O APL de Vestuário do Agreste Pernambucano: O Uso de Células de Produção para Incremento da Produtividade

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "O APL de Vestuário do Agreste Pernambucano: O Uso de Células de Produção para Incremento da Produtividade"

Transcrição

1 O APL de Vestuário do Agreste Pernambucano: O Uso de Células de Produção para Incremento da Produtividade AUTORES: CARLOS FERNANDO HOLANDA TEIXEIRA DARIO DE LIMAS JOSÉ LAMARTINE TÁVORA JÚNIOR 1. Introdução O objetivo deste trabalho é explorar a implantação de células de produção como incremento da produtividade nas empresas que compõem o APL - Arranjo Produtivo Local - de vestuário do agreste pernambucano. São inúmeras as organizações que buscam incorporar ao ambiente produtivo novas técnicas de produção como um aspecto estratégico na busca do ganho de produtividade. A inserção de novas técnicas no processo fabril resultam em novas formas de organização do trabalho, gerando impactos sensíveis na produtividade das organizações. Entretanto as mudanças estruturais presentes nas empresas são de natureza complexa e o seu entendimento, em profundidade e extensão, requer grandes esforços e análise mais estruturada. Alguns setores econômicos brasileiros estão aquém de se inserirem em uma nova ótica de organização da produção por dificuldades diversas. Esta discussão contribui para esclarecer limitações e as novas perspectivas relacionadas ao tema pois, conforme a revisão bibliográfica, são inúmeros os autores que apontam na necessidade de novas formas de adoção de estruturas organizacionais mais flexíveis e enxutas, tendo como resultado novos modelos estruturais e novas formas de organização da produção, em busca de uma maior competitividade. 2. Processo Evolutivo da Confecção O primeiro quarto do século passado presenciou a mudança do velho sistema da confecção manual para a confecção industrial. Já nos primeiros passos dessa mudança houve a preocupação de subdividir as operações fabris, procurando-se, com isto, desempenhos mais especializados e econômicos. Não obstante os acentuados e vastos avanços nessa tecnologia ainda persistem as influências de princípios metodológicos que conflitam de umas empresas para outras. Por volta da década de 1930 a Era dos Sistemas teve seu início, com a criação de diversos sistemas visando ao aperfeiçoamento dos métodos de trabalho, ao fornecimento de serviços e ao controle do processamento desse mesmo trabalho. Foi então que passou a existir maior clareza sobre a conceituação de produtividade, tida como sendo a capacidade de alcançar maior volume de produção, com melhor qualidade, pelo menor custo e sob melhores

2 condições de trabalho. No começo dos anos 40, com a influência da Engenharia Industrial, as práticas e os processos começaram a sofrer modificações, pois as empresas começaram a adotar a abordagem científica na busca para solucionar problemas na área industrial. Dessa influência, exercida pela Engenharia Industrial, foram dados os primeiros passos para efetuar arranjos físicos, estudos de tempo, adoção de instrumentos, análise de movimentos, desenvolvimento de postos de trabalho, planejamento, introdução de cronometria e o estabelecimento de normas de controle. Essas inovações e seus aperfeiçoamentos posteriores provocaram ponderáveis melhorias no desempenho industrial, tendo como resultado a possibilidade de atingir índices cada vez mais elevados de produtividade. Nessa mesma época os fabricantes de máquinas e equipamentos aproveitaram a oportunidade para suprir a indústria de confecção com novos e mais velozes modelos de máquinas de costurar, bem como uma extensa faixa de equipamentos mais especializados. A partir de 1950 esboçou-se a dificuldade em aumentar a eficiência através de sistemas de máquinas, sendo esses nada mais do que máquinas de costura entre si. Consistiram esses sistemas em dotar as máquinas de implementos suplementares, além das funções de costurar e coser, também podiam executar tarefas tais como: cortar fios, ziguezaguear, pespontar, cortar excessos, dentre outras. Daí, ficou constatada a dificuldade, senão a impossibilidade em aumentar a eficiência através de simples utilização de máquinas de costuras mais aperfeiçoadas. Surge uma nova era: a dos dispositivos mecânicos e aparelhos, tão comuns e largamente utilizados nos dias de hoje na indústria de confecção. Os esforços, pesquisas e experiências continuaram proporcionando a criação de máquinas semi-automáticas num primeiro momento e logo após, as máquinas automáticas, com o intuito de tornar mais produtivo o elemento mão-de-obra. E com esse avanço tecnológico, a automação, a microeletrônica, o CAD/CAM, a robótica, o processo e a organização do trabalho foram redefinidos: surgiram novos postos e outros desapareceram; foram incorporadas novas formas de gestão visando a produtividade e a qualidade do produto agora globalizado. As novas formas de gestão aumentaram o ritmo do trabalho, fazendo os trabalhadores intensificarem a produtividade e buscarem a qualidade. 3. O APL de Vestuário do Agreste Pernambucano Os Arranjos Produtivos Locais são aglomerações de empresas que apresentam especialização produtiva em uma mesma área, mantendo vínculos de cooperação e aprendizagem entre si e com outros atores locais tais como governo, associações empresariais, instituições de crédito, ensino e pesquisa. Através do APL, as empresas, contam com mais facilidade para a especialização produtiva e captação de investimentos. 2

3 Segudo informações obtidas no SEBRAE outro fato importante a considerar é que o Arranjo Produtivo Local também é um território onde a dimensão constitutiva é econômica por definição, apesar de não se restringir a mesma. Portanto, o Arranjo Produtivo Local compreende um recorte do espaço geográfico (parte de um município, conjunto de municípios, bacias hidrográficas, vales, serras, etc.) que possua sinais de identidade coletiva (sociais, culturais, econômicos, políticos, ambientais ou históricos). Além disso, ele deve manter ou ter a capacidade de promover uma convergência em termos de expectativas de desenvolvimento, estabelecer parcerias e compromissos para manter e especializar os investimentos de cada um dos atores no próprio território, e promover ou ser passível de uma integração econômica e social no âmbito local. O APL de vestuário do Agreste Pernambucano é composto principalmente pelas cidades de Caruaru, Santa Cruz do Capibaribe e Toritama e, segundo pesquisa realizada pelo SEBRAE, em maio de 2003, cálculos intuitivos de conhecedores do fenômeno dão conta de que cerca de 45 mil pessoas por semana comparecem às grandes feiras de confecções populares realizadas nas três cidades: às segundas, em Caruaru; às terças, em Toritama; e às quartas, em Santa Cruz do Capibaribe. Nossas próprias estimativas, feitas com rigor estatístico indicam a existência de 12 mil unidades produtivas, ou empresas, no Pólo. Essas empresas (das quais somente oito por cento são formais) empregam aproximadamente 76 mil pessoas, produzem 57 milhões de peças por mês e realizam um faturamento mensal superior a R$ 144 milhões. 4. Sistemas de Gestão de Produção 4.1 A Evolução dos Sistemas de Produção Segundo Zancul e Rozenfeld (1999), o avanço da tecnologia de informação permitiu a utilização de sistemas computacionais por parte das empresas para suportar suas atividades. Geralmente, em cada empresa, vários sistemas foram desenvolvidos para atender aos requisitos específicos de suas diversas unidades de negócio, plantas, departamentos e escritórios. Dessa forma, a informação ficava dividida entre os diferentes sistemas. Os principais problemas dessa fragmentação da informação eram relacionados à dificuldade de conciliar as informações e a inconsistência de dados redundantes armazenados em mais de um sistema. Os sistemas de Planejamento das Necessidades de Materiais (Material Requirement Planning - MRP) e os sistemas de Planejamento dos Recursos de Manufatura (Manufacturing Resource Planning - MRPII) podem ser considerados como exemplos, pois são destinados à área de manufatura, principalmente para as atividades de PPCP. O MRP foi desenvolvido no final dos anos 60 para atender apenas as necessidades de informação referentes ao cálculo da necessidade de materiais e rompe com o conceito de rencomenda permitindo ao programador de produção da empresa a utilização dos lotes time phased ou seja, não há mais compras basedas em estoque mínimo, mas sim no período determinado pela necessidade de usos na 3

4 montagem do produto, chamado de cálculo de necessidades de materiais. O MRP entra com os conceitos do Plano Mestre de Produção, lista de materiais e status dos itens de estoque, conceitos estes que revolucionaram posturas no chão de fábrica, conforme relatam CORREA et al (1999). A grande evolução do sistema convencional para MRP, é que o ponto de reencomenda baseava-se em partes, enquanto o planejamento das necessidades de materiais orienta-se pelo produto. Conforme Slack et al (1996), os sistemas e conceitos do planejamento de materiais foram expandidos e integrados a outras partes da empresa. Com esta versão ampliada do MRP, conhecida como MRP II, pôde-se avaliar as implicações da futura demanda nas áreas financeiras e de engenharia, assim como pôde-se analisar as implicações quanto à necessidade de materiais. Em outras palavras, O MRP II representa uma expansão do MRP, quando agrega informações capazes de determinar todos os recursos necessários para a execução das atividades. Se no sistema MRP o foco era a determinação das necessidades de materiais, no sistema no MRP II a agregação do módulo CRP (Capacity Resources Planing) que determinava onde a tarefa seria realizada e quando, motivou um grande impacto nas ações no chão de fábrica O sistema JIT, para CORREA e GIANESI (1993), surgiu no Japão nos meados da década e 70, sendo sua idéia básica e seu desenvolvimento creditados à Toyota Motors Company, a aual buscava um sistema de alimentação que pudesse coordenar a produção com demandas específicas de diferentes modelos e cores de veículos com o mínimo de atraso (p.123). O JIT introduziu na manufatura os conceitos de: leiaute celular, operário multifuncional, troca rápida de ferramenta, qualidade total, kan ban. Estes elementos da produção JIT vieram causar um profundo impacto nas novas formas de organizar o trabalho, pois o mesmo propunha além destas mudanças, um compromisso coletivo com a fabricação e respeito à condição humana. Já no início dos anos 90, a produção passou a ser considerada estratégica por muitas empresas e a sua integração com as demais atividades das empresas começou a ser essencial. Nesse novo cenário surgiram os primeiros Sistemas Integrados de Gestão Empresarial (ERP). Considerados pela maioria dos autores como sendo uma evolução dos sistemas MRP II, cuja consideração não é unânime, visto que os sistemas ERP propõem a solução dos problemas ligados à fragmentação de toda a informação da empresa, e não apenas à fragmentação da informação ligada a manufatura, como acontecia com o MRP II. Isso ocorre devido ao fato de serem agregados, em um só sistema, as funcionalidades que suportam as atividades dos diversos processos de negócio das empresas. GASNIER (1997) considera o ERP como pacotes aplicativos que compreendem todo o processo logístico (distribuição, manufatura e cadeia de suprimentos) integrando informações com o ciclo financeiro e demais funções administrativas e de suporte, tais como recursos humanos, comunicação, apoio à decisão, qualidade e manutenção. O sistema OPT (Optimized Production Technology) baseado nas restrições da capacidade, é conhecido no Brasil como a Teoria das Restrições. Seus princípios foram desenvolvidos por Eliayahu Goldratt e podem ser vistos em GOLDRATT e COX (1986). O OPT é uma técnica de gestão que condicionou o sistema de produção aos gargalos existentes ou gerados no 4

5 processo produtivo. O OPT utiliza os conceitos de TAMBOR para o gargalo ou restrição aludindo ao ritmo acima mencionado, ou seja a produção se ajusta a velocidade do gargalo para não perder coesão. Esta velocidade só pode se superada com a existência de pulmões, ou seja, estoques de produtos ou peças que possam compensar a existência de gargalo ou restrição. Finalmente, o conceito de corda se refere ao fio que puxa a produção de ritmo do tambor incluindo aí todos os setores de fabricação. Os conceitos de tambores, pulmão e corda são significativos nas considerações sobre os novos sistemas de produção. Finalmente, desde a segunda metade da década de 90 também vem sendo introduzido o chamado sistema de gestão da cadeia de suprimentos, também rotulado de softwares de SCM (Gestão da Cadeia de Suprimentos - Supply Chain Management) ou SCM Applications. Segundo Karl (1999), os SCM Applications podem ser considerados como uma nova geração de softwares de gestão empresarial que transcende as fronteiras organizacionais da própria empresa. Segundo a ótica de Pires (1998), Gestão da Cadeia de Suprimentos (SCM) pode ser considerada uma visão expandida, atualizada e, sobretudo, holística da administração de materiais tradicional, abrangendo a gestão de toda a cadeia produtiva de uma forma estratégica e integrada e pressupõe que as empresas devem definir suas estratégias competitivas e funcionais através de seus posicionamentos (tanto como fornecedores, quanto como clientes) dentro das cadeias produtivas nas quais se inserem. 4.2 Arranjos Físicos Adequados Para a produção de qualquer artigo é necessária a adoção de um critério, que coordene de forma técnica e apropriada todo o processo de fabricação. É muito importante em qualquer confecção, o preparo de um arranjo físico adequado ao tipo de produção. Tanto as confecções que irão iniciar uma nova linha de produtos, como as que têm necessidades de reformulação, devem executar um bom arranjo físico. É o primeiro passo para um trabalho positivo. Para se preparar um arranjo físico, deve ser feito um desenho do espaço disponível incluindo todas as obstruções e dificuldades que possam ser encontradas no ambiente. Dentro do espaço disponível, faça uma disposição preliminar, usando moldes com as dimensões apropriadas para determinar a posição das várias unidades de equipamentos, observando atentamente a escala utilizada. Planejar o leiaute da instalação é planejar a localização de todas as máquinas, estações de trabalho, áreas de armazenamento de materiais, como também padrões de fluxo de pessoas e de materiais. Feito isso, prepare um desenho na mesma escala, seguindo o arranjo já feito. Este desenho deve ser completo em todos os detalhes, pois servirá de guia na distribuição do equipamento, como também para indicar as mudanças físicas que possam ser necessárias, tais como: colocação de divisórias, instalações elétricas, tubulações de ar comprimido e outros mais. 5

6 Quando mesas, bancos, depósitos e prateleiras são necessários, devem ser feitos desenhos compatíveis com a planta do arranjo físico, para que aqueles móveis, quando prontos se encaixem perfeitamente no que foi planejado. Com isso, evita-se alterações posteriores no arranjo físico. Seguindo esses passos iniciais, o confeccionista estará iniciando corretamente a montagem ou reestruturação de uma linha de produção ou de um módulo operacional. Quando o arranjo físico é encomendado a um profissional da área, é necessária a verificação antes da montagem. É raro que todas as dimensões constantes no desenho correspondam às dimensões reais. As diferenças podem ser pequenas, mas significativas, por surgirem ocasiões que alguns poucos centímetros podem ser altamente importantes. Outras informações são de suma importância para o êxito da reestruturação, tais como: Obter informações completas relativas à tubulação de água, vapor, ar comprimido, esgotos, exaustores, força e luz, suportes, portas e janelas. Verificar para que lado abrem as portas e janelas. Pode ser útil, ainda, a inspeção completa de todas as dependências para verificar se elas estão de acordo com a planta. Use a planta baixa do arquiteto como guia nessas inspeções. Determine a capacidade da área a fim de que o armazenamento das peças, sala de costura e armazenamento do corte determinado, não sejam sobrecarregados. Determine a localização da força. Onde serão localizados os circuitos principais? Executar os trabalhos preliminares de arranjos físicos, antes do encerramento da obra, para que se possam efetuar as modificações que se julgarem necessárias. Finalmente, devem ser observadas as luminárias, para se saber se a quantidade é suficiente para todos os equipamentos e áreas operacionais, a altura e obstrução do 6

7 montagem. Os operadores poderão ou não se mover de um setor de montagem para os outros. Suas vantagens são: 1 O transporte de unidade montada é reduzido (embora aumente o transporte das peças ao local da montagem); 2 Operadores altamente especializados podem trabalhar sem se moverem e a responsabilidade pela qualidade recai sobre um indivíduo ou um grupo; 3 Há possibilidade de se fazer mudança nos produtos, nos projetos ou na seqüência de operações; 4 O arranjo é adaptado à variedade de produtos e à demanda intermitente; 5 É a mais flexível, não requerendo um estudo de arranjo físico altamente organizado ou custoso, planejamento de produção ou provisões contra quebras de continuidade no trabalho. No entanto o arranjo físico por posição fixa, ou por localização fixa de material deve ser usado nas seguintes condições: Quando as operações de preparação ou tratamento do material utilizarem processos diferenciados; Quando o volume de produção impedir a determinação de outro tipo de arranjo físico; Quando o custo de movimentação da peça for elevado; Quando a habilidade do operador exigir destreza ou quando desejarmos fixar a responsabilidade pela qualidade do produto em um operador. Segundo, o arranjo físico funcional, por processo, ou arranjo físico por função. Aqui, agrupam-se todas as operações de um mesmo processo ou tipo de processo. Toda preparação é feita numa área, montagem em outra, e acabamento em uma terceira. Este esquema tem as seguintes vantagens: 1 Melhor utilização da maquinaria permite menor investimento na mesma; 2 É adaptado a uma variedade de produtos e a mudanças freqüentes na seqüência operacional; 3 É adaptada a demanda intermitente (variando-se os programas de produção); 4 Maior incentivo para trabalhadores individuais para elevar o nível de seu desempenho; 5 É mais fácil manter a continuidade de produção nos seguintes casos: Quebra de máquinas ou equipamentos Escassez de material Falta de operadores Usar-se-á o arranjo físico por processo, ou por função: Quando a nossa maquinaria for muito cara e de difícil movimentação; Quando houver uma enorme variedade de artigos a serem confeccionados; Quando tivermos amplas variações nos tempos requeridos para as diferentes operações; Quando tivermos demanda pequena ou intermitente do produto. Terceiro, a linha de produção, ou arranjo físico linear ou por produto. Neste caso, um produto ou tipo de produto é produzido numa área. Ao contrário do arranjo por posição fixa, o material 7

8 é que se move. Neste arranjo, uma operação é imediatamente adjacente à anterior. Isto significa que, qualquer equipamento usado para a execução do produto, qualquer que seja o processo por ele executado, é disposto de acordo com a seqüência operacional. As vantagens desse tipo são: 1. Manuseio reduzido de materiais; 2. Quantidades reduzidas de materiais em processo, permitindo um tempo de produção reduzido (tempo em processo) e menores investimentos em materiais; 3. Uso mais efetivo da mão de obra: Através da maior especialização Através da facilidade de treinamento; Através do suprimento mais amplo de mão de obra (semi e não especializada) 4. Controle mais fácil: De produção, permitindo menor trabalho burocrático Sobre os operadores, criando menos problemas interdepartamentais, supervisão mais fácil. 5. Congestionamento reduzido e mais espaço disponível, outrora dividido entre corredores e armazenagens. Portanto, Linha de produção, ou arranjo por produto será utilizado: Quando tivermos grande quantidade de peças ou produtos para fazer; Quando os modelos forem mais ou menos padronizados; Quando a demanda do produto for bem estável; Quando pudermos manter produções balanceadas e continuidade do fluxo de material sem dificuldades. Na prática, a maioria dos arranjos físicos é uma combinação destes três tipos clássicos. São feitos para reunir as vantagens dos três tipos. E hoje largamente utilizado, encontramos o processo de manufatura modular, que tem características próprias, mas não deixa de ser uma variação da linha de produção, com alto grau de flexibilidade e de vantagens, conforme explanado no item a seguir. 4.3 Manufatura Modular Na manufatura modular as máquinas são agrupadas em células e funcionam de acordo com uma ilha, onde cada célula é formada para produzir uma única família de peças, com algumas peças, tendo todas características comuns, o que significa que elas exigem as mesmas máquinas e configurações similares. Em outras palavras, o arranjo físico denominado manufatura modular ou células de produção é obtido quando se agrupam as máquinas ou postos de trabalho de forma que cada grupo (célula) fabrique os produtos totalmente (preparação, montagem e acabamento). Contudo, recentemente, alguns executivos começaram a considerar que o sistema de manufatura modular é algo mais do que um sistema de linha aperfeiçoado. E perguntam: A manufatura modular oferece uma vantagem de fabricação competitiva potencialmente significativa? 8

9 Segundo Barbosa (1999) entre algumas das vantagens do arranjo celular, as quais podemos também correlacionar com as mini-fábricas de produção, encontram-se: a) A facilidade para o retrabalho, quando eventualmente forem encontrados itens defeituosos no final na linha; b) A ausência de corredores, implicando na eliminação de veículos e pessoas que não estão sendo aproveitadas nas atividades produtivas; c) A facilidade de movimentação de materiais e ferramental, que está ligada ao "encurtamento" da distância entre os equipamentos e postos de trabalho. Barbosa (1999) afirma que as manufaturas modulares, em comparação aos leiautes tradicionais, provocam o aumento de 10 a 20 % na produtividade da mão-de-obra direta. Também trazem como benefício a diminuição entre 70 e 90% dos equipamentos de movimentação e manuseio dos materiais, a redução de 95% dos estoques em processo e a diminuição de 50% na área de fabricação. Em confecção, normalmente, as manufaturas modulares possuem a forma de U e dependem essencialmente da polivalência dos operários, ou seja, todos devem ter prática em várias máquinas. As vantagens competitivas potenciais da manufatura modular decorrentes da sua configuração são as seguintes: 1. Redução do Tempo de Ciclo de Manufatura; 2. Aumento da Motivação do Empregado; 3. Melhora da Qualidade; 4. Diminuição do Custo Total; 5. Liberação do Capital; 6. Criação de um Ambiente de Melhoria Contínua. Daí a indagação: o que é um módulo? A manifestação mais visível da manufatura modular é um plano de oficina muito diferente: O LEIAUTE MODULAR DIFERE... Lote Progressivo através dos Centros de Todos Habilidade os Produtos Linha de Fluxo Modular por Produto Produto B Produto A 9

10 Ao invés de centros de habilidade com o trabalho progredindo em lotes de um centro ou operação para o seguinte, existem centros de produtos, cada um completando todas as operações de uma família de produtos ou subprodutos. Pode-se ver imediatamente o potencial de redução dos tamanhos de lotes porque o produto transpõe uma distância mais curta de um ponto de trabalho para outro, sem pontos de armazenagem fora da linha. Há quatro princípios para projetar um sistema modular. O primeiro princípio do módulo é reduzir o tamanho do lote. Isto pode ser feito sem jogar os custos da mão-de-obra para a estratosfera, organizando os postos de trabalho em uma linha de fluxo e organizando o manuseio. O tamanho ideal de lote é um. Infelizmente ainda é necessário empilhar para cortar, e menos que se instale um sistema de corte de dobra única, admite-se uma hora no posto de trabalho. O segundo princípio pode equilibrar as velocidades de fluxo para reduzir as duas horas entre operações. Em um módulo, as velocidades de fluxo não têm que combinar exatamente os operadores devem ser treinados de modo a realizarem no mínimo três operações, de maneira que os operadores mais lentos possam ser ajudados. Isso pode significar algum equipamento extra, e é necessário que haja motivação para ajudar. O trabalho por peça funciona dessa forma. A carga de trabalho também deve fluir tranqüilamente quando possível. O terceiro princípio é tocar o trabalho e não empurrá-lo. Permite que haja espaço para uma unidade de trabalho e limite o número de espaços entre operadores. Um espaço vazio é um sinal para produzir. A ausência de espaço significa que se deve parar e desimpedir o engarrafamento. O quarto princípio é difícil de ser implementado. Existe o hábito de acumular trabalho e de fazer o máximo possível, mesmo que não tenha destino, que é difícil sair do esquema. É difícil dizer: Fez-se a quantidade que o departamento seguinte deseja para amanhã, portanto, pare de trabalhar e limpem suas máquinas, ou alguma outra coisa. Mas o que se deseja para reduzir as margens entre departamentos é confiança na produção, fazer exatamente o número certo, nem mais nem menos. O segundo benefício para considerar a manufatura modular é reduzir os problemas com a mão-de-obra. A implementação do módulo deve ser acompanhada de um programa deliberado de participação do empregado. O fato de pertencer a uma equipe que permita participar do processo decisório melhora significativamente o moral do empregado. O fato de deixar que o empregado contribua de alguma forma enriquece o trabalho. Isto reduz os efeitos mensuráveis de alienação do trabalho que prevalece no nosso setor industrial. Em alguns casos, hoje, o giro de empregados não é apenas um fator de custo. Em certas áreas, a produção e as vendas são limitadas pela disponibilidade da mão-de-obra. No lado positivo, a motivação da mão-de-obra pode trazer flexibilidade, melhorar a qualidade e talvez até permita um esquema significativo de sugestões do empregado uma área onde os fabricantes norte-americanos se comparam tristemente com seus oponentes japoneses. 10

11 O terceiro benefício da manufatura modular é o aperfeiçoamento da qualidade. Em um módulo, ninguém consegue esconder um trabalho mal feito. Todos sabem de onde ele vem da pessoa sentada imediatamente antes. Trata-se de um ambiente onde se pode praticar a prevenção do defeito, em vez de confiar um sistema de inspeção final para detectar o trabalho mal feito e separá-lo. No módulo, todos são inspetores. E o custo? A redução dos custos totais é a quarta vantagem do sistema modular. Durante muitos anos, a gerência e a engenharia enfocaram sua atenção no custo da mão-de-obra direta mão-de-obra padronizada e excessos, esquecendo-se de que a meta é converter os materiais recebidos em um produto mais valioso adicionando valor e, ao mesmo tempo, usando recursos totais mínimos. O Sistema Modular Reduz os Custos Totais, conforme análise abaixo. Fator de Custo Custos Diretos: Minutos-padrão por Unidade Custo por Minuto-Padrão Excessos Custos Indiretos: Manipuladores de Material Inspetores de Qualidade e Retrabalho Supervisão e Pessoal Administrativo Despesas Gerais: Custos de Ocupação Custos de Manutenção de Estoques Amortização dos Equipamentos Custo dos Segundos Mudança Potencial Mais alto Mais alto Uma linha de montagem modular deve ter menos tempo padrão por unidade, medida na forma tradicional, devido à eliminação de manuseio do lote e da ação de apanhar e entregar a peça, sempre que duas ou mais operações são combinadas em uma única no posto de trabalho. É provável que o custo do minuto-padrão aumente, contudo, devido ao tempo necessário de ida e vinda entre operações para conseguir equilíbrio e a probabilidade, mas não certeza, de um ritmo de trabalho mais lento (o pagamento por minuto deve, então, ser aumentado para manter os níveis de salário). Os excessos devem ser menores devido à rotatividade menor (treinamento), flexibilidade do operador para realizar três ou mais operações sem pagamento adicional, e cultura de autogerenciamento do módulo. Existem probabilidades de economias significativas na mão-de-obra indireta e em despesas gerais. A única área com possibilidade de aumento de custo é a de fornecimento de equipamento extra. Isso varia muito de acordo com o produto. 11

12 Menos trabalho em processamento e estoques mais baixos significam menos capital investido. Nessas condições, a liberação do seu capital é a quinta vantagem da manufatura modular. As empresas com programas de estoque podem reduzir significativamente o estoque de produtos acabados e conseguir o mesmo nível de serviço ao cliente, se puder substituir o estoque em um oitavo do tempo necessário anteriormente. O inventário é empurrado para o fim do canal de fornecimento. E por último, mas não menos importante, o ambiente just-in-time a que os módulos pertencem, cria uma cultura de melhoria contínua, sem estagnação. O aperfeiçoamento contínuo é a vantagem final do sistema modular. Os controles modulares devem ser visuais, apresentando o problema de hoje para ser solucionado, e não os erros da semana passada. A alienação do trabalho transforma-se em envolvimento no futuro da companhia. A porta está aberta a uma cultura de participação nos sucessos de amanhã. 5. O Uso de Células de Produção no APL de Vestuário no Agreste Pernambucano: Estudo de Caso Os conceitos de célula de produção foram aplicados numa indústria de confecção inserida no APL de vestuário do agreste pernambucano. O trabalho consistiu na reorganização do leiaute do setor produtivo. Com base nas restrições de movimentação de máquinas foi implantado um leiaute que reduziu em mais de 70% da distância percorrida pelas peças. As etapas desenvolvidas nesse trabalho foram: 5.1 Levantamento do Leiaute Atual Inicialmente foi feito um levantamento dimensional do setor produtivo da empresa, gerando um mapa com o posicionamento das máquinas no estado inicial do projeto. 5.2 Esboço do Fluxo de Material no Leiaute Atual Com o mapa do posicionamento das máquinas em mãos foi esboçado o fluxo percorrido pelas peças durante o processo de fabricação, que a seguir foi comparado com o fluxo das alternativas de leiaute. 5.3 Projeto do Novo Leiaute Dentro do princípio da minimização da movimentação de peças e materiais foi gerado um novo leiaute. 12

15/09/2011. Historico / Conceito. Lean Production é um programa corporativo ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO II. Evolucao do Conceito LEAN THINKING

15/09/2011. Historico / Conceito. Lean Production é um programa corporativo ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO II. Evolucao do Conceito LEAN THINKING Historico / Conceito Lean : década de 80 James Womack (MIT) Projeto de pesquisa: fabricantes de motores automotivos; ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO II Lean Production é um programa corporativo composto por

Leia mais

Prof. Me. Vítor Hugo Dias da Silva

Prof. Me. Vítor Hugo Dias da Silva Prof. Me. Vítor Hugo Dias da Silva Programação e Controle da Produção é um conjunto de funções inter-relacionadas que objetivam comandar o processo produtivo e coordená-lo com os demais setores administrativos

Leia mais

FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO @ribeirord FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Rafael D. Ribeiro, M.Sc,PMP. rafaeldiasribeiro@gmail.com http://www.rafaeldiasribeiro.com.br Sistemas de Informação Sistemas de Apoio às Operações Sistemas

Leia mais

SEJAM BEM VINDOS!!!! 1

SEJAM BEM VINDOS!!!! 1 SEJAM BEM VINDOS!!!! 1 SEJAM BEM VINDOS AO QUARTO SEMESTRE!!! 2 Regras de ouro: Desligue o celular; Evitem ausentar-se da sala Evitem conversas paralelas (sem propósito com o assunto da aula); Dediquem-se

Leia mais

GESTÃO DA PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

GESTÃO DA PRODUÇÃO E OPERAÇÕES GESTÃO DA PRODUÇÃO E OPERAÇÕES CAPÍTULO 1 Gestão da produção: história, papel estratégico e objetivos Prof. Glauber Santos 1 GESTÃO DA PRODUÇÃO E OPERAÇÕES 1.1 Gestão da produção: apresentação Produção

Leia mais

JUST-IN-TIME & KANBAN

JUST-IN-TIME & KANBAN JUST-IN-TIME & KANBAN Prof. Darli Rodrigues Vieira darli@darli.com.br 1 OBJETIVO DA AULA OBJETIVO: EVIDENCIAR O QUE É JUST IN TIME E QUAL É SUA UTILIDADE EM PROJETOS DE OTIMIZAÇÃO DE RECURSOS EM OPERAÇÕES

Leia mais

O sistema Just-In-Time. Professor: Dannilo Barbosa Guimarães

O sistema Just-In-Time. Professor: Dannilo Barbosa Guimarães O sistema Just-In-Time Professor: Dannilo Barbosa Guimarães Introdução ao JIT O Just-In-Time surgiu no Japão na década de 70 na Toyota Motor Company (Taiichi Ohno). O JIT visa o combate ao desperdício

Leia mais

Unidade I GESTÃO DE SUPRIMENTOS E LOGÍSTICA. Prof. Léo Noronha

Unidade I GESTÃO DE SUPRIMENTOS E LOGÍSTICA. Prof. Léo Noronha Unidade I GESTÃO DE SUPRIMENTOS E LOGÍSTICA Prof. Léo Noronha A administração de materiais A administração de materiais procura conciliar as necessidades de suprimentos com a otimização dos recursos financeiros

Leia mais

Curso de Engenharia de Produção. Organização do Trabalho na Produção

Curso de Engenharia de Produção. Organização do Trabalho na Produção Curso de Engenharia de Produção Organização do Trabalho na Produção Organização do Trabalho na Produção Projeto do Trabalho -Objetivo: criar um ambiente produtivo e eficiente, onde cada um saiba o que

Leia mais

Módulo 2/3: Automação nos Sistemas de Produção. Prof. André Pedro Fernandes Neto

Módulo 2/3: Automação nos Sistemas de Produção. Prof. André Pedro Fernandes Neto Módulo 2/3: Automação nos Sistemas de Produção Prof. André Pedro Fernandes Neto Razões para Automatizar Alto custo de mão de obra Investimentos em máquinas que possam automatizar a produção com um custo

Leia mais

Sistema de Administração da Produção

Sistema de Administração da Produção Sistema de Administração da Produção (Extraído do livro Planejamento, Programação e Controle da Produção Enrique Correa e Irineu Gianesi e Mauro Caon Ed Atlas, 2001) 1. Definição São sistemas de Informação

Leia mais

JUST IN TIME: UMA DAS FERRAMENTAS DE OTIMIZAÇÃO DA PRODUÇÃO RESUMO

JUST IN TIME: UMA DAS FERRAMENTAS DE OTIMIZAÇÃO DA PRODUÇÃO RESUMO JUST IN TIME: UMA DAS FERRAMENTAS DE OTIMIZAÇÃO DA PRODUÇÃO RESUMO O presente artigo, mostra de forma clara e objetiva os processos da ferramenta Just in time, bem como sua importância para a área de produção.

Leia mais

Professor: Disciplina:

Professor: Disciplina: Professor: Curso: Esp. Marcos Morais de Sousa marcosmoraisdesousa@gmail.com Sistemas de informação Disciplina: Introdução a SI 19/04 Recursos e Tecnologias dos Sistemas de Informação Turma: 01º semestre

Leia mais

CONCEITOS E FUNÇÕES DO PLANEJAMENTO, DA PROGRAMAÇÃO E DO CONTROLE DA PRODUÇÃO PPCP (Petrônio Garcia Martins / Fernando Piero Martins Capítulo 7)

CONCEITOS E FUNÇÕES DO PLANEJAMENTO, DA PROGRAMAÇÃO E DO CONTROLE DA PRODUÇÃO PPCP (Petrônio Garcia Martins / Fernando Piero Martins Capítulo 7) CONCEITOS E FUNÇÕES DO PLANEJAMENTO, DA PROGRAMAÇÃO E DO CONTROLE DA PRODUÇÃO PPCP (Petrônio Garcia Martins / Fernando Piero Martins Capítulo 7) A ESTRATÉGIA DA MANUFATURA E O SISTEMA PPCP: A estratégia

Leia mais

FACULDADE DE JAGUARIÚNA

FACULDADE DE JAGUARIÚNA Redução de estoques em processos na linha de terminais móveis de pagamento eletrônico Renata da Silva Alves (Eng. De Produção - FAJ) alvesresilva@gmail.com Prof. Me. Eduardo Guilherme Satolo (Eng. De Produção

Leia mais

Conversa Inicial. Olá! Seja bem-vindo à quarta aula de Fundamentos de Sistemas de Informação.

Conversa Inicial. Olá! Seja bem-vindo à quarta aula de Fundamentos de Sistemas de Informação. Conversa Inicial Olá! Seja bem-vindo à quarta aula de Fundamentos de Sistemas de Informação. Hoje iremos abordar os seguintes assuntos: a origem dos sistemas integrados (ERPs), os módulos e fornecedores

Leia mais

Evolução dos sistemas ERP nas empresas

Evolução dos sistemas ERP nas empresas Evolução dos sistemas ERP nas empresas Aloísio André dos Santos (ITA) aloisio@mec.ita.br João Murta Alves (ITA) murta@mec.ita.br Resumo Os sistemas ERP são considerados uma evolução dos sistemas de administração

Leia mais

ERP. Planejamento de recursos empresariais

ERP. Planejamento de recursos empresariais ERP Enterprise Resource Planning Planejamento de recursos empresariais ERP Enterprise Resource Planning -Sistema de Gestão Empresarial -Surgimento por volta dos anos 90 -Existência de uma base de dados

Leia mais

CONFIRA UMA BREVE DESCRIÇÃO DAS VANTAGENS COMPETITIVAS OBTIDAS A PARTIR DE CADA META COMPETITIVA VANTAGEM DA QUALIDADE

CONFIRA UMA BREVE DESCRIÇÃO DAS VANTAGENS COMPETITIVAS OBTIDAS A PARTIR DE CADA META COMPETITIVA VANTAGEM DA QUALIDADE CHÃO DE FÁBRICA A PRODUÇÃO COMPETITIVA CONFIRA UMA BREVE DESCRIÇÃO DAS VANTAGENS COMPETITIVAS OBTIDAS A PARTIR DE CADA META COMPETITIVA VANTAGEM DA QUALIDADE Foco principal das empresas que competem com

Leia mais

Objetivo da Aula. Enterprise Resource Planning - ERP. Descrever os sistemas ERP, seus módulos e possíveis aplicações e tendências 23/4/2010

Objetivo da Aula. Enterprise Resource Planning - ERP. Descrever os sistemas ERP, seus módulos e possíveis aplicações e tendências 23/4/2010 Enterprise Resource Planning - ERP Objetivo da Aula Descrever os sistemas ERP, seus módulos e possíveis aplicações e tendências 2 1 Sumário Informação & TI Sistemas Legados ERP Classificação Módulos Medidas

Leia mais

LOGO. Sistema de Produção Puxada

LOGO. Sistema de Produção Puxada LOGO Lean Manufacturing Sistema de Produção Puxada Pull Production System 1 Conteúdo 1 Definição 2 Objetivo 3 Sistema Empurrado 4 Sistema Empurrado X Puxado 2 Lean Manufacturing Conteúdo 5 Sistema de Produção

Leia mais

PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DE CADEIAS PRODUTIVAS

PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DE CADEIAS PRODUTIVAS PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DE CADEIAS PRODUTIVAS 2ª OFICINA MAPEAMENTO DO FLUXO DE VALOR Lean Manufacturing é a busca da perfeição do processo através da eliminação de desperdícios Definir Valor Trabalhar

Leia mais

ERP. Enterprise Resource Planning. Planejamento de recursos empresariais

ERP. Enterprise Resource Planning. Planejamento de recursos empresariais ERP Enterprise Resource Planning Planejamento de recursos empresariais O que é ERP Os ERPs em termos gerais, são uma plataforma de software desenvolvida para integrar os diversos departamentos de uma empresa,

Leia mais

LOGÍSTICA GLOBAL. Sistemas de Logística EDI, MRP e ERP.

LOGÍSTICA GLOBAL. Sistemas de Logística EDI, MRP e ERP. LOGÍSTICA GLOBAL Sistemas de Logística EDI, MRP e ERP. EDI Intercâmbio Eletrônico de Dados Introdução O atual cenário econômico é marcado por: a) intensa competitividade, b) pela necessidade de rápida

Leia mais

Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais

Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais Capítulo 3: Sistemas de Apoio Gerenciais Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais Objetivos do Capítulo Explicar como os SI empresariais podem apoiar as necessidades de informação de executivos,

Leia mais

Sistemas Empresariais. Capítulo 3: Sistemas de Negócios. Colaboração SPT SIG

Sistemas Empresariais. Capítulo 3: Sistemas de Negócios. Colaboração SPT SIG Capítulo 3: Sistemas de Negócios Colaboração SPT SIG Objetivos do Capítulo Explicar como os SI empresariais podem apoiar as necessidades de informação de executivos, gerentes e profissionais de empresas.

Leia mais

Sistemas de Informação Empresarial. Gerencial

Sistemas de Informação Empresarial. Gerencial Sistemas de Informação Empresarial SIG Sistemas de Informação Gerencial Visão Integrada do Papel dos SI s na Empresa [ Problema Organizacional ] [ Nível Organizacional ] Estratégico SAD Gerência sênior

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE CIÊNCIAS SÓCIO-ECONÔMICAS E HUMANAS DE ANÁPOLIS

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE CIÊNCIAS SÓCIO-ECONÔMICAS E HUMANAS DE ANÁPOLIS 1. EMENTA Noções básicas de Administração da Produção. Noções básicas sobre a evolução do Pensamento Administrativo. Papel estratégico e objetivos da produção. Estratégia de produção. Projeto em gestão

Leia mais

Aluno: RA: INSTRUÇÕES GERAIS

Aluno: RA: INSTRUÇÕES GERAIS PROVA DE EIXO - REGULAR CURSOS: ADMINISTRAÇÃO Disciplina: Gestão de Operações IV Duração: 1h30 90 minutos Professor: Número de questões: 20 Data: 12/06/2010 Nota: Aluno: RA: INSTRUÇÕES GERAIS 1. A prova

Leia mais

LAYOUT IMPACTANDO DIRETAMENTE NOS CUSTOS DE PRODUÇÃO: LUCRO NA PRODUÇÃO COM ÊNFASE NO JUST-IN- TIME

LAYOUT IMPACTANDO DIRETAMENTE NOS CUSTOS DE PRODUÇÃO: LUCRO NA PRODUÇÃO COM ÊNFASE NO JUST-IN- TIME 1 LAYOUT IMPACTANDO DIRETAMENTE NOS CUSTOS DE PRODUÇÃO: LUCRO NA PRODUÇÃO COM ÊNFASE NO JUST-IN- TIME Marcio Alves Suzano, M.Sc. Marco Antônio Ribeiro de Almeida, D.Sc. José Augusto Dunham, M.Sc. RESUMO.

Leia mais

GESTÃO EM PRODUÇÃO E SERVIÇOS

GESTÃO EM PRODUÇÃO E SERVIÇOS UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO ESCOLA POLITÉCNICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA INDUSTRIAL MBA GESTÃO EM PRODUÇÃO E SERVIÇOS DISCIPLINAS E EMENTAS SINTONIZANDO PERCEPÇÕES E UNIFORMIZANDO A LINGUAGEM

Leia mais

Unidade IV ADMINISTRAÇÃO DE. Profa. Lérida Malagueta

Unidade IV ADMINISTRAÇÃO DE. Profa. Lérida Malagueta Unidade IV ADMINISTRAÇÃO DE PRODUÇÃO E OPERAÇÕES Profa. Lérida Malagueta Planejamento e controle da produção O PCP é o setor responsável por: Definir quanto e quando comprar Como fabricar ou montar cada

Leia mais

Advanced Planning and Scheduling

Advanced Planning and Scheduling Advanced Planning and Scheduling Por Soraya Oliveira e Raquel Flexa A importância do planejamento Uma cadeia de suprimentos é composta por diversos elos conectados que realizam diferentes processos e atividades

Leia mais

PRODUÇÃO ENXUTA. Eng. Liane Freitas, MsC.

PRODUÇÃO ENXUTA. Eng. Liane Freitas, MsC. PRODUÇÃO ENXUTA Eng. Liane Freitas, MsC. O que será visto neste capítulo? 1 O significado a filosofia JIT 2 O JIT versus a prática tradicional 3 As técnicas JIT de gestão 4 As técnicas JIT de planejamento

Leia mais

PLANEJAMENTO OPERACIONAL - MARKETING E PRODUÇÃO MÓDULO 18 PROGRAMAÇÃO DE MATERIAIS

PLANEJAMENTO OPERACIONAL - MARKETING E PRODUÇÃO MÓDULO 18 PROGRAMAÇÃO DE MATERIAIS PLANEJAMENTO OPERACIONAL - MARKETING E PRODUÇÃO MÓDULO 18 PROGRAMAÇÃO DE MATERIAIS Índice 1. Programação de materiais...3 2. Compras...4 2.1. Análise das OCs recebidas... 4 2.2. Pesquisa, identificação

Leia mais

Planejamento da produção. FATEC Prof. Paulo Medeiros

Planejamento da produção. FATEC Prof. Paulo Medeiros Planejamento da produção FATEC Prof. Paulo Medeiros Planejamento da produção O sistema de produção requer a obtenção e utilização dos recursos produtivos que incluem: mão-de-obra, materiais, edifícios,

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico ETEC PAULINO BOTELHO / E.E. ESTERINA PLACCO (EXTENSAO) Código: 091.01 Município: São Carlos Eixo Tecnológico: Gestão e Negócios Habilitação Profissional: Nível

Leia mais

DEFINIÇÃO DE LEAN MANUFACTURING

DEFINIÇÃO DE LEAN MANUFACTURING MANUFATURA ENXUTA DEFINIÇÃO DE LEAN MANUFACTURING A ORIGEM DA PALAVRA LEAN O termo LEAN foi cunhado originalmente no livro A Máquina que Mudou o Mundo de Womack, Jones e Roos, publicado nos EUA em 1990.

Leia mais

ESTUDO DA VIABILIDADE ECONÔMICA DE IMPLANTAÇÃO DO SOFTWARE MRP I EM UMA MICRO-EMPRESA MOVELEIRA LOCALIZADA NO VALE DO PARAIBA

ESTUDO DA VIABILIDADE ECONÔMICA DE IMPLANTAÇÃO DO SOFTWARE MRP I EM UMA MICRO-EMPRESA MOVELEIRA LOCALIZADA NO VALE DO PARAIBA ESTUDO DA VIABILIDADE ECONÔMICA DE IMPLANTAÇÃO DO SOFTWARE MRP I EM UMA MICRO-EMPRESA MOVELEIRA LOCALIZADA NO VALE DO PARAIBA Tiago Augusto Cesarin 1, Vilma da Silva Santos 2, Edson Aparecida de Araújo

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM PROCESSOS GERENCIAIS 1º SEMESTRE

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM PROCESSOS GERENCIAIS 1º SEMESTRE CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM PROCESSOS GERENCIAIS 1º SEMESTRE DISCIPLINA: INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO Ementa: Identificar os elementos básicos das organizações: recursos, objetivos e decisões. Desenvolver

Leia mais

Lean na indústria gráfica: um estudo de caso

Lean na indústria gráfica: um estudo de caso Lean na indústria gráfica: um estudo de caso Osiran Lima* Este artigo mostra a implementação de células de manufatura em uma empresa gráfica, substituindo o layout linear pelo layout celular, onde foi

Leia mais

AUTOMAÇÃO APLICADA À MANUFATURA

AUTOMAÇÃO APLICADA À MANUFATURA AUTOMAÇÃO APLICADA À MANUFATURA Automação e mão de obra Patrícia Lins de Paula 16/04/2012 62 AUTOMAÇÃO APLICADA À MANUFATURA 2. Automação e mão de obra 2.1 Setores e operações de produção 2.2 Instalações

Leia mais

1. Introdução. 1.1 Apresentação

1. Introdução. 1.1 Apresentação 1. Introdução 1.1 Apresentação Empresas que têm o objetivo de melhorar sua posição competitiva diante do mercado e, por consequência tornar-se cada vez mais rentável, necessitam ter uma preocupação contínua

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA Capítulo 2 SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA 2.1 2003 by Prentice Hall OBJETIVOS Quais são as principais aplicações de sistemas na empresa? Que papel eles desempenham? Como os sistemas de informação apóiam

Leia mais

UCAM UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES FRANCISCO DE ASSIS GURGEL A IMPORTÂNCIA DO ERP NA GESTÃO EMPRESARIAL

UCAM UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES FRANCISCO DE ASSIS GURGEL A IMPORTÂNCIA DO ERP NA GESTÃO EMPRESARIAL UCAM UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES FRANCISCO DE ASSIS GURGEL A IMPORTÂNCIA DO ERP NA GESTÃO EMPRESARIAL NATAL RN 2013 UCAM UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES FRANCISCO DE ASSIS GURGEL A IMPORTÂNCIA DO ERP NA GESTÃO

Leia mais

SISTEMAS DE NEGÓCIOS B) INFORMAÇÃO GERENCIAL

SISTEMAS DE NEGÓCIOS B) INFORMAÇÃO GERENCIAL 1 SISTEMAS DE NEGÓCIOS B) INFORMAÇÃO GERENCIAL 1. SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL (SIG) Conjunto integrado de pessoas, procedimentos, banco de dados e dispositivos que suprem os gerentes e os tomadores

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO GERENCIAL: UM ESTUDO DE CASO EM UMA PEQUENA EMPRESA DO SETOR AGRONEGÓCIO NO MUNICÍPIO DE BAMBUÍ/MG.

A IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO GERENCIAL: UM ESTUDO DE CASO EM UMA PEQUENA EMPRESA DO SETOR AGRONEGÓCIO NO MUNICÍPIO DE BAMBUÍ/MG. Bambuí/MG - 2008 A IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO GERENCIAL: UM ESTUDO DE CASO EM UMA PEQUENA EMPRESA DO SETOR AGRONEGÓCIO NO MUNICÍPIO DE BAMBUÍ/MG. Ana Cristina Teixeira AMARAL (1); Wemerton Luis EVANGELISTA

Leia mais

Dados x Informações. Os Sistemas de Informação podem ser:

Dados x Informações. Os Sistemas de Informação podem ser: CONCEITOS INICIAIS O tratamento da informação precisa ser visto como um recurso da empresa. Deve ser planejado, administrado e controlado de forma eficaz, desenvolvendo aplicações com base nos processos,

Leia mais

Sistema de Informações da Produção Utilizando o Método Kanban

Sistema de Informações da Produção Utilizando o Método Kanban Ciências da Computação FURB Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) Sistema de Informações da Produção Utilizando o Método Kanban Alzir Wagner Orientador: Wilson Pedro Carli Fevereiro de 2008 Roteiro de apresentação

Leia mais

17/02/2015 JIT KANBAN. Uma técnica que se utiliza de várias normas e regras para modificar o ambiente produtivo.

17/02/2015 JIT KANBAN. Uma técnica que se utiliza de várias normas e regras para modificar o ambiente produtivo. ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO JIT KANBAN - JIT Uma técnica que se utiliza de várias normas e regras para modificar o ambiente produtivo. Técnica voltada para a otimização da produção. PODE SER APLICADA TANTO

Leia mais

ERP: Pacote Pronto versus Solução in house

ERP: Pacote Pronto versus Solução in house ERP: Pacote Pronto versus Solução in house Introdução Com a disseminação da utilidade e dos ganhos em se informatizar e integrar os diversos departamentos de uma empresa com o uso de um ERP, algumas empresas

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2010. Ensino Técnico. Qualificação: TÉCNICO EM LOGÍSTICA

Plano de Trabalho Docente 2010. Ensino Técnico. Qualificação: TÉCNICO EM LOGÍSTICA Plano de Trabalho Docente 2010 Ensino Técnico ETEC. RODRIGUES DE ABREU Código: 135 Município: BAURU/SP Área Profissional: GESTÃO E NEGÓCIOS Habilitação Profissional: TÉCNICO EM LOGÍSTICA Qualificação:

Leia mais

SISTEMAS DE NEGÓCIOS. a) SISTEMAS DE APOIO EMPRESARIAIS

SISTEMAS DE NEGÓCIOS. a) SISTEMAS DE APOIO EMPRESARIAIS 1 SISTEMAS DE NEGÓCIOS a) SISTEMAS DE APOIO EMPRESARIAIS 1. COLABORAÇÃO NAS EMPRESAS Os sistemas colaborativos nas empresas nos oferecem ferramentas para nos ajudar a colaborar, comunicando idéias, compartilhando

Leia mais

UMA ABORDAGEM DE CUSTOS NA FORMAÇÃO DE ESTOQUES

UMA ABORDAGEM DE CUSTOS NA FORMAÇÃO DE ESTOQUES UMA ABORDAGEM DE CUSTOS NA FORMAÇÃO DE ESTOQUES Fernando Santos Carlomagno (G-UEM) Resumo Este trabalho trabalhar o tema uma abordagem custos na formação de estoques, nele através de pesquisa iremos relatar

Leia mais

Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello

Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Prof. Roberto Marcello SI Sistemas de gestão A Gestão dos Sistemas Integrados é uma forma organizada e sistemática de buscar a melhoria de resultados.

Leia mais

TÍTULO: SISTEMA HÍBRIDO DE GESTÃO DA PRODUÇÃO: INTEGRANDO KANBAN E MRPII

TÍTULO: SISTEMA HÍBRIDO DE GESTÃO DA PRODUÇÃO: INTEGRANDO KANBAN E MRPII Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: SISTEMA HÍBRIDO DE GESTÃO DA PRODUÇÃO: INTEGRANDO KANBAN E MRPII CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA:

Leia mais

Vantagens competitivas e estratégicas no uso de operadores logísticos. Prof. Paulo Medeiros

Vantagens competitivas e estratégicas no uso de operadores logísticos. Prof. Paulo Medeiros Vantagens competitivas e estratégicas no uso de operadores logísticos Prof. Paulo Medeiros Introdução nos EUA surgiram 100 novos operadores logísticos entre 1990 e 1995. O mercado para estas empresas que

Leia mais

Novas Formas de Organização do Trabalho

Novas Formas de Organização do Trabalho Novas Formas de Organização do Trabalho Nesse cenário tecnológico, os trabalhadores são organizados em um novo conceito de divisão do trabalho que compreende: a) Novas tecnologias de produção; b) Novos

Leia mais

MRP COMO SISTEMA PROPULSOR DE MELHORIAS NA ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS

MRP COMO SISTEMA PROPULSOR DE MELHORIAS NA ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS ISSN 1984-9354 MRP COMO SISTEMA PROPULSOR DE MELHORIAS NA ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS Jamile Pereira Cunha Rodrigues (UESC) Resumo Diante do atual cenário competitivo empresarial, as empresas estão buscando

Leia mais

ERP. Agenda ERP. Enterprise Resource Planning. Origem Funcionalidades Integração Projeto Caso de Sucesso Projeto ERP em Números

ERP. Agenda ERP. Enterprise Resource Planning. Origem Funcionalidades Integração Projeto Caso de Sucesso Projeto ERP em Números ERP Enterprise Resource Planning 1 Agenda Origem Funcionalidades Integração Projeto Caso de Sucesso Projeto ERP em Números ERP Com o avanço da TI as empresas passaram a utilizar sistemas computacionais

Leia mais

Just in Time Massagista JIT?

Just in Time Massagista JIT? Just Just in Time Time Massagista JIT? Planejamento e Controle Just-in-Time Fornecimento de produtos e serviços Recursos de produção Just-in-Time Entrega de produtos e serviços apenas quando são necessários

Leia mais

Prof. Marcelo Mello. Unidade III DISTRIBUIÇÃO E

Prof. Marcelo Mello. Unidade III DISTRIBUIÇÃO E Prof. Marcelo Mello Unidade III DISTRIBUIÇÃO E TRADE MARKETING Canais de distribuição Canal vertical: Antigamente, os canais de distribuição eram estruturas mercadológicas verticais, em que a responsabilidade

Leia mais

Softwares de Sistemas e de Aplicação

Softwares de Sistemas e de Aplicação Fundamentos dos Sistemas de Informação Softwares de Sistemas e de Aplicação Profª. Esp. Milena Resende - milenaresende@fimes.edu.br Visão Geral de Software O que é um software? Qual a função do software?

Leia mais

MRP / MRP II / ERP (capítulos 11 e 12)

MRP / MRP II / ERP (capítulos 11 e 12) MRP / MRP II / ERP (capítulos 11 e 12) As siglas MRP, MRP II e ERP são bastante difundidas e significam: MRP Materials Requirements Planning Planejamento das Necessidades de Materiais; MRP II Resource

Leia mais

07/02/2015 1901-1972 BIBLIOGRAFIA BÁSICA

07/02/2015 1901-1972 BIBLIOGRAFIA BÁSICA EMENTA Ementa: Conceitos e estrutura da administração de produção. Sistemas de produção. Planejamento e controle da produção. Desenvolvimento de novos produtos. Técnicas modernas de administração de produção.

Leia mais

Uma indústria mantém estoque de materiais; Um escritório contábil mantém estoque de informações; e

Uma indústria mantém estoque de materiais; Um escritório contábil mantém estoque de informações; e Fascículo 2 Gestão de estoques Segundo Nigel Slack, estoque é definido como a acumulação armazenada de recursos materiais em um sistema de transformação. O termo estoque também pode ser usado para descrever

Leia mais

O conceito de CIM e a integração de processos. Evolução da Manufatura

O conceito de CIM e a integração de processos. Evolução da Manufatura O conceito de CIM e a integração de processos Prof. Breno Barros Telles do Carmo Evolução da Manufatura Integração.A evolução da manufatura segundo reportado em Russell e Taylor III (1995) se deu em quatro

Leia mais

MRP - MATERIAL REQUERIMENT PLANNING (PLANEJAMENTO DAS NECESSIDADES DE MATERIAS)

MRP - MATERIAL REQUERIMENT PLANNING (PLANEJAMENTO DAS NECESSIDADES DE MATERIAS) MRP - MATERIAL REQUERIMENT PLANNING (PLANEJAMENTO DAS NECESSIDADES DE MATERIAS) SILVA M. C. Melo. UFSe (2001) MRP e MRP II O objetivo do conteúdo dessas aulas é enfocar os sistemas MRP e MRPII no processo

Leia mais

3 CONTEÚDO PROGRMÁTICO

3 CONTEÚDO PROGRMÁTICO UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO Centro de Ciências Jurídicas e Econômicas Departamento de Administração Curso de Administração Av. Fernando Ferrari, 514 - Campus Universitário - Goiabeiras CEP.

Leia mais

Realizado por: Crist..., Mar... MODELAGEM. FIB - Faculdades. Administração de Empresas

Realizado por: Crist..., Mar... MODELAGEM. FIB - Faculdades. Administração de Empresas Realizado por: Crist..., Mar... MODELAGEM FIB - Faculdades Administração de Empresas 2009 MODELAGEM ESTUDO DE CASO: Trabalho solicitado pelo Prof.: Trabalho realizado para a disciplina de FIB - Faculdades

Leia mais

INTEGRAÇÃO DA MANUFATURA ATRAVÉS DAS TECNOLOGIAS CIM E ERP: O CASO DAS OFICINAS DE MANUTENÇÃO DA ARCELORMITTAL TUBARÃO

INTEGRAÇÃO DA MANUFATURA ATRAVÉS DAS TECNOLOGIAS CIM E ERP: O CASO DAS OFICINAS DE MANUTENÇÃO DA ARCELORMITTAL TUBARÃO INTEGRAÇÃO DA MANUFATURA ATRAVÉS DAS TECNOLOGIAS CIM E ERP: O CASO DAS OFICINAS DE MANUTENÇÃO DA ARCELORMITTAL TUBARÃO CRISTIANA GONÇALVES BORGES (UFPB//PPGEP) cristiana.borges@arcelor.com.br Joeli Cuzzuol

Leia mais

Introdução ao Lean Manufacturing. Dário Spinola

Introdução ao Lean Manufacturing. Dário Spinola Introdução ao Lean Manufacturing Dário Spinola Dário Uriel P. Spinola Sócio da Táktica Consultoria em Manufatura MBA em Conhecimento, Tecnologia e Inovação pela FIA/FEA USP Mestrando e Engenheiro de Produção

Leia mais

Engª de Produção Prof.: Jesiel Brito. Sistemas Integrados de Produção ERP. Enterprise Resources Planning

Engª de Produção Prof.: Jesiel Brito. Sistemas Integrados de Produção ERP. Enterprise Resources Planning ERP Enterprise Resources Planning A Era da Informação - TI GRI Information Resource Management -Informação Modo organizado do conhecimento para ser usado na gestão das empresas. - Sistemas de informação

Leia mais

GERENCIANDO INCERTEZAS NO PLANEJAMENTO LOGÍSTICO: O PAPEL DO ESTOQUE DE SEGURANÇA

GERENCIANDO INCERTEZAS NO PLANEJAMENTO LOGÍSTICO: O PAPEL DO ESTOQUE DE SEGURANÇA GERENCIANDO INCERTEZAS NO PLANEJAMENTO LOGÍSTICO: O PAPEL DO ESTOQUE DE SEGURANÇA Eduardo Saggioro Garcia Leonardo Salgado Lacerda Rodrigo Arozo Benício Erros de previsão de demanda, atrasos no ressuprimento

Leia mais

2. Logística. 2.1 Definição de Logística

2. Logística. 2.1 Definição de Logística 2. Logística 2.1 Definição de Logística Por muito tempo a Logística foi tratada de forma desagregada. Cada uma das funções logísticas era tratada independentemente e como áreas de apoio ao negócio. Segundo

Leia mais

IMPLEMENTAÇÃO DE ROTA LOGÍSTICA LEAN PARA O ABASTECIMENTO INTERNO DE MATERIAIS: ESTUDO EMPÍRICO EM UMA EMPRESA DO SETOR METAL MECÂNICO

IMPLEMENTAÇÃO DE ROTA LOGÍSTICA LEAN PARA O ABASTECIMENTO INTERNO DE MATERIAIS: ESTUDO EMPÍRICO EM UMA EMPRESA DO SETOR METAL MECÂNICO IMPLEMENTAÇÃO DE ROTA LOGÍSTICA LEAN PARA O ABASTECIMENTO INTERNO DE MATERIAIS: ESTUDO EMPÍRICO EM UMA EMPRESA DO SETOR METAL MECÂNICO Bruno Carara (UFRGS) bcarara@hotmail.com Felipe Muller Treter (UFRGS)

Leia mais

Bases Tecnológicas do curso de Logística 1991 3º Módulo

Bases Tecnológicas do curso de Logística 1991 3º Módulo Bases Tecnológicas do curso de Logística 1991 3º Módulo III.1 GESTÃO DE TRANSPORTES 1.1. O desenvolvimento econômico e o transporte. 1.2. A geografia brasileira, a infraestrutura dos estados, municípios

Leia mais

Aplicação de Layout Celular na Recuperação de. Eficiência na Remanufatura

Aplicação de Layout Celular na Recuperação de. Eficiência na Remanufatura Aplicação de Layout Celular na Recuperação de Produtos: Uma Proposta Lean para Aumentar a Eficiência na Remanufatura (UFSC) - marinabouzon@gmail.com Carlos M. Taboada Rodriguez taboada@deps.ufsc.br Abelardo

Leia mais

SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO EMPRESARIAL E A ADMINISTRAÇÃO DE PATRIMÔNIO ALUNO: SALOMÃO DOS SANTOS NUNES MATRÍCULA: 19930057

SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO EMPRESARIAL E A ADMINISTRAÇÃO DE PATRIMÔNIO ALUNO: SALOMÃO DOS SANTOS NUNES MATRÍCULA: 19930057 INTRODUÇÃO SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO EMPRESARIAL E A ADMINISTRAÇÃO DE PATRIMÔNIO ALUNO: SALOMÃO DOS SANTOS NUNES MATRÍCULA: 19930057 Há algum tempo, podemos observar diversas mudanças nas organizações,

Leia mais

De onde vieram e para onde vão os sistemas integrados de gestao ERP

De onde vieram e para onde vão os sistemas integrados de gestao ERP Artigo 02 De onde vieram e para onde vão os sistemas integrados de gestao ERP Este documento faz parte do material que compõe o livro: Planejamento, Programação e Controle da Produção MRP II / ERP: Conceitos,

Leia mais

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0. Bloco Suprimentos. WMS Gerenciamento de Armazém

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0. Bloco Suprimentos. WMS Gerenciamento de Armazém Bloco Suprimentos WMS Gerenciamento de Armazém Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre o Módulo WMS, que se encontra no Bloco Suprimentos. Todas informações aqui disponibilizadas foram

Leia mais

22/02/2009. Supply Chain Management. É a integração dos processos do negócio desde o usuário final até os fornecedores originais que

22/02/2009. Supply Chain Management. É a integração dos processos do negócio desde o usuário final até os fornecedores originais que Supply Chain Management SUMÁRIO Gestão da Cadeia de Suprimentos (SCM) SCM X Logística Dinâmica Sugestões Definição Cadeia de Suprimentos É a integração dos processos do negócio desde o usuário final até

Leia mais

Planejamento, Programação e Controle da Produção

Planejamento, Programação e Controle da Produção Planejamento, Programação e Controle da Produção Aula 01 Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade Nove de Julho Este material é parte integrante da disciplina oferecida pela UNINOVE. O acesso

Leia mais

FTAD Formação Técnica em Administração de Empresas. Módulo: Administração de Materiais. Profª Neuza

FTAD Formação Técnica em Administração de Empresas. Módulo: Administração de Materiais. Profª Neuza FTAD Formação Técnica em Administração de Empresas Módulo: Administração de Materiais Profª Neuza AULA ANTERIOR: Compras O que é??? É uma atividade de aquisição que visa garantir o abastecimento da empresa

Leia mais

Análise da Utilização de Conceitos de Produção Enxuta em uma Pequena Empresa do Setor Metal Mecânico

Análise da Utilização de Conceitos de Produção Enxuta em uma Pequena Empresa do Setor Metal Mecânico Análise da Utilização de Conceitos de Produção Enxuta em uma Pequena Empresa do Setor Metal Mecânico Matheus Castro de Carvalho (matheus_c_carvalho@hotmail.com / CESUPA) Resumo: A aplicação dos conceitos

Leia mais

CONSIDERAÇÕES SOBRE A FILOSOFIA JUST-IN-TIME (JIT)

CONSIDERAÇÕES SOBRE A FILOSOFIA JUST-IN-TIME (JIT) CONSIDERAÇÕES SOBRE A FILOSOFIA JUST-IN-TIME (JIT) Francisco Estevam Martins de Oliveira * 1 INTRODUÇÃO O cenário mundial tem se caracterizado por mudanças tão radicais e rápidas que uma década parece

Leia mais

Fiorella Del Bianco. Tema. Objetivo. O que é o kanban? O uso do kanban como técnica para otimizar os princípios do just-in-time.

Fiorella Del Bianco. Tema. Objetivo. O que é o kanban? O uso do kanban como técnica para otimizar os princípios do just-in-time. Fiorella Del Bianco Tema O uso do kanban como técnica para otimizar os princípios do just-in-time. Objetivo Apresentar a aplicação de uma técnica simples e altamente eficaz para auxiliar na implementação

Leia mais

Método: aulas expositivas, transparências e Estudo de Casos. Exercícios estruturados; Provas e trabalhos em grupo.

Método: aulas expositivas, transparências e Estudo de Casos. Exercícios estruturados; Provas e trabalhos em grupo. UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CCJE Departamento de Administração Prof. Marcos Paulo Valadares de Oliveira marcos.p.oliveira@ufes.br ADM 2179 - Administração de Materiais - Programa 1 Semestre

Leia mais

TÍTULO: JUST - IN - TIME NO SISTEMA DE PRODUÇÃO FAST - FOOD CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO

TÍTULO: JUST - IN - TIME NO SISTEMA DE PRODUÇÃO FAST - FOOD CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO TÍTULO: JUST - IN - TIME NO SISTEMA DE PRODUÇÃO FAST - FOOD CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO INSTITUIÇÃO: FACULDADE DE TECNOLOGIA ZONA LESTE AUTOR(ES): FLÁVIO

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA 1 OBJETIVOS 1. Quais são as principais aplicações de sistemas na empresa? Que papel eles desempenham? 2. Como os sistemas de informação apóiam as principais funções empresariais:

Leia mais

Software de gerenciamento de trabalho

Software de gerenciamento de trabalho Software de gerenciamento de trabalho Software de gerenciamento de trabalho GoalPost O software de gerenciamento de trabalho (LMS) GoalPost da Intelligrated fornece informações sob demanda para medir,

Leia mais

Universidade Federal de Goiás UFG Campus Catalão CAC Departamento de Engenharia de Produção. Sistemas ERP. PCP 3 - Professor Muris Lage Junior

Universidade Federal de Goiás UFG Campus Catalão CAC Departamento de Engenharia de Produção. Sistemas ERP. PCP 3 - Professor Muris Lage Junior Sistemas ERP Introdução Sucesso para algumas empresas: acessar informações de forma rápida e confiável responder eficientemente ao mercado consumidor Conseguir não é tarefa simples Isso se deve ao fato

Leia mais

Sistemas de Transformação e Estratégia de produção

Sistemas de Transformação e Estratégia de produção Sistemas de Transformação e de produção A seleção do Processo de produção depende: -Tecnologia dos Processos de Transformaçã ção -Tecnologia dos meios auxiliares (dispositivos, ferramentas) -Tecnologia

Leia mais

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0 Autor: Marco Polo Viana. Bloco Suprimentos

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0 Autor: Marco Polo Viana. Bloco Suprimentos Bloco Suprimentos Controle de Produção PCP Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre o Módulo Controle de Produção PCP, que se encontra no Bloco Suprimentos. Todas informações aqui disponibilizadas

Leia mais

Estudo do Layout Ricardo A. Cassel Áreas de Decisão na Produção

Estudo do Layout Ricardo A. Cassel Áreas de Decisão na Produção Estudo do Layout Ricardo A. Cassel Áreas de Decisão na Produção Áreas de decisão Instalações Capacidade de Produção Tecnologia Integração Vertical Organização Recursos Humanos Qualidade Planejamento e

Leia mais

Estruturando o Fluxo Puxado - Sistema Puxado e Nivelado

Estruturando o Fluxo Puxado - Sistema Puxado e Nivelado 1 SÍNTESE E CONCLUSÃO Como acoplar ou integrar gerencialmente uma cadeia de valor (ou etapas de um processo produtivo) no âmbito da filosofia Lean? SISTEMA PUXADO NIVELADO SISTEMA PUXADO NIVELADO: É o

Leia mais

DIFERENTES INTERPRETAÇÕES DO CONCEITO DE SUPPLY CHAIN MANAGEMENT

DIFERENTES INTERPRETAÇÕES DO CONCEITO DE SUPPLY CHAIN MANAGEMENT Artigo para a Revista Global Fevereiro de 2007 DIFERENTES INTERPRETAÇÕES DO CONCEITO DE SUPPLY CHAIN MANAGEMENT O conceito de Supply Chain Management (SCM), denominado Administração da Cadeia de Abastecimento

Leia mais

Recursos Materiais e Patrimoniais

Recursos Materiais e Patrimoniais Recursos Materiais e Patrimoniais Professor conteudista: Jean Carlos Cavaleiro Sumário Recursos Materiais e Patrimoniais Unidade I 1 OS RECURSOS...2 1.1 Administração de materiais...6 1.1.1 Medida de desempenho...6

Leia mais

PLANEJAMENTO DO LAYOUT PARA MELHORIA DA MOVIMENTAÇÃO INTERNA EM UMA EMPRESA DE LACRES

PLANEJAMENTO DO LAYOUT PARA MELHORIA DA MOVIMENTAÇÃO INTERNA EM UMA EMPRESA DE LACRES Instituto de Educação Tecnológica Pós-graduação Engenharia Logística/6º 07/05/2015 PLANEJAMENTO DO LAYOUT PARA MELHORIA DA MOVIMENTAÇÃO INTERNA EM UMA EMPRESA DE LACRES Hendy de Oliveira Analista de Suprimentos

Leia mais

SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO. Prof. Esp. Lucas Cruz

SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO. Prof. Esp. Lucas Cruz SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO Prof. Esp. Lucas Cruz SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO Os SIs têm o objetivo de automatizar os diversos processos empresariais, visando aumentar o controle e a produtividade, bem

Leia mais