ANÁLISE DO PROCESSO DE GESTÃO DE CAPITAL DE GIRO EM PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS DO MUNICÍPIO DE MONTES CLAROS - MG

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1 XXX ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Maturidade e desafios da Engenharia de Produção: competitividade das empresas, condições de trabalho, meio ambiente. São Carlos, SP, Brasil, 12 a15 de outubro de ANÁLISE DO PROCESSO DE GESTÃO DE CAPITAL DE GIRO EM PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS DO MUNICÍPIO DE MONTES CLAROS - MG Neila Fiuza da Silva (UNIMONTES) Carlos Renato Theóphilo (UNIMONTES) Ernani Mendes Botelho (UNIMONTES) Claudiana Aparecida Leal de Araujo (UNIMONTES) A concorrência tem tornado o mercado extremamente competitivo exigindo cada vez mais planejamento das empresas, independentemente do porte ou ramo de atividade em que atuam. Percebe-se então a necessidade de desenvolver estudos na área de ggestão financeira direcionada para micro e pequenas empresas. É fundamental que essas informações sejam divulgadas, com o finalidade de auxiliar os gestores / empresários, transmitindo conhecimento teórico para que sejam colocados em prática no processo gestão, nas empresas em que atuam. Assim, esse trabalho tem como objetivo verificar como é gerenciado o capital de giro das micro e pequenas empresas da cidade de Montes Claros e quais as causas das dificuldades encontradas no processo de gestão. A metodologia utilizada para a pesquisa de campo foram entrevistas padronizadas com perguntas direcionadas aos gestores das micro e pequenas empresas, da cidade de Montes Claros, selecionadas previamente. Como resultado, apresentou-se, que a falta de qualificação profissional dos gestores / empresários entrevistados é dos fatores que dificultam o processo de gestão do capital de giro devido à simplicidade conceitual aplicada na gestão das empresas pesquisadas. Palavras-chaves: Microempresa Empresa de Pequeno Porte - Capital de Giro e Ciclo Operacional

2 1. Introdução A concorrência tem tornado o mercado extremamente competitivo, exigindo cada vez mais planejamento das empresas, independentemente do porte ou ramo de atividade em que atuam. Nas micro e pequenas empresas uma das dificuldades existente é quanto à gestão do capital de giro, segundo estudo realizado pelo SEBRAE Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas esse é um dos fatores que contribuem para o encerramento das atividades dessas empresas nos primeiros anos de atividade. Entende-se por capital de giro os recursos financeiros existentes nas empresas para financiar suas operações. [...] O capital de giro representa os recursos demandados por uma empresa para financiar suas atividades operacionais, identificadas desde a aquisição de matérias-primas (ou mercadorias) até o recebimento pela venda do produto acabado (ASSAF NETO e SILVA, 1997, p.15). Percebe-se então a necessidade de desenvolver estudos na área de gestão financeira direcionada para micro e pequenas empresas. Sendo fundamental que essas informações sejam divulgadas, com o objetivo de auxiliar os gestores / empresários, transmitindo conhecimento teórico para que sejam colocados em prática no processo gestão, nas empresas em que atuam. Neste sentido, buscou-se verificar como é gerenciado o capital de giro das micro e pequenas empresas da cidade de Montes Claros e quais as causas das dificuldades encontradas no processo de gestão. 2. Características das Micro e Pequenas Empresas Entidades governamentais, bancos e entidades de classe adotam diferentes critérios para classificar as empresas segundo o porte, utilizando parâmetros diferenciados, como: volume de faturamento, número de empregados, investimento no permanente, valor do capital social ou volume de produção (MATIAS E LOPES JÚNIOR, 2002). O número de empregados existentes nas empresas é o parâmetro de classificação adotado pelo SEBRAE para identificar as empresas de pequeno e médio porte, conforme Tabela 1 abaixo: Indústria/construção Comércio/ serviços Microempresa até 19 pessoas ocupadas até 09 pessoas ocupadas Pequena empresa de 20 a 99 pessoas ocupadas de 10 a 49 pessoas ocupadas Média empresa de 100 a 499 pessoas ocupadas de 50 a 99 pessoas ocupadas Grande acima de 499 pessoas ocupadas acima de 99 pessoas ocupadas Fonte: SEBRAE (2007) Tabela 1. Classificação das micro e pequenas empresas de acordo com o SEBRAE Para a Receita Federal do Brasil as pequenas empresas são denominadas de microempresas (ME) e as médias são as Empresas de Pequeno Porte (EPP). A classificação é feita de acordo com o faturamento bruto anual. Segundo a Instrução Normativa IN da Secretaria da Receita Federal SRF nº 608 de 09 de janeiro der 2006, art. 2º, considera-se: (a) microempresa, a pessoa jurídica que tenha auferido, n ano-calendário, receita bruta igual ou inferior a R$ ,00; (b) empresa de pequeno porte, a pessoa jurídica que tenha auferido, no anocalendário, receita bruta superior a R$ ,00 e igual ou inferior a R$ ,00. 2

3 3. Capital de Giro 3.1 Conceito de Capital de Giro Gitman (2001, p. 459) oferece a seguinte definição de capital de giro: São Ativos Circulantes que representam uma porção do investimento que circula de uma forma para outra, na condução normal dos negócios. O capital de giro, portanto são os recursos financeiros de curto prazo investidos na empresa, e que tem como objetivo financiar as atividades operacionais, sendo estes os valores compreendidos desde aquisição de matéria prima, de pagamento a fornecedores, etc., até o recebimento das vendas. 3.2 Características do Capital de Giro Verifica-se que em certos ramos de atividade há uma procura maior de alguns produtos em períodos diferenciados, tais como: demanda por determinados produtos em certos meses do ano (por exemplo, compra de material escolar no inicio do ano); no caso de vendas a prazo, ociosidade no recebimento de clientes; prazo reduzido para pagamento a fornecedores, etc. Todos esses itens influenciam de modo significante no valor do capital de giro de uma empresa. Nos períodos de sazonalidade há uma demanda maior de capital de giro para financiar as operações da empresa. O capital de giro é classificado em dois segmentos: capital de giro fixo (ou permanente) e capital de giro variável (ou sazonal). Sendo que o capital de giro permanente é o volume mínimo de ativo circulante necessário para manter a empresa em condições normais de funcionamento. Já o capital de giro variável é formado pelos recursos financeiros adicionais que as empresas necessitam para adquirir produtos e quitar suas obrigações caso haja períodos de demandas e ocorra, por exemplo, atraso no recebimento de clientes, menor rotatividade dos estoques ou períodos longos nas vendas a prazo. (ASSAF NETO e SILVA, 1997). 3.3 Administração do Capital de Giro Percebe-se que numa organização a área financeira é uma das que mais necessita de gerenciamento eficaz, pois qualquer distorção poderá levar a empresa a resultados negativos ou até mesmo à falência. Conforme alerta Sousa (2007, p.3): Muitas empresas fecham por falta de aplicação técnica no negócio, como controle de custos e gerenciamento financeiro adequados. Esses são alguns tópicos que deverão ser observados pelos empresários das pequenas e médias empresas para planejar uma gestão eficaz e eficiente evitando assim surpresas desagradáveis e através do planejamento maximizar resultados. Percebe-se como é necessário um gerenciamento eficaz de recursos disponíveis na empresa, já que é no setor financeiro onde está evidenciada a saúde das organizações. Algumas contas patrimoniais que exercem forte impacto no caixa das entidades são: Contas a receber originadas das vendas a prazo, estoques pela aquisição de mercadoria para comercialização ou fabricação e contas a pagar provenientes de mercadorias adquiridas a prazo. (HOJI, 1999) 3.4 Necessidade de Capital de Giro Pode se inferir que ao administrar o capital de giro da empresa com base em um planejamento de curto prazo bem elaborado o gestor poderá definir estratégias de financiamento, obter um 3

4 lucro satisfatório e traçar metas para crescimento. Nesse gerenciamento também será calculado se há excesso de capital ou se a empresa necessita de capital de giro para prosseguir com as atividades operacionais. Como evidenciado por Sousa (2007, p. 96): define-se como Necessidade de Capital de Giro o valor dos recursos necessários para que uma empresa cumpra todos os seus compromissos nos respectivos vencimentos. Vieira (2005, p. 78) descreve que: A necessidade de capital de giro aparece quando no ciclo financeiro as saídas operacionais ocorrem antes das entradas de caixa, ou seja, quando o ciclo financeiro é positivo. Isso evidencia que a empresa concede prazo para clientes maior que o prazo obtido com fornecedores, demonstrando uma falta de sincronização entre as entradas e saídas de caixa. MATARAZZO (1998) recomenda que para melhor identificar a necessidade de capital de giro em uma empresa, o ativo e passivo circulante cujas contas são da atividade operacional sejam reclassificadas em: Ativo Circulante Operacional e Passivo Circulante Operacional, fugindo da classificação habitual. Agindo assim os gestores poderiam avaliar de forma evidente a necessidade de capital de giro para financiar suas atividades. O Ativo Circulante Operacional - ACO seria representado pelas contas produção, estocagem e venda contas que decorrem do investimento nas atividades operacionais da empresa. O Passivo Circulante Operacional - PCO seria composto pelas contas que financiam essas atividades, tais como: fornecedores, impostos a pagar e demais contas operacionais do passivo. 3.5 Ferramentas Gerenciais Utéis na Administração do Capital de Giro O SEBRAE (2007) apresenta uma proposta para gerenciamento com eficiência da área financeira de uma empresa comercial de pequeno porte. Considera necessário que a empresa implante alguns relatórios gerenciais e que se faça o acompanhamento periódico da performance da empresa. Os principais relatórios gerenciais descritos são os seguintes: (a) controle das vendas realizadas; (b) apuração dos resultados da empresa; (c) controle de caixa do movimento realizado; (d) fluxo de caixa; e (e) balanço gerencial. Ainda segundo o SEBRAE, as informações contidas nestes relatórios serão de grande utilidade na elaboração de outros controles financeiros necessários à gestão financeira da empresa. Atualmente nas médias e pequenas empresas os gestores têm se preocupado em administrarem de maneira profissional e eficiente os recursos financeiros disponíveis nas organizações. Nota-se que é preciso haver uma gestão com conhecimento técnico para obter resultados favoráveis para as entidades, pois toda empresa tem como objetivo a lucratividade. (MATIAS E LOPES JÚNIOR, 2002) 3.6 Política Financeira de Curto Prazo No gerenciamento financeiro de curto prazo está inserido o capital de giro das empresas e tem como objetivo administrar as contas dos ativos e passivos circulantes, definindo assim uma política financeira para captar recursos de acordo com sua necessidade. Através dessa política poderá obter um equilíbrio entre retorno e risco, o que contribui de maneira positiva para agregar valor a empresa. (GITMAN, 2001) É importante observar alguns aspectos da política financeira de curto prazo. Ela deve ser composta de pelo menos dois elementos: (a) a dimensão do investimento em ativos circulantes. Essa dimensão geralmente é medida em ao nível de receitas operacionas; (b) 4

5 financiamento de ativos circulantes. Isso é medido pela proporção entre endividamento a curto e longo prazo. (ROSS, WESTERFIELD E JAFFE, 2001) Observando os itens acima citados a empresa tem três alternativas de financiamentos para as aplicações de curto prazo, segundo as quais poderá adotar uma política financeira Agressiva, Moderada ou conservadora. 4. Metodologia de Pesquisa A pesquisa realizada nesse trabalho é de natureza teórico-empiríca. Baseia-se em informações teóricas obtidas por meio de pesquisa bibliográfica envolvendo livros, trabalhos científicos, publicações em jornais e internet. E em pesquisa de campo que teve como objetivo responder os questionamentos levantados. A técnica de coleta de dados utilizada foi à entrevista padronizada. Para que o objetivo proposto nesse trabalho fosse atingido, aplicou-se um roteiro com perguntas de múltipla escolha, elaborado através formulário, direcionado aos gestores das empresas selecionadas. Para fins de informação solicitou-se junto a JUCEMG Junta Comercial do Estado de Minas Gerais, informação a respeito do número de Micro e pequenas empresas estabelecidas no município de Montes Claros. Não foi possível obter a informação, pois de acordo com os funcionários no arquivo daquele órgão há empresas que são constituídas, fecham as portas e não é feito o processo de baixa por isso os dados não se aproximam da realidade. Foram fornecidos pela JUCEMG dados estatísticos da quantidade de Micro e Pequenas empresas no estado de Minas Gerais que estão aptos para participar de licitações previstas na Lei Complementar 123 de 14 de dezembro de Em Minas, o total de ME s e EPP s totaliza , sendo sociedades limitadas, empresários, além de 18 sociedades anônimas, 53 cooperativas e 26 de outros portes. Em razão da viabilidade de acesso as entidades, este estudo foi realizado com vinte médias e pequenas empresas clientes de um escritório contábil. A pedido dos proprietários será utilizada a denominação fictícia de Empresa M&C Assessoria Contábil Ltda. O escritório é de médio porte, estabelecido no município de Montes Claros, norte de Minas Gerais, e iniciou suas atividades em A empresa atende a clientes de diversos portes e ramos de atividade. Durante a aplicação das entrevistas notou-se certa resistência dos gestores / empresários em fornecer informações a respeito da gestão financeira das empresas. Houve receio por parte de alguns respondentes quanto à presença da pesquisadora no ambiente da empresa, tendo preferido responder a pesquisa no escritório de contabilidade. 5. Análise de Dados 5.1 Identificação das empresas pesquisadas A pesquisa de campo foi realizada com 20 empresas estabelecidas no município de Montes Claros. Foram realizadas entrevistas no período de 17 de abril a 05 de maio de Das empresas pesquisadas, 40% são do ramo de prestação de serviços e 60% atuam no comércio varejista. 5.2 Informações sobre os Gestores A pesquisa objetivou saber se o proprietário / gestor ao constituir a empresa fez algum treinamento para aperfeiçoar sua qualificação profissional. Apenas 30% dos entrevistados indicaram ter realizado treinamento para auxílio na gestão de suas empresas. Os demais 70% 5

6 afirmaram que não fizeram nenhum treinamento de qualificação na área de gestão, mas alegaram que tinham experiência profissional no ramo de atividade em que atuam. Dentre os que afirmaram terem participado de algum treinamento, há uma predominância de gestores com faixa etária entre 31 a 40 anos e cujas empresas têm tempo de atuação entre 01 a 05 anos, o que evidencia uma preocupação com a qualidade da gestão pelos gestores que estão ingressando no mercado. 5.3 Dificuldades Enfrentadas e Políticas Financeiras estabelecidas no Processo de Gestão do Capital de Giro Uma questão fundamental para consecução dos propósitos do estudo consistia em buscar saber qual o entendimento dos respondentes sobre capital de giro. A seguir, são listadas algumas respostas dadas pelos empresários. Ao serem questionados sobre o conceito de capital de giro, algumas respostas citadas foram: (a) Fundo de dinheiro, para que a empresa possa se movimentar no inicio até que ela própria possa ter seu próprio capital ; (b) Aplicação de capital que tenha margem de segurança que dá suporte para funcionar a empresa com garantia de retorno ; (c) Dinheiro para comprar mercadorias e dar retorno.. (d) É o dinheiro recebido da venda de mercadorias. (e) Dinheiro que dá suporte para comprar e vender até receber dos clientes. (f) Recursos necessários para manter as atividades da empresa, como por exemplo, pagamento a fornecedores, empregado, luz, telefone e gastos que surgem durante o mês. Conceito de Capital de giro conforme os autores citados nesse estudo, são valores de recursos demandados pela empresa para aplicação na atividade operacional, circulando de uma forma para outra na condução normal dos negócios, ou seja, no giro. Depois de informado aos respondentes que o conceito do capital de giro considerado na entrevista é conforme define a literatura, estes foram questionados a respeito das principais dificuldades enfrentadas no processo de gestão do capital de giro. Na Tabela 2 a seguir estão evidenciadas as repostas obtidas. Dificuldades Percentual (%) Atraso no recebimento de clientes 55,00 Pagamento de juros elevados 15,00 Falta de recursos financeiros e dificuldades na obtenção 5,00 Falta de Profissionais qualificados na empresa 15,00 Alto Volume de Mercadorias em Estoque 5,00 Total 100,00 Tabela 2. Dificuldades enfrentadas pelo gestor / empresário na administração do capital de giro Por meio do cruzamento de respostas, pôde-se verificar que os gestores / empresários que citaram que a dificuldade na gestão é o atraso no recebimento de clientes são exatamente aqueles cujas empresas concedem prazo médio a clientes coincidentes ao prazo médio obtido com fornecedores. Quanto aos gestores / empresários que apontaram o pagamento de juros elevados sendo as dificuldades enfrentadas na gestão do capital de giro 10% são empresas que não tinham reservas financeiras quando foram constituídas, e citaram que fizeram empréstimos com juros altos. Por meio do cruzamento de respostas observou-se que são empresas com tempo de atuação superior a 20 anos que foram constituídas em planos econômicos de alta inflação, que 6

7 não tinham estrutura financeira e se endividaram, em conseqüência até os dias atuais ainda pagam juros desse empréstimos. A pesquisa questionou também como gestores / empresários mensuram a necessidade de capital de giro. Na Tabela 3 a seguir estão demonstradas as respostas Como mensuram Percentual (%) Através de relatórios fornecidos por software de gestão 20,00 Planilha Eletrônica Avalia a diferença entre receitas e despesas 35,00 Controle manual a diferença entre vendas e pagamentos 40,00 Não avaliam 5,00 Total 100 Tabela 3. Mensuração da necessidade de capital de giro Percebe-se que 40% das empresas pesquisadas os gestores / empresários avaliam a necessidade de capital de giro de forma bem simples, pois afirmaram que controlam essa necessidade através do cálculo feito entre a diferença das vendas e pagamentos feitos durante determinado período. Quando questionados sobre a que fontes de financiamentos os gestores / empresários recorreriam caso o capital de giro não fosse suficiente para suprir as necessidades da empresa, os resultados estão na Tabela 4 a seguir. Fonte Percentual% Empréstimos dos sócios 15,00 Banco curto prazo 50,00 Banco Longo prazo 5,00 Fornecedores curto prazo 25,00 Faz Promoção para captar recursos 5,00 Total 100,00 Tabela 4. Fontes de financiamento Nota-se que 50% indicaram optar por empréstimos de curto prazo em bancos; 5%, por empréstimos de longo prazo; 15% pegariam empréstimos dos sócios ; 25% negociariam com Fornecedores e 10% afirmaram que colocariam mercadorias na promoção com o objetivo de captar recursos. Desperta a atenção o fato de que os gestores que afirmaram que não fariam empréstimos são empresas atuantes no mercado há um período superior a 07 anos. Esses respondentes afirmaram que para sanar a falta de capital de giro colocariam mercadorias na promoção com objetivo de captar recursos mais rápido de forma a não recorrer a fontes onerosas. Essa é uma política financeira denominada agressiva pela literatura, caracterizada pela busca de recursos em curto prazo para pagamento também em curto prazo. Conforme explicado por Vieria (2005, p.46): A política agressiva envolve o financiamento de todo componente temporário e de parte ou mesmo da totalidade das aplicações mais permanentes no circulante com recursos de curto prazo. Perguntados sobre como obtêm recursos para adquirir produtos com vistas a suprir a demanda em períodos de sazonalidade, as informações constam na Tabela 5 a seguir. Fontes Percentual (%) 7

8 Com recursos da atividade operacional da empresa 20,00 Recorre a bancos 10,00 Fornecedores 25,00 Não há períodos de sazonalidade 45,00 Total 100,00 Tabela 5. Fontes de financiamento em períodos de sazonalidades Nota-se que as empresas que conseguem adquirir mercadorias com recursos da própria atividade operacional são aquelas que fazem planejamento financeiro. Essa informação ratifica a extrema importância de planejamento financeiro para o gerenciamento das empresas. Já dentre as empresas que recorrem a Fornecedores, 15% têm atuação no mercado há mais de 10 anos e devido ao tempo de atuação têm credibilidade com os Fornecedores e segundo eles a melhor opção para suprir a necessidade de capital de giro em períodos de sazonalidade é a negociação com Fornecedores pois de acordo com os gestores / empresários, é onde a taxa de juros é menor e dependendo do Fornecedor conseguem prolongar os prazos de vencimentos. Questionados sobre que tipo de informações contábeis os gestores / empresários solicitam para tomada de decisão ao contraírem empréstimos para o capital de giro, na Tabela 6 a seguir estão os resultados apurados na pesquisa. Respostas Percentual (%) Não 20,00 Sim 70,00 Não fazem empréstimos 10,00 Total 100,00 Tabela 6. Percentual de gestores / empresários que solicitam informações Dentre as informações que os respondentes afirmaram solicitar para auxilio na tomada de decisão, 25% indicaram Relação de Faturamento, Declaração de Imposto de Renda Pessoa Jurídica e Balanço Patrimonial, 10% apenas preenchimento de formulários, 10% procuram informações para saber se o montante é viável para a empresa e 25% querem saber do contador a respeito da taxa de juros incidente nos empréstimos e comparam se é compatível com a taxa de juros do mercado. Nota-se que são apenas informações solicitadas pelo banco e não para tomada de decisão ficando evidenciado que uso da contabilidade para micro e pequenas empresas está aquém do que à contabilidade pode oferecer, ficando evidenciado que a contabilidade serve de apoio apenas para as questões burocráticas nessas entidades. Verifica-se que 10% das informações solicitadas são apenas para cumprir exigências na formalização do empréstimo, e mesmo os que afirmam solicitar informações contábeis para tomada de decisão nota-se alguns dados conforme exposto são solicitados somente para efetuar o empréstimo. Ficando assim demonstrado que esses gestores / empresários tomam decisões baseadas no próprio conhecimento. A última questão desta pesquisa procurou saber se os respondentes estabelecem metas financeiras para as empresas como forma de planejamento. Deles, 55% disseram não estabelecer metas, 45% citaram metas mensais e anuais que estabelecem com o objetivo de aumentar o crescimento das organizações em que atuam sendo que nestas estão inseridas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte. 8

9 A seguir estão evidenciadas algumas metas financeiras descritas pelos gestores / empresários: aumento das vendas através da previsão de faturamento mensal; redução do alto volume de estoques através de verificação mensal de demanda; conquista de mais clientes através da divulgação dos serviços; redução do valor de compras a prazo. Nota-se que o planejamento financeiro apesar de ser muito importante não é muito praticado pelos respondentes, o que nos permite concluir que no caso desses gestores / empresários a preocupação com planejamento ainda é incipiente já que os resultados obtidos com base no planejamento terão retorno em longo prazo, pois, obedecerão as etapas de planejamento execução e verificação dos resultados, esse processo demanda tempo e os resultados são visíveis em longo prazo, o que caracteriza que os gestores / empresários que atuam nas micro e pequenas empresas têm visão de curto prazo. 6. Conclusão A partir do desenvolvimento desse trabalho cujo objetivo foi verificar como médias e pequenas empresas da cidade de Montes Claros gerenciam o capital de giro e quais as causas das dificuldades nesse processo de gestão, pode-se chegar às conclusões descritas a seguir. Constatou-se que a falta de qualificação profissional dos gestores / empresários entrevistados é dos fatores que dificultam o processo de gestão do capital de giro devido à simplicidade conceitual aplicada na gestão das empresas pesquisadas. Nota-se essa simplicidade, por exemplo, ao definirem o conceito de capital de giro, e até mesmo na determinação dos prazos que compõem o ciclo operacional das empresas, onde se percebe que qualquer atraso que ocorrer no recebimento de clientes poderá complicar a situação financeira dessas empresas, já que o prazo médio de recebimento de Clientes coincide com o prazo médio de pagamento a Fornecedores. O que evidencia também uma falta de controle do capital de giro já que a determinação dos prazos é essencial para identificar o período de ingresso e desembolso de recursos. Percebeu-se que a expectativa de retorno do investimento é em curto prazo o que torna difícil o processo de gestão visto que as empresas necessitam de período longo para se consolidarem no mercado. Observou-se que 45% dos respondentes utilizam controles financeiros defasados, apoiando-se em relatórios manuais para o controle financeiro, o que coloca em risco as informações obtidas com esses dados. Constatou-se que mais da metade (55%) dos respondentes optam por fontes de curto prazo como empréstimos em Bancos para suprir eventuais necessidades de capital de giro das empresas. É uma fonte que coloca em risco a área financeira das empresas, visto que o período para o pagamento desses recursos é curto, dificultando ao gestor / empresário tempo para capitalizar a empresa. Apesar de terem apontado algumas informações contábeis que afirmaram solicitar para tomada de decisão é perceptível que, na verdade, tratam-se de relatórios e documentos exigidos pelos bancos para a concessão de empréstimos. Menos da metade (45%) dos respondente indicaram utilizar o recurso de fixação de metas financeiras para gestão das empresas, o que revela que os gestores / empresários entrevistados são ainda incipientes quanto ao planejamento financeiro para as entidades de pequeno e médio porte onde atuam. 9

10 Apesar de se constatar na maior parte entrevistas que a gestão do capital de giro é ainda incipiente, foi possível notar entre as empresas amostradas que há algumas bem estruturadas onde os respondentes demonstraram preocupação com a qualidade da gestão empresarial. Estabelecem metas mensais para a empresa e empregados, utilizam software de gestão que fornecem suporte para tomada de decisão, fazem curso de qualificação profissional, e almejam o crescimento, dentre outras informações por eles citadas. Com base nas informações extraídas nessa pesquisa, recomenda-se aos gestores / empresários das empresas pesquisadas a busca de cursos de qualificação profissional para melhor exercerem a gestão empresarial; implantação de softwares de gestão para apoio na área financeira, pois assim terão mais facilidade no controle de itens que compõe a gestão financeira; fazerem planejamento financeiro visto que necessitarão de direcionamento para estabelecerem os prazos contidos no ciclo operacional, como os prazos médios de pagamentos a Fornecedores e prazo médio de pagamento a Clientes conciliando assim os ingressos e saídas de caixa já que são elementos essenciais para gestão eficiente do capital de giro. Como proposta para estudos futuros sugere-se os seguintes tópicos: comparar quais as dificuldades existentes no gerenciamento do capital de giro entre empresas do mesmo ramo de atividade; pesquisar qual a visão do micro e pequeno empresário ao constituir uma empresa. pesquisar como é realizado o processo de gerenciamento financeiro com gestores / empresários diferentes regiões para identificar quais as ferramentas gerenciais utilizadas no processo de gestão; analisar o nível de informações solicitadas aos contadores pelos gestores com curso de qualificação e verificar se colocam em prática o conhecimento adquirido e se são utilizadas informação contábeis no gerenciamento das micro e pequenas empresas em que atuam. Referências ASSAF NETO, Alexandre; SILVA, C. A. T. Administração do capital de giro. 2ªed. São Paulo: Atlas GITMAN, L. J. Princípios de administração financeira essencial. Tradução de Jorge Ritter. 2ª ed. Porto Alegre: Bookamn, HOJI, M. Administração financeira: uma abordagem prática: matemática financeira aplicada, estratégias financeiras, análise planejamento e controle financeiro. São Paulo: Atlas, MATARAZZO, D. C. Análise financeira de balanços: abordagem básica e gerencial. 5ª ed. São Paulo: Atlas, MATIAS, A. B.; LOPES JUNIOR, F. Administração financeira nas empresas de pequeno porte. São Paulo : Manole, ROSS, S.; WESTERFIELD, R. W; JAFFE, J. F. Administração financeira. Tradução Antônio Soratto Sanvicente. São Paulo: Atlas, SANVICENTE, Antônio Zoratto. Administração financeira. 3ª ed. São Paulo: Atlas, SEBRAE-MG. Fatores Condicionantes e Taxa de Mortalidade de Empresas de Minas Gerais. Belo Horizonte: SEBRAE/MG, SEBRAE-SP. Disponível em: <http://www.sebraesp.com.br/principal/abrindo%20seu%20neg%c3%b3cio/produtos%20sebrae/saiba%20mais /gestao_financeira.aspx>. Acesso em: 14 set SEBRAE-SP. Disponível em: <http://www.sebraesp.com.br/principal/conhecendo%20a%20mpe/mpes%20em%20números/documentos_mpes _em_números/onde_estao_mpes_br.pdf>. Acesso em: 14 set SOUSA, A. Gerência financeira para micro e pequenas empresas: um manual simplificado. Rio de Janeiro: Elsevier,

11 VIEIRA, M. V. Administração estratégica do capital de giro. São Paulo: Atlas,

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