ANO 4 - JAN/FEV/MAR 2013 UMA REVISTA DO SISTEMA DE COOPERATIVAS DE CRÉDITO DO BRASIL. Eu penso diferente

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1 ANO 4 - JAN/FEV/MAR 2013 UMA REVISTA DO SISTEMA DE COOPERATIVAS DE CRÉDITO DO BRASIL Eu penso diferente Presente na segunda campanha nacional de divulgação, Júlio Anderson Mariano está entre os mais de 2 milhões de cooperados que escolheram o Sicoob como instituição financeira

2 O SicOOb está presente em todo O país. e O atendimento é Sempre cordial, humano e SOlidáriO. democratizar o acesso a serviços financeiros com mais de dois mil pontos de atendimento. isso é pensar diferente. isso é ser Sicoob. Uma instituição financeira que tem todos os produtos e serviços de um banco, com vantagens e benefícios que só o maior sistema de cooperativas de crédito do Brasil pode oferecer: Participação nos resultados financeiros; Pontos de atendimento, distribuídos em 23 estados e no Distrito Federal; Taxas e tarifas diferenciadas; Desenvolvimento socioeconômico das comunidades; Mais de 2 milhões de associados. Para mais informações, acesse marcos paulo lopes rios, professor e empresário do ramo de educação, associado ao Sicoob. Valente (BA)

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4 4 Sumário 06 Entrevista Um dos principais nomes do jornalismo brasileiro, Luiz Nassif fala sobre cenário econômico e cooperativismo de crédito 14 Gestão Novo ciclo do Planejamento Estratégico (PE) traça diretrizes para o fortalecimento do Sistema 24 CAPA Segunda campanha nacional de divulgação reforça, para todo o país, os motivos que fazem do Sicoob uma instituição financeira diferenciada 40 Regionalismo Na Bahia, determinação e cooperativismo de crédito são fatores de transformação econômica e social 09 Crédito Servidores públicos do Distrito Federal podem contratar crédito consignado nas cooperativas 10 Tecnologia Consolidação e virtualização de servidores trazem inúmeras vantagens ao Sistema 12 Ponto de Vista Ivan Capra faz uma reflexão sobre os processos de fusão e incorporação 13 Expansão Governo Federal cria a Câmara do Cooperativismo Agropecuário 18 Responsabilidade Social Cooperativa de crédito viabiliza cultura e educação de excelência a crianças carentes 21 Jurídico Entenda mais sobre os serviços prestados pelas cooperativas e sobre o Imposto Sobre Serviço de Qualquer Natureza (ISSQN) 22 Legislação Modificada, Lei amplia o campo de atuação do Conselho de Controle das Atividades Financeiras (Coaf) 30 Destaque Balanço anual comprava crescimento do Sistema em Cartões Família Sicoobcard oferece novos serviços e celebra parcerias com a Cielo e o BNDES 34 Estratégia Sicoob marca presença nas principais cidades turísticas do país 38 Perfil David Andrade: Sicoob se despede deste grande líder cooperativista 39 Serviços Bancoob lança serviço de Gestão da Centralização Financeira para Centrais 43 Artigo A contribuição da TI garante plataforma tecnológica eficiente ao Sicoob 44 Giro Saiba o que acontece no Sicoob em todo o país

5 Editorial 5 Novo visual e mais avanços tecnológicos A Consolidação e a Virtualização dos servidores trouxeram mais segurança, eficiência e confiabilidade para nossa plataforma tecnológica. Nesta primeira edição de 2013, reafirmo os votos em nome de toda a equipe da Revista Sicoob de um próspero e feliz ano novo a vocês, nossos leitores. Para brindar esse momento, além do conteúdo de qualidade de sempre, estamos de cara nova : um moderno e atraente layout, que marca a consolidação da nossa revista no mercado. O novo visual reforça nossa estratégia de comunicação, iniciativa integrante da segunda campanha de divulgação nacional do Sicoob. Uma ação de marketing de sucesso, que fortaleceu, institucionalmente, o Sicoob, nas renomadas e importantes mídias televisivas do país. Se as ações de comunicação e marketing dão destaque à identidade sistêmica única, as inovações em Tecnologia da Informação (TI) alavancam os negócios do Sicoob. Os investimentos em TI, intensificados nos últimos anos, têm mostrado resultados significativos. Possuímos uma das plataformas tecnológicas mais avançadas do mercado financeiro brasileiro. E o lançamento de serviços inéditos, somados aos reconhecimentos nacional e internacional, comprovam a assertividade de nossas decisões. Os recentes exemplos são o Otimizar Negócios, que tem proporcionado aos gestores de negócios das cooperativas de crédito um novo paradigma de análise de informações, para a tomada de decisões, e a Consolidação e a Virtualização de Servidores, que apresentamos nesta edição. A Consolidação ocorreu com a troca de equipamentos por novas e modernas máquinas servidores denominados mainframe ; enquanto a Virtualização permitiu um uso mais racional dos aparelhos. Essa iniciativa trouxe mais segurança, eficiência e confiabilidade para nossa plataforma tecnológica, além de preservar o meio ambiente e gerar economia de recursos financeiros ao Sicoob. A menor quantidade de hardware necessária para processar o volume de transações evitou o descarte de 5 toneladas de resíduos eletrônicos, o consumo de 6 milhões de quilowatts/ ano de energia elétrica, além de impedir a emissão de 270 toneladas de CO2/ano. A natureza agradece! E os cofres do Sicoob também, pois isso se traduz numa economia anual de R$ 3 milhões, sem contar o ganho com o corte nos custos de licenciamento de diversos programas. Dessa maneira, a TI trabalha de forma planejada e harmonizada. Nosso objetivo é inovar, com ferramentas tecnológicas que possibilitem a intensificação dos negócios para as cooperativas e gerem ainda mais comodidade aos seus associados. Uma excelente notícia que, nesta nova etapa da revista, torna-se ainda mais atraente. Boa leitura! José Salvino de Menezes Presidente do Sicoob Confederação ANO 4 - N o 13 - JAN/FEV/MAR/2013

6 6 Entrevista Novos caminhos para o cooperativismo de crédito Luiz Nassif é comentarista econômico de telejornal e um dos principais nomes do jornalismo online do país. Formado pela Escola de Comunicação e Arte da Universidade de São Paulo (USP), ele está à frente da Agência Dinheiro Vivo, primeira empresa de informações eletrônicas do Brasil. Sua atuação nos meios digitais já lhe rendeu diversos prêmios, como o Troféu ibest, em 2008; o Melhor Blog de Política ; e o Troféu Dia da Imprensa, de Melhor Blog de Jornalismo, em 2007, pela Revista Imprensa. O jornalista é membro do Conselho do Instituto de Estudos Avançados da USP e do Conselho de Economia da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), além de ser músico e cronista. Ele é autor de O Jornalismo dos Anos 90 e Menino de São Benedito, finalista do Prêmio Jabuti de 2003 na Categoria Contos/Crônica. Versátil, também foi semifinalista do Prêmio Sharp de Música, em 1995, com o CD Roda de Choro, solando bandolim. Assim como na carreira de múltiplas atividades, na entrevista a seguir, Nassif avalia o cenário econômico e o amplo caminho para o cooperativismo de crédito. O jornalista Luiz Nassif aposta num PIB em torno de 4% em 2013 Fotos:

7 7 REVISTA SICOOB - O Brasil sofreu impacto da recente crise externa? Nassif - Sim, a crise europeia atingiu o país, pois afetou o preço de commodities e manufaturados. Diante desse cenário externo, houve alguns equívocos por parte do Banco Central do Brasil (BC). Acredito que foi um erro, no final de 2010, a criação de medidas prudenciais, pois elas provocaram um tranco no crédito e acabaram abortando a manutenção do crescimento brasileiro na época. O PIB brasileiro de 2012 ficou muito abaixo das expectativas. O país está pronto para retomar um crescimento em 2013? O Brasil está em condições de retomar o desenvolvimento, mesmo diante da crise europeia e de uma recuperação lenta dos Estados Unidos. Estamos presenciando uma mudança de rumo na nossa economia das mais relevantes dos últimos 20 anos, que passa por redução da taxa de juros, alteração no câmbio para um patamar adequado ao dólar (entre R$ 2 e R$ 2,10), além de um conjunto de desoneração de folha e de estímulos que vão garantir a manutenção do crédito e do consumo. Sobre o PIB de 2012, se não fosse o problema de metodologia de sua própria medição no terceiro trimestre, o país teria melhores números. Para 2013, acredito que teremos um PIB em torno de 4%. Qual a importância das cooperativas de crédito para a economia? Na maioria dos casos, as cooperativas de crédito surgiram para atender às demandas de determinados setores e, por isso, têm uma relação de intimidade com a clientela que nenhum banco terá. Elas reduziram o spread vigorosamente e têm um papel efetivo na intermediação financeira. Com uma mediação muito barata entre captação e empréstimos, essas instituições oferecem boas taxas de remuneração aos seus associados investidores e taxas de juros módicas para empréstimos. Portanto, essas instituições financeiras ajudam no desenvolvimento econômico e social nas regiões onde atuam. De que forma elas contribuem para esse desenvolvimento? Em muitos sentidos! As cooperativas são importantes pelo conhecimento setorial que possuem. Elas conhecem a vocação regional e, por isso, sabem melhor do que ninguém como apoiar os setores nos quais estão inseridas. Como já disse, elas atendem a uma demanda por crédito com taxas justas, contribuem por estabelecer um modelo de intermediação financeira que reduz os custos e o spread, sendo uma excelente alternativa aos seus associados, tanto para captação quanto para empréstimo. As cooperativas de crédito continuam com um spread melhor do que os bancos, mas eles também estão baixando suas taxas. O que fazer? Realmente, esse ponto deve ser considerado. No atual cenário, com a redução das taxas de juros bancárias, as cooperativas de crédito deixam de ter aquela larga vantagem que mantiveram por muito tempo ante os bancos comerciais. Quanto mais se fortalecerem, mais elas serão o fator determinante moderador das taxas de juros no Brasil. Para continuarem competitivas, as cooperativas também devem se preparar para ingressar em outras áreas, a fim de oferecer mais opções financeiras aos seus cooperados, mas sempre de risco moderado. Devem ampliar seus produtos e serviços para também diversificarem suas receitas. Qual é a sua opinião sobre a regulação no Sistema Cooperativo de Crédito? Um aprimoramento das normas e uma fiscalização mais eficiente, por parte do Banco Central, nos últimos anos, foi um processo de amadurecimento que ampliou a credibilidade do cooperativismo de crédito, eliminando a desconfiança de outros tempos. A recente criação do Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito (FGCoop) ajudou a dar maior segurança e credibilidade ao segmento. Talvez fosse interessante ao setor discutir com o BC algumas normas que permitiriam ao cooperativismo de crédito o acesso a outras fontes de captação, inclusive a recursos externos. Não de fundo de capital de risco, mas de fundos de bancos multilaterais ou fundações de outros países que tenham sinergia com os princípios do cooperativismo, sobretudo do foco social. Recentemente foi publicado em seu blog um artigo sobre a história do cooperativismo. Como você avalia os diferenciais dessas instituições financeiras? O cooperativismo de crédito tem um amplo campo pela frente. É bastante significativo o seu diferencial de eficiência em relação aos bancos para atender pessoa física, pequena e médias Quanto mais se fortalecerem, mais elas (as cooperativas) serão o fator determinante moderador das taxas de juros no Brasil. ANO 4 - N o 13 - JAN/FEV/MAR/2013

8 8 Entrevista Estamos presenciando uma mudança de rumo na nossa economia das mais relevantes dos últimos 20 anos. Para Nassif, fusões e incorporações podem fortalecer o segmento empresas. Onde se consegue montar um modelo cooperativo eficiente, ele torna-se imbatível, não dando espaço para os bancos. O crescimento do Sicoob e demais sistemas vai depender da capacidade que se tem de criar cooperativas de crédito eficientes e competitivas. Quando e como se deu a atuação das cooperativas no microcrédito? Desde a década de 1970, tivemos uma concentração bancária, o que acabou com bancos regionais que tinham como vocação o financiamento dos pequenos e médios empreendedores. Com isso, os agentes financeiros passaram a focar seus negócios nos grandes centros, voltados a médias e grandes empresas. As cooperativas de crédito entraram nesse vácuo que se formou e passaram a ter o papel relevante de fomentar o microcrédito. Eu me lembro de que a primeira palestra que fiz, durante a gestão do presidente Lula, foi num congresso na cidade de Santos (SP). Na ocasião, o governo anunciava um estímulo ao cooperativismo para fomentar o microcrédito. Hoje, as cooperativas de crédito atuam muito bem nesse setor. Quais são os desafios para o cooperativismo de crédito nos próximos anos? O primeiro desafio é saber como se integrar ainda mais com outros ramos do próprio cooperativismo, além de continuar avançando na capacitação e na profissionalização dos seus gestores e técnicos. O segundo é aprender a trabalhar em conjunto com outras cooperativas de crédito para melhorar a capacidade de empréstimos. Com a internet e as modernas plataformas tecnológicas, é possível compartilhar uma série de serviços, principalmente os de retaguarda, reduzindo custos para todos. Ou, ainda, pode-se criar uma empresa para prestar determinados serviços para esse pool de cooperativas. Ou seja: há um conjunto de medidas que pode permitir ganhos, resultados em escala e redução de custos sem tirar a essência dessas instituições. O processo de fusão e incorporação não seria uma boa alternativa? Sim, é um dos caminhos para o fortalecimento do segmento, desde que se preservem as características regionais e locais das cooperativas de crédito. A união não pode prejudicar as características e o foco regional das instituições, pois esses são os grandes diferenciais do cooperativismo de crédito em relação aos bancos. Por que o cooperativismo tem pouco espaço na grande mídia? Os grandes jornais possuem um padrão de cobertura já estratificado há muito tempo. Ao ter uma atuação mais regional, o cooperativismo fica distante da ressonância da megamídia, que tem como foco os grandes centros, principalmente o eixo São Paulo e Rio de Janeiro. Uma das saídas para os setores que possuem pouco espaço na mídia tradicional são ações de comunicação que favoreçam as redes sociais e o jornalismo online. Estamos montando um projeto de salas temáticas em nosso portal. Nossa ideia é justamente divulgar as atividades relevantes para o país dos ramos produtivos desprezados pela grande mídia. Portanto, desde já, colocamos esse espaço à disposição do Sicoob. A única coisa que exigimos é capacidade do Sistema cooperativo em gerar conteúdo relevante para as discussões.

9 crédito 9 Promessa cumprida Presidente do Sicoob Central DF cumprimenta o então candidato a governador, em nome dos presidentes de cooperativas e líderes do Sicoob Governador do DF libera servidores públicos para contratar crédito consignado das cooperativas de crédito Sicoob Central DF Consignação em folha para as cooperativas de crédito dos servidores do Governo do Distrito Federal retorna à pauta do dia CRÉDITO Enfim, juntos novamente Depois de quase 10 anos, os servidores do Governo do Distrito Ogovernador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, resgata compromisso com representantes do Sicoob DF e autoriza servidores públicos do Governo do Distrito Federal (GDF) a utilizarem o crédito consignado nas cooperativas de crédito. O convênio entre o GDF e as cooperativas de crédito, com o apoio do Banco de Brasília (BRB), foi anunciado, no dia 20 de dezembro de 2012, no auditório da Central Única dos Trabalhadores (CUT-DF), em Brasília (DF). O presidente do Sicoob Central DF, José Alves de Sena, informou que a parceria vai permitir que aproximadamente 205 mil profissionais, que recebem diretamente do GDF, possam optar em fazer seus empréstimos consignados nas cooperativas de crédito do Distrito Federal, que oferecem as melhores condições e juros bastante atrativos no mercado. Até então, o BRB tinha exclusividade para oferecer o crédito consignado para servidores do governo. O convênio é um importante passo para a expansão do setor na região. O crédito consignado é um mecanismo que possibilitará o fortalecimento das cooperativas de crédito do Distrito Federal, disse. O convênio está em vigor desde janeiro deste ano, e o servidor que tiver interesse em solicitar o empréstimo deve se associar às cooperativas conveniadas. Das três cooperativas, duas são filiadas ao Sicoob: Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Servidores da Secretaria de Fazenda do Distrito Federal (Credsef ) e Cooperativa dos Servidores da Área de Saúde e de Ensino no DF (Sicoob CrediDF). Compromisso Sena conta que, durante a campanha eleitoral, o então candidato ao governo do GDF, Agnelo Queiroz, se reuniu com representantes do Sicoob DF no auditório do Federal (GDF) voltarão a operar em suas cooperativas de crédito via consignação em folha de pagamento. O restabelecimento da consignação é compromisso que foi assumido pelo governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, com as lideranças do cooperativismo de crédito, quando estava em campanha para o governo local. Neste início de governo, o presidente do Sicoob Central DF, José Alves de Sena, deve reunir-se com o governador para discutir a implementação da consignação em folha. Certamente, o cooperativismo como um todo, não apenas o ramo crédito, terá forte apoio do governador, pois sabemos do apreço dele por esse segmento, destaca. Sena diz que a injustificada proibição está perto do fim. Queremos que o novo governador possa oferecer o mesmo tratamento com relação a esse tema que já é dado pelo Governo Federal aos seus servidores, ressalta. Nossa expectativa é de que, ainda neste primeiro semestre, o governador resgate o compromisso assumido, completa. Para o diretor-presidente da Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Servidores da Secretaria de Fazenda do Distrito Federal (Credsef ), Manoel Raimundo Nunes, o GDF devolverá o direito do servidor de fazer suas próprias escolhas com relação ao empréstimo com desconto em folha. O Agnelo conhece o cooperativismo de crédito de perto, pois é associado de uma cooperativa de Brasília (Sicoob Credisaúde). Ele sabe da importância do crédito consignado para o fortalecimento das cooperativas de crédito do Distrito Federal, diz. O possível convênio foi noticiado na 5 a edição da Revista Sicoob Crédito Consignado No dia 14 de janeiro deste ano, o Banco Central do Brasil (Bacen) proibiu as instituições financeiras de celebrarem contratos que impeçam ou restrinjam o acesso de clientes a operações de crédito, como o crédito consignado em folha, em outras instituições. O Bacen não vai autorizar a renovação dos contratos de exclusividade já existentes. Acreditamos que, com isso, o governador estará mais à vontade para cumprir o compromisso assumido com o cooperativismo de crédito, ressalta Sena. A decisão do governador de autorizar a consignação em folha dará às cooperativas de crédito dos servidores do GDF as condições de crescimento já experimentadas pelas demais. Para as cooperativas de crédito do Sicoob em todo o Brasil, o crescimento da carteira de crédito consignado significa geração de novas receitas, fortalecimento da imagem institucional, ampliação dos negócios e, consequentemente, conquista de novos associados. Sicoob Central DF O cooperativismo de crédito no Distrito Federal é constituído por uma cooperativa central, Sicoob Central DF, e 19 cooperativas singulares que reúnem 43 pontos de atendimento. O sistema Sicoob DF conta com mais de 130 mil cooperados, ativos da ordem de R$ 1,4 bilhão e cerca de 500 funcionários. ANO 2 - N o 5 - JAN / FEV / MAR / Centro Corporativo Sicoob, em Brasília. Ele assumiu um compromisso conosco que, se fosse eleito, daria a esse tema o mesmo tratamento dado pelo governo federal aos seus servidores, lembra. O encontro, noticiado na primeira edição da revista de 2011 (veja acima), reuniu representantes do Sicoob Central DF, cooperativas filiadas, Bancoob e Sicoob Confederação. Para o presidente do Sicoob CrediDF, Benedito Faustino da Silva, o convênio é bom para o servidor público, que passa a ter acesso a taxas menores de juros, e também para a cooperativa, que tem mais esse atrativo para oferecer aos associados. Temos um universo de mais de 70 mil pessoas da área de Saúde e Educação, foco da CrediDF, que podemos beneficiar com o consignado, ressalta. O doutor Agnelo é nosso cooperado. Fico muito feliz com o resgate do compromisso para conosco. Ele sabe da importância do crédito consignado para o fortalecimento das cooperativas de crédito do Distrito Federal, completa. 11 ANO 4 - N o 13 - JAN/FEV/MAR/2013

10 10 Tecnologia Planejamento e tecnologia de ponta Projeto de Consolidação e Virtualização de Servidores trouxe mais segurança, eficiência e confiabilidade para a plataforma tecnológica do Sicoob, além de muita economia Provavelmente, quem não conhece bem a informática ou a área de Tecnologia da Informação (TI) tem certa dificuldade em compreender o que significam algumas palavras e expressões usadas pelos profissionais do ramo. No entanto, é certo que, direta ou indiretamente, todos sentiram os impactos positivos do Projeto de Consolidação e Virtualização de Servidores do Sicoob, inclusive o meio ambiente. A Consolidação de Servidores aconteceu pela substituição dos equipamentos obsoletos por máquinas modernas, robustas, com maior capacidade de processamento e que suportam muito mais serviços. Esses servidores de classe mainframe permitiram ao Sicoob alcançar níveis de disponibilidade muito superiores aos existentes na plataforma anterior, Saiba mais explica o líder de equipe da Gerência de Infraestrutura de Processamento e Armazenamento de Dados (Gerad) do Sicoob Confederação, Paulo Nassar. O projeto também aumentou o desempenho das aplicações, mantendo a capacidade dos recursos computacionais disponíveis para atender às demandas futuras, bem como prover elasticidade e escalabilidade para as variações e reivindicações sazonais do Sicoob. Já a Virtualização do ambiente permitiu um uso mais racional dos equipamentos e recursos. Anteriormente, esses equipamentos eram de uso exclusivo ou dedicado para um sistema, o que não permitia o uso compartilhado de recursos por outros instalados no ambiente, gerando desperdício, pois o equipamento ficava ocioso e subutilizado em determinados momentos. Escalabilidade: é estar preparado para crescer. Ter a capacidade de direcionar e ampliar recursos tecnológicos de acordo com a demanda exigida. Disponibilidade: é manter os serviços disponíveis o máximo de tempo possível. Com menos falhas e erros, o sistema se torna mais estável e confiável.

11 11 Sustentabilidade O projeto trouxe modernização e melhorias em longo prazo para todo o parque tecnológico da organização. Além de gerar economia para os cofres do Sicoob, o projeto é sustentável: menor quantidade de hardware necessária para processar o volume de transações atuais permitiu uma redução na quantidade de equipamentos, evitando o descarte de 5 toneladas de resíduos eletrônicos. O Projeto de Consolidação e Virtualização também evitou o consumo de 6 milhões de quilowatts/ano de energia elétrica e a emissão de 270 toneladas de CO2/ano. O gerente de Infraestrutura do Sicoob Confederação, Marcos Vinícius dos Santos Feitosa, explica que, se não tivessem sido realizadas essas ações, a previsão em 2012 apontava a necessidade de um aumento significativo no número de servidores físicos. Isso resultaria em um consumo elétrico 463% maior do que o atual, com um gasto adicional superior a R$ 3 milhões por ano, calcula. O gerente também diz que, anteriormente à execução do projeto, as máquinas utilizavam, em média, 15% de sua capacidade de processamento útil. Esse desperdício médio de 85% foi eliminado e, com os recursos compartilhados entre servidores, aumentamos consideravelmente a capacidade disponível de processamento no parque computacional do Sicoob, com a maior utilização do tempo útil dos equipamentos, ressalta. Marcos Vinícius acrescenta que a plataforma de tecnologia também estava limitada, fragmentada e restrita. Segundo ele, seria necessário elevar os níveis de escabilidade, disponibilidade, administração, flexibilidade e elasticidade de recursos, a fim de impulsionar a evolução da nova arquitetura de dados, acomodando o volume de informações geradas pelas novas linhas de negócio e proporcionar o crescimento do Sistema. De acordo com o superintendente de Tecnologia da Informação do Sicoob Confederação, Dênio Albaro de Lima Rodrigues, a modernização da plataforma tecnológica do Sicoob gerou uma grande economia no licenciamento de software e vai ao encontro das suas responsabilidades socioambientais de acordo com as diretrizes tecnológicas do Sicoob. A iniciativa de Consolidação e Virtualização de Servidores faz parte do Planejamento Estratégico de TI (Peti) nos períodos de 2008/2010 e 2011/2013. Consta também das recomendações de adoção tecnológica provenientes do Projeto Sisbr Evolução Tecnológica da Arquitetura (Seta), lembra o diretor de Tecnologia da Informação do Sicoob Confederação, Ricardo Antonio de Souza Batista. Iniciativa sustentável O Projeto de Consolidação e Virtualização Reduziu o consumo de 6 milhões de quilowatts/ano de energia elétrica Evitou a emissão de 270 toneladas de CO2/ano Essas quantidades equivalem ao consumo elétrico anual de 273 casas......e à emissão de CO 2 produzida por 80 carros Economia aos cofres do Sicoob de R$ 3 milhões ao ano ANO 4 - N o 13 - JAN/FEV/MAR/2013

12 12 ponto DE VISTA Para garantir o fortalecimento Sicoob Paraná As fusões e incorporações aparecem como uma alternativa para as cooperativas angariarem vantagens que lhes possibilitem atingir um patamar satisfatório de sustentabilidade financeira. Como, no Brasil, o cooperativismo de crédito é ainda muito jovem, essa tendência também é recente. Porém, no restante do mundo, o setor consolidou o processo de concentração, garantindo resultados positivos para as cooperativas de crédito, segurança a seus cooperados e às comunidades onde estão inseridas. Para o mercado financeiro, as fusões e incorporações representam eficiência e melhores condições de competitividade. No cooperativismo de crédito, elas surgem, especialmente, por uma necessidade imposta pelo próprio mercado. Para o Banco Central do Brasil, esse processo de fusões e incorporações propicia melhorias nos controles, fiscalização e maior aderência às normas. O Sicoob Norte também se insere nesse movimento. Desde 2006, estamos realizando eventos de orientação a nossos dirigentes e cooperados e já obtivemos alguns resultados. Em 2010, a filiada Sicoob Colcredi foi incorporada pela filiada Sicoob Credisul. No momento, estamos em fase de incorporação da Sicoob Cemater (Crédito Mútuo de Servidores Estaduais do Estado do Acre) também pela Sicoob Credisul (livre admissão do estado de Rondônia). Além disso, estamos trabalhando para concretizar a aglutinação de outras três filiadas, o que está no início dos estudos técnicos. Outro processo que ocorreu, no dia 1º de dezembro de 2012, foi a migração de uma Cooperativa, a Jarucred (município de Jaru RO), oriunda do sistema Credisis, para o sistema Sicoob, proporcionando a seus cooperados todas as vantagens, produtos e serviços que antes ela não conseguia oferecer. Para garantir o sucesso dos processos de fusões e incorporações, é fundamental não mutilar a identidade cultural da incorporada, respeitando suas particularidades, levando-se em conta que suas características são importantes na relação com os cooperados da nova cooperativa. Nós, dirigentes, precisamos nos desprender das paixões pessoais e entender que, do outro lado, existem dirigentes que, de alguma forma, também contribuíram com a incorporada e criaram raízes com ela. O fato é que estamos dirigentes, mas a história de nossas cooperativas é muito maior do que a nossa gestão. E, para que a incorporação seja coroada de êxito, precisamos ter consciência do que irá garantir seu fortalecimento e sua competitividade frente a um mercado cada vez mais exigente. Além disso, o objetivo dessas aglutinações não é somente a remuneração do capital investido, mas o alcance de economias em escala, que permitam prestar serviços financeiros ao menor custo possível ao cooperado. Finalmente, embora o processo seja tratado como fusão, na prática, o que ocorre são incorporações. Isso se dá em razão de os aspectos legal e burocrático serem otimizados nas incorporações. Todavia, internamente, no campo político de distribuição de cargos diretivos, busca-se a melhor composição. Por isso, salvaguardar a cultura da incorporada, entender suas necessidades, acomodar situações que estejam impedindo a evolução do processo, aparar arestas, minimizando resistências, são o caminho para a efetivação das tão desejadas incorporações. Ivan Capra é presidente do Sicoob Central Norte

13 expansão 13 Governo cria Câmara do Cooperativismo Agropecuário Entidade contará com representantes do Sicoob e ajudará a alavancar o segmento no Brasil OGoverno Federal mostrou, mais uma vez, que o cooperativismo de crédito será uma ferramenta estratégica para a retomada do crescimento brasileiro. Em novembro, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) criou a Câmara do Cooperativismo Agropecuário, cujo objetivo é fortalecer um dos segmentos que, segundo dados do último levantamento do Produto Interno Bruto (PIB), está entre os que mais geram renda e emprego no país. O cooperativismo movimenta, anualmente, R$ 200 bilhões e tem 11 milhões de cooperados no país. É um setor econômico expressivo, e esse espaço será fundamental para discutirmos as políticas públicas a serem implementadas, afirma Márcio Lopes Freitas, presidente das Organizações das Cooperativas Brasileiras (OCB), durante a cerimônia de lançamento da Câmara, em Brasília. Presidente da nova instituição, Márcio reforça que a Câmara reunirá representantes do Ministério, produtores e dirigentes de outras organizações, entre elas, o Sicoob. Em fóruns periódicos, serão negociadas soluções para o avanço do setor, a expansão do crédito para empreendedores agrícolas e a melhor estruturação das cadeias produtivas e comerciais. A Câmara também debaterá possibilidades de novos destinos internacionais para comercialização de produtos ligados ao agronegócio. As reuniões do grupo serão realizadas trimestralmente. O primeiro encontro aconteceu no dia 18 de fevereiro, em Brasília (DF). Os participantes conheceram detalhes de alguns programas executados pelo Ministério, como o Projeto de Estímulo e Promoção do Cooperativismo para a Juventude (ProcoopJovem) e o Projeto de Profissionalização da Gestão de Cooperativas e Formação de Redes de Cooperação (ProfiCoop). Os próximos encontros estão programados para 17 de março, 18 de maio e 8 de novembro. Nesses fóruns, o Sicoob será representado como membro efetivo por Ismael Perina Júnior, vicepresidente do Sicoob Central São Paulo, e, como suplente, por Henrique Vilares, presidente da Central paulista e conselheiro de Administração do Sicoob Confederação. O Sicoob possui várias cooperativas de crédito rural, sendo um segmento bastante representativo na concessão de empréstimos nessa modalidade. O vínculo com o segmento agropecuário é muito forte, por isso o convite para nossa participação na Câmara, diz Perina. Um dos pontos que o Sistema debaterá nos encontros, segundo ele, serão os planos de safra que, quanto melhor planejados, mais ganhos proporcionarão aos agricultores e às cooperativas. Nossa participação nos encontros será sempre no sentido de colaborar para que as medidas e possíveis modificações venham ao encontro da agropecuária nacional, explica. ANO 4 - N o 13 - JAN/FEV/MAR/2013

14 14 Gestão Consolidação planejada Novo Planejamento Estratégico traz diretrizes para fortalecer o Sicoob Visão Ser reconhecida como a principal instituição financeira propulsora do desenvolvimento econômico e social dos associados. A cultura organizacional do Sicoob permanece a mesma. Porém, o novo ciclo do Planejamento Estratégico (PE) traz novidades para as cooperativas de crédito do Sicoob e seus associados. Com o apoio da Nodal Consultoria, empresa especializada em inovação e estratégia, o novo mapa estratégico, as metas e os projetos de longo prazo do Sistema foram definidos. Esse planejamento traça diretrizes para o fortalecimento do Sicoob, no que se refere à eficiência de processos internos, ao atendimento a associados, à expansão no mercado, aprendizado e ao crescimento da marca. O Planejamento Estratégico 2013/2015 busca dar maior ênfase a áreas como a de Negócios e a de Gestão de Pessoas, com o cuidado de fazer com que essas ações cheguem até o cooperado, destaca o diretor de Desenvolvimento Organizacional do Sicoob Confederação, Marden Soares. Entre as novidades do novo ciclo de planejamento está o processo de execução das metas Missão Gerar soluções financeiras adequadas e sustentáveis, por meio do cooperativismo, aos associados e às suas comunidades. definidas atualmente, um dos maiores desafios das empresas. Para contornar essa dificuldade, o Sicoob Confederação firmou uma parceria com uma empresa líder mundial em execução estratégica, a FranklinCovey. Ela promoverá cursos para formar e certificar dirigentes e gestores da Confederação, do Bancoob e das Centrais nas 4 Disciplinas de Execução. "As singulares terão conhecimento da metodologia por meio de ensino à distância", explica o gerente de Planejamento e Projetos Corporativos do Sicoob Confederação, Carlos Renato Silva dos Santos. Para o diretorpresidente do Bancoob, Marco Aurélio Almada, um dos principais objetivos do PE é ampliar as soluções de negócios oferecidas às cooperativas para melhoria do atendimento aos cooperados. Alinhados à missão definida em âmbito sistêmico, estamos trabalhando para o lançamento de novidades que incrementarão os negócios das cooperativas, como crédito imobiliário e câmbio, conta. Valores Transparência, comprometimento, respeito, ética, solidariedade, responsabilidade.

15 15 Planejamento Estratégico Missão Gerar soluções financeiras adequadas e sustentáveis, por meio do cooperativismo, aos associados e as suas comunidades Associado e mercado Ser a principal instituição financeira dos nossos associados Oferecer a melhor relação preço/qualidade para os nossos associados Crescer para fortalecer o cooperativismo no Brasil Aumentar a participação no mercado, fortalecendo a marca Sicoob Consolidar o Sistema para ganhar força e eficiência Ser referência por sua solidez e agilidade por meio de geração de resultados sustentáveis Processos internos Fidelizar o associado, fortalecendo a identidade cooperativista Ter um portfólio de produtos e serviços que atenda às necessidades dos cooperados Oferecer um atendimento de excelência ao associado Garantir domínio de portfólio disponível Aumentar a presença em centros urbanos, empresas e público jovem Fortalecer as cooperativas, promovendo o desenvolvimento regional Fortalecer o marketing para atrair novos associados Padronizar abordagens e estratégias de venda Promover e defender interesses do Sicoob Melhorar e simplificar as normas, processos e controles internos e riscos Fomentar a centralização de atividades back-office Aumentar a eficiência administrativa e operacional Aprendizado e crescimento Contar com uma equipe totalmente competente e engajada e a melhor tecnologia da informação, que atenda às necessidades dos negócios Promover o desenvolvimento de dirigentes e empregados Incrementar a cultura de negócios e o desempenho em todos os âmbitos Ser um lugar motivador para trabalhar, que viva os princípios do cooperativismo Aprimorar a tecnologia Sisbr, em linha com a estratégia do Sicoob Projetos Estratégicos Ser a principal instituição financeira de nossos associados Crescer para fortalecer o cooperativismo no Brasil Consolidar o sistema para ganhar força e eficiência Portfólio Completo Cooperativas Mais Fortes Governança Única Domínio Total do Portfólio Marketing Fortalecido Capitalização Permanente Excelência Operacional Contar com uma equipe altamente competente e engajada, e a melhor tecnologia da informação que atenda às necessidades do negócio Gestão do Desempenho Academia Sicoob PETI ANO 4 - N o 13 - JAN/FEV/MAR/2013

16 16 gestão Fotos: Sicoob Confederação Presidentes e executivos se reuniram em Brasília (DF) para discutir o novo Planejamento Estratégico (2013/2015) Balanço positivo O Planejamento Estratégico 2010/2012 rendeu bons frutos para o Sicoob. As ações demonstraram um bom desenvolvimento e conduziram importantes resultados. Tudo foi amplamente debatido, e os projetos definidos de forma madura e participativa. A adequação de propósitos promoveu o alinhamento do Sistema em torno do objetivo maior, que é atender às necessidades dos cooperados da melhor maneira possível, destaca o presidente do Sicoob Confederação, José Salvino de Menezes. Os resultados foram tão positivos que os grandes Projetos Sistêmicos, iniciados durante esse ciclo, terão continuidade e serão incorporados à rotina do novo Planejamento. Para o diretor de Negócios da Confederação, Abelardo Duarte de Melo Sobrinho, um bom plano de ação exige esforço de convergência de propósitos e objetivos. Em um sistema como o Sicoob, que possui diferentes entidades constituintes, o Planejamento Estratégico permite o alinhamento para o alcance dos objetivos e metas comuns, completa. Já para o diretor-presidente do Bancoob, Marco Aurélio Almada, o Planejamento Estratégico 2010/2012 contribuiu, ainda, para o fortalecimento dos produtos e serviços do Sistema. O primeiro Planejamento Estratégico realizado em âmbito sistêmico foi um marco na história do Sicoob e definiu as bases para importantes ações, no intuito de aumentar o conjunto dos produtos e serviços oferecidos pelas cooperativas. Nesse sentido, destacamse as implantações dos Projetos Acreditar e Cobrança, a revisão do produto Sicoob Previ e a aquisição da Ponta Administradora de Consórcios, afirma.

17 Projetos Sistêmicos 17 Conheça, a seguir, os grandes Projetos Sistêmicos do Sicoob que nasceram durante o Planejamento Estratégico 2010/2012 e que serão incorporados às rotinas dos novos projetos do Planejamento 2013/2015: Projeto Empresarial Tem a finalidade de modernizar a gestão e promover a obtenção de sinergia entre as entidades do Sistema, resultando na maximização da capacidade competitiva e melhoria dos resultados. Centralização Contábil Tem como finalidade aprimorar o Sisbr para permitir a centralização da contabilidade em ambiente único. AfinaRH Criado para atender à perspectiva Aprendizado e Crescimento e à diretriz Desenvolver e Implementar Política de Gestão de Pessoas para o Sistema. Cobrança Proporciona ganhos de modernização, padronização e automatização da cobrança bancária, conferindo aos agentes do Sicoob maior competitividade, agilidade e segurança. Acreditar Tem como finalidade unificar políticas e aprimorar e automatizar o processo de crédito, buscando o aumento da competitividade nessa área. Comunicar Foi criado para alinhar os trabalhos de comunicação, eliminar a redundância de esforços na execução das ações de marketing, racionalizar processos e reduzir custos. Peti O Planejamento Estratégico Operacional e Orçamentário tem o objetivo de alinhar as estratégias de Tecnologia da Informação (TI) aos negócios do Sicoob. Comunicação alinhada Monitorar Tem por finalidade implementar a estrutura centralizada para a gestão dos riscos e a continuidade dos negócios, do controle interno e do monitoramento no Sicoob. No que tange ao gerenciamento do risco de liquidez, o objetivo específico é criar condições e ferramentas para garantir a conformidade e o aprimoramento nos processos de gestão do risco de liquidez nas entidades do Sicoob. Otimizar É a tradução do processo de coleta, organização, análise, compartilhamento e monitoramento de informações que oferecem suporte à gestão de negócios no Sicoob. Nos dias 22 e 23 de janeiro, foi realizada, em Brasília (DF), a 2ª edição do evento Comunicar, do Sicoob Confederação. O objetivo do encontro foi estabelecer o Plano de Comunicação e Marketing do Sicoob e alinhá-lo ao Planejamento Estratégico 2013/2015. A criação e a manutenção do Plano são importantes para direcionar ações, projetos e estratégias de comunicação e marketing de forma sistêmica, integrando Sicoob Confederação, Bancoob, cooperativas centrais e singulares. Essa medida fortalece a atuação integrada de todo o Sistema, de modo a propiciar os resultados que o direcionamento estratégico exige. Profissionais das áreas de Comunicação e Marketing durante o Comunicar 2013 ANO 4 - N o 13 - JAN/FEV/MAR/2013

18 18 Responsabilidade Social Crianças da Rede Permanente Pela Paz, em Goiânia (GO) Arquivo Rede Pela Paz Sicoob Credigoiás investe em projeto social Mais de 200 crianças carentes são beneficiadas com educação de excelência e cultura Há 10 anos, a Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Goiânia, Senador Canedo e Região (Sicoob Credigoiás), filiada ao Sicoob Goiás Central, apoia a Rede Permanente pela Paz, uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip) que trabalha com crianças que residem em áreas de vulnerabilidade social de Goiânia. A mais recente iniciativa dessa parceria foi a contribuição na construção da sede da Rede pela Paz em terreno doado, com auxílio da sociedade goianiense. A sede foi inaugurada no primeiro semestre de A cooperativa goiana investiu mais de R$ 1 milhão na construção do prédio e faz doações mensais para custear o projeto. A Rede assiste cerca de 200 crianças carentes entre seis e 16 anos e oferece oficinas de reforço escolar, aulas de balé, música, capoeira, pintura, desenho e atividades integradas ao meio ambiente, como o cultivo de hortaliças e legumes Durante o ano, as crianças têm contato com diversas atividades, como o cultivo de hortas. A Rede é apoiada pelo Sicoob Credigoiás (foto acima)

19 19 que são aproveitadas em suas refeições diárias. As aulas de informática também fazem parte da rotina das crianças e contribuem para a inserção destas no mundo digital. A Rede oferece aos alunos instruções sobre os primeiros cuidados pessoais e noções de higiene, vistoriadas por médicos e odontólogos voluntários. Para que os alunos tenham a oportunidade de encontrar o seu caminho no mercado de trabalho, a partir deste ano, a instituição passou a oferecer cursos de qualificação profissional, voltados aos jovens com idade entre 14 e 16 anos, no período da tarde. Outra novidade em 2013 é a ampliação da capacidade de atendimento, de 200 para 400 alunos. Para o presidente da cooperativa, José Fernando de Barros, o projeto amplia os horizontes dos jovens. Sobre o apoio dado à instituição, ele ressalta: eu represento 600 associados, que me deram carta branca para tocar esse projeto. E ver seus resultados é bastante gratificante para todos nós. Além dos recursos mensais para manter os jovens na instituição, o Sicoob Credigoiás contribui para a manutenção do prédio da Rede, que conta com refeitório, salas de aula, quadra poliesportiva, biblioteca, sala de informática com materiais e equipamentos que garantem o bom desempenho dos alunos. Sede da Rede Permanente Pela Paz Diferenciais Uma das coordenadoras da instituição, Rosane Rita dos Santos Gomes de Matos, explica que todas as atividades desenvolvidas no Projeto Rede pela Paz são fundamentadas nos cinco Valores Humanos da Cultura de Paz: amor, verdade, paz, justiça e ação correta. Segundo ela, esses fundamentos são repassados aos pais dos educandos por meio de palestras, reuniões mensais com os professores e cursos. As famílias que quiserem manter seus filhos usufruindo das oportunidades que a Rede oferece assumem o compromisso de participar ativamente de todas as atividades do Projeto, ressalta. Esse é o caso de Carla Batista da Silva (27 anos), mãe de Camile Vitória da Silva (seis anos), que há dois semestres participa do projeto. Carla acompanha, orgulhosa, as atividades da filha e constata bons resultados. Antes, ela tinha dificuldade em lidar com as pessoas. E, frequentando o projeto, venceu essa barreira, além de ter muito mais interesse pelos estudos, comenta. Camile faz parte do coral da Rede pela manhã e estuda em um colégio municipal durante a tarde, em Goiânia (GO). Camile (ao centro): aumento do interesse pelos estudos. Na foto ao lado, as crianças interagem durante as atividades culturais ANO 4 - N o 13 - JAN/FEV/MAR/2013

20 20 Responsabilidade Social Os educadores são preparados para atuar com as crianças que eventualmente apresentam problemas familiares, como conflitos ou situações desafiadoras que exijam a presença de profissionais específicos, como psicólogos e assistentes sociais. Muitas crianças que passam pelo projeto conseguem ir além. Essa é a realidade de Rayane Alves Teles, que ingressou no projeto aos seis anos de idade. Hoje, aos 14, ela é bolsista da Credigoiás em uma escola tradicional de Goiânia e se prepara para encarar o vestibular de Medicina. O projeto ajudou a construir a minha cidadania e me estimulou a sonhar mais alto, comenta. Rede pela Paz A Rede Permanente pela Paz é formada por pessoas da alta sociedade goianiense, unidas em prol de um bem maior: ajudar a transformar a realidade de crianças. O trabalho da instituição começou em 2002 e foi qualificado pelo Ministério da Justiça e chancelado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). Não possui qualquer vinculação política, religiosa ou filosófica. A organização é presidida por Ângela de Castro Machado Araújo e outros diretores. Os projetos da entidade são baseados nos ensinamentos de Sathya Sai Baba (veja box ao lado), e todos os dias as crianças têm um momento de meditação. Rayane (de vermelho) entre as diretoras da Rede Pela Paz, Lana Zadi, Angela Castro e Vera Lúcia Sathya Sai Baba foi um líder espiritual indiano. Seu mais famoso ensinamento é ame a todos, sirva a todos. Sathya Sai Baba pregava o amor universal e a experiência do conhecimento de Deus. Ele nunca pregou religião nem exigiu a conversão de ninguém. Localização da Rede Pela Paz: Rua Jovino Borges da Silva, Qd. APM, Lt. 6A - Residencial Vale do Araguaia - Goiânia-GO. Contato: (62) Ao participarem de atividades como a capoeira e a dança, os alunos são estimulados ao trabalho em equipe e a ter disciplina

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