DETERMINAÇÃO EXPERIMENTAL DAS PROPRIEDADES DINÂMICAS DE TRANSDUTORES DE PRESSÃO PIEZORRESISTIVOS

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "DETERMINAÇÃO EXPERIMENTAL DAS PROPRIEDADES DINÂMICAS DE TRANSDUTORES DE PRESSÃO PIEZORRESISTIVOS"

Transcrição

1 DETERMINAÇÃO EXPERIMENTAL DAS PROPRIEDADES DINÂMICAS 15 DETERMINAÇÃO EXPERIMENTAL DAS PROPRIEDADES DINÂMICAS DE TRANSDUTORES DE PRESSÃO PIEZORRESISTIVOS Evaldo Ferezi Luiz Carlos Felicio EESC-USP, Av. Trabalhador São-carlese, 4, CEP , São Carlos, SP, Brasil, Resumo Ese rabalho apresea a modelagem da pare diâmica de dois rasduores de pressão ipo piezorresisivo. Geralmee processos de calibração diâmica usam bacadas sofisicadas, mas ese rabalho procurou-se um processo simples e de baixo cuso. A meodologia baseou-se em aumear leamee a pressão, forecida por um sisema hidráulico básico, aé que ocorresse a explosão de um diafragma e, com isso, obeve-se um degrau de pressão, suposamee ideal. Cosiderado como sisema liear, com a resposa obida verificou-se qual a ordem e o ipo de sisema correspodee à resposa do rasduor. Aravés dos dados experimeais deermiaram-se os parâmeros diâmicos do modelo maemáico. Foram obidos modelos maemáicos lieares de a ordem de cada rasduor. As resposas dos modelos mosram er cocordâcia saisfaória quado comparadas aos dados experimeais. Palavras-chave: modelagem diâmica experimeal; diâmica rasduor pressão. Irodução Medidas de pressão são amplamee uilizadas em várias áreas, como pesquisa e desevolvimeo, moioração de variável e corole de processo, em que se ecessia cohecer precisamee as pressões evolvidas e como elas variam o empo. Isso exige o uso de isrumeos calibrados aravés de processos diâmicos. Os processos de calibração diâmica geralmee uilizam geradores de pressão sofisicados e caros. Também é comum usar um rasduor de ala qualidade, adoado como padrão. Ouro agravae é a exigêcia de mão-deobra especializada para realizar as calibrações sofisicadas. A caracerização diâmica de um sisema de medição pode ser descria maemaicamee. Nese rabalho isso é feio aravés de uma modelagem maemáica, obedo-se a fução de rasferêcia do sisema aravés de dados experimeais. A grade êfase desa pesquisa é a uilização de um processo simples e de relaivo baixo cuso. A meodologia baseou-se em aumear leamee a pressão, forecida por um sisema hidráulico básico, aé que ocorresse a explosão de um diafragma e, com isso, obeve-se um degrau de pressão, suposamee ideal. Cosiderado o rasduor como sisema liear, com a resposa obida os esaios verificou-se qual poderia ser a ordem e o ipo de sisema correspodee, eoricamee. Aravés dos dados experimeais deermiaram-se os parâmeros diâmicos do modelo maemáico. Dois rasduores piezorresisivos foram esaiados ode os seus modelos maemáicos lieares de a ordem foram obidos, a meos do gaho. As resposas eóricas ormalizadas dos modelos apreseam cocordâcia saisfaória quado comparadas aos dados experimeais. Fudameos para a Modelagem Experimeal A lieraura idica que rasduores ou sisemas de medidas são geralmee projeados para erem calibração esáica liear. No caso de rasduores de pressão, a deermiação da sesibilidade (gaho da fução de rasferêcia) é feia aravés de procedimeo-padrão amplamee divulgado e uilizado. Por ser ese corriqueiro e comum, o efoque dese rabalho recaiu somee a deermiação das propriedades diâmicas. Esas são de suma imporâcia para medições de pressão que possuem variações rápidas em fução do empo. Para que seja feia especificação complea do seu comporameo diâmico, ora-se ieressae que o rasduor de pressão seja descrio maemaicamee como um sisema diâmico. Mierva, 3(1): 15-11

2 16 FEREZIN & FELICIO Geralmee em calibrações, quado um degrau de pressão é submeido aos sesores (Diiz e al., 3), os rasduores de pressão comporam-se, apareemee, como sisemas de a ordem, em que a fução de rasferêcia geral em a forma: em que: τ 1 e τ = cosaes de empo. Aravés de raameo maemáico obém-se a fução resposa q o (), quado q i () é um degrau uiário, iso é: Qo (s) = Q i ω s ζ + s + 1 ω em que: s = variável de Laplace; Q o (s) = rasformada de Laplace da saída; Q i (s) = rasformada de Laplace da erada; = gaho da fução de rasferêcia; ω = freqüêcia aural ão amorecida; ζ = faor de amorecimeo. (1) 1 1 ( ) ( ) τ1 τ q ( ) = Vf Vf ( 1 C )e VfCe (3) o em que: q o () = saída do isrumeo, rasformada iversa de; Vf = valor fial do degrau de pressão; C = cosae. Os valores da fução resposa eórica podem ser obidos aravés da equação (3) e cofroados com os dados dos esaios. A Figura mosra a represeação de uma curva de resposa obida experimealmee de um sisema de a ordem, a uma erada degrau q i (). Para ober o modelo maemáico liear aravés de experimeos, vários ipos de eses podem ser realizados (Doebeli, 198), como: (i) ese do impulso, (ii) ese da erada degrau, (iii) resposa em freqüêcia e (iv) eses com siais aleaórios. Nese rabalho uilizou-se a meodologia do ese da erada degrau. A aplicação desse méodo baseia-se em procedimeos para sisema de a ordem subamorecido (ζ < 1) e para sisemas superamorecido ou criicamee amorecido (ζ 1). Procedimeo para sisemas superamorecidos e criicamee amorecidos Nos sisemas superamorecidos, a resposa à erada degrau ão apresea oscilações. Ese sisema pode ser dividido (faorado) em dois sisemas de 1 a ordem. Assim, o sisema de a ordem superamorecido pode ser represeado a forma de diagrama de blocos, coforme a Figura 1. Q(s) i Figura 1 Sisema de a ordem superamorecido a forma de diagrama. Q (s) o Do diagrama de blocos pode-se escrever: Q(s) o = Q(s) i ( τ s + 1)( τ s + 1) 1 () q () o q () i Figura Represeação de uma curva de resposa ao degrau q i () de um sisema de a ordem obida experimealmee. A equação caracerísica dos sisemas de a ordem superamorecidos possui duas raízes reais egaivas r 1 e r, o que implica expoeciais decrescees. A raiz r 1 possui basae ifluêcia o iício da resposa e decai rapidamee com o aumeo do empo, e eão predomia apeas a raiz r, que o iício coribui pouco. Sabedo que V f = q i (), para ober os valores de τ 1, τ e C, raça-se um gráfico em escala logarímica e passa-se uma rea ere os poos do iício do gráfico e oura os poos fiais do gráfico, regiões ode predomiam, respecivamee, as raízes, Figura 3. O valor de τ 1 é a agee do âgulo A, ou seja: ga = τ 1 (4) O valor de τ 1 é a agee do âgulo B, iso é: gb = τ (5) Vf Mierva, 3(1): 15-11

3 DETERMINAÇÃO EXPERIMENTAL DAS PROPRIEDADES DINÂMICAS 17 log[1 (q o()/q i())] r A As codições iiciais dessa equação são iguais a zero. Resolvedo a equação diferecial quado a erada q i é a fução degrau, a resposa é: ( ) 1 ζω q 1 o = qis e se 1 ζ ω + arcse 1 ζ 1 ζ (9) Figura 3 Curva de resposa de um sisema de a ordem em escala logarímica. Prologado a rea que forma o âgulo A, esa cruzará o eixo das ordeadas em um poo cujo valor é: B r = l (Vf C) (6) Como Vf é obido experimealmee (Figura ), da equação (6) é possível ecorar o valor de C, ou seja: C = Vf e r (7) Com os valores de C, τ 1 e τ, a fução da equação (3) fica deermiada. Procedimeo para sisemas subamorecidos Da fução de rasferêcia da equação (1) pode-se ober a equação diferecial: Os valores de ζ e ω são obidos aravés da resposa rasiória do sisema de a ordem. A resposa rasiória de um sisema de a ordem, quado a erada é um degrau, apresea oscilações amorecidas e parâmeros podem ser defiidos como ilusrado a Figura 4. Aravés da resposa experimeal deermia-se o máximo sobre-sial M p que é dado por: q( o p ) q() i M(%) p = 1 q ( ) i (1) Com o valor de M p pode-se deermiar ζ aravés do gráfico (Ogaa, 198) da Figura 5. Cohecedo os valores de p (isae do primeiro pico) e de ζ pode-se deermiar ω aravés da expressão (Ogaa, 198): ω = p π 1 ζ (11) d qo d 1 ζ dqo + + qo = qi ω ω d (8) Com os valores de ζ e ω, as caracerísicas diâmicas do sisema ficam deermiadas. q () o q (p) o q () i 1,9 M p d Tolerâcia permiida,5,1 r p s em que: M p = sobre-sial máximo = empo de araso d = empo de subida r = isae de pico p = empo de acomodação s Figura 4 Parâmeros da resposa de um sisema de a ordem à erada degrau uiário. Mierva, 3(1): 15-11

4 18 FEREZIN & FELICIO M (%) p ,1,,3,4,5,6,7,8,9 1 Zea Figura 5 Curva de M p porceual em fução de ζ. Compoees da Bacada Experimeal O sisema de calibração é composo basicamee por um sisema hidráulico, pelo gerador rasiee de pressão, pelo rasduor a ser calibrado e por um sisema de aquisição (Figura 6). O rasduor a ser calibrado é moado a câmara de pressão do gerador com seu elemeo sesível faceado a superfície laeral iera da cavidade da câmara, ficado o mesmo em coao com o fluido de calibração. O corole da pressão da erada é feio aravés do sisema hidráulico. O sisema de calibração uiliza um cojuo de aquisição de dados cosiuído por um microcompuador com uma placa de aquisição, resposável pela colea de dados. O gerador de rasiee de pressão desevolvido (Figura 7) é do ipo aperiódico e foi uilizado os esaios de calibração, o domíio do empo. O gerador foi o resposável pelo forecimeo do degrau egaivo de pressão, ecessário para a realização dos experimeos. O gerador é um disposiivo de cosrução simples, com baixo cuso de fabricação e de operação. É basicamee formado por duas câmaras: a de pressão e a de reoro do fluido. A câmara de pressão é composa por um corpo cilídrico com uma cavidade iera, que é preechida por um fluido hidráulico, e por duas coexões que coduzem a essa cavidade. Uma coexão é uilizada para isalação do rasduor a ser calibrado e a oura, para a erada de fluido. O fluido é isolado da pressão amosférica aravés de um disco de rupura que é fixado por um flage e parafusos. Trasduor Sisema hidráulico Gerador de rasiee de pressão Cojuo de aquisição de dados Figura 6 Esquema do sisema de calibração. Mierva, 3(1): 15-11

5 DETERMINAÇÃO EXPERIMENTAL DAS PROPRIEDADES DINÂMICAS 19 Erada de óleo Furo para equalização da pressão amosférica Tampão Coe Câmara de pressão Câmara de reoro de fluido Diafragma de rupura Trasduor de pressão Flage de fixação Borracha de amorecimeo Espuma Tubo da câmara de reoro Fudo Figura 7 Gerador de rasiee de pressão ipo degrau. A câmara de reoro é composa por um ubo que é fixado a um fudo aravés de solda. No fudo há um coe meálico com a fução de desviar as odas de eco para a laeral do ubo. Na pare superior há um supore para coexão do ubo à câmara de pressão. Um furo com ampão a laeral do ubo é usado para escoar o óleo e fazer o seu reoro ao sisema. Esse ubo é revesido ieramee com espuma para preveir ecos. As faces do supore possuem borrachas para amorecer o impaco gerado pela rupura do disco. A coexão ere as duas câmaras é feia aravés do flage de fixação do disco de rupura, o qual coém vários furos com o iuio de maer a pressão amosférica a câmara de reoro. Esse flage é fixado o supore da câmara de reoro. Os discos de rupura uilizados os eses foram de acrílico com 3 mm de espessura. A pressão de erada do sisema de calibração é forecida por um sisema hidráulico comum. O microcompuador uilizado possui um processador AMD Ahlo (m) XP 18 de 1,53GHz, 56MB de memória RAM e HD de 4GB. O sofware uilizado é o LabView 7.1 e a placa de aquisição de dados é o modelo NI-DAQmx NI PCI- 64E da Naioal Isrumes. Procedimeo Experimeal A Figura 8 mosra esquemaicamee o sisema hidráulico usado durae os esaios. Na realização dos experimeos, a pressão do sisema hidráulico foi limiada em 7 psi. No sisema hidráulico há duas válvulas reguladoras de vazão e ere elas esá o gerador de pressão e um maômero para idicar a pressão forecida, coforme mosra a Figura 8. A válvula reguladora de vazão (), coecada a liha pressão após a saída da bomba, é maida fechada, e a válvula reguladora (3), coecada em seguida e ligada ao aque, é maida com cera regulagem. Com as válvulas essa cofiguração, ão há pressão chegado ao gerador. Nesa codição de regulagem iicia-se a aquisição de dados. A válvula () é abera aé o poeiro do maômero (4) começar a se movimear, e maém-se essa aberura aé o fial do processo. Em seguida, a válvula (3) começa a ser fechada leamee, e com isso cosegue-se um corole o aumeo da pressão que sobe gradualmee e de forma lea. A válvula (3) coiua sedo fechada aé ocorrer o rompimeo do diafragma. Logo após o rompimeo do diafragma, o sisema de aquisição ierrompe a colea de dados. Mierva, 3(1): 15-11

6 11 FEREZIN & FELICIO (4) () (5) (3) (1) M 1. Circuio hidráulico básico. Válvula de corole de vazão 3. Válvula de corole de vazão 4. Maômero 5. Gerador de rasiee de pressão Figura 8 Sisema hidráulico para gerar o rasiee de pressão. Resulados Obidos Os resulados obidos foram realizados seguido o procedimeo experimeal, e as curvas ípicas esão ilusradas as Figuras 9 e 1. Aravés dos resulados obidos ecorou-se um modelo maemáico liear de a ordem para cada rasduor de pressão. Para efeio de modelagem com os dados experimeais e comparação ere dados práicos e eóricos, as curvas experimeais foram ormalizadas e iveridas. Assim, o modelo para a fução resposa do rasduor Zürich modelo PLN- / PSI-4 ecorado foi: ( ) ( ) q , , 1561 o = ( (, ))e (, )e (1) A Figura 11 mosra a curva experimeal ormalizada e iverida e a obida aravés da fução modelo, para o rasduor PLN- / PSI-4. A fução de rasferêcia (volagem/pressão), para as codições dos esaios, resulou: V (s) = (13) P ( 1, s + 1)( 15, s + 1) em que é o gaho esáico que pode ser deermiado aravés de calibração esáica roieira. Figura 9 Comporameo ípico do rasiee de pressão medido pelo rasduor PLN-/PSI-4. Mierva, 3(1): 15-11

7 DETERMINAÇÃO EXPERIMENTAL DAS PROPRIEDADES DINÂMICAS 111 Figura 1 Comporameo ípico do rasiee de pressão medido pelo rasduor AS 33. 1, 1,8 Dados experimeais Dados eóricos F (),6,4,,,1,,3,4,5,6,7,8,9 1 Tempo (s) Figura 11 Comparação ere a curva experimeal ormalizada e iverida e a curva obida aravés da fução modelo, equação (1), para o rasduor PLN-/PSI-4. Para o caso do rasduor AS 33 aplicaram-se os procedimeos descrios aeriormee e obeve-se o seguie modelo para a fução resposa: 1 (, 66 )( 597, 4 ) qo = 11 e se 1 ( 66, ) 5974, + a 1 (, 66) + arcse 1, 66 ( ) (14) A Figura 1 mosra a curva experimeal ormalizada e iverida e a gerada aravés da fução modelo (equação 14), para o rasduor AS 33. A fução de rasferêcia (volagem/pressão) desse rasduor Dafoss, para as codições dos esaios, resulou a equação (15): V (s) = P s, 66 + s , 4 597, 4 (15) em que é o gaho esáico que pode ser deermiado aravés de calibração esáica roieira. Mierva, 3(1): 15-11

8 11 FEREZIN & FELICIO 1,4 1, Dados experimeais Dados eóricos 1 F (),8,6,4,,5,1,15,,5,3,35 Tempo (s) Figura 1 Comparação ere a curva experimeal ormalizada e iverida e a curva obida aravés da fução modelo (equação 14), para rasduor AS 33. Coclusões O gerador de pressão rasiee desevolvido mosrou bom fucioameo para gerar rasiees de pressão, capaz de operar com baixas e alas pressões (aé aproximadamee 1 psi). O gerador é relaivamee de baixo cuso de fabricação e possui a grade vaagem de ão usar um sisema auxiliar como padrão. As resposas obidas aravés dos modelos maemáicos lieares para sisemas de a ordem superamorecido e subamorecido mosraram cocordâcia saisfaória quado comparadas com os dados obidos experimealmee. Com isso foi possível descrever maemaicamee a pare diâmica dos rasduores de pressão e, coseqüeemee, ober as respecivas Fuções de Trasferêcia, a meos dos seus gahos. Um resulado imporae refere-se ao desevolvimeo de um procedimeo de calibração diâmica sem uilizar sisema de referêcia, mas com um gerador de pressão rasiee ipo degrau, de baixo cuso e de simples operação. Com os modelos maemáicos obidos e os méodos de obeção de resposa rasiória uilizados foi possível descrever maemaicamee as caracerísicas diâmicas dos rasduores de pressão aravés da deermiação do deomiador das respecivas fuções de rasferêcia. Referêcias Bibliográficas DINIZ, A. C. G. C.; VIANNA, J. N. S.; NEVES, F. J. R. Calibração diâmica de sesores de pressão: méodos e meios. I: METROLOGIA 3 METROLOGIA PARA A VIDA. Recife, 3. DOEBELIN, E. O. Sysem modelig ad respose: heoreical ad experimeal approaches. New York: Wiley, 198. OGATA,. Egeharia de corole modero, Rio de Jaeiro: Preice Hall do Brasil, 198. Mierva, 3(1): 15-11

CAP. 6 - ANÁLISE DE INVESTIMENTOS EM SITUAÇÃO DE RISCO

CAP. 6 - ANÁLISE DE INVESTIMENTOS EM SITUAÇÃO DE RISCO CAP. 6 - ANÁLISE DE INVESTIMENTOS EM SITUAÇÃO DE RISCO 1. APRESENTAÇÃO Nese capíulo serão abordados vários méodos que levam em coa o uso das probabilidades a aálise de ivesimeos. Eses méodos visam subsidiar

Leia mais

Escola de Engenharia de Lorena - USP Cinética Química Capítulo 03 Métodos Cinéticos

Escola de Engenharia de Lorena - USP Cinética Química Capítulo 03 Métodos Cinéticos Escola de Egeharia de Lorea - USP iéica Química aíulo 03 Méodos iéicos Irodução O esudo ciéico, usualmee, é feio a arir de dados exerimeais coleados durae a evolução de uma reação química. Eses dados coleados

Leia mais

Métodos de Amortização

Métodos de Amortização Méodos de Amorização Rui Assis Egeheiro Mecâico IST rassis@rassis.com www.rassis.com Fevereiro de 2006 Reviso em Seembro de 20 Méodos de Amorização Irodução Na perspeciva coabilísica, a amorização referese

Leia mais

Sistemas Dinâmicos. Sistema massa-mola-atrito. O que é um sistema? Sistemas Lineares e Invariantes no Tempo

Sistemas Dinâmicos. Sistema massa-mola-atrito. O que é um sistema? Sistemas Lineares e Invariantes no Tempo Sisemas Diâmicos Sisemas Lieares e Ivariaes o Tempo O que é um sisema? Sisema massa-mola-ario Um sisema é um objeco ou grupo de objecos que ieragem com o mudo. Essa ieracção é represeada aravés de eradas

Leia mais

ANÁLISE DO EFEITO DO PESO DOS VEÍCULOS NAS ESTRADAS

ANÁLISE DO EFEITO DO PESO DOS VEÍCULOS NAS ESTRADAS ANÁLISE DO EFEITO DO PESO DOS VEÍCULOS NAS ESTADAS Luciao Bruo Faruolo 1, Divisão de Isrumeos de Medição de Massa, Direoria de Merologia Legal, Isiuo de Nacioal de Merologia, Normalização e ualidade Idusrial,

Leia mais

Espaço SENAI. Missão do Sistema SENAI

Espaço SENAI. Missão do Sistema SENAI Sumário Inrodução 5 Gerador de funções 6 Caracerísicas de geradores de funções 6 Tipos de sinal fornecidos 6 Faixa de freqüência 7 Tensão máxima de pico a pico na saída 7 Impedância de saída 7 Disposiivos

Leia mais

conceito de análise de investimento

conceito de análise de investimento 1. coceio de aálise de ivesimeo Aálise de Ivesimeos Prof. Uério Cruz O coceio de aálise de ivesimeo pode hoje ser um cojuo de écicas que permiem a comparação ere resulados de omada de decisões referees

Leia mais

1. Um capital de $80.000,00 é aplicado à taxa de 2,5% ao mês durante um trimestre. Determine o valor dos juros acumulados neste período.

1. Um capital de $80.000,00 é aplicado à taxa de 2,5% ao mês durante um trimestre. Determine o valor dos juros acumulados neste período. MATEMÁTIA FINANEIRA RESOLUÇÃO DOS EXERÍIOS I. UROS SIMPLES. Um capial de $8., é aplicado à axa de 2,5% ao mês durae um rimesre. Deermie o valor dos juros acumulados ese período. i..,25 8. 3 6., 2. Um egociae

Leia mais

ESTABILIZADORES DE TENSÃO ALTERNADA DO TIPO COMPENSADORES DE TENSÃO

ESTABILIZADORES DE TENSÃO ALTERNADA DO TIPO COMPENSADORES DE TENSÃO ESTABILIZADOES DE TENSÃO ALTENADA DO TIPO COMPENSADOES DE TENSÃO Power Elecr. Sys. Lab. - PES Lab ETH Zurich ETH-Zerum, ETL H6, Physiks. 3 CH-89 Zurique, Suiça soeiro@lem.ee.ehz.ch Thiago B. Soeiro, Clóvis

Leia mais

FUNDO DE COMÉRCIO * Pedro Schubert

FUNDO DE COMÉRCIO * Pedro Schubert FUNDO DE COMÉRCIO * Pedro Schuber Esa maéria que ão em bibliografia e o seu coceio o ambiee coábil refere-se aos bes iagíveis e os auores ficam com os ies iagíveis possíveis de serem regisrados pela coabilidade

Leia mais

2 Métodos de previsão de vendas de itens de estoque 2.1 Introdução

2 Métodos de previsão de vendas de itens de estoque 2.1 Introdução 8 Méodos de previsão de vedas de ies de esoque. Irodução A previsão de demada é processo comum o plaejameo das empresas e poderá ser basae úil o corole de esoques e egociações de preços. Ao se rabalhar

Leia mais

Comparando Fluxos de Caixa Em Moedas Diferentes

Comparando Fluxos de Caixa Em Moedas Diferentes Trabalho Apreseado o II SEGeT II Simpósio de Excelêcia em Gesão e Tecologia promovido pela Associação Educacioal Dom Bosco (AEDB) Comparado Fluxos de Caixa Em Moedas Diferees Marcelo Heriques de Brio -

Leia mais

Campo magnético variável

Campo magnético variável Campo magnéico variável Já vimos que a passagem de uma correne elécrica cria um campo magnéico em orno de um conduor aravés do qual a correne flui. Esa descobera de Orsed levou os cienisas a desejaram

Leia mais

Uma Nova Abordagem para Estimação da Banda Efetiva em Processos Fractais

Uma Nova Abordagem para Estimação da Banda Efetiva em Processos Fractais 436 IEEE LATIN AMERICA TRANSACTIONS, VOL. 3, NO. 5, DECEMBER 5 Uma Nova Abordagem para Esimação da Bada Efeiva em Processos Fracais Firmiao R. Perligeiro, Membro, IEEE e Lee L. Lig, Membro, IEEE Resumo

Leia mais

MODELAGEM MATEMÁTICA E O EFEITO ESTUFA

MODELAGEM MATEMÁTICA E O EFEITO ESTUFA a MODELAGEM MATEMÁTICA E O EFEITO ESTUFA Âgela Maria Loureção Gerolômo 1 UEL Uiversidade Esadual de Lodria agela-maemaica@uol.com.br Rodolfo Eduardo Verua 2 UEL Uiversidade Esadual de Lodria rodolfoverua@yahoo.com.br

Leia mais

CAPÍTULO 9. y(t). y Medidor. Figura 9.1: Controlador Analógico

CAPÍTULO 9. y(t). y Medidor. Figura 9.1: Controlador Analógico 146 CAPÍULO 9 Inrodução ao Conrole Discreo 9.1 Inrodução Os sisemas de conrole esudados aé ese pono envolvem conroladores analógicos, que produzem sinais de conrole conínuos no empo a parir de sinais da

Leia mais

MÉTODO PARA ANÁLISE DE INVESTIMENTOS: ALTERNATIVA PARA CLASSIFICAÇÃO DE PROJETOS COM PRAZO E VOLUME DE RECURSOS DIFERENTES.

MÉTODO PARA ANÁLISE DE INVESTIMENTOS: ALTERNATIVA PARA CLASSIFICAÇÃO DE PROJETOS COM PRAZO E VOLUME DE RECURSOS DIFERENTES. ! "#$ " %'&)(*&)+,.- /10.2*&4365879&4/1:.+58;.2*=?5.@A2*3B;.- C)D 5.,.5FE)5.G.+ &4- (IHJ&?,.+ /?=)5.KA:.+5MLN&OHJ5F&4E)2*EOHJ&)(IHJ/)G.- D - ;./);.& Foz do Iguaçu, PR, Brasil, 09 a 11 de ouubro de

Leia mais

Função definida por várias sentenças

Função definida por várias sentenças Ese caderno didáico em por objeivo o esudo de função definida por várias senenças. Nese maerial você erá disponível: Uma siuação que descreve várias senenças maemáicas que compõem a função. Diversas aividades

Leia mais

UM MODELO HIERÁRQUICO PARA PREVISÃO DE PREÇOS DE COMMODITIES AGRÍCOLAS A HIERARCHICAL MODEL TO AGRICULTURAL COMMODITIES PRICES FORECAST

UM MODELO HIERÁRQUICO PARA PREVISÃO DE PREÇOS DE COMMODITIES AGRÍCOLAS A HIERARCHICAL MODEL TO AGRICULTURAL COMMODITIES PRICES FORECAST Revisa Produção Olie v.0,.4, dez. 200 ISSN: 676-90 www.producaoolie.org.br UM MODELO HIERÁRQUICO PARA PREVISÃO DE PREÇOS DE COMMODITIES AGRÍCOLAS A HIERARCHICAL MODEL TO AGRICULTURAL COMMODITIES PRICES

Leia mais

CAPÍTULO III TORÇÃO PROBLEMAS ESTATICAMENTE INDETERMINADOS TORÇÃO - PEÇAS DE SEÇÃO VAZADA DE PAREDES FINAS

CAPÍTULO III TORÇÃO PROBLEMAS ESTATICAMENTE INDETERMINADOS TORÇÃO - PEÇAS DE SEÇÃO VAZADA DE PAREDES FINAS APÍTULO III TORÇÃO PROBLEMAS ESTATIAMENTE INDETERMINADOS TORÇÃO - PEÇAS DE SEÇÃO VAZADA DE PAREDES FINAS A- TORÇÃO PROBLEMAS ESTATIAMENTE INDETERMINADOS Vimos aé aqui que para calcularmos as ensões em

Leia mais

Equações Simultâneas. Aula 16. Gujarati, 2011 Capítulos 18 a 20 Wooldridge, 2011 Capítulo 16

Equações Simultâneas. Aula 16. Gujarati, 2011 Capítulos 18 a 20 Wooldridge, 2011 Capítulo 16 Equações Simulâneas Aula 16 Gujarai, 011 Capíulos 18 a 0 Wooldridge, 011 Capíulo 16 Inrodução Durane boa pare do desenvolvimeno dos coneúdos desa disciplina, nós nos preocupamos apenas com modelos de regressão

Leia mais

Valor do Trabalho Realizado 16.

Valor do Trabalho Realizado 16. Anonio Vicorino Avila Anonio Edésio Jungles Planejameno e Conrole de Obras 16.2 Definições. 16.1 Objeivo. Valor do Trabalho Realizado 16. Parindo do conceio de Curva S, foi desenvolvida pelo Deparameno

Leia mais

67.301/1. RLP 10 & 20: Controlador pneumático de volume-caudal. Sauter Components

67.301/1. RLP 10 & 20: Controlador pneumático de volume-caudal. Sauter Components 7./ RL & : Conrolador pneumáico de volume-caudal Usado em conjuno com um prao orifício ou com um sensor de pressão dinâmica e um acuador pneumáico de regiso para conrolo do volume de ar em sisemas de ar

Leia mais

UNIDADES DE ROLAMENTOS DE ESFERAS

UNIDADES DE ROLAMENTOS DE ESFERAS 280 UIDDE DE ROMETO DE EFER UIDDE DE ROMETO TIPO E DE FERRO FUDIDO COM PRFUO DE TRV UCP2 Diâmero do eixo 12-90... 286 1/2-3 1/2 polegada UIDDE DE ROMETO TIPO FGE DE FERRO FUDIDO COM PRFUO DE TRV UCF2 UCF2

Leia mais

ASPECTOS FINANCEIROS DA PRODUÇÃO DE TECA NO ESTADO DE MATO GROSSO

ASPECTOS FINANCEIROS DA PRODUÇÃO DE TECA NO ESTADO DE MATO GROSSO ASPECTOS FINANCEIROS DA PRODUÇÃO DE TECA NO ESTADO DE MATO GROSSO Humbero Âgelo 1, Versides Sebasião de Moraes e Silva 2, Álvaro Nogueira de Souza 1, Adré Corazza Gao 3 1 Eg. Floresal, Dr., Depo. de Egeharia

Leia mais

MATEMÁTICA FINANCEIRA NA GESTÃO FLORESTAL

MATEMÁTICA FINANCEIRA NA GESTÃO FLORESTAL Uiversidade de São Paulo - Escola Superior de Agriculura 'Luiz de Queiroz' MATEMÁTICA FINANCEIRA NA GESTÃO FLORESTAL Avaliação de Projeos Floresais (Técicas de Maemáica Fiaceira) Prof. Luiz Carlos Esraviz

Leia mais

exercício e o preço do ativo são iguais, é dito que a opção está no dinheiro (at-themoney).

exercício e o preço do ativo são iguais, é dito que a opção está no dinheiro (at-themoney). 4. Mercado de Opções O mercado de opções é um mercado no qual o iular (comprador) de uma opção em o direio de exercer a mesma, mas não a obrigação, mediane o pagameno de um prêmio ao lançador da opção

Leia mais

EQUAÇÕES DIFERENCIAIS LINEARES DE ORDEM N

EQUAÇÕES DIFERENCIAIS LINEARES DE ORDEM N EQUAÇÕES DIFERENCIAIS LINEARES DE ORDEM N Estudaremos este capítulo as equações diereciais lieares de ordem, que são de suma importâcia como suporte matemático para vários ramos da egeharia e das ciêcias.

Leia mais

CÁLCULO DO BALANÇO ENTRE ATIVIDADES REPETITIVAS PARA USO EM PROGRAMAS DE GERENCIAMENTO DE PROJETOS.

CÁLCULO DO BALANÇO ENTRE ATIVIDADES REPETITIVAS PARA USO EM PROGRAMAS DE GERENCIAMENTO DE PROJETOS. CÁLCULO DO BALANÇO ENTRE ATIVIDADES REPETITIVAS PARA USO EM PROGRAMAS DE GERENCIAMENTO DE PROJETOS. Carlos Luciao Sa Aa Vargas Mesrado do Programa de Pós-graduação em Egeharia de Produção a UFSC Praça

Leia mais

OS IMPACTOS MACROECONÔMICOS DOS INVESTIMENTOS BRASILEIROS DIRETOS NO EXTERIOR

OS IMPACTOS MACROECONÔMICOS DOS INVESTIMENTOS BRASILEIROS DIRETOS NO EXTERIOR 54 OS IMPACTOS MACROECONÔMICOS DOS INVESTIMENTOS BRASILEIROS DIRETOS NO EXTERIOR Rubes Auguso Mirada Maria da Silva Borges Araújo 2 RESUMO A globalização produiva em gerado imporaes debaes sobre as implicações

Leia mais

Figura 1 Carga de um circuito RC série

Figura 1 Carga de um circuito RC série ASSOIAÇÃO EDUAIONAL DOM BOSO FAULDADE DE ENGENHAIA DE ESENDE ENGENHAIA ELÉTIA ELETÔNIA Disciplina: Laboraório de ircuios Eléricos orrene onínua 1. Objeivo Sempre que um capacior é carregado ou descarregado

Leia mais

Exercícios de Análise de Sinal

Exercícios de Análise de Sinal Exercícios de Aálise de Sial FEUP DEEC Seembro 008 recolha de problemas de diversos auores edição feia por: H. Mirada, J. Barbosa (000) M.I. Carvalho, A. Maos (003, 006, 008) Coeúdo Complexos 3 Siais 5

Leia mais

MAT302 - Cálculo 2. INTEGRAIS Integral Indefinida pág. 403. Bibliografia: Cálculo volume I, 5 edição. James Stewart Prof.

MAT302 - Cálculo 2. INTEGRAIS Integral Indefinida pág. 403. Bibliografia: Cálculo volume I, 5 edição. James Stewart Prof. MAT - Cálculo Biliografia: Cálculo volume I, 5 edição. James Sewar Prof. Valdecir Boega INTEGRAIS Iegral Idefiida pág. 4 Aé aqui, osso prolema ásico era: ecorar a derivada de uma fução dada. A parir de

Leia mais

Análise de Eficiência Energética em Sistemas Industriais de Ventilação

Análise de Eficiência Energética em Sistemas Industriais de Ventilação Aálse de Efcêca Eergéca em Ssemas Idusras de elação Kleber Davd Belovsk, Déco Bspo, Aôo Carlos Delaba, Sérgo Ferrera de aula Slva Faculdade de Egehara Elérca da Uversdade Federal de Uberlâda UFU, Aveda

Leia mais

Módulo 07 Capítulo 06 - Viscosímetro de Cannon-Fensk

Módulo 07 Capítulo 06 - Viscosímetro de Cannon-Fensk Módulo 07 Capíulo 06 - Viscosímero de Cannon-Fensk Inrodução: o mundo cienífico, medições são necessárias, o que sempre é difícil, impreciso, principalmene quando esa é muio grande ou muio pequena. Exemplos;

Leia mais

Técnicas de Previsão

Técnicas de Previsão Técicas de Previsão Prof. Ferado Auguso Silva Maris www.feg.uesp.br/~fmaris fmaris@feg.uesp.br 1 Sumário 1. Coceios 2. Eapas de um Modelo de Previsão 1. Objeivos 2. Colea e aálise de dados 3. Seleção da

Leia mais

TEORIA DE VALORES EXTREMOS PARA CÁLCULO DE VaR *

TEORIA DE VALORES EXTREMOS PARA CÁLCULO DE VaR * TEORIA DE VALORES ETREMOS PARA CÁLCULO DE VaR * Luiz Alvares Rezede de Souza ** (lalvares@usp.br) Marcos Eugêio da Silva *** (medsilva@usp.br) Julho de 999 Resumo É cohecido o fao de que disribuições de

Leia mais

Universidade Federal de Lavras

Universidade Federal de Lavras Universidade Federal de Lavras Deparameno de Ciências Exaas Prof. Daniel Furado Ferreira 8 a Lisa de Exercícios Disribuição de Amosragem 1) O empo de vida de uma lâmpada possui disribuição normal com média

Leia mais

Disciplina de Princípios de Telecomunicações Prof. MC. Leonardo Gonsioroski da Silva

Disciplina de Princípios de Telecomunicações Prof. MC. Leonardo Gonsioroski da Silva UNIVERSIDADE GAMA FILHO PROCE DEPARAMENO DE ENGENHARIA ELÉRICA Disciplia de Pricípios de elecomuicações Pro. MC. Leoardo Gosioroski da Silva Séries e rasormadas de Fourier Aálise de um sial seoidal o empo

Leia mais

ENGENHARIA ECONÔMICA AVANÇADA

ENGENHARIA ECONÔMICA AVANÇADA ENGENHARIA ECONÔMICA AVANÇADA TÓPICOS AVANÇADOS MATERIAL DE APOIO ÁLVARO GEHLEN DE LEÃO gehleao@pucrs.br 55 5 Avaliação Econômica de Projeos de Invesimeno Nas próximas seções serão apresenados os principais

Leia mais

Testando a existência de efeitos lead-lag entre os mercados acionários norte-americano e brasileiro

Testando a existência de efeitos lead-lag entre os mercados acionários norte-americano e brasileiro SEGeT Simpósio de Excelêcia em Gesão e Tecologia 2 Tesado a exisêcia de efeios lead-lag ere os mercados acioários ore-americao e brasileiro Oávio Reiro de Medeiros Professor Tiular da Uiversidade de Brasília

Leia mais

CAPITULO 01 DEFINIÇÕES E PARÂMETROS DE CIRCUITOS. Prof. SILVIO LOBO RODRIGUES

CAPITULO 01 DEFINIÇÕES E PARÂMETROS DE CIRCUITOS. Prof. SILVIO LOBO RODRIGUES CAPITULO 1 DEFINIÇÕES E PARÂMETROS DE CIRCUITOS Prof. SILVIO LOBO RODRIGUES 1.1 INTRODUÇÃO PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE ENGENHARIA FENG Desinase o primeiro capíulo

Leia mais

O EFEITO DIA DO VENCIMENTO DE OPÇÕES NA BOVESPA 1

O EFEITO DIA DO VENCIMENTO DE OPÇÕES NA BOVESPA 1 O EFEITO DIA DO VENCIMENTO DE OPÇÕES NA BOVESPA 1 Paulo J. Körbes 2 Marcelo Marins Paganoi 3 RESUMO O objeivo dese esudo foi verificar se exise influência de evenos de vencimeno de conraos de opções sobre

Leia mais

Prof. Luiz Marcelo Chiesse da Silva DIODOS

Prof. Luiz Marcelo Chiesse da Silva DIODOS DODOS 1.JUÇÃO Os crisais semiconduores, ano do ipo como do ipo, não são bons conduores, mas ao ransferirmos energia a um deses ipos de crisal, uma pequena correne elérica aparece. A finalidade práica não

Leia mais

2 Conceitos de transmissão de dados

2 Conceitos de transmissão de dados 2 Conceios de ransmissão de dados 2 Conceios de ransmissão de dados 1/23 2.2.1 Fones de aenuação e disorção de sinal 2.2.1 Fones de aenuação e disorção do sinal (coninuação) 2/23 Imperfeições do canal

Leia mais

Manual de Instruções. Máquina de Eletroerosão EX 60 MS

Manual de Instruções. Máquina de Eletroerosão EX 60 MS Manual de nsruções Máquina de Eleroerosão EX 60 MS FUNÇÕES DOS COMANDOS Liga / Desliga Acia os caores do ransformador e da bomba do aciameno. Não inerrompe a alimenação para as réguas digiais e para a

Leia mais

Escola Secundária Dom Manuel Martins

Escola Secundária Dom Manuel Martins Escola Secundária Dom Manuel Marins Seúbal Prof. Carlos Cunha 1ª Ficha de Avaliação FÍSICO QUÍMICA A ANO LECTIVO 2006 / 2007 ANO II N. º NOME: TURMA: C CLASSIFICAÇÃO Grisson e a sua equipa são chamados

Leia mais

FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO E NEGÓCIOS DE SERGIPE

FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO E NEGÓCIOS DE SERGIPE FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO E NEGÓCIOS DE SERGIPE CURSO: ENGENHARIA DE PRODUÇÃO ASSUNTO: INTRODUÇÃO ÀS EQUAÇÕES DIFERENCIAIS, EQUAÇÕES DIFERENCIAIS DE PRIMEIRA ORDEM SEPARÁVEIS, HOMOGÊNEAS, EXATAS, FATORES

Leia mais

Juros Compostos 2016

Juros Compostos 2016 Juros Composos 2016 1. (G1 - ifal 2016) Em 2000, cero país da América Laia pediu um emprésimo de 1 milhão de dólares ao FMI (Fudo Moeário Ieracioal) para pagar em 100 aos. Porém, por problemas políicos

Leia mais

Dados do Plano. Resultado da Avaliação Atuarial. Data da Avaliação: 31/12/2010

Dados do Plano. Resultado da Avaliação Atuarial. Data da Avaliação: 31/12/2010 AVALIAÇÃO ATUARIAL Daa da Avaliação: 3/2/200 Dados do Plano Nome do Plano: CEEEPREV CNPB: 20.020.04-56 Parocinadoras: Companhia Esadual de Geração e Transmissão de Energia Elérica CEEE-GT Companhia Esadual

Leia mais

Exemplo pág. 28. Aplicação da distribuição normal. Normal reduzida Z=(900 1200)/200= 1,5. Φ( z)=1 Φ(z)

Exemplo pág. 28. Aplicação da distribuição normal. Normal reduzida Z=(900 1200)/200= 1,5. Φ( z)=1 Φ(z) Exemplo pág. 28 Aplcação da dsrbução ormal Normal reduzda Z=(9 2)/2=,5 Φ( z)= Φ(z) Subsudo valores por recurso à abela da ormal:,9332 = Φ(z) Φ(z) =,668 Φ( z)= Φ(z) Φ(z) =,33 Φ(z) =,977 z = (8 2)/2 = 2

Leia mais

Unidade V - Desempenho de Sistemas de Controle com Retroação

Unidade V - Desempenho de Sistemas de Controle com Retroação Uidade V - Desempeho de Sistemas de Cotrole com Retroação Itrodução; Siais de etrada para Teste; Desempeho de um Sistemas de Seguda Ordem; Efeitos de um Terceiro Pólo e de um Zero a Resposta Sistemas de

Leia mais

VII Equações Diferenciais Ordinárias de Primeira Ordem

VII Equações Diferenciais Ordinárias de Primeira Ordem VII Equações Difereciais Ordiárias de Primeira Ordem Itrodução As equações difereciais ordiárias são istrumetos esseciais para a modelação de muitos feómeos proveietes de várias áreas como a física, química,

Leia mais

Sinais e Sistemas. Env. CS1 Ground. Sine Wave Joint Actuator. Double Pendulum Two coupled planar pendulums with. gravity and sine wave forcing in the

Sinais e Sistemas. Env. CS1 Ground. Sine Wave Joint Actuator. Double Pendulum Two coupled planar pendulums with. gravity and sine wave forcing in the -4-6 -8 - - -4-6 -8 Frequecy khz Hammig kaiser Chebyshev Siais e Sisemas Power Specral Desiy Ev B F CS CS B F CS Groud Revolue Body Revolue Body Power/frequecy db/hz Sie Wave Joi Acuaor Joi Sesor Revolue

Leia mais

Mecânica dos Fluidos. Aula 8 Introdução a Cinemática dos Fluidos. Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues

Mecânica dos Fluidos. Aula 8 Introdução a Cinemática dos Fluidos. Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues Aula 8 Inrodução a Cinemáica dos Fluidos Tópicos Abordados Nesa Aula Cinemáica dos Fluidos. Definição de Vazão Volumérica. Vazão em Massa e Vazão em Peso. Definição A cinemáica dos fluidos é a ramificação

Leia mais

Estudo comparativo de processo produtivo com esteira alimentadora em uma indústria de embalagens

Estudo comparativo de processo produtivo com esteira alimentadora em uma indústria de embalagens Esudo comparaivo de processo produivo com eseira alimenadora em uma indúsria de embalagens Ana Paula Aparecida Barboza (IMIH) anapbarboza@yahoo.com.br Leicia Neves de Almeida Gomes (IMIH) leyneves@homail.com

Leia mais

MÉTODO MARSHALL. Os corpos de prova deverão ter a seguinte composição em peso:

MÉTODO MARSHALL. Os corpos de prova deverão ter a seguinte composição em peso: TEXTO COMPLEMENTAR MÉTODO MARSHALL ROTINA DE EXECUÇÃO (PROCEDIMENTOS) Suponhamos que se deseje dosar um concreo asfálico com os seguines maeriais: 1. Pedra 2. Areia 3. Cimeno Porland 4. CAP 85 100 amos

Leia mais

Sistemas de Energia Ininterrupta: No-Breaks

Sistemas de Energia Ininterrupta: No-Breaks Sisemas de Energia Ininerrupa: No-Breaks Prof. Dr.. Pedro Francisco Donoso Garcia Prof. Dr. Porfírio Cabaleiro Corizo www.cpdee.ufmg.br/~el GEP-DELT-EEUFMG Porque a necessidade de equipamenos de energia

Leia mais

CAP. I ERROS EM CÁLCULO NUMÉRICO

CAP. I ERROS EM CÁLCULO NUMÉRICO CAP I ERROS EM CÁLCULO NUMÉRICO 0 Itrodução Por método umérico etede-se um método para calcular a solução de um problema realizado apeas uma sequêcia fiita de operações aritméticas A obteção de uma solução

Leia mais

Equações Diferenciais (ED) Resumo

Equações Diferenciais (ED) Resumo Equações Difereciais (ED) Resumo Equações Difereciais é uma equação que evolve derivadas(diferecial) Por eemplo: dy ) 5 ( y: variável depedete, : variável idepedete) d y dy ) 3 0 y ( y: variável depedete,

Leia mais

PROCESSO SELETIVO 2006/2 UNIFAL 2 O DIA GABARITO 1 13 FÍSICA QUESTÕES DE 31 A 45

PROCESSO SELETIVO 2006/2 UNIFAL 2 O DIA GABARITO 1 13 FÍSICA QUESTÕES DE 31 A 45 OCEO EEIVO 006/ UNIF O DI GIO 1 13 FÍIC QUEÕE DE 31 45 31. Uma parícula é sola com elocidade inicial nula a uma alura de 500 cm em relação ao solo. No mesmo insane de empo uma oura parícula é lançada do

Leia mais

O Fluxo de Caixa Livre para a Empresa e o Fluxo de Caixa Livre para os Sócios

O Fluxo de Caixa Livre para a Empresa e o Fluxo de Caixa Livre para os Sócios O Fluxo de Caixa Livre para a Empresa e o Fluxo de Caixa Livre para os Sócios! Principais diferenças! Como uilizar! Vanagens e desvanagens Francisco Cavalcane (francisco@fcavalcane.com.br) Sócio-Direor

Leia mais

= + 3. h t t. h t t. h t t. h t t MATEMÁTICA

= + 3. h t t. h t t. h t t. h t t MATEMÁTICA MAEMÁICA 01 Um ourives possui uma esfera de ouro maciça que vai ser fundida para ser dividida em 8 (oio) esferas menores e de igual amanho. Seu objeivo é acondicionar cada esfera obida em uma caixa cúbica.

Leia mais

O oscilador harmônico

O oscilador harmônico O oscilador harmôico A U L A 5 Meta da aula Aplicar o formalismo quâtico ao caso de um potecial de um oscilador harmôico simples, V( x) kx. objetivos obter a solução da equação de Schrödiger para um oscilador

Leia mais

4 - ANÁLISE DE SÉRIES TEMPORAIS

4 - ANÁLISE DE SÉRIES TEMPORAIS INE 700 Aálse de Séres Temporas 4 - ANÁLISE DE SÉRIES TEMPORAIS Sére Temporal é um cojuo de observações sobre uma varável, ordeado o empo, e regsrado em períodos regulares. Podemos eumerar os segues exemplos

Leia mais

VALORES por unidade (pu)

VALORES por unidade (pu) VALORES por uidade (pu) 13,8/230kV 230/69kV Como trabalhar um circuito com múltiplas tesões? As impedâcias deem ser referidas ao lado de alta ou baixa (o trafo)? Solução: ormalizar os alores para uma base

Leia mais

Aula 07 Análise no domínio do tempo Parte II Sistemas de 2ª ordem

Aula 07 Análise no domínio do tempo Parte II Sistemas de 2ª ordem Aula 07 Aálise o domíio do tempo Parte II Sistemas de ª ordem Aálise o domíio do tempo - Sistemas de ª ordem iput S output Sistema de seguda ordem do tipo α G(s) as + bs + c Aálise o domíio do tempo -

Leia mais

DEMANDA BRASILEIRA DE CANA DE AÇÚCAR, AÇÚCAR E ETANOL REVISITADA

DEMANDA BRASILEIRA DE CANA DE AÇÚCAR, AÇÚCAR E ETANOL REVISITADA XXX ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Mauridade e desafios da Engenharia de Produção: compeiividade das empresas, condições de rabalho, meio ambiene. São Carlos, SP, Brasil, 12 a15 de ouubro

Leia mais

Faculdade de Engenharia. Análise Matemática 2 MIEEC 2015/2016

Faculdade de Engenharia. Análise Matemática 2 MIEEC 2015/2016 aculdade de Egeharia Aálise Maemáica 2 MEEC 25/26 ucioameo aculdade de Egeharia Teórico-práicas exposição e discussão da maéria resolução de exercícios Trabalho exra-aula resolução dos exercícios proposos

Leia mais

EME610 - Sistemas Hidropneumáticos Hidráulica 5

EME610 - Sistemas Hidropneumáticos Hidráulica 5 tuador elescópico UNIFEI EE610 - Sistemas Hidropneumáticos Hidráulica 5 ula 5 rof. José Hamilton Chaves Gorgulho Júnior Exercício Um atuador telescópico elevará uma carga de 150 kgf ao ser alimentado por

Leia mais

INTRODUÇÃO A TEORIA DE CONJUNTOS

INTRODUÇÃO A TEORIA DE CONJUNTOS INTRODUÇÃO TEORI DE CONJUNTOS Professora Laura guiar Cojuto dmitiremos que um cojuto seja uma coleção de ojetos chamados elemetos e que cada elemeto é um dos compoetes do cojuto. Geralmete, para dar ome

Leia mais

TESTE DE HIPÓTESES COM DUAS AMOSTRAS TESTE DE HIPOTESES DA DIFERENÇA ENTRE DUAS MÉDIAS POPULACIONAIS

TESTE DE HIPÓTESES COM DUAS AMOSTRAS TESTE DE HIPOTESES DA DIFERENÇA ENTRE DUAS MÉDIAS POPULACIONAIS TESTE DE HIPÓTESES COM DUAS AMOSTRAS TESTE DE HIPOTESES DA DIFERENÇA ENTRE DUAS MÉDIAS POPULACIONAIS A hipóese ula (Ho) usualmee esaa é a e que as uas amosras eham sio obias e populações om méias iguais,

Leia mais

Universidade Federal de Pelotas UFPEL Departamento de Economia - DECON. Economia Ecológica. Professor Rodrigo Nobre Fernandez

Universidade Federal de Pelotas UFPEL Departamento de Economia - DECON. Economia Ecológica. Professor Rodrigo Nobre Fernandez Universidade Federal de Peloas UFPEL Deparameno de Economia - DECON Economia Ecológica Professor Rodrigo Nobre Fernandez Capíulo 6 Conabilidade Ambienal Nacional Peloas, 2010 6.1 Inrodução O lado moneário

Leia mais

EQUIVALENTES DINÂMICOS PARA ESTUDOS DE HARMÔNICOS USANDO ANÁLISE MODAL. Franklin Clement Véliz Sergio Luis Varricchio Sergio Gomes Jr.

EQUIVALENTES DINÂMICOS PARA ESTUDOS DE HARMÔNICOS USANDO ANÁLISE MODAL. Franklin Clement Véliz Sergio Luis Varricchio Sergio Gomes Jr. SP-2 X SEPOPE 2 a 25 de maio de 2006 a 2 s o 25 h 2006 X SIPÓSIO DE ESPECIAISTAS E PANEJAENTO DA OPERAÇÃO E EXPANSÃO EÉTRICA X SYPOSIU OF SPECIAISTS IN EECTRIC OPERATIONA AND EXPANSION PANNING FORIANÓPOIS

Leia mais

VALOR DA PRODUÇÃO DE CACAU E ANÁLISE DOS FATORES RESPONSÁVEIS PELA SUA VARIAÇÃO NO ESTADO DA BAHIA. Antônio Carlos de Araújo

VALOR DA PRODUÇÃO DE CACAU E ANÁLISE DOS FATORES RESPONSÁVEIS PELA SUA VARIAÇÃO NO ESTADO DA BAHIA. Antônio Carlos de Araújo 1 VALOR DA PRODUÇÃO DE CACAU E ANÁLISE DOS FATORES RESPONSÁVEIS PELA SUA VARIAÇÃO NO ESTADO DA BAHIA Anônio Carlos de Araújo CPF: 003.261.865-49 Cenro de Pesquisas do Cacau CEPLAC/CEPEC Faculdade de Tecnologia

Leia mais

Transformadas de Laplace

Transformadas de Laplace Trformd de plce O MÉTODO O méodo de rformd de plce é um méodo muio úil pr reolver equçõe diferecii ordiári EDO. Com rformd de plce, pode-e coverer mui fuçõe comu, i como, eoidi e morecid, em equçõe lgébric

Leia mais

GERADORES ELÉTRICOS INTRODUÇÃO TEÓRICA

GERADORES ELÉTRICOS INTRODUÇÃO TEÓRICA GERADORES ELÉTRICOS OBJETIVOS: a) verificar o funcionamento de um gerador real; b) medir a resistência interna e a corrente de curto-circuito; c) levantar a curva característica de um gerador real. INTRODUÇÃO

Leia mais

NOTAS DE AULA - ÁLGEBRA LINEAR MATRIZES, DETERMINANTES E SISTEMAS DE EQUAÇOES LINEARES

NOTAS DE AULA - ÁLGEBRA LINEAR MATRIZES, DETERMINANTES E SISTEMAS DE EQUAÇOES LINEARES NOTS DE U - ÁGER INER TRIZES, DETERINNTES E SISTES DE EQUÇOES INERES ISE C C EITE SVDOR Profª Isel Crisi C eie Álger ier TRIZES Um mri é um grupmeo regulr de úmeros ri de ordem m por é um reâgulo de m

Leia mais

METODOLOGIA PROJEÇÃO DE DEMANDA POR TRANSPORTE AÉREO NO BRASIL

METODOLOGIA PROJEÇÃO DE DEMANDA POR TRANSPORTE AÉREO NO BRASIL METODOLOGIA PROJEÇÃO DE DEMANDA POR TRANSPORTE AÉREO NO BRASIL 1. Inrodução O presene documeno visa apresenar dealhes da meodologia uilizada nos desenvolvimenos de previsão de demanda aeroporuária no Brasil

Leia mais

Secção 7. Sistemas de equações diferenciais.

Secção 7. Sistemas de equações diferenciais. 7. Sisemas de equações difereciais Secção 7. Sisemas de equações difereciais. (Farlow: Sec. 6., 6.4 e 6.6) No caso geral, um sisema de equações difereciais de primeira ordem pode ser represeado da seguie

Leia mais

ANÁLISE DE ESTRUTURAS VIA ANSYS

ANÁLISE DE ESTRUTURAS VIA ANSYS 2 ANÁLISE DE ESTRUTURAS VIA ANSYS A Análise de esruuras provavelmene é a aplicação mais comum do méodo dos elemenos finios. O ermo esruura não só diz respeio as esruuras de engenharia civil como pones

Leia mais

Resposta no tempo de sistemas de primeira e de segunda ordem só com pólos

Resposta no tempo de sistemas de primeira e de segunda ordem só com pólos Resposa o empo de sisemas de pimeia e de seguda odem só com pólos Luís Boges de Almeida Maio de Iodução Esas oas apeseam, de foma sumáia, o esudo da esposa o empo dos sisemas de pimeia e de seguda odem

Leia mais

4. SINAL E CONDICIONAMENTO DE SINAL

4. SINAL E CONDICIONAMENTO DE SINAL 4. SINAL E CONDICIONAMENO DE SINAL Sumário 4. SINAL E CONDICIONAMENO DE SINAL 4. CARACERÍSICAS DOS SINAIS 4.. Período e frequência 4..2 alor médio, valor eficaz e valor máximo 4.2 FILRAGEM 4.2. Circuio

Leia mais

Definição 1.1: Uma equação diferencial ordinária é uma. y ) = 0, envolvendo uma função incógnita y = y( x) e algumas das suas derivadas em ordem a x.

Definição 1.1: Uma equação diferencial ordinária é uma. y ) = 0, envolvendo uma função incógnita y = y( x) e algumas das suas derivadas em ordem a x. 4. EQUAÇÕES DIFERENCIAIS 4.: Defiição e coceitos básicos Defiição.: Uma equação diferecial ordiária é uma dy d y equação da forma f,,,, y = 0 ou d d ( ) f (, y, y,, y ) = 0, evolvedo uma fução icógita

Leia mais

APLICAÇÃO DO MÉTODO DE INTEGRAÇÃO TRAPEZOIDAL EM SISTEMAS ELÉTRICOS

APLICAÇÃO DO MÉTODO DE INTEGRAÇÃO TRAPEZOIDAL EM SISTEMAS ELÉTRICOS AT49-07 - CD 6-07 - PÁG.: APLICAÇÃO DO MÉTODO DE INTEGAÇÃO TAPEZOIDAL EM SISTEMAS ELÉTICOS J.. Cogo A.. C. de Oliveira IEE - EFEI Uiv. Taubaté Artigo apresetado o Semiário de Pesquisa EFEI 983 ESUMO Este

Leia mais

Influência do ruído aéreo gerado pela percussão de pavimentos na determinação de L n,w

Influência do ruído aéreo gerado pela percussão de pavimentos na determinação de L n,w Ifluêcia do ruído aéreo gerado pela percussão de pavimetos a determiação de,w iogo M. R. Mateus CONTRAruído Acústica e Cotrolo de Ruído, Al. If.. Pedro, Nº 74-1º C, 3030 396 Coimbra Tel.: 239 403 666;

Leia mais

ANÁLISE ESTATÍSTICA DE SOBREVIVÊNCIA: UM ESTUDO COM PACIENTES COM CÂNCER DE MAMA

ANÁLISE ESTATÍSTICA DE SOBREVIVÊNCIA: UM ESTUDO COM PACIENTES COM CÂNCER DE MAMA ANÁLISE ESTATÍSTICA DE SOBREVIVÊNCIA: UM ESTUDO COM PACIENTES COM CÂNCER DE MAMA Kelly Araúo César Uiversiae Caólica e Brasília Resumo Ese rabalho apresea a aálise esaísica e sobrevivêcia. Essa esima o

Leia mais

Curso de preparação para a prova de matemática do ENEM Professor Renato Tião

Curso de preparação para a prova de matemática do ENEM Professor Renato Tião Porcenagem As quaro primeiras noções que devem ser assimiladas a respeio do assuno são: I. Que porcenagem é fração e fração é a pare sobre o odo. II. Que o símbolo % indica que o denominador desa fração

Leia mais

Índices de preço para o transporte de cargas:

Índices de preço para o transporte de cargas: Ídices de reço ara o rasore de cargas: ocasodasoja Auguso Hauer Gameiro Professor da Uiversidade de São Paulo José Vicee Caixea-Filho Professor da Uiversidade de São Paulo Palavras-chave ídice, reço, rasore.

Leia mais

MARCOS VELOSO CZERNORUCKI REPRESENTAÇÃO DE TRANSFORMADORES EM ESTUDOS DE TRANSITÓRIOS ELETROMAGNÉTICOS

MARCOS VELOSO CZERNORUCKI REPRESENTAÇÃO DE TRANSFORMADORES EM ESTUDOS DE TRANSITÓRIOS ELETROMAGNÉTICOS MARCOS VELOSO CZERNORUCKI REPRESENTAÇÃO DE TRANSFORMADORES EM ESTUDOS DE TRANSITÓRIOS ELETROMAGNÉTICOS Disseração apresenada à Escola Poliécnica da Universidade de São Paulo para obenção do íulo de Mesre

Leia mais

INTRODUÇÃO. 1. MODULAÇÃO POR CÓDIGO DE PULSO - PCM 1.1

INTRODUÇÃO. 1. MODULAÇÃO POR CÓDIGO DE PULSO - PCM 1.1 ETFSC UNED/SJ CURSO DE TELEFONIA DIGITAL CAPÍTULO. MODULAÇÃO POR CÓDIGO DE PULSO - PCM. INTRODUÇÃO. Uma grande pare dos sinais de inormações que são processados em uma rede de elecomunicações são sinais

Leia mais

CAPÍTULO 5 - INTRODUÇÃO À INFERÊNCIA ESTATÍSTICA

CAPÍTULO 5 - INTRODUÇÃO À INFERÊNCIA ESTATÍSTICA CAPÍTULO 5 - INTRODUÇÃO À INFERÊNCIA ESTATÍSTICA 5. INTRODUÇÃO É freqüete ecotrarmos problemas estatísticos do seguite tipo : temos um grade úmero de objetos (população) tais que se fossem tomadas as medidas

Leia mais

MATEMATICA Vestibular UFU 2ª Fase 17 de Janeiro de 2011

MATEMATICA Vestibular UFU 2ª Fase 17 de Janeiro de 2011 Vesibular UFU ª Fase 17 de Janeiro de 011 PRIMEIRA QUESTÃO A realidade mosra que as favelas já fazem pare do cenário urbano de muias cidades brasileiras. Suponha que se deseja realizar uma esimaiva quano

Leia mais

PG Progressão Geométrica

PG Progressão Geométrica PG Progressão Geométrica 1. (Uel 014) Amalio Shchams é o ome cietífico de uma espécie rara de plata, típica do oroeste do cotiete africao. O caule dessa plata é composto por colmos, cujas características

Leia mais

3 PROGRAMAÇÃO DOS MICROCONTROLADORES

3 PROGRAMAÇÃO DOS MICROCONTROLADORES 3 PROGRAMAÇÃO DOS MICROCONTROLADORES Os microconroladores selecionados para o presene rabalho foram os PICs 16F628-A da Microchip. Eses microconroladores êm as vanagens de serem facilmene enconrados no

Leia mais

1. Na figura seguinte está representada parte do gráfico de uma função g, de domínio R e contínua em

1. Na figura seguinte está representada parte do gráfico de uma função g, de domínio R e contínua em PROVA ESCRITA DE MATEMÁTICA A.º E 00 Fevereiro 8 Duração da prova: 90 miuos VERSÃO Grupo I Para cada uma das cico quesões dese grupo, seleccioe a resposa correca de ere as aleraivas que lhe são apreseadas

Leia mais

10: Equações Diferenciais Parciais(EDP's)

10: Equações Diferenciais Parciais(EDP's) : Eqações Difereiais PariaisEDP's Uma EDP é ma eqação evolvedo das o mais variáveis idepedees yz... e derivadas pariais de ma fção variável depedee yz... Eemplos:............ 3 k k F se se + e d b y y

Leia mais

Avaliação da Confiabilidade de Itens com Testes Destrutivos - Aplicação da Estimação da Proporção em uma População Finita Amostrada sem Reposição

Avaliação da Confiabilidade de Itens com Testes Destrutivos - Aplicação da Estimação da Proporção em uma População Finita Amostrada sem Reposição Avaliação da Cofiabilidade de Ites com Testes Destrutivos - Alicação da Estimação da roorção em uma oulação Fiita Amostrada sem Reosição F. A. A. Coelho e Y.. Tavares Diretoria de Sistemas de Armas da

Leia mais

Sistemas não-lineares de 2ª ordem Plano de Fase

Sistemas não-lineares de 2ª ordem Plano de Fase EA93 - Pro. Von Zuben Sisemas não-lineares de ª ordem Plano de Fase Inrodução o esudo de sisemas dinâmicos não-lineares de a ordem baseia-se principalmene na deerminação de rajeórias no plano de esados,

Leia mais

4 Sondagem do canal de propagação rádio-móvel

4 Sondagem do canal de propagação rádio-móvel 4 Sodagem do caal de propagação rádo-móvel O desempeho dos ssemas de comucações móves é eremamee depedee do comporameo do caal de propagação. O percurso ere uma esação ase e um ermal móvel pode apresear

Leia mais