m,cfl ryets:m**"r'ãr Pofítica de I nvestimento 2OL4 a 20L8 Fundação Cepisa de Seguridade Social - FACEPT Plano PGA ryf

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1 ryets:m**"r'ãr m,cfl r{*rf,rlf rtl*tr r$ítg $I.íta Pofítica de I nvestimento 2OL4 a 20L8 Fundação Cepisa de Seguridade Social - FACEPT Plano PGA 1 ryf

2 2 WÇ) -üv à,/

3 1 Introd ução ffic=i"i A Fundação cepisa de Seguririade Social - FACEPI e unìà EntirJade Fechada de previciència complementâr, constituída na forma da legislação pêrti rìente ern vigor, de caráter não econamico e sem fins lucrativos. com âutonomia administrativa e financeira. sua funçào e administrar e executãr planos de beneíícios rje natureza previdenciária. Responsável pela gestâo e administração dg plant: de Gestão Administrativa (pca). Conforme estabelece a Lei complemerìtar 109/2001 e Resolução CMN nc Jtgz/z}og- qlte conrem as diretrizes de aplicação dos recursos gârântidóres dos planos de treneíícios administrados pelas Entidades Fechadas de previcjència Complementar (EFpC). as Enticlacle_c Fechadas de previclència ComBlernentar devern definir a Política rje Investimentú pâra cada um dos planos por ëta administrados. e Governança Corporatíva A adoção das melhores práticas de Governança corpcrrativa g,arantè que os envolüdos no processo decisório da Fntidade curnpram seus códigos de conduta pre-acorclados a tirn de minimiear conílitos cle interesse ou quebra clos deveres. Assirn, com as responsabilidades bem clefinidas, cornpète a Diretoria Executiva. que é a responsável pela administração da Entidacle. a elaboração dà Política cle lnvestimento, devendo submetè-la pâra iìprovâção ao Conselho Deliberativo, o principal âgente na-r deiinições das politicas e das estratégias gerais cla Entidacle. cabe aincla ao Consellro Fiscal, o efetivo controle da gestiìo dâ entidâde, de acordo com ü Art. 19c, da Resolução CGPC n.p 13, de 1a de outubro de2004, que deve emitir relatório de conftole interno enr periodicicjacle semestral sobre a aderêncìa da gestão de recursos iìs nornìas em vigor e a estd PolÍtica de Investimento. Esta estruturã garantea adoçto das rnelhores práticâs de governançâ corporativa, eviclenciando a segregação de funções adotada inclusive pelos órgãos està tutários. Aindâ de acordo corìì os normativos. estã Politica de InvestimentCI (pl) estabelece os princípios e diretrizes a sererìl seguidos na gestão cjos recursos correspondentes às reservas tecnicas, funclos e provisões' sob a adrninistração desta errtidade. visando atingir e preservãr o equilíbrio atllarial e a solvência do Plancr de Gestãcl Aciministrattva. As diretrizes aqui estabelecidas são complenl ntâres, isto e. coexistern com aquelas estabëleciclas pela legislação aplicávelr, -rend os administraclores ê gestores incurnbidos da responsabiliclade observá-las concomitanterìtente, aincla que não estejam trarrscritas neste clücurììento.!ê t f ÈrììlËn t,ì;:r : Lìlrril!ú :.,:l-rr dr: ::ô.: Iíjnj..f}sdr,::rt:ts*r...:;: r:çicrlr:rr:lrse:'t rs:: ;ttlr t:t.n+iltx: :ri.ldìíf.1ü.!iü'ì,:iir ü {e5tfli!:.fl\,ì:iìì":liy],l] jü9,cüì'::ìdt;cdrr:rtrtsdi:: t:::àcc c:rc:.tr:c:i:r;t:tc crr.:clcs::btu.j::c.ll.tll: ì:ìrêçìirìeiì:ú;lìra 5:d: Jt.i dü: :1..,1çç 3;1 rl; :rlntrrç:r;il*. 2 i{csèlik'ìè lè 'J l:i2' dr 'l{ dt J[:crì]lÈ d llíjl: dt (r'r:cl'r,: LiN"ì{::rE \,.arcì..1, qle,rjr:::rc :ü:ri ií clrc:n;ür de.r:lr[içir dè:i rèí_rr5ü: t:ir;ììrdercí dc1 :ll ;rm..clnt rt::r:dìs :x l: Í _ Ì,\.,

4 3 Diretrizes GeraÍs H{Ëi"i os princípios. metodologias e parârnetros estabelecidos nesta pl buscam garantir, ao longo cio tempo, â segurançâ. liquidez e rentabilidâde adequadas e suficìentes âo equilíbrio entre âtivos e passivos do plano, bem como procurâm evitar a exposição excessiva riscos pàrâ os quais 6s prêmios pagos pelo mercado não sejam atraentes ou aclequados aos objetivos do plano. Esta PolÍticâ de Investimento entrârá em vigor ern 01 de janeiro de o horieonte de planejarnento utilizado nâ suà elaboração cornpreende o periodo de 60 meses que se estende rje janeiro de 2014 a dezembro de conforme especifica a Resolr"rçào CGpC No 7, de 4 de clezembro cle Esta política está de acordo com â Resolução CMN 3.792, mais espe ificamente em seu capitulo 5 "Da PolÍtica de Investirnento" que dispõe sobre parámetros mínimüs como alocação de recursos e limites, utilização de instrumentos rierivatirn>g taxa mínima atuarial ou indices cle referência do plano, as metas de rentabilidacle, rnetodologias adotadas piìra o âpreçamento dos ativos fìnanceiros e gerenciamento de riscos. alern dos princípios de responsabilidacte socioambiental adotados. Havendo mudanças na legislação que de alguma l'orma torneín estâs diretrizes inadequaclas. rjurante a vigência rjeste instrumento, estâ Pl e os seus procedimentos serão alterados gradativamente, de forma a eütar perdas dê rentâbìlidade ou exposição desnecessaria a riscos. caso seja necessário. deve ser elaborado um plano de adequação com criterios e prazos Ílârâ a sua exee ução, sempre com ü objetivo de preservar os interesses do plano. 5e nesse plano de adequaçào o prazo de enquradramento estabelecido pelas disposições transitórias da nova legislação Íor excedido. a Entidade deverá realiear consulta formal ao órgão regulador e fiscalizador de acordo com a Instrução Normativa da previc ne 4, de 6 de jr,rlho de 2010 que disciplirâ Õ encãrninhamento cje consr-rltas à superinterrclència Nacional de previdencia Complementar - prevlc. 4 Plano de Benefícios 4.7 ldentificação do plano de Beneficios Esta política de investirnento àpr sentas cjiretrizes pãrã a aplicação clos recursos garantidores clo Plano de Gestão Administrativa (PGA), administrado pela Fundação cepisa de segurirlade social - FACEPI cujas principais caracrerísticâs são: Tipo de Plano: Administrativo Adrninistrador Responsável pelo Plano cle Beneficios {ARRa}': BenÍci olímpio de fvlelo Neto Adrninistrador Estatutário Tecnicamente Quiìlificacjo {AETe)': Lidia Francisca Falcão carvalho Airemoraes (Girl i$. dt l"ç. dr n;rcc (lr flìlìi.. qjr :ri::: '5Üì xr -n:c cl; rcs:c.rçlllcl;,jc,lü siìrcitì;der fìétê5ëçiìentiric.:í.darlctìi.i.raè:.rco:rcnl:::tìta"-.ìtttr.5::ètièriraüìs;rtlltlidtral*ntr,jrüt1ì.r:_l:;nüscl(-!i.,( cj dü tììs: :Jrclc[. l ;ddçi,t r Ji:li.-!,ìü i:lj5 l qllnl aa ÌüítÌ] clcvcr' 'lertc.=r. lc :f,l :i;:-tìü dc"t:rc c5 l-icfì:rr'lí clü Í-rr -ìrrcìúrrr-\cí:r:tï.: ; hìl:ìr-<:r;dèrcjic"tç.-itcl sllc :l;,t* ch :r.rtriirrq: úp- 4 v (-; k /À L-'- / / )/

5 5 A earteira Atual A carteiratual, de acordo com a tabel abaixo, demonstra os percentuais de alocação as$im como os limites legais observados por segmento na data 31/10/2013. Opc açôes com krtkipantes 6 Alocação de recursos e os limites por segmento de aptícação A Supervisão Baseada em Riscos âpresertâdâ pela PREVIC verifica a exposição â lscos e os controles sobre eles exercidos, atua de forma prudencial sobre as origens dos riscos e induz uma gestão proativa das entidades. A análise e avaliação das adversidades e das oportunidades, observadas em cenários futuros, contribuern parâ à formação de uma visão arnpla do sistema de previdência complementar Íêchado e do ambiente êm que este se insere, visando assim a estabilidâde e solidez do sistema. A modalidade do plano de benefícios, seu grau de maturação, suas especificidades e as características de suas obrigações, bem como o cenário rnacroeconômico, determinam as seguintes diretrizes dos investimentos: as metâs de resultado rjo plano de benefícios e dos segmentos de aplicação; a alocação dos recursos nos diversossegrnentos; limites máximo de aplicação em cada segmento eativo; os indexadores e prazos de vencimentosdos investimentos; a escolha porativos que possuem ou não amortizações ou pagamento de juros periódicos; dentre outrú$. 6.I Etçectativos de Retarno A expectativâ de retorno dos invstimentos pâssa pela definição de um cenário econômico que deve levar em consirleração as possíveis variações que os principais indicadores podem sofrer, mensuradas àtraves de um rnodelo estocástico que observa a volatilidade histórica apresentada por eles pãrâ estimar as possíveis variações, dada uma expectativâ de retorno. A correlação entre os ativos que já se encontram na carteira e os que são passiveis de aplicação tambem é urna mriável importante parâ esta definição. o resultado desta anális se encontra no quaclro abaixo, que demonstra a expectâtiva de retõrno da Entidade em relação a cada segm ntü cje aplicação, bem como os compara com o que Íoi observado nos últimos períodos..íj(;piiitloiidê.ìêl0 {i0f&-.i\]7!3q]è:rli:.,$.n5$1.ïl;}illi5'.,ì,{li?.ìi'ilt.4úü$l:)5,ï {ìj.â,5 l.'ãseftlitììê0ri ni;çèo:.lliljc'êuu.!rü j,çnari.'fúü,ì].n;sfõ{llì.. -jrglüì,ni!ì1ì{,:dd-'ì?!.lìulütìf66;1gl r"r.'?;sl9 ôfjlü ri!.slütêo. '

6 fficg'i Limites por *gmento A tabela a seguir apresenta a alocação-objetiw e os limites de aplicação em cada um dos segmentos definidos pela Resolução CMN ns 3792/2009. Essa alocação foi definida com bâse em estudo de macro-alocação de ativos, elaborado com o intuito de determinar a alocaçâo estràtégica a s r pêrseguida ao longo do exercicio dsta Política de Investirnento qu" r*lho, reflita as necessidades do passivo. Esta definição está em linha corn os itens 54 e 55 do Guia de Methores Pr'áticas para I nvesti mentos previc. A alocaçãobjetivo foi definida considerando o cenário macroeconômico e as expectativas de mercado vigentes quando da elaboração desta polítìca de investimento, conforme descrito no item anterior. 7 limites Na aplicação dos recursõs, o plano observa os limites estabelecidos por esta política de Investimento e pela Resolução cmn ne 3.7g2, conformes tabelas abarxo. 7.7 Por modalidade de investimento ïfrjüs da díida mtiláia ftderal Alws de renda frxa, Faeb tt *06 da díìda mtiláíia ÈdeÍd btras Firgrne'ras {rf), ceúrcadm de DE{db Bamáio (cdb) e Depodtm a praa com Gararra Espedar (DPGE} Céddas de credb barário (CtB) e c erlf cadc de cedrjas de credb bamái0 (CCCB) 6 (4 V

7 ,ffimri. [bbs de crédib à e40ít4õ (NCE) e céújas de crédt0 à rç0rf4à (CCE) ztl,6?'ü6 Colsf turdos def ruestnpnb emürdtoscrdiôrios(f DC) e de irú de cous de FDCs Ceíifcadm de recebfueisi rntílâios (CRl) ã)9ú lílx t0?ú t0e6 Céddas de rrédb i mtilário (Cü) 20Pà 2A'l, Tilios do agronegôcio (CPR; CDCA; CM efvffaítagmpecu*io) 2ll?6 2ú6 hmds ü.rlm e \dores Ìïntilái0s (e)aeb debèntues) ronpiltias abêíbs. èceto de secuilzadoms ã,?6 20fi RmdaVrrlivol Ações de cffnprtias abeíhs adíri{das â Írgcr4fo rn segmrb N0\ô lr/brcado da Blr{&FBormoa Ações de c omparfi as abeíbs adrdrd as â neg.ci 4fu n0 sagííprtd Niíel I da Blú&FBaespa 7{} grí o e6 Ações de crnp*fi as úerbs adnildas à rngocì4fo ru sêgríertn BowEa Mds da BNI&f Bowspa 5096 o96 Âções de compafias deíbs adríirdas à rngm 4fu rn segmnb Nid r da Bìil&FBoresoa Açõesem clasdì cação de gs\ôírìaìlça c.rporaü\a + c 'bs de tnfus de?rlces de aç6es (ETFs) 35rÉ 096 TÒ.los eralores nnblâios de enissão de Sociedades de propódto Especüco (SpEs) !6 Lrebênüres compirt. ms ljms +cerl p0brnialadciord de corefr4ão +crédto de caròmo +ouo 396 o96 hvêslhrnbi?stut Í do3 ztìü6 os Fundos de paúeipação 2{te( 0e6 FLrÌdos túluos & líìyrslímrbs em Ergesas fínergertes 2096 o% Fundos Inrb[ádos 1096 o96 Fudos m-ülinnrcad' cq0s Íegüamenbs obse'uem e>crurivarëne a le{ishçã' sbbdecida peb ctm x(f/ otú hv.õltrënhs no 0üÌbl lnóvck opor4ôcs om paíbliltca 7.2 Alocação pot Emíssor 10% ar6 0x ox Temuo lhdonal knütriçã0lnarceira ar-biada a i.rriornr pdo Bacen fesouo Esüdrd 0r irlrid pal CoÍÌpaúias abeítaé com regsfro rn CV[l Orgarismo mjlilatsral Corpaúi as secuilza ôras Patod rndor rb Plano de Berefüios FtDC/f tcildc f t^['ìd0s de Indce ReËrBrxid0 em Ce$a de Âçôes de Conpartias Abefts Sod edades de Pr0póí*b Espec tco - SpE FliFlC üasiícados rn Segnenhs de krnslneríns Estrutrados 10$6 r M 1016 l (}?ú t$/6 10rú 109ü ?6 10rí 1t196 10?6 10% x o%

8 7.3 Concentração por Ernissor fficfi S ô cagblvdand de una íresrna Cia.AbeÍh % fu cad bl btd de uta mesma Ci a. ÀbeÈ ou de urna rnesn SpE S ft PL de unn mvna hd ü.ì çâo Fi rnrrd m 96 eb PLde Fwdo de fuice Rebremiado emcesb de ações de Oa. AbeÍb s & PL de Füdo de kh/ê*rnerrd classif eado m segmnb de Ìì\êstrÍErt0s Estut ados % ú PL de Fwfr de tnadmrbs classifcados m Segnenb & híeslmnbsm E)üÍior % fu PL de Ftrús de írdce no Exb jor regociados em Bdsa de Valorss m BÍasil % ô Pafirúrio Separado de Ceiifrados de RecebÍds comred m Fi üxiáa 0. ü hìitg pa ssâ a ser d jg:,j, o;íõ s!. roasì[íidr cxclirru;nreme cèra ÀTrJê Í conc ronrêssrcronè Èennr5stDrun;, aírênda!è Ítè olr ãutorizãtáriè, corrlornrredaçicexprcs:;rà;{ësal,-çàor}ic f.ì4_z75de3l.*üutltbrode?0i Concentração por lnvestimento 96 & um rnesrm sáie de ttlre ouralsesmotil*ios 96 de trtla mesls c hsse ou sède de cotas de F IDC 96 db m mesííe em$e ndínermiímtitáíi0 I Resrições Na aplicação dos recursos, o plano obs rvas vdações estabelecidas pela Resôlução cmn np pâra as modalidades de investirnento elegiveis. cabe ressaltar que as restrições parã aplicàção em titulos e vâlores mobiliários estabeiecidas nos tópicos a seguir são válidasomêntê pâra os veículos de investimento exclusivos. As aplicações em cotas de fundos abertos condominiâis, realizadas diretamente ou por intermedio de carteira própria, estão sujeitas somente à legislação aplicável e aos seus regutamentos e mandâtos específicos. 9 Derivativos As operações com derivatìvos são permitidas. desde que respeìtados limites, restrições e demais condições estabelecidas pela Resolução CMN ns e regulamentações posteriores. 0 controle da exposição em derivativos será feito por meio do monitorarnerto: dos níveis de margem depositada como garantia de operações com derivativos; e das despesas com a comprâ deopções. 7

9 ràë=?l,ft. o controle da exposição a derivatiws derc ser realizado incjìvidualrnente 0"r^ o- investimento. os lrrnites devern ser rnedidos ern relação ás alocações ern: "-1"," ïítulos da diüda pública federal; Títulos de emissão de instituições financeiras (cdb, RDB. DpGE, etc); e Ações integrantes do Índice Bovespa. A soma dos investimentos nesses ativos cleve ser considerada comodenominador nâ contâclâ exposição, que devem respeitar os seguintes limites: Até L5% (quinze por cento) de depósito de margem para operações com clerivativos; Até 5% (cinco por cento) cle despesas com coryìprê de opções. 10 Apreçamento de atívos fínanceíros os títulos e valores mobiliários integrântes clâs carteiras e Ír.rndos de investrmentos, excfusivos ou não' nosquais o plano aplica recursos devern ser marcados a valor de mercado, de acordo com os ffiterios recomendaclos pela CVM e pela ANBIMA. lsso não exclui a possibilidade, porem, de o plano ccntabilizar os títulos que pretende càrreg,ar ate o vencimento pela taxa de comprâ do pâpel, método chamado de marcação na curva. A rnetodôlogia para ãpreçãrïerìto deve observar as possíveis classificações dos ativos adotados pela EFPC (para negociaçãou mantidos até o wncimento), observado adicionalmente o disposto rì;l Res. CGPC n c 04, de 30 de janeiro de 200?. o método e as fontes de referência adotaoa para ;ìpreçarnento dos ativos pela Entidade são os mesmos estâbelecidos por seu custodiântê e estão disponíveis no Manual de apreçamento do custodiante. E recomendável que todas as negociações sejam realizadas ãtraves de plataforrììãs eletronicâs olt ern bolsas de valores, mercaclorias e futuros, visando maiortransparència e maior proximidade do valor real de mercado. De acordo com o rnanual de boas práticas da Previc "A verificação do equilibrio ecormmrco e financeiro dos planos de benefícios clepencle da precificação dos ativos. ou seja, e preciso que a entidade busque, diretarnente ou por meio de seus prestadores de servìços, modelos adequados de apreçamento. A l'orma de avaliação rleve seguir as melhores práticas do mercado fìnancerro na busca do preço justq considerando-se ainda a modalidade do plaru: de beneficios,,. o controle da marcação dos papeis e feito por meio de relatorios gerados mensalrnente por consul türes contra tados. Ll Benchmorks por segmento e metas de rentabilidade/atuarial A Resolução cmn ne 3'792 exige que âs entidâdes fechadas de previdência complementar definam Índices de referênci a (benchmolxs) e metas cle rentabilidacle para cada segrnento de aplicação.,a* g/6 -,

10 ,.ffiffil Ëntende-se como indice de referência, ou funchmork, para determinado segíììento de apiicação o Índice que melhor reflete a rentabilidade esperadâ pârà o curto prazor rsto è, para horizontes mensais ou anuais, conforme as caracteristicas do investimento. Esse índice está sujeito às wriações momentâneas do mercado. Por outro lado, a meta reflete a expectativa de rentabilidade de longo prazo dos investimentos realizados em cada um dos seg,mentos listados a seguir, rentabilidadesta que pode apresentâr menor volatilidade maìor aderênciaos objetivos de longo prazo do flano. 12 Mandatos A despeito da organização de seus investimentos baseada nos segmentos propostos pela legislação aplicável, a Ëntidade adota a estrutura gerencial de mandatos para o monrtoramento de seus investimentcs. um mardato pode ser entendido eotno a consolidação de investimentos com características semelhantes em termos de risco, rentabilidadesperada, prazo etc. Alem de servir de referência para ã gestão dos recursol tal estrutura de investimentos serve como parámetro para o controle e monitoramento dos riscos financeiros inerentes a câda mandato. 0 quadro a seguir apresentâ a estruturâ de mandatos adotada, com seus respectivos benchmarks. os Índices de referência e as metas de rentabilidade estabelecidas anteriormente, para cada segmento, representâr'rì uma estimatiw da consolidação dos mandatos. A seguir, detalha-se resumidamente a estrutura de cada um dos mandatos observados: Renda Fixa Tradicional; representa os investimentos em fundos de renda fixa corn objetivo de rentabilidade dado em função do cdl. predomrnantemente compostos por títulos públicos. Esse rnandato contempla, adicionalmente, os investirnentos utilirados para garantir a liquidez do plano de investimentos. 13 Ëestão de Risco Em linha com o que estabelece o Capítulo lll, "Dos Controles lnternos e de Avaliação de Risco,,, da Resolução cmn nc 3792/2009, este tópico estabelece quais serão os critérios, parâmetros e limites de gestão de risco dos inwstirnentos.

11 "ffiçffil Reforçado pelo Guia ele Melhores Práticas da PREVIC a verifìcação e controle dos riscos inerentes à gestão do plano de benefícios denem ser realirados ele forma proativa pela Entidade, estabelecendo os alicerces para a implementação do modelo de Supervisão Baseada em Risco. o objetivo deste capítulo é demons$ar a análise dos principais riscos destacando a irnportância de estabelecerêgras que permitam identiíìcar, âvaliar, mênsurar, controlar e rnonitorar os riscos aos quais os recursos do plano estão expostos, entre eles os riscos de credito, de mercado, de liquìdez, atuarial, operacional, legal, sistêmico e terceirização. A definição dos limites de riscos depende de alguns fatores, como: Definição das forrnas de medir e cornunicar sobre o vclume de risco (VoR, B_VnR, duration,gop, etc.). como a estrutura de investimentos de um plano pode atribuir discricionariedade de parte da administração dos recursos a terceiros contratados, o controle de alguns dos riscos identificados será feito pelos próprios gestores externos, por meio de modelos que devem contemplar, no minirno, Õs itêns e parâme$os estabelecidos neste documento. Esse tópico disciplina, ainda, o contrde de riscos referente ao monitoramento dos limites de alocação estabelecidos pela Resolução CMN ns 3792/2CI0g e por esta política de investimenro Risca lntegrodo o fato da Resolução CMN ne 3792Ê009 dispensar a Fundação do cálculo da Divergência-Não- Planejada {DNP}. que consiste na verificação da diferença entre o resultado dos investimentos e o wlor projetado para os mesmos, ratifica a importância da lmplementação de um modelo próprio que reforça o que está descrito neste capitulo. A identificação dm riscos e a observância dos controles apresentados passam a ser prirneira etapa para implementação de uma matriz de riscos pela Entidade. a Sn fündrl I Firc de Créd'rt{ I ÍIrc& mrlm x iirc CÊ Uquue 1 nircde Mscdo I mm & tarëdíiãfü MrEünfuis - nm Lqd iixooër&tond )*l

12 B*i*rtr, É 4tH rí;fl gdtr{i* i likcúrúgl anhô!b Ít&u Èrbo rh hi{f ( lbc Ct lhtdtt rrhúo * l&&do ürhb r -Rieú trtj Rlro OEradú.l Canforme podemos observaç a maffiz acima representa uma media da relação entre frequência e impacto para cada um dos riscos abordados neste documenb, dentro de uma amostra representâtiva da Indústria de Fundos de Pensão, as Entidades devem apresêntar controles eficientes que perrnitam reduã-lcs, em especial os que apres ntam maior irnpacto e maior frequência {área vermdha). Para minimizar possíveis ônus financeiros decorrentes da não observância destes riscos, foram determinados modelos de mensuração, descritos de forma mais detalhadas nos capítulos seguintes Risco & Mercado Segundo Art" 13 da Resolução CMN ne 3792/2N9, as entidades derem acompanhar e gerenciar o rísco e o retorno esperados dos inwstimentos diretos e indiretos com uso de modelo que limite as perdas máxìmas toleradas para os investimêntos. Em atendimento âo que estabelece a legislação, o acompãnhamento do risco de mercado será feito através do Value-ot-Âisk (ÌzoR) que estima, com base nos dados históricos de volatilidad e correlação dos ativos presentes na cart irã analisada, a perda esperada. Também será utilizada a Berchmark Vulue-aü-firsk {Ê-VoR}, nnadelo que aponta, com um grau de coníìança e para um horizonte de tempo predefinido. qual a perda esperada em relação à carteira teórica do índice de referência. cabe apontar gue os modelos de controle apresentados nos tópícos a seguir foram definidos com diligência, mâs estão sujeitos a impreisões tipicas de rnodios stâtísticos frente a situãções anormais de mercado. tí12.1 VoR Para s consolidado dos segmentos, o conüde de risco de rnercado será feito por meio do volu*at- Risk {Vofi} com o objetiuo da Entidade controlar a volatilidade da ccita do flam de heneficias. Ëste será calculado cõm os seguintes parámetros: ; r Modelo; não-paranétrico.

13 Intervalo de Confiança: g59,o. ffiëffii '{q l. tiãrtilt.i!,n},{,.& Horizonte: 21 dias úteis. o controle de riscos deve ser feito de acordo com os seguintes limites: Análi se de Stress A avaliação dos investimentos em análises de stress passa pela definição de cenárias de stresq que podem considerar mudanças bruscas em variáveis impofiantes para o âpreçâmento dos ativos, como tâxas de juros e preços de determinados ativos. Embora as projeções considerem as variações históricas dos ìndicadores, os cenários de precisam stress não apresentar relação com o passado, umâ vez que buscam simular futuràs variações adrersas. Para o monitoramento do valor de sfress da (arteira, serão utilizados os seguintes parâmetros: Cenário:BM&F. Peri odicidade: mensal. o modelo adotado parâ âs análises de stress é realiaado por meio do cálculo do valor a mercado da cãrteira, considerando cenário atípico de mercado e â estimativa de perda que isso pode gerar. cabe registrar que essas análises não são parametrìzadas por limites. uma vez que â metodologiâ considerada pode apresentar variações que não implicam, necessariamente, em possibilidade perda' de o acompanhâmento terá como finalidade avaliar o comportâmento da carteira ern cenários adversos pãra que os administradores possam, dessa forma, balancear melhor as exposições Risco & Crédito 0 risco de crédito dos inraastimentos do plano seráavaliado com base em estudos e análises produzidos por gestores exclusiros de crêdito, pela própria Entidade ou contratâdos junto prestadores a de servìço. A Entidade utilizará pârâ essa avaliaçãos ratfngo atribuídos por agência classificadora de risco credito de atuânte no Brasil. os ativos serão enquadrados em duas categoriâs: Grau de inwstimento;, Grau especulativo. Para checagem do enquadramento, os títulos privados devem, a princípio, ser separados de acordo com suas característicâs.

14 TÍtulos emitidos por Ínstítuíção não tína ntejra Ítttrlos emitìdos pr Ìnstituiçio f;nanceira E preciso verificar se â emissãou emissor possui rr,ting por uma das agèncias elegiveis e se a nota e, de acordo com â escalã da agência, igual ou superior à classiíìcação rnínimapresêntadã nã tabela a seguir. Os títulos emitidos por instituições não financeiras podem ser analisados pelo rating da emissãou do emissor. No caso de apresentarem notas distintas entre estas duas classificações, será consíderado, para fìns de enquadramênto, o pior roting. Os investimentos que possuírem rating igual ou superior às notas indicadas na tabela serão enquadrados nâ categoria grau de invesümento, desde que obsenndas seguintes condições: os títulos ou emissores que não possuem roting pelas agèncias degiveis (ou que tenham classificação inferior às que constam na tabela) devem ser enquadrados na catqosa grau especulaüvo; ; ' Caso duas agências elegíveis classifiquem o mesmo papel ou emissor, será considerado, para fins de enquadramento, o pior mting; ' : o enguâdramento dos títulos ou emissores será feito com base na rctting vigente na datâ da verificação da aderência das agicações à política de investimento. 13.3,1 Expasiçãa CrédÍto o controle da exposição a crrilito privado é feito atrâvés do percentual de recursos alocados ern títulos privados, considerada a categoria de risco dos papeis. o contrde do risco de credito deve ser feito em relação aos rêcursos garantidores, de acordo com os seguintes limites: Grau de investinìento + Grau especuiotivo 6r:au especulaüvo 50ií, 5% ),vf

15 f;tc=pi o linrite para títulos classificado na categ,oria grau especulativo visa..o,noor,*r'"u"nìr"u rehâixamentos de rofings de papéis já integrantes da carteira consolidada de investimentos, papers que já se enquadram nesta câtegoria e eventuais ativos presentes em fundos de investrmentos condominiais (mandato não-discricionário). Nesse sentido, o limrte acima previsto não cleve ser entendido. em nenhuma hipótese, como aval para aquisição de títulos que se enquãdrem nê categoriâ "grau especulativo"' por parte dos Ëestores exclusìvos dâs carteiras e fundos Risco de Liquidez A FACEPI irá controlar a liquidez dos recursos de acorcjo corï a necessiclade despesa do plarro parâ a administração dos planos de Benefícios. 73,5 frísco Aperacionol como Risco Operacional e "a possibiliciade ocorrencia de perdas resultanres de falha, deíìciência ou inadequação de processôs internos, pessoãs e sistemas, ou de ventos externos.,, a realizará ações que gârântam ËestãCI a adoção de norrnas e procedimentos de controles internos, alinhados com a legislação aplicável. Dentre os procedimentos de controle pociem ser destacados: A definição de rotinas de acompanharnento e análise dos relatórios de monitr:ramenta rios riscos descritos nos topicos anteriores; O estabelecimento de procedimentos formais para tomada de decisão de investimentos: Acompanhamerìto da formação, desenvolümento e certificaçâo dos pârticipântes do processo decisorio d investirnentõ; e Fortnalização e acoínpârtharnento das àtribuìções e responsabilidade rle todos os envolvicjos no processo planejarnento, execução e controle de investimento Risco de Terceirìzação Na administração dos recursos financeiros há a possibilidade da tercerrização totâl ou parcial dos investimentos da Entidade' Esse tipo de operação delega determinadas responsabilidacjes gestores a externos, porem não isenta a Entidade de responder legalmente Berante os orgãos fiscalizadores. Neste contexto, o modelo de terceirização exige que a fundação tenha urn processo formalizado para escolha e âcompànhamento de seus Bestores externos, exâtarnente em linha conì o que estabelece o Guia de Melhores Práticas para Investimentos previc ern seu itern 63;,,o procedimento de seleção dos g stores, pela EFFC, deve conter histórico, justiticativas, documentação relacionada, entre outros.., MesmÕ que a Fntidade possua um rnodelo de gestão interna, o risco de terceirização está presente pelo fato do processo operacional cla gestão depender cle alguns terceiros em determinadas ëtâpas' Na execução das ordens cle compra e venda e necessaria r-rtilização rle uma corretora cle títulos e valores mobiliários e na precificação e guarda dos ativos é neeessário urn ãgente

16 ffiffipi ã.{* *.,,wrif, rr,i*!*4i custodiante. Deste modo e importante a fundação tambern possuir urnprocesso formalizado para escolha e acompanhamento destes prestâdores de servico. X.3.7 Risco Legal o risco legal está relacionado à não-conformidade com normativos internos e externos, podendo 8erâr perdas financeiras procedentes de autuações, processos judiciais questlonarnentos. ou eventuais o controle dos riscos dessa naturetâ, que incidem sobre atividades e investimentos, seráfeito por meio: ":*, - ' Da realização de relatórios de conrpliance que permitam verificar a aderência dos investjmentos às diretrizes da legislação em vigor e à política de inrlestimento, com periodicidade realizados rnensal e analisados pdo conselho Fiscar; Da revisão dos regulamentos dos veiculos de inrestimentos exclusívos, periodicidade realirados com anuar e anarisados pera Diretoria Executiva; Da utilização de pareceres jurídicos pâra contrâtos com terceiros. quando necessário. X.3.8 Riscosfstémrïco o risco sistêrnico se caracteriza pela possibilidade de que o sistema Ílnanceiro por seja eventos contaminado pontuais, como a falència de um banc ou de urna empresa. Apesar gerenciamento da dificuldade de deste risco, ele não deve ser relevado. É importante que ele seja considerado cenários, premissas em e hipóteses para análise desenvolümento mecanismos de antecipação eventos de risco. aos Parâ tentar reduzìr a suscetibilidade dos investirnentos a esse risco, ã alocação dos levar recursos em consideração oeve os aspectos referentes à diversiíìcação de setores e emissores, diversificação bem corno a de gestores externos de investimento, visanio mitigar a possibilidade desses prestadores de inoperância de serviço em um evento de crisë. 14 Resumo dos procedimentos A adoção dos procedimentos aqui descritos visa a atender às melhores práticas, no que controle se refere de riscos ao em umâ EFPC, não somente ao que se refere aos inrrestimêntos, relação mas às tambem demais questões em operacionais. fu* 7

17 ffi*-* i t lhi:ìdil À&rblosde VãRe de BVfi Iede de Sres Onlrole ditlio pelo gedoi dacarteira, l"lonilorarnenlo paiudim pela entidade alravb dos relatdios de t :::-r lr:i:'ini aítlipr 5rp :;;;; -'fif:,r,. Lìi l,::r:,acomparhamenlo do desempenho edo &scolamenl0 tl'": l;ìú i'ü: fl :a j Ë",: i:::lhi i :..;t: f ì t,ü ::, :r Ìi lf ri j: r-,: t_-:crt. j ; r_íth"lt ll i Ltlr..[]L ijpti,àil4_ìí,;ì1, À t tì.ìtìl \t! $,nìl t.ìi,hhi:.ltiì Urfl tati} por corúr4arlêe DvsdfimtD; Écomparhamenlo de ratingq f,lecesidadede oixa, Ljquidezdê divoq 0.talidade dmalivos Volafibftlegdatlb; Fdtasem conlratoq Brosda4licatD dalei Ònkolesindequados; Htnsde pienornento; Froshumanos Odrole di Di o Flo oedor datrtêi râ. ÌtÍonitoramenÌo peritxim pela entidde drartb dos relat tìi0sde [ :::c hì:i;,ì ir i Liì;r 5 rp :'::* i.: :-Èf:.ú i úi l,. a: ai hqudranunto emrelam ilegidam adictlel e em 'ì.i;-:ia.i Í:È : :i i:i rli :::rí.'i f :C ia Ë :ìf i. EÍudo de nnooalocafr de divos{ajú); Moniloraruntode catlrdae reeate defundoq Mmiloranenlo perithim pela enlidade dratb dosreldllios de, i:i ltì.-i: raa r f.lìli :i rë : ::ri:a ür "-ar:i I ia li...:ij lvlonitorarunlo dmdivosem caíleira. EdoÍatD dê relattli0s& eíìquaúanêíúo em rel0m, ii : r:li : I lli : :.ì i:: t'!i:j:'f':tì:il lvali am t tblica e trileriosadosmnlrdosf irndm :cf' :i ::4"!! È f'.i:r:ila, i! a:i jr,! :a $mpre que nemsüi0, afrcremnêr0a píofissimajs ::'"irli':l'{r: l:lr f::"ri;:j ft::-1"i _.:; lmpleírënlaüi e meemrento * procesose rotinmìe,"u*ur* Ád0fl) de piüi casde govemaìt]rdíp0rstiva, GrtiÍicam d0sproíissionais que pmtiripam do!:! iii i:-- :Jf'li;].Í:: il,:: : rc iìii t.f:!: t.' :t.:t!. # cumprir asobrigallbs hdiatd è aaliatlbsdffiiaspelo menosurìawza0 an0; l if lit'::ì' ii. Et udo de nauodocaüb de divos{am); \âidatìi dasfemissmr!o comportamenlo do pa6sv0 aturial: ftobl erna generdiado do msrcado Fiiorian o invedimento ern tfulossoberarose em rìtli',: a.'rlr] Ì'Ci pt';:''i ir iì r\,ii:j ::L i] $Li ü :pifìr- ri al-ìr:.j: lìi:i tl f:ií:t"!t':ij. temr êm onsdêram os aeedos referentes0diversjfi catrb è A Ens processosdependem ò t eeei ms il' üi:i"r' rìc:ìi a::tp l:: ii:ii'ai i:f' ]:ii'i:. fufinitd db m[ricaspaa ele[b de gedores, otìodiantesõ- :a" i :i"i j i iìi r. j :: p.if :lüa.t! f; i -it,! :j. ì:ct,ljif : lf-.pi i ;,:i :a.-i: jar lt. ir:i f!i::: Iri lti i' tf : t,it,:,. l"lr.1: f:a üi5 o gestor glle eventllalfiìer1te extr;ìpolàf albuftì clos lirnites de risco estâbelecidos nesta políticà cle lrìvestimento deve cornunicar á Entidacle. que deve tornar â medicla mâis âdequêcja rjiante cjo cenário e das condiçôes de ÍÌìercàdo cla ocasião. A íundação pode everìtualrnente estiìbelecer jurìtcì â câda gestor um pràzo máximo pêrã o reencluadrarììento clas operações. os limites de risco estabelecidos nestâ política de irrvestimento tanìbem püdern ser monitofados pela própria Entidade, conì everìtual auxílio rje consultoria externa, urnâ vez que a EFpc responde pelos se us ì nvesti mentos periì nte órgãos [i sca I iza dores. 15 Observação dos princípios Socioamhientais Os princípios socioambientdis podeín ser entencjicjos como um conjunta! de regras clue visarrr favorecer o investirnento enì companhiàs cìue ddotàíìì, efyì suiìs atiüdades ou atrâves cle projetos, pol íti cas rle responsa bi li cja cle soc ioa rnbierrta L 11 \,/,-t)

18 "mffil_ A maneira mais comum de adoção desse conjunto de regras ocorre por meio da adesão a protocolos ou iniciatiras lideradas por órgãos da sociedade civil e organismos internacionars, como a Organização das Nações Unidas íonul. A observância dos princípios socioambientâis na gestão dos recursos depende, portânto, dâ adequação do proceso de tomada de decisões, de forma gue os administradores da entidade tenham condições de cumprir as regras de investimento responrável. Corno a estrutura de investimentos do plano atrih.ri, em grande parte, discl.icionariedade da administração dos recursos a gestores terceirizâdos, decidiu-se que, ao longo da vigência desta Política de Investimento, os princípiosocioambientãis serão observados sempre que [ossiveí, sem adesão a protocolos e regras. ïeresina, 18 de dezembro de 2013 Presidente cantê res M, Canlcante Prèsidente - FACEpI CPF:C96.106"263-Cl Lidi a Francisca Falcão Carvalho Airemorâes Diretora Financeira Benício-Olínnp{o de Diretor Administrative 18

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