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1 Análise Financeira Adriano Leal Bruni 1

2 Por que analisar? Mensurar riscos de crédito de correntes e potenciais clientes. Julgar o desempenho esperado das firmas. Monitorar o progresso da firma em alcançar os objetivos desejados. 2

3 Perspectivas dos Analistas Análise de crédito bancário: liquidez/ fluxo de caixa. Análise de Investimentos: crescimento e rentabilidade Gerente Financeiro: saúde financeira Diferentes respostas requeridas : Diferentes objetivos Diferentes informações 3

4 Considerações Qualidade de Dados Fontes de Dados Auditoria Procedimentos Contábeis Adotados 4

5 Considerações Tratamento da Inflação Adota critérios de Price Level? Correção Integral? Tendências Históricas Comparação com a indústria Ciclo de Vida da Firma : firmas em estágios distintos possuem demonstrações diferentes. 5

6 Análise de Índices Média vs Dados Finais Média mais exata (realidade) Evitar efeitos da sazonalidade Dados finais (mais fácil para calcular e encontrar tendências.) Referência ao último momento. 6

7 Formas de analisar demonstrativos Análise horizontal Análise vertical Análise por índices 7

8 Análise horizontal : BP Evolução das contas patrimoniais ao longo do tempo Ano inicial assume base = 100% Balanço-Patrimonial Ativo Circulante % 120% 147% Realizável % 88% 72% Permanente % 103% 110% Total do ativo % 101% 104% Passivo Circulante % 109% 94% Exigível % 104% 100% Patrimônio % 70% 150% Total do passivo % 101% 104% 8

9 Análise horizontal : DRE Procedimentos idênticos ao anterior 1o ano assume base 100% Demonst. Res. Exerc Receita de Vendas % 106% 115% (-) Desc,dev, I. s/ vendas % 116% 142% (=) Receita Líquida % 100% 97% (-) Despesas Operacionais % 129% 114% (=) Lucro Operacional % 91% 91% (-) Despesas não operac % 167% 233% (=) Lucro Líquido % 79% 68% (-) Provisão IR -6,65-5,25-4,55 100% 79% 68% (=) Lucro Líquido após IR 12,35 9,75 8,45 100% 79% 68% 9

10 Análise vertical : BP Análise da estrutura de composição dos ítens ao longo do tempo Total do ativo assume base = 100% Balanço-Patrimonial 1996 AV% 1997 AV% 1998 AV% Ativo Circulante 15 21% 18 25% 22 30% Realizável 25 36% 22 31% 18 25% Permanente 30 43% 31 44% 33 45% Total do ativo % % % Passivo Circulante 32 46% 35 49% 30 41% Exigível 28 40% 29 41% 28 38% Patrimônio 10 14% 7 10% 15 21% Total do passivo % % % 10

11 Análise vertical : DRE Receita líquida assume base = 100% Demonst. Res. Exerc AV% 1997 AV% 1998 AV% Receita de Vendas % % % (-) Desc,dev, I. s/ vendas % % % (=) Receita Líquida % % % (-) Despesas Operacionais -7-24% -9-31% -8-29% (=) Lucro Operacional 22 76% 20 69% 20 71% (-) Despesas não operac -3-10% -5-17% -7-25% (=) Lucro Líquido 19 66% 15 52% 13 46% (-) Provisão IR -6,65-23% -5,25-18% -4,55-16% (=) Lucro Líquido após IR 12,35 43% 9,75 34% 8,45 30% 11

12 Análise por índices Uso de quocientes para a interpretação de dados dos demonstrativos Análise da liquidez Análise do endividamento Análise do giro Análise da rentabilidade Análise de indicadores de mercado 12

13 Análise da Liquidez Liquidez : capacidade da empresa em cumprir seus compromissos acertados Pagamento de fornecedores Quitação de empréstimos e financiamentos bancários Analisa o relacionamento entre fontes diferenciadas de capital. Principais quocientes: Liquidez Imediata; Liquidez Corrente; Liquidez Seco; Liquidez Geral 13

14 Liquidez Imediata Valor que dispõe imediatamente para saldar dívidas de curto prazo bastante conservador MELHOR numerador : fundos imediatamente disponíveis denominador : obrigações com vencimentos de 60, até 360 dias Quociente de Liquidez Imediata Disponibilidades Passivo Circulante Sugestão : poderia se considerar o VPL das obrigações a vencer 14

15 Liquidez Corrente Relaciona disponibilidade e obrigações de curto prazo Problema : contas com grau de risco e realização diferenciadas Será que os estoques são vendáveis? Será que as Contas a Receber são recebíveis? Quociente de Liquidez Corrente MELHOR Ativo Circulante Passivo Circulante 15

16 Liquidez Seco Resolve parte dos problemas do índice de liquidez corrente, com a subtração do estoque Quociente de Liquidez Seco Ativo Circulante - Estoques Passivo Circulante MELHOR 16

17 Liquidez Geral ou Global Estuda a saúde financeira da empresa no longo prazo Problema : idênticos aos da Liquidez Corrente porém, agravados!! Quociente de Liquidez Geral MELHOR Investimentos mais líquidos Ativo Circulante + Realizável Longo Prazo + Certos Investimentos Passivo Circulante + Exigível Longo Prazo 17

18 Análise do endividamento Relacionam as fontes de fundos entre si, procurando retratar a posição relativa do capital próprio em relação ao capital de terceiros Quocientes de endividamento usuais: Participação de capitais de terceiros sobre recursos totais Participação de capitais de terceiros sobre capitais próprios Participação das dívidas de curto prazo sobre endividamento total 18

19 19 Participação de capitais de terceiros sobre recursos totais Também conhecido como Debt Ratio Expressa a percentagem que o endividamento representa sobre os fundos totais percentagem do ativo total financiada com recursos de terceiros Quociente de participação de capitais de terceiros sobre recursos totais PIOR Exigível Total Exigível Total + Patrimônio Líquido

20 Participação de capitais de terceiros sobre capitais próprios Outra forma de expressar a relação entre capitais de terceiros e próprios Quociente de participação de capitais de terceiros sobre capitais próprios Exigível Total Patrimônio Líquido PIOR 20

21 Participação das dívidas de curto prazo sobre endividamento total Expressa a natureza do endividamento % do endividamento no curto prazo Quociente de participação das dívidas de curto prazo sobre endividamento total Passivo Circulante Exigível Total PIOR 21

22 Grau de imobilização do PL Representa o quanto dos recursos próprios estão aplicados no PL PIOR Ativo Imobilizado Patrimônio Líquido 22

23 Análise do giro Representam a velocidade com que elementos patrimoniais de relevo se renovam durante determinado período de tempo dias, meses, frações de ano, anos Expressam relacionamentos dinâmicos quocientes de atividade ou rotatividade 23

24 Análise do giro : tipos Rotatividade do estoque de produtos acabados Prazo médio de recebimento de contas a receber Prazo médio de pagamento de contas a pagar Quociente de posicionamento relativo Rotatividade do ativo 24

25 Rotatividade do estoque de produtos acabados Procura expressar quantas vezes se renovou o estoque por causa das vendas Normalmente, quanto maior a rotatividade, melhor Quociente da rotatividade do estoque de produtos acabados MELHOR Custo dos Produtos Vendidos Estoque Médio de Produtos Acabados 25

26 Prazo médio de recebimento de contas a receber Indica quantos dias, semanas ou meses a empresa deverá esperar, em média, antes de receber suas vendas a prazo Quociente do prazo médio de recebimento de contas a receber PIOR Contas a Receber Médio Vendas Médias Deveria ser obtido do maior número de balancetes possíveis Vendas anuais /

27 Prazo médio de pagamento de contas a pagar Indica quantos dias, semanas ou meses a empresa poderá esperar, em média, antes de pagar suas compras a prazo Quociente do prazo médio de pagamento de contas a pagar MELHOR Fornecedores Médio Compras Médias a Prazo Deveria ser obtido do maior número de balancetes possíveis Compras anuais /

28 Quociente de posicionamento relativo Relação entre prazos obtidos e concedidos Afeta o nível de liquidez da empresa Quociente de posicionamento relativo Prazo Médio de Recebimentos Prazo Médio de Pagamentos PIOR 28

29 Prazo Médio de Estocagem Indica quantos dias, semanas ou meses a empresa mantém produtos estocados Quociente do prazo médio de estocagem CMV Médio Estoque Médio PIOR 29

30 Prazo Médio de Recolhimento de Obrigações Fiscais (PMROF) Indica quantos dias, semanas ou meses a empresa mantém produtos estocados Quociente do prazo médio de estocagem Impostos a Pagar Despesas médias com Impostos MELHOR 30

31 Rotatividade do ativo Indica quantas vezes o ativo se renovou em relação às vendas Pode ser detalhado para outros subcomponentes do ativo circulante permanente Quociente de rotatividade do ativo 31 Vendas Ativo Médio MELHOR

32 Análise da rentabilidade : DuPont Lucro Tributável Ativo Total 32

33 Decomposição da análise da rentabilidade Margem de lucro sobre as vendas Giro do ativo Retorno sobre o investimento Retorno sobre o patrimônio líquido 33

34 Margem de lucro sobre as vendas Compara o lucro com as vendas líquidas, preferencialmente Podem ser extraídos dois quocientes de margem de lucro sobre vendas MELHOR Lucro Operacional Vendas Líquidas ou Lucro Líquido (DIR) Vendas Líquidas 34

35 Giro do ativo Já apresentado como quociente de rotatividade, importante para compor o retorno sobre o investimento Seu quociente pode ser calculado de duas formas 35 Receitas Líquidas Ativo Total Médio ou Receitas Operacionais Líquidas Ativo Operacional Médio MELHOR

36 Retorno sobre o investimento É, provavelmente, o mais importante quociente individual de toda a análise de balanços Pode ser obtido de duas formas diferentes: Margem Operacional x Giro do Ativo Operacional MELHOR ou Margem Líquida x Giro do Ativo Total 36

37 37 Lucro Líquido (DIR) Patrimônio Líquido Retorno sobre o patrimônio líquido (ROE = Return On Equity) Expressa os resultados globais auferidos pela gerência na gestão de recursos próprios e de terceiros em benefícios dos acionistas Pode ser calculado de 2 formas ou Taxa de Retorno sobre o Ativo % Ativo financiada pelo PL MELHOR Considera a estrutura de capital da empresa, facilitando o entendimento da alavancagem

38 Análise de indicadores de mercado Valor Patrimonial Médio da Ação Quociente Preço/Lucro (P/L) Lucro ganho pelas ações ordinárias Garantia de pagamentos de dividendos preferenciais 38

39 Valor Patrimonial Médio da Ação Representa a média do Patrimônio Líquido, expresso por ação Quociente do valor Patrimonial Médio da Ação Patrimônio Líquido Número de Ações 39

40 Quociente Preço/Lucro (P/L) Representa, de forma bastante simples, quantos exercícios seriam necessários para recuperar o valor gasto para comprar a ação Quociente Preço/Lucro (P/L) Preço da Ação Lucro por Ação 40

41 Lucro ganho pelas ações ordinárias Expressa o lucro unitário remanescente para cada ação ordinária após o pagamento dos dividendos preferenciais Quociente do lucro ganho pelas ações ordinárias Lucro Líquido (DIR) - Dividendos das Ações Preferenciais Número de Ações Ordinárias 41

42 Garantia de pagamentos de dividendos preferenciais Visa calcular qual a margem de segurança para pagamento dos dividendos preferenciais e quantas vezes os dividendos preferenciais são cobertos pela geração de lucros Quociente da garantia de pagamentos de dividendos preferenciais Lucro Líquido (DIR) Dividendos Preferenciais $$ 42

43 A análise financeira dinâmica Na maioria das vezes, a análise financeira tradicional baseia-se na simples comparação de índices estáticos Exemplo : índice de Liquidez Corrente = 1,84 teoricamente, a empresa teria R$1,84 em ativos circulantes para cada R$1,00 em passivos circulantes supõe-se a liquidação da empresa : receber todo o ativo circulante para depois pagar os passivos circulantes 43

44 Análise financeira dinâmica Considera a empresa funcionando normalmente Capacidade financeira da empresa função de fatores de caráter operacional conseqüência de decisões estratégicas tomadas pela direção 44

45 Ciclo Operacional e Financeiro Venda Recebimento Ciclo Econômico PME PMRV PMPF Ciclo Financeiro Compra Pagamento Ciclo Operacional 45

46 Ciclo Operacional e Financeiro Ciclo operacional : tempo decorrido entre as compras de matérias-primas e o recebimento das vendas de produtos CO = PME + PMRV Ciclo financeiro : tempo decorrido entre o pagamento ao fornecedor e o recebimento das vendas dos clientes 46

47 Fórmula do Ciclo Financeiro Decompondo a NCG : NCG * 360 Vendas Brutas Onde : CF = + PMRV * [(Vendas a Prazo)/(Vendas Brutas)] + PME * [(CPV)/(Vendas Brutas)] - PMP * [(Compras)/(Vendas Brutas)] - PMROF * [(Imp Imp.. Vendas)/(Vendas Brutas)] 47

48 Principais indicadores Índices de Atividade Prazo Médio de Recebimento de Vendas Prazo Médio de Estocagem Prazo Médio de Pagamento Prazo Médio de Recolhimento de Obrigações Fiscais Necessidade de Capital de Giro Ciclo Operacional e Financeiro 48

49 Índices de Atividade : Prazo Médio de Recebimento de Vendas Corresponde ao número de dias decorridos entre as vendas e seu recebimento Volume de duplicatas a receber : função das vendas e do prazo concedido Quociente do Prazo Médio de Recebimento de Vendas Onde Giro DR = 360 Giro Duplicatas a Receber Vendas Brutas Saldo Médio Dupl. Rec. 360 x Saldo Médio Dupl. Rec. Giro Duplicatas a Receber 49

50 Como o PMRV afeta a empresa 50 Imagine que uma empresa concede um prazo médio para seus clientes de 10 dias. Suas vendas diárias são de $150. Em função de uma campanha especial de vendas, resolveu aumentar este prazo para 20 dias. Calcule o investimento necessário no Capital de Giro em decorrência desta promoção. Dia Vendas CR Rec Situação 01 : PMRV = 10 dias Vendas CR Rec

51 O aumento do PMRV aumenta o nível dos investimentos necessários às atividades da empresa Situação 02 : PMRV = 20 dias Dia Vendas CR Rec Vendas CR Rec

52 Índices de Atividade : Prazo Médio de Estocagem (PMRE) Indica quantos dias em média os produtos da empresa ficam armazenados até o momento da venda PMRE : Onde Giro Estoques = 360 Giro Estoques CMV Estoque Médio 360 x Estoque Médio CMV Para empresas comerciais : CMV = Est.. Inicial + Compras - Est.. Final 52

53 Índices de Atividade : Prazo Médio de Pagamento (PMP) Fornece o tempo médio que leva entre o o recebimento das mercadorias para revenda, ou das matérias-primas para serem transformadas, e o seu respectivo pagamento Onde Giro Fornecedores = 360 Giro Fornecedores Compras Fornecedores Médio 360 x Fornecedores Médio Compras Para empresas comerciais : Compras = CMV +Est+ Est.. Final - Est.. Inicial 53

54 Índices de Atividade : Prazo Médio de Recolhimento de Obrigações Fiscais (PMROF) Fornece o tempo médio que leva entre as Vendas e o recolhimento dos impostos diretos PMROF : Onde Giro de Impostos = 360 Giro de Impostos Impostos sobre Vendas Obrigações Fiscais 360 x Obrigações Fiscais Impostos sobre Vendas Para empresas comerciais : CMV = Est.. Inicial + Compras - Est.. Final 54

55 Necessidade de Capital de Giro (NCG) Administração do Capital de Giro: relacionada à gestão dos ativos e passivos circulantes ítens fundamentais para a sobrevivência da empresa no curto prazo Capital de Giro : indicador de fundamental importância para julgar a situação de equilíbrio ou desequilíbrio financeiro de uma empresa 55

56 NCG : aspectos fundamentais Equilíbrio financeiro diferente de equilíbrio econômico exemplo : supermercados com pré-datados Associação entre retorno, risco e liquidez quanto maior a liquidez (ou o capital de giro) de uma empresa menor será o risco menor será o retorno dos acionistas 56

57 NCG : conceito Capital necessário para que a rotação do ativo circulante seja suficiente para pagar o passivo circulante nas datas de vencimento Mostra qual o Capital de Giro mínimo que a empresa precisa ter para quitar suas dívidas de curto prazo, sem precisar recorrer a empréstimos onerosos 57

58 NCG : fórmula NCG financia o Capital Circulante Líquido parcela do ativo circulante financiada por recursos permanentes IOG = ativos operacionais cíclicos - passivos operacionais cíclicos 58 AC Capital de Giro RLP AP PC ELP PL Deve ser financiado pela NCG

59 Formas de financiar a NCG Embora o Ativo Circulante represente as aplicações de maior liquidez e, portanto, de maior rotatividade, ele também constitui uma imobilização de recursos A depender de sua natureza, diferentes deveriam ser a forma de financiá-lo necessidades permanentes : recursos permanentes capital próprio ou recursos de terceiros de longo prazo necessidades sazonais : recursos de curto prazo créditos bancários de curto prazo 59

60 Composição do CCL Ativo Circulante = Ativo Circulante + Ativo Circulante (AC) Operacional (ACO) Financeiro (ACF) Passivo Circulante = Passivo Circulante + Passivo Circulante (PC) Operacional (PCO) Financeiro (PCF) = = = Capital Circulante Líquido = Investimento Operacional + Saldo de Tesouraria (CCL) em Giro (IOG) (T) CCL (Capital Circulante Líquido) ou Capital de Giro Próprio = AC - PC ou PL - AP =>Financiado pela NCG Capital de Giro Permanente = IOG = Estoques + Clientes - (Passivos Circulante - Empréstimos a Curto Prazo) Capital de Giro Não Permanente = T = ACF - PCF 60

61 O Efeito Tesoura Descasamento entre IOG e CDG Ano 19X1 19X2 19X3 19X4 19X5 IOG CDG ST ST/NCG (0,20) (0,50) (0,67) (0,83) (0,90) IOG CDG ST X1 19X2 19X3 19X4 19X

62 Causas do Efeito Tesoura crescimento real das vendas a prazo, em percentuais muito elevados, sem correspondente obtenção de prazos de fornecedores imobilização com recursos onerosos de curto prazo prejuízos distribuição excessiva de lucros dependência sistemática a empréstimos de curto prazo, com pagamento de altas taxas de juros ciclo financeiro crescente 62

63 NCG : Sinais de Alerta Dificuldade de obtenção de matéria-prima/produto Concessão de maiores prazos, novos produtos (+) Adiantamento a Fornecedores (+) Duplicatas a Receber 63 Especulação, redução da demanda Redução de prazos (oligopólio) escassez de matéria-prima/produtos Redução nos prazos dos impostos Novos concorrentes (+) Estoques (-) Fornecedores (-) Despesas Provisionadas (-) Adiantamentos de Clientes + NCG Vendas (+) Financiamentos Onerosos (+) Despesas Financeiras (-)) Lucro Líquido

64 Tipos de empresas : 01 Tipo I Observações : ACF>PCF -> T>0 ACF PCF ACO<PCO -> IOG<0 PNC>ANC -> CCL >0 PCO ACO ANC PNC CCL>0 Recursos permanentes no AC (CCL>0) Folga $ no CP Financimento por fornecedores (PCO>ACO) Saldo Tesouraria positivo Exemplo : Supermecados Ciclo financeiro reduzido ou negativo Ganhos no mercado financeiro Perigo de queda nas vendas 64

65 Tipos de empresas : 02 Tipo II Observações : ACF>PCF -> T>0 ACF PCF ACO>PCO -> IOG>0 PNC>ANC -> CCL >0 PCO ACO ANC PNC CCL>0 PCO não é capaz de financiar ACO (IOG positivo) $ permanentes aplicados no CG suprem falta de PCO e permitem T>0 T>0 indica sólida posição financeira Perigo : aumento de vendas aumenta IOG e pode tornar T negativo 65

66 Tipos de empresas : Tipo III Observações : ACF<PCF -> T<0 ACF PCF ACO>PCO -> IOG>0 ACO PNC>ANC -> CCL >0 PCO ANC PNC CCL>0 Situação financeira insatisfatória (CCL inferior ao IOG -> > T<0) Empresas dependentes de empréstimos de curto prazo Aumento de vulnerabilidade financeira à medida em que cresce a diferença entre o CCL e o IOG, ampliando saldo negativo de T

67 Tipos de empresas : 04 Tipo IV Observações : ACF<PCF -> T<0 ACF PCF ACO>PCO -> IOG>0 ACO PNC<ANC -> CCL <0 ANC PCO PNC CCL<0 CCL negativo indica financiamento de ANC com dívidas de curto prazo Desequilíbrio entre fontes e aplicações de recursos Situação financeira RUIM IOG positivo e CCL negativo : perigo de agravamento com expansão dos negócios Empresas privadas à beira da falência 67

68 Tipos de empresas : 05 Tipo V Observações : ACF<PCF -> T<0 ACF PCF ACO<PCO -> IOG<0 ACO PNC<ANC -> CCL <0 PCO ANC PNC CCL<0 Situação financeira menos ruim que a anterior : IOG <0 A empresa financia com folga seus ativos operacionais em função de financiamentos operacionais recebidos 68

69 Tipos de empresas : 06 Tipo VI Observações : ACF>PCF -> T>0 ACF PCF ACO<PCO -> IOG<0 PNC<ANC -> CCL <0 PCO ACO ANC PNC CCL<0 Empresa desviando $ de CP para ativos não circulantes, mantendo saldo positivo de tesouraria Queda de vendas esgotaria excesso de PCO, invertendo sinal de IOG e T Empresas com alto risco de insolvência 69

70 A unificação dos indicadores financeiros : o Termômetro de Kanitz Muitos podem e devem ser os indicadores empregados na análise de uma empresa Qual é o melhor? Qual ou quais são mais importantes? O quanto mais importantes são? 70

71 Termômetro de Kanitz Após analisar conjuntos distintos de empresas solventes e insolventes, seria possível obter um escore de solvência Variável Quociente Contábil Valor Peso Contribuição X1 Lucro Líquido * 0,05 = Patrimônio Líquido Médio X2 At Circ + Real Longo Prazo * 1,65 = X3 Exigível Total At Circ - Estoques * 3,55 = X4 Passivo Circulante Ativo Circulante * -1,06 = X5 Passivo Circulante Exigível Total Patrimônio Líquido * - 0,33 = Soma = Termômetro de Insolvência Solvência Penumbra Insolvência

72 Contato INFINITA Adriano Leal Bruni SÓCIO DIRETOR Av. Tancredo Neves, 1283, Sala 902 Salvador - Bahia CEP

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