Como elaborar um Plano de Negócios. Facilitadora: Pâmela Fernandes

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1 Como elaborar um Plano de Negócios Facilitadora: Pâmela Fernandes

2 Transformando idéias em negócios (oportunidades)

3 Avaliando oportunidades Qual é o público alvo? Qual a durabilidade do produto / serviço no mercado? (ciclo de vida) Os clientes estão acessíveis? (canais) Como os clientes vêem o relacionamento com a empresa? O potencial de crescimento é alto (% anual)? O custo de captação do cliente é recuperável no curto prazo (< 1 ano)?

4 Avaliando oportunidades O mercado está crescendo? Quantos jogadores estão no mercado? Eles controlam a propriedade intelectual? Em que estágio do ciclo de vida está o produto? (risco depende também do ciclo de vida e maturidade do produto). Qual é o tamanho do mercado em R$ e o potencial para se conseguir um bom market share?

5 Avaliando oportunidades E o setor, como está estruturado? poder dos fornecedores poder dos compradores poder dos competidores e os substitutos Como a indústria está segmentada, quais são as tendências, que eventos influenciam os cenários etc.?

6 Avaliando oportunidades Determine as forças do negócio Identifique as possibilidades de lucros (% sobre margem bruta) Analise os custos (necessidades de capital), break even, retornos... Mapeie a cadeia de valor do negócio Para isso, você deverá saber como seu produto/serviço chega até o cliente final Isto ajudará você a entender a sua cadeia de valor e de seus competidores cortar custos remodelar os processos internos atingir maiores margens

7 Check-list de oportunidades Existe um problema para ser resolvido? Existe um produto ou serviço que solucionará este problema? Nós podemos identificar com clareza os clientes potenciais? Nós podemos efetivamente implantar uma estratégia de mkt/vendas que seja exeqüível? (custo/retorno) A janela da oportunidade está aberta?

8 Você sabia que no Japão foi desenvolvida uma lata de refrigerante que tem um espiral interno com gás, e quando a lata é aberta o líquido se gela automaticamente? Você deve achar que o produto é campeão de vendas. Não, isso não acontece porque o custo do produto ainda é muito alto. Uma oportunidade de negócio não é por si só um bom negócio. Precisamos descobrir se essa oportunidade tem mercado, se ela pode ser vendida a um preço atrativo, se temos como promovê-la distribuí-la, produzir com qualidade e escala suficientes, e se o negócio será lucrativo dado determinado potencial de vendas.

9 O que é o Plano de Negócios (PN) PLANO DE NEGÓCIOS (PN) é um exercício de planejamento da criação de um empreendimento. É um documento que contém a caracterização do negócio, sua forma de operar, suas estratégias, seu plano para conquistar uma fatia do mercado e as projeções de despesas, receitas e resultados financeiros.

10 O que é o Plano de Negócios (PN) É um instrumento que percorre todas as etapas de planejamento de um negócio: a oportunidade de mercado detectada, o planejamento estratégico, a análise de mercado, o desenvolvimento do plano de marketing, a estrutura de operações e as projeções financeiras. Ao fazer esse percurso, torna possível verificar se um negócio é viável, se é lucrativo e se agrega valor aos sócios. Para ter validade, deve ser desenvolvido em bases reais: um PN bem feito deverá estar em condições de ser implantado, de se transformar em uma nova empresa.

11 O que é o Plano de Negócios (PN) Um plano de negócio é um documento que descreve por escrito os objetivos de um negócio e quais passos devem ser dados para que esses objetivos sejam alcançados, diminuindo os riscos e as incertezas. Um plano de negócio permite identificar e restringir seus erros no papel, ao invés de cometê-los no mercado. O plano de negócio irá ajudar a responder a seguinte pergunta: Vale a pena abrir, manter ou ampliar o meu negócio?.

12 QUEM DEVE FAZER O PN? O Plano de Negócios definitivo pode ser feito individualmente pelo empreendedor. Você também pode fazer um PN em conjunto com um ou mais sócios APRESENTAÇÃO DO PN O Plano de Negócios deve ser apresentado por escrito e seus proponentes deverão estar preparados para defendê-lo" oralmente.

13 Quem lê o PN? sócios potenciais parceiros bancos intermediários investidores gerentes e pessoal da empresa em geral executivos de alto nível fornecedores clientes potenciais empregados

14 Como deve ser feito o PN? O PN deve ser feito com dados os mais reais possíveis, baseando-se em pesquisa de mercado e em análise do tamanho do mercado, dos concorrentes, dos pontos fortes e fracos da sua empresa, das ameaças e oportunidades oferecidas.

15 Quanto ao PN, é importante lembrar que: Deve ser completo, bastante claro, ter linguagem simples, (evite, sempre que possível, termos técnicos, siglas, etc). Será um guia durante a implantação da sua empresa. Além de você, pessoas de diferentes especialidades e com objetivos diversos poderão tê-lo como referência. Poderá ser um meio de obtenção de financiamentos. Hoje, organismos de financiamento como o BNDES, a FINEP ou a FAPESPA exigem planos de negócios para conceder financiamento.

16 Quanto ao PN, é importante lembrar que: Deverá ser um instrumento hábil para a atração de parceiros para o negócio. Deverá empolgar os empregados da futura empresa Será o instrumento de negociação interna e externa visando a implantação do seu negócio

17 Qual é o meu negócio? PLANO DE NEGÓCIOS Onde eu quero chegar O que vendo? Para quem vendo? Que estratégias utilizarei? Como conquistarei o mercado? Quais os fatores críticos de sucesso do negócio? Quanto vou gastar? Que retorno terei sobre meu investimento?

18 Estrutura do Plano de Negócios Sumário executivo Análise de mercado Plano de marketing Plano operacional Plano financeiro Construção de cenários Avaliação estratégica (F.O.F.A.)

19 SUMÁRIO EXECUTIVO

20 SUMÁRIO EXECUTIVO O sumário executivo é um resumo do PLANO DE NEGÓCIO. Não se trata de uma introdução ou justificativa e, sim, de um sumário contendo seus pontos mais importantes. Muitos analistas de planos de negócios ou financiadores muitas vezes lêem apenas o sumário executivo de um plano de negócios. Por isso, este é um instrumento de vendas do próprio plano. Assim, tem que ser atraente, motivante. Tem que ter suficiente objetividade e clareza para explicar, em não mais que três páginas, que determinado negócio é atraente e que vale a pena ler o plano de negócios como um todo.

21 SUMÁRIO EXECUTIVO Nele irá constar: Resumo dos principais pontos do plano de negócio; Dados dos empreendedores, experiência profissional e atribuições; Dados do empreendimento; Missão da empresa; Setores de atividades; Forma jurídica; Enquadramento tributário; Capital social; Fonte de recursos.

22 SUMÁRIO EXECUTIVO Resumo dos principais pontos do plano de negócio. É um breve relato com suas principais características, que deve mencionar o que é o negócio, quais os principais produtos e/ou serviços, quem serão seus principais clientes, onde será localizada a empresa, o montante de capital a ser investido, qual será o faturamento mensal, que lucro espera obter do negócio, em quanto tempo se espera que o capital investido retorne.

23 SUMÁRIO EXECUTIVO Dados dos empreendedores, experiência profissional e atribuições. Aqui será informado os dados dos responsáveis pela administração do negócio. Faça também uma breve apresentação de seu perfil, destacando seus conhecimentos, habilidades e experiências anteriores. Pense em como será possível utilizar isso a favor do seu empreendimento.

24 SUMÁRIO EXECUTIVO Para previnir-se contra a escolha equivocada dos sócios, é importante: analisar se os objetivos dos sócios são os mesmos, tendo em vista o grau de ambição de cada um e a dimensão que desejam para o negócio; dividir as tarefas antes de montar a empresa. Defina o campo de atuação e horários de trabalho; definir, com antecedência, o valor da retirada pró-labore (remuneração dos proprietários), como será feita a distribuição dos lucros e o quanto será reinvestido na empresa; estabelecer o grau de autonomia de cada um e até que ponto um dos envolvidos pode, sozinho, tomar decisões;

25 SUMÁRIO EXECUTIVO determinar se os familiares poderão ser contratados e quantos por parte de cada sócio. definir o que acontecerá com a sociedade quando um dos sócios falecer ou não puder mais trabalhar. Determine um sistema de sucessão; escrever todos os pontos que possam gerar atritos futuros em um contrato assinado pelos sócios.

26 SUMÁRIO EXECUTIVO Dados do empreendimento. Nesta etapa, você irá informar o nome da empresa e o número de inscrição no CNPJ Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas se a mesma já estiver registrada. Caso contrário, indique o número do seu CPF.

27 SUMÁRIO EXECUTIVO Missão da Empresa. A missão da empresa é o papel que ela desempenha emsuaáreadeatuação.éarazãodesuaexistência hoje e representa o seu ponto de partida, pois identifica e dá rumo ao negócio. Para definir a missão, procure responder às seguintes perguntas: Qual é o seu negócio? Quem é o consumidor? O que é valor para o consumidor? O que é importante para os empregados, fornecedores, sócios, comunidade, etc.

28 SUMÁRIO EXECUTIVO Veja alguns exemplos de missão: Empresa de alimentos. Servir alimentos saborosos e de qualidade com rapidez e simpatia, em um ambiente limpo e agradável. Locadora de veículos. Oferecer soluções em transporte, por meio do aluguel de carros, buscando a excelência. Hospital. Promover a melhoria da qualidade de vida e satisfação das pessoas, praticando a melhor medicina, por meio de uma organização hospitalar auto-sustentável.

29 SUMÁRIO EXECUTIVO Setores de Atividade. Definir qual é o negócio de empresa e, em seguida, assinalar em qual(is) setor(es) a empresa pretende atuar. Para ajudá-lo, leia a seguir as explicações sobre os principais setores da economia. Agropecuária São os negócios cuja atividade principal diz respeito ao cultivo do solo para a produção de vegetais (legumes, hortaliças, sementes, frutos, cereais, etc.) e/ou a criação e tratamento de animais (bovino, suíno, etc.). Exemplos: plantio de pimenta, cultivo de laranja, apicultura, criação de peixes ou cabras. Indústria São as empresas que transformam matérias-primas em produtos acabados, com auxílio de máquinas ou manualmente. Abrange desde o artesanato até a moderna produção de instrumentos eletrônicos. Exemplos: fábrica de móveis, confecção de roupas, marcenaria.

30 SUMÁRIO EXECUTIVO Comércio São as empresas que vendem mercadorias diretamente ao consumidor no caso do comércio varejista ou aquelas que compram do fabricante para vender para o varejo comércio atacadista. Exemplos: papelaria, lanchonete, loja de roupas, distribuidora de bebidas. Prestação de serviços São as empresas cujas atividades não resultam na entrega de mercadorias e, sim, no oferecimento do próprio trabalho ao consumidor. Exemplos: lavanderia, oficina mecânica, escola infantil.

31 SUMÁRIO EXECUTIVO Forma Jurídica O primeiro passo para que uma empresa exista é a sua CONSTITUIÇÃO formal. Para tanto, é necessário definir sua forma jurídica. A forma jurídica determina a maneira pela qual ela será tratada pela lei, assim como o seu relacionamento jurídico com terceiros. A seguir você encontrará informações básicas sobre as formas jurídicas mais comuns para micro e pequenas empresas,

32 SUMÁRIO EXECUTIVO Sociedade Limitada Nesse tipo de empresa duas ou mais pessoas associamse para a criação de pessoa jurídica, com existência e patrimônio distintos da pessoa física dos sócios. Quem exerce a atividade empresarial é a sociedade representada pelos seus administradores), e quem responde pelas dívidas contraídas é o patrimônio da sociedade. Em síntese, a responsabilidade dos sócios é limitada. Mas cuidado! Havendo indícios de abuso ou confusão patrimonial, a personalidade jurídica pode ser desconsiderada, respondendo então os sócios e administradores pelos débitos.

33 SUMÁRIO EXECUTIVO Empresário É aquele que exerce individualmente e de maneira organizada atividades voltadas para a produção ou comercialização de bens e serviços, sendo obrigatório seu registro na Junta Comercial. Não há a presença de sócios e o proprietário assume integralmente a responsabilidade pelos resultados e riscos. Nesse tipo de empresa, o dono responsabiliza-se pelas obrigações da empresa, que são ILIMITADAS, isto é, o patrimônio pessoal pode ser exigido para o pagamento de certas dívidas, como por exemplo: débitos trabalhistas, com fornecedores, tributos, danos ao consumidor, danos ambientais, etc.

34 SUMÁRIO EXECUTIVO Enquadramento Tributário Basicamente, a pequena empresa pode adotar duas formas diferentes para o cálculo e o recolhimento dos impostos junto ao Governo Federal: o REGIME NORMAL ou o REGIME SIMPLES. Encaixam-se no Regime Normal as empresas que recolhem impostos da forma tradicional, ou seja, cumprem todos os requisitos previstos em lei para cada imposto existente. Já o Regime Simples é destinado às empresas que com possibilidade de enquadramento irão se beneficiar da redução e simplificação dos tributos, além do recolhimento de um imposto único junto à União. O enquadramento no SIMPLES está sujeito à aprovação da Receita Federal e leva em consideração o ramo de atividade e a estimativa de faturamento anual da empresa. Além dos tributos federais, são devidos impostos e contribuições para o Governo Estadual (ICMS) e Municipal (ISS).

35 SUMÁRIO EXECUTIVO Capital Social O capital social é representado por todos os recursos (dinheiro, equipamentos, ferramentas, etc.) colocado(s) pelo(s) proprietário(s) para a montagem do negócio. Mais adiante, ao elaborar o plano financeiro do seu empreendimento, você saberá o total do capital a ser aplicado. Caso você escolha ter uma sociedade, será preciso determinar o valor do capital que cada sócio irá investir e o seu percentual.

36 SUMÁRIO EXECUTIVO Fonte de Recursos Aqui você irá determinar de que maneira serão obtidos os recursos para a implantação da empresa. Para o início das atividades, você pode contar com recursos próprios, de terceiros ou com ambos. Recursos próprios envolvem a aplicação por parte do(s) proprietário(s) do capital necessário para a abertura da empresa, já a utilização de recursos de terceiros compreende a busca de investidores ou de empréstimos junto a instituições financeiras.

37 ANÁLISE DE MERCADO

38 ANÁLISE DE MERCADO Estudo dos clientes Esta é uma das etapas mais importantes da elaboração do plano. Afinal, sem clientes não há negócios. Os clientes não compram apenas produtos, mas soluções para algo que precisam ou desejam. É preciso identificar essas soluções se conhecê-los melhor. Para isso, é necessário responder às seguintes perguntas, de acordo com os seguintes passos:

39 ANÁLISE DE MERCADO Estudo dos clientes 1º passo: identificando as características gerais dos clientes. Se pessoas físicas Qual a faixa etária? Na maioria são homens ou mulheres? Têm família grande ou pequena? Qual é o seu trabalho? Quanto ganham? Qual é a sua escolaridade? Onde moram? Se pessoas jurídicas (outras empresas) Em que ramo atuam? Que tipo de produtos ou serviços oferecem? Quantos empregados possuem? Há quanto tempo estão no mercado? Possuem filial? Onde? Qual a sua capacidade de pagamento? Têm uma boa imagem no mercado?

40 ANÁLISE DE MERCADO Estudo dos clientes 2º passo: identificando os interesses e comportamentos dos clientes. Que quantidade e com qual freqüência compram esse tipo de produto ou serviço? Onde costumam comprar? Que preço pagam atualmente por esse produto ou serviço similar?

41 ANÁLISE DE MERCADO Estudo dos clientes 3º passo: identificando o que leva essas pessoas a comprar. O preço? A qualidade dos produtos e/ou serviços? A marca? O prazo de entrega? O prazo de pagamento? O atendimento da empresa?

42 ANÁLISE DE MERCADO Estudo dos clientes 4º passo: identificando onde estão os seus clientes. Qual o tamanho do mercado em que você irá atuar? É apenas sua rua? O seu bairro? Sua cidade? Todo o Estado? O País todo ou outros países? Seus clientes encontrarão sua empresa com facilidade?

43 ANÁLISE DE MERCADO Estudo dos clientes Uma dica é escolher apenas uma parte do mercado para atender. Encontrar um grupo de pessoas ou empresas com características e necessidades parecidas e trata-los de maneira especial. Um exemplo dessa estratégia é uma loja de roupas que se especializa em atender crianças ou uma confeitaria que fabrica sobremesas dietéticas. Uma empresa é viável quando tem clientes em quantidade e com poder de compra suficiente para realizar vendas que cubram as despesas, gerando lucro. Pode-se utilizar diversas técnicas para pesquisar consumidores. Essas técnicas vão desde a aplicação de questionários, entrevistas e conversas informais com clientes potenciais, à observação dos concorrentes.

44 ANÁLISE DE MERCADO Estudo dos concorrentes Pode-se aprender lições importantes observando a atuação da concorrência. Procurando-se identificar quem são os principais concorrentes. A partir daí, visita-los e examinar suas boas práticas e deficiências. Lembrando de que concorrentes são aquelas empresas que atuam no mesmo ramo de atividade que você e que buscam satisfazer as necessidades dos seus clientes. Enumerar os pontos fortes e fracos em relação a: qualidade dos materiais empregados cores, tamanhos, embalagem, variedade, etc.; preço cobrado; localização; condições de pagamento prazos concedidos, descontos praticados, etc.; atendimento prestado; serviços disponibilizados horário de funcionamento, entrega em domicílio, teleatendimento, etc.; garantias oferecidas.

45 ANÁLISE DE MERCADO Estudo dos concorrentes Após fazer essas comparações, deve-se tirar algumas conclusões: A empresa poderá competir com as outras que já estão há mais tempo no ramo? O que fará com que as pessoas deixem de ir aos concorrentes para comprar nesta nova empresa? Há espaço para todos, incluindo a nova concorrente? Se a resposta for sim, explicar os motivos disso. Caso contrário, que mudanças devem ser feitas para que esta empresa concorra em pé de igualdade com as empresas já existentes?

46 ANÁLISE DE MERCADO Estudo dos concorrentes Lembre-se: a concorrência também deve ser vista como uma situação favorável. Bons concorrentes servem como parâmetro de comparação e de parceria, além de ser uma fonte de estímulo à melhoria.

47 ANÁLISE DE MERCADO Estudo de fornecedores O mercado fornecedor compreende todas as pessoas e empresas que irão fornecer as matérias- primas e equipamentos utilizados para a fabricação ou venda de bens e serviços. O estudo dos fornecedores pode ser iniciado através de levantamento de quem serão os fornecedores de equipamentos, ferramentas, móveis, utensílios, matérias-primas, embalagens, mercadorias e serviços. Relações de fornecedores podem ser encontradas em catálogos telefônicos e de feiras, sindicatos e no próprio SEBRAE. Outra fonte rica de informações é a Internet. É importante manter um cadastro atualizado desses fornecedores. Pesquisar, pessoalmente ou por telefone, questões como: preço, qualidade, condições de pagamento e o prazo médio de entrega, será útil para determinar o investimento inicial e as despesas do negócio.

48 ANÁLISE DE MERCADO Estudo de fornecedores Analisar pelo menos três empresas para cada artigo necessário; Mesmo escolhendo um entre vários fornecedores, é importante manter contato com todos, ou pelo menos com os principais, pois não é possível prever quando um fornecedor enfrentará dificuldades; Ao adquirir matérias-primas, insumos ou mercadorias é bom fazer um estudo de verificação da capacidade técnica dos fornecedores. Todo fornecedor deve ser capaz de suprir o material ou as mercadorias desejadas, na qualidade exigida, dentro do prazo estipulado e com o preço combinado; A tomada e a comparação de preços facilitam a coleta de informações sobre aquilo que se deseja adquirir, aumentando as chances de se tomar decisões mais acertadas; É importante verificar se é exigida uma quantidade mínima de compra e lembrar-se de evitar intermediários, sempre que possível.

49 PLANO DE MARKETING

50 PLANO DE MARKETING Descrição dos principais produtos e serviços Aqui deve ser descrito os principais itens que serão fabricados, vendidos ou os serviços que serão prestados. Informe quais as linhas de produtos, especificando detalhes como tamanho, modelo, cor, sabores, embalagem, apresentação, rótulo, marca, etc. Se necessário, fotografe os produtos e coloque as fotos como documentação de apoio ao final do seu plano de negócio. Para empresas de serviço, informe quais serviços serão prestados, suas características e as garantias oferecidas. Lembre-se de que a qualidade do produto é aquela que o consumidor enxerga. Quando decidir melhorar um produto ou um serviço, pense sempre sob o ponto de vista do cliente.

51 PLANO DE MARKETING Descrição dos principais produtos e serviços É importante verificar se há regulamentos ou exigências oficiais a serem atendidas (vigilância sanitária, normas técnicas, etc.) para a produção ou acondicionamento dos produtos vendidos por você.

52 PLANO DE MARKETING Preço Preço é o que consumidor está disposto a pagar por um determinado produto. A determinação do preço deve considerar os custos do produto ou serviço e ainda proporcionar o retorno desejado. Ao avaliar o quanto o consumidor está disposto a pagar, poderá ser verificado se seu preço será compatível com aquele praticado no mercado pelos concorrentes diretos. O preço de venda será trabalhado novamente no Plano Financeiro, quando calcularmos o faturamento total da empresa.

53 PLANO DE MARKETING Estratégias promocionais Promoção é toda ação que tem como objetivo apresentar, informar, convencer ou lembrar os clientes de comprar os seus produtos ou serviços e não os dos concorrentes. A seguir, estão relacionadas algumas estratégias que poderão ser utilizadas: propaganda em rádio, jornais e revistas; internet; amostras grátis; mala direta, folhetos e cartões de visita; catálogos; carro de som e faixas; brindes e sorteios; descontos (de acordo com os volumes comprados); participação em feiras e eventos.

54 PLANO DE MARKETING Estratégias promocionais Determine de que maneira você irá divulgar seus produtos, pois todas as formas de divulgação implicam custos. Descreva suas estratégias no quadro Hora de Praticar. Leve em conta o retorno dessa estratégia, seja na imagem do negócio, no aumento do número de clientes ou no acréscimo da receita. Existem diversos tipos de divulgação. Use a criatividade para encontrar as melhores maneiras de divulgar seus produtos ou, então, observe o que seus concorrentes fazem.

55 PLANO DE MARKETING Estratégias promocionais Os catálogos de produtos apresentam a empresa de forma organizada e detalhada. Deve-se incluir no catálogo, fotos, informações técnicas e formas de utilização. Panfletos e volantes podem ser entregues em locais com grande fluxo de pessoas. Neles, devem ser colocadas informações básicas sobre os produtos e serviços (nome da empresa, endereço, telefone, etc.). Umaalternativainteressanteéadivulgaçãoemrevistas especializadas ou em jornais de bairro. Esses anúncios são mais baratos e atingem diretamente o seu públicoalvo.

56 PLANO DE MARKETING Estratégias promocionais Feiras são bons locais para apresentar uma empresa a um público selecionado por juntar clientes, especialistas, concorrentes e fornecedores, além de gerar vendas. Uma marca bem trabalhada contribui para o sucesso do empreendimento. Criar uma marca (nome e logotipo) que seja fácil de pronunciar e memorizar, pode trazer bons resultados. Deve-se consultar o nome e a logomarca junto ao INPI INSTITUTO NACIONAL DE PROPRIEDADE INDUSTRIAL, para certificar-se de que poderá fazer uso de ambos. Assim como buscar mais informações na página do INPI (www.inpi.gov.br) ou em um ponto de atendimento do SEBRAE.

57 PLANO DE MARKETING Estrutura de comercialização A estrutura de comercialização diz respeito aos canais de distribuição, isto é, como os produtos e/ou serviços chegarão até os seus clientes. A empresa pode adotar uma série de canais para isso, como: vendedores internos e externos, representantes, etc. Deve ser refletido sobre quais serão os meios mais adequados para se alcançar os clientes. Para isso, tem que ser levantado no tamanho dos pedidos, na quantidade de compradores e no comportamento do cliente, isto é, se ele tem por hábito comprar pessoalmente, por telefone ou outro meio.

58 PLANO DE MARKETING Estrutura de comercialização A comercialização dos produtos e/ou serviços pode ser feita pelos proprietários, por vendedores ou por outras empresas. Independente da forma, o importante é que isso seja feito. Uma opção é montar uma boa equipe interna de vendas, que conheça bem os produtos da empresa e as vantagens sobre a concorrência. Outra alternativa é a contratação de representantes comerciais. Isso é viável quando se explora uma região extensa e desconhecida. Ao trabalhar com representantes, deve-se tomar cuidado com questões trabalhistas e não esquecer de elaborar um contrato específico. Para isso vale consultar um contabilista ou um advogado. O telefone é um instrumento de vendas muito utilizado atualmente. Pode ser conjugado com a divulgação dos produtos e serviços da empresa.

59 PLANO DE MARKETING Localização do negócio Neste momento, você deve identificar a melhor localização para a instalação de seu negócio e justificar os motivos da escolha desse local. A definição do ponto está diretamente relacionada com o ramo de atividades. Um bom ponto comercial é aquele que gera um volume razoável de vendas. Por isso, se a localização é fundamental para o sucesso de seu negócio, leve em consideração os seguintes aspectos. Analise o contrato de locação, as condições de pagamento e o prazo do aluguel do imóvel;

60 PLANO DE MARKETING Localização do negócio Verifique as condições de segurança da vizinhança; Observe a facilidade de acesso, o nível de ruído, as condições de higiene e limpeza e a existência de locais para estacionamento; Fique atento para a proximidade dos clientes que compram seus produtos e o fluxo de pessoas na região; Lembre se de certificar da proximidade de concorrentes; Avalie a proximidade dos fornecedores, pois isso influencia no prazo de entrega e no custo do frete; Visite o ponto pelo menos três vezes, em horários alternados, para verificar o movimento de pessoas e de veículos no local.

61 Plano Operacional

62 Plano Operacional Layout ou arranjo físico Por meio do layout ou arranjo físico, deverá ser definido como será a distribuição dos diversos setores da empresa, de alguns recursos (mercadorias, matérias-primas, produtos acabados, estantes, gôndolas, vitrines, prateleiras, equipamentos, móveis, matéria-prima etc.) e das pessoas no espaço disponível. Um bom arranjo físico traz uma série de benefícios, como: aumento da produtividade; diminuição do desperdício e do retrabalho; maior facilidade na localização dos produtos pelos clientes na área de vendas; melhoria na comunicação entre os setores e as pessoas.

63 Plano Operacional Layout ou arranjo físico O ideal é contratar um profissional qualificado para ajudar nessa tarefa, se isso não for possível, fazer um esquema, distribuindo as áreas da empresa, os equipamentos, móveis e as pessoas de forma racional e sensata. Veja a seguir um exemplo de layout. Mostrar word.

64 Plano Operacional Layout ou arranjo físico Deve-se verificar se há exigências específicas quanto ao layout, conforme a legislação vigente para o tipo de negócio, assim como certificar-se se é possível adequar o layout da empresa para pessoas portadoras de necessidades especiais.

65 Plano Operacional Capacidade produtiva/comercial/serviços É importante estimar a capacidade instalada da empresa, isto é, o quanto pode ser produzido ou quantos clientes podem ser atendidos com a estrutura existente. Com isso, é possível diminuir a ociosidade e o desperdício.

66 Plano Operacional Capacidade produtiva/comercial/serviços Nesse momento, tem que ser realista e considerar na projeção do volume de produção, de vendas ou de serviços: o tipo de produto ou serviço, as suas instalações e maquinário, sua disponibilidade financeira, o fornecimento de matérias-primas ou mercadorias e o tamanho do mercado. E levar em conta, também, a sazonalidade, isto é, as oscilações do mercado, em função daquilo que irá produzir ou revender.

67 Plano Operacional Processos operacionais É o momento de registrar como a empresa irá funcionar. Deve ser pensado em como serão feitas as várias atividades, descrevendo, etapa por etapa, como será a fabricação dos produtos, a venda de mercadorias, a prestação dos serviços e, até mesmo, as rotinas administrativas. Identificar que trabalhos serão realizados, quem serão os responsáveis, assim como os materiais e equipamentos necessários.

68 Plano Operacional Processos operacionais Veja, a seguir, o exemplo de um dos processos de uma indústria de artigos do vestuário. Em seguida, deve-se fazer o mesmo para as diversas atividades da empresa. Visualizar no word.

69 Plano Operacional Necessidade de pessoal Deveserfeitaaprojeçãodopessoalnecessárioparao funcionamento do negócio. Esse item inclui o(s) sócio(s), os familiares (se for o caso) e as pessoas a serem contratadas. Deve-se verificar a disponibilidade de mão-de-obra qualificada na região. Se não for essa a situação, procurar investir no treinamento de sua equipe. E lembrar de consultar os sindicatos de classe a fim de obter informações sobre a legislação específica, acordos coletivos, piso salarial, quadro de horários, etc.

70 Plano Financeiro

71 Plano Financeiro Nessa etapa, deverá ser determinado o total de recursos a ser investido para que a empresa comece a funcionar. O investimento total é formado pelos: Investimentos fixos. Capital de Giro. Investimentos pré-operacionais.

72 Plano Financeiro Estimativa dos investimentos fixos O investimento fixo corresponde a todos os bens que deverá ser comprado para que o negócio possa funcionar de maneira apropriada. Nisto está incluso os equipamentos, máquinas, móveis, utensílios, ferramentas e veículos a serem adquiridos, a quantidade necessária, o valor de cada um e o total a ser desembolsado.

73 Plano Financeiro Estimativa dos investimentos fixos Aqui é importante: Evitar imobilizações desnecessárias. Quando possível, alugue ao invés de construir ou comprar; Considerar a possibilidade de terceirizar algumas atividades, isso reduzirá a necessidade de compra de máquinas e equipamentos; Pesquisar e avaliar as diversas opções de aquisição (leilões, classificados, lojas de usados). Cuidado com o estado de conservação e a garantia do que irá ser comprado.

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