PANORAMA DE PARASITOSES EM OVINOS NO BRASIL.

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1 PANORAMA DE PARASITOSES EM OVINOS NO BRASIL. Sérgio Tosi Cardim Médico Veterinário Mestrando em Ciência Animal CCA DMVP UEL Victor Bittencourt Dutra Tabacow Médico Veterinário Residente em Parasitologia CCA DMVP UEL

2 OVINOCULTURA NO MUNDO (CORTE, LEITE E LÃ) China: maior rebanho do mundo: animais. Austrália em 2º posição: animais. Índia em 3º : animais. O Brasil ocupa a 19º posição: animais. Na frente do Brasil ainda estão: Irã, Sudão, Nova Zelândia, Reino Unido, Nigéria, Paquistão, Etiópia, Turquia, África do Sul, Arábia Saudita, Espanha, Algeria, Rússia, Mongólia e Marrocos. Fonte: FAO (2007)

3 OVINOCULTURA NO BRASIL Os maiores rebanhos ovinos estão no Rio Grande do Sul, Bahia, Ceará, Pernambuco, Piauí e em sexto lugar o Paraná. Baixa produção de lã no Brasil, o maior enfoque brasileiro é a produção de carne de cordeiros. Baixo consumo per capita/ano : 700g (Na Nova Zelândia é de 32kg!!!). Farmpoint (2006) O interesse do mercado consumidor vem aumentando cada vez mais -> aumento do consumo e da demanda. (MERCADO EM EXPANSÃO) Baixo número de cooperativas e associações de criadores de ovino. (Falta organização da cadeia produtiva). Alto índice de problemas com parasitoses Uso indiscriminado de anti-helmínticos.

4 PARASITOSES DOS OVINOS - INTRODUÇÃO É considerada como o principal problema enfrentado pelos criadores de ovinos (e caprinos) Dois tipos principais: Helmintoses e Protozooses (coccidioses). BAIXA adaptação do hospedeiro ao parasita. ALTA adaptação dos parasitas ao clima tropical (quente e úmido). Sazonalidade das parasitoses. Necessidade de PLANEJAMENTO SANITÁRIO para combater parasitoses.

5 PRINCIPAIS HELMINTOSES EM OVINOS Strongyloidea (estrongilídeos) Haemonchus Bunostomum Oesophagostomum Trichostrongylus Cooperia Strongyloides Moniezia sp.

6 OVOS DE ESTRONGILÍDEOS

7 STRONGYLOIDES

8 MONIEZIA SP.

9 HELMINTOSES ESTRONGILÍDEOS Haemonchus contortus Espécie mais importante, mais abundante e a maior causadora de morte em ovinos. Hábito hematófago causa anemia, morbidade e morte. Altamente prolífico 5000 a ovos / dia. (uma fêmea) Adultos localizados no abomaso. Grande problema de RESISTÊNCIA a anti-helmínticos

10 HELMINTOSES ESTRONGILÍDEOS Trichostrongylus sp. Prolificidade baixa (100 a 200 ovos / dia / fêmea), Parasitam abomaso e intestinos. Em infecção por muitos parasitas, podem matar o animal. Em infecções leves, apenas causam perda de peso e sintomas leves. Muito difíceis de serem vistos a olho nú.

11 HELMINTOSES ESTRONGILÍDEOS Bunostomum sp. Espécie altamente patogênica (poucos parasitas já podem causar morte do hospedeiro). Parasitam intestino delgado. Assim como Haemonchus, também se alimentam de sangue (Anemia).

12 HELMINTOSES ESTRONGILÍDEOS Oesophagostomum sp. Formam nódulos ao longo da parede intestinal. Animais inseridos em pastos muito contaminados sofrem infecção rápida e têm sintomatologia severa.

13 HELMINTOSES ESTRONGILÍDEOS Cooperia sp Menos patogênico que os anteriores. Causam sintomatologia apenas em infecções maciças. Tem maior importância para bovinos (animais juntos).

14 HELMINTOSES PRINCIPAIS ESPÉCIES Strongyloides Ocorre em locais com acúmulo de água no solo Pode causar lesões na pele e podridão de casco, devido à penetração larval. Animais adultos dificilmente irão eliminar ovos nas fezes. Filhotes podem adquirir através do leite materno.

15 HELMINTOSES PRINCIPAIS ESPÉCIES Moniezia sp. Céstodeo bastante comum Dificilmente causa sintomatologia clínica.

16 HELMINTOSES Grupos mais acometidos: cordeiros após desmame e fêmeas em lactação. Animais Resistentes X Animais Resilientes X Animais Sensíveis Onde realmente estão os helmintos da fazenda?

17 LARVAS INFECTANTES (L3) NA PASTAGEM

18 CICLO BIOLÓGICO DOS ESTRONGILÍDEOS

19 FASE DE VIDA NÃO PARASITÁRIA Ovos eliminados nas fezes resultam em larvas infectantes no período médio de 7 a 10 dias em condições ótimas. As larvas infectantes duram até 90 dias nas pastagens. Em climas frios o tempo de sobrevivência pode ultrapassar um ano! Fatores que reduzem o número de larvas: Dessecação, luz solar, fungos nematófagos.

20 FASE DE VIDA PARASITÁRIA Animais se infectam ao ingerir larvas infectantes. As larvas realizam migração somática, passando por pulmões. Adultos migram de volta ao lúmen gastrointestinal. Da ingestão da larva até a liberação de ovos nas fezes pelos adultos, passam 18 a 21 dias.

21 DIAGNÓSTICO Como diagnosticar verminoses? Famacha? Gordon & Whitlock (OPG);

22 CÂMARA DE MACMASTER

23 GORDON & WHITLOCK Resultado do Teste: Estrongilídeos : OPG; Eimeria sp.: (+); Moniezia sp.: (+); Strongyloides : OPG.

24 COLETA DO MATERIAL PARA DIAGNÓSTICO Tempo entre coleta e análise deve ser o menor possível; Armazenar em geladeira ou gelo se a análise for ser realizada depois de + 12 horas da coleta.

25 SUSCEPTIBILIDADE DOS ANIMAIS Animais Susceptíveis; Animais Resilientes; Animais Resistentes.

26

27 TRATAMENTO EIMERIOSE Tratamento a base de sulfa.

28 TRATAMENTO HELMINTOS Vermífugos orais;

29 TRATAMENTO HELMINTOS Vermífugos injetáveis: SUBCUTÂNEO!!!

30 RESISTÊNCIA AOS ANTI-HELMÍNTICOS Principais causas: Rotação de princípios ativos; Uso indiscriminado de anti helmintícos; Variabilidade genética dos microorganismos vivos;

31 CONTROLE DA RESISTÊNCIA Diminuir frequência de tratamentos: Utilizar vermifugos eficientes, selecionados a partir de um teste; Realizar frequentemente exames de fezes; Só trocar anti-hemíntico se o mesmo não estiver mais tendo efeito;

32 CONTROLE DA RESISTÊNCIA Aplicar corretamente os vermífugos: Pesar animais; Calcular corretamente a dose; Aplicação correta!!!

33 CONTROLE DA RESISTÊNCIA Evitar aquisição da resistência: Evitar compra de animais de propriedades com problema de resistência; Realizar quarentena dos animais, só liberando para o pasto animais com exame de fezes negativo;

34 CONTROLE DA RESISTÊNCIA Diminuir contaminação de pastagens: Rodizio das pastagens com animais de outras espécies ( Bovinos e Equinos); Rotação de pastagens; Seleção de animais resistentes as verminoses;

35 CONTROLE DA VERMINOSE Associação Famacha x Exame de Fezes; Iniciar com exames de fezes em curtos períodos; Aumentar período dos exames conforme controle da verminose;

36 CONTROLE DA VERMINOSE Realizar Famacha periodicamente durante todo o período; Não ZERAR os exame de fezes dos animais;

37 MEDIDAS SIMPLES DE CONTROLE 1. Utilizar baixas taxas de lotação nos piquetes, principalmente os mais úmidos. 2. Utilizar pastoreio alternado com bovinos ou equinos adultos. 3. Confinamento 4. Fornecer dieta de alto valor nutricional - > melhor imunidade 5. Separação de animais por categoria. 6. Utilização de forrageiras de altura mínima de 15 cm. 7. Utilizar pastagens muito contaminadas para produção de feno ou silagem. 8. Áreas de concentração de animais devem ser acimentadas, com piso ripado ou de areia. 9. Submeter o esterco à compostagem antes de utilizar como adubo.

38 MEDIDAS PARA MELHORA NO CONTROLE DAS VERMINOSES Novos princípios ativos de vermífugos; Fitoterapia; CONSCIENTIZAÇÃO DE PROFISSIONAIS E PRODUTORES!!!

39 OBRIGADO!!

40 BOM JANTAR A TODOS!

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