UNIVERSIDADE DE TUIUTI DO PARANÁ ELIFAS LEVI DA PAIXÃO JÚNIOR ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO: UMA GESTÃO INTELIGENTE DOS RECURSOS EMPRESARIAIS

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1 UNIVERSIDADE DE TUIUTI DO PARANÁ ELIFAS LEVI DA PAIXÃO JÚNIOR ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO: UMA GESTÃO INTELIGENTE DOS RECURSOS EMPRESARIAIS CURITIBA 2009

2 UNIVERSIDADE DE TUIUTI DO PARANÁ ii ELIFAS LEVI DA PAIXÃO JÚNIOR ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO: UMA GESTÃO INTELIGENTE DOS RECURSOS EMPRESARIAIS Trabalho de conclusão de curso apresentado ao Curso de Planejamento Tributário, Gestão e Auditoria da Universidade de Tuiuti do Paraná, como requisito parcial para a obtenção do Título de Especialista Área: Contabilidade Financeira CURITIBA 2009

3 ELIFAS LEVI DA PAIXÃO JÚNIOR iii ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO: UMA GESTÃO INTELIGENTE DOS RECURSOS EMPRESARIAIS Trabalho de Conclusão de Curso apresentada ao curso de Planejamento Tributário, Gestão e Auditoria Tributária da Faculdade de Ciências Contábeis da Universidade de Tuiuti do Paraná, como requisito parcial para obtenção do título de especialista no Programa Planejamento Tributário, Gestão e Auditoria Tributária Orientador: Cláudio Nogas CURITIBA 2009

4 TERMO DE APROVAÇÃO iv ELIFAS LEVI DA PAIXÃO JÚNIOR ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO: UMA GESTÃO INTELIGENTE DOS RECURSOS EMPRESARIAIS Esta Monografia foi julgada adequada para obtenção do titulo de Especialista em Planejamento Tributário, Gestão e Auditoria Tributária no Programa de Planejamento Tributário, Gestão e Auditoria Tributária da Universidade de Tuiuti do Paraná Curitiba, 02 de outubro de Planejamento Tributário, Gestão e Auditoria Tributária Universidade de Tuiuti do Paraná Orientador: Prof. Cláudio Nogas

5 v JÚNIOR, Elifas Levi da Paixão Administração do Capital de Giro: Uma Gestão Inteligente dos Recursos Empresariais. Curitiba 2009 xi, 44 p. Monografia Universidade Tuiuti do Paraná, Curitiba, 2009 Orientador: Prof. Cláudio Nogas 1. Administração do Capital de Giro 2. Capital de Giro 3. Capital Circulante(Giro) Líquido 4. Índices de Prazos Médios 5. Necessidade de Investimento em Giro 6. Efeito Tesoura I. União Educacional de Brasília II. Título

6 vi Aos meus pais e amigos por terem me motivado à conquista de novos horizontes.

7 AGRADECIMENTOS vii A Deus, pela saúde, pela força e sabedoria concedida durante todo esse trajeto. A Ele seja dada toda honra, gloria e louvor. Ao meu amigo Clovis Filho pelo incentivo e por me iluminar com suas soluções práticas e objetivas nos meus conflitos acadêmicos

8 viii "Os ousados começam, mas só os determinados terminam. Napoleon Hill

9 SUMÁRIO ix LISTA DE ABREVEATURAS, SIGLAS E SÍMBOLOS...x LISTA DE FIGURAS... xii LISTA DE QUADROS... xiii RESUMO... xiv 1 INTRODUÇÃO OBJETIVOS Objetivo Geral Objetivo Específico DELIMITAÇÃO DO ESTUDO ESTRUTURA DO TRABALHO REVISÃO DA LITERATURA E FUNDAMENTOS TEÓRICOS CAPITAL DE GIRO Importância da Administração do Capital de Giro CAPITAL CIRCULANTE (GIRO) LÍQUIDO ÍNDICES DE PRAZOS MÉDIOS PRAZO MÉDIO DE RECEBIMENTO DE VENDAS PRAZO MÉDIO DE PAGAMENTO DE COMPRAS PRAZO MÉDIO DE RENOVAÇÃO DE ESTOQUES INTER-RELAÇÃO DOS ÍNDICES DE PRAZOS MÉDIOS CÁCULO PRECISO DE PRAZOS MÉDIOS Cálculo dos Prazos Médios pelo Método de Exaustão Cálculo do Prazo Médio de Recebimento de Vendas Cálculo do Prazo Médio de Pagamento de Compras Cálculo do Prazo Médio de Renovação de Estoques NECESSIDADE DE INVESTIMENTO EM GIRO CÁLCULO DA NECESSIDADE DE INVESTIMETNO EM GIRO A PARTIR DO CICLO DE CAIXA...28

10 x Prazo Médio de Renovação de Estoque Equivalente Prazo Médio de Pagamento de Compras Equivalente Ciclo de Caixa Equivalente Necessidade de Investimento em Giro Equivalente Reflexo Monetário do Ciclo de Caixa Equivalente e sua Análise EFEITO TESOURA CONCLUSÃO...41 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS...43

11 ABREVIATURAS, SIGLAS E SÍMBOLOS xi A - Ajustes AC - Ativo Circulante ACF - Ativo Circulante Financeiro ACO - Ativo Circulante Operacional AP - Ativo Permanente ARLP - Ativo Realizável a Longo Prazo C - Compras CC - Ciclo de Caixa CCeq - Ciclo de Caixa Equivalente CCL - Capital Circulante Líquido CMV - Custo da Mercadoria Vendida E - Estoques F - Fornecedores NIG - Necessidade de Investimento em Giro NTFP - Necessidade Total de Financiamento Permanente PC - Passivo Circulante PCF - Passivo Circulante Financeiro PCO - Passivo Circulante Operacional PELP - Passivo Exigível a Longo Prazo PL - Patrimônio Líquido PMPF - Prazo Médio de Pagamento de Fornecedores PMPFeq - Prazo Médio de Pagamento de Fornecedores Equivalente PMRE - Prazo Médio de Renovação de Estoques PMREeq - Prazo Médio de Renovação de Estoques Equivalente PMRV - Prazo Médio de Recebimento de Vendas PMRVeq - Prazo Médio de Recebimento de Vendas Equivalente PP - Passivo Permanente REF - Resultado de Exercícios Futuros

12 SD - Saldo Devedor V - Vendas Vd - Vendas Diárias xii

13 LISTA DE FIGURAS xiii Figura 3.0 Estrutura Patrimonial: Capital Circulante Líquido Positivo...7 Figura 3.1 Estrutura Patrimonial: Capital Circulante Líquido Negativo...8 Figura 4.0 Representação Gráfica do Ciclo Operacional...12 Figura 4.1 Representação do Ciclo de Caixa: Financiamento de Terceiros...13 Figura 4.2 Representação Gráfica do Ciclo de Caixa Financiamento Parcial do Estoque...13 Figura 5.2 Desdobramento da Necessidade de Investimento (Capital) em Giro..30 Figura 5.3 Causas das Variações da NIG...31 Figura 5.4 Esquemas de Financiamento da NIG...33 Figura 6.0 Demonstração do Efeito Tesoura em T Figura 6.1 Demonstrativo de Evolução das Vendas, NIG, CCL e SD...38 Figura 6.2 Gráfico da Evolução do CCL e da NIG e Efeito Tesoura...39 Figura 6.3 Demonstração Gráfica da Evolução das Vendas, CCL, NG e SD...39 Tabela 4.0 Ciclo de Vendas a Prazo Demonstração Analítica...10

14 LISTA DE QUADROS xiv Quadro 4.0 Exemplificação de Prazos Médios e Ciclo Operacional e Financeiro.14 Quadro 4.1 Exemplificação de Prazos Médios e Ciclos Operacional e Financeiro Quadro 4.2 Metodologia de Cálculo do PMRV 60 dias...18 Quadro 4.3 Demonstrativo de Vendas, Compras e Custos...19 Quadro 4.4 Metodologia para Cálculo do PMRV...20 Quadro 4.5 Metodologia para Cálculo do PMPC...21 Quadro 4.6 Metodologia para Cálculo do PMRE...22 Quadro 5.0 Balanço Patrimonial para Cálculo de Índices Financeiros...26 Quadro 5.1 Diagrama para Análise de Índices Financeiros...25

15 RESUMO xv A Administração do Capital de Giro consiste na maneira pela qual a empresa irá gerenciar os seus itens circulantes, ou seja, aqueles componentes do ativo e do passivo circulante. A Administração do Capital de Giro torna-se importante uma vez que, sua aplicação, consiste na operacionalização dos itens cujo crescimento ou diminuição depende do volume de operações realizadas pela empresa. Isto quer dizer que, o controle do nível de estoques, de duplicatas a receber, bem como do nível de caixa a ser mantido pela empresa, constitui os objetos de administração do Capital de Giro. O Capital Circulante Líquido, o qual é definido como sendo um excesso de recursos investidos no ativo circulante em relação ao passivo circulante, caracteriza que a empresa goza de uma folga financeira. No entanto, percebe-se que o Capital Circulante Líquido não constitui um indicador adequado para mesurar a situação financeira de uma empresa, uma vez que, o seu cálculo não leva em consideração a incompatibilidade de prazos existentes entre os itens do ativo e do passivo circulante. A análise dos prazos médios de Renovação de Estoques, Recebimento de Vendas e Pagamento a Fornecedores, que servem de base para cálculo do Ciclo Operacional, ou seja, do intervalo de tempo compreendido desde a compra de mercadoria até o recebimento das vendas, tornam-se de fundamental importância quando analisados de forma conjunta., uma vez que, estes indicadores abordam as operações empresariais fundamentais: compra, venda, pagamento e recebimento. O controle do crescimento proporcional do Capital Circulante Líquido bem como da Necessidade de Investimento em Giro, constituem, uma medida preventiva para conservação da saúde financeira da empresa, evitando deste modo, o Efeito Tesoura que consiste no crescimento proporcionalmente maior da Necessidade de Investimento em Giro em relação ao Capital Circulante Liquido.

16 1 INTRODUÇÃO A maximização de resultados é algo de grande importância para todos aqueles que são beneficiados pelo desempenho positivo das operações comerciais, sejam eles: empresários, investidores ou empregados. Alguns acontecimentos do mundo moderno, tais como: a veiculação da informação em tempo real, a internacionalização de capitais e a queda do consumo, trouxeram uma certa complexidade no que diz respeito à gestão dos recursos disponíveis em uma empresa. Já não é tão simples gerir os recursos de uma empresa como antigamente Observando esta complexidade e muitas vezes, incapacidade de gerir os recursos empresariais, verifica-se casos de empresas que apresentam em seus históricos um crescimento nas vendas e no capital circulante líquido, fecharem as portas por se encontrarem numa situação de insolvência. Com o intuito de explicar essa situação contraditória conseqüência de uma má administração do Capital de Giro, este trabalho versará sobre a importância da Administração do Capital de Giro para as empresas comerciais; sobre o cálculo e interpretação dos índices de prazos médios que determinam o ciclo operacional e sobre as causas e conseqüências do chamado Efeito Tesoura.

17 1.1 OBJETIVOS Objetivo Geral Comprovar a importância da administração do capital de giro para empresas comerciais Objetivo Específico Demonstrar a importância da administração do capital de giro para as empresas comerciais a fim de criar um estado de saúde financeira capaz de suportar os desafios impostos pelo mercado moderno; Demonstrar o cálculo e interpretação dos índices de prazos médios que determinam o ciclo operacional. Demonstrar as causas e conseqüências do chamado Efeito Tesoura 1.2 DELIMITAÇÃO DO ESTUDO Este estudo é dirigido às empresas comerciais que precisam maximizar os seus resultados por meio da administração do capital de giro. 1.3 ESTRUTURA DO TRABALHO O primeiro capítulo conterá uma breve explanação acerca dos motivos que incentivam a Administração do Capital de Giro, bem como a exposição dos objetivos específicos deste trabalho. O capítulo segundo versará sobre a conceituação de Capital de Giro bem como a importância da sua administração. O capítulo posterior será dirigido à conceituação de Capital Circulante Líquido e sua interpretação como índice de liquidez. O quarto capítulo abordará o cálculo e a na;álise dos índices de prazos médios e sua utilização para determinação do cilo operacional e ciclo financeiro. O penúltimo capítulo objetiva conceituar e

18 3 interpretar a Necessidade de Investimento em Giro. No último capítulo será exposto o conceito de Efeito Tesoura, causas e conseqüência desse efeito.

19 2 REVISÃO DA LITERATURA E FUNDAMENTOS TEÓRICOS CAPITAL DE GIRO Para SANDROMI (1995, p. 59) capital de giro é parte dos bens de uma empresa representado pelo estoque de produtos e pelo dinheiro disponível, imediatamente e a curto prazo. Também chamado de capital circulante. Segundo NETO e SILVA (1995, p.14) o capital de giro ou capital circulante é representado pelo ativo circulante, isto é, pelas aplicações correntes, identificadas geralmente pelas disponibilidades, valores a receber e estoques. Num sentido mais amplo, o capital de giro representa os recursos demandados por uma empresa para financiar suas necessidades operacionais identificadas desde a aquisição de mercadorias até o recebimento pela venda do produto acabado. No entendimento de GITMAN (1997, p. 616) "o capital de giro refere-se aos ativos circulantes que sustentam as operações do dia-a-dia das empresas." Observa-se que de acordo como os autores citados o capital de giro é representado e definido pelos elementos patrimoniais constantes no ativo circulante, ou seja, pelo dinheiro disponível em caixa, pelas duplicatas a receber que são resultantes das vendas a prazo e pelos estoques que serão objeto das vendas e que por sua vez permitirão a renovação dos recursos representados pelo caixa e pelas duplicatas a receber Importância da Administração do Capital De Giro Para SOUSA et al. a administração do capital de giro abrange as contas dos ativos e dos passivos circulantes. Uma empresa precisa manter um nível satisfatório de capital de giro. Os ativos circulantes devem ser suficientemente consideráveis de modo a cobrir

20 5 seus passivos circulantes, garantido-se com isso, uma margem razoável de segurança. O objetivo da administração do capital de giro é administrar cada um dos ativos e passivos circulantes da empresa, de forma que um nível aceitável de capital circulante líquido seja mantido. Segundo NETO e SILVA (1995, p. 15) a administração do capital de giro diz respeito à administração das contas dos elementos de giro, ou seja, dos ativos e passivos correntes (circulantes), e às inter-relações existentes entre eles. Neste conceito, são estudados o nível adequado de estoque que a empresa deve manter, seus investimentos em créditos a clientes, critérios de gerenciamento do caixa e a estrutura dos passivos correntes, de forma consistente como os objetivos enunciados pela empresa e tendo por base a manutenção de determinando nível de rentabilidade e liquidez. A administração do capital de giro faz-se necessária, uma vez que não há uma sincronização ente os elementos do ativo circulante ou seja: a) se todas as vendas fossem realizadas à vista, não existiriam investimentos em valores a receber; b) se houvesse uma sincronização totalmente integrada entre produção e vendas, não haveria necessidade de se manter investimentos em estoques, ou seja, a empresa produziria estritamente aquilo que seria necessário para atender à demanda. Como a situação citada dificilmente ocorre, é necessário criar técnicas e metodologias suficientemente capazes de criar uma relação temporal adequada, a fim de melhor administrar os elementos que compõe o capital de giro.

21 3 CAPITAL CIRCULANTE (GIRO) LÍQUIDO 6 O capital circulante (ou giro) líquido é obtido pela diferença entre o ativo circulante e o passivo circulante, onde o ativo circulante e representado pelos investimentos que a empresa realiza em caixa, duplicatas a receber, estoques e etc. Já o passivo circulante é representado pelas fontes de financiamento a curto prazo, abrangendo dessa forma as dívidas para com os fornecedores de mercadorias, bancos, empregados e governo. Conforme exposto no parágrafo precedente o capital circulante (ou giro) líquido pode ser encontra utilizando-se das seguintes expressões: CCL = AC - PC ou CCL = (PL + PELP) (AP-ARLP) Onde: AC = Ativo Circulante AP = Ativo Permanente ARLP = Ativo Realizável a Longo Prazo CCL = Capital Circulante Líquido PC = Passivo Circulante PELP = Passivo Exigível a Longo Prazo PL = Patrimônio Líquido Fonte: NETO e SILVA (1995, p. 16) Este trabalho considerará para fins de mensuração do capital circulante líquido, os resultados de exercícios futuros como parte integrante do patrimônio líquido. Pode-se observar que o capital circulante líquido representa um excedente de investimentos a curto prazo em relação às fontes de financiamento a curto, constituindo-se assim um capital circulante liquido positivo, ou seja:

22 AC > PC = CCL (positivo) 7 Mas, o capital circulante líquido também pode ser entendido como sendo um excedente de recursos a longo prazo que financiam investimentos de logo prazo, constituindo-se também um capital circulante liquido positivo: (PL+ PELP) > (AR - ARLP) = CCL (positivo) Exemplo 1: Figura 3 Estrutura Patrimonial: Capital Circulante Líquido Positivo AC $ 35 PC $ 20 CCL PELP AP + ARLP $ 65 $ 30 PL $ 50 Recursos de Longo Prazo Fonte: NETO E SILVA (1995, p. 17) Essa estrutura patrimonial apresenta um CCL = $ 15, ou seja: o ativo circulante ($ 35) excede o passivo ($ 20) em $ 15 que representa o capital circulante (ou de giro) liquido; de outra forma pode-se entender, de uma maneira mais técnica que; os recursos de longo prazo (PL + PELP = $ 80), são suficientes para cobrir todos os investimentos de longo prazo (AP + ARLP = $ 65) e ainda cobrir parte dos investimentos de curto prazo (CCL = $ 15). Exemplo 2:

23 Figura 3.1 Estrutura Patrimonial: Capital Circulante Líquido Negativo 8 AC $ 70 PC $ 110 CCL (negativo) Investimentos de Longo Prazo AP + ARLP $ 130 PELP $ 40 PL $ 50 Fonte: NETO E SILVA (1995, p. 17) Veja que neste exemplo o passivo circulante ($ 110) é maior que o ativo circulante ($ 70) em $ 40. Em outras palavras pode-se concluir que a empresa está utilizando recursos de curto prazo (PC = $ 110), para financiar aplicações de longo prazo (ARLP + AP = $ 130), configurando dessa forma um capital circulante(ou giro) líquido negativo. Como pode ser observado, o capital circulante líquido positivo denota que a empresa goza de folga financeira. Quando é verificado que os investimentos em caixa, que representam o dinheiro propriamente dito, que as duplicatas a receber, que os estoques e aplicações financeiras de liquidez imediata são superiores às obrigações com fornecedores, bancos, empregados e governo, conclui-se que a empresa possui condição, em um primeiro momento, de saldar as suas obrigações a curto prazo com as suas disponibilidades a curto prazo. Toda essa sistemática ora apresentada conduz ao entendimento que, quanto maior o capital circulante líquido melhor, uma vez que esse indicador mensura a folga financeira da empresa. Em contra-partida, quanto maior for o capital circulante líquido menor será a rentabilidade dos itens circulantes.

24 4 ÍNDICES DE PRAZOS MÉDIOS 9 Os índices de prazos médios são indicadores que informam o intervalo de tempo compreendido entre a compra e o pagamento, entre a venda e o recebimento e etc. São três os índices de prazo médios que fornecem as informações necessárias para cálculo do Ciclo Operacional e Ciclo Financeiro de uma empresa: Prazo Médio de Vendas PMRV Prazo Médio de Compras PMPC Prazo Médio de Renovação de Estoques PMRE 4.1 PRAZO MÉDIO DE RECEBIMENTO DE VENDAS Para calcular este indicador faz-se necessários ter conhecimento de duas variáveis básicas as quais são: o volume de vendas e de duplicatas a receber. MATARAZZO (1998, p.318-9) exemplifica de maneira bastante didática a essência deste indicador Suponha os seguintes dados: Vendas diárias: $ 10 Prazo Médio de Recebimento: 30 dias Veja o que acontece ao longo do tempo:

25 Tabela 4 Ciclo de Vendas a Prazo - Demonstração Analítica 10 Ocorrências Dias 1º 2º 3º... 31º 31º 32º 33º... Vendas Recebimentos Entrada em Caixa (Duplicatas a Receber). Fonte: MATARAZZO (1998, p. 318) A empresa realizou venda de $ 10 por dia, com prazo de 30 dias. No 1º dia a empresa apenas vende e nada receber em virtude do prazo de 30 dias, mas acumula a venda em Duplicatas a Receber. No 2º dia, o processo se repete, ou seja, a empresa vende e nada recebe, e assim sucessivamente até o 30º dia. Observa-se que as Duplicatas a Receber crescem dia após dia até atingir um nível de $ 300, ponto em que deixam de crescer. A partir do 31º há uma geração de $ 10 de duplicatas e uma redução de duplicatas de $ 10 diariamente. Se o PMRV fosse de 60 dias, as Duplicatas a Receber atingiriam o nível de $ 600. Seguindo este raciocínio é possível muito mais do que simplesmente decorar mais uma fórmula mas, sim entende-la. Duplicatas a Receber = PMRV x Vd Duplicatas a Receber = 30 x 10 Duplicatas a receber = 300 ou PMRV = 300 PMRV = 10 Duplicatas_a _ Re ceber Vd PMRV = 30 dias Deste modo a fórmula final do Prazo Médio de Recebimento de Vendas fica

26 11 Duplicatas _ a _Receber PMRV = 360 Vendas 4.2 PRAZO MÉDIO DE PAGAMENTO DE COMPRAS Tudo o que foi explanado quanto ao Prazo Médio de Recebimento de Vendas pode ser aplicado ao Prazo Médio de Pagamento de Compras, considerando que, antes o referencial era os direitos a receber e agora se trata das obrigações a pagar. Assim tem-se como fórmula do Prazo Médio do Pagamento de Compras: F PMPC = C Onde: x360 F = Saldo de Fornecedores no Balanço C = Compras 4.3 PRAZO MÉDIO DE RENOVAÇÃO DE ESTOQUES A fórmula do Prazo Médio de Renovação de Estoques que define quanto tempo a mercadoria permanece no estoque até ser vendida é encontrada pela expressão: PMRE = E CMV x INTER-RELAÇÃO DOS ÍNDICES DE PRAZOS MÉDIOS Os índices de prazos médios apresentam pouca utilidade prática quando analisados separadamente. O Prazo Médio de Renovação de Estoques - PMRE representa, na empresa comercial, o tempo médio de estocagem de mercadorias

27 12 O Prazo Médio de Recebimento de Vendas PMRV expressa o tempo decorrido entre a venda e o recebimento. A soma dos prazos, PMRE + PMRV, representam o que se chama Ciclo Operacional, ou seja, o tempo decorrido entre a compra e o recebimento da venda da mercadoria. Observe o gráfico: Figura 4 Representação Gráfica do Ciclo Operacional Ciclo Operacional Compra Venda Recebimento PMRE PMRV Fonte: MATARAZZO (1995, p.325) O Ciclo Operacional mostra o prazo de investimento. Paralelamente ao Ciclo Operacional ocorre o financiamento concedido pelos fornecedores, a partir do momento da compras. Até o momento do pagamento aos fornecedores, a empresa não precisa preocupar-se com o financiamento o qual é automático. Se o Prazo Médio de Pagamento de Compras for superior ao Prazo Médio de Renovação de Estoques, conclui-se que os fornecedores financiarão também uma parte das vendas da empresa. O intervalo de tempo existente entre o momento em que a empresa coloca o dinheiro (pagamento ao fornecedor) e o momento em que recebe as vedas (recebimento do cliente) é o período em que a empresa precisa captar financiamento. A este intervalo de tempo dá-se o nome de Ciclo de Caixa ou Ciclo Financeiro. Neste caso os fornecedores financiam totalmente os estoques e uma parte das vendas:

28 Figura 4.1 Representação do Ciclo de Caixa: Financiamento de Terceiros 13 Ciclo Operacional Pagamento Compra Venda Recebimento PMRE PMRV PMPC Ciclo de Caixa Fonte: MATARAZZO (1995, p.325) Agora se vê que os fornecedores financiam apenas parte do estoque: Figura 4.2 Representação Gráfica do Ciclo de Caixa Financiamento Parcial do Estoque Ciclo Operacional Compra PMRE Pagamento Venda PMRV Recebimento PMPC Ciclo de Caixa Fonte: MATARAZZO (1995, p.325) Neste caso observa-se que a empresa deve obter financiamentos para suas vendas e ainda para uma parte do tempo em que a mercadoria permanece em estoque. Quanto maior o ciclo financeiro, pior será para empresas, uma vez que, esta situação representa um maior tempo de utilização de financiamento e, portanto, maior custo. Exemplo Numérico

29 14 Quadro 4 Exemplificação de Prazos Médios e Ciclos Operacional e Financeiro Indicadores 19x1 19x2 19x3 PMRE PMRV PRPC Ciclo Operacional Ciclo Financeiro Fonte: MATARAZZO (1995, p.326) Suponha que os índices do setor fossem os seguintes: Quadro 4.1 Exemplificação de Prazos Médios e Ciclos Operacional e Financeiro Setoriais 19x1 19x2 19x3 PMRE PMRV PRPC Ciclo Operacional Ciclo Financeiro Fonte: MATARAZZO (1995, p.327) Análise A empresa apresenta, em 19x1, um ciclo de caixa bem inferior ao padrão do setor: a empresa necessitava tomar financiamentos para o giro por um prazo de 20 dias aquém do setor. Isto se deve especialmente devido ao maior prazo obtido de seus fornecedores em relação à média do ramo, bem como ao menor ciclo operacional. Em 19x3 a empresa não conseguiu manter o prazo de fornecedores acima da média setorial e o seu ciclo operacional cresceu demasiadamente em virtude do

30 15 excessivo Prazo Médio de Renovação de Estoques de 74 dias, em 19x1, para 112 dias, em 19x3. Como o Prazo Médio de Renovação de Estoque depende mais da própria administração do que do mercado, consta-se o uma situação de descontrole da empresa em relação aos seus estoques. Deste modo. o ciclo de caixa em 19x3 passou para 40 dias acima da mediana do setor e 57 dias acima daquele de 19x CÁCULO PRECISO DE PRAZOS MÉDIOS A precisão dos índices de prazos médios está diretamente relacionada à uniformidade das vendas e compras. Se a empresa tem vendas e compras aproximadamente uniformes durante o ano, os índices de prazos médios calculados a partir dos saldos iniciais e finais como podem ser encontrados nos Balanços e nas Demonstrações de Resultado retratarão a realidade. Mas, se as vendas ou compras flutuarem, ou seja, tiveram altos e baixos ou concentração em determinadas épocas do ano, os índices de prazos médios poderão estar completamente distorcidos, levando a decisões equivocadas as pessoas que os estão analisando. Deste modo considere uma empresa que tenha vendas anuais de $ , das quais $ efetuadas no mês de dezembro e $ no mês de novembro. O seu prazo de faturamento é de 60 dias. Assim, ao fechar o balanço em x2, apresentará na conta Duplicatas a Receber o valor de $ correspondentes às vendas de novembro e dezembro, já que, trabalhando como prazo de 60 dias, nada recebeu desses dois meses e terá recebido totalmente as vendas de outubro. Segundo estas informações obtêm-se o seguinte Prazo Médio de Recebimento de Vendas DR PMRV = x360 = = 220 dias Vendas

31 Assim chega-se à conclusão de que a sazonalidade deve ser considerada para que se obtenha índices de prazos médios suficientemente confiáveis a fim de que possa tomar decisões. Vendendo $ durante o ano, calculam-se vendas médias diárias de $ 200. Se a empresa tem $ de vendas a receber, então tem acumulado vendas de 220 dias. O que não é verdade segundo o exemplo apresentado. Diante dessa considerável distorção, é necessário tomar bastante cuidado com o cálculo dos índices de prazos médios, que só devem ser calculados com base em saldos iniciais e finais quando se tem certeza que a atividade empresarial apresenta certa regularidade. Diante do exposto apresenta-se como melhor opção para cálculo dos prazos médios o saldo final das contas: estoque, vendas e duplicatas a receber conforme o caso. O cálculo dos prazos médios partindo dos saldos médios: Saldo _ Final _ de _ X1 + 2 Saldo _ Final relação ao cálculo utilizando saldos finais _ de _ X2 traz certas desvantagens Tomando o saldo final é permitido conhecer quais os prazo de recebimentos, renovação de estoques e pagamentos nas datas dos balanços ou relatórios que estão sendo analisados. O saldo médio impossibilita conhecer os prazos efetivamente praticado, mas sim uma média entre o saldo inicial e o saldo final. Esta média por sua vez não permite tomar conclusões fidedignas a respeito da política de prazos praticados pela empresa. Se uma empresa, por exemplo, opera há alguns anos com prazo de recebimento de 30 dias, e em determinado ano passou a operar com 120 dias, é interessante analisar os efeitos dessa decisão em termo de investimentos e financiamentos. Pouco interessa calcular o prazo médio entre 30 e 120, ou seja, 75 dias, pois como nuca existiu, não tem nenhum significado. Os índices de prazos de recebimento, renovação de estoques e pagamentos são sempre denominados prazos médios porque os saldo de Duplicatas a Receber, 16 em

32 17 Estoque e Fornecedores resultam efetivamente de médias. Considere que o saldo de Duplicatas a Receber resulta das vendas a vista e das vendas faturadas a 30, 60 e 90 dias etc. Na verdade, a empresa adota simultaneamente vários prazos. O prazo calculado como base no saldo de balanço representa uma média desse diversos prazos. MATARAZZO (1998, p. 331) esgota o assunto argumentando que a utilização de saldos finais e não dos saldos médios, melhora a análise dos prazos médios que deve ser feita, sempre que possível, com o uso conjunto dos três prazos (recebimentos, renovação de estoques e pagamentos), como o cálculo do ciclo financeiro e da necessidade de investimento em giro. Nada disso poderá ser feito a não ser com os saldos finais do balanço. As explanações apresentadas até agora focaram quase na sua totalidade aquelas pessoas que não possuem os dados gerados no cotidiano da empresa, mas sim aquelas que possuem apenas o Balanço e as Demonstrações de Resultados de anos consecutivos. Sabe-se que a informação mais precisa é aquela gerada com maior quantidade de dados, por isso, quando se está dentro da empresa é salutar que se utilize de outras metodologias a fim de que possa obter informações de melhor qualidade, uma vez que se detém maior quantidade de dados. Considere uma empresa que tem Duplicatas a receber de $ Suas vendas mensais no último semestre foram: Dezembro $ ,00 Novembro $ 8.000,00 Outubro $ 2.000,00 Setembro $ 2.000,00 Agosto $ 1.500,00 Julho $ 1.500,00 O prazo médio de recebimento poder ser assim calculado:

33 18 Quadro 4.2 Metodologia de Calculo do PMRV 60 dias Mês Vendas Saldo de Duplicatas a Prazo Prazo Receber menos Vendas do Acumulado Mês Dezembro Novembro Outubro Fonte: MATARAZZO (1995, p.332) = Saldo de Duplicata a receber do último semestre = = Esta metodologia é bastante simples, basta subtrair das Duplicas a Receber as Vendas do último mês. Se as duplicatas forem maiores que as vendas do último mês, significa dizer que a empresa tem acumulado vendas superiores ao último mês, 30 dias, e que, portanto, opera como de recebimento superior a 30 dias. Do saldo restante retiram-se as vendas do segundo mês precedente. Se o saldo for maior que estas vendas, então a empresa opera com prazo superior a 60 dias, visto que teria vendas acumuladas superiores aos últimos 60 dias de vendas. Se o saldo for inferior às vendas desse segundo mês, calcula-se quanto por cento desta vendas representa o saldo. Se o resultado for 50%, por exemplo, o saldo refere-se às vendas de mais de 15 dias, além dos 30 já computados. Para encontrar o Prazo Médio de Pagamento de Compras basta aplicar a mesma metodologia com relação às compras. Quanto ao Prazo Médio de Renovação de Estoque basta seguir o mesmo raciocínio aplicado aos Prazos Médio de Recebimento de Vendas e Pagamento de Compras, levando em consideração que a metodologia aplicar-se-á às operações futuras. Enquanto os prazos de recebimento e de pagamento

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