Modelo Dinâmico de Fleuriet versus Modelo de Kanitz: Um Estudo Comparativo Aplicado em Empresas de Capital Aberto do Ramo de Energia

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Modelo Dinâmico de Fleuriet versus Modelo de Kanitz: Um Estudo Comparativo Aplicado em Empresas de Capital Aberto do Ramo de Energia"

Transcrição

1 Copyright Todos os direitos reservados Revisado em Agosto 2013 Aceito em Outubro 2013 Modelo Dinâmico de Fleuriet versus Modelo de Kanitz: Um Estudo Comparativo Aplicado em Empresas de Capital Aberto do Ramo de Energia Fabrício Augusto Da Cunha 1 ; Dorival Izidoro Angelo 2* 1 Discente da Faculdade de Estudos Sociais do Espírito Santo, ES, Brasil 2 Docente da Faculdade de Estudos Sociais do Espírito Santo, ES, Brasil * Resumo A contabilidade é participante ativa em todos os processos de uma organização, fornecendo dados e informações que revelam seu posicionamento financeiro em determinado período, os quais são utilizados por gestores para que estratégias possam ser traçadas visando à continuidade das atividades e de toda a organização. Partindo da necessidade de se explorar ferramentas adicionais para auxiliar no processo decisório, esta pesquisa testou dois conceituados modelos de indicadores de falência: o Modelo de Fleuriet, e o Modelo de Kanitz. Para garantir a imparcialidade do teste, foram utilizados demonstrativos contábeis de empresas do setor energético publicados no site da CVM, com a delimitação aplicada às dez primeiras colocadas no ranking das Maiores & Melhores por Vendas em 2010, divulgado pelo Portal EXAME.com, e os dados coletados dos demonstrativos contábeis dos anos de 2008, 2009 e Dessa forma, o objetivo da pesquisa foi verificar qual modelo de indicador de falência representaria com maior nitidez a situação financeira das empresas constantes do estudo. Após a coleta, os dados foram submetidos aos cálculos em cada modelo, com as especificidades e características desenvolvidas por seus idealizadores. Os resultados foram considerados individualmente, e submetido a uma análise comparativa, buscando pontos divergentes e convergentes. Assim, concluiu-se que o Modelo Dinâmico de Fleuriet foi o que atendeu ao objetivo principal da pesquisa, pois mostrou mais nitidamente a situação financeira das empresas deste estudo, revelando não somente a capacidade de pagamento de cada uma delas, mas de onde se originam os recursos utilizados para esse fim, e que muitas delas estavam em situação delicada e, algumas, em situação insatisfatória, muito ruim, péssima e de alto risco. Palavras-chave: Situação Financeira, Modelo Dinâmico de Fleuriet, Modelo de Kanitz, Capital de Giro, Índices de Liquidez. Introdução A contabilidade está diretamente envolvida em todos os processos de uma organização, fornecendo dados e informações por meio de demonstrações financeiras que revelam o posicionamento contábil de uma empresa em determinado período, dados esses que são utilizados por gestores e administradores para que estratégias possam ser traçadas visando à continuidade das atividades e, por conseguinte, de toda a organização. Tão antiga quanto à própria existência do patrimônio, a contabilidade, mesmo antes de ser considerada ciência, sempre se renovou, e muitos foram os que trabalharam buscando respostas para os inúmeros questionamentos contábeis que rodeiam as mentes daqueles que gerem negócios, introduzindo modificações na então Ciência Contábil, com a finalidade de apresentar resultados com maior transparência e mais segurança para gestores e investidores. Dentro desse contexto, e surgindo da urgente necessidade de alternativas que auxiliem no processo decisório, muitas pesquisas foram feitas utilizando os indicadores tradicionais de liquidez e rentabilidade. Destacaram-se, porém, aquelas que uniram os já tradicionais índices de liquidez e rentabilidade ao desejo pelo conhecimento do futuro, resultando nos índices de solvência, conhecidos como termômetros de falência. 14

2 Com o intuito de encontrar a ferramenta contábil mais adequada para auxiliar no processo decisório, verificou-se a situação financeira das empresas de capital aberto do ramo de energia testando-se dois conhecidos modelos de solvência: o Modelo Dinâmico de Fleuriet e o Modelo de Kanitz, os quais foram comparados objetivando responder ao seguinte questionamento: qual modelo representa com maior nitidez a situação financeira das empresas de capital aberto do ramo de energia?. As empresas que constituem a amostragem deste estudo têm seus demonstrativos contábeis divulgados no site da CVM, e são as 10 primeiras empresas de energia classificadas no ranking das Maiores & Melhores por Vendas em 2010, pelo Portal EXAME.com, e os dados coletados estão compreendidos nas demonstrações contábeis divulgadas pelas empresas nos anos de 2008, 2009 e O estudo contou com embasamento bibliográfico de especialistas, tanto na conceituação e aplicação dos modelos de Fleuriet e de Kanitz, para que todos os aspectos pudessem ser aproveitados, quanto da metodologia de pesquisa adotada, a fim de que toda a parte técnica da pesquisa pudesse ficar devidamente embasada. Os dados coletados foram submetidos aos cálculos inerentes aos dois modelos, em cada uma das dez empresas, de forma independente, para os três exercícios contábeis, para que cada método fosse analisado separadamente em várias realidades, a fim de identificar cada ponto distinto entre os dois métodos, e as possíveis discrepâncias entre eles. Dessa forma, foi possível visualizar, com o auxílio dos respectivos quadros, o desempenho de cada uma das empresas ao longo do período analisado, comparando, paralelamente, a evolução nos dois modelos estudados, percebendo-se simultaneamente os pontos convergentes e, principalmente, os divergentes. Por fim, foi concluído no estudo que, apesar de muitos pontos similares, o Modelo Dinâmico de Fleuriet foi o que retratou com maior nitidez a situação financeira das empresas, confirmando, então, a hipótese inicial do estudo e respondendo ao questionamento de pesquisa originalmente proposto. Material e Métodos A metodologia utilizada neste trabalho pode ser classificada como empírico-analítica aplicada, 1 uma vez que procurou-se evidências reais do posicionamento financeiro das empresas brasileiras de capital aberto do ramo de energia em dois modelos de análise distintos: o Modelo Dinâmico de Fleuriet e o Modelo de Kanitz. Tipos de metodologia utilizada Para alcançar o objetivo principal deste estudo, foram utilizados os tipos de pesquisa classificados quanto aos fins e quanto aos meios. 2 Assim, quanto aos fins, poderá ser considerada como descritiva e explicativa, porque estão sendo descritas as características das empresas estudadas, assim como explicando a situação financeira de cada uma pelo dois métodos escolhidos para análise. Universo e Amostra Considerando-se que o universo é um determinado conjunto de elementos que possuem as características do objeto de estudo e, a amostra, a parte desse universo que será escolhida de acordo com algum critério, 2 o universo desta pesquisa está constituído das empresas de capital aberto do ramo de energia que publicam suas demonstrações contábeis no site da CVM e, a amostra, está constituída das 10 primeiras colocadas no Ranking das Maiores & Melhores por Vendas em 2010 divulgado pelo Portal EXAME.com. 3 Coleta e tratamento dos dados Os dados foram coletados no site da CVM (www. cvm.gov.br) 4, relativos aos demonstrativos contábeis/ financeiros das empresas pesquisas, referentes aos anos de 2008 a 2010, e tratados de forma quantitativa e tabulados de forma comparativa, visando à maior praticidade na análise, a fim de identificar a resposta para o problema de pesquisa. 5,6 Primeiramente, os dados coletados foram alocados de forma a atender aos parâmetros para se efetuar os cálculos utilizando os dois modelos; em seguida, foi analisada a situação patrimonial de cada empresa pelos dois métodos adotados nesta pesquisa; por fim, foram evidenciadas as convergências e discordâncias entre os dois modelos analisando-os de forma comparativa. Resultados e Discussão Utilizando os dados das empresas constantes do estudo, foram realizados os cálculos de acordo com os parâmetros estabelecidos pelos autores dos métodos utilizados, enquadrando-se, portanto, nas definições conceituais abordadas no estudo. Os dados apresentados seguem a ordenação de empresas, estabelecido no ranking das Maiores & Melhores por Vendas em 2010, divulgado pelo Portal EXAME.com, sendo 15

3 dispostos em Quadros, que mostram a variação anual dos indicadores de cada modelo, as quais trazem auxilio visual para o acompanhamento das análises de cada empresa estudada. Petróleo Brasileiro S/A Petrobrás De acordo com os dados, a Petrobras encontra-se em um patamar de solidez financeira, oscilando apenas de excelente, em 2008, para sólida em 2009, o que se manteve em Apesar de manter expressivo saldo de tesouraria, o que a faz suportar a constante necessidade de capital de giro, e manter seu capital circulante líquido positivo, a empresa necessitou de considerável participação de recursos de terceiros para orquestrar suas operações, fazendo o saldo de necessidade de capital de giro sair de um patamar negativo para um saldo positivo que chega a ser quase metade de seu saldo de tesouraria. Quadro 1. Resultado do Modelo de Fleuriet para a Petrobrás. Ano CCL Ncg T Tipo Situação (1.300) 900 I Excelente II Sólida II Sólida A empresa mostra crescimento acentuado de seu fator de insolvência, mostrando solidez em sua capacidade de quitação, partindo de 1,97 em 2008 chegando a 4,39 em Quadro 2. Resultado do Modelo de Kanitz para a Petrobrás. 1,97 2,53 4,39 Eletropaulo Metropolitana de São Paulo S.A. Os dados da empresa Eletropaulo mostram uma situação financeira excelente em todos os períodos analisados. O capital circulante líquido e o saldo de tesouraria foram positivos nos três anos, e a empresa não mostrou necessidade de capital de giro em qualquer deles. Houve uma pequena queda nos saldos de igual proporção nos períodos analisados, mas não mudou a classificação da empresa quanto a sua tipologia financeira. O fator de insolvência enquadra a empresa como solvente dentro do termômetro de Kanitz em todo o período analisado, estando ela acima de 3 em todos os anos. Quadro 3. Resultado do Modelo de Fleuriet para a Eletropaulo ( ) I Excelente ( ) I Excelente ( ) I Excelente Quadro 4. Resultado do Modelo de Kanitz para a Eletropaulo. 3,54 3,16 3,71 Cemig Distribuição S/A De acordo com dados, a CEMIG apresenta uma situação delicada, variando de péssima, passando para muito ruim, chegando a apresentar-se insatisfatória em Apesar de mostrar recuperação dentro do período, elevando o capital circulante líquido e o saldo de tesouraria, que mesmo ainda negativo é maior em 2010 que no ano anterior, mostrou crescente utilização de capital de terceiros, fazendo a necessidade de capital de giro elevar-se em mais de 30 vezes em relação ao saldo do ano anterior, mostrando enorme dependência de recursos de terceiros. Quadro 5. Resultado do Modelo de Fleuriet para a Cemig (62.808) (82.191) IV Péssima 2009 ( ) (24.670) ( ) V Muito Ruim ( ) III Insatisfatória A empresa apresenta um fator de insolvência em processo de elevação, passando de 2,22 em 2008 para 3,79 em 2010, revelando saúde financeira para quitar suas obrigações. Quadro 6. Resultado do Modelo de Kanitz para a Cemig 2,22 2,32 3,79 16

4 Ligth SESA Apresentando a mesma tipologia de estrutura financeira, a Light SESA é classificada como sólida em todo o período analisado. Possui capital circulante líquido, necessidade de capital de giro e saldo de tesouraria positivos, mostrando que, mesmo necessitando temporariamente de capital de giro, o saldo de tesouraria suporta tais oscilações. Quadro 7. Resultado do Modelo de Fleuriet para a Ligth SESA II Sólida II Sólida II Sólida A empresa apresenta fator de insolvência positivo em todo o período analisado. Há pequenas variações, partindo de 4,41 em 2008 para 3,65 em 2010, porém mantém-se solvente em todo o período. Quadro 8. Resultado do Modelo de Kanitz para a Ligth SESA. 4,41 4,66 3,65 Companhia Paranaense de Energia COPEL A COPEL apresenta ótima situação financeira, variando entre excelente e sólida dentro do período analisado. Apresenta capital circulante líquido e saldo de tesouraria positivo em todos os períodos analisados, e ausência de necessidade de capital de giro em 2008 e Em 2009 a empresa apresenta uma breve necessidade de capital de giro positivo, o que é suportado pela folga financeira apresentada pelo saldo de tesouraria. Quadro 9. Resultado do Modelo de Fleuriet para a Copel ( ) I Excelente II Sólida ( ) I Excelente De acordo com os dados analisados, o fator de insolvência da empresa mantém uma média superior a 6 para o período analisado, mostrando que tem estabilidade financeira para honrar todos os compromissos assumidos pela organização. Quadro 10. Resultado do Modelo de Kanitz para a Copel. Fator De Insolvência 6,18 6,92 5,97 Companhia Paulista de Força e Luz CPFL A empresa apresenta os dois piores enquadramentos da tipologia financeira, passando de muito ruim em 2008 para alto risco em 2009 e permanecendo dessa forma em Essa situação fica evidenciada pela ausência de capital circulante líquido, o qual se encontra negativo, e pela necessidade de capital de giro negativo, revelando utilização dos recursos de curto prazo para cumprir com suas obrigações, fazendo com que a empresa converta seus ativos em disponibilidades para arcar com seus compromissos. Quadro 11. Resultado do Modelo de Fleuriet para a CPFL ( ) ( ) (47.001) V Muito Ruim 2009 (92.578) ( ) VI Alto Risco 2010 ( ) ( ) VI Alto Risco O período analisado mostra que a empresa vem elevando sua capacidade de pagamento, saindo de uma situação de penumbra, para uma situação classificada como solvente, mostrando capacidade de quitar suas obrigações. Quadro 12. Resultado do Modelo de Kanitz para a CPFL. -0,17 1,86 1,41 Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia COELBA A COELBA apresenta uma variação negativa para o período analisado. Saindo de uma estrutura classificada como sólida, decaiu para a condição de insatisfatória, com saldo de tesouraria negativo, e necessidade de capital de giro positivo, revelando dependência de empréstimos para suprir a necessidade de capital de giro. Quadro 13. Resultado do Modelo de Fleuriet para a Coelba II Sólida (16.263) III Insatisfatória ( ) III Insatisfatória Para o período analisado, o fator de insolvência mostra certa estabilidade financeira para quitar suas obrigações, oscilando dentro do período, mas permanecendo acima de 3, longe da região de penumbra. 17

5 Quadro 14. Resultado do Modelo de Kanitz para a Coelba Fator De Insolvência 3,64 3,49 3,57 Companhia Hidroelétrica do São Francisco CHESF Oscilando entre as estruturas sólida e excelente, a empresa apresenta uma situação estável. Mantém um saldo positivo de tesouraria e de capital circulante líquido, o que a faz arcar com a necessidade de capital de giro temporária nos períodos de 2008 e 2010, o que não ocorre em 2009, quando a empresa manteve as mesmas variáveis positivas, conservando a necessidade de capital de giro negativa, dispensando capital de terceiros em suas operações. Quadro 15. Resultado do Modelo de Fleuriet para a Chesf II Sólida (42.610) I Excelente II Sólida O fator de insolvência de Kanitz revela uma situação acima das expectativas para o período analisado, estando acima de 4 em todos os períodos, mostrando sólida capacidade de pagamento. Quadro 16. Resultado do Modelo de Kanitz para a Chesf. 4,94 5,41 7,21 Companhia de Gás de São Paulo COMGÁS Conforme demonstrado, todos os períodos analisados enquadraram-se na tipologia muito ruim, apresentando capital circulante líquido, necessidade de capital de giro e saldo de tesouraria negativos, indicando corrosão dos recursos de curto prazo e, consequentemente, utilização do saldo de tesouraria para cumprir com suas obrigações. Quadro 17. Resultado do Modelo de Fleuriet para a Comgás ( ) ( ) ( ) V Muito Ruim 2009 ( ) (12.146) ( ) V Muito Ruim 2010 ( ) ( ) ( ) V Muito Ruim Para o período analisado, o fator de insolvência da empresa oscila próximo à zona de penumbra, partindo de zero em 2008, elevando-se em 2009 com um breve declínio em Contudo, sempre permaneceu acima de zero, mostrando-se solvente. Quadro 18. Resultado do Modelo de Kanitz para a Comgás. 0,77 1,36 1,16 Elektro Eletricidade e Serviços S/A ELEKTRO A empresa apresenta, em 2008 e 2009, situação financeira classificada como excelente, pois não houve necessidade de capital de giro, e seu capital circulante líquido é positivo, resultando em saldo de tesouraria positivo. Já em 2010 a empresa enquadrou-se na tipologia de alto risco, podendo significar risco de insolvência, o que pode ser explicado pela utilização de recursos disponíveis para quitar suas obrigações em detrimento do capital de terceiros, já que a necessidade de capital de giro permanece negativa. Quadro 19. Resultado do Modelo de Fleuriet para a Elektro ( ) I Excelente ( ) I Excelente 2010 ( ) ( ) VI Alto Risco O fator de insolvência para o período analisado enquadra a empresa como solvente, não apresentando risco aparente de insolvência, encontrando-se distante da situação de penumbra. Quadro 20. Resultado do Modelo de Kanitz para a Elektro 3,27 3,58 3,09 Análise comparativa entre os dois métodos A similaridade entre os métodos se dá apenas por se tratarem de ferramentas que permitem identificar uma possível situação de insolvência. São ferramentas extremamente interessantes do ponto de vista financeiro, mas principalmente do ponto de vista contábil, pois utilizam dados extraídos das demonstrações contábeis partindo de abordagens diferenciadas, objetivando a mesma finalidade. No processo de análise, verificou-se que o Modelo Dinâmico de Fleuriet utiliza o resultado de três variáveis na determinação do tipo de situação financeira. Tal determinação não toma como base os índices de liquidez tradicionais, mas, por meio da redefinição do Balanço Patrimonial, relaciona entre si conjuntos de contas por similaridade, fazendo conhecida a situação financeira da organização por meio de confronto de saldos disponíveis e operacionais, conhecendo então a necessidade de capital de giro. 18

6 Dessa forma, o método revela se uma empresa tem ou não condições de quitar suas obrigações, e, caso esteja honrando seus compromissos, se esses têm sido quitados com recursos próprios ou de terceiros, ou ainda, se tal manutenção está ou não sendo vantajosa para a operacionalização da organização. O Modelo de Kanitz, por sua vez, indica a capacidade de uma empresa quitar suas obrigações baseado na identificação do, que é obtido multiplicando-se os índices de liquidez tradicionais pelas variáveis criadas pelo professor Kanitz. Obtendo-se fatores maiores que zero, a empresa tem reduzidas chances de insolvência, fatores entre zero e -3 colocam a empresa em uma situação indefinida, e fatores inferiores a -3 revelam uma empresa com grandes chances de falência. Entretanto, apesar de tornar conhecida a capacidade de honrar seus compromissos, o Modelo de Kanitz não revela a situação financeira da organização, mas apenas se está quitando ou não suas obrigações, tornando imprescindível a utilização de análises adicionais para que a situação financeira de uma empresa seja conhecida em sua totalidade, como, por exemplo, indicadores de prazos médios, ou mesmo a análise individual de cada índice tradicional de liquidez. Dessa forma, a análise mostra discordância em quase todos os períodos analisados, pois Kanitz mostra Fator de Insolvência positivo para quase 100% das empresas do estudo, mas não mostra a origem do recurso utilizado para quitar as obrigações adquiridas pelas organizações, e o único caso em que o é negativo, a situação é de penumbra, não podendo ser considerada como insolvente. Além disso, é importante destacar que, muitas dessas empresas consideradas como solventes pelo Modelo de Kanitz, estão com situação financeira classificada pelo Modelo de Fleuriet como: Insatisfatória, Péssima, Muito Ruim e Alto Risco, mostrando que, apesar de solventes, a situação financeira de tais empresas é no mínimo complicada. Considerando as empresas como organismos vivos, e que estão igualmente sujeitas a todas as variáveis possíveis, isto é, mesmas condições de mercado, mesmos problemas econômicos, mesmas crises e mesmos incentivos, como se pode explicar que, para um mesmo segmento operacional, há empresas equilibradas com patrimônio sólido, e outras caminhando rumo à falência em plena queda livre? Esse contexto originou este estudo, que explorou ferramentas adicionais para que, além de estudar e controlar o patrimônio, a contabilidade possa oferecer, também, respostas práticas para que decisões possam ser tomadas a tempo de salvar um negócio que viria a fracassar, ou de resguardar um patrimônio que poderia ser investido em uma empresa às portas da falência, oferecendo suporte diferenciado a seus usuários. Dentre as muitas ferramentas de que dispõe a contabilidade, foram estudados dois importantes modelos de indicadores de solvência, o Modelo Dinâmico de Fleuriet e o Modelo de Kanitz. Ambos foram confrontados a fim de evidenciar aquele que mostra mais claramente a situação financeira das empresas contidas neste estudo, respondendo, então, ao problema de pesquisa, que versou sobre qual modelo representava com mais nitidez a situação financeira das empresas de capital aberto do ramo de energia. Depois de efetuados todos os cálculos, e feitas todas as análises, verificou-se que o modelo desenvolvido pelo Professor Kanitz revelou a capacidade de solvência das empresas estudadas, entretanto, não apontou a situação financeira dessas organizações, divergindo do objetivo principal desta pesquisa. Sendo assim, conclui-se que o Modelo Dinâmico de Fleuriet foi aquele que revelou com mais nitidez a situação financeira das empresas constantes deste estudo, atendendo, assim, ao problema de pesquisa proposto, confirmando, então, a hipótese inicial deste estudo, e contribuindo para que gestores, administradores e profissionais da área contábil possam contar com mais essa ferramenta no processo decisório. Agradecimentos À Faculdade PIO XII pelo financiamento do projeto de pesquisa. Referências 1. Martins GA Manual para elaboração de monografias e dissertações. São Paulo:Atlas. 2. Vergara SC Projetos e relatórios de pesquisa em administração. São Paulo: Atlas. 3. Exame Especial Maiores & Melhores: As 1000 maiores empresas do Brasil. São Paulo:Abril. 4. CVM Comissão de Valores Mobiliários. Dados cadastrais. [http://www.cvm.gov.br/indexpo.asp]. 5. Marion JC Análise das Demonstrações Contábeis. São Paulo: Atlas. 6. Blanc G, Fleuriet M, Kehdy R O modelo Fleuriet. São Paulo: Elsevier. 19

ANÁLISE DA ESTRUTURA DE LIQUIDEZ PROPOSTA POR FLEURIET: UM ESTUDO DE CASO DA EMPRESA LOCALIZA RENT A CAR

ANÁLISE DA ESTRUTURA DE LIQUIDEZ PROPOSTA POR FLEURIET: UM ESTUDO DE CASO DA EMPRESA LOCALIZA RENT A CAR 0 ANÁLISE DA ESTRUTURA DE LIQUIDEZ PROPOSTA POR FLEURIET: UM ESTUDO DE CASO DA EMPRESA LOCALIZA RENT A CAR Gabriela de Castro Gaudêncio Cassimiro 1 Thiago Moura de Carvalho 2 Rosália Gonçalves Costa Santos

Leia mais

INDICADORES FINANCEIROS NA TOMADA DE DECISÕES GERENCIAIS

INDICADORES FINANCEIROS NA TOMADA DE DECISÕES GERENCIAIS INDICADORES FINANCEIROS NA TOMADA DE DECISÕES GERENCIAIS ANA BEATRIZ DALRI BRIOSO¹, DAYANE GRAZIELE FANELLI¹, GRAZIELA BALDASSO¹, LAURIANE CARDOSO DA SILVA¹, JULIANO VARANDAS GROPPO². 1 Alunos do 8º semestre

Leia mais

UMA ANÁLISE COMPARATIVA DOS PARECERES DE AUDITORIA EM RELAÇÃO À LIQUIDEZ APRESENTADA A PARTIR DO MODELO DINÂMICO DE FLEURIET.

UMA ANÁLISE COMPARATIVA DOS PARECERES DE AUDITORIA EM RELAÇÃO À LIQUIDEZ APRESENTADA A PARTIR DO MODELO DINÂMICO DE FLEURIET. UMA ANÁLISE COMPARATIVA DOS PARECERES DE AUDITORIA EM RELAÇÃO À LIQUIDEZ APRESENTADA A PARTIR DO MODELO DINÂMICO DE FLEURIET. Resumo Esta pesquisa teve por finalidade verificar se os pareceres de auditoria

Leia mais

Análise Financeira. Adriano Leal Bruni. Material extraído de http://www. ://www.infinitaweb.com.br

Análise Financeira. Adriano Leal Bruni. Material extraído de http://www. ://www.infinitaweb.com.br Análise Financeira Adriano Leal Bruni 1 Por que analisar? Mensurar riscos de crédito de correntes e potenciais clientes. Julgar o desempenho esperado das firmas. Monitorar o progresso da firma em alcançar

Leia mais

I - FUNDAMENTOS BÁSICOS DE FINANÇAS CORPORATIVAS, 1 1 O

I - FUNDAMENTOS BÁSICOS DE FINANÇAS CORPORATIVAS, 1 1 O Sumário Prefácio, xiii Parte I - FUNDAMENTOS BÁSICOS DE FINANÇAS CORPORATIVAS, 1 1 O que são Finanças Corporativas?, 3 1 Introdução, 3 2 Objetivos empresariais, 4 3 Estratégias operacionais, 5 4 Estrutura

Leia mais

INSOLVÊNCIA OU SOLVÊNCIA? UM ESTUDO COMPARATIVO ENTRE EMPRESAS COM DIFERENTE SITUAÇÃO ECONOMICO FINANCEIRA RESUMO

INSOLVÊNCIA OU SOLVÊNCIA? UM ESTUDO COMPARATIVO ENTRE EMPRESAS COM DIFERENTE SITUAÇÃO ECONOMICO FINANCEIRA RESUMO INSOLVÊNCIA OU SOLVÊNCIA? UM ESTUDO COMPARATIVO ENTRE EMPRESAS COM DIFERENTE SITUAÇÃO ECONOMICO FINANCEIRA RESUMO Pesquisas recentes têm destacado na área contábil o poder investigativo e relevante da

Leia mais

ANÁLISE DO GERENCIAMENTO DO CAPITAL DE GIRO E DA NECESSIDADE DE CAPITAL DE GIRO NA GESTÃO DOS NEGÓCIOS UM ESTUDO APLICADO NA EMPRESA VIVO S/A.

ANÁLISE DO GERENCIAMENTO DO CAPITAL DE GIRO E DA NECESSIDADE DE CAPITAL DE GIRO NA GESTÃO DOS NEGÓCIOS UM ESTUDO APLICADO NA EMPRESA VIVO S/A. ANÁLISE DO GERENCIAMENTO DO CAPITAL DE GIRO E DA NECESSIDADE DE CAPITAL DE GIRO NA GESTÃO DOS NEGÓCIOS UM ESTUDO APLICADO NA EMPRESA VIVO S/A. KOMATSU, Solange Akemy (TCC Ciências Contábeis) FECILCAM,

Leia mais

UTILIZAÇÃO DE INDICES COMO INTRUMENTOS DE ANÁLISE FINANCEIRA: ESTUDO EXPLORATÓRIO DAS EMPRESAS DE CARNES E DERIVADOS.

UTILIZAÇÃO DE INDICES COMO INTRUMENTOS DE ANÁLISE FINANCEIRA: ESTUDO EXPLORATÓRIO DAS EMPRESAS DE CARNES E DERIVADOS. UTILIZAÇÃO DE INDICES COMO INTRUMENTOS DE ANÁLISE FINANCEIRA: ESTUDO EXPLORATÓRIO DAS EMPRESAS DE CARNES E DERIVADOS. Resumo Este artigo faz uma análise de viabilidade econômico-financeira das empresas

Leia mais

Análise das Demonstrações Contábeis

Análise das Demonstrações Contábeis Análise das Demonstrações Contábeis Prof. José MANOEL da Costa As demonstrações contábeis para usuário externo, publicadas aos usuários em geral, como já visto, são publicadas conforme princípios e normas

Leia mais

ANÁLISE ECONÔMICA DE BALANÇO

ANÁLISE ECONÔMICA DE BALANÇO 1 ANÁLISE ECONÔMICA DE BALANÇO 1 QUOCIENTES DE RENTABILIDADE Os Quocientes de Rentabilidade servem para medir a capacidade econômica da empresa, isto é, evidenciam o grau de êxito econômico obtido pelo

Leia mais

ANÁLISE DE INDICADORES ECONÔMICO-FINANCEIROS PARA FINS DE TOMADA DE DECISÕES: UM ESTUDO DE CASO NA EMPRESA NATURA COSMÉTICOS S/A

ANÁLISE DE INDICADORES ECONÔMICO-FINANCEIROS PARA FINS DE TOMADA DE DECISÕES: UM ESTUDO DE CASO NA EMPRESA NATURA COSMÉTICOS S/A ANÁLISE DE INDICADORES ECONÔMICO-FINANCEIROS PARA FINS DE TOMADA DE DECISÕES: UM ESTUDO DE CASO NA EMPRESA NATURA COSMÉTICOS S/A José Jonas Alves Correia 4, Jucilene da Silva Ferreira¹, Cícera Edna da

Leia mais

Demonstrações Contábeis

Demonstrações Contábeis Demonstrações Contábeis Resumo Demonstrações contábeis são informações e dados que as empresas oferecem ao fim de cada exercício, com a finalidade de mostrar aos acionistas, ao governo e todos os interessados,

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA ANÁLISE FINANCEIRA DE BALANÇOS PARA O GESTOR FINANCEIRO

A IMPORTÂNCIA DA ANÁLISE FINANCEIRA DE BALANÇOS PARA O GESTOR FINANCEIRO 1 A IMPORTÂNCIA DA ANÁLISE FINANCEIRA DE BALANÇOS PARA O GESTOR FINANCEIRO Esliane Carecho Borges da Silva (Orientadora- Docente dos cursos de Contabilidade e Tecnologia em Gestão Financeira-AEMS) Jose

Leia mais

Ciclo Operacional. Venda

Ciclo Operacional. Venda Sumário 1 Introdução... 1 2 Dinâmica dos Fluxos de Caixa... 2 3 Capital Circulante Líquido (CCL) e Conceitos Correlatos... 4 4 Necessidade de capital de giro (NCG)... 6 5 Saldo em Tesouraria (ST)... 9

Leia mais

ANÁLISE ECONÔMICO FINANCEIRA DA EMPRESA BOMBRIL S.A.

ANÁLISE ECONÔMICO FINANCEIRA DA EMPRESA BOMBRIL S.A. Universidade Federal do Pará Centro: Sócio Econômico Curso: Ciências Contábeis Disciplina: Análise de Demonstrativos Contábeis II Professor: Héber Lavor Moreira Aluno: Roberto Lima Matrícula:05010001601

Leia mais

Relatório da Gestão da Empresa Sadia S/A.

Relatório da Gestão da Empresa Sadia S/A. Relatório da Gestão da Empresa Sadia S/A. A política de gestão da Empresa Sadia S/A, está estruturada fortemente pelos seus índices financeiros, que se comportaram da seguinte maneira nos períodos analisados

Leia mais

ANÁLISE ECONÔMICO-FINANCEIRA DA EMPRESA RENNER S.A.

ANÁLISE ECONÔMICO-FINANCEIRA DA EMPRESA RENNER S.A. UFPA - Análise de Demonstrativos Contábeis I 1 ANA PAULA VIEITA CHARLES OLIVEIRA PIMENTEL ANÁLISE ECONÔMICO-FINANCEIRA DA EMPRESA RENNER S.A. UFPA BELÉM 2007 UFPA - Análise de Demonstrativos Contábeis

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS NAS MICROS E PEQUENAS EMPRESAS

A IMPORTÂNCIA DA ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS NAS MICROS E PEQUENAS EMPRESAS A IMPORTÂNCIA DA ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS NAS MICROS E PEQUENAS EMPRESAS Claudio Barbosa Cardoso Orientador: Benedito Giovani Martins de Paula Linha de Pesquisa: Demonstrações Financeiras Universidade

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO FINANCEIRA: BALANÇO PATRIMONIAL Blume Pfleger Valmira Trapp Fernandes

DEMONSTRAÇÃO FINANCEIRA: BALANÇO PATRIMONIAL Blume Pfleger Valmira Trapp Fernandes DEMONSTRAÇÃO FINANCEIRA: BALANÇO PATRIMONIAL Blume Pfleger Valmira Trapp Fernandes RESUMO: Dentro do plano de contas de uma empresa, o Balanço Patrimonial, deve ser produzido de maneira minuciosa e exata,

Leia mais

Analise de Rentabilidade. Prof. Peter Wilson

Analise de Rentabilidade. Prof. Peter Wilson Analise de Rentabilidade Prof. Peter Wilson 1 Fases de Crescimento e Desenvolvimento Alto Receita Baixo Tempo 2 Fonte: Venture 1000.com O Consumo do Caixa Apresenta Diferentes Dinâmicas em cada Estágio

Leia mais

DESEMPENHO ECONÔMICO-FINANCEIRO: UM ESTUDO DE CASO NA MRV ENGENHARIA

DESEMPENHO ECONÔMICO-FINANCEIRO: UM ESTUDO DE CASO NA MRV ENGENHARIA DESEMPENHO ECONÔMICO-FINANCEIRO: UM ESTUDO DE CASO NA MRV ENGENHARIA Franciane de Oliveira Alvarenga Especialista em Auditoria e Contabilidade Financeira/Faculdade Machado Sobrinho João Paulo de Brito

Leia mais

FLUXO DE CAIXA INSTRUMENTO DE PLANEJAMENTO E CONTROLE FINANCEIRO

FLUXO DE CAIXA INSTRUMENTO DE PLANEJAMENTO E CONTROLE FINANCEIRO FLUXO DE CAIXA INSTRUMENTO DE PLANEJAMENTO E CONTROLE FINANCEIRO Lúcia de Fátima de Lima Lisboa RESUMO O presente artigo apresenta o fluxo de caixa como uma ferramenta indispensável para a gestão financeira

Leia mais

APLICAÇÃO DO MODELO FLEURIET DE ANÁLISE DINÂMICA DO CAPITAL DE GIRO NA EMPRESA MAKRO ATACADISTA S.A.

APLICAÇÃO DO MODELO FLEURIET DE ANÁLISE DINÂMICA DO CAPITAL DE GIRO NA EMPRESA MAKRO ATACADISTA S.A. APLICAÇÃO DO MODELO FLEURIET DE ANÁLISE DINÂMICA DO CAPITAL DE GIRO NA EMPRESA MAKRO ATACADISTA S.A. APPLICATION OF FLEURIET DYNAMIC ANALYSIS OF WORKING CAPITAL IN THE COMPANY MAKRO S.A. WHOLESALER S.A.

Leia mais

ANÁLISE ECONÔMICO-FINANCEIRA DAS SIDERÚRGICAS LISTADAS NA BOVESPA: COMPARAÇÃO POR ÍNDICES-PADRÃO

ANÁLISE ECONÔMICO-FINANCEIRA DAS SIDERÚRGICAS LISTADAS NA BOVESPA: COMPARAÇÃO POR ÍNDICES-PADRÃO XXIX ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO. ANÁLISE ECONÔMICO-FINANCEIRA DAS SIDERÚRGICAS LISTADAS NA BOVESPA: COMPARAÇÃO POR ÍNDICES-PADRÃO Rafael Martins Noriller (UFGD) rafael_mn1985@hotmail.com

Leia mais

Análise Econômico-Financeira do Makro Atacadista S/A

Análise Econômico-Financeira do Makro Atacadista S/A UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS E APLICADAS FACULDADE DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS DISCIPLINA ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS PROFESSOR HEBER LAVOR MOREIRA ADRIANA PRAZERES QUARESMA

Leia mais

Sicredi - Fundo de Investimento em Ações Petrobras (CNPJ n 08.336.054/0001-34) (Administrado pelo Banco Cooperativo Sicredi S.A.

Sicredi - Fundo de Investimento em Ações Petrobras (CNPJ n 08.336.054/0001-34) (Administrado pelo Banco Cooperativo Sicredi S.A. Sicredi - Fundo de Investimento em Ações Petrobras (CNPJ n 08.336.054/0001-34) Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2014 e relatório dos auditores independentes Relatório dos auditores independentes

Leia mais

Índices econômico Financeiros

Índices econômico Financeiros Índices econômico Financeiros ADMNISTRAÇÃO Professor: Me. Claudio Kapp Junior Email: juniorkapp@hotmail.com Objetivos da aula Apresentar a importância de calcular os indicadores financeiros em uma empresa.

Leia mais

Prefácio à 3ª edição, xiii Apresentação, xv. Parte I - Introdução, 1

Prefácio à 3ª edição, xiii Apresentação, xv. Parte I - Introdução, 1 Prefácio à 3ª edição, xiii Apresentação, xv Parte I - Introdução, 1 1 Conceitos Introdutórios, 3 1.1 Conceitos, 3 1.2 Objetivos da Análise das Demonstrações Contábeis, 5 1.3 Usuários da Análise das Demonstrações

Leia mais

BALANÇO SOCIAL: UM ESTUDO DE CASO DE UMA EMPRESA DO RAMO DE ENERGIA ELÉTRICA

BALANÇO SOCIAL: UM ESTUDO DE CASO DE UMA EMPRESA DO RAMO DE ENERGIA ELÉTRICA 2, 3 e 4 de Julho de 2009 ISSN 1984-9354 BALANÇO SOCIAL: UM ESTUDO DE CASO DE UMA EMPRESA DO RAMO DE ENERGIA ELÉTRICA Sandro Vieira Soares UFSC José Meirelles Neto UFSC Gustavo Rugoni de Sousa UFSC Elisete

Leia mais

Análise do Capital de Giro e Elaboração e Análise do Fluxo de Caixa

Análise do Capital de Giro e Elaboração e Análise do Fluxo de Caixa Análise do Capital de Giro e Elaboração e Análise do Fluxo de Caixa 1 ANÁLISE DO CAPITAL DE GIRO A Necessidade de Capital de Giro é a chave para a administração financeira de uma empresa. Necessidade de

Leia mais

ÍNDICES PARA ANÁLISE DE BALANÇO 1 ÍNDICES DE LIQUIDEZ

ÍNDICES PARA ANÁLISE DE BALANÇO 1 ÍNDICES DE LIQUIDEZ ÍNDICES PARA ANÁLISE DE BALANÇO 1 ÍNDICES DE LIQUIDEZ Liquidez Imediata = Disponibilidade / Passivo circulante Expressa a fração de reais que a empresa dispõe de imediato para saldar cada R$ 1,00 de suas

Leia mais

DESEMPENHO DAS DISTRIBUIDORAS DE ENERGIA ELÉTRICA NO ANO DA CRISE

DESEMPENHO DAS DISTRIBUIDORAS DE ENERGIA ELÉTRICA NO ANO DA CRISE XXX ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Maturidade e desafios da Engenharia de Produção: competitividade das empresas, condições de trabalho, meio ambiente. São Carlos, SP, Brasil, 12 a15 de outubro

Leia mais

Faculdade Carlos Drummond de Andrade Profa. Katia de Angelo Terriaga

Faculdade Carlos Drummond de Andrade Profa. Katia de Angelo Terriaga Faculdade Carlos Drummond de Andrade Profa. Katia de Angelo Terriaga CONTABILIDADE GERENCIAL ANÁLISE ECONÔMICO-FINANCEIRA ATRAVÉS DE ÍNDICES Importância da Análise Através de Indicadores. Visa obter através

Leia mais

GESTÃO FINANCEIRA DAS COOPERATIVAS: APLICAÇÃO DO MODELO DINÂMICO FINANCIAL ADMINISTRATION OF THE COOPERATIVES: APPLICATION OF THE DYNAMIC MODEL

GESTÃO FINANCEIRA DAS COOPERATIVAS: APLICAÇÃO DO MODELO DINÂMICO FINANCIAL ADMINISTRATION OF THE COOPERATIVES: APPLICATION OF THE DYNAMIC MODEL Universidade Tecnológica Federal do Paraná - UTFPR Campus Ponta Grossa - Paraná - Brasil ISSN 1808-0448 / v. 02, n. 02: p. 143-152, 2006 GESTÃO FINANCEIRA DAS COOPERATIVAS: APLICAÇÃO DO MODELO DINÂMICO

Leia mais

APLICAÇÃO DOS MODELOS DE PREVISÃO DE INSOLVÊNCIA, NAS EMPRESAS DA BM&FBOVESPA QUE SE ENCONTRAM EM SITUAÇÃO DE RECUPERAÇÃO JUDICIAL

APLICAÇÃO DOS MODELOS DE PREVISÃO DE INSOLVÊNCIA, NAS EMPRESAS DA BM&FBOVESPA QUE SE ENCONTRAM EM SITUAÇÃO DE RECUPERAÇÃO JUDICIAL APLICAÇÃO DOS MODELOS DE PREVISÃO DE INSOLVÊNCIA, NAS EMPRESAS DA BM&FBOVESPA QUE SE ENCONTRAM EM SITUAÇÃO DE RECUPERAÇÃO JUDICIAL RESUMO O estudo objetiva verificar a variação dos modelos de previsão

Leia mais

A aplicação dos Modelos de Previsão de Falência em Postos de Combustíveis: Um Estudo Exploratório. Resumo

A aplicação dos Modelos de Previsão de Falência em Postos de Combustíveis: Um Estudo Exploratório. Resumo A aplicação dos Modelos de Previsão de Falência em Postos de Combustíveis: Um Estudo Exploratório. Resumo Este trabalho busca retratar a realidade vivida por postos de combustíveis que faliram no interior

Leia mais

Liquidez e Endividamento dos Clubes de Futebol do Campeonato Brasileiro Um fator preocupante a continuidade do futebol?

Liquidez e Endividamento dos Clubes de Futebol do Campeonato Brasileiro Um fator preocupante a continuidade do futebol? Liquidez e Endividamento dos Clubes de Futebol do Campeonato Brasileiro Um fator preocupante a continuidade do futebol? Geovane Camilo dos Santos UFU geovane_camilo@yahoo.com.br Laise Teixeira Silva laiseteixeirasilva@hotmail.com

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO MODELO DINÂMICO NA ANÁLISE DO EQUILÍBRIO FINANCEIRO DAS EMPRESAS: UMA APLICAÇÃO NA INDÚSTRIA ROMI S.A

A IMPORTÂNCIA DO MODELO DINÂMICO NA ANÁLISE DO EQUILÍBRIO FINANCEIRO DAS EMPRESAS: UMA APLICAÇÃO NA INDÚSTRIA ROMI S.A 1 A IMPORTÂNCIA DO MODELO DINÂMICO NA ANÁLISE DO EQUILÍBRIO FINANCEIRO DAS EMPRESAS: UMA APLICAÇÃO NA INDÚSTRIA ROMI S.A Ailton Castro Pinheiro tygg2006@yahoo.com.br Discente do Curso de Ciências Contábeis/UFPA

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS FACULDADE DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS FACULDADE DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS FACULDADE DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE OS INDICADORES DE LIQUIDEZ COM A ANÁLISE

Leia mais

RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO

RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Prezado Cooperado, Em 2012 a economia brasileira apresentou forte desaceleração, tendo uma das mais baixas taxas de crescimento da América Latina, inferior até as pessimistas

Leia mais

ANÁLISE DE EMPRESAS SEGURADORAS DO BRASIL SEGUNDO O MODELO DINÂMICO DE GESTÃO FINANCEIRA

ANÁLISE DE EMPRESAS SEGURADORAS DO BRASIL SEGUNDO O MODELO DINÂMICO DE GESTÃO FINANCEIRA ANÁLISE DE EMPRESAS SEGURADORAS DO BRASIL SEGUNDO O MODELO DINÂMICO DE GESTÃO FINANCEIRA FELIPE VERSIANI MELLO FONSECA NUFI/CAD/UFMG ffonseca@niag.face.ufmg.br HUDSON FERNANDES AMARAL NUFI/CEPEAD/UFMG

Leia mais

FONTES DE FINANCIAMENTO DAS NECESSIDADES LÍQUIDAS DE CAPITAL DE GIRO: APLICAÇÃO DO MODELO DINÂMICO DE ANÁLISE FINACEIRA.

FONTES DE FINANCIAMENTO DAS NECESSIDADES LÍQUIDAS DE CAPITAL DE GIRO: APLICAÇÃO DO MODELO DINÂMICO DE ANÁLISE FINACEIRA. FONTES DE FINANCIAMENTO DAS NECESSIDADES LÍQUIDAS DE CAPITAL DE GIRO: APLICAÇÃO DO MODELO DINÂMICO DE ANÁLISE FINACEIRA. Cássio Roberto de Araújo Fernando de Sousa Santana Giani Claudia Setto Vieira Jussiara

Leia mais

O TERMÔMETRO DE KANITZ VERSUS ANÁLISE DE LIQUIDEZ TRADICIONAL: Um estudo de caso na empresa Roda Bem Comércio e Serviços Ltda.

O TERMÔMETRO DE KANITZ VERSUS ANÁLISE DE LIQUIDEZ TRADICIONAL: Um estudo de caso na empresa Roda Bem Comércio e Serviços Ltda. FACULDADE DE CARIACICA THAÍS MANOEL TEIXEIRA O TERMÔMETRO DE KANITZ VERSUS ANÁLISE DE LIQUIDEZ TRADICIONAL: Um estudo de caso na empresa Roda Bem Comércio e Serviços Ltda. CARIACICA 2012 THAÍS MANOEL TEIXEIRA

Leia mais

Análise Financeira de Balanço

Análise Financeira de Balanço UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ Instituto de Engenharia de Produção e Gestão Contabilidade Gerencial EPR 30 Análise Financeira de Balanço Juliano Jun Tatsumi nº11462 Marina Carvalho Brandão nº11466 Itajubá,

Leia mais

Guia Técnica Análise Financeira

Guia Técnica Análise Financeira Guia Técnica Análise Financeira Sertras Março 2015 Av. Paisagista José Silva de Azevedo Neto 200 bl. 4, sala 104, Barra da Tijuca, Rio de 1.- Índice 1.- Índice...2 2.- Introdução...3 3.- Procedimento Geral...4

Leia mais

ANÁLISE DO PERFIL DE INVESTIMENTO SOCIAL: UM ESTUDO DAS CEM MAIORES EMPRESAS DE CAPITAL ABERTO NO BRASIL NO ANO DE 2009.

ANÁLISE DO PERFIL DE INVESTIMENTO SOCIAL: UM ESTUDO DAS CEM MAIORES EMPRESAS DE CAPITAL ABERTO NO BRASIL NO ANO DE 2009. ANÁLISE DO PERFIL DE INVESTIMENTO SOCIAL: UM ESTUDO DAS CEM MAIORES EMPRESAS DE CAPITAL ABERTO NO BRASIL NO ANO DE 2009. Maria Carolina Domingues Franco 1 ; Michel Mott Machado 2 ; Ricardo Trovão 3 Estudante

Leia mais

Relação entre Capital de Giro e Necessidade de Capital de Giro.

Relação entre Capital de Giro e Necessidade de Capital de Giro. Relação entre Capital de Giro e Necessidade de Capital de Giro. Tendo em vista que o capital de giro representa o saldo correspondente à diferença entre os saldos das contas do ativo e passivo circulantes,

Leia mais

O que é Finanças? 22/02/2009 INTRODUÇÃO ÀS FINANÇAS CORPORATIVAS

O que é Finanças? 22/02/2009 INTRODUÇÃO ÀS FINANÇAS CORPORATIVAS Prof. Paulo Cesar C. Rodrigues E mail: prdr30@terra.com.br INTRODUÇÃO ÀS FINANÇAS CORPORATIVAS O que é administração financeira? Qual sua importância para as corporações? Como são tomadas as decisões financeiras?

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ - UFPR CARLOS OLIVEIRA DE ASSIS

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ - UFPR CARLOS OLIVEIRA DE ASSIS UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ - UFPR CARLOS OLIVEIRA DE ASSIS ANÁLISE FINANCEIRA NO RAMO DE AVIAÇÃO AÉREA NA ÓTICA DO MODELO FLEURIET CURITIBA 2012 UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ - UFPR CARLOS OLIVEIRA

Leia mais

Previsão da Necessidade de Capital de Giro utilizando os preceitos do Modelo de Entrada- Saída de Leontief

Previsão da Necessidade de Capital de Giro utilizando os preceitos do Modelo de Entrada- Saída de Leontief Previsão da Necessidade de Capital de Giro utilizando os preceitos do Modelo de Entrada- Saída de Leontief Adriano Antonio Nuintin Andréa Salvi Carlos Alberto Grespan Bonacim Evandro Marcos Saidel Ribeiro

Leia mais

ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS. Relatórios de Análise

ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS. Relatórios de Análise ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Relatórios de Análise Relatórios de análise Relatório de Análise é um documento, elaborado pelo analista de Balanços, que contém as conclusões resultantes do desenvolvimento

Leia mais

Notas Explicativas. Armando Madureira Borely armando.borely@globo.com

Notas Explicativas. Armando Madureira Borely armando.borely@globo.com CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO Home page: www.crc.org.br - E-mail: cursos@crcrj.org.br Notas Explicativas Armando Madureira Borely armando.borely@globo.com (Rio de Janeiro)

Leia mais

CONTABILIDADE PARA PEQUENAS EMPRESAS: A Utilização da Contabilidade como Instrumento de Auxílio às Micro e Pequenas Empresas

CONTABILIDADE PARA PEQUENAS EMPRESAS: A Utilização da Contabilidade como Instrumento de Auxílio às Micro e Pequenas Empresas CONTABILIDADE PARA PEQUENAS EMPRESAS: A Utilização da Contabilidade como Instrumento de Auxílio às Micro e Pequenas Empresas Geovana Alves de Lima Fedato 1 Claiton Pazzini Goulart 2 Lyss Paula de Oliveira

Leia mais

Análise Econômico-Financeira

Análise Econômico-Financeira Universidade Federal do Pará Curso de Ciências Contábeis Departamento de Contabilidade Análise Econômico-Financeira Gilvan Pereira Brito 0301007601 Belém-Pará 2007 1 Universidade Federal do Pará Curso

Leia mais

ANALISE DAS DEMONSTRAÇOES CONTÁBEIS BÁSICAS DE UMA COOPERATIVA DE CRÉDITO

ANALISE DAS DEMONSTRAÇOES CONTÁBEIS BÁSICAS DE UMA COOPERATIVA DE CRÉDITO UNIVERSIDADE REGIONAL DO NOROESTE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ADMINISTRATIVAS, CONTÁBEIS, ECONÔMICAS E DA COMUNICAÇÃO CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS ANALISE DAS DEMONSTRAÇOES CONTÁBEIS

Leia mais

Curso Extensivo de Contabilidade Geral

Curso Extensivo de Contabilidade Geral Curso Extensivo de Contabilidade Geral Adelino Correia 4ª Edição Enfoque claro, didático e objetivo Atualizado de acordo com a Lei 11638/07 Inúmeros exercícios de concursos anteriores com gabarito Inclui

Leia mais

Análise dinâmica do capital de giro e inflação: um estudo de caso em empresa de recursos hídricos

Análise dinâmica do capital de giro e inflação: um estudo de caso em empresa de recursos hídricos 1 Análise dinâmica do capital de giro e inflação: um estudo de caso em empresa de recursos hídricos Autor FLÁVIO DONIZETE BATISTELLA FEARP - USP Resumo A liquidez de uma companhia é um assunto que há muito

Leia mais

Olá, pessoal! Bons estudos! Ciclo Operacional e Ciclo Financeiro.

Olá, pessoal! Bons estudos! Ciclo Operacional e Ciclo Financeiro. Olá, pessoal! Hoje vou falar sobre um dos tópicos mais obscuros do edital de Análise de Balanços do concurso para Fiscal do ICMS de São Paulo. Trata-se do seguinte item: Análise do Capital de Giro: Necessidade

Leia mais

DISTRIBUIÇÃO DO LUCRO 1

DISTRIBUIÇÃO DO LUCRO 1 DISTRIBUIÇÃO DO LUCRO 1 Gillene da Silva Sanses 2 O artigo apresenta a nova realidade em que se inserem, sob a perspectiva de critério para cálculo, deliberação e distribuição aos sócios, dos lucros. O

Leia mais

ANÁLISE DAS DEMONTRAÇÕES FINANCEIRAS DE UMA EMPRESA DO SETOR DE ELETRODOMÉSTICO PARA TOMADA DE DECISÕES NA GESTÃO EMPRESARIAL

ANÁLISE DAS DEMONTRAÇÕES FINANCEIRAS DE UMA EMPRESA DO SETOR DE ELETRODOMÉSTICO PARA TOMADA DE DECISÕES NA GESTÃO EMPRESARIAL ANÁLISE DAS DEMONTRAÇÕES FINANCEIRAS DE UMA EMPRESA DO SETOR DE ELETRODOMÉSTICO PARA TOMADA DE DECISÕES NA GESTÃO EMPRESARIAL Linha de Pesquisa: Gestão Empresarial Evânio Carvalho Cruz Univás -Pouso Alegre/MG

Leia mais

AVALIAÇAO FINANCEIRA DA GRENDENE S/A

AVALIAÇAO FINANCEIRA DA GRENDENE S/A Universidade federal de Itajubá Instituto de Engenharia de Produção e Gestão IEPG AVALIAÇAO FINANCEIRA DA GRENDENE S/A EPR 30 Contabilidade Gerencial Prof: Edson de Oliveira Pamplona Equipe: - Bruno José

Leia mais

O EFEITO DE DIFERENTES CRITÉRIOS DE DEPRECIAÇÃO DE ATIVOS OPERACIONAIS NA ANÁLISE DO FLUXO DE CAIXA GERADO POR UM PROJETO

O EFEITO DE DIFERENTES CRITÉRIOS DE DEPRECIAÇÃO DE ATIVOS OPERACIONAIS NA ANÁLISE DO FLUXO DE CAIXA GERADO POR UM PROJETO O EFEITO DE DIFERENTES CRITÉRIOS DE DEPRECIAÇÃO DE ATIVOS OPERACIONAIS NA ANÁLISE DO FLUXO DE CAIXA GERADO POR UM PROJETO Ricardo Zerinto Martins 1, Paulo César Ribeiro Quintairos 2 1 Mestrando em Gestão

Leia mais

Cálculo da duration como ferramenta auxiliar aos modelos de previsão de insolvência

Cálculo da duration como ferramenta auxiliar aos modelos de previsão de insolvência Cálculo da duration como ferramenta auxiliar aos modelos de previsão de insolvência Prof.Dr.Alexandre Assaf Neto Professor do Departamento de Contabilidade da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade

Leia mais

CÁLCULO DO CAPITAL DE GIRO 1 RESUMO 1.0 INTRODUÇÃO. Pâmela Marcelino Araújo 2 Eurípedes Bastos Siqueira 3

CÁLCULO DO CAPITAL DE GIRO 1 RESUMO 1.0 INTRODUÇÃO. Pâmela Marcelino Araújo 2 Eurípedes Bastos Siqueira 3 CÁLCULO DO CAPITAL DE GIRO 1 Pâmela Marcelino Araújo 2 Eurípedes Bastos Siqueira 3 RESUMO O mercado apresenta alto nível de competitividade e inovações. Segundo dados do Sebrae (2011) uma das principais

Leia mais

INTEGRANDO O BALANCED SCORECARD AO MODELO DE ANALISE DINÂMICA DE FLEURIET

INTEGRANDO O BALANCED SCORECARD AO MODELO DE ANALISE DINÂMICA DE FLEURIET INTEGRANDO O BALANCED SCORECARD AO MODELO DE ANALISE DINÂMICA DE FLEURIET Ricardo Daher Oliveira, Msc. Faculdade de Vila Velha UNIVILA José Antonio Arantes Salles, Dr. Programa de Pós-Graduação em Engenharia

Leia mais

INDICADORES DE ATIVIDADE: A SUA CONTRIBUIÇÃO NA GESTÃO EMPRESARIAL. Heber Lavor Moreira MARTA NÚBIA DE JESUS BARROS

INDICADORES DE ATIVIDADE: A SUA CONTRIBUIÇÃO NA GESTÃO EMPRESARIAL. Heber Lavor Moreira MARTA NÚBIA DE JESUS BARROS INDICADORES DE ATIVIDADE: A SUA CONTRIBUIÇÃO NA GESTÃO EMPRESARIAL MARTA NÚBIA DE JESUS BARROS Graduanda de Ciências Contábeis da UFPA martanubia@bol.com.br Heber Lavor Moreira Professor Orientador heber@peritocontador.com.br

Leia mais

Palavras-chave: Empresas. Modelos de Previsão de Falência. Solvência.

Palavras-chave: Empresas. Modelos de Previsão de Falência. Solvência. Aplicação dos Modelos de Elizabetsky e Kanitz na Previsão de Falência: Um Estudo Descritivo das Melhores e Maiores Empresas por Setor Listadas na Revista Exame em 2010 Resumo: O objetivo do estudo foi

Leia mais

FLUXOS DE CAIXA E CAPITAL DE GIRO UMA ADAPTAÇÃO DO MODELO DE FLEURIET RESUMO

FLUXOS DE CAIXA E CAPITAL DE GIRO UMA ADAPTAÇÃO DO MODELO DE FLEURIET RESUMO FLUXOS DE CAIXA E CAPITAL DE GIRO UMA ADAPTAÇÃO DO MODELO DE FLEURIET Autoria: Andréa Alves Silveira Monteiro, Roberto Moreno RESUMO Como parte das propostas de alteração da nova Lei das Sociedades Anônimas,

Leia mais

Ao se analisar o comportamento do fluxo de recursos provenientes das operações mercantis das empresas, é possível retratar tal como a figura a seguir:

Ao se analisar o comportamento do fluxo de recursos provenientes das operações mercantis das empresas, é possível retratar tal como a figura a seguir: Modelo Fleuriet Ao se analisar o comportamento do fluxo de recursos provenientes das operações mercantis das empresas, é possível retratar tal como a figura a seguir: COMPRAS PRODUÇÃO E ESTOCAGEM CAIXA

Leia mais

Análise da Performance Econômica e Financeira da Empresa Coteminas (Companhia de Tecidos Norte de Minas)

Análise da Performance Econômica e Financeira da Empresa Coteminas (Companhia de Tecidos Norte de Minas) Análise da Performance Econômica e Financeira da Empresa Coteminas (Companhia de Tecidos Norte de Minas) Resumo Cátia Raquel Felden Bartz 1 Gisele Carolina Padoin 2 Juliana Horbach 3 Diego Antonio Saugo

Leia mais

Análises de demonstrações financeiras

Análises de demonstrações financeiras Análises de demonstrações financeiras Professor: Me. Claudio Kapp Junior Email: juniorkapp@hotmail.com Análise da demonstrações financeiras Demonstrações: Importante veículo de comunicação entre empresa

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA DE CURTO PRAZO

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA DE CURTO PRAZO ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA DE CURTO PRAZO 1.1. Capital de Giro O Capita de Giro refere-se aos recursos correntes de curto prazo pertencentes à empresa. Dessa forma, o capital de giro corresponde aos recursos

Leia mais

UM ESTUDO SOBRE O USO DO MODELO FLEURIET NA GESTÃO FINANCEIRA DE EMPRESAS DO SETOR ELÉTRICO LISTADAS NA BM&FBOVESPA

UM ESTUDO SOBRE O USO DO MODELO FLEURIET NA GESTÃO FINANCEIRA DE EMPRESAS DO SETOR ELÉTRICO LISTADAS NA BM&FBOVESPA UM ESTUDO SOBRE O USO DO MODELO FLEURIET NA GESTÃO FINANCEIRA DE EMPRESAS DO SETOR ELÉTRICO LISTADAS NA BM&FBOVESPA CONTABILIDADE PARA USUÁRIOS EXTERNOS RESUMO Este estudo teve por objetivo demonstrar

Leia mais

Análise das demonstrações financeiras como instrumento para tomada de decisões.

Análise das demonstrações financeiras como instrumento para tomada de decisões. Análise das demonstrações financeiras como instrumento para tomada de decisões. Kleiton Ribeiro da Silva Paulo Cesar de Souza Resumo: A tomada de decisões

Leia mais

REDUÇÃO AO VALOR RECUPERAVEL DE ATIVOS - CONCEITO E IMPACTO NA EMPRESA GERDAU S/A. Amanda Caroline Diniz Pereira¹, José César de Faria²

REDUÇÃO AO VALOR RECUPERAVEL DE ATIVOS - CONCEITO E IMPACTO NA EMPRESA GERDAU S/A. Amanda Caroline Diniz Pereira¹, José César de Faria² REDUÇÃO AO VALOR RECUPERAVEL DE ATIVOS - CONCEITO E IMPACTO NA EMPRESA GERDAU S/A Amanda Caroline Diniz Pereira¹, José César de Faria² ¹Universidade do Vale do Paraíba/Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas

Leia mais

Departamento de Desenvolvimento Profissional ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS

Departamento de Desenvolvimento Profissional ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Departamento de Desenvolvimento Profissional ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Profª Adriana Valente e-mail: adrianatvalente@hotmail.com Rio de Janeiro, 2º semestre de 2015. Rua 1º de Março, 33 Centro

Leia mais

Conceito. Praticamente todos os indivíduos e organizações recebem ou levantam, gastam ou investem dinheiro.

Conceito. Praticamente todos os indivíduos e organizações recebem ou levantam, gastam ou investem dinheiro. Plano de Ensino Conceito A Função Financeira nas Empresas Utilização das informações contábeis Áreas de Decisões Financeiras Objetivos do Administrador Financeiro Organização da Função Financeira Estrutura

Leia mais

Análise Através dos Índices

Análise Através dos Índices PARTE II Avaliação do Desempenho Empresarial Análise Através dos Índices 1 RECORDANDO 1.1 INTRODUÇÃO Numa empresa, freqüentemente os responsáveis pela administração estão tomando decisões, quase todas

Leia mais

UNIVERSIDADE CÂNDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSO PROJETO A VEZ DO MESTRE

UNIVERSIDADE CÂNDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSO PROJETO A VEZ DO MESTRE 1 UNIVERSIDADE CÂNDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSO PROJETO A VEZ DO MESTRE ANÁLISE POR QUOCIENTES DE ESTRUTURA DE CAPITAIS PARA EMPRESAS DE MÉDIO PORTE Por: Marcelo da Fonseca Ribeiro Orientador Prof.

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO HUGO ISAMU SHINOMIYA JESSICA VALERIA LIMA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO HUGO ISAMU SHINOMIYA JESSICA VALERIA LIMA 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO HUGO ISAMU SHINOMIYA JESSICA VALERIA LIMA ANÁLISE DE BALANÇO - FIBAM CIA INDUSTRIAL Belém - PA 2011 2 HUGO

Leia mais

IBRACON NPC VI - INVESTIMENTOS - PARTICIPAÇÕES EM OUTRAS SOCIEDADES

IBRACON NPC VI - INVESTIMENTOS - PARTICIPAÇÕES EM OUTRAS SOCIEDADES IBRACON NPC VI - INVESTIMENTOS - PARTICIPAÇÕES EM OUTRAS SOCIEDADES INTRODUÇÃO 1. Este pronunciamento abrange as participações em sociedades coligadas e controladas e as participações minoritárias de natureza

Leia mais

POLÍTICA DE INVESTIMENTOS PARA 2010

POLÍTICA DE INVESTIMENTOS PARA 2010 POLÍTICA DE INVESTIMENTOS PARA 2010 Subordinada à Resolução CMN nº 3.792 de 24/09/09 1- INTRODUÇÃO Esta política tem como objetivo estabelecer as diretrizes a serem observadas na aplicação dos recursos

Leia mais

FLUXO DE CAIXA COMO FERRAMENTA DE GESTÃO FINANCEIRA PARA MICROEMPRESA

FLUXO DE CAIXA COMO FERRAMENTA DE GESTÃO FINANCEIRA PARA MICROEMPRESA FLUXO DE CAIXA COMO FERRAMENTA DE GESTÃO FINANCEIRA PARA MICROEMPRESA Laércio Dahmer 1 Vandersézar Casturino2 Resumo O atual mercado competitivo tem evidenciado as dificuldades financeiras da microempresa.

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO FLUXO DE CAIXA EM UMA ORGANIZAÇÃO

A IMPORTÂNCIA DO FLUXO DE CAIXA EM UMA ORGANIZAÇÃO A IMPORTÂNCIA DO FLUXO DE CAIXA EM UMA ORGANIZAÇÃO Nádia Nascimento Cardoso 1, Carla Cristina Ferreira de Miranda orientadora 2 1 Faculdade de Ciências Sociais e Aplicadas Universidade do Vale Paraíba,

Leia mais

PLANO DE ENSINO 2015-1 Análise de Investimento e Capital de Giro Módulo C Carga Horária: 47 h. Ementa da disciplina:

PLANO DE ENSINO 2015-1 Análise de Investimento e Capital de Giro Módulo C Carga Horária: 47 h. Ementa da disciplina: PLANO DE ENSINO 2015-1 Análise de Investimento e Capital de Giro Módulo C Carga Horária: 47 h. Ementa da disciplina: Conteúdo Programático: Estudar as técnicas de análise de investimentos para analisar

Leia mais

Aula 5 Contextualização

Aula 5 Contextualização Gestão Financeira Aula 5 Contextualização Prof. Esp. Roger Luciano Francisco Demonstrativos Contábeis e Análise Financeira Contabilidade é uma ciência aplicada que, por intermédio de uma metodologia específica,

Leia mais

CONTABILIDADE AVANÇADA CAPÍTULO 1: DEMONSTRAÇÃO DAS ORIGENS E APLICAÇÕES DE RECURSOS

CONTABILIDADE AVANÇADA CAPÍTULO 1: DEMONSTRAÇÃO DAS ORIGENS E APLICAÇÕES DE RECURSOS CONTABILIDADE AVANÇADA CAPÍTULO 1: DEMONSTRAÇÃO DAS ORIGENS E APLICAÇÕES DE RECURSOS 1.1 - CONCEITO A Demonstração das Origens e Aplicações de recursos (DOAR) deixou de ser obrigatória por força da lei

Leia mais

Método Direto ou Método Indireto?

Método Direto ou Método Indireto? Método Direto ou Método Indireto? Nova legislação brasileira muda perfil do profissional contábil e valoriza quem, conhece as normas internacionais. demonstrativos oficiais : Já a partir dos primeiros

Leia mais

Safra Fundo Mútuo de Privatização FGTS Vale do Rio Doce (Administrado pelo Banco Safra S.A.) Demonstrações Financeiras em 31 de março de 2004 e em 30

Safra Fundo Mútuo de Privatização FGTS Vale do Rio Doce (Administrado pelo Banco Safra S.A.) Demonstrações Financeiras em 31 de março de 2004 e em 30 Safra Fundo Mútuo de Privatização FGTS Vale do Rio Doce Demonstrações Financeiras em 31 de março de 2004 e em 30 de setembro de 2003 e parecer dos auditores independentes Parecer dos auditores independentes

Leia mais

ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Considerações Gerais

ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Considerações Gerais ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Considerações Gerais Sumário 1. A Importância Dos Índices Nas Demonstrações Financeiras 1.1 - Preparação e Reclassificação Das Contas 2. Grupos de Índices 3. Capital

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 18 (R2)

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 18 (R2) COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 18 (R2) Investimento em Coligada, em Controlada e em Empreendimento Controlado em Conjunto Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade

Leia mais

Instituto Tecnológico de Aeronáutica Engenharia de Infra-Estrutura Aeronáutica. Relatório de Estágio Curricular. Sérgio Henrique Cunha de Albuquerque

Instituto Tecnológico de Aeronáutica Engenharia de Infra-Estrutura Aeronáutica. Relatório de Estágio Curricular. Sérgio Henrique Cunha de Albuquerque Instituto Tecnológico de Aeronáutica Engenharia de Infra-Estrutura Aeronáutica Relatório de Estágio Curricular Sérgio Henrique Cunha de Albuquerque São José dos Campos Novembro/2005 Relatório de estágio

Leia mais

ANÁLISE DE CAPITAL DE GIRO NAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS

ANÁLISE DE CAPITAL DE GIRO NAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS ANÁLISE DE CAPITAL DE GIRO NAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS MIRELA BOLDRINI LUMES ¹ RESUMO Capital de giro é o conjunto de valores necessários para a empresa fazer seus negócios acontecerem. Pode se dizer

Leia mais

BNDES: solidez patrimonial e perspectivas de futuro

BNDES: solidez patrimonial e perspectivas de futuro BNDES: solidez patrimonial e perspectivas de futuro Por Selmo Aronovich 1 O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) é uma instituição financeira voltada para o apoio ao investimento

Leia mais

Aula 1 - Montagem de Fluxo de Caixa de Projetos

Aula 1 - Montagem de Fluxo de Caixa de Projetos Avaliação da Viabilidade Econômico- Financeira em Projetos Aula 1 - Montagem de Fluxo de Caixa de Projetos Elias Pereira Apresentação Professor Alunos Horário 19:00h às 23:00 h com 15 min. Faltas Avaliação

Leia mais

A IMPORTANCIA DA GESTÃO DE CAPITAL DE GIRO RESUMO

A IMPORTANCIA DA GESTÃO DE CAPITAL DE GIRO RESUMO A IMPORTANCIA DA GESTÃO DE CAPITAL DE GIRO Flávio Augusto da Silva Dias flavinhokaf@hotmail.com Julio Cesar Sgarbi Julio.uru@hotmail.com RESUMO Com a busca de melhores resultados e maximização dos lucros

Leia mais

A ESTRUTURA DO BALANÇO PATRIMONIAL: UM COMPARATIVO ANTES E DEPOIS DA ADOÇÃO DO PADRÃO CONTÁBIL INTERNACIONAL.

A ESTRUTURA DO BALANÇO PATRIMONIAL: UM COMPARATIVO ANTES E DEPOIS DA ADOÇÃO DO PADRÃO CONTÁBIL INTERNACIONAL. A ESTRUTURA DO BALANÇO PATRIMONIAL: UM COMPARATIVO ANTES E DEPOIS DA ADOÇÃO DO PADRÃO CONTÁBIL INTERNACIONAL. Eliseu Pereira Lara 1 RESUMO: As alterações ocorridas na legislação contábil, visando à adequação

Leia mais

Unidade I FUNDAMENTOS DA GESTÃO. Prof. Jean Cavaleiro

Unidade I FUNDAMENTOS DA GESTÃO. Prof. Jean Cavaleiro Unidade I FUNDAMENTOS DA GESTÃO FINANCEIRA Prof. Jean Cavaleiro Introdução Definir o papel da gestão financeira; Conceitos de Gestão Financeira; Assim como sua importância na gestão de uma organização;

Leia mais

Unidade III FINANÇAS EM PROJETO DE TI. Prof. Fernando Rodrigues

Unidade III FINANÇAS EM PROJETO DE TI. Prof. Fernando Rodrigues Unidade III FINANÇAS EM PROJETO DE TI Prof. Fernando Rodrigues Quando se trabalha com projetos, é necessária a utilização de técnicas e ferramentas que nos auxiliem a estudálos, entendê-los e controlá-los.

Leia mais

Comentários às Mudanças Contábeis na Lei nº 6.404/76 MP nº 449/08

Comentários às Mudanças Contábeis na Lei nº 6.404/76 MP nº 449/08 Comentários às Mudanças Contábeis na Lei nº 6.404/76 MP nº 449/08 Comentários às Mudanças Contábeis na Lei nº 6.404/76 MP nº 449/08 No dia 3 de dezembro de 2008, foi editada a Medida Provisória nº 449,

Leia mais