III Congresso Nacional do Cangaço. Sertões: Memórias, Deslocamentos e Identidades LIVRO DE RESUMOS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "III Congresso Nacional do Cangaço. Sertões: Memórias, Deslocamentos e Identidades LIVRO DE RESUMOS"

Transcrição

1 III Congresso Nacional do Cangaço Sertões: Memórias, Deslocamentos e Identidades LIVRO DE RESUMOS UESB - Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia DH - Departamento de História 2013

2 UESB - Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia DH - Departamento de História Colegiado de História Endereço: Estrada do Bem Querer, Km 4 CEP: Vitória da Conquista - BA Telefone: (77) Organização: Jairo Carvalho do Nascimento João Batista Vicente do Nascimento João Reis Novaes Joaquim Antonio de Novais Filho Revisão: Ana Maria Oliveira Lima Heurisgleide Sousa Teixeira Jerry Guimarães Capa (layout): Eric Santos e Jaime Freire (ASCOM/UESB) Impressão: Gráfica Artprint Congresso Nacional do Cangaço (3: 2013: Vitória da Conquista, BA) ISSN: Livro de Resumos do III Congresso Nacional do Cangaço: Sertões: Memórias, Deslocamentos e Identidades / Jairo Carvalho do Nascimento, João Batista Vicente do Nascimento, João Reis Novaes e Joaquim Antonio de Novais Filho (organizadores). Vitória da Conquista: UESB, p. 1. História Encontro. 2. História: Sertões. 3. História: Cangaço. CDD 981

3 Reitor Paulo Roberto Pinto Santos. Vice-Reitor José Luis Rech. Pró-Reitoria de Extensão Fábio Félix. Departamento de História DH Cristiano Lima Ferraz. Colegiado de História Iracema Oliveira Lima. Coordenação do Evento Carlos Tadeu Melo Botelho, Iracema Oliveira Lima, Lemuel Rodrigues Silva, João Reis Novaes, Joaquim Antonio de Novais Filho e Marcílio Lima Falcão. Secretaria Executiva Dayane Oliveira, Bianca Santos e Thaíse Ludimilla F. Morais. Comissão Científica Alex Guimarães (UESB), Antonieta Miguel (UNEB), Antônio Fernando de Araujo Sá (UFS), Argemiro Ribeiro de Souza Filho (FAINOR/Vitória da Conquista, BA), Carlos Alberto de Oliveira (UESC), Carlos Tadeu Melo Botelho (UESB), Claudio Cledson Novaes (UEFS), Clovis F. Ramaiana Moraes (UEFS), Dilton Oliveira de Araújo (UFBA), Emanuel Pereira Braz (SBEC), Erivaldo Fagundes Neves (UEFS), Francisco Eduardo Torres Cancela (UNEB), Heurisgleide Sousa Teixeira (UNEB), Iracema Oliveira Lima (UESB), Itamar Pereira Aguiar (UESB), Janete Ruiz de Macedo (UESC), Joaquim Antonio de Novais Filho (UESB), Jorge de Souza Araújo (UEFS), José Alves Dias (UESB), Josivaldo Pires de Oliveira (UNEB), Lemuel Rodrigues da Silva (UERN), Lina Maria Brandão de Aras (UFBA), Marcílio Lima Falcão (UERN), Maria Aparecida Silva de Sousa (UESB), Maria Cristina Dantas Pina (UESB), Maria de Fátima Novaes Pires (UFBA), Raimundo Nonato Pereira Moreira (UNEB), Renato Léda (UESB), Rosimeiry Florêncio de Queiroz Rodrigues (SBEC), Sérgio Armando Diniz Guerra Filho (UFRB), Wescley Rodrigues Dutra (SBEC) e Wilson da Silva Santos (UNEB). Comissão de Infraestrutura e Logística Alex Guimarães, Carlos Alberto, Ildimar França, Joslan Santos Sampaio, Leila Prates e Renailda Cazumbá. Comissão de Finanças Antonio Andrade, João Batista Vicente e Marcílio Falcão. Comissão de Divulgação e Assessoria de Imprensa Eduardo Leite, Esmon Primo, Ildimar França, Jairo Carvalho, Jerry Guimarães, Leandro Aquino Wanderlei e Lemuel Rodrigues. Comissão de Cultura Antonio Andrade, Carlos Rizério, Esmon Primo, Glauber Lacerda, João Omar e Uelber Barbosa Silva.

4 Sumário Apresentação, p. 5 Simpósios temáticos, p. 6 ST 1 Cultura e representações no sertão nordestino: memória, identidades e ressignificações, p. 6 ST 2 Contos, canções e cenas: o cangaço em imagens, letras e sons, p. 17 ST 3 Linguagens e novas tecnologias de informação e comunicação em História: domínios, abordagens, ensino e pesquisa, p. 26 ST 4 Nacionalismo e modernização no debate intelectual, científico e literário na Primeira República, p. 34 ST 5 Memória, identidade e patrimônio, p. 38 ST 6 Estudos em História Cultural: objetos, problemas e abordagens, p. 45 ST 7 Violência, banditismo e disputas políticas nos sertões do nordeste, séculos XIX e XX, p. 56 ST 8 Escritas de lugares: história e literatura, paisagens e sensibilidades, p. 65 ST 9 Rastos, restos e rostos: história, literatura, cinema e outras artes na invenção dos sertões, p. 74 ST 10 Movimentos sociais: religião e religiosidade, p. 84 Índice onomástico, p. 88

5 Apresentação O Congresso Nacional do Cangaço é um evento acadêmico, de caráter periódico (bianual), concebido e idealizado pela Sociedade Brasileira de Estudos do Cangaço. É um evento consolidado nacionalmente, com duas edições realizadas: a primeira no ano de 2009, em Brasilia DF, e a segunda em 2011 em Cajazeiras PB, no campus da Universidade Federal de Campina Grande. Desde sua fundação, em 13 de junho de 1993, a Sociedade Brasileira de Estudos do Cangaço (SBEC) vem ampliando sua atuação. Neste ano, a SBEC firma parceria com a Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB), instituição situada em uma região de forte tradição no universo cultural das expressões históricas e artísticas do sertão. Com o tema Sertões: Memórias, Deslocamentos, Identidades, esta terceira edição pretende promover discussões em torno de questões que envolvem o processo de construção das representações sobre os sertões, dentre elas o cangaço, a religiosidade, as artes, as identidades, entre outras manifestações culturais. Com este evento, a Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia possibilitará uma profícua articulação dos debates sobre novas temáticas, abordagens, objetos de pesquisa, metodologias de pesquisa e ensino, teorias e práticas do fazer historiográfico local, regional e nacional, com o que está sendo discutido em outros espaços do país e do mundo em relação ao cangaço e a outras temáticas relacionadas aos sertões. Neste Livro de Resumos dedicamos suas páginas exclusivamente para a seção acadêmica dos simpósios temáticos. Nele encontraremos a lista completa de simpósios com seus respectivos trabalhos e autores. São 10 simpósios temáticos, com o total de 125 resumos aprovados. A programação completa do evento está disponível no Caderno de Programação, com as informações sobre conferências, mesas-redondas, minicursos, lançamentos de livros e outras atividades culturais. Seja bem-vindo(a) a Vitória da Conquista e à UESB. E um bom evento para todos! Coordenação do III Congresso Nacional do Cangaço

6 SIMPÓSIOS TEMÁTICOS Serão realizados no período vespertino, das 13:30h às 16:30h. Consulte abaixo o local de realização de cada simpósio temático. ST 1 CULTURA E REPRESENTAÇÕES NO SERTÃO NORDESTINO: MEMÓRIA, IDENTIDADES E RESSIGNIFICAÇÕES Sala Jesuíno Brilhante - Auditório do CAP José Ferreira Júnior Professor da Faculdade de Integração do Sertão / Serra Talhada PE Doutorando em Ciências Sociais (UFCG) Mestre em Ciências Sociais (UFCG) Resumo: A cultura é objeto de investigação acadêmica; ela permite uma maior compreensão dos fenômenos sociais, em particular aos que remetem às especificidades da preservação de memórias, seu uso no processo de formação identitária e às ressignificações por que passam tais identidades. Este simpósio temático discutirá a memória e sua importância no constructo de identidades e as ressignificações verificadas nessas construções, tomando como espacialidade os sertões nordestinos em suas múltiplas representações: relações de gênero, questões familiares, relação com os lugares, expressões artísticas, religiosidade, etc. Acataremos trabalhos que tratem da temática proposta, sob as óticas da História, da Sociologia, da Antropologia e de ciências afins. SESSÃO 1 23 DE OUTUBRO (QUARTA-FEIRA) POESIA E MEMÓRIA EM MARIA BONITA, DE MYRIAM FRAGA Verônica Almeida Trindade Mestranda em Literatura e Diversidade Cultural (UEFS) Resumo: Este trabalho tem como principal objetivo discutir sobre memórias e a sensualidade feminina através da poesia de Myriam Fraga. Nesse sentido, visa-se a representar imagens femininas em sua poética, ressignificadas na contemporaneidade. As memórias, as quais se pretende representar, serão contextualizadas através de Maria Bonita, de Myriam Fraga, poema de mesmo nome da personagem feminina do cangaço nordestino que faz parte do imaginário cultural coletivo do sertanejo

7 Palavras-chave: Poesia e Memória Sensualidade Myriam Fraga. UM ESTUDO ONTOLÓGICO SOBRE A REALIDADE HUMANA N'ESSA TERRA DE ANTONIO TORRES Ana Cristina da Silva Pereira Graduanda em Licenciatura em Letras (UNEB) Resumo: A partir da realidade humana presente no romance Essa Terra, de Antonio Torres, este artigo apresenta uma análise sobre os personagens torreanos à luz de questionamentos ontológicos suscitados através da filosofia existencialista sartreana. Em Essa Terra, a diegese desenvolve-se através do relato do narrador Totonhim, que se vale da memória para apresentar o drama vivenciado pelo seu irmão Nelo em seu trajeto de retirante nordestino que não se identifica com a realidade local vivida no Junco (sertão da Bahia, atual Sátiro Dias) e busca integrar-se à realidade paulistana. Parte do pressuposto do sujeito pósmoderno, fragmentado e complexo para tratar do processo des-identificação sofrida pelo personagem Nelo, apontando-lhe o caráter trágico e absurdo decorrente do deslocamento da terra natal no interior da Bahia para São Paulo, assim como a situação de incomunicabilidade característica desse personagem. Os questionamentos existencialistas que fundamentam este trabalho partem da distinção estabelecida por Paul Sartre entre o conceito de ser em si, simples realidade humana, e o conceito de ser para si, sujeito consciente de suas ações e livre de determinações de qualquer ordem. Como contraponto a Nelo, apresenta-se o narrador Totonhim, sujeito consciente de sua realidade, mas que mantém a esperança, mesmo diante de um cenário hostil, numa atitude que permite traçar um paralelo com o herói mitológico Sísifo a partir do conceito de absurdo desenvolvido pelo pensador francês Albert Camus. Palavras-chave: Identidade Realidade Humana Absurdo. DESCAMINHOS DO SERTÃO: MEMÓRIA E IDENTIDADE NA OBRA ESSA TERRA, DE ANTÔNIO TORRES Graciethe da Silva de Souza Graduanda em Letras (UFRB) Luciene Conceição dos Santos Graduanda em Letras (UFRB)

8 Resumo: O presente artigo é fruto de um diálogo entre questões relacionadas à identidade, à memória e à cultura vivenciadas no sertão brasileiro. Analisa-se aqui o modo como o sertanejo aparece na literatura contemporânea, no palco da era pós-moderna, de identidades líquidas, em que a presença desse personagem efetiva-se de forma desestabilizada dos referenciais consagrados por poéticas e narrativas de conotação social, como a verificada no romance regionalista de Afinal, a narrativa sertaneja contemporânea acrescenta ao plano sociocultural pautado na descrição do cotidiano do sertão o viés do drama psicológico dos sujeitos que experienciam, sob novas perspectivas, o fenômeno da migração. Para tanto, escolhemos o romance Essa Terra, de autoria do escritor baiano Antônio Torres, publicado em 1976, que insere questões subjetivas ao debate sobre o (des) encontro campo-cidade vivenciado no sertão, especialmente dos migrantes baianos em direção à capital paulista. Enfim, a leitura crítica da narrativa de Antônio Torres nos impulsiona a reavaliar as balizas identitárias do sertão na literatura brasileira. Palavras-chave: Identidade Memória Sertão. SERTÃO E MEMÓRIA EM ELOMAR FIGUEIRA MELLO Tatiana Cíntia da Silva Mestranda em Estudos Literários: Literatura e Cultura (UFS) Resumo: O presente trabalho tem como corpus a canção Retirada, de Elomar Figueira Mello. Tem-se como proposta a leitura e análise dos eixos identitários que circundam o constante emigrar do nordestino, ser andarilho, que foge da seca. O inevitável deslocamento, ora carregado pela memória/saudade da antiga terra, ora marcado pelo medo do que irá encontrar hibridizado à esperança de se deparar com a terra desejada, será o ponto central do estudo em questão. Além de tais entornos, será evidenciada a oralidade presente na canção como marca metapoética do compositor e elemento integrante da cultura nordestina de cantar/contar suas apreensões e pretensões pela istrada enluarada enquanto vive a retirar. Palavras-chave: Sertão Retirada Memória. AS REPRESENTAÇÕES DE LAMPIÃO PELOS VERSOS DA LITERATURA DE CORDEL DO SÉCULO XX Sabrinne Cordeiro Barbosa da Silva Mestranda em História Comparada (UFRJ)

9 Resumo: Ao longo da História do Brasil as personagens que marcaram essa trajetória nacional tiveram suas vidas e ações contadas e pesquisadas por diversas áreas da historiografia. Na conjuntura da região Nordeste, por exemplo, destacaram-se as narrativas sobre os feitos de Virgulino Ferreira da Silva, o Lampião. As mudanças no campo historiográfico, principalmente após a década de 1960, propiciaram que os textos e biografias referentes a estas figuras passassem a não se concentrar exclusivamente nos chamados documentos oficiais, estabelecendo-se, na atualidade, uma articulação entre eles e as novas tipologias de fonte, como as de cunho literário. A escolha do cangaceiro Lampião para essa comunicação se deu por ele se constituir personagem já bastante trabalhado neste contexto da pluralidade de fontes. A cinematografia brasileira narrou à trajetória do cangaceiro em filmes como: O Cangaceiro (1953) de Lima Barreto, Lampião e Maria Bonita (1982), de Paulo Afonso Grisolli, e O Baile Perfumado (1997), de Paulo Caldas. O próprio fenômeno do Cangaço também foi retratado em diferentes obras literárias como o romance Grande Sertão: Veredas,de Guimarães Rosa. Esta comunicação irá analisar as representações do cangaceiro Lampião a partir de exemplares da Literatura de Cordel. O cerne desta pesquisa estará nos discursos narrativos presentes neste tipo de folheto. Buscase perceber, através dos versos de cordéis, uma visão de Lampião baseada não como uma figura folclórica, mas como um indivíduo de importância histórica. Palavras-chave: Lampião Representação Literatura. A AS ROUPAS DO HOMEM: O MITO DO JAGUNÇO EM O RISCO DO BORDADO, DE AUTRAN DOURADO Andréia Silva de Araújo Doutoranda em Literatura e Cultura (UFBA) Resumo: O presente artigo se dispõe a refletir sobre a construção do mito do jagunço a partir da narrativa de O Risco do Bordado (1976) de Autran Dourado, atendo-se mais especificamente ao capítulo VII da obra em questão. Em 'As roupas do homem', o autor apresenta a figura mítica do jagunço Xambá por meio das lentes do menino João da Fonseca Nogueira que, anos depois, já adulto, resolve sair em busca das histórias em torno de seu mito de infância. Cotejando depoimentos, memórias e 'causos' do imaginário popular dos habitantes da fictícia cidade de Duas Pontes, o que resulta da busca de João da Fonseca Nogueira é o avesso do mito de Xambá, despido de seus atributos de coragem e virilidade responsáveis por projetar-lhe uma aura sobrenatural para dar lugar a uma representação em tom menor que, opondo-se ao mito, faz com que a figura de Xambá gradualmente decresça, se humanize e, finalmente, se desumanize, não mais pela via do mito, mas pela via da marginalização social. Referendam a análise desenvolvida os estudos

10 de Eliade (1998), Lepecki (1976) e Turchi (2006). Palavras-chave: Jagunço Mito Autran Dourado. SESSÃO 2 24 DE OUTUBRO (QUINTA-FEIRA) A MORAL DO TRABALHO NOS CAMPOS DE CONCENTRAÇÃO DA SECA DE 1932, NO CEARÁ Leda Agnes Simões de Melo Mestranda em Ciências Sociais em Desenvolvimento, Agricultura e Sociedade/Cpda (UFRRJ) Resumo: Essa proposta de trabalhado pretende analisar os discursos da Inspetoria Federal de Obras Contra as Secas, em 1932, no Ceará, e seus impactos no cotidiano dos sertanejos, enfatizando como o Governo desejava programar uma política moralizante para o sertão. Esse trato levou à criação dos campos de concentração nessa região, que se tornaram verdadeiras escolas de trabalhadores cearenses para as obras públicas. O contexto era a entrada de Getúlio Vargas no poder, a formação de uma identidade nacional e de um verdadeiro homem brasileiro, sob o discurso da necessidade de isolar o retirante na região ou fixá-los nos sertões de Goiás e Mato Grosso, mas de maneira alguma levá-los para o litoral. Esse discurso oficial mostrava que havia alternativas para que o sertanejo continuasse na sua terra, principalmente através do trabalho nas obras públicas, onde era possível mantê-los controlados. O IFOCS, não tendo como encaminhar os milhares de flagelados de 1932 para as obras, criou sete campos de concentração no Ceará que chegaram a receber pessoas e neles os sertanejos foram moralizados, disciplinados e isolados. O honesto flagelado era aquele que honrava sua pátria e sua terra, trabalhava, não mendigava a esmola particular ou pública, nem saqueava armazéns. A estigmatização do sertanejo era notória e o seu controle ligado à velha ideia de sua passividade interessava não só ao Governo, mas às elites locais, que queriam continuar controlando as rédeas das leis do sertão. É com base nesses discursos e na construção dessa imagem estigmatizada do sertanejo que pretendo discutir as ideias de sertão, pobreza e identidade nacional no período citado, além de apresentar a criação de campos de concentração no Nordeste brasileiro, fato pouco explorado pela historia. Palavras-chave: Identidade nacional Seca Campos de concentração

11 PEREIRAS E CARVALHOS: UMA HISTÓRIA DA ESPACIALIZAÇÃO DAS RELAÇÕES DE PODER (SERRA TALHADA) Cristiano Emerson de Carvalho Soares Mestrando em História (UFRN) Resumo: Do final do século XIX ao início do século XX, o Sertão do médio Pajeú pernambucano, especialmente o município de Serra Talhada, transformou-se em palco de uma guerra quase que secular entre as famílias Pereira e Carvalho. A ostentação de sangues e brasões em Serra Talhada acabou por contribuir para um processo de espacialização das relações de poder entre uma hegemonia campestre, no caso os Pereiras, e uma contrahegemonia urbana, os Carvalhos. Campo e Cidade se configuraram como territórios de conquista e manutenção do poder. O objetivo deste trabalho é analisar os conceitos teóricometodológicos de poder e espacialização, além de território e territorialização, como categorias espaciais fundamentais para compreender como o conflito entre as Famílias Pereira e Carvalho, no município de Serra Talhada, constitui um episódio histórico de espacialização das relações de poder no Brasil do início do século XX. Palavras-chave: Famílias Território Espacialização. A ÉTICA PROTESTANTE E O ESPÍRITO ORGANIZACIONAL DO ASSENTAMENTO CACIMBA NOVA Ednaldo Emilio Ferraz Mestrando em Ciênciais Sociais (UFRN) Resumo: Muitas discussões inflamadas decorrem hodiernamente envolvendo o meio rural brasileiro. Não poderia ocorrer de forma diferente, pois o rural se complexificou muito nas últimas décadas, heterogeneizando, a cada dia, o agrário, o agrícola e o não-agrícola. E uma dessas discussões que consegue atrair uma gama vasta de pesquisadores é a da reforma agrária, em diversas frentes de análise, e uma dessas frentes é concernente à eficiência dos assentamentos rurais quanto à renda, acesso aos serviços públicos, produção, comercialização, organização dos atores sociais e políticas públicas. No presente artigo se demonstrará uma breve radiografia da organização do assentamento Cacimba Nova, no município de Floresta, Pernambuco, considerado o melhor assentamento do estado. Ali crê-se que esse sucesso se deva à preponderância da ética protestante vivenciada, uma vez que, em mais de 200 pessoas que formam o assentamento, os protestantes variam entre 50% a 60%. Palavras-chave: Reforma agrária Assentamento Cacimba Nova

12 DOS JUMENTOS AOS TRATORES: UMA EXPERIÊNCIA MODERNIZANTE NA REGIÃO DE IRECÊ-BA, NAS DÉCADAS DE 60 A 90 DO SÉCULO XX Atílio Sena da Silva Dourado Graduando em História (UNEB) Resumo: O presente trabalho tem o intuito de discutir como se deu o processo de modernização e mecanização no campo na região de Irecê BA, nas décadas de 60 a 90 do século XX. Mostra-se como esse processo, mediante a introdução de elementos modernizadores, como máquinas agrícolas e energia elétrica, influenciou na ressignificação de tradições e nas mudanças nas sociabilidades da população local, causando uma séria mudança na sociedade local, nas relações de trabalho e no cotidiano da população da zona rural. Constrói-se um panorama de como era o cotidiano da população da zona rural antes da modernização, como a comunidade se relacionava e como passou a ser o cotidiano e as relações sociais na comunidade após a introdução de elementos modernizantes. Palavras-chave: Irecê Jumentos Tradição e cotidiano. NO PASSO DA BOIADA: A HISTÓRIA DE OCUPAÇÃO E TRADIÇÕES VAQUEIRAS NO ALTO SERTÃO DA BAHIA ( ) Izis Pollyanna Teixeira Dias Graduada em História (UNEB) Resumo:O presente artigo aborda o diálogo estabelecido entre a memória popular e obras de historiadores que se dedicaram ao estudo da formação e desenvolvimento de comunidades agropastoris do alto sertão da Bahia, sua importância para o abastecimento de gado e produtos alimentícios para o estado da Bahia e de outras localidades do Brasil. Objetiva-se apresentar o vaqueiro como um dos atores da história que remonta à colonização dos sertões, e que contribuiu para a formação da identidade coletiva e da memória histórica do Brasil. Palavras-chave: Vaqueiro Memória Alto Sertão da Bahia. SERTÕES DA BAHIA COLONIAL: ENTRE A CRIAÇÃO DE GADO E A MINERAÇÃO

13 Tadeu Baliza de Souza Júnior Mestrando em História (UEFS) Resumo: O presente trabalho pretende investigar escritos da Historiografia Brasileira que tratam da criação de gado e da mineração: os textos se apresentam como fontes. Foram analisadas obras de André João Antonil (1711), Capistrano de Abreu (1907), Basílio de Magalhães (1914) e Urbino Vianna (1935). Outros escritos dão suporte bibliográfico na tentativa de cobrir lacunas dos autores, pois foram criados em circunstâncias diferentes. Existia uma interdependência entre a pecuária e a mineração, foram relevantes atividades econômicas para o surgimento, desenvolvimento e conexões das comunidades sertanejas, sobretudo as pioneiras: Jacobina e Rio de Contas. Nos tempos coloniais, os vaqueiros tangiam e os boiadeiros comercializavam o gado; esses sujeitos históricos eram os agentes desde o nascimento até a condução das boiadas para os mercados consumidores do litoral baiano. A grande extensão dos sertões foi essencial para a criação de gado, que era usado também como força motriz nos engenhos e nos transportes da cana no litoral. Devido à mineração surgiu uma figura importante que disputava com outros grupos sociais os achados das minas: o garimpeiro. A mineração forçou a sedentarizaçãodas pessoas, mormente próximos às regiões de Jacobina e de Rio de Contas. Esses indivíduos ajudaram a articular os sertões da Bahia com outras regiões inimagináveis. Palavras-chave: Sertões da Bahia Criação de gado Mineração SESSÃO 3 25 DE OUTUBRO (SEXTA-FEIRA) CANGAÇO RECONTADO: COMEMORAÇÕES DO SECULAR CANGACEIRO LAMPIÃO NO CEARÁ Vagner Silva Ramos Filho Graduando em história (UFCE) Resumo: O trabalho pretende analisar as reconstruções da memória social sobre o cangaço nas comemorações do centenário de nascimento do cangaceiro Lampião, em 1997/1998, no Ceará, a partir da imprensa, problematizando as variações da recordação e suas relações com as identidades nordestinas. O cangaço foi um dos fenômenos sociais com maior repercussão nos debates sobre os sentidos da emergente região do Nordeste brasileiro durante a primeira metade do século XX. A imprensa desse período foi espaço privilegiado para difusão de ideias, e sua importância para a constituição de memórias sobre espaços, culturas e acontecimentos continuou exercendo força vital posteriormente. Povoado por estereótipos estigmatizantes, o imaginário construído sobre o Nordeste é apresentado

14 muitas vezes como homogêneo. Assim, analisar as rememorações sobre o cangaço em meio às comemorações através da imprensa cearense, principalmente nos periódicos O Povo e Diário do Nordeste, em suas leituras sobre o passado, colabora para evidenciar contendas e por em questão o que significa o Nordeste e o ser nordestino. Pensar o cangaço e a questão identitária como memória social permite submeter à pesquisa as perspectivas teóricas e metodológicas da História Social da Memória, intuindo observar os trabalhos da memória inseridos no contexto como fonte e objeto de estudo histórico. Palavras-chaves: Lampião Comemoração Ceará. A MULHER E O CANGAÇO: RELAÇÕES E PRÁTICAS DE GÊNERO Camila da Silva Almeida Graduanda em História (UEFS) Resumo: O cangaço foi um movimento de bases sociais e latifundiárias propagado pelo Nordeste brasileiro, a partir do século XIX, e que teve como uma de suas características o predomínio dos conflitos e das demandas violentas, com a ação de grupos ou indivíduos que atuavam principalmente contra os proprietários de terras, os coronéis. O presente trabalho visa a estudar as Mulheres no Cangaço na região Nordeste do país, em meados do século XIX e inicio do século XX, como eram o convívio e atuação delas na vida do Cangaço. Para tanto, tomo como base as fontes biográficas e literárias, cujo levantamento nominal e de localidade foi realizado com base em relatos e histórias de sobreviventes no livro Lampião, as mulheres e o cangaço, de Antônio Amaury. Quem eram estas mulheres, de onde vieram e por quais motivos foram parar num bando de cangaceiros sem rumo pelo sertão adentro? Esta é a questão central que impulsiona o desenrolar deste artigo. Palavras-chave: Mulheres Cangaço Sertão. COMBATES DE MEMÓRIAS NO ÚLTIMO CAMPO DE BATALHA DE LAMPIÃO José Diones Costa dos Santos Graduando em História (UFS) Resumo: O Cangaço atuou na região do Nordeste brasileiro, principalmente entre a segunda metade do século XIX e meados do XX. Mesmo após a desestruturação dos bandos de cangaceiros, podemos constatar a presença das memórias desse fenômeno social

15 em diversos bens e expressões culturais no Brasil. O objetivo do presente artigo é trazer à tona um novo elemento no campo das batalhas da memória em torno do Cangaço, que foi a colocação de uma cruz em homenagem ao soldado volanteadrião Pedro de Souza, que também tombou no combate da Grota de Angico, em frente às cruzes que representam as Memórias de Lampião e dos cangaceiros mortos na localidade. A metodologia proposta é o depoimento de um dos que fixaram a cruz do volante na Grota, o João de Souza Lima. Nesta perspectiva, pretendemos identificar, refletir e problematizar as memórias do cangaço (memória do cangaço X volante). Palavras-chave: Nordeste brasileiro Memória Cangaço. A CRIAÇÃO AUDIOVISUAL SOB OS TEMAS DA MEMÓRIA E DA HISTÓRIA: RELATOS E ABORDAGENS DE UMA PRODUÇÃO BAIANA Marcelo Costa Lopes Mestrando em Memória: Linguagem e Sociedade (UESB) Resumo: Certo perfil de tradição oral que reproduz saberes populares por meio de causos vem se modificando, de maneira estrutural, nas últimas décadas. A urbanização das formas de convivência e o avanço tecnológico que encurta fronteiras e se infiltra aceleradamente no cotidiano têm levado práticas da oralidade, no meio rural, a uma berlinda onde as formas de transmissividade de saberes têm se modificado a ponto de não serem mais reconhecíveis como foram durante séculos. Tomando as histórias de indivíduos que, segundo a crença popular, mantiveram a prática do corpo fechado como forma de sobrevivência nas suas relações de poder e guerra, violência e religiosidade, em 2012, o projeto do documentário intitulado Contra o Veneno Peçonhento do Cão Danado foi aprovado no edital da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia para sua produção em curtametragem. Este artigo busca refletir sobre o processo de pesquisa em andamento que redundará na finalização desta obra, no início de Tomando com referência teórica a memória coletiva, de Maurice Halbwachs, a análise e o relato desta pesquisa dão conta de uma série de reconstruções do passado a partir do presente, sob a ótica de determinado grupo, comunidade ou sociedade: são recordações que, sob este aspecto, estão sempre vivas e constantemente modificadas socialmente pela ação do agora e da coletividade, a partir do qual nenhuma memória nunca é tão somente individual. Temas como a natureza mágica nas relações de violência, matadores de aluguel, cangaceiros, grandes políticos e invultados, indivíduos do cotidiano, são parte deste universo. Palavras-chave: Memória Cinema Cultura popular

16 RETORNANDO À POLÍTICA: O ESTADO E A QUESTÃO DO DESENVOLVIMENTO DO SEMIÁRIDO Danilo Uzêda da Cruz Graduando Ciências Sociais (UFBA) Resumo: A política pública de Desenvolvimento Territorial em curso no Brasil possibilita a ampliação da esfera democrático-participativa, numa nova significação do conceito de políticas públicas e de desenvolvimento regional, e uma repactuação da relação entre Estado e sociedade civil, configurando um novo arranjo institucional de gestão pública. O Desenvolvimento Territorial na Bahia significa, sobretudo, o desenvolvimento do semiárido, uma vez que sua abrangência alcança 82% do território do Estado, e se pensarmos em termos culturais, o que não é semiárido é o recôncavo. Portanto a política pública busca organizar, por meio do Estado, a equação capital-trabalho-natureza e a relação com suas populações, fundamentada na ideia-conceito de participação e territorialidade, possibilitando outros arranjos institucionais. Essa impossível equação apresenta problemas teóricos e metodológicos entre ser uma proposta concreta garantidora da qualidade de vida mais ampla ou de comunidades restritas. Mas, sobretudo, um retorno da política, em seu sentido ontológico, alargando os espaços da sociedade na disputa por hegemonia dentro do aparelho estatal. Nesse recorte de pesquisa que ora apresentamos, buscamos entender porque essa ampliação da esfera democrática substitui outras formas de luta e organização do povo do semiárido, silenciando grupos e classes sociais, tornados reféns da técnica-tempo impostas pelo Estado. Busca-se interrogar porque a política pública de desenvolvimento territorial, portanto do semiárido, tem contribuído nesse novo arranjo, e sua articulação com três conceitos fundamentais: a concepção de território, de democracia e de participação, fazendo retornar identidades coletivas deixadas de lado ao longo dos anos 1990, ou substituindo-as por outros cenários de participação e disputas locais contra-hegenônicas. Palavras-chave: Desenvolvimento Territorial Sertões Estado e política IDENTIDADE E MEMÓRIA NOS SERTÕES DE EUCLIDES DA CUNHA Wilma Santana dos Santos Graduanda em Letras (UNEB/Campus XX) Resumo: O presente resumo pretende abordar as perspectivas de significações e representações do sertanejo como memória na formação da identidade nacional presentes na obra Os Sertões (1902), de Euclides da Cunha. Inserido num cenário de luta e contrastes, o sertanejo é apresentado em Os Sertões como um forte. Através do jogo entre o selvagem e o moderno, o autor destaca a importância do sertanejo como integrante da

17 identidade nacional. Dentro desse ambiente, a literatura constitui um papel fundamental na constituição da nacionalidade. Esse papel constitui-se na preservação e valorização da identidade cultural. Na guerra de Canudos, o sertanejo é visto como um herói que, mesmo diante de tropas inimigas aparentemente imbatíveis, dispõe-se a enfrentar as dificuldades de forma bastante rude e segura. Contudo, o sertanejo, mesmo diante de características físicas tão rudes, não perde sua serenidade. Através de uma pesquisa bibliográfica da obra Os Sertões, é possível propor reflexões quanto à preservação da memória da identidade sertaneja, tendo como embasamento teórico autores como Darcy Ribeiro (1968), Euclides da Cunha (1902), Stuart Hall (2006), dentre outros. Palavras-chave: Identidade Memória Euclides da Cunha. IDENTIDADE CONSTRUÍDA X IDENTIDADE REIVINDICADA: O CONFRONTO ENTRE A MACHEZA E A HOMOSSEXUALIDADE EM SERRA TALHADA PE José Ferreira Júnior Professor da Faculdade de Integração do Sertão / Serra Talhada PE Doutorando em Ciências Sociais (UFCG) Resumo: Este artigo discute o confronto entre a macheza e a homossexualidade no espaço pernambucano serra-talhadense. Procura mostrar, no espaço citado, o constructo da macheza, que em seu discurso legitimador identitário, majoritariamente evoca a memória lampiônica. Também se atém à movimentação social decorrente da reivindicação homossexual que, na busca do usufruto de direitos constitucionalmente garantidos, à memória citada dá ressignificação, promovendo tensão entre os atores sociais envolvidos. Para a confecção deste trabalho lança-se mão de literatura histórica, antropológica e sociológica, como também de entrevistas feitas com elementos componentes das partes envolvidas. Palavras-chave: Macheza Homossexualidade Serra Talhada. ST 2 CONTOS, CANÇÕES E CENAS: O CANGAÇO EM IMAGENS, LETRAS E SONS Sala Antônio Silvino - Sala 1 do CAP Caroline de Araújo Lima Mestre em História Regional e Local (UNEB/Campus V) Professora do curso de História (UNEB/Campus XVIII)

18 Resumo: Este simpósio temático tem como proposta reunir estudantes e pesquisadores com o objetivo de divulgar resultados de pesquisas relacionadas ao tema do Cangaço. Pretendemos analisar as representações dos cangaceiros no cinema, nos folhetos de cordel, na literatura, nas fotografias jornalísticas, dentre outras linguagens. A partir de tais linguagens que deram a esses personagens contornos míticos e estereotipados, ofereceremos ricas discussões sobre identidade, representações de sertão e sertanejo, relações de poder, de gênero e de memória. O simpósio está aberto para receber propostas de temas que versem sobre o universo cultural dos sertões e sertanejos no campo do audiovisual, da literatura de cordel, na área fotográfica e da música popular. SESSÃO 1 23 DE OUTUBRO (QUARTA-FEIRA) CANGACEIROS: HERÓIS OU BANDIDOS? A ESTIGMATIZAÇÃO DO MITO EM TORNO DE LAMPIÃO E SEU BANDO NO FILME O CANGACEIRO Michele Soares Santos Graduanda em História (UNEB) Resumo: Este trabalho é fruto do estudo realizado durante a pesquisa de Iniciação Científica: História, Cinema e Ensino de História: O sertão, o cangaceiro e o beato no Cinema Brasileiro ( ). A partir das leituras realizadas durante essa pesquisa, foi possível constatar os estereótipos construídos sobre os cangaceiros e a região nordestina nos filmes que trabalham com essa temática. Assim, percebendo a grande influência dos espaços midiáticos, principalmente da produção fílmica sobre a sociedade, o presente estudo foi desenvolvido com a pretensão de analisar o filme O Cangaceiro (1953), de Vitor Lima Barreto, produzido em uma época que permeava no Brasil uma ideologia nacionalista e progressista, sendo visível o reflexo dessas ideologias nesta obra fílmica. A finalidade deste trabalho é identificar a forma como o cangaceirismo, um fenômeno social da zona rural, foi representado pelo intelectual da zona urbana no cinema, pretendendo realizar uma discussão sobre a consolidação mitológica da figura de Lampião e seu bando através deste filme. Cabe ressaltar que o filme O Cangaceiro obteve grande repercussão no Brasil, sendo o primeiro a ultrapassar as barreiras internacionais, consolidando os ciclos de filme referente ao cangaço. Palavras-chave: Representação Cangaço Cinema. TECENDO NARRATIVAS: O CINEMA VAI AO CANGAÇO NA DÉCADA DE

19 Francisca Kalidiany de Abrantes Lima Graduanda em História (UERN) Hélia Costa Morais Graduanda em História (UERN) Micarla Natana Lopes Rebouças Graduanda em História (UERN) Resumo: O cangaço, enquanto fenômeno social, tem se constituído em amplo e complexo objeto de investigação histórica no meio acadêmico. Sem indícios de que haja um consenso próximo, os questionamentos, interpretações e análises em volta desse fenômeno social abrangem uma ampla dimensão, que atinge não somente o espaço acadêmico, mas tem, contudo, ramificações que despertam a atenção da sociedade, ultrapassando, assim, os muros da academia. Uma das formas de abordagem desse fenômeno dá-se por meio das representações fílmicas sobre o tema, pois o cinema, enquanto um instrumento de arte massificada, é capaz de adentrar e influenciar o imaginário popular. Seu auge no campo cinematográfico dá-se na década de 1950 com o filme O Cangaceiro (1953), do cineasta Lima Barreto, produção que acarreta no surgimento do gênero Nordestern, influenciado pelo Western. Partindo desse pressuposto, o presente trabalho, tendo como base a análise do Cangaço enquanto fator histórico, tentará compreender como essa temática repercutiu no cinema nacional, propondo discussões como a representação imagética do Nordeste e seus sujeitos, a apropriação do gênero norte-americano Western e as contribuições do filme na disseminação do gênero no cinema brasileiro, levando em conta a representação do passado na narrativa cinematográfica e a construção de uma memória sobre o Cangaço. Palavras-chave: Cangaço Cinema Representação. LAMPIÃO: A IDEIA DO MITO E DO HERÓI CONSTRUÍDA NO FILME LAMPIÃO, REI DO CANGAÇO (1962) Elizabeth Oliveira Amorim Morais Mestranda em Ciências Sociais e Humanas (UERN) Resumo: Lampião ainda é visto enquanto um personagem histórico multifacetado.foi a partir dessa percepção que iniciamos o nosso interesse em revisitar essa figura presente no imaginário social nos dias atuais. A partir da análise fílmica de Lampião, o Rei do Cangaço (1962), filme dirigido por Carlos Coimbra, procuramos buscar de que maneira o

20 cinema pode ter contribuído para a cristalização de um Lampião herói e cercado por elementos míticos. Apesar de constatada a recorrência do tema cangaço tanto em produções bibliográficas quanto nas produções cinematográficas nacionais, verificamos que existem poucos estudos e publicações que discutem sobre a imagem de Lampião construída no cinema nacional. Nesse sentido, o presente trabalho procurou, através da análise dos mitos e do arquétipo do herói exposto na obra de Joseph Campbell, perceber como a personagem de Lampião foi construída no filme supracitado. Além disso, procuramos entender como essa construção pode ser considerada como um contributo a mais na formação da personalidade heroica e mítica do cangaceiro Lampião enraizada no imaginário social. Palavras-chave: Cangaço Mito Cinema. A PRESENÇA DE CANGACEIROS E CORONÉIS NO MOSAICO CHAMADO NORDESTE Mislene Vieira dos Santos Mestranda em História (UFS) Resumo: Este trabalho se propõe a refletir sobre a questão regional a partir dos fenômenos do cangaço e do coronelismo, evitando abordagens simplistas e generalizantes sobre tais manifestações. Busca-se perceber como estas contribuiram na construção de imagens a respeito do Nordeste, as quais muitas vezes são fundadas em mitos, reproduzindo visões cristalizadas a respeito desses dois fenômenos. A partir de um diálogo com a canção Lampião, do grupo musical Banda Pau e Corda (PE), são estabelecidas reflexões sobre as diversas faces do cangaço. O conceito de representação de Roger Chartier baliza as considerações. Pretende-se construir um trabalho em que se perceba o Nordeste enquanto um mosaico social, heterogêneo e localizado historicamente. Palavras-chave: Cangaço Coronéis Nordeste. SESSÃO 2 24 DE OUTUBRO (QUINTA-FEIRA) NA PISADA DOS CABRAS DE LAMPIÃO: MEMÓRIAS DO CANGAÇO NO XAXADO NORDESTINO Jéssica da Silva Souza Graduanda em História (UFS)

III CONGRESSO NACIONAL DO CANGAÇO

III CONGRESSO NACIONAL DO CANGAÇO III CONGRESSO NACIONAL DO CANGAÇO Prezados (as) Coordenadores (as) e Apresentadores (as) de Comunicação, Esta primeira versão em PDF tem por objetivo divulgar os trabalhos aprovados nos simpósios temáticos.

Leia mais

A FORMAÇÃO DE SUJEITOS CRÍTICOS NO ENSINO SUPERIOR: UM POSSÍVEL CAMINHO PARA A TRANSFORMAÇÃO SOCIAL. Marijara de Lima Monaliza Alves Lopes

A FORMAÇÃO DE SUJEITOS CRÍTICOS NO ENSINO SUPERIOR: UM POSSÍVEL CAMINHO PARA A TRANSFORMAÇÃO SOCIAL. Marijara de Lima Monaliza Alves Lopes A FORMAÇÃO DE SUJEITOS CRÍTICOS NO ENSINO SUPERIOR: UM POSSÍVEL CAMINHO PARA A TRANSFORMAÇÃO SOCIAL Marijara de Lima Monaliza Alves Lopes FACULDADE ALFREDO NASSER INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO III PESQUISAR

Leia mais

JORNALISMO CULTURAL ONLINE: EXPERIÊNCIAS DE COBERTURA JORNALÍSTICA DO SITE CULTURA PLURAL

JORNALISMO CULTURAL ONLINE: EXPERIÊNCIAS DE COBERTURA JORNALÍSTICA DO SITE CULTURA PLURAL 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( x ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA JORNALISMO

Leia mais

O PROCESSO DE URBANIZAÇÃO E A MOBILIDADE DO CAMPO PARA A CIDADE EM BELO CAMPO/BA

O PROCESSO DE URBANIZAÇÃO E A MOBILIDADE DO CAMPO PARA A CIDADE EM BELO CAMPO/BA O PROCESSO DE URBANIZAÇÃO E A MOBILIDADE DO CAMPO PARA A CIDADE EM BELO CAMPO/BA Silmara Oliveira Moreira 1 Graduanda em Geografia/UESB, Bolsista da UESB E-mail: silmara.geo@gmail.com Resumo: O objetivo

Leia mais

As Escolas Famílias Agrícolas do Território Rural da Serra do Brigadeiro

As Escolas Famílias Agrícolas do Território Rural da Serra do Brigadeiro As Escolas Famílias Agrícolas do Território Rural da Serra do Brigadeiro VIEIRA, Tatiana da Rocha UFV - pedagogia_tati@yahoo.com.br BARBOSA, Willer Araújo UFV- wbarbosa@ufv.br Resumo: O trabalho apresentado

Leia mais

REGISTROS HISTÓRICOS, HISTÓRIA E HISTORIOGRAFIA: um estudo historiográfico do Alto Sertão da Bahia no período colonial

REGISTROS HISTÓRICOS, HISTÓRIA E HISTORIOGRAFIA: um estudo historiográfico do Alto Sertão da Bahia no período colonial 1537 REGISTROS HISTÓRICOS, HISTÓRIA E HISTORIOGRAFIA: um estudo historiográfico do Alto Sertão da Bahia no período colonial SOUZA JÚNIOR, Tadeu Baliza de 1 ; NEVES, Erivaldo Fagundes 2 1. Bolsista PROBIC,

Leia mais

TRABALHANDO A CULTURA ALAGOANA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA EXPERIÊNCIA DO PIBID DE PEDAGOGIA

TRABALHANDO A CULTURA ALAGOANA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA EXPERIÊNCIA DO PIBID DE PEDAGOGIA TRABALHANDO A CULTURA ALAGOANA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA EXPERIÊNCIA DO PIBID DE PEDAGOGIA Pedro Henrique Santos da Silva - Bianca dos Santos Cristovão - Luciana Maria da Silva* - RESUMO O Programa Institucional

Leia mais

Finalmente, chegamos ao último Roteiro de Estudos do Segundo ano! Você já sabe como proceder! Organize seu material, revise o conteúdo e mãos à obra!

Finalmente, chegamos ao último Roteiro de Estudos do Segundo ano! Você já sabe como proceder! Organize seu material, revise o conteúdo e mãos à obra! ROTEIRO DE ESTUDOS DE LITERATURA PARA A 3ª ETAPA 2ª SÉRIE Finalmente, chegamos ao último Roteiro de Estudos do Segundo ano! Você já sabe como proceder! Organize seu material, revise o conteúdo e mãos à

Leia mais

DINÂMICA CURRICULAR DO CURSO DE PEDAGOGIA - 2008. Disciplinas Teórica Prática Estágio Total. 1º Período

DINÂMICA CURRICULAR DO CURSO DE PEDAGOGIA - 2008. Disciplinas Teórica Prática Estágio Total. 1º Período MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Universidade Federal de Alfenas. UNIFAL-MG Rua Gabriel Monteiro da Silva, 700. Alfenas/MG. CEP 37130-000 Fone: (35) 3299-1000. Fax: (35) 3299-1063 DINÂMICA CURRICULAR DO CURSO DE

Leia mais

Conheça também! As demais disciplinas desta coleção nas páginas 4, 8, 32, 36, 72 e 90.

Conheça também! As demais disciplinas desta coleção nas páginas 4, 8, 32, 36, 72 e 90. porta aberta Nova edição Geografia 2º ao 5º ano O estudo das categorias lugar, paisagem e espaço tem prioridade nesta obra. 25383COL05 Conheça também! As demais disciplinas desta coleção nas páginas 4,

Leia mais

AGROECOLOGIA E EDUCAÇÃO DO CAMPO: pesquisa, ação e reflexão a partir das escolas do campo no município de Goiás-GO 1

AGROECOLOGIA E EDUCAÇÃO DO CAMPO: pesquisa, ação e reflexão a partir das escolas do campo no município de Goiás-GO 1 AGROECOLOGIA E EDUCAÇÃO DO CAMPO: pesquisa, ação e reflexão a partir das escolas do campo no município de Goiás-GO 1 SOUZA, Murilo M. O. 2 ; COSTA, Auristela A. 2 ; SANT ANNA, Thiago S. 3 ; SILVA, Fábio

Leia mais

A Bandeira Brasileira e Augusto Comte

A Bandeira Brasileira e Augusto Comte A Bandeira Brasileira e Augusto Comte Resumo Este documentário tem como ponto de partida um problema curioso: por que a frase Ordem e Progresso, de autoria de um filósofo francês, foi escolhida para constar

Leia mais

Palavras-chave: Escola, Educação Física, Legitimidade e cultura corporal.

Palavras-chave: Escola, Educação Física, Legitimidade e cultura corporal. A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO DA EDUCAÇÃO FÍSICA NA ESCOLA MUNICIPAL RECANTO DO BOSQUE: LIMITES E POSSIBILIDADES PARA UMA INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA A PARTIR DO SUBPROJETO DA EDUCAÇÃO FÍSICA DA ESEFFEGO/UEG.

Leia mais

Educação bilíngüe intercultural entre povos indígenas brasileiros

Educação bilíngüe intercultural entre povos indígenas brasileiros Educação bilíngüe intercultural entre povos indígenas brasileiros Maria do Socorro Pimentel da Silva 1 Leandro Mendes Rocha 2 No Brasil, assim como em outros países das Américas, as minorias étnicas viveram

Leia mais

DATAS DE PRÉ-MATRÍCULA

DATAS DE PRÉ-MATRÍCULA Mestrado e Doutorado em Comunicação Matrícula e Calendário acadêmico 2014.2 DATAS DE PRÉ-MATRÍCULA: 29, 30 e 31/07/2014 LOCAL: A pré-matrícula deverá ser efetivada na Secretaria do PPGCOM ou através do

Leia mais

CORPO FEMININO E DETERMINAÇÕES DA INDÚSTRIA CULTURAL: CONTRIBUIÇÕES DA PSICOLOGIA SOCIAL Bruna Trevizoli Ferraz Lobo 1

CORPO FEMININO E DETERMINAÇÕES DA INDÚSTRIA CULTURAL: CONTRIBUIÇÕES DA PSICOLOGIA SOCIAL Bruna Trevizoli Ferraz Lobo 1 CORPO FEMININO E DETERMINAÇÕES DA INDÚSTRIA CULTURAL: CONTRIBUIÇÕES DA PSICOLOGIA SOCIAL Bruna Trevizoli Ferraz Lobo 1 (Orientador) Profa. Dra. Tatiana Machiavelli Carmo Souza 2 RESUMO O presente trabalho

Leia mais

A ditadura civil-militar brasileira através das artes: uma experiência com alunos do ensino médio no Colégio de Aplicação

A ditadura civil-militar brasileira através das artes: uma experiência com alunos do ensino médio no Colégio de Aplicação A ditadura civil-militar brasileira através das artes: uma experiência com alunos do ensino médio no Colégio de Aplicação Beatrice Rossotti rossottibeatrice@gmail.com Instituto de História, 9º período

Leia mais

A EDUCAÇÃO E A ESCOLA NUMA PERSPECTIVA GRAMSCIANA

A EDUCAÇÃO E A ESCOLA NUMA PERSPECTIVA GRAMSCIANA A EDUCAÇÃO E A ESCOLA NUMA PERSPECTIVA GRAMSCIANA CARDOSO NETO, Odorico Ferreira i ; CAMPOS, Cleanil Fátima Araújo Bastos ii ; FREITAS, Cleyson Santana de iii ; CABRAL, Cristiano Apolucena iv ; ADAMS,

Leia mais

EDUCAÇÃO INFANTIL E CLASSES MULTISSERIADAS NO CAMPO SOB UM OLHAR IDENTITÁRIO E DE CONQUISTA

EDUCAÇÃO INFANTIL E CLASSES MULTISSERIADAS NO CAMPO SOB UM OLHAR IDENTITÁRIO E DE CONQUISTA EDUCAÇÃO INFANTIL E CLASSES MULTISSERIADAS NO CAMPO SOB UM OLHAR IDENTITÁRIO E DE CONQUISTA RESUMO DE LIMA,Claudia Barbosa 1 GONÇALVES, Danielle Balbino Souto 2 HERMENEGILDO, Raquel do Nascimento 3 LIMA,

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA - PIBID

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA - PIBID PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA - PIBID DETALHAMENTO DO SUBPROJETO 1. Unidade: 2. Área do Subprojeto: Dourados 3. Curso(s) envolvido(s) na proposta: Letras - Inglês Obs.: Para proposta

Leia mais

Carta Documento: pela construção e implementação de uma Política de Educação do Campo na UNEB

Carta Documento: pela construção e implementação de uma Política de Educação do Campo na UNEB Salvador, 21 de setembro de 2015 Carta Documento: pela construção e implementação de uma Política de Educação do Campo na UNEB Nos dias 19, 20 e 21 de agosto de 2015 realizou-se no Hotel Vila Velha, em

Leia mais

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Ensino Médio. Etec. Etec: Professor Massuyuki Kawano

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Ensino Médio. Etec. Etec: Professor Massuyuki Kawano Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL Ensino Médio Etec Etec: Professor Massuyuki Kawano Código: 136 Município: Tupã Área de conhecimento: Ciências Humanas e Suas Tecnologias Componente Curricular:

Leia mais

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Brincar é fonte de lazer, mas é, simultaneamente, fonte de conhecimento; é esta dupla natureza que nos leva a considerar o brincar

Leia mais

Ao considerar e ao explicitar a representação feita, nota-se sua lógica e o que levou o aluno a tal escolha. A partir dela, o professor pode chegar a

Ao considerar e ao explicitar a representação feita, nota-se sua lógica e o que levou o aluno a tal escolha. A partir dela, o professor pode chegar a 37 Ao trabalhar questões socioambientais e o conceito de natureza, podemos estar investigando a noção de natureza que os alunos constroem ou construíram em suas experiências e vivências. Alguns alunos

Leia mais

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior.

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Josimar de Aparecido Vieira Nas últimas décadas, a educação superior brasileira teve um expressivo

Leia mais

Rede Jovem de Cidadania, programa de TV de Acesso público. Alexia Melo. Clebin Quirino. Michel Brasil. Gracielle Fonseca. Rafaela Lima.

Rede Jovem de Cidadania, programa de TV de Acesso público. Alexia Melo. Clebin Quirino. Michel Brasil. Gracielle Fonseca. Rafaela Lima. Rede Jovem de Cidadania, programa de TV de Acesso público Alexia Melo Clebin Quirino Michel Brasil Gracielle Fonseca Rafaela Lima Satiro Saone O projeto Rede Jovem de Cidadania é uma iniciativa da Associação

Leia mais

O trabalho pedagógico da Educação Física no Ensino Médio profissionalizante no IFG-Uruaçu

O trabalho pedagógico da Educação Física no Ensino Médio profissionalizante no IFG-Uruaçu GTT: Escola O trabalho pedagógico da Educação Física no Ensino Médio profissionalizante no IFG-Uruaçu Almir Zandoná Júnior 1 Fernando Henrique Silva Carneiro 2 Justificativa/Base teórica A entrada da Educação

Leia mais

REVOLTAS DURANTE A REPÚBLICA VELHA

REVOLTAS DURANTE A REPÚBLICA VELHA REVOLTAS DURANTE A REPÚBLICA VELHA Unidade 2, Tema 2 e 3. Págs. 50 53 Personagem. Pág. 55 e 64 Ampliando Conhecimentos. Págs. 60-61 Conceitos Históricos. Pág. 65 Em foco. Págs. 66-71 GUERRA DE CANUDOS

Leia mais

1. EMERGÊNCIA DE ALGUMAS ESCOLAS CONFESSIONAIS NA PARAÍBA DO NORTE DOS SECULOS XIX e XX.

1. EMERGÊNCIA DE ALGUMAS ESCOLAS CONFESSIONAIS NA PARAÍBA DO NORTE DOS SECULOS XIX e XX. ENTRE PRÁTICAS E REPRESENTAÇÕES: O DIOCESANO PIO X E A EMERGÊNCIA DE ESCOLAS CONFESSIONAIS ENTRE OS SECULOS XIX E XX. Orientador¹ JOSÉ EUDES FERREIRA DA SILVA, UEPB, eudes.story@hotmail.com² ANA PAULA

Leia mais

(30h/a 02 créditos) Dissertação III (90h/a 06 Leituras preparatórias para a

(30h/a 02 créditos) Dissertação III (90h/a 06 Leituras preparatórias para a GRADE CURRICULAR DO MESTRADO EM LETRAS: LINGUAGEM E SOCIEDADE DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS 34 CRÉDITOS Teorias da Linguagem (60h/a 04 Teorias Sociológicas (60h/a 04 Metodologia da Pesquisa em Linguagem (30h/a

Leia mais

UM ESTUDO SOBRE A CONSTITUIÇÃO DA IDENTIDADE DO PROFESSOR DE INGLÊS DA CIDADE DE FAGUNDES - PB

UM ESTUDO SOBRE A CONSTITUIÇÃO DA IDENTIDADE DO PROFESSOR DE INGLÊS DA CIDADE DE FAGUNDES - PB UM ESTUDO SOBRE A CONSTITUIÇÃO DA IDENTIDADE DO PROFESSOR DE INGLÊS DA CIDADE DE FAGUNDES - PB 01. RESUMO Karla Rodrigues de Almeida Graduada em Letras pela UFCG e-mail: karlaalmeida.1@hotmail.com Izanete

Leia mais

NÚCLEO DE ESTUDOS E PESQUISAS HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO EM PERNAMBUCO: 13 ANOS DE HISTÓRIA

NÚCLEO DE ESTUDOS E PESQUISAS HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO EM PERNAMBUCO: 13 ANOS DE HISTÓRIA NÚCLEO DE ESTUDOS E PESQUISAS HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO EM PERNAMBUCO: 13 ANOS DE HISTÓRIA Margarete Maria da Silva meghamburgo@yahoo.com.br Graduanda em Pedagogia e membro do NEPHEPE Universidade Federal de

Leia mais

ESTRUTURA CURRICULAR:

ESTRUTURA CURRICULAR: ESTRUTURA CURRICULAR: Definição dos Componentes Curriculares Os componentes curriculares do Eixo 1 Conhecimentos Científico-culturais articula conhecimentos específicos da área de história que norteiam

Leia mais

Lucas Arantes Zanetti 1 Lívia Cadete da Silva 2 Orientadora: Caroline Kraus Luvizotto 3 Universidade Estadual Paulista, Bauru, SP

Lucas Arantes Zanetti 1 Lívia Cadete da Silva 2 Orientadora: Caroline Kraus Luvizotto 3 Universidade Estadual Paulista, Bauru, SP Movimentos sociais e internet: uma análise sobre as manifestações de 2013 no Brasil Lucas Arantes Zanetti 1 Lívia Cadete da Silva 2 Orientadora: Caroline Kraus Luvizotto 3 Universidade Estadual Paulista,

Leia mais

DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL

DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FNDE PROINFÂNCIA BAHIA UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA - UFBA FACULDADE DE EDUCAÇÃO - FACED DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A

Leia mais

MESTRADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS. 1.1 Matriz Curricular Disciplinas obrigatórias

MESTRADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS. 1.1 Matriz Curricular Disciplinas obrigatórias MESTRADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS 1.1 Matriz Curricular Disciplinas obrigatórias C/H Memória Social 45 Cultura 45 Seminários de Pesquisa 45 Oficinas de Produção e Gestão Cultural 45 Orientação

Leia mais

Centro Educacional Juscelino Kubitschek

Centro Educacional Juscelino Kubitschek Centro Educacional Juscelino Kubitschek ALUNO: N.º: DATA: / /2011 ENSINO FUNDAMENTAL SÉRIE: 6ª série/7 ano TURMA: TURNO: DISCIPLINA: GEOGRAFIA PROFESSOR: Equipe de Geografia Roteiro e lista de Recuperação

Leia mais

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino O bom professor é o que consegue, enquanto fala trazer o aluno até a intimidade do movimento de seu pensamento. Paulo Freire INTRODUÇÃO A importância

Leia mais

PERCURSOS HISTÓRICOS DA EDUCAÇÃO NO CERRADO

PERCURSOS HISTÓRICOS DA EDUCAÇÃO NO CERRADO PERCURSOS HISTÓRICOS DA EDUCAÇÃO NO CERRADO 5ÃTKG'FWECÁºQ)GTCN'FWECÁºQ5WRGTKQTG (QTOCÁºQ%QPVKPWCFCFQ'FWECFQT 'FKVQTC'ZGEWVKXC 2TQHC&TC/CTKCFG.QWTFGU2KPVQFG#NOGKFC7PKRNCE7PKECOR %QPUGNJQ'FKVQTKCN'FWECÁºQ0CEKQPCN

Leia mais

A Educação Musical em atividades interdisciplinares: um relato de experiência em uma oficina 1

A Educação Musical em atividades interdisciplinares: um relato de experiência em uma oficina 1 A Educação Musical em atividades interdisciplinares: um relato de experiência em uma oficina 1 Fernanda de Assis Oliveira 2 Universidade Federal do Rio Grande do Sul UFRGS Resumo: Este relato descreve

Leia mais

CENTRO DE ESTUDOS E DE DOCUMENTAÇÃO EM EDUCAÇÃO (CEDE) UNIVERSIDADE ESTADUAL DE FEIRA DE SANTANA (UEFS)

CENTRO DE ESTUDOS E DE DOCUMENTAÇÃO EM EDUCAÇÃO (CEDE) UNIVERSIDADE ESTADUAL DE FEIRA DE SANTANA (UEFS) CENTRO DE ESTUDOS E DE DOCUMENTAÇÃO EM EDUCAÇÃO (CEDE) Coordenação: Antonia Almeida Silva Vice-coordenação: Leomárcia Caffé de Oliveira Uzêda UNIVERSIDADE ESTADUAL DE FEIRA DE SANTANA (UEFS) Sobre o grupo

Leia mais

Homens da África Ahmadou Kourouma. Edições SM. Cabelos de axé: identidade e resistência Raul Lody. Editora SENAC

Homens da África Ahmadou Kourouma. Edições SM. Cabelos de axé: identidade e resistência Raul Lody. Editora SENAC ÁFRICA Homens da África Ahmadou Kourouma. Edições SM Ricamente ilustrada por fotos e desenhos, esta obra traça um painel detalhado da vida dos habitantes da África do Oeste: sua tradição oral, detalhes

Leia mais

A FOTOGRAFIA NA EDUCAÇÃO POPULAR: A Exposição dos Expoentes da Educação no Vale do Mamanguape.

A FOTOGRAFIA NA EDUCAÇÃO POPULAR: A Exposição dos Expoentes da Educação no Vale do Mamanguape. A FOTOGRAFIA NA EDUCAÇÃO POPULAR: A Exposição dos Expoentes da Educação no Vale do Mamanguape. OLIVEIRA, Jéssica Evelyn Ferreira de 1 FLORENTINO, Maria de Fátima de Andrade 2 BARBOSA, Claudison de Lima

Leia mais

Palavras-chave: Historiografia; Paraná; Regime de Historicidade; História Regional

Palavras-chave: Historiografia; Paraná; Regime de Historicidade; História Regional Doi: 10.4025/7cih.pphuem.1280 OS HISTORIADORES, SEUS LUGARES E SUAS REGIÕES: A PRODUÇÃO HISTORIOGRÁFICA DA UNICENTRO SOBRE A REGIÃO PARANAENSE Darlan Damasceno Universidade Estadual de Londrina Resumo.

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE LiteraRádio. Rádio. Literatura. Introdução

PALAVRAS-CHAVE LiteraRádio. Rádio. Literatura. Introdução 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( x ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO

Leia mais

SEMANA 3 A CONTRIBUIÇAO DOS ESTUDOS DE GÊNERO

SEMANA 3 A CONTRIBUIÇAO DOS ESTUDOS DE GÊNERO SEMANA 3 A CONTRIBUIÇAO DOS ESTUDOS DE GÊNERO Autor (unidade 1 e 2): Prof. Dr. Emerson Izidoro dos Santos Colaboração: Paula Teixeira Araujo, Bernardo Gonzalez Cepeda Alvarez, Lívia Sousa Anjos Objetivos:

Leia mais

EIXOS TEMÁTICOS REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS

EIXOS TEMÁTICOS REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS EIXOS TEMÁTICOS 1. Cultura, saberes e práticas escolares e pedagógicas na educação profissional e tecnológica: arquivos escolares, bibliotecas e centros de documentação. Para este eixo temático espera

Leia mais

UMA CÂMERA OU CELULAR NA MÃO E UMA IDEIA NA CABEÇA: TRABALHANDO O GÊNERO DOCUMENTÁRIO EM SALA DE AULA

UMA CÂMERA OU CELULAR NA MÃO E UMA IDEIA NA CABEÇA: TRABALHANDO O GÊNERO DOCUMENTÁRIO EM SALA DE AULA UMA CÂMERA OU CELULAR NA MÃO E UMA IDEIA NA CABEÇA: TRABALHANDO O GÊNERO DOCUMENTÁRIO EM SALA DE AULA Wanda Patrícia de Sousa Gaudêncio (UFPB/PROFLETRAS) wandapatricia@evl.com.br Sandra Regina Pereira

Leia mais

Palavras-chave: Aquecimento global, Mídias, Tecnologias, Ecossistema.

Palavras-chave: Aquecimento global, Mídias, Tecnologias, Ecossistema. Aquecimento Global e Danos no Manguezal Pernambucano SANDRA MARIA DE LIMA ALVES 1 - sandrali@bol.com.br RESUMO Este artigo procura enriquecer a discussão sobre o fenômeno do aumento da temperatura na terra

Leia mais

Produção de vídeos pelos Educandos da Educação Básica: um meio de relacionar o conhecimento matemático e o cotidiano

Produção de vídeos pelos Educandos da Educação Básica: um meio de relacionar o conhecimento matemático e o cotidiano Produção de vídeos pelos Educandos da Educação Básica: um meio de relacionar o conhecimento matemático e o cotidiano SANTANA, Ludmylla Siqueira 1 RIBEIRO, José Pedro Machado 2 SOUZA, Roberto Barcelos 2

Leia mais

Guia de como elaborar um Projeto de Documentário

Guia de como elaborar um Projeto de Documentário Guia de como elaborar um Projeto de Documentário Prof. Dr. Cássio Tomaim Departamento de Ciências da Comunicação Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)/Cesnors Adaptação: Prof. Claudio Luiz Fernandes

Leia mais

Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Sociologia

Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Sociologia Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Ensino Médio Elaborar uma proposta curricular para implica considerar as concepções anteriores que orientaram, em diferentes momentos, os

Leia mais

PESQUISA-AÇÃO COMO ESTRATÉGIA PARA A EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA: DESAFIOS DA FORMAÇÃO ACADÊMICA QUE BUSCA TRANSFORMAR REALIDADES SOCIAIS

PESQUISA-AÇÃO COMO ESTRATÉGIA PARA A EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA: DESAFIOS DA FORMAÇÃO ACADÊMICA QUE BUSCA TRANSFORMAR REALIDADES SOCIAIS PESQUISA-AÇÃO COMO ESTRATÉGIA PARA A EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA: DESAFIOS DA FORMAÇÃO ACADÊMICA QUE BUSCA TRANSFORMAR REALIDADES SOCIAIS Adriana Do Amaral - Faculdade de Educação / Universidade Estadual de

Leia mais

EDUCAÇÃO E PROGRESSO: A EVOLUÇÃO DO ESPAÇO FÍSICO DA ESCOLA ESTADUAL ELOY PEREIRA NAS COMEMORAÇÕES DO SEU JUBILEU

EDUCAÇÃO E PROGRESSO: A EVOLUÇÃO DO ESPAÇO FÍSICO DA ESCOLA ESTADUAL ELOY PEREIRA NAS COMEMORAÇÕES DO SEU JUBILEU 1 EDUCAÇÃO E PROGRESSO: A EVOLUÇÃO DO ESPAÇO FÍSICO DA ESCOLA ESTADUAL ELOY PEREIRA NAS COMEMORAÇÕES DO SEU JUBILEU Resumo Rodrigo Rafael Pinheiro da Fonseca Universidade Estadual de Montes Claros digasmg@gmail.com

Leia mais

GRUPO DE ESTUDOS LINGUÍSTICOS DO NORDESTE UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO DEPARTAMENTO DE LETRAS www.gelne.org.br. Primeira Circular VI ECLAE

GRUPO DE ESTUDOS LINGUÍSTICOS DO NORDESTE UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO DEPARTAMENTO DE LETRAS www.gelne.org.br. Primeira Circular VI ECLAE GRUPO DE ESTUDOS LINGUÍSTICOS DO NORDESTE UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO DEPARTAMENTO DE LETRAS www.gelne.org.br Primeira Circular VI ECLAE CONVITE O Grupo de Estudos Linguísticos do Nordeste

Leia mais

Nome do candidato TÍTULO DO PROJETO

Nome do candidato TÍTULO DO PROJETO Nome do candidato TÍTULO DO PROJETO Projeto de Pesquisa apresentado ao Programa de Pós- Graduação em Comunicação da Universidade Federal de Santa Maria como requisito parcial para a seleção de ingresso

Leia mais

A AGÊNCIA DE JORNALISMO COMO SUPORTE E APOIO AOS PROJETOS E AÇÕES DO CURSO DE JORNALISMO UEPG

A AGÊNCIA DE JORNALISMO COMO SUPORTE E APOIO AOS PROJETOS E AÇÕES DO CURSO DE JORNALISMO UEPG ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( x ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA A AGÊNCIA DE JORNALISMO COMO SUPORTE

Leia mais

FÓRUM MUNDIAL DE DIREITOS HUMANOS. Data: 10 a 13 de Dezembro de 2013 Local: Brasília

FÓRUM MUNDIAL DE DIREITOS HUMANOS. Data: 10 a 13 de Dezembro de 2013 Local: Brasília FÓRUM MUNDIAL DE DIREITOS HUMANOS Data: 10 a 13 de Dezembro de 2013 Local: Brasília Nome do Evento: Fórum Mundial de Direitos Humanos Tema central: Diálogo e Respeito às Diferenças Objetivo: Promover um

Leia mais

LEITURAS DO MEDO: As notícias sobre violência e sua relação com o aumento do sentimento de insegurança.

LEITURAS DO MEDO: As notícias sobre violência e sua relação com o aumento do sentimento de insegurança. LEITURAS DO MEDO: As notícias sobre violência e sua relação com o aumento do sentimento de insegurança. Jaquelaine SOUSA 1 Dalva Borges de SOUZA 2 Programa de Pós-Graduação em Sociologia/Faculdade de Ciências

Leia mais

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - INSTITUTO DE ARTES ESCOLA DE ARTES VISUAIS DO PARQUE LAGE

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - INSTITUTO DE ARTES ESCOLA DE ARTES VISUAIS DO PARQUE LAGE UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - INSTITUTO DE ARTES ESCOLA DE ARTES VISUAIS DO PARQUE LAGE CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM ENSINO DA ARTE - TURMA 2015 PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EMENTAS DOS CURSOS Arte

Leia mais

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades;

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades; INFANTIL I OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL Desenvolver uma imagem positiva de si, atuando de forma cada vez mais independente, com a confiança em suas capacidades e percepção de suas limitações:

Leia mais

SUJEITO COLETIVO NO CURSO DE LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO DO CAMPO TURMA DOM JOSÉ MAURO

SUJEITO COLETIVO NO CURSO DE LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO DO CAMPO TURMA DOM JOSÉ MAURO SUJEITO COLETIVO NO CURSO DE LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO DO CAMPO TURMA DOM JOSÉ MAURO VIANA, Valdecir Lopes Universidade Federal de Minas Gerais Valdecir_viana@yahoo.com.br RESUMO Este texto integra as reflexões

Leia mais

Leitura e Literatura

Leitura e Literatura MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICAB Diretoria de Políticas de Formação, Materiais Didáticos e de Tecnologias para Educação BásicaB Leitura e Literatura Dia e Semana Nacional da Leitura

Leia mais

Attached File: Proposta de Curso para Pós.doc

Attached File: Proposta de Curso para Pós.doc nome: Adilson José Gonçalves enviado_por: professor proposta: Ampliar as discuss~eos sobre o redesenho, apontando para a excelencia, agilidade, flexibilidade e aprofundamento da democratização da instituição.

Leia mais

RESUMO. Acadêmicos do curso de Licenciatura em História da ULBRA/Guaíba, membros do NEPI.

RESUMO. Acadêmicos do curso de Licenciatura em História da ULBRA/Guaíba, membros do NEPI. PESQUISA E EXTENSÃO: AS ATIVIDADES DO NEPI EM 2009/01 Marcio Rosa da Cunha Letícia Viegas Vargas Mara Rosangela Dias dos Santos José Jaime Barbo Machado Jéberson de Abreu Rodrigues Rodolfo da Silva Machado

Leia mais

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM CORRENTES DO PENSAMENTO DIDÁTICO 8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM Se você procurar no dicionário Aurélio, didática, encontrará o termo como feminino substantivado de didático.

Leia mais

29º Seminário de Extensão Universitária da Região Sul A CIDADE E UMA UNIVERSIDADE: NARRATIVAS POSSÍVEIS

29º Seminário de Extensão Universitária da Região Sul A CIDADE E UMA UNIVERSIDADE: NARRATIVAS POSSÍVEIS A CIDADE E UMA UNIVERSIDADE: NARRATIVAS POSSÍVEIS Área temática: Preservação do Patrimônio Cultural Brasileiro Professora Drª Adriane Borda (coordenador da Ação de Extensão) Vanessa da Silva Cardoso 1,

Leia mais

Mostra de Projetos 2011 "UMA REFLEXÃO ACERCA DA VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES NO BAIRRO DO XARQUINHO, NO MUNICÍPIO DE GUARAPUAVA-PR"

Mostra de Projetos 2011 UMA REFLEXÃO ACERCA DA VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES NO BAIRRO DO XARQUINHO, NO MUNICÍPIO DE GUARAPUAVA-PR Mostra de Projetos 2011 "UMA REFLEXÃO ACERCA DA VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES NO BAIRRO DO XARQUINHO, NO MUNICÍPIO DE GUARAPUAVA-PR" Mostra Local de: Guarapuava Categoria do projeto: Projetos

Leia mais

DIFICULDADES DE LEITURA E ESCRITA: REFLEXÕES A PARTIR DA EXPERIÊNCIA DO PIBID

DIFICULDADES DE LEITURA E ESCRITA: REFLEXÕES A PARTIR DA EXPERIÊNCIA DO PIBID DIFICULDADES DE LEITURA E ESCRITA: REFLEXÕES A PARTIR DA EXPERIÊNCIA DO PIBID BARROS, Raquel Pirangi. SANTOS, Ana Maria Felipe. SOUZA, Edilene Marinho de. MATA, Luana da Mata.. VALE, Elisabete Carlos do.

Leia mais

DISCURSO DE POSSE DA VICE-REITORA DA UNEB, ADRIANA DOS SANTOS MARMORI LIMA

DISCURSO DE POSSE DA VICE-REITORA DA UNEB, ADRIANA DOS SANTOS MARMORI LIMA DISCURSO DE POSSE DA VICE-REITORA DA UNEB, ADRIANA DOS SANTOS MARMORI LIMA Familiares, amigos, técnicos administrativos, estudantes, professores, grupo gestor da UNEB, autoridades civis, militares, políticas

Leia mais

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA DISCIPLINA AUDIOVISUAL DA ESCOLA POLITÉCNICA DE SAÚDE JOAQUIM VENÂNCIO

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA DISCIPLINA AUDIOVISUAL DA ESCOLA POLITÉCNICA DE SAÚDE JOAQUIM VENÂNCIO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA DISCIPLINA AUDIOVISUAL DA ESCOLA POLITÉCNICA DE SAÚDE JOAQUIM VENÂNCIO 1. AUDIOVISUAL NO ENSINO MÉDIO O audiovisual tem como finalidade realizar-se como crítica da cultura,

Leia mais

célia collet mariana paladino kelly russo

célia collet mariana paladino kelly russo Apresentação Este livro é produto de uma inquietação resultante de nossas pesquisas e de práticas docentes e de extensão universitária, ao apreender o modo como as culturas e as histórias indígenas são

Leia mais

EDUCAÇÃO DO CAMPO: Interfaces teóricas e políticas na formação do professor

EDUCAÇÃO DO CAMPO: Interfaces teóricas e políticas na formação do professor EDUCAÇÃO DO CAMPO: Interfaces teóricas e políticas na formação do professor Juliana Graciano Parise 1 Eliane de Lourdes Felden 2 Resumo: O trabalho apresenta uma experiência de ensino articulado à pesquisa

Leia mais

Analise histórica comparativa do relato de uma professora alagoana sobre sua formação docente e o ensino de matemática no primário durante o século XX

Analise histórica comparativa do relato de uma professora alagoana sobre sua formação docente e o ensino de matemática no primário durante o século XX Analise histórica comparativa do relato de uma professora alagoana sobre sua formação docente e o ensino de matemática no primário durante o século XX Miriam Correia da Silva¹ Mercedes Carvalho² RESUMO

Leia mais

PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA

PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA PROPOSTA DE AÇÃO Criar um fórum permanente onde representantes dos vários segmentos do poder público e da sociedade civil atuem juntos em busca de uma educação

Leia mais

Formação docente e movimentos sociais: diálogos e tensões cotidianas

Formação docente e movimentos sociais: diálogos e tensões cotidianas A PRÁTICA PEDAGÓGICA E MOVIMENTOS SOCIAIS: DIÁLOGOS FORMATIVOS PARA O TRABALHO DOCENTE NA PEDAGOGIA DA ALTERNÂNCIA Eliziane Santana dos Santos 1 Ludmila Oliveira Holanda Cavalcante 2 ¹ Bolsista FAPESB,

Leia mais

LENDO IMAGENS A PARTIR DE PROPOSTAS DE AÇÃO EDUCATIVA EM EVENTOS DE ARTE CONTEMPORÂNEA EM GOIÁS.

LENDO IMAGENS A PARTIR DE PROPOSTAS DE AÇÃO EDUCATIVA EM EVENTOS DE ARTE CONTEMPORÂNEA EM GOIÁS. LENDO IMAGENS A PARTIR DE PROPOSTAS DE AÇÃO EDUCATIVA EM EVENTOS DE ARTE CONTEMPORÂNEA EM GOIÁS. ARAÚJO, Haroldo de 1; Prof.Dr. Costa, Luis Edegar de Oliveira 2;. Palavras chaves: Arte contemporânea; curadoria;

Leia mais

CONGRESSO INTERNACIONAL INTERDISCIPLINAR EM SOCIAIS E HUMANIDADES Niterói RJ: ANINTER-SH/ PPGSD-UFF, 03 a 06 de Setembro de 2012, ISSN 2316-266X

CONGRESSO INTERNACIONAL INTERDISCIPLINAR EM SOCIAIS E HUMANIDADES Niterói RJ: ANINTER-SH/ PPGSD-UFF, 03 a 06 de Setembro de 2012, ISSN 2316-266X CONGRESSO INTERNACIONAL INTERDISCIPLINAR EM SOCIAIS E HUMANIDADES Niterói RJ: ANINTER-SH/ PPGSD-UFF, 03 a 06 de Setembro de 2012, ISSN 2316-266X DA INVISIBILIDADE AFROBRASILEIRA À VALORIZAÇÃO DA DIVERSIDADE

Leia mais

CHAMADA DE TRABALHOS

CHAMADA DE TRABALHOS IV Encontro de Administração Política 5 a 7 de junho de 2013 Vitória da Conquista Bahia Brasil Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia - UESB CHAMADA DE TRABALHOS Submissões até 08 de abril Tema: Administração

Leia mais

Formação de Professores: um diálogo com Rousseau e Foucault

Formação de Professores: um diálogo com Rousseau e Foucault Formação de Professores: um diálogo com Rousseau e Foucault Eixo temático 2: Formação de Professores e Cultura Digital Vicentina Oliveira Santos Lima 1 A grande importância do pensamento de Rousseau na

Leia mais

HOMOAFETIVIDADE FEMININA NO BRASIL: REFLEXÕES INTERDISCIPLINARES ENTRE O DIREITO E A LITERATURA

HOMOAFETIVIDADE FEMININA NO BRASIL: REFLEXÕES INTERDISCIPLINARES ENTRE O DIREITO E A LITERATURA HOMOAFETIVIDADE FEMININA NO BRASIL: REFLEXÕES INTERDISCIPLINARES ENTRE O DIREITO E A LITERATURA Juliana Fabbron Marin Marin 1 Ana Maria Dietrich 2 Resumo: As transformações no cenário social que ocorreram

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL: Educando gerações para repensar, reduzir, reaproveitar e reciclar EDSON MANOEL DA SILVA

EDUCAÇÃO AMBIENTAL: Educando gerações para repensar, reduzir, reaproveitar e reciclar EDSON MANOEL DA SILVA 1 EDUCAÇÃO AMBIENTAL: Educando gerações para repensar, reduzir, reaproveitar e reciclar Introdução EDSON MANOEL DA SILVA O projeto de Educação Ambiental realizado na Escola Antônio Firmino, rede municipal

Leia mais

CONTEÚDOS DE GEOGRAFIA PARA O ENSINO FUNDAMENTAL COM BASE NOS PARÂMETROS CURRICULARES DO ESTADO DE PERNAMBUCO

CONTEÚDOS DE GEOGRAFIA PARA O ENSINO FUNDAMENTAL COM BASE NOS PARÂMETROS CURRICULARES DO ESTADO DE PERNAMBUCO DE GEOGRAFIA PARA O ENSINO FUNDAMENTAL COM BASE NOS PARÂMETROS CURRICULARES DO ESTADO DE PERNAMBUCO GOVERNADOR DE PERNAMBUCO João Lyra Neto SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO E ESPORTES Ricardo Dantas SECRETÁRIA EXECUTIVA

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO. O ESPORTE SEM CORES. Uma Perspectiva para a desconstrução do racismo

UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO. O ESPORTE SEM CORES. Uma Perspectiva para a desconstrução do racismo UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO O ESPORTE SEM CORES. Uma Perspectiva para a desconstrução do racismo Uberaba 2011 UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO O ESPORTE SEM CORES. Uma Perspectiva

Leia mais

SUSTENTABILIDADE NO COTIDIANO ESCOLAR: Desafios da construção de uma proposta interdisciplinar

SUSTENTABILIDADE NO COTIDIANO ESCOLAR: Desafios da construção de uma proposta interdisciplinar SUSTENTABILIDADE NO COTIDIANO ESCOLAR: Desafios da construção de uma proposta interdisciplinar Mariely Rodrigues Anger 1 Ana Carla Ferreira Nicola Gomes 2 Jussara Aparecida da Fonseca 3 Resumo: Apresentam-se

Leia mais

CONCEITOS E PRECONCEITOS SOBRE O BAIRRO DO GUAMÁ: RECONSTRUINDO SIGNIFICADOS E PERCEPÇÕES

CONCEITOS E PRECONCEITOS SOBRE O BAIRRO DO GUAMÁ: RECONSTRUINDO SIGNIFICADOS E PERCEPÇÕES CONCEITOS E PRECONCEITOS SOBRE O BAIRRO DO GUAMÁ: RECONSTRUINDO SIGNIFICADOS E PERCEPÇÕES Glauco Rivelino Ferreira de ARAÚJO 9 (FIBRA) Ruan Carlos Silva de Freitas Este artigo apresenta resultados de um

Leia mais

II ENCONTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DA BAHIA A EDUCAÇÃO COMO MATRIZ DE TODAS AS RELAÇÕES HUMANAS E SOCIAIS SALVADOR, BA 2013

II ENCONTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DA BAHIA A EDUCAÇÃO COMO MATRIZ DE TODAS AS RELAÇÕES HUMANAS E SOCIAIS SALVADOR, BA 2013 II ENCONTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DA BAHIA A EDUCAÇÃO COMO MATRIZ DE TODAS AS RELAÇÕES HUMANAS E SOCIAIS SALVADOR, BA 2013 TEMÁTICA: EDUCAÇÃO, QUESTÃO DE GÊNERO E DIVERSIDADE EDUCAÇÃO

Leia mais

ENSINO DE GEOGRAFIA, CULTURA POPULAR E TEMAS TRANSVERSAIS: uma proposta de transversalidade a partir dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN s)

ENSINO DE GEOGRAFIA, CULTURA POPULAR E TEMAS TRANSVERSAIS: uma proposta de transversalidade a partir dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN s) ENSINO DE GEOGRAFIA, CULTURA POPULAR E TEMAS TRANSVERSAIS: uma proposta de transversalidade a partir dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN s) Kálita Tavares da SILVA 1 ; Estevane de Paula Pontes MENDES

Leia mais

Novas possibilidades de leituras na escola

Novas possibilidades de leituras na escola Novas possibilidades de leituras na escola Mariana Fernandes Valadão (UERJ/EDU/CNPq) Verônica da Rocha Vieira (UERJ/EDU/CNPq) Eixo 1: Leitura é problema de quem? Resumo A nossa pesquisa pretende discutir

Leia mais

MULTIMÍDIAS PARA O ENSINO DE GEOGRAFIA 1. Resumo

MULTIMÍDIAS PARA O ENSINO DE GEOGRAFIA 1. Resumo MULTIMÍDIAS PARA O ENSINO DE GEOGRAFIA 1 VIERO, Lia Margot Dornelles 2 1 Trabalho de Pesquisa _UNIFRA 2 Curso de Geografia do Centro Universitário Franciscano (UNIFRA), Santa Maria, RS, Brasil E-mail:

Leia mais

A temática Sistema Nacional de Educação foi dissertada pela Profa. Flávia Maria Barros Nogueira Diretora da SASE.

A temática Sistema Nacional de Educação foi dissertada pela Profa. Flávia Maria Barros Nogueira Diretora da SASE. CARTA DE RECIFE O Fórum Nacional de Conselhos Estaduais de Educação realizou em Recife, no período de 16 a 18 de setembro a Reunião Plenária da Região Nordeste, com a participação dos Conselhos Estaduais

Leia mais

RELATÓRIO DE TRABALHO DOCENTE OUTUBRO DE 2012 EREM JOAQUIM NABUCO

RELATÓRIO DE TRABALHO DOCENTE OUTUBRO DE 2012 EREM JOAQUIM NABUCO UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PERNAMBUCO PIBID PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA CÍCERO WILLIAMS DA SILVA EMERSON LARDIÃO DE SOUZA MARIA DO CARMO MEDEIROS VIEIRA ROBERTO GOMINHO DA SILVA

Leia mais

FACULDADES INTEGRADAS TERESA D ÁVILA NÚCLEO DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA. Formulário para Registro de Projetos de Extensão Universitária

FACULDADES INTEGRADAS TERESA D ÁVILA NÚCLEO DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA. Formulário para Registro de Projetos de Extensão Universitária FACULDADES INTEGRADAS TERESA D ÁVILA NÚCLEO DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA Formulário para Registro de Projetos de Extensão Universitária Ano 2015 Título do Projeto: Observatório Juventudes Tipo de Projeto:

Leia mais

DOUTORADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS

DOUTORADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS DOUTORADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS Tópicos Avançados em Memória Social 45 Tópicos Avançados em Cultura 45 Tópicos Avançados em Gestão de Bens Culturais 45 Seminários

Leia mais

A prática da Educação Patrimonial:

A prática da Educação Patrimonial: A prática da Educação Patrimonial: uma experiência no município de Restinga Sêca / RS HELIANA DE MORAES ALVES E LAURO CÉSAR FIGUEIREDO Introdução O presente trabalho é um breve relato sobre uma prática

Leia mais

REVISITANDO A HISTÓRIA DA ESCOLA AGRÍCOLA: HISTÓRIA E MEMÓRIA DE UMA ESCOLA CENTENÁRIA

REVISITANDO A HISTÓRIA DA ESCOLA AGRÍCOLA: HISTÓRIA E MEMÓRIA DE UMA ESCOLA CENTENÁRIA REVISITANDO A HISTÓRIA DA ESCOLA AGRÍCOLA: HISTÓRIA E MEMÓRIA DE UMA ESCOLA CENTENÁRIA Camila Damasceno de Paula Larissa Pamplona de Oliveira Ana Carolina de Almeida Bergamaschi Fabrício Roberto Costa

Leia mais

RELAÇÕES DE GÊNERO NO CONTEXTO DA MATA SUL DE PERNAMBUCO: UMA INVESTIGAÇÃO EDUCATIVA

RELAÇÕES DE GÊNERO NO CONTEXTO DA MATA SUL DE PERNAMBUCO: UMA INVESTIGAÇÃO EDUCATIVA RELAÇÕES DE GÊNERO NO CONTEXTO DA MATA SUL DE PERNAMBUCO: UMA INVESTIGAÇÃO EDUCATIVA Apresentação: Pôster Nielson da Silvia Bezerra; Mylena Lahana Gouveia Peixoto IFPE campus Barreiros\ nielson.bezerra@barreiros.ifpe.edu.br

Leia mais

O PERMEAR HISTÓRICO DA EDUCAÇÃO FÍSICA E SEUS DESAFIOS ATUAIS. MORAIS, Suzianne 1 VILLELA, Pollyana 2

O PERMEAR HISTÓRICO DA EDUCAÇÃO FÍSICA E SEUS DESAFIOS ATUAIS. MORAIS, Suzianne 1 VILLELA, Pollyana 2 O PERMEAR HISTÓRICO DA EDUCAÇÃO FÍSICA E SEUS DESAFIOS ATUAIS MORAIS, Suzianne 1 VILLELA, Pollyana 2 RESUMO: Este trabalho tem como propósito apresentar e analisar o percurso histórico e cultural que a

Leia mais

MATERNIDADE NA ADOLESCÊNCIA

MATERNIDADE NA ADOLESCÊNCIA MATERNIDADE NA ADOLESCÊNCIA Autor: Marusa Fernandes da Silva marusafs@gmail.com Orientadora: Profª. Ms. Mônica Mª N. da Trindade Siqueira Universidade de Taubaté monica.mnts@uol.com.br Comunicação oral:

Leia mais

OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES

OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES Introdução ao tema A importância da mitologia grega para a civilização ocidental é tão grande que, mesmo depois de séculos, ela continua presente no nosso imaginário. Muitas

Leia mais