AGRICULTURA, COMPUTADOR E INTERNET: UM ESTUDO NA REGIÃO AGRÍCOLA DE JABOTICABAL/SP

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1 AGRICULTURA, COMPUTADOR E INTERNET: UM ESTUDO NA REGIÃO AGRÍCOLA DE JABOTICABAL/SP MARIA MADELENA ZOCOLLER BORBA RESUMO O presente artigo tem como objetivo investigar o nível de uso e as características das empresas que utilizam computador, bem como o uso de software de gestão, da internet e da "agricultura de precisão" nas unidades de produção agrícolas (UPAs) do município de Jaboticabal/SP. No artigo é traçado o perfil detalhado do uso da informática nas empresas rurais. Dentre os resultados, apurou-se que o uso do computador na agropecuária local é bem superior (16,6% das UPAs) ao verificado no estado (3,7% das UPAs)) e na região (6,2% das UPAs), EDR de Jaboticabal e que sua maior disseminação (70,8%) ocorre nas unidades produtivas com mais de 500ha e nas atividades de cana, soja, milho, eucalipto e amendoim que são também (com exceção do eucalipto e amendoim) as explorações de maior expressão econômica e de ocupação de área no estado. Nas unidades com computador prevaleceu a assistência técnica privada, financiamento publico, técnicas produtivas e infra-estrutura complexa indicando o uso de elevado padrão tecnológico, alto percentual de utilização da escrituração agrícola, elevado nível de instrução dos produtores (predomínio do superior completo) e uso de mão de obra assalariada permanente. Constatou-se ainda que a maioria das empresas entrevistadas realizou investimentos em infra-estrutura e informática, no ano de 2002 e que os investimentos em informática variaram, aproximadamente, entre 0,1% e 0,3% das menores para as maiores faturas anuais. Em relação à gestão das empresas, a utilização do computador ocorreu principalmente na elaboração de folhas de pagamento, no controle de contas a pagar e receber, do fluxo de caixa, da produção e produtividade das atividades exploradas. Os quinze proprietários entrevistados foram unanimes em apontar ganhos na gestão da empresa, como a melhoria do sistema de informação (rapidez e confiabilidade), aumento do controle administrativo, obtenção de valores mais precisos de desempenho econômico e produtivo e maior agilidade na tomada de decisão, decorrentes do uso do computador. Apesar dos ganhos, as dificuldades apontadas indicam que existe um longo caminho de ajustes, aperfeiçoamentos e adequações dos softwares utilizados na agropecuária. A maioria das propriedades estão conectadas à internet e alguns dos sites mais acessados são os de bancos, meteorologia, BM&F e do setor canavieiro sobre a cotação de preços de açúcar e álcool e da receita federal. O uso da "agricultura de precisão" foi pequeno e alguns dos motivos elencados pelos produtores rurais foram o elevado custo, a escala de produção que não possibilita retorno econômico satisfatório e a necessidade de mão de obra rural mais capacitada. Palavras-chave: computador, internet e agricultura. INTRODUÇÃO A revolução científica e tecnológica provocada pelas novas tecnologias da informação tem se consolidado com maior rapidez na industria e no comércio do que no setor agrícola nacional.

2 Foi na década de 90, particularrmente após a metade final, que a incorporação da informática ao processo produtivo agrícola ganhou maior dinamismo. Embora as estatísticas nacionais sejam um tanto raras no tema, uma pesquisa efetuada pela Research International Brasil para a Associação Brasileira de Marketing Rural (ABMR) indicou que, em 1992, os computadores não apareciam na amostra de produtores analisada. Próximo ao final da década, 1998/1999, a mesma pesquisa revela que 14% dos produtores amostrados, já possuíam computadores e que 4% tinham acesso à internet. Francisco & Martin (1999) em pesquisa sobre informática na agricultura paulista verificaram que apenas 3,7% das unidades produtivas ( UPAs) do estado de São Paulo utilizavam computador, em 1995/1996. Em levantamento amostral mais recente, no período de novembro de 2000 e junho de 2001, Francisco (2002) evidenciou um avanço desta participação que saltou para 6,9%. Este nível de uso apesar crescente, pode ser considerado ainda pequeno se comparado com EUA cuja as fazendas com computador atingiram porcentuais de 38% em 1997 e 47% em 1999 e com a internet 13% e 29% nos respectivos anos. Entretanto, se o referencial fosse o México, cuja estimativa foi de menos de 1%, o desempenho nacional pode ser considerado razoável (STAMATO NETO, 2001; FRANCISCO, 2002). Uma contribuição importante para o avanço da informática na agricultura nacional tem sido a substancial redução nos custos de acesso a tecnologia da informação. Silva (1992) apresentou uma estimativa de queda nos custos de aquisição dos hardwares de cerca de 20% ao ano, enquanto o poder computacional decuplicava a cada quatro a cinco anos. No entanto é bom lembrar, que o custo da informatização em uma organização vai muito além da aquisição de hardwares e envolve normalmente mudanças na estrutura operacional, treinamento recursos humanos e desembolsos para aquisição de programas e serviços para processamento da informação da forma almejada. Azevedo Filho (1995) chama atenção para outro aspecto que é a redução do custo da informação, tanto de natureza técnica como de mercado, que a informática, por meio da internet, pode proporcionar. Também tem agido positivamente para a informatização, o dinamismo das transformações no ambiente econômico, sempre mais competitivo, exigindo dos produtores rurais um posicionamento empresarial, de eficiência, frente aos seus negócios e cada vez mais investimentos em tecnologias de ponta. Outro aspectos positivos que merecem ser considerado são a maior disponibilidade de softwares e a melhoria de qualidade dos produtos direcionados a este mercado. Os benefícios resultantes da informatização na agropecuária são freqüentemente associados aos controles administrativos, a agilização dos sistemas de controle técnico, a rapidez do processamento da informação, proporcionando condições para maior racionalização das operações na propriedade e manejo das criações, sendo, portanto, uma ferramenta de trabalho que pode gerar retornos importantes na melhoria da qualidade dos processos e de produtividade das atividades agropecuárias. Adicionalmente um outro nível de benefício da informatização esta vinculado às tecnologias de sensores e de posicionamento geográfico através de satélites na chamada "agricultura de precisão", que desperta maior interesse em regiões praticantes de agricultura mais tecnificada, mas ainda impeditiva para a maioria dos agricultores devido aos custos e conhecimentos necessários à sua utilização (AZEVEDO FILHO, 1995). No contexto externo à organização, o uso da internet possibilita e facilita o acesso a um grande volume de informações técnicas e de mercado que podem ser relevantes para o processo de tomada de decisão no ambiente empresarial, bem como na disponibilização de serviços no âmbito comercial. O objetivo geral da presente pesquisa é analisar uso da informática nas unidades de produção agrícola da região de Jaboticabal/SP, examinando a utilização do computador na gestão, uso da internet e da agricultura de precisão. 2

3 METODOLOGIA Os dados para análise do uso da informática na agricultura regional foram obtidos de fontes secundária e primária. Trabalhou-se com dados de tabulações especiais do Levantamento Censitário de Unidades de Produção Agrícola (LUPA) realizado nos anos de 1995/1996 (estatística mais recentes disponíveis), pela Coordenadoria de Assistência Técnica e Integral (CATI) e Instituto de Economia Agrícola (IEA), ambas instituições ligadas à Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA) do estado de São Paulo. Os dados são do município de Jaboticabal que é sede do Escritório de Desenvolvimento Regional de Jaboticabal, composto por 11 municípios. Este pertencente a Região Administrativa de Ribeirão Preto que está situada ao nordeste do estado e é uma das região agrícola de elevado nível de exploração da terra e de rendimento econômico, estando no grupo das que apresentam alto valor médio da produção por unidade de área cultivada, de cerca de R$1.271,8, bastante acima da média do estado que é de R$664,9 (ANDRIETTA, 2002). O município de Jaboticabalse destacou -se no EDR com um uso de computador em 16,5% do total das UPAs do município e em 28,1% das unidades com computador do EDR (SP/SAA/Cati, 2001). Outra fonte de dados foi uma pesquisa de campo realizada entre o final 2002 e início de 2003, com aplicações de questionários a uma amostra intencional de 15 produtores rurais, representativos do uso da informática na agricultura local e residentes no município de Jaboticabal/SP. A amostra representa 10% das unidades produtivas rurais que utilizavam computador no município, de acordo com as estatísticas do LUPA, 1995/1996. Os proprietários foram selecionados a partir das informações coletadas com técnicos que atuam na agricultura regional e não contempla os produtores rurais proprietários de agroindustrias, restringi-se aos produtores pessoas físicas. A técnica de levantamento de dados utilizada foi de entrevista individual e presencial, apesar das dificuldades de agenda e de obtenção de informações dos produtores sobre seu negócio. No entanto, este procedimento foi o escolhido, por proporcionar condições para maior interação, comprometimento e envolvimento do entrevistado com os dados fornecidos, além da possibilidade de sanar dúvidas sobre as questões formuladas e de obter informações que permitem qualificar melhor os dados obtidos. Nos questionários procuro-se aprofundar a exploração sobre o tipo de uso da referida tecnologia, quais os softwares de gestão e seus conteúdos, as dificuldades e problemas encontrados na operação e uma avaliação dos agricultores sobre os benefícios que o emprego do computador trouxe às organizações. Além disso, a investigação avançou em relação ao acesso e tipo de uso da internet e a utilização da "agricultura de precisão" pelos empresários rurais. A análise dos dados é do tipo quantitativa e também descritiva das respostas obtidas dos empresários locais. Foi estruturada com vistas a traçar um perfil detalhado do uso da informática nas unidades produtivas e contribuir para a formulação de ações em direção ao avanços dessa tecnologia. CARACTERIZAÇÃO DAS UNIDADES DE PRODUÇÃO AGRÍCOLAS COM COMPUTADOR 3

4 No município de Jaboticabal, o uso de computador nas unidades produtivas está bem acima do que se verifica no estado e na sua região (EDR). São 147 unidades com computador, ocupando uma área de ,4ha, números estes superiores em cinco e duas vezes respectivamente, aos constatados no estado (Tabela 1). Tabela 1 - Nível de uso do computador na agropecuária paulista,1995/1996 Local Nº total UPAs com computador de nº % % do área % UPAs estado (ha) Município de Jaboticabal ,5 0, ,4 39,4 EDR de Jaboticabal ,2 5, ,8 22,3 Estado de São Paulo ,7 100, ,4 19,7 As empresas que usam computador possuem áreas médias de 172,83ha muito superiores a encontrada no total das unidades produtivas, 72,63ha (Tabela 2). Quando se analisa o uso do computador por classe de área verifica-se que no estrato de ha, estão 49,0% das unidades que usam computador, respondendo por 45,1% da área, enquanto no estrato de mais de 500ha existem 11,6% das unidades com computador, abrangendo 49,7% da área destas unidades. É no estrato com mais de 500ha, que há maior disseminação do uso do computador, 70,8% do número total das UPAs e 75,4% da área do estrato. Tabela 2 - Estratificação das UPAs que utilizam computador, por classe de área, município de Jaboticabal, 1995/1996 Estratos UPAs com computador de área (ha) nº % % do nº total do área ( ha ) % % do total do estrato estrato ,5 9, ,0 5,2 11, ,0 37, ,1 45,1 31, ,6 70, ,3 49,7 75, ,0 0,0 0,0 0,0 0, ,0 0,0 0,0 0,0 0,0 Total ,4 100 Área média 172,83 Área média do total das UPAs 72,63 Na seleção das cinco principais culturas exploradas nas unidades com computador, a liderança coube a cana que apresentou a maior extensão de área cultivada, sendo seguida pela soja, amendoim, eucalipto e milho (Tabela 3). Com exceção do eucalipto, as demais culturas compõem o ranking das cinco principais atividades exploradas no município. Porém, a cana sozinha responde por 86,7% da área cultivada. A cana, soja e milho são culturas que estão entre as cinco maiores áreas cultivadas do estado (braquiária, 44%, cana, 17%, milho, 7%, laranja, 5% e soja, 4%). Das culturas líderes no estado, as áreas de cana e eucalipto foram as que mais 4

5 utilizaram computador, tendo 34% e 32% da área cultivada em apenas 6,9% e 5,4% das unidades produtiva ocupadas com os respectivas explorações. No município de Jaboticabal, a importância relativa da cana chega a 40,2% da área cultivada com o produto e só é superada pelo eucalipto que tem 77,5% da área utilizando computador. Chama atenção ainda, nos dados da Tabela 3, o uso do computador na cultura da soja e amendoim. Estas acompanham o padrão verificado na cana pelo fato de serem culturas exploradas, em grande parte, nas áreas de reforma de cana. Com relação às explorações animais, os maiores usos de computador foram encontradas nas pequenas criações como a sericicultura, caprinocultura, estando esse, em torno de 70% das UPAs, embora sejam atividades de pequena expressão econômica regional (Tabela 4). No município de Jaboticabal, a avicultura de corte também se destaca no uso de computador, com 46% da criação ( cabeças). Este é percentual superior ao verificado no estado de São Paulo (18,4% da criação) e muito semelhante ao da avicultura para ovos do próprio estado (47,3% da criação, cabeças, principal exploração em termos de uso do computador). A bovinocultura, comparativamente a avicultura, utiliza bem menos computador, embora seja uma criação importante em termos de tamanho de rebanho ( cabeças, no município). A categoria bovinocultura de uso misto é a que apresenta maior importância no uso do computador, 24,21% da exploração, no município. A suinocultura é outra criação de importância na região, mas menos utilizadora de computador que a bovinocultura, 13,8% do rebanho. Tabela 3 - Principais culturas, nas UPAs com computador, município de Jaboticabal, estado de São Paulo, 1995/1996. Culturas Área cultivada das UPAs (ha) Nº de UPAs c/computador total % c/computador total % Município de Jaboticabal Cana-de-açúcar , ,0 40, ,2 Soja 872, ,6 39, ,9 Amendoim 787, ,7 27, ,4 Eucalipto 408,8 527,5 77, ,4 Milho 223, ,9 21, ,6 Estado de São Paulo Braquiária , ,2 13, ,8 Cana-de-açúcar , ,3 34, ,9 Eucalipto , ,2 32, ,4 Laranja , ,8 24, ,2 Milho , ,2 14, ,4 Fonte: CATI/SAA/SP Tabulação especial do LUPA, 1997 e FRANCISCO et al., 1997 Tabela 4 - Explorações animais que mais usam computador no município de Jaboticabal, 1995/1996. Criações Número de unidade animal Nº de UPAs c/computador Total % c/ computador Total % Sericicultura 30g 30g 100, ,0 Caprinocultura , ,0 Cunicultura , ,3 Codornicultura , ,0 5

6 Avicultura de , ,2 corte Os avanços tecnológicos da agropecuária também assume maior intensidade nas unidades com computador (Tabela 5). As técnicas de análise e conservação de solo, calagem são utilizadas por 99% a 100% das UPAs do município. É bastante relevante, também, o uso do adubo orgânica/verde, a qual está presentes em 74,6% das unidades. O uso de sementes melhoradas foi de 61,9%, justificável pela predominância da cana no mix das principais culturas. A plasticultura já apareceu em aproximadamente 3% das unidades com computador. A menor importância relativa das atividades de origem animal, no município, se traduz também nos indicadores de tecnologia mais específicos. A mineralização e o controle de vermes do rebanho são as duas técnicas que se destacam nas unidades produtivas com computador, estando presente em 19% e 20% dessas. O maior suporte técnico aos produtores das unidades com computador vem da assistência técnica privada, numa proporção de 68,0%, valor este superior aos 48,8% observado no total das UPAs do município. O exame dos dados de financiamento evidencia ainda a importância da fonte de recursos públicos, nas unidades com computador. Este tipo de financiamento é utilizado por 57,1% dessas UPAs, enquanto no total das unidades do município o percentual é de apenas 28,5%. Tabela 5 - Indicadores de tecnologia e financeiro, nas UPAs com computador, município de Jaboticabal, 1995/1996 Indicadores UPAs com computador % do total de UPAs do nº % município Atividade Vegetal Adubação org/verde ,6 50,9 Análise de solo ,3 87,1 Conservação do solo ,0 91,2 Calagem ,3 90,8 Sementes melhoradas 91 61,9 51,9 Plasticultura 5 3,4 1,6 Atividade animal Confinamento bovino 10 6,8 3,8 Inseminação artificial 6 4,1 2,0 Mineralização do rebanho 28 19,1 29,5 Pastejo intensivo 17 11,6 9,9 Vermifugação do rebanho 28 19,1 29,7 Assistência técnica Assistência téc. oficial 16 10,9 3,2 Assistência téc. privada ,0 48,8 Financiamento Crédito rural 84 57,1 28,5 6

7 A análise da infra-estrutura produtiva revela outro aspecto do avanço tecnológico, o da escala de produção das unidades com computador. Concentram-se nessas unidades, laboratório para análise, posto meteorológico, usina/destilaria, trator de esteira, terraceador, câmara fria, conjuntos de irrigação, ordenha mecânica e conjunto de fenação que representam entre 56% e 100% do número existente desses bens no total das UPAs (Tabela 6). Também destacam-se nestas unidades o uso das carregadeiras de cana e colhedeiras automotriz, em um nível menor de importância mas ainda significativo, cerca de 46%desses bens. Aliam-se às características anteriores, a participação mais ativa dos produtores das unidades com computador, em associação, cooperativa e sindicato regional. Cerca de 93,2% dessas unidades têm o produtor fazendo parte de uma associação e de uma cooperativa e em 87,1%, de um sindicato local (Tabela 7). Considerando-se o total das unidades produtivas, esses percentuais caem para 58,9%, 68,2% e 47,3%, respectivamente. Pode-se atribuir esse resultado, à importância cultura da cana que é explorada em ambiente de maior organização empresarial e agressivo na busca de ganho de competitividade e rentabilidade. Outra característica das unidades com computador é a proporção bastante elevada que assume o uso de escrituração agrícola, estando presente em 91,8% das unidades com computador, enquanto no total das UPAs, em apenas 37,5% (Tabela 8 ). Tabela 6 - Infra-estrutura das UPAs que utilizam computador, município de Jaboticabal, 1995/1996. Tipos Bens de capital Nº de UPAs nº % do total c/computador %do total Depósito/Tulha 17 12, ,8 Instalação para confinamento 6 23,1 6 28,6 Laboratório para análise , ,0 Packing house 0 0,0 0 0,0 Posto meteorológico 4 100, ,0 Poço semi artesiano 20 15, ,0 Máquina de benefício 2 18,2 2 20,0 Secador de grãos 0 0,0 0 0,0 Câmara fria 5 100, ,0 Refriador de leite, Taq. de expansão 0 0,0 0 0,0 Ordenhadeira mecânica 4 66,7 1 33,3 Usinas/Destilarias 3 75,0 2 66,7 Trator de esteira 32 80,0 8 53,3 Trator de pneus , ,0 Microtrator 9 69,2 5 55,6 Terraceador 14 56,0 9 47,4 Subsolador 24 22, ,1 Pulverizador tratorizado 53 20, ,7 Caminhão/Caminhonete/ou Utilitários , ,4 Carregadeira de cana 46 46,4 9 19,2 Batedeira de cereais 6 37,5 2 33,3 Colhedeira acoplada 22 16,5 6 9,8 Colhedeira automotriz 31 46, ,6 Conj. irrig. autopropelido 7 77,8 3 60,0 Conj. irrig. convencional 13 56,5 8 47,0 7

8 Conj. irrig. pivo central 2 66,7 2 66,7 Conj.irrig.Gotej./Microaspersão 2 25,0 1 14,3 Ensiladeira 11 28,9 6 23,1 Conj. Fenação 3 60,0 2 50,0 Desintegrador/Picador/Triturador 21 14, ,4 Misturador de ração 2 9,5 2 11,7 Fabrica de ração 2 25,0 2 25,0 Tabela 7 - Participação dos produtores das UPAs com computador em organizações rurais, município de Jaboticabal, 1995/1996 Tipos de organizações UPAs com computador % do total de UPAs nº % do município Associação ,2 58,9 Cooperativa ,2 68,2 Sindicato ,1 47,3 Tabela 8 - Utilização de escrituração agrícola, município de Jaboticabala, Indicador Total de UPAs (%) UPAs c/ computador (%) Escrituraçaõ agrícola 37,50 91,84 No que diz respeito a força de trabalho na agropecuária local é importante ressaltar a concentração dos trabalhadores permanentes nas unidades com computador, 79,3% desta categoria (Tabela 9). Verificou-se também, o maior envolvimento (12,3%) dos familiares dos Tabela 9 - Mão de obra ocupada na produção agropecuária das unidades com computador, EDR e Município de Jaboticabal, 1995/1996 Categoria de Nº de trabalhadores trabalhadores c/computador total % c/computador total % EDR de Jaboticabal Município de Jaboticabal Familiar , ,3 Permanente , ,3 proprietários com as empresas rurais, relativamente ao que ocorreu no contexto regional (EDR). Com elevado nível de instrução formal, os proprietários e familiares das unidades produtivas com computador dedicam-se às atividades administrativas e as que exigem maior capacitação. No município de Jaboticabal, 53,1% dos proprietários declararam possuir o nível superior (Tabela 10). Se somado a este o ensino médio completo, o percentual sobe para 8

9 Tabela 10 - Nível de instrução formal dos proprietários das UPAs que utilizam computador, município de Jaboticabal, 1995/1996 Nível de instrução Município Jaboticabal % Estado de São Paulo % c/computador total c/computador total Sem escolaridade ou incompleta 6,8 17,3 10,5 21,5 Fundamental incompleto 3,4 35,3 11,7 37,8 ( primário completo) Fundamental completo 3,4 8,5 6,6 10,6 Ensino Médio Completo 33,3 14,8 14,6 11,4 Superior Completo 53,1 24,2 56,5 18,7 88%, o que é um nível de escolaridade alto comparado com o da maioria do proprietários rurais do município e do estado que têm apenas o ensino fundamental incompleto (antigo primário). A INFORMÁTIZAÇÃO DAS EMPRESAS RURAIS O resultado da investigação do uso da informática, nas quinzes empresas com computador no município de Jaboticabal, indicou um uso ainda muito restrito da tecnologia da informação. Apesar de 93,3% das empresas com computador estarem conectadas à internet o uso das máquinas e equipamentos agrícolas de precisão é pequeno, considerando o nível de faturamento dessas organizações (Tabela 11). Somente uma das empresas, com fatura maior do que R$1.200,00 mil/ano, dispunha de cerca de 13,7% de suas máquinas agrícolas equipada com sensores e computador a bordo e neste mesmo estrato, encontrou-se duas usando GPS próprio e um coletivo, da associação de produtores local. Nas empresas com menor fatura, apenas uma declarou possuir equipamento de precisão e uso do GPS coletivo. Tabela 11 - Nível de informatização das empresas rurais, 2002/2003 Fatura das Nº Informatização das empresas empresas (mil R$/ano) computa dor internet máquina agrícola de precisão equip. agrícola de precisão GPS % % assoc propr ,8 1 - > , Todas as empresas analisadas dedicaram se à exploração da cana e de outro(s) produto(s) dentre eles a soja e a bovino de corte (Tabela 12) e realizaram investimentos no ano de 2002, da ordem de R$100,00 mil a R$500,00 mil, naquelas com fatura de R$120,00 mil a R$1.200,00 mil e nas faturas acima de R$1.200,00 mil atingiu até R$800,00/ano (Tabela 13). Houve predomínio dos investimentos em máquinas e equipamentos agrícolas com os recursos, em grande parte, do Finame agrícola. Tabela 12 - Culturas Exploradas pelas empresas rurais, 2002/2003 9

10 Fatura das Nº Atividades produtivas Empresas cana soja bovino amendoim manga citrus milho/ suino (mil R$/ano) (t.) (sc) corte (sc) (t.) arroz > Produtividade média (produção / ha) , , > Tabela 13 - Investimentos realizados pelas empresas rurais, 2002/2003 Fatura das Nº Investimentos Nível de investimento Empresas (nº) (mil R$ / ano) maq +equip construções não < não (mil R$/ano) agrícolas inv. inform > Os investimentos em informática foram constatado em doze das empresas rurais (Tabela 14). Variou de acordo com o tamanho das receitas operacionais das empresas. Nas maiores faturas os investimento em hardware e software foram o dobro (R$3.000,00-R$6.000,00) das menores (R$1.000,00-R$3.000,00). Estes representam, aproximadamente, de 0,1% e 0,3% da fatura das empresas rurais e abrangem a área administrada por elas (Tabela 15), que vai além das fronteiras do município. Do ponto de vista da gestão, as empresas têm seus núcleos administrativos nas unidades produtivas do município, embora tenham áreas exploradas em municípios vizinhos ou outros mais distante no próprio estado e até mesmo em outros estados brasileiros, principalmente as que têm faturamento de mais de R$1.200,00 mil/ano. A título de estabelecer um referencial de valor para o invetimento, guardadas as limitações da presente estimativa, tomou-se os dados da Fenasoft/IDS/Simonsen Associados, que mostram um nível de recursos aplicados pelas médias e grandes empresas brasileiras, de 2,6% do faturamento líquido, em 1994 e de 3,4% em 1998 (EAME,1999). Tabela 14 - Investimentos em informática realizados pelas empresas rurais, 2002/2003 Fatura das Empresas Nº Investimento em informática último ano Nível de investimento (mil R$ / ano) (mil R$/ano) sim não < >

11 Tabela 15 - Área administrada pelas empresas do município, 2002/2003 Fatura das empresas Nº Área total administrada pelo empresário (ha) Nível de escolaridade (mil R$/ano) >8000 fund. médio super > Computador O computador usado há mais tempo nas empresas amostradas, data de aproximadamente vinte anos atrás (Tabela 16). Na maioria das empresas o tempo de uso está na faixa de 5-10 anos, portanto pode-se considerar um uso recente. Dos motivos alegados para aquisição do computador predomina a questão da modernização, apesar de nas empresas de maior fatura ser também apontado a rapidez no processamento da informação. Tabela 16 Tempo de uso do computador e motivos apresentado pelos empresários rurais, 2002/2003 Fatura das empresas Nº Tempo de uso do computador Motivos de aquisição do computador (mil R$/ano) 3-5 anos 5-10 anos anos modernizar a empresa solução de probl.específ. rapidez proces.inform > Na tabela 17 são apresentados os computadores utilizados nas empresas e suas capacidades de processamento. As empresas de maior fatura usam processadores com maior poder computacional, pois utilizam-se de software e programas mais exigentes em memória, embora a questão da adequação da capacidade às necessidades efetivas, não receba muita atenção do usuário na hora da aquisição da máquina. Tabela 17 Computador e capacidade existente nas empresas rurais, 2002/2003 Tipos de processadores/ memórias em Fatura das empresas (mil R$/ano) uso nas empresas >1.200 Pentium 4 1.7GHZ (256Mb) Pentium III E 1100 MHZ(248Mb) Pentium III 850MHZ (64Mb) Pentium III 750MHZ (256Mb) Pentium III 750MHZ (128Mb) Pentium III E 750 MHZ (127Mb) Pentium III 667MHZ (64Mb) Pentium III 600MHZ (256Mb) Pentium MM200 (64Mb) 11

12 Pentium MM233 (64Mb) Pentium II MM350 (64Mb) Pentium II MM350 (32Mb) Pentium II eon 450 (64Mb) Pentium II 230MHZ Pentium 350MHZ Pentium 133MHZ (48Mb) Pentium 233MHZ Pentium 100 (32Mb) CELERON 300MHZ(64Mb) Pentium 200 (48Mb) K7 950 (120Mb) K6 II 500 (64Mb) K6 II 433 (64Mb) AMD P 1700 (32Mb) AMD DURON (128Mb) NOTBOOK 350MHZ NOTBOOK 700MHZ A maioria (treze) das empresas com computador, por ocasião da aquisição, já dispunha de um sistema manual de controle gerencial. Vários critérios foram utilizados na adoção de programas computadorizados, sendo os três mais apontados: a identificação com a propriedade quer em termos de seu sistema organizacional, da linguagem e de conceito operacionais e tipos de relatório; facilidade e praticidade operacional e relatórios para suporte às ações e decisões da gerência (Tabela 18). Em relação à gestão a utilização do computador ocorreu principalmente na elaboração de folhas de pagamento e no controle contábil financeiro, além dos usos gerais (Tabela 19). Em três das propriedades também verificou-se o uso na contabilidade fiscal realizada internamente e em sete, foi comum o suporte contábil de escritórios especializados existentes nas cidades. Os softwares utilizados para folhas de pagamento foram os disponíveis no mercado. Para o controle financeiro da gestão, na maioria dos casos, foram desenvolvidos programas específicos para a propriedade, compostos basicamente de contas a pagar e a receber, movimentação bancária e fluxo de caixa. No gerenciamento da produção, encontrou-se software de gestão agropecuária adquiridos no mercado, mas ainda na maior parte dos produtores prevaleceu o uso de programas desenvolvidos na propriedade. As planilhas eletrônicas são muito utilizadas no do controle da produção, da produtividade, de aquisição e de aplicação de insumos, controle de receitas e despesas efetivamente realizadas nas explorações. Há um caso de produtor que chegou determinar custo por operação agrícola e por máquina ocupada na produção. O orçamento como uma ferramenta do planejamento foi utilizada por apenas dois empresários. Tabela 18 - Condicionante e indicadores do uso do computador nas empresas rurais, 2002/ 2003 Especificação Nº de empresas 12

13 Controle do negócio e registro de dados antes do computador Sim 13 Não 2 Parâmetros utilizados na adoção de programa para gestão da produção: Idendificação com a propriedade(org., conceitos, linguagem e relatórios) 11 Facilidade e praticidade operacional 9 Relatórios que auxiliam nas ações técnicas e nas decisões da gerência 9 Adaptação ou elaborado para uso exclusivo da propriedade 8 Funcionar com sistema operacional compatível ao existente no mercado 5 Disponível no mercado 2 Fornecer orientação exata de coleta de dados 3 Rico na geração de gráficos e relatórios 4 Possuir ajuda com na orientação de uso e possibilidade de sanar dúvidas 2 Controle com uso do excel das atividades aropecuárias 3 Tabela 19 Uso do computador na empresa rural, 2002/2003 Usos do computador Empresas Tercerização rurais escritório contábil consultoria parcial total Geral (cartas, texto, formulário etc) 13 Folha de pagamento 10 3 Contabilidade fiscal Contabilidade financeira (B.P, 5 D.R.E.) Gerenciamento da produção 12 Controle técnico agronômico 1 2* Outros (controle financiamento, ou 2 estoque) *= rastreabilidade bovina/suporte agricultura de precisão Os proprietários entrevistados foram unanimes em apontar ganhos na gestão da empresa, como a melhoria do sistema de informação (rapidez e confiabilidade), aumento do controle administrativo, obtenção de valores mais precisos de desempenho econômico e produtivo e maior agilidade na tomada de decisão, decorrentes do uso do computador.apesar dos ganhos, as dificuldades apontadas indicam que existe um longo caminho de ajustes, aperfeiçoamentos e adequações dos softwares utilizados na agropecuária:. Ha necessidade de sistema integrado que envolva banco de dados e promova a união fiscal, financeira e gerencial, a um custo que seja compatível com a escala de produção agropecuária e que promova uma relação benefício/custo 13

14 favorável ao uso; a mão de obra necessita de treinamento desde a coleta da informação até a operação do equipamento e do software; o suporte técnico fornecido pelas empresas de informática, necessita de aprimoramento. Estas empresas foram criticadas a começar pela falta clareza dos manuais de uso, isto quando este acompanham o softwares; existência de poucas elementos de ajuda; pequeno tempo de treinamento para o uso do programa; falta um acompanhamento de forma planejada que proporcione segurança ao usuário; o oferecimento do suporte on-line nem sempre está acessíveis e funciona com a agilidade e o dinamismo que o negócio requer; e por fim a perda de tempo do usuário na procura de soluções para os problemas em área de conhecimento que não tem domínio. Internet O uso da internet nas empresas rurais amostradas é bastante recente e restrito. As empresas com maiores faturas vem utilizando a internet há cerca de 4 anos e o tempo médio de uso pelo empresário, na semana é de aproximadamente 10 horas. Estes tempos de usos constituem o dobro e o triplo, respectivamente do observado naquelas com faturas menores (Tabela 20 ). O custo de acesso acompanha o tempo de utilização. Os sites mais acessados foram os de bancos (utilizados na movimentação da conta corrente, pagamento de dívidas, tributos etc), da receita federal, de meteorologia, da BM&F e de produtos agrícolas específicos que fornecem cotações de preços e análise de conjuntura de mercado (Tabela 21). Os produtores alegam falta de tempo e reconhecem, que também lhes falta conhecimento para utilizar com maior agilidade e eficiência esta ferramenta de comunicação global. O uso da internet é inexistente nas transações comerciais de produtos e insumos agrícolas. A forma de comercialização preferida é a tradicional, a qual permite nos dizeres dos produtores, o exercício da negociação, maior comprometimento das partes e segurança. Tabela 20 - Tempo de uso da internet nas empresas e custo de acesso, 2002/2003 Fatura das Nº Uso da internet empresas (mil R$/ano tempo médio de uso ( anos) tempo médio na semana (horas) custo fixo médio (R$/mês) ,00 > ,3 10,3 76,41 Tabela 21 Sites mais acessados nas empresas, 2002/2003 Sites acessados com maior freqüência Alguns usos pela empresa Bancos comerciais movimentação de conta corrente e/ ou pagamentos Mercados agrícolas (mercado cotação açúcar e álcool/ tomada de decisão cotação açúcar e álcool/ tomada de decisão cotação açúcar e álcool /tomada de decisão cotação açúcar, álcool, grãos/ tomada de decisão cotação açúcar, álcool e boi/ tomada de decisão 14

15 Meteorologia orientação nas atividade de campo orientação nas atividade de campo Notícias informação informação Informações governamentais FGTS/orientação e calculo CAGED/orientação informação técnica IR,DIRF/ orientação e calculo Agricultura de precisão Com relação à agricultura de precisão, seu uso por propriedades rurais locais encontra-se em fase bastante inicial, sendo observado em apenas uma das empresas estudadas. Nesta, o uso é ainda limitado e os resultados são de ganhos de eficiência na alocação dos insumos. Os proprietários rurais embora conheçam as vantagens desta tecnologia, não vêm adotandoa pelo fato do seu elevado custo, necessidade de mão de obra mais capacitada e por terem uma escala de produção que inviabiliza retorno econômico satisfatório. CONSIDERAÇÕES FINAIS Do exame do uso da informática nas empresas agropecuária da região de Jaboticabal /SP é possível inferir que o uso desta tecnologia está associado a um conjunto de fatores que se somaramm e proporcionaram um ambiente propício ao avanço desta tecnologia. Dentre esses destacam-se: o maior tamanho das propriedades e da escala da produção; exploração de culturas que são líderes em termos de importância econômica no estado; técnicas produtivas e a infraestrutura complexa, com alta inversão de capital e contando com apoio da assistência técnica privada e recurso financeiro público; maior controle contábil das atividades da empresa; perfil de produtor com alto nível de escolaridade; e importante uso de mão de obra assalariada permanente e envolvimento de empresário com as atividades da empresa. Apurou-se ainda de forma pontual que os investimentos em informática nas empresas foram de aproximadamente 0,1% e 0,3% do faturamento da empresa e variou das menores para as maiores faturas anuais. Verificou-se que o uso do computador ocorre na elaboração de folhas de pagamento, no controle das contas a pagar e receber, fluxo de caixa e da produção e produtividade das atividades agrícolas exploradas. No gerenciamento da produção prevaleceu o uso de softwares elaborados internamente na empresa. Ainda os softwares de gestão disponíveis no mercado foram pouco utilizados. As planilhas eletrônicas são bastante utilizadas nos controle econômico-financeiro das atividades produtivas As empresas de softwares e de distribuição necessitam adequarem seus produtos e serviços para que ocorra uma maior difusão. 15

16 Embora as propriedade amostradas estão conectadas a internet, foram poucos os sites mais acessados e nehum uso nas transações comerciais de produtos e insumos agrícolas. Os empresários rurais admitem que possuem pouco conhecimento e habilidade com esta tecnologia, além do problema de falta de tempo. Com relação à agricultura de precisão, o seu uso foi inexpressivo. O diagnóstico realizado aponta, portanto, para um longo caminho a ser percorrido na adoção e difusão do uso da informática entre produtores rurais da região de Jaboticabal. São fatores importantes a serem considerados: recursos financeiros de fundo governamental, capacitação dos produtores e trabalhadores tanto para o uso de programa quanto da intrenet, maior divulgação dos programas, bem como suas adequações no sentido da integração, além de melhoria dos serviços prestados pela empresas de softwares e de distribuição destes. Pretende-se que as informações geradas neste perfil, possam auxiliar na formulação de políticas publicas que visam contribuir para gestão mais eficiente do agronegócio regional. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA ANDRIETTA, A. J. Desempenho agrícola e desenvolvimento: uma análise regionalizada do estado de São Paulo. Informações Econômicas., São Paulo, v. 32, n. 2, p , AZEVEDO FILHO, A. J. B. V. Internet e agricultura: evolução e perspetiva (parte1) Preços Agrícolas, Piracicaba, v. 108, p. 4-7, Internet e agricultura: evolução e perspetiva (parte1) Preços Agrícolas, Piracicaba, v. 109, p. 4-5, Agricultura de precisão. Agoanalysis, São Paulo,, p.52, EAME, Revista. São Paulo: Editora Abril, Publicação especial, 106p. FRANCISCO, V. L. S.; SUEYOSHI, M. L. S.; PINO, F. A.; CAMARGO, A M. M. P. Censo agropecuário no estado de São Paulo: resultados regionais. Informações Econômicas, São Paulo, v. 27, n. 11, p , FRANCISCO, V. L. S.; MARTIN, N. B. A informática na agricultura paulista. Informações Econômicas., São Paulo, v. 29, n. 11, p , FRANCISCO, V. L. S. Adoção de computadores na agricultura paulista. Disponível em:<http://www.iea.sp.br/ana-info0702.htm>. Acesso em: 31/07/02. SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Agricultura e Abastecimento. Coodenadoria de Assistência Técnica e Integral. Disponível em:<http://www.cati.sp.gov.br/serviço>. Acesso em: 21/02/01. SILVA, J. G. A tecnologia da informação na agropecuária. In: LA INFORMACION:CLAVE DE LA PRODUCTION AGROPECUÁRIA DEL MERCOSUL, 1992, Montevidéo, Uruguai. p STAMATO NETO, J. A internet no agribusiness: mais perguntas que respostas. Agrianual 2001: anuário da agricultura brasileira. São Paulo: FNP Consultoria e Comércio, p

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