Manual de Qualidade de Fornecedor Requisitos do Programa. Índice

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Manual de Qualidade de Fornecedor Requisitos do Programa. Índice"

Transcrição

1 Norma John Deere Manual de Qualidade de Fornecedor Requisitos do Programa Índice 1 Escopo Termos e Definições Sistema de Gerenciamento da Qualidade Responsabilidade de Gerenciamento Gerenciamento de Recursos Desenvolvimento do Produto Processo Corporativo de Entrega de Produtos Medição, Análise e Melhoria Normas de Engenharia Informações de Contato Referências Resumo das Alterações da Edição Anterior (Somente como Informação Não Faz Parte do Padrão) Lista de Tabelas Tabela 1 Requisitos de Aprovação de Peças de Produção por Nível do Plano de Qualidade Tabela 2 Alterações Planejadas que Exigem Aprovação Antes da Implementação Tabela 3 Alterações que Exigem Aprovação de PPAP Antes da Primeira Remessa de Produção Tabela 4 Discriminação da Meta de Confiabilidade Tabela 5 Informações do Local de Montagem do Componente (Exemplos) Tabela 6 Condições do Ambiente de Uso Edição atual: 08/01/2015 Substitui: 12/03/2009 Primeira edição: 30/06/1998 Controle do Projeto: DT Página 1 de 51 As Normas John Deere são destinadas ao uso pela Deere & Company, suas divisões e subsidiárias. Os fornecedores que dependem delas para o fornecimento de produtos ou para o benefício da Empresa devem verificar se possuem a versão mais recente. A distribuição das normas a terceiros, que não os Fornecedores John Deere, com ou sem autorização, destina-se somente a informar, e a Deere & Company não se responsabiliza por resultados que possam ser atribuídos à aplicação de conformidade com tais normas. A Empresa não faz declarações nem dá garantias, expressas ou implícitas, de que o seguimento garanta a conformidade com leis ou outras normas ou regulamentos aplicáveis. Além disso, aqueles que detêm as normas e optam por usálas concordam em assumir a responsabilidade pela conformidade com patentes, bem como por uma possível violação de patentes. Deere & Company Engineering Standards Department, One John Deere Place, Moline, Illinois , EUA. Não publicado Todos os direitos reservados sob leis de direitos autorais.

2 1 Escopo 1.1 estabelece os critérios mínimos para os fornecedores implementarem e manterem um sistema de qualidade que lhes permita produzir e entregar produtos e serviços globalmente competitivos para a John Deere. fornece um método uniforme para que todas as unidades da John Deere possam comunicar os requisitos gerais, as expectativas e as diretrizes para a cadeia de suprimentos. apoia o processo Achieving Excellence da John Deere: Medir continuamente a atuação do fornecedor, recompensar melhorias e reconhecer esforços destacados por parte dos fornecedores; considerar o planejamento proativo da qualidade uma rotina ao fazer negócios; e auxiliar nos contínuos esforços de aperfeiçoamento por parte dos fornecedores. 1.2 Os requisitos identificados com uma chave são fundamentais. O descumprimento desses requisitos representa um alto risco de o fornecedor violar os Termos e Condições estabelecidos na Ordem de Compra. 1.3 Informações adicionais estão disponíveis em X1, X2 e John Deere Supply Network (JDSN). 1.4 pode conter disposições obrigatórias, que são identificadas pelas palavras "deve" ou obrigatório". O cumprimento das disposições obrigatórias é necessário para reivindicar a conformidade com. também pode conter disposições de orientação, que são geralmente identificadas pelas palavras "deveria" ou "recomendado". O cumprimento das disposições de orientação não é obrigatório, porque podem não ser apropriadas para todas as máquinas ou todas as aplicações. 2 Termos e Definições Para efeitos do, os seguintes termos e definições aplicam-se: 2.1 Cp Relação de tolerância para 6 Sigma, ou o limite superior de especificação (USL), menos o limite inferior de especificação (LSL), dividido por 6 Sigma. Nota 1 Chamada às vezes de tolerância de engenharia dividida pela tolerância natural, trata-se apenas de uma medida de dispersão. 2.2 Cpk É igual ao menor dos USL menos a média dividida por 3 sigma (ou a média) menos o LSL dividido por 3 sigma. Quanto maior o valor de Cpk, melhor. 2.3 plano de controle Descrição documentada dos sistemas e dos processos para controle de produto. Nota 2 O Plano de Controle descreve as ações que são exigidas em cada fase do processo, desde o recebimento até o envio, a fim de assegurar que todos os resultados dos processos permaneçam sob controle. O plano de controle tem uma estratégia que responde a mudanças nas condições de processo e é mantido e usado durante o ciclo de vida do produto. 2

3 2.4 Revisão de Projeto, Processo e Montagem (DPAR) Um processo de engenharia simultâneo projetado para otimizar o relacionamento entre a função do projeto, a possibilidade de fabricação e a facilidade de montagem. Nota 3 Este processo também é conhecido como Projeto para Possibilidade de Fabricação e Montagem. 2.5 discriminação Capacidade do instrumento de avaliação ou medição de detectar e indicar pequenas mudanças na característica medida. Nota 4 Também chamada de resolução. 2.6 desvio de engenharia Documento requerido antes da entrega para registrar e controlar a autorização e o uso do produto quando as especificações da peça não estão de acordo com as especificações de engenharia. Também documenta a ação corretiva. 2.7 Processo Corporativo de Entrega de Produtos (EPDP) Sequência de processos necessários para projetar, testar e produzir com sucesso um produto ou serviço que atenda ou supere as expectativas da John Deere e dos nossos clientes. 2.8 Análise de Modos e Efeitos de Falha (FMEA) Grupo sistemático de atividades destinado a reconhecer e avaliar a possível falha de um produto, os efeitos e as causas dessa falha, identificar ações que possam eliminar ou reduzir a chance de ocorrência da possível falha e documentar o processo. 2.9 repetitividade Variação nas medições obtidas com um instrumento de medição quando é usado diversas vezes por um operador ao medir características idênticas na mesma peça reprodutibilidade Variação na média das medições feitas por diferentes operadores, usando o mesmo instrumento de medição diversas vezes, nas medições de características idênticas na mesma peça propriedade intelectual Ideias e expressões criativas da mente humana que têm valor comercial e recebem a proteção legal de um direito de propriedade. Inclui ideias, invenções, métodos de negócios e processos de manufatura. Nota 5 Os principais mecanismos legais para proteção de direitos de propriedade intelectual são direitos autorais, patentes e marcas comerciais John Deere Supply Network (JDSN) Site que auxilia funcionários da John Deere e fornecedores a administrarem relacionamentos, e que fornece aos fornecedores as informações e ferramentas necessárias para a condução dos negócios com a John Deere. 3

4 2.13 característica-chave Parâmetro de produto ou processo de fabricação que pode afetar a segurança ou a conformidade com as normas, o ajuste, a função, a performance ou o posterior processamento do produto. Controle desejado é necessário para atender aos requisitos da John Deere que afetam direta ou significativamente a satisfação da John Deere por meio da conformidade com padrões e normas do governo, país ou setor, capacidade de executar os requisitos pretendidos do projeto ou possibilidade de fabricação e capacidade de montagem Processo de Order Fulfillment (OFP) Processo global na John Deere que é projetado para entregar o produto certo no local certo e no momento certo construção física Modelo físico que é usado para avaliar a produção completa, os processos e as ferramentas por inteiro durante o Processo Corporativo de Entrega de Produtos Pp Estimativa da capacidade de um processo durante a sua configuração inicial, antes de ter sido levado a um estado de controle estatístico (por exemplo, quando poucos dados dos pontos estão disponíveis) PpK Termo usado para prever a capabilidade de um novo processo. Nota 6 Também conhecido como índice de performance capabilidade do processo Faixa sobre a qual a variação natural de um processo ocorre, determinada pelo sistema de causas comuns. Nota 7 A capabilidade do processo é composta por três componentes importantes: a tolerância de design, a centralização do processo e a faixa ou dispersão da variação do processo controle de processo Monitoramento de características de capabilidade para produzir um recurso sob condições estáveis a fim de manter níveis aceitáveis de qualidade contínua. Nota 8 Os exemplos do controle de documento do processo incluem: fichas de processo, instruções da inspeção e de teste, procedimentos de teste, procedimentos operacionais padrão, instruções de manutenção preventiva e planos de controle de peças específicas Análise de Modos e Efeitos de Falha de Processo (PFMEA) Grupo sistemático de atividades destinado a reconhecer e avaliar a possível falha de um processo, os efeitos e as causas dessa falha, identificar ações que possam eliminar ou reduzir a chance de ocorrência da possível falha e documentar o processo. 4

5 2.21 Verificação e Validação do Produto (PV&V) Processo pelo qual é comprovado que um produto está de acordo com a especificação obrigatória através do uso de evidência objetiva, e é confirmado que os recursos e a performance de um produto atendem às expectativas da John Deere. Nota 9 Também conhecido por AIAG como Verificação e Validação de Projetos, e por ISO como Verificação e Validação de Desenvolvimento Número de Prioridade de Risco (RPN) Produto de severidade, detecção e ocorrência em um FMEA processo especial Processos usados na produção de produtos cuja qualidade não pode ser totalmente verificada mais tarde por inspeção sem destruição do produto. (Por exemplo, soldagem, pintura, tratamento térmico, chapeamento.) 2.24 subcontratado Fornecedores que fornecem aos principais fornecedores da John Deere. Nota 10 Subcontratados também são conhecidos como fornecedores de segundo e terceiro nível, fornecedores de subnível ou cadeia de suprimentos do fornecedor variação total Relação da incerteza da repetibilidade e da reprodutibilidade do sistema de medição da variação da tolerância da característica a ser medida Nível do Plano de Qualidade (QPL) Risco da peça baseado em três categorias: custo, gravidade e complexidade. Nota 11 Cada categoria afeta o risco geral de uma peça ou de um componente para a John Deere. Os níveis do plano de qualidade variam de 0 a 4, sendo que 4 representa o risco mais alto. As atividades da qualidade obrigatórias são identificadas com base no Nível do Plano de Qualidade registro da qualidade Registros estabelecidos para comprovar a conformidade com requisitos e a operação eficaz do sistema de gerenciamento de qualidade garantia (garantia de verificação) Página de rosto dos documentos PPAP, que requer a aprovação da John Deere antes da remessa das peças de produção relacionamento Uma análise composta de iniciativa, atitude, receptividade, atenção a detalhes, comunicações e performance do fornecedor, avaliados no programa Achieving Excellence. 5

6 3 Sistema de Gerenciamento da Qualidade 3.1 Requisitos Gerais Os Fornecedores da John Deere devem conduzir os negócios com alto nível de integridade e de maneira social e ambientalmente responsável, de acordo com o Código de Conduta de Fornecedores da John Deere A adoção de um sistema de gerenciamento de qualidade deveria ser uma decisão estratégica do fornecedor. O projeto e a implementação do sistema de gerenciamento de qualidade de um fornecedor são influenciados por várias necessidades, objetivos, produtos e processos, bem como pelo tamanho do fornecedor Embora muitos fornecedores estejam certificados atualmente ou estejam buscando certificação ou conformidade com normas ou programas auditados por grupos certificadores (tais como ISO/TS 16949, Malcolm Baldrige, ISO 9001 ou um dos vários equivalentes de outras indústrias, estados ou países), os fornecedores na cadeia de suprimentos da John Deere deveriam cumprir ISO/TS representa o requisito mínimo da John Deere Os fornecedores devem fazer uma autoavaliação para determinar até que ponto os seus sistemas de qualidade e os da sua cadeia de suprimentos estão alinhados com este manual. A aceitação de uma ordem de compra John Deere constitui a aceitação dos requisitos do por parte do fornecedor Os fornecedores devem discutir e entender a aplicação específica dos requisitos de com os representantes da John Deere e a cadeia de suprimentos do fornecedor para tomar decisões efetivas relativas aos negócios Cada unidade da John Deere pode exigir certificação em sistemas da qualidade mais rígidos. Nota 12 Muitas das atividades mencionadas no são explicadas em mais detalhes nos manuais do Grupo de Ação da Indústria Automotiva (AIAG), tais como Análise dos Sistemas de Medição (MSA) e Análise de Modos e Efeitos de Falha (FMEA). Os fornecedores deveriam obter cópias dos manuais da AIAG A John Deere reserva o direito de realizar uma avaliação do sistema de qualidade na instalação do fornecedor. Quando realizar essa avaliação, a John Deere deve ter acesso aos funcionários, documentação, equipamentos de medição e instalações de testes do fornecedor. Logo após a avaliação, a John Deere relatará o que foi encontrado em uma reunião e, posteriormente, emitirá um relatório ao fornecedor resumindo os resultados da avaliação A John Deere poderá realizar uma Avaliação de Engenharia de Produtos usando o Questionário de Engenharia de Produtos (PEQ) para componentes com níveis do plano de qualidade 3 quando o fornecedor tiver o controle do projeto do componente ou subsistema A John Deere poderá realizar Auditorias de Verificação de Processos (PVA) em componentes selecionados. Essa auditoria da qualidade do fornecedor no local é destinada a peças com um alto nível de severidade para determinar a eficácia e a conformidade dos controles do processo. Essa auditoria também pode ser realizada em peças semelhantes quando o trabalho ainda não tiver sido terceirizado ou durante a preparação para a produção completa A John Deere poderá realizar Auditorias de Processo Especial (SPA) no fornecedor referente à fabricação de peças da John Deere (consulte a cláusula ). Se um fornecedor de primeiro nível terceirizar, temporária ou permanentemente, esse fornecedor deverá ser responsável pela avaliação e aprovação dos fornecedores de segundo nível. 6

7 A John Deere poderá realizar uma Avaliação de Riscos de Order Fulfillment (OFRA). Trata-se de uma avaliação de alto nível destinada a avaliar a prontidão de order fulfillment (entrega) do fornecedor, identificar riscos e promover melhorias Quaisquer itens que requeiram ação corretiva deverão ser claramente anotados, e o fornecedor deverá se submeter a um plano de ação corretiva para resolver esses problemas na data prevista concordada. 3.2 Funções e Responsabilidades do Fornecedor O fornecedor deve estabelecer, documentar, executar e manter um sistema de gerenciamento de qualidade, buscando melhorar continuamente a eficácia do sistema de acordo com as exigências do O sistema de gerenciamento de qualidade do fornecedor deve incluir: Identificar os processos necessários para os sistemas de gestão de qualidade e sua aplicação durante as operações do fornecedor. Determinar a sequência e a interação dos processos do sistema de qualidade. Determinar os critérios e métodos necessários para assegurar que a operação e o controle dos processos do sistema de qualidade sejam eficazes. Assegurar a disponibilidade dos recursos e das informações necessárias para apoiar a operação e o monitoramento dos processos do sistema de qualidade. Monitorar, medir e analisar os processos do sistema de qualidade. Implementar ações necessárias para atingir os resultados planejados e a melhoria contínua dos processos do sistema de qualidade. Gerenciar os processos do sistema de qualidade de acordo com os requerimentos do JDS- G223. Aderir ao Código de Conduta de Fornecedores da John Deere. Comunicar à John Deere, dentro de 30 dias, quaisquer alterações à certificação de terceiros (de qualidade, regulamentação, segurança e saúde, e ambiental) Quando um fornecedor escolhe terceirizar qualquer processo que afeta a conformidade do produto com requisitos, deve assegurar o controle sobre tais processos, incluindo o controle sobre matéria-prima. O controle de tais processos terceirizados deve ser identificado dentro do sistema de gerenciamento de qualidade Os processos necessários para o sistema de gerenciamento de qualidade deveriam incluir processos para gerenciamento das atividades, provisão dos recursos, desenvolvimento do produto e medição. Consulte a cláusula 6.3 para obter os requisitos de notificação da John Deere Se o fornecedor não cumprir o nível mínimo de performance destes requisitos, conforme medição da Auditoria do Sistema da Qualidade do Fornecedor, tal falha deverá impactar e, potencialmente, poderá restringir os negócios futuros até que as maiores não conformidades identificadas sejam corrigidas, verificadas e concluídas O treinamento da John Deere para, Normas John Deere e a Integração da Cadeia de Suprimentos do Processo Corporativo de Entrega de Produtos estão disponíveis em JDSN. 7

8 3.3 Exigências da Documentação Sistema de Gerenciamento da Qualidade O fornecedor deve estabelecer e manter um sistema de gerenciamento de qualidade documentado Os documentos do sistema de gerenciamento de qualidade devem incluir: Afirmações documentadas de política e objetivos da qualidade. Um manual de qualidade. Procedimentos documentados conforme exigido por. Documentos de que o fornecedor necessita para assegurar o planejamento, a operação e o controle eficaz de seus processos. Todos os registros exigidos por Manual de Qualidade O fornecedor deve estabelecer e manter um manual de qualidade controlada cobrindo todos os produtos e serviços para a John Deere O manual de qualidade deve incluir o seguinte: O escopo do Sistema de Gerenciamento de Qualidade. Processos e procedimentos documentados. Uma descrição da interação entre os processos do sistema de gerenciamento de qualidade Controle de Documentos O fornecedor deve estabelecer e manter um procedimento documentado para controlar todos os documentos e dados de origem interna e externa, tais como normas e desenhos da John Deere O procedimento de controle de documentos deve incluir o seguinte: Aprovação da adequação antes do lançamento. Análise, atualização e reaprovação da documentação. Identificação de mudanças do documento e revisões atuais. Garantia de que os documentos estão disponíveis em todos os pontos de uso. Garantia de que os documentos estão legíveis e identificáveis. Identificação e distribuição de documentos externos relevantes. Identificação e prevenção de uso não intencional de documentos obsoletos No caso de especificações referenciadas dentro de um documento, o fornecedor deve ter a revisão mais recente desses documentos disponíveis em todos os locais necessários para a manufatura Cabe ao fornecedor ter um procedimento documentado para o controle e a distribuição dos desenhos e das normas. 8

9 Os fornecedores devem usar as normas mais atuais, entender as normas relevantes e analisar todas as alterações nestas normas. Os fornecedores podem analisar as alterações às Normas John Deere selecionando What s New no JDSN Os desenhos obsoletos devem ser destruídos ou identificados apropriadamente como obsoletos e arquivados Quando a John Deere estiver usando um desenho controlado pelo fornecedor e esse desenho for alterado, o fornecedor deverá notificar a John Deere usando o sistema de Solicitação de Alteração de Fornecedor (SCR) no JDSN (consulte a cláusula 6.3.) e recebendo aprovação antes da alteração. Consulte a cláusula 2 em X1 (2015). 3.4 Controle dos Registros Todos os registros da qualidade devem ser mantidos pelo menos por três anos, exceto quando esteja especificado de outra maneira no manual de qualidade do fornecedor e acordado com a John Deere Os registros de qualidade devem ser armazenados em um ambiente que proteja os documentos contra deterioração e em locais que estejam prontamente acessíveis quando solicitados pela John Deere Os registros da cadeia de suprimentos do fornecedor relativos ao produto da John Deere devem ser mantidos da mesma forma que os registros de qualidade do fornecedor. Os exemplos de registros de qualidade deveriam incluir, mas não estão limitados a: Dados de Medição Análise de Modos e Efeitos de Falha de Processo e de Projeto Dados de Análise dos Sistemas de Medição Dados de Controle Estatístico do Processo e Capabilidade Dados das Principais Alterações do Processo Dados de Controle de Lotes de Produção Garantia e Documentos de Verificação Solicitações de Ação Corretiva e Repostas Registros de Calibração e Manutenção de Instrumentos de Medição Análise de Repetitividade e Reprodutibilidade Dados de entrada de processos especiais, por exemplo: Tratamento Térmico Soldagem Pintura Chapeamento Fundição Eletrônicos Relatório de Inspeção de Amostra Inicial Avaliações Internas do Sistema de Qualidade 9

10 Registros de Treinamento dos Funcionários (mantidos pela duração da contratação) Dados de Ensaios Destrutivos e Não Destrutivos Registros de Sucata, Recuperação e Desvio Modelo de Atividade de Verificação e Validação do Produto Dados de Testes (de Laboratório e Campo) Funcionais e de Performance Planos de Qualidade ou de Controle para as Peças e Conjuntos (somente o plano mais recente) Rejeições da Qualidade e Registros de Disposição Auditoria do Sistema da Qualidade, Auditoria de Processo e Ações Corretivas Relatório de Aprovação da Aparência Documentos de Aprovação de Peças de Produção Documentos de Revisão e Análise do Projeto Avaliações de Riscos 4 Responsabilidade de Gerenciamento 4.1 Comprometimento da Administração Geral A alta administração deve desempenhar uma função ativa no sistema de gerenciamento de qualidade. Esta deverá conduzir os processos gerenciais de planejamento, controle e melhoria da qualidade O fornecedor deve demonstrar um comprometimento em relação às melhorias contínuas por parte de sua alta administração A alta administração deverá providenciar evidências documentadas do seu comprometimento com o desenvolvimento e a melhoria do sistema de gerenciamento de qualidade da seguinte forma: Comunicar à organização do fornecedor a importância de atender aos requisitos da John Deere, bem como aos requisitos legais e normativos. Estabelecer políticas e objetivos da qualidade. Realizar análises de gerenciamento regulares com relação ao sistema da qualidade e à execução. Assegurar a disponibilidade de recursos necessários Um sistema de qualidade consistente deve ser estruturado segundo uma comprovada metodologia, tal como ISO 9001, ISO/TS 16949, The Malcolm Baldrige Criteria for Performance Excellence, The Deming Award ou The European Foundation for Quality Management. Cada processo de negócios deveria detalhar as funções da administração Planejamento da Qualidade A alta administração deve participar do seguinte: Desenvolvimento e manutenção das políticas da qualidade. Determinação de clientes e suas necessidades. Desenvolvimento e manutenção de metas/métricas para curtos e longos prazos. 10

11 Apoio a estratégias de desenvolvimento do fornecedor. Apoio ao desenvolvimento das características do produto e do processo de manufatura. Desenvolvimento e manutenção de procedimentos de treinamento Controle de Qualidade A alta administração deve participar do seguinte: Garantia da adequação de sistemas e desenvolvimento de um manual de qualidade. Criação de ciclos de feedback. Implementação de técnicas para prevenção de falhas. Criação de um ambiente de controle de processo e qualidade dos funcionários através de procedimentos e documentação das instruções do trabalho. Monitoramento dos custos da qualidade. Desenvolvimento e manutenção de planos de qualidade e planos de controle. Desenvolvimento e manutenção de um sistema de calibração de instrumentos. Desenvolvimento e manutenção de procedimentos de notificações de alterações. Adesão à contenção de problemas e procedimentos de rastreabilidade Melhoria da Qualidade A Alta Administração deve participar do seguinte: Formulação de políticas de melhoria contínua. Integração de controles em soluções de problemas. Identificação de projetos para resolver problemas atuais. Comunicação da ação corretiva à John Deere. Criação de times de trabalho para melhorias contínuas, a fim de completar projetos e resolver problemas usando processos estruturados de resolução de problemas. Avaliação contínua da eficácia e da eficiência do sistema de gerenciamento de qualidade. Fornecimento de recursos e treinamento. Fornecimento de reconhecimento. 4.2 Foco da John Deere A alta administração deve assegurar que as necessidades e expectativas da John Deere sejam determinadas, convertidas em requerimentos e executadas com o objetivo de conquistar a satisfação do cliente As necessidades e expectativas da John Deere incluem adaptação ao projeto e especificações de performance, confiabilidade, entrega, gerenciamento de custos, relacionamento e suporte técnico. 11

12 4.3 Política de Qualidade A alta administração deve apoiar uma política da qualidade escrita e que: Esteja alinhada aos propósitos da organização. Inclua o compromisso de satisfazer as exigências da John Deere e de realizar melhorias contínuas. Forneça uma estrutura para estabelecer e revisar os objetivos de qualidade. Seja comunicada e entendida nos níveis apropriados do fornecedor. Passe por revisões de adequação e precisão. 4.4 Planejamento Geral A alta administração deve assegurar que objetivos de qualidade sejam estabelecidos nos níveis e funções apropriados Estes devem ser mensuráveis e consistentes com a política da qualidade do fornecedor Plano de Qualidade O fornecedor deve ter um processo de planejamento de qualidade estruturado. O objetivo do plano de qualidade é promover melhorias em curto e longo prazo. O plano de qualidade deve incluir, mas não se limitar aos seguintes elementos: Treinamento de Qualidade Processos de planejamento da qualidade e ferramentas. Determinação da causa fundamental, sistemas à prova de erros, envolvimento do time. Conceitos básicos de estatística identificando e melhorando a variação e o controle. Programas de treinamento do inspetor e operador quanto ao uso dos planos de controle e cuidados ao medir e testar equipamentos. Melhorias na Manufatura e Ferramentas Estudos e objetivos de capabilidade para processos atuais ou novos e para a aprovação de novas ferramentas. Conceitos de grupo de montagem ou de uma célula da produção. Acessórios para auxiliar no treinamento para a preparação e operação do equipamento. Programas de manutenção preventiva. Sistemas de Informação da Qualidade Integração de computadores para analisar dados estatísticos, auxiliar atividades de ações corretivas e oportunamente enviar relatórios à John Deere. Instalação de equipamentos de inspeção e calibração para melhorar o monitoramento dos processos de manufatura e coleta de dados da qualidade. 12

13 Orçamento da Qualidade Planejamento do orçamento da qualidade e melhorias na fábrica tais como treinamentos, equipamentos e desenvolvimento de programas. Um plano de qualidade para transferir recursos gastos na avaliação e correção das falhas internas e externas para a prevenção de defeitos, tais como: Planejamento Avançado da Qualidade do Produto (APQP), Processo de Aprovação de Peças de Produção (PPAP), Lista de Verificação e Formulário do Plano de Controle (consulte X1 ou JDSN) e outros métodos e atividades para a melhoria contínua. 4.5 Responsabilidade, Autoridade e Comunicação Interna Responsabilidade e Autoridade A administração deve garantir que um sistema de gerenciamento de qualidade seja implementado para assegurar a confiança de que o fornecedor pode satisfazer as necessidades da John Deere. O sistema deveria ser consistente com o tamanho, a cultura e os produtos do fornecedor A administração deve assegurar que as responsabilidades e as autoridades sejam definidas e comunicadas dentro da organização do fornecedor O fornecedor deve mostrar evidência de uma política da qualidade que enfatize uma melhoria contínua na qualidade conduzida pela alta administração através de ações preventivas e corretivas Uma cópia do programa de melhoria da qualidade em longo prazo deve ser disponibilizada para revisão por parte da John Deere A administração deverá definir indicadores específicos da qualidade (métricas) A administração deverá ter um sistema em vigor para rastrear os indicadores de qualidade e fazer o monitoramento das tendências. Atividades de melhoria deveriam ser baseadas nessas tendências A alta administração deve nomear as pessoas da administração que terão a responsabilidade e a autoridade para planejar, executar, controlar e melhorar as atividades relacionadas à qualidade Comunicações Internas O fornecedor deverá assegurar que haja comunicação entre os vários níveis e funções referentes aos processos do sistema de gerenciamento da qualidade e à efetividade desses processos Essa comunicação pode ser feita em forma de reuniões de departamento, quadro de avisos/anúncios, publicações, mensagens eletrônicas ou outras técnicas disponíveis. 4.6 Análise do Gerenciamento Geral A administração do fornecedor deve analisar o seu sistema de gerenciamento de qualidade em intervalos planejados, para assegurar sua contínua pertinência, adequação e eficácia Essa análise deve incluir a avaliação de oportunidades para melhoria e a necessidade de mudanças no sistema de gerenciamento de qualidade, incluindo a política da qualidade e os objetivos da qualidade. 13

14 4.6.2 Itens a Serem Observados na Revisão Os dados da revisão da administração devem incluir a performance atual e as oportunidades de melhorias Os dados devem incluir o seguinte: Resultados e programação de auditorias (internas/externas). Feedback da John Deere (como Achieving Excellence e garantia). Performance do processo e conformidade do produto (níveis internos e externos de qualidade e de entrega). Status das ações preventivas e corretivas. Ações de acompanhamento baseadas nas análises de gerenciamento anteriores. Mudanças que poderiam afetar o sistema de gerenciamento da qualidade Resultados da Revisão Os resultados da análise do gerenciamento devem incluir ações para a correção das deficiências e ações de melhoria Os resultados devem incluir o seguinte: Melhoria do sistema e dos seus processos. Melhoria do produto relacionada à satisfação do cliente. Necessidades de recursos. 5 Gerenciamento de Recursos 5.1 Provisão de Recursos Funcionários Os funcionários deverão estar qualificados para o trabalho que executam através de instrução, treinamento e experiência de trabalho Os funcionários deverão ter conhecimento dos processos e ferramentas da qualidade apropriadas, que afetam as condições dos produtos fornecidos à John Deere Deverão ser fornecidos aos funcionários equipamentos, instalações e um ambiente de trabalho que os habilite a produzir produtos e serviços de alta qualidade que atendam aos requisitos funcionais e às especificações do produto. 5.2 Plano de Gerenciamento O fornecedor deve desenvolver um sistema de gerenciamento de qualidade e um plano de gerenciamento de recursos que demonstre um compromisso de melhoria contínua. Consulte a cláusula O plano de gerenciamento de recursos deverá incluir a avaliação dos recursos necessários para implementar e melhorar os processos do sistema de gerenciamento da qualidade e a satisfação da John Deere. 14

15 5.2.3 Ele deve incluir a avaliação do nível de habilidade dos funcionários, para determinar se entendem as ferramentas e os processos da qualidade e se estão aptos a aplicar essas ferramentas de maneira relevante ao seu trabalho. 5.3 Recursos Humanos O fornecedor deve oferecer um sistema de monitoramento contínuo da instrução, treinamento e experiência no trabalho de cada funcionário O fornecedor deve fornecer oportunidades para treinamento e continuidade da instrução para melhorar o nível de habilidade do funcionário O treinamento deve conscientizar os funcionários sobre a relevância e a importância de suas atividades e como eles contribuem para a realização dos objetivos da qualidade no plano comercial O fornecedor deveria fornecer treinamento cruzado para garantir a qualidade do produto Embora a certificação não seja necessária, o fornecedor deveria garantir que os funcionários responsáveis por produtos produzidos pela John Deere tenham a mesma competência que aqueles certificados por organizações internacionais de qualidade, como a Sociedade Americana para Qualidade (ASQ). 5.4 Infraestrutura O fornecedor deve prover e manter instalações, equipamentos, área de trabalho, hardware e software para cumprir as especificações dos produtos e os requisitos funcionais O fornecedor deve prover serviços de suporte, tais como modelos de simulação e recursos de teste, para verificar a conformidade com as especificações do produto e os requisitos funcionais. 5.5 Ambiente de Trabalho O fornecedor deve prover um ambiente de trabalho seguro, saudável e compatível que auxilie nos objetivos da qualidade, identificando e gerenciando fatores humanos e físicos que afetem a qualidade dos produtos e serviços fornecidos à John Deere Os fornecedores devem conduzir as operações de uma maneira que minimize o impacto negativo no ambiente e garanta a conformidade com as leis relacionadas a emissões atmosféricas, descargas de água, substâncias tóxicas e descarte de resíduos perigosos. 15

16 6 Desenvolvimento do Produto Processo Corporativo de Entrega de Produtos 6.1 Planejamento do Desenvolvimento de Produtos O fornecedor deve ter um processo documentado para planejamento de desenvolvimento do produto para atender às exigências do Processo Corporativo de Entrega de Produtos (EPDP) da John Deere, com evidência de conformidade do produto sendo promovida pelo PDP e Produção Inicial (Pré-lançamento) e fluxogramas de Processo de Order Fulfillment (Produção). Consulte as cláusulas 3 e 4 em X2 (2015) Um estruturado e efetivo processo de planejamento de desenvolvimento do produto deverá resultar na definição do seguinte: Objetivos de qualidade para o produto ou serviço. A necessidade de desenvolver processos, recursos e instalações específicos. Atividades de documentação, verificação e validação e os critérios de aceitação Planejamento Avançado da Qualidade do Produto Os fornecedores devem participar de atividades do planejamento avançado da qualidade do produto (como revisões do projeto, FMEA e eventos de desenvolvimento eletrônico) com a finalidade de planejar de maneira colaborativa para desenvolver o produto e evitar problemas durante os lotes pilotos As características-chave são identificadas e registradas durante os estágios iniciais do projeto e comunicadas aos fornecedores. Consulte a cláusula As atividades do planejamento da qualidade devem ser completadas para os primeiros lotes pilotos, e atualizadas para os próximos Nos lotes pilotos, as peças devem ter o objetivo da produção e deveriam ser produzidas usando ferramentas de produção em um processo de produção, a menos que sejam aprovadas pelo representante da John Deere As etapas do plano da qualidade devem ser repetidas no caso de peças fornecidas sem uso de ferramentas e processos de produção. Se existir uma diferença nas ferramentas ou nos processos entre as peças efetivamente usadas no lote piloto versus ferramentas ou processos a serem usados para a fabricação de produção, deverá haver evidência da conformidade com a especificação e a minimização do risco Depois da conclusão bem-sucedida da etapa final do EPDP, o fluxograma do Processo de Order Fulfillment deverá ser seguido. Consulte a cláusula 4 em X2 (2015) Critérios de Aceitação Os critérios de aceitação devem ser aprovados pela John Deere, quando necessário Confidencialidade O fornecedor deve assegurar a confidencialidade dos produtos contratados pela John Deere, projetos em desenvolvimento e informações sobre o produto. 16

17 6.2 Processos Relacionados à John Deere Determinação das Exigências Relacionadas ao Produto Atividades específicas de planejamento de qualidade são necessárias para cada peça nova ou revisada e para cada processo novo ou revisado. Na John Deere, as atividades do Plano de Qualidade em Nível de Peça (PLQP) ajudam a garantir que novos produtos ou processos e alterações em produtos ou processos existentes cumpram os objetivos propostos. O PLQP oferece um processo consistente, estruturado e preventivo para gerenciar riscos referentes a peças e montagens novas ou revisadas e a alterações em fornecedores e processos O Nível do Plano de Qualidade (QPL) é uma medição do risco da peça com base em três categorias: custo, gravidade e complexidade. Cada categoria afeta o risco geral de uma peça ou de um componente para a John Deere. O QPL varia de 0 a 4, sendo que 4 representa o risco mais alto. As atividades da qualidade necessárias são identificadas com base no QPL. Consulte Tabela Uma das atividades que podem ser necessárias é a Revisão de Projeto, Processo e Montagem (DPAR). Uma DPAR é uma reunião para confirmar todas as expectativas dos produtos ou serviços antes do lote piloto. Os grupos de trabalho da John Deere devem iniciar essa revisão o mais cedo possível, antes da liberação das ferramentas Múltiplos eventos de DPAR podem ser requeridos para construções de múltiplos protótipos, dependendo da magnitude ou alteração do próximo protótipo construído. As peças ou os subsistemas podem ser agrupados a uma DPAR. A documentação dos eventos da DPAR deve ser mantida pela entidade de controle do projeto É necessário entender claramente os requisitos do Processo de Aprovação de Peças de Produção (PPAP) como resultado da DPAR Salvo comunicado em contrário, o fornecedor deve documentar a conformidade com todas as especificações, dimensões e anotações de desenho no Relatório de Inspeção de Amostra Inicial (ISIR). Consulte a cláusula 6 em X1 (2015) A representação gráfica (bolha de impressão) deve acompanhar o ISIR, salvo dispensa por um representante de qualidade da John Deere Os requisitos do PPAP devem ser documentados em um Formulário de Garantia de Verificação As atividades obrigatórias de Aprovação de Peça de Produção são determinadas pelo QPL, a menos que especificado de outra forma pelo representante de qualidade da John Deere Depois da documentação de PPAP ter sido enviada, a John Deere analisará os dados e aprovará ou rejeitará a garantia de verificação. A aprovação é obrigatória para todas as construções físicas (incluindo máquinas de protótipo) antes do envio das peças de produção. A aprovação condicional pode ser concedida para autorizar o envio de uma produção limitada quando fora das exigências pendentes do PPAP. 17

18 Tabela 1 Requisitos de Aprovação de Peças de Produção por Nível do Plano de Qualidade Requisito Nível do Plano de Qualidade da John Deere Concluir Até Registro de Projeto para componentes exclusivos/detalhes R R R R Antes da remessa do fornecedor para todos os demais componentes/detalhes R R R R Antes da remessa do fornecedor 2. Documentos de Alteração de R R R R Primeira produção Engenharia, se houver do fornecedor 3. * Aprovação da Engenharia da John Deere Antes da remessa do fornecedor 4. FMEA do projeto (Análise de Efeitos e Antes da conclusão R S Modos de Falha) do projeto 5. Diagramas de Fluxo de Processo/ Antes da produção R R S S Mapa do Processo do fornecedor 6. FMEA do Processo R S S Antes do plano de controle 7. Plano de Controle (incluindo Meios de Antes da produção S S S Verificação) do fornecedor 8. Estudos de Análise dos Sistemas de Medição Estudos de Gage R & R S S S Antes do uso para Características-chave 9. Relatório de Inspeção da Amostra Antes da remessa Inicial ISIR (Resultados S S S S do fornecedor Dimensionais) 10. Material/Metalúrgico/Funcionais/ Resultados de Teste (conforme apropriado) S S S S Antes da remessa do fornecedor 11. Estudos Iniciais de Processos Antes do plano de S S S Estudos de Capabilidade controle 12. * Documentação de Laboratório Qualificado R R Antes da remessa do fornecedor 13. Relatório de Aprovação da Aparência, Antes da remessa S S se aplicável (para peças JD Classe A) do fornecedor 14. Antes da remessa Garantia de Verificação S S S S do fornecedor 15. Inspeção de Peça Experimental Antes da remessa S S S (Engenharia) do fornecedor 16. Resultados de Testes de Verificação Antes da remessa R S S Funcional de Fornecedores do fornecedor 17. * Amostra do Produto 18. * Amostra Principal 19. * Registros de Conformidade com Requisitos Específicos à John Deere S = o fornecedor deverá enviar à John Deere e manter uma cópia dos registros ou dos itens da documentação em locais apropriados. R = o fornecedor deverá manter em locais apropriados e disponibilizar para a John Deere, quando solicitado. * Se solicitado pela John Deere, fornecer documentação. 18

19 Quando o fornecedor mantém um controle do projeto do produto, deve formar um grupo para conduzir as revisões de planejamento de qualidade e nível de peça com sua cadeia de suprimentos. Esses grupos deveriam incluir o gerenciamento de suprimentos, a engenharia da qualidade, a engenharia de projetos e os representantes do fornecedor, além de qualquer outro pessoal necessário para avaliar a capacidade do fornecedor em cumprir com os requisitos do produto ou de serviços Exemplos dos itens tratados durante essa reunião são exibidos na Lista de Verificação de DPAR. Consulte a cláusula 5 em X1 (2015). Todos os itens de ação devem ser documentados e monitorados Características-chave Designadas pela John Deere Podem existir características-chave de produtos e de processos. Consulte a cláusula para obter a capabilidade de processo mínima nas características-chave. Um processo estruturado deve ser usado para identificar as características-chave e os controles correspondentes As características-chave do produto são aquelas características da peça cuja variação dentro da tolerância do projeto, a especificação ou ambas pode afetar a satisfação da John Deere. As características mensuráveis selecionadas exigem controle adicional. As características-chave do produto devem ser documentadas no plano de controle As características-chave do produto também devem ser documentadas no desenho, no modelo, nas especificações do produto, nas especificações de montagem ou uma combinação dos quatro conforme exigido pela John Deere. Não é permitido nenhum desvio das características-chave do produto fora da tolerância ou fora da especificação As características-chave do produto devem ser identificadas pelo símbolo <KC>. As características-chave do produto em desenhos mais antigos podem ter sido ilustradas por meio do uso de um símbolo especial como ) ou As características-chave do processo são aquelas características do processo que afetam significativamente a sua capacidade de atender às especificações, que afetam a satisfação da John Deere, ou que requerem controle extra. As características-chave do processo podem existir sem as correspondentes características-chave do produto. As características-chave do processo não são designadas por um símbolo especial As características-chave do processo devem ser documentadas no plano de controle Análise dos Requisitos Relacionados ao Produto ou Processos As características-chave do produto e dos processos são confirmadas na DPAR usando informações das revisões de projeto, FMEA e informações do histórico Quando solicitado pela John Deere, o fornecedor deve fornecer uma Análise de Efeitos e Modos de Falha de Processos (PFMEA) referente a cada peça, componente ou processo com uma ou mais características-chave Os processos do fornecedor, a capabilidade dos processos, o PFMEA e as capabilidades e os requisitos da cadeia de suprimentos deveriam ser analisados durante a DPAR. 19

20 Se as características-chave do produto ou processo não forem identificadas diretamente no desenho, elas serão documentadas na Lista de Verificação da DPAR. A DPAR deve incluir, sem se limitar ao seguinte: Confirmar as características-chave do produto e do processo. Discutir os requisitos e as normas aplicáveis da John Deere. Identificar revisões para o desenho ou processo da peça necessárias para manufaturar ou adquirir o produto ou serviço de acordo com as especificações. Analisar o nível do plano de qualidade. Assegurar o entendimento da função da peça e do processo de manufatura. Analisar os processos do fornecedor, as capabilidades do processo e a PFMEA. Analisar as capabilidades e as exigências da cadeia de suprimentos do fornecedor. Deixar claro os requerimentos dos estudos de avaliação da capabilidade e dos instrumentos de medição nas características-chaves e outras características identificadas pela John Deere. Deixar clara a responsabilidade do fornecedor quanto aos requisitos do PPAP (comunicar formalmente através do formulário de Garantia de Verificação). Identificar e atribuir ações preventivas para potenciais problemas na manufatura. Discutir quantidades de produtos ou serviços, cronograma de entrega, manuseio, embalagem, preservação do produto e custo de produto ou serviço. Aplicar técnica à prova de erro nos processos do projeto e manufatura, incluindo linhas de montagem, para assegurar uma baixa probabilidade de erro. Identificar ou avaliar potenciais reduções nos custos ou oportunidades de aumento no valor do produto. Analisar as obrigações relacionadas ao produto, incluindo requisitos ambientais, legais e normativos. Analisar as características dimensionais de acordo com os requisitos funcionais. Verificar se a Estrutura do Produto (BOM) está correta. Analisar exigências de serviço. Garantir que não haja material ou produtos que contenham substâncias com quantidades além das definidas na Lista de Materiais Restritos da John Deere e outras substâncias restritas por leis aplicáveis (por exemplo, amianto ou tinta com chumbo) Análises efetivas requerem participação do fornecedor. Os especialistas de produto, processo e cadeia de suprimentos do fornecedor deveriam participar da análise Durante esta análise, o fornecedor deveria pedir esclarecimentos a respeito de qualquer questão obscura. Nesta reunião, o fornecedor deveria adquirir toda a informação necessária para entender claramente os requisitos da John Deere. 20

CHECK LIST DE AVALIAÇÃO DE FORNECEDORES Divisão:

CHECK LIST DE AVALIAÇÃO DE FORNECEDORES Divisão: 4.2.2 Manual da Qualidade Está estabelecido um Manual da Qualidade que inclui o escopo do SGQ, justificativas para exclusões, os procedimentos documentados e a descrição da interação entre os processos

Leia mais

NORMA NBR ISO 9001:2008

NORMA NBR ISO 9001:2008 NORMA NBR ISO 9001:2008 Introdução 0.1 Generalidades Convém que a adoção de um sistema de gestão da qualidade seja uma decisão estratégica de uma organização. O projeto e a implementação de um sistema

Leia mais

ABNT NBR ISO 9001:2008

ABNT NBR ISO 9001:2008 ABNT NBR ISO 9001:2008 Introdução 0.1 Generalidades Convém que a adoção de um sistema de gestão da qualidade seja uma decisão estratégica de uma organização. O projeto e a implementação de um sistema de

Leia mais

ESTUDO COMPARATIVO NBR ISO 13485:2004 RDC 59:2000 PORTARIA 686:1998 ITENS DE VERIFICAÇÃO PARA AUDITORIA

ESTUDO COMPARATIVO NBR ISO 13485:2004 RDC 59:2000 PORTARIA 686:1998 ITENS DE VERIFICAÇÃO PARA AUDITORIA ESTUDOCOMPARATIVO NBRISO13485:2004 RDC59:2000 PORTARIA686:1998 ITENSDEVERIFICAÇÃOPARAAUDITORIA 1. OBJETIVO 1.2. 1. Há algum requisito da Clausula 7 da NBR ISO 13485:2004 que foi excluída do escopo de aplicação

Leia mais

MANUAL DA QUALIDADE MQ-01

MANUAL DA QUALIDADE MQ-01 Sumário 1 Objetivo 2 Últimas Alterações 3 Termos e definições 4 Sistema de gestão de qualidade 5 Responsabilidade da direção 6 Gestão de recursos 7 Realização do produto 8 Medição, análise e melhoria.

Leia mais

TREINAMENTO ITAIM INTERPRETAÇÃO DA NORMA NBR ABNT ISO 9001:2008. Maria das Graças Ferreira mgferreira@prefeitura.sp.gov.

TREINAMENTO ITAIM INTERPRETAÇÃO DA NORMA NBR ABNT ISO 9001:2008. Maria das Graças Ferreira mgferreira@prefeitura.sp.gov. TREINAMENTO ITAIM INTERPRETAÇÃO DA NORMA NBR ABNT ISO 9001:2008 Maria das Graças Ferreira mgferreira@prefeitura.sp.gov.br 11 3104-0988 Este treinamento tem por objetivo capacitar os participantes para

Leia mais

MANUAL DO SISTEMA DA QUALIDADE. Rua Acre, 291 - CEP 83.040-030 Bairro Boneca do Iguaçu - São José dos Pinhais - Paraná.

MANUAL DO SISTEMA DA QUALIDADE. Rua Acre, 291 - CEP 83.040-030 Bairro Boneca do Iguaçu - São José dos Pinhais - Paraná. ELABORADO POR: Carlos Eduardo Matias Enns MANUAL DO SISTEMA DA QUALIDADE APROVADO POR: Edson Luis Schoen 28/1/5 1 de 11 1. FINALIDADE A Saint Blanc Metalmecânica Ltda visa estabelecer as diretrizes básicas

Leia mais

MANUAL DA QUALIDADE DE FORNECEDORES SULTÉCNICA INDÚSTRIA MECÂNICA LTDA

MANUAL DA QUALIDADE DE FORNECEDORES SULTÉCNICA INDÚSTRIA MECÂNICA LTDA MANUAL DA QUALIDADE DE FORNECEDORES INDÚSTRIA MECÂNICA LTDA Agosto de 2009 Revisão 05 INDICE 1. Apresentação... 03 2. Política da Qualidade e Ambiental da Sultécnica... 03 3. Expectativa para Fornecedores...

Leia mais

MANUAL DE REQUISITOS PARA FORNECEDORES

MANUAL DE REQUISITOS PARA FORNECEDORES MANUAL DE REQUISITOS PARA FORNECEDORES Requisitos e diretrizes para o sistema de gestão da qualidade e ambiental Página 1 de 9 1. REQUISITOS ESPECÍFICOS... 3 1.1 Objetivo... 3 1.2 Geral... 3 1.3 Documentos

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE MQ 01 Rev. 07 MANUAL DA QUALIDADE

SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE MQ 01 Rev. 07 MANUAL DA QUALIDADE Rev. Data. Modificações 01 14/09/2007 Manual Inicial 02 12/06/2009 Revisão Geral do Sistema de Gestão da Qualidade 03 22/10/2009 Inclusão de documento de referência no item 8. Satisfação de cliente, Alteração

Leia mais

CHECK - LIST - ISO 9001:2000

CHECK - LIST - ISO 9001:2000 REQUISITOS ISO 9001: 2000 SIM NÃO 1.2 APLICAÇÃO A organização identificou as exclusões de itens da norma no seu manual da qualidade? As exclusões são relacionadas somente aos requisitos da sessão 7 da

Leia mais

Manual da Qualidade para Fornecedores

Manual da Qualidade para Fornecedores Manual da Qualidade para Fornecedores Elaborado por: Indústrias Romi S.A. Departamento de Suprimentos Santa Bárbara d'oeste - SP 09 de Fevereiro de 2009 Edição C N.O.: 26-02 1 0019.C 2 SUMÁRIO GLOSSÁRIO...

Leia mais

Tradução livre Uso Exclusivo em Treinamento

Tradução livre Uso Exclusivo em Treinamento Web Site: www.simplessolucoes.com.br N786-1 ISO CD 9001 Tradução livre Uso Exclusivo em Treinamento N786-1 ISO CD 9001 para treinamento - Rev0 SUMÁRIO Página Introdução 4 0.1 Generalidades 4 0.2 Abordagem

Leia mais

Lista de Verificação / Checklist

Lista de Verificação / Checklist Lista de Verificação / Checklist Avaliação NC / PC / C Departamentos Padrões de Referência /// Referências do MQ //// Referências Subjetivas A B C D E Cláusula Padrão Conforme/ Não C. 4 Sistema de Gestão

Leia mais

ISO 9000 ISO 9001:2008

ISO 9000 ISO 9001:2008 ISO 9001:2008 QUALIDADE II ISO 9000 A ISO 9000 - Qualidade é o nome genérico utilizado pela série de normas da família 9000 (ISO) que estabelece as diretrizes para implantação de Sistemas de Gestão da

Leia mais

14 ANEXO 02 - NORMA ISO 9001:2000 - INTERPRETAÇÃO LIVRE

14 ANEXO 02 - NORMA ISO 9001:2000 - INTERPRETAÇÃO LIVRE 14 ANEXO 02 - NORMA ISO 9001:2000 - INTERPRETAÇÃO LIVRE Sumário Prefácio 0 Introdução 1 Objetivo 2 Referência normativa 3 Termos e definições 4 Sistema de gestão da qualidade 5 Responsabilidade da direção

Leia mais

Planejamento Avançado da Qualidade Elementos APQP

Planejamento Avançado da Qualidade Elementos APQP Planejamento Avançado da Qualidade Elementos APQP São descritos a seguir objetivos, expectativas e requisitos relativos à documentação dos elementos individuais do APQP Status Report (ver QSV / S 296001

Leia mais

I S O ISO? NORMA ISO 9002 NORMA ISO 9002 NORMA ISO 9002 ISO SÉRIE 9000? BUROCRACIA? GESTÃO AMBIENTAL E DA QUALIDADE

I S O ISO? NORMA ISO 9002 NORMA ISO 9002 NORMA ISO 9002 ISO SÉRIE 9000? BUROCRACIA? GESTÃO AMBIENTAL E DA QUALIDADE ISO? ITÁLIA CANADÁ ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL, NÃO GOVERNAMENTAL, QUE ELABORA NORMAS. FAZEM PARTE DA ISO ENTIDADES DE NORMALIZAÇÃO DE MAIS DE UMA CENTENA DE PAÍSES. JAPÃO EUA I S O INGLATERRA ALEMANHA BRASIL

Leia mais

I S O ISO? NORMA ISO 9002 NORMA ISO 9002 ISO SÉRIE 9000? GESTÃO AMBIENTAL E DA QUALIDADE

I S O ISO? NORMA ISO 9002 NORMA ISO 9002 ISO SÉRIE 9000? GESTÃO AMBIENTAL E DA QUALIDADE ISO? ITÁLIA CANADÁ ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL, NÃO GOVERNAMENTAL, QUE ELABORA NORMAS. FAZEM PARTE DA ISO ENTIDADES DE NORMALIZAÇÃO DE MAIS DE UMA CENTENA DE PAÍSES. JAPÃO EUA I S O INGLATERRA ALEMANHA BRASIL

Leia mais

Manual da Qualidade Fornecedores 2007

Manual da Qualidade Fornecedores 2007 Manual da Qualidade Fornecedores 2007 www.metalurgicanunes.com.br 2 ÍNDICE 01 Introdução. 3 02 Filosofia da Qualidade 3 03 Políticas da Metalúrgica Nunes 4 04 Requisitos de Qualidade para fornecimento

Leia mais

Sistemas de gestão da qualidade - Requisitos

Sistemas de gestão da qualidade - Requisitos DEZ 2000 NBR ISO 9001 Sistemas de gestão da qualidade - Requisitos ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas Sede: Rio de Janeiro Av. Treze de Maio, 13 28º andar CEP 20003-900 Caixa Postal 1680 Rio

Leia mais

Qualidade de Software

Qualidade de Software Rafael D. Ribeiro, M.Sc. rafaeldiasribeiro@gmail.com http://www.rafaeldiasribeiro.com.br A expressão ISO 9000 (International Organization for Standardization) designa um grupo de normas técnicas que estabelecem

Leia mais

Introdução à ISO 9001 ano 2008

Introdução à ISO 9001 ano 2008 Introdução à ISO 9001 ano 2008 1. A FAMÍLIA DE NORMAS ISO 9000 1.1 Histórico A primeira Norma de Garantia da Qualidade foi publicada em 1979 pela British Standards Institution (BSI) em três partes como

Leia mais

Uso Exclusivo em Treinamento

Uso Exclusivo em Treinamento Web Site: www.simplessolucoes.com.br ABNT NBR ISO 9001:2008 Uso Exclusivo em Treinamento SUMÁRIO 0. Introdução 2 0.1 Generalidades 2 0.2 Abordagem de processo 3 0.3 Relação com a norma NBR ISO 9004 5 0.4

Leia mais

INTERPRETAÇÃO E IMPLEMENTAÇÃO

INTERPRETAÇÃO E IMPLEMENTAÇÃO NBR ISO 9001:2008 INTERPRETAÇÃO E IMPLEMENTAÇÃO 8 Princípios para gestão da qualidade Foco no cliente Liderança Envolvimento das pessoas Abordagem de processos Abordagem sistêmica para a gestão Melhoria

Leia mais

Sistemas de gestão da qualidade Requisitos

Sistemas de gestão da qualidade Requisitos DEZ 2000 NBR ISO 9001 Sistemas de gestão da qualidade Requisitos Sumário Prefácio 0 Introdução 1 Objetivo 2 Referência normativa 3 Termos e definições 4 Sistema de gestão da qualidade 5 Responsabilidade

Leia mais

ISO 9001:2008 Resumo das alterações

ISO 9001:2008 Resumo das alterações ISO 9001:2008 Resumo das alterações A revisão 2008 da ISO 9001 foi oficialmente lançada a 13 de Novembro de 2008. Este é um guia de orientação que realça o que foi adicionado, eliminado e clarificações.

Leia mais

Módulo 2. Identificação dos requisitos dos sistemas de medição, critérios de aceitação e o elemento 7.6 da ISO/TS.

Módulo 2. Identificação dos requisitos dos sistemas de medição, critérios de aceitação e o elemento 7.6 da ISO/TS. Módulo 2 Identificação dos requisitos dos sistemas de medição, critérios de aceitação e o elemento 7.6 da ISO/TS. Conteúdos deste módulo Discriminação Decomposição da variação do sistema de medição Variação

Leia mais

MANUAL DE GESTÃO DA QUALIDADE

MANUAL DE GESTÃO DA QUALIDADE Revisão: 07 Data: 05.03.09 Página 1 de 7 Copia controlada MANUAL DE GESTÃO DA QUALIDADE José G. Cardoso Diretor Executivo As informações contidas neste Manual são de propriedade da Abadiaço Ind. e Com.

Leia mais

Sistema de Gestão da Qualidade -Requisitos

Sistema de Gestão da Qualidade -Requisitos MB Consultoria Av. Constantino Nery, Nº 2789, Edifício Empire Center, Sala 1005 a 1008 Manaus - Amazonas - Brasil CEP: 69050-002 Telefones: (92) 3656.2452 Fax: (92) 3656.1695 e-mail: mb@netmb.com.br Site:

Leia mais

Módulo 4 O FMEA como parte integrante da Norma ISO/TS 16949, do APQP e do PPAP.

Módulo 4 O FMEA como parte integrante da Norma ISO/TS 16949, do APQP e do PPAP. Módulo 4 O FMEA como parte integrante da Norma ISO/TS 16949, do APQP e do PPAP. FMEA, ISO/TS, APQP, PPAP Pretendemos, neste módulo, mostrar todas as ligações e vínculos existentes entre a ferramenta do

Leia mais

Sistemas de gestão da qualidade Requisitos

Sistemas de gestão da qualidade Requisitos ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas DEZ 2000 NBR ISO 9001 Sistemas de gestão da qualidade Requisitos Sede: Rio de Janeiro Av. Treze de Maio, 13 28 o. andar CEP 20003-900 Caixa Postal 1680 Rio

Leia mais

Estrutura da Norma. 0 Introdução 0.1 Generalidades. ISO 9001:2001 Sistemas de Gestão da Qualidade Requisitos. Gestão da Qualidade 2005

Estrutura da Norma. 0 Introdução 0.1 Generalidades. ISO 9001:2001 Sistemas de Gestão da Qualidade Requisitos. Gestão da Qualidade 2005 ISO 9001:2001 Sistemas de Gestão da Qualidade Requisitos Gestão da Qualidade 2005 Estrutura da Norma 0. Introdução 1. Campo de Aplicação 2. Referência Normativa 3. Termos e Definições 4. Sistema de Gestão

Leia mais

Cirius Quality. A Consultoria que mais cresce no Brasil. Av. José Bonifácio Nº 1076 - Diadema-SP.

Cirius Quality. A Consultoria que mais cresce no Brasil. Av. José Bonifácio Nº 1076 - Diadema-SP. CQ Consultoria Cirius Quality e Treinamento 1º Edição Interpretação da NBR ISO 9001:2008 Cirius Quality Av. José Bonifácio Nº 1076 - Diadema-SP. CEP: 09980-150 i www.ciriusquality.com.br e contato@ciriusquality.com.br

Leia mais

FMEA - 4ª. EDIÇÃO (Análise dos Modos de Falha e de seus Efeitos)

FMEA - 4ª. EDIÇÃO (Análise dos Modos de Falha e de seus Efeitos) Curso e-learning FMEA - 4ª. EDIÇÃO (Análise dos Modos de Falha e de seus Efeitos) Todos os direitos de cópia reservados. Não é permitida a distribuição física ou eletrônica deste material sem a permissão

Leia mais

FR 19 CHECK-LIST PARA AVALIAÇÃO DOS REQUISITOS TÉCNICOS DA NBR ISO/IEC 17025. Laboratório(s) avaliado(s): Nº

FR 19 CHECK-LIST PARA AVALIAÇÃO DOS REQUISITOS TÉCNICOS DA NBR ISO/IEC 17025. Laboratório(s) avaliado(s): Nº FR 19 CHECK-LIST PARA AVALIAÇÃO DOS REQUISITOS TÉCNICOS DA NBR ISO/IEC 17025 FORMULÁRIO REVISÃO: 04 NOV/2008 Laboratório(s) avaliado(s): Nº Período de Avaliação: Data inicial da avaliação: / / Data término

Leia mais

DIS ISO 9001:2015 Publicado em Maio de 2014

DIS ISO 9001:2015 Publicado em Maio de 2014 DIS ISO 9001:2015 Publicado em Maio de 2014 Abordagem de Processos Risk-based thinking (Pensamento baseado em Risco) Anexo SL (Estrutura de Alto Nível) Anexo SL (Estrutura de Alto Nível) 1 - Escopo 2 -

Leia mais

ENQUALAB 2013 QUALIDADE & CONFIABILIDADE NA METROLOGIA AUTOMOTIVA. Elaboração em planos de Calibração Interna na Indústria Automotiva

ENQUALAB 2013 QUALIDADE & CONFIABILIDADE NA METROLOGIA AUTOMOTIVA. Elaboração em planos de Calibração Interna na Indústria Automotiva ENQUALAB 2013 QUALIDADE & CONFIABILIDADE NA METROLOGIA AUTOMOTIVA Elaboração em planos de Calibração Interna na Indústria Automotiva Joel Alves da Silva, Diretor Técnico JAS-METRO Soluções e Treinamentos

Leia mais

Requisitos Específicos do Cliente Mercedes-Benz do Brasil Ltda.

Requisitos Específicos do Cliente Mercedes-Benz do Brasil Ltda. Requisitos Específicos do Cliente Mercedes-Benz do Brasil Ltda. Requisitos relacionados aos itens da ISO TS 16949:2009 Para uso conjunto com ISO TS 16949 (edição 2009 / 06 / 15) Situação de modificação

Leia mais

ISO 17025 Versão 2005

ISO 17025 Versão 2005 1º Fórum Regional de Química - ES ISO 17025 Versão 2005 Rev. 14 Samuel Vieira JUN/2010 1 Terminologia e Siglas ABNT NBR ISO 9000:2000 Sistemas de gestão da qualidade Fundamentos e Vocabulário ABNT NBR

Leia mais

MBA em Administração e Qualidade

MBA em Administração e Qualidade MBA em Administração e Qualidade Sistemas ISO 9000 e Auditorias da Qualidade Aula 5 Prof. Wanderson Stael Paris Olá! Confira no vídeo a seguir alguns temas que serão abordados nesta aula. Bons estudos!

Leia mais

SISTEMAS DE GESTÃO PARA SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL - ESPECIFICAÇÃO

SISTEMAS DE GESTÃO PARA SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL - ESPECIFICAÇÃO OHSAS 18001 SISTEMAS DE GESTÃO PARA SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL - ESPECIFICAÇÃO IMPORTANTE: A BSI-OHSAS 18001 não é uma Norma Britânica. A BSI-OHSAS 18001 será cancelada quando da inclusão do seu conteúdo

Leia mais

PERGUNTAS MAIS FREQÜENTES SOBRE A TRANSIÇÃO (NBR ISO 14001: 2004)

PERGUNTAS MAIS FREQÜENTES SOBRE A TRANSIÇÃO (NBR ISO 14001: 2004) PERGUNTAS MAIS FREQÜENTES SOBRE A TRANSIÇÃO (NBR ISO 14001: 2004) Ao longo dos últimos anos, a Fundação Carlos Alberto Vanzolini vem trabalhando com a Certificação ISO 14000 e, com o atual processo de

Leia mais

Sistemas de gestão da qualidade Requisitos

Sistemas de gestão da qualidade Requisitos SET/2000 PROJETO NBR ISO 9001 Sistemas de gestão da qualidade Requisitos ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas Sede: Rio de Janeiro Av. Treze de Maio, 13 28º andar CEP 20003-900 Caixa Postal 1680

Leia mais

ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO EM ORGANIZAÇÕES

ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO EM ORGANIZAÇÕES V CONGRESSO BRASILEIRO DE METROLOGIA Metrologia para a competitividade em áreas estratégicas 9 a 13 de novembro de 2009. Salvador, Bahia Brasil. ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO

Leia mais

Curso e-learning APQP 2ª. EDIÇÃO (Planejamento Avançado da Qualidade do Produto)

Curso e-learning APQP 2ª. EDIÇÃO (Planejamento Avançado da Qualidade do Produto) Curso e-learning APQP 2ª. EDIÇÃO (Planejamento Avançado da Qualidade do Produto) Todos os direitos de cópia reservados. Não é permitida a distribuição física ou eletrônica deste material sem a permissão

Leia mais

Estrutura da Norma. 0 Introdução 0.1 Generalidades. ISO 9001:2008 Sistemas de Gestão da Qualidade Requisitos

Estrutura da Norma. 0 Introdução 0.1 Generalidades. ISO 9001:2008 Sistemas de Gestão da Qualidade Requisitos ISO 9001:2008 Sistemas de Gestão da Qualidade Requisitos Gestão da Qualidade e Auditorias (Mestrado em Engenharia Alimentar) Gestão da Qualidade (Mestrado em Biocombustívies) ESAC/João Noronha Novembro

Leia mais

2 NBR ISO 10005:1997. 1 Objetivo. 3 Definições. 2 Referência normativa

2 NBR ISO 10005:1997. 1 Objetivo. 3 Definições. 2 Referência normativa 2 NBR ISO 10005:1997 1 Objetivo 1.1 Esta Norma fornece diretrizes para auxiliar os fornecedores na preparação, análise crítica, aprovação e revisão de planos da qualidade. Ela pode ser utilizada em duas

Leia mais

Capítulo 4: ISO 9001 e ISO 90003

Capítulo 4: ISO 9001 e ISO 90003 Capítulo 4: ISO 9001 e ISO 90003 Capítulo 1: Introdução Capítulo 2: Conceitos Básicos Capítulo 3: Qualidade de Produto (ISO9126) Capítulo 4: ISO9001 e ISO90003 Capítulo 5: CMMI Capítulo 6: PSP Capítulo

Leia mais

Requisitos Específicos do Cliente Mercedes-Benz do Brasil Ltda.

Requisitos Específicos do Cliente Mercedes-Benz do Brasil Ltda. Requisitos Específicos do Cliente Mercedes-Benz do Brasil Ltda. Requisitos relacionados aos itens da ISO TS 16949:2009 Para uso conjunto com ISO TS 16949 (edição 2009 / 06 / 15) Situação de modificação

Leia mais

Sistemas de gestão da qualidade Requisitos

Sistemas de gestão da qualidade Requisitos SET/2000 PROJETO NBR ISO 9001 Sistemas de gestão da qualidade Requisitos ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas Sede: Rio de Janeir o Av. Treze de Maio, 13 28º andar CEP 20003-900 Caixa Postal 1680

Leia mais

ENGENHARIA DE PRODUÇÃO EPR 16 - SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE

ENGENHARIA DE PRODUÇÃO EPR 16 - SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO EPR 16 - SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE ISO 9001:2000 Prof. Dr. João Batista Turrioni Objetivo geral Introduzir e discutir a importância da adoção de um Sistema de Gestão da Qualidade

Leia mais

MANUAL DO FORNECEDOR

MANUAL DO FORNECEDOR MANUAL DO FORNECEDOR OBJETIVOS A FlexLink exige que todos os fornecedores desenvolvam sistemas com base nos Padrões Internacionais (ISO 9001, ISO 14001 e OHSAS18001) tendo como objetivo a melhoria contínua

Leia mais

MANUAL DA GESTÃO DA QUALIDADE

MANUAL DA GESTÃO DA QUALIDADE Seção 1 Introdução / Escopo do Sistema de Gestão da Qualidade Seção 1 Introdução / Escopo do Sistema de Gestão da Qualidade Na busca contínua da melhoria da Qualidade, a SMIDDA preparou e aprovou este

Leia mais

Curso do Prêmio PBQP-H 2009/2010 APOIO:

Curso do Prêmio PBQP-H 2009/2010 APOIO: Curso do Prêmio PBQP-H 2009/2010 APOIO: Objetivo do Prêmio PBQP-H 2009/2010 É um prêmio único no mundo. O objetivo geral é fazer a distinção das organizações da construção civil que elevam os patamares

Leia mais

TEOREMA CONSULTORIA Rua Roma, 620 Sala 81-B,Lapa Capital- SP CEP: 05050-090 www.teoremaconsult.com.br

TEOREMA CONSULTORIA Rua Roma, 620 Sala 81-B,Lapa Capital- SP CEP: 05050-090 www.teoremaconsult.com.br Cursos para Gestão da Qualidade TEOREMA CONSULTORIA Rua Roma, 620 Sala 81-B,Lapa Capital- SP CEP: 05050-090 www.teoremaconsult.com.br Interpretação / Implantação da ISO 9001:2008 Compreender a filosofia

Leia mais

ISO TS 16949:2002. Um ISO/PAS ou ISO/TS é revisto a cada três anos com o objetivo de decidir se pode ser transformado em uma Norma Internacional.

ISO TS 16949:2002. Um ISO/PAS ou ISO/TS é revisto a cada três anos com o objetivo de decidir se pode ser transformado em uma Norma Internacional. Prefácio A ISO(Organização Internacional para Normalização) é uma federação mundial de organizações de normalizações nacionais (entidades membros ISO). O trabalho de preparação de normas internacionais

Leia mais

Tradução livre do PMBOK 2000, V 1.0, disponibilizada através da Internet pelo PMI MG em abril de 2001

Tradução livre do PMBOK 2000, V 1.0, disponibilizada através da Internet pelo PMI MG em abril de 2001 Capítulo 8 Gerenciamento da Qualidade do Projeto O Gerenciamento da Qualidade do Projeto inclui os processos necessários para garantir que o projeto irá satisfazer as necessidades para as quais ele foi

Leia mais

DIS (DRAFT INTERNATIONAL STANDARD) - ISO 9001:2015

DIS (DRAFT INTERNATIONAL STANDARD) - ISO 9001:2015 DIS (DRAFT INTERNATIONAL STANDARD) - ISO 9001:2015 Sistemas de Gestão da Qualidade - Requisitos Tradução Livre Prefácio ISO (International Organization for Standardization) é uma federação mundial de organismos

Leia mais

ABNT NBR ISO 9001. Sistemas de gestão da qualidade Requisitos. Quality management systems Requirements ' NORMA BRASILEIRA. Segunda edição 28.11.

ABNT NBR ISO 9001. Sistemas de gestão da qualidade Requisitos. Quality management systems Requirements ' NORMA BRASILEIRA. Segunda edição 28.11. ' NORMA BRASILEIRA ABNT NBR ISO 9001 Segunda edição 28.11.2008 Válida a partir de 28.12.2008 Sistemas de gestão da qualidade Requisitos Quality management systems Requirements Palavras-chave: Sistemas

Leia mais

a qualidade em suas mãos www.iso4all.com.br

a qualidade em suas mãos www.iso4all.com.br a qualidade em suas mãos www.iso4all.com.br ISO/DIS 9001:2015 Tradução livre* Sistemas de Gestão da Qualidade - Requisitos Sumário Prefácio... 5 Introdução... 6 0.1 Generalidades... 6 0.2 A Norma ISO para

Leia mais

SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL SGA MANUAL CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS

SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL SGA MANUAL CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL MANUAL Elaborado por Comitê de Gestão de Aprovado por Paulo Fernando G.Habitzreuter Código: MA..01 Pag.: 2/12 Sumário Pag. 1. Objetivo...

Leia mais

MANUAL DO SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADA MANUAL DO SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADA

MANUAL DO SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADA MANUAL DO SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADA MANUAL DO SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADA Requisitos e diretrizes para o Sistema de Gestão da Qualidade e Meio Ambiente, conforme padrões definidos pelas normas NBR ISO 9001:2008, NBR ISO 14001:2004 e pela

Leia mais

Manual da Qualidade e Desenvolvimento de Fornecedores Dana Holding Corporation LLC

Manual da Qualidade e Desenvolvimento de Fornecedores Dana Holding Corporation LLC Manual da Qualidade e Desenvolvimento de Fornecedores Dana Holding Corporation LLC Supplier Development Dana Holding Corporation LLC Agosto 2012 SUMÁRIO i. INTRODUÇÃO... 4 ii. CONDUTA EMPRESARIAL... 5

Leia mais

MANUAL DA QUALIDADE DE FORNECEDORES MANN HUMMEL

MANUAL DA QUALIDADE DE FORNECEDORES MANN HUMMEL MANUAL DA QUALIDADE DE FORNECEDORES MANN HUMMEL Publicado:Fevereiro 2012 ESCLARECIMENTO REFERENTE À ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA ISO/TS 16949:2009 APLICÁVEL A MHBR BRASIL LTDA 1-Generalidade Este anexo da Qualidade

Leia mais

Product Lifecycle Management [PLM] Comprometa-se com a inovação.

Product Lifecycle Management [PLM] Comprometa-se com a inovação. Product Lifecycle Management [PLM] Comprometa-se com a inovação. SoftExpert PLM Suite é uma solução que oferece os requisitos e as habilidades necessárias que as empresas precisam para gerenciar com êxito

Leia mais

REVISÃO PSQ GERENCIAMENTO

REVISÃO PSQ GERENCIAMENTO 1 REVISÃO PSQ GERENCIAMENTO 2 1. CARACTERIZAÇÃO DO SETOR 1.1. Definição do Gerenciamento A definição do gerenciamento pode ser dada sob diversos enfoques, dentre os quais destacamos o texto escrito por

Leia mais

www.megacursos.com.br O QUE É ISO?

www.megacursos.com.br O QUE É ISO? 1 O QUE É ISO? ISO significa International Organization for Standardization (Organização Internacional de Normalização), seu objetivo é promover o desenvolvimento de normas, testes e certificação, com

Leia mais

NORMA NBR ISO 9001:2008

NORMA NBR ISO 9001:2008 NORMA NBR ISO 9001:2008 Introdução 0.1 Generalidades Convém que a adoção de um sistema de gestão da qualidade seja uma decisão estratégica de uma organização. O projeto e a implementação de um sistema

Leia mais

Norma ISO 9001:2008. Gestão da Qualidade

Norma ISO 9001:2008. Gestão da Qualidade Norma ISO 9001:2008 Gestão da Qualidade Sistemas da Qualidade e Qualidade Ambiental ISO 9000 e ISO 14000 Prof. M. Sc. Helcio Suguiyama 1- Foco no cliente 2- Liderança 3- Envolvimento das Pessoas 4- Abordagem

Leia mais

Aula 7 Elaboração do Plano de Gerenciamento da Qualidade

Aula 7 Elaboração do Plano de Gerenciamento da Qualidade Aula 7 Elaboração do Plano de Gerenciamento da Qualidade Objetivos da Aula: Os objetivos desta aula visam definir termos e conceitos da qualidade. Para tal, pretende-se discutir a relação que se estabelece

Leia mais

OHSAS-18001:2007 Tradução livre

OHSAS-18001:2007 Tradução livre SISTEMAS DE GESTÃO DE SAÚDE E SEGURANÇA OCUPACIONAL - REQUISITOS (OCCUPATIONAL HEALTH AND SAFETY MANAGEMENT SYSTEMS - REQUIREMENTS) OHSAS 18001:2007 Diretrizes para o uso desta tradução Este documento

Leia mais

SUMÁRIO APRESENTAÇÃO DA EMPRESA... 3 1. ESCOPO... 3 2. REFERÊNCIA NORMATIVA... 4 3. TERMOS E DEFINIÇÕES... 4 4. SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE...

SUMÁRIO APRESENTAÇÃO DA EMPRESA... 3 1. ESCOPO... 3 2. REFERÊNCIA NORMATIVA... 4 3. TERMOS E DEFINIÇÕES... 4 4. SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE... 1 / 21 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO DA EMPRESA... 3 1. ESCOPO... 3 2. REFERÊNCIA NORMATIVA... 4 3. TERMOS E DEFINIÇÕES... 4 4. SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE... 4 4.1 REQUISITOS GERAIS... 4 4.2 REQUISITOS DE DOCUMENTAÇÃO...

Leia mais

REQUISITOS ESPECÍFICOS Página 2 de 8

REQUISITOS ESPECÍFICOS Página 2 de 8 REQUISITOS ESPECÍFICOS Página 2 de 8 Sumário 1. Introdução... 3 2. Objetivo... 3 3. Aplicação... 3 4. Documentos de Referência... 3 5. Sistema de Gestão... 3 6. Requisitos Gerais... 4 7. Requisitos Automotivos...

Leia mais

Palestra Informativa Sistema da Qualidade NBR ISO 9001:2000

Palestra Informativa Sistema da Qualidade NBR ISO 9001:2000 Palestra Informativa Sistema da Qualidade NBR ISO 9001:2000 ISO 9001:2000 Esta norma considera de forma inovadora: problemas de compatibilidade com outras normas dificuldades de pequenas organizações tendências

Leia mais

CARTA DE REQUISITOS E ESCLARECIMENTOS REFERENTES AO SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADAS APLICÁVEL AOS FORNECEDORES DA MANGELS REF.

CARTA DE REQUISITOS E ESCLARECIMENTOS REFERENTES AO SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADAS APLICÁVEL AOS FORNECEDORES DA MANGELS REF. Três Corações, 12 de janeiro de 2015. CARTA DE REQUISITOS E ESCLARECIMENTOS REFERENTES AO SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADAS APLICÁVEL AOS FORNECEDORES DA MANGELS REF. 01/2015 Este documento pode ser utilizado

Leia mais

MQ-02 Manual de Desenvolvimento de Fornecedores

MQ-02 Manual de Desenvolvimento de Fornecedores MQ-02 Manual de Desenvolvimento de Fornecedores Este Manual é de propriedade da Martiaço Indústria Ltda. Sem autorização não pode ser distribuído ou copiado. SUMÁRIO 1. A EMPRESA... 3 2. OBJETIVO... 4

Leia mais

UNESP - 2013. Pós -graduação Lato Sensu. Carlos Henrique Lencioni

UNESP - 2013. Pós -graduação Lato Sensu. Carlos Henrique Lencioni Normas de Sistemas de Gestão da Qualidade Especialização em Gestão da Produção Pós -graduação Lato Sensu Carlos Henrique Lencioni 1 chlencioni@gmail.com.br Engenheiro Elétrico pela Escola Federal de Engenharia

Leia mais

MANUAL DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE

MANUAL DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE MANUAL DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE NBR ISO 9001:2008 Índice Histórico de Revisões... 4 1. Introdução... 5 1.1. Política da Qualidade... 5 1.2. Escopo... 5 2. Histórico... 6 3. Gestão Estratégica...

Leia mais

Desenvolvendo Organizações e Pessoas EN ISO 9001:2015. Tradução Livre

Desenvolvendo Organizações e Pessoas EN ISO 9001:2015. Tradução Livre DIS (DRAFT INTERNATIONAL STANDARD) EN ISO 9001:2015 Tradução Livre Tipo: DPC Fonte: ISO Comitê: QS / 1 Nome do Comitê: Procedimentos de Garantia da Qualidade e Gestão da Qualidade Data de Publicação: 14

Leia mais

ISO 14000. ISO 14000 Edição Junho / 2006 - Rev.0 C-1

ISO 14000. ISO 14000 Edição Junho / 2006 - Rev.0 C-1 MÓDULO C REQUISITOS DA NORMA AMBIENTAL ISO 14001 ISO 14000 Edição Junho / 2006 - Rev.0 C-1 REQUISITOS DA NORMA AMBIENTAL ISO 14001/04 Sumário A.) A Organização ISO...3 B.) Considerações sobre a elaboração

Leia mais

Manual de Gestão da Qualidade MGQ Elaborado por: Representante da Direção (RD)

Manual de Gestão da Qualidade MGQ Elaborado por: Representante da Direção (RD) 1/22 Nº revisão Descrição da Revisão 00 Emissão do documento baseado nos requisitos da ISO 9001:2008 Vendas Gestão de Contratos Service Demais envolvidos na análise e aprovação Área / Processo Responsável

Leia mais

LISTA DE VERIFICAÇAO DO SISTEMA DE GESTAO DA QUALIDADE

LISTA DE VERIFICAÇAO DO SISTEMA DE GESTAO DA QUALIDADE Questionamento a alta direção: 1. Quais os objetivos e metas da organização? 2. quais os principais Produtos e/ou serviços da organização? 3. Qual o escopo da certificação? 4. qual é a Visão e Missão?

Leia mais

GESTÃO DA QUALIDADE CONCEITOS E VOCABULÁRIO. Planejamento da Qualidade

GESTÃO DA QUALIDADE CONCEITOS E VOCABULÁRIO. Planejamento da Qualidade GESTÃO DA QUALIDADE CONCEITOS E VOCABULÁRIO 1 Conceitos e Vocabulário Afinal de contas, o que é qualidade? A ISO 9000:2000 define qualidade como: Grau no qual um conjunto de características inerentes atende

Leia mais

M A N U A L D A Q U A L I D A D E

M A N U A L D A Q U A L I D A D E M A N U A L D A Q U A L I D A D E 14ª Versão Última atualização: MANUAL DA QUALIDADE - Rev. Data Elaborado por Descrição da alteração 01 10/06/2012 Hélio Lipiani Versão Inicial 02 20/07/2010 Hélio Lipiani

Leia mais

Correlação entre os requisitos do Sistema de Gestão do Programa Atuação Responsável e o Responsible Care Management System Requirements - ACC

Correlação entre os requisitos do Sistema de Gestão do Programa Atuação Responsável e o Responsible Care Management System Requirements - ACC Correlação entre os requisitos do Sistema de Gestão do Programa Atuação Responsável e o Responsible Care Management System Requirements - ACC Sistema de Gestão do AR 2012 - ABIQUIM Responsible Care Management

Leia mais

PARTE A - IMPLEMENTAÇÃO 1 GERAL. 1.1 Definições. As seguintes definições se aplicam às Partes A e B deste Código.

PARTE A - IMPLEMENTAÇÃO 1 GERAL. 1.1 Definições. As seguintes definições se aplicam às Partes A e B deste Código. PREÂMBULO 1 O propósito deste Código é estabelecer um padrão internacional para a operação e gerenciamento seguros de navios e para a prevenção da poluição. 2 A Assembleia adotou a Resolução A.443(XI),

Leia mais

Gestão da qualidade do software

Gestão da qualidade do software Gestão da qualidade do software Empenhada em assegurar que o nível de qualidade requerido de um produto de software é atingido Envolve a definição de normas e procedimentos de qualidade apropriados, e

Leia mais

GARANTIA DA QUALIDADE DE SOFTWARE

GARANTIA DA QUALIDADE DE SOFTWARE GARANTIA DA QUALIDADE DE SOFTWARE Fonte: http://www.testexpert.com.br/?q=node/669 1 GARANTIA DA QUALIDADE DE SOFTWARE Segundo a NBR ISO 9000:2005, qualidade é o grau no qual um conjunto de características

Leia mais

Sistema de Gestão da Qualidade

Sistema de Gestão da Qualidade Sistema de Gestão da Qualidade Coordenadora Responsável Mara Luck Mendes, Jaguariúna, SP, mara@cnpma.embrapa.br RESUMO Em abril de 2003 foi lançado oficialmente pela Chefia da Embrapa Meio Ambiente o Cronograma

Leia mais

A importância de se formar bons auditores de qualidade Oceano Zacharias

A importância de se formar bons auditores de qualidade Oceano Zacharias A importância de se formar bons auditores de qualidade Oceano Zacharias Auditar conforme a norma ISO 9001 requer, dos auditores, obter um bom entendimento do Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ) das empresas

Leia mais

08/09/2011 GERÊNCIA DA INTEGRAÇÃO PMBOK GESTÃO DE PROJETOS

08/09/2011 GERÊNCIA DA INTEGRAÇÃO PMBOK GESTÃO DE PROJETOS GESTÃO DE PROJETOS Prof. Me. Luís Felipe Schilling "Escolha batalhas suficientemente grandes para importar, suficientemente pequenas para VENCER." Jonathan Kozol GERÊNCIA DA INTEGRAÇÃO PMBOK 1 GERÊNCIA

Leia mais

Sistema de Gestão dos Documentos da Engenharia [EDMS] O caminho para a Colaboração da Engenharia e Melhoria de Processos

Sistema de Gestão dos Documentos da Engenharia [EDMS] O caminho para a Colaboração da Engenharia e Melhoria de Processos Sistema de Gestão dos Documentos da Engenharia [EDMS] O caminho para a Colaboração da Engenharia e Melhoria de Processos O gerenciamento de informações é crucial para o sucesso de qualquer organização.

Leia mais

GESTÃO DA QUALIDADE MA-C-GQ-01 MANUAL DA QUALIDADE Cópia controlada Revisão 02 DATA Nº REVISÃO HISTÓRICO DAS REVISÕES 01/09/2009 15/03/2012 23/01/2013

GESTÃO DA QUALIDADE MA-C-GQ-01 MANUAL DA QUALIDADE Cópia controlada Revisão 02 DATA Nº REVISÃO HISTÓRICO DAS REVISÕES 01/09/2009 15/03/2012 23/01/2013 DATA Nº REVISÃO HISTÓRICO DAS REVISÕES 01/09/2009 15/03/2012 23/01/2013 00 01 02 Emissão inicial. Alteração do representante da direção Inclusão de informação no item 4.2.2.3 (passo 8) SMD 147. Elaborado:

Leia mais

NORMA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL FIRMENICH

NORMA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL FIRMENICH NORMA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL FIRMENICH Norma de Responsabilidade Social Firmenich Atualizado em Março de 2013 Página 1 de 10 INTRODUÇÃO Como parte do nosso compromisso contínuo com um negócio ético

Leia mais

Enterprise Asset Management [EAM] Maximize o retorno sobre os ativos empresariais.

Enterprise Asset Management [EAM] Maximize o retorno sobre os ativos empresariais. Enterprise Asset Management [EAM] Maximize o retorno sobre os ativos empresariais. No atual cenário econômico, organizações do mundo inteiro enfrentam uma pressão enorme para gerir seus ativos proativamente

Leia mais

CÓPIA NÃO CONTROLADA. DOCUMENTO CONTROLADO APENAS EM FORMATO ELETRÔNICO. PSQ PROCEDIMENTO DO SISTEMA DA QUALIDADE

CÓPIA NÃO CONTROLADA. DOCUMENTO CONTROLADO APENAS EM FORMATO ELETRÔNICO. PSQ PROCEDIMENTO DO SISTEMA DA QUALIDADE PSQ PROCEDIMENTO DO SISTEMA DA QUALIDADE PSQ 290.0339 - PROCEDIMENTO DO SISTEMA DA QUALIDADE APROVAÇÃO CARLOS ROBERTO KNIPPSCHILD Gerente da Qualidade e Assuntos Regulatórios Data: / / ELABORAÇÃO REVISÃO

Leia mais

REQUISITOS ESPECÍFICOS - NGK do BRASIL Guia para Fornecedores Segmento Automotivo

REQUISITOS ESPECÍFICOS - NGK do BRASIL Guia para Fornecedores Segmento Automotivo REQUISITOS ESPECÍFICOS - NGK do BRASIL Guia para Fornecedores Segmento Automotivo 1. Objetivo Este documento tem por objetivo comunicar os requisitos mínimos a todos os fornecedores de componentes, matérias

Leia mais

O PRESIDENTE DO INSTITUTO NACIONAL DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL INPI, no exercício das suas atribuições,

O PRESIDENTE DO INSTITUTO NACIONAL DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL INPI, no exercício das suas atribuições, Resolução PR nº 03/2013 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL PRESIDÊNCIA 18/03/2013 R E S O L U Ç Ã O Nº 03/2013

Leia mais