Jochen Lempert Trabalho de Campo

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Jochen Lempert Trabalho de Campo"

Transcrição

1 Jochen Lempert Trabalho de Campo

2 Podemos partir de uma assunção muito simples, imediatamente constatável por todos os que olham pela primeira vez para o seu trabalho: Jochen Lempert fotografa obsessivamente qualquer coisa que podemos entender como a natureza animais, vegetais, microrganismos, fenómenos físicos e atmosféricos. De certa forma, alude directamente a alguns dos pioneiros da fotografia, como William Henry Fox Talbot, cujas primeiras experiências com aquele suporte, em meados do século XIX, se relacionaram frequentemente com disciplinas como a botânica e a zoologia. O objectivo: inventariar, classificar, procurar propriedades estruturais comuns na extrema diversidade da natureza e a fotografia parecia, nessa altura, partilhar a autoridade da ciência, com o seu suposto valor de verdade, a sua pretensa objectividade, a sua forma directa de ver o mundo. Também as imagens de Jochen Lempert se relacionam, de várias formas, com disciplinas como a biologia e a zoologia; também elas são associáveis à fotografia científica, nomeadamente às suas exigências de catalogação, embora já não reflictam nenhum tipo de autoridade. A natureza que ele nos apresenta, independentemente de qualquer intimidade com a botânica ou da utilização de processos científicos e laboratoriais como a observação meticulosa e a ampliação, é sempre estranhamente misteriosa, por vezes opaca. Algumas das suas imagens poderiam, de facto, caber em livros de história natural, em manuais científicos; muitas delas, pela sua aparente abstracção, também podem ser entendidas como exercícios de composição, recordando as experiências fotográficas dos anos de O artista joga habilmente com a mobilidade semiótica das suas fotografias, com o seu Sem título (Fogo), 2007

3 desconcertante carácter atemporal nada daquilo que as suas fotografias nos dão a ver é exactamente aquilo que esperamos encontrar num sítio dedicado a mostrar arte contemporânea. De alguma maneira, Lempert tira partido da própria instabilidade semiótica da fotografia, do facto de ela poder significar coisas muito diferentes, dependendo do contexto em que é apresentada. As suas imagens estão sempre a meio caminho, parecem pertencer simultaneamente a contextos culturais distintos, a diferentes espaços discursivos, pressupondo expectativas diferentes por parte do espectador sem encaixar exactamente em nenhum deles. Por outro lado, a imagem fragmentada da realidade que os seus trabalhos nos devolvem por vezes no limiar da abstrac ção relaciona-se directamente com a exploração de uma certa auto-referencialidade da fotografia. Sem se cingirem à exploração da materialidade do medium e das suas possibilidades para a produção de efeitos de abstracção, grande parte das imagens de Lempert jogam com determinadas propriedades da fotografia e com a sua história. Ao contrário de outros sistemas de representação, as fotografias não se limitam a dar a ver o mundo; são de facto tocadas por ele. Se são frequentemente designadas como índices, é porque se terão deixado afectar directamente pelos objectos a que se referem. Este dado levou vários fotógrafos a interessarem-se por esta relação particular com a realidade que parece ser intrínseca à fotografia. Jochen Lempert fá-lo de uma forma irredutivelmente singular. Se as fotografias são, enquanto marca de um processo fotoquímico, uma espécie de impressão do real como o são as pegadas humanas e os vestígios que as aves deixam na areia da praia, o artista dedica-se a explorar o reverso da medalha: o signi ficado da presença transformada em representação. Escolhendo motivos que têm directamente a ver com processos (físicos, lumínicos) postos em marcha pela própria técnica fotográfica, com as suas tentativas para explicar a absoluta alteridade que é o mundo animal e o ambiente natural, Jochen Lempert vem confrontar-nos, de alguma forma, com a inutilidade das nossas pretensões de dissecação, de conhecimento. Para começar, e com o seu olhar particular sobre animais e plantas que frequentemente despista um seu reconhecimento imediato, o artista coloca em causa qualquer ideia de poder óptico, sugerindo que os seres humanos são dotados de um determinado sistema de percepção, necessariamente limitado, que projectam sobre a natureza, independentemente das próteses a que recorram. Perante muitas das fotografias de Lempert, principalmente aquelas em que elementos naturais são ampliados, ou apresentados recorrendo a determinados processos ópticos são exemplo as fotografias de plâncton luminescente, lembramo- nos das aspirações de certos fotógrafos e cineastas na década de Com efeito, nessa época passou-se a considerar como tarefa da câmara o registo de tudo aquilo que o olho não vê; defendeu-se que os aparelhos fotográficos deveriam poder funcionar de uma forma totalmente independente do olho humano, expandindo o seu alcance óptico e transformando, através de pontos de vista inesperados, objectos familiares em configurações pouco comuns, em estruturas nunca vistas. As suas fotografias também nos recordam a Nova Visão defendida nos anos de 1930, quando vários artistas associaram a fotografia à possibilidade de ver melhor, mais rápido, com maior precisão; quando a câmara foi entendida como uma prótese que supriria as deficiências do olho, que prolongaria a visão normal, que aumentaria as capacidades do corpo humano, suplantando até o próprio observador. No entanto e isto talvez corresponda ao lado mais desconcertante da obra de Jochen Lempert, este artista não recorre a composições imprevisíveis, rotações bizarras, contrapicados violentos para nos levar a descobrir o que está afinal na origem de uma imagem. Nas fotografias dos pássaros voando em bando que nos surgem como simples pontos distribuídos aleatoriamente, na imagem das patas de um cisne quase invisível, ou

4 nessa outra dos estores que parecem à primeira vista fotogramas abstractos, por exemplo, Lempert tira partido de alguns aspectos fundamentais, embora frequentemente negligenciados, da fotografia: sublinha o papel da luz enquanto fonte de visibilidade de que a fotografia depende (em várias imagens a luz está a ser filtrada por um objecto, numa espécie de replicação do processo fotográfico, enquanto noutras o artista destaca graus de transparência, de reverberação); valoriza o enquadramento e, dessa forma, a presença implícita do resto do mundo; atribui um igual estatuto aos objectos e às suas sombras, sublinhando novamente o papel da luz, enquanto reconhece a fotografia enquanto pura representação. Sem recorrer a metáforas extravagantes, sem afastar de forma ostensiva a fotografia da relação directa com os objectos da percepção (relação que a fotografia parece propor constantemente), Jochen Lempert consegue dilatar o tempo de recepção das suas imagens; imagens que, em alguns casos, parecem películas opacas, enquanto noutros se aplicam, através da ampliação e do correspondente granulado, a adiar o reconhecimento do referente. Aparentemente modesto, quase parcimonioso, do ponto de vista formal, o seu trabalho consegue abalar uma série de assunções epistemológicas. Aquilo que lhe interessa na representação da vida animal, por exemplo, nunca é a nossa identificação imediata com hábitos e modos de vida, ou seja, tornar-nos conscientes daquilo que nos une a outras espécies animais. Se já alguém afirmou que as suas fotografias traduzirão intimidade com a animalidade, não é porque o artista tem uma formação em biologia, ou porque seja um habitual frequentador de museus de história natural, mas antes porque essas fotografias desfazem hierarquias, relativizando a nossa percepção e os nossos sistemas de conhecimento. À fotografia, que sempre foi aplicada enquanto instrumento de poder, de conquista, Lempert reconhece o poder de apontar a realidade, mas faz-nos tomar consciência de que nunca poderá representá-la. Da série Os Corvos-marinhos, 2008

5 Exposição Curadoria Miguel Wandschneider Coordenação de produção Mário Valente Produção António Sequeira Lopes Paula Tavares dos Santos Coordenação de Montagem Fernando Teixeira Equipa de Montagem Ana Branco Maria Soares Sérgio Gato Jornal de Exposição Texto Ricardo Nicolau Coordenação Maria Ana Freitas Design Gráficos do Futuro Pré-Impressão, impressão e acabamento Maiadouro 2009, Fundação Caixa Geral de Depósitos Culturgest, Lisboa das obras reproduzidas: o artista; do texto: o autor Conversa com Jochen Lempert e Miguel Wandschneider Sábado, 7 de Fevereiro, 18h00 Visitas guiadas por Miguel Wandschneider Sábados, 28 de Fevereiro e 21 de Março, 17h00 Visitas guiadas Domingos, 8 de Março, 5 de Abril e 10 de Maio, 17h30 Galerias abertas de segunda a sexta-feira, das 11h00 às 19h00 (última admissão às 18h30). Sábados, domingos e feriados, das 14h00 às 20h00 (última admissão às 19h30). Encerram à terça-feira. Informações: Edifício Sede da CGD, Rua do Arco do Cego, Lisboa 7 Fevereiro 10 Maio 2009

Catálogo. CHIADO 8 ARTE CONTEMPORÂNEA Largo do Chiado, 8 / 1249-125 Lisboa T 213 237 335 / www.fidelidademundial.pt

Catálogo. CHIADO 8 ARTE CONTEMPORÂNEA Largo do Chiado, 8 / 1249-125 Lisboa T 213 237 335 / www.fidelidademundial.pt Projecto de Exposições (2006-2008) Miguel Wandschneider (Culturgest) Coordenação Miguel Wandschneider (Culturgest) Gabinete de Comunicação e Imagem (Fidelidade Mundial) Curador Ricardo Nicolau Coordenação

Leia mais

BRUNO PACHECO ALL TOGETHER

BRUNO PACHECO ALL TOGETHER BRUNO PACHECO ALL TOGETHER Esta exposição centra-se no trabalho desenvolvido por Bruno Pacheco desde final de 2005, sendo a maioria das obras datadas de 2006 e inéditas. A quantidade de obras mostradas

Leia mais

diálogo ARTES Gonçalo Barreiros Experiência alienante SANDRA VIEIRA JÜRGENS sandravieirajurgens@gmail.com

diálogo ARTES Gonçalo Barreiros Experiência alienante SANDRA VIEIRA JÜRGENS sandravieirajurgens@gmail.com ARTES diálogo Gonçalo Barreiros Experiência alienante SANDRA VIEIRA JÜRGENS sandravieirajurgens@gmail.com Nas suas intervenções artísticas, no domínio da escultura e da instalação, Gonçalo Barreiros pode

Leia mais

A DEMORA: IMAGENS NO LUGAR DO FAZEDOR Sofia Lopes Borges 1

A DEMORA: IMAGENS NO LUGAR DO FAZEDOR Sofia Lopes Borges 1 A DEMORA: IMAGENS NO LUGAR DO FAZEDOR Sofia Lopes Borges 1 Resumo: Este texto pretende refletir sobre as possibilidades e especificidades que o vídeo nos oferece na percepção das singularidades das durações

Leia mais

Tocando coisas: a impressão como registro de existência, ampliada em outras experiências. Por Carolina Rochefort

Tocando coisas: a impressão como registro de existência, ampliada em outras experiências. Por Carolina Rochefort APRESENTAÇÕES ARTÍSTICAS E PROVOCAÇÕES PERMANENTES Tocando coisas: a impressão como registro de existência, ampliada em outras experiências. Por Carolina Rochefort - Conceito da Obra/Apresentação. Em minha

Leia mais

ACÇÃO DE FORMAÇÃO EM FOTOGRAFIA Club Setubalense

ACÇÃO DE FORMAÇÃO EM FOTOGRAFIA Club Setubalense ACÇÃO DE FORMAÇÃO EM FOTOGRAFIA Club Setubalense DESIGNAÇÃO OLHAR A FOTOGRAFIA,... DE OUTRO MODO LOCAL CLUB SETUBALENSE CARGA HORÁRIA - Nº de horas teóricas 28 h (4 módulos) - Nº de horas práticas (recolha

Leia mais

ARTES DA INFÂNCIA 1/5 CABEÇAS

ARTES DA INFÂNCIA 1/5 CABEÇAS ARTES DA INFÂNCIA 1/5 CABEÇAS 2 3 Artes da Infância infans Do latim, infans significa aquele que ainda não teve acesso à linguagem falada. Na infância adquirimos conhecimentos, acumulamos vivências e construímos

Leia mais

PEDRO SOUSA VIEIRA. Galeria Belo-Galsterer Rua Castilho 71, RC, Esq. 1250-068 Lisboa - Portugal

PEDRO SOUSA VIEIRA. Galeria Belo-Galsterer Rua Castilho 71, RC, Esq. 1250-068 Lisboa - Portugal PEDRO SOUSA VIEIRA Galeria Belo-Galsterer Rua Castilho 71, RC, Esq. 1250-068 Lisboa - Portugal www.belogalsterer.com galeria.belogalsterer@gmail.com +351-213815914 VITA Pedro Sousa Vieira Nasceu no Porto,

Leia mais

Ivo Poças Martins, Fevereiro 2007. Texto da proposta seleccionada do concurso Intervenções na Cidade Trienal de Arquitectura de Lisboa

Ivo Poças Martins, Fevereiro 2007. Texto da proposta seleccionada do concurso Intervenções na Cidade Trienal de Arquitectura de Lisboa Ivo Poças Martins, Fevereiro 2007 Texto da proposta seleccionada do concurso Intervenções na Cidade Trienal de Arquitectura de Lisboa Praça de Espanha www.pocasmartins-seabra.com ( 1 ) ( 2 ) Com a União

Leia mais

Agenda Educativa Jardim Botânico da Universidade de Coimbra. Temas sazonais Junho e Julho 2010

Agenda Educativa Jardim Botânico da Universidade de Coimbra. Temas sazonais Junho e Julho 2010 Agenda Educativa Jardim Botânico da Universidade de Coimbra Temas permanentes - consultar/retirar formulário: www.uc.pt/jardimbotanico Temas sazonais Junho e Julho 2010 ACÇÃO: Visita Ateliê Celebração

Leia mais

DIFERENTES PERCEPÇÕES

DIFERENTES PERCEPÇÕES 1 RESUMO DO TRABALHO DIFERENTES PERCEPÇÕES Colégio Londrinense Alunas: Isadora Ferreira Pelisson Raquel Maria de Barros Orientadora: Wiviane Knott Sá Oliveira Silva Os olhos são considerados uns dos principais

Leia mais

Pode a Química ajudar a resolver crimes e apanhar criminosos?

Pode a Química ajudar a resolver crimes e apanhar criminosos? Pode a Química ajudar a resolver crimes e apanhar criminosos? As investigações criminais têm um aliado poderoso na descoberta dos criminosos e na resolução dos crimes, a QUÍMICA. Na cena do crime, um perito

Leia mais

ATELIER-MUSEU JÚLIO POMAR. Em Torno do Acervo Abril a Setembro 2013 Serviço Educativo. coordenação / documentação Teresa Santos

ATELIER-MUSEU JÚLIO POMAR. Em Torno do Acervo Abril a Setembro 2013 Serviço Educativo. coordenação / documentação Teresa Santos ATELIER-MUSEU JÚLIO POMAR Em Torno do Acervo Abril a Setembro 2013 Serviço Educativo coordenação / documentação Teresa Santos O Atelier-Museu Júlio Pomar é um espaço dedicado à conservação, ao estudo e

Leia mais

Plano de Formação 2013

Plano de Formação 2013 Plano de Formação 2013 Ações Internas 2013 APRESENTAÇÃO DAS ÁREAS DE FORMAÇÃO Línguas Higiene, segurança e saúde no trabalho Relacionamento Interpessoal Tecnologias de Informação 2 TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO

Leia mais

Organização de Eventos

Organização de Eventos Organização de Eventos Página de Rosto Aluna: Tânia Marlene Silva Ano/ Turma: 12º ano do Curso Profissional Técnico de Secretariado Disciplina: Técnicas de Secretariado Modulo: 20 Organização de Eventos

Leia mais

Gung Ho! Numa organização ideal todos têm objectivos individuais, relacionais e organizacionais Will Shutz

Gung Ho! Numa organização ideal todos têm objectivos individuais, relacionais e organizacionais Will Shutz Gung Ho! Imagem de http://jpn.icicom.up.pt/imagens/educacao/estudar.jpg Numa organização ideal todos têm objectivos individuais, relacionais e organizacionais Will Shutz GUNG HO Gung Ho é a expressão chinesa

Leia mais

desenho parede discurso: Dan Perjovschi na Culturgest Porto

desenho parede discurso: Dan Perjovschi na Culturgest Porto DAN PERJOVSCHI desenho parede discurso: Dan Perjovschi na Culturgest Porto Os meus desenhos parecem espontâneos, mas não são. Para cada projecto desenho dois ou três cadernos de apontamentos. Em cada um

Leia mais

A Importância da Família na Educação

A Importância da Família na Educação A Importância da Família na Educação Não caminhes à minha frente Posso não saber seguir-te. Não caminhes atrás de mim Posso não saber guiar-te. Educadora Social Dra. Joana Valente Caminha antes a meu lado

Leia mais

MINISTÉRIO DOS NEGÓCIOS ESTRANGEIROS

MINISTÉRIO DOS NEGÓCIOS ESTRANGEIROS MINISTÉRIO DOS NEGÓCIOS ESTRANGEIROS Sessão Pública: Coerência das Políticas: O Desafio do Desenvolvimento Auditório Novo da Assembleia da República 19 de Janeiro de 2011 Apresentação Pública do Exame

Leia mais

REGULAMENTO DO CENTRO DE CONGRESSOS DO INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE LISBOA

REGULAMENTO DO CENTRO DE CONGRESSOS DO INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE LISBOA REGULAMENTO DO CENTRO DE CONGRESSOS DO INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE LISBOA Aprovado pelo Presidente do ISEL a NOTA INTRODUTÓRIA Criado a 19 de Setembro de 2006 e tendo iniciado as suas funções a

Leia mais

Regulamento dos Concursos

Regulamento dos Concursos Prosepe - Projecto de Sensibilização e Educação Florestal da População Escolar 1 Projecto Prosepe Projecto de Sensibilização e Educação Florestal da População Escolar Ciclo: Olhar Pela Floresta Regulamento

Leia mais

Diário da República, 1.ª série N.º 145 29 de Julho de 2008 5106-(19)

Diário da República, 1.ª série N.º 145 29 de Julho de 2008 5106-(19) Diário da República, 1.ª série N.º 145 29 de Julho de 2008 5106-(19) Portaria n.º 701-E/2008 de 29 de Julho O Código dos Contratos Públicos consagra a obrigação das entidades adjudicantes de contratos

Leia mais

Guião de apoio para divulgação junto da Comunicação Social

Guião de apoio para divulgação junto da Comunicação Social Semana da Liberdade de Escolha da Escola / School Choice Week & I Conferência da Liberdade de Escolha da Escola / 1st School Choice Conference Guião de apoio para divulgação junto da Comunicação Social

Leia mais

Reabilitação do Mercado Municipal. Concurso de Ideias. Regulamento

Reabilitação do Mercado Municipal. Concurso de Ideias. Regulamento ARTIGO 1º Enquadramento Reabilitação do Mercado Municipal Concurso de Ideias Regulamento O Concurso de Ideias para a reabilitação do Mercado Municipal (MM), sito na praça do Comércio é uma iniciativa da

Leia mais

É possível conjugar uma sessão de cinema com uma oficina.

É possível conjugar uma sessão de cinema com uma oficina. 7 12 Anos ESTAS IMAGENS SÃO UM RODOPIO!///////////////////// 3 CINEMA EM CASA!//////////////////////////////////////////////////// 4 QUE FEITIÇO É ESTE?/////////////////////////////////////////////////

Leia mais

UM JEITO DE AMAR A VIDA

UM JEITO DE AMAR A VIDA UM JEITO DE AMAR A VIDA Maria do Carmo Chaves CONSCIÊNCIA DO MUNDO FICHA TÉCNICA EDIÇÃO: Vírgula (Chancela Sítio do Livro) TÍTULO: Um jeito de amar a vida AUTORA: Maria do Carmo Chaves (escreve de acordo

Leia mais

12 Teoria de Vigotsky - Conteúdo

12 Teoria de Vigotsky - Conteúdo Introdução Funções psicológicas superiores Pilares da teoria de Vigotsky Mediação Desenvolvimento e aprendizagem Processo de internalização Níveis de desenvolvimento Esquema da aprendizagem na teoria de

Leia mais

A Pessoa com Deficiência Visual

A Pessoa com Deficiência Visual A Pessoa com Deficiência Visual Definição oftalmológica de deficiência visual Cegueira parcial (legal ou profissional): capaz de contar dedos a curta distância, identificar vultos, luminosidade e origem

Leia mais

Filosofia, Arte e Ciência : modos de pensar o acontecimento e o virtual segundo Gilles Deleuze

Filosofia, Arte e Ciência : modos de pensar o acontecimento e o virtual segundo Gilles Deleuze Filosofia, Arte e Ciência : modos de pensar o acontecimento e o virtual segundo Gilles Deleuze Catarina Pombo Nabais No seu último livro, intitulado O que é a Filosofia?, Deleuze e Guattari desenham uma

Leia mais

Metas de Aprendizagem 1.º Ciclo Expressões Artísticas. Introdução

Metas de Aprendizagem 1.º Ciclo Expressões Artísticas. Introdução Metas de Aprendizagem 1.º Ciclo Expressões Artísticas Introdução A Educação Artística no Ensino Básico desenvolve-se em quatro grandes áreas (Expressão Plástica e Educação Visual; Expressão e Educação

Leia mais

QuartelOnline Rev. 1.1

QuartelOnline Rev. 1.1 www.decimal.pt/qo ÍNDICE Introdução... 3 Login Entrada na Aplicação... 4 Frontoffice - Acesso... 5 Backoffice - Detalhes... 5 Backoffice - Tabelas... 5 Tabela - Bombeiros... 5 Tabela Bombeiros (continuação)...

Leia mais

VÍDEO NA ESCOLA ENCONTRO SOBRE EDUCAÇÃO AUDIOVISUAL. ------------8 de MAIO - 9H30 ÀS 12H40 ESCOLA SUPERIOR DE EDUCAÇÃO DE VIANA DO CASTELO APOIO

VÍDEO NA ESCOLA ENCONTRO SOBRE EDUCAÇÃO AUDIOVISUAL. ------------8 de MAIO - 9H30 ÀS 12H40 ESCOLA SUPERIOR DE EDUCAÇÃO DE VIANA DO CASTELO APOIO VÍDEO NA ESCOLA ENCONTRO SOBRE EDUCAÇÃO AUDIOVISUAL ESCOLA SUPERIOR DE EDUCAÇÃO DE VIANA DO CASTELO ------------8 de MAIO - 9H30 ÀS 12H40 APOIO VÍDEO NA ESCOLA ENCONTRO SOBRE EDUCAÇÃO AUDIOVISUAL As mensagens

Leia mais

Catálogo. 2007 João Queiroz, Ricardo Nicolau os fotógrafos / Fidelidade Mundial ISBN 978-972-769-045-9

Catálogo. 2007 João Queiroz, Ricardo Nicolau os fotógrafos / Fidelidade Mundial ISBN 978-972-769-045-9 JOÃO QUEIROZ Projecto de exposições (2006-2008) Miguel Wandschneider (Culturgest) Coordenação Miguel Wandschneider (Culturgest) Gabinete de Comunicação e Imagem (Fidelidade Mundial) Curador Ricardo Nicolau

Leia mais

Centro de Gestão da Rede Informática do Governo Data de emissão Entrada em vigor Classificação Elaborado por Aprovação Ver. Página

Centro de Gestão da Rede Informática do Governo Data de emissão Entrada em vigor Classificação Elaborado por Aprovação Ver. Página 2002-02-27 Imediata AT CEGER/FCCN GA 2 1 de 11 Tipo: NORMA Revoga: Versão 1 Distribuição: Sítio do CEGER na Internet. Entidades referidas em IV. Palavras-chave: gov.pt. Registo de sub-domínios de gov.pt.

Leia mais

O QUE É UMA IMAGEM? 1

O QUE É UMA IMAGEM? 1 O QUE É UMA IMAGEM? 1 Leonor Areal 1 Este artigo adopta a ortografia tradicional por opção da autora e por necessidade de distinguir entre imagem óptica e ótica. 2 in A República, apud JOLY, Martine (1999)

Leia mais

Características da imagem em microscopia ótica

Características da imagem em microscopia ótica Escola Secundária Jaime Moniz Relatório n.º1 Características da imagem em microscopia ótica Autor: Ana Luísa 10.º7 n.º3 Disciplina: Biologia e Geologia Data de realização: 01/02/2012 Ano Letivo: 2011/2012

Leia mais

CADERNO APFN Apostar na Família Construir o Futuro

CADERNO APFN Apostar na Família Construir o Futuro CADERNO APFN 5 Apostar na Família Construir o Futuro Fevereiro 2002-1 - DECLARAÇÃO DE PRINCÍPIOS DA APFN Acreditamos que: 1. A vida humana deve ser respeitada, reconhecida e protegida desde o momento da

Leia mais

CURSO DE FORMAÇÃO FILOSOFIA PARA CRIANÇAS E JOVENS A COMUNIDADE DE INVESTIGAÇÃO. Local de realização: Escola Secundária José Estêvão - AVEIRO

CURSO DE FORMAÇÃO FILOSOFIA PARA CRIANÇAS E JOVENS A COMUNIDADE DE INVESTIGAÇÃO. Local de realização: Escola Secundária José Estêvão - AVEIRO CURSO DE FORMAÇÃO FILOSOFIA PARA CRIANÇAS E JOVENS A COMUNIDADE DE INVESTIGAÇÃO Local de realização: Escola Secundária José Estêvão - AVEIRO Registo: CCPFC/ACC-76907/14, Nº Créditos: 1, Válida até: 10-02-2017

Leia mais

ILUSTRAÇÃO TAMBÉM SE LÊ

ILUSTRAÇÃO TAMBÉM SE LÊ 1 ILUSTRAÇÃO TAMBÉM SE LÊ Rodrigo da Costa Araujo 1 A leitura é sempre o esforço conjugado de compreender e de incorporar (SCHOLES, Robert. Protocolos de Leitura. Edições 70, 1991, p.25) A epígrafe acima,

Leia mais

Es c o l h e r p e n s a r

Es c o l h e r p e n s a r Es c o l h e r p e n s a r As fotografias de Daniel Costa (1973-2000) apresentadas aqui constituem parte de um conjunto que ele próprio concebeu como alternância de duas séries a de fotografias de nuvens

Leia mais

Retratos: Guia para @s professor@s

Retratos: Guia para @s professor@s Retratos: Guia para @s professor@s Nivel: 12 a 14 anos Pássaros Duraçao: de 5 a 7 sessões Áreas: Ciências da Natureza e Humanas e Sociais, Língua Portuguesa Descriçao: O grupo selecciona um pássaro característico

Leia mais

Capa 21/06/06 17:13 Page 3 FIDEL

Capa 21/06/06 17:13 Page 3 FIDEL FIDEL Projecto de Exposições (2006-2008) Miguel Wandschneider (Culturgest) Coordenação Miguel Wandschneider Gabinete de Comunicação e Imagem (Fidelidade Mundial) Curador Ricardo Nicolau Coordenação de

Leia mais

LENDO IMAGENS A PARTIR DE PROPOSTAS DE AÇÃO EDUCATIVA EM EVENTOS DE ARTE CONTEMPORÂNEA EM GOIÁS.

LENDO IMAGENS A PARTIR DE PROPOSTAS DE AÇÃO EDUCATIVA EM EVENTOS DE ARTE CONTEMPORÂNEA EM GOIÁS. LENDO IMAGENS A PARTIR DE PROPOSTAS DE AÇÃO EDUCATIVA EM EVENTOS DE ARTE CONTEMPORÂNEA EM GOIÁS. ARAÚJO, Haroldo de 1; Prof.Dr. Costa, Luis Edegar de Oliveira 2;. Palavras chaves: Arte contemporânea; curadoria;

Leia mais

Gestalt. Gestalt é o termo intradutível do alemão utilizado para abarcar a teoria da percepção visual baseada na psicologia da forma.

Gestalt. Gestalt é o termo intradutível do alemão utilizado para abarcar a teoria da percepção visual baseada na psicologia da forma. Gestalt 29 de setembro de 2006 Gestalt é o termo intradutível do alemão utilizado para abarcar a teoria da percepção visual baseada na psicologia da forma. '''ORIGEM DA PSICOLOGIA DA FORMA''' Durante o

Leia mais

Programa de Educação Ambiental

Programa de Educação Ambiental Programa de Educação Ambiental 2015 / 2016 Escolas Centro de Formação Ambiental SEDE - Lisboa 2 Horário de Funcionamento das Actividades 2ª feira a 6ª feira: 9h30 às 13h00 e das 14h00 às 17h30 4 horários:

Leia mais

WORKSHOP DE DANÇA INCLUSIVA ORIENTADO POR ANA RITA BARATA COMPANHIA CIM

WORKSHOP DE DANÇA INCLUSIVA ORIENTADO POR ANA RITA BARATA COMPANHIA CIM WORKSHOP DE DANÇA INCLUSIVA ORIENTADO POR ANA RITA BARATA COMPANHIA CIM DIAS/HORÁRIOS 24 e 25 de Outubro > 14h às 17h Apresentação final dia 25 de Outubro às 18h NºPARTICIPANTES Mínimo 8 / Máximo 20 Nota

Leia mais

CADERNOS DE SOCIOMUSEOLOGIA Nº 15-1999 5

CADERNOS DE SOCIOMUSEOLOGIA Nº 15-1999 5 CADERNOS DE SOCIOMUSEOLOGIA Nº 15-1999 5 APRESENTAÇÃO. O presente número dos Cadernos de Sociomuseologia, reúne um conjunto de documentos sobre museologia e património que se encontram dispersos e muitas

Leia mais

Junta de Freguesia de Valongo do Vouga -----010119-----

Junta de Freguesia de Valongo do Vouga -----010119----- REGULAMENTO DE LIQUIDAÇÃO E COBRANÇAS DE TAXAS E LICENÇAS E RESPECTIVA TABELA DA JUNTA DE FREGUESIA DE VALONGO DO VOUGA CAPITULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º Aprovação 1 - É aprovado o Regulamento de

Leia mais

1 Criação de uma bolsa anual de árvores para oferta

1 Criação de uma bolsa anual de árvores para oferta Floresta Comum, Qual o objectivo principal do Floresta Comum? O objectivo? O Floresta Comum, é um programa de incentivo à reflorestação com a floresta autóctone portuguesa. Para a concretização deste objectivo,

Leia mais

Proposta de Alteração da Lei de Bases do Sistema Educativo

Proposta de Alteração da Lei de Bases do Sistema Educativo Proposta de Alteração da Lei de Bases do Sistema Educativo Parecer da Federação Académica do Porto A participação de Portugal na subscrição da Declaração de Bolonha em Junho de 1999 gerou para o Estado

Leia mais

Esclarecimento. De entre as acções dadas em garantia destacam-se as acções Cimpor, correspondentes a 9,58% do respectivo capital social.

Esclarecimento. De entre as acções dadas em garantia destacam-se as acções Cimpor, correspondentes a 9,58% do respectivo capital social. Esclarecimento 1. O Grupo INVESTIFINO contratou junto da CGD, no período de 2005 a 2007, diversos financiamentos que globalmente atingiram um valor elevado. 2. Os referidos financiamentos destinaram-se

Leia mais

«O TEMPO DA MÁQUINA DE ESCREVER»

«O TEMPO DA MÁQUINA DE ESCREVER» «O TEMPO DA MÁQUINA DE ESCREVER» Sobre a coleção de máquinas de escrever da Caixa Geral de Depósitos A Máquina de Escrever marcou um período importante na história da tecnologia e a sua evolução foi uma

Leia mais

A RESPONSABILIDADE SOCIAL E AMBIENTAL PARA UMA INCLUSÃO SUSTENTÁVEL

A RESPONSABILIDADE SOCIAL E AMBIENTAL PARA UMA INCLUSÃO SUSTENTÁVEL A RESPONSABILIDADE SOCIAL E AMBIENTAL PARA UMA INCLUSÃO SUSTENTÁVEL Seminário 19.Novembro.2012 Amadora, Agência Portuguesa do Ambiente Boas Práticas de inclusão Conselho Português para os Refugiados Espaço

Leia mais

Classes sociais. Ainda são importantes no comportamento do consumidor? Joana Miguel Ferreira Ramos dos Reis; nº 209479 17-10-2010

Classes sociais. Ainda são importantes no comportamento do consumidor? Joana Miguel Ferreira Ramos dos Reis; nº 209479 17-10-2010 Universidade Técnica de Lisboa - Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas Ciências da Comunicação Pesquisa de Marketing Docente Raquel Ribeiro Classes sociais Ainda são importantes no comportamento

Leia mais

ANIMAÇÃO DE IMAGENS. Como dar vida às ideias.

ANIMAÇÃO DE IMAGENS. Como dar vida às ideias. ANIMAÇÃO DE IMAGENS Como dar vida às ideias. O que se entende por Cinema Cinema, abreviação de cinematógrafo, é a técnica de projetar fotogramas de forma rápida e sucessiva (24 fotogramas por segundo)

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ALCABIDECHE ESCOLA BÁSICA 2,3 DE ALCABIDECHE Sede

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ALCABIDECHE ESCOLA BÁSICA 2,3 DE ALCABIDECHE Sede AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ALCABIDECHE ESCOLA BÁSICA 2,3 DE ALCABIDECHE Sede 1. Identificação DEPARTAMENTO: Pré-Escolar PLANO ANUAL DE ACTIVIDADES - PROPOSTA DE ACTIVIDADES ANO LECTIVO - 2010 / 2011 Coordenador(a):

Leia mais

REGULAMENTO DE PROPRIEDADE INTELECTUAL DA UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA. Preâmbulo

REGULAMENTO DE PROPRIEDADE INTELECTUAL DA UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA. Preâmbulo REGULAMENTO DE PROPRIEDADE INTELECTUAL DA UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA Preâmbulo Tendo em conta que a UFP: É titulada pela Fundação Ensino e Cultura Fernando Pessoa, sua entidade Instituidora e a quem

Leia mais

CANDIDATURAS ABERTAS:

CANDIDATURAS ABERTAS: Resumo das candidaturas aos Sistemas de Incentivos QREN CANDIDATURAS ABERTAS: Sistema de Incentivos à Investigação e Desenvolvimento Tecnológico Tipologia de Projectos Abertura Encerramento Individuais

Leia mais

PEQUENO GRANDE EDIÇÃO 2015/2016

PEQUENO GRANDE EDIÇÃO 2015/2016 PEQUENO GRANDE EDIÇÃO 2015/2016 I - Enquadramento O Pequeno Grande é um projeto da autoria da Fundação Calouste Gulbenkian e da AGECOP Associação para a Gestão de Cópia Privada e, nesta 3ª edição, integra

Leia mais

Os pequenos nadas. Uma criação de Anton Coimbra e Nuno Pinto. Produçao de Último Comboio.

Os pequenos nadas. Uma criação de Anton Coimbra e Nuno Pinto. Produçao de Último Comboio. Os pequenos nadas Uma criação de Anton Coimbra e Nuno Pinto. Produçao de Último Comboio. "Teatro artesanal (...) Tudo em vista: a máquina de cinema minúscula, que eles resgataram do desmantelamento, os

Leia mais

MANUELA MENDES DA SILVA. Gesto e Forma

MANUELA MENDES DA SILVA. Gesto e Forma MANUELA MENDES DA SILVA Gesto e Forma MANUELA MENDES DA SILVA Em Manuela Mendes da Silva a pintura está sempre presente pela sugestão da textura, é certo, mas também pela revelação do processo. Todavia

Leia mais

Regulamento 1/5. I Tema. II Objectivo

Regulamento 1/5. I Tema. II Objectivo Regulamento 1/5 I Tema Proposta de ocupação efémera para materialização em Outubro de 2012 - do espaço do saguão, galeria, anfiteatro e espaços conexos da Sede da Ordem dos Arquitectos (OA), devidamente

Leia mais

Regulamento CONCURSO: A Biodiversidade da minha Cidade 2012. Regulamento de concurso - 2012. 1 - Entidade Promotora. 2 Objectivo

Regulamento CONCURSO: A Biodiversidade da minha Cidade 2012. Regulamento de concurso - 2012. 1 - Entidade Promotora. 2 Objectivo CONCURSO: A Biodiversidade da minha Cidade 2012 Regulamento 1 - Entidade Promotora O Concurso A Biodiversidade na Minha Cidade é uma iniciativa da Câmara Municipal de Gouveia, que conta com a colaboração

Leia mais

Isometrias e Simetria com materiais manipuláveis

Isometrias e Simetria com materiais manipuláveis Notas para o Ensino da Geometria Grupo de Trabalho de Geometria Isometrias e Simetria com materiais manipuláveis Eduardo Veloso, Rita Bastos, Sónia Figueirinhas Temos defendido nesta revista que os alunos

Leia mais

Fotografia e Escola. Marcelo Valle 1

Fotografia e Escola. Marcelo Valle 1 Fotografia e Escola Marcelo Valle 1 Desde 1839, ano do registro da invenção da fotografia na França, quase tudo vem sendo fotografado, não há atualmente quase nenhuma atividade humana que não passe, direta

Leia mais

Regulamento de Acesso, Circulação e Permanência nas Instalações da Assembleia da República

Regulamento de Acesso, Circulação e Permanência nas Instalações da Assembleia da República Regulamento de Acesso, Circulação e Permanência nas Instalações da Assembleia da República Despacho n.º 1/93, de 19 de março publicado no Diário da Assembleia da República, II Série C, n.º 22 de 22 de

Leia mais

CONCEPÇÕES MATEMÁTICA APRESENTADAS POR PROFESSORES DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM PSICOPEDAGOGIA

CONCEPÇÕES MATEMÁTICA APRESENTADAS POR PROFESSORES DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM PSICOPEDAGOGIA CONCEPÇÕES MATEMÁTICA APRESENTADAS POR PROFESSORES DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM PSICOPEDAGOGIA Jacqueline Oliveira de Melo Gomes Faculdade de Formação de Professores da Mata Sul / FAMASUL-PE jacomgomes@yahoo.com.br

Leia mais

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 9º; 18º. Assunto:

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 9º; 18º. Assunto: FICHA DOUTRINÁRIA Diploma: Artigo: Assunto: CIVA 9º; 18º Condomínios de imóveis Processo: nº 2773, despacho do SDG dos Impostos, substituto legal do Director - Geral, em 2011-12-15. Conteúdo: Tendo por

Leia mais

SANTA #07 ALEX GROSS. art magazine

SANTA #07 ALEX GROSS. art magazine SANTA art magazine #07 ALEX GROSS CRISTINA SALGADO DEBORAH ENGEL DOZE GREEN ESTELA SOKOL FABIO CARVALHO FILIPE BERNDT HELENA TRINDADE HILTON RIBEIRO JAMES KUDO JORGE RODRÍGUEZ AGUILAR LEONARDO RAMADINHA

Leia mais

Constituição do Microscópio Ótico Composto (M.O.C.)

Constituição do Microscópio Ótico Composto (M.O.C.) Constituição do Microscópio Ótico Composto (M.O.C.) O microscópio ótico composto (M.O.C.) é um instrumento usado para ampliar, com uma série de lentes, estruturas pequenas impossíveis de visualizar a olho

Leia mais

> SIGAM AS PISTAS... BOM TRABALHO PARA TODOS! NA CAPA

> SIGAM AS PISTAS... BOM TRABALHO PARA TODOS! NA CAPA As pistas e propostas de trabalho que se seguem são apenas isso mesmo: propostas e pistas, pontos de partida, sugestões, pontapés de saída... Não são lições nem fichas de trabalho, não procuram respostas

Leia mais

INSTITUTO DO EMPREGO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I.P.

INSTITUTO DO EMPREGO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I.P. 2 REFERENCIAL DE FORMAÇÃO O r g a n i z a ç ã o e m U n i d a d e s C a p i t a l i z á v e i s Área de Formação 213. Audiovisuais e Produção dos Media Itinerário de Formação 21305. Fotografia Saída Profissional

Leia mais

Eclipse solar observado em Lovania através de uma câmara escura, 1544

Eclipse solar observado em Lovania através de uma câmara escura, 1544 Eclipse solar observado em Lovania através de uma câmara escura, 1544 2 A luz entrava na câmara através de uma pequena abertura (pinhole ou buraco de agulha) projectando a imagem na parede oposta. 3 No

Leia mais

O QUE É OBJECTIVOS: VANTAGENS

O QUE É OBJECTIVOS: VANTAGENS O QUE É O Gira Volei é um jogo fácil, divertido e competitivo destinado aos jovens com idade compreendida entre os 8 e os 16 onde apenas se pode utilizar uma técnica: o passe. OBJECTIVOS: Contribuir para

Leia mais

METAS DE APRENDIZAGEM (3 anos)

METAS DE APRENDIZAGEM (3 anos) METAS DE APRENDIZAGEM (3 anos) 1. CONHECIMENTO DO MUNDO Revelar curiosidade e desejo de saber; Explorar situações de descoberta e exploração do mundo físico; Compreender mundo exterior mais próximo e do

Leia mais

O FUNERAL SAI À RUA!

O FUNERAL SAI À RUA! Passatempo Um Funeral à Chuva O FUNERAL SAI À RUA! O Funeral sai à Rua! A longa-metragem Um Funeral à Chuva vai estar num cinema perto de ti, a partir de 3 de Junho de 2010. O Um Funeral à Chuva é o teu

Leia mais

Projeto Internos: a fotografia no hospital

Projeto Internos: a fotografia no hospital CRIAÇÃO Projeto Internos: a fotografia no hospital Haná Vaisman É impossível ficar três meses lidando com uma pessoa todo dia e falar que ela é só paciente e você só médico. Você acaba tendo preocupações

Leia mais

FILOSOFIA ESPÍRITA E MEDIUNIDADE

FILOSOFIA ESPÍRITA E MEDIUNIDADE FILOSOFIA ESPÍRITA E MEDIUNIDADE 11ª. AULA GRAUS DE MEDIUNIDADE E CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO: CONHECIMENTO OU SENSO COMUM? AutorIa: Projeto Estudos Filosóficos Espíritas GRAU DA MEDIUNIDADE É POSSÍVEL MENSURAR

Leia mais

Para pensar o. livro de imagens. Para pensar o Livro de imagens

Para pensar o. livro de imagens. Para pensar o Livro de imagens Para pensar o livro de imagens ROTEIROS PARA LEITURA LITERÁRIA Ligia Cademartori Para pensar o Livro de imagens 1 1 Texto visual Há livros compostos predominantemente por imagens que, postas em relação,

Leia mais

REUNIÃO ORDINÁRIA DA CÂMARA MUNICIPAL DE S. JOÃO DA MADEIRA. --- DATA DA REUNIÃO: Dezassete de julho de dois mil e doze. --------------------------

REUNIÃO ORDINÁRIA DA CÂMARA MUNICIPAL DE S. JOÃO DA MADEIRA. --- DATA DA REUNIÃO: Dezassete de julho de dois mil e doze. -------------------------- REUNIÃO ORDINÁRIA DA CÂMARA MUNICIPAL DE S. JOÃO DA MADEIRA AT A N º 18/2012 - JULHO --- DATA DA REUNIÃO: Dezassete de julho de dois mil e doze. -------------------------- --- LOCAL DA REUNIÃO: Sala das

Leia mais

Updates. Updates da Pesquisa FLL WORLD CLASS. Updates do Desafio do Robô FLL WORLD CLASS

Updates. Updates da Pesquisa FLL WORLD CLASS. Updates do Desafio do Robô FLL WORLD CLASS Updates da Pesquisa FLL WORLD CLASS 2 ANIMAIS Para escrever a sua Questão da FLL WORLD CLASS, seu time precisa escolher um tópico em que uma PESSOA possa aprender. Tudo bem se há um animal envolvido em

Leia mais

6. movimentos da câmara fotográfica.

6. movimentos da câmara fotográfica. Ficha de Unidade Curricular Designação - Fotografia Área Científica - FOT Ciclo de Estudos 1º Ciclo/ Lic. Som e Imagem Carácter - Obrigatória Semestre 2º Semestre ECTS - 6 Tempo de Trabalho- Total: 150h

Leia mais

O que os olhos não veem, a lente registra

O que os olhos não veem, a lente registra O que os olhos não veem, a lente registra E.E. Profº Adelaide Maria de Barros Sala 5 sessão 2 Professor(es) Apresentador(es): Maria Aparecida Oliveira Brito Aline Loures Realização: Foco A Eletiva de Fotografia

Leia mais

ANO LECTIVO 2011-12 OFICINAS PRÉ-ESCOLAR E 1º CICLO 2º CICLO 3º CICLO SECUNDÁRIO NOVAS OPORTUNIDADES

ANO LECTIVO 2011-12 OFICINAS PRÉ-ESCOLAR E 1º CICLO 2º CICLO 3º CICLO SECUNDÁRIO NOVAS OPORTUNIDADES ANO LECTIVO 2011-12 PRÉ-ESCOLAR E 1º CICLO 2º CICLO 3º CICLO SECUNDÁRIO NOVAS OPORTUNIDADES 1 PRÉ-ESCOLAR E 1º CICLO Imagem Animada Nesta oficina os alunos desvendam os mistérios inerentes à ilusão óptica

Leia mais

KIT CICLO PEDAGÓGICO ESTUDO DO MEIO. Propostas para planeamento, exploração e avaliação de visitas a museus e centros de ciência.

KIT CICLO PEDAGÓGICO ESTUDO DO MEIO. Propostas para planeamento, exploração e avaliação de visitas a museus e centros de ciência. KIT_PEDA_EST_MEIO_5:FERIAS_5_6 09/12/28 15:07 Page 1 1. o CICLO KIT PEDAGÓGICO Pedro Reis ESTUDO DO MEIO 5 Propostas para planeamento, exploração e avaliação de visitas a museus e centros de ciência ISBN

Leia mais

Maria Inês Cordeiro e António Tavares Lopes Panorama da edição e utilização das publicações periódicas Coimbra, 6 de Maio de 2009

Maria Inês Cordeiro e António Tavares Lopes Panorama da edição e utilização das publicações periódicas Coimbra, 6 de Maio de 2009 Exploração de domínios analíticos para a redescoberta da Colóquio Letras Maria Inês Cordeiro e António Tavares Lopes Panorama da edição e utilização das publicações periódicas Coimbra, 6 de Maio de 2009

Leia mais

PERFORMANCE COMO PROCESSO: PRÁTICAS DE EMBODIMENT À DISTÂNCIA

PERFORMANCE COMO PROCESSO: PRÁTICAS DE EMBODIMENT À DISTÂNCIA Ano 3 Nº 14 Jul 2015 ISSN 2316-8102 PERFORMANCE COMO PROCESSO: PRÁTICAS DE EMBODIMENT À DISTÂNCIA por Daniel Pinheiro, Lisa Parra O projeto visa abordar práticas no desenvolvimento de estruturas que potenciem

Leia mais

Museu Nacional da Arte Antiga

Museu Nacional da Arte Antiga Museu Nacional da Arte Antiga Índice 1. Horários e localização: 2. Ingresso 3. História do museu 4. Informações acerca do museu 5. As 10 obras de referência do MNAA 6. Coleções 1 - Horário e Localização

Leia mais

http://www.clarin.com/br/buenos-aires-presenca-grandeimaginario_0_1360664321.html

http://www.clarin.com/br/buenos-aires-presenca-grandeimaginario_0_1360664321.html http://www.clarin.com/br/buenos-aires-presenca-grandeimaginario_0_1360664321.html ENTREVISTA: VIK MUNIZ Buenos Aires tem uma presença muito grande no meu imaginário Gabriela Grosskopf Antunes Ele é um

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular TÉCNICAS DE FOTOGRAFIA Ano Lectivo 2014/2015

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular TÉCNICAS DE FOTOGRAFIA Ano Lectivo 2014/2015 Programa da Unidade Curricular TÉCNICAS DE FOTOGRAFIA Ano Lectivo 2014/2015 1. Unidade Orgânica Ciências Humanas e Sociais (1º Ciclo) 2. Curso Comunicação e Multimédia 3. Ciclo de Estudos 1º 4. Unidade

Leia mais

Apresentação das obras de Maximiliano Gutiez por Marcelo M. Martins bolsista CNPq Maximiliano Gutiez expõe, a partir do dia 21, na Galeria da

Apresentação das obras de Maximiliano Gutiez por Marcelo M. Martins bolsista CNPq Maximiliano Gutiez expõe, a partir do dia 21, na Galeria da 1 Apresentação das obras de Maximiliano Gutiez por Marcelo M. Martins bolsista CNPq Maximiliano Gutiez expõe, a partir do dia 21, na Galeria da Unicamp, algumas de suas obras. Aproveita o caro momento

Leia mais

Jardim Zoológico Centro Pedagógico

Jardim Zoológico Centro Pedagógico N.º 9 2008 111 (111-115) Jardim Zoológico Centro Pedagógico Vera Sequeira * [ vera_lia@netcabo.pt ] 1. Introdução Se no seu início, os zoos eram meras exposições de animais, museus vivos repletos de curiosidades,

Leia mais

UM MINUTO PRA FALAR DO MUNDO Davina Marques Ludmila Alexandra dos Santos Sarraipa

UM MINUTO PRA FALAR DO MUNDO Davina Marques Ludmila Alexandra dos Santos Sarraipa CULTURAS E CONHECIMENTOS DISCIPLINARES ANO 3 EDIÇÃO 16 UM MINUTO PRA FALAR DO MUNDO Davina Marques Ludmila Alexandra dos Santos Sarraipa O sabiá Teco vai fugir da gaiola em busca de um lugar melhor para

Leia mais

De mãos dadas ESCOLA NO MUSEU

De mãos dadas ESCOLA NO MUSEU De mãos dadas ESCOLA NO MUSEU Empenhado no desenvolvimento cultural da população que serve directamente, o Museu do Trajo considera prioritário o investimento na formação pessoal do escalão etário correspondente

Leia mais

Sebastião Salgado atribui culpa a EUA e Europa por atual crise dos refugiados

Sebastião Salgado atribui culpa a EUA e Europa por atual crise dos refugiados Sebastião Salgado atribui culpa a EUA e Europa por atual crise dos refugiados POR ENTRETEMPOS, JORNAL FOLHA DE SÃO PAULO, 04.10.2015 Tião, como é chamado pelos amigos, não toma café. Ainda assim, motivado

Leia mais

Aqui chegados, estamos certos de que o leitor destas linhas consegue rever-se a si ou à sua colectividade neste retrato genérico!!!!

Aqui chegados, estamos certos de que o leitor destas linhas consegue rever-se a si ou à sua colectividade neste retrato genérico!!!! Filarmónica Portuguesa de Paris Todos quantos acompanham de perto o fenómeno filarmónico, sejam músicos, dirigentes ou simples apreciadores das nossas bandas, sabem como é difícil criar, manter e gerir

Leia mais

REGULAMENTO DO CONCURSO FOTOGRÁFICO AROUCA GEOPARK: PAISAGENS E CULTURA

REGULAMENTO DO CONCURSO FOTOGRÁFICO AROUCA GEOPARK: PAISAGENS E CULTURA Olhares Contemporâneos Associação de Fotografia REGULAMENTO DO CONCURSO FOTOGRÁFICO AROUCA GEOPARK: PAISAGENS E CULTURA CAPÍTULO I - APRESENTAÇÃO E OBJETIVOS Art.º. 1º. O concurso fotográfico AROUCA GEOPARK:

Leia mais

Etapas para a aplicação de cursos de PLE (geral e para fins específicos): reflectir para agir! 1

Etapas para a aplicação de cursos de PLE (geral e para fins específicos): reflectir para agir! 1 Etapas para a aplicação de cursos de PLE (geral e para fins específicos): reflectir para agir! 1 Ana Rita Bernardo Leitão Mestre em Língua e Cultura Portuguesa, área de PLE/L2 Cientes do apelo que se impõe

Leia mais

ALUNO: Nº SÉRIE/ANO: TURMA: TURNO: 8º D V. DISCIPLINA: TIPO DE ATIVIDADE: PROFESSOR (A): HISTÓRIA DA ARTE TEXTO COMPLEMENTAR - 1 2º trimestre TATIANE

ALUNO: Nº SÉRIE/ANO: TURMA: TURNO: 8º D V. DISCIPLINA: TIPO DE ATIVIDADE: PROFESSOR (A): HISTÓRIA DA ARTE TEXTO COMPLEMENTAR - 1 2º trimestre TATIANE Fonte: http://www.musee-orsay.fr/fr/collections/catalogue-des-oeuvres/resultatcollection.html?no_cache=1&zoom=1&tx_damzoom_pi1%5bzoom%5d=0&tx_da mzoom_pi1%5bxmlid%5d=001089&tx_damzoom_pi1%5bback%5d=fr%2fcollec

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: performatividade, corpo, animal, subjetivação, descolonização

PALAVRAS-CHAVE: performatividade, corpo, animal, subjetivação, descolonização ABRIR O CORPO AO ANIMAL, AO MINERAL, ÀS PLANTAS, AO COSMOS Angela A. Donini 1 RESUMO As questões que me mobilizam estão relacionadas ao pensar acerca dos processos de produção, recepção e circulação de

Leia mais