Qualidade total em pequenas empresas

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Qualidade total em pequenas empresas"

Transcrição

1 Qualidade total em pequenas empresas Frederico Cezar Capoletti Curi (UFOP) Zirlene Alves da Silva Santos (UFOP) Resumo: As pequenas empresas vivem em um mercado onde a concorrência é acirrada. A utilização de ferramentas da qualidade total pode ser uma saída para ganho de competitividade frente aos concorrentes. As estratégias de marketing aliadas às metodologias de trabalho que garantam a qualidade na prestação de serviços e na produção de bens é, sem dúvidas, um diferencial que pode ser alcançado por empresas de pequeno porte. Qualquer organização que se preocupe em conhecer o cliente e produzir o que ele necessita com qualidade terá vantagens na conquista de seus clientes. Palavras-Chave: Qualidade total; Marketing; Pesquisa de mercado; Pequenas empresas. 1. Introdução O Brasil caracteriza-se por possuir um grande número de pequenas e médias empresas produtoras de bens e serviços. Sabe-se que a maioria delas não possui os mesmos métodos de administração que as de grande porte. Nas maiores, faz-se o uso de procedimentos de segurança, relatórios de inspeção, controle de qualidade, planejamento e controle da produção, administração financeira, etc. Para cada uma dessas tarefas há um departamento responsável, um coordenador e outros envolvidos. Já nas pequenas, em que os administradores possuem muitas funções, tudo é centralizado nas mãos de poucos, que coordenam sem funções intermediárias entre a administração e a produção. As ações são executadas com muita informalidade entre si e deste modo, elas acabam por produzir sem criação de histórico, sem controle de seus processos, perdendo a garantia da qualidade de seu produto e gerando gastos excessivos. Segundo Campos (1995; p.17), processo é um conjunto de causas (que provoca um ou mais efeitos). O processo pode ser dividido em famílias de causas: matérias-primas, máquinas, medidas, meio ambiente, mão-de-obra e método, que são chamados fatores de manufatura. Para o mesmo autor, uma empresa é um processo e dentro dela existem vários processos: não só processos de manufatura como também processos de serviço. (...) Enquanto houver causas e efeitos haverá processos. Este conceito de divisibilidade de um processo permite controlar sistematicamente cada um deles separadamente, podendo desta maneira conduzir a um controle mais eficaz sobre o processo todo. A utilização de técnicas de geração de histórico para análise e solução de problemas é prática comum nas grandes empresas internacionais. No Brasil, isto veio juntamente com a liberalização da economia, na década de 90, que facilitou a entrada de empresas estrangeiras, com métodos diferentes e evoluídos em relação às práticas tradicionais ainda em uso. A importância de se estudar este assunto é o questionamento sobre a utilização de metodologias já difundidas em grandes empresas e a necessidade de conscientização nas pequenas, onde não se faz. O estudo será qualitativo, utilizando a pesquisa bibliográfica e descritiva. Para tanto, a questão problema do estudo é: Como os métodos de gerenciamento da qualidade trariam benefícios às empresas de menor porte? Com base nas conclusões deste trabalho será possível avaliar a viabilidade da implementação de processos de controle da qualidade em empresas de pequeno e médio porte. O objetivo do mesmo é estudar os assuntos relacionados ao gerenciamento da qualidade em grandes empresas, descrevendo as principais técnicas e métodos utilizados para garantia da mesma. Em complemento ao tema Qualidade, será feita uma abordagem de conceitos como: atendimento ao cliente, marketing e finanças.

2 2. Metodologia Este trabalho originou-se da percepção da realidade das pequenas empresas. A partir disso, foi feito um estudo sobre qualidade total, marketing e pesquisa de mercado, no qual foram descobertas diversas oportunidades de implantação de metodologias de trabalho que favoreçam as empresas menores, no sentido de ganhar competitividade no mercado. Na apresentação do conteúdo teórico são estudados os aspectos da aplicabilidade de ferramentas da qualidade e suas características intrínsecas. A seguir são apresentados conceitos de marketing, os quais são de grande importância para a venda dos produtos e serviços da empresa. Ao final são discutidas questões de pesquisa de mercado, onde são discutidos os diferentes tipos de se pesquisa. 3. Qualidade Total A Qualidade Total é um conceito que se baseia na força de trabalho condicionada a minimizar desvios entre as características de um produto em relação a outro da mesma linha. Quanto menores forem esses desvios e melhor for a satisfação dos clientes, melhor é a qualidade do produto. Não se limitando às características físicas dos bens produzidos, a confirmação da qualidade de um produto tem que passar pela satisfação dos clientes. Isso pode ser conseguindo através da utilidade do produto, de sua estética, de modo que seja atraente e necessário aos olhos do consumidor. A isso se dá o nome de valor agregado. Existem diversos fatores que a empresa possui para determinar quais serão seus objetivos em relação à busca da qualidade. Muitas fazem pesquisas de mercado para entenderem os desejos das pessoas, procuram enxergar o que fazem os líderes de mercado (benchmark), buscam saber seus próprios pontos passíveis de melhoria através do controle de processos, etc. Para Campos (1995; p. 100), a garantia da qualidade dentro do TQC é uma conquista; é um estágio avançado de uma empresa que praticou de maneira correta o controle de qualidade em cada projeto e em cada processo (Rotina) e conseguiu manter um sistema confiável de produção de produtos ou serviços que satisfazem totalmente as necessidades de seus consumidores. O desenvolvimento da garantia da qualidade passou por alguns estágios no decorrer dos anos. Primeiramente, ela era orientada pela inspeção. Depois, o controle de processos é que dava tal garantia. No estágio mais avançado, as ações neste sentido são baseadas no desenvolvimento de novos produtos. No Brasil, grande parte das empresas encontra-se no estágio mais primitivo, da garantia orientada pelas inspeções. Especialistas afirmam que o controle da qualidade deve ser feito em todos os níveis hierárquicos, desde o presidente até os operadores, sendo bem aplicada quando este controle atinge o nível de cada indivíduo. Neste contexto, a bibliografia não trata de casos de aplicação de métodos e procedimentos de qualidade em empresas de pequeno porte. Abaixo serão apresentados os conceitos difundidos em grandes empresas, que serão posteriormente analisados sob a ótica da produção em menores escalas, segundo suas características de organização do trabalho e sua aplicabilidade nas mesmas. 4. Método de controle de processo (PDCA) Quando existem resultados indesejáveis em processos, precisa-se atuar no sentido de corrigir tais irregularidades. Há de se manter o controle, o que significa localizar o problema, analisar o processo, padronizar e estabelecer itens de controle, de maneira que não haja mais a ocorrências dos mesmos. À medida que se adquire mais experiência e fatos imprevistos acontecem, deve-se replanejar o processo. Para Campos (1995; p.41), como a meta do controle de qualidade é a satisfação das necessidades das pessoas, ele é abordado com três objetivos:

3 a) Planejar a qualidade desejada pelos clientes; b) Manter a qualidade desejada pelos clientes; e c) Melhorar a qualidade desejada pelos clientes. Para se fazer o controle dos processos existe um caminho a ser seguido, que é o ciclo PDCA, que significa: Plan, Do, Check, Act (Campos, 1995; p.41), ou seja, Planejamento, Execução, Verificação e Ação corretiva. Este caminho é o meio pelo qual é obtida a manutenção e as melhorias dos processos. Com esta ferramenta cria-se uma dependência de ações que buscam a eliminação de falhas, já que é necessário fazer verificações e agir corretivamente no caso de irregularidades. 5. Prática de controle da qualidade As atividades produtivas em uma empresa com gerenciamento da qualidade possuem procedimentos padrões de operação ( standard operation procedure - SOP ). A partir desses padrões intensifica-se a diminuição dos desvios de qualidade, já que todas as ações devem ser executadas seguindo-se os mesmos métodos pré-estabelecidos. Os parâmetros para saber se a qualidade está em um bom nível são os exemplos dos principais concorrentes, pois se houver alguém que seja o melhor do mundo, do país, etc (depende da abrangência do empreendimento), a empresa pode considerar que tem um problema. Deve-se então, estabelecer quais serão os itens de controle, que são baseados nas características intrínsecas dos processos de cada organização e na representatividade que possuem em relação à qualidade final do produto e do processo. Depois destes itens estabelecidos, é preciso que o gerente busque sua sobrevivência. Para gerenciar um processo, o gerente não pode apenas esperar que algo dê errado para ordenar uma ação corretiva, mas orientar o operador de quais devem ser suas providências caso isso ocorra. A construção de fluxogramas de processos facilita a visualização da execução das ações, além de ser um padrão operacional. Eles devem ser construídos de forma participativa pela equipe, pois neste momento de discussão serão considerados os diferentes pontos de vista e opiniões. 6. Método da análise de pareto e análise de solução de problemas Este método permite fragmentar o estudo das causas de um efeito indesejável, de forma a facilitar a compreensão do mesmo e a busca das principais causas. Este método também provém a priorização dos problemas a serem estudados. As etapas da análise de pareto são: identificação do problema, estratificação do problema, coleta de dados, priorização, desdobramento e estabelecimento de metas. Muitos problemas são identificados dentro da empresa (custos elevados, demora na entrega, número de acidentes, insatisfação de empregados, etc) ou por reclamações de consumidores. Partindo para a estratificação, são utilizadas ferramentas como: 5W1H, Diagrama de Ishikawa (ou Diagrama de Causa-Efeito), Diagrama de Relação, Diagrama de Afinidades e Diagrama de Árvore. Com base nessas ferramentas, coletam-se os dados, priorizam-se os principais problemas a serem solucionados e desdobram-se esse problemas em tantas partes quantas forem possíveis. A partir dessa subdivisão de problemas, estabelecem-se metas sobre as ações corretivas a serem tomadas. Os estudiosos ressaltam que não há como garantir o sucesso de um sistema de gerenciamento em uma empresa, mesmo que ele tenha tido grande êxito em outras, já que cada uma tem suas próprias características, com seus costumes e métodos de trabalho. A implementação de novas culturas pode enfrentar barreiras, como dificuldade de adoção, falhas no treinamento das pessoas envolvidas, etc. 7. Marketing

4 A busca da qualidade de nada adianta se não forem tomadas medidas para despertar os desejos dos consumidores. As decisões dos gerentes das empresas sobre o marketing podem ser tomadas com base em dados de pesquisas. Para isso, as informações precisam ser processadas de forma rápida e eficaz. A seguir serão vistos os tipos de informações que podem ser úteis na determinação da posição competitiva da empresa, bem como os métodos de pesquisa de marketing disponíveis para coleta dessas informações. Há algumas respostas a serem respondidas antes de iniciar um processo de pesquisas relativas aos clientes atuais, como: Por quem são constituídos os mercados-alvo principais? O que lhes proporciona valor? Como podem ser levados a se aproximarem? Como podem ser mais bem servidos? Já para os clientes futuros, pergunta-se: Como os clientes mudarão? Quais os novos clientes a conquistar? Como conquistá-los? Na tentativa de responder a tais questionamentos sobre clientes atuais, os pesquisadores devem estar atentos aos cinco papéis principais em muitas situações de compra (Hooley et al, 2001; p.115): O iniciador, que motiva a necessidade de compra do produto; O influenciador, que pode de alguma forma influenciar na decisão e compra de determinado produto; O decisor, que dará o veredicto sobre a compra ou não do bem desejado pelo iniciador, podendo ser ele mesmo ou o influenciador; O comprador, que financiará a compra do produto; e O usuário, que finalmente irá consumir o produto ou serviço oferecido. Para a mudança no comportamento de clientes futuros, pode-se classificá-los em duas categorias: aquela dos que já são clientes, mas podem sofrer mudanças e aquela dos clientes inéditos. A grande questão é saber como será essa modificação na característica e nos desejos desses consumidores em potencial. 8. Pesquisa de mercado O Brasil, apesar de possuir metodologias de pesquisa com clientes, ainda não alcançou um nível tão avançado no assunto pesquisa de mercado. No exterior, existem inúmeras organizações que realizam serviços de pesquisa de mercado para outras empresas. Dentre as modalidades de pesquisa, existem três tipos que serão esclarecidos adiante. O primeiro tipo são os registros da empresa, que podem fornecer dados muito úteis ao planejamento de marketing, vistos os comportamentos de vendas e os registros de contabilidade. A partir dessas informações a empresa é capaz de descobrir os segmentos que apresentam maior rentabilidade para ela, a região em que a incidência de vendas é maior, etc. O segundo caso, a pesquisa de prateleira, é subdividido em: pesquisa de escritório, pesquisa associada e pesquisa compartilhada. Suas vantagens são baixo custo, utilização de metodologias estabelecidas e rapidez na tabulação dos dados. As desvantagens são o escopo e o número reduzido de perguntas que podem ser formuladas. A pesquisa de escritório é a mais barata e de rápida obtenção. É caracterizada por possuir dados geralmente desatualizados e muitas vezes não específicos o suficiente para responder às perguntas de marketing. Para se fazer o uso de tais informações é preciso conhecer as fontes da pesquisa, como foi feita, quem a fez, com que propósitos, qual a amostragem e quais foram os métodos utilizados. Sem as respostas a essas perguntas, a confiabilidade dos dados é reduzida e as informações poderão deixar de contribuir para resolução de um problema específico ou para a tomada de decisões de marketing. O seguinte caso é o da pesquisa associada, em que um grupo de compradores divide os custos e os resultados da pesquisa entre si. A maior vantagem deste tipo de pesquisa é a utilização de metodologia comprovada. Outra vantagem é a divisão dos custos, que permite alcançar maior número de entrevistados. A desvantagem principal desta modalidade é a

5 limitação de tempo de uso dos dados para monitoração de vendas ao longo do tempo. Neste caso não há possibilidade de serem feitas questões adicionais, relativas às especificidades de cada empresa. Já no caso da pesquisa compartilhada, os clientes individuais compram um lugar na pesquisa, podendo agregar perguntas ao questionário, que é elaborado em conjunto com perguntas de outros clientes. Estas perguntas são limitadas, entre seis e dez, mas já são capazes de traduzir resultados satisfatórios ao planejamento de marketing. O terceiro caso são as pesquisas de encomenda, que proporcionam à organização que a elabora a flexibilidade de configurá-la de forma que atenda exatamente às necessidades da empresa cliente. As técnicas disponíveis podem ser classificadas em qualitativas e quantitativas. Na primeira, não é possível quantificar os dados, mas sim entender a sua profundidade. Ela tem como limitação os altos custos envolvidos e a impossibilidade de entrevistar grande número de pessoas. Na segunda, os resultados podem ser quantificáveis e estatísticas podem ser estudadas, mostrando tendências e evidenciando situações adversas. Neste contexto, podem se destacar as entrevistas telefônicas, cada vez mais utilizadas, os levantamentos pelos correios, caracterizados por pouco retorno de respostas, e as técnicas de observação, onde fenômenos são estudados em determinado local. Mais um tipo de pesquisa quantitativa é a técnica da experimentação. É feita no campo ou em laboratórios. No campo, os objetos não sabem que estão sendo observados. Um exemplo desta técnica é o teste de marketing, onde um produto é lançado em uma determinada região. Com isto pode-se analisar a aceitação dos consumidores antes de lançar o produto no mercado nacional ou internacional. Nos laboratórios, onde o ambiente é controlado e menos realista, não se tem a mesma realidade na análise dos fatos, já que os entrevistados sabem que participam de uma experiência. 9. Conclusões Um dos aspectos mais marcantes do atual contexto social é o aumento da competição entre as indústrias. Os denominados fatores determinantes da competitividade são enunciados por Ferraz et al (1997; p. 1-53) que, ao conceituá-la, procuram contemplar seu movimento dinâmico. A competitividade seria, então, função da adequação das estratégias das empresas individuais ao padrão de concorrência vigente no mercado específico. Seriam competitivas as firmas que a cada instante adotassem estratégias competitivas mais adequadas ao padrão de concorrência setorial (FERRAZ, et al, 1997; p. 7). Segundo os autores, as fontes das vantagens competitivas estão ligadas, entre outros, a aspectos como: especificações do produto, processos de produção, vendas, gestão, escalas produtivas, tamanho do mercado, relações com fornecedores e usuários, condicionantes da política econômica, financiamento da empresa ou dos clientes, disponibilidades de infra-estrutura e aspectos de natureza legal (FERRAZ et al, 1997; p. 9). Na grande maioria das empresas de pequeno e médio porte, a oportunidade de se introduzir culturas organizacionais que possam melhorar suas ações cotidianas pode ser uma estratégia para ganhar competitividade frente aos concorrentes. Em contrapartida, as tentativas de adoção dessa nova maneira de trabalhar podem representar perdas de tempo e investimentos, caso sejam mal geridas. Burocratizar os processos, que é feito para controlá-lo de maneira eficaz, algumas vezes é feito em excesso, dificultando ainda mais o andamento das atividades. Neste sentido, nada impede que uma pequena empresa faça uso de ferramentas como PDCA, 5W1H, Diagrama de Ishikawa (ou Diagrama de Causa-Efeito), Diagrama de Relação, Diagrama de Afinidades e Diagrama de Árvore e faça pesquisas de mercado, nas modalidades de menor custo. Segundo (Hooley et al, 2001; p. 124), Se é verdade a afirmação de que a maior parte das verbas de pesquisa é oriunda de empresas de grande porte

6 e agilidade, fornecedoras de bens de consumo, isso não significa que as empresas menores não possam tirar partido dos serviços de pesquisa das fontes disponíveis (principalmente das pesquisas de prateleira ). Como foi mostrado neste artigo, não há razões para não se implantar técnicas de controle de qualidade e realizar pesquisas de mercado em pequenas empresas. O que existe, na verdade é a falta de conhecimento dessas empresas em relação a este assunto. Ao contrário do que pensam sobre tais métodos serem fontes de perdas de tempo e dinheiro, os mesmos podem proporcionar ganhos de competitividade no mercado concorrencial. A Qualidade Total nas pequenas empresas depende apenas dos esforços para conhecer, adotar e garantir a manutenibilidade dos métodos já consolidados de seu uso. A cada dia os concorrentes estão inovando e criando capacidades de se adaptar. O caminho da qualidade seria mais um o qual deixaria a empresa com maior potencial de competitividade. Referências bibliográficas CAMPOS, V. F. Controle da Qualidade Total (No Estilo Japonês). Rio de Janeiro: Bloch Editores S. A., HOOLEY, G. J.; SAUNDERS, J. A.; PIERCY, N. F. Estratégia de Marketing e Posicionamento Competitivo. São Paulo: Ed. Afiliada, FERRAZ, J. C.; KUPFER, D.; HAGUENAUER, L. Made in Brazil: desafios competitivos para a indústria. Rio de Janeiro: Ed. Campus, 1997.

Disciplina: Técnicas de Racionalização de Processos Líder da Disciplina: Rosely Gaeta NOTA DE AULA 04 O PROJETO DE MELHORIA DOS PROCESSOS

Disciplina: Técnicas de Racionalização de Processos Líder da Disciplina: Rosely Gaeta NOTA DE AULA 04 O PROJETO DE MELHORIA DOS PROCESSOS Disciplina: Técnicas de Racionalização de Processos Líder da Disciplina: Rosely Gaeta NOTA DE AULA 04 O PROJETO DE MELHORIA DOS PROCESSOS 3.4 O PROJETO DE MELHORIA DE PROCESSOS 3.4.1 - CONCEITO DE PROJETO

Leia mais

Ferramenta de Gerenciamento

Ferramenta de Gerenciamento Ferramenta de Gerenciamento Yuri Franklin 1 Luis Fernando Nuss 2 yuri.fr@uol.com.br luisnuss@hotmail.com 1 Associação Educacional Dom Bosco (AEDB), Faculdade de Engenharia de Resende - Resende, RJ, Brasil

Leia mais

PLANO DE NEGÓCIOS. Causas de Fracasso:

PLANO DE NEGÓCIOS. Causas de Fracasso: PLANO DE NEGÓCIOS Causas de Fracasso: Falta de experiência profissional Falta de competência gerencial Desconhecimento do mercado Falta de qualidade dos produtos/serviços Localização errada Dificuldades

Leia mais

SIMULADO TURMA 1414 TUTORA TACIANE DISCIPLINA: LOGÍSTICA

SIMULADO TURMA 1414 TUTORA TACIANE DISCIPLINA: LOGÍSTICA SIMULADO TURMA 1414 TUTORA TACIANE DISCIPLINA: LOGÍSTICA 1) ASSINALE A ALTERNATIVA QUE CORRESPONDE A UMA ATIVIDADE DE DISTRIBUIÇÃO. A) Recebimento de matérias-primas. B) Alimentação de sistemas produtivos.

Leia mais

processos de qualidade como um todo. Este conceito, muitas vezes como parte de uma iniciativa mais ampla "gestão enxuta", muitas organizações abraçam

processos de qualidade como um todo. Este conceito, muitas vezes como parte de uma iniciativa mais ampla gestão enxuta, muitas organizações abraçam 2 1 FILOSOFIA KAIZEN Segundo IMAI, MASAAKI (1996) KAIZEN é uma palavra japonesa que traduzida significa melhoria continua, que colabora em melhorias sequenciais na empresa como um todo, envolvendo todos

Leia mais

ISO 14000. O que é uma Norma? A ISO 14000. Pedro G. Fernandes da Silva

ISO 14000. O que é uma Norma? A ISO 14000. Pedro G. Fernandes da Silva ISO 14000 Pedro G. Fernandes da Silva A ISO 14000 é uma forma abrangente e holística de administrar o meio ambiente que inclui regulamentos, prevenção de poluição, conservação de recursos e proteção ambiental,

Leia mais

RESUMO FUNÇÃO DO COMPLIANCE

RESUMO FUNÇÃO DO COMPLIANCE RESUMO FUNÇÃO DO COMPLIANCE O foco da Cartilha Função de Compliance é integrar as atividades de compliance com as boas práticas de governança corporativa e de Gestão de Riscos, os quais os bancos têm buscado

Leia mais

Orientações para elaborar um. Plano de Negócios

Orientações para elaborar um. Plano de Negócios Orientações para elaborar um Plano de Negócios Maio de 2010 www.nascente.cefetmg.br Página 1 Apresentação Este documento contém um roteiro básico de Plano de Negócios. O objetivo é permitir que o futuro

Leia mais

ANÁLISE DAS FERRAMENTAS E DO CONTROLE DA QUALIDADE E PROCESSO

ANÁLISE DAS FERRAMENTAS E DO CONTROLE DA QUALIDADE E PROCESSO 1 ANÁLISE DAS FERRAMENTAS E DO CONTROLE DA QUALIDADE E PROCESSO Solange de Fátima Machado 1 Renato Francisco Saldanha Silva 2 Valdecil de Souza 3 Resumo No presente estudo foi abordada a análise das ferramentas

Leia mais

Metodologias de Apoio ao Planejamento Estratégico. Profa. Lillian Alvares Faculdade de Ciência da Informação, Universidade de Brasília

Metodologias de Apoio ao Planejamento Estratégico. Profa. Lillian Alvares Faculdade de Ciência da Informação, Universidade de Brasília Metodologias de Apoio ao Planejamento Estratégico Profa. Lillian Alvares Faculdade de Ciência da Informação, Universidade de Brasília Análise Ambiental Análise Ambiental : Matriz SWOT A sigla SWOT Ambiente

Leia mais

4 Metodologia e estratégia de abordagem

4 Metodologia e estratégia de abordagem 50 4 Metodologia e estratégia de abordagem O problema de diagnóstico para melhoria da qualidade percebida pelos clientes é abordado a partir da identificação de diferenças (gaps) significativas entre o

Leia mais

MELHORIA DA QUALIDADE e MASP (Prof. José Carlos de Toledo GEPEQ/DEP-UFSCar) 1. Introdução

MELHORIA DA QUALIDADE e MASP (Prof. José Carlos de Toledo GEPEQ/DEP-UFSCar) 1. Introdução MELHORIA DA QUALIDADE e MASP (Prof. José Carlos de Toledo GEPEQ/DEP-UFSCar) 1. Introdução A Melhoria da Qualidade é uma atividade que deve estar presente nas rotinas de toda a empresa. Isto significa que

Leia mais

A METODOLOGIA DA PESQUISA DE MERCADOAPLICADA À PRODUÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO DE PRODUTOS ALIMENTÍCIOS

A METODOLOGIA DA PESQUISA DE MERCADOAPLICADA À PRODUÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO DE PRODUTOS ALIMENTÍCIOS 1 A METODOLOGIA DA PESQUISA DE MERCADOAPLICADA À PRODUÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO DE PRODUTOS ALIMENTÍCIOS Maria Lúcia Ribeiro Da COSTA 1 João Cezario Giglio MARQUES 2 RESUMO: O estudo e a pesquisa de mercado

Leia mais

Introdução. Escritório de projetos

Introdução. Escritório de projetos Introdução O Guia do Conhecimento em Gerenciamento de Projetos (Guia PMBOK ) é uma norma reconhecida para a profissão de gerenciamento de projetos. Um padrão é um documento formal que descreve normas,

Leia mais

Tendo o texto acima como referência inicial, julgue os itens a seguir.

Tendo o texto acima como referência inicial, julgue os itens a seguir. 1. A administração de recursos humanos, historicamente conhecida como administração de pessoal, lida com sistemas formais para administrar pessoas dentro da organização. A administração de recursos humanos

Leia mais

ESTRATÉGIAS MERCADOLÓGICAS UTILIZADAS PELAS OPERADORAS, TIM, CLARO E VIVO.

ESTRATÉGIAS MERCADOLÓGICAS UTILIZADAS PELAS OPERADORAS, TIM, CLARO E VIVO. 1 ESTRATÉGIAS MERCADOLÓGICAS UTILIZADAS PELAS OPERADORAS, TIM, CLARO E VIVO. Juliana da Silva RIBEIRO 1 RESUMO: O presente trabalho enfoca as estratégias das operadoras de telefonia móvel TIM,VIVO e CLARO

Leia mais

ANÁLISE E MELHORIA DE PROCESSOS APLICADA AO ESTÁGIO CURRICULAR

ANÁLISE E MELHORIA DE PROCESSOS APLICADA AO ESTÁGIO CURRICULAR ANÁLISE E MELHORIA DE PROCESSOS APLICADA AO ESTÁGIO CURRICULAR Júlio Miranda Pureza, Dr. Luiz Veriano O. Dalla Valentina, Dr. Gabriela Kunde Edel, Adm. Centro de Ciências Tecnológicas FEJ, Universidade

Leia mais

1 COMO ENCAMINHAR UMA PESQUISA 1.1 QUE É PESQUISA

1 COMO ENCAMINHAR UMA PESQUISA 1.1 QUE É PESQUISA 1 COMO ENCAMINHAR UMA PESQUISA 1.1 QUE É PESQUISA Procedimento racional e sistemático que tem por objetivo proporcionar respostas aos problemas que são propostos. Requerida quando não se dispõe de informação

Leia mais

Estrutura Hierárquica de Planejamento e Controle da Produção Estratégico Entradas Ações Saídas Fonte

Estrutura Hierárquica de Planejamento e Controle da Produção Estratégico Entradas Ações Saídas Fonte Estratégico Previsão do Negócio Estrutura Hierárquica de Planejamento e Controle da Produção Estratégico Entradas Ações Saídas Fonte Mercados e demandas de longo prazo. Competidores. Fatores econômicos,

Leia mais

CURSO: Desenvolvimento Web e Comércio Eletrônico DISCIPLINA: Gestão da Qualidade Professor: Ricardo Henrique

CURSO: Desenvolvimento Web e Comércio Eletrônico DISCIPLINA: Gestão da Qualidade Professor: Ricardo Henrique CURSO: Desenvolvimento Web e Comércio Eletrônico DISCIPLINA: Gestão da Qualidade Professor: Ricardo Henrique UNIDADE 6 GERENCIAMENTO DA ROTINA 1 INTRODUÇÃO 3 O GERENCIAMENTO DA ROTINA 4 CAMPO DE APLICAÇÃO

Leia mais

CÓDIGO DE CATÁLOGO : 3701

CÓDIGO DE CATÁLOGO : 3701 INTERPRETAÇÃO DA NORMA ISO 9001/2000 SENAI - PR, 2002 CÓDIGO DE CATÁLOGO : 3701 Trabalho elaborado pela Diretoria de Educação e Tecnologia do Departamento Regional do SENAI - PR, através do LABTEC - Laboratório

Leia mais

ESTUDO ORGANIZACIONAL REORGANIZAÇÃO FASES DA REORGANIZAÇÃO

ESTUDO ORGANIZACIONAL REORGANIZAÇÃO FASES DA REORGANIZAÇÃO ESTUDO ORGANIZACIONAL 1 REORGANIZAÇÃO Meta: sinergia Momento certo: Elevados custos Problemas com pessoal Baixo nível de qualidade dos produtos Baixa competitividade do mercado Dificuldade de crescimento

Leia mais

SERÁ ENCAMINHADO AO CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO O NOVO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MATERIAIS, COM INÍCIO PREVISTO PARA 2008

SERÁ ENCAMINHADO AO CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO O NOVO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MATERIAIS, COM INÍCIO PREVISTO PARA 2008 SERÁ ENCAMINHADO AO CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO O NOVO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MATERIAIS, COM INÍCIO PREVISTO PARA 2008 CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MATERIAIS PROJETO PEDAGÓGICO I OBJETIVOS

Leia mais

TÍTULO: CONTABILIDADE AMBIENTAL E COMUNICAÇÃO: OS TERMOS UTILIZADOS PELA CONTABILIDADE AMBIENTAL

TÍTULO: CONTABILIDADE AMBIENTAL E COMUNICAÇÃO: OS TERMOS UTILIZADOS PELA CONTABILIDADE AMBIENTAL TÍTULO: CONTABILIDADE AMBIENTAL E COMUNICAÇÃO: OS TERMOS UTILIZADOS PELA CONTABILIDADE AMBIENTAL CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: CIÊNCIAS CONTÁBEIS INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO

Leia mais

TÉCNICA DE VENDAS: UMA ABORDAGEM DIRETA

TÉCNICA DE VENDAS: UMA ABORDAGEM DIRETA 1 TÉCNICA DE VENDAS: UMA ABORDAGEM DIRETA Alan Nogueira de Carvalho 1 Sônia Sousa Almeida Rodrigues 2 Resumo Diversas entidades possuem necessidades e interesses de negociações em vendas, e através desses

Leia mais

DESAFIOS. (Autor desconhecido)

DESAFIOS. (Autor desconhecido) QUEM É O EMPREENDEDOR? POR QUE SER EMPRESÁRIO? DEFINIÇÕES DE EMPREENDEDORISMO O empreendedor é motivado pela autorealização, desejo de assumir responsabilidades e independência. Considera irresistível

Leia mais

Avaliação do uso de técnicas de controle de qualidade no processo de abate de frangos no Instituto Federal de Minas Gerais, campus Bambuí

Avaliação do uso de técnicas de controle de qualidade no processo de abate de frangos no Instituto Federal de Minas Gerais, campus Bambuí V Semana de Ciência e Tecnologia do IFMG campus Bambuí, V Jornada Científica, 19 a 24 de novembro de 2012 Avaliação do uso de técnicas de controle de qualidade no processo de abate de frangos no Instituto

Leia mais

Módulo 4: Gerenciamento dos Riscos, das Aquisições, das Partes Interessadas e da Integração

Módulo 4: Gerenciamento dos Riscos, das Aquisições, das Partes Interessadas e da Integração Diretoria de Desenvolvimento Gerencial Coordenação Geral de Educação a Distância Gerência de Projetos - Teoria e Prática Conteúdo para impressão Módulo 4: Gerenciamento dos Riscos, das Aquisições, das

Leia mais

GERENCIAMENTO DE ESCOPO EM PROJETOS LOGÍSTICOS: Um Estudo de Caso em um Operador Logístico Brasileiro

GERENCIAMENTO DE ESCOPO EM PROJETOS LOGÍSTICOS: Um Estudo de Caso em um Operador Logístico Brasileiro GERENCIAMENTO DE ESCOPO EM PROJETOS LOGÍSTICOS: Um Estudo de Caso em um Operador Logístico Brasileiro Matheus de Aguiar Sillos matheus.sillos@pmlog.com.br AGV Logística Rua Edgar Marchiori, 255, Distrito

Leia mais

ELEMENTOS DO PLANO DE NEGÓCIOS

ELEMENTOS DO PLANO DE NEGÓCIOS INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO PIAUÍ - CAMPUS DE PARNAÍBA CURSO: Técnico em Informática DISCIPLINA: Empreendedorismo PROFESSORA: CAROLINE PINTO GUEDES FERREIRA ELEMENTOS DO PLANO

Leia mais

Gerenciamento de Projetos Modulo VIII Riscos

Gerenciamento de Projetos Modulo VIII Riscos Gerenciamento de Projetos Modulo VIII Riscos Prof. Walter Cunha falecomigo@waltercunha.com http://waltercunha.com Bibliografia* Project Management Institute. Conjunto de Conhecimentos em Gerenciamento

Leia mais

O QUE É QUALIDADE. Profa. Flávia Guimarães

O QUE É QUALIDADE. Profa. Flávia Guimarães O QUE É QUALIDADE Profa. Flávia Guimarães Considerações iniciais O que você entende por qualidade? Qual a importância da gestão pela qualidade total e sua influência para a organização? Mas afinal, o que

Leia mais

Administração e Finanças para Engenharia

Administração e Finanças para Engenharia Administração e Finanças para Engenharia CICLO PDCA Grupo: Rodrigo Filho, Suhaila Azanki, Tulio Marques, Thays Ferreira e Vinicius Soares. Ciclo PDCA Moen e Norman, autores da área da Qualidade, relatam

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Considerando as principais abordagens da administração e a No que se refere ao orçamento público, julgue os itens evolução da administração pública no Brasil, julgue os itens

Leia mais

A IMPORTÃNCIA DO CAPITAL DE GIRO E ALGUMAS SOLUÇÕES PARA O PROBLEMA DE CAPITAL DE GIRO

A IMPORTÃNCIA DO CAPITAL DE GIRO E ALGUMAS SOLUÇÕES PARA O PROBLEMA DE CAPITAL DE GIRO A IMPORTÃNCIA DO CAPITAL DE GIRO E ALGUMAS SOLUÇÕES PARA O PROBLEMA DE CAPITAL DE GIRO Este artigo cientifico, apresenta de maneira geral e simplificada, a importância do capital de giro para as empresas,

Leia mais

PLANEJAMENTO DA PROPRIEDADE RURAL FAMILIAR Proposta de Treinamento Prático/ Teórica Roteiro para o instrutor

PLANEJAMENTO DA PROPRIEDADE RURAL FAMILIAR Proposta de Treinamento Prático/ Teórica Roteiro para o instrutor PLANEJAMENTO DA PROPRIEDADE RURAL FAMILIAR Proposta de Treinamento Prático/ Teórica Roteiro para o instrutor CURITIBA, SETEMBRO DE 2004 2 PLANEJAMENTO DA PROPRIEDADE RURAL Proposta de Treinamento Prático/

Leia mais

Garantia da qualidade em projeto de construção e montagem eletromecânica

Garantia da qualidade em projeto de construção e montagem eletromecânica Instituto de Educação Tecnológica Pós-graduação Gestão de Projetos - Turma nº 151 30 de novembro 2015 Garantia da qualidade em projeto de construção e montagem eletromecânica Renata Maciel da Silva renata.maciel55@gmail.com

Leia mais

Percepção do setor: O que está provocando as ações a respeito das mudanças climáticas nas maiores companhias do mundo?

Percepção do setor: O que está provocando as ações a respeito das mudanças climáticas nas maiores companhias do mundo? Percepção do setor: O que está provocando as ações a respeito das mudanças climáticas nas maiores companhias do mundo? As empresas enfrentam cada vez mais riscos climáticos e choques políticos. Como as

Leia mais

Campus Capivari Análise e Desenvolvimento de Sistemas (ADS) Prof. André Luís Belini E-mail: prof.andre.luis.belini@gmail.com /

Campus Capivari Análise e Desenvolvimento de Sistemas (ADS) Prof. André Luís Belini E-mail: prof.andre.luis.belini@gmail.com / Campus Capivari Análise e Desenvolvimento de Sistemas (ADS) Prof. André Luís Belini E-mail: prof.andre.luis.belini@gmail.com / andre.belini@ifsp.edu.br MATÉRIA: GESTÃO DE PROJETOS Aula N : 10 Tema: Gerenciamento

Leia mais

O USO DE FERRAMENTAS DA QUALIDADE VISANDO A PADRONIZAÇÃO DO TAMANHO DA MASSA DA LASANHA PRODUZIDA EM UMA INDÚSTRIA ALIMENTÍCIA

O USO DE FERRAMENTAS DA QUALIDADE VISANDO A PADRONIZAÇÃO DO TAMANHO DA MASSA DA LASANHA PRODUZIDA EM UMA INDÚSTRIA ALIMENTÍCIA O USO DE FERRAMENTAS DA QUALIDADE VISANDO A PADRONIZAÇÃO DO TAMANHO DA MASSA DA LASANHA PRODUZIDA EM UMA INDÚSTRIA ALIMENTÍCIA Wherllyson Patricio Goncalves (UFCG) wherllyson@yahoo.com.br Suelyn Fabiana

Leia mais

Confederação Nacional da Indústria. - Manual de Sobrevivência na Crise -

Confederação Nacional da Indústria. - Manual de Sobrevivência na Crise - RECOMENDAÇÕES PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS - Manual de Sobrevivência na Crise - Janeiro de 1998 RECOMENDAÇÕES PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS - Manual de Sobrevivência na Crise - As empresas, principalmente

Leia mais

7 passos para solução de problemas

7 passos para solução de problemas 7 passos para solução de problemas em qualidadebrasil.com.br Você já deve ter ouvido falar sobre os resultados que o trabalho em equipe pode gerar não é? Pois bem, hoje vou abordar este tema que considero

Leia mais

UNIDADE 3 Identificação de oportunidades

UNIDADE 3 Identificação de oportunidades UNIDADE 3 Identificação de oportunidades Provavelmente seja um dos maiores mitos sobre as novas idéias para negócios: a idéia deve ser única. Na realidade pouco importa se a idéia é única ou não, o que

Leia mais

Instrumentos de ação: Sistema de Produto-Serviço

Instrumentos de ação: Sistema de Produto-Serviço Instrumentos de ação: Sistema de Produto-Serviço ou Product-Service System (PSS) ÁUREA RAPÔSO Doutoranda em Engenharia Industrial (PEI/UFBA) Professora e Pesquisadora do IFAL Campus Maceió Bolsista CAPES

Leia mais

Laudinei Rossi Barbatto JUNIOR 1 Gilson Rodrigo Silvério POLIDORIO 2

Laudinei Rossi Barbatto JUNIOR 1 Gilson Rodrigo Silvério POLIDORIO 2 COMO QUEBRAR PARADIGMAS SEM CAUSAR UM IMPACTO NEGATIVO NO PROCESSO DE IMPLANTAÇÃO DO MARKETING DE RELACIONAMENTO, CRM E DBM EMPRESARIAL: UM ESTUDO DE CASO Laudinei Rossi Barbatto JUNIOR 1 Gilson Rodrigo

Leia mais

Inteligência Competitiva

Inteligência Competitiva Inteligência Competitiva Prof. Patricia Silva psilva@univercidade.br Aula 6 Objetivos da aula 6 n Análise SWOT n Bibliografia: Estratégia de Marketing O C. Ferrell Cap. 4 Strenghts (forças), Weaknesses

Leia mais

Serviço ao Cliente Prof. Fernando A. S. Marins fmarins@feg.unesp.br www.feg.unesp.br/~fmarins

Serviço ao Cliente Prof. Fernando A. S. Marins fmarins@feg.unesp.br www.feg.unesp.br/~fmarins Serviço ao Cliente Prof. Fernando A. S. Marins fmarins@feg.unesp.br www.feg.unesp.br/~fmarins 1 Sumário Conceitos Segmentação de Mercado Rentabilidade de Clientes e Serviço ao Cliente Recuperação de Serviço

Leia mais

Varejo: será que o foco está mesmo no cliente?

Varejo: será que o foco está mesmo no cliente? Revista da ESPM -101 Varejo: será que o foco está mesmo no cliente? FÁTIMA MOTTA Graduada em Administração de Empresas (FMU) e Comunicação (ECA/USP) Pós -Graduada em Administração de Empresas (PUC/SP)

Leia mais

PMBOK 4ª Edição III. O padrão de gerenciamento de projetos de um projeto

PMBOK 4ª Edição III. O padrão de gerenciamento de projetos de um projeto PMBOK 4ª Edição III O padrão de gerenciamento de projetos de um projeto 1 PMBOK 4ª Edição III Processos de gerenciamento de projetos de um projeto 2 Processos de gerenciamento de projetos de um projeto

Leia mais

...estas abordagens contribuem para uma ação do nível operacional do design.

...estas abordagens contribuem para uma ação do nível operacional do design. Projetar, foi a tradução mais usada no Brasil para design, quando este se refere ao processo de design. Maldonado definiu que design é uma atividade de projeto que consiste em determinar as propriedades

Leia mais

TÍTULO: UTILIZAÇÃO DA INTELIGÊNCIA COMPETITIVA NA GESTÃO ESTRATÉGICA DE PESSOAS

TÍTULO: UTILIZAÇÃO DA INTELIGÊNCIA COMPETITIVA NA GESTÃO ESTRATÉGICA DE PESSOAS TÍTULO: UTILIZAÇÃO DA INTELIGÊNCIA COMPETITIVA NA GESTÃO ESTRATÉGICA DE PESSOAS CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO INSTITUIÇÃO: FACULDADE CENECISTA DE SETE LAGOAS

Leia mais

3 Gerenciamento de Projetos

3 Gerenciamento de Projetos 34 3 Gerenciamento de Projetos Neste capítulo, será abordado o tema de gerenciamento de projetos, iniciando na seção 3.1 um estudo de bibliografia sobre a definição do tema e a origem deste estudo. Na

Leia mais

Disciplina: GESTÃO DE PROCESSOS E QUALIDADE Prof. Afonso Celso M. Madeira

Disciplina: GESTÃO DE PROCESSOS E QUALIDADE Prof. Afonso Celso M. Madeira Disciplina: GESTÃO DE PROCESSOS E QUALIDADE Prof. Afonso Celso M. Madeira 3º semestre CONCEITOS CONCEITOS Atividade Ação executada que tem por finalidade dar suporte aos objetivos da organização. Correspondem

Leia mais

PLANEJAMENTO OPERACIONAL - MARKETING E PRODUÇÃO MÓDULO 16 AS QUATRO FASES DO PCP

PLANEJAMENTO OPERACIONAL - MARKETING E PRODUÇÃO MÓDULO 16 AS QUATRO FASES DO PCP PLANEJAMENTO OPERACIONAL - MARKETING E PRODUÇÃO MÓDULO 16 AS QUATRO FASES DO PCP Índice 1. As quatro fases do PCP...3 1.1. Projeto de produção... 3 1.2. Coleta de informações... 5 1.3. Relação despesas/vendas...

Leia mais

PDCA FERRAMENTA GERENCIAL AMBIENTAL

PDCA FERRAMENTA GERENCIAL AMBIENTAL PDCA FERRAMENTA GERENCIAL AMBIENTAL Importância PDCA Diretriz para a organização; Aproveitamento de novos espaços e layout; Redução e controle de riscos; Gerenciamento dos recursos com maior eficiência,

Leia mais

Unidade II. Melhoria contínua do Sistema de Gestão Administrativa. Sistema de Gestão. Responsabilidade da administração. Realização do produto

Unidade II. Melhoria contínua do Sistema de Gestão Administrativa. Sistema de Gestão. Responsabilidade da administração. Realização do produto Unidade II 3 IDENTIFICAÇÃO DOS PROCESSOS ORGANIZACIONAIS 3.1 Macroprocesso Tomando por referência a representação do Sistema de Gestão da Qualidade definida pela NBR ISO 9011:2008, observamos os principais

Leia mais

Padrão de Desempenho 1: Sistemas de Gerenciamento e Avaliação Socioambiental

Padrão de Desempenho 1: Sistemas de Gerenciamento e Avaliação Socioambiental Introdução 1. O Padrão de Desempenho 1 destaca a importância do gerenciamento do desempenho socioambiental durante o ciclo de um projeto (qualquer atividade comercial sujeita a avaliação e administração).

Leia mais

Sistema de Gestão da Qualidade MQ Manual da Qualidade SUMÁRIO... 1 1. APRESENTAÇÃO... 2

Sistema de Gestão da Qualidade MQ Manual da Qualidade SUMÁRIO... 1 1. APRESENTAÇÃO... 2 Revisão:14 Folha:1 de17 SUMÁRIO SUMÁRIO... 1 1. APRESENTAÇÃO... 2 2. RESPONSABILIDADE DA DIREÇÃO... 3 2.1 POLÍTICA DA QUALIDADE... 3 2.2 OBJETIVOS DA QUALIDADE... 4 2.3 ORGANIZAÇÃO DA EMPRESA PARA A QUALIDADE...

Leia mais

Prof. Cleber Ricardo Paiva. Sistemas de Gestão Integrados Pós-graduação Latu Sensu em Gestão Empresarial. Sistemas de Gestão Integrados.

Prof. Cleber Ricardo Paiva. Sistemas de Gestão Integrados Pós-graduação Latu Sensu em Gestão Empresarial. Sistemas de Gestão Integrados. 1 Sistemas de Gestão Integrados Gestão da Qualidade Pós graduação Latu Sensu em Gestão Empresarial Ribeirão Preto E-mail: crpaiva@faap.br CONTEÚDO Introdução Sistemas de Gestão da Qualidade Ações Gerenciais

Leia mais

CAMPANHA NACIONAL DE ESCOLAS DA COMUNIDADE FACULDADE CENECISTA DE CAPIVARI FACECAP CURSO DE GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO

CAMPANHA NACIONAL DE ESCOLAS DA COMUNIDADE FACULDADE CENECISTA DE CAPIVARI FACECAP CURSO DE GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO CAMPANHA NACIONAL DE ESCOLAS DA COMUNIDADE FACULDADE CENECISTA DE CAPIVARI FACECAP CURSO DE GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO TRANSPORTE DE PRODUTOS PERECÍVEIS: QUALIDADE NO TRANSPORTE DE PRODUTOS PERECÍVEIS

Leia mais

Escola Secundária de Paços de Ferreira 2009/2010. Departamento Comercial. Trabalho realizado por: Filipe Cabral n.º8. Tânia Leão n.

Escola Secundária de Paços de Ferreira 2009/2010. Departamento Comercial. Trabalho realizado por: Filipe Cabral n.º8. Tânia Leão n. Escola Secundária de Paços de Ferreira 2009/2010 Departamento Comercial Trabalho realizado por: Filipe Cabral n.º8 Tânia Leão n.º19 Diferença de Aprovisionamento e Compra O aprovisionamento é um conjunto

Leia mais

Prof. Sérgio Roberto Sigrist srsigris@hotmail.com

Prof. Sérgio Roberto Sigrist srsigris@hotmail.com Prof. Sérgio Roberto Sigrist srsigris@hotmail.com Palavras-chave Melhores práticas, inovação, geração de valor, qualidade, serviços, gestão de serviços, suporte em TI, melhoria contínua, orientação a processos,

Leia mais

Planejamento - 7. Planejamento do Gerenciamento do Risco Identificação dos riscos. Mauricio Lyra, PMP

Planejamento - 7. Planejamento do Gerenciamento do Risco Identificação dos riscos. Mauricio Lyra, PMP Planejamento - 7 Planejamento do Gerenciamento do Risco Identificação dos riscos 1 O que é risco? Evento que representa uma ameaça ou uma oportunidade em potencial Plano de gerenciamento do risco Especifica

Leia mais

Logística e Valor para o Cliente 1

Logística e Valor para o Cliente 1 1 Objetivo da aula Esta aula se propõe a atingir os seguintes objetivos: 1. Discutir a importância do gerenciamento da interface entre marketing e logística. 2. Reconhecer a necessidade de entender os

Leia mais

SISTEMAS DE GESTÃO DE ESTOQUES EX-PROJECT RESUMO INTRODUÇÃO

SISTEMAS DE GESTÃO DE ESTOQUES EX-PROJECT RESUMO INTRODUÇÃO SISTEMAS DE GESTÃO DE ESTOQUES EX-PROJECT Antonio Evangelino de Carvalho Soares Cintia Silvia Victor dos Santos Claudinei Candido Vieira Érica Natália Martins Silva Kátia Ribeiro dos Santos Marco Túlio

Leia mais

Procedimentos de Gestão da Qualidade. NOME FUNÇÃO ASSINATURA DATA ELABORADO POR Dr. Ivo Fernandes Gerente da Qualidade 13/10/2009

Procedimentos de Gestão da Qualidade. NOME FUNÇÃO ASSINATURA DATA ELABORADO POR Dr. Ivo Fernandes Gerente da Qualidade 13/10/2009 Versão: 2 Pág: 1/5 NOME FUNÇÃO ASSINATURA DATA ELABORADO POR Dr. Ivo Fernandes Gerente da Qualidade 13/10/2009 DE ACORDO Dr. Renato de Lacerda Diretor Técnico 13/10/2009 APROVADO POR Dr. Jose Carlos dos

Leia mais

Resenha sobre o capítulo II Concepção e Organização da pesquisa do livro Metodologia da Pesquisa-ação

Resenha sobre o capítulo II Concepção e Organização da pesquisa do livro Metodologia da Pesquisa-ação Resenha sobre o capítulo II Concepção e Organização da pesquisa do livro Metodologia da Pesquisa-ação Felipe Schadt 1 O presente capítulo 2 é parte integrante do livro Metodologia da Pesquisa-ação, do

Leia mais

TERCEIRIZAÇÃO NA MANUTENÇÃO O DEBATE CONTINUA! Parte 2

TERCEIRIZAÇÃO NA MANUTENÇÃO O DEBATE CONTINUA! Parte 2 TERCEIRIZAÇÃO NA MANUTENÇÃO O DEBATE CONTINUA! Parte 2 Alan Kardec Pinto A abordagem desta importante ferramenta estratégica será feita em cinco partes, de modo a torná-la bem abrangente e, ao mesmo tempo,

Leia mais

Roteiro de Diagnóstico Descritivo para o ESA I

Roteiro de Diagnóstico Descritivo para o ESA I Roteiro de Diagnóstico Descritivo para o ESA I Seqüência das partes Capa (obrigatório) Lombada (opcional) Folha de rosto (obrigatório) ERRATA (opcional) TERMO DE AROVAÇÃO (obrigatório) Dedicatória(s) (opcional)

Leia mais

Premissas para implantação do Gerenciamento pelas Diretrizes GPD - em uma instituição de ensino superior: uma análise bibliográfica

Premissas para implantação do Gerenciamento pelas Diretrizes GPD - em uma instituição de ensino superior: uma análise bibliográfica Premissas para implantação do Gerenciamento pelas Diretrizes GPD - em uma instituição de ensino superior: uma análise bibliográfica Marcos Tadeu Moraes de Castro Mestre em Administração de Produção administração@asmec.br

Leia mais

Anais da Jornada Científica Integração: Educação, Sociedade e Tecnologia

Anais da Jornada Científica Integração: Educação, Sociedade e Tecnologia MARKETING DE RELACIONAMENTO UTILIZADO COMO FERRAMENTA PARA APRIMORAR A RELAÇÃO ENTRE O PÚBLICO INTERNO: ESTUDO DE CASO REALIZADO NA EMPRESA DALCAR NA CIDADE DE BACABAL MA MOURA, Íthalo Bruno Grigório de

Leia mais

Ferramentas de Gestão para Coleções Biológicas. Paulo Holanda

Ferramentas de Gestão para Coleções Biológicas. Paulo Holanda para Coleções Biológicas Paulo Holanda 2º Encontro de Coleções Biológicas da Fiocruz Rio de Janeiro, 2015 Contexto observação dos desafios vivenciados por coleções biológicas na última década; a importância

Leia mais

Gerência de Projetos Prof. Késsia Rita da Costa Marchi 3ª Série kessia@unipar.br

Gerência de Projetos Prof. Késsia Rita da Costa Marchi 3ª Série kessia@unipar.br Gerência de Projetos Prof. Késsia Rita da Costa Marchi 3ª Série kessia@unipar.br Motivações Gerenciamento de projetos, vem sendo desenvolvido como disciplina desde a década de 60; Nasceu na indústria bélica

Leia mais

ARTIGO FERRAMENTAS DE GESTÃO EMPRESARIAL NA BUSCA DA QUALIDADE. Alexandre Amorim de Souza, Mestre em Administração. Florianópolis, 2002

ARTIGO FERRAMENTAS DE GESTÃO EMPRESARIAL NA BUSCA DA QUALIDADE. Alexandre Amorim de Souza, Mestre em Administração. Florianópolis, 2002 1 ARTIGO FERRAMENTAS DE GESTÃO EMPRESARIAL NA BUSCA DA QUALIDADE Alexandre Amorim de Souza, Mestre em Administração Florianópolis, 2002 2 RESUMO No presente artigo enfatiza-se as principais ferramentas

Leia mais

Premissas para implantação do Gerenciamento pelas Diretrizes GPD - em uma instituição de ensino superior: uma análise bibliográfica

Premissas para implantação do Gerenciamento pelas Diretrizes GPD - em uma instituição de ensino superior: uma análise bibliográfica Premissas para implantação do Gerenciamento pelas Diretrizes GPD - em uma instituição de ensino superior: uma análise bibliográfica Marcos Tadeu Moraes de Castro Mestre em Administração de Produção administração@asmec.br

Leia mais

Janeiro 2009. ELO Group www.elogroup.com.br Página 2

Janeiro 2009. ELO Group www.elogroup.com.br Página 2 de um Escritório - O Escritório como mecanismo para gerar excelência operacional, aumentar a visibilidade gerencial e fomentar a inovação - Introdução...2 Visão Geral dos Papéis Estratégicos... 3 Papel

Leia mais

Gerenciamento de Projetos Modulo II Clico de Vida e Organização

Gerenciamento de Projetos Modulo II Clico de Vida e Organização Gerenciamento de Projetos Modulo II Clico de Vida e Organização Prof. Walter Cunha falecomigo@waltercunha.com http://waltercunha.com Bibliografia* Project Management Institute. Conjunto de Conhecimentos

Leia mais

Organização, Processos e Tomada de Decisão

Organização, Processos e Tomada de Decisão Organização, Processos e Tomada de Decisão Planejamento e Programação na Administração Pública Administração Estratégica Elaboração e Gestão de Projetos 59 Empreendedorismo Governamental Um plano de gestão

Leia mais

Ferramentas da qualidade: uma aplicação em uma IES para desenvolvimento de artigos científicos

Ferramentas da qualidade: uma aplicação em uma IES para desenvolvimento de artigos científicos Ferramentas da qualidade: uma aplicação em uma IES para desenvolvimento de artigos científicos Diana Michele Pilz (FAHOR) dp000682@fahor.com.br Beatriz Simone Dockhorn (FAHOR) bd000684@fahor.com.br Eliane

Leia mais

10 Minutos. sobre práticas de gestão de projetos. Capacidade de executar projetos é essencial para a sobrevivência das empresas

10 Minutos. sobre práticas de gestão de projetos. Capacidade de executar projetos é essencial para a sobrevivência das empresas 10 Minutos sobre práticas de gestão de projetos Capacidade de executar projetos é essencial para a sobrevivência das empresas Destaques Os CEOs de setores que enfrentam mudanças bruscas exigem inovação

Leia mais

Título do Slide Máximo de 2 linhas

Título do Slide Máximo de 2 linhas Título do Slide 13ª Seminário Internacional de Gerenciamento de Projetos Gerenciamento de projetos na construção civil predial - uma proposta de modelo de gestão integrada GIULLIANO POLITO 19/09/2013 Título

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ INSTITUTO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO E GESTÃO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ INSTITUTO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO E GESTÃO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ INSTITUTO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO E GESTÃO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO PÓS-INCUBAÇÃO DE EMPRESAS Conceituação e Estudos de Caso BRENO BASTOS MIGUEZ 15653 FERNANDA HELENA COSTA

Leia mais

Orientação para elaboração de provas de acordo com o ENADE

Orientação para elaboração de provas de acordo com o ENADE Orientação para elaboração de provas de acordo com o ENADE Alexandre Porto de Araujo São José dos Campos, abril de 2014 Estrutura do item de múltipla escolha Item de múltipla escolha utilizado nos testes

Leia mais

Proposta de estruturação de um sistema de gestão da qualidade em uma empresa de construção civil na cidade de Venda Nova do Imigrante - ES

Proposta de estruturação de um sistema de gestão da qualidade em uma empresa de construção civil na cidade de Venda Nova do Imigrante - ES Proposta de estruturação de um sistema de gestão da qualidade em uma empresa de construção civil na cidade de Venda Nova do Imigrante ES André Drumond Soares (Faculdade do Espírito Santo) adrumonds@bol.com.br

Leia mais

FACULDADE FAMA ALEXSANDRA SOARES DA SILVA

FACULDADE FAMA ALEXSANDRA SOARES DA SILVA FACULDADE FAMA ALEXSANDRA SOARES DA SILVA A NECESSIDADE DE CONSULTORIA NAS EMPRESAS RECIFE DEZ/2014 ALEXSANDRA SOARES DA SILVA A NECESSIDADE DE CONSULTORIA NAS EMPRESAS Artigo científico apresentado em

Leia mais

FERRAMENTA FLUXOGRAMA ESSENCIAL NO PROCESSO LOGÍSTICO

FERRAMENTA FLUXOGRAMA ESSENCIAL NO PROCESSO LOGÍSTICO FERRAMENTA FLUXOGRAMA ESSENCIAL NO PROCESSO LOGÍSTICO Douglas Lima 1 Lucas Rocco 2 Stefano Batista 3 Professor Orientador: André Rodrigues da Silva 4 Professor Orientador: Fábio Fernandes 5 Resumo A tendência

Leia mais

Fundação Vanzolini O GERENCIAMENTO DA QUALIDADE NA SAÚDE E A ACREDITAÇÃO. Departamento de Certificação

Fundação Vanzolini O GERENCIAMENTO DA QUALIDADE NA SAÚDE E A ACREDITAÇÃO. Departamento de Certificação Fundação Vanzolini O GERENCIAMENTO DA QUALIDADE NA SAÚDE E A ACREDITAÇÃO Departamento de Certificação A FUNDAÇÃO VANZOLINI Fundada em 1967 pelos professores do Departamento de Engenharia de Produção da

Leia mais

GUIA DE AVALIAÇÃO DA NORMA DE AUTO-REGULAMENTAÇÃO DO SETOR DE RELACIONAMENTO (CALL CENTER / CONTACT CENTER / HELP DESK / SAC / TELEMARKETING)

GUIA DE AVALIAÇÃO DA NORMA DE AUTO-REGULAMENTAÇÃO DO SETOR DE RELACIONAMENTO (CALL CENTER / CONTACT CENTER / HELP DESK / SAC / TELEMARKETING) GUIA DE AVALIAÇÃO DA NORMA DE AUTO-REGULAMENTAÇÃO (CALL CENTER / CONTACT CENTER / HELP DESK / SAC / TELEMARKETING) Coordenação Gerenciadora ABEMD Associação Brasileira de Marketing Direto Presidente: Efraim

Leia mais

Título: Programa 5S s em uma Empresa Júnior: da melhoria do ambiente físico ao cuidado com as pessoas Categoria: Projeto Interno Temática: Qualidade

Título: Programa 5S s em uma Empresa Júnior: da melhoria do ambiente físico ao cuidado com as pessoas Categoria: Projeto Interno Temática: Qualidade Título: Programa 5S s em uma Empresa Júnior: da melhoria do ambiente físico ao cuidado com as pessoas Categoria: Projeto Interno Temática: Qualidade Resumo Manter um ambiente de trabalho adequado à realização

Leia mais

Desenvolve Minas. Modelo de Excelência da Gestão

Desenvolve Minas. Modelo de Excelência da Gestão Desenvolve Minas Modelo de Excelência da Gestão O que é o MEG? O Modelo de Excelência da Gestão (MEG) possibilita a avaliação do grau de maturidade da gestão, pontuando processos gerenciais e resultados

Leia mais

Vicente Falconi Campos. TQC Controle da Qualidade Total (no estilo japonês)

Vicente Falconi Campos. TQC Controle da Qualidade Total (no estilo japonês) Vicente Falconi Campos TQC Controle da Qualidade Total (no estilo japonês) 1. Sobrevivência e Produtividade.................................................... 01 1.1. Conceito de qualidade.......................................................

Leia mais

Qualidade é o grau no qual um conjunto de características inerentes satisfaz a requisitos. ISO 9001:2008

Qualidade é o grau no qual um conjunto de características inerentes satisfaz a requisitos. ISO 9001:2008 1 Sumário 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. Introdução...3 Ferramentas da Qualidade...4 Fluxograma...5 Cartas de Controle...7 Diagrama de Ishikawa...9 Folha de Verificação...11 Histograma...13 8. 9. 10. Gráfico de

Leia mais

UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU INSTITUTO A VEZ DO MESTRE

UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU INSTITUTO A VEZ DO MESTRE UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU INSTITUTO A VEZ DO MESTRE GERENTE DE PROJETOS: O SUCESSO DE UM PROJETO DEPENDE DELE? Por: Priscilla Molezon Pereira Orientador Prof. Nelsom Magalhães

Leia mais

Gestão da Qualidade. Gestão da. Qualidade

Gestão da Qualidade. Gestão da. Qualidade Gestão da Qualidade Gestão da Qualidade 1621131 - Produzido em Abril/2011 Gestão da Qualidade A Gestão da Qualidade é um modelo de mudança cultural e comportamental, através de uma liderança persistente

Leia mais

Evolução estratégica do processo de compras ou suprimentos de bens e serviços nas empresas

Evolução estratégica do processo de compras ou suprimentos de bens e serviços nas empresas Evolução estratégica do processo de compras ou suprimentos de bens e serviços nas empresas Ataíde Braga Introdução A aquisição de bens e serviços a serem utilizados na produção e na revenda de produtos

Leia mais

Gerenciamento de Projetos Modulo III Grupo de Processos

Gerenciamento de Projetos Modulo III Grupo de Processos Gerenciamento de Projetos Modulo III Grupo de Processos Prof. Walter Cunha falecomigo@waltercunha.com http://waltercunha.com Bibliografia* Project Management Institute. Conjunto de Conhecimentos em Gerenciamento

Leia mais

Gerenciamento do dia a dia

Gerenciamento do dia a dia CICLO DO PDCA Gerenciamento do dia a dia O Gerenciamento tem como premissa contribuir para melhorar cada vez mais os processos, permitindo que as lideranças e as equipes de trabalho realizem uma análise

Leia mais

ANÁLISE DOS FATORES DE COMPETITIVIDADE NA COMERCIALIZAÇÃO DE BENS E SERVIÇOS NA INDÚSTRIA BAIANA DE SOFTWARE

ANÁLISE DOS FATORES DE COMPETITIVIDADE NA COMERCIALIZAÇÃO DE BENS E SERVIÇOS NA INDÚSTRIA BAIANA DE SOFTWARE ANÁLISE DOS FATORES DE COMPETITIVIDADE NA COMERCIALIZAÇÃO DE BENS E SERVIÇOS NA INDÚSTRIA BAIANA DE SOFTWARE Lucas Santos Cerqueira (UNIFACS ) lucasscerqueira@gmail.com Este estudo pretende analisar os

Leia mais

ELABORAÇÃO DE PROJETOS

ELABORAÇÃO DE PROJETOS Unidade II ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE PESQUISA Profa. Eliane Gomes Rocha Pesquisa em Serviço Social As metodologias qualitativas de pesquisa são utilizadas nas Ciências Sociais e também no Serviço Social,

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO GERAL GESTÃO DA QUALIDADE

ADMINISTRAÇÃO GERAL GESTÃO DA QUALIDADE ADMINISTRAÇÃO GERAL GESTÃO DA QUALIDADE Atualizado em 03/12/2015 GESTÃO DA QUALIDADE As ideias principais que baseiam o significado atual da qualidade são, basicamente, as seguintes: Atender às expectativas,

Leia mais