APLICAÇÃO DA MANUTENÇÃO CENTRADA EM CONFIABILIDADE À EXTRUSORA POLIMÉRICA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "APLICAÇÃO DA MANUTENÇÃO CENTRADA EM CONFIABILIDADE À EXTRUSORA POLIMÉRICA"

Transcrição

1 ID-05 APLICAÇÃO DA MANUTENÇÃO CENTRADA EM CONFIABILIDADE À EXTRUSORA POLIMÉRICA Leila Kretli Coelho Universidade Federal do Espírito Santo (CT/DEM) Av. Fernando Ferrari, 514, Goiabeiras. Vitória-ES Gabriel Antônio Taquêti Silva Universidade Federal do Espírito Santo (CT/DEL) Av. Fernando Ferrari, 514, Goiabeiras. Vitória-ES Oswaldo Paiva Almeida Filho Universidade Federal do Espírito Santo (Ct/Dem) Av. Fernando Ferrari, 514, Goiabeiras. Vitória-ES José Luiz Borba - Universidade Federal do Espírito Santo (CT/DEL) Av. Fernando Ferrari, 514, Goiabeiras. Vitória-ES Resumo. Este trabalho trata sobre a aplicação da metodologia de Manutenção Centrada na Confiabilidade (MCC) no sistema responsável pela cobertura polimérica de tubos flexíveis utilizados pela indústria de petróleo e gás. O objetivo da aplicação da MCC na fabricação de tubos flexíveis é a busca do aumento da confiabilidade no sistema de extrusão polimérica, devido a sua alta criticidade. Essa criticidade se deve ao fato de que as camadas termoplásticas dos tubos flexíveis não devem possuir emendas, o que impossibilita a existência de interrupções após o processo de fabricação ter sido iniciado. O desenvolvimento da MCC implica na identificação de ações que quando executadas irão reduzir a probabilidade de falha de um equipamento, aumentando a confiabilidade e o controle dos custos de manutenção. O tubo flexível é composto por várias camadas com diferentes funções. A variação dessas camadas permite que o tubo seja produzido especificamente para suportar diferentes solicitações. Um tubo flexível típico é formado por cinco camadas, sendo que as camadas poliméricas termoplásticas protegem os tubos flexíveis contra a corrosão e contra o desgaste entre as camadas metálicas. A extrusora foi escolhida para ser o primeiro equipamento da fábrica de tubos flexíveis para a aplicação da MCC. A metodologia prevê a análise de falhas no histórico do equipamento, a aplicação das demais técnicas da MCC e a identificação dos itens críticos do sistema. Constatou-se que o sistema de tração da linha do sistema o puxador hidráulico era o equipamento que possuía a maior incidência de falhas no histórico. Sendo assim, foram estabelecidas alternativas para a solução do problema, selecionada a melhor opção, e elaborado respectivo plano de ação, visando o aumento da disponibilidade e confiabilidade do equipamento. Palavras chave: Manutenção Centrada em Confiabilidade. Extrusora Polimérica. Petróleo e gás. 1. INTRODUÇÃO O uso de técnicas avançadas na gestão da manutenção vem proporcionando, cada vez mais, controle e segurança nos processos produtivos, acarretando no aumento da produtividade visto que

2 garantem uma maior disponibilidade dos equipamentos a um menor custo de manutenção. Neste sentido, a Manutenção Centrada na Confiabilidade (MCC) vem ganhando cada vez mais espaço nos diferentes setores produtivos tornando-se uma prática cada vez mais necessária às empresas que, necessitam de um processo produtivo com alta taxa de disponibilidade e confiabilidade. Diante da sua grande importância, esse trabalho tem como objetivo apresentar a metodologia da Manutenção Centrada em Confiabilidade e aplicá-la à extrusora polimérica de uma fábrica de tubos flexíveis utilizados pela indústria de petróleo e gás, a fim de aumentar sua confiabilidade e disponibilidade. A extrusora polimérica foi escolhida para o estudo de caso devido a sua grande importância no processo produtivo de tubos flexíveis e sua alta criticidade. Além disso, tem-se como objetivo desenvolver um plano de manutenção eficiente para o equipamento mais crítico da extrusora baseado nas técnicas de MCC. 2. MANUTENÇÃO CENTRADA EM CONFIBILIDADE A Manutenção Centrada em Confiabilidade (MCC), traduzida da expressão em inglês, Reliability Centered Maintenance (RCM), segundo Moubray (1997), é um processo usado para determinar as necessidades de manutenção de qualquer ativo físico no seu contexto operacional Princípios da MCC Manutenção centrada em confiabilidade consiste em entender as principais fontes de falhas e antecipá-las na eminência de sua ocorrência. Na MCC analisa-se o contexto operacional e não somente o equipamento. (SIQUEIRA, 2005) Esta começa identificando a funcionalidade ou desempenho requerido pelo equipamento no seu contexto operacional identifica os modos de falha e as causas prováveis e então detalha os efeitos e conseqüências. Isto permite avaliar a criticidade das falhas identificando conseqüências significantes que afetam a segurança, disponibilidade e custo. A metodologia permite selecionar as tarefas adequadas de manutenção direcionadas para os modos de falha identificados. Segundo Pinto (2004), a MCC busca a melhor combinação entre ações baseadas em condições, ações baseadas em intervalos de tempo ou em ciclos, ou simplesmente ações corretivas. A aplicação de cada uma destas estratégias está detalhada na Figura 4. Estas estratégias de manutenção devem ser aplicadas de forma integrada, para permitir a otimização da eficiência e dos custos de manutenção do sistema avaliado.

3 2.2. Análise MCC Figura 4 - Componentes de um programa RCM. Fonte: Pinto (2004). A Figura 5 apresenta um diagrama das etapas que compõem o processo da MCC Análise de Modos e Efeitos de Falhas Figura 5 - O Processo para Desenvolvimento da RCM. Fonte: Adaptação de Pinto (2004). A Análise de Modos e Efeitos de Falhas, traduzido do inglês FMEA (Failure Mode and Effects Analysis) é um método que analisa cada componente de um sistema identificando cada uma de suas funções e falhas associadas, detalhando ainda,as causas e os modos de falhas relacionados a cada uma destas falhas, examinando quais as consequências sobre o sistema. A FMEA tornou-se o procedimento padrão na indústria para definir e documentar todos os modos de falhas potenciais em um sistema. (SIQUEIRA, 2005)

4 Os principais objetivos da FMEA/FMECA são: Identificação dos modos de falha dos componentes de um sistema; Avaliação das causas, efeitos e riscos das falhas; Aumentar a segurança funcional, operacional e ambiental; Aumentar a confiabilidade; Melhorar a comunicação interna; Como detectar, como corrigir, etc. A FMEA é utilizada na metodologia da MCC e seus resultados são usualmente agrupados em formas de tabelas. 3. PROCESSO DE FABRIÇÃO DE TUBOS FLEXÍVEIS Os tubos flexíveis são utilizados para o transporte do petróleo ou gás dos poços offshore até as plataformas ou de um poço ao outro. Existem dois tipos de tubos flexíveis para essa finalidade, os Risers, que conectam a plataforma ao poço, por isso devem apresentar maior resistência, pois trabalham em condições dinâmicas devido às correntes marinhas e variações das marés e os Flowlines que fazem a conexão entre poços, trabalham em condições estáticas, pois ficam sempre sobre o leito do mar. Devido à severidade do ambiente em que estes flexíveis são aplicados, chegando a profundidades de até 2.500m, foram desenvolvidas tecnologias na fabricação dos tubos que estão divididas em 4 (quatro) processos bem distintos, cada um desses formando camadas específicas nos tubos cada qual com sua finalidade: As etapas são alternadas dependendo das especificações do projeto. Na Figura 6 é ilustrado um tubo flexível em corte, identificando cada uma das etapas. Armagem Espiralagem Perfilagem Extrusão Extrusão Figura 6 - Etapas da construção do tubo flexível

5 4. A EXTRUSORA POLIMÉRICA A Extrusora Polimérica estudada nesse trabalho é responsável pelo processo de extrusão que forma as camadas poliméricas dos tubos flexíveis, como explicado no capítulo anterior. O sistema de extrusão foi adquirido no final de 2005 de um fabricante especializado de origem suíça. Entretanto, a máquina só começou a fazer parte da sequência produtiva dos flexíveis no ano de 2006, após passar por uma série de testes que comprovaram sua eficiência e capacidade. A Extrusora é composta por uma cabeça aquecida através de resistências elétricas, esse calor gerado faz com que os grânulos de material polimérico, que são deslocados por um fuso, e passam pela cabeça sejam deformados, permitindo a deposição do mesmo ao redor do tubo metálico. Após formação dessa camada o tubo passa pelo Tanque Mijador que pulveriza água gelada, com o intuito de diminuir a temperatura do Termoplástico, na Figura 717 pode-se visualizar a cabeça da extrusora e o Tanque Mijador. Assim que deixa o Tanque Mijador o tubo passa pelo Tanque de Resfriamento Principal mostrado na Figura Na saída do tanque de resfriamento, um equipamento denominado BetaLaserMike, mede a espessura de toda a camada polimérica em busca de imperfeições através do ultrasom. Cabeça Extrusora Tanque Mijador Figura 71 - Extrusora Polimérica. Durante todo o processo de extrusão o tubo flexível é tracionado por dois puxadores, onde um utiliza sistema pneumático para segurar o tubo, enquanto que o outro utiliza um sistema hidráulico. Esses são necessários para permitir o tencionamento e estabilização do tubo durante a realização da extrusão. O desenrolar do tubo da bobina na entrada da extrusora é executado pelo virador de emissão que além de girá-la, permite sua movimentação horizontal. Os viradores de recepção giram no sentido contrário ao virador de emissão enrolando o tubo à bobina de saída.

6 Tanques de Resfriamento. Figura 82 - Tanques de resfriamento 5. METODOLOGIA Para realização do estudo da confiabilidade e implementação das técnicas de MCC na Extrusora Polimérica, foi necessário fazer uma análise do banco de dados de falhas do equipamento. Primeiramente, analisou-se o relatório de falhas dos anos de 2009 e 2010, acumulando assim dois anos de histórico, o que é suficiente para a aplicação das técnicas de MCC. O primeiro passo na análise do histórico foi fazer uma revisão das ocorrências, corrigindo erros de descrição dos equipamentos e até mesmo das falhas. Isso ocorreu, pois, alguns campos do histórico não foram devidamente preenchidos na data da ocorrência, o que é muito comum na área industrial, inclusive na manutenção. Após a revisão do histórico, foi possível analisar as falhas de cada sistema da Extrusora, o que permitiu visualizar os sistemas mais críticos do processo. A Figura 39 mostra o diagrama de blocos dos sistemas da Extrusora. Figura 3 - Sistemas da Extrusora Polimérica

7 A partir da análise das falhas de cada sistema foi desenvolvido um diagrama de Pareto, que é um recurso gráfico utilizado para estabelecer uma ordenação nas causas de perdas que devem ser sanadas. O diagrama de Pareto torna clara a relação ação/benefício, ou seja, prioriza a ação que trará o melhor resultado. Ele consiste num gráfico de barras que ordena as freqüências das ocorrências da maior para a menor e permite a localização de problemas vitais e a eliminação de perdas. Na Figura 1010 observa-se o diagrama de Pareto dos Sistemas da Extrusora, e verificamos que os Sistemas de Alimentação de Matéria prima, de Extrusão e de Tração da Linha são os sistemas mais críticos, pois, compõe 80% das falhas. Figura 10 - Diagrama de Pareto dos Sistemas da Extrusora Após identificação dos sistemas mais críticos, partimos para a análise dos subsistemas. Porém analisamos apenas o sistema da Tração da Linha, devido a sua maior simplicidade e facilidade de compreensão, pois, para o nível de trabalho acadêmico a análise de todos os subsistemas do processo seria algo muito extenso, o que inviabilizaria o estudo. Para os Subsistemas da Tração da Linha também foi desenvolvido, a partir do histórico de falhas, um diagrama de Pareto, mostrado na Figura 11. Observou-se então, que o Puxador 2 possui a maior quantidade de falhas, sendo assim o Subsistema mais crítico, por isso o escolhemos para a análise.

8 Figura Diagrama de Pareto dos Subsistemas da Tração da Linha. O funcionamento do puxador 2 é bem simples. Um motor elétrico aciona um conjunto de três esteiras, denominadas Lagartas, que puxam e tracionam o tubo flexível. O assentamento das lagartas é feito por um sistema hidráulico que pressiona as esteiras contra o tubo Estudo da confibilidade do puxador 2 Através do Software Weibull++7 da ReliaSoft e dos dados de tempo médio entre as falhas (MTBF) calculados a partir do histórico de falhas do Puxador 2, foram gerados os gráficos da Função Confiabilidade, da Taxa de Falha. A Figura 12 mostra o gráfico da Função Confiabilidade vs Tempo. ReliaSoft Weibull ,000 Gráfico da Confiabilidade vs Tempo Confiabilidade 0,800 Dados 1 Weibull-Mista NLRR SRM MED FM F=60/S=2 Pontos de Dados Linha da Confiabilidade Confiabilidade, R(t)=1-F(t) 0,600 0,400 0,200 0,000 18,024 36,018 54,012 72,006 0,030 90,000 β[1]=1,8370, η[1]=1,4342, Ρ[1]=0,5831; β[2]=1,8371, η[2]=30,7863, Ρ[2]=0,4169 Tempo, (t) Figura 12 - Gráfico Confiabilidade vs Tempo (Puxador 2) De acordo com a análise do gráfico pode-se perceber que a Confiabilidade é reduzida muito rapidamente no início da vida do equipamento, ou seja, a taxa de falha na sua juventude é muito alta, como é mostrado também no gráfico de Taxa de Falha na Figura 13.

9 ReliaSoft Weibull ,030 Gráfico da Taxa de Falha vs Tempo Taxa de Falha Dados 1 Weibull-Mista NLRR SRM MED FM F=60/S=2 Linha da Taxa de Falha 0,024 Taxa de Falha, f(t)/r(t) 0,018 0,012 0,006 0,000 6,000 12,000 18,000 24,000 0,000 30,000 β[1]=1,8370, η[1]=1,4342, Ρ[1]=0,5831; β[2]=1,8371, η[2]=30,7863, Ρ[2]=0,4169 Tempo, (t) Figura 13 - Gráfico Taxa de Falha vs Tempo No gráfico de taxa de falha podemos observar a formação de uma Distribuição de Weibull Mista, que nos comprova a existência de duas populações com modos de falhas distintas. A primeira população tem uma taxa de falha altíssima no inicio da vida, caracterizando um quadro de mortalidade infantil. Já a segunda população possui taxa de falha crescente, o que caracteriza uma fase de envelhecimento. Analisando o gráfico, observa-se que há muitas falhas que ocorreram dentro de um intervalo de menos de um dia. Essas falhas são, muitas vezes, ocasionadas por retrabalho, ou seja, quando uma mesma falha se repete em um curto intervalo de tempo. A repetição de uma falha pode acontecer por causa de uma manutenção mal feita, executada por uma equipe que não está devidamente treinada para exercer aquela atividade. Além disso, a má qualidade de um componente utilizado na manutenção ou falhas no projeto da máquina também pode resultar em retrabalho No caso do puxador 2, houveram várias ocorrências de relubrificação no mesmo dia. Possivelmente, houve a necessidade de relubrificar o equipamento por causa de um vazamento observado durante um check-list. Como a máquina possui vários pontos de lubrificação, cada um desses pontos foi registrado no sistema como uma ocorrência diferente, por isso a grande quantidade das mesmas. Além dessas ocorrências, verificou-se outras falhas que se repetiam em um intervalo de menos de 1 dia. Estas, por sua vez, podem ter sido causadas por uma manutenção mal executada ou por uso de equipamentos e componentes inadequados para a atividade. Portanto, essas ocorrências foram retiradas da análise para verificarmos se a existência de uma segunda população estava sendo causada por elas. Logo, foram gerados novos gráficos no software Weibull++7. A Figura 14 mostra o novo gráfico da Taxa de Falha O novo gráfico obtido é uma Distribuição de Weibull comum com uma taxa de falha crescente, caracterizando um estado de envelhecimento. O gráfico da Função Confiabilidade, Erro! A

10 origem da referência não foi encontrada.15, comprova o estado de envelhecimento observado no gráfico da Taxa de Falha, Figura 14. ReliaSoft Weibull ,090 Gráfico da Taxa de Falha vs Tempo Taxa de Falha Dados 2 Weibull-2P MLE SRM MED FM F=22/S=2 Linha da Taxa de Falha 0,072 Taxa de Falha, f(t)/r(t) 0,054 0,036 0,018 0,000 β=1,5258, η=35, ,000 80, , ,000 0, ,000 Tempo, (t) Figura 14 - Gráfico da Taxa de Falha (sem as Falhas com MTBF de 1 dia) ReliaSoft Weibull ,000 Gráfico da Confiabilidade vs Tempo Confiabilidade 0,800 Dados 2 Weibull-2P MLE SRM MED FM F=22/S=2 Pontos de Dados Linha da Confiabilidade Confiabilidade, R(t)=1-F(t) 0,600 0,400 0,200 0,000 0,200 40,160 80, , , ,000 β=1,5258, η=35,6799 Tempo, (t) Figura 15 Gráfico Função Confiabilidade (sem Falhas com MTBF igual a 1) 5.2. Aplicação da FMEA no puxador 2 O estado de envelhecimento encontrado no estudo anterior,quando a segunda população foi isolada, é um sinal de que o plano de manutenção utilizado não está sendo eficiente, pois o Subsistema ainda não deveria ter atingido o final da sua vida, devido ao seu pouco tempo de operação. Ao aplicarmos FMEA no Puxador 2 podemos obter a um plano de manutenção mais eficiente. A partir da análise dos equipamentos do Puxador 2 geramos o diagrama de Pareto, mostrado na Figura, que nos possibilitou visualizar os equipamentos com mais ocorrências.

11 Figura 16 - Diagrama de Pareto dos Equipamentos do Puxador 2 De acordo com o Diagrama de Pareto, as Lagartas, a Motorização e o sistema hidráulico são as partes com maior número de ocorrências e compõem 80% do total das falhas. Segundo Pareto, poucas causas levam à maioria das perdas, ou seja, poucas são vitais, a maioria é trivial. Seguindo esse pensamento se aplicarmos o método de Análise de Modos e Efeitos de Falhas (FMEA) nos equipamentos mais críticos, iremos solucionar a maior parte das falhas. A Tabela 11 mostra o FMEA do equipamento mais crítico do Puxador 2 e as atividades de manutenção propostas para cada modo de falha. Tabela 1 - FMEA das Lagartas e Atividades Propostas Falha Impacto no Equipamento Função Componente Modo de Falha Atividade Proposta Funcional Sistema Lagartas Tracionar o tubo. Não tracionar o tubo. Corrente Quebra da corrente Quebra dos pinos dos elos Possível parada da planta Avaria de componente Substituição Preventiva Inspeção Preditiva Reparo Funcional Restauração Preventiva Patins Quebra Avaria de componente Reparo Funcional 5.3. Definição das atividades Propostas Para o estudo de caso foi desenvolvido um plano de manutenção apenas para o conjunto de lagartas, pois esse é o equipamento mais crítico do puxador 2. O plano de manutenção foi baseado nas atividades propostas a partir das conclusões tiradas da Análise de Modos e Efeitos de Falhas e na experiência da equipe de manutenção da empresa em estudo. A Tabela 1 apresenta o plano de manutenção para o conjunto de lagartas. Tabela 1 - Plano de manutenção para o conjunto de Lagartas.

12 Tarefa Tipo Duração Periodicidade Inspeção do conjunto das lagartas. Preventiva 16 horas Semestral Substituição preventiva das correntes das lagartas Preventiva 8 horas 5 anos Lubrificação das correntes das lagartas Preventiva 2 horas Trimestral Lubrificação dos mancais e guias das lagartas Preventiva 1 hora Quinzenal Análise vibracional das lagartas Preditiva 1 hora Trimestral Reparo Funcional Corretiva CONSIDERAÇÕES FINAIS Na etapa de análise do histórico de falhas da extrusora polimérica, constatou-se uma série de erros de registro das ocorrências. Isso ocorre quando tanto o executante da manutenção quanto o funcionário que registra as ocorrências não recebem o devido treinamento de como preencher corretamente os campos com os detalhes da atividade realizada, resultando em dados insuficientes para análise. A partir da análise dos gráficos, concluiu-se que o puxador 2 se encontra em um estado de envelhecimento. Isso era esperado devido ao ritmo intenso de trabalho do equipamento, pois o mesmo trabalha praticamente 24 horas por dia, com intervalos apenas entre os turnos. Foi identificado que o puxador 2 é um equipamento de baixa confiabilidade, pois há uma probabilidade de 90% de 1 falha ocorrer a cada 8 dias, caracterizando um plano de manutenção deficiente. Com o estudo de FMEA e do histórico de falhas foi possível definir um plano de manutenção para aumentar a confiabilidade e disponibilidade do equipamento. Dentre as tarefas propostas, foi definido a necessidade de uma manutenção preventiva geral a cada 5 anos, substituindo os itens principais do puxador 2, com o intuito de renovar a vida útil do equipamento. Como trabalho futuro, propõe-se estender a metodologia de MCC a todo o sistema da extrusora polimérica, definindo todos os planos de manutenção, assim como as respectivas análises de custos. Por fim, o plano seria então apresentado à empresa em estudo e proposto a sua execução e acompanhamento, a fim de analisar os benefícios alcançados e se haveria a necessidade de qualquer revisão no plano de manutenção. Após a análise dos resultados da implantação, fica a cargo da empresa a extensão da metodologia para todo o seu processo industrial, criando uma cultura de Manutenção Centrada em Confiabilidade.

13 REFERÊNCIAS ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 5462: Confiabilidade e Mantenabilidade. Rio de Janeiro,1994. BORBA, J. L. Apostila de Engenharia de Manutenção do curso de Pós-Graduação em Engenharia Ferroviária oferecido pelo CEFETES UNED Cariacica, 2009 MOUBRAY, J. Reliability Centered Maintenance. 2nd ed. New York: Industrial Press Inc, 1997 NEPOMUCENO, L. X. Técnicas de Manutenção Preditiva. Volume 1. Ed Edgard Blücler: São Paulo, PINTO, L. H. T. Análise de falhas: Tópicos de engenharia de confiabilidade. [S.I: s.n.],2004. Disponível em: <www.mantenimientomundial.com/sites/mmnew/bib>. Acesso em: 26 abr RAPOSO, J. L. O. Manutenção Centrada em Confiabilidade aplicada a sistemas elétricos: Uma proposta para uso de análise de risco no diagrama de decisão f. Dissertação (Mestrado em Engenharia Elétrica) Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica, Universidade Federal da Bahia, Salvador, RELIASOFT ReliaSoft Corporation. Characteristics of the Weibull Distribution. Abr Online. Disponível em: <http://www.weibull.com/hotwire/issue14/ relbasics14.htm>. Acesso em: 26 abr SIMONETTI, M. J. et al. A Manutenção Centrada na Confiabilidade: Uma prática contemporânea. Revista Sapere: Revista Científica da Faculdade Tecnológica de Tatuí, São Paulo. Vol 2. Jul./Dez Disponível em: <www.revistasapere.inf.br/download/segunda/simonetti_souza_leandro_trabachini_e LL.pdf>. Acesso em 12 abr SIQUEIRA, I. P. Manutenção Centrada na Confiabilidade: Manual de Implantação. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2005.

1. DA CONCORRÊNCIA AOS PROBLEMAS ENFRENTADOS NO PROCESSO DE MANUFATURA.

1. DA CONCORRÊNCIA AOS PROBLEMAS ENFRENTADOS NO PROCESSO DE MANUFATURA. AVALIAÇÃO DA CONFIABILIDADE DO PROCESSO DE MANUFATURA DE UMA EMPRESA DO SEGMENTO ALIMENTÍCIO MARCELO J. SIMONETTI 1 ; ANDERSON L. SOUZA 2, ALDIE TRABACHINI 3, JOÃO C. LUVIZOTO 4 1 Professor, M.Sc Marcelo

Leia mais

Guia de Manutenção de Edificações

Guia de Manutenção de Edificações PROJETO DE PESQUISA TERMO DE REFERÊNCIA PROJETO DE PESQUISA TÍTULO ENTIDADE Abraman Associação Brasileira de Manutenção COMITÊ DE ESTUDOS Comitê de Manutenção Centrada na Confiabilidade COORDENAÇÃO Eng.

Leia mais

Importância da análise holística de um plano de manutenção por meio de simulação: Uma abordagem de RCM voltada a custo e disponibilidade

Importância da análise holística de um plano de manutenção por meio de simulação: Uma abordagem de RCM voltada a custo e disponibilidade Importância da análise holística de um plano de manutenção por meio de simulação: Uma abordagem de RCM voltada a custo e disponibilidade Celso Luiz Santiago Figueiroa Filho, MSc Eng Alberto Magno Teodoro

Leia mais

a norma utiliza o termo PANE para expressar falha.

a norma utiliza o termo PANE para expressar falha. FMEA Prof. Andréa CONCEITO DE FMEA CONCEITO DE FMEA ABNT, na norma NBR 5462 (1994), adota a sigla originária do inglês FMEA (Failure Mode and Effects Analysis) e a traduz como sendo Análise dos Modos de

Leia mais

TPM no Coração do Lean Autor: Art Smalley. Tradução: Odier Araújo.

TPM no Coração do Lean Autor: Art Smalley. Tradução: Odier Araújo. TPM no Coração do Lean Autor: Art Smalley. Tradução: Odier Araújo. A Manutenção Produtiva Total (TPM) tem sido uma ferramenta muito importante para os setores de manufatura intensivos em equipamentos.

Leia mais

Curso de Engenharia de Produção. Manutenção dos Sistemas de Produção

Curso de Engenharia de Produção. Manutenção dos Sistemas de Produção Curso de Engenharia de Produção Manutenção dos Sistemas de Produção Manutenibilidade: É a característica de um equipamento ou instalação permitir um maior ou menor grau de facilidade na execução dos serviços

Leia mais

MBA em Engenharia e Gestão de Manufatura e Manutenção. Práticas e Procedimentos Básicos de Manutenção Prof. Sérgio Augusto Lucke

MBA em Engenharia e Gestão de Manufatura e Manutenção. Práticas e Procedimentos Básicos de Manutenção Prof. Sérgio Augusto Lucke MBA em Engenharia e Gestão de Manufatura e Manutenção Práticas e Procedimentos Básicos de Manutenção 1 Práticas e Procedimentos Básicos de Manutenção Ementa 1. Manutenção Corretiva: características básicas,

Leia mais

Curso de Engenharia de Produção. Manutenção dos Sistemas de Produção

Curso de Engenharia de Produção. Manutenção dos Sistemas de Produção Curso de Engenharia de Produção Manutenção dos Sistemas de Produção Introdução: Existe uma grande variedade de denominações das formas de atuação da manutenção, isto provoca certa confusão em relação aos

Leia mais

2 - Utilização do FMEA no Processo de Recuperação de Componentes de Locomotivas

2 - Utilização do FMEA no Processo de Recuperação de Componentes de Locomotivas UTILIZAÇÃO DE FMEA (ANÁLISE DOS EFEITOS E DOS MODOS DE FALHA) COMO BASE PARA A PADRONIZAÇÃO DE INFORMAÇÕES NA MANUTENÇÃO DE COMPONENTES DE LOCOMOTIVAS E ANÁLISE QUANTITATIVA DA CONFIABILIDADE 1/12 RESUMO

Leia mais

Este trabalho tem como objetivo propor um modelo multicritério para a priorização dos modos de falha indicados a partir de uma aplicação do processo

Este trabalho tem como objetivo propor um modelo multicritério para a priorização dos modos de falha indicados a partir de uma aplicação do processo 1 Introdução A atual regulamentação do setor elétrico brasileiro, decorrente de sua reestruturação na última década, exige das empresas o cumprimento de requisitos de disponibilidade e confiabilidade operativa

Leia mais

Manutenção Centrada em Confiabilidade MCC

Manutenção Centrada em Confiabilidade MCC ANEXO IV A Manutenção Centrada em Confiabilidade MCC Diante desta nova regulamentação no setor de Transmissão de Energia Elétrica, os agentes de transmissão devem buscar estratégias para evitar as penalizações

Leia mais

Curso de Engenharia de Produção. Manutenção dos Sistemas de Produção

Curso de Engenharia de Produção. Manutenção dos Sistemas de Produção Curso de Engenharia de Produção Manutenção dos Sistemas de Produção Informações sobre a disciplina: Professor: Eng. Carlos Bernardo Gouvêa Pereira Site: www.carlosbernardo.com Email: prof_carlospereira@camporeal.edu.br

Leia mais

FMEA. FMEA - Failure Mode and Effects Analysis (Análise dos Modos e Efeitos de Falha)

FMEA. FMEA - Failure Mode and Effects Analysis (Análise dos Modos e Efeitos de Falha) FMEA FMEA - Failure Mode and Effects Analysis (Análise dos Modos e Efeitos de Falha) Técnica auxiliar no projeto de sistemas, produtos, processos ou serviços. Flávio Fogliatto Confiabilidade 1 FMEA - Definição

Leia mais

FERRAMENTAS DA QUALIDADE

FERRAMENTAS DA QUALIDADE FERRAMENTAS DA QUALIDADE FEMEA Análise do Modo e Efeito das Falhas Desenvolvido pela Professora Patrícia Roggero 1 Análise do Modo e Efeito das Falhas Desenvolvido pela Professora Patrícia Roggero 2 -

Leia mais

TPM Total Productive Maintenance. ENG 90017 Manutenção e Confiabilidade Flávio Fogliatto

TPM Total Productive Maintenance. ENG 90017 Manutenção e Confiabilidade Flávio Fogliatto TPM Total Productive Maintenance ENG 90017 Manutenção e Confiabilidade Flávio Fogliatto Histórico e panorâmica da sistemática Surgida no Japão, é considerada evolução natural da manutenção corretiva (reativa)

Leia mais

Gestão da Qualidade Políticas. Elementos chaves da Qualidade 19/04/2009

Gestão da Qualidade Políticas. Elementos chaves da Qualidade 19/04/2009 Gestão da Qualidade Políticas Manutenção (corretiva, preventiva, preditiva). Elementos chaves da Qualidade Total satisfação do cliente Priorizar a qualidade Melhoria contínua Participação e comprometimento

Leia mais

Gestão da Manutenção: Um estudo de caso em um laticínio no Centro-Oeste de Minas Gerais

Gestão da Manutenção: Um estudo de caso em um laticínio no Centro-Oeste de Minas Gerais Gestão da Manutenção: Um estudo de caso em um laticínio no Centro-Oeste de Minas Gerais Maria Helena da Silva Miranda 1 ; Marina Ferreira Mendes Bernardes 1 ; Pedro Henrique Silva 1 ; Lucas Pimenta Silva

Leia mais

FMEA - Análise do Tipo e Efeito de Falha. José Carlos de Toledo Daniel Capaldo Amaral GEPEQ Grupo de Estudos e Pesquisa em Qualidade DEP - UFSCar

FMEA - Análise do Tipo e Efeito de Falha. José Carlos de Toledo Daniel Capaldo Amaral GEPEQ Grupo de Estudos e Pesquisa em Qualidade DEP - UFSCar FMEA - Análise do Tipo e Efeito de Falha José Carlos de Toledo Daniel Capaldo Amaral GEPEQ Grupo de Estudos e Pesquisa em Qualidade DEP - UFSCar FMEA - Análise do Tipo e Efeito de Falha 1 1 Introdução

Leia mais

MANUTENÇÃO PREDITIVA : BENEFÍCIOS E LUCRATIVIDADE.

MANUTENÇÃO PREDITIVA : BENEFÍCIOS E LUCRATIVIDADE. 1 MANUTENÇÃO PREDITIVA : BENEFÍCIOS E LUCRATIVIDADE. Márcio Tadeu de Almeida. D.Eng. Professor da Escola Federal de Engenharia de Itajubá. Consultor em Monitoramento de Máquinas pela MTA. Itajubá - MG

Leia mais

CAPÍTULO 4 ESCOAMENTO DA PRODUÇÃO ESCOAMENTO

CAPÍTULO 4 ESCOAMENTO DA PRODUÇÃO ESCOAMENTO CAPÍTULO 4 ESCOAMENTO DA PRODUÇÃO ESCOAMENTO O escoamento das plataformas é feito através de dutos que podem ser denominados dutos rígidos ou dutos flexíveis, de acordo com o material de que são constituidos.

Leia mais

A MANUTENÇÃO CENTRADA NA CONFIABILIDADE UMA PRÁTICA CONTEMPORÂNEA

A MANUTENÇÃO CENTRADA NA CONFIABILIDADE UMA PRÁTICA CONTEMPORÂNEA A MANUTENÇÃO CENTRADA NA CONFIABILIDADE UMA PRÁTICA CONTEMPORÂNEA MARCELO JOSÉ SIMONETTI 1 ; ANDERSON LUIZ DE SOUZA 2 ; CLAUDIO ROBERTO LEANDRO 3, ALDIE TRABACHINI 4 ; SANDRA MAUREN ELL 5 ; 1 Professor,

Leia mais

MANUTENÇÃO PREDITIVA : CONFIABILIDADE E QUALIDADE.

MANUTENÇÃO PREDITIVA : CONFIABILIDADE E QUALIDADE. 1 MANUTENÇÃO PREDITIVA : CONFIABILIDADE E QUALIDADE. INTRODUÇÃO : Nos últimos anos, têm-se discutido amplamente a gerência de manutenção preditiva. Tem-se definido uma variedade de técnicas que variam

Leia mais

UNESA Sistemas de Transportes Currículo 108 / 2008 MÓDULO 1 MANUTENÇÃO DE ATIIVOS

UNESA Sistemas de Transportes Currículo 108 / 2008 MÓDULO 1 MANUTENÇÃO DE ATIIVOS 1 INTRODUÇÃO MÓDULO 1 MANUTENÇÃO DE ATIIVOS O homem constrói máquinas, equipamentos, veículos, edificações, com o intuito de melhorar conforto e a segurança da sociedade. Entretanto, sabe-se que nada é

Leia mais

RHIND Group. Rhind Group. Nossa Equipe. Nosso objetivo

RHIND Group. Rhind Group. Nossa Equipe. Nosso objetivo Rhind Group É uma empresa estruturada para prover soluções em consultoria e assessoria empresarial aos seus clientes e parceiros de negócios. Com larga experiência no mercado, a Rhind Group tem uma trajetória

Leia mais

Curso de Sistemas de Informação 8º período Disciplina: Tópicos Especiais Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-1

Curso de Sistemas de Informação 8º período Disciplina: Tópicos Especiais Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-1 Curso de Sistemas de Informação 8º período Disciplina: Tópicos Especiais Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-1 Aula 3 Disponibilidade em Data Center O Data Center é atualmente o centro nervoso

Leia mais

A Utilização de Etiquetas de Detecção de Inconveniências na Manutenção Autônoma do TPM

A Utilização de Etiquetas de Detecção de Inconveniências na Manutenção Autônoma do TPM XIII SIMPEP Bauru, SP, Brasil, 6 a 8 de novembro de 6. A Utilização de Etiquetas de Detecção de Inconveniências na Manutenção Autônoma do TPM Marcos Roberto Bormio (UNESP) mbormio@feb.unesp.br Nilson Damaceno

Leia mais

ATUALIZAÇÃO NO PROCESSO DE GESTÃO DO DELIAMENTO DOS SERVIÇOS EXECUTADOS PELO ARSENAL DE MARINHA DO RIO DE JANEIRO

ATUALIZAÇÃO NO PROCESSO DE GESTÃO DO DELIAMENTO DOS SERVIÇOS EXECUTADOS PELO ARSENAL DE MARINHA DO RIO DE JANEIRO ATUALIZAÇÃO NO PROCESSO DE GESTÃO DO DELIAMENTO DOS SERVIÇOS EXECUTADOS PELO ARSENAL DE MARINHA DO RIO DE JANEIRO CF(EN) Marcus Vinicius de Noronha Chefe do Departamento de Planejamento e Controle Industrial

Leia mais

PROBLEMAS E SOLUÇÕES NA MANUTENÇÃO DE MOTORES DIESEL DE ALTA ROTAÇÃO CAPITÃO-DE-FRAGATA (ENGENHEIRO NAVAL) ANDRÉ LUIZ BRAUCKS VIANNA

PROBLEMAS E SOLUÇÕES NA MANUTENÇÃO DE MOTORES DIESEL DE ALTA ROTAÇÃO CAPITÃO-DE-FRAGATA (ENGENHEIRO NAVAL) ANDRÉ LUIZ BRAUCKS VIANNA PROBLEMAS E SOLUÇÕES NA MANUTENÇÃO DE MOTORES DIESEL DE ALTA ROTAÇÃO CAPITÃO-DE-FRAGATA (ENGENHEIRO NAVAL) ANDRÉ LUIZ BRAUCKS VIANNA ARSENAL DE MARINHA DO RIO DE JANEIRO OFICINA DE MOTORES DIESEL CORRETIVA

Leia mais

Decidir como medir cada característica. Definir as características de qualidade. Estabelecer padrões de qualidade

Decidir como medir cada característica. Definir as características de qualidade. Estabelecer padrões de qualidade Escola de Engenharia de Lorena - EEL Controle Estatístico de Processos CEP Prof. MSc. Fabrício Maciel Gomes Objetivo de um Processo Produzir um produto que satisfaça totalmente ao cliente. Conceito de

Leia mais

Metodologia de manutenção

Metodologia de manutenção Metodologia de manutenção Prof. Manoel Henrique Ementa Elementos de manutenção (definições sobre manutenção, tipos e políticas) Introdução à confiabilidade (conceitos, taxa de falhas, e confiabilidade

Leia mais

Detecção de falha em compressor de parafuso através da análise de vibrações 1 - INTRODUÇÃO

Detecção de falha em compressor de parafuso através da análise de vibrações 1 - INTRODUÇÃO Detecção de falha em compressor de parafuso através da análise de vibrações 1 - INTRODUÇÃO A globalização hoje se estende no mundo em todos os seus setores e mais do que nunca na indústria mundial, seja

Leia mais

AUDITORIA DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS (Subestações de Alta e Extra Alta Tensão )

AUDITORIA DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS (Subestações de Alta e Extra Alta Tensão ) GMI/021 21 a 26 de Outubro de 2001 Campinas - São Paulo - Brasil GRUPO XII GESTÃO DA MANUTENÇÃO AUDITORIA DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS (Subestações de Alta e Extra Alta Tensão ) João Carlos Santos Schneider

Leia mais

APLICAÇÃO DA FERRAMENTA FMEA NOS PROCESSOS DA MICRO EMPRESA MARMITEX EXPRESS

APLICAÇÃO DA FERRAMENTA FMEA NOS PROCESSOS DA MICRO EMPRESA MARMITEX EXPRESS 1 APLICAÇÃO DA FERRAMENTA FMEA NOS PROCESSOS DA MICRO EMPRESA MARMITEX EXPRESS Bruno Ricardo Duarte 1 João Koji Fujita Ribeiro de José Antonio Bueno 4 Renato Francisco Saldanha Silva 5 RESUMO O presente

Leia mais

Análise de Modo e Efeito de Falha Potencial - FMEA. Apostila e Tabelas Recomendadas para Severidade Ocorrência e Detecção

Análise de Modo e Efeito de Falha Potencial - FMEA. Apostila e Tabelas Recomendadas para Severidade Ocorrência e Detecção Análise de Modo e Efeito de Falha Potencial - FMEA Apostila e Tabelas Recomendadas para Severidade Ocorrência e Detecção Professores: Diego Mondadori Rodrigues Ernani Matschulat Viviane Dorneles Tobias

Leia mais

3 Metodologia de Previsão de Padrões de Falha

3 Metodologia de Previsão de Padrões de Falha 3 Metodologia de Previsão de Padrões de Falha Antes da ocorrência de uma falha em um equipamento, ele entra em um regime de operação diferente do regime nominal, como descrito em [8-11]. Para detectar

Leia mais

8.3. FMEA (Failure Mode and Effects Analysis)

8.3. FMEA (Failure Mode and Effects Analysis) seu produto nas unidades respectivas de cada grandeza, isto é, o produto tem $4,50 na característica "custo", 170 mm na característica "dimensão", e assim por diante. As colunas "concorrente };' e "concorrente

Leia mais

REDUZINDO AS QUEBRAS ATRAVÉS DA MANUTENÇÃO PROFISSIONAL

REDUZINDO AS QUEBRAS ATRAVÉS DA MANUTENÇÃO PROFISSIONAL REDUZINDO AS QUEBRAS ATRAVÉS DA MANUTENÇÃO PROFISSIONAL Luiz Rodrigo Carvalho de Souza (1) RESUMO O alto nível de competitividade exige que as empresas alcancem um nível de excelência na gestão de seus

Leia mais

Segurança e Higiene no Trabalho

Segurança e Higiene no Trabalho Guia Técnico Segurança e Higiene no Trabalho Volume III Análise de Riscos um Guia Técnico de Copyright, todos os direitos reservados. Este Guia Técnico não pode ser reproduzido ou distribuído sem a expressa

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ TM 285 MANUTENÇÃO INDUSTRIAL

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ TM 285 MANUTENÇÃO INDUSTRIAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ TM 285 MANUTENÇÃO INDUSTRIAL CURITIBA DEZEMBRO / 2011 1 INTRODUÇÃO 1.1 - Conceitos Do dicionário: Manutenção = Ato de manter Manter = Sustentar, defender Exemplos: manutenção

Leia mais

Construção do FMEA para um torno mecânico e uma furadeira coluna existentes na oficina de tornearia do CEFET PB UnED Cajazeiras

Construção do FMEA para um torno mecânico e uma furadeira coluna existentes na oficina de tornearia do CEFET PB UnED Cajazeiras Centro Federal de Educação Tecnológica da Paraíba Unidade de Ensino Descentralizada de Cajazeiras Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial Disciplina: Manutenção Industrial José Rômulo Vieira

Leia mais

9º ENTEC Encontro de Tecnologia: 23 a 28 de novembro de 2015

9º ENTEC Encontro de Tecnologia: 23 a 28 de novembro de 2015 DETERMINAÇÃO DA CORRENTE DE CURTO - CIRCUITO FASE TERRA NO MEIO INDUSTRIAL Felipe Miquelino¹; Edilberto Teixeira² 1 Universidade de Uberaba, Uberaba-MG 2 Universidade de Uberaba, Uberaba-MG fmiquelinof@gmail.com;

Leia mais

Modelo para estimativa de risco operacional e previsão de estoque para equipamentos da Comgás

Modelo para estimativa de risco operacional e previsão de estoque para equipamentos da Comgás Modelo para estimativa de risco operacional e previsão de estoque para equipamentos da Comgás Resumo Marcos Henrique de Carvalho 1 Gabriel Alves da Costa Lima 2 Antonio Elias Junior 3 Sergio Rodrigues

Leia mais

Capítulo V. Planejamento e organização da manutenção Por Igor Mateus de Araújo e João Maria Câmara* Manutenção elétrica industrial

Capítulo V. Planejamento e organização da manutenção Por Igor Mateus de Araújo e João Maria Câmara* Manutenção elétrica industrial 46 Capítulo V Planejamento e organização da manutenção Por Igor Mateus de Araújo e João Maria Câmara* A busca incessante do lucro pelas empresas, focada relegando-a a uma posição secundária ou a ser vista

Leia mais

Calendário 2015 - Treinamentos e Eventos Brasil e Portugal

Calendário 2015 - Treinamentos e Eventos Brasil e Portugal Calendário 2015 - Treinamentos e Eventos Brasil e Portugal Este material apresenta as datas e locais dos próximos treinamentos abertos da ReliaSoft Brasil. Se sua agenda conflitar com alguma destas datas

Leia mais

EFICIÊNCIA DE LEITOS CONVENCIONAIS DE ÂNODOS VERSUS LEITOS EM POÇO VERTICAL PROFUNDO PARA PROTEÇÃO CATÓDICA DE TUBULAÇÕES EM PLANTAS PETROQUÍMICAS

EFICIÊNCIA DE LEITOS CONVENCIONAIS DE ÂNODOS VERSUS LEITOS EM POÇO VERTICAL PROFUNDO PARA PROTEÇÃO CATÓDICA DE TUBULAÇÕES EM PLANTAS PETROQUÍMICAS EFICIÊNCIA DE LEITOS CONVENCIONAIS DE ÂNODOS VERSUS LEITOS EM POÇO VERTICAL PROFUNDO PARA PROTEÇÃO CATÓDICA DE TUBULAÇÕES EM PLANTAS PETROQUÍMICAS UMA EXPERIÊNCIA PRÁTICA Luciano Pereira da Silva Francisco

Leia mais

MANUAL DE INSTALAÇÃO. Este manual também pode ser visualizado através do site www.amanco.com.br > Produtos > Predial > Reservatórios

MANUAL DE INSTALAÇÃO. Este manual também pode ser visualizado através do site www.amanco.com.br > Produtos > Predial > Reservatórios Bomba d Água Amanco Modelos XKM60 110V XKM60 220V XKM80 110V XKM80 220V MANUAL DE INSTALAÇÃO M a n u a l d e I n s t a l a ç ã o B o m b a d Á g u a A m a n c o Este manual também pode ser visualizado

Leia mais

Análise do Modo de Falhas e Seus Efeitos

Análise do Modo de Falhas e Seus Efeitos F-MEA Análise do Modo de Falhas e Seus Efeitos ADPO ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO E OPERAÇÕES 1 F-MEA Failure Mode and Effects Analisys Conceito É uma metodologia analítica utilizada para garantir que problemas

Leia mais

Sistema Remoto de Monitoramento On- Line das Pressões de Óleo de Cabos OF (Oil Fluid) da AES ELETROPAULO

Sistema Remoto de Monitoramento On- Line das Pressões de Óleo de Cabos OF (Oil Fluid) da AES ELETROPAULO Sistema Remoto de Monitoramento On- Line das Pressões de Óleo de Cabos OF (Oil Fluid) da AES ELETROPAULO Gerência de Redes Subterrâneas Diretoria Regional II Paulo Deus de Souza Técnico do Sistema Elétrico

Leia mais

CORREIA TRANSPORTADORA FACULDADE CAMPO REAL ENGENHARIA DE PRODUÇÃO 4º SEMESTRE

CORREIA TRANSPORTADORA FACULDADE CAMPO REAL ENGENHARIA DE PRODUÇÃO 4º SEMESTRE CORREIA TRANSPORTADORA FACULDADE CAMPO REAL ENGENHARIA DE PRODUÇÃO 4º SEMESTRE ACADÊMICOS: ANDERSON GOMES EVERSON SCHWAB JOSÉ OSMAR GERSON NESTOR DE SOUZA Dados Históricos Data do século 17, utilizadas

Leia mais

Aula 17 Projetos de Melhorias

Aula 17 Projetos de Melhorias Projetos de Melhorias de Equipamentos e Instalações: A competitividade crescente dos últimos anos do desenvolvimento industrial foi marcada pela grande evolução dos processos produtivos das indústrias.

Leia mais

DISPOSITIVO PARA REALIZAR A RETIRADA E INSTALAÇÃO DO CONJUNTO CHOQUE E TRAÇÃO DOS VAGÕES.

DISPOSITIVO PARA REALIZAR A RETIRADA E INSTALAÇÃO DO CONJUNTO CHOQUE E TRAÇÃO DOS VAGÕES. . DISPOSITIVO PARA REALIZAR A RETIRADA E INSTALAÇÃO DO CONJUNTO CHOQUE E TRAÇÃO DOS VAGÕES. RESUMO Com a evolução dos tempos a técnica ferroviária foi sendo aperfeiçoada de tal maneira que se formar homens

Leia mais

Paulo Sérgio Ferrari Mazzon

Paulo Sérgio Ferrari Mazzon Tecnologia de Aquecimento Solar de Água Abyara, São Paulo, 03 de Julho de 2008 Paulo Sérgio Ferrari Mazzon Luciano Torres Pereira Grupo Soletrol Soletrol Industria e Comércio Soletrol l Tecnologia Universidade

Leia mais

Módulo 4 DISPONIBILIDADE E CONFIABILIDADE DE ATIVOS DE TRANSPORTES

Módulo 4 DISPONIBILIDADE E CONFIABILIDADE DE ATIVOS DE TRANSPORTES Módulo 4 DISPONIBILIDADE E CONFIABILIDADE DE ATIVOS DE TRANSPORTES Análise da Vida Útil do Ativo MAXIMIZAR o Tempo de Operação dos equipamentos pela contenção das causas fundamentais das falhas. Qualificar

Leia mais

Dimensionamento de equipamentos reservas para subestações

Dimensionamento de equipamentos reservas para subestações XVIII Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2008-06 a 10 de outubro Olinda - Pernambuco - Brasil Dimensionamento de equipamentos reservas para subestações Leonardo Labarrere de Souza

Leia mais

1. Introdução 1.1. Histórico do crescimento da produção de petróleo no Brasil

1. Introdução 1.1. Histórico do crescimento da produção de petróleo no Brasil 1. Introdução 1.1. Histórico do crescimento da produção de petróleo no Brasil A Petrobrás alcançou em julho de 2005 a média de produção de 1,76 milhões de barris por dia, sendo destes 1,45 milhões só na

Leia mais

Análise Termográfica Relatório Técnico 0814

Análise Termográfica Relatório Técnico 0814 ANÁLISE TERMOGRÁFICA VALINHOS Valinhos DAEV 1. OBJETIVO Apresentar ao DAEV a Inspeção Termográfica realizada nos equipamentos de suas unidades em Valinhos 2. INSTRUMENTAÇÃO UTILIZADA Termovisor Flir Systems

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA MEDIÇÃO DE ENERGIA PARA EFICIÊNCIA ENERGÉTICA

A IMPORTÂNCIA DA MEDIÇÃO DE ENERGIA PARA EFICIÊNCIA ENERGÉTICA A IMPORTÂNCIA DA MEDIÇÃO DE ENERGIA PARA EFICIÊNCIA ENERGÉTICA Existem várias finalidades para medição de energia, dentre elas vamos destacar as seguintes: Consumo mensal de energia A grandeza medida é

Leia mais

PCM. Gestão do Planejamento da Manutenção

PCM. Gestão do Planejamento da Manutenção PCM Gestão do Planejamento da Manutenção A importância da Engenharia da Manutenção no Planejamento De onde surgiu? Década de setenta; Crise do Petróleo; Necessidade de Racionalizar os custos; A importância

Leia mais

Aplicação dos princípios de gestão da manutenção em uma fábrica de colchões

Aplicação dos princípios de gestão da manutenção em uma fábrica de colchões Aplicação dos princípios de gestão da manutenção em uma fábrica de colchões 1 Laureilton José Almeida BORGES; 1 Débora Cristina de Souza RODRIGUES; 1 Warley Alves Coutinho CHAVES; 1 Caroline Passos de

Leia mais

IMPLEMENTAÇÃO DE MELHORIAS NO PROCESSO DE TRATAMENTO TÉRMICO PARA ALÍVIO DE TENSÕES DE COMPONENTES DE COLUNA DE DIREÇÃO

IMPLEMENTAÇÃO DE MELHORIAS NO PROCESSO DE TRATAMENTO TÉRMICO PARA ALÍVIO DE TENSÕES DE COMPONENTES DE COLUNA DE DIREÇÃO ILHA SOLTEIRA XII Congresso Nacional de Estudantes de Engenharia Mecânica - 22 a 26 de agosto de 2005 - Ilha Solteira - SP Paper CRE05-TC08 IMPLEMENTAÇÃO DE MELHORIAS NO PROCESSO DE TRATAMENTO TÉRMICO

Leia mais

29 Recuperação de guias ou vias deslizantes I

29 Recuperação de guias ou vias deslizantes I A U A UL LA Recuperação de guias ou vias deslizantes I Uma máquina foi retirada do setor de produção e levada para o setor de manutenção porque havia atingido o seu ponto de reforma. A equipe de manutenção

Leia mais

Desenvolvimento de Metodologia de Manutenção Baseada em Confiabilidade para Redes de Distribuição Urbanas da ENERSUL

Desenvolvimento de Metodologia de Manutenção Baseada em Confiabilidade para Redes de Distribuição Urbanas da ENERSUL Desenvolvimento de Metodologia de Manutenção Baseada em Confiabilidade para Redes de Distribuição Urbanas da ENERSUL J.A. Doniak, M. Massuda Sob o, E. G. Pereira, ENERSUL e M.Klimkowski, S.F. Sciammarella,

Leia mais

Solução para Problema de Aquecimento em Acionamento de Exaustor do Processo de Sinterização em Planta de Siderurgia

Solução para Problema de Aquecimento em Acionamento de Exaustor do Processo de Sinterização em Planta de Siderurgia Solução para Problema de Aquecimento em Acionamento de Exaustor do Processo de Sinterização em Planta de Siderurgia Gil Augusto de Carvalho gilaugusto@uol.com.br UBM Orlando Moreira Guedes Júnior engorlandojunior@yahoo.com.br

Leia mais

AVALIAÇÃO DAS EMISSÕES DE HCFC-22 DOS SISTEMAS DE REFRIGERAÇÃO COMERCIAL EM SUPERMERCADOS

AVALIAÇÃO DAS EMISSÕES DE HCFC-22 DOS SISTEMAS DE REFRIGERAÇÃO COMERCIAL EM SUPERMERCADOS AVALIAÇÃO DAS EMISSÕES DE HCFC-22 DOS SISTEMAS DE REFRIGERAÇÃO COMERCIAL EM SUPERMERCADOS Eng. Eduardo Linzmayer RESUMO Avaliação e levantamento das emissões de fluidos nos sistemas de refrigeração; Importância

Leia mais

Revista Manutenção y Qualidade

Revista Manutenção y Qualidade Revista Manutenção y Qualidade SIMPLIFICANDO O GERENCIAMENTO DA MANUTENÇÃO USANDO O MMS Marcelo Albuquerque de Oliveira Instituto Nokia de Tecnologia Rod. Torquato Tapajós 7200 69093-415 Manaus-AM Marcelo.a.oliveira@indt.org.br

Leia mais

Questionário - Proficiência Clínica

Questionário - Proficiência Clínica Tema Elaboradora Texto Introdutório Questão 1 MANUTENÇÃO PREVENTIVA E CORRETIVA DE EQUIPAMENTOS Shélica Colonhezi Castro. Biomédica do Hospital São Paulo Unifesp e Pós-Graduada em Gestão em Saúde. A manutenção

Leia mais

Aplicabilidade das Data: FMEA Falta de Energia Elétrica. 3º SEPAGE - Coren-SP 22/07/2011

Aplicabilidade das Data: FMEA Falta de Energia Elétrica. 3º SEPAGE - Coren-SP 22/07/2011 Aplicabilidade das Ferramentas Título da da Palestra: Qualidade Data: FMEA Falta de Energia Elétrica 3º SEPAGE - Coren-SP 22/07/2011 História dos Riscos Construção do Empire State 1930 102 andares Cenário

Leia mais

UTILIZAÇÃO DA TERMOGRAFIA NA MANUTENÇÃO DE LOCOMOTIVAS E INSPEÇÃO DE VAGÕES.

UTILIZAÇÃO DA TERMOGRAFIA NA MANUTENÇÃO DE LOCOMOTIVAS E INSPEÇÃO DE VAGÕES. UTILIZAÇÃO DA TERMOGRAFIA NA MANUTENÇÃO DE LOCOMOTIVAS E INSPEÇÃO DE VAGÕES. Atualmente no Brasil estão em operação diversos modelos de locomotivas diesel-elétricas, desde locomotivas mais antigas e de

Leia mais

Análise de Riscos de Segurança da Informação. Prof. Paulo Silva UCEFF

Análise de Riscos de Segurança da Informação. Prof. Paulo Silva UCEFF Análise de Riscos de Segurança da Informação Prof. Paulo Silva UCEFF Roteiro 1. Conceitos Fundamentas de Seg. Informação 2. Identificação e Avaliação de Ativos 3. Identificação e Avaliação de Ameaças 4.

Leia mais

GESTÃO DA QUALIDADE DE SOFTWARE Introdução

GESTÃO DA QUALIDADE DE SOFTWARE Introdução GESTÃO DA QUALIDADE DE SOFTWARE Introdução Considerações iniciais Qualidade: Grau de perfeição, de precisão, de conformidade a um certo padrão. É conceito multidimensional, isto é, o cliente avalia a qualidade

Leia mais

APLICAÇÃO DA PROTEÇÃO CATÓDICA NA PREVENÇÃO DE CORROSÃO DE ADUTORAS E RESERVATÓRIOS METÁLICOS

APLICAÇÃO DA PROTEÇÃO CATÓDICA NA PREVENÇÃO DE CORROSÃO DE ADUTORAS E RESERVATÓRIOS METÁLICOS Título APLICAÇÃO DA PROTEÇÃO CATÓDICA NA PREVENÇÃO DE CORROSÃO DE ADUTORAS E RESERVATÓRIOS METÁLICOS Autores Eng o. Luiz Rodrigues Leite Jr. - Engenheiro II. Engenheiro Eletricista Eng o. Nilton Franco

Leia mais

Manual Técnico. Transformadores de potência. Revisão 5 ÍNDICE

Manual Técnico. Transformadores de potência. Revisão 5 ÍNDICE Página 1 de 10 Manual Técnico Transformadores de potência Revisão 5 ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO...2 2 RECEBIMENTO...2 3 INSTALAÇÃO...3 3.1 Local de instalação...3 3.2 Ligações...3 3.3 Proteções...7 4 MANUTENÇÃO...9

Leia mais

A metodologia proposta pela WEG para realizar este tipo de ação será apresentada a seguir.

A metodologia proposta pela WEG para realizar este tipo de ação será apresentada a seguir. Eficiência Energética Buaiz Alimentos 1 CARACTERÍSTICAS DA EMPRESA Nome fantasia: Buaiz Alimentos Ramo de atividade: Alimentício Localização: Vitória / ES Estrutura tarifária: Horo-sazonal Azul A4 Demanda

Leia mais

AVALIAÇÃO E MELHORIA DO SISTEMA DE CONTROLE DE UMA CENTRAL DE GERAÇÃO DE VAPOR EM UMA REFINARIA

AVALIAÇÃO E MELHORIA DO SISTEMA DE CONTROLE DE UMA CENTRAL DE GERAÇÃO DE VAPOR EM UMA REFINARIA AVALIAÇÃO E MELHORIA DO SISTEMA DE CONTROLE DE UMA CENTRAL DE GERAÇÃO DE VAPOR EM UMA REFINARIA Cristine Kayser cristine@trisolutions.com.br Simone Maria Marcon simone@trisolutions.com.br Augusto dos Santos

Leia mais

RET Relatório Técnico de Encerramento Título do Teste TESTE DE HIDROVARIADOR DE VELOCIDADE HENFEL MODELO HFPM2500

RET Relatório Técnico de Encerramento Título do Teste TESTE DE HIDROVARIADOR DE VELOCIDADE HENFEL MODELO HFPM2500 RET Relatório Técnico de Encerramento Título do Teste TESTE DE HIDROVARIADOR DE VELOCIDADE HENFEL MODELO HFPM2500 APLICADO EM ACIONAMENTO DE TRANSPORTADORES DE CORREIA TMPM SÃO LUÍS - MA SAT 1260 Localidade,

Leia mais

Equipamento de Compactação. Built to last

Equipamento de Compactação. Built to last Built to last Equipamento de Compactação Placas Vibratórias de Solo e Asfalto Trabalhos fortes exigem máquinas fortes Projetada para atender as altas demandas das empresas de aluguel e empreiteiras, a

Leia mais

Aplicação de FMEA para Revisão da Estratégia de Manutenção dos Tornos de Rodeiros 165CNC

Aplicação de FMEA para Revisão da Estratégia de Manutenção dos Tornos de Rodeiros 165CNC Aplicação de FMEA para Revisão da Estratégia de Manutenção dos Tornos de Rodeiros 165CNC Renato David 1, Allan James Ferreira Maciel 2 *, Jediel Grangeiro 3, Josenilson Rocha 4 1,2,3,4 Planejamento e recursos

Leia mais

ESTUDO COMPARATIVO NBR ISO 13485:2004 RDC 59:2000 PORTARIA 686:1998 ITENS DE VERIFICAÇÃO PARA AUDITORIA

ESTUDO COMPARATIVO NBR ISO 13485:2004 RDC 59:2000 PORTARIA 686:1998 ITENS DE VERIFICAÇÃO PARA AUDITORIA ESTUDOCOMPARATIVO NBRISO13485:2004 RDC59:2000 PORTARIA686:1998 ITENSDEVERIFICAÇÃOPARAAUDITORIA 1. OBJETIVO 1.2. 1. Há algum requisito da Clausula 7 da NBR ISO 13485:2004 que foi excluída do escopo de aplicação

Leia mais

Introdução Visão Geral Processos de gerenciamento de qualidade. Entradas Ferramentas e Técnicas Saídas

Introdução Visão Geral Processos de gerenciamento de qualidade. Entradas Ferramentas e Técnicas Saídas Introdução Visão Geral Processos de gerenciamento de qualidade Entradas Ferramentas e Técnicas Saídas O que é qualidade? Qualidade é a adequação ao uso. É a conformidade às exigências. (ISO International

Leia mais

Goulds 3640. API-610 10ª edição/iso 13709 API BB2 de dois estágios dividida radialmente entre rolamentos

Goulds 3640. API-610 10ª edição/iso 13709 API BB2 de dois estágios dividida radialmente entre rolamentos API-610 10ª edição/iso 13709 API BB2 de dois estágios dividida radialmente entre rolamentos Goulds Pumps Uma empresa líder em soluções de pacotes de bombas projetadas segundo normas do API Liderança comprovada

Leia mais

Desenvolvimento de Políticas de Manutenção Centradas em Confiabilidade para Turbinas a Gás Empregadas em Usinas Termelétricas a Ciclo Combinado

Desenvolvimento de Políticas de Manutenção Centradas em Confiabilidade para Turbinas a Gás Empregadas em Usinas Termelétricas a Ciclo Combinado 1 Desenvolvimento de Políticas de Manutenção Centradas em Confiabilidade para Turbinas a Gás Empregadas em Usinas Termelétricas a Ciclo Combinado G. F. M. de Souza, EPUSP, F. J. Guevara, EPUSP e J. N.

Leia mais

Cristian Dekkers Kremer (PPGEP - UTFPR) E-mail: cristian_dk@ig.com.br Prof. Dr. João Luiz Kovaleski (PPGEP - UTFPR) E-mail: kovaleski@utfpr.edu.

Cristian Dekkers Kremer (PPGEP - UTFPR) E-mail: cristian_dk@ig.com.br Prof. Dr. João Luiz Kovaleski (PPGEP - UTFPR) E-mail: kovaleski@utfpr.edu. Determinação do momento ótimo para a realização da manutenção preventiva em equipamentos de uma indústria metalúrgica: um estudo voltado para a redução de custos Cristian Dekkers Kremer (PPGEP - UTFPR)

Leia mais

Bomba d Água Amanco MANUAL DE INSTALAÇÃO

Bomba d Água Amanco MANUAL DE INSTALAÇÃO MANUAL DE INSTALAÇÃO Bomba d Água Amanco M a n u a l d e I n s t a l a ç ã o B o m b a d Á g u a A m a n c o Este manual também pode ser visualizado através do site > Produtos > Predial > Reservatórios

Leia mais

O MÉTODO DUANE COMO BALIZADOR DO TREINAMENTO NO LOCAL DE TRABALHO (TLT) E AUMENTO DA CONFIABILIDADE HUMANA NA MANUTENÇÃO PREDITIVA

O MÉTODO DUANE COMO BALIZADOR DO TREINAMENTO NO LOCAL DE TRABALHO (TLT) E AUMENTO DA CONFIABILIDADE HUMANA NA MANUTENÇÃO PREDITIVA O MÉTODO DUANE COMO BALIZADOR DO TREINAMENTO NO LOCAL DE TRABALHO (TLT) E AUMENTO DA CONFIABILIDADE HUMANA NA MANUTENÇÃO PREDITIVA Waldo Vieira Costa (Cefet) waldovieiracosta@yahoo.com.br Marina Rodrigues

Leia mais

Análise RAM (Reliability Analysis System)

Análise RAM (Reliability Analysis System) (Reliability Analysis System) (Reliability, Availability and Maintainability) uma Análise RAM em um O modelo de análise das 5 forças de Porter exemplifica a realidade atual do mundo corporativo, no qual

Leia mais

Aspectos e Impactos Ambientais

Aspectos e Impactos Ambientais PÁGINA: 1/18 1 OBJETIVO Estabelecer e garantir uma sistemática para identificar, avaliar e gerenciar os aspectos e impactos ambientais das atividades, produtos ou serviços, da empresa x que possam ser

Leia mais

Scania Serviços. Serviços Scania.

Scania Serviços. Serviços Scania. Serviços Scania Scania Serviços. Serviços Scania. Tudo o que o você precisa para cuidar Tudo bem do o que seu o Scania, você precisa em um para só lugar. cuidar bem do seu Scania, em um só lugar. SERVIÇOS

Leia mais

Manutenção DSPTI II. Porque fazer Manutenção. Manutenção. Porque fazer Manutenção. Porque fazer Manutenção

Manutenção DSPTI II. Porque fazer Manutenção. Manutenção. Porque fazer Manutenção. Porque fazer Manutenção Manutenção DSPTI II Manutenção Preventiva e Corretiva Prof. Alexandre Beletti Utilizada em todo tipo de empresa, procurando evitar falhas e quebras em um determinado maquinário Prolongar a vida útil de

Leia mais

CEMIG DISTRIBUIÇÃO. Autores. Alex Antonio Costa Carlos Miguel Trevisan Noal Eustáquio do Nascimento Amorim Jorge Pereira de Souza Renato Claro Martins

CEMIG DISTRIBUIÇÃO. Autores. Alex Antonio Costa Carlos Miguel Trevisan Noal Eustáquio do Nascimento Amorim Jorge Pereira de Souza Renato Claro Martins A INTEGRAÇÃO DO SESMT COM A ENGENHARIA CIVIL NA ADEQUAÇÃO DAS INSTALAÇÕES VISANDO REALIZAÇÃO DE ATIVIDADES DE CONSERVAÇÃO E LIMPEZA EXECUTADAS EM DIFERENÇA DE NÍVEL Autores Alex Antonio Costa Carlos Miguel

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO DE MANUTENÇÃO APLICADO NO IFRN CAMPUS MOSSORÓ

SISTEMA DE GESTÃO DE MANUTENÇÃO APLICADO NO IFRN CAMPUS MOSSORÓ SISTEMA DE GESTÃO DE MANUTENÇÃO APLICADO NO IFRN CAMPUS MOSSORÓ Dayse Duarte Tenorio Diretoria Acadêmica de Eletrotécnica IFRN Campus Mossoró E-mail: dayse_tenoro_d@hotmail.com Lucas Duarte Almeida Departamento

Leia mais

SIMULAÇÃO DE ESTRATÉGIAS DE MANUTENÇÃO CORRETIVA E O IMPACTO EM UM SISTEMA PRODUTIVO.

SIMULAÇÃO DE ESTRATÉGIAS DE MANUTENÇÃO CORRETIVA E O IMPACTO EM UM SISTEMA PRODUTIVO. SIMULAÇÃO DE ESTRATÉGIAS DE MANUTENÇÃO CORRETIVA E O IMPACTO EM UM SISTEMA PRODUTIVO. CAMILA RODRIGUES VIEIRA MACHADO (pitagoras) camilarvm@hotmail.com SAMARA LOPES BARBOSA (pitagoras) samaralb@hotmail.com

Leia mais

Capítulo VII. Sistema de manutenção planejada e em motores elétricos. Manutenção elétrica industrial. Características. Conceitos. Organização do SMP

Capítulo VII. Sistema de manutenção planejada e em motores elétricos. Manutenção elétrica industrial. Características. Conceitos. Organização do SMP 50 Capítulo VII Sistema de manutenção planejada e em motores elétricos Por Igor Mateus de Araújo e João Maria Câmara* O Sistema de Manutenção Planejada (SMP) é formado por instruções, listas e detalhamento

Leia mais

Monitoramento Online de Máquinas e Equipamentos www.preditivaonline.com.br marceloterra@preditivaonline.com.br Tel. 15-997741518

Monitoramento Online de Máquinas e Equipamentos www.preditivaonline.com.br marceloterra@preditivaonline.com.br Tel. 15-997741518 Principais Conceitos Definição de manutenção : ato ou efeito de manter; cuidar de algum objeto ou bem. Conservação. Podemos entender manutenção como o conjunto de tratativas e cuidados técnicos, indispensáveis

Leia mais

Análise Termográfica RELATÓRIO TÉCNICO 0714

Análise Termográfica RELATÓRIO TÉCNICO 0714 ANÁLISE TERMOGRÁFICA CODEN - Nova Odessa CODEN 1. OBJETIVO Apresentar ao CODEN a Inspeção Termográfica realizada nos equipamentos de suas unidades em Nova Odessa 2. INSTRUMENTAÇÃO UTILIZADA Termovisor

Leia mais

PRINCÍPIO: PERFEIÇÃO SISTEMA DE PRODUÇÃO VOLKSWAGEN

PRINCÍPIO: PERFEIÇÃO SISTEMA DE PRODUÇÃO VOLKSWAGEN PRINCÍPIO: PERFEIÇÃO SISTEMA DE PRODUÇÃO VOLKSWAGEN 1 SISTEMA DE PRODUÇÃO VOLKSWAGEN PRINCÍPIO: PERFEIÇÃO Manutenção Produtiva Total MANTER CONSERVAR PREVENIR REPARAR SUBSTITUIR ADEQUAR MELHORAR PRODUÇÃO

Leia mais

O SISTEMA DE MANUTENÇÃO COMO FERRAMENTA PARA MELHORIA DE RESULTADOS

O SISTEMA DE MANUTENÇÃO COMO FERRAMENTA PARA MELHORIA DE RESULTADOS O SISTEMA DE MANUTENÇÃO COMO FERRAMENTA PARA MELHORIA DE RESULTADOS Celeste Maria de Almeida (1) Resumo Objetivo do trabalho é demonstrar como os recursos disponíveis no Sistema Informatizado de Manutenção

Leia mais

PRESSURIZADOR PL - 9 MANUAL DE INSTRUÇÕES DE INSTALAÇÃO, FUNCIONAMENTO E GARANTIA. ATENDIMENTO AO CONSUMIDOR 0800 0 17 28 44 www.lorenzetti.com.

PRESSURIZADOR PL - 9 MANUAL DE INSTRUÇÕES DE INSTALAÇÃO, FUNCIONAMENTO E GARANTIA. ATENDIMENTO AO CONSUMIDOR 0800 0 17 28 44 www.lorenzetti.com. PRESSURIZADOR ATENDIMENTO AO CONSUMIDOR 0800 0 17 28 44 www.lorenzetti.com.br Lorenzetti S.A. Indústrias Brasileiras Eletrometalúrgicas Av. Presidente Wilson, 1230 - CEP 03107-901 Mooca - São Paulo - SP

Leia mais

MANUTENÇÃO PREDITIVA EM TRANSFORMADORES UTILIZANDO O CRITÉRIO DE ROGERS NA ANÁLISE DE GASES DISSOLVIDOS EM ÓLEO ISOLANTE

MANUTENÇÃO PREDITIVA EM TRANSFORMADORES UTILIZANDO O CRITÉRIO DE ROGERS NA ANÁLISE DE GASES DISSOLVIDOS EM ÓLEO ISOLANTE MANUTENÇÃO PREDITIVA EM TRANSFORMADORES UTILIZANDO O CRITÉRIO DE ROGERS NA ANÁLISE DE GASES DISSOLVIDOS EM ÓLEO ISOLANTE JOÃO LUIS REIS E SILVA (1) resumo O critério de Rogers é uma metodologia científica

Leia mais

Atividades da Empresa

Atividades da Empresa Atividades da Empresa A ELsolutions atua no mercado oferecendo soluções de engenharia e montagem em equipamentos de acesso para execução de grandes obras na construção civil e manutenção de fábrica. Temos

Leia mais

0800 709 8000 - www.brasifmaquinas.com.br. Distribuidor exclusivo: Distrito Federal. Espírito Santo. Goiás. Minas Gerais. Paraná

0800 709 8000 - www.brasifmaquinas.com.br. Distribuidor exclusivo: Distrito Federal. Espírito Santo. Goiás. Minas Gerais. Paraná 0800 709 8000 - www.brasifmaquinas.com.br Distribuidor exclusivo: Distrito Federal. Espírito Santo. Goiás. Minas Gerais. Paraná Santa Catarina. São Paulo. Rio Grande do Sul. Tocantins ÍNDICE Confiança

Leia mais