ANÁLISE E AVALIAÇÃO DE RISCO AMBIENTAL. Copyright Proibida Reprodução. Prof. Éder Clementino dos Santos

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ANÁLISE E AVALIAÇÃO DE RISCO AMBIENTAL. Copyright Proibida Reprodução. Prof. Éder Clementino dos Santos"

Transcrição

1 ANÁLISE E AVALIAÇÃO DE RISCO AMBIENTAL?

2 FATORES AMBIENTAIS TRABALHADOR

3 RISCOS AMBIENTAIS São os riscos existentes nos ambientais de trabalho que em função de sua natureza, concentração ou intensidade e tempo de exposição, são capazes de causar danos à saúde do trabalhador.

4 GESTÃO DE RISCO A Gestão do Risco é um processo iterativo aplicado durante todo o ciclo de vida do projeto, desde a proposta inicial até o seu encerramento, acompanhando a sua evolução de modo a verificar a implementação das ações de respostas aos riscos ambientais. Objetivo: Determinar as fontes e categorias dos riscos; Definir os parâmetros dos riscos; Definir a estratégia de gestão dos riscos; Identificar, avaliar, categorizar e priorizar os riscos; Desenvolver e Implementar planos de mitigação de risco;

5 RISCO AMBIENTAL CF/88 art. 225 Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações.

6 DIVERSIDADE AMBIENTAL ANÁLISE PRELIMINAR DE PERIGOS E RISCOS - APPR TIPO: ANÁLISE INICIAL, QUALITATIVA; APLICAÇÃO: FASE INICIAL DE PROJETO OU DESENVOLVIMENTO DE QUALQUER NOVO PROCESSO, PRODUTO OU SISTEMA. UTILIZADA TAMBÉM EM VÁRIAS FASES DE UM EMPREENDIMENTO; OBJETIVOS: IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS, DETERMINAÇÃO DE RISCOS E MEDIDAS PREVENTIVAS ANTES DA FASE OPERACIONAL;

7 ESTUDO DE ANÁLISE RISCOS De acordo com a EPA-1998, o Estudo de Análise de Riscos (EAR) deve sempre envolver as seguintes etapas: Identificação de Riscos: constitui-se numa atividade voltada para o desenvolvimento da estimativa qualitativa ou quantitativa do risco, baseando-se na engenharia de avaliação e em técnicas estruturadas para promover a combinação das frequências e consequências de um acidente. Avaliação de Riscos: constitui-se em um processo que utiliza os resultados da análise de riscos para a tomada de decisão quanto ao gestão dos mesmos, através da comparação com critérios de tolerabilidade previamente estabelecidos. Gestão de Riscos: é a formulação e implantação de medidas e procedimentos técnicos e administrativos, que têm por finalidade prevenir, controlar ou reduzir os riscos existentes numa instalação industrial, tendo também como objetivo manter essa instalação operando dentro de requisitos de segurança considerados toleráveis.

8 ETAPAS ANÁLISE DE RISCO ETAPAS: ANÁLISE DE RISCO Processo que consta de três componentes: Análise e avaliação de risco, gestão ou gerenciamento de risco e comunicação de risco; GERENCIAMENTO DE RISCO Processo de ponderação das distintas opções normativas à luz dos resultados da avaliação de risco e, se for necessário, da seleção e aplicação das possíveis medidas de controle apropriadas, incluídas as medidas regulamentares; COMUNICAÇÃO DO RISCO Intercambio interativo de informações e opiniões sobre os riscos, entre as pessoas encarregadas da avaliação dos riscos e do gerenciamento dos riscos, os consumidores e outras partes interessadas;

9 ESTUDO DE ANÁLISE RISCOS Identificação dos riscos e consolidação das hipóteses acidentais levando-se em conta a severidade do dano decorrente da falha identificada: Histórico de ocorrências; Inspecções; Auditorias; Matriz de impactos ; Análises de Riscos ; - What if ; - APP (APR) Análise Preliminar de Perigos (Riscos); - ACP- Análise Crítica de Processo; - HAZOP Estudos de Operabilidade; - FMEA Estudo de Modos de Falha e Efeitos;

10 ESTUDO DE ANÁLISE RISCOS

11 SITUAÇÃO DE PERIGO Análise de Risco: Um processo interativo Risco: Função da probabilidade de um efeito nocivo para a saúde e da gravidade deste efeito, como conseqüência de um perigo ou perigos nos alimentos. (Codex Alimentarius) Avaliação de Risco Gerenciamento de Risco Comunicação de Risco

12 DEFINIÇÃO: RISCO O risco é uma condição inerente a vida cotidiana, e em todas as tomadas de decisão; Existe uma sensação intuitiva, em relação aos perigos e riscos e como os mesmos são indesejáveis no nosso dia a dia; A avaliação de risco, pode ser definido como um processo para a estimativa da probabilidade da ocorrência de um evento e a provável magnitude dos efeitos adversos em relação a um período de tempo especifico;

13 O QUE SÃO OS RISCOS AMBIENTAIS? São os agentes agressivos presentes no ambiente de trabalho capazes de produzirem danos à saúde, quando superados os seus Limites de Tolerâncias. São divididos em 5 riscos.

14 QUAIS SÃO OS RISCOS AMBIENTAIS São considerados riscos ambientais de acordo com a Portaria 3214, NR 7, os Riscos Físicos, Químicos e Biológicos. Mas conforme NR Anexo IV - Tabela de Classificação dos Riscos Ocupacionais, inclui-se Acidentes. os Riscos Ergonômicos e

15 PRECEITO LEGAL: RISCO PARA EFEITO DA NR 9, ITEM 9.1.5, QUE TRATA DO PPRA, SÃO CONSIDERADOS RISCOS AMBIENTAIS OS AGENTES FÍSICOS, QUÍMICOS E BIOLÓGICOS QUE, EM FUNÇÃO DE SUA NATUREZA, CONCENTRAÇÃO OU INTENSIDADE E TEMPO DE EXPOSIÇÃO, FOREM CAPAZES DE CAUSAR DANO A SAÚDE DO TRABALHADOR. ACIDENTAL ERGONÔMICO

16 INFERÊNCIA DO RISCO I. Saúde e bem-estar da população; Lei nº 6.938/81 II. Fauna e flora; III. Qualidade do solo, das águas e do ar; IV. Interesses de proteção à natureza/ paisagem; V. Ordenação territorial e planejamento regional e urbano; VI. Segurança e ordem pública; BENS JURÍDICOS Vida Segurança Saúde

17 RESPONSABILIDADE Responsabilidade Administrativa Responsabilidade Civil Subjetiva/OBJETIVA Responsabilidade Penal Obrigação: reparação do dano Indenização: perdas e danos "Sempre há dinheiro para fazer de novo, mas nunca há dinheiro para fazer bem feito..."

18 ANÁLISE DE RISCO Princípios da Culpa: Negligência Imperícia Imprudência Princípios Ambientais: Participação ou Cooperação Poluidor Pagador Prevenção e Precaução Princípio da Razoabilidade As indústrias e empresas são sistemas potenciais de geração de acidentes que podem causar danos ao meio ambiente e à saúde pública.

19 ORIENTAÇÃO BÁSICA: PPRA - ORIENTAÇÕES BÁSICAS PARA QUE AS EMPRESAS UTILIZEM COMO UMA DIRETRIZ QUANDO ESTIVEREM FAZENDO O PPRA PELA PRIMEIRA VEZ OU COMO INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO OU ADQUAÇÃO DO PPRA EXISTENTE; - O CONTEÚDO DO PPRA DEVERÁ ATENDER NA ÍNTEGRA O QUE PRECONIZA A NR-9 DO MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO;

20 ORIENTAÇÃO BÁSICA: PPRA - O PPRA DEVERÁ SE ESTENDER A TODAS AS ÁREAS DE TRABALHO OCUPADAS PELA EMPRESA, ESTANDO ARTICULADO COM O PCMSO, QUANDO DISPONÍVEL NA INSTALAÇÃO; - AS PARTES DO PPRA RELATIVAS À FASE DE RECONHECIMENTO E AVALIAÇÃO AMBIENTAL DEVERÃO SER OBRIGATORIAMENTE REALIZADAS E ASSINADAS POR ENGENHEIRO DE SEGURANÇA DO TRABALHO OU TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO;

21 ORIENTAÇÃO BÁSICA: PPRA - NOS DOIS CASOS, O PROFISSIONAL DEVERÁ RECOLHER ART JUNTO AO ÓRGÃO REGIONAL DO CREA, A CÓPIA DA ART DEVERÁ SER ANEXADA AO PPRA; - QUANDO O TRABALHO FOR REALIZADO POR EMPRESA ESPECIALIZADA EM ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO, TAMBÉM A EMPRESA CONTRATADA DEVERÁ SER REGISTRADA NO RESPECTIVO CREA;

22 ORIENTAÇÃO BÁSICA: PPRA - DEVERÁ SER UTILIZADA FOLHA DE PAPEL TIMBRADO DA EMPRESA QUE ESTIVER REALIZANDO O TRABALHO, CONTENDO: - TÍTULO: PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS ; - NOME DA EMPRESA ONDE FOI REALIZADO O TRABALHO; - DATA DA SUA CONCLUSÃO, QUE PASSARÁ A SER A DATA DO DOCUMENTO BASE;

23 ORIENTAÇÃO BÁSICA: PPRA - O ÍNDICE DEVE FIGURAR EM UMA FOLHA PRÓPRIA, CONTENDO O DETALHAMENTO DO PPRA E AS RESPECTIVAS PÁGINAS ONDE SE ENCONTRAM OS ASSUNTOS. Exemplo: SUGESTIVO: Documento Base 1 Introdução; 2 Objetivo; 3 - identificação da Empresa; 4 - Atividades da Empresa; 5 - Características do Ambiente de trabalho; 6 - Descrição das Atividades Realizadas; 7 - Qualificação dos Responsáveis; 8 - Definição das Responsabilidades; 9 Integração com a CIPA;

24 ORIENTAÇÃO BÁSICA: PPRA 10 - Definições ; 11 - Estratégias e metodologia de Avaliação; 12 - Estrutura do PPRA; 13 - Desenvolvimento do PPRA; 14 - Antecipação, Reconhec. e Avaliação dos Riscos Ambientais; 15 Técnicas de Avaliação Dos Agentes ambientais; 16 Controle dos Riscos Ambientais; 17 - Nível de Ação; 18 - Periodicidade, Forma e Avaliação e Revisão do PPRA; 19 - Estabelecimento do Plano de Ação, Metas, Prioridades e Cronograma; 20 - Registro de revisões do desenvolvimento do PPRA; 21 - Recomendações Gerais; 22 - Registro, Manutenção e Divulgação de Dados; 23 Planejamento Anual, Metas e Prioridades; 24 - Exame, Discussão do Plano e Conclusões Finais; 25 - Bibliografia; 26 - Data do Documento e Assinatura do Profissional;

25 ORIENTAÇÃO BÁSICA: ESTRUTURA OS ASPECTOS ESTRUTURAIS DO PROGRAMA; A ESTRATÉGIA E METODOLOGIA DE AÇÃO; FORMA DE REGISTRO; MANUTENÇÃO E DIVULGAÇÃO DOS DADOS; A PERIODICIDADE E FORMA DE AVALIAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO DO PROGRAMA; ETAPAS DE RECONHECIMENTO DOS RISCOS; PLANEJAMENTO ANUAL COM O ESTABELECIMENTO DAS METAS A SEREM CUMPRIDAS COM OS PRAZOS PARA A SUA IMPLANTAÇÃO; CONFORME CRONOGRAMA ANUAL.

26 ORIENTAÇÃO BÁSICA: OBJETIVO PPRA TEM COMO OBJETIVO A PREVENÇÃO DA SAÚDE E A INTEGRIDADE FÍSICA DOS TRABALHADORES, ATRAVÉS DO DESENVOLVIMENTO DAS SEGUINTES ETAPAS: - ANTECIPAÇÃO DO RISCO; - RECONHECIMENTO DO RISCO; - AVALIAÇÃO E CONTROLE DOS RISCOS AMBIENTAIS EXISTENTES NOS LOCAIS DE TRABALHO.

27 CAUSAS NÃO CONFORMIDADES: RISCO Recursos Físicos; Recursos Humanos; Operação; Gestão; Estratégia; Causas naturais; Sabotagem; Identificação de Riscos: Análise/Avaliação de Riscos; Gerenciamento de Riscos; Comunicação de Riscos; FÍSICO QUÍMICO BIOLÓGICO ACIDENTAL ERGONÔMICO

28 Diagrama Esquemático da Avaliação de Risco PERIGOS: PROPRIEDADE DA ATIVIDADE FÍSICOS QUÍMICOS BIOLÓGICOS ACIDENTAL ERGONÔMICO IDENTIFICAÇÃO DO PERIGO AVALIAÇÃO DA RELAÇÃO DOSE- RESPOSTA CARACTERIZAÇÃO DO RISCO INFORMAÇÃO SOBRE NÍVEIS DE EXPOSIÇÃO AVALIAÇÃO DE EXPOSIÇÃO

29 Classificação dos Riscos Ambientais adaptados

30 AGENTES FÍSICOS SÃO AS DIVERSAS FORMAS DE ENERGIA A QUE POSSAM ESTAR EXPOSTOS OS TRABALHADORES. DEVEM SER CONSIDERADOS DURANTE AS AVALIAÇÕES, OS AGENTES FÍSICOS QUE SE APRESENTAM NAS SEGUINTES FORMAS DE ENERGIA: RUÍDO; VIBRAÇÃO; PRESSÕES ANORMAIS; TEMPERATURAS EXTREMAS; RADIAÇÕES IONIZANTES; RADIAÇÃO NÃO IONIZANTES; INFRA- SOM E ULTRA-SOM, etc...

31 AGENTES FÍSICOS

32 AGENTES QUÍMICOS SÃO SUBSTÂNCIAS, COMPOSTAS OU PRODUTOS QUE POSSAM PENETRAR NO ORGANISMO PELA VIA RESPIRATÓRIA, OU PELA NATUREZA DA ATIVIDADE DE EXPOSIÇÃO POSSAM TER CONTATO ATRAVÉS DA PELE OU SEREM ABSORVIDOS PELO ORGANISMO POR INGESTÃO: SUBSTÂNCIAS QUÍMICAS, COMPOSTOS, DROGAS, POEIRAS, FUMOS, NÉVOAS, NEBLINA, GASES E VAPORES.

33 AGENTES QUÍMICOS

34 AGENTES BIOLÓGICOS SÃO OS SEGUINTES OS AGENTES BIOLÓGICOS, QUE SE APRESENTAM NAS FORMAS DE MICROORGANISMOS E PARASITAS INFECCIOSOS VIVOS E SUAS TOXINAS, TAIS COMO: BACTÉRIAS; FUNGOS; BACILOS; PARASITAS; PROTOZOÁRIOS E VÍRUS, ENTRE OUTROS.

35 AGENTES BIOLÓGICOS

36 AGENTES ERGONÔMICOS São os agentes caracterizados pela falta de adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas do trabalhador. Entre os agentes ergonômicos mais comuns estão: trabalho físico pesado; posturas incorretas; posições incômodas, repetitividade; monotonia, ritmo excessivo; trabalho em turnos e trabalho noturno, jornada prolongada;

37 AGENTES ERGONÔMICOS

38 AGENTES ACIDENTAIS Fazem parte deste grupo: arranjo físico inadequados ou deficiente, máquinas e equipamentos, ferramentas defeituosas, inadequadas ou inexistentes, eletricidade, sinalização, perigo de explosão ou incêndio, transporte de materiais, edificações, armazenamento inadequado; arranjo físico; edificações; sinalizações; ligações elétricas; máquinas e equipamentos sem proteção, equipamento de proteção contra incêndio; ferramentas defeituosas ou inadequadas, EPI inadequado, armazenamento e transporte de materiais. Iluminação deficiente - fadiga, problemas visuais, acidentes do trabalho.

39 AGENTES ACIDENTAIS

40 PERIGO: RISCO O risco é a medida da perda econômica e/ou danos a vida humana função da combinação entre a freqüência de ocorrência e a magnitude de um evento indesejado. R = f(m, P) => Perigos Onde: R= é o risco, M= é a magnitude do evento P= é a probabilidade

41 TERMINOLOGIAS Podendo ser aplicado, a avaliação de risco, basicamente segurança, Saúde, Responsabilidade Social, Meio Ambiente e finanças. Segurança: foco na segurança humana e patrimonial; Saúde: foco na saúde humana, trabalhadores diretos, os, consumidores do produto, e, vizinhança da empresa caso em residências; Meio Ambiente: foco no ecossistema existente, risco de mudanças súbitas e interações complexas, risco de impacto de proporção; Responsabilidade Social: foco é o bem-estar e qualidade a dos funcionários diretos e indiretos, bem como da vizinhança (existam), preocupações com valores: social/cultural/econômico/político; Financeiro: foco é a viabilidade do negócio ou rendimento; foco administrativo econômico;

42 CONDIÇÃO DO RISCO Está associado à possibilidade de ocorrência do evento; Propriedade intrínseca da situação, ser ou coisa; O Risco não pode ser controlado ou reduzido; O Perigo associado ao Risco pode ser gerenciado, atuando-se sobre sua freqüência e/ou magnitude. Foco: Segurança Saúde Ocupacional Financeiro Ambiental ANÁLISE DO RISCO

43 ANÁLISE DO RISCO

44 RISCO AMBIENTAL: RISCO Eventos externos ao ambiente industrial Poluição crônica; Poluição aguda; Exemplos Liberação de energia; Poluição do ar; Poluição do solo; Poluição das águas; Incômodos de vizinhança;

45 INTERAÇÃO AMBIENTAL: RISCO

46 RISCO FÍSICO Ruídos Vibrações Calor Radiações ionizantes Radiações não ionizantes Umidade Frio Pressões anormais RISCO QUÍMICO Poeiras Fumos Névoas, gases e vapores (substâncias compostas ou produtos químicos em geral) RISCO BIOLÓGICO Vírus, bactérias e protozoários Fungos e bacilos Parasitas RISCOS AMBIENTAIS CONSEQUENCIAS Cansaço, irritação, dores de cabeça, diminuição da audição, aumento da pressão arterial, problemas do aparelho digestivo, taquicardia e perigo de infarto. Cansaço, irritação, dores dos membros, dores na coluna, doença do movimento, artrite, problemas digestivos, lesões ósseas, lesões dos tecidos moles, lesões circulatórias, etc. Taquicardia, aumento da pulsação, cansaço, irritação, choques térmicos, fadiga térmica, perturbações das funções digestivas, hipertensão. Alterações celulares, câncer, fadiga, problemas visuais, acidentes de trabalho. Queimaduras, lesões nos olhos, na pele e nos outros órgãos. Doenças do aparelho respiratório, quedas, doenças de pele, doenças circulatórias. Fenômenos vasculares periféricos, doenças do aparelho respiratório,queimaduras pelo frio. Hiperbarismos, intoxicação por gases, hipobarismo Doença pulmonar obstrutiva crônica e enfisema pulmonar. Doença pulmonar obstrutiva crônica, febre de intoxicação Irritantes: irritação das vias aéreas superiores Doenças infecto-contagiosas. Infecções variadas externas Infecções cutâneas ou sistêmicas podendo causar contágio.

47 RISCOS AMBIENTAIS RISCOS ERGONÔMICOS Esforço físico, Levantamento e transporte manual de pesos, exigências de posturas. Ritmos excessivos, trabalho de turno e noturno, monotonia e repetitividade, jornada prolongada, controle rígido da produtividade e outras situações (conflitos, ansiedade, responsabilidade) CONSEQUENCIAS Cansaço, dores musculares, fraquezas, hipertensão arterial, diabetes, úlcera, doenças nervosas, acidentes e problemas da coluna vertebral. Cansaço, dores musculares, fraquezas, alterações do sono, da libido e da vida social, com reflexos na saúde e no comportamento, hipertensão arterial, taquicardia, cardiopatia, asma, doenças nervosas, doenças do aparelho digestivo (gastrite, úlcera, etc.), tensão, ansiedade, medo e comportamentos estereotipados. RISCO DE ACIDENTES Arranjo físico inadequado, iluminação deficiente, ligações elétricas deficientes, armazenamento inadequado. Ferramentas defeituosas, animais peçonhentos, possibilidade de incêndio ou explosão, outras situações de risco que podem contribuir para a ocorrência de acidentes. Acidentes e desgaste físico excessivo. Fadiga, problemas visuais e acidentes de trabalho, choques elétricos, incêndios, queimaduras, acidentes fatais. Acidentes, queimaduras, acidentes por animais peçonhentos.

48 PROBABILIDADE DE OCORRÊNCIA DO RISCO (PO) adaptados

49 MAGNITUDE EVENTO DO RISCO adaptados

50 MAGNITUDE EVENTO DO RISCO MAGNITUDE DESPREZÍVEL MARGINAL CARACTERÍSTICAS Não provoca lesões e nem danos à saúde em funcionários e terceiros (não funcionários e público externo) Não provoca nenhum impacto ambiental ao meio ambiente Não provoca danos ou provoca danos de pequena monta aos equipamentos, materiais e instalações. Não provoca parada de produção ou provoca atrasos insignificantes. Não provoca nenhuma alteração na qualidade do produto Pode provocar insignificante repercussão entre os funcionários e terceiros dentro da propriedade e nenhuma na comunidade. Provoca lesões leves ou perturbações leves à saúde de funcionários ou terceiros quando dentro da propriedade. Nenhum dano à comunidade é notado. Provoca impacto leve e reversível ao meio ambiente, dentro da propriedade. Provoca danos de pequena monta aos equipamentos, materiais e instalações. Provoca parada de produção de curta duração. Provoca pequena alteração na qualidade do produto detectável ainda no processo ou pelo cliente, porém, sem danos maiores. Pode provocar uma repercussão significativa entre funcionários / terceiros dentro da propriedade e repercussão de pequena pouco significativa na comunidade. adaptados

51 MAGNITUDE CRÍTICA CATASTRÓFICA MAGNITUDE EVENTO DO RISCO CARACTERÍSTICAS Provoca lesões e danos à saúde com certa gravidade em funcionários ou terceiros quando dentro da propriedade, e lesões ou danos à saúde de gravidade leve em membros da comunidade. Uma ou outra morte ou lesão incapacitante pode ocorrer em pessoas dentro da propriedade. Provoca danos severos ao meio ambiente interno à propriedade, às vezes irreversíveis, e danos de gravidade leve fora da propriedade, às vezes irreversíveis. Provoca danos de grande monta aos equipamentos, materiais e instalações da propriedade, e danos de razoável monta na comunidade. Exige ações corretivas imediatas para evitar seu desdobramento catastrófico. Provoca parada de produção de longa duração. Provoca grandes alterações na qualidade do produto, passível de não ser detectada Quando em processo. Pode provocar repercussão de grande monta entre os funcionários e terceiros dentro da propriedade e repercussão significativa na comunidade. Podem provocar mortes, lesões graves, danos irreversíveis à saúde de funcionários, terceiros e membros da comunidade em geral. Podem provocar danos de grande monta e irreversíveis ao meio ambiente interno ou externo à propriedade. Podem provocar destruição total de equipamentos, materiais e instalações, internamente ou externamente à propriedade. Pode provocar parada permanente de produção com destruição da planta ou parte significativa dela. Provoca graves alterações na qualidade do produto, com grande repercussão na opinião pública. Ações indenizatórias coletivas podem ocorrer. Pode provocar repercussão de grande monta e duradoura entre os funcionários e terceiros dentro da propriedade e repercussão de grande monta com razoável duração na comunidade. adaptados

52 ACEITABILIDADE RISCO (MC) adaptados

53 ACEITABILIDADE RISCO (MC) adaptados

54 AMPLITUDE DA CONSEQUÊNCIA ACEITABILIDADE RISCO (MC) PROBABILIDADE DE OCORRÊNCIA adaptados

55 ACEITABILIDADE RISCO (MC) adaptados

56 ACEITABILIDADE RISCO (MC) CLASSE DENOMINAÇÃO DESCRIÇÃO A Extremamente Remota Teoricamente possível, mas de ocorrência de risco é improvável ao longo da vida útil da instalação. B Remota Ocorrência de risco não esperada ao longo da vida útil da instalação C Improvável Baixa probabilidade de ocorrência do risco ao longo da vida útil da instalação D Provável Provável que ocorra o risco E Freqüente Ocorrência de risco freqüente F Muito freqüente Ocorrência de risco muito freqüente G Rotineira Ocorrência esperada a todo o momento adaptados

57 Determinação do Nível de Aceitabilidade do Risco Conhecendo-se o Nível de Risco, pode-se estimar se o mesmo é aceitável ou não de acordo com um critério previamente estabelecido. A Tabela representa o critério de aceitabilidade do risco que está sendo adoptado para esse trabalho. GRAU DENOMINAÇÃO DESCRIÇÃO 1 DESPREZÍVEL Aceitável 2 MENOR Aceitável, sujeito à melhoria 3 MODERADO Aceitável, esporadicamente 4 CRÍTICO/SÉRIO Não aceitável 5 CATASTRÓFICO Absolutamente, não aceitável adaptados

58 BENEFÍCIOS GERENCIAMENTO RISCO ASPECTO DO TRABALHO O que fazer Para que fazer DESCRIÇÃO Definir claramente o produto esperado do trabalho e suas características de qualidade Definir o objetivo a ser alcançado com o produto realizado Com que fazer Com quem fazer Como fazer Definir claramente os recursos materiais necessários e quantidades Definir as pessoas que devem executar as atividades Definir o processo e os procedimentos a serem utilizados Quando fazer Onde fazer Definir o período de execução Definir o local da execução, incluindo as atividades auxiliares

59 Hierarquia de medidas preventivas/corretivas Eliminação As medidas dessa categoria são as mais eficazes porque, absolutamente, elas eliminam totalmente o risco. É o caso, por exemplo, da substituição de um produto tóxico por outro não tóxico. Sempre que possível essas medidas devem ser tomadas prioritariamente. Minimização As medidas não eliminam, mas minimizam o risco a um nível aceitável através da diminuição da probabilidade de ocorrência ou da amplitude da consequência. O EPI Equipamento de Proteção Individual é um exemplo de minimização da amplitude da consequência do risco. Sabe-se que o uso de óculos de segurança não impede o acidente, ou seja, não impede o lançamento do objeto, porém, pode evitar que esse objeto venha o ferir o olho. Por outro lado, a implantação de um Sistema Operacional Redundante/Prova Falhas é uma medida que minimiza o risco através da diminuição da probabilidade da ocorrência. Enclausuramento O risco é enclausurado, ou seja, circunscrito a um ponto ou região que não causa danos. É o caso de proteção das partes móveis das máquinas. Isolamento O risco é isolado, ou seja, é colocado em um lugar de acesso restrito. É o caso, por exemplo, da instalação do parque de tanques afastado da área produtiva, com acesso limitado a apenas algumas pessoas autorizadas.

60 BENEFÍCIOS GERENCIAMENTO RISCO Fator Empresa Benefícios - Redução de riscos de: Perda de imagem e reputação, perda de mercado, responsabilidade civil, queixas e reclamações trabalhistas e de clientes - Redução de custos: Por paralisações e processo investigatórios, por baixa produtividade devido a exposição a agentes de riscos, por substituição de funcionários devido a acidentes, melhoria da produção e competitividade, maior satisfação dos clientes, manutenção de boas relações com sindicatos de trabalhadores, Funcionários Clientes Maior integração entre os setores da empresa, menor probabilidade de acidentes do trabalho e doenças ocupacionais, maiores oportunidades de treinamentos e qualificação, melhores condições para acompanhar e controlar processos, melhoria da qualidade e da competitividade, gerando reconhecimento e recompensas. - Redução de riscos de: Acidentes e danos à saúde, insatisfação com os desempenhos de SST, indisponibilidade do bem ou serviço adquirido. - Redução de custos de paralisação e de ações para solucionar problemas. - Maior confiança e satisfação em relação aos processos desenvolvidos pela empresa. Meio Ambiente e Sociedade - Redução de riscos de acidentes ambientais. - Atividade empresarial em condições competitivas no mercado nacional e internacional, gerando o desenvolvimento da região que será traduzido em benefícios para a sociedade.

61 IMPACTOS ( CAUSA EFEITO): RISCO MEIO FÍSICO IMPACTO CAUSA EFEITO Atmosfera/Clima - Emissão de gases e partículas, que são geradas no setores F e M despejadas na atmosfera; - Próximo a centros urbanos e patrimônio monumental - Impacto na qualidade do ar principalmente na região onde se localiza o empreendimento; - Desconforto a população e poluição sonora Água Solo/Subsolo - Compostos químicos que são despejados no esgoto sanitário gerados no setor E, que tem como composição química o poliéster, estireno, acrilatos, estereato de cálcio, fibra de vidro e alumínio tri hidratado - Químicos e físicos, gerado por cada processo de produção no qual o resíduo final tem como caracterização borra metálica (Óxido de Zn e Sinterizados), onde são despejados no lixão do Município - Comprometimento da qualidade e classe do corpo hídrico, causando morte ou dano a fauna e flora aquática. - Pode causar impacto na dinâmica do solo e subsolo, alteração das propriedades do solo e comprometimento do aqüífero, já que tem a possibilidade de ocorrer o assoreamento nos corpos hídricos, ocorrendo à morte ou dano a fauna e flora.

62 IMPACTOS ( CAUSA EFEITO) RISCO MEIO FÍSICO IMPACTO CAUSA EFEITO MEIO BIÓTICO Flora e Fauna - Lançamento de gases e partículas na atmosfera - Despejo de rejeitos nos corpos hídricos - Alteração na qualidade do ar, consequentemente ocorre certo impacto na flora e fauna principalmente da região -Comprometimento da qualidade e classe do corpo hídrico, causando morte ou dano a flora e fauna aquática. ECONÔMICO Positivo - Desenvolvimento econômico da cidade e região - Aumento da fonte de renda, - Geração de emprego, bens e serviços - Arrecadação de impostos ANTRÓPICO Impacto positivo Impacto negativo - Desenvolvimento econômico da cidade e região - Próximo a centros urbanos e patrimônio monumental - Geração de emprego, bens e serviços contribuindo para toda sociedade local - Pode causa impacto negativo devido o empreendimento ser próximo ao centro urbano, e patrimônio monumental, resultando em desconforto a população e impacto visual

63 GRAU RISCO ( CNAE) GRUPO CÓDIGO DENOMINAÇÃO GRAU DE RISCO C Fabricação de material elétrico para instalações em circuitos de consumo 3 Fonte: Norma Regulamentadora n 04 Ministério do Trabalho e Emprego

64 AVALIAÇÃO DE RISCO - EXEMPLO Área Administrativa Setor Risco Probabilidade de ocorrência Magnitude do Evento Magnitude das Conseqüências Aceitabilidade Administrativo Físico Rotineira (G) Marginal Marginal - Classe II Ergonômico Provável (D) Marginal Marginal Classe II 3 - Moderado Aceitável atenção 1 - Desprezível Aceitável Acidental Provável (D) Crítica Crítica Classe III 2 Menor Aceitável sujeito a melhoria Área Operacional Setor : 1 Físico Rotineira (G) Marginal Marginal Classe II 3 Moderado Aceitável atenção Ergonômico Provável (D) Marginal Marginal Classe II 1 - Desprezível Aceitável Acidental Provável (D) Crítica Crítica Classe III 2 Menor Aceitável sujeito a melhoria Fonte: Neto (2010), adaptado - Projeto de Manual de Riscos n 01/01 FEPAM

65 AVALIAÇÃO DE RISCO - EXEMPLO PROBABILIDADE DE OCORRÊNCIA CLASSE RISCO SUB TOTAL D Provável II Ergonômico 14 D - Provável III Acidental 14 G - Rotineira II Físico 14 G - rotineira III Químico 5 TOTAL 47 Riscos no empreendimento Fonte: Neto (2010), adaptado - Projeto de Manual de Riscos n 01/01 FEPAM

66 AVALIAÇÃO DE RISCO - EXEMPLO Masc. maior 18 Masc. menor 18 PROCEDIMENTOS DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Área Administrativa Colaboradores envolvidos Fem. maior 18 Fem. menor Ambiente de trabalho Piso de cerâmica, paredes de alvenaria na cor branca, iluminação e ventilação natural através de portas e janelas, iluminação artificial através de lâmpadas fluorescentes Riscos/ controle de inibição Riscos Físico Ergonômico Acidental Iluminação fora dos padrões de nível mínimo recomendado Proposta de controle de inibição Utilizar os devidos EPI s, exames audiométricos, limite de tempo de exposição, rodízio de colaboradores, manutenção das maquinas e equipamentos Utilizar os devidos EPI s, limite de tempo de exposição, rodízio de colaboradores, cadeiras que promove maior descanso e menor exigência de má postura Utilizar os devido EPI s, manter em dia a manutenção de máquinas e equipamentos, e armazenamento adequado de produtos. Substituir o Ponto de iluminação 02, 03, 04, 05, 07, 08, 09, 10 e 11, manter-se sempre atualizado a avaliação ambiental da iluminação Fonte: Neto (2010), adaptado - Projeto de Manual de Riscos n 01/01 FEPAM

67 MAPA RISCO AMBIENTAL - EXEMPLO

68 MAPA RISCO AMBIENTAL - EXEMPLO Nome e logotipo da empresa: IFSM MAPA DE RISCOS CIPA - Gestão /2013 Nome do Setor: Empreendimento LEGENDA: CORES TAMANHO DOS CIRCULOS INDICA RISCOS FÍSICOS INDICA RISCO PEQUENO INDICA RISCOS QUÍMICOS INDICA RISCOS BIOLÓGICOS INDICA RISCO MÉDIO INDICA RISCOS ERGONÔMICOS INDICA RISCOS DE ACIDENTES INDICA RISCO GRANDE Os números dentro dos círculos indicam quantos funcionários estão expostos ao risco.

69 MAPA RISCO AMBIENTAL - EXEMPLO

70 MAPA RISCO AMBIENTAL - EXEMPLO

71 MAPA RISCO AMBIENTAL - EXEMPLO MAPEAMENTO DE RISCOS AMBIENTAIS Port. Nº 3214, de 08/06/78, NR.5 - CIPA Local: Todo o empreendimento Físicos: Ruído, Frio, Calor, Pressões Anormais, Vibrações, Umidade, Radiações Ionizantes e Não Ionizantes G H I J L Químicos: Neblinas, Fumos, Gases, Névoas Poeiras, Vapores, Subst. Compostas e Produtos Químicos em Geral Biológicos: Bactérias, Vírus, Fungos, Bacilos, Parasitas, Protozoários Ergonômico: Esforço físico intenso, exigência de postura inadequada, imposição de ritmos excessivos, jornada de trabalho prolongada, monotonia e repetitividade, controle rígido de produtividade, levantamento e transporte manual de peso, outras situações causadora de stress físico e/ou psicológico D C E O F WC WC N M Escritório Escritório Acidentes: Arranjo físico inadequado, máquinas e equipamentos inadequados, ferramentas defeituosas e inadequadas, eletricidade, iluminação inadequada, probabilidade de incêndio ou explosão, animais peçonhentos, armazenamento inadequado e outras situações de risco que poderão contribuir para a ocorrência de acidentes. B Indicada da CIPA Indicado da CIPA A Proprietário Recepção

72 MAPA RISCO AMBIENTAL - EXEMPLO

73 LISTA DE VERIRICAÇÃO AUDITORIA - EXEMPLO LISTA DE VERIFICAÇÃO DE AUDITORIA INTERNA Setor Auditado Departamento/setor(2) Documento e/ ou processo de trabalho (3) Item De scr içã o Conforme (processo trabalho) (5) (6) (7) (8) (9) Evidencia Objetiva Data: (1) Período (4) Auditor Interno (10) Setor Auditado (11) Data: Visto Data: Visto

74 RELATÓRIO AUDITORIA - EXEMPLO RELATÓRIO DE AUDITORIAS INTERNAS Período (1) Folha: (2) Equipe Auditora: (3) Data: (5) Setor Auditado: (4) RELATÓRIO (6) OBSERVAÇÃO: (7) NUMERAÇÃO DO SAC (solicitação ação corretiva) OU SAP (solicitação ação preventiva): (8) Equipe Auditora (9) Coordenador de Auditoria (10) Data: Visto Data: Visto

ANÁLISE DE RISCO AMBIENTAL

ANÁLISE DE RISCO AMBIENTAL ANÁLISE DE RISCO AMBIENTAL ANÁLISE DE RISCO Artigo 225 Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder

Leia mais

ANÁLISE DE RISCO AMBIENTAL

ANÁLISE DE RISCO AMBIENTAL ANÁLISE DE RISCO AMBIENTAL Wanderley Feliciano Filho CRQ IV- Novembro/ 006 Conceito Constituicional Artigo Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial

Leia mais

Riscos Ambientais. Riscos Ambientais

Riscos Ambientais. Riscos Ambientais Riscos Ambientais Riscos Ambientais São os agentes, elementos ou substâncias presentes nos locais de trabalho. A exposição dos trabalhadores a estes agentes pode causar acidentes com lesões ou danos à

Leia mais

Grupo 1. Grupo 2. Poeiras minerais Ex.: sílica, asbesto, carvão, minerais Poeiras vegetais Ex.: algodão, bagaço de cana-de-açúcar

Grupo 1. Grupo 2. Poeiras minerais Ex.: sílica, asbesto, carvão, minerais Poeiras vegetais Ex.: algodão, bagaço de cana-de-açúcar Zelãene dos Santos SEGURANÇA NO TRABALHO E MEIO AMBIENTE NR-9 - RISCOS AMBIENTAIS (Atual: Programa de Controle Médico de Saúde Ambientais PPRA) Ambientais Consideram-se riscos ambientais os agentes químicos,

Leia mais

CONCEITO DIVISÃO LABORAIS RISCOS CARACTERÍSTICA COR TIPOLOGIA DE RISCOS 16/03/2012. Riscos Operacionais. Riscos Ambientais

CONCEITO DIVISÃO LABORAIS RISCOS CARACTERÍSTICA COR TIPOLOGIA DE RISCOS 16/03/2012. Riscos Operacionais. Riscos Ambientais RISCOS LABORAIS São agentes presentes nos ambientes de trabalho, decorrentes de precárias condições que, se não forem detectados e eliminados a tempo, provocam os Acidentes de Trabalho e as Doenças Ocupacionais.

Leia mais

MAPA DE RISCO. Anexo XIV Mapa de Risco

MAPA DE RISCO. Anexo XIV Mapa de Risco MAPA DE RISCO O QUE É? Mapa de Risco é uma representação gráfica de um conjunto de fatores presentes nos locais de trabalho (sobre a planta baixa da empresa, podendo ser completo ou setorial), capazes

Leia mais

Copyright Proibida Reprodução. Prof. Éder Clementino dos Santos

Copyright Proibida Reprodução. Prof. Éder Clementino dos Santos NR 9 PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE S AMBIENTAIS Importância PPRA O PPRA é parte integrante do conjunto mais amplo das iniciativas da empresa no campo da preservação da saúde e da integridade dos trabalhadores;

Leia mais

PROCEDIMENTO GERAL. Identificação e Avaliação de Perigos e Riscos de SST

PROCEDIMENTO GERAL. Identificação e Avaliação de Perigos e Riscos de SST PÁG. 1/8 1. OBJETIVO Definir a sistemática para identificação contínua de perigos, avaliação de riscos de e determinação de medidas de controle para redução dos riscos de, seguindo a hierarquia: eliminação,

Leia mais

TIPOS DE RISCOS. Riscos Físicos Riscos Químicos Riscos Biológicos Riscos Ergonómicos Riscos de Acidentes

TIPOS DE RISCOS. Riscos Físicos Riscos Químicos Riscos Biológicos Riscos Ergonómicos Riscos de Acidentes RISCO Consideram-se Risco de Trabalho todas as situações, reais ou potenciais, suscetíveis de a curto, médio ou longo prazo, causarem lesões aos trabalhadores ou à comunidade, em resultado do trabalho.

Leia mais

Segurança a e Saúde no Trabalho

Segurança a e Saúde no Trabalho Metodologia de inspeção nos locais de trabalho: Portaria No. 5 do DSST de 17/08/92 Portaria No. 25 da SSST de 29/12/1992 Etapas de planejamento 1o. Conhecer os trabalhos anteriores 2o. Levantar a Planta

Leia mais

CIPA COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES

CIPA COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES CIPA COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES C1 OBJETIVOS DA CIPA Prevenção de Doenças e Acidentes de Trabalho, mediante o controle dos Riscos presentes: no ambiente nas condições e na organização do

Leia mais

PPRA / NR 9 PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS

PPRA / NR 9 PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS PPRA / NR 9 PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS SETEMBRO / 2005 SANTA MARIA - RS Avenida. Medianeira 1900, Centro Santa Maria/ RS, CEP 97060-002- Fone (55) 3027 8911 Sumário 1 INTRODUÇÃO... 3 2

Leia mais

MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO SECRETARIA DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO

MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO SECRETARIA DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO SECRETARIA DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO PORTARIA N.º 25, DE 29 DE DEZEMBRO DE 1994 (*) (DOU de 30/12/94 Seção 1 págs 21.280 a 21.282) (Republicada em 15/12/95 Seção

Leia mais

Pelo exercício do Trabalho. A serviço da Empresa. Lesão Corporal Perturbação Funcional Redução da Capacidade e/ou Morte. Temporária ou Permanente

Pelo exercício do Trabalho. A serviço da Empresa. Lesão Corporal Perturbação Funcional Redução da Capacidade e/ou Morte. Temporária ou Permanente ACIDENTE DO TRABALHO CONCEITO LEGAL Pelo exercício do Trabalho. A serviço da Empresa. PROVOCANDO Lesão Corporal Perturbação Funcional Redução da Capacidade e/ou Morte Temporária ou Permanente ACIDENTE

Leia mais

Noções de Segurança e Higiene do Trabalho

Noções de Segurança e Higiene do Trabalho Noções de Segurança e Higiene do Trabalho Sinópse Generalidades. Antecedentes Históricos. Conceitos Básicos: - Acidente do Trabalho; - Atividades e Operações Insalúbres; - Riscos Ocupacionais; - Equipamentos

Leia mais

CIPA GESTÃO 2013/2014

CIPA GESTÃO 2013/2014 HOSPITAL SÃO PAULO-SPDM Mapa de Risco da Empresa: Questionário auxiliar para elaboração do Mapa de Riscos Mapa de Risco é uma representação gráfica de um conjunto de fatores presentes nos locais de trabalho,

Leia mais

ANEXO VII: NR 9 - PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS (109.000-3)

ANEXO VII: NR 9 - PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS (109.000-3) ANEXO VII: NR 9 - PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS (109.000-3) NR 9 - PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS (109.000-3) 9.1. Do objeto e campo de aplicação. 9.1.1. Esta Norma Regulamentadora

Leia mais

APOSENTADORIA ESPECIAL

APOSENTADORIA ESPECIAL FUNDAMENTO LEGAL Artigo 201, 1º, CF/88 Artigo 57 e 58 da Lei 8213/91 Artigo 64 a 70, do Decreto 3048/99 Artigo 246 a 299 da IN 77/2015 CONCEITO É o benefício previdenciário devido ao segurado que tenha

Leia mais

Riscos Ambientais MAPA DE RISCOS

Riscos Ambientais MAPA DE RISCOS Riscos Ambientais MAPA DE RISCOS MAPA DE RISCOS Previsto na NR 5. 5.16 A CIPA terá por atribuição: a) identificar os riscos do processo de trabalho, e elaborar o mapa de riscos, com a participação do maior

Leia mais

PORTARIA Nº 25, DE 29.12.94, DO SECRETÁRIO DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO DOU DE 30.12.94, REPUBLICADA NO DE 15.02.95

PORTARIA Nº 25, DE 29.12.94, DO SECRETÁRIO DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO DOU DE 30.12.94, REPUBLICADA NO DE 15.02.95 PORTARIA Nº 25, DE 29.12.94, DO SECRETÁRIO DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO DOU DE 30.12.94, REPUBLICADA NO DE 15.02.95 Norma Regulamentadora NR 9 Riscos ambientais Nova redação Programa de Prevenção de

Leia mais

MAPA DE RISCOS COMSAT

MAPA DE RISCOS COMSAT MAPA DE RISCOS COMSAT Comissão de Saúde do Trabalhador 1 - Cores usadas no Mapa de Risco e Tabela de Gravidade GRUPO 1: VERDE GRUPO 2: VERMELHO GRUPO 3: MARROM GRUPO 4: AMARELO GRUPO 5: AZUL Riscos Físicos

Leia mais

Aprovadas pela Portaria 3214 de 08/06/1978. Revogadas NR rurais em 15/04/2008

Aprovadas pela Portaria 3214 de 08/06/1978. Revogadas NR rurais em 15/04/2008 Ministério Trabalho e Emprego -CLT Aprovadas pela Portaria 3214 de 08/06/1978 36 NR (última( (19/04/2013 Segurança e Saúde no Trabalho em Empresas de Abate e Processamento de Carnes e Derivados) Revogadas

Leia mais

PPRA E PCMSO EXIGÊNCIAS E COMPATIBILIDADES. Elizabeth Sadeck Burlamaqui 09.01.2015

PPRA E PCMSO EXIGÊNCIAS E COMPATIBILIDADES. Elizabeth Sadeck Burlamaqui 09.01.2015 EXIGÊNCIAS E COMPATIBILIDADES PCMSO (NR-7) estabelece que o programa deverá ser desenvolvido sob a responsabilidade de um médico coordenador (OBRIGATORIAMENTE MT, podendo este repassar responsabilidades

Leia mais

16/ 02 /2008 15/ 02 /2009

16/ 02 /2008 15/ 02 /2009 VIGÊNCIA: 1 ANO EMPRESA: Virtual Machine Data da Elaboração Data de Vencimento 16/ 02 /2008 15/ 02 /2009 CARACTERIZAÇÃO DA EMPRESA Razão Social: Virtual Machine ME CNPJ: 08.693.563/0001.14 CNAE: 4751200

Leia mais

MAPA DE RISCO. Risco Químico Leve. Risco Químico Médio. Risco Químico Elevado. Risco Ergonômico Leve. Risco Ergonômico Médio. Risco Ergonômico Elevado

MAPA DE RISCO. Risco Químico Leve. Risco Químico Médio. Risco Químico Elevado. Risco Ergonômico Leve. Risco Ergonômico Médio. Risco Ergonômico Elevado MAPA DE RISCO Mapa de Risco é uma representação gráfica de um conjunto de fatores presentes nos locais de trabalho, capazes de acarretar prejuízos à saúde dos trabalhadores: acidentes e doenças de trabalho.

Leia mais

GR ASSESSORIA LTDA. Engenharia de Segurança do Trabalho e Medicina do Trabalho. Fones 3274.7841 / 3091.0306 / 3257.4685 / 87578392 / 8778.

GR ASSESSORIA LTDA. Engenharia de Segurança do Trabalho e Medicina do Trabalho. Fones 3274.7841 / 3091.0306 / 3257.4685 / 87578392 / 8778. GR ASSESSORIA LTDA Engenharia de Segurança do Trabalho e Medicina do Trabalho Fones 3274.7841 / 3091.0306 / 3257.4685 / 87578392 / 8778.4561 PCMSO Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional PPRA Programa

Leia mais

MANUAL DE ELABORAÇÃO MAPA DE RISCOS

MANUAL DE ELABORAÇÃO MAPA DE RISCOS MANUAL DE ELABORAÇÃO MAPA DE RISCOS da Superintendência Central de Recursos Humanos www.segplan.go.gov.br Rua Dr. Olinto Manso Pereira, 45, Setor Sul Goiânia - GO CEP 74083-105 - Fone: (62) 32016824 ÍNDICE

Leia mais

PROCEDIMENTOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO PARA OS LABORATÓRIOS DE PESQUISA DO CBPF

PROCEDIMENTOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO PARA OS LABORATÓRIOS DE PESQUISA DO CBPF PROCEDIMENTOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO PARA OS LABORATÓRIOS DE PESQUISA DO CBPF MÓDULO 1: Acidentes de Trabalho e Riscos Ambientais Serviço Especializado em Engenharia de Segurança do Trabalho do CBPF

Leia mais

Módulo 2. Elaboração do PPRA; Documento Base; Ferramentas para Elaboração; 1º, 2º e 3º Fases de elaboração.

Módulo 2. Elaboração do PPRA; Documento Base; Ferramentas para Elaboração; 1º, 2º e 3º Fases de elaboração. Módulo 2 Elaboração do PPRA; Documento Base; Ferramentas para Elaboração; 1º, 2º e 3º Fases de elaboração. Elaboração do PPRA Para iniciarmos a elaboração do PPRA - Programa de Prevenção de Riscos Ambientais

Leia mais

A GESTÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO UMA NOVA ABORDAGEM DE GESTÃO

A GESTÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO UMA NOVA ABORDAGEM DE GESTÃO por A GESTÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO UMA NOVA ABORDAGEM DE GESTÃO por Resolução do Conselho 2002/C161/01 Nova Estratégia Comunitária de Saúde e Segurança (2002 2006) Redução dos Acidentes de Trabalho

Leia mais

Riscos à Saúde dos Trabalhadores na Operação Portuária. Antônio Carlos Garcia Júnior Pesquisador da Fundacentro antonio.garcia@fundacentro.gov.

Riscos à Saúde dos Trabalhadores na Operação Portuária. Antônio Carlos Garcia Júnior Pesquisador da Fundacentro antonio.garcia@fundacentro.gov. Riscos à Saúde dos Trabalhadores na Operação Portuária Antônio Carlos Garcia Júnior Pesquisador da Fundacentro antonio.garcia@fundacentro.gov.br Marco Teórico O campo de estudo da Saúde do Trabalhador

Leia mais

PPRA Programa de Prevenção de Riscos Ambientais ECOMAX SERVICOS AMBIENTAIS LTDA.

PPRA Programa de Prevenção de Riscos Ambientais ECOMAX SERVICOS AMBIENTAIS LTDA. PPRA Programa de Prevenção de Riscos Ambientais ECOMAX SERVICOS AMBIENTAIS LTDA. 15/10/2012 Vigência do PPRA Identificação Empresa ECOMAX SERVICOS AMBIENTAIS LTDA. Endereço Rua dos Ciclames, 802 Cep Cidade

Leia mais

NR 9 PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS

NR 9 PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS NR 9 PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS Transcrito pela Nutri Safety * O SECRETÁRIO DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO no uso de suas atribuições legais, e CONSIDERANDO o disposto nos artigos 155

Leia mais

ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO UFMG P C M A T PROGRAMA DE CONDIÇÕES E MEIO AMBIENTE DE TRABALHO NA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO

ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO UFMG P C M A T PROGRAMA DE CONDIÇÕES E MEIO AMBIENTE DE TRABALHO NA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO UFMG P C M A T PROGRAMA DE CONDIÇÕES E MEIO AMBIENTE DE TRABALHO NA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO O PROGRAMA É UM DOCUMENTO TÉCNICO - LEGAL PODER CONSTITUINTE DE DIREITO; DECIFRADOR DE DÚVIDAS MATERIAIS; DESCOMPASSO

Leia mais

Riscos e Impactos. 2 - ESCOPO Este procedimento se aplica a todas as áreas de atuação da SMART EXPRESS, inclusive quando em serviços externos.

Riscos e Impactos. 2 - ESCOPO Este procedimento se aplica a todas as áreas de atuação da SMART EXPRESS, inclusive quando em serviços externos. 1 - OBJETIVO Este procedimento tem por finalidade definir a metodologia e os critérios utilizados para identificação e avaliação dos riscos ocupacionais e impactos ambientais na SMART EXPRESS. 2 - ESCOPO

Leia mais

INSTRUÇÕES BÁSICAS P ARA A ELABORAÇÃO DE MAPA DE RISCOS. Dilaine RS Schneider SESMT/UNICAMP. Maurício Gervanutti SESMT/UNICAMP

INSTRUÇÕES BÁSICAS P ARA A ELABORAÇÃO DE MAPA DE RISCOS. Dilaine RS Schneider SESMT/UNICAMP. Maurício Gervanutti SESMT/UNICAMP INSTRUÇÕES BÁSICAS P ARA A ELABORAÇÃO DE MAPA DE RISCOS Dilaine RS Schneider SESMT/UNICAMP Maurício Gervanutti SESMT/UNICAMP 2014 1. INTRODUÇÃO Com o decorrer do tempo e os avanços tecnológicos tornando

Leia mais

Data de Vigência: Página 1 de 9

Data de Vigência: Página 1 de 9 Data de Vigência: Página 1 de 9 1- Objetivo: Realizar os exames admissionais, periódicos, demissionais e de retorno ao trabalho respeitando os critérios estabelecidos na NR 7. 2- Aplicação: Este procedimento

Leia mais

Conceitos básicos em Medicina e Segurança do Trabalho

Conceitos básicos em Medicina e Segurança do Trabalho Conceitos básicos em Medicina e Segurança do Trabalho A Consolidação das Leis do Trabalho foi aprovada pelo decreto-lei nº 5.452, de 1º de maio de l.943. Em seu art. 1º a Consolidação estatui as normas

Leia mais

Seminário CBCS Inauguração do Comitê Temático Gerenciamento de Riscos Ambientais Riscos no Ambiente de Trabalho no Setor de Construção Civil Elisabete Poiani Delboni HISTÓRICO DA CONSTRUÇÃO Construção

Leia mais

12 - GERENCIAMENTO DE RISCOS

12 - GERENCIAMENTO DE RISCOS Módulo II STH - SEGURANÇA E HIGIENE DO TRABALHO 12 - GERENCIAMENTO DE RISCOS BASES TÉCNICAS PARA O CONTROLE DOS FATORES DE RISCO E A MELHORIA DOS AMBIENTES E CONDIÇÕES DE TRABALHO A eliminação ou a redução

Leia mais

SEGURANÇA DO TRABALHO

SEGURANÇA DO TRABALHO GESTÃO DE PESSOAS EM UAN / UPR SEGURANÇA DO TRABALHO Profª Celeste Viana TREINAMENTO FUNDAMENTAÇÃO LEGAL Portaria 3.214/78, NR nº9, subítem 9.5.2: Os empregadores deverão informar aos trabalhadores, de

Leia mais

NR- 9 PPRA Programa de Prevenção de Riscos Ambientais

NR- 9 PPRA Programa de Prevenção de Riscos Ambientais Instituto Superior de Tecnologia de Paracambi NR- 9 PPRA Programa de Prevenção de Riscos Ambientais Curso:Tecnólogo em Gestão Ambiental Professora: Raquel Simas Pereira Teixeira PPRA PADRÃO PARA ELABORAÇÃO

Leia mais

INSPEÇÃO DE SEGURANÇA

INSPEÇÃO DE SEGURANÇA INSPEÇÃO DE SEGURANÇA Grupo 01 Riscos Físicos 01. Existe ruído constante no setor? 02. Existe ruído intermitente no setor? 03. Indique os equipamentos mais ruidosos: 04. Os funcionários utilizam Proteção

Leia mais

Segurança do Trabalho no Canteiro de Obras PARTE 2

Segurança do Trabalho no Canteiro de Obras PARTE 2 Segurança do Trabalho no Canteiro de Obras PARTE 2 Equipamento de Proteção Coletiva (EPC): 2 Áreas vazadas: Equipamento de Proteção Coletiva (EPC) 18.13.1. É obrigatória a instalação de proteção coletiva

Leia mais

SEGURANÇA DO TRABALHO: Aplicações ao Servidor Público do DER

SEGURANÇA DO TRABALHO: Aplicações ao Servidor Público do DER DEPARTAMENTO DE ESTRADAS DE RODAGEM DIRETORIA ADMINISTRATIVO FINANCEIRA COORDENADORIA DE RECURSOS HUMANOS Gerência de Segurança Ocupacional SEGURANÇA DO TRABALHO: Aplicações ao Servidor Público do DER

Leia mais

1.1 Segurança do trabalho

1.1 Segurança do trabalho 1.1 Segurança do trabalho A Segurança do Trabalho pode ser entendida como o conjunto de medidas adotadas, visando minimizar os acidentes de trabalho, doenças ocupacionais, bem como proteger a integridade

Leia mais

SESMT SERVIÇOS ESPECIALIZADOS EM ENGENHARIA DE SEGURANÇA E EM MEDICINA DO TRABALHO.

SESMT SERVIÇOS ESPECIALIZADOS EM ENGENHARIA DE SEGURANÇA E EM MEDICINA DO TRABALHO. EMPRESA Conforme o Art. 157 da CLT - Consolidação das Leis Trabalhistas Cabe às empresas: Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho; Instruir os empregados, através de ordens

Leia mais

SGA. Introdução. Qualidade SGA ISO 14001. SGA por Níveis. Sistemas. Integrados. Sistemas. Sustentáveis. Casos. Prática SGA. Introdução.

SGA. Introdução. Qualidade SGA ISO 14001. SGA por Níveis. Sistemas. Integrados. Sistemas. Sustentáveis. Casos. Prática SGA. Introdução. por A GESTÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO UMA NOVA ABORDAGEM DE GESTÃO por Legislação aplicada no âmbito de S.H.S.T. Prescrições mínimas de segurança e saúde sobre os componentes materiais do Trabalho

Leia mais

SAÚDE E SEGURANÇA DO TRABALHO

SAÚDE E SEGURANÇA DO TRABALHO SAÚDE E SEGURANÇA DO TRABALHO UNESP-2014 DANIELLE VARGAS E-mail:danielle@franca.unesp.br COSTSA Grupo de Segurança e Sustentabilidade Ambiental -7 (sete) TST -1 engenheiro de Segurança -1 engenheiro eletricista

Leia mais

Aplicar os princípios de ergonomia na realização do trabalho;

Aplicar os princípios de ergonomia na realização do trabalho; Curso: Técnico de Segurança do Trabalho Curso Reconhecido pelo MEC: PORTARIA N 959/2007 Apresentação: O curso de Técnico de Segurança do Trabalho da Conhecer Escola Técnica é reconhecido pela excelência

Leia mais

PROVA ESPECÍFICA Cargo 22

PROVA ESPECÍFICA Cargo 22 13 PROVA ESPECÍFICA Cargo 22 QUESTÃO 31 Os Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho, obedecendo ao Quadro II da NR- 4, subitem 4.4, com redação dada pela Portaria nº

Leia mais

COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES

COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES C.I.P.A. COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES CURSO DE FORMAÇÃO DE CIPEIROS ÍNDICE PÁGINA INTRODUÇÃO 002 RISCOS AMBIENTAIS 003 MAPA DE RISCOS 004 ACIDENTE DO TRABALHO 006 CAUSAS DOS ACIDENTES 007

Leia mais

Curso Técnico Segurança do Trabalho. Higiene, Análise de Riscos e Condições de Trabalho MÄdulo 5 Programa PrevenÇÉo Riscos Ambientais (VisÉo Geral)

Curso Técnico Segurança do Trabalho. Higiene, Análise de Riscos e Condições de Trabalho MÄdulo 5 Programa PrevenÇÉo Riscos Ambientais (VisÉo Geral) Curso Técnico Segurança do Trabalho Higiene, Análise de Riscos e Condições de Trabalho MÄdulo 5 Programa PrevenÇÉo Riscos Ambientais (VisÉo Geral) Esta Norma Regulamentadora - NR estabelece a obrigatoriedade

Leia mais

GLOSSÁRIO: - MEIO URBANO; - UNIDADES DE CONSERVAÇÃO AMBIENTAL; - RISCOS AMBIENTAIS; - IMPACTO SIGNIFICATIVO.

GLOSSÁRIO: - MEIO URBANO; - UNIDADES DE CONSERVAÇÃO AMBIENTAL; - RISCOS AMBIENTAIS; - IMPACTO SIGNIFICATIVO. FUNDAÇÃO EDUCACIONAL SERRA DOS ÓRGÃOS CENTRO DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA DISCIPLINA: NAI PROFESSORA: Drª CÁTIA FARIAS GLOSSÁRIO: - MEIO URBANO; - UNIDADES DE CONSERVAÇÃO AMBIENTAL; - RISCOS AMBIENTAIS; -

Leia mais

PPRA PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS COOPERCON COOPERATIVA DO TRABALHO MÉDICO DE CONTAGEM

PPRA PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS COOPERCON COOPERATIVA DO TRABALHO MÉDICO DE CONTAGEM PPRA PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS COOPERCON COOPERATIVA DO TRABALHO MÉDICO DE CONTAGEM PAC SÃO JOSÉ ANO BASE: MAIO 2016 / MAIO 2017 1- PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS 1. INTRODUÇÃO

Leia mais

NORMAS REGULAMENTADORAS - NR ABAIXO ESTÃO AS NORMAS REGULAMENTADORAS VIGENTES DO MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO

NORMAS REGULAMENTADORAS - NR ABAIXO ESTÃO AS NORMAS REGULAMENTADORAS VIGENTES DO MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO NORMAS REGULAMENTADORAS - NR ABAIXO ESTÃO AS NORMAS REGULAMENTADORAS VIGENTES DO MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO NR 1 - Disposições Gerais As Normas Regulamentadoras são de observância obrigatória por

Leia mais

mapa de risco como ferramenta de prevenção de acidentes e minimização de riscos

mapa de risco como ferramenta de prevenção de acidentes e minimização de riscos mapa de risco como ferramenta de prevenção de acidentes e minimização de riscos abordagens na prevenção de acidentes Retrospectivas Análise dos casos de acidentes já ocorridos Prospectivas Mapas de risco

Leia mais

ANEXO X - ESPECIFICAÇÕES

ANEXO X - ESPECIFICAÇÕES ANEXO X - ESPECIFICAÇÕES 1. JUSTIFICATIVA 1.1. Motivação para a Contratação: A contratação constante do objeto em questão é justificada em virtude do término do atual contrato; da impreterível necessidade

Leia mais

LAUDO 012/2013 SAE C.S. SANTA MARTA. SMS LAUDO PERICIAL DE INSALUBRIDADE/ PERICULOSIDADE N 012/2013 1

LAUDO 012/2013 SAE C.S. SANTA MARTA. SMS LAUDO PERICIAL DE INSALUBRIDADE/ PERICULOSIDADE N 012/2013 1 PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE SECRETARIA MUNICIPAL DA SAÚDE - SMS GERÊNCIA DE SAÚDE DO SERVIDOR MUNICIPAL - GSSM EQUIPE DE PERÍCIA TÉCNICA - EPT LAUDO 012/2013 SAE C.S. SANTA MARTA. SMS LAUDO PERICIAL

Leia mais

ANÁLISE DOS RISCOS AMBIENTAIS EM POSTO DE REVENDA DE COMBUSTÍVEIS

ANÁLISE DOS RISCOS AMBIENTAIS EM POSTO DE REVENDA DE COMBUSTÍVEIS Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 124 ANÁLISE DOS RISCOS AMBIENTAIS EM POSTO DE REVENDA DE COMBUSTÍVEIS Fernando Henrique Camargo Jardim¹ 1 Engenheiro

Leia mais

PREFEITURA DA CIDADE UNIVERSITARIA DIVISÃO DE SERVIÇOS GERAIS SETORES DE ADMINISTRAÇÃO DE PREDIOS E VIGILANCIA.

PREFEITURA DA CIDADE UNIVERSITARIA DIVISÃO DE SERVIÇOS GERAIS SETORES DE ADMINISTRAÇÃO DE PREDIOS E VIGILANCIA. Ministério da Educação Universidade Federal de Santa Maria Pró-Reitoria de Recursos Humanos Coordenadoria de Qualidade de Vida do Servidor PCMSO PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO DE SAÚDE OCUPACIONAL PREFEITURA

Leia mais

MAPAS DE RISCO como ferramentas de prevenção de acidentes e minimização de riscos

MAPAS DE RISCO como ferramentas de prevenção de acidentes e minimização de riscos Universidade Federal de Santa Catarina Departamento de Microbiologia e Parasitologia MAPAS DE RISCO como ferramentas de prevenção de acidentes e minimização de riscos Edmundo C. Grisard & Carlos J. C.

Leia mais

NR 35 - GESTÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO (PROPOSTA DE TEXTO)

NR 35 - GESTÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO (PROPOSTA DE TEXTO) NR 35 - GESTÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO (PROPOSTA DE TEXTO) Objeto, princípios e campo de aplicação 35.1 Esta Norma Regulamentadora - NR estabelece princípios e requisitos para gestão da segurança

Leia mais

e-book PPRA E PCMSO O QUE ISSO TEM A VER COM SEU PROJETO ARQUITETÔNICO OU MOBILIÁRIO? índice express

e-book PPRA E PCMSO O QUE ISSO TEM A VER COM SEU PROJETO ARQUITETÔNICO OU MOBILIÁRIO? índice express e-book PPRA E PCMSO O QUE ISSO TEM A VER COM SEU PROJETO ARQUITETÔNICO OU MOBILIÁRIO? índice express Apresentação 2 PPRA perguntas & respostas 3 PCMSO perguntas & respostas 5 Links Úteis 6 apresentação

Leia mais

- NORMA REGULAMENTADORA Nº 9 PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS

- NORMA REGULAMENTADORA Nº 9 PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS - NORMA REGULAMENTADORA Nº 9 PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS 9.1 - Do Objeto e Campo de Aplicação Item 9.1 da NR 9 alterado pelo art. 1º da Portaria SSST nº 25 - DOU 30/12/1994 - Republicada

Leia mais

HIGIENE E SEGURANÇA NO TRABALHO Segundo a OMS, a verificação de condições de Higiene e Segurança consiste num estado de bem-estar estar físico, mental e social e não somente a ausência de doença e enfermidades.

Leia mais

ANALISE DE ACIDENTES DE DO TRABALHO

ANALISE DE ACIDENTES DE DO TRABALHO ANALISE DE ACIDENTES DE DO TRABALHO ACIDENTE DO TRABALHO Acidente do trabalho é aquele que ocorrer pelo exercício do trabalho a serviço da empresa, provocando lesão corporal, ou perturbação funcional,

Leia mais

COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES

COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES CIPA COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES C1 Objetivo do Curso Levar ao conhecimento do membro da CIPA as principais normas, instruções e rotinas sobre segurança e saúde do trabalho. Definir competências

Leia mais

PPRA PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS COOPERCON COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO E ATIVIDADES AFINS DE MINAS GERAIS

PPRA PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS COOPERCON COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO E ATIVIDADES AFINS DE MINAS GERAIS PPRA PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS COOPERCON COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO E ATIVIDADES AFINS DE MINAS GERAIS SEDE ANO BASE: MAIO 2016 / MAIO 2017 1- PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS

Leia mais

Risco Ocupacional e Saúde dos Médicos

Risco Ocupacional e Saúde dos Médicos Risco Ocupacional e Saúde dos Médicos SAÚDE E SEGURANÇA DO TRABALHADOR Profª Drª Rosa Amélia Andrade Dantas & AMARÁS, POIS, AO SENHOR TEU DEUS DE TODO O TEU CORAÇÃO, E DE TODA A TUA ALMA, E DE TODO O TEU

Leia mais

PPRA Mitos e Verdades Como Elaborar. Prof. Ricardo Henrique de L Silva

PPRA Mitos e Verdades Como Elaborar. Prof. Ricardo Henrique de L Silva Classificação Conceito de Higiene dos riscos Industrial ambientais PPRA Mitos e Verdades Como Elaborar Prof. Ricardo Henrique de L Silva ricardo.henrique@caruaru.ifpe.edu.br O QUE O PPRA? PARA QUE SERVE

Leia mais

Metodologia para classificação de aspectos e riscos ambientais conforme NBR ISO 14001

Metodologia para classificação de aspectos e riscos ambientais conforme NBR ISO 14001 Metodologia para classificação de aspectos e riscos ambientais conforme NBR ISO 14001 Alexsandro da Silva Cardoso (UERJ) asc@csn.com.br Doninzeti Ferreira de Oliveira (UERJ) doninzeti@csn.com.br Edson

Leia mais

QUESTIONÁRIO N.º. 1-Sexo: 3- Nacionalidade: 4-Estado Civil: 5-Grau de ensino (completo): 4 anos de escolaridade 11 anos de escolaridade

QUESTIONÁRIO N.º. 1-Sexo: 3- Nacionalidade: 4-Estado Civil: 5-Grau de ensino (completo): 4 anos de escolaridade 11 anos de escolaridade QUESTIONÁRIO N.º O presente inquérito tem como objectivo registar as opiniões dos trabalhadores que trabalham na Construção Civil, com vista a recolher informações relativamente às condições ambientais

Leia mais

PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCO AMBIENTAL - PPRA NR 09

PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCO AMBIENTAL - PPRA NR 09 PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCO AMBIENTAL - PPRA NR 09 Prof. Me. Vítor Hugo Magalhães Vono Engenheiro de Segurança do Trabalho Lei 6514 de 12/77 Capítulo V da CLT da Segurança e Medicina do Trabalho (art.

Leia mais

Aspectos do Projeto e Planejamento na Gestão Segurança do Trabalho

Aspectos do Projeto e Planejamento na Gestão Segurança do Trabalho Aspectos do Projeto e Planejamento na Gestão Segurança do Trabalho Prof.MSc.Gonçalo Siqueira Santos / SP Segurança no trabalho Qual a sua atividade? Esta frase é uma das mais utilizadas entre os médicos

Leia mais

LEIS ORDINÁRIAS RELACIONADAS A ESTES TEMAS XXII REDUÇÃO DOS RISCOS INERENTES AO TRABALHO POR MEIO DE NORMAS DE SAÚDE, HIGIENE E SEGURANÇA;

LEIS ORDINÁRIAS RELACIONADAS A ESTES TEMAS XXII REDUÇÃO DOS RISCOS INERENTES AO TRABALHO POR MEIO DE NORMAS DE SAÚDE, HIGIENE E SEGURANÇA; . SUPERINTENDENTE: DR. JULIO BRIZZI FCO. GILBERTO BELCHIOR - AFT DISPOSITIVOS CONSTITUCIONAIS/88 RELATIVOS À SAÚDE, HIGIENE E SEGURANÇA ART. 7º - SÃO DIREITOS DOS TRABALHADORES URBANOS E RURAIS, ALÉM DE

Leia mais

Segurança com Pr P odutos o Q u Q ími m cos

Segurança com Pr P odutos o Q u Q ími m cos Segurança com Produtos Químicos Assuntos a serem Abordados 1. Conceitos e Definições; 2. Pré Avaliação do Produto Químico (Compra); 3. Armazenamento de Produto Químico; 4. Resíduo / Licença Ambiental;

Leia mais

Instituto de Tecnologia August Kekulé. COP Comunicação de Progresso

Instituto de Tecnologia August Kekulé. COP Comunicação de Progresso Instituto de Tecnologia August Kekulé COP Comunicação de Progresso Dez/2015 CARTA DE COMPROMISSO Para as partes interessadas: O ITAK Instituto de Tecnologia August Kekulé tem o prazer de comunicar publicamente

Leia mais

FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO

FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO Página: 1 de 5 FISPQ Nº: 037 Data da última revisão: 26/10/2010 Nome do Produto: Betugrout 1) IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do Produto: Betugrout Código do Produto: 026050025. Nome da Empresa:

Leia mais

Técnico de Segurança do Trabalho

Técnico de Segurança do Trabalho SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA Pró-Reitoria de Graduação Diretoria de Processos Seletivos Concurso Público para Técnico-Administrativo em Educação 02

Leia mais

PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS PPRA / NR - 9

PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS PPRA / NR - 9 PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS PPRA / NR - 9 MARÇO/ 2004 SANTA MARIA - RS Rua Barão do Triunfo, 862, Santa Maria/RS - CEP: 97015-070 - Fone/Fax: (55) 222-8151 1 SUMÁRIO 1 Aspectos Gerais...3

Leia mais

Levantamento dos riscos ocupacionais presentes em uma indústria de sorvetes

Levantamento dos riscos ocupacionais presentes em uma indústria de sorvetes Levantamento dos riscos ocupacionais presentes em uma indústria de sorvetes Nívio Batista Santana (UESB) - niviobs@hotmail.com Cristina Xavier dos Santos (UESB) - cris.salinas@bol.com.br Luciano Brito

Leia mais

Cópia Não-Controlada

Cópia Não-Controlada Página 1 de 6 Tipo de Documento Formulário Empresarial - Recursos Humanos Título do Documento Análise Preliminar de Riscos Número e Versão do Documento Fase Elaborado por FE-RH0001 - V.1 Vigente Walnei

Leia mais

LAUDO 007 / 2014 DELIMITAÇÃO DE ATIVIDADES AUXILIAR DE COZINHEIRA / SMED LAUDO PERICIAL DE INSALUBRIDADE E PERICULOSIDADE 1.

LAUDO 007 / 2014 DELIMITAÇÃO DE ATIVIDADES AUXILIAR DE COZINHEIRA / SMED LAUDO PERICIAL DE INSALUBRIDADE E PERICULOSIDADE 1. PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE SECRETARIA MUNICIPAL DA SAÚDE SMS GERÊNCIA DE SAÚDE DO SERVIDOR MUNICIPAL EQUIPE DE PERÍCIA TÉCNICA EPT LAUDO 007 / 2014 DELIMITAÇÃO DE ATIVIDADES AUXILIAR DE COZINHEIRA

Leia mais

ESCOPO DE FORNECIMENTO DOS DOCUMENTOS DO PROJETO 3RFOLLOWGOGREENER Pág. 1 de 6

ESCOPO DE FORNECIMENTO DOS DOCUMENTOS DO PROJETO 3RFOLLOWGOGREENER Pág. 1 de 6 3RFOLLOWGOGREENER Pág. 1 de 6 Projeto N o Data de entrada: 3RFollowGoGreener-001-10-2010 Data de saída: Título do Projeto: Programa 3RFollowGoGreener - Sistema Follow é composto por Modelos de Documentos

Leia mais

Material do curso PPRA EXPERT Apostila do aluno

Material do curso PPRA EXPERT Apostila do aluno PPRA MANUAL PRÁTICO PARA ELABORAÇÃO FORMULÁRIO PARA RECONHECIMENTO DOS RISCOS AMBIENTAIS Material do curso PPRA EXPERT Apostila do aluno RECONHECIMENTO DOS RISCOS AMBIENTAIS Esse Formulário deve ser aplicado

Leia mais

ERGONOMIA: ATIVIDADES QUE COMPROMETEM A SAÚDE DO TRABALHADOR

ERGONOMIA: ATIVIDADES QUE COMPROMETEM A SAÚDE DO TRABALHADOR 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 ERGONOMIA: ATIVIDADES QUE COMPROMETEM A SAÚDE DO TRABALHADOR Danielle Satie Kassada 1 ; Fernando Luis Panin Lopes 2 ; Daiane Ayumi Kassada 3 RESUMO: O

Leia mais

PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS PPRA (NR/9) (PERÍODO: 01/04/2012 À 01/04/ 2013)

PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS PPRA (NR/9) (PERÍODO: 01/04/2012 À 01/04/ 2013) PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS PPRA (NR/9) (PERÍODO: 01/04/2012 À 01/04/ 2013) DEPARTAMENTO MUNICIPAL DE LIMPEZA URBANA PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCO AMBIENTAIS - PPRA Empresa : Departamento

Leia mais

COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES. Venda Proibida - Gratuito

COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES. Venda Proibida - Gratuito COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES C1 OBJETIVOS DA CIPA Prevenção de Doenças e Acidentes de Trabalho, mediante o controle dos Riscos presentes: no ambiente nas condições e na organização do trabalho

Leia mais

Prefeitura Municipal de Passo Fundo

Prefeitura Municipal de Passo Fundo ANEXO I TERMO DE REFERÊNCIA/ESPECIFICAÇÕES BÁSICAS 1. OBJETO 2. OBJETIVO 1.1 Prestação de serviços técnicos especializados em Engenharia de segurança do Trabalho, de modo a elaborar e emitir os Laudos

Leia mais

ALUNO: C I P A C o m i s s ã o I n t e r n a d e P r e v e n ç ã o d e A c i d e n t e s

ALUNO: C I P A C o m i s s ã o I n t e r n a d e P r e v e n ç ã o d e A c i d e n t e s 1 Consultoria e Assessoria em Segurança e Medicina do Trabalho Ltda. Visite nosso site: www.cipamed.com e-mail: cipamed@cipamed.com cipamed@uol.com.br ALUNO: Matriz: Av. Humaitá, 420 - Zona 04 - Maringá

Leia mais

Segurança e Higiene no Trabalho. Volume VI Riscos Químicos Parte 1. Guia Técnico. um Guia Técnico de O Portal da Construção

Segurança e Higiene no Trabalho. Volume VI Riscos Químicos Parte 1. Guia Técnico. um Guia Técnico de O Portal da Construção Guia Técnico Segurança e Higiene no Trabalho Volume VI Riscos Químicos Parte 1 um Guia Técnico de Março de 2008 Copyright, todos os direitos reservados. Este Guia Técnico não pode ser reproduzido ou distribuído

Leia mais

PPRA. PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS -Portaria 3.214 de 1978 NR 09 - (Documento Base)

PPRA. PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS -Portaria 3.214 de 1978 NR 09 - (Documento Base) PPRA PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS -Portaria 3.214 de 1978 NR 09 - (Documento Base) Santa Maria RS Outubro de 2013 á Outubro 2014 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO... 3 2. CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES...

Leia mais

GERENCIAMENTO DE MODIFICAÇÕES

GERENCIAMENTO DE MODIFICAÇÕES GERENCIAMENTO DE MODIFICAÇÕES 1. OBJETIVO O Gerenciamento de Modificações consiste em prover um procedimento ordenado e sistemático de análise dos possíveis riscos introduzidos por modificações, de identificação

Leia mais

PPRA Programa de Prevenção de Riscos Ambientais Documento Base

PPRA Programa de Prevenção de Riscos Ambientais Documento Base PPRA Programa de Prevenção de Riscos Ambientais Documento Base [informe a unidade/complexo] Anexo 1 do PGS-3209-46-63 Data - 07/10/2013 Análise Global: - [informe o número e data da análise] p. 1/27 Sumário

Leia mais