOANESBURGO Preâmbulo Nós, os Ministros Africanos responsáveis pela Energia, reunidos em Joanesburgo, África do Sul nos dias 15 e 16 de Setembro

Leia mais

Vencendo os desafios da Educação nos PALOP

Vencendo os desafios da Educação nos PALOP WORKSHOP INTERNACIONAL Vencendo os desafios da Educação nos PALOP Seminário para o diálogo e a troca de conhecimento e experiências na área do ensino básico destinado aos Países Africanos de expressão

Leia mais

O modelo lógico para um protocolo de atendimento à gestante. Gabriele dos Anjos e Isabel Rückert - FEE

O modelo lógico para um protocolo de atendimento à gestante. Gabriele dos Anjos e Isabel Rückert - FEE O modelo lógico para um protocolo de atendimento à gestante Gabriele dos Anjos e Isabel Rückert - FEE Apresentar os resultados da elaboração do modelo lógico para uma política de saúde. Trata-se da iniciativa

Leia mais

CMIRESUMO. Monitoria e Avaliação das Políticas de Redução da Pobreza em Moçambique ESTUDIO 1: RELAÇÕES SOCIAIS DA POBREZA RURAL

CMIRESUMO. Monitoria e Avaliação das Políticas de Redução da Pobreza em Moçambique ESTUDIO 1: RELAÇÕES SOCIAIS DA POBREZA RURAL Janeiro de 2008 Volume 7 Nº 2 CMIRESUMO Monitoria e Avaliação das Políticas de Redução da Pobreza em Moçambique ESTUDIO 1: RELAÇÕES SOCIAIS DA POBREZA RURAL Do ponto de vista de um distrito rural no norte

Leia mais

Portaria GM n. 1130 que institui a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança (PNAISC) no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS)

Portaria GM n. 1130 que institui a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança (PNAISC) no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) Portaria GM n. 1130 que institui a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança (PNAISC) no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) PORTARIA Nº 1.130, DE 5 DE AGOSTO DE 2015 O MINISTRO DE ESTADO

Leia mais

Artigo para a revista Planeta Azul APA, Abril de 2010

Artigo para a revista Planeta Azul APA, Abril de 2010 Artigo para a revista Planeta Azul APA, Abril de 2010 P. Quando entrará em funcionamento o PNAAS? O Plano Nacional de Acção Ambiente e Saúde (PNAAS) foi aprovado pela Resolução de Conselho de Ministros

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE GABINETE DO MINISTRO PORTARIA MS/GM Nº 1.130, DE 5 DE AGOSTO DE 2015

MINISTÉRIO DA SAÚDE GABINETE DO MINISTRO PORTARIA MS/GM Nº 1.130, DE 5 DE AGOSTO DE 2015 MINISTÉRIO DA SAÚDE GABINETE DO MINISTRO PORTARIA MS/GM Nº 1.130, DE 5 DE AGOSTO DE 2015 Institui a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança (PNAISC) no âmbito do Sistema Único de Saúde

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº, DE 2006 (Do Sr. Ricardo Santos e outros) O Congresso Nacional decreta:

PROJETO DE LEI Nº, DE 2006 (Do Sr. Ricardo Santos e outros) O Congresso Nacional decreta: 1 PROJETO DE LEI Nº, DE 2006 (Do Sr. Ricardo Santos e outros) Autoriza o Poder Executivo a criar o Programa Nacional Pró-Infância Brasileira e dá outras providências. O Congresso Nacional decreta: Artigo

Leia mais

Propriedade, Prestação de Contas e Sustentabilidade na Resposta de VIH/SIDA, Tuberculose e Malária em África: Passado, Presente e o Futuro

Propriedade, Prestação de Contas e Sustentabilidade na Resposta de VIH/SIDA, Tuberculose e Malária em África: Passado, Presente e o Futuro SA10179 AFRICAN UNION UNION AFRICAINE UNIÃO AFRICANA CIMEIRA ESPECIAL DA UNIÃO AFRICANA SOBRE O VIH/SIDA, TUBERCULOSE E MALÁRIA 12-16 DE JULHO DE 2013 ABUJA, NIGÉRIA Tema: Propriedade, Prestação de Contas

Leia mais

Sumário executivo. ActionAid Brasil Rua Morais e Vale, 111 5º andar 20021-260 Rio de Janeiro - RJ Brasil

Sumário executivo. ActionAid Brasil Rua Morais e Vale, 111 5º andar 20021-260 Rio de Janeiro - RJ Brasil Sumário executivo Mais de um bilhão de pessoas sofre com as consequências da inanição é mais que a população dos Estados Unidos, Canadá e União Européia juntas. Em julho desse ano, a reunião de cúpula

Leia mais

Equitativa, inclusiva e livre: Uma atualização das políticas e sessão de informação sobre a educação de qualidade para além de 2015

Equitativa, inclusiva e livre: Uma atualização das políticas e sessão de informação sobre a educação de qualidade para além de 2015 Equitativa, inclusiva e livre: Uma atualização das políticas e sessão de informação sobre a educação de qualidade para além de 2015 Uma visão coletiva Impulsionados por uma visão comum do direito à educação

Leia mais

Apresentação. Objetivos do Programa

Apresentação. Objetivos do Programa Diálogo Jovem 0 Índice Assunto Pagina Apresentação 2 Objetivos do Programa 2 Resultados esperados 3 Demandas do Programa 3 Por que investir 4 Origem dos Recursos 5 Metodologia 6 Roteiro do Primeiro encontro

Leia mais

DECLARAÇÃO DO RIO SOBRE AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO

DECLARAÇÃO DO RIO SOBRE AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO DECLARAÇÃO DO RIO SOBRE AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO A Conferência das Nações Unidas sobre Ambiente e Desenvolvimento, no Rio de Janeiro de 3 a 14 de Junho de 1992, Reafirmando a Declaração da Conferência

Leia mais

8 Jeitos de Mudar o Mundo

8 Jeitos de Mudar o Mundo 8 Jeitos de Mudar o Mundo No dia 8 de setembro de 2000, a Organização das Nações Unidas (ONU) sintetizou uma série de acordos internacionais firmados em diversas cúpulas mundiais e desenvolveu a Declaração

Leia mais

O que é a campanha. Continuamos à Espera pretende INFORMAR, INSPIRAR, MOBILIZAR e AGIR em torno da Agenda de Desenvolvimento. Continuamos à Espera 1/5

O que é a campanha. Continuamos à Espera pretende INFORMAR, INSPIRAR, MOBILIZAR e AGIR em torno da Agenda de Desenvolvimento. Continuamos à Espera 1/5 O que é a campanha Continuamos à Espera é uma campanha de Educação para o Desenvolvimento e para a Cidadania Global, centrada nas temáticas da Saúde Sexual e Reprodutiva, Justiça Social, Igualdade de Género

Leia mais

A Fome no Mundo e no Brasil. Profª Drª Beatriz Jansen Ferreira

A Fome no Mundo e no Brasil. Profª Drª Beatriz Jansen Ferreira A Fome no Mundo e no Brasil Profª Drª Beatriz Jansen Ferreira A Fome na Atualidade A fome é a escassez de alimentos que, em geral, afeta uma ampla extensão de um território e um grave número de pessoas.

Leia mais

AFR/RC50/9 Página 1 INTRODUÇÃO

AFR/RC50/9 Página 1 INTRODUÇÃO Página 1 INTRODUÇÃO 1. A Organização Mundial de Saúde calcula que 80% da população rural dos países em desenvolvimento depende da medicina tradicional para as suas necessidades no campo dos cuidados de

Leia mais

INVESTIR NA SAÚDE PARA O DESENVOLVIMENTO SOCIOECONÓMICO DA ÁFRICA

INVESTIR NA SAÚDE PARA O DESENVOLVIMENTO SOCIOECONÓMICO DA ÁFRICA INVESTIR NA SAÚDE PARA O DESENVOLVIMENTO SOCIOECONÓMICO DA ÁFRICA FUNDAMENTO A Directora-Geral da OMS estabeleceu em 2000 uma Comissão sobre a Macroeconomia e a Saúde (CMS), composta por economistas de

Leia mais

Sumário. Aids: a magnitude do problema. A epidemia no Brasil. Característica do Programa brasileiro de aids

Sumário. Aids: a magnitude do problema. A epidemia no Brasil. Característica do Programa brasileiro de aids Sumário Aids: a magnitude do problema A epidemia no Brasil Característica do Programa brasileiro de aids Resultados de 20 anos de luta contra a epidemia no Brasil Tratamento Prevenção Direitos humanos

Leia mais

FOME E EPIDEMIA NA ÁFRICA. Col. Santa Clara Prof. Marcos

FOME E EPIDEMIA NA ÁFRICA. Col. Santa Clara Prof. Marcos FOME E EPIDEMIA NA ÁFRICA Col. Santa Clara Prof. Marcos EPIDEMIA E PANDEMIA EPIDEMIA [ epi = sobre + demia = doença]: é a ocorrência simultânea de um grande número de casos da mesma doença, em um determinado

Leia mais

A SAÚDE NA AGENDA DO DESENVOLVIMENTO GLOBAL PÓS-2015

A SAÚDE NA AGENDA DO DESENVOLVIMENTO GLOBAL PÓS-2015 A SAÚDE NA AGENDA DO DESENVOLVIMENTO GLOBAL PÓS-2015 Documento de Posicionamento 1 IMVF Documento de Posicionamento A SAÚDE DA AGENDA PARA O DESENVOLVIMENTO GLOBAL PÓS-2015 Documento de Posicionamento

Leia mais

DECLARAÇÃO MUNDIAL SOBRE A SOBREVIVÊNCIA, A PROTEÇÃO E O DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA NOS ANOS 90

DECLARAÇÃO MUNDIAL SOBRE A SOBREVIVÊNCIA, A PROTEÇÃO E O DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA NOS ANOS 90 DECLARAÇÃO MUNDIAL SOBRE A SOBREVIVÊNCIA, A PROTEÇÃO E O DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA NOS ANOS 90 INTRODUÇÃO A Criança Une o Mundo Prioridade para o bem-estar de todas as crianças: este foi o compromisso

Leia mais

A WaterAid e as mudanças climáticas

A WaterAid e as mudanças climáticas A WaterAid e as mudanças climáticas Kajal Gautam, 16 anos, e a prima, Khushboo Gautam, 16 anos, regressando a casa depois de irem buscar água em Nihura Basti, Kanpur, na Índia. WaterAid/ Poulomi Basu Louise

Leia mais

Método de Amenorréia Lactacional

Método de Amenorréia Lactacional CAPÍTULO 19 Método de Amenorréia Lactacional Pontos Básicos para Profissionais/Serviços de Saúde e Clientes É um método de planejamento familiar baseado na amamentação. Proporciona contracepção para a

Leia mais

O DIREITO À SEGURANÇA SOCIAL

O DIREITO À SEGURANÇA SOCIAL O DIREITO À SEGURANÇA SOCIAL 1 O DIREITO À SEGURANÇA SOCIAL A segurança social tem que ser entendida na dupla perspectiva de direito social dos cidadãos, que compete ao Estado garantir, e de princípio

Leia mais

Orientação Técnica para Propostas do Fundo Mundial para a Série 8. Prevenção

Orientação Técnica para Propostas do Fundo Mundial para a Série 8. Prevenção Orientação Técnica para Propostas do Fundo Mundial para a Série 8 Prevenção BCC (Comunicação para Alteração de Comportamento) cobertura comunitária e escolas Fundamentação lógica para incluir as SDA (Área

Leia mais

Declaração tripartida de Yaoundé sobre a instituição de um Pacote de Base de Protecção Social

Declaração tripartida de Yaoundé sobre a instituição de um Pacote de Base de Protecção Social Declaração tripartida de Yaoundé sobre a instituição de um Pacote de Base de Protecção Social Nós, os delegados tripartidos de 47 Estados Africanos membros da Organização Internacional do Trabalho ao Segundo

Leia mais

OS OBJETIVOS DO DESENVOLVIMENTO DO MILÊNIO NA PERSPECTIVA DE GÊNERO

OS OBJETIVOS DO DESENVOLVIMENTO DO MILÊNIO NA PERSPECTIVA DE GÊNERO OS OBJETIVOS DO DESENVOLVIMENTO DO MILÊNIO NA PERSPECTIVA DE GÊNERO Conjuntura Para além de enfrentarem a discriminação social e familiar, muitas mulheres ainda lutam para ultrapassar os obstáculos ao

Leia mais

Resposabilidade Social Corporativa investindo em Desenvolvimento Humano

Resposabilidade Social Corporativa investindo em Desenvolvimento Humano Resposabilidade Social Corporativa investindo em Desenvolvimento Humano Ana Rosa M. Soares Oficial do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento Setembro, 2008. Índice de Desenvolvimento Humano

Leia mais

UM NEW DEAL para o envolvimento em Estados frágeis

UM NEW DEAL para o envolvimento em Estados frágeis UM NEW DEAL para o envolvimento em Estados frágeis CONSTATAÇÕES 1.5 mil milhões de pessoas vivem em Estados frágeis ou afetados por conflitos. Cerca de 70% dos Estados em situação de fragilidade passaram

Leia mais

Geografia A. * Análise de Notícias. Escola ES/3 de Carvalhos Março 2007

Geografia A. * Análise de Notícias. Escola ES/3 de Carvalhos Março 2007 Escola ES/3 de Carvalhos Março 2007 Geografia A * Análise de Notícias Natureza das notícias: socio-económica Localização temporal: actualidade Localização espacial: Europa Jornal: Expresso Data de edição:

Leia mais

Promoção da Saúde e Prevenção da Doença

Promoção da Saúde e Prevenção da Doença Faculdade de Medicina de Lisboa Instituto de Medicina Preventiva Disciplina de Medicina Geral e Familiar (5º Ano) Promoção da Saúde e Prevenção da Doença Medicina Curativa e Medicina Preventiva Saúde versus

Leia mais

Assuntos prioritários

Assuntos prioritários CONFINTEA VI Assuntos prioritários Documento Público do Conselho Internacional de Educação de Pessoas Adultas (ICAE) Após uma intensa consulta entre seus membros e redes, o Conselho Internacional de Educação

Leia mais

FASCÍCULO IV OS PRINCIPAIS CONCEITOS PARA A COMPREENSÃO DA IGUALDADE DE GÉNERO

FASCÍCULO IV OS PRINCIPAIS CONCEITOS PARA A COMPREENSÃO DA IGUALDADE DE GÉNERO OS PRINCIPAIS CONCEITOS PARA A COMPREENSÃO DA IGUALDADE DE GÉNERO Com a colaboração de: No âmbito dos estudos de género e das políticas de igualdade têm vindo a ser definidos inúmeros conceitos com vista

Leia mais

Estudo PARTNER. Foi convidado a participar neste estudo porque tem uma relação em que é o parceiro VIH positivo.

Estudo PARTNER. Foi convidado a participar neste estudo porque tem uma relação em que é o parceiro VIH positivo. Informação ao participante e consentimento informado para o parceiro VIH positivo Estudo PARTNER O estudo PARTNER é um estudo levado a cabo com casais em que: (i) um parceiro é VIH positivo e o outro é

Leia mais

Tratado do Paris contra o câncer

Tratado do Paris contra o câncer Tratado do Paris contra o câncer portugais portuguese 71 72 Profundamente pertubados pelas repercussões importantes e universais do câncer sobre a vida humana, o sofrimento humano, e sobre a produtividade

Leia mais

INOVAÇÃO PORTUGAL PROPOSTA DE PROGRAMA

INOVAÇÃO PORTUGAL PROPOSTA DE PROGRAMA INOVAÇÃO PORTUGAL PROPOSTA DE PROGRAMA FACTORES CRÍTICOS DE SUCESSO DE UMA POLÍTICA DE INTENSIFICAÇÃO DO PROCESSO DE INOVAÇÃO EMPRESARIAL EM PORTUGAL E POTENCIAÇÃO DOS SEUS RESULTADOS 0. EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS

Leia mais

Avaliação final: Desenvolvimento Empresarial das Mulheres e Igualdade do Género na África Austral

Avaliação final: Desenvolvimento Empresarial das Mulheres e Igualdade do Género na África Austral Avaliação final: Desenvolvimento Empresarial das Mulheres e Igualdade do Género na África Austral Factos rápidos Países: Lesoto, Malawi, Moçambique, África do Sul Avaliação final Modo de avaliação: Independente

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Alto Boa Vista, MT 01/08/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 2248,35 km² IDHM 2010 0,651 Faixa do IDHM Médio (IDHM entre 0,6 e 0,699) (Censo 2010) 5247 hab. Densidade

Leia mais

TRANSMISSÃO VERTICAL DO HIV E SÍFILIS: ESTRATÉGIAS PARA REDUÇÃO E ELIMINAÇÃO

TRANSMISSÃO VERTICAL DO HIV E SÍFILIS: ESTRATÉGIAS PARA REDUÇÃO E ELIMINAÇÃO Ministério da Saúde TRANSMISSÃO VERTICAL DO HIV E SÍFILIS: ESTRATÉGIAS PARA REDUÇÃO E ELIMINAÇÃO Brasília - DF 2014 Ministério da Saúde TRANSMISSÃO VERTICAL DO HIV E SÍFILIS: ESTRATÉGIAS PARA REDUÇÃO

Leia mais

PROGRAMA DE GOVERNO DA FRENTE POPULAR A FAVOR DO AMAPÁ PROPOSTAS PARA O AMAPÁ CONTINUAR AVANÇANDO

PROGRAMA DE GOVERNO DA FRENTE POPULAR A FAVOR DO AMAPÁ PROPOSTAS PARA O AMAPÁ CONTINUAR AVANÇANDO PROGRAMA DE GOVERNO DA FRENTE POPULAR A FAVOR DO AMAPÁ PROPOSTAS PARA O AMAPÁ CONTINUAR AVANÇANDO MACAPÁ-AP JULHO DE 2014 ÍNDICE APRESENTAÇÃO 1 INTRODUÇÃO 2 DIRETRIZES 3 PRINCÍPIOS 4 OBJETIVOS ESTRATÉGICOS

Leia mais

CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA. Bruxelas, 30 de Novembro de 2000 (13.10) (OR. fr) 14110/00 LIMITE SOC 470

CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA. Bruxelas, 30 de Novembro de 2000 (13.10) (OR. fr) 14110/00 LIMITE SOC 470 CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA Bruxelas, 30 de Novembro de 2000 (13.10) (OR. fr) 14110/00 LIMITE SOC 470 ENVIO DE TEXTO de: Conselho (Emprego e Política Social) para: Conselho Europeu de Nice Nº doc. ant.:

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Sorriso, MT 02/08/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 9382,37 km² IDHM 2010 0,744 Faixa do IDHM Alto (IDHM entre 0,700 e 0,799) (Censo 2010) 66521 hab. Densidade

Leia mais

Brasil é 2º em ranking de redução de mortalidade infantil 3

Brasil é 2º em ranking de redução de mortalidade infantil 3 Publicação Científica do Curso de Bacharelado em Enfermagem do CEUT. Ano 2011(3). Edição 38 Aline da Silva Oliveira 1 Cristiana Maria de Sousa Macedo 1 Mércia da Silva Sousa 1 Márcia Andrea Lial Sertão

Leia mais

O PNE E OS DESAFIOS ATUAIS DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA

O PNE E OS DESAFIOS ATUAIS DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA O PNE E OS DESAFIOS ATUAIS DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA Lívia M. Fraga Vieira Associação Nacional de Pós Graduação e Pesquisa em Educação ANPED Faculdade de Educação Universidade Federal de Minas Gerais liviafraga@globo.com

Leia mais

Protocolo Facultativo à Convenção sobre os Direitos da Criança relativo à venda de crianças, prostituição e pornografia infantis

Protocolo Facultativo à Convenção sobre os Direitos da Criança relativo à venda de crianças, prostituição e pornografia infantis Protocolo Facultativo à Convenção sobre os Direitos da Criança relativo à venda de crianças, prostituição e pornografia infantis Os Estados Partes no presente Protocolo, Considerando que, para melhor realizar

Leia mais

Cuba rejeita categoricamente qualquer tentativa de explorar a situação dramática criada para ocupar o país e controlar o petróleo.

Cuba rejeita categoricamente qualquer tentativa de explorar a situação dramática criada para ocupar o país e controlar o petróleo. Leia abaixo a íntegra do discurso do Ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez, no Conselho de Dereitos Humanos da ONU, na última terça-feira (1º/3), em Genebra: A consciência humana rejeita

Leia mais

Os Jovens nas Nações Unidas www.un.org/youth. Relatório Mundial sobre a Juventude: Os Jovens Hoje e em 2015

Os Jovens nas Nações Unidas www.un.org/youth. Relatório Mundial sobre a Juventude: Os Jovens Hoje e em 2015 Os Jovens nas Nações Unidas www.un.org/youth Relatório Mundial sobre a Juventude: Os Jovens Hoje e em 2015 Síntese No dia 4 de Outubro de 2005, o Programa das Nações Unidas para a Juventude, do Departamento

Leia mais

DECLARAÇÃO DE LISBOA ENCONTRO ANUAL LUSO HISPANO

DECLARAÇÃO DE LISBOA ENCONTRO ANUAL LUSO HISPANO DECLARAÇÃO DE LISBOA ENCONTRO ANUAL LUSO HISPANO ORDEM DOS MEDICOS DE PORTUGAL E CONSEJO GENERAL DE MEDICOS DE ESPAÑA Lisboa, 10-11 Novembro 2015 I.- O SISTEMA NACIONAL DE SAÚDE, EXPRESSÃO DE MODERNIDADE,

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Santos, SP 30/07/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 281,35 km² IDHM 2010 0,840 Faixa do IDHM Muito Alto (IDHM entre 0,8 e 1) (Censo 2010) 419400 hab. Densidade

Leia mais

RESPONSABILIDADE SOCIAL 8 JEITOS DE MUDAR O MUNDO

RESPONSABILIDADE SOCIAL 8 JEITOS DE MUDAR O MUNDO RESPONSABILIDADE SOCIAL 8 JEITOS DE MUDAR O MUNDO EXPEDIENTE Antes de começar qualquer ação, responda: - Que problema vocês querem resolver? - Quem vai participar? - Quem vai ser beneficiado? - Como

Leia mais

ESTUDO STERN: Aspectos Económicos das Alterações Climáticas

ESTUDO STERN: Aspectos Económicos das Alterações Climáticas Resumo das Conclusões Ainda vamos a tempo de evitar os piores impactos das alterações climáticas, se tomarmos desde já medidas rigorosas. As provas científicas são presentemente esmagadoras: as alterações

Leia mais

Resolução Sindical sobre Trabalho e Meio Ambiente

Resolução Sindical sobre Trabalho e Meio Ambiente Resolução Sindical sobre Trabalho e Meio Ambiente Reunidos na 2 Assembleia Sindical sobre Trabalho e Meio Ambiente, no Rio de Janeiro, Brasil, de 11 a 13 de junho de 2012, organizada por Sustainlabour,

Leia mais

Moçambique. Estratégia da Suécia para a cooperação para o desenvolvimento com 2015-2020 MFA

Moçambique. Estratégia da Suécia para a cooperação para o desenvolvimento com 2015-2020 MFA MINISTRY FOR FOREIGN AFFAIRS, SWEDEN UTRIKESDEPARTEMENTET Estratégia da Suécia para a cooperação para o desenvolvimento com Moçambique 2015-2020 MFA 103 39 Stockholm Telephone: +46 8 405 10 00, Web site:

Leia mais

DECLARAÇÃO DE POLÍTICA DE DIREITOS HUMANOS DA UNILEVER

DECLARAÇÃO DE POLÍTICA DE DIREITOS HUMANOS DA UNILEVER DECLARAÇÃO DE POLÍTICA DE DIREITOS HUMANOS DA UNILEVER Acreditamos que as empresas só podem florescer em sociedades nas quais os direitos humanos sejam protegidos e respeitados. Reconhecemos que as empresas

Leia mais

Portuguese version 1

Portuguese version 1 1 Portuguese version Versão Portuguesa Conferência Europeia de Alto Nível Juntos pela Saúde Mental e Bem-estar Bruxelas, 12-13 Junho 2008 Pacto Europeu para a Saúde Mental e Bem-Estar 2 Pacto Europeu para

Leia mais

Começo saudável: WASH e a saúde infantil

Começo saudável: WASH e a saúde infantil Começo saudável: WASH e a saúde infantil Começo Saudável é a prioridade de advocacia da WaterAid para os próximos quatro anos (2015-2019), que foca a atenção em melhorar a saúde e a nutrição dos bebés

Leia mais

Os desafios ambientais e de sustentabilidade em Engenharia

Os desafios ambientais e de sustentabilidade em Engenharia MEC, 4º ano, 2º sem, 2008-09 Desafios Ambientais e de Sustentabilidade em Engenharia Os desafios ambientais e de sustentabilidade em Engenharia 1ª aula Maria do Rosário Partidário Desafios Ambientais e

Leia mais

Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (CONITEC) - Relatório n 115. Recomendação Final

Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (CONITEC) - Relatório n 115. Recomendação Final TESTE DO CORAÇÃOZINHO (OXIMETRIA DE PULSO) NA TRIAGEM NEONATAL Demandante: Secretaria de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde SAS/MS Contexto A Política de Atenção Integral à Saúde da Criança prevê entre

Leia mais

3º Programa de Saúde 2014-2020

3º Programa de Saúde 2014-2020 2014-2020 1. Enquadramento estratégico 2. Apresentação 3. Objetivos gerais 4. Prioridades temáticas 5. Ações 6. Beneficiários 7. Tipos de subvenção 8. Regras de financiamento 9. Critérios de elegibilidade

Leia mais

Aula5 POPULAÇÃO E DEMOGRAFIA NO BRASIL. Debora Barbosa da Silva

Aula5 POPULAÇÃO E DEMOGRAFIA NO BRASIL. Debora Barbosa da Silva Aula5 POPULAÇÃO E DEMOGRAFIA NO BRASIL META Refletir sobre as características da população brasileira como fundamento para a compreensão da organização do território e das políticas de planejamento e desenvolvimento

Leia mais

Escola E.B. 2/3 Ciclos do Paul. Trabalho elaborado por: Frederico Matias 8ºA nº8 João Craveiro 8ºA nº5

Escola E.B. 2/3 Ciclos do Paul. Trabalho elaborado por: Frederico Matias 8ºA nº8 João Craveiro 8ºA nº5 Escola E.B. 2/3 Ciclos do Paul Trabalho elaborado por: Frederico Matias 8ºA nº8 João Craveiro 8ºA nº5 Introdução Este trabalho foi-nos proposto na aula de Área de Projecto pela Professora. Pretendemos

Leia mais