XXIII ENANGRAD. Finanças (FIN)

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "XXIII ENANGRAD. Finanças (FIN)"

Transcrição

1 XXIII ENANGRAD Finanças (FIN) ANÁLISE DA GESTÃO DO FLUXO LÍQUIDO DE CAIXA DE QUATRO EMPRESAS DO RAMO DE SIDERURGIA DURANTE OS PERÍODOS DE 2007, 2008, 2009 E 2010 Micheli de Almeida Muniz Lucimeire Cordeiro da Silva Bento Gonçalves, 2012

2 FINANÇAS Código: FIN ANÁLISE DA GESTÃO DO FLUXO LÍQUIDO DE CAIXA DE QUATRO EMPRESAS DO RAMO DE SIDERURGIA DURANTE OS PERÍODOS DE 2007, 2008, 2009 E JULHO/ 2012

3 RESUMO O objetivo final deste estudo será identificar a empresa que mais possui capacidade de amortização de suas dívidas com recursos próprios e sua capacidade de geração bruta de caixa para financiamento de sua necessidade de capital de giro. A metodologia adotada foi bibliográfica e documental De acordo com os resultados encontrados, em relação a capacidade da empresa em financiar sua Necessidade de Capital de Giro, todas apresentaram superávit de caixa em todos os períodos estudados com exceção da Gerdau no ano de 2010.A estratégia comum identificada entre as empresas foi a utilização da geração operacional de caixa para amortizar suas dívidas de curto prazo e para financiar os investimentos que cresceram acentuadamente durante os períodos estudados. Porém, isso provocou ausência de recursos para pagamento das dívidas de longo prazo, resultando em indicadores negativos e elevação de endividamento em longo prazo com algumas exceções. A FERBASA se destaca como a empresa que mais conseguiu amortizar suas dívidas a curto e a longo prazo durante os anos de 2007 a Entretanto, o desempenho da Gerdau foi melhor no ano de Palavras-chave: Fluxo de Caixa. Necessidade de Capital de Giro. Geração Bruta de Caixa. ABSTRACT The ultimate goal of this study is to identify the company that has more capacity for repayment of their debts with their own resources and its ability to generate gross cash to finance its working capital needs. The methodology was bibliographical and documentary According to the results, regarding the company's ability to finance its working capital requirement, all showed a surplus of cash in all periods except for Gerdau in the year 2010.A strategy common among the companies identified was the use of operating cash flow to repay its short-term debt and to finance investments which rose sharply during the periods studied. However, this caused a lack of resources for payment of long-term debt, resulting in negative indicators and rising debt in the long term with some exceptions. FERBASA stands out as the company more able to repay its debts in the short and long term during the years 2007 to However, the performance of Gerdau was better in Keywords: Cash Flow. Need for Working Capital. Gross Generation Cash.

4 1. INTRODUÇÃO A demonstração do Fluxo de Caixa é uma demonstração muito útil para o gestor da empresa. Sua publicação é obrigatória para empresas de capital aberto e companhia fechada com patrimônio líquido, na data do balanço, superior a R$ ,00 (dois milhões de Reais), de acordo com a Lei /07. Segundo MATARAZZO (1998;370), Quase sempre os problemas de insolvência ou liquidez ocorrem por falta de adequada administração do fluxo de caixa... Portanto, analisar a gestão de caixa das empresas é identificar o seu fôlego financeiro para suportar as intempéries externas. Esta pesquisa se propõe analisar os fluxos líquidos de caixa de quatro grandes empresas do setor de siderurgia, segundo a BOVESPA, são empresas classificadas em nível 1 (um) de governança corporativa: FERBASA, GERDAU S.A., USIMINAS e CSN que embora não esteja classificada pela BOVESPA em nível 1 (um) de governança corporativa, será incluída nesta pesquisa devido a sua importância econômica e social para nossa região. Portanto este estudo ficará delimitado ao levantamento dos dados para análise das quatro empresas citadas pelo período de 2007 a 2010, Através da Demonstração do Fluxo Líquido de Caixa, pode-se saber se a empresa foi auto-suficiente no financiamento de seu giro e qual sua capacidade de expansão com recursos próprios gerados pelas operações. Portanto, as principais informações dessa demonstração referem-se à capacidade financeira da empresa de: autofinanciamento das operações (compra, produção e vendas) independência do sistema bancário no curto prazo gerar recursos para manter e expandir o nível de investimentos amortizar dívidas bancárias de curto e de longo prazo. Diante do exposto acima, o problema deste estudo pode ser colocado da seguinte maneira: A geração bruta de caixa das empresas siderúrgicas estudadas cobrem a necessidade de capital de giro? Qual empresa possui maior capacidade de amortização de financiamentos com recursos próprios? Para responder a estas perguntas o objetivo final deste estudo será identificar a empresa que mais se destaca na quanto a capacidade de amortização de financiamento, tendo como objetivos intermediários a análise da capacidade de financiamento da Necessidade de Capital de Giro, da capacidade de pagamento de dívidas bancárias de curto prazo, de investimentos e de amortização de financiamentos de longo prazo. Para concretização deste estudo será adotado a metodologia, quanto aos fins, bibliográfica e documental.

5 2. DESENVOLVIMENTO 2.1 Referencial Teórico As Empresas A Gerdau 1 Segundo o relatório da administração, a Gerdau é o siderúrgico líder na produção de aços longos nas Américas, com uma capacidade instalada superior a 20 milhões de toneladas de aço bruto. Iniciou sua trajetória de expansão há mais de um século, sendo um dos principais players no processo de consolidação do setor global do aço. Conta com colaboradores constantemente treinados e preparados para enfrentar novos desafios e mantém operações nas Américas, na Europa e na Ásia. É a maior recicladora de metais ferrosos da América Latina. Produz aços longos comuns e especiais e aços planos para os setores de construção civil, indústria, automotivo e agropecuário. Para alcançar níveis crescentes de rentabilidade, a Companhia integra sua cadeia de produção por intermédio de uma rede de usinas, centros de serviços, unidades de transformação e canais distribuidores, estrategicamente posicionados nos principais polos de consumo. Com presença no mercado de capitais há mais de 60 anos, possui cinco empresas de capital aberto a Metalúrgica Gerdau S.A., a Gerdau S.A. e a Aços Villares S.A., no Brasil, a Gerdau Ameristeel Corporation, subsidiária na América do Norte, e a Empresa Siderúrgica del Peru S.A.A. - Siderperú, no Peru. Suas ações são negociadas nas bolsas de valores de São Paulo, Nova York, Toronto, Madri e Lima, contando com mais de 140 mil acionistas. Em 2009, as ações da Gerdau movimentaram R$ 89,4 bilhões (US$ 44,7 bilhões) nas diversas bolsas de valores. A Usiminas 2 Usiminas é uma empresa do setor siderúrgico líder na produção e comercialização de aços planos laminados a frio e a quente, bobinas, placas e revestidos, destinados principalmente aos setores de bens de capital e de bens de consumo da linha branca, além da indústria automotiva. Foi fundada em 25 de abril de 1956 em Ipatinga, no que viria a ser o Vale do Aço, Minas Gerais. Sua constituição societária e legal foi elaborada nessa data por Gabriel Andrade Janot Pacheco e seu primeiro presidente foi o engenheiro Amaro Lanari Júnior. Em 1964 Ipatinga, a 220 km de Belo Horizonte, se emancipa de Ipatinga e a Usiminas passa a estar neste novo município. Sua sede administrativa encontra-se em Belo horizonte, em frente à Universidade Federal de Minas Gerais e ao lado do BH-TEC. O Sistema Usiminas destaca-se como o maior complexo siderúrgico de aços planos da América Latina e um dos 20 maiores do mundo. A Usiminas é a líder do Sistema, formado por empresas que atuam em siderurgia e em negócios onde o aço tem importância estratégica. Atualmente designa um pool de diversas empresas, estando empenhada com a transparência no relacionamento com o mercado de capitais. A Ferbasa 3 1 Informações extraídas do site da Comissão de Valores Mobiliários acessado em 20/01/ Informações extraídas do site acessado em 20/01/2012.

6 Fundada em 23 de fevereiro de 1961 pelo engenheiro José Corgosinho de Carvalho Filho, a FERBASA iniciou suas atividades no município de Campo Formoso, Bahia, no ramo de mineração, com o objetivo de produzir ferro cromo. Líder em seu segmento, está entre as 500 maiores empresas do país e as 20 maiores da Bahia, com faturamento anual superior a U$ 500 milhes. Conhecida pelo desenvolvimento de produtos de alta qualidade e forte atuação no trabalho social, a empresa, produtora de ferro cromo alto carbono (FeCrAC), ferro cromo baixo carbono (FeCrBC), ferro silício cromo (FeSiCr) e ferro silício 75%, comemora em 2011 o seu cinquentenário. É a maior fabricante de Ferro ligas do Brasil e única produtora integrada de ferro cromo das Américas, exercendo as atividades de mineração, reflorestamento e metalurgia A CSN 4 A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) é a maior indústria siderúrgica do Brasil e da América Latina, e uma das maiores do mundo. Sua usina situa-se na cidade de Volta Redonda, no médio Paraíba, no sul do estado do Rio de Janeiro, tendo suas minas de minério de ferro e outros minerais na região de Congonhas e Arcos, ambas cidades do estado de Minas Gerais e também de carvão na região de Siderópolis no estado de Santa Catarina. Sua principal usina hoje produz cerca de 6 milhões de toneladas de aço bruto e mais de 5 milhões de toneladas de laminados por ano, sendo considerada uma das mais produtivas do mundo Governança Corporativa Segundo o Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) 5, governança corporativa é um sistema pelo qual as sociedades são dirigidas e monitoradas, envolvendo os acionistas e os cotistas, Conselho de Administração, Diretoria, Auditoria Independente e Conselho Fiscal. As boas práticas de governança corporativa têm a finalidade de aumentar o valor da sociedade, facilitar seu acesso ao capital e contribuir para a sua perenidade. Implantados em dezembro de 2000 pela Bolsa de Valores de São Paulo - BM&FBOVESPA 6, os Níveis Diferenciados de Governança Corporativa são segmentos especiais de listagem que foram desenvolvidos com o objetivo de proporcionar um ambiente de negociação que estimulasse, simultaneamente, o interesse dos investidores e a valorização das companhias. Empresas listadas nesses segmentos oferecem aos seus acionistas investidores melhorias nas práticas de governança corporativa que ampliam os direitos societários dos acionistas minoritários e aumentam a transparência das companhias, com divulgação de maior volume de informações e de melhor qualidade, facilitando o acompanhamento de sua performance. A premissa básica é que a adoção de boas práticas de governança corporativa pelas companhias confere maior credibilidade ao mercado acionário e, como conseqüência, aumenta a confiança e a disposição dos investidores em adquirirem as suas ações, pagarem um preço melhor por elas, reduzindo seu custo de captação. 3 Informações extraídas do site acessado em 20/01/ Informações extraídas do site acessado em 20/01/ Conceito obtido no site do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa: acessado em 20/01/ Informações extraídas do site da Bovespa.

7 A adesão das Companhias ao Nível 1 ou ao Nível 2 depende do grau de compromisso assumido e é formalizada por meio de um contrato, assinado pela BM&FBOVESPA, pela Companhia, seus administradores, conselheiros fiscais e controladores. Ao assinarem o contrato, as partes acordam em observar o Regulamento de Listagem do segmento específico, que consolida os requisitos que devem ser atendidos pelas Companhias listadas naquele segmento, além de, no caso das Companhias Nível 2, adotar a arbitragem para solução de eventuais conflitos societários Demonstração do Fluxo de Caixa Segundo Coelho & Lins (2010: 109), a demonstração do Fluxo de Caixa registra as variações ocorridas durante o período contábil no saldo de caixa e equivalentes de caixa. Essas alterações deverão ser separadas em três fluxos: das operações, dos financiamentos e dos investimentos. Segundo Matarazzo (1998: 370): Aas principais informações dessa demonstração referem-se à capacidade financeira da empresa de: autofinanciamento das operações (compra, produção e vendas) independência do sistema bancário no curto prazo gerar recursos para manter e expandir o nível de investimentos amortizar dívidas bancárias de curto e de longo prazo Índices para Análise da Gestão de caixa das Empresas Quadro 01: Índices para Análise da Gestão de Caixa Nomenclatura Índice Mensura: Capacidade de Geraçãobru tadecaixa Qual a capacidade da empresa em financiamento da 100 financiar o crescimento da atividade VaraiçãoNCG NCG comercial Capacidade de Pagamento de GeraçãoOpe racionaldecaixa Qual a capacidade da empresa em 100 pagar empréstimos bancários de curto Dívidas Bancárias SaldoInicialdeEmprBancários prazo de Curto Prazo Capacidade de GeraçãoOpe racionaldecaixa Qual a capacidade da empresa de 100 efetuar investimentos com recursos Investimentos VariaçãodosItensPermanentesdeCaixa próprios Capacidade amortização financiamentos de de GeraçãoOperacionaldeCaixa VariaçãoPermanentedeCaixa 100 SaldoinicaldeExigívelaLongo Pr azo Fonte: quadro exposto por Matarazzo (1998:385). Qual a capacidade da empresa em amortizar financiamentos de longo prazo, com os recursos próprios, sem prejuízo dos investimentos em curso

8 2.2. Metodologia Tipo de Pesquisa A pesquisa será quanto aos fins e aos meios da seguinte forma: a) quanto aos fins: pesquisa descritiva: Exposição dos quatro indicadores indicadores de desempenho para análise da gestão de caixa. b) quanto aos meios: pesquisa bibliográfica: consulta de material (livros didáticos, artigos, e sites) relacionado ao tema. Pesquisa documental: este estudo utilizará os dados de Informação Financeiras públicas das empresas das empresas do setor de siderurgia classificada pela BOVESPA de Governança Corporativa Nível 1 (USIMINAS, GERDAU e FERBASA) e a CSN, incluída nesta pesquisa pela sua importância econômica e social para a região, os períodos estudados se limitarão aos anos de 2007 a Coleta de Dados Serão utilizadas diversas publicações relacionadas ao tema em questão. Os dados serão obtidos através do site da Comissão de Valores Mobiliários Tratamento dos Dados A amostra será composta de empresas do setor de siderurgia, como descrito acima, cuja classificação pela BOVESPA em Governança Corporativa seja de Nível 1 (USIMINAS, GERDAU e FERBASA) e a CSN. O tratamento dos dados será da seguinte forma: a) obtenção dos dados das empresas em estudo; b) cálculo da Necessidade de Capital de Giro; c) cálculo da geração bruta de caixa; e) cálculo dos indicadores; Resultados e Discussão Análise da Gestão de Caixa da GERDAU S/A Tabela 01: Necessidade de Capital de Giro (GERDAU S/A)

9 Tabela 02: superávit ou déficit de caixa (GERDAU S/A) Tabela 03: Resultados dos indicadores de Gestão de Caixa da Gerdau S.A A Gerdau apresentou lucro líquido em todos os anos estudados, entretanto, não apresentou geração bruta de caixa nos anos de 2009 e A Necessidade de Capital de Giro reduziu-se em 97% no ano de 2008 e em 57% no ano de O que revela durante este período boa administração de Ativo Circulante Operacional e Passivo Circulante Operacional, a empresa apresentou geração bruta de caixa nos anos de 2007 e 2008, porém, em 2008 seu caixa líquido das atividades operacionais foi negativo, necessitando de financiamento para suas atividades de investimento. Em função da sua capacidade de gerar recursos, a empresa produziu caixa suficiente para amortizar suas dívidas de curto prazo nos anos de 2007, 2009 e Porém, o mesmo não ocorreu em Alternativamente, a empresa financiou seus investimentos sendo que, somente 15% em 2008 e 81% em 2009, não conseguindo absorver sua Necessidade de Capital de Giro em 2010, resultando em um déficit de caixa. Verifica-se que a opção da empresa foi utilizar a geração operacional de caixa para pagamento das dívidas bancárias de curto prazo e para financiar seus investimentos. Resultante disso, a empresa não teve recursos suficientes para amortizar financiamentos de longo prazo nos anos de 2008 (-15%) e 2009 (-3,7%). Ocorrendo incremento desses financiamentos no caixa, resultando em valores excedentes durante os períodos de 2007, 2009 e Análise da Gestão de Caixa da USIMINAS S/A Tabela 04: Necessidade de Capital de Giro (USIMINAS) Tabela 05: superávit ou déficit de caixa (USIMINAS)

10 Tabela 06: Resultados dos indicadores de Gestão de Caixa da USIMINAS A Usiminas apresentou lucro líquido em todos os anos estudados e apresentou geração bruta de caixa A Necessidade de Capital de Giro reduziu-se em 16% durante o período de 2006 a 2007 o mesmo não ocorreu nos períodos seguintes, o aumento mais significativo foi de 2007 a 2008 em que ocorreu uma elevação de aproximadamente 91%, de 2008 a 2009 ocorreu um aumento de 35% e de 2009 a 2010 de 13%, revela má administração durante os períodos de elevação de Ativo Circulante Operacional e de Passivo Circulante Operacional, a empresa obteve geração operacional de caixa em todos os períodos, para suprir o período de autofinanciamento (ciclo de caixa). Em função de sua capacidade de gerar recursos produziu caixa suficiente para amortizar suas dívidas bancárias de curto prazo em todos os períodos estudados e para financiar seus investimentos líquidos realizados Análise da Gestão de Caixa da FERBASA S/A Tabela 07: Necessidade de Capital de Giro (FERBASA) Tabela 08: superávit ou déficit de caixa (FERBASA) Tabela 09: Resultados dos indicadores de Gestão de Caixa da FERBASA

11 A Ferbasa obteve lucro líquido em todos os períodos estudados e apresentou geração bruta de caixa suficiente para cobrir suas Necessidades de Capital de Giro. Verifica-se uma queda na Necessidade de Capital de Giro durante os períodos de 2007 (-14%) e 2009 (-5%), revelando uma boa administração de Ativo Circulante Operacional e Passivo Circulante Operacional durante os períodos. O mesmo não ocorreu nos períodos restantes (2008 e 2010). Em função de sua capacidade em gerar recursos com suas operações a empresa produziu caixa suficiente para amortizar suas dívidas bancárias de curto prazo, que surgem a partir de 2009, e financiar suas atividades de investimentos. Verifica-se que todas as atividades de investimento e operacionais são financiadas com empréstimos obtidos no longo prazo. A estratégia da empresa foi utilizar a geração operacional de caixa para amortizar suas dívidas de curto prazo e para financiar os investimentos que cresceram acentuadamente durante os períodos estudados, tendo um aumento de 141% de 2007 a 2008 e de 63% de 2009 a Resultante disso não sobraram recursos para amortizar seus financiamentos de longo prazo no ano de 2010, o que não ocorreu nos anos anteriores, sendo os mesmos desnecessários, pois provocaram excedentes desnecessários de caixa Análise da Empresa CSN S/A. Tabela 10: Necessidade de Capital de Giro (CSN) Tabela 11: superávit ou déficit de caixa (CSN) Tabela 12: Resultados dos indicadores de Gestão de Caixa da CSN

12 A CSN apresentou lucro líquido em todos os períodos estudados e apresentou geração bruta de caixa, porém a geração líquida de caixa foi negativa no período de Apesar da Necessidade de Capital de Giro ter reduzido em 9% durante o período de 2007 para 2008, o mesmo não ocorreu nos períodos subseqüentes, resultando em uma elevação em 108% em 2008, 25% em 2009 e de 35% em 2010, significando uma má administração de Ativo Circulante Operacional e de Passivo Circulante Operacional. Em função de sua capacidade de geração de recursos, produziu caixa suficiente para cobrir suas Necessidades de Capital de Giro e suficientes para amortizar suas dívidas bancárias de curto prazo, com exceção do período de 2009, em que a empresa não gerou caixa e teve que recorrer a capital de terceiros para financiar suas atividades de investimentos e operacionais de caixa. Durante este período (2009), verifica-se que a empresa teve problemas de capital de giro. Verifica-se que a estratégia da empresa, foi utilizar a geração operacional de caixa para uma ligeira redução das dívidas bancárias de curto prazo e para financiar seus investimentos. O que não ocorreu no ano de 2009, em que a empresa não gerou caixa e teve que financiar suas atividades com dívidas de longo prazo. A mesmas se elevaram em 91% de 2007 para 2008 e em 5% de 2009 para Apesar de ter ocorrido uma redução das dívidas de longo prazo no ano de 2009, não sobraram recursos suficientes, durante todos os períodos estudados, para pagamento das dívidas de longo prazo. Pelo contrário, observa-se uma elevação desse endividamento como exposto acima, não sendo suficientes para cobrir suas atividades operacionais no período de 2009, provocando excedentes de caixa durante os períodos de 2007, 2008 e CONSIDERAÇÕES FINAIS A proposta deste estudo foi analisar os fluxos de caixa de quatro grandes empresas do setor de Siderurgia, segundo a BOVESPA, são empresas classificadas em nível 1 de governança corporativa: FERBASA, GERDAU S.A., USIMINAS e CSN, esta última embora não esteja classificada pela BOVESPA em nível 1 de governança corporativa, foi incluída nesta pesquisa devido a sua importância econômica e social para região. Através da Demonstração do Fluxo Líquido de Caixa das empresas, pode-se saber se a empresa foi auto-suficiente no financiamento de seu giro e qual sua capacidade de expansão com recursos próprios gerados pelas operações, ou seja, a independência financeira da empresa é posta em cheque. Verificou-se, através dos resultados levantados que em relação a capacidade da empresa em financiar sua Necessidade de Capital de Giro, todas apresentaram superávit de caixa em todos os períodos estudados com exceção da Gerdau no ano de A estratégia comum entre as empresas estudadas foi utilizar a geração operacional de caixa para amortizar suas dívidas de curto prazo e para financiar os investimentos que cresceram acentuadamente durante os períodos estudados. Porém, isso provocou ausência de recursos para pagamento das dívidas de longo

13 prazo, resultando em indicadores negativos e elevação de endividamento a longo prazo com algumas exceções. Identifica-se o ano de 2009, ano da crise externa, como crítico, provocando reflexos na gestão da administração do Ativo Operacional e do Passivo Operacional. A FERBASA destaca-se como a empresa que mais conseguiu amortizar seus financiamentos pelos períodos de 2007 a No ano de 2010 destaca-se a Gerdau. Este estudo não se encerra por aqui, para continuidade do mesmo se propõe a utilização das diversas ferramentas de análise como por exemplo a análise horizontal e vertical para os diversos fluxos estudados. 4. REFERÊNCIAS ASSAF NETO, Alexandre. Finanças Corporativas. 3ª. Ed. São Paulo: Atlas, BRIGHAM, Eugene F., GAPENSKI, Louis C. e EHRHARDT, Michael C. Administração Financeira Teoria e Prática. São Paulo, Atlas, BOVESPA - BOLSA DE VALORES DO ESTADO DE SÃO PAULO, Acervo Histórico de Negociação das Ações das S.A.s Brasileiras negociadas em bolsa: empresas nível 1 de governança corporativa do setor de Siderurgia. Último acesso: 20/01/2012. COELHO, Cláudio Ulysses; LINS, Luiz dos Santos. Teoria da Contabilidade: Abordagem contextual, Histórica e Gerencial. São Paulo: Atlas, COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS, Relatórios da Administração e Demonstrações Financeiras das empresas: CSN, USIMINAS, GERDAU e FERBASA, dos anos de 2007, 2008, 2009 e último acesso 20/01/2012. GIL, Antonio Carlos. Como Elaborar Projetos de Pesquisa. 2ª. Ed. São Paulo: Atlas, INSTITUTO BRASILEIRO DE GOVERNANÇA CORPORATIVA, informações sobre conceito de governança corporativa. último acesso em 20/01/2012. MARTELANC, Roy; PASIN, Rodrigo; CAVALCANTE, Francisco. Avaliação de Empresas: Um guia para fusões & aquisições e private equity. São Paulo: Pearson Prentice Hall, MATARAZZO, Dante C. Análise Financeira de Balanços: abordagem básica e gerencial. 5ª ed.. São Paulo, Atlas, VERGARA, Sylvia Constant. Projetos e Relatórios de Pesquisa em Administração. 3 ª ed. São Paulo. Atlas, WIKIPEDIA, informações conceituais da empresa CSN e da USIMINAS. último acesso 20/12/2011.

14 ANEXOS: Tabela 13: Dados da GERDAU Tabela 14: Dados da USIMINAS Tabela 16: Dados da FERBASA Tabela 17: Dados da CSN

ANÁLISE ECONÔMICO-FINANCEIRA DAS SIDERÚRGICAS LISTADAS NA BOVESPA: COMPARAÇÃO POR ÍNDICES-PADRÃO

ANÁLISE ECONÔMICO-FINANCEIRA DAS SIDERÚRGICAS LISTADAS NA BOVESPA: COMPARAÇÃO POR ÍNDICES-PADRÃO XXIX ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO. ANÁLISE ECONÔMICO-FINANCEIRA DAS SIDERÚRGICAS LISTADAS NA BOVESPA: COMPARAÇÃO POR ÍNDICES-PADRÃO Rafael Martins Noriller (UFGD) rafael_mn1985@hotmail.com

Leia mais

Apresentação para Investidores. Março, 2009

Apresentação para Investidores. Março, 2009 Apresentação para Investidores Março, 2009 1 Filosofia Gerdau VISÃO Ser uma empresa siderúrgica global, entre as mais rentáveis do setor. MISSÃO O Grupo Gerdau é uma empresa com foco em siderurgia, que

Leia mais

GERDAU S.A. Informações consolidadas 1T09 07/05/09

GERDAU S.A. Informações consolidadas 1T09 07/05/09 Visão Ser uma empresa siderúrgica global, entre as mais rentáveis do setor. Missão A Gerdau é uma empresa com foco em siderurgia, que busca satisfazer as necessidades dos clientes e criar valor para os

Leia mais

ANÁLISE DA DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA (DFC) DAS EMPRESAS DE PAPEL E CELULOSE POR MEIO DE INDICADORES

ANÁLISE DA DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA (DFC) DAS EMPRESAS DE PAPEL E CELULOSE POR MEIO DE INDICADORES ANÁLISE DA DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA (DFC) DAS EMPRESAS DE PAPEL E CELULOSE POR MEIO DE INDICADORES RESUMO O presente estudo aborda a importância da DFC para a organização, pois além de ser uma

Leia mais

Senhores Acionistas: FATURAMENTO CRESCE 47% E SUPERA A MARCA DOS R$ 4 BILHÕES

Senhores Acionistas: FATURAMENTO CRESCE 47% E SUPERA A MARCA DOS R$ 4 BILHÕES Senhores Acionistas: Após sofrer o impacto causado pela desvalorização da moeda brasileira no início de 1999, a economia do País, de um modo geral, mostrou resultados bastante positivos no encerramento

Leia mais

SÉRIE IPO s: TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE ABERTURA DE CAPITAL. Parte 4: Como tornar sua Empresa uma Companhia de Capital Aberto

SÉRIE IPO s: TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE ABERTURA DE CAPITAL. Parte 4: Como tornar sua Empresa uma Companhia de Capital Aberto SÉRIE IPO s: TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE ABERTURA DE CAPITAL Parte 4: Como tornar sua Empresa uma Companhia de Capital Aberto o O que é Abertura de Capital o Vantagens da abertura o Pré-requisitos

Leia mais

2. O que representa e como é calculado o valor de uma empresa na Teoria Financeira? Exemplifique.

2. O que representa e como é calculado o valor de uma empresa na Teoria Financeira? Exemplifique. Prova Parcial Malvessi Questão 1 (15%) 1. A teoria moderna de administração financeira consagra 3 decisões estratégicas básicas para a tomada de decisão do administrador financeiro. Conceitue-as claramente.

Leia mais

ENCONTRO ANUAL DO PAEX

ENCONTRO ANUAL DO PAEX ENCONTRO ANUAL DO PAEX Sustentabilidade Financeira para a Competitividade Prof. Haroldo Mota 2007 O CONFORTO DE CURTO PRAZO Empresa Acomodada Ano 1 Ano 2 Ano 3 Ano 4 EBITDA 940 890 820 800 ( ) Var. NCG

Leia mais

Unidade IV. A necessidade de capital de giro é a chave para a administração financeira de uma empresa (Matarazzo, 2008).

Unidade IV. A necessidade de capital de giro é a chave para a administração financeira de uma empresa (Matarazzo, 2008). AVALIAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Unidade IV 7 ANÁLISE DO CAPITAL DE GIRO A necessidade de capital de giro é a chave para a administração financeira de uma empresa (Matarazzo, 2008). A administração

Leia mais

Divulgação de Resultados 1T15

Divulgação de Resultados 1T15 São Paulo - SP, 06 de Maio de 2015. A Tarpon Investimentos S.A. ( Tarpon ou Companhia ), por meio de suas subsidiárias, realiza a gestão de fundos e carteiras de investimentos em bolsa e private equity

Leia mais

Índices econômico Financeiros

Índices econômico Financeiros Índices econômico Financeiros ADMNISTRAÇÃO Professor: Me. Claudio Kapp Junior Email: juniorkapp@hotmail.com Objetivos da aula Apresentar a importância de calcular os indicadores financeiros em uma empresa.

Leia mais

Divulgação de Resultados 2014

Divulgação de Resultados 2014 São Paulo - SP, 10 de Fevereiro de 2015. A Tarpon Investimentos S.A. ( Tarpon ou Companhia ), por meio de suas subsidiárias, realiza a gestão de fundos e carteiras de investimentos em bolsa e private-equity

Leia mais

INDICADORES FINANCEIROS NA TOMADA DE DECISÕES GERENCIAIS

INDICADORES FINANCEIROS NA TOMADA DE DECISÕES GERENCIAIS INDICADORES FINANCEIROS NA TOMADA DE DECISÕES GERENCIAIS ANA BEATRIZ DALRI BRIOSO¹, DAYANE GRAZIELE FANELLI¹, GRAZIELA BALDASSO¹, LAURIANE CARDOSO DA SILVA¹, JULIANO VARANDAS GROPPO². 1 Alunos do 8º semestre

Leia mais

Por que abrir o capital?

Por que abrir o capital? Por que abrir capital? Por que abrir o capital? Vantagens e desafios de abrir o capital Roberto Faldini Fortaleza - Agosto de 2015 - PERFIL ABRASCA Associação Brasileira de Companhias Abertas associação

Leia mais

COMENTÁRIOS DO DESEMPENHO NO 3º TRIMESTRE E 9 MESES DE 2002

COMENTÁRIOS DO DESEMPENHO NO 3º TRIMESTRE E 9 MESES DE 2002 COMENTÁRIOS DO DESEMPENHO NO 3º TRIMESTRE E 9 MESES DE 2002 Desempenho Em ambiente de queda da atividade na indústria automobilística, a Iochpe-Maxion apresentou um crescimento de 8,4% nas vendas no terceiro

Leia mais

ANÁLISE DA ESTRUTURA DE LIQUIDEZ PROPOSTA POR FLEURIET: UM ESTUDO DE CASO DA EMPRESA LOCALIZA RENT A CAR

ANÁLISE DA ESTRUTURA DE LIQUIDEZ PROPOSTA POR FLEURIET: UM ESTUDO DE CASO DA EMPRESA LOCALIZA RENT A CAR 0 ANÁLISE DA ESTRUTURA DE LIQUIDEZ PROPOSTA POR FLEURIET: UM ESTUDO DE CASO DA EMPRESA LOCALIZA RENT A CAR Gabriela de Castro Gaudêncio Cassimiro 1 Thiago Moura de Carvalho 2 Rosália Gonçalves Costa Santos

Leia mais

USINAS SIDERÚRGICAS DE MINAS GERAIS S.A. USIMINAS 6ª. EMISSÃO PÚBLICA DE DEBÊNTURES RELATÓRIO ANUAL DO AGENTE FIDUCIÁRIO EXERCÍCIO DE 2014

USINAS SIDERÚRGICAS DE MINAS GERAIS S.A. USIMINAS 6ª. EMISSÃO PÚBLICA DE DEBÊNTURES RELATÓRIO ANUAL DO AGENTE FIDUCIÁRIO EXERCÍCIO DE 2014 USINAS SIDERÚRGICAS DE MINAS GERAIS S.A. USIMINAS 6ª. EMISSÃO PÚBLICA DE DEBÊNTURES RELATÓRIO ANUAL DO AGENTE FIDUCIÁRIO EXERCÍCIO DE 2014 Rio de Janeiro, 30 de Abril de 2015. Prezados Senhores Debenturistas,

Leia mais

Divulgação de Resultados 1T14

Divulgação de Resultados 1T14 Divulgação de Resultados 1T14 A Tarpon Investimentos S.A. ( Tarpon ou Companhia ), por meio de suas subsidiárias, realiza a gestão de fundos e carteiras de investimentos em bolsa e private-equity ( Fundos

Leia mais

Melhores práticas. Cada vez mais cientes das

Melhores práticas. Cada vez mais cientes das Número de empresas brasileiras que procuram se aprimorar em governança corporativa aumentou na última edição do estudo Melhores práticas Estudo aponta que as empresas investem mais no aprimoramento dos

Leia mais

Demonstrações Contábeis

Demonstrações Contábeis Demonstrações Contábeis Resumo Demonstrações contábeis são informações e dados que as empresas oferecem ao fim de cada exercício, com a finalidade de mostrar aos acionistas, ao governo e todos os interessados,

Leia mais

O Setor de Mineração no contexto do Mercado de Capitais

O Setor de Mineração no contexto do Mercado de Capitais O Setor de Mineração no contexto do Mercado de Capitais Set/2013 CLASSIFICAÇÃO DA INFORMAÇÃO (MARQUE COM UM X ): x CONFIDENCIAL RESTRITA CONFIDENCIAL USO INTERNO PÚBLICO Introdução O setor de mineração

Leia mais

INDICADORES DE RENTABILIDADE: UMA ANÁLISE ECONOMICO FINANCEIRA SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTABEIS DA INDÚSTRIA ROMIA S/A

INDICADORES DE RENTABILIDADE: UMA ANÁLISE ECONOMICO FINANCEIRA SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTABEIS DA INDÚSTRIA ROMIA S/A INDICADORES DE RENTABILIDADE: UMA ANÁLISE ECONOMICO FINANCEIRA SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTABEIS DA INDÚSTRIA ROMIA S/A AUTOR ANTONIA TASSILA FARIAS DE ARAÚJO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ RESUMO O presente

Leia mais

Empresas criam ou destroem a riqueza dos acionistas

Empresas criam ou destroem a riqueza dos acionistas Empresas criam ou destroem a riqueza dos acionistas Por Oscar Malvessi Artigo publicado na revista Mercado de Capitais, ABAMEC-SP, ano IX, nº 81, em 03/2000. Por que, em duas empresas que apresentam lucro

Leia mais

Bovespa Mais: propiciando o crescimento sustentável das empresas

Bovespa Mais: propiciando o crescimento sustentável das empresas Bovespa Mais: propiciando o crescimento sustentável das empresas O Bovespa Mais, um dos segmentos especiais de listagem administrados pela BM&FBOVESPA, foi idealizado para tornar o mercado acionário brasileiro

Leia mais

MBA EM GESTÃO FINANCEIRA: CONTROLADORIA E AUDITORIA Curso de Especialização Pós-Graduação lato sensu

MBA EM GESTÃO FINANCEIRA: CONTROLADORIA E AUDITORIA Curso de Especialização Pós-Graduação lato sensu MBA EM GESTÃO FINANCEIRA: CONTROLADORIA E AUDITORIA Curso de Especialização Pós-Graduação lato sensu Coordenação Acadêmica: Prof. José Carlos Abreu, Dr. 1 OBJETIVO: Objetivos Gerais: Atualizar e aprofundar

Leia mais

Resultados 1T07 10 de maio de 2007

Resultados 1T07 10 de maio de 2007 PUBLICIDADE CAIXA CRESCEU 102% BASE DE ASSINANTES BANDA LARGA CRESCEU 32% São Paulo, O UOL (BOVESPA: UOLL4) anuncia hoje os resultados do 1T07. As demonstrações financeiras da Companhia são elaboradas

Leia mais

Net Serviços de Comunicação S.A Apresentação Expomoney

Net Serviços de Comunicação S.A Apresentação Expomoney Net Serviços de Comunicação S.A Apresentação Expomoney Considerações Futuras Eventuais declarações que possam ser feitas durante essa apresentação, relativas às perspectivas de negócios da Companhia, projeções

Leia mais

UTILIZAÇÃO DE INDICES COMO INTRUMENTOS DE ANÁLISE FINANCEIRA: ESTUDO EXPLORATÓRIO DAS EMPRESAS DE CARNES E DERIVADOS.

UTILIZAÇÃO DE INDICES COMO INTRUMENTOS DE ANÁLISE FINANCEIRA: ESTUDO EXPLORATÓRIO DAS EMPRESAS DE CARNES E DERIVADOS. UTILIZAÇÃO DE INDICES COMO INTRUMENTOS DE ANÁLISE FINANCEIRA: ESTUDO EXPLORATÓRIO DAS EMPRESAS DE CARNES E DERIVADOS. Resumo Este artigo faz uma análise de viabilidade econômico-financeira das empresas

Leia mais

2º Congresso de Supply Chain e Logística

2º Congresso de Supply Chain e Logística PERFIL INSTITUCIONAL 2015 O aço da Gerdau tem a força da transformação. Perfil 114 anos de história Maior produtora de aços longos das Américas Ações listadas nas Bolsas de São Paulo, Nova York e Madri

Leia mais

GERDAU. 1 o Trim. 2001

GERDAU. 1 o Trim. 2001 GERDAU Informações Relevantes 2 o Trimestre de Senhores Acionistas: O ano de iniciou-se movido pelo bom desempenho econômico brasileiro do ano anterior: forte crescimento industrial, inflação sob controle,

Leia mais

Análise da Performance Econômica e Financeira da Empresa Coteminas (Companhia de Tecidos Norte de Minas)

Análise da Performance Econômica e Financeira da Empresa Coteminas (Companhia de Tecidos Norte de Minas) Análise da Performance Econômica e Financeira da Empresa Coteminas (Companhia de Tecidos Norte de Minas) Resumo Cátia Raquel Felden Bartz 1 Gisele Carolina Padoin 2 Juliana Horbach 3 Diego Antonio Saugo

Leia mais

EMPRESAS BRADESCO SEGUROS, PREVIDÊNCIA E CAPITALIZAÇÃO

EMPRESAS BRADESCO SEGUROS, PREVIDÊNCIA E CAPITALIZAÇÃO L2 0 0 6 R E L AT Ó R I O A N U A EMPRESAS BRADESCO SEGUROS, PREVIDÊNCIA E CAPITALIZAÇÃO Prêmio de Seguros Participação no Mercado (em %) Mercado 74,2% Fonte: Susep e ANS Base: Nov/2006 Bradesco 25,8%

Leia mais

Siderurgia no Brasil

Siderurgia no Brasil www.pwc.com.br Siderurgia no Brasil Um panorama do setor siderúrgico brasileiro SICETEL Sindicato Nacional da Indústria de Trefilação e Laminação de Metais Ferrosos IABR Instituto Aço Brasil 1 Setor de

Leia mais

TRX SECURITIZADORA DE CRÉDITOS IMOBILIÁRIOS S.A. 1ª SÉRIE da 1ª. EMISSÃO DE CERTIFICADOS DE RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS

TRX SECURITIZADORA DE CRÉDITOS IMOBILIÁRIOS S.A. 1ª SÉRIE da 1ª. EMISSÃO DE CERTIFICADOS DE RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS TRX SECURITIZADORA DE CRÉDITOS IMOBILIÁRIOS S.A. 1ª SÉRIE da 1ª. EMISSÃO DE CERTIFICADOS DE RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS RELATÓRIO ANUAL DO AGENTE FIDUCIÁRIO EXERCÍCIO DE 2013 Rio de Janeiro, 30 de Abril de

Leia mais

DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL 1 O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL E A CONTABILIDADE AMBIENTAL: Uma Análise dos Indicadores Financeiros de Empresas participantes do Índice de Sustentabilidade Empresarial da BM&F BOVESPA. Rubiana Bezerra

Leia mais

Bovespa Mais: pavimentando o caminho das futuras blue chips do mercado acionário

Bovespa Mais: pavimentando o caminho das futuras blue chips do mercado acionário Bovespa Mais: pavimentando o caminho das futuras blue chips do mercado acionário O Bovespa Mais é um dos segmentos especiais de listagem administrados pela Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros (BM&FBOVESPA)

Leia mais

Diretoria Executiva de Desenvolvimento e Fomento de Negócios. Novembro de 2010

Diretoria Executiva de Desenvolvimento e Fomento de Negócios. Novembro de 2010 Governança Corporativa e o desenvolvimento do mercado de capitais brasileiro Diretoria Executiva de Desenvolvimento e Fomento de Negócios Novembro de 2010 Representatividade da bolsa no mundo Maior bolsa

Leia mais

5.4 Balanço Patrimonial

5.4 Balanço Patrimonial IV - Quociente Financeiro de Execução Os números demonstram, nos três períodos, superávit orçamentário e financeiro, considerando-se também para as despesas em regime de caixa. V - Saldos Financeiros Os

Leia mais

Notas Explicativas. Armando Madureira Borely armando.borely@globo.com

Notas Explicativas. Armando Madureira Borely armando.borely@globo.com CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO Home page: www.crc.org.br - E-mail: cursos@crcrj.org.br Notas Explicativas Armando Madureira Borely armando.borely@globo.com (Rio de Janeiro)

Leia mais

1 a Jornada de Contabilidade Práticas de Governança Corporativa e Transparência 22 de setembro de 2005

1 a Jornada de Contabilidade Práticas de Governança Corporativa e Transparência 22 de setembro de 2005 1 a Jornada de Contabilidade Práticas de Governança Corporativa e Transparência 22 de setembro de 2005 Agenda Introdução Demandas do mercado de capitais Governança corporativa Governança corporativa no

Leia mais

MBA INTERNACIONAL GESTÃO DE EMPRESAS E NEGÓCIOS SISTEMAS DE PRODUTIVO Bens e Serviços

MBA INTERNACIONAL GESTÃO DE EMPRESAS E NEGÓCIOS SISTEMAS DE PRODUTIVO Bens e Serviços MBA INTERNACIONAL GESTÃO DE EMPRESAS E NEGÓCIOS SISTEMAS DE PRODUTIVO Bens e Serviços Verificação de Aprendizado Professor - Claudio Anselmo Moreto Grupo de Trabalho: Ivan Augusto Cesar Almeida João Rodrigo

Leia mais

Critérios e vantagens para as empresas que optam pela abertura de capital 1

Critérios e vantagens para as empresas que optam pela abertura de capital 1 245 Critérios e vantagens para as empresas que optam pela abertura de capital 1 UMINO, Cássia Akiko 2 ALCANTARA NETTO, Dimas de Barros 3 Introdução O presente texto tem como objetivo tratar do trabalho

Leia mais

ENERGISA S.A. EXERCÍCIO DE 2013

ENERGISA S.A. EXERCÍCIO DE 2013 ENERGISA S.A. 3ª. EMISSÃO sendo a 2ª. EMISSÃO PÚBLICA DE DEBÊNTURES RELATÓRIO ANUAL DO AGENTE FIDUCIÁRIO EXERCÍCIO DE 2013 Rio de Janeiro, 30 de Abril de 2014. Prezados Senhores Debenturistas, Na qualidade

Leia mais

INFORME MINERAL DNPM JULHO DE 2012

INFORME MINERAL DNPM JULHO DE 2012 INFORME MINERAL DNPM JULHO DE 2012 A mineração nacional sentiu de forma mais contundente no primeiro semestre de 2012 os efeitos danosos da crise mundial. Diminuição do consumo chinês, estagnação do consumo

Leia mais

Auditor Federal de Controle Externo/TCU - 2015

Auditor Federal de Controle Externo/TCU - 2015 - 2015 Prova de Análise das Demonstrações Comentada Pessoal, a seguir comentamos as questões de Análise das Demonstrações Contábeis aplicada na prova do TCU para Auditor de Controle Externo (2015). Foi

Leia mais

Curso Completo de Contabilidade Geral e Avançada Professor: Silvio Sande

Curso Completo de Contabilidade Geral e Avançada Professor: Silvio Sande ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS É a técnica que consiste na decomposição, comparação e interpretação dos demonstrativos do estado patrimonial e do resultado econômico de uma entidade. Técnicas de análise

Leia mais

A visão do mercado de capitais

A visão do mercado de capitais IFRS Um Caminho Para Transparência Painel 1: Por que o IFRS é importante para o Brasil? A visão do mercado de capitais (30/04/2008) Agenda BOVESPA: visão geral Perfil das companhias listadas em bolsa Segmentos

Leia mais

REDUÇÃO AO VALOR RECUPERAVEL DE ATIVOS - CONCEITO E IMPACTO NA EMPRESA GERDAU S/A. Amanda Caroline Diniz Pereira¹, José César de Faria²

REDUÇÃO AO VALOR RECUPERAVEL DE ATIVOS - CONCEITO E IMPACTO NA EMPRESA GERDAU S/A. Amanda Caroline Diniz Pereira¹, José César de Faria² REDUÇÃO AO VALOR RECUPERAVEL DE ATIVOS - CONCEITO E IMPACTO NA EMPRESA GERDAU S/A Amanda Caroline Diniz Pereira¹, José César de Faria² ¹Universidade do Vale do Paraíba/Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas

Leia mais

FANOR. MBA Internacional - Finanças. DISCIPLINA: Análise Financeira Estratégica. PROFESSOR: José Moraes Feitosa (Neto)

FANOR. MBA Internacional - Finanças. DISCIPLINA: Análise Financeira Estratégica. PROFESSOR: José Moraes Feitosa (Neto) Bibliografia Básica: FANOR MBA Internacional - Finanças DISCIPLINA: Análise Financeira Estratégica PROFESSOR: José Moraes Feitosa (Neto) CONTATOS: www.netofeitosa.com.br contato@netofeitosa.com.br (85)

Leia mais

Relação entre Capital de Giro e Necessidade de Capital de Giro.

Relação entre Capital de Giro e Necessidade de Capital de Giro. Relação entre Capital de Giro e Necessidade de Capital de Giro. Tendo em vista que o capital de giro representa o saldo correspondente à diferença entre os saldos das contas do ativo e passivo circulantes,

Leia mais

Apimec Florianópolis. Dezembro 2013

Apimec Florianópolis. Dezembro 2013 Apimec Florianópolis Dezembro 2013 Exoneração de Responsabilidades Esta apresentação não constitui uma oferta, convite ou pedido de qualquer forma, para a subscrição ou compra de ações ou qualquer outro

Leia mais

1T09 Divulgação de Resultados

1T09 Divulgação de Resultados Divulgação de Resultados Relações com Investidores: Frederico Dan Shigenawa Diretor de RI ir@tig.bm Sobre a TIG: A TIG Holding Ltd. (nova denominação da Tarpon Investment Group Ltd.) investe em companhias

Leia mais

Avaliação Econômica Valuation

Avaliação Econômica Valuation Avaliação Econômica Valuation Wikipedia The process of determining the current worth of an asset or company. There are many techniques that can be used to determine value, some are subjective and others

Leia mais

Avenida Jamaris, 100, 10º e 3º andar, Moema São Paulo SP 04078-000 55 (11) 5051-8880

Avenida Jamaris, 100, 10º e 3º andar, Moema São Paulo SP 04078-000 55 (11) 5051-8880 APRESENTAÇÃO DA EMPRESA E DOS SERVIÇOS AUDITORIA CONSULTORIA EMPRESARIAL CORPORATE FINANCE EXPANSÃO DE NEGÓCIOS CONTABILIDADE INTRODUÇÃO A FATORA tem mais de 10 anos de experiência em auditoria e consultoria

Leia mais

Apresentação para Investidores. Novembro de 2014

Apresentação para Investidores. Novembro de 2014 Apresentação para Investidores Novembro de 2014 1 Agenda Diferenciais Gerdau Estratégia Destaques Operacionais e Financeiros Perspectivas Diferenciais Gerdau Mais de 110 anos de atuação no mercado do aço

Leia mais

Relatório Analítico 27 de março de 2012

Relatório Analítico 27 de março de 2012 VENDA Código de Negociação Bovespa TGM A3 Segmento de Atuação Principal Logística Categoria segundo a Liquidez 2 Linha Valor de M ercado por Ação (R$) 29,51 Valor Econômico por Ação (R$) 32,85 Potencial

Leia mais

FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS

FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS NOTA FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS Curso: Administração de Empresas Turma: Disciplina: Administração Financeira Professor : Maxwell Lucena / Aluno(a): Maxwe R.A.: Assinatura: Data: / / 1ª. Questão

Leia mais

Neste contexto, o Fluxo de Caixa torna-se ferramenta indispensável para planejamento e controle dos recursos financeiros de uma organização.

Neste contexto, o Fluxo de Caixa torna-se ferramenta indispensável para planejamento e controle dos recursos financeiros de uma organização. UNIDADE II FLUXOS DE CAIXA Em um mercado competitivo, a gestão eficiente dos recursos financeiros, torna-se imprescindível para o sucesso da organização. Um bom planejamento do uso dos recursos aliado

Leia mais

LOCALIZA RENT A CAR S.A. 6ª. EMISSÃO PÚBLICA DE DEBÊNTURES RELATÓRIO ANUAL DO AGENTE FIDUCIÁRIO EXERCÍCIO DE 2012

LOCALIZA RENT A CAR S.A. 6ª. EMISSÃO PÚBLICA DE DEBÊNTURES RELATÓRIO ANUAL DO AGENTE FIDUCIÁRIO EXERCÍCIO DE 2012 LOCALIZA RENT A CAR S.A. 6ª. EMISSÃO PÚBLICA DE DEBÊNTURES RELATÓRIO ANUAL DO AGENTE FIDUCIÁRIO EXERCÍCIO DE 2012 Rio de Janeiro, 30 de Abril, 2013. Prezados Senhores Debenturistas, Na qualidade de Agente

Leia mais

Relatório de Análise. CSN: Boas perspectivas operacionais, mas duas incertezas. 4T12 Preços melhores e maior volume de minério

Relatório de Análise. CSN: Boas perspectivas operacionais, mas duas incertezas. 4T12 Preços melhores e maior volume de minério CSN: Boas perspectivas operacionais, mas duas incertezas A CSN teve um ano difícil em 2012, com perdas contábeis elevadas em seu investimento na Usiminas, expressiva redução na geração de caixa, aumento

Leia mais

Disclaimer. Advertências

Disclaimer. Advertências Disclaimer Advertências O investimento em ativos financeiros envolve riscos sobre os quais o investidor deve buscar informar-se lendo a documentação obrigatória referente a cada ativo. Fundos de investimento

Leia mais

Financeirização da educação superior no Brasil

Financeirização da educação superior no Brasil CONTEE SÃO PAULO 22 de setembro de 2015 Seminário Internacional: Os diferentes modos de privatização da educação no mundo e as estratégias globais e locais de enfrentamento Financeirização da educação

Leia mais

Porto Alegre, 3 de agosto de 2005 GERDAU S.A. CONSOLIDADO Resultados do 1º Semestre de 2005 Legislação societária brasileira Teleconferências 3 de agosto de 2005 Português: 13h00 Inglês: 15h00 Para participar:

Leia mais

COMO CALCULAR UM FLUXO DE CAIXA COM BASE EM DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS ENCERRADAS. Autor: Francisco Cavalcante UP-TO-DATE. ANO I.

COMO CALCULAR UM FLUXO DE CAIXA COM BASE EM DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS ENCERRADAS. Autor: Francisco Cavalcante UP-TO-DATE. ANO I. UP-TO-DATE. ANO I. NÚMERO 3 COMO CALCULAR UM FLUXO DE CAIXA COM BASE EM DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS ENCERRADAS Autor: Francisco Cavalcante Circular para: CAVALCANTE& ASSOCIADOS AOS NOSSOS LEITORES Up-To-Date

Leia mais

I - BOVESPA MAIS: pavimentando o caminho das futuras blue chips do mercado acionário

I - BOVESPA MAIS: pavimentando o caminho das futuras blue chips do mercado acionário I - BOVESPA MAIS: pavimentando o caminho das futuras blue chips do mercado acionário O BOVESPA MAIS é o segmento de listagem do mercado de balcão organizado administrado pela BOVESPA idealizado para tornar

Leia mais

MARISA LOJAS S.A. EXERCÍCIO DE 2014

MARISA LOJAS S.A. EXERCÍCIO DE 2014 MARISA LOJAS S.A. 3ª. EMISSÃO (PÚBLICA) DE DEBÊNTURES RELATÓRIO ANUAL DO AGENTE FIDUCIÁRIO EXERCÍCIO DE 2014 Rio de Janeiro, 30 de Abril de 2015. Prezados Senhores Debenturistas, Na qualidade de Agente

Leia mais

Boletim Econômico Edição nº 89 novembro de 2014 Organização: Maurício José Nunes Oliveira Assessor econômico

Boletim Econômico Edição nº 89 novembro de 2014 Organização: Maurício José Nunes Oliveira Assessor econômico Boletim Econômico Edição nº 89 novembro de 2014 Organização: Maurício José Nunes Oliveira Assessor econômico Crise não afeta lucratividade dos principais bancos no Brasil 1 Lucro dos maiores bancos privados

Leia mais

SICOOB NORTE. Resultados

SICOOB NORTE. Resultados SICOOB NORTE Resultados 2014 MENSAGEM DA DIRETORIA O Sicoob Norte conseguiu ótimos resultados, numa clara demonstração da força do trabalho cooperativo, na busca por maior participação no mercado financeiro

Leia mais

Correção da Prova. Questões: 7, 8, 12, 20, 21, 22, 24, 34, 45 e 46

Correção da Prova. Questões: 7, 8, 12, 20, 21, 22, 24, 34, 45 e 46 Correção da Prova Questões: 7, 8, 12, 20, 21, 22, 24, 34, 45 e 46 Questão 7 Uma sociedade empresária mantém no seu estoque de mercadorias para revenda três tipos de mercadorias: I, II e III. O valor total

Leia mais

ENTIDADES AUTO-REGULADORAS DO MERCADO ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO

ENTIDADES AUTO-REGULADORAS DO MERCADO ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO BM&FBOVESPA A BM&FBOVESPA é muito mais do que um espaço de negociação: lista empresas e fundos; realiza negociação de ações, títulos, contratos derivativos; divulga cotações; produz índices de mercado;

Leia mais

http://www.bovespa.com.br/investidor/juridico/070413nota.asp

http://www.bovespa.com.br/investidor/juridico/070413nota.asp Página 1 de 6 Página Inicial Legislação do Mercado Jurisprudência Tributação do Mercado Regulamentação da Bolsa Câmara de Arbitragem Notícias e Entrevistas Artigos Indicação de Leitura O Poder Judiciário

Leia mais

Divulgação de resultados 3T13

Divulgação de resultados 3T13 Brasil Brokers divulga seus resultados do 3º Trimestre do ano de 2013 Rio de Janeiro, 13 de novembro de 2013. A Brasil Brokers Participações S.A. (BM&FBovespa: BBRK3) uma empresa com foco e atuação no

Leia mais

Resultados 2005 Resultados 2005

Resultados 2005 Resultados 2005 Resultados 2005 Resultados 2005 Resultados 1T06 Bovespa: RSID3 NYSE (ADR): RSR2Y Receita Líquida alcança R$ 85,2 milhões VGV totaliza R$ 94,3 milhões Vendas contratadas crescem 63% São Paulo, 11 de maio

Leia mais

3 Metodologia. 3.1 Tipo de Pesquisa

3 Metodologia. 3.1 Tipo de Pesquisa 3 Metodologia Neste capítulo é descrita a metodologia da presente pesquisa, abordandose o tipo de pesquisa realizada, os critérios para a seleção dos sujeitos, os procedimentos para a coleta, o tratamento

Leia mais

BRAZIL REALTY - COMPANHIA SECURITIZADORA DE CRÉDITOS IMOBILIÁRIOS. 1ª SÉRIE da 1ª. EMISSÃO DE CERTIFICADOS DE RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS

BRAZIL REALTY - COMPANHIA SECURITIZADORA DE CRÉDITOS IMOBILIÁRIOS. 1ª SÉRIE da 1ª. EMISSÃO DE CERTIFICADOS DE RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS BRAZIL REALTY - COMPANHIA SECURITIZADORA DE CRÉDITOS IMOBILIÁRIOS 1ª SÉRIE da 1ª. EMISSÃO DE CERTIFICADOS DE RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS RELATÓRIO ANUAL DO AGENTE FIDUCIÁRIO EXERCÍCIO DE 2014 Rio de Janeiro,

Leia mais

LAUDO DE AVALIAÇÃO ELABORADO POR EMPRESA ESPECIALIZADA ABAIXO QUALIFICADA NA FORMA DO DISPOSTO NA LEI Nº 6.404/76, DE 15 DE DEZEMBRO DE 1976.

LAUDO DE AVALIAÇÃO ELABORADO POR EMPRESA ESPECIALIZADA ABAIXO QUALIFICADA NA FORMA DO DISPOSTO NA LEI Nº 6.404/76, DE 15 DE DEZEMBRO DE 1976. LAUDO DE AVALIAÇÃO ELABORADO POR EMPRESA ESPECIALIZADA ABAIXO QUALIFICADA NA FORMA DO DISPOSTO NA LEI Nº 6.404/76, DE 15 DE DEZEMBRO DE 1976. Aos acionistas da CISA - CSN INDÚSTRIA DE AÇOS REVESTIDOS S.A.

Leia mais

Prefácio à 3ª edição, xiii Apresentação, xv. Parte I - Introdução, 1

Prefácio à 3ª edição, xiii Apresentação, xv. Parte I - Introdução, 1 Prefácio à 3ª edição, xiii Apresentação, xv Parte I - Introdução, 1 1 Conceitos Introdutórios, 3 1.1 Conceitos, 3 1.2 Objetivos da Análise das Demonstrações Contábeis, 5 1.3 Usuários da Análise das Demonstrações

Leia mais

Análise Financeira de Balanço

Análise Financeira de Balanço UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ Instituto de Engenharia de Produção e Gestão Contabilidade Gerencial EPR 30 Análise Financeira de Balanço Juliano Jun Tatsumi nº11462 Marina Carvalho Brandão nº11466 Itajubá,

Leia mais

Auditoria Interna e Governança Corporativa

Auditoria Interna e Governança Corporativa Auditoria Interna e Governança Corporativa Clarissa Schüler Pereira da Silva Gerente de Auditoria Interna TUPY S.A. Programa Governança Corporativa Auditoria Interna Desafios para os profissionais de auditoria

Leia mais

PLANO DE ENSINO 2009 Médio Profissionalizante ( ) Profissionalizante ( )

PLANO DE ENSINO 2009 Médio Profissionalizante ( ) Profissionalizante ( ) Fundamental I ( ) Fundamental II ( ) Médio ( ) PLANO DE ENSINO 2009 Médio Profissionalizante ( ) Profissionalizante ( ) Graduação ( X ) Pós-graduação ( ) I. Dados Identificadores Curso GESTÃO FINANCEIRA

Leia mais

Caso Especial Gerdau. Tema Voluntariado e a Proteção da Infância e da Adolescência

Caso Especial Gerdau. Tema Voluntariado e a Proteção da Infância e da Adolescência Caso Especial Gerdau Tema Voluntariado e a Proteção da Infância e da Adolescência Gerdau 112 anos de existência Unidades em 14 países, produtos comercializados para os cinco continentes 45 mil colaboradores

Leia mais

ALLPARK EMPREENDIMENTOS, PARTICIPAÇÕES E SERVIÇOS S.A. 5ª. EMISSÃO PÚBLICA DE DEBÊNTURES RELATÓRIO ANUAL DO AGENTE FIDUCIÁRIO EXERCÍCIO DE 2012

ALLPARK EMPREENDIMENTOS, PARTICIPAÇÕES E SERVIÇOS S.A. 5ª. EMISSÃO PÚBLICA DE DEBÊNTURES RELATÓRIO ANUAL DO AGENTE FIDUCIÁRIO EXERCÍCIO DE 2012 ALLPARK EMPREENDIMENTOS, PARTICIPAÇÕES E SERVIÇOS S.A. 5ª. EMISSÃO PÚBLICA DE DEBÊNTURES RELATÓRIO ANUAL DO AGENTE FIDUCIÁRIO EXERCÍCIO DE 2012 Rio de Janeiro, 30 de Abril, 2013. Prezados Senhores Debenturistas,

Leia mais

Palavras - chave: Capital de giro, pequena empresa, rentabilidade.

Palavras - chave: Capital de giro, pequena empresa, rentabilidade. A gestão do capital de giro nas pequenas empresas no segmento de cosméticos varejista em Divinópolis: Dificuldades e influência na rentabilidade. Claudinei Oliveira Laurindo 1 Kátia Ferreira de Araújo

Leia mais

ANÁLISE DAS DEMONTRAÇÕES FINANCEIRAS DE UMA EMPRESA DO SETOR DE ELETRODOMÉSTICO PARA TOMADA DE DECISÕES NA GESTÃO EMPRESARIAL

ANÁLISE DAS DEMONTRAÇÕES FINANCEIRAS DE UMA EMPRESA DO SETOR DE ELETRODOMÉSTICO PARA TOMADA DE DECISÕES NA GESTÃO EMPRESARIAL ANÁLISE DAS DEMONTRAÇÕES FINANCEIRAS DE UMA EMPRESA DO SETOR DE ELETRODOMÉSTICO PARA TOMADA DE DECISÕES NA GESTÃO EMPRESARIAL Linha de Pesquisa: Gestão Empresarial Evânio Carvalho Cruz Univás -Pouso Alegre/MG

Leia mais

Seminário "Governança Corporativa: Experiências em Empresas Estatais"

Seminário Governança Corporativa: Experiências em Empresas Estatais Seminário "Governança Corporativa: Experiências em Empresas Estatais" Marco Geovanne Tobias da Silva 17 de maio de 2005 O que é Governança Corporativa? Conjunto de normas de conduta a serem adotadas por

Leia mais

Apresentação de Resultados 2T11

Apresentação de Resultados 2T11 Apresentação de Resultados 2T11 Aviso Legal Aviso Legal Encontra-se em curso a distribuição pública inicial primária e secundária de certificados de depósitos de ações ( Units ) de emissão da Abril Educação

Leia mais

Índice. RS no Brasil Nossa Empresa Governança Corporativa Nossos Números Análise Comparativa Sustentabilidade Projeções e Estimativas

Índice. RS no Brasil Nossa Empresa Governança Corporativa Nossos Números Análise Comparativa Sustentabilidade Projeções e Estimativas CICLO APIMEC 2010 Índice RS no Brasil Nossa Empresa Governança Corporativa Nossos Números Análise Comparativa Sustentabilidade Projeções e Estimativas 3 RS no Brasil DADOS DEMOGRÁFICOS RS BRASIL População

Leia mais

MELHORES PRÁTICAS DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES SOBRE SUSTENTABILIDADE Pronunciamento de Orientação CODIM

MELHORES PRÁTICAS DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES SOBRE SUSTENTABILIDADE Pronunciamento de Orientação CODIM MELHORES PRÁTICAS DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES SOBRE SUSTENTABILIDADE Pronunciamento de Orientação CODIM COLETIVA DE IMPRENSA Participantes: Relatores: Geraldo Soares IBRI; Haroldo Reginaldo Levy Neto

Leia mais

ANÁLISE DO GERENCIAMENTO DO CAPITAL DE GIRO E DA NECESSIDADE DE CAPITAL DE GIRO NA GESTÃO DOS NEGÓCIOS UM ESTUDO APLICADO NA EMPRESA VIVO S/A.

ANÁLISE DO GERENCIAMENTO DO CAPITAL DE GIRO E DA NECESSIDADE DE CAPITAL DE GIRO NA GESTÃO DOS NEGÓCIOS UM ESTUDO APLICADO NA EMPRESA VIVO S/A. ANÁLISE DO GERENCIAMENTO DO CAPITAL DE GIRO E DA NECESSIDADE DE CAPITAL DE GIRO NA GESTÃO DOS NEGÓCIOS UM ESTUDO APLICADO NA EMPRESA VIVO S/A. KOMATSU, Solange Akemy (TCC Ciências Contábeis) FECILCAM,

Leia mais

TRX SECURITIZADORA DE CRÉDITOS IMOBILIÁRIOS S.A. 2ª SÉRIE da 1ª. EMISSÃO DE CERTIFICADOS DE RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS

TRX SECURITIZADORA DE CRÉDITOS IMOBILIÁRIOS S.A. 2ª SÉRIE da 1ª. EMISSÃO DE CERTIFICADOS DE RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS TRX SECURITIZADORA DE CRÉDITOS IMOBILIÁRIOS S.A. 2ª SÉRIE da 1ª. EMISSÃO DE CERTIFICADOS DE RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS RELATÓRIO ANUAL DO AGENTE FIDUCIÁRIO EXERCÍCIO DE 2013 Rio de Janeiro, 30 de Abril de

Leia mais

REDE DE ENSINO LFG AGENTE E ESCRIVÃO PF Disciplina: Noções de Contabilidade Prof. Adelino Correia Aula nº09. Demonstração de Fluxo de Caixa

REDE DE ENSINO LFG AGENTE E ESCRIVÃO PF Disciplina: Noções de Contabilidade Prof. Adelino Correia Aula nº09. Demonstração de Fluxo de Caixa REDE DE ENSINO LFG AGENTE E ESCRIVÃO PF Disciplina: Noções de Contabilidade Prof. Adelino Correia Aula nº09 Demonstração de Fluxo de Caixa Demonstração de Fluxo de Caixa A partir de 28.12.2007 com a publicação

Leia mais

Prof. Dr. José Francisco Calil Teoria Superior de Finanças Programa de Pós-graduação stricto sensu Doutorado em Administração, Campus Taquaral

Prof. Dr. José Francisco Calil Teoria Superior de Finanças Programa de Pós-graduação stricto sensu Doutorado em Administração, Campus Taquaral Teoria Superior de Finanças Programa de Pós-graduação stricto sensu Doutorado em Administração, Campus Taquaral Aula expositiva Ementa: Estudo da Moderna Teoria de Finanças e dos métodos que os administradores

Leia mais

RESULTADOS 2T15 Teleconferência 10 de agosto de 2015

RESULTADOS 2T15 Teleconferência 10 de agosto de 2015 RESULTADOS 2T15 Teleconferência 10 de agosto de 2015 AVISO Nesta apresentação nós fazemos declarações prospectivas que estão sujeitas a riscos e incertezas. Tais declarações têm como base crenças e suposições

Leia mais

Características Gerais

Características Gerais Características Gerais Área: 924.620 km² (cerca de 10% do território nacional); População: 85,1 milhões de habitantes (2014); Estados formadores: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo;

Leia mais

Relatório de Resultados 2T 2015

Relatório de Resultados 2T 2015 MMX - Resultados Referentes ao 2º trimestre de 2015 Rio de Janeiro, 14 de agosto de 2015 A MMX Mineração e Metálicos S.A. ( Companhia ou MMX ) (Bovespa: MMXM3) anuncia seus resultados referentes ao 2º

Leia mais

Insper Instituto de Ensino e Pesquisa. Cássia Menatto Mebius

Insper Instituto de Ensino e Pesquisa. Cássia Menatto Mebius Insper Instituto de Ensino e Pesquisa Certificate in Financial Administration CFM Cássia Menatto Mebius ESTUDO DE CASO: Aspectos da Análise fundamentalista versus análise gráfica para uma corretora São

Leia mais

APIMEC São Paulo Rômel Erwin de Souza CEO. Apresentação Usiminas 2T11 - APIMEC. 12 de novembro de 2015 Classificação da Informação: Pública

APIMEC São Paulo Rômel Erwin de Souza CEO. Apresentação Usiminas 2T11 - APIMEC. 12 de novembro de 2015 Classificação da Informação: Pública APIMEC São Paulo Rômel Erwin de Souza CEO Apresentação Usiminas 2T11 - APIMEC 12 de novembro de 2015 Classificação da Informação: Pública Agenda Usiminas em linhas gerais Informações de Mercado Usiminas

Leia mais

EARNINGS RELEASE 2T12 e 1S12

EARNINGS RELEASE 2T12 e 1S12 São Paulo, 15 de agosto de 2012 - A Inbrands S.A. ( Inbrands ou Companhia ), uma empresa de consolidação e gestão de marcas de lifestyle e moda premium do Brasil, anuncia hoje os resultados do segundo

Leia mais

SISTEMA DUPONT: UMA ANÁLISE DE EMPRESAS QUE MIGRARAM PARA OS NÍVEIS DIFERENCIADOS DE GOVERNANÇA CORPORATIVA DA BOVESPA

SISTEMA DUPONT: UMA ANÁLISE DE EMPRESAS QUE MIGRARAM PARA OS NÍVEIS DIFERENCIADOS DE GOVERNANÇA CORPORATIVA DA BOVESPA SISTEMA DUPONT: UMA ANÁLISE DE EMPRESAS QUE MIGRARAM PARA OS NÍVEIS DIFERENCIADOS DE GOVERNANÇA CORPORATIVA DA BOVESPA RESUMO O presente estudo trata em analisar pelo Sistema DuPont os indicadores de rentabilidade

Leia mais