PROJETO ECOLOGIA DA LEITURA: UMA INTERVENÇÃO NA SALA DE AULA A PARTIR DA VIVÊNCIA DA LITERATURA INFANTIL

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PROJETO ECOLOGIA DA LEITURA: UMA INTERVENÇÃO NA SALA DE AULA A PARTIR DA VIVÊNCIA DA LITERATURA INFANTIL"

Transcrição

1 PROJETO ECOLOGIA DA LEITURA: UMA INTERVENÇÃO NA SALA DE AULA A PARTIR DA VIVÊNCIA DA LITERATURA INFANTIL Iêda Licurgo Gurgel Fernandes, UFRN ¹ Sâmela Raissa Oliveira Batista, UFRN ² Introdução O projeto Ecologia da Leitura é um trabalho de pesquisa dividido em três etapas, proposto aos alunos da disciplina Literatura Infantil I (EDU 0596) ministrado pela professora Dra. Marly Amarilha no curso de Pedagogia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. A primeira etapa visa a investigação e o estudo da realidade de uma escola pública, da cidade de Natal-RN, no que concerne ao método de ensino e ao ambiente físico em que são desenvolvidos os trabalhos de incentivo a leitura de literatura infantil. A segunda consiste na realização de um seminário ministrado pelos investigadores sobre prática pedagógica à uma professora de uma turma do Ensino Fundamental I, visando a reciclagem de idéias relacionadas a atividade literária. Concluindo as etapas do projeto, a terceira etapa proporciona uma vivência e intervenção literária com os alunos da turma escolhida, sendo estes posteriormente entrevistados. A pesquisa teve como objetivos: avaliar as condições físicas da biblioteca e/ou sala de leitura percebendo o funcionamento e o desenvolvimento das atividades nesses ambientes; oferecer ao professor participante do projeto subsídios teórico-metodológicos para o ensino de leitura e literatura; realizar uma contação de história da literatura infantil às crianças, promovendo uma nova experiência com a literatura na sala de aula; entrevistar certa quantidade de crianças verificando os resultados com os estudos realizados durante a disciplina. Ecologia da Leitura é um projeto proposto pela professora de Literatura Infantil que possibilita ao aluno do curso de Pedagogia um contato com a realidade escolar, uma prática da contação de histórias infantis, um suporte a formação do professor da instituição escolar, introduzindo os investigadores a pesquisa de Iniciação Científica e Extensão. A escola que recebe esse projeto tem a oportunidade de renovar a metodologia de trabalho com a literatura infantil melhorando o seu ensinoaprendizagem, pois incentiva o gosto pela leitura facilitando a formação de leitores ativos na sociedade. A possibilidade de trabalho com a literatura na sala de aula de Ensino Fundamental tem como justificativa, segundo Diane Valdez e Patrícia Lapot Costa [...] o prazer e o gosto das crianças em ¹ Graduanda do Curso de Pedagogia. ² Graduanda do Curso de Pedagogia.

2 2 ouvir histórias, do conhecimento que essa prática propicia, do estímulo para a imaginação e criatividade, incentiva o gosto da leitura, do estímulo para o olhar e a linguagem etc. (VALDEZ e COSTA, 2007, p. 168). Para realização do projeto utilizamos os seguintes procedimentos: observação do espaço físico da biblioteca e do acervo referente á literatura infantil; realizar um seminário sobre o capítulo Literatura Infantil e prática pedagógica do livro Estão Mortas as Fadas?Literatura infantil e prática pedagógica de Marly Amarilha; contar ou ler uma história, de preferência um conto de fada; planejar a atividade segundo as etapas de pré, durante e pós-leitura; entrevistar, após a contação, 15% de alunos, selecionados aleatoriamente, da turma escolhida. Os instrumentos realizados para pesquisa foram: Mp3 para gravação das entrevistas com as crianças; Notebook para apresentação do seminário; livro de literatura infantil para contação de história. Esse trabalho foi proposto com o intuito de pensarmos nossa prática como professores que trabalharão com literatura infantil como um exercício para a prática na sala de aula, Portanto, não basta somente ter boa vontade e gostar de literatura. É preciso ser leitor crítico e conhecer não somente as obras literárias, como também debater, ler, discutir e pesquisar a respeito de diferentes temas que envolvem infância e suas necessidades. (VALDEZ e COSTA, 2007, p. 163). 1ª etapa Ecologia do espaço de leitura na escola A escola escolhida foi a Escola Municipal Professor Arnaldo Monteiro situada no bairro de Pirangi, na cidade de Natal-RN. A instituição contém uma biblioteca que divide o mesmo espaço do local que será a sala de informática. No momento da visitação, a biblioteca estava aberta para limpeza e apresentava um forte cheiro de mofo. A mesma não possui janelas, têm dois ventiladores, teatro para fantoches, uma televisão, um aparelho de DVD, apresenta uma mesa, poucas cadeiras e um amplo espaço para sentar no chão que é cercado por estantes de metal com livros e as paredes continham cartazes de incentivo à leitura, relacionados com a educação ambiental. A biblioteca possui um acervo de livros didáticos com livros de língua portuguesa, matemática, ciências, história e geografia destinados ao uso do aluno e do professor, sejam para recorte ou para pesquisa. Possui também, antigas coleções de enciclopédias e dicionários. O local disponibiliza para o professor um acervo com livros para o auxílio pedagógico do mesmo, com livros de psicologia, livros didáticos do professor e revistas. O acervo de literatura infantil apresenta uma razoável quantidade livros - disponível em prateleiras ao alcance dos alunos - dos diversos autores, como: Ana Maria Machado, Ziraldo, Mario Quintana, Hans Christian Andersen, Sylvia Orthof, Lygia Bojunga, Monteiro Lobato, entre outros.

3 3 A funcionária que trabalha na biblioteca no período da tarde esta à poucos meses desempenhando essa função, é uma professora readaptada que além de não possuir um cadastro dos livros, não realiza atividades relacionadas à prática da leitura. Os alunos têm acesso aos livros a partir de um pequeno controle feito na agenda da própria bibliotecária que tem garantido a devolução dos livros no prazo estabelecido de uma semana. Para Garcia (1989, p. 17), para que a biblioteca seja um local útil à realidade escolar, torna-se necessária a presença de uma pessoa capacitada, que ensine o aluno a pesquisar, uma vez que a busca de novos conhecimentos em livros faz parte do desenvolvimento de habilidade do educando, mas percebemos um esforço dessa professora para fazer algum trabalho na biblioteca. Podemos perceber que a biblioteca da escola não é um local agradável e nem confortável para a prática de atividades de leitura. Mesmo apresentando fácil acesso das crianças aos livros, a biblioteca não se mostra um ambiente motivador e interessante para a formação do gosto pela leitura. Segundo Garcia (1989) a biblioteca deveria ser um ambiente carregado de motivações (...) local por excelência onde a criança aprende a gostar de ler, a se auto-expressar a se educar (p. 14). 2ª etapa Encontro de formação com os professores Na segunda etapa do projeto Ecologia da leitura foi realizado com a professora da turma do terceiro ano, um seminário de formação como apoio para o seu trabalho pedagógico literário. O seminário foi o mesmo realizado para a turma de Pedagogia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, com o tema Literatura Infantil e Prática Pedagógica. A professora do terceiro ano, que fez a formação, se mostrou muito receptiva com essa possibilidade de troca de experiência, e ela contou que já realizava trabalho com literatura para a turma a qual ensina para acalmá-los depois que eles chegavam, muito agitados do intervalo. Os livros que ela trabalha com as crianças são os clássicos da literatura de coleções infantis que ela trazia de casa, são as histórias simplificadas que não permitem aos alunos utilizarem a imaginação. Também foi relatado pela professora que ela usava um pouco da técnica de pré e pós leitura com os alunos e sempre pedia para eles fazerem um texto/resumo sobre a lição que haviam aprendido com a história, contrariando, dessa forma, o sentido do ler sem ter um propósito real para isso, do ler apenas por prazer. Essa citação só confirma o que a professora Dra. Marly Amarilha descobriu em suas pesquisas de literatura nas salas de aula, Segundo os professores, a narrativa é usada para acalmar as crianças quando estão muito inquietas e também para impor silêncio e disciplina ao caos que, às vezes, ocorre na sala de aula. Constata-se, então, que o conceito de atividade sem significado, que é atribuído à literatura, não corresponde à verdade. Ela é de fato, utilitária, é instrumento de controle sobre a criança. (AMARILHA, 1997, p. 17).

4 4 A degustação literária feita com a professora na formação foi o livro de Sylvia Orthof, Manual de boas maneiras das fadas. A professora disse que não conhecia a história e era muito interessante usá-la no momento dos combinados no início do ano com a turma. A formação foi muito interessante, a professora gostou muito e sempre tinha uma experiência de sala de aula para compartilhar, ela incentivou muito a nossa continuação como futuras educadoras. Seria interessante então, que os professores sempre trabalhem com a literatura, assim como afirma Gládis E. Kaercher que a Literatura é arte Arte que se utiliza da palavra como meio de expressão para, de algum modo, dar sentido à nossa existência. Se nós, na nossa prática cotidiana deixarmos um espaço para que esta forma de manifestação artística nos conquiste seremos, com certeza, mais plenos de sentido, mais enriquecidos e mais felizes (2001, p. 87). 3ª etapa Pesquisa (Contação de histórias e entrevistas com crianças e professores) Na terceira etapa, foi realizada a leitura da história Chapeuzinho Vermelho, dos Irmãos Grimm para a turma do 3º ano do Ensino Fundamental I. Muitos dos alunos já conheciam a história. Foi feito um momento de pré leitura, onde os alunos falaram um pouco da versão que eles conheciam, a qual se assemelhava bastante com a dos Irmãos Grimm, possuindo apenas um final diferente da mesma. Durante a leitura, em geral, os alunos estavam bem atentos a história, se mostrando inclusive surpresos quando o Lobo Mau devora a Chapeuzinho Vermelho. As crianças assimilam bastante essa coisa do imaginário, já que A fantasia preenche as enormes lacunas na compreensão de uma criança que são devidas à imaturidade de seu pensamento e à sua falta de informação pertinente (BETTELHEIM, 1992, p. 77). A ideia de utilizarmos um conto de fadas se deu por considerarmos uma história que meche com o imaginário da criança, e A imaginação, como a inteligencia ou a senssibilidade, ou se atrofia. Pensamos que a imaginação de uma criança deve ser alimentada, que existe com a condição de que não se estabeleçam receitas uma pedagogia do imaginário, que tal pedagogia está a caminho [...]. Seria preciso apeas desenvolvê-la (HELD, 1980, P. 46). Para a realização da entrevista, dentre os vinte e três alunos da turma, foram escolhidas quatro crianças, dois meninos e duas meninas (17% do total). Nessa entrevista, foram feitas perguntas sobre a história se eles gostaram, o que eles acharam, etc. As crianças também foram questionadas quanto a qual personagem elas haviam se identificado e gostariam de interpretar se estivessem fazendo uma peça teatral. Esse jogo dramático, relação da história com o teatro, foi discutido por Marly Amarilha em seu livro Estão mortas as fadas? Literatura infantil e prática pedagógica, onde ela acredita que a literatura proporciona para a criança um momento de abstração onde através da

5 5 narrativa ela não só assiste ao desenrolar do enredo como pode encarnar um personagem, vestir sua máscara e viver suas emoções (AMARILHA, 1997, p. 53). As crianças entrevistadas, no geral, responderam de acordo com o esperado. As duas meninas disseram que se identificaram com a personagem principal da história alegando que D Porque ela é muito animada, e quando... ela faz umas coisas erradas ela fica... faz as coisas toda certinha. Para Amarilha (1997), é a identificação com as personagens de uma narrativa que dá ao leitor ou ouvinte a possibilidade de suspender, transitoriamente, a relação com o cotidiano e viver outras vidas (p. 55). Essa identificação também é tratada por Jacqueline Held quando afirma que [...] é também porque, na procura de si mesmo, sofrendo com sua inferioriadade momentânea, desejando ser adulto e, de maneira mais geral, ser outro, não importa como e por que meio, projeta-se com prazer sobre o herói, tornado diferente [...]. É essa necessidade que a criança tem, vez por outra, de escapar de si mesmo pela ficção, de se colocar na pele de outra pessoa, de um animal... e mesmo, se podemos dizer de um ojjeto técnico atual. (HELD, 1980, p. 43). Enquanto estava sendo feita a entrevista com os alunos, foi feito um breve momento de pósleitura com os demais alunos que permaneceram dentro da sala de aula, onde eles foram questionados sobre o que eles haviam achado da história, a diferença que eles tinham notado dessa para a que eles conheciam, o que mais tinha chamado a atenção deles. Logo após esse momento, foi realizada uma atividade em que os alunos deveriam escolher uma cena da história que havia lhe chamado a atenção para então desenhar e colorir a mesma. Em geral, os alunos receberam bem a atividade, fazendo pouca objeção em realizá-la. Eles se interessaram pela versão da Chapeuzinho dos irmãos Grimm. Ao preparar uma atividade de qualidade o professor pode atrair seus alunos para novas práticas de leitura, desse modo, A qualidade do trabalho educativo é que vai fazer a diferença na história e na formação da criança como sujeito de direitos (VALDEZ e COSTA, 2007, p. 182). Conclusão O projeto Ecologia da Leitura nos possibilitou perceber que a Escola Municipal Professor Arnaldo Monteiro falha em muitos pontos sobre a organização do seu ambiente direcionado a leitura e contação de estórias. Um ponto positivo encontrado é a forma como os livros estão disponíveis as crianças, em prateleiras baixas e chamando atenção aos alunos para uma possível leitura [...] os primeiros contatos com o leitor são fundamentais para a formação de um leitor: se apresentado de fora lúdica, um livro dispondo ou não de bom visual poderá despertar a curiosidade da criança e o gosto pela leitura (GARCIA, 1989, p ). A escolha do conto de fadas se deu porque acreditamos, e comprovamos com o projeto, no que Bruno Bettelheim (1992, p. 82) afirma na sua Psicanálise dos contos de fadas

6 6 Por sua própria conta, a criança ainda não é capaz de ordenar e dar sentido a seus processos internos. Os contos de fadas oferecem figuras nas quais a criança pode externalizar o que se passa na sua mente, de modo controlável. Os contos de fadas mostram à criança de que modo ela pode personificar seus desejos destrutivos numa figura, obter satisfações desejadas de outra, identificar-se com um terceira, ter ligações ideais com uma quarta, e daí para diante, como requeiram suas necessidades momentâneas. No momento da narração com a classe as crianças a pesar de já conhecerem a estória de Chapeuzinho Vermelho ficaram surpresas com o final, elas não conheciam a versão dos irmãos Grimm, onde o lobo engolia a vovó e a chapeuzinho e depois que o caçador abril a barriga do lobo e colocou as pedras dentro. Com isso perdemos que Ao narrar oralmente, o professor está fornecendo à criança a possibilidade de ampliar sua capacidade de antecipação sobre as estratégias da linguagem literária e da construção do sentido (AMARILHA, 1997, p. 21). Só há benefícios encontrados na introdução da criança a literatura e com esse projeto é possível fazê-lo através da oralização que tem a finalidade de enriquecer a bagagem antecipatória do leitor [...] não só atrai o leitor para o livro como também o encoraja a enfrentar a escrita no silêncio (AMARILHA, 1997, p. 22). A literatura também educa, contribuindo para o acesso a língua em articulações próprias da linguagem escrita. A participação no projeto Ecologia da Leitura nos fez perceber o quão importante é o trabalho da leitura e da literatura na escola para a formação dos futuros leitores, e que é preciso um preparo metodológico sério para isso. Essa prática nos ensina a melhor preparamos como educadores responsáveis pelo incentivo a leitura de textos literários aos nossos tão sonhados alunos. Referências AMARILHA, Marly. Estão mortas as fadas? Literatura infantil e prática pedagógica. Petrópolis, RJ: Vozes, 1997 Natal: EDUFRN BETTELHEIM, Bruno. A psicanálise dos contos de fadas. São Paulo: Paz e Terra, GARCIA, E. G. Biblioteca escolar: estrutura e funcionamento. São Paulo: Loyola, HELD, Jacqueline. O imaginário no poder: as crianças e a literatura fantástica. Trad. Carlos Rizzi. São Paulo: Summus, KAERCHER, Gládis Elise. E por falar em literatura... IN: CRAIDY, Carmem; KAERCHER, Gládis Elise. Educação infantil pra que te quero? Porto Alegre, RS: Artmed, 2001, p

7 7 VALDEZ, Diane; COSTA, Patrícia Lapot. Ouvir e viver histórias na educação infantil, um direito da criança. IN: ARCE, Alessandra e MARTINS, Lígia Márcia (Org.). Quem tem medo de ensinar na educação infantil?: Em defesa do ato de ensinar. Campinas, SP: Alínea, 2007, p

CONTANDO HISTÓRIAS COM FANTOCHES NA EDUCAÇÃO INFANTIL: RELATANDO A EXPERIÊNCIA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO CURSO DE PEDAGOGIA/UFRN

CONTANDO HISTÓRIAS COM FANTOCHES NA EDUCAÇÃO INFANTIL: RELATANDO A EXPERIÊNCIA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO CURSO DE PEDAGOGIA/UFRN CONTANDO HISTÓRIAS COM FANTOCHES NA EDUCAÇÃO INFANTIL: RELATANDO A EXPERIÊNCIA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO CURSO DE PEDAGOGIA/UFRN Autoras: Claydianne dos Santos Freitas - Estudante do Curso de Pedagogia

Leia mais

IMPORTÂNCIA DOS CONTOS INFANTIS PARA EDUCAÇÃO

IMPORTÂNCIA DOS CONTOS INFANTIS PARA EDUCAÇÃO IMPORTÂNCIA DOS CONTOS INFANTIS PARA EDUCAÇÃO Magna Flora de Melo Almeida Ouriques 1 Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) mellomagna@gmail.com Co-Autor Renan de Oliveira Silva 2 rennanoliveira8@gmail.com

Leia mais

A LITERATURA INFANTIL COMO RECURSO NO ATENDIMENTO ESPECIALIZADO AOS ALUNOS COM DEFICIÊNCIA MENTAL

A LITERATURA INFANTIL COMO RECURSO NO ATENDIMENTO ESPECIALIZADO AOS ALUNOS COM DEFICIÊNCIA MENTAL A LITERATURA INFANTIL COMO RECURSO NO ATENDIMENTO ESPECIALIZADO AOS ALUNOS COM DEFICIÊNCIA MENTAL Luana Martins Abreu Profª. da Secretaria Municipal de Educação de Nova Iguaçu/RJ As crianças com qualquer

Leia mais

Cais da Leitura: leitura em ação

Cais da Leitura: leitura em ação Cais da Leitura: leitura em ação Conceição Flores. Universidade Potiguar (UnP). Carla Rosiane C. Andrade. Universidade Potiguar (UnP). Nos últimos tempos, estamos sendo quase que cotidianamente bombardeados

Leia mais

HISTÓRIA ORAL NO ENSINO FUNDAMENTAL: O REGIME MILITAR NO EX- TERRITÓRIO DE RORAIMA

HISTÓRIA ORAL NO ENSINO FUNDAMENTAL: O REGIME MILITAR NO EX- TERRITÓRIO DE RORAIMA HISTÓRIA ORAL NO ENSINO FUNDAMENTAL: O REGIME MILITAR NO EX- TERRITÓRIO DE RORAIMA LYSNE NÔZENIR DE LIMA LIRA, 1 HSTÉFFANY PEREIRA MUNIZ 2 1. Introdução Este trabalho foi criado a partir da experiência

Leia mais

UTILIZAÇÃO DE CAIXAS-ESTANTES PARA INCENTIVO DA LEITURA PARA ALUNOS DE 1ª À 4ª SÉRIES NA ESCOLA MUNICIPAL HENRIQUE VERAS

UTILIZAÇÃO DE CAIXAS-ESTANTES PARA INCENTIVO DA LEITURA PARA ALUNOS DE 1ª À 4ª SÉRIES NA ESCOLA MUNICIPAL HENRIQUE VERAS UTILIZAÇÃO DE CAIXAS-ESTANTES PARA INCENTIVO DA LEITURA PARA ALUNOS DE 1ª À 4ª SÉRIES NA ESCOLA MUNICIPAL HENRIQUE VERAS Andréa Collyer Neves Acadêmica do Curso de Biblioteconomia da UFSC Araci Isaltina

Leia mais

Profª Me. Rafaela Beleboni Professora das Faculdades COC

Profª Me. Rafaela Beleboni Professora das Faculdades COC OFICINA Os clássicos e as diversas outras naturezas de obras literárias para Educação Infantil Profª Me. Rafaela Beleboni Professora das Faculdades COC ROTEIRO DA OFICINA Clássicos na literatura; Confecção

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE FURG PIBID 2014 SUBPROJETO: Interdisciplinar Coordenador de área: Profª. Dra. Elaine Corrêa Pereira

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE FURG PIBID 2014 SUBPROJETO: Interdisciplinar Coordenador de área: Profª. Dra. Elaine Corrêa Pereira UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE FURG PIBID 2014 SUBPROJETO: Interdisciplinar Coordenador de área: Profª. Dra. Elaine Corrêa Pereira Projeto de trabalho Toda criança tem um repertório de conhecimentos

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE ARTES E COMUNICAÇÃO DEPARTAMENTO CIÊNCIA DAINFORMAÇÃO CURSO DE BIBLIOTECONOMIA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE ARTES E COMUNICAÇÃO DEPARTAMENTO CIÊNCIA DAINFORMAÇÃO CURSO DE BIBLIOTECONOMIA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE ARTES E COMUNICAÇÃO DEPARTAMENTO CIÊNCIA DAINFORMAÇÃO CURSO DE BIBLIOTECONOMIA A LITERATURA INFANTIL COMO INSTRUMENTO DE FORMAÇÃO DE LEITORES NA BIBLIOTECA

Leia mais

RELENDO A HISTÓRIA AO LER HISTÓRIAS

RELENDO A HISTÓRIA AO LER HISTÓRIAS RELENDO A HISTÓRIA AO LER HISTÓRIAS BRASÍLIA ECHARDT VIEIRA (CENTRO DE ATIVIDADES COMUNITÁRIAS DE SÃO JOÃO DE MERITI - CAC). Resumo Na Baixada Fluminense, uma professora que não está atuando no magistério,

Leia mais

CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS COMO RECURSO METODOLÓGICO PARA O ENSINO DA MATEMÁTICA: UMA EXPERIÊNCIA NO ENSINO FUNDAMENTAL

CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS COMO RECURSO METODOLÓGICO PARA O ENSINO DA MATEMÁTICA: UMA EXPERIÊNCIA NO ENSINO FUNDAMENTAL CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS COMO RECURSO METODOLÓGICO PARA O ENSINO DA MATEMÁTICA: UMA EXPERIÊNCIA NO ENSINO FUNDAMENTAL Resumo: José Roniero Diodato Marilene Severina de Oliveira Ana Claudia do Nascimento Glauciane

Leia mais

LEITURA LITERÁRIA: REFLEXÕES SOBRE UMA EXPERIÊNCIA NA ESCOLA

LEITURA LITERÁRIA: REFLEXÕES SOBRE UMA EXPERIÊNCIA NA ESCOLA LEITURA LITERÁRIA: REFLEXÕES SOBRE UMA EXPERIÊNCIA NA ESCOLA BORTTOLIN, A. M. P. LITTERA/UNESC SILVEIRA, R. de F. K. da LITTERA/UNESC O presente texto mostra uma experiência de leitura literária na escola

Leia mais

A LEITURA PARA ALÉM DOS LIMITES DA SALA DE AULA: UMA FERRAMENTA PARA A COMPREENSÃO DO MUNDO

A LEITURA PARA ALÉM DOS LIMITES DA SALA DE AULA: UMA FERRAMENTA PARA A COMPREENSÃO DO MUNDO A LEITURA PARA ALÉM DOS LIMITES DA SALA DE AULA: UMA FERRAMENTA PARA A COMPREENSÃO DO MUNDO Débora da Silva Ferreira UAG/UFRPE Taynah de Brito Barra Nova - UAG/UFRPE Resumo: Diante da sociedade letrada

Leia mais

Atividade Pedagógica Teatro de fantoches. Junho 2013

Atividade Pedagógica Teatro de fantoches. Junho 2013 Atividade Pedagógica Teatro de fantoches Junho 2013 III D Teatro de fantoches A criança que ainda não sabe ler convencionalmente pode fazê-lo por meio da escuta da leitura do professor, ainda que não possa

Leia mais

OBSERVATÓRIO DA EDUCAÇÃO Comissão de Educação da Câmara dos Deputados

OBSERVATÓRIO DA EDUCAÇÃO Comissão de Educação da Câmara dos Deputados OBSERVATÓRIO DA EDUCAÇÃO Comissão de Educação da Câmara dos Deputados ROTEIRO PARA REGISTRO DA EXPERIÊNCIA EDUCACIONAL PARTE 1 Identificação da Experiência NOME DA INSTITUIÇÃO/ESCOLA/REDE: Centro Municipal

Leia mais

A UTILIZAÇÃO DE TECNOLOGIAS NO ENSINO DE ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Resumo

A UTILIZAÇÃO DE TECNOLOGIAS NO ENSINO DE ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Resumo A UTILIZAÇÃO DE TECNOLOGIAS NO ENSINO DE ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL Camila Lacerda Ortigosa Pedagogia/UFU mila.lacerda.g@gmail.com Eixo Temático: Educação Infantil Relato de Experiência Resumo

Leia mais

A LITERATURA INFANTIL PARA A FORMAÇÃO DE LEITORES

A LITERATURA INFANTIL PARA A FORMAÇÃO DE LEITORES A LITERATURA INFANTIL PARA A FORMAÇÃO DE LEITORES Mércia Rodrigues Gonçalves Pinheiro, UESB RESUMO O presente trabalho foi articulado através de pesquisa de campo, utilizando observação direta e entrevista

Leia mais

A ARTE DE CONTAR HISTÓRIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL

A ARTE DE CONTAR HISTÓRIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL A ARTE DE CONTAR HISTÓRIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL EVELISE RAQUEL DE PONTES (UNESP). Resumo O ato de contar histórias para crianças da educação infantil é a possibilidade de sorrir, criar, é se envolver com

Leia mais

A FORMAÇÃO DE LEITORES EM ESPAÇOS ESCOLARES E NÃO ESCOLARES: CONHECENDO UMA EXPERIÊNCIA.

A FORMAÇÃO DE LEITORES EM ESPAÇOS ESCOLARES E NÃO ESCOLARES: CONHECENDO UMA EXPERIÊNCIA. A FORMAÇÃO DE LEITORES EM ESPAÇOS ESCOLARES E NÃO ESCOLARES: CONHECENDO UMA EXPERIÊNCIA. Francisca Fabiana Ferreira da Silva 1 fabiana.igor@hotmail.com Francisca Mônica Paz de Sousa Dantas 2 monnyka@hotmail.com

Leia mais

BRINQUEDOTECA DA FACULDADE DE FILOSOFIA CIÊNCIAS E LETRAS DA FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE ITUVERAVA (FFCL/FE)

BRINQUEDOTECA DA FACULDADE DE FILOSOFIA CIÊNCIAS E LETRAS DA FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE ITUVERAVA (FFCL/FE) BRINQUEDOTECA DA FACULDADE DE FILOSOFIA CIÊNCIAS E LETRAS DA FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE ITUVERAVA (FFCL/FE) REGULAMENTO DA BRINQUEDOTECA A Brinquedoteca é um espaço criado para ampliar as práticas de ensinar

Leia mais

CRECHE MUNICIPAL MACÁRIA MILITONA DE SANTANA PROJETO LITERATURA INFANTIL: "MUNDO ENCANTADOR"

CRECHE MUNICIPAL MACÁRIA MILITONA DE SANTANA PROJETO LITERATURA INFANTIL: MUNDO ENCANTADOR CRECHE MUNICIPAL MACÁRIA MILITONA DE SANTANA PROJETO LITERATURA INFANTIL: "MUNDO ENCANTADOR" CUIABÁ-MT 2015 CRECHE MUNICIPAL MÁCARIA MILITONA DE SANTANA 1- Tema: "Mundo Encantador" 1.2- Faixa etária: 2

Leia mais

Deu pra ti Baixo astral Vou pra Porto Alegre Tchau!

Deu pra ti Baixo astral Vou pra Porto Alegre Tchau! UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRNDE DO SUL FACULDADE DE EDUCAÇÃO CURSO DE PEDAGOGIA Disciplina EDU 03080 Pesquisa em Educação Professora: LILIANA MARIA PASSERINO Deu pra ti Baixo astral Vou pra Porto Alegre

Leia mais

DA LITERATURA AO TEATRO: LEITURA E CRIAÇÃO NO ESPAÇO ESCOLAR

DA LITERATURA AO TEATRO: LEITURA E CRIAÇÃO NO ESPAÇO ESCOLAR DA LITERATURA AO TEATRO: LEITURA E CRIAÇÃO NO ESPAÇO ESCOLAR MARINA COELHO PEREIRA (FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE NITERÓI), KAREN CERDEIRA BECK (FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE NITERÓI), TATIANA

Leia mais

RELATO DE EXPERIÊNCIA DA PRÁTICA DE LEITURA SIMULTÂNEA: FORMANDO COMPORTAMENTO LEITOR

RELATO DE EXPERIÊNCIA DA PRÁTICA DE LEITURA SIMULTÂNEA: FORMANDO COMPORTAMENTO LEITOR RELATO DE EXPERIÊNCIA DA PRÁTICA DE LEITURA SIMULTÂNEA: FORMANDO COMPORTAMENTO LEITOR Cristina Marico Matsubara Prefeitura do Município de São Paulo cr.matsubara@gmail.com Emilio Celso de Oliveira Prefeitura

Leia mais

TÍTULO: A LEITURA COMO FERRAMENTA NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: PEDAGOGIA

TÍTULO: A LEITURA COMO FERRAMENTA NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: PEDAGOGIA TÍTULO: A LEITURA COMO FERRAMENTA NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: PEDAGOGIA INSTITUIÇÃO: FACULDADE DE SÃO VICENTE AUTOR(ES): MARIA DE FATIMA

Leia mais

LEITURA E LITERATURA NA FORMAÇÃO DA CRIANÇA

LEITURA E LITERATURA NA FORMAÇÃO DA CRIANÇA LEITURA E LITERATURA NA FORMAÇÃO DA CRIANÇA Suellen Lopes 1 Graduação Universidade Estadual de Londrina su.ellen23@hotmail.com Rovilson José da Silva 2 Universidade Estadual de Londrina rovilson@uel.br

Leia mais

RELEVÂNCIA DA LITERATURA INFANTIL NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA

RELEVÂNCIA DA LITERATURA INFANTIL NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA 1 RELEVÂNCIA DA LITERATURA INFANTIL NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA Catharine Prata Seixas (PIBIC/UFS) Aline Grazielle Santos Soares Pereira (PIBIX/UFS) INTRODUÇÃO Vygotsky (1991), diz que o pensamento e a linguagem

Leia mais

A LEITURA E O PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO

A LEITURA E O PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO A LEITURA E O PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO Adriana M. das Virgens Chagas (adrianachagas3@hotmail.com) Aluna de graduação do curso de Pedagogia das Faculdades Integradas de Aracruz Luciana C.

Leia mais

A CONTRIBUIÇÃO DOS CONTOS DE FADAS NA FORMAÇÃO HUMANA

A CONTRIBUIÇÃO DOS CONTOS DE FADAS NA FORMAÇÃO HUMANA A CONTRIBUIÇÃO DOS CONTOS DE FADAS NA FORMAÇÃO HUMANA Maria Elizabete Nascimento de Oliveira 1 PPGE /IE UFMT m.elizabte@gmail.com RESUMO A pesquisa em foco refere-se à relevância dos contos de fadas na

Leia mais

ARTICULAÇÃO ENTRE TEATRO E MATEMÁTICA 1

ARTICULAÇÃO ENTRE TEATRO E MATEMÁTICA 1 ISSN 2316-7785 ARTICULAÇÃO ENTRE TEATRO E MATEMÁTICA 1 Taynara Oliveira da Rosa Universidade Federal do Pampa - UNIPAMPA tatahpaz@hotmail.com André Martins Alvarenga Universidade Federal do Pampa - UNIPAMPA

Leia mais

Exposição e relato de experiências de Objetos Educacionais Construção de Instrumentos Musicais Artesanais. Rio Verde GO

Exposição e relato de experiências de Objetos Educacionais Construção de Instrumentos Musicais Artesanais. Rio Verde GO EMEFTI PROFESSOR WALDYR EMRICH PORTILHO GESTORA: GERLIANESANTANA GOUVEIA CABRAL COORD. ÁREA: ARISTÓTELES MESQUITA DE LIMA NETTO PROFESSORA SUPERVISORA: ELIZANGELA F. RODRIGUES Exposição e relato de experiências

Leia mais

ESCOLA MUNICIPAL DE ENSINO FUNDAMENTAL DOM PEDRO II

ESCOLA MUNICIPAL DE ENSINO FUNDAMENTAL DOM PEDRO II ESCOLA MUNICIPAL DE ENSINO FUNDAMENTAL DOM PEDRO II TEMA: HORA NA BIBLIOTECA TÍTULO DO PROJETO: HORA NA BIBLIOTECA: MOMENTO MÁGICO Canguçu, 27 de novembro de 2014. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO ESCOLA: Municipal

Leia mais

SIGNIFICADOS ATRIBUÍDOS ÀS AÇÕES DE FORMAÇÃO CONTINUADA DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DO RECIFE/PE

SIGNIFICADOS ATRIBUÍDOS ÀS AÇÕES DE FORMAÇÃO CONTINUADA DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DO RECIFE/PE SIGNIFICADOS ATRIBUÍDOS ÀS AÇÕES DE FORMAÇÃO CONTINUADA DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DO RECIFE/PE Adriele Albertina da Silva Universidade Federal de Pernambuco, adrielealbertina18@gmail.com Nathali Gomes

Leia mais

Nome do Projeto: Compartilhando Livros por mais Cultura e Cidadania na Escola e na Comunidade

Nome do Projeto: Compartilhando Livros por mais Cultura e Cidadania na Escola e na Comunidade A escola é o lugar privilegiado da aprendizagem, planejado para educar pessoas mais participativas, solidárias, produtivas e felizes. GUIOMAR NAMO DE MELLO Diretora da EBRAP Escola Brasileira de Professores

Leia mais

AULAS DE LEITURA: UMA PRÁTICA DESMOTIVADORA? Gisele de Sales SILVA; Cinthia da Costa MOTA; Daise Fernanda NUNES/graduandas Letras/UFMS

AULAS DE LEITURA: UMA PRÁTICA DESMOTIVADORA? Gisele de Sales SILVA; Cinthia da Costa MOTA; Daise Fernanda NUNES/graduandas Letras/UFMS AULAS DE LEITURA: UMA PRÁTICA DESMOTIVADORA? Gisele de Sales SILVA; Cinthia da Costa MOTA; Daise Fernanda NUNES/graduandas Letras/UFMS 1 Introdução Objetivamos apontar e questionar a prática exercida nas

Leia mais

UM OLHAR SOBRE AS PRÁTICAS DE LEITURA NAS AULAS DE LÍNGUA PORTUGUESA EM 5ª E 8ª SÉRIES

UM OLHAR SOBRE AS PRÁTICAS DE LEITURA NAS AULAS DE LÍNGUA PORTUGUESA EM 5ª E 8ª SÉRIES UM OLHAR SOBRE AS PRÁTICAS DE LEITURA NAS AULAS DE LÍNGUA PORTUGUESA EM 5ª E 8ª SÉRIES VERA LUCIA MAZUR BENASSI (UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA). Resumo O presente texto tem por objetivo apresentar

Leia mais

Projeto Escola e família: construindo novos caminhos

Projeto Escola e família: construindo novos caminhos Prefeitura Municipal de Foz do Iguaçu ESTADO DO PARANÁ SECRETARIA MUNICIPAL DA EDUCAÇÃO Projeto Escola e família: construindo novos caminhos ELIZÂNGELA. S. VIEIRA COORDENADORA DE PROJETOS EDUCACIONAIS

Leia mais

Jeana Maria de Moura Telles

Jeana Maria de Moura Telles Jeana Maria de Moura Telles Brincar, compartilhar e aprender: A ludicidade como elemento norteador de uma aula mais proveitosa, atrativa e eficaz Araguaína TO 2013 Jeana Maria de Moura Telles Brincar,

Leia mais

III ENCONTRO PROGRAMA DE BOLSA AUXÍLIO RESULTADO QUESTIONÁRIO BOLSISTAS

III ENCONTRO PROGRAMA DE BOLSA AUXÍLIO RESULTADO QUESTIONÁRIO BOLSISTAS III ENCONTRO PROGRAMA DE BOLSA AUXÍLIO 1. Há quanto tempo você participa do Programa de bolsa-auxílio do Instituto Girassol? Até 1 ano 3 De 1 a 2 anos 8 De 2 a 3 anos 3 De 2 a 3 anos 21% Até 1 ano 22%

Leia mais

II MOSTRA CULTURAL E CIENTÍFICA LÉO KOHLER 50 ANOS CONSTRUINDO HISTÓRIA

II MOSTRA CULTURAL E CIENTÍFICA LÉO KOHLER 50 ANOS CONSTRUINDO HISTÓRIA ESCOLA ESTADUAL PROFESSOR LÉO LOHLER ENSINO FUNDAMENTAL II MOSTRA CULTURAL E CIENTÍFICA LÉO KOHLER 50 ANOS CONSTRUINDO HISTÓRIA PROJETO: JOGOS - A MANEIRA DIVERTIDA DE FICAR INTELIGENTE PROFESSORA ORIENTADORA:

Leia mais

IFA MIRIM PROJETO: LEIA PARA MIM!

IFA MIRIM PROJETO: LEIA PARA MIM! IFA MIRIM PROJETO: LEIA PARA MIM! Meus filhos terão computadores, sim, mas antes terão livros. Sem livros, sem leitura, os nossos filhos serão incapazes de escrever - inclusive a sua própria história.

Leia mais

PROJETO DE LEITURA E ESCRITA. Era uma vez... E conte outra vez.

PROJETO DE LEITURA E ESCRITA. Era uma vez... E conte outra vez. PROJETO DE LEITURA E ESCRITA Era uma vez... E conte outra vez. CARACTERIZAÇÃO DO PROJETO TEMA; PROJETO DE LEITURA E ESCRITA. Era uma vez... E conte outra vez. INSTITUIÇÃO Escola Estadual Lino Villachá

Leia mais

OBSERVANDO A PRÁTICA DOCENTE E O APRENDIZADO DAS CRIANÇAS EM UMA CRECHE MUNICIPAL DA CIDADE DO RECIFE PRISCILLA SILVESTRE DE LIRA OLIVEIRA

OBSERVANDO A PRÁTICA DOCENTE E O APRENDIZADO DAS CRIANÇAS EM UMA CRECHE MUNICIPAL DA CIDADE DO RECIFE PRISCILLA SILVESTRE DE LIRA OLIVEIRA 1 OBSERVANDO A PRÁTICA DOCENTE E O APRENDIZADO DAS CRIANÇAS EM UMA CRECHE MUNICIPAL DA CIDADE DO RECIFE PRISCILLA SILVESTRE DE LIRA OLIVEIRA 1. Introdução: Compreendendo que a Educação Infantil é uma etapa

Leia mais

A ARTE E A EXPRESSÃO CORPORAL NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL 1

A ARTE E A EXPRESSÃO CORPORAL NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL 1 A ARTE E A EXPRESSÃO CORPORAL NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL 1 Ingrid Dos Santos Gonçalves 2, Sarai De Fátima Silveira De Souza 3, Andrisa Kemel Zanella 4. 1 projeto de extensão

Leia mais

A influência do contexto social na obra Chapeuzinho Vermelho

A influência do contexto social na obra Chapeuzinho Vermelho A influência do contexto social na obra Chapeuzinho Vermelho Guilherme Argenta Souza Ceres Helena Ziegler Bevilaqua UFSM A obra Chapeuzinho Vermelho é um clássico da literatura universal, apreciada por

Leia mais

AS CONTRIBUIÇÕES DAS VÍDEO AULAS NA FORMAÇÃO DO EDUCANDO.

AS CONTRIBUIÇÕES DAS VÍDEO AULAS NA FORMAÇÃO DO EDUCANDO. AS CONTRIBUIÇÕES DAS VÍDEO AULAS NA FORMAÇÃO DO EDUCANDO. Autor: José Marcos da Silva Instituição: UFF/CMIDS E-mail: mzosilva@yahoo.com.br RESUMO A presente pesquisa tem como proposta investigar a visão

Leia mais

Conhecendo O. História. Aprender com emoção, aprender para sempre. Nesta Edição:

Conhecendo O. História. Aprender com emoção, aprender para sempre. Nesta Edição: Página 1 Conhecendo O Nesta Edição: História 1 Corpo Docente Visita à Sabesp 2 Visita à Prefeitura Feira de Ciências 3 Festa Junina Festa do dia das mães 4 Visita ao Lar Irmã Julia Visita ao Viveiro Projeto

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO TOCANTINS CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA PÓLO GUARAI AS PRÁTICAS DE LEITURA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

UNIVERSIDADE FEDERAL DO TOCANTINS CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA PÓLO GUARAI AS PRÁTICAS DE LEITURA NA EDUCAÇÃO INFANTIL UNIVERSIDADE FEDERAL DO TOCANTINS CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA PÓLO GUARAI AS PRÁTICAS DE LEITURA NA EDUCAÇÃO INFANTIL Mara Luiza Silva 1 Resumo Este artigo relata o desenvolvimento

Leia mais

Dança na Educação Infantil: analisando a influência da ludicidade na construção do conhecimento artístico

Dança na Educação Infantil: analisando a influência da ludicidade na construção do conhecimento artístico Dança na Educação Infantil: analisando a influência da ludicidade na construção do conhecimento artístico Alba Pedreira Vieira 1 Guilherme Fraga da Rocha Teixeira 2 Letícia Oliveira Teixeira 3 Resumo:

Leia mais

Resolução de problemas

Resolução de problemas Resolução de problemas Oficina de Matemática Fundamental I André Luís Corte Brochi Professor da Faculdade Interativa COC Conteúdo Elementos teóricos sobre resolução de problemas. Sugestões de atividades

Leia mais

O PROCESSO DE MUSICALIZAÇÃO NO 1º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL: UM ESTUDO DE CASO EM UMA ESCOLA MUNICIPAL DA CIDADE DO RECIFE

O PROCESSO DE MUSICALIZAÇÃO NO 1º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL: UM ESTUDO DE CASO EM UMA ESCOLA MUNICIPAL DA CIDADE DO RECIFE O PROCESSO DE MUSICALIZAÇÃO NO 1º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL: UM ESTUDO DE CASO EM UMA ESCOLA MUNICIPAL DA CIDADE DO RECIFE Romero Bomfim dos Santos 1 ; Elida Roberta Soares de Santana²; Bruno Fernandes

Leia mais

Leya Leituras Projeto de Leitura

Leya Leituras Projeto de Leitura Leya Leituras Projeto de Leitura Nome do livro: O ciclo do Mel Autoras: Cristina Quental e Mariana Magalhães Currículo das autoras: Cristina Quental é educadora infantil e alterna o trabalho na escola

Leia mais

PROPOSTA PARA ESTÁGIO SUPERVISIONADO II ENSINO DE CIÊNCIAS 2010

PROPOSTA PARA ESTÁGIO SUPERVISIONADO II ENSINO DE CIÊNCIAS 2010 PROPOSTA PARA ESTÁGIO SUPERVISIONADO II ENSINO DE CIÊNCIAS 2010 OBSERVAÇÃO NA ESCOLA Localização da Escola 29/03 16/04 Espaço Físico PPP e o Ensino de Ciências OBSERVAÇÃO NA SALA Relação Professor/Alunos

Leia mais

1ª Feira de Troca de Livros - Colégio São Francisco Xavier

1ª Feira de Troca de Livros - Colégio São Francisco Xavier Powered by TCPDF (www.tcpdf.org) 1ª Feira de Troca de Livros - Colégio São Francisco Xavier Paulo Vitor Oliveira (CSFX - FSFX) - paulo.vitoroliveira@yahoo.com.br Resumo: A Biblioteca José Amilar da Silveira,

Leia mais

ENSINAR MATEMÁTICA UTILIZANDO MATERIAIS LÚDICOS. É POSSÍVEL?

ENSINAR MATEMÁTICA UTILIZANDO MATERIAIS LÚDICOS. É POSSÍVEL? 1 de 7 ENSINAR MATEMÁTICA UTILIZANDO MATERIAIS LÚDICOS. É POSSÍVEL? Jéssica Alves de Oliveira Maria José dos Santos Chagas Tatiane de Fátima Silva Seixas RESUMO: De uma maneira geral, existe, por parte

Leia mais

Experiência na formação de estudantes do curso profissionalizante normal

Experiência na formação de estudantes do curso profissionalizante normal Experiência na formação de estudantes do curso profissionalizante normal Vanessa Fasolo Nasiloski 1 Resumo O presente texto tem como objetivo central relatar a experiência de ensino desenvolvida com os

Leia mais

Prática de leitura: a aplicabilidade do Sarau Literário no Colégio São Francisco Xavier

Prática de leitura: a aplicabilidade do Sarau Literário no Colégio São Francisco Xavier Powered by TCPDF (www.tcpdf.org) Prática de leitura: a aplicabilidade do Sarau Literário no Colégio São Francisco Xavier Paulo Vitor Oliveira (CSFX - FSFX) - paulo.vitoroliveira@yahoo.com.br Thiago Rosa

Leia mais

Instituto de Educação Marista Nossa Senhora das Graças Viamão RS USBEE União Sul Brasileira de Educação e Ensino. Tecnologias para Aprender e Ensinar

Instituto de Educação Marista Nossa Senhora das Graças Viamão RS USBEE União Sul Brasileira de Educação e Ensino. Tecnologias para Aprender e Ensinar Instituto de Educação Marista Nossa Senhora das Graças Viamão RS USBEE União Sul Brasileira de Educação e Ensino Tecnologias para Aprender e Ensinar Apresenta uma experiência na construção de jogos infantis

Leia mais

readquire a alegria de viver. O incrível universo do jardim fortalece a amizade entre as crianças e traz de volta o sorriso ao rosto do senhor Craven.

readquire a alegria de viver. O incrível universo do jardim fortalece a amizade entre as crianças e traz de volta o sorriso ao rosto do senhor Craven. O JARDIM SECRETO Introdução ao tema Mais que um simples romance sobre a descoberta de um lugar proibido, O jardim secreto revela o fascínio dos primeiros contatos com a natureza e a importância que ela

Leia mais

AS CONTRIBUIÇÕES DO CURRÍCULO E DE MATERIAS MANIPULATIVOS NA FORMAÇÃO CONTINUADA EM MATEMÁTICA DE PROFESSORES DOS ANOS INICIAS DO ENSINO FUNDAMENTAL

AS CONTRIBUIÇÕES DO CURRÍCULO E DE MATERIAS MANIPULATIVOS NA FORMAÇÃO CONTINUADA EM MATEMÁTICA DE PROFESSORES DOS ANOS INICIAS DO ENSINO FUNDAMENTAL AS CONTRIBUIÇÕES DO CURRÍCULO E DE MATERIAS MANIPULATIVOS NA FORMAÇÃO CONTINUADA EM MATEMÁTICA DE PROFESSORES DOS ANOS INICIAS DO ENSINO FUNDAMENTAL Sheila Valéria Pereira da Silva (UFPB Campus-IV) sheilavaleria88@yahoo.com.br

Leia mais

ESTRATÉGIAS DE DOCUMENTAÇÃO DA PRÁTICA PEDAGÓGICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UM ESTUDO DE CASO

ESTRATÉGIAS DE DOCUMENTAÇÃO DA PRÁTICA PEDAGÓGICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UM ESTUDO DE CASO ESTRATÉGIAS DE DOCUMENTAÇÃO DA PRÁTICA PEDAGÓGICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UM ESTUDO DE CASO Eixo Temático 2 - Pesquisa e Práticas Educacionais Autora: Beatriz de Oliveira Abuchaim Orientadora: Maria Malta

Leia mais

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande d o Norte -IFRN E-mail: acs@cefetrn.br

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande d o Norte -IFRN E-mail: acs@cefetrn.br Samir de Paula Silva Israel Cayo Macêdo Campos Alex Pereira da Silva Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande d o Norte -IFRN E-mail: acs@cefetrn.br O ensino da Cartografia no

Leia mais

A UTILIZAÇÃO DE ROBÓTICA NAS DISCIPLINAS DA EDUCAÇÃO BÁSICA

A UTILIZAÇÃO DE ROBÓTICA NAS DISCIPLINAS DA EDUCAÇÃO BÁSICA A UTILIZAÇÃO DE ROBÓTICA NAS DISCIPLINAS DA EDUCAÇÃO BÁSICA Tatiana Nilson dos Santos, Eliane Pozzebon, Luciana Bolan Frigo Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC Laboratório de Tecnologias Computacionais

Leia mais

A EDUCAÇAO INFANTIL DA MATEMÁTICA COM A LUDICIDADE EM SALA DE AULA

A EDUCAÇAO INFANTIL DA MATEMÁTICA COM A LUDICIDADE EM SALA DE AULA A EDUCAÇAO INFANTIL DA MATEMÁTICA COM A LUDICIDADE EM SALA DE AULA RODRIGUES, Patrícia Gomes Universidade Estadual de Goiás, campus Iporá patykauan_5@hotmail.com MARQUES, Daniela Cristina de Sousa Universidade

Leia mais

A UTILIZAÇÃO DA BIBLIOTECA ESCOLAR: A LEITURA EM MOVIMENTO PARA AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM

A UTILIZAÇÃO DA BIBLIOTECA ESCOLAR: A LEITURA EM MOVIMENTO PARA AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM A UTILIZAÇÃO DA BIBLIOTECA ESCOLAR: A LEITURA EM MOVIMENTO PARA AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM Marilisa Gonsalves da Silva 1 G Pedagogia/UEL marilisagoncalvessilva@gmail.com Sandra Aparecida Pires Franco 2

Leia mais

Pão, pão, pão. Estêvão Marques, Marina Pittier e Fê Sztok Ionit Zilberman. escrito por. ilustrado por

Pão, pão, pão. Estêvão Marques, Marina Pittier e Fê Sztok Ionit Zilberman. escrito por. ilustrado por elaboração: Tatiana Pita Mestre em Educação pela PUC (SP) Pão, pão, pão escrito por ilustrado por Estêvão Marques, Marina Pittier e Fê Sztok Ionit Zilberman 2 O encanto e as descobertas que o livro nos

Leia mais

Sala de Leitura : Lugar de aprender e conviver

Sala de Leitura : Lugar de aprender e conviver Sala de Leitura : Lugar de aprender e conviver E.E. BRIGADEIRO FARIA LIMA Sala 5 2ª Sessão Professor(es) Apresentador(es): Eliana Martins Sanches Rodrigues Realização: Foco O presente projeto tem por foco

Leia mais

ATIVIDADES DESENVOVLIDAS PELO LABORATÓRIO DE ENSINO DE MATEMÁTICA LEM- FOZ

ATIVIDADES DESENVOVLIDAS PELO LABORATÓRIO DE ENSINO DE MATEMÁTICA LEM- FOZ ATIVIDADES DESENVOVLIDAS PELO LABORATÓRIO DE ENSINO DE MATEMÁTICA LEM- FOZ Prof.a. Ms. Renata Camacho Bezerra UNIOESTE Campus de Foz do Iguaçu renatacb@unioeste.br Prof.a. Ms. Patrícia Sândalo Pereira

Leia mais

A EVOLUÇÃO DO DESENHO DA CRIANÇA. Marília Santarosa Feltrin 1 - ma_feltrin@yahoo.com.br

A EVOLUÇÃO DO DESENHO DA CRIANÇA. Marília Santarosa Feltrin 1 - ma_feltrin@yahoo.com.br A EVOLUÇÃO DO DESENHO DA CRIANÇA Marília Santarosa Feltrin 1 - ma_feltrin@yahoo.com.br Resumo: o presente trabalho cujo tema é a Evolução do desenho da criança teve por objetivo identificar o processo

Leia mais

Feira do livro: acesso ao livro, descoberta da leitura.

Feira do livro: acesso ao livro, descoberta da leitura. Feira do livro: acesso ao livro, descoberta da leitura. Helgair Kretschmer Aguirre (Graduanda em Licenciatura em Letras/Unipampa Bagé) Sheyla de Jesus Meireles Teixeira (Graduanda em Licenciatura em Letras/Unipampa

Leia mais

O dia a dia na Educação Infantil

O dia a dia na Educação Infantil - SEPesq Ninon Rose Medeiros dos Santos Graduanda em Pedagogia UniRitter ninon_medeiros@hotmail.com Vanina Machado Petenuzzo Graduanda em Pedagogia UniRitter vanina_machado@hotmail.com Orientadora Andrea

Leia mais

O DIÁLOGO COM AS CRIANÇAS PEQUENAS - REFLEXÕES SOBRE O COTIDIANO INFANTIL

O DIÁLOGO COM AS CRIANÇAS PEQUENAS - REFLEXÕES SOBRE O COTIDIANO INFANTIL O DIÁLOGO COM AS CRIANÇAS PEQUENAS - REFLEXÕES SOBRE O COTIDIANO INFANTIL Viviane Cardoso¹ Resumo: O objetivo desse artigo é refletir como os ideais da pedagogia freireana tem contribuído para as práticas

Leia mais

LEITURA E ESCRITA NO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA PROPOSTA DE APRENDIZAGEM COM LUDICIDADE

LEITURA E ESCRITA NO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA PROPOSTA DE APRENDIZAGEM COM LUDICIDADE LEITURA E ESCRITA NO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA PROPOSTA DE APRENDIZAGEM COM LUDICIDADE Martyhellen Maria Monteiro da Silva - Acadêmica do 8º período do Curso de Pedagogia-UVA, Bolsista do PIBID/UVA-Pedagogia

Leia mais

A INCLUSÃO DA BIBLIOTECA ESCOLAR NO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA ESCOLA

A INCLUSÃO DA BIBLIOTECA ESCOLAR NO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA ESCOLA A INCLUSÃO DA BIBLIOTECA ESCOLAR NO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA ESCOLA CLARICE VANDERLEI FERRAZ (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS). Resumo Segundo o MANIFESTO IFLA/UNESCO/BIBLIOTECA ESCOLAR(2002) a missão

Leia mais

Desenho: da imagem mental à representação gráfica - uma proposta para o ensino da Matemática

Desenho: da imagem mental à representação gráfica - uma proposta para o ensino da Matemática Desenho: da imagem mental à representação gráfica - uma proposta para o ensino da Matemática Patricia Andretta 1 Ana Maria P. Liblik 2 Resumo O presente projeto de pesquisa terá como objetivo compreender

Leia mais

OFICINA DE JOGOS MATEMÁTICOS E MATERIAIS MANIPULÁVEIS

OFICINA DE JOGOS MATEMÁTICOS E MATERIAIS MANIPULÁVEIS OFICINA DE JOGOS MATEMÁTICOS E MATERIAIS MANIPULÁVEIS Mais informações: Site PIBID: http://www.pibid.ufrn.br/ Site LEM/UFRN: http://www.ccet.ufrn.br/matematica/lemufrn/index.html E-mail do LEM/UFRN: lem2009ufrn@yahoo.com.br

Leia mais

O papel da leitura nos primeiros anos escolares

O papel da leitura nos primeiros anos escolares O papel da leitura nos primeiros anos escolares Janice Aquini PUCRS O que faz a criança considerar o livro como um brinquedo, nos seus primeiros anos de escola, e deixar de valorizá-lo, à medida que vai

Leia mais

BIBLIOTECA VIVA: CONHECENDO O MUNDO ATRAVÉS DOS LIVROS RESUMO

BIBLIOTECA VIVA: CONHECENDO O MUNDO ATRAVÉS DOS LIVROS RESUMO BIBLIOTECA VIVA: CONHECENDO O MUNDO ATRAVÉS DOS LIVROS Camila Alves de Araujo Maria 1 ; Juciene da Silva Gomes 2 ; Ireny Morassu ³; Maria José de Jesus Alves Cordeiro 4 UEMS Cidade Universitária de Dourados-

Leia mais

UM POUCO ALÉM DA LEITURA INSTRUMENTAL: O ENSINO DA LÍNGUA ESTRANGEIRA(INGLÊS) NO CURSO TÉCNICO INTEGRADO EM EDIFICAÇÕES DO IFG-CÂMPUS JATAÍ

UM POUCO ALÉM DA LEITURA INSTRUMENTAL: O ENSINO DA LÍNGUA ESTRANGEIRA(INGLÊS) NO CURSO TÉCNICO INTEGRADO EM EDIFICAÇÕES DO IFG-CÂMPUS JATAÍ UM POUCO ALÉM DA LEITURA INSTRUMENTAL: O ENSINO DA LÍNGUA ESTRANGEIRA(INGLÊS) NO CURSO TÉCNICO INTEGRADO EM EDIFICAÇÕES DO IFG-CÂMPUS JATAÍ Daniella de Souza Bezerra - daniella@jatai.ifg.edu.br Daniela

Leia mais

PROPOSTA PEDAGÓGICA. Elaborada por Ana Carolina Carvalho

PROPOSTA PEDAGÓGICA. Elaborada por Ana Carolina Carvalho PROPOSTA PEDAGÓGICA Elaborada por Ana Carolina Carvalho PROPOSTA PEDAGÓGICA Crianças do Brasil Suas histórias, seus brinquedos, seus sonhos elaborada por ANA CAROLINA CARVALHO livro de JOSÉ SANTOS ilustrações

Leia mais

SER / SOCIEDADE EDUCACIONAL ROCHA

SER / SOCIEDADE EDUCACIONAL ROCHA SER / SOCIEDADE EDUCACIONAL ROCHA Prezados Pais, Responsáveis e Alunos Recomendamos a todos que leiam com atenção cada uma destas orientações, pois os pais e responsáveis dos alunos matriculados no SER

Leia mais

AS POTENCIALIDADES DA INTEGRAÇÃO DE TEATRO E MATEMÁTICA

AS POTENCIALIDADES DA INTEGRAÇÃO DE TEATRO E MATEMÁTICA ISSN 2177-9139 AS POTENCIALIDADES DA INTEGRAÇÃO DE TEATRO E MATEMÁTICA Ivana de Oliveira Freitas ivana_freitas97@hotmail.com Edimar Fonseca da Fonseca edyyfon@yahoo.com.br Paulo Rubens Marques Severo paulorubenssevero@gmail.com

Leia mais

20 Anos de Tradição Carinho, Amor e Educação.

20 Anos de Tradição Carinho, Amor e Educação. Colégio Tutto Amore Colégio Sapience Carinho, Amor e Educação. Trabalhamos com meio-período e integral em todos os níveis de ensino. www.tuttoamore.com.br Nossa História No ano de 1993 deu-se o ponto de

Leia mais

PROGRAMA RADIOFÔNICO INFANTIL

PROGRAMA RADIOFÔNICO INFANTIL PROGRAMA RADIOFÔNICO INFANTIL A FORMAÇÃO DO LEITOR E O PROTAGONISMO INFANTO-JUVENIL ATRAVÉS DO RÁDIO Área de implantação: Rádio comunidade Friburgo 104,9FM Responsável: Fernanda de Azevedo milanez Telefone:

Leia mais

O PIBID-UESB E SUA CONTRIBUIÇÃO PARA FORMAÇÃO DO FUTURO PEDAGOGO

O PIBID-UESB E SUA CONTRIBUIÇÃO PARA FORMAÇÃO DO FUTURO PEDAGOGO O PIBID-UESB E SUA CONTRIBUIÇÃO PARA FORMAÇÃO DO FUTURO PEDAGOGO Elane Porto Campos-UESB Graduanda em Pedagogia pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia. Bolsista do subprojeto de Pedagogia PIBID/UESB-CAPES

Leia mais

Narrativa reflexiva sobre planejamento de aulas

Narrativa reflexiva sobre planejamento de aulas Narrativa reflexiva sobre planejamento de aulas Jefferson Ebersol da Silva 1 Contexto da narrativa O projeto PIBID, Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica à Docência da FURG, foi desenvolvido

Leia mais

FORMAÇÃO CONTINUADA: MUDANÇAS NA PRÁTICA PEDAGÓGICA NA VIVÊNCIA DE UM PROGRAMA.

FORMAÇÃO CONTINUADA: MUDANÇAS NA PRÁTICA PEDAGÓGICA NA VIVÊNCIA DE UM PROGRAMA. FORMAÇÃO CONTINUADA: MUDANÇAS NA PRÁTICA PEDAGÓGICA NA VIVÊNCIA DE UM PROGRAMA. Rosângela de Fátima Cavalcante França* Universidade Federal de Mato Grosso do Sul RESUMO Este texto apresenta de forma resumida

Leia mais

Seminário do 16º COLE vinculado: 10

Seminário do 16º COLE vinculado: 10 Kelly Cristina Ducatti da Silva. Doutoranda UNICAMP/Campinas-SP, Professora do Ensino Fundamental (Prefeitura Municipal de Bauru) e Docente UNESP/BAURU kellyducatti@hotmail.com RELATO DE EXPERIÊNCIA: UM

Leia mais

AÇÃO INTEGRADA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS A PARTIR DE UM PROJETO DE SAÚDE. Adriana Noviski Manso - PUCPR

AÇÃO INTEGRADA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS A PARTIR DE UM PROJETO DE SAÚDE. Adriana Noviski Manso - PUCPR AÇÃO INTEGRADA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS A PARTIR DE UM PROJETO DE SAÚDE Adriana Noviski Manso - PUCPR Beatriz Ferreira da Rocha - PUCPR Romilda Teodora Ens - PUCSP/PUCPR Resumo O presente relato

Leia mais

O USO DE MATERIAIS CONCRETOS PARA O ENSINO/APRENDIZAGEM DAS OPERAÇÕES ARITMÉTICAS. Maria da Conceição Alves Bezerra mcabst@hotmail.

O USO DE MATERIAIS CONCRETOS PARA O ENSINO/APRENDIZAGEM DAS OPERAÇÕES ARITMÉTICAS. Maria da Conceição Alves Bezerra mcabst@hotmail. O USO DE MATERIAIS CONCRETOS PARA O ENSINO/APRENDIZAGEM DAS OPERAÇÕES ARITMÉTICAS Maria da Conceição Alves Bezerra mcabst@hotmail.com RESUMO: A pesquisa aqui desenvolvida tem como objetivo propiciar elementos

Leia mais

O LÚDICO: SUA IMPORTÂNCIA NO ENSINO APRENDIZAGEM DA MATEMÁTICA NO ENSINO FUNDAMENTAL

O LÚDICO: SUA IMPORTÂNCIA NO ENSINO APRENDIZAGEM DA MATEMÁTICA NO ENSINO FUNDAMENTAL O LÚDICO: SUA IMPORTÂNCIA NO ENSINO APRENDIZAGEM DA MATEMÁTICA NO ENSINO FUNDAMENTAL GT 01 Educação Matemática no Ensino Fundamental : Anos iniciais e anos finais Maria Christina Schettert Moraes UNICRUZ

Leia mais

A ELABORAÇÃO DE HISTÓRIAS INFANTIS COM CONTEÚDOS MATEMÁTICOS POR PROFESSORAS DOS ANOS INICIAIS RESUMO

A ELABORAÇÃO DE HISTÓRIAS INFANTIS COM CONTEÚDOS MATEMÁTICOS POR PROFESSORAS DOS ANOS INICIAIS RESUMO A ELABORAÇÃO DE HISTÓRIAS INFANTIS COM CONTEÚDOS MATEMÁTICOS POR PROFESSORAS DOS ANOS INICIAIS Reginaldo Fernando Carneiro 1 Ana Paula Gestoso de Souza 2 RESUMO Neste artigo temos como objetivo discutir

Leia mais

Unidade: A Poesia: uma outra maneira para gostar de ler. Unidade I:

Unidade: A Poesia: uma outra maneira para gostar de ler. Unidade I: Unidade: A Poesia: uma outra maneira para gostar de ler Unidade I: 0 Unidade: A Poesia: uma outra maneira para gostar de ler Olá Alunos, Na unidade anterior conhecemos e discutimos um pouco a respeito

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA RELAÇÃO DE RESUMOS DE MONOGRAFIAS E ARTIGOS DE PÓS- GRADUAÇÃO Lato sensu Curso: Língua Inglesa/2005 Nome Aluno(a) Título Monografia/Artigo Orientador/Banca Annelise Lima

Leia mais

Teatro de fantoches no ensino de ciências para a compreensão de conteúdos ecológicos ¹

Teatro de fantoches no ensino de ciências para a compreensão de conteúdos ecológicos ¹ Teatro de fantoches no ensino de ciências para a compreensão de conteúdos ecológicos ¹ Puppet theater in science education for understanding ecological content Tatiana Pereira da Silva 1, Luís Paulo de

Leia mais

Formas de organização do trabalho de alfabetização e letramento

Formas de organização do trabalho de alfabetização e letramento Formas de organização do trabalho de alfabetização e letramento Isabel Cristina Alves da Silva Frade(1) Introdução Como realizar um planejamento de trabalho de alfabetização e letramento com crianças de

Leia mais

MAPA INCLUSIVO GEOGRÁFICO - M.I.G.: O LÚDICO GEOGRÁFICO

MAPA INCLUSIVO GEOGRÁFICO - M.I.G.: O LÚDICO GEOGRÁFICO MAPA INCLUSIVO GEOGRÁFICO - M.I.G.: O LÚDICO GEOGRÁFICO Maria Wanderléa Rosário dos Santos Faculdade Integrada Brasil Amazônia - FIBRA Letícia Gabrielly de Sousa Pinto Faculdade Integrada Brasil Amazônia

Leia mais

Palavras-Chave: docência, alfabetização, letramento.

Palavras-Chave: docência, alfabetização, letramento. O PROCESSO DE ALFABETIZAR, LETRANDO- UMA VIVÊNCIA NO PIBID/CAPES/ULBRA Nanci Tereza Félix Veloso Sílvia Maria Barreto dos Santos ULBRA- Cachoeira do Sul RESUMO Este trabalho relata os percursos metodológicos

Leia mais

Um na Estrada Caio Riter

Um na Estrada Caio Riter Um na Estrada Caio Riter PROJETO DE LEITURA 1 O autor Caio Riter nasceu em 24 de dezembro, em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. É bacharel em Comunicação Social, com habilitação em Jornalismo, pela Pontifícia

Leia mais

O ENSINO DE PROGRAMAÇÃO PARA CRIANÇAS DA REDE PÚBLICA DE CAMPINA GRANDE

O ENSINO DE PROGRAMAÇÃO PARA CRIANÇAS DA REDE PÚBLICA DE CAMPINA GRANDE O ENSINO DE PROGRAMAÇÃO PARA CRIANÇAS DA REDE PÚBLICA DE CAMPINA GRANDE Diogo Cabral de Sousa (1); Augusto José Silva Firmo (1); Lucas de Luna Lima (2); Rafaela Quinto da Costa Melo (3); José Luiz Cavalcante

Leia mais