1 - Objetivo Concessão do Certificado do Sistema de Avaliação da Conformidade de Empresas de Serviços e Obras da Construção Civil SiAC...

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1 Documento analisado criticamente e aprovado quanto à sua adequação. Responsável: Carlos Henrique R. Figueiredo - Diretor de Certificação * Revisão do item 1 (referência à Portaria e Regulamentos obsoletos e disposições transitórias). Inclusão de notas do item 2.b quanto a documentação necessária para a análise da solicitação. Inclusão de referências aos FORMs e Sumário 1 - Objetivo Concessão do Certificado do Sistema de Avaliação da Conformidade de Empresas de Serviços e Obras da Construção Civil SiAC... 2 a) Formulação da Solicitação:... 3 b) Exame da Solicitação:... 3 c) Proposta Técnica-Comercial:... 4 d) Aceite da Proposta técnica-comercial e envio de documentos complementares:... 4 e) Início do processo:... 4 f) Análise da documentação:... 5 g) Pré-Auditoria (opcional):... 5 h) Auditoria Inicial:... 5 i) Visita Inicial Fase 1:... 5 j) Auditoria Fase 2:... 7 k) Auditoria Adicional (Complementar)... 7 l) Auditoria Adicional (Extraordinária)... 8 m) Decisão sobre a certificação:... 8 n) Assinatura do Contrato e Emissão do Certificado:... 9 o) Validade do Certificado:... 9 p) Auditoria de Manutenção (supervisão): q) Auditoria de Recertificação: r) Extensões de escopo s) Condições de excepcionalidade aplicáveis ao SiAC/PBQP-H Requisitos para referência à Certificação, Uso do Certificado e da Marca SAS de Empresa Certificada Marca SAS de Empresa Certificada (Desenhos, Logomarcas e Modelos) Responsabilidade Sanções aplicáveis - Suspensão, Cancelamento ou Redução do escopo de certificação Processo de Tratamento de Apelações Processo de Tratamento de Reclamações Transferência de Organismo de Avaliação de Conformidade Confidencialidade Notificação de alterações pela SAS Disposições finais Objetivo O presente Conformidade de Empresas de Serviços e Obras da Construção Civil SiAC do Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade (Pb3), complementando o disposto no Manual da Qualidade 1/22

2 da SAS CERTIFICADORA Ltda., na Portaria Nº 582 de 05 de dezembro de 2012, no Regimento Geral do Sistema de Avaliação da Conformidade de Empresas de Serviços e Obras da Construção Civil SiAC e nos Regimentos Específicos das especialidades técnicas estabelece requisitos para a certificação; concessão, uso, cancelamento do certificado de conformidade, disposições transitórias; e outros correlatos e/ou afins. 1.1 O Certificado do Sistema de Avaliação da Conformidade de Empresas de Serviços e Obras da Construção Civil SiAC 2012 é um Certificado de Conformidade a um dos Referenciais Normativos do SiAC incluindo eventual documento de Requisito Complementar aplicável, abaixo mencionados: Anexo II e III Referenciais Normativos nos níveis B e A respectivamente, aplicáveis às empresas da especialidade técnica Execução de Obras do Sistema de Avaliação da Civil SiAC - 05/12/2012; Anexo IV Requisitos Complementares para os subsetores da especialidade técnica Execução de Obras do Sistema de Avaliação da Conformidade de Empresas de Serviços e Obras da Construção Civil SiAC 05/12/ A concessão do Certificado do Sistema de Avaliação da Conformidade de Empresas de Serviços e Obras da Construção Civil SiAC implica na avaliação e controle das condições particulares da conformidade a um dos Referenciais Normativos do SiAC com eventual documento de Requisito Complementar aplicável, para determinada atividade da empresa coberta pelo escopo da certificação. 1.3 O Certificado de Sistemas de Gestão da Qualidade NBR ISO 9001, cujo escopo seja compatível com o escopo do SiAC pode ser aceito para efeito de equivalência do SiAC. O processo deverá ser submetido o Conselho de Certificação e Diretoria de Certificação da SAS e caso necessário, deverá ser realizada Auditoria Complementar para verificar a conformidade aos requisitos específicos. 1.4 As Auditorias são realizadas obedecendo ao disposto na norma NBR ISO/IEC Avaliação de conformidade Requisitos para organismos que fornecem auditoria e certificação de sistemas de gestão. 1.5 A Coordenação Geral de Acreditação - Cgcre poderá acompanhar a SAS em suas Auditorias para realização de Auditorias Testemunhas, bem como realizar Auditorias na organização sem a presença da SAS, devendo a organização cliente tomar providências, quando necessário, para acomodar a presença de avaliadores de acreditação, avaliadores em treinamento ou outros aplicáveis. 1.6 A SAS encaminhará semestralmente à Comissão Nacional do PBQP-H, quadro estatístico da incidência de não-conformidades e respectivos requisitos do referencial normativo aplicável identificadas nas auditorias e agrupadas por especialidade técnica, subsetor, escopo e nível de certificação através da Lista Semestral de Não - Conformidade - FORM Concessão do Certificado do Sistema de Avaliação da Conformidade de Empresas de Serviços e Obras da Construção Civil SiAC 2.1 A SAS realiza suas atividades baseada em princípios para inspirar confiança, não permitindo a existência de situações que configurem ameaça à imparcialidade, ou seja, deve haver a presença real e perceptível de objetividade, implicando na ausência de conflitos de interesse ou a sua resolução de modo a não influenciar de forma adversa as atividades subseqüentes da SAS. 2/22

3 2.2 Observando-se o princípio da imparcialidade, configuram conflitos de interesse, situações em que um ou mais membros do Conselho de Certificação, da Equipe Auditora, além de todos os que estiverem ligados à SAS por vínculos empregatícios tenham: a) parentesco até o segundo grau, com administradores da empresa solicitante ou com acionistas que tenham um percentual significativo, no seu controle acionário; b) participação acionária na empresa solicitante; c) esteja prestando serviços de qualquer tipo à solicitante; d) participado da implementação e/ou desenvolvimento de Sistemas de Gestão da empresa solicitante, nos últimos três(3) anos. 2.3 A concessão do Certificado do Sistema de Avaliação da Conformidade de Empresas de Serviços e Obras da Construção Civil SiAC obedecerá às seguintes etapas: a) Formulação da Solicitação: A1 A empresa poderá solicitar à SAS, a concessão do Certificado de Conformidade a um dos Referenciais Normativos do SiAC com eventual documento de Requisito Complementar aplicável. A2 A3 Para a solicitação, será utilizado o formulário Questionário de Avaliação Preliminar - FORM. 7 e o formulário Dados das Obras e Dados Complementares FORM. 7.2 fornecidos pela SAS, que deverão ser preenchidos por um representante autorizado da empresa solicitante, apresentando além da solicitação propriamente dita, informações suplementares da empresa. A empresa solicitante da certificação somente pode ser certificada com base em auditoria numa obra onde pratique a subempreitada global de obra desde que nela tenha implantado o seu sistema de gestão da qualidade e que disponha de equipe técnica própria presente na obra, contando obrigatoriamente com um engenheiro, arquiteto ou tecnólogo de nível superior, que assegure o correto funcionamento de tal sistema, e independente da disponibilizada pela empresa à qual subempreita a obra. b) Exame da Solicitação: B1 Recebendo o Questionário de Avaliação Preliminar - FORM. 7 e o formulário Dados das Obras e Dados Complementares FORM. 7.2 devidamente respondidos, a SAS procederá uma análise crítica da solicitação e das informações suplementares de certificação para assegurar que: B1.1 As informações sobre a empresa solicitante e seu Sistema de Gestão da Qualidade sejam suficientes para a emissão da proposta técnica-comercial e para realização da auditoria; B1.2 O escopo solicitado para a certificação, a localização das operações da empresa solicitante, o tempo necessário para completar as auditorias e quaisquer outros pontos que influenciem o serviço de certificação sejam levados em consideração (idioma, condições de segurança, competências, ameaças à imparcialidade etc.) Ver item 2.6 deste Regulamento; B1.3 Os requisitos para certificação estejam claramente definidos e documentados, e tenham sido fornecidos para a empresa solicitante; B1.4 Qualquer diferença reconhecida de interpretação entre a SAS e a empresa solicitante seja resolvida; B1.5 A SAS tenha competência e capacidade para executar a atividade de certificação; 3/22

4 B1.6 A SAS mantenha registros da análise crítica/justificativa para a decisão de realizar a auditoria. Nota 1: Será conferida a compatibilidade da atividade econômica principal da empresa constante do CNPJ Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica com a especialidade técnica e os subsetores e escopos de certificação solicitados. Nota 2: O original da proposta técnica-comercial assinada em duas vias, junto a uma cópia rubricada do Regulamento Geral da Certificação solicitada, deverão ser encaminhados pelo correio a SAS no prazo de sete dias da assinatura desta. A cópia da última alteração consolidada do Contrato Social ou Estatuto da organização poderá ser encaminhada por correio eletrônico dentro do mesmo prazo. c) Proposta Técnica-Comercial: A SAS enviará à empresa solicitante a proposta técnica-comercial após a realização de sua análise crítica, observando os critérios de dimensionamento para as auditorias conforme os Regimentos Específicos das especialidades técnicas e competências adequadas. d) Aceite da Proposta técnica-comercial e envio de documentos complementares: D1 Estando de acordo com a proposta técnica-comercial, a empresa solicitante comunicará à SAS o seu aceite. D2 A empresa deverá preencher e enviar a SAS o FORM. 8 Lista de documentos da empresa solicitante com antecedência de 15 dias da data desejada pela empresa para a realização da auditoria, juntamente com todos os documentos citados neste formulário, necessários para o agendamento das Auditorias do SiAC/PBQP-H e/ou Programas Estaduais, para que seja iniciado o processo de certificação. e) Início do processo: E1 O Diretor de Certificação da SAS dará início ao processo de certificação designando e avaliando a equipe auditora de forma a assegurar as competências adequadas e agendará com a empresa as datas da Pré-Auditoria (opcional), Visita Inicial Fase 1 e Auditoria de Certificação Fase 2. E2 E3 E4 A programação de cada auditoria poderá ser elaborada pelo Diretor de Certificação ou por pessoal designado pelo mesmo e será enviada à empresa através do formulário FORM 11 - Carta de comunicação de auditoria, com antecedência razoável (não menos do que sete dias, exceto em casos de agendamento de última hora ou demora no envio da documentação pela empresa). A empresa poderá, sempre que necessário, em casos de ameaças à imparcialidade ou conflito de interesse, pedir a substituição de um ou mais membros da equipe auditora. Este pedido, contendo justificativa, deverá ser feito por meio de carta ou com antecedência mínima de 4 (quatro) dias da data prevista para a Auditoria e será apreciado pelo Diretor de Certificação que, concordando, fará as substituições necessárias na equipe auditora. Não havendo pedidos da parte da empresa, o processo de certificação será 4/22

5 continuado. f) Análise da documentação: F1 O Diretor de Certificação encaminhará a documentação a um dos membros da equipe auditora, preferencialmente ao Auditor Líder, para que seja feita uma análise prévia da documentação recebida, quanto à conformidade a um dos Referenciais Normativos do SiAC e a eventual documento de Requisito Complementar aplicável, como uma forma de se preparar para a Pré-Auditoria e/ou para a Visita Inicial Fase 1. Caso a documentação necessária (citada no FORM. 7.2) não tenha sido encaminhada previamente, a SAS poderá decidir pela continuidade ou não do processo de certificação. F2 Para esta análise prévia da documentação não será emitido registro formal do resultado, sendo que o mesmo será apresentado nos registros da Pré-Auditoria e/ou Visita Inicial Fase 1. g) Pré-Auditoria (opcional): G1 Opcionalmente para a empresa solicitante, um dos membros da Equipe Auditora, de preferência o Auditor Líder, poderá realizar uma pré-auditoria à empresa solicitante para: G1.1 Esclarecer à empresa sobre o processo de certificação da SAS; G1.2 Analisar sucintamente a situação e a compreensão do cliente quanto a um dos Referenciais Normativos do SiAC com eventual documento de Requisito Complementar aplicável. h) Auditoria Inicial: H1 A Auditoria Inicial deverá obrigatoriamente ser realizada em duas Fases: Visita Inicial Fase 1 e Auditoria de Certificação Fase 2. H2 Caso a empresa já possua o Certificado de Sistemas de Gestão da Qualidade, a Auditoria Inicial poderá ser realizada em apenas uma Fase no prazo de até 90 dias após a data de vencimento do certificado. i) Visita Inicial Fase 1: I1 A Visita Inicial Fase 1 será realizada pela equipe auditora e deverá ser conduzida para: a) Auditar a documentação do Sistema de Gestão do cliente; b) Avaliar a localização da organização do cliente e as condições específicas do local, e discutir com o pessoal da organização cliente a fim de determinar o grau de preparação para a auditoria Fase 2; c) Analisar a situação e a compreensão do cliente quanto aos requisitos da norma aplicável, em especial com relação à identificação de aspectos - chave ou significativos de desempenho, de processos, de objetivos e da operação do Sistema de Gestão; d) Coletar informações necessárias em relação ao escopo do sistema de gestão, processos e localizações do cliente e aspectos estatutários e regulamentares relacionados e o respectivo cumprimento (por exemplo, aspectos de qualidade, ambientais e legais da operação do cliente, riscos 5/22

6 associados etc.); e) Analisar a alocação de recursos para a auditoria Fase 2 e acordar com o cliente os detalhes da auditoria Fase 2; f) Permitir o planejamento da auditoria Fase 2, obtendo um entendimento suficiente do sistema de gestão do cliente e do seu funcionamento no local, no contexto dos possíveis aspectos significativos; g) Avaliar se as auditorias internas e a análise crítica pela direção estão sendo planejadas e realizadas, e se o nível de implementação do sistema de gestão comprova que o cliente está pronto para a auditoria Fase 2. I2 I3 I4 Convém que ao menos parte da auditoria Fase 1 seja realizada nas instalações do cliente, a fim de alcançar os objetivos estabelecidos anteriormente. É possível a realização de auditoria Fase 1 nas instalações da SAS, a critério do Diretor de Certificação, quando as instalações do cliente estiverem localizadas a uma distância da sede da SAS que gere custos adicionais significativos, desde que os objetivos definidos em I1 sejam atendidos. Caso a auditoria da Fase 1 não seja realizada in loco, tal situação será justificada pela SAS. Neste caso, a SAS assegura que todas as avaliações aplicáveis para a Fase 1 sejam realizadas até o término da Fase 2 e, para tal, o tempo de auditoria da Fase 1 previsto na tabela do MQ 9.1 será fracionado em 50% e a metade acrescida ao tempo da Fase 2. I5 I6 I7 I8 I9 As constatações da auditoria Fase 1 são documentadas e comunicadas ao cliente, incluindo a identificação de quaisquer áreas de preocupação que poderiam ser classificadas como não-conformidade durante a auditoria Fase 2. Os resultados da Fase 1 serão registrados com a utilização do FORM e FORM Não deverá ser usado o FORM Convém que o intervalo entre a Fase 1 e a Fase 2 seja de no mínimo quinze (15) dias, devendo ser levado em consideração as necessidades do cliente em resolver as áreas de preocupação identificadas durante a Visita Inicial - Fase 1 e da SAS em revisar seus preparativos para a auditoria Fase 2. É aceitável, a critério do Diretor de Certificação, realizar as auditorias da Fase 1 e da Fase 2 seqüencialmente, desde que os objetivos individuais de cada fase sejam atendidos e que qualquer constatação feita, independentemente da fase, seja encerrada antes da decisão de certificação. Não é recomendado que o tempo decorrido entre as auditorias da Fase 1 e da Fase 2 seja superior a 3 (três) meses, devendo ser levado em consideração as necessidades do cliente em resolver as áreas de preocupação identificadas durante a Visita Inicial - Fase 1 e da SAS em revisar seus preparativos para a auditoria Fase 2. Convém que todas as áreas de preocupação identificadas nesta Visita Inicial Fase 1 sejam resolvidas antes da Auditoria de Certificação - Fase 2. 6/22

7 j) Auditoria Fase 2: J1 A auditoria Fase 2 será realizada pela equipe auditora com objetivo de avaliar a implementação, incluindo eficácia, do Sistema de Gestão do cliente. J2 A Auditoria Fase 2 ocorrerá nos locais do cliente e incluirá no mínimo o seguinte: a) Informações e evidências sobre a conformidade com todos os requisitos da norma aplicável de sistema de gestão ou outro documento normativo; b) Monitoramento, medições, comunicação e análise de desempenho em relação aos principais objetivos e metas de desempenho (coerente com as expectativas na norma aplicável de sistema de gestão ou em outro documento normativo); c) O Sistema de Gestão do cliente e seu desempenho quanto à conformidade legal; d) Controle operacional dos processos do cliente; e) Auditoria interna e análise crítica pela direção; f) Responsabilidade da direção pelas políticas do cliente; g) Ligações entre os requisitos normativos, política, objetivos e metas de desempenho (coerentes com as expectativas da norma aplicável ou em outro documento normativo), quaisquer requisitos legais aplicáveis, responsabilidades, competência do pessoal, operações, procedimentos, dados de desempenho e constatações e conclusões de auditoria interna. J3 J4 J5 Constará do relatório de auditoria da Fase 2, o plano das auditorias subsequentes de supervisão com as datas limites para realização das mesmas. Os resultados da auditoria Fase 2 serão registrados com a utilização do FORM. 11.1, FORM e FORM e comunicados ao cliente. O FORM será preenchido e encaminhado somente à SAS. Caso sejam encontradas não-conformidades em relação a um dos Referenciais Normativos do SiAC com eventual documento de Requisito Complementar aplicável e em relação a documentação normativa do Sistema de Gestão da Qualidade, a empresa deverá encaminhar através de documentos, as evidências da implementação da correção e da ação corretiva ou deverá ser realizada Auditoria Complementar conforme decisão da auditoria até o final do prazo estabelecido pela SAS, não superior a noventa dias. O processo então, será encaminhado para a decisão do Diretor de Certificação (Ver Notas 1 e 2). k) Auditoria Adicional - Complementar: 7/22

8 K1 K2 Caso recomendada pela equipe auditora e acatada pelo Diretor de Certificação, a Auditoria Complementar será realizada para verificar a eficácia da implementação da correção e da ação corretiva das não-conformidades registradas. Também poderão ser realizadas auditorias complementares para: - solicitação de extensão ou redução de escopo por parte da organização de uma certificação que já tenha sido concedida; - investigar reclamações, em resposta a mudanças ou como acompanhamento em clientes suspensos. Nestes casos esta Auditoria Complementar será avisada com pouca antecedência e a SAS irá descrever à organização as condições na qual esta deverá ser realizada. A SAS toma um cuidado adicional ao designar a equipe auditora devido à falta de oportunidade para o cliente recusar algum membro da equipe auditora. Caso a empresa não permita a realização da Auditoria Complementar, poderá sofrer as sanções previstas no item 6 deste Regulamento. K3 Os resultados da Auditoria Complementar serão registrados com a utilização dos formulários FORM. 11.1, FORM e FORM e comunicados ao cliente. l) Auditoria Adicional - Extraordinária: L1 L2 L3 Caso recomendada pelo Diretor de Certificação, a Auditoria Extraordinária será realizada para verificar requisitos determinados pelo Diretor de Certificação, quando de sua solicitação, em um prazo anterior ao prazo estabelecido para realização da Auditoria de Manutenção ou Auditoria de Recertificação. Os resultados da Auditoria serão registrados com a utilização dos formulários FORM. 11.1, 11.2 e 11.3 e comunicados ao cliente. A não realização desta auditoria no prazo informado pelo Diretor de Certificação poderá acarretar as sanções previstas no item 6 deste Regulamento. m) Decisão sobre a certificação: M1 O Diretor de Certificação realizará análise de todo o processo e poderá adotar uma das seguintes decisões: a) Conceder o Certificado de Conformidade; b) Conceder o Certificado de Conformidade, condicionando a manutenção do mesmo através da realização de uma Auditoria Adicional (Extraordinária) em um prazo inferior ao previsto para a primeira Auditoria de Manutenção; c) Requerer a apresentação de documentos ou a realização de Auditoria Adicional (Complementar) para solucionar eventuais dúvidas decorrentes do Relatório de Auditoria; d) Negar o Certificado de Conformidade. M2 A decisão será comunicada à empresa solicitante, que no caso dos itens b, c e d deverá ser acompanhada da exposição de motivos e registrada no campo 8/22

9 específico do Relatório de Auditoria - FORM M3 M4 A decisão do Diretor de Certificação é realizada com base nas informações obtidas durante o processo de certificação e qualquer outra informação pertinente. Caso o Diretor de Certificação tenha participado de Auditoria de determinada empresa, o mesmo não poderá tomar qualquer parecer quanto àquela certificação, ficando a mesma sob responsabilidade do Diretor Presidente. A decisão sobre a concessão do certificado não deve, em geral, contrariar uma recomendação negativa da equipe auditora. Se ocorrer tal situação, a base para esta decisão deve ser documentada e justificada. n) Assinatura do Contrato e Emissão do Certificado: N1 N2 N3 Se decidido favoravelmente à concessão do Certificado de Conformidade, a empresa solicitante deverá, após o pagamento das taxas previstas na proposta técnica-comercial, juntamente com a SAS, assinar o Contrato de Adesão para a Concessão do Direito ao Uso do Certificado SAS FORM. 12. Assinado o Contrato, será emitido o Certificado do Sistema de Avaliação da Civil SiAC FORM. 13.4, e encaminhado à empresa. Caso a empresa requeira outras cópias, deverá pagar as despesas com a emissão de cópias adicionais. Nos certificados de conformidade constarão: nome da SAS, Referencial Normativo e sua versão (número ou data da revisão), especialidade técnica e subsetores em questão, escopos de certificação, identificação da empresa (nome e endereço), identificação de outras instalações permanentes e temporárias (finalidade e endereço) previstas no Regimento Específico aplicável, data de decisão pela certificação inicial no Referencial Normativo e datas de término do ciclo de certificação e de validade do certificado de conformidade. Nota 1: Não é permitido à SAS retirar do certificado, durante a sua validade, a identificação de obras. Nota 2: Caso a empresa construtora queira incluir obras em seu certificado durante sua validade e antes da data prevista para a próxima auditoria, cabe a SAS avaliar se aceita ou não a inclusão da obra e definir os próximos passos, que podem ser: solicitação de procedimentos, plano da qualidade e registros que comprovem a efetiva implementação e manutenção do sistema de qualidade na obra; anotações de responsabilidade técnica, documentos comprobatórios da real data de início da obra, entre outros. N4 O Contrato e o Certificado serão controlados através da Lista de Organizações Certificadas SAS - FORM. 16, propriedade exclusiva da SAS, que estará acessível ao público através do site da SAS. o) Validade do Certificado: Para a emissão e reemissão do certificado, devem ser observados: data de aprovação inicial: data da decisão de certificação inicial pela SAS; data de emissão: data de impressão do certificado vigente; data de término do ciclo: 36 (trinta e seis) meses contados da decisão de 9/22

10 certificação ou de recertificação; data de validade do certificado: 12 (doze) meses tendo como base a data de certificação ou de recertificação ou 12 (doze) meses da data de validade anterior, salvo disposições transitórias apresentadas no item 1.3 deste documento. p) Auditoria de Manutenção (supervisão): P1 P2 P3 P4 P5 P6 P7 P8 A Auditoria de Manutenção deverá ser realizada na empresa em intervalo máximo de um ano contado a partir do último dia da realização da Auditoria de Certificação Fase 2 ou da última Auditoria de Manutenção realizada, a fim de que a SAS exerça atividades para manter a confiança de que o Sistema de Gestão da Qualidade da empresa continua a atender aos requisitos da certificação. As auditorias de manutenção podem ser planejadas com outras frequências diferentes da anual. Nestas condições, o dimensionamento da auditoria deve ser proporcional à quantidade de eventos e sempre arredondado para o número de dias inteiro superior. A SAS entra em contato com a organização com uma antecedência de 60 (sessenta) dias do prazo previsto para a realização da Auditoria de Manutenção solicitando o agendamento da mesma. Caso, 30 (trinta) dias antes do prazo previsto a organização não agende a data da auditoria, a SAS informa a data máxima de realização, tendo em vista as sanções previstas no item 6 deste Regulamento. Independente do contato da SAS com a organização, a responsabilidade pela realização da Auditoria de Manutenção dentro do prazo previsto é da empresa certificada. Em não se submetendo à auditoria de manutenção no prazo máximo previsto, a empresa deve ser submetida à auditoria com o dimensionamento do tempo total em número de dias de uma auditoria de recertificação, conforme Regimento Específico da especialidade técnica, dentro do prazo máximo de 60 (sessenta) dias da data, mantendo-se o ciclo de certificação vigente. Para a auditoria de manutenção, a empresa, para atualização das informações suplementares da empresa, incluindo as obras que se encontram em execução, deverá preencher e enviar a SAS o Questionário de Avaliação Preliminar - FORM. 7; os Dados das Obras e Dados Complementares FORM. 7.2 com antecedência de 60 (sessenta) dias do prazo previsto para a realização da auditoria. A Lista de Documentos da Empresa Solicitante FORM. 8, também necessária para a realização das auditorias, deve ser encaminhada com antecedência de 15 dias da data agendada para a realização da auditoria. Os resultados da Auditoria de Manutenção serão registrados com a utilização dos formulários FORM. 11.1, FORM e FORM e comunicados ao cliente. O FORM será preenchido e encaminhado somente à SAS. Quando a Auditoria de Manutenção apresentar não-conformidades que resultem em Auditoria Complementar, a mesma deverá ser realizada no prazo determinado e/ou a SAS poderá aplicar as sanções previstas no item 6 deste Regulamento. A decisão do Diretor de Certificação para Auditoria de Manutenção seguem as 10/22

11 mesmas etapas descritas para a Auditoria Inicial. q) Auditoria de Recertificação: Q1 Q2 Q3 Q4 Q5 Q6 Q7 A Auditoria de Recertificação deverá ser planejada e realizada para avaliar a continuação do atendimento a todos os requisitos da norma e para confirmar a conformidade e a eficácia contínuas do Sistema de Gestão da Qualidade da empresa como um todo. Também se aplica quando não ocorre a Auditoria de Manutenção dentro do prazo máximo permitido. A Auditoria de Recertificação poderá ser realizada, em apenas uma Fase, até 60 (sessenta) dias antes do término do ciclo de certificação (contado a partir da decisão da certificação). No entanto, este prazo não poderá ultrapassar um ano após a última auditoria realizada. A empresa deverá encerrar todas as não-conformidades eventualmente identificadas na Auditoria de Recertificação em até 7 (sete) dias antes da data que antecede a data do vencimento do certificado, de maneira que o novo certificado seja emitido antes do vencimento do anterior. Caso isto não ocorra, o processo de recertificação será encerrado ou a empresa deverá realizar uma Auditoria Complementar para complementar o dimensionamento de auditores.dia necessários para uma Auditoria Inicial. Para a Auditoria de Recertificação, a empresa, para atualização das informações suplementares da empresa, incluindo as obras que se encontram em execução, deverá preencher e enviar a SAS o Questionário de Avaliação Preliminar - FORM. 7; os Dados das Obras e Dados Complementares FORM. 7.2 com antecedência de 60 (sessenta) dias do prazo previsto para a realização da auditoria. A Lista de Documentos da Empresa Solicitante FORM. 8, também necessária para a realização das auditorias, deve ser encaminhada com antecedência de 15 dias da data agendada para a realização da auditoria. Os resultados da Auditoria de Recertificação serão registrados com a utilização dos formulários FORM. 11.1, FORM e FORM e comunicados ao cliente. O FORM será preenchido e encaminhado somente à SAS. Quando a Auditoria de Recertificação apresentar não-conformidades que resultem em Auditoria Complementar, a mesma deverá ser realizada no prazo determinado e/ou a SAS poderá aplicar as sanções previstas no item 6 deste Regulamento. A decisão do Diretor de Certificação para Auditoria de Manutenção e Recertificação seguem as mesmas etapas descritas para a Auditoria Inicial. r) Extensões de escopo R1 Uma solicitação de extensão ou redução do escopo por parte da organização de uma certificação que já tenha sido concedida deverá ser processada pela SAS, através do Diretor de Certificação, que decidirá, se necessário, qual procedimento de avaliação é apropriado para determinar se as mesmas devem ou não ser concedidas. Esta Auditoria Especial poderá ser realizada combinada com as Auditorias de Manutenção ou Auditorias de Recertificação. 11/22

12 R2 R3 Deve-se adicionar 1 (um) dia no dimensionamento da auditoria para cada escopo adicional, além dos valores previstos pelo Regimento Específico do SiAC/PBQP-H e se aplicar a amostragem de obras definidas no referido regimento. É necessário avaliar se as obras a auditar do escopo originalmente certificado permitem a avaliação do novo escopo. Em caso negativo, uma nova amostragem de obras deverá ser estabelecida. Tanto para a solicitação de extensão quanto para a redução de escopo, a SAS deverá: a) Fazer alteração no Certificado de Conformidade e no Contrato de Adesão para a Concessão do Direito ao Uso do Certificado SAS, os quais terão as seguintes características: - Numeração: será repetido o mesmo número do original acrescido do seqüencial alfabético (A, B, C... etc); - Data: será colocada a data da nova emissão; - Validade: permanecerá a validade do Certificado e Contrato originais. b) Colocar no verso do novo Certificado uma observação contendo a(s) razão(ões) que motivou(aram) a alteração ou emenda ao certificado; c) Solicitar à organização o Certificado e o Contrato que estão sendo substituídos. s) Condições de excepcionalidade aplicáveis ao SiAC/PBQP-H S1 A auditoria em canteiros de obras do escopo pretendido é essencial para a atribuição de uma certificação a uma empresa construtora no SiAC/PBQP-H, exceto nas situações previstas nos itens R2 e R3. Notas: 1 - Somente são aceitas para auditoria obras cuja responsabilidade técnica pela sua execução esteja em nome da empresa construtora que busca a certificação, demonstrado por ART - Anotações de Responsabilidade Técnica junto ao CREA Conselho Regional de Engenharia e Agronomia ou ao CAU - Conselho de Arquitetura e Urbanismo. 2 - Uma obra somente pode ser utilizada para auditoria de uma única empresa. No entanto, se a empresa construtora houver subempreitado serviço de obra para uma empresa de execução especializada de serviços de obras que esteja em processo de certificação pelo SiAC, o serviço por esta executado pode ser auditado, nesta obra, para efeito da certificação deste fornecedor. Somente é permitido que uma mesma obra seja utilizada para auditoria de várias empresas quando existam evidências da clara delimitação da atuação de cada uma delas (contrato registrado em cartório e existência de ART junto ao CREA Conselho Regional de Engenharia e Agronomia ou ao CAU - Conselho de Arquitetura e Urbanismo). 3 - Uma obra de um empreendimento do tipo Sociedade de Propósito Específico (SPE) ou do tipo Sociedade em Conta de Participação (SCP) do qual a empresa faça parte só pode ser considerada para amostragem de auditoria caso a empresa tenha responsabilidade técnica por sua execução, demonstrada por ART - Anotações de Responsabilidade Técnica junto ao CREA Conselho Regional de Engenharia e Agronomia ou ao CAU - Conselho de Arquitetura e Urbanismo, e tenha seu próprio sistema de gestão da qualidade nela implantado. 4 - Não há a possibilidade de atribuição de uma certificação em nome de um consórcio de empresas, mas tão somente no nome da empresa cuja obra tenha 12/22

13 sido auditada, obedecidas as demais condições deste artigo. S2 Uma primeira condição de excepcionalidade é autorizada para a certificação de empresa construtora no SiAC/PBQP-H que esteja sem obra no escopo pretendido no momento da extensão de escopo da certificação, ou seja, em situações nas quais a empresa já esteja certificada em um subsetor da especialidade técnica Execução de Obras. 1 - Neste caso, a empresa deverá: a) declarar a SAS, sob as penalidades legais, a superveniência de fato impeditivo da certificação normal, qual seja, a inexistência de obra no escopo pretendido; b) desenvolver os procedimentos documentados para as porcentagens mínimas de serviços de execução controlados e de materiais controlados dos níveis e escopos pretendidos, determinados nos documentos de Requisitos Complementares aplicáveis; c) definir os recursos necessários à execução de tais serviços, principalmente no que se refere a mão de obra qualificada, equipamentos e ferramentas, conforme previsto nos procedimentos supracitados; d) submeter-se a auditoria in loco do seu sistema de gestão da qualidade, excluídos apenas os requisitos auditáveis no canteiro de obras, verificando os eventuais registros de obras já concluídas no escopo desejado; e) informar imediatamente a SAS, por carta registrada ou devidamente protocolada no destinatário, o início de nova obra no escopo, para o agendamento de auditoria; f) informar a SAS as características de todas as obras em andamento, incluindo daquelas em que atue na forma de consórcio, Sociedade de Propósito Específico (SPE) ou Sociedade em Conta de Participação (SCP), independentemente da porcentagem que possua e independentemente do seu escopo e do estágio de execução, incluindo nome da obra, endereço, responsável técnico, se o sistema de gestão da qualidade da empresa está implantado ou não (casos de SPE e SCP), tipo da obra, características de seu porte (área construída, número de unidades, extensão, superfície, volume de concretagem, etc.), observações e particularidades, datas de início e de previsão de término, serviços em execução realizados com mão de obra própria e realizados por subempreiteiros e quantidade de funcionários próprios e terceirizados, incluindo temporários. 2 - Caso a empresa tenha obras em andamento em outro escopo, a auditoria in loco deve verificar todos os serviços de execução controlados em andamento que tenham semelhança com serviços de execução controlados previstos no escopo almejado, ficando a cargo da SAS avaliar tal semelhança e selecionar os serviços a serem auditados; caso não tenha obras em andamento, a empresa deve declarar tal fato a SAS, sob as penalidades legais. 3 - É permitido à empresa solicitar extensão de escopo utilizando a mesma auditoria de Certificação, Recertificação ou Manutenção. Uma segunda condição de excepcionalidade autorizada diz respeito à 13/22

14 S3 confirmação da certificação SiAC/PBQP-H atribuída a uma empresa construtora no momento de uma auditoria de Manutenção sem a existência de obra nos escopos nos quais esteja certificada. 1 - Neste caso, a empresa deverá: a) declarar a SAS, sob as penalidades legais, a superveniência de fato impeditivo da supervisão normal, qual seja, a inexistência de obra nos escopos certificados; b) informar imediatamente a SAS, por carta registrada ou devidamente protocolada no destinatário, o início de nova obra em qualquer dos escopos para o agendamento da auditoria. 3 - A empresa construtora pode lançar mão desta excepcionalidade de realizar auditoria de Manutenção sem a existência de obra desde que tenha obra em pelo menos um dos escopos certificados. Para o caso de não ter obra em nenhum dos escopos certificados, a confirmação da certificação atribuída à empresa construtora no momento de uma auditoria de manutenção só é possível uma única vez, em um ciclo de certificação de 36 (trinta e seis) meses. 4 - Caso a empresa construtora realize auditorias de Manutenção em intervalo inferior a anual, é possível a utilização desta excepcionalidade em duas auditorias dentro do intervalo de 12 (doze) meses. 4 - A empresa construtora não pode fazer uso dessa condição de excepcionalidade no escopo no qual, no mesmo ciclo de certificação, tenha sido certificada fazendo uso condição de excepcionalidade prevista no item S No caso da inexistência de obra no escopo pretendido que atenda as quantidades mínima de materiais controlados e de serviços de execução controlados definidas nos documentos de Requisitos Complementares, a SAS pode aceitar ou não a obra para efeito de auditoria, definindo as medidas complementares cabíveis. Nota: Nas auditorias de manutenção não é obrigatório dispor de obra do escopo visado de modo que possa nela ser observada a efetiva aplicação dos procedimentos (de materiais e serviços controlados) no mínimo para um quarto das porcentagens estabelecidas a cada nível de certificação. Cabe a SAS avaliar se aceita ou não a obra para efeito de auditoria. S4 S5 Para o caso de auditoria de manutenção com indisponibilidade de obra para o escopo a ser auditado, o dimensionamento da auditoria considera o número de escopos abrangidos pela certificação, independentemente da indisponibilidade de obra. Para as condições de excepcionalidade dos itens S2 e S3, é considerada falta grave cometida pela empresa construtora o fato dela não informar imediatamente a SAS o início de nova obra no escopo, estando sujeita às penalidades previstas no item 6 deste documento. 14/22

15 Notas: Os resultados das auditorias são registrados tendo como base as constatações e evidências da auditoria, obedecendo ao seguinte vocabulário: 1.1 Não-Conformidade é o não atendimento ao Referencial Normativo, caracterizado pela ausência de um ou mais requisitos do sistema de gestão da qualidade ou falha em implementálos e mantê-los, ou uma situação que vá, com base em evidências objetivas, levantar dúvida quanto à capacidade do sistema de gestão em atender aos objetivos estabelecidos ou quanto à qualidade dos produtos ou serviços que a empresa oferece, impedindo a decisão ou manutenção da certificação. Não deverá ser registrada não-conformidade na Fase 1 e, sim, apenas áreas de preocupação, se necessário. A Não-Conformidade que resulta em Auditoria Complementar, sem prejuízo do acima disposto (1.1), é aquela que pode afetar a qualidade do produto ou serviço. Também quando a auditoria registrar não-conformidade que possa provocar riscos à segurança ou à saúde das pessoas que trabalham na obra auditada, às circunvizinhas e aos futuros usuários do empreendimento, a SAS realizará Auditoria Complementar para avaliação in loco da implementação das ações corretivas destas não-conformidades antes de submeter o processo à decisão de certificação. 1.2 Oportunidades de Melhoria: constatações (não aplicáveis a Fase 1) focadas nas áreas para possível melhoria do sistema de gestão. 1.3 Áreas de preocupação (constatação exclusiva para Pré-auditoria e Fase 1): constatações da Pré-auditoria e da Visita Inicial - Fase 1 que poderiam ser classificadas como não-conformidade durante a Auditoria de Certificação Fase Requisitos para referência à Certificação, Uso do Certificado e da Marca SAS de Empresa Certificada A SAS possui uma política para gerir a referência à Certificação, Uso do Certificado e da Marca SAS de Empresa Certificada, mediante autorização formal e o Relatório de Auditoria FORM Não deverá haver ambigüidade na marca ou no texto que a acompanha, em relação ao que foi certificado e à SAS que concedeu a certificação. 3.1 A empresa certificada deverá: a) Encaminhar à Diretoria de Certificação da SAS, o material a ser divulgado referente à certificação do Sistema de Avaliação da Conformidade de Empresas de Serviços e Obras da Construção Civil SiAC atendendo aos requisitos da SAS, para autorização, antes de sua divulgação para impressão em gráfica, distribuição ou publicação em meios de comunicação tais como internet, folhetos ou propaganda, ou outros documentos; b) Não fazer ou permitir qualquer declaração que induza a erro em relação à sua certificação; c) Não usar ou permitir o uso de um documento de certificação ou de qualquer parte dele, de maneira que induza a erro; d) No caso de suspensão ou cancelamento da certificação, interromper o uso de todo material publicitário que faça referência à certificação, conforme orientações da SAS (Ver item 6 desta); e) Alterar todo material publicitário quando o escopo da certificação tiver sido reduzido; 15/22

16 f) Não permitir que a referência à certificação seja usada de tal forma que implique que a SAS certifique um produto (incluindo serviço) ou processo; g) Não dar a entender que a certificação aplica-se a atividades fora do escopo de certificação (A empresa que atua em mais de um subsetor somente deverá declarar que é certificada em relação às atividades cobertas pelo escopo e/ou subsetor o qual a certificação foi concedida) e; h) Não usar sua certificação de tal maneira que possa comprometer a reputação da SAS e/ou do sistema de certificação e perder a confiança pública. 3.2 A SAS exercerá controle apropriado quanto à propriedade e poderá tomar ações para lidar com referências incorretas à condição de certificação ou ao uso enganoso de documentos de certificação, marcas ou registros de auditoria. 3.3 Se a SAS autorizar o direito de uso de uma logomarca para indicar a certificação, a empresa poderá usar esta logomarca especificada somente conforme autorizado pela SAS. 3.4 É permitida a utilização da identificação da certificação SiAC na placa da obra. Se existir mais de uma placa de identificação da obra, a logomarca da certificação poderá ser utilizada somente em uma placa, e esta deverá conter o(s) nome(s) do(s) engenheiro(s) responsável(is) pela obra. 3.5 Não é permitido o uso da identificação da certificação SiAC em tapumes de obras. 4 - Marca SAS de Empresa Certificada (Desenhos, Logomarcas e Modelos) São as seguintes as logomarcas da SAS e PBQP-H. 4.1 A Marca SAS de Empresa Certificada deverá ter o mesmo destaque que outras marcas utilizadas. 4.2 O tamanho mínimo para aplicação das logomarcas SAS e PBQP-H é de 2,5 cm de altura, de forma a garantir a perfeita legibilidade nas mídias impressas. 4.3 É imprescindível que seja explicitado o nível de certificação da empresa em questão abaixo da logomarca do PBQP-H. O tamanho da fonte deve ser equivalente ao tamanho da fonte da sigla PBQP-H. 4.4 As tonalidades das cores das logomarcas da SAS e do PBQP-H deverão ser mantidas ou deverão ser aplicadas em uma só cor (PRETO). A logomarca do PBQP-H deverá respeitar as diretrizes de utilização definidas no Manual de Identidade Visual do PBQP-H ou documento que o substitua disponível no site do programa (www.cidades.gov.br/pbqp-h/) A Marca SAS de empresa certificada não deve ser utilizada em tapumes de obras, podendo constar de placa de obra desde que na mesma esteja identificada o Responsável Técnico por sua execução. 16/22

17 4.6 A SAS fornece às organizações que possuem o Certificado do Sistema de Avaliação da Civil SiAC através de meio eletrônico, um modelo das referidas logomarcas. 4.7 As dúvidas que porventura surgirem referentes à divulgação da certificação da empresa deverão ser encaminhadas à Diretoria de Certificação da SAS para apresentação de solução. 5 - Responsabilidade A concessão do Certificado do Sistema de Avaliação da Conformidade de Empresas de Serviços e Obras da Construção Civil SiAC e do direito de uso da Marca SAS de Empresa Certificada não substituem, em caso algum, a garantia que corresponde à empresa nos termos da Lei. 5.1 O uso abusivo do Certificado e da Marca SAS de Empresa Certificada pela empresa ou por terceiros, poderá acarretar a tomada de ações pela SAS podendo incluir pedidos para correção e ação corretiva, as sanções previstas no item 6 deste Regulamento, publicação da transgressão e, se necessário, ação legal. 5.2 Será considerado uso abusivo do Certificado e da Marca SAS de Empresa Certificada o não cumprimento do disposto nos itens 3 e 4 deste Regulamento, bem como as referências enganosas ao Sistema de Certificação ou uso incorreto do Certificado e da Marca na internet, folhetos ou propaganda, outros documentos, no próprio produto, etc. 5.3 O Sistema de Certificação considera como falta grave aquela cometida por uma empresa certificada ou Declarante da Adesão ao PBQP-H e de Conformidade ao Referencial Normativo que tenha realizado uma ou mais das seguintes condutas: a) adulteração de qualquer informação que conste do Certificado ou da Declaração da Adesão ao PBQP-H e de Conformidade ao Referencial Normativo; b) alteração no seu Sistema de Gestão da Qualidade sem comunicação imediata a SAS, tais como: alteração de sua estrutura organizacional, alteração significativa de sua equipe técnica, mudança de sistemática de funcionamento, etc (estas modificações poderão conduzir a uma reavaliação, que poderá incluir os serviços de Auditoria, cujo custo será absorvido pela empresa certificada); c) divulgação de informação enganosa quanto aos dados do seu Certificado de Conformidade ou da Declaração da Adesão ao PBQP-H e de Conformidade ao Referencial Normativo; d) envio de informação falsa no processo de Declaração de Adesão ao PBQP-H e de Conformidade ao Referencial Normativo; e) não informação de todas as obras em execução quando da realização de auditorias ou quando solicitado pela SAS; f) realização da obra ou prestação de serviço sem observar os preceitos da gestão da qualidade e as exigências do seu sistema de gestão da qualidade, que causem riscos à segurança e à saúde das pessoas que trabalham na empresa, aos circunvizinhos e aos futuros usuários do empreendimento, serviço ou produto; g) omissão de informação à SAS do início de nova obra no escopo de certificação, uma vez que tenha lançado mão da excepcionalidade prevista nos itens R2 e R3 deste documento; 17/22

18 h) omissão de dados e informações necessárias ao dimensionamento e planejamento das atividades de certificação, tais como: numero de trabalhadores, número de escritórios, número de obras, número de projetos, número de contratos de gerenciamento de empreendimentos, etapas de produção no canteiro de obras, localidades ou instalações envolvidas no escopo de certificação, entre outros. i) falha persistente ou seriamente do Sistema de Gestão e/ou produto certificado em atender aos requisitos de certificação, incluindo os requisitos para a eficácia do Sistema de Gestão e/ou produto; j) não permissão, por parte da organização certificada, que as Auditorias de Manutenção, Complementar, Extraordinária ou de Recertificação sejam realizadas nas freqüências exigidas. Nota: Os Regimentos específicos das diferentes especialidades técnicas podem definir outras condutas consideradas faltas graves. 6 - Sanções aplicáveis - Suspensão, Cancelamento ou Redução do escopo de certificação Toda falta grave cometida por parte de uma empresa ao presente Regulamento, aos procedimentos complementares, e ao contrato correspondente, sem prejuízo do disposto no subitem 5.1 deste, poderá ser aplicada as seguintes sanções: a) Advertência privada; b) Suspensão parcial ou integral por prazo máximo de 6 (seis) meses (sem rescisão de contrato); c) Cancelamento ou Redução do Escopo (com rescisão de contrato ou emenda ao contrato com redução do escopo). 6.1 As sanções serão aplicadas por determinação do Diretor de Certificação, Diretor Presidente ou Conselho de Certificação da SAS, que deverá notificar o interessado através de carta registrada. 6.2 Será assegurado à empresa que receber a sanção, exceto em casos de solicitação voluntária de suspensão, o direito de defesa por escrito, no prazo máximo de 30 (trinta) dias a partir do recebimento da notificação, observando que a defesa não terá efeito suspensivo. 6.3 Além das penalidades acima descritas, a Comissão Nacional do PBQP-H poderá impor outras penalidades à empresa que comete falta grave, como inelegibilidade de recertificação ou de transferência de OAC por prazo determinado. Notas: 1 - Em caso de suspensão, a certificação ficará temporariamente inválida e no caso de cancelamento ou redução do escopo (independente de como foi determinado), a empresa deverá se abster de continuar promovendo a certificação e, caso necessário, devolver todos os documentos de certificação exigidos pela SAS. 2 - A SAS tornará publicamente acessível o estado de suspensão da certificação ou redução de escopo. 18/22

19 7 - Processo de Tratamento de Apelações A SAS, através do Diretor de Certificação, é responsável por avaliar todas as decisões em todos os níveis do processo de tratamento de apelações e deverá assegurar que as pessoas envolvidas neste processo sejam diferentes daquelas que realizaram as auditorias e tomaram as decisões de certificação conforme descrito neste. 7.1 A submissão, investigação e decisão sobre apelações não deverão resultar em nenhuma ação discriminatória contra o apelante. 7.2 As apelações poderão ser apresentadas à SAS pelas empresas certificadas ou outras partes, por escrito e devidamente fundamentadas. 7.3 A SAS confirma o recebimento das apelações e comunica ao apelante, informações sobre o andamento do processo que podem incluir: ações tomadas de imediato ou à serem tomadas pela SAS para rastreamento, validação e investigação, considerando-se os resultados de apelações anteriores similares. 7.4 É assegurado o direito de defesa para as apelações, através de notificação à outra parte que também deverá ser apresentada por escrito no prazo máximo de 30 (trinta) dias à partir do recebimento de notificação. 7.5 As apelações serão resolvidas pelo Diretor de Certificação, respeitado o disposto dos itens 7.6 ao 7.9 deste Regulamento. 7.6 As apelações pertinentes as atividades e/ou decisões do Diretor de Certificação serão resolvidas pelo Conselho de Certificação. 7.7 As apelações pertinentes às atividades e/ou decisões do Diretor Presidente, serão resolvidas pelo Conselho de Certificação. 7.8 O apelante será comunicado formalmente da decisão final e término do processo relativo às apelações, decisão esta, tomada, ou revisada e aprovada, por pessoa(s) sem envolvimento anterior com o assunto das apelações. 7.9 Caso aplicável, a SAS poderá aplicar as sanções descritas no item 6 deste Regulamento A SAS mantém os registros das apelações que inclui ações tomadas para solucioná-las, quaisquer correções, ações corretivas ou preventivas tomadas e avalia sua eficácia. 8 - Processo de Tratamento de Reclamações A SAS, através do Diretor de Certificação, é responsável por avaliar todas as decisões em todos os níveis do processo de tratamento de reclamações. 8.1 As reclamações poderão ser apresentadas à SAS pelas empresas certificadas ou outras partes, por escrito e devidamente fundamentadas Ao receber as reclamações, a SAS deverá confirmar se as mesmas estão relacionadas com atividades de certificação pelas quais é responsável e, se estiverem, deve tratá-las. Se as reclamações forem relativas a um cliente certificado, o exame das reclamações deverá incluir a análise da eficácia do sistema de gestão da qualidade certificado Qualquer reclamações sobre um cliente certificado deverão ser comunicadas pela SAS ao cliente certificado em questão em um tempo adequado. 19/22

20 8.1.3 O processo de tratamento de reclamações deverá estar sujeito aos requisitos de confidencialidade em relação ao reclamante e ao assunto da reclamação (Ver item 10 deste Regulamento). 8.2 A SAS confirma o recebimento das reclamações comunicando ao reclamante, informações sobre o andamento do processo que podem incluir: ações tomadas de imediato ou à serem tomadas pela SAS para rastreamento, validação e investigação, considerando-se os resultados de reclamações anteriores similares. 8.3 É assegurado o direito de defesa para as reclamações, através de notificação à outra parte que também deverá ser apresentada por escrito no prazo máximo de 30 (trinta) dias à partir do recebimento de notificação. 8.4 As reclamações serão resolvidas pelo Diretor de Certificação, respeitado o disposto dos itens 8.5 ao 8.9 deste Regulamento. 8.5 As reclamações pertinentes as atividades e/ou decisões do Diretor de Certificação serão resolvidas pelo Conselho de Certificação. 8.6 As reclamações pertinentes às atividades e/ou decisões do Diretor Presidente, serão resolvidas pelo Conselho de Certificação. 8.7 A SAS deverá determinar junto com o cliente e o reclamante, se deverá tornar público o assunto das reclamações e sua solução e, se assim for, em que extensão. 8.8 O reclamante será comunicado formalmente da decisão final e término do processo relativo às reclamações, decisão esta, preparada, ou revisada e aprovada, por pessoa(s) sem envolvimento anterior com o assunto das reclamações. 8.9 Caso a análise de uma reclamação ou outra qualquer informação indicar que a organização certificada não mais atende aos requisitos da certificação, a SAS também poderá, à critério do Diretor de Certificação, realizar Auditoria Complementar para verificar a implementação das correções e ações corretivas ou poderá aplicar as sanções previstas no item 6 deste Regulamento A SAS mantém os registros das reclamações que inclui ações tomadas para solucioná-las, quaisquer correções, ações corretivas ou preventivas tomadas e avalia sua eficácia. 9 - Transferência de Organismo de Avaliação de Conformidade 9.1 A transferência de OAC pela empresa construtora certificada deve ser realizada dentro da validade do certificado de conformidade. Nota: Caso o certificado esteja vencido, mas dentro do ciclo de certificação, a SAS poderá emitir novo certificado condicionado ao agendamento de Auditoria Especial dentro do prazo exigido O ciclo conduzido pelo OAC anterior deve ser analisado criticamente pelo novo OAC em relação à conformidade aos documentos regulatórios do SiAC e constatações e preocupações pendentes de fechamento Com base nesta análise, o novo OAC deve definir os próximos passos, que podem ser: auditoria especial para fechamento de pendências, auditoria especial para avaliação de obras, continuidade do ciclo vigente ou recertificação antecipada do ciclo. 20/22

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