CADERNOS DE INFRA-ESTRUTURA

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1 CADERNOS DE INFRA-ESTRUTURA FATOS - ESTRATÉGIAS BNDES FINAME BNDESPAR As Telecomunicações no Mundo 14 Área de Projetos de Infra-Estrutura Urbana Junho / 2000

2 Índice Índice Introdução... 1 Aspectos Gerais... 2 Longa Distância Telefonia Fixa Telefonia Móvel Redes Globais Europa Ocidental - Aspectos Gerais Europa Central - Aspectos Gerais Estados Unidos - Aspectos Gerais Estados Unidos - Telefonia Fixa Estados Unidos - Telefonia Móvel Fusões e Aquisições Glossário Bibliografia CADERNOS DE INFRA-ESTRUTURA

3 Introdução Introdução Este Caderno de Infra-estrutura é parte de um trabalho composto dos seguintes volumes: Cadernos de Infra-estrutura - As Telecomunicações no Brasil Cadernos de Infra-estrutura - As Telecomunicações no Mundo Tem como objetivo consolidar informações do setor, visando entender sua lógica e seus movimentos, em nível mundial. Está dividido nos seguintes itens: Cenário Mundial As Telecomunicações na Europa e EUA Fusões e Aquisições Glossário Bibliografia Anexo I - Cenário em países específicos e suas empresas (encadernado separadamente) CADERNOS DE INFRA-ESTRUTURA 1

4 Aspectos Gerais Aspectos Gerais O setor de telecomunicações tem-se caracterizado, nos últimos anos, por grande dinamismo, motivado pelo desenvolvimento tecnológico que vem, dia a dia, transformando o cenário como um todo - os atores, os produtos, os serviços e, mesmo, a demanda. Outra motivação tem sido a crescente introdução da competição nos serviços de telefonia, até pouco tempo considerado um monopólio natural. Nesse cenário, pode-se observar o crescimento explosivo de bases de clientes e receitas dos serviços mais recentemente lançados no mercado, verificando-se uma tendência de menor crescimento relativo na telefonia fixa. Observa-se, também, crescimento no volume de recursos que, anualmente, é investido no setor. US$ bi Previsão de receitas Total Equipamentos Telefonia fixa Móvel Outras Evolução da base de clientes (milhões) Linhas fixas Linhas móveis Computadores pessoais Usuários de Internet 2002 ITU Key Global Telecom Indicators CADERNOS DE INFRA-ESTRUTURA 2

5 Aspectos Gerais US$ bilhões Investimentos ITU Key Global Telecom Indicators Nesse cenário mutante, podemos destacar: Acelerado desenvolvimento de novos serviços, notadamente os que surgiram em decorrência do processo de convergência tecnológica Internet, dados em alta velocidade, multimídia. Grande quantidade de novos prestadores de serviços, tentando oferecer serviços que vêm sendo desenvolvidos à luz da convergência tecnológica dos setores de telecomunicações, informática e entretenimento. Nesse ambiente, surgiram e têm, cada vez mais importância, as empresas "empacotadoras" de conteúdo, que analisam, filtram e entregam o conteúdo de forma customizada. Tendência à commoditização dos serviços de voz, tanto com fio como sem fio, proporcionada pelo crescente número de empresas ofertando produtos que, do ponto de vista do consumidor, não apresentam diferenças perceptíveis. Nesse contexto, o preço dos serviços passou a ser, em um primeiro momento, fator determinante na escolha; no entanto, a partir de um certo patamar em que a rentabilidade poderia ficar prejudicada, a diferenciação tem sido arma de grande valor para CADERNOS DE INFRA-ESTRUTURA 3

6 Aspectos Gerais as operadoras, que inovam na oferta de novos serviços e de novas modalidades tarifárias. Além disso, vêm associando a oferta de conteúdo a seus serviços, como mais uma forma de lhes agregar valor. Essa nova prática vem gerando grande disputa pelo acesso, posse e conhecimento do consumidor. Na telefonia celular, cuja característica é a proximidade constante com o usuário, os serviços deverão se sofisticar a ponto de interagir com ele, por meio de alarmes e avisos de situações préprogramadas. A convergência tecnológica deverá mudar o padrão de negócios, tanto na telefonia fixa como na telefonia celular, partindo do padrão em que uma empresa a operadora é responsável pela oferta de todos os serviços, para um padrão de parcerias cada vez mais estreitas entre operadoras e empresas de aplicações Internet e provedores de conteúdo, que serão responsáveis pela oferta de produtos específicos. Alternativamente, pode-se observar a incorporação de empresas de Internet e conteúdo pelas grandes operadoras. Nesse caso, verifica-se que, seja por motivos regulatórios, seja por estratégia das empresas, os negócios de Internet têm sido alocados a empresas independentes das operadoras de telefonia. Essa nova ordem implica na evolução de um modelo tarifário em que uma operadora prestava todos os serviços e por eles era remunerada, para um modelo em que várias empresas prestam serviços, fornecidos simultaneamente e cobrados separadamente. Para suportar esse novo modelo, os sistemas de faturamento (billing) vêm evoluindo, no sentido de incorporar, cada vez mais, características de flexibilidade, escalabilidade e expansibilidade. Essas características serão cruciais, em um contexto em que a oferta de novos serviços, fator determinante de competitividade, tem que ter o suporte de sistemas eficientes e ágeis, que permitam o seu faturamento, gerenciamento e - o que vem se tornando de capital importância - entrega de forma customizada. Essa entrega customizada refere-se não só aos serviços propriamente ditos como, também, ao seu faturamento. Capital importância também têm tido os sistemas de atendimento a clientes (custommer care), não só no sentido de garantir qualidade de atendimento, mas, também, de prospectar novas formas de atuação. CADERNOS DE INFRA-ESTRUTURA 4

7 Aspectos Gerais Vale mencionar que agilidade e flexibilidade têm sido demandadas, também, a toda a cadeia de fornecedores das operadoras, desde os fabricantes de equipamentos e empreiteiras até agências de publicidade e canais de distribuição. A conquista de novos clientes é associada, na maioria dos serviços, à oferta de subsídios, seja em aparelhos terminais, seja em descontos tarifários ou outras promoções. Essa prática tem redundado na redução dos lucros das operadoras. Por isso, verifica-se, atualmente, grande empenho na fidelização dos clientes, que pode ser traduzido nos grandes investimentos que estão sendo feitos em qualidade, call-centers e sistemas de atendimento ao cliente. Uma estratégia de marketing que vem sendo perseguida com grande ênfase é a oferta de vários serviços pela mesma operadora (one-stop-shopping), característica que vem sendo demandada pelo mercado (o cliente prefere ter um só interlocutor e uma só conta para seus serviços de telecomunicações). Além disso, representa um fator de fidelização do cliente que, mesmo não totalmente satisfeito com um serviço, poderá manter seu contrato com a operadora, em função dos demais serviços por ela oferecidos. A oferta de vários tipos de serviço tem sido suportada pela utilização de redes de outras operadoras. Essa prática propiciou o surgimento de outros tipos de empresa, dentre as quais, as clearing houses, que têm como atribuição computar o tráfego entre as operadoras e proceder à devida compensação e cobrança. O segmento de pequenas e médias empresas, até pouco tempo negligenciado pelas grandes operadoras, vem ganhando importância, dado o seu grande potencial de consumo de serviços de dados, Internet e redes em banda larga. Visando a redução de tempo e custo de imlantação de backbones e redes de fibras ópticas, tem-se verificado o aproveitamento de infra-estruturas já implantadas (linhas de transmissão de energia, oleodutos, gasodutos, estradas de ferro e de rodagem, etc.). Esse ambiente tem propiciado o surgimento de novas empresas, que começam atuando em nichos de mercado e, ao assumirem certo porte, passam a ser interessantes do ponto de vista de empresas maiores, alimentando o processo mundial de fusões e aquisições. CADERNOS DE INFRA-ESTRUTURA 5

8 Aspectos Gerais Crescente importância no compartilhamento de infra-estrutura das operadoras de telefonia móvel e de WLL, em função, não só da redução de custos, como da crescente pressão de órgãos ligados à proteção do meio ambiente contra a poluição visual causada pelas ERB s, com suas torres e antenas. Há novos entrantes em todos os estágios da cadeia redes locais, de longa distância, serviços de valor adicionado, o que tem possibilitado aos consumidores (tanto os de varejo como de atacado) escolher cada parte da cadeia, reduzindo seu custo. O grau de competição varia nos diversos serviços. Conforme pode ser observado no quadro abaixo, os serviços de maior potencial de crescimento são desenvolvidos em mercados mais competitivos. 100% 80% 60% 40% 20% 0% Grau de competição nos serviços Telef. Fixo Telef.móvel TV a cabo Internet competição duopólio monopólio Fonte: ITU Trends in Telecommunication Reform 1999 Importante fator de competitividade das empresas será a capacidade de oferecer acesso em banda larga ao usuário final, para possibilitar a oferta de serviços avançados, como dados em alta velocidade, Internet, multimídia e TV digital. Trava-se, atualmente, disputa de tecnologias, CADERNOS DE INFRA-ESTRUTURA 6

9 Aspectos Gerais associadas a tipos diferentes de empresas e redes: a tecnologia de cable modem, que permite acesso em alta velocidade pelas redes de TV a cabo; a tecnologia ADSL, que possibilita esse tipo de acesso pelas redes de cobre das operadoras de telefonia fixa; a tecnologia sem fio WLL, que apresenta, ainda algumas limitações, principalmente no que diz respeito a TV digital; e a tecnologia MMDS bi-direcional, que permite a oferta desses serviços pelas redes das TVs por assinatura via satélite. O acesso em alta velocidade já é, há algum tempo, permitido pela tecnologia RDSI, oferecida pelas operadoras de telefonia fixa. Como pode ser visto no quadro abaixo, a estratégia em relação à adoção da tecnologia RDSI não foi uniforme, verificando-se alta utilização principalmente na Alemanha, Suíça e Holanda. Essa tecnologia, mais antiga e menos potente que o ADSL, tem, ainda, espaço no mercado para atendimento, basicamente, a segmentos que necessitem somente de velocidade de acesso. Operadoras no Brasil e no mundo ainda investem no seu lançamento. Penetração de RDSI / linhas fixas 25% 20% 15% 10% 5% 0% Deutsche Telekom Swisscom KPN (Holanda) France Telecom Portugal Telecom NTT British Telecom Fonte: ITU Trends in Telecommunication Reform 1999 Os novos requisitos de velocidade de transmissão têm sido suportados pela tecnologia IP, na qual a comutação é feita por pacotes de dados, em vez de circuitos. A adequação de redes para a CADERNOS DE INFRA-ESTRUTURA 7

10 Aspectos Gerais comutação por pacotes, fator determinante na competitividade das empresas, tem sido o motivo de grandes volumes de investimentos das operadoras. Deverão ser intensificados os movimentos de consolidação das empresas, evitando a expansão por novos investimentos em plantas. Segundo pesquisa do Soma Group Telecoms entre operadoras americanas e européias, 65% das operadoras esperam operar internacionalmente em 2004 e metade das operadoras americanas e a terça parte das européias esperam crescer por meio de fusões e aquisições. A proliferação de empresas de menor porte e com menores valores de mercado tem possibilitado um movimento de aquisições e fusões entre elas, para constituir empresas mais fortes, multiatividades. As operadoras tradicionais de telecomunicações tendem a ter menor valorização relativa de mercado que as novas empresas de maior conteúdo tecnológico, o que as fragiliza no atual cenário de fusões e aquisições. Assim, vêm lançando mão de operações de spin-off de suas atividades de maior crescimento, tais como telefonia celular e atividades ligadas à Internet, visando maximizar a sua avaliação pelo processo de soma-das-partes. Exemplo dessa prática foi a reestruturação da Telefonica, com a criação de empresas em atividades de alto crescimento, como a Terra (Internet) e Atento (call-center). Outra estratégia que vem sendo adotada para melhorar o valor de mercado, bem como para captar recursos, são as operações de track stocks, que consistem, basicamente, na emissão de ações de diferentes unidades de negócio sem, contudo, promover criação de novas empresas. Esse tipo de operação, que permite à empresa manter o controle da unidade, ao mesmo tempo em que permite ao investidor avaliar e participar da rentabilidade das diferentes atividades da empresa, está se tornando comum nos EUA, em empresas com diversas unidades de negócio. A AT&T planeja levantar recursos da ordem de US$ 11,5 bilhões em operação de venda de tracking stocks da sua unidade de operações sem fio (voz e dados). CADERNOS DE INFRA-ESTRUTURA 8

11 Aspectos Gerais O gráfico a seguir mostra as maiores empresas de telecomunicações, ordenadas conforme suas receitas. Embora apresente valores relativos ao ano de 1998, é ilustrativo no que diz respeito ao porte relativo das empresas. 20 maiores operadoras de telefonia pública Receita total em 1998 Telmex (México) DDI (Japão) KPN (Netherlands) Telstra (Austrália ) US West (EUA) Sprint (EUA) Ameritech (EUA) Telefónica (Espanha) BellSouth (EUA) China Telecom (China) GTE (EUA) Telecom Italia (Itália) France Télécom (França) SBC (United States) BT (Reino Unido) MCI Worldcom (EUA) Bell Atlantic (EUA) Deutsche Telekom (Alemanha) 7,9 8,9 9,4 10,7 12,4 17,1 17,2 20,4 23,1 24,1 25,5 27,5 28,8 28,8 29,4 30,4 31,6 41,8 AT&T (EUA) 53,2 NTT (Japão) 81,6 US$ bilhões 0,0 10,0 20,0 30,0 40,0 50,0 60,0 70,0 80,0 90,0 Fonte: ITU PTO Database Top 20 Public Telecommunication Operators CADERNOS DE INFRA-ESTRUTURA 9

12 Aspectos Gerais O gráfico a seguir mostra as maiores empresas de longa distância internacional, ordenadas conforme suas receitas. Embora apresente valores relativos ao ano de 1998, é ilustrativo no que diz respeito ao porte relativo das empresas. Vale ressaltar que esse segmento tem sido impactado com o crescimento do volume de dados, o que pode ter alterado essa configuração. 20 maiores operadoras de longa distância internacional Receita total em 1998 Teleglobe (Canadá) PTA (Áustria) Singapore Telecom (Singapura) KDD (Japão) VSNL (Índia) Belgacom (Bélgica) C&W Comm. (Reino Unido) Sprint (United States) Swisscom (Suíça) KPN (Holanda) Telefónica (Espanha) Hongkong Telecom (Hongkong ) Telmex (México) DGT (China) MCI Worldcom (EUA) Telecom Italia (Itália) BT (Reino Unido) France Télécom (França) AT&T (EUA) 0,76 0,96 1,09 1,10 1,26 1,28 1,70 1,71 1,78 1,84 1,90 2,10 Deutsche Telekom (Alemanha) 6,04 US$ bilhões 0,00 1,00 2,00 3,00 4,00 5,00 6,00 7,00 2,41 2,50 2,75 2,95 3,64 3,90 4,20 Fonte: ITU PTO Database Top 20 International Telecommunication Operators CADERNOS DE INFRA-ESTRUTURA 10

13 Aspectos Gerais O gráfico a seguir mostra as maiores empresas telefonia móvel celular, ordenadas conforme suas receitas. Embora apresente valores relativos ao ano de 1998, é ilustrativo no que diz respeito ao porte relativo das empresas. Vale ressaltar que esse segmento tem tido grande crescimento, além de grande consolidação. 20 maiores operadoras de telefonia móvel Receita total em 1998 ALLTEL (EUA) BT Cellnet (Reino Unido) SK Telecom (Coréia) Omnitel (itália) GTE (EUA) SFR (França) France Telecom (França) Telefónica (Espanha) Vodafone (Reino Unido) Deutsche Telekom (Alemanha) Bell Atlantic (EUA) Air Touch (EUA) SBC (EUA) Mannesmann (Alemanha) Bell South (EUA) AT&T (EUA) DDI (Japão) TIM (Itália) China Telecom (China) 2,14 2,31 2,56 2,79 3,07 3,11 3,12 3,28 3,37 3,59 3,72 4,03 4,19 4,37 4,79 5,41 6,95 7,17 7,96 NTT DoCoMo 26,16 US$ bilhões 0,00 5,00 10,00 15,00 20,00 25,00 30,00 Fonte: ITU PTO Database Top 20 Mobile Cellular Operators CADERNOS DE INFRA-ESTRUTURA 11

14 Aspectos Gerais Os projetos de telecomunicações que, até o processo mundial de privatização eram financiados com recursos públicos, vêm exigindo grandes somas de recursos. Nas economias mais modernas, onde existe mercado de capitais forte, esse financiamento se dá, de um modo geral, pelo lançamento de títulos no mercado. Em mercados menores, onde essa prática não é possível, os financiamentos são feitos, basicamente, pelos fornecedores de equipamentos e serviços. Devido ao grande dinamismo do setor e, também, a processos de falências nos EUA e a necessidade de reestruturação empresarial em vários outros países, os investimentos em telecomunicações têm sido analisados com maior cautela. Assim, a análise desses investimentos tem exigido processos de "due dilligence" mais aprofundados que os de outros setores, envolvendo apuradas projeções de mercado, de comportamento tarifário e de obsolescência tecnológica, entre outros aspectos. A universalização do acesso à Internet tem sido considerada, nos países desenvolvidos, estratégica para alavancagem da economia, geração de empregos qualificados e minimização de desigualdades sociais, com a disseminação da telemedicina e educação à distância. Nos EUA foi concebido, no Telecommunications Act em 1996, o fundo de universalização, que conta com 2,2% da receita das empresas de telecomunicações americanas e tem como objetivo a universalização das Tecnologias de Informação, tanto no apoio a empresas, como na disseminação do conhecimento, em programas de ensino à distância e no desenvolvimento da telemedicina. Esse fundo conta com US$ 2,4 bilhões anuais. Na Europa, a UE anunciou uma série de medidas, que visam acelerar o desenvolvimento de serviços e a disseminação do acesso à Internet. Dentre elas, destacam-se a aceleração da abertura plena do setor de telecomunicações à competição, objetivando aumentar a penetração telefônica, a reorientação dos instrumentos financeiros para apoio a empresas inovadoras e investimento em educação direcionada à Internet. CADERNOS DE INFRA-ESTRUTURA 12

15 Longa Distância Longa Distância Nesse segmento, a competição vem sendo implantada com grande velocidade, devido a aspectos regulatórios que liberaram o mercado de transmissão de dados em grande parte dos países, o que estimulou a construção de redes. O gráfico abaixo mostra a crescente introdução da competição no segmento de longa distância internacional. Competição nas ligações 100% 80% Competição nas ligações internacionais 60% 40% Monopólio Competição 20% 0% Fonte: ITU - Direction of Traffic and Fonte: ITU - Direction of Traffic and Regulatory Databases O surgimento de um grande número de provedores de telecomunicações de longa distância oferecendo largura de banda, qualidade e capacidade tende a commoditizar o segmento. Consequentemente, as incumbentes estão tendo queda de lucratividade em seu segmento CADERNOS DE INFRA-ESTRUTURA 13

16 Longa Distância tradicionalmente mais rentável. Essas empresas vêm mudando seu foco, no sentido de acessar diretamente o cliente final, reforçando suas relações com os consumidores residenciais e de pequenas corporações, oferecendo serviços de valor adicionado. Nos quadros a seguir são mostradas: a queda contínua nos indicadores relacionados a serviços de voz de longa distância da AT&T; a perda de market share da AT&T para empresas como MCI e Sprint, bem como para grande número de empresas de menor porte. 100% Indicadores de market share da AT&T 100 % Market-share de receitas de longa distância 80% 80 60% 40% % 0 0% 4Q84 4Q85 4Q86 4Q87 4Q88 4Q89 4Q90 4Q91 4Q92 4Q93 4Q94 4Q95 4Q96 4Q97 4Q Minutes Lines International Revenues AT&T MCI WorldCom Sprint Outros Fonte: FCC Progress Report: Growth and Competition in U.S. Telecommunications CADERNOS DE INFRA-ESTRUTURA 14

17 Longa Distância Sobrecapacidade e competição crescentes, bem como a evolução tecnológica dos backbones de telecomunicações mudaram a economia das ligações de longa distância. Esse segmento, que era dominado pelas altas tarifas baseadas em distância, está tendo que se adaptar a tarifas baseadas em custo, que caíram vertiginosamente, com a comutação por pacotes. Essa queda vem sendo compensada pelo alto crescimento de tráfego relativo a dados e multimídia. Verifica-se a passagem do sistema de cobrança baseada em minutos de serviços não diferenciados para um novo sistema, baseado em cobrança por níveis e tipos de serviços a que o usuário terá acesso. Pode-se ver, nos quadros abaixo, a mudança na tarifação da AT&T, que vem adotando o sistema de tarifa independente da distância. US$ 3,5 3,0 2,5 2,0 1,5 1,0 0,5 0,0 Tarifas AT&T Milhas US$ 3,5 3,0 2,5 2,0 1,5 1,0 0,5 0,0 Tarifas AT&T Milhas US$ 2,00 1,80 1,60 1,40 1,20 1,00 0,80 0,60 0,40 0,20 0,00 Tarifas AT&T - noturno e fim de semana Milhas Comercial noturno - jan/84 Comercial noturno - jul/99 Comercial diurno - jan/84 Comercial diurno - jul/99 Residencial noturno - jan/84 Residencial noturno - jul/99 Residencial diurno - jan/84 Residencial diurno - jul/99 Residencial noturno/fins de semana - jan/84 Residencial noturno/fins de semana - jul/99 Comercial noturno/fins de semana - jan/84 Comercial noturno/fins de semana - jul/99 Fonte: FCC Progress Report: Growth and Competition in U.S. Telecommunications CADERNOS DE INFRA-ESTRUTURA 15

18 Longa Distância As operadoras de longa distância estão empenhadas em desenvolver aplicações que sejam intensivas na utilização de banda, para estimular a utilização de sua capacidade. CADERNOS DE INFRA-ESTRUTURA 16

19 Telefonia Fixa Telefonia Fixa Como é anti-econômico e, em centros urbanos desenvolvidos, praticamente impossível a instalação de novos acessos por cabo ao usuário, é natural que a entrada no mercado de novas empresas competidoras se dê por meio de aluguel de linhas das incumbentes. Estas, para se proteger, dificultam a abertura de suas redes locais às suas competidoras. Atualmente, a tecnologia WLL vem reduzindo essa dificuldade, diminuindo, assim, o poder de controle do mercado que as ex-monopolistas tinham. Nos EUA, o estímulo às operadoras locais (baby-bells) para abertura de suas redes locais é feito por meio da regulação, que só as autoriza a operar serviços de longa distância em sua área de concessão, caso comprovem a abertura de suas redes locais. Mesmo assim, a resistência tem sido muito grande, tendo-se verificado, desde 1996, quando foi aprovado o Telecommunications Act, até hoje, somente um caso de abertura de redes locais, ocorrido no início do ano Na Europa não há obrigatoriedade nem incentivo à abertura das redes locais, estando a União Européia empenhada na elaboração de diretrizes nesse sentido. Assim, o caminho encontrado pelas novas entrantes tem sido o de utilização de redes de TV a cabo para serviços telefônicos. O gráfico a seguir mostra o crescimento que se verifica na competição na telefonia local nos EUA. Considerando-se sua base de 180 milhões de telefones fixos, constata-se que o número de linhas envolvidas é, ainda, muito reduzido. CADERNOS DE INFRA-ESTRUTURA 17

20 Telefonia Fixa Transferência de assinantes entre empresas Abr/98 Jun/98 Ago/98 Out/98 Dez/98 Fev/99 Abr/99 Fonte: FCC Progress Report: Growth and Competition in U.S. Telecommunications A competição na telefonia local, bem como a atuação dos órgãos reguladores em alguns países, têm forçado a redução de tarifas de telefonia fixa, que, atualmente, dificilmente remuneram seus custos. Essa queda nas tarifas vem sendo compensada pelo crescimento de tráfego decorrente, principalmente, do aumento explosivo do número de telefones celulares, fundamentalmente os pré-pagos, que utilizam de maneira acentuada a rede fixa, bem como pelo crescimento do tráfego de Internet. Esse crescimento de receita tem, no entanto, a contrapartida do crescimento de despesas de uso de redes das operadoras de telefonia celular e Internet. Para a British Telecom, por exemplo, os pagamentos a outras operadoras no Reino Unido praticamente dobraram em nove meses, basicamente por conta de ligações de telefones móveis e de Internet terminadas em suas redes. Por esse motivo, as operadoras de telefonia fixa vêm investindo, também, nesses segmentos. O perfil do faturamento com ligações de Internet está se modificando, já que a tendência é de que ligações à Internet não mais sejam cobradas por minuto. Empresas de telefonia já estão oferecendo CADERNOS DE INFRA-ESTRUTURA 18

21 Telefonia Fixa planos que consistem em pacotes com determinadas quantidades de minutos mensais de ligação à Internet. Essa modalidade exige adaptações nas centrais, para possibilitar a separação dos fluxos de voz em relação aos de Internet. No Brasil, a ANATEL está trabalhando nessa direção, concebendo o sistema 0i00 1. Também, com o advento da Internet gratuita, estima-se que as operadoras de Internet, por incentivarem consumo de telefonia local, venham a participar das receitas de telefonia fixa, o que poderá reduzir, mais ainda, a lucratividade das operadoras de telefonia fixa. Estima-se que as incumbentes passem a focar, cada vez mais, as vendas no atacado para empresas empacotadoras de serviços, que utilizarão suas redes locais. Elas deverão se concentrar, também, em oferecer serviços ADSL, para reter parte de suas receitas que, caso contrário, poderão vir a ser capturadas por novos entrantes. Essa tecnologia as possibilitará explorar novos mercados, como TV digital e Internet. Verifica-se que, de um modo geral, o crescimento do faturamento das grandes empresas incumbentes de telefonia fixa vem sendo impulsionado pelas altas taxas de crescimento de segmentos como telefonia celular, Internet e dados, bem como pelos serviços que agrega na telefonia fixa, como siga-me, chamada em espera, etc. Isso pode ser visto nos gráficos de crescimento de receitas das principais operadoras, mostrados no Anexo I. No entanto, os gráficos de decomposição de receitas, também no Anexo I, mostram que esses segmentos têm ainda, de modo geral, pequena participação na receita total das operadoras, ainda fortemente dependentes de telefonia fixa. A título de exemplo, são mostrados, a seguir, esses gráficos, relativos à British Telecom. 1 Consiste, basicamente, na instituição de Planos de Serviço Alternativos do STFC baseados na utilização de numeração diferenciada do tipo 0i00 ou i00 para acesso à Internet e outras redes de informações. CADERNOS DE INFRA-ESTRUTURA 19

22 Telefonia Fixa British Telecom (%) 5,1 Fixa British Telecom Crescimento de receitas - set99/set Celular Fonte: site da empresa Internet e multimídia 23 dados 72 Interconexões -12,9 Longa distância - internacional 6,5 Aluguel de linhas 25 Participações 19,4 Total Decomposição das receitas 18% Local 3% 30% 5% 8% 9% 7% 20% Longa dist. int. Aluguel Circ. privados Móveis Equipamentos Diretórios Outros CADERNOS DE INFRA-ESTRUTURA 20

23 Telefonia Fixa O gráfico abaixo mostra a grande disparidade que há nos padrões de produtividade de algumas empresas européias British Telecom (BT), Deutsche Telecom (DT), France Telecom (FT), Telecom Italia (TI) e Telefonica. É importante notar que esses indicadores não podem ser utilizados como comparação para as empresas brasileiras, já que, diferentemente destas, as empresas européias operam serviços de diversos segmentos, como telefonia celular, TV a cabo e Internet Receita/conexão (US$) Indicadores BT DT FT TI Telefonica Conexões/empregado Fonte: JPMorgan European Telecommunications Fourth Quarter 1999 CADERNOS DE INFRA-ESTRUTURA 21

24 Telefonia Móvel Telefonia Móvel A telefonia móvel continua em franco crescimento, motivado pelo desenvolvimento tecnológico, que propicia o barateamento dos seus custos e pela oferta de facilidades e serviços que a diferenciam do serviço fixo. Prevê-se que venha a se consolidar como padrão para a comunicação de voz e que, nesta década, haverá mais assinantes de telefonia sem fio do que de telefonia fixa no mundo. Prevê-se para a telefonia celular, também, importante papel na transmissão de dados em alta velocidade, viabilizada pela tecnologia de terceira geração que deverá começar a operar a partir do ano que vem. Segundo previsão da NOKIA, em 2004 os usuários da Internet via celular se igualarão aos usuários via computador. Segundo pesquisa do ARC Group, há, atualmente, cerca de 650 operadoras de telefonia celular digital no mundo, atendendo cerca de 370 milhões de pessoas. No ano 2004, é previsto o atendimento de 750 milhões de pessoas, das quais 15% estarão utilizando o celular para enviar, em média, 1 MB de tráfego de dados por dia. Considerando o enorme volume de informação existente na Internet e as limitações inerentes aos terminais móveis, tais como capacidade da bateria e as reduzidas dimensões do visor, a filtragem e focalização da informação que será disponibilizada a cada usuário é crucial para o sucesso dos serviços relacionados à Internet. Estratégias de redução de custo e lançamento de novos produtos tarifários estão chegando ao esgotamento nos mercados mais maduros, o que tem levado as operadoras a buscar novas formas de manter sua rentabilidade. Verifica-se, atualmente, a internacionalização das empresas de telefonia celular motivada pelas maiores margens em mercados não maduros. Entre o quarto trimestre de 1996 e o primeiro trimestre de 1999, a redução dos preços de telefonia celular comportou-se conforme mostrado no gráfico a seguir: CADERNOS DE INFRA-ESTRUTURA 22

25 Telefonia Móvel % 50% 40% 30% 20% 10% 0% Telefonia celular - Queda nos preços - 96 a 99 África e Oriente Médio América do Norte Europa Ásia- Pacífico América Latina Mundo Fonte: The Economist A modalidade pré-pago tem sido a grande responsável pelo crescimento explosivo da telefonia celular. Por exemplo, na Itália, passou rapidamente de 40% da base de clientes, responde por 30% dos novos usuários na França e por três quartos deles na Grã-Bretanha. Na Ásia, onde as operadoras enfrentam problemas com créditos duvidosos criados pela recente crise financeira, o sistema de pré-pagamento é que dá respaldo à recuperação do setor de telefonia sem fio, respondendo por 70% de novos usuários na Tailândia, no ano passado, e 100%, na Malásia. Nos EUA, esse crescimento tem sido menos acentuado, o que pode ser explicado pela forma de tarifação de telefonia celular nesse país, pela qual o usuário do celular paga também as ligações que recebe; esta prática invalida um dos principais atrativos do pré-pago, que é poder receber ligações sem custo; além disso, as grandes operadoras não investiram nesse segmento, por considerá-lo de baixo retorno. Esse fato, no entanto, parece estar se revertendo, na medida em que as operadoras americanas perceberam o sucesso mundial do pré-pago. Elas pretendem duplicar, CADERNOS DE INFRA-ESTRUTURA 23

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