Relatório de Gestão Renda Variável Maio de 2013

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1 Relatório de Gestão Renda Variável Maio de 2013 Política e Economia Atividade Econômica A produção industrial registrou leve elevação em março, abaixo do esperado pelo mercado. Houve desaceleração no crescimento da maioria dos segmentos do indicador, com queda na produção de bens de consumo não duráveis. Não obstante, o setor de bens de consumo duráveis teve uma expansão significativa, após uma forte queda na produção de fevereiro, impulsionado por veículos automotores, mobiliário e equipamentos de informática. Os dados preliminares para maio apontam forte alta da produção industrial. As vendas no comércio varejista, em termos reais, demonstraram estabilidade em março, com nova retração das vendas nos supermercados. As vendas em termos nominais, por sua vez, voltaram a registrar crescimento, demonstrando o impactado da inflação no indicador. Também foi divulgado o IBC- Br, proxy mensal do PIB calculada pelo Banco Central, que observou uma elevação em março, ainda que levemente abaixo da esperada pelo mercado. O PIB do primeiro trimestre registrou expansão de 0,6% em relação ao trimestre anterior, abaixo do esperado pelo mercado, mas com aceleração do crescimento acumulado em doze meses. A atividade econômica no período foi impactada pelo baixo desempenho do consumo das famílias, que permaneceu estável, e das exportações, que tiveram uma retração significativa, analisando o indicador pela ótica da demanda. Não obstante, houve elevação significativa dos investimentos. Considerando a ótica da oferta, se destacou a expansão acentuada da agropecuária, enquanto a indústria teve retração, e os serviços mostraram crescimento menor do que sua média histórica. Setor Externo O saldo da balança comercial registrou déficit de, aproximadamente, US$ 1 bilhão, em abril, mantendo o desempenho acumulado no ano nas mínimas históricas. O resultado foi influenciado, novamente, pelas receitas com exportações de petróleo, que continuaram em deterioração, principalmente para a China, Estados Unidos e Índia. As exportações de soja para a China, por sua vez, tiveram elevação expressiva. As importações, por sua vez, voltaram a se elevar, em relação ao mesmo mês do ano anterior, tanto em dólares, quanto em volume. Os investimentos estrangeiros diretos (IED) no país totalizaram US$ 5,7 bilhões, com leve alta em relação a abril de A balança de transações correntes, por sua vez, voltou a elevar seu déficit, que já acumula US$ 70 bilhões nos últimos doze meses, ampliando seu hiato com o investimento estrangeiro direto. A deterioração da balança comercial representa o principal impacto na conta corrente, ainda que a saída de capital pelas contas de rendas e serviços também venha se elevando. Ao longo de maio, a taxa de câmbio entre o real e o dólar norte-americano registrou uma depreciação significativa, saindo de patamares próximos a R$ 2,00/US$ para R$ 2,14/US$ no final do mês. Mercado de Trabalho A taxa de desemprego de abril se elevou de 5,3% para 5,4%, considerando o indicador ajustado pela sazonalidade, permanecendo em patamares historicamente baixos. Os rendimentos médios reais, por sua vez, voltaram a cair em relação ao mês anterior, enquanto o montante nominal se elevou, refletindo o impacto da inflação sobre o poder de compra dos consumidores. A criação líquida de empregos formais de abril, por sua vez, permaneceu estável em relação a fevereiro, considerando o indicador ajustado pela sazonalidade, permanecendo em patamares historicamente baixos, o que é condizente com o mercado de trabalho aquecido que se tem observado e com o esgotamento do processo de formalização da economia. Inflação A inflação ao consumidor IPCA de abril foi de 0,55%, superior à observada no mês anterior. O indicador acumulado em doze meses, contudo, 1

2 desacelerou para 6,49%, no teto da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional. O índice de difusão, que mede o percentual de itens do indicador cujos preços se elevaram no período, voltou a se reduzir, ainda que continue em patamares elevados. O IPCA-15 de maio, por sua vez, desacelerou em relação a abril. O índice foi impactado, principalmente, pela queda nos preços do tomate, havendo contribuições negativas, também, por parte das passagens aéreas e da gasolina. Nossa expectativa é que a inflação continuará elevada em 2013, fechando o ano ao redor de 6%. Crédito A média diária de concessões de crédito, em abril, teve uma desaceleração sensível do crescimento em relação ao mesmo mês de 2012, considerando os dados ajustados pela inflação do período. O baixo desempenho foi impulsionado pela retração no fluxo de crédito para pessoas jurídicas, que teve quedas significativas nos segmentos de capital de giro e conta garantida. Contudo, se observou uma desaceleração expressiva do crescimento do crédito destinado a pessoas físicas, sendo essa desaceleração generalizada entre as principais linhas, e havendo, inclusive, retração nas modalidades cheque especial e financiamento de veículos. Não obstante, o financiamento imobiliário para pessoas físicas teve uma aceleração forte do crescimento, em relação ao ano anterior. O estoque nominal de crédito na economia, que cresceu 16% frente ao mesmo período do ano anterior, se encontra em 54,1% do PIB. A taxa de inadimplência, por sua vez, permaneceu praticamente estável em relação a março, havendo elevação dos atrasos por parte das pessoas jurídicas, mas redução por parte das pessoas físicas. Política Monetária O Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu, por unanimidade, elevar a meta para a taxa Selic para 8,00% a.a., sem viés. No comunicado da decisão, a autoridade monetária avaliou que essa decisão contribuirá para o declínio da inflação, de modo que essa tendência persista no próximo ano. De acordo com algumas entrevistas dadas pelo presidente Tombini após a decisão, o combate à inflação é prioridade do governo e não há interferência alguma do Palácio do Planalto na decisão. Além disso, a mudança forte na visão do BC, colocada pela unanimidade da decisão, mostra uma autoridade monetária mais comprometida no combate à inflação. Economia Internacional Nos Estados Unidos, a produção industrial teve retração em abril, em relação ao mês anterior, enquanto as vendas no comércio varejista apresentaram leve elevação. Os dados do mercado de trabalho, por sua vez, apresentaram bom desempenho, com uma queda na taxa de desemprego para 7,5%, enquanto o payroll que mede a criação líquida de empregos formais acelerou em relação ao mês anterior, acima das expectativas de mercado. Nesse contexto, foi divulgada a 2ª prévia do PIB do país no primeiro trimestre de 2013, que revisou o indicador levemente para baixo, para uma expansão anualizada de 2,4% da economia, em relação ao trimestre anterior, enquanto o mercado esperava que a estimativa inicial permanecesse inalterada. A mudança foi impulsionada pela revisão, para baixo, dos investimentos privados e das exportações no período. Na Europa, a produção industrial de março teve uma expansão significativa, enquanto as vendas no varejo registraram leve contração, dentro do esperado pelo mercado. A taxa de desemprego, por sua vez, voltou a se elevar, e se encontra em 12,1% da população economicamente ativa. Nesse contexto, foi divulgado o PIB do bloco no primeiro trimestre de 2013, que registrou uma retração de 0,2%, inferior à queda observada no trimestre anterior, mas mantendo a região, formalmente, em recessão. O PIB da Alemanha permaneceu estável no período, enquanto o de países como a França, Espanha e Itália observaram retrações menores que as apresentadas no quarto trimestre de Na China, em abril, a produção industrial e as vendas do varejo tiveram desempenho em linha com o esperado pelo mercado, ambas acelerando levemente, em relação ao mês anterior. Os investimentos estrangeiros diretos, por sua vez, se mostraram bastante abaixo da expectativa do mercado, permanecendo estáveis no mês, enquanto a balança comercial apresentou saldo positivo, com 2

3 expansões elevadas tanto das exportações, quanto das importações. A inflação, por fim, demonstrou aceleração em relação à observada em março. Panorama dos Mercados Mercado Externo O mês de maio foi marcado por alguns fatores novos e relevantes ao mercado de equities. Começam a se desenhar possíveis mudanças estruturais para tendências de médio e longo-prazo na conjuntura econômica global: possível valorização do dólar frente a moedas de emergentes, desvalorização de preços de commodities, e discussões sobre o fim dos programas de recompra de títulos pelo banco central norte-americano com possíveis impactos nas curvas de juros da maioria das economias. Nos EUA, a ata da reunião do FED deixou transparente o acirramento do debate sobre a redução ou retirada dos estímulos monetários na economia doméstica. Apesar de nenhum dos gatilhos em termos de atividade econômica para o fim do QE3 estarem próximos de serem atingidos, o debate entra na pauta por conta dos possíveis efeitos negativos do afrouxamento monetário e por um possível alcance de um ritmo de crescimento sustentável. A simples materialização desta discussão ascendeu um alerta na parte longa da curva de juros norte-americana, com o yield dos treasuries de 10 anos subindo fortemente. Apesar disto, o índice S&P 500 conseguiu acumular a sua sétima valorização mensal consecutiva. 2,3 2,2 2,1 2 1,9 1,8 1,7 1,6 1,5 1,4 1,3 Fonte: Bloomberg, Quantitas Na Zona do Euro, indicadores econômicos insistentemente deficientes, causaram nova ação do Banco Central Europeu, que reduziu sua taxa de juros e trouxe perspectivas para possíveis novas ações de política monetária. Na China, novas leituras do PMI impõem novamente risco de revisões negativas para o crescimento do produto interno. Mercado Interno Maio apresentou para o mercado local cenário econômico com deterioração na margem e algumas surpresas. A primeira ficou por conta do câmbio, que cedeu frente a questões estruturais concomitantes a um aprofundamento do déficit da conta corrente. Havia dúvidas se, em patamares acima de R$ 2,00/US$, ocorreria intervenção do Banco Central, que acabou não acontecendo. 2,2 2,15 YIELD TREASURY - 10 YEARS TAXA DE CÂMBIO (US DOLAR) 2,1 Índices Mundiais - Desempenho Maio/2013 DOW JONES 1,86% IBOV -4,30% S&P 2,07% CHINA 5,63% DAX 5,50% NIKKEI -0,62% Fonte: Bloomberg, Quantitas 2,05 2 1,95 1,9 dez-12 jan-13 fev-13 mar-13 abr-13 mai-13 jun-13 Fonte: Bloomberg, Quantitas A segunda surpresa foi a aumento no ritmo do aperto monetário. O Banco Central decidiu, por unanimidade, elevar a taxa Selic em 0,5 p.p., mostrando uma forte mudança de atitude frente ao combate do processo inflacionário atual. 3

4 CONSUMO E VAREJO Em meio a este novo cenário de revisão negativa na perspectiva de crescimento do PIB, queda no preço internacional de commodities e ciclo de elevação de juros, não coube outro resultado ao Ibovespa senão apresentar nova underperfomance em relação aos mercados globais. Estratégia do Gestor 3,38% no mês, resultado 0,92 p.p. acima do índice Ibovespa. Os destaques positivos da carteira no mês foram Alpargatas, Fíbria e Mills. Com contribuição negativa, tivemos Even, Vale e Gerdau. Segue o comentário sobre as ações que compõem a carteira. Em abril optamos por uma alocação mais ativa ao índice. A carteira fechou com desvalorização de Carteira Maio/2013 Desempenho Ibovespa Maio/13: -4,30% ALPARGATAS (ALPA4) Preço*: 15,05 Var. Maio/13: 13,78% EV/EBITDA 13: 10,85 P/E 13: 14,90 Esperando um bom resultado do primeiro trimestre de 2013, optamos por manter nossa exposição em alpargatas para o mês de maio. O resultado divulgado pela empresa apresentou recuperação de margem bruta e um bom desempenho da divisão de artigos esportivos. Também chamou atenção pela restrição de oferta de seus produtos, o que permitiu à empresa optar pela venda de produtos de maior valor agregado. A restrição de oferta deve ser resolvida no curto prazo com a inauguração da nova fábrica em Minas Gerais, que deve começar sua operação em setembro. NATURA (NATU3) Preço*: 50,72 Var. Maio/13:0,1% EV/EBITDA 13: 13,23 P/E 13: 22,27 As ações da Natura encerraram o mês praticamente estáveis, com poucas notícias relevantes divulgadas durante o mês. Após a divulgação de fracos resultados do primeiro trimestre, acreditamos que a empresa deverá apresentar recuperação já no próximo trimestre, porém ainda em ritmo fraco. A posição foi mantida em carteira, pois acreditamos na capacidade da empresa entregar bons resultados. 4

5 INST. FINANCEIRAS BM&F BOVESPA (BVMF3) Preço*: 14,05 Var. Maio/13: 1,92% EV/EBITDA 13: 15,14 P/E 13: 16,99 O momento segue positivo para a BM&F Bovespa, já que, mesmo que o desempenho do índice Bovespa não esteja positivo, o volume de negócios com ações segue com bom desempenho, crescendo aproximadamente 7% sobre o ano anterior. Na BM&F, as recentes surpresas com relação à política monetária ajudaram a elevar o número de contratos negociados, registrando alta de aproximadamente 2% sobre o mesmo mês do ano anterior, que já havia sido um mês de volume atípico. Acreditamos que esse cenário favorável para a empresa deva permanecer, o que justifica a manutenção das ações da empresa na carteira. CETIP (CTIP3) Preço*: 23,25 Var. Maio/13: -2,55% EV/EBITDA 13: 10,56 P/E 13: 14,82 A Cetip divulgou seu resultado trimestral no inicio de maio, e os números vieram um pouco acima das expectativas. O destaque positivo ficou por conta do reajuste de preços realizado na unidade de financiamento (contratos GRV), que ficou bem acima do esperado por conta de uma renegociação entre Cetip, Fenaseg e os bancos. Esse reajuste compensou o nível de receitas abaixo do esperado nas receitas com registros na unidade de títulos e valores mobiliários. Mantivemos o viés positivo para a empresa, sendo que os resultados confirmam a expectativa de que, mesmo com dificuldades em alguns de seus segmentos, o preço das ações permanece atrativo dado nossa expectativa de resultados para os próximos trimestres. ITAU UNIBANCO (ITUB4) BRADESCO (BBDC4) Preço*: 32,38 Var. Maio/13: 5,99% P/VPA 13: 1,92 P/E 13: 10,76 Preço*: 34,33 Var. Maio/13: 4,41% P/VPA 13: 11,39 P/E 13: 1,83 Os dois principais bancos privados nacionais encerraram o mês com mais um bom desempenho relativo ao Ibovespa, impulsionado pelas indicações de que a Selic se eleve acima do que vinha sendo esperado pelo mercado, o que acaba impactando positivamente o resultado dos bancos de maneira geral. Pelo lado do crédito, a concessão segue em um ritmo fraco, principalmente com desaceleração em pessoa jurídica. O crescimento total do crédito apresentou um avanço anual de 16,4%, ainda liderado pelos bancos públicos, sendo que a inadimplência geral permaneceu praticamente estável. Ainda que o ritmo de concessão de crédito não deva apresentar expansão significativa nos próximos meses, Itaú e Bradesco permanecem bem posicionados para uma recuperação na atividade, mantendo bons níveis de eficiência (controle de custos) e melhorando a qualidade da carteira de crédito. 5

6 COMMODITIES PETROBRAS (PETR4) Preço*: 8,15 Var. Maio/13: -0,2% EV/EBITDA 13: 5,2 P/E 13: 7,3 Apesar do resultado levemente negativo, as ações de Petrobras performaram melhor que o Ibovespa como um todo. Mantivemos nossa posição acima do peso em relação ao benchmark ao longo de todo o mês e ainda vemos espaço para a correção do preço da ação até o patamar de 8x seu lucro de 2013, ou seja, cerca de 10% acima de seu patamar atual. OGX (OGXP3) Preço*: 1,38 Var. Maio/13-29,23% EV/EBITDA 13: - P/E 13: - Continuamos com a visão que OGX é uma ação imprevisível, mas com o viés para queda. Mantivemos nossa posição abaixo de índice ao longo de todo mês, não reduzimos nossa exposição por completo meramente por uma questão de nos manter aderente ao nosso benchmark. GERDAU (GGBR4) Preço*: 13,05 Var. Maio/13: -16,38% EV/EBITDA 13: 7,76 P/E 13: 15,63 Apesar de nossa neutralidade ao setor de siderurgia com as ações de Gerdau, estávamos errados com nossa percepção sobre o resultado do 1T13. Esperávamos um resultado ruim do ponto de vista de margens e uma melhora na necessidade de capital giro e, consequentemente, na geração de caixa da empresa. As margens realmente vieram ruins, mas o principal fato foi a surpresa na necessidade de conceder prazos de vendas para seus clientes para manter um nível de demanda fraco. FIBRIA (FIBR3) Preço*: 23,50 Var. Maio/13: 10,12% EV/EBITDA 13: 8,02 P/E 13: 32,32 As ações de Fibria voltaram a registrar forte valorização devido ao aumento de preço de celulose, um momento de incerteza macroeconômica e sua exposição operacionalmente alavancada ao dólar. Para efeito de comparação, o dólar valorizou 7% no mês de Abril em relação ao real. VALE (VALE5) Preço*: 28,65 Var. Maio/13: -12,22% EV/EBITDA 13: 4,83 P/E 13: 6,06 A conjunção de incertezas sobre a real demanda de minério derivado da economia chinesa e dúvidas sobre o marco regulatório levaram as ações de Vale a uma performance muito fraca. Entre os dois efeitos, em nosso entendimento, o maior fator de contribuição para a queda foi o comportamento do preço de minério no mercado transatlântico. 6

7 CONSTRUTORAS OGÍSTICA E CONCESSÕES BENS DE CAPITAL SERVIÇOS DE ENGENHARIA MILLS (MILS3) Preço*: 35,54 Var. Maio/13: 8,19% EV/EBITDA 13: 10,92 P/E 13: 21,74 O resultado do 1T13 demostrou dois pontos importantes para nosso investimento em Millls: a rentabilidade no segmento Rental e a decisão estratégica de acelerar o plano de investimentos no segmento. RANDON (RAPT4) Preço*: 12,95 Var. Maio/13:-1,52% EV/EBITDA 13: 7,48 P/E 13: 14,60 Os fortes dados de produção e venda de veículos da Anfavea ajudaram as ações de Randon a apresentar mais uma vez desempenho relativo superior ao Ibovespa. A produção de caminhões em abril subiu 56% em relação ao mesmo período do ano passado. Entendemos que o valor de mercado atual da empresa já reflete a recuperação do mercado esperada para esse ano e a precificação já nos parece justa. SANTOS BRASIL (STBP11) Preço*: 30,60 Var. Maio/13:-3,32% EV/EBITDA 13: 6,60 P/E 13: 12,93 Durante o mês de maio a MP dos Portos, novo marco regulatório do setor, foi finalmente votada no Senado. De forma resumida, todas as medidas votadas foram no sentido do aumento de competitividade, beneficiando os novos entrantes e prejudicando os atuais competidores, como a Santos Brasil. Na nossa visão, entretanto, esse cenário já era esperado pelo mercado e a definição remove um fator de incerteza que pressionava as ações. Entendemos que o patamar atual precifica um cenário muito adverso para a companhia, o que dificilmente ocorrerá. EVEN (EVEN3) Preço*: 8,30 Var. Maio/13:-12,17% EV/EBITDA 13: 8,26 P/E 13: 6,80 Fundamentalmente não houve mudanças na empresa para justificar um desempenho tão abaixo do índice. Entendemos que em momentos no qual há expectativas de aumentos de taxas de juros na economia, como foi o caso de maio, há um impacto negativo nas ações de empresas de incorporação imobiliária, mas não nesta magnitude. MRV (MRVE3) EXCLUSÃO Preço*: 6,65 Var. Maio/13:-19,65% EV/EBITDA 13: 6,26 P/E 13: 5,62 Depois de um resultado do 1T13 realmente decepcionante em relação as nossas baixas expectativas, voltamos a vender as ações de MRV por entender que ainda haveria muito espaço correções de preços. 7

8 TELECOM TELEFONICA (VIVT4) EXCLUSÃO Preço*: 52,70 Var. Maio/13: -0,77% EV/EBITDA 13: 4,75 P/E 13: 13,18 Terminamos por realizar ganhos em nossa exposição as ações de Telefônica Brasil por visualizar um potencial limitado de valorização. TIM PARTICIPAÇÕES (TIMP3) INCLUSÃO Preço*: 8,15 Var. Maio/13: 0,25% EV/EBITDA 13: 3,99 P/E 13: 12,08 Para manter nossa exposição ao setor, incluímos as ações da empresa de telefonia móvel TIM. Apesar de seus problemas operacionais, entendemos que o potencial de valorização e crescimento do mercado por si só, justificam o investimento. Indicadores de Mercados: EV/EBITDA (VE/LAJIDA) = (Valor Mercado + Dívida Líquida)/(Lucro Antes dos Juros, Impostos, Depreciação e Amortização) Forma de mensuração do valor da empresa, considerando sua dívida, frente à sua capacidade de geração de caixa médio pelo EBITDA P/E (P/L) = Valor de Mercado/Lucro Líquido. Forma de mensuração do valor da empresa em relação ao seu lucro líquido, podendo ser interpretado como número de anos necessários de operação para que o lucro líquido seja equivalente ao preço da ação. As informações do presente material são exclusivamente informativas. Ao investidor é recomendada a leitura cuidadosa do prospecto e do regulamento dos fundos de investimento ao aplicar seus recursos. Fundos de investimentos não contam com a garantia do administrador ou gestor, ou ainda, do fundo garantidor de crédito FGC As informações contidas neste documento foram produzidas pela Quantitas Gestão de Recursos S.A. dentro das condições atuais de mercado e conjuntura. Todas as recomendações e estimativas aqui apresentadas derivam de nosso julgamento e podem ser alteradas a qualquer momento sem aviso prévio. Quantitas Gestão de Recursos S.A. não se responsabiliza por decisões de investimento tomadas com base nos dados aqui divulgados. 8

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