Intouch SECRETARIA DE EDUCAÇÃO MÉDIA E TECNOLÓGICA CEFETES - SERRA COORDENADORIA DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL VERSO SEBASTIÃO ALVES CARNEIRO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Intouch SECRETARIA DE EDUCAÇÃO MÉDIA E TECNOLÓGICA CEFETES - SERRA COORDENADORIA DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL VERSO SEBASTIÃO ALVES CARNEIRO"

Transcrição

1 SECRETARIA DE EDUCAÇÃO MÉDIA E TECNOLÓGICA CEFETES - SERRA COORDENADORIA DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL Intouch VERSO SEBASTIÃO ALVES CARNEIRO Serra ES 2007/1 1 2

2 SUMÁRIO INTRODUÇÃO 4 SISTEMA SUPERVISÓRIO 5 FUNCÕES BÁSICAS DE UM SUPERVISÓRIO 6 TIPOS DE SUPERVISÓRIOS 8 REPRESENTANTES NO BRASIL 10 INSTALANDO OS SUPERVISÓRIOS NO COMPUTADOR 10 INSTALAÇÃO 10 ACESSANDO O INTOUCH 11 CRIANDO UMA NOVA APLICAÇÃO 11 CARREGANDO UMA APLICAÇÃO JÁ EXISTENTE 14 DESCRIÇÃO DAS FERRAMENTAS 21 DESCRIÇÃO DOS ÍCONES 21 CRIAÇÃO DE PROJETOS NO WINDOWMAKER 25 JANELAS/TELAS 25 OBJETOS DE TELA 28 TAGNAMES ( TAG'S) 30 ANIMANDO OS OBJETOS 31 PRENCHIMENTO DE OBJETOS - PERCENTIL FILL 33 VISUALIZAÇÃO DE VARIÁVEIS - VALUE DISPLAY 35 DIMENSÕES DE OBJETOS - (OBJECT SIZE) 38 DESLOCAMENTO DE OBJETOS (LOCATION) 41 TOUCH LINKS 45 BOTÕES-TOUCH PUSHBUTTONS-ACTION 53 PRIMEIRA AÇÃO- ACTION 1: ON KEY DOWN 53 SHOW WINDOW -TOUCH PUSHBUTTONS- NAVEGANDO ENTRE TELAS 57 HIDE WINDOW -TOUCH PUSHBUTTONS- FECHANDO TELAS 59 MISCELLANEOUS-ANIMAÇÕES ADICIONAIS 60 DISABLE DISPONIBILIDADE DE OBJETOS 68 PLAYSOUND-SOM 70 SYMBOL FACTORY 70 PROGRAMANDO SCRIPTS 73 COMANDOS DE PROGRAMAÇÃO 84 OPERADORES FUNCIONAIS 84 OPERADORES RELACIONAIS NA COMPARAÇÃO 85 DESVIO OPERADORES COMPOSTOS IF...THEN...ELSE 86 IMPORTAR NO INTOUCH 90 DELETAR TAG 95 ALARMES 97 PRIORIDADES 98 PROJETO ABORDANDO PRIORIDADES 104 TENDÊNCIA REAL 106 USUÁRIOS 112 CRIANDO NOVOS USUÁRIOS 112 TENDÊNCIA HISTÓRICA 118 NOMEIAR AS TAGNAMES TIPO TREND 119 NOMEIAR AS PENAS 120 IMPRIMIR O GRÁFICO TENDÊNCIA TREND 126 CHECKBOX BOTÕES ESPECIAS DE OPÇÃO 127 SOMA DE STRINGS 131 COMUNICAÇÃO 131 ENDEREÇAMENTO DAS ENTRADAS E SAÍDAS DIGITAIS 131 ENDEREÇAMENTO DE RELÉS ESPECIAIS 132 ENTRADAS E SAÍDAS ANALÓGICAS- EXPANSÃO ENDEREÇAMENTO DAS ENTRADAS E SAÍDAS ANALÓGICAS - EXPANSÃO LIGAÇÃO DAS ENTRADAS E SAÍDAS ANALÓGICAS 144 RELAÇÃO ENTRE EU E RAW 145 SAIDAS ANALÓGICAS 147 REDE PROFIBUS - FMS E ETHERNET DO LABORATÓRIO DE CONTROLE DE PROCESSOS 150 CONFIGURAÇÃO FÍSICA DA REDE 150 CONFIGURAÇÃO DOS PARAMETROS 150 COMUNICAÇÃO CLP SIEMENS 153 COMUNICAÇÃO EXCEL X INTOUCH 158 CONTROL NAME 167 EXERCÍCIOS 171 ANEXOS 188 INTRODUÇÃO A maior preocupação das empresas é aumentar a produtividade, com excelente qualidade, para tornar-se mais eficaz, flexível, competitiva e, sobretudo, mais lucrativa. Desse modo, investir em tecnologias de ponta e soluções sofisticadas é o primeiro passo para alcançar esse objetivo e, conseqüentemente, conquistar o mercado. Com o passar dos tempos, o advento do microprocessador tornou o mundo mais fácil de se viver. A utilização de microcomputadores e computadores no dia a dia nos possibilitou comodidade e rapidez. Na indústria tem-se a necessidade de centralizar as informações de forma a termos o máximo possível de informações no menor tempo possível. Embora a utilização de painéis centralizados venha a cobrir esta necessidade, muitas vezes a sala de controle possui grandes extensões com centenas ou milhares de instrumentos tornando o trabalho do operador uma verdadeira maratona. O sistema supervisório veio para reduzir a dimensão dos painéis e melhorar o performance homem/máquina. Baseados em computadores ou microcomputadores executando softwares específicos de supervisão de processo industrial o sistema supervisório tornou-se a grande vedete da década de 80. O supervisório é um software destinado a promover a interface homem/máquina, onde proporciona uma supervisão plena de seu processo através de telas devidamente configuradas. Possui telas que representam o processo, onde estas podem ser animadas em função das informações recebidas pelo CLP, controlador, etc. Por exemplo: no acionamento de uma bomba, a representação na tela mudará de cor informando que está ligada, um determinado nível varia no campo, a representação na tela mudará de altura informando a alteração de nível. O que o supervisório fez foi ler e escrever na memória do CLP ou controlador para a atualização das telas. Quando falamos de supervisão temos a idéia de dirigir, orientar ou inspecionar em plano superior. Através do sistema supervisório é possível de ligar ou desligar bombas, abrir ou fechar válvulas, ou seja, escrever na memória do CLP. Para a comunicação entre supervisório e CLP necessitamos de: - Hardware : é utilizada uma via de comunicação, que pode ser uma porta serial, uma placa de rede, etc; - Software : para comunicação é necessário que o driver do equipamento esteja sendo executado simultaneamente com o supervisório. O driver é um software responsável pela comunicação, ele possui o protocolo de comunicação do equipamento. 3 4

3 Tem as seguintes características: A instalação de um sistema automático com o uso de I/O locais, requer um gasto considerável de cabeamento, borneiras, caixas de passagem, bandejas, projeto e mão-deobra para a instalação. Os blocos I/O remotos possibilitam uma redução drástica destes gastos, uma vez que todos os sinais não serão encaminhados para o rack do CLP e sim para pontos de entradas e saídas que ficarão localizados no campo. Este módulos de I/O são inteligentes, independentes e configuráveis. Interligados entre si através de um barramento de campo, e este a um controlador de barramento que fica localizado no rack do CLP. Software aplicativo em um pc convencional. Aplicações para monitoração, supervisão, obtenção de dados e rastreamento de informações do processo produtivo. Visualização em telas animadas que representam o processo a ser controlado. Indicação instantânea das variáveis de processo (vazão, temperatura, pressão, volume, etc). Propicia o controle de processo que garante a qualidade do produto. Facilitam movimentação de informações para gerenciamento e diretrizes. Possibilita a interação no processo (ihm - interface homem-máquina ou mmi manmachine interface). FUNCÕES BÁSICAS DE UM SUPERVISÓRIO Aquisição de dados Retirada de informações do processo através da conexão que o computador tem com o clp, controlador do processo. Gerenciamento de dados Apresentação, em tempo real de execução, dos dados do processo (telas, relatórios, históricos, etc). Definições: Monitoração: exibir os dados básicos em tempo real. Supervisão: possibilitar alteracões e solicitacões de processo. Alarmes: reconhecimento de eventos excepcionais e relatá-los. Controle: capacidade de ajuste de valores do processo. INTERFACE HOMEM-MÁQUINA (IHM) Vamos discutir sobre supervisão e controle, a começar pelas Interfaces Homem- Máquina (IHM). Como forma de dotar um sistema automatizado com maior grau de flexibilidade e produtividade, as IHMs( Interfaces Homem-Máquina) vêm cada vez mais se fazendo presente no dia-a-dia. SISTEMA SUPERVISÓRIO É um conjunto de softwares que se destina à criação de telas gráficas de interação. É uma das IHM mais simples de ser configurada. Apresenta: Boa configuração Bom desenho Boa biblioteca Linguagem orientada ao objeto 5 Como substituição aos antigos painéis de operação, essas interfaces dotadas de tela gráfica colorida e teclado/mouse conferem ao sistema melhores condições para o controle e supervisão do extenso número de variáveis existente num processo produtivo. Em geral, as IHMs são atualmente disponíveis em duas principais opções básicas: Hardware específico do fabricante do PLC. Software supervisório executado em computador. Enquanto a primeira opção apresenta vantagem de ser um dispositivo totalmente integrado ao PLC adotado e, via de regra, de possuir elevado índice de adaptação ao ambiente industrial, tem, entretanto, o inconveniente de ser utilizada apenas com os equipamentos disponíveis pelo fabricante adotado. 6

4 Já nos casos dos Softwares Supervisórios, dão ao projetista uma ampla gama de comunicação com os mais diversos tipos de marcas e modelos de equipamentos disponíveis no mercado. Como normalmente são executadas em computadores, suas utilizações no chão de fábrica, poderá implicar no uso de computadores industriais, os quais têm maiores garantias de proteção ao ambiente industrial, mas, conseqüentemente, maiores custos. A escolha de uma ou outra forma de IHM a ser adotada dependerá tipicamente de fatores resultantes de uma análise entre ambas de custo versus benefício, e as exigências de cada sistema poderão, em última análise, descartar o uso de uma delas. Independente da forma de hardware adotada, as IHMs podem possuir recursos que tornam seu uso altamente atrativo. Alguns desses recursos são, a seguir, comentados. INTERFACES GRÁFICAS DOS USUÁRIOS Por meio da visualização gráfica em cores e com alta definição, torna-se muito mais prático e rápido ao operador obter informações precisas a respeito do status do processo. Em vez de um simples piscar de lâmpadas (como ocorria nos painéis de comando e quadros sinóticos), o operador tem uma melhor visualização quando efetivamente enxerga o abrir de uma válvula, o ligamento de um motor, ou outra informação do processo de maneira visual. Nesse tipo de visualização, faz-se uso extensivo de informações por cores e textos, podendo-se também dispor de elementos animados graficamente. Na elaboração de uma GUI (Interface gráfica), o projetista pode lançar mão da representação de painéis sinóticos, já familiares aos operadores, ou que expressem um fluxo de produção, ou layout dos equipamentos da planta, ou o Grafcet de controle seqüencial, ou ainda outra organização gráfico-lógica que expresse adequadamente a planta a ser supervisionada. ARMAZENAMENTO DE RECEITAS O elo de comunicação entre a IHM e o PLC (ou outro equipamento de controle monitorado) normalmente se dá por meio de um protocolo de comunicação específico que reproduz na IHM as variáveis do processo, que agora se denominam tag. Assim, uma Tag representa, em última análise, uma variável na IHM que pode ser do tipo discreta, numérica ou alfanumérica. Devido a bidirecionalidade do sentido de comunicação entre PLC e IHM, uma Tag pode tanto monitorar o status do controlador, como também enviar valores (ou setpoints valores predefinidos) a ele. Um recurso interessante disponível nas IHMs é o armazenamento de conjuntos de setpoints, gravados em arquivos que, ao serem enviados ao controlador, definem as diversas parametrizações do sistema, ou receitas de produção. Assim, torna-se possível, por exemplo, alterar rapidamente a produção de um determinado tipo de peça para um outro tipo, ao simples enviar de um único comando por parte do operador. vantagem de, em ocorrências, sugerir ao operador que providências devem ser tomadas diante do defeito ocorrido. Em situação similar, a IHM pode simplesmente alertar o operador sobre a troca de situação do processo, por meio da geração de sinais de eventos que são obtidos pela monitoração das variáveis pertinentes. Esses recursos por si mesmo já justificariam o uso de uma IHM. Porém, mais do que isto, em grande parte dos casos, permitem ainda o registro histórico (pelo armazenamento de dados) dos eventos e alarmes, de forma a permitirem posterior a análise de ocorrências pela equipe de engenharia de processo, permitindo a obtenção de dados para controle estatístico, bem como de análise históricos para consulta, plotagem e diversos outros tipos de relatório e gráficos de tendência. É exatamente por intermédio de arquivos de receitas, histórica, linguagem de programação interativa (scripts), entre outros, que os softwares de supervisão e controle devem se comunicar com diferentes tipos de bancos de dados, tal que lhe possibilitem enviar ou receber informações geradas para o chão de fábrica. Isto é possível por meio da ferramenta ODBC (Open Data Base Connectivity) que permite enviar informações vindas da rede corporativa automaticamente para o processo. Outras tecnologias estão facilitando e aumentando a eficiência, o grau de flexibilidade e de controle do processo fabril, pelos sistemas de supervisão, como, por exemplo, a tendência da engenharia de software de desenvolvimento de programas componentizados (módulos que se integram perfeitamente com todo o sistema); recursos de captura, registro e transmissão digital de imagens em tempo real; sistemas de supervisão, gerenciamento e distribuição de informações por meio da Internet; entre outros. COMUNICAÇÃO Quando implementada em ambiente de rede industrial, a IHM pode apresentar a vantagem de poder estar localizada em um ponto distante do processo. Neste caso, diz-se que ela tem operação remota. A presença de ambiente de comunicação entre elementos de controle e monitoração é atualmente uma tendência que traz vários benefícios ao sistema produtivo. Para um nível mais superior da hierarquia de controle, as IHMs podem permitir a comunicação com outros computadores de forma a possibilitar formas dinâmicas de dados pela integração com sistemas de bancos de dados. É principalmente por meio do protocolo TCP/IP que tais recursos de comunicação estão implementados. Quando a IHM é implementada em computadores (como nos supervisórios), torna-se possível, inclusive, a conexão do sistema a redes do tipo coorporativas, internet, e outras, configurando-se assim como um forte esquema de distribuição de informações acerca do processo. DRIVER Programa tradutor do software do supervisório para o CLP. TIPOS DE SUPERVISÓRIOS ALARMES E EVENTOS As IHMs podem liberar a CPU do controlador da monitoração de situações anômalas do processo pela geração de sinais de alarme. Tal procedimento é feito pela constante monitoração das Tags suscetíveis a falhas por parte da IHM que podem, inclusive, ter a Fix (Intellution) Wizcon Operate it (ABB) RSView (Rockwell Allen Bradley) Unisoft Elipse (nacional) 7 8

5 Gênesis WinnCC Citect FactoryLink Cimplicity Intouch (Wonderware) Em 1997, passou a oferecer toda sua linha de produtos como um só conjunto de ferramentas, chamado Wonderware FactorySuite. Este conjunto de produtos foi modelado com base no conceito do MicrosofteOffice, uma suite de programas para automação de escritório. Isto proporcionou o primeiro conjunto integrado de programas aplicativos da indústria para o desenvolvimento de quase qualquer aplicação nas indústrias da manufatura, de processo contínuo e na produção de bateladas. SUPERVISÓRIO ELIPSE SUPERVISÓRIO ELIPSE é constituído por três versões distintas indicadas segundo as necessidades do usuário: SUPERVISÓRIO ELIPSE VIEW, SUPERVISÓRIO ELIPSE MMI e SUPERVISÓRIO ELIPSE PRO. www. elipse.com.br Porto Alegre: (051) São Paulo: (011) Modos do INTOUCH: SUPERVISÓRIO INTOUCH DESENVOLVIMENTO WINDOW MAKER CRIACÃO DAS APLICACÕES E JANELAS, E EDICÃO DAS ANIMACÕES. EXECUCÃO WINDOW VIEWER EXECUTA A PRODUCÃO DO WINDOW MAKER. HISTÓRICO A Wonderware MR Corporation, com sua central em Irvine, Califórnia, foi estabelecida em abril de 1987, para desenvolver e comercializar produtos de software de interface homem-máquina (HMI) para uso em computadores IBM PC e compatíveis, em aplicações para automação industrial e de processo, sendo hoje líder de mercado nesse segmento. As metas de projeto dos fundadores foram: criar ferramentas gráficas orientadas a objetos para aderir estreitamente ao padrão Microsoft Windows e oferecer facilidade de uso, sofisticados recursos gráficos e de animação e, ao mesmo tempo, o desempenho do produto, a qualidade e a confiabilidade, que antes não se encontravam disponíveis em produtos IHM. Como pioneira no uso do Windows na área de automação industrial, Desde o lançamento, em 1989, do seu principal produto IHM, o InTouch, a partir do início de 1993, quando outros fornecedores começaram a oferecer produtos IHM baseados no Windows, a Wonderware iniciou um programa para desenvolver e oferecer produtos complementares ao InTouch que permitissem aos usuários realizar tarefas adicionais na automação. Já em 1996, a Wonderware tinha crescido e se transformado, passando de uma empresa de basicamente um só produto para um fornecedor de uma grande variedade de produtos compatíveis, baseados no Windows, para aplicações que incluíam IHM, administração de recursos e trabalho em processo (WIP), rastreamento, controle de bateladas, controle baseado em PC, gestão de dados em tempo real, ferramentas para a visualização de aplicações remotas e o maior grupo de servidores de E/S da indústria para interface com dispositivos da área de produção da planta. 9 REPRESENTANTES NO BRASIL SCAN AUTOMAÇÃO LTDA SP-SP TEL FAX SCANSOFT.COM.BR WWW. SCANSOFT.COM.BR IMPORTANTE: Todo o desenvolvimento deste livro, daqui para frente, será feito utilizando o supervisório INTOUCH. INSTALANDO OS SUPERVISÓRIOS NO COMPUTADOR Normalmente os supervisórios requerem a seguinte configuração mínima: 80486DX4 ou superior (Pentium recomendado). 16MB de memória RAM (32MB recomendada). Um monitor VGA. 10Mb de espaço livre em disco. Microsoft Windows 3.1, Microsoft Windows for Workgroups 3.11, Microsoft Windows 95 ou Microsoft Windows NT. Porta paralela. INSTALAÇÃO - Insira o Hardkey (dispositivo de proteção) na porta paralela do seu computador, se já existir uma impressora nesta porta coloque primeiro o Hardkey e conecte a impressora no mesmo. Insira o CD ROOM no drive do seu PC; - Inicie o Windows 3.x e execute o comando Executar (Run) do menu Arquivo (File). Se você estiver usando o Windows 95 selecione o comando Executar (Run) a partir do botão Iniciar (Start). - Digite D:\INSTALL e clique OK, onde D corresponde ao seu drive. Siga as instruções que aparecem na tela. Se houver mais de um CD de instalação uma mensagem irá aparecer pedindo que você insira o respectivo disco. Uma mensagem Instalação Completa irá aparecer quando a instalação for bem sucedida. Um grupo de programas será criado no seu Windows, contendo os ícones do programa. 10

6 A - ACESSANDO O INTOUCH - Carregue o aplicativo InTouch, dando um duplo click no ícone localizado no desktop - O gerenciador de aplicativos do InTouch será aberto com as últimas aplicações abertas - Pressione Avançar IMPORTANTE: 1) Toda aplicação nova, caso você não mude, será salva no seguinte diretório: C:\Arquivos de programas\factorysuite\intouch\newapp A.1- CRIANDO UMA NOVA APLICAÇÃO - Na barra de menu File, escolha a opção New, A tela cria nova aplicação aparecerá, conforme a seguir: 2) Caso deseje salvar em outro diretório, basta clicar no botão ao lado Browse e selecionar nova basta com o diretório desejado. Exemplo, desejo que nova aplicação esteja armazenada em C:\seba 1- Seleciono o Browse 11 12

7 2- Pressiono o ícone nova pasta 2- Na Opção Examinar seleciono o diretório que desejo criar minha nova aplicação 3- Altero o nome pasta nova para o nome da aplicação desejada, para o nosso exemplo seba A.2- CARREGANDO UMA APLICAÇÃO JÁ EXISTENTE Se desejar entrar num projeto já existente, entre em Tools/Find Aplications... e através do browse, localize em que diretório o projeto se encontra e dê um duplo click, o mesmo deverá aparecer na relação de projetos já abertos. Selecione, na lista de projetos já abertos, o projeto desejado e dê um duplo click, assim você entrará no ambiente de construção de projetos de supervisão chamado WindowMaker 13 14

8 - Pressione o botão OK B - WindowMaker - Ambiente de Construção de Projetos de Supervisão Industrial A Ilustração a seguir mostra a tela principal do WindowMaker quando uma aplicação está aberta, identificando seus elementos. Quando não existe uma aplicação aberta à tela apresenta menos opções na Barra de menu e na Barra de Ferramentas, mas o seu layout permanece o mesmo

9 File Menu do Window Maker COMANDO TECLAS DE AÇÃO ATALHO New Window... Ctrl+N Cria uma nova janela (janela em branco). Open Window... Ctrl+O Abre uma aplicação já existente, através de um dialog-box Save Window... Ctrl+S Salva a aplicação corrente, através de um dialog-box Close Window... Fecha a aplicação corrente, através de um dialog-box Delete Window... Apaga a(s) tela(s), através de um dialog-box. Save Window As... Salva janela aberta com outro nome. Save All Windows Salva Todas as Janelas. WindowView.. Executa(Run) a aplicação corrente. Print... Opções para imprimir, através de um dialog-box. Export Window... Exportar a janela da aplicação corrente para outra, através de um dialogbox. Import... Importa a janela de outra aplicação, através de um dialog-box. Exit Sai do Supervisório Edit B.1 A Barra de Título mostra o path e o nome de sua aplicação, bem como o título da tela corrente que está sendo mostrada na área de trabalho. B.2 A Barra de Ferramentas permitem que você execute determinadas tarefas rapidamente sem usar os menus, desta forma você pode criar Objetos de Tela simplesmente pressionando um botão. B.3 A Barra de Telas mostra o título da tela corrente e permite que você alterne entre uma tela e outra simplesmente selecionando o seu nome na lista da combobox. B.4 A Barra de Status mostra informações de ajuda a respeito da área da tela sobre a qual está o ponteiro do mouse. B.5 A Área de trabalho é usada para editar as telas e os relatórios de sua aplicação. TECLAS DE COMANDO ATALHO AÇÃO Undo Create Ctrl+Z Desfaz a última ação. Nothing to Redo Ctrl+Y Refaz a última ação. Duplicate Ctrl+D Duplica o(s) objeto(s) selecionado(s). Cut Copia o(s) objeto(s) selecionados (s) para o Ctrl+X Clipboard e apaga-o(s) janela. Copy Ctrl+C Copia o(s) objeto(s) selecionado (s) para o Clipboard. Paste Ctrl+V Insere o(s) objeto(s) do Clipboard na janela. Erase Del Elimina o(s) objeto(s) selecionado(s). Impot Image Paste Bitmap Size Insere bitmap do Clipboard na janela Bitmap Original Size Coloca bitmap no tamanho original. Edit Bitmap Select All F2 Seleciona todos os objetos da janela. Links Mostra menu de Links Cut Links Copia todas as animações do objeto selecionado para o Clipboard e apaga-as. Copy Links Copia todas as animações do objeto selecionado para o Clipboard. Paste Links Copia as animações do Clipboard para o(s) objeto selecionado(s). Clear Links Elimina todas as animações do(s) objeto(s) selecionado(s). Enlarge Radius Shift+Mais Aumenta o raio do (s)objeto(s) selecionado(s). (retângulo com bordas arredondadas) Reduce Radius Reduz o raio do(s) objeto selecionado(s) (retângulo com bordas Shift+Menos arredondadas). Reshape Object Permite redesenhar o objeto selecionado. (polígonos e linhas Ctrl+R múltiplas). Add Point Adiciona pontos a polígonos e linhas múltiplas. Del Point Elimina pontos de polígonos e linhas múltiplas. 17 Arrange 18

10 COMANDO TECLAS DE ATALHO AÇÃO Send to Back F9 Posiciona o(s) objeto(s) selecionado(s) atrás de todos os outros objetos da janela. Bring to Front Shift+F9 Posiciona o(s) objetos selecionados na Frente de todos os outros objetos da janela. Align Mostra menu de alinhamento. Align Left Ctrl+F3 Alinha os objetos selecionados à esquerda. Align Center Ctrl+F5 Alinha os objetos selecionados ao centro (vertical) Align Right Ctrl+F7 Alinha os objetos selecionados à direita. Align Top Ctrl+F4 Alinha os objetos selecionados no topo. Align Middle Ctrl+F6 Alinha os objetos selecionados ao centro (horizontal). Align Bottom Ctrl+F8 Alinha os objetos selecionados na base. Align Center Points Ctrl+F9 Alinha o ponto central dos objetos selecionados. Space Horizontal Crtl+H Espaça horizontalmente os objetos selecionados. Space Vertical Espaça verticalmente os objetos selecionados. Rotate Clockwise F6 Gira o(s) objeto(s) selecionado(s) 90 graus no sentido horário. Rotate CouterClockwise Shift+F6 Espelha o(s) objeto(s) selecionado(s) na horizontal. Flip Horizontal F7 Flip Vertical Shift+F7 Espelha o(s) objeto(s) selecionados na vertical. Make Symbol F5 Agrupa os objetos selecionados como símbolo. Break Symbol Shift+F5 Desagrupa o símbolo. Make Cell F3 Agrupa os objetos selecionados. Break Cell Shift+F3 Desagrupa os objetos selecionados. Snap to Grid Coloca/Retira o Grid. COMANDO Security TECLAS DE ATALHO AÇÃO Seleciona comandos referentes à segurança. Animation Links Ctrl+A Mostra dialog-box para animação do objeto selecionado. Substitute Tags... Ctrl+E Troca nome(s) do(s) tag(s) do(s) objeto(s) selecionado(s). Substitute Strings... Ctrl+L Troca conteúdo do(s) string(s) selecionado(s). Tagname Dictionary Ctrl+T Acesa o dicionário de dados. Alarm Groups... Access Names... Cross Reference Notify Clients Configure... Update Use Counts... Delete Unused Tags... Scripts Aplication Scripts... Window Scripts Key Scripts... Condition Scripts Data Change Scripts... TemplateMaker SPC Cria ou modifica grupos de alarme. Cria ou modifica grupos DDE. Mostra dialog-box para configuração. Atualiza contadores de tags. Mostra dialog-box para eliminar tags não utilizados Scripts Mostra menu dos possíveis scripts. Permite editar script da aplicação. Permite editar script da janela Permite editar script associado a uma tecla. Permite editar script associado a tag ou expressão Permite editar script associado à mudança de valores de tags. Text COMANDO TECLAS DE ATALHO AÇÃO Fonts... Mostra dialog-box para seleção de fonte. Bold Seleciona negrito/não negrito. Italic Seleciona modo itálico/não itálico. Underline Seleciona modo grifado/não grifado. Left Justified Alinha texto à esquerda. SQL Access Manager Menu Ajuda (Help) COMANDO Index Using Help About Supervisório Windows Ação Mostra o índice do Help. Explica como o Help deve ser usado. Mostra informações a respeito do Supervisório Windows, como número da versão e direitos de cópia. Centered Centraliza o texto. Right Justified Alinha o texto à direita. Enlarge Font Ctrl+Mais Aumenta o tamanho da fonte. Reduce Font Ctrl+Menos Reduz tamanho da fonte. Special 19 View 20

11 COMANDO TECLAS DE ATALHO AÇÃO Linha vertical ou horizontal General Toobar Vizualiza a Barra de Ferramenta Geral Seqüência de linhas Wizards/AxtiveX Toobar Vizualiza a Barra de Ferramenta Wizard Polígono Format Toobar Vizualiza a Barra de Ferramenta formatação Draw Object Toobar Vizualiza a Barra de Ferramenta Desenho View Toobar Vizualiza a Barra de Ferramenta Visual Texto Importação de bitmap Arrange Toobar Status Toobar Ruler Application Explorer Hide All Full Screen Runtime! Vizualiza a Barra de Ferramenta arranjos Vizualiza a Barra de Ferramenta Status Vizualiza a Barra de Ferramenta Régua Vizualiza a Barra de Ferramenta Explorer Esconde todas as barras de ferramentas com exceção da barra de menu e barra de Título. Esconde todas as barras de ferramentas inclusive a barra de menu E Titulo. Gráfico de Tendência Real Gráfico de Tendencia Histórica Botão Seleciona e altera tipo de fonte. Altera fonte do texto selecionado para formato Bolbo Altera fonte do texto selecionado para Itálico Transfere rapidamente do Window Maker para o Window Viewer. Todas as alterações feitas nas janelas abertas no Window Maker serão salvas antes da transferência para o Window Viewer (não pede confirmação!). Descrição das ferramentas A seguir serão descritas as ferramentas que compõem o ambiente de trabalho do WindowMaker. Altera fonte do texto selecionado para Sublinhado Diminui tamanho da fonte do texto selecionado quando a mesma é tipo True Type (TT) Aumenta tamanho da fonte do texto selecionado quando a mesma é tipo True Type (TT) Alinha texto a esquerda Centraliza texto Alinha texto a direita Altera cor de linha do objeto selecionado DESCRIÇÃO DOS ÍCONES Ícone Descrição Seleção de objetos, multiplos ou específicos com a tecla SHIFT acompanhada. Retângulo Retângulo com bordas arredondadas Elipse Linha 21 Altera cor de enchimento do objeto selecionado. Altera cor da fonte selecionada Altera cor da janela Altera trasparencia Habilita/Desabilita explorer do Intouch Hide/Show todas as ferramentas Mostra janela editada em formato full screen Habilita/Desabilita grade da janela editada 22

12 Habilita /Desabilita régua do WindowMaker Cria nova janela Abre janela Fecha janela Salva janela corrente para o disco Salva todas as janela para o disco Duplica objeto selecionado Agrupar célula Desagrupar célula Girar 90 graus sentido horário Gerar 90 graus sentido anti-horário Espelhar horizontal Espelhar Vertical Selecionar Wizard, objetos previamente editados e configurados. Recorta Copia para área de transferência Cola da área de transferência Retorna ação Avança ação retornada Imprime Alinha objetos selecionados à esquerda Alinha objetos selecionados no meio horizontal Alinha objetos selecionados à direita Alinhamento superior de objetos selecionados Alinhamento no meio vertical de objetos selecionados Alinhamento inferior de objetos selecionados Alinhamento central de objetos selecionados Enviar para trás Trazer para frente Espaçamento horizontal igual Espaçamento vertical igual Agrupara em símbolo Desagrupar símbolo 23 24

13 3- Criação de Projetos no windowmaker Todos os projetos são desenvolvidos dentro de Janelas/telas que estão ligadas entre si. 3.1 Janelas/telas Uma janela(window) ou tela, como iremos chamar daqui para frente, pode ser definida como o ambiente de fundo onde será feito toda a construção do processo a ser monitorado. Um processo/aplicação pode ter um número ilimitado de telas. Uma tela pode ser criada, pressionando o botão Nova Tela (New Window...) na barra de ferramentas ou usando o comando Novo (New) no menu File. A seguinte janela de propriedades irá surgir: Size controls: opção de redimensionar o tamanho da tela. Window Color: cor de fundo da tela. Dimensions X Location: localização do canto superior esquerdo da tela (Ex.: 04) Y Location: localização vertical do canto superior esquerdo da tela (Ex.: 04) Window Width: largura da tela em pixels (Ex.: 632) Window Height: altura da tela em pixels (Ex.: 278) No momento somente o nome da tela é importante. Digite um nome qualquer ( Ex.: Minha Primeira Tela) e click em ok. A seguinte tela irá surgir: Figura 3.1 Janela de Propriedades de Telas Novas Onde: Name: Nome da tela. Deve refletir a finalidade a ser visualizada no processo. Comment: Comentário sobre a tela a ser criada. Windows Type: Tipos de telas. Replace: Tela de sobreposição, apaga as telas do fundo Overlay Popup: Tela de superposição, não apagar as telas do fundo. Figura 3.2 Primeira Tela Criada Você poderá criar dentro desta tela seus desenhos (bitmaps) em qualquer tamanho e cores que desejar, Lembrando que este desenho deverá refletir o processo industrial que se deseje monitorar. Frame Style: Estilo das brodas Single:borda simples Doublé:borda dupla OBS.: Na opção Title Bar ativa, somente a borda simples (single) é disponibilida. Title Bar: opção de aparecer o nome da tela se estiver inativa, não terá como mudar a posição da tela. Para visualizar ou editar as propriedades da tela corrente dê um click no botão direito do mouse e pressione em Window Properties... e a janela de propriedade retornará como na Figura 3.1 Exemplo: Desejamos criar uma tela com as seguintes características: Nome da tela: Tela Nova. Fundo: cinza. Tipo de Tela: Replace. Localização X: 50 pixel s. Localização Y: 100 pixel s

14 Largura da tela: 600 pixel s. Altura da tela: 300 pixel s. Borda: Simples. Solução: Na barra de Menu em File / New Window... abra a janela de propriedades a seguir: 3.2 Objetos de Tela São inseridos sobre os bitmaps e desta forma podem ser deletados, copiados, movidos e redimensionados sem mudanças na tela de fundo. Objetos de Tela são elementos gráficos usados para mostrar os valores da Tag de uma forma mais atraente. Os Objetos de Tela podem ser criados a partir da barra de ferramentas. Uma vez selecionado o objeto que se deseja criar mantenha o botão esquerdo do mouse pressionado na área da tela enquanto movimenta o mouse (um retângulo pontilhado mostra o tamanho e a forma do objeto). Ao soltar o botão o objeto será posicionado dentro da área especificada. Os seguintes objetos podem ser criados: Primitivas do Editor Gráfico (Retas, Círculos, Retângulos, Polígonos, etc..); Controles (Alarmes, Históricos, etc); Imagens não vetoriais (Arquivos BMP, JPG, GIF, etc...). Imagens vetoriais (Arquivos WMF, EMF, etc). Controles Padrão do Windows (Lista, Editor de texto, Lista de seleção, etc.).. Bibliotecas fornecidas por terceiros Ícone de Seleção de Objetos Figura 3.3 Exemplo de Propriedades de uma nova tela a ser criada Resultado: Ícone Descrição Seleção de objetos, multiplos ou específicos com a tecla SHIFT acompanhada Descrição dos Objetos Objeto Descrição Retângulo Retângulo com bordas arredondadas Elipse Linha Linha vertical ou horizontal Seqüência de linhas Figura 3.2 Exemplo de uma Nova Tela Criada Polígono Texto 27 28

15 Importação de bitmap Gráfico de Tendência Real Gráfico de Tendencia Histórica Botão Objetos Adicionais Wizard Mais objetos podem ser selecionados através do Wizard Objetos Wizard: Buttons Botões Clocks Relógio Frames Contornos Lights Lâmpadas Meters Medidores UV Panels Painéis Runtime Tools - Ferramentas Sliders Variadores deslizantes Switches - Chaves Text Displays Visualizadores de texto Trends - Históricos Value Displays Vizualizadores de Grandezas Windows Controls: - Controladores Windows Selecionar Wizard, objetos previamente editados e configurados Edição dos objetos A edição dos objetos na Tela, como alinhamento, tamanho, posição e agrupamento são feitos através da barra de ferramentas Arranjar. O último objeto selecionado fica com o foco para ser usado como referência. 3.3 Tagnames (TAG S) Figura 3.2 Objeto Tipo Retângulo Criado São todas as variáveis numéricas ou alfanuméricas envolvidas na aplicação. São elas que fazem o elo entre o processo e a animação. O tipo detag pode ser definido na opção Tipo do Tag (Tag Type) de acordo com a função do Tag Criando Tagnames Pode-se criar e editar Tags a partir do menu Special, selecionando a opção Tagname Dictionary, ou mesmo quando na animação de um objeto ou no desenvolvimento do script(fase de programação) uma variável(tag) for digitada, e ainda não foi definida. Uma tela de alerta irá aparecer informando que a Tag é indefenida e se você deseja defini-lá Tipos Tagnames TIPO DESCRIÇÃO EXEMPLO DE APLICAÇÃO Discrete Integer Variável que possui apenas dois níveis, 0 ou 1, ativada ou não ativada, ligado ou não ligada. Variáveis inteiras, ou seja, números inteiros (conjunto Z) Bombas, válvulas on/off, lâmpadas, alarmes, etc. Indicações inteiras, saídas inteiras, etc. Real Variável real, ou seja, conjunto R. Indicações reais, saídas reais, etc. 29 Message Group Var Variável alfanumérica acumula números e/ou letras. 30 Informações que podem ser números e/ou letras. Grupo de variáveis, as variáveis podem ser agrupadas para melhorar a Alarmes, organização, etc. organização ou até mesmo para alarmar em uma janela de alarmes.

16 Hist Trend Variável do gráfico de tendência histórica. Cada gráfico necessita de uma. O gráfico de tendência histórica é o equivalente ao registrador, com as vantagens da carta não embolar, a tinta não borrar ou acabar, não ocupar espaço no painel, além de poder ser criado diversas vezes. Gráfico de tendência histórica e wizard. I/O Variável usada para trocar informações com os equipamentos de aquisição de dados, usando drivers de I/O fornecidos pelo fabricante do supervisório de acordo com o tipo do equipamento utilizado. PLC, Controladores digitais, etc Tagnames Internas Existem várias Tagnames já pré definidas pelo intouch para auxiliar o projetista, todas iniciam com o caracter $; exemplo, a tagname $second é igual aos segundos do computador já a a tagname $Month é igual ao mês corrente do computador. Em anexo temos a relação de todas as tagnames. 3.4 Animando os Objetos As animações são os recursos usados para dá vida aos objetos. Para isso basta dar um duplo click com o mouse no objeto e a janela auxiliar de animações será mostrada na tela do vídeo. Veja o exemplo a seguir: Há nove possibilidades de animações, que são ser subdivididos, como é vista a seguir: 1) Touch Links Interação com o usuário através de: Entradas (User Imput) Sliders Ações por botões (Touch pushbottons) 2) Line Color Coloração de linha. 3) Object Size Tamanho do objeto. 4) Miscellaneous Animações de diversas: visibilidade do objeto, pisca, rotação. do objeto e indisponibilidade do objeto. 5) Fill Color Coloração do obejto. 6) Location Posicionamento do objeto. 7) Value Display Valor a ser visualizado. 8) Text Color Coloração do texto. 9) Percent Fill Percentagem de preenchimento do objeto. Deve-se observar que de acordo com o objeto algumas opções de animações ficam desabilitadas, já que não fazem sentido na animação

17 3.4.1 Prenchimento de Objetos-Percentil Fill Este tipo de animação é utilizado em simulações de prenchimento de objetos, simulando processos industriais, tais como: tanques, escalas termométricas etc. O preenchimento pode ser tanto na horizontal, como na vertical. Exemplo: Iremos simular o preenchimento de um reservatório, na vertical, através da variação da tagname de sistema $second, já que não temos os valores reais dos instrumentos de campo. Condições de preenchimento do reservatório que será simulado pela tag $second:. Para $second=0 o reservatório deve estar vazio; Para $second=59 o reservatório deve estar 100% preenchido; Vejas etapas a seguir de configuração: Etapa 1- Selecione a animação desejada(percent Fill/Vertical) Etapa 2- Estabeleça as condições de preenchimento Expression: nome da tagname($second) Propertiers Para $second=0 o reservatório deve estar vazio; Para $second=59 o reservatório deve estar 100% preenchido; Logo, para o valor da tagname $second=30 o reservatório estará 50% preenchido e assim sucessivamente. Background Color Selecione uma cor de fundo diferente da cor do tanque para que haja contraste. Direction up (para cima) Conforme figura a seguir: 33 34

18 Caso: a) # - Mostrará apenas a parte inteira da variável. b) #.# - Aparecerá variáveis com uma casa decimal. c) #.## - Aparecerá variáveis com duas casa decimal. Cuidado: O ponto (.),entre os caracteres #, é importante para estabelecer a parte decimal. ###=# (001) é diferente de #.## (0,01) Etapa 2- Selecione a animação desejada(value Display) que apresenta de três subdivisões de seleção: Discret, Analog, String. É importante observar que tagname do tipo: Discret apresentam só 2 estados( falso ou verdadeira; 0 ou1, liga ou desliga; etc); Analog são Contínuas, Inteiras ou Reais( tensão,corrente, temperatura, etc); String são do tipo mensagem(nome do operador, etc). Resultado no WindowViewer A tagname $second é do tipo Analog. EXEMPLOS: - CONFIGURANDO: Visualização de Variáveis - Value Display Em todo projeto é importante visualizar as variáveis do processo, para que possamos ter uma visão das grandezas envolvidas no processo. Assim como nos painéis elétricos temos voltímetros, amperímetros, wattímetros etc. Desejamos visualizar os segundos do computador, através da tagname $second Etapa 1- Na barra de ferramenta de Desenhos, escolher o ícone Texto e digitar o caracter # no local desejado 35 36

19 VISUALIZANDO HORAS E DATAS a) $TimeString Representa HH:MM:SS b) $DateString Representa MM:DD:AA -Visualizando a aplicação- Runtime! (WindowViewer): tagnames do tipo string DIMENSÕES DE OBJETOS (OBJECT SIZE) As dimensões (altura(heigth) e largura(width)) de um objeto podem ser alteradas(diminuídas) em função da mudança de uma variável. Normalmente esta animação é usada para simular o enchimento de um objeto ou fornecer uma idéia de deslocamento em direção ao operador na frente do vídeo. Exemplo: Iremos simular a diminuição da altura de um reservatório até 10% do seu valor real(100x200 pixels), através da variação da tagname de sistema $second, já que não temos os valores reais dos instrumentos de campo. EXEMPLO 2: - Faça a implemetação do seguinte projeto: WindowMaker: Condições de diminuição da largura do reservatório que será simulado pela tag $second:. Para $second=0 a altura do reservatório deve ser de 10% do normal; Para $second=59 a altura do reservatório deve ser de 100% do normal; Vejas etapas a seguir de configuração: Etapa 1- Desenhar o objeto em tamanho original (100%) com largura =100 pixels e altura =200 pixels Runtime!: Etapa 2- Utilizar a Tag do sistema $second para alterar a altura (height) do objeto

20 2-Value at Mín Height =0 Mín % Height = 10 Quando $second=0, o retangulo deve estar com 10 % do seu tamanho. - Runtime: Dimensões do objeto p/ $ second =0. Dimensões do objeto p/ $ second =25. Observar que a âncora escolhida é a parte inferior do retângulo, ou seja é a base inferior que será referencia. Properties: 1- Value at Max Height =59 Max % Height = 100 Quando $second=59, o retangulo deve estar com 100 % do seu tamanho

21 3.4.4 DESLOCAMENTO DE OBJETOS (LOCATION) O deslocamento vertical e/ou horizontal de um objeto pode ser conseguida em função da mudança de uma variável; para simular o movimento de objeto; como por exemplo: movimento de veículos, movimento de peças numa correia transportadora etc. - Animar o objeto ( Location: vertical horizontal) Exemplo: - Animar o deslocamento do objeto(retângulo), conforme figura a seguir: Deslocamento horizontal: 100 pixel s. Deslocamento vertical: 200 pixel s. Intervalo de tempo: 60 s Auxilia no posicionamento final 450 Não necessita de objeto final - Utilizar a variável de sistema ($second) p/ promover o deslocamento vertical 41 42

22 Quando $second=0, o retangulo deve estar na posição inicial. Ação: (Value At Top =0) (Vertical Movement - Up=0) -RODANDO(WindowViewer) (Runtime). Posição do objeto p/ $second =13 Quando $second=59, o retangulo deve deslocasse da posição inicial, para baixo(down) de 200 pixel s. Ação: (Value At Top =59) (Vertical Movement - Down = 200) - Utilizar a variável de sistema ($second) p/ promover o deslocamento horizontal. Posição do objeto p/ $second = 56 Quando $second=0, o retangulo deve estar na posição inicial. ou seja sem nenhum movimento à esquerda; Ação: (Value At Left End =0) (Horizontal Movement To Left =0) Quando $second=59, o retangulo deve deslocasse da posição inicial, para à direita de 100 pixel s. Ação: (Value At Right End =59) (Vertical Movement To Left =100) 43 44

23 3.4.5 TOUCH LINKS Para animarmos os objetos sem utilizar a tagname $second, precisamos saber como fazer para mudar o valor da tagname que está sendo utilizada. Para isso, podemos usar na janela de animações: User inputs, Sliders ou Touch Pushbuttons-Discrete Value, que veremos a seguir: 1- User Inputs Como há 3 tipos de tagnames, também há 3 possibilidades de entradas: discrete, analog, string. INPUT DISCRETE (Tipo: 0/1) -RODANDO(WindowViewer) (Runtime). Msg to User: Mensagem para o usuário Set Prompt On: Mensagem que irá aparecer no keypad que ativa a tagname para nivel lógico 1 Reset Prompt Off: Mensagem que irá aparecer no keypad que ativa a tagname para nivel lógico 0 On Mensage On: Mensagem que irá aparecer no keypad que ativa a tagname para nivel lógico 1 Reset Prompt Off: Mensagem que irá aparecer no keypad que ativa a tagname para nivel lógico

24 Keypad Habilita o teclado numérico Msg to user: Título do keypad. Min Value: Valor mínimo do keypad (Ex.:0) Max Value: Valor Máximo do keypad (Ex.:100) - RODANDO-WindowViewer (Runtime). Keypad 2- INPUT ANALOG (Tipo: Real/Contínua) 3- INPUT STRING (Tipo: Mensagens/Nomes) 47 48

25 2- Slider s Usado para atribuir valores ao tag selecionado, deslizando o botão interno. O valor da tag varia conforme uma escala definida no objeto. Slider Há dois tipos de slider um Vertical e outro Horizontal. Você pode editar as propriedades do Slider dando um duplo click sobre o mesmo. Exemplo de Slider Vertical Keypad Ativa teclado Echo Characters Se desejar que os caracteres sejam mostrados durante a digitação (opção Yes). Quando desejar digitar senhas a opções deve ser No. Após a digitação os caracteres podem ser visualizado pelo operador. Iremos ilustrar a configuração do slider através do objeto quadrado, que será o curso, associada a tagname x que deverá variar de 0 a 100 em 200 pixel s verticalmente, conforme a tela a seguir: Configuração ( WindowMaker). Input Only Não permite que após a digitação os caracteres sejam visualizado pelo operador. Ou seja para criar entradas para senhas, duas condições devem ser obedecidas: a) Echo Characters (No) b) Input Only Ativada 1) Input Discrete Botão x Imput only a) Se Input only (Ativa) O text continuará b) Input only (Desativada) O text assume o valor da On message (ligado) ou Off message (desligado) 2) Input Analog Imput Only (Destivada) 49 50

26 Clicar no quadrado e abrir a tela de animação. b- Configurando o deslocamento Up 200 ( deslocamento em pixels acima) Down 0 ( deslocamento em pixels abaixo,neste caso nenhum) - RODANDO-WindowViewer (Runtime). 3- Botões-Touch Pushbuttons-Discrete Value Há 5 possibilidades de mudar o valor de uma tag através do toque de um botão. Propriedades: a- Configurando a tag Value: At Top 100 (valor máximo da tag) At Bottom 0 (valor mínimo da tag) 51 52

27 Tipos: Direct Reverse Toggle Reset Set Função: 4- Botões-Touch Pushbuttons-Action 4.1 Primeira Ação- Action 1: On Key Down Deseja-se que ao pressionar o botão direito do mouse a tagname assuma o valor

28 Segunda Ação- Action 2: While Down Deseja-se que ao manter pressionado o botão direito do mouse a tagname incremente seu valor de uma unidade a cada 1 segundo (1000 Msec). Terceira Ação- Action 3: On Key Up Deseja-se que ao soltar o botão direito do mouse a tagname assuma o valor zero. Nota: Se desejar aumentar ou diminuir o tempo de incremento da tagname X basta alterar o tempo de loop que está em Msec

29 5- Show window -Touch Pushbuttons- Navegando entre Telas Normalmente, em função dos processos industriais serem de grande porte ou o processo precise de uma tela de informação adicional, em uma única tela do monitor do computador seria bastante complicado contemplar todas estas situações; nestes casos é preciso dividir a visualização do processo em mais de uma tela. Surge ai a necessidade de se navegar entre telas ou de determinada tela chamar novas telas. Etapa 3- Selecione a Tela desejada, neste caso a tela 2 Etapa 1- Devemos criar 2 novas telas ( tela 1 e 2) e nelas inserir um objeto tipo texto que chame a tela desejada. Etapa 2- Com o objeto texto (Vá para Tela 2) selecionado na tela 1. Dê um duplo click e na janela de animações(touch Pushbuttons) selecione a sub-divisão: Show window (mostrar janela). Etapa 2- Repita o processo com o objeto texto (Vá para Tela 1) selecionado na tela

30 Runtime!: Neste caso a tela 2 está ativa e desejamos acessar a tela 1, para isso basta clicar sobre o objeto texto, conforme a seguir: MISCELLANEOUS-ANIMAÇÕES ADICIONAIS Serão apresentadas 4 animações adicionais, que são usadas normalmente para simular processos industriais reais. As animações são: Visibility Visibilidade Blink pisca Orientation Rotação Disable - Disponibilidade 1- Visibility Visibilidade de Objetos Neste caso, da tela 2 ativo a tela 1 e vice-versa. O objeto deverá aparecer ou desaparecer sob determinadas condições. Para ilustrar vamos fazer o seguinte exemplo: O objeto tipo texto 1 só deverá aparecer quando a tagname do sistema $second for menor que 30 s. O objeto tipo texto 2 só deverá aparecer quando a tagname do sistema $second for maior ou igual a 30 s. 5- Hide window -Touch Pushbuttons- Fechando Telas Utilizada quando não se deseja mais que a tela permaneça no vídeo do computador. Pode ser usada em conjunto com a opção show window. Ou seja, a medida que solicito que uma tela seja mostrada outra poderá ser fechada, para melhorar a apresentação

31 Etapa 1 - Selecione a animação - Visibility -RODANDO-WindowViewer (Runtime). Veja as 2 condições de visibilidades. 1- Condição para $second<30 2- Condição para $second>=30 Etapa 2 - Coloque a condição que se deseja que o objeto 1 fique visível: 2- Blink Piscar de Objetos O objeto deverá piscar sob determinadas condições. Para ilustrar vamos fazer o seguinte exemplo: Repita o mesmo procedimento para o objeto 2, observando que sua condição de visibilidade é $second>=30. O objeto tipo texto 1 só deverá piscar quando a tagname do sistema $second for menor que 30 s. O objeto tipo texto 2 só deverá piscar quando a tagname do sistema $second for maior ou igual a 30 s

32 Etapa 1 - Selecione a animação Blink Atributos da condição de piscar: a- Blink Invisible O objeto piscar sem nenhuma animação adicional; ou seja, o objeto desaparece e aparece b- Blink visible with these attributes - O objeto piscar com possibilidade de animação adicional; ou seja: Text Color Seleciono a cor que o texto deve piscar; [somente para objeto tipo texto] Line Color - Seleciono a cor que o contorno deve piscar; [somente para objeto com contorno ex.: retângulo] Fill Color - Seleciono a cor que o objeto deve piscar. [somente para objeto com contorno ex retângulo] OBS.: Se o texto original é preto e escolho a opção Text Color azul o objeto vai piscar entre preto e azul; ou seja, o objeto não desaparece e aparece. Etapa 3 - Coloque na condição que o objeto 1 pisque Blink Invisible Etapa 2 - Coloque a condição que se deseja que o objeto 1 pisque. Repita o mesmo procedimento para o objeto 2, observando que sua condição de piscar é $second>=

33 3- Orientation Rotação de Objetos a) Animação: giro horário em torno do centro do objeto: A variação de uma tagname pode provocar um giro do objeto no sentido horário ou anti-horário de no máximo 360 o em relação a um ponto de referencia. Para ilustrar vamos fazer os seguintes exemplos: a) O retângulo deverá girar no sentido horário 360 o em torno do centro em 60segundos. b) O retângulo deverá girar no sentido anti-horário 360 o em torno do centro em 60segundos, c) O retângulo deverá girar no sentido horário 360 o distante de (100,100) do centro em 60segundos, horário b) Animação: giro anti-horário em torno do centro do objeto: Anti horário Lembrar: CCW abreviação de CounterClockWise, traduzindo `a esquerda. CW abreviação de ClockWise, traduzindo `a direita

34 c) Animação: giro horário em torno do ponto (100, 100) distante do centro do objeto: 4- Disable Disponibilidade de Objetos Habilita ou desabilita um botão, sob determinadas condições; Deseja-se que o botão Liga/Desliga fique desabilitado entre o intervalo 30 até OBS.: Deve ser observado que o sinal negativo se justifica, pois a distancia de giro, vertical (Y Position), está sendo diminuída de 100 pixels do centro do objeto em relação a origem (0,0) que fica localizada no canto superior esquerdo; já na horizontal (X position) a distancia está sendo acrescida de 100 pixels do centro de giro em relação a origem (0,0). Visualizando a animação: 50 s Assim, deve-se configurar a Expression e Disable State, conforme a seguir: Expression: $second >30 and $second <50 Disable State: em ON (fica no estado desabilitado) 67 68

35 Para a condição fora do intervalo $second =10, o botão fica no estado abilitado. PLAYSOUND-SOM Arquivos de som tipo wave são emitidos toda vez que a expressão playsound() for acionada. Sintaxe PlaySound( arquivo som,flags); Para a condição dentro do intervalo $second = 42, o botão fica no estado desabilitado. Parametros Descrição arquivo som. Arquivos com extensão wav Flags Flags can be one of the following: Type Description 0 Play sound synchronously (default) 1 Play sound asynchronously 2 Do not use default sound. Playsound is the filename of a.wav file. PlaySound can also accept an entry name from the [Sounds] section of the win.ini file. As an example, if you have an entry in the win.ini file like the following MouseClick=C:\Sounds\Click.wav you can enter MouseClick as the SoundName. 3 NOT USED! 4 NOT USED!. 5-7 NOT USED! 8 Repeat the sound until the next time PlaySound() is called. For Windows 95 (or later). 9 PlaySound() is called. For Windows NT 4.0 SP4 (or later). 16 Do not stop any currenlty playing sound. Nota: Se a condição Disable State for alterada para Off a condição de desabilitado se inverte; ou seja, dentro do intervalo o botão fica abilitado. Caso se deseje intervalos diferentes de desabilitação o operador lógico OR deverá ser inserido na expressão. Exemplo(s): PlaySound ("c:\horns.wav",1); Exemplo: Vamos supor que uma tagname Temp varie de 0 a 1000 o C e que desejamos que o botão Temperatura fique desabilitado somente entre as faixas de: o e o e o. Assim, deve-se configurar a Expression e Disable State: Expression: ($second >200 AND $second <300) OR ($second >500 AND $second 600) OR ($second >800 AND $second <900) SYMBOL FACTORY O intouch fornece uma biblioteca de objetos industriais para facilitar e dá uma aparência mais profissional na apresentação na tela do computador. Normalmente estes objetos não acompanham o pacote de instalação intouch e devem ser instalados a parte. Ver em anexo a instalação da biblioteca symbol factory. -Selecione, através do wizard, a opção symbol factory e siga os passos a seguir: Disable State: ON 69 70

36 2- Animação dos objetos symbol factory 71 72

37 Programando Scripts Scripts são módulos em linguagem, onde se pode definir linhas de código como na linguagem Basic, desta forma eles permitem uma maior flexibilidade para associar ações a eventos específicos. Scripts são usados para criar ações lógicas e executá-las quando um evento específico ocorrer. Você pode definir Scripts para qualquer objeto que possua um ambiente Scripts, como: Aplicação, Tags, Telas, Objetos, Alarmes etc. Por exemplo, Scripts de Tags normalmente estão associados ao valor do Tag, isto significa que eles são executados quando o valor do Tag mudar ou estiver em uma situação de Alarme. Muitos objetos na sua aplicação possuem um ambiente Scripts como mostrada abaixo, onde podem ser editados Scripts Tipos de ambientes Scripts Os Scripts disponíveis são descritos na tabela abaixo SCRIPTS DISPONÍVEIS Você pode associar Scripts executando-os em uma das situações a seguir: OnKeyPress executa somente quando uma determinada tecla for pressionada OnKeyRelease executa somente quando a tecla for despressionada. PROGRAMANDO VIA SCRIPT Há 6 possibilidades de programação via script, conforme mostrado a seguir: OnStartRunning OnStopRunning OnUserLogin OnUserLogout WhileKeyPressed WhileRunning executa quando a aplicação iniciar a execução. executa quando a aplicação terminar a execução. executa quando um usuário inicia a sua seção na aplicação. executa quando um usuário encerra a sua seção na aplicação. executa enquanto uma determinada tecla estiver sendo pressionada. executa enquanto a aplicação estiver executando. O Script irá executar tantas vezes quantas você definir na caixa de texto Rodar a cada: (aparece somente para Scripts WhileRunning) 1- Application Script... É executado sempre que a aplicação estiver no modo running; Para criar um Script, pressione vá na barra de menu Special/String/Application. O ambiente Scripts irá aparecer com uma lista de Scripts disponíveis para o objeto corrente. Selecione o Script que você deseja criar 2- Window Script... É executado sempre que a janela estiver ativa; 3- Key Script... É executado sempre que a tecla correspondente for pressionada; 73 74

38 4- Condicion Script... É executado sempre que uma determinada condição acontecer; 2 o PASSO: Abrir o ambiente de programação script, conforme a seguir: Vamos ilustrar as 4 condições de Script com o exemplos a seguir: 1 - Application Script... Vamos iniciar nossa programaçao com o seguinte problema: Uma variável X deve ser incrementada de um em um, num intervalo de 1 segundo. Ambiente programação sript de via 1 o PASSO: Vamos visualizar a variável X, para isto será necessário definir a tagname X (inteira) Defina o tipo de tagname Mensage integer (inteira) 75 76

39 COMENTÁRIOS SOBRE O AMBIENTE DE PROGRAMAÇÃO SCRIPT 2- Tempo de LOOP Deve ser digitado no espaço reservado o tempo, em Msec, que se deseja fazer o loop no ambiente de programação, para o nosso problema o tempo é 1 s ou seja 1000 Msec. t loop = 1000 M 1- Condition Type: Há 3 possibilidades: Se for necessário aumentar a velocidade de varredura o tempo deve ser diminuído, até que se deseja a velocidade desejada. On Startup Será executado ao abrir o programa; While Running Será executado durante a execução do WindowViwer; On ShutDown Será executado ao término do programa. Para a nossa aplicação vamos trabalhar durante a execução do windowviwer opção: While Running. Nota: Ao selecionar esta opção, a mesma ficará em negrito para indicar que está sendo utilizada, pois mais de uma opção poderá ser utilizada conjutamente Valores máximos e mínimos para o tloop tloop mín > 0 tloop máx <= Msec ( 360 s, 6 h ) Voltado ao nosso problema: Como desejo incrementar a variável de um em um, devo fazer X=X+1, num intervalo de 1 segundo devo digitar 1000 Msec e rodar o programa

40 Vou usar o recurso de que uma janela pode fechar a outra, para melhor observar a implementação. Veja as duas janelas a seguir: Usando a opção Window Script..., com a janela 1 ativada, incremento de 1 a tagname x; Visualizando no WindowViwer Exemplos : Exemplo 1 (Window Script...) 1- Quando a janela 1 estiver ativa a tagname x deve ser incrementada de 1, já quando a janela 2 estiver ativa a tagname x deve ser diminuída de 1. Usando novamente a opção Window Script..., com a janela 2 ativada, decremento de 1 a tagname x; 79 80

41 Passo 1: - Apago a janela 1 Ao apagar a janela 1, somente a janela 2 permanecerá ativa, neste caso a tagname começa a decrementar. Rodando... Passo 1: - Apago a janela 2 Passo 2: - Ativo a janela 2 Ao ativar a janela 2 a tagname se estabilizarar, já que as duas janelas estão ativas já que a janela 1 manda incrementar e janela 2 manda decrementar. Exemplos 2 (Key Script...) Utilizando o exemplo anterior, for usar a função teclado Ctrl + a para a tagname assumir o valor 1000, ou seja x=1000; 81 82

42 COMANDOS DE PROGRAMAÇÃO Foram apresentados situações de programação que envolvem a utilização do conceito de entrada, processamento e saída de informações de várias formas. Neste capitulo, será abordada a utilização de tomadas de decisão em um programa, utilizando desvios condicionais simples e compostos. Operadores Funcionais No exemplo anterior, foi utilizado o sinal de igual = e soma + para estabelecer o novo valor da variável. Diferentemente em uma operação poderá haver: multiplicação, divisão, potenciação. Essas operações são efetuadas com a utilização da tabela abaixo. Ao rodar o programa pressiono o teclado Ctrl + a e a tagname assumira o valor 1000, ou seja x=1000; Símbolo Significado + Soma - Subtração / Divisão * Multiplicação ** Potenciação = igual Exemplo: a) Soma X = 2+3; X= 5 b) Subtração: X= 3 2; X= 1 c) Divisão X= 3 /2; X= 1,5 d) Multiplicação X= 3 *2; X= 6 e) Potenciação X= 3 **2; X=

43 Operadores Relacionais na Comparação No exemplo anterior, foi utilizado o sinal de = (igual) para estabelecer o novo valor da variável. Diferentemente em uma condição de comparação, poderá ser verificada como: diferente, igual a, menor que, maior ou igual que e menor ou igual que. Essas verificações são efetuadas com a utilização da tabela abaixo. Símbolo Significado == Igual a <> Diferente de > Maior que < Menor que >= Maior ou igual a <= Menor ou igual a Nota: Há uma diferença substancial entre = e ==, o primeiro estabelece um novo valor a tagname, já o == deve ser usado para comparação de igualdade. Desvio Condicional Simples - IF...THEN...THEN O IF... THEN é usado para testar um condição, e se a condição for verdadeira, ele executa o comando que estiver em seu interior, ou seja até encontrar um ENDIF. Comando IF expressão lógica comando 1; comando 2;. ENDIF; THEN ENDIF; Adicionando Comentários ao Script Um programa pode conter comentários feitos pelo próprio programador com o objetivo de mais tarde torná-lo mais fácil de ser modificado e entendido. Todo comentário deve ser colocado entre chaves {...} em qualquer linha de programação. Exemplo: aum=0; {Isto é um comentário Aprenda programar passo a passo desenvolvendo um aplicação} sp = -1; { o valor da variável sp deve ser inicialmente -1 } IF sp<0 THEN { para um valor de sp menor que zero faça aum=1 } aum=1; ENDIF; Desvio Operadores Compostos IF...THEN...ELSE Anteriormente, foi visto como fazer uso da instrução if...then do tipo simples. Agora será estudado como fazer uso da instrução if...then...else, em que, sendo a condição falsa, será executada a instrução else. Caso seja necessário considerar mais de uma instrução para as condições Verdadeira ou Falsa, utilizar-se o conceito de blocos. Sendo assim, essa instrução possuía a seguinte estrutura: IF expressão lógica THEN comando 1; { instrução p/ condição verdadeira } ELSE comando 2; { instrução p/ condição falsa } ENDIF; O ELSE executa a expressão lógica se mesma não for verdadeira. Veja: Se a condição for falsa, não serão executadas as instruções que estejam após a instrução IF... THEN e o comando será direcionada para o final da condição, ou seja após o ENDIF IF expressão lógica comando 1; comando 2; THEN 85 IF expressão lógica comando 1;.. ELSE THEN 86

44 comando 2; ENDIF; Operados Lógicos Existem ocasiões em que é necessário trabalhar com o relacionamento de duas ou mais condições ao mesmo temo na mesma instrução if...then, efetuando, desta forma, testes múltiplos. Para estes casos é necessário trabalhar com a utilização de operadores lógicos, também conhecidos como operadores Booleanos. Os operadores lógicos são três; and, or e not. Em instruções if...then encadeadas. Operador lógico : AND O operador do tipo and é utilizado quando dois ou mais relacionamentos lógicos de uma determinada condição necessitam ser verdadeiros. Abaixo, é apresentada a tabela-verdade para esse tipo de operador. Condição 1 Condição 2 Resultado Falsa Falsa Falsa Verdadeira Falsa Falsa Falsa Verdadeira Falsa Verdadeira Verdadeira Verdadeira O operador and faz que somente seja executada uma determinada operação se todas as condições mencionadas forem simultaneamente verdadeiras, gerando assim um resultado lógico verdadeiro. Operador lógico : OR O operador do tipo OR é utilizado quando pelos menos um dos relacionados lógicos (quando houver mais de um relacionamento) de uma condição necessita ser verdadeiro. Abaixo, é apresentada a tabela-verdade para esse tipo de operador. Condição 1 Condição 2 Resultado Falsa Falsa Falsa Verdadeira Falsa Verdadeira Falsa Verdadeira Verdadeira Verdadeira Verdadeira Verdadeira O operador OR faz que seja executada uma determinada operação se pelo menos uma das condições mencionadas gerar um resultado lógico verdadeiro. Operador Lógico : NOT O operador do tipo not é utilizado quando se necessita estabelecer que uma determinada condição deve ser não verdadeira ou deve ser não falsa. O operador not se caracteriza por inverter o estado lógico de uma condição. Abaixo, é apresentada a tabela-verdade para esse tipo de operador lógico. Condição Verdadeira Falsa Resultado Falsa Verdadeira O operador lógico not faz que seja executado uma determinada operação invertendo o resultado lógico da condição. Para exemplificar a utilização de decisão dentro de um programa, considere a necessidade de desenvolver um programa que efetue a leitura de dois valores numéricos inteiros, efetue a adição dos valores e apresente o seu resultado, caso o valor somado seja maior ou igual que 5, indique aprovado, caso contrário, indique reprovado. Algoritmo Definir 3 tagnames (A, B, R), tipo inteira; Definir 2 botões para entradas de valores e associá-los as tagnames A e B; Definir 1 botão para visualização do resultado, associando a tagname R; 1. Entrar com um valor na tagname A; 2. Entrar com um valor na tagname B; 3. processar a adição dos valores na tagname R = A + B; 4. apresentar o resultado APROVADO; caso R seja maior ou igual que 5; 5. apresentar o resultado REPROVADO; caso R seja menor que 5; 87 88

45 Algoritmo Início IMPORTAR NO INTOUCH Para importar devo iniciar um projeto novo: (exemplo importar objeto) 1)WindowViewr Deve estar desativado. 2)Todas as janelas devem estar fechadas A,B {Informe os valores das notas} R = A + B {Calcula a soma das notas} N R >=5 S {Compara} REPROVADO APROVADO {apresenta o resultado} Selecionar a aplicação que se deseja importar. Fim 89 90

46 Como exemplo iremos importar a aplicação esteira que se encontra em c:\seba\exemplos\intouch\esteira. OBS: 1) Posso selecionar 01 ou todas as janelas; 2) Se desejar, importar no futuro alguma janela que não foi importada, todas as janelas devem ser fechadas. Após selecionar a aplicação devo selecionar o que desejo importar. Importar também o programa script Select p/ importar quais janelas se deseja. Importar somente as janelas feitas na aplicação esteira Na importação as variáveis (tag s) devem ser convertidas (convert) ou alteradas, conforme gosto do projetista; Deve-se ir ao script e convertê-las

47 2) Todos os objetos também devem ter suas variáveis convertidas. 1) OBS:?d:?r:?i: é usada para identificar as variáveis importadas e se desejar convertê-las (d = discreta, r = real, i = inteira) A opção local deve ser acionada 93 94

48 Exportar telas Só pode ocorrer ente 2 projetos intouch 1) Abro a aplicação que tem a janela a ser exportada Ex: C:\seba\botoes2) 2) Fecho todas as janelas 3) File Special Tagname Dicnary... a) Escolha a tagname a ser deletada e deleta. Ou b) Deletar todas as tagnames não usadas. Delete Unused Tags... Export window... Seleciono o novo projeto que ira receber a telas. (botões1) 4) Seleciona a janela a ser exportada (EX: botão) 5) Basta fechar a aplicação corrente e abrir a aplicação onde à tela foi exportada. Para deletar TAG Exemplo: Duas tagnames não estão sendo utilizadas x e y e queremos eliminálas Fechar todas as janelas Special Update User Count

49 ALARMES Alarmes são usados para sinalizar algum tipo problema que está ocorrendo na planta e então tomar as ações apropriadas. Iremos inicialmente abortar alarmes com tagnames do tipo Real ou Inteira. Para visualizar os Alarmes configurados para um Tag você precisa criar um Objeto de Tela Alarme e atribuir uma nova Tag a ele. A seguir os campos de alarme são descritos na tabela que segue. A página de Alarmes dos Tags aparece quando apção Alarmes no topo das páginas do Tag for selecionada. campo LoLo Low High HiHi descrição Alarme Baixo Crítico. Define um intervalo de valores (menor igual) onde o Tag é considerado em um estado de Alarme Baixo Crítico. É usado quando o valor do Tag está abaixo de um mínimo, ou seja, extremamente baixo.. Alarme Baixo. Define um intervalo de valores (menor igual) onde o Tag é considerado em estado de alarme baixo. É usado quando o valor do Tag está abaixo do normal. Alarme Alto. Define um intervalo de valores (maior igual) onde o Tag é considerado em estado de Alarme Alto. É usado quando o valor do Tag está mais alto do que o normal. Alarme Alto Crítico. Define um intervalo de valores (maior igual) onde o Tag é considerado em estado de Alarme Alto Crítico. É usado quando o valor do Tag é está acima de um máximo, ou seja, extremamente alto. Prioridades Define a prioridade para cada situação de alarme.é um campo importante quando desejamos selecionar o tipo de gravidade de cada alarme ocorrido e para um melhor controle os alarmes de maior prioridade irão aparecer em primeiro plano na janela de alarmes. É disponibilizada quando o valor de alarme é digitado. Pode variar entre 1 a 999. Números pequenos indicam alta prioridade e valores sugestivos são dados conforme a tabela a seguir: Prioridades: Crítico: Maior: Menor: Aconselhado: Cada Tag que você define possui uma página de Alarmes como a mostrada a seguir, onde podem ser configurados 4 intervalos de valores e prioridades

50 Definir a tagname nível (Tipo real) com seus respectivos valores de alarmes: EXEMPLO: Implemente 1 tangue com preenchimento entre 0-100%, associados a uma tagname nivel com respectiva variação entre 4-20, através de slider s. As condições de alarme são Configurar o indicador de alarme muito alto HiHi campo Valor LoLo 5 Low 7 High 17 HiHi 19 tangue - Configurar o indicador de alarme muito alto Hi

51 Configurar o indicador de alarme muito alto Lo - RODANDO-WindowViewer (Runtime). Valor da tagname nivel = 16,9 - Normal Configurar o indicador de alarme muito alto LoLo Associar o slider a tagname nível e um visiluazador de tag. Valor da tagname nivel = 18,3 Alarme Hi indicou Valor da tagname nivel = 19,1 Alarme HiHi indicou (Além do Hi)

52 Standart Alarm Display É um visualizador, configurável, de todas as ocorrências os alarmes; disponível na biblioteca do wizard. Através das opções de intervalo de prioridade (From Priority e To From Priority), é que se filtra os alarmes a serem listados no Standart Alarm Display Projeto abordando Prioridades Implemente 4 tangues com preenchimento entre 0-100%, associados a 4 tagnames com respectiva variação entre 4-20, através de slider s. As condições de alarme são as mesmas para todos os tangues (LoLo = 5, Lo = 7, Hi = 15 e HiHi =17), já as condições de prioridades de cada tangue são dadas a seguir: Tangue 1 : Prioridade 100 Tangue 2 : Prioridade 350 Tangue 3 : Prioridade 550 Tangue 4 : Prioridade 850 Associe a cada tangue um Standart Alarm Display que monitore somente a ocorrência de alarme do respectivo tangue e um Standart Alarm Display que monitore todas as ocorrências de alarme. O Standart Alarm Display pode ser configurável conforme a janela a seguir:

53 TENDÊNCIA REAL TRENDREAL Este objeto é usado para visualizar um gráfico de tendência com até 4 Tags. O gráfico é constantemente atualizado a medida que o processo evolui e os valores dos Tags mudam. Usando Tendências você pode fazer gráficos como ValorXTempo e ValorXValor. Devido a estas características pode-se efetuar a análise dos dados a medida que o processo evolui. Você pode editar as propriedades da Tendência dando um duplo click sobre a mesma. Para alarmes com tagnames do tipo Discrete, só uma escolha de alarme pode ser feita: Estado On ou Estado Off, com a respectiva prioridade. O exemplo a seguir mostra está condição, quando a tagname falha for para o estado On a mesma deve alarmar, quando a mesma for para o estado Off volta ao normal. 1- Time Time Span Estabelece o intervalo de tempo que se deseja visualizar da variável no eixo da absissa

54 2 Sample Interval Indica o número de amostra que será plotado no gráfico, no intervalo de tempo especificado (Time Span). O número de amostras no intervalo de tempo não poderá ser superior a 1024 amostras. Caso isso ocorra, aumenta-se o tempo do intervalo ou diminui o nímero de amostras Exemplo: Para Time Span =11s = Ms e Interval =10 Msec Logo: Time Span / Interval + 1 = / = 1101 > ) O Interval deverá ser Múltiplo e óbvio menor que Time Span, ou seja Time Span / Interval deve ser um número inteiro. Exemplo: Time Span = 11 s = Msec e Interval =12 Msec não é possível embora a conta Time Span / Interval + 1 < 1024 COMENTÁRIOS: Ou seja, se a cada 10Msec se eu pegar uma amostra em Msec eu terei 1100 amostras, logo 1100>1023. Desconsiderando é claro, na a análise o +1. È importante observar que: 1) Quanto maior o intervalo a ser observado, mais nitido fica a variável, porém mais lento será a visualização da atualização das variáveis. Veja o exemplo a seguir: 2 Eixo da Absissa (Tempo)Time Divisions 2.1 Numer of Major Div Determina quantas divisões o eixo da absissa terá, para o nosso exemplo 6 divisões; 2.2 Numer Div / Major Div - Determina quantas sub-divisões o eixo da absissa terá, para o nosso exemplo 3 sub-divisões; 2.3 Major Div/Timer Label Indica onde o tempo irá aparecer no gráfico. Deve ser múltiplo e menor ou igual a Numer of Major Div ( 6 ), para o nosso exemplo pode ser 1,2,3 e 6. Top Labels - Indica que o tempo especificado em Major Div/Timer Label irá aparecer acima no gráfico, é pouco usual

55 Bottom Labels - Indica que o tempo especificado em Major Div/Timer Label irá aparecer na absissa no gráfico, é o que normalmente é usado. Observação deve ser múltiplo de 3 e 6, pois somente em uma dessas linhas posso localizar o tempo; não faz sentido por exemplo 4. EXEMPLO: Exemplo 1: = 6 4 Eixo da Ordenada (Tagnames) 4.1 Numer of Major Div Determina quantas divisões o eixo da ordenada terá, para o nosso exemplo 4 divisões; 4.2 Numer Div / Major Div - Determina quantas sub-divisões o eixo da ordenada terá, para o nosso exemplo 2 sub-divisões; 4.3 Major Div/Value Label Indica onde as sub-divisões irá aparecer na ordenada. Deve ser múltiplo e menor ou igual a Numer of Major Div ( 4 ), para o nosso exemplo pode ser 1,2. Left Labels - Indica que as sub-divisões especificada em Major Div/Value Label irá aparecer à esquerda do gráfico, é o que normalmente é usado Right Labels - Indica que as sub-divisões especificada em Major Div/ Value Label irá aparecer à direita do gráfico, é pouco usual. Exemplo 2: = 3 EXEMPLO:

56 Usuários Pode-se controlar o acesso a uma aplicação através de uma lista de nomes, podendo atribuir uma senha a cada usuário e configurar níveis de segurança no seu sistema. O usuário Administrador possui acesso ilimitado ao sistema. Os demais usuários possuem um nível de segurança associado que permite a eles acessarem apenas as características atribuídas ao seu nível de acesso. Para se alterar as configurações dos usuários o usuárior deve ter nível de acesso maior ou igual a Pen Até 4 tagnames podem ser visualizadas ao mesmo tempo. Ao entrar no windowmaker o usuário sempre terá os privilégio de administrator com nível de acesso máximo, ou seja (cuidado! Não é administrador, lembre-se a wonderware é americana) Ao entrar no WindowViewer o usuário perde o privilégio de administrador e terá nível de acesso mínimo, ou seja 0; obrigando o usuário a se logar novamente. 1- Criando Novos Usuários Special/Security/Configure Users

57 Adicionar: Add O Nome do usuário não deverá exceder a 16 caracteres Criando Usuários Repetir para os usuários 2 Nome do Usuário: USUARIO 2 A Senha: U2 Nível de Acesso: 2 Digitar o Nome do Usuário, A Senha e o Nível de Acesso Ex.: Nome do Usuário: USUARIO 1 A Senha: U1 Nível de Acesso: 1 Repetir para os usuários 3 Nome do Usuário: USUARIO 3 A Senha: U3 Nível de Acesso:

58 2.2- No exemplo a seguir, desejamos que: somente o usuario 1 com nível de acesso 1 acesse o segundo botão. Veja o procedimento a seguir: 2- Restrições com nível de acesso 2.1- No exemplo a seguir, desejamos que: somente o usuario ADMINISTRADOR com nível de acesso 9999 acesse o primeiro botão. Veja o procedimento a seguir: O segundo botão não(off) deve estar desabilitado para o nível de acesso = 1; ou seja USUARIO 1 Repetir o procedimento para os demais usuários No WindowViewer Observar que todos os botões estão desabilitados, pois ao entrar WindowViewer, o usuário estabelecido é o None com nível de acesso Zero. O passo seguinte é se logar. O primeiro botão não(off) deve estar desabilitado para o nível de acesso = 9999; ou seja ADMINISTRADOR

59 A tagname interna discreta $changepassword quando levado a 1 abre uma caixa de diálogo para mudança de senha de quem estiver logado.(tem que haver um usuário diferente de None, já que este não pode ser alterado). TENDÊNCIA HISTÓRICA TRENDHIST Log On para o usuário 1 Em Special/secutity/log On digite o nome do usuário e a senha Históricos permitem armazenar dados de processos para análises futuras. Você pode criar tantos arquivos de Históricos quanto desejar, cada um contendo até 8 Tags. Históricos podem ser definidos no Wizard durante a configuração da aplicação ou em tempo de execução usando Funções Especiais através de Scripts. Cada arquivo de Histórico possui uma taxa de amostragem que determina com que freqüência os dados serão escritos no arquivo. 1 o Passo Para criar ou editar um Histórico você precisa selecionar no Wizard a opção Trends, conforme figura a seguir: Observar que o botão USUÁRIO 1 fica habilitado para este usuário obs.: Caso se deseje que um usuário com nível de acesso maior tenha acesso também a uma determinada restrição, basta na restrição em vez de usar o sinal de igual usar o maior ou igual. A tagname interna string $operator fornece o nome do usuário logado

60 Selecionar também Trend Zoom/Pan Panel para fazer as visualizações necessárias: 3 o Passo: Nomeiar as Penas Somente as tagnames que foram ou serão definidas com a opção Log Data ativa que aparecerão no gráfico. Por exemplo, a tagname do sistema $second não é do tipo Log Data, por esse motivo não será mostrada, apesar de ser a 4 a pena. 2 o Passo Nomeiar as tagnames tipo Trend O histórico necessita de 2 nomes de tagnames para identifica-lo. Basta teclar em Suggest para que seja sugerido os nomes das tagnames; ou seja, Hist trend iar ra o gráfico histórico e HistTrend1PenScale para associá-lo a escala das penas

61 4 o Passo: Nomeiar as tagnames Trend Panel (Opcional) O Trend Panel é utilizado para atualizar os dados no gráfico e necessita de 2 nomes de tagnames para associá-lo ao gráfico. Basta teclar em Suggest para que seja sugerido os nomes das tagnames; ou seja, Hist trend para associa-lo ao gráfico histórico e HistTrendPanMins para associá-lo ao Panel. ( Pode ser omitido, se usar a função HTUpdateToCurrentTime("Trend"), como será visto a seguir. ) 5 o Passo: Nomeiar as tagnames das Legendas (Opcional) O Trend Legend é utilizado para mostrar os dados instantâneos e necessita de 2 nomes de tagnames para associá-lo ao gráfico. Basta teclar em Suggest para que seja sugerido os nomes das tagnames; ou seja, Hist trend para associá-lo ao gráfico histórico e HistTrendPenScale para associá-lo a legenda. 6 o Passo: Definição das Tagnames Log Data Com esta opção ativa a tagname poderá ser plotada; deste que seja configurada como uma das Penas. Valores mínimos e máximos Ao criar as tag s é fundamental colocar os valores mínimos e máximos, pois o final da escala do eixo (Y) toma esses valores para montar o gráfico

62 7 o Passo: Configuração: No menu Special / Configure / Historical Loggin... as seguintes opções devem ser assinaladas. Atualizações dos dados apresentados Devemos observar que os dados apresentados não são atualizados Enabled Historical Logging Permite armazenar os dados, ou seja as tagnames tipo Log Data; Keep Log Files for: days - Armazenar os dados por tantos dias; Store Log Files in Appliation Directory Salva os arquivos de dados no próprio diretório do aplicativo. O único problema é que eles ficam misturados com os demais arquivos. Store Log Files in Specific Directory Direciona os arquivos de dados armazenados para um diretório especifico, neste exemplo, para c:\seba\trend. Veja figura a seguir: dinâmicamente. Para isto, devemos utilizar a função HTUpdateToCurrentTime("Trend") que atualizará os dados apresentados no gráfico histórico. Para o nosso caso vamos atualizar os dados a cada 5 s (5000 Msec), usando para nos auxiliar a programação Scrip, conforme visto a seguir: Vale a pena comentar que os arquivos de dados gerados levam em seu nome a data de sua geração. No nosso exemplo temos os seguintes arquivos gerados: idx lgd alg onde: 03 indica o ano de sua geração indica o mês de sua geração junho (06) 17 indica o dia de sua geração sem significado. Idx extensão do arquivo gerado para armazenar os dados

63 Imprimir o gráfico tendência Trend Pode ser associado a um botão para imprimir o gráfico de Tendência Histórica associado com a tagname especificada ( tipo Hist Tend). O gráfico de Tendência Histórica deve ser visível na tela, quando usando esta função. Sintaxe PrintHT (Trend_Tag ); Parâmetro Descrição Trend_Tag Tagname do gráfico de Tendência Histórica., tagname tipo mensagem, ou string atual Exemplos: Botão - imprimir Modificações nas telas que envolvem Hist Trend, normalmente exigem que WindowViwer esteja fechado (é diferente de estar minimizado). Deve-se observar que, se o WindowViwer for fechado os dados não mais serão armazenados

64 CHECKBOX Botões especias de opção Normalmente usado para selecionar uma ou mais opções, quando selecionado a tagname associada muda de estado, ou seja, normalmente de 0 para 1. Procedimento no WindowMaker visível Habilita a opção/ fica visível, mas não habilita a entrada. Fica Caption = mensagem desejada; CheckBox Control : quando habilitado torna a tagname discreta (selecione-cortar) p/ 1.. Exemplo: Desejo optar entre dois tipos de máquinas, cortar ou misturar. 2 - Importar o segundo CheckBox Control (opção : misturar) 1 - Importar do Winzard o primeiro CheckBox Control ( opção : cortar) Exemplos aplicativos no próprio: intouch a) Abrir e fechar janelas no próprio b) Na tela auxiliar de animação. 3 - Em cada um dos CheckBox, faço o script de opção

65 Script usado para selecionar tipo de máquina a ser usada A> 2 tagnames selecione_cortar e selecione misturar vão p/ 1 Função do checkbox Selecione_cortar=1; Selecione_misturar=1; If selecione_cortar THEN Machine= cortar ENDIF; If selecione_misturar THEN Machine= misturar ENDIF; WindowViewer Selecione a máquina de cortar. Neste caso a tagname selecione_cortar vai p/ 1 Selecione a máquina de misturar. Neste caso, somente a tagname selecione_mistura vai p/ 1. Observe: Se as duas opções forem selecionadas, as mesmas serão encaminhadas, como mostra o exemplo

66 Soma de strings Strings também podem ser somadas (concatenadas) resultando um novo valor para a tag. Veja o exemplo a seguir: Endereçamento de Relés especiais Exemplo: M1= ba ; M2= lá ; Soma=m1+m2; If soma= bala then Res= sucesso else Res= falha ; endif; COMUNICAÇÃO (INTOUCH x CLP) Drivers O Supervisório permite a comunicação com equipamentos de aquisição de dados e outros computadores executando o Supervisório, através de Drivers de I/O ou Drivers de Rede fornecidos pelo fabricante de supervisório de acordo com o tipo do equipamento de I/O ou da conexão de rede. Os Drivers do Supervisório são arquivos separados com extensão DLL. COMUNICAÇÃO CLP MATSUSHITA CLP MATSUSHITA A comunicação será feita utilizando o exemplo a seguir: Exemplo: Deseja-se que ao pressionar o botão LIGA no supervisório a saída Y1 do CLP MATSUSHITA comute para on e ao pressionar o botão DESLIGA no supervisório a saída Y1 do CLP MATSUSHITA comute para off. EXEMPLO APLICATIVO: ENDEREÇAMENTO DAS ENTRADAS E SAÍDAS DIGITAIS O CLP MATSUSHITA apresenta 15 ENTRADAS DIGITAIS e SAÍDAS DIGITAIS e são endereçadas conforme a Tabela a seguir: ENTRADAS DIGITAIS X0 X1 X2 X3 X4 X5 X6 X7 X8 X9 X10 X11 X12 X13 X14 X15 SAÍDAS DIGITAIS Y0 Y1 Y2 Y3 Y4 Y5 Y6 Y7 Y8 Y9 Y10 Y11 Y12 Y13 Y14 Y

67 RECOMENDAÇÕES: Ativar o drive de comunicação KEPSERVER I -Não utilizar as saídas (Yi) do programa ladder que está carregado na memória do PLC nos itens. II -Verificar, fazendo download para o computador. III- Velocidade recomendada para o script 300 Msec. IV- Ver os tipos de protocolos em anexo. - Criar o canal de comunicação:

68 -Observar a paridade Odd (ímpar)

69 -Ver, em anexo, a configuração do CLP matsushita. - Adicionar um device:

70 -Observar o Device Model: Any model CONSIDERAÇÕES: - Salvar o projeto (*.kdp) (exemplo: aluno.kdp) - Observar que só posso colocar o projeto on-line depois de salvá-lo. - A conexão entre o clp e computador COM1 deve estar perfeita (carregar o progama a seguir e observar a comunicação) - Kepdde deve estar off-line (se estiver on-line a com1 já estará sendo usada) - Carregar o programa a seguir para a memória do CLP;

71 RESUMO Equivalência INTOUCH e KEEPSERVER INTOUCH Access Name = a Application name = Kepdde Topic Name = b KEPSERVER Channel = a Kepdde.exe Device = b O cpl deve estar no modo RUN * Não foi preciso nem carregar (abrir) o fpsoft Intouch Kepserver Basta observar np clp se ele está RUN. ** Ao adicionar uma saída, mais de uma acender ou alguma coisa estranha acontecer, verificar senão há conflito nas tags. ENTRADAS E SAÍDAS ANALÓGICAS- EXPANSÃO 1 - Colocar o kepdde on-line - Bem... < ok >; - Automaticamente a comunicação entre o CLP e o computador é perdida, só poderá ser restabelecida quando kepdde for para o modo off-line; Fazer as conexões na bancada do CLP; Reinicialize a comunicação A maioria dos processos industriais utilizam as variáveis analógicas para representarem seu processo. Em anexo é mostrado os endereçamentos das entradas e sidas analógicas do CLP FPO-C32 As saídas do PLC também podem ser analógicas. A exemplo das entradas, as saídas analógicas são resultado da conversão de um valor digital gerado pela UCP. CONFIGURAÇÃO DAS I/O ANALÓGICAS DO CLP MATSUSHITA ENDEREÇAMENTO DAS ENTRADAS E SAÍDAS ANALÓGICAS - EXPANSÃO 1 O CLP MATSUSHITA apresenta na expansão 1 duas entradas analógicas e 1 saída analógica e são endereçadas conforme a tabela a seguir: -Observar o travamento do relé e a lâmpada acender. -Após a comunicação verificada o fpsoft poderá ser fechado*. 141 ENTRADAS ANALÓGICAS SAÍDAS ANALÓGICA 142 WX2 WX3 WY2

72 LIGAÇÃO DAS ENTRADAS E SAÍDAS ANALÓGICAS As entradas e saídas analógicas devem ser configuradas através de um DIP SWITCH, localizado na frente da unidade analógica, de acordo com o sinal de entrada e saída da instrumentação do local. CONFIGURAÇÃO DO DIP SWITCH Exemplo: Utilizaremos um sinal variável de 0-10 V que deverá indicar o nível de um reservatório ( % )

73 - Entrar com o sinal analógico ( 0 10 V ) na entrada analógica do CLP (WX2); EXEMPLO 1 Min EU = e Max EU = 2000, para WY2 = 2000 Vo = 10 V Min Raw = e Max Raw = 4000, para WY2 = 4000 Vo = 10 V De uma forma geral, podemos fazer a seguinte conversão de valores: Vo = WY2 * ( Vmáx/EU) *( Raw/EU) Assim para WY2 = 1000 Vo = 1000* (10/2000) * 4000/2000 = 10 V. Observe que antes era preciso WY2 = 2000 para termos Vo = 10 V 1 Entrada Analógica : WX2 2 Entrada Analógica : WX3 EXEMPLO 2 Min EU = e Max EU = 2000, para WY2 = 2000 Vo = 10 V Min Raw = e Max Raw = 4000, para WY2 = Vo = 10 V De uma forma geral, podemos fazer a seguinte conversão de valores: Vo = WY2 * ( Vmáx/EU) *( Raw/EU) Assim para WY2 = 171 Vo = 171* (10/2000) * /2000 = 8,5 V. RELAÇÃO ENTRE EU E RAW Os valores Min EU = e Max EU = 2000, corresponde os Vmáx = 10 V e + 10 V reais do PLC; Os valores Min Raw e Max Raw, corresponde uma mudança, se assim desejar, nos valores Min EU = e Max EU = , exemplo:

74 - Ver a indicação do nível para uma tensão na entrada WX2 = 9,12 V O Slider ilustrado deverá forçar a saída analógica WY2 entre seus valores máximos, ou seja, -10 V a + 10 V. Ver referencia em anexo. - Ver a indicação do nível para uma tensão na entrada WX2 = 5,04 V - Rever a posição dos Dip switch e as ligações da saída analógica no KIT de experiência. SAIDAS ANALÓGICAS O exemplo a seguir ilustrará a manipulação da saída analógica do CLP Matsushita:

75 REDE PROFIBUS - FMS E ETHERNET DO LABORATÓRIO DE CONTROLE DE PROCESSOS 1. CONSIDERAÇÕES INICIAIS Acesso aos processos via rede TCP/IP + PROFIBUS ESTABELECER COMUNICAÇÃO TCP/IP ENTRE AS MÁQUINAS Para isso 3 procedimentos devem ser observados: a) Placa de Rede( Gerenciador de dispositivo, cabos conectados, Ping etc) b) Endereço TCP/IP corretos c) Mesmo Grupo de Trabalho (EX.: AUTOMACAO) Check? no ambiente dos > ping professor Submask: CONFIGURAÇÃO FÍSICA DA REDE - Conectar o Multímetro na saída do PLC e observar a tensão de saída com a mudança na posição do Slider. 3. CONFIGURAÇÃO DOS PARAMETROS 3.1- TÓPICOS REMOTO BURKERT PROFIBUS São os tópicos que correspondem aos endereços de acesso remoto Burkert PROFIBUS KR4, KR5, KR2, KR3, KR6 Definidos nos arquivos da festo para a I/O SERVER

76 Kbl.dat Buspar.dat ITEM NAMES Definidos no controlador Burkert - Padrão profibus PV= O22T8I200 X Variável do Processo MV= O27T8I500 Y Variável manipulada ( Vazão da bomba) SP= O24T8I500 W Set Point P= O151T8I500 Kp_level I= O153T8I500 Tn D=O154T8I500 Tv REACTOR TAG X_Temp W_Temp Y-_temp INTERRUPÇÕES NA REDE 1- INTRODUÇÃO ACCESS NAME Temp_control TOPIC NAME KR2 ITEM O22T8I200 O24T8I500 O27T8I500 Manual= O37T5I500 =O Auto= O37T5I500=1 Processo= O41T5I500=1 Configuração= O41T5I500=2 pode alterar os parâmetros do PID Padrão profibus PROFIBUS, TOPIC, ITEM Situações de falha pode ocorrer na rede de comunicação entre o processo e o supervisório e a seguir descrevemos o comportamento destas falhas, nem sempre bem compreendidas pelos operadores. 2-INTERRUPÇÃO NO CONTROLADOR BACKER 2.1- CONTROLADOR DESLIGADO STORAGE TAG X_ Flow W_ Flow Y_ Flow ACCESS NAME TOPIC NAME Flow_control KR 3 ITEM O22T8I200 O24T8I500 O27T8I500 Quando o controlador é desligado acidentalmente, os valores na tela do supervisório permanecem congelados (não zeram) e só são atualizados, ou sejam zerados, já que o controlador está desligado, se reinicializar a comunicação em Special / Reinitialize I/O 2.2- CONTROLADOR RELIGADO FILTRATION PRESSURE TAG X_ Flow W_ Flow Y_ Flow TAG X_Pressure W_Pressure Y_Pressure ACCESS NAME Level_control ACCESS NAME Pressure_control TOPIC NAME KR4 TOPIC NAME KR6 ITEM O22T8I200 O24T8I500 O27T8I500 ITEM O22T8I200 O24T8I500 O27T8I500 Ao ligar o controlador os valores na tela do supervisório são atualizados automaticamente, sem a necessidade de reinicializar a comunicação em Special / Reinitialize I/O 3-INTERRUPÇÃO NA REDE ETHERNET Quando a rede ETHERNET está fora do ar, os valores na tela do supervisório congelam de vez, nem reinicializando em Special / Reinitialize I/O os valores são atualizados, ou seja deveriam zerar. Voltando a Internet, os valores não são atualizados, é preciso a reinicialização em Special / Reinitialize I/O para restabelecer os valores atuais na tela do supervisório

77 ENDEREÇAMENTO DAS ENTRADAS E SAÍDAS DIGITAIS O CLP SIEMENS apresenta 15 ENTRADAS e SAÍDAS DIGITAIS e são endereçadas conforme a Tabela a seguir: INTOUCH VIEWER POSSIVEIS FALHAS NA COMUNICAÇÃO INTOUCH / PLANTA PROFIBUS ATIVA/FECHADA STATUS LED DA PLACA PROFIBUS PLANTA SOLUÇÃO DO PROBLEMA RODANDO ATIVA BAD LIGADO DESLIGADA LIGAR A PLANTA RODANDO DESATIVADA X APAGADO LIGADA DESATIVADO ATIVA X APAGADO LIGADA RODANDO ATIVA X APAGADO LIGADA ATIVAR PROFIBUS E REINICIALIZAR CONVERSAÇÃO I/O (VIEWER) REINICIALIZAR CONVERSAÇÃO I/O (VIEWER) VERIFICAR O TOPIC NAME, NUM DA ESTAÇÃO E REINICIALIZAR CONVERSAÇÃO I/O (VIEWER) CONDIÇÕES PARA A OPERAÇÃO NORMAL DO INTOUCH - PLANTA MPS RODANDO ATIVA GOOD LIGADO LIGADA COMUNICAÇÃO NORMAL COMUNICAÇÃO CLP SIEMENS NOME.ENDREÇO EX.: IN.07 ENTRADA 7 DO CLP OUT.12 SAÍDA 12 DO CLP PARA O NOSSO EXEMPLO USAREMOS ET200_IN. PARA AS ENTRADAS E ET200_OUT. PARA AS SAÍDAS ET200_IN. ENTRADAS DIGITAIS SAÍDAS DIGITAIS ET200_OUT NOME.ENDEREÇO EX.: ET200_IN.07 ENTRADA 7 DO CLP ET200_OUT.12 SAÍDA 12 DO CLP ENDEREÇAMENTO DAS SAÍDAS DIGITAIS CLP SIEMENS Exemplo: Deseja-se que ao pressionar qualquer um dos botões LIGA ( L1...L15) no supervisório a saída no CLP comute para on e ao pressionar qualquer botão DESLIGA( D1...D15) no supervisório a saída no CLP comute para off. Bem como, monitorar todas as 15 entradas do CLP. EXEMPLO APLICATIVO:

78 ENDEREÇAMENTO DAS ENTRADAS DIGITAIS

79 STATUS PROFIBUS COMUNICAÇÃO EXCEL X INTOUCH Considerações iniciais O Projeto de nível que será utilizado pelo intouch será o driver de comunicação Simulate, que já conta internamente com os itens name abaixo. - Ativar o Simulate

80 - Estabelecer, no menu Configure, o Topic Name = abc no simulate. abc = É um nome qualquer, deve ser o mesmo nome no Topic Name utilizado na Tagname do Intouch. - Montar o projeto do nível do tanque no Intouch. - Não mexer nos demais parâmetros. - Deixá-lo ativado. - Escrever os endereços em qualquer célula do Excel, conforme descrição a seguir: = Application name topic name! Item Para o nosso caso: = simulate abc! L1 Observar que todos os valores já estão sendo lidos, neste caso como start = 0; todos os demais também deverão ser zeros. Veja a seguir:

81 - Liga /desliga = start (I/O discrete). - Topic Name = abc, pois caso seja outro nome, a comunicação no simulate não é estabelecida. - Application Name = simulate, pois estabelece a comunicação do drive (simulate.exe). - Access Name = teste, para a comunicação entre o simulate e o excel, o nome do Access name não importa. - Rodar (Run). - Ligar o projeto (botão liga /desliga = START) e observar que o excel faz a captura instantânea do valor das variáveis. - Comportamento do processo e do excel normais mesmo para Access Name = qualquer Value % % I/O Real Mín Max Observação: -Algumas vezes o Excel demora a iniciar a comunicação com o intouch, neste caso é aconselhável clicar na célula e aguardar. - Se desativar o simulate a comunicação é interrompida. - Mesmo alterando o Access Name = qualquer, não há nenhuma mudança no processo, como no excel

82 Excell x Intouch KEPSERVER Comunicação entre o Excel e o Intouch, usando o drive de comunicação do CLP FPO - C32T da Kepserver Matsushita, que utiliza o arquivo kepdde.exe no application Name. Obs: Caso y1 não tenha sido definida no intouch, seu valor default é O (falso)

AUTOMAÇÃO RESIDENCIAL

AUTOMAÇÃO RESIDENCIAL AUTOMAÇÃO RESIDENCIAL Automação e Controle AR026 SUMÁRIO I. Sistemas Supervisórios... 3 II. Automação... 4 III. Arquitetura de Redes Industriais... 5 IV. Comunicação entre Supervisório e CLP...7 V. O Protocolo

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO CURSO: CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO 9º PERÍODO. Profª Danielle Casillo

UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO CURSO: CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO 9º PERÍODO. Profª Danielle Casillo UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO CURSO: CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO 9º PERÍODO Profª Danielle Casillo Utilizar os mesmos processos do trabalho anterior (Ladder já existente). Implementar este sistema

Leia mais

MANUAL DE PROGRAMAÇÃO. Apostila de Programação Ativa XPANEL Cód MTXXTSC-ET. Programação Básica. IHM ATIVA Xpanel. Software Xpanel Designer

MANUAL DE PROGRAMAÇÃO. Apostila de Programação Ativa XPANEL Cód MTXXTSC-ET. Programação Básica. IHM ATIVA Xpanel. Software Xpanel Designer Apostila de Programação Ativa XPANEL Cód MTXXTSC-ET Programação Básica IHM ATIVA Xpanel Software Xpanel Designer 1 1. Conectividade IHM Xpanel MANUAL DE PROGRAMAÇÃO (1) USB Client Upload and Download project.

Leia mais

Versão 2.2.0 PIMACO AUTOADESIVOS LTDA. Assistente Pimaco + 2.2.0. Ajuda ao Usuário

Versão 2.2.0 PIMACO AUTOADESIVOS LTDA. Assistente Pimaco + 2.2.0. Ajuda ao Usuário Versão 2.2.0 PIMACO AUTOADESIVOS LTDA. Assistente Pimaco + 2.2.0 Ajuda ao Usuário A S S I S T E N T E P I M A C O + 2.2.0 Ajuda ao usuário Índice 1. BÁSICO 1 1. INICIANDO O APLICATIVO 2 2. O AMBIENTE DE

Leia mais

AUTOR: WILLIAM DA SILVA VIANNA

AUTOR: WILLIAM DA SILVA VIANNA AUTOR: WILLIAM DA SILVA VIANNA INDICE 1. Introdução. 1.2. O que é o Windows. 1.2. Plataforma requerida para versão 7.0 2. Noções sobre o InTouch. 2.1. Introdução ao Intouch 2.2. Hardware Necessário 2.3.

Leia mais

Manual de utilização GDS Touch PAINEL TOUCH-SCREEN CONTROLE RESIDENCIAL INTERATIVO. Versão: 1.0 Direitos reservados.

Manual de utilização GDS Touch PAINEL TOUCH-SCREEN CONTROLE RESIDENCIAL INTERATIVO. Versão: 1.0 Direitos reservados. Bem Vindo GDS TOUCH Manual de utilização GDS Touch PAINEL TOUCH-SCREEN CONTROLE RESIDENCIAL INTERATIVO O GDS Touch é um painel wireless touchscreen de controle residencial, com design totalmente 3D, interativo

Leia mais

Ambiente de Programação dos Painéis de Operação. Incon Eletrônica Ltda. Rua Alfeo Ambrogi, 735 CEP 13570-540 São Carlos SP

Ambiente de Programação dos Painéis de Operação. Incon Eletrônica Ltda. Rua Alfeo Ambrogi, 735 CEP 13570-540 São Carlos SP Ambiente de Programação dos Painéis de Operação Incon Eletrônica Ltda. Rua Alfeo Ambrogi, 735 CEP 13570-540 São Carlos SP Índice 1)Introdução...2 2)Instalação do Oppe...3 3)Descrição do OPPE...4 3.1 Selecionar

Leia mais

BrOffice.org - Impress

BrOffice.org - Impress BrOffice.org Impress 1 BrOffice.org - Impress Programa de apresentação, utilizado para criação e manipulação de slides. Os slides criados para uma eletrônica podem conter texto, gráficos, objetos, formas,

Leia mais

CURSO BÁSICO DE INFORMÁTICA. Microsoft Windows XP

CURSO BÁSICO DE INFORMÁTICA. Microsoft Windows XP CURSO BÁSICO DE INFORMÁTICA Microsoft Windows XP William S. Rodrigues APRESENTAÇÃO WINDOWS XP PROFISSIONAL O Windows XP, desenvolvido pela Microsoft, é o Sistema Operacional mais conhecido e utilizado

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO EM MATEMÁTICA COMPUTACIONAL INFORMÁTICA INSTRUMENTAL

PÓS-GRADUAÇÃO EM MATEMÁTICA COMPUTACIONAL INFORMÁTICA INSTRUMENTAL PÓS-GRADUAÇÃO EM MATEMÁTICA COMPUTACIONAL INFORMÁTICA INSTRUMENTAL Introdução Aula 03: Pacote Microsoft Office 2007 O Pacote Microsoft Office é um conjunto de aplicativos composto, principalmente, pelos

Leia mais

Informática Aplicada. Aula 2 Windows Vista. Professora: Cintia Caetano

Informática Aplicada. Aula 2 Windows Vista. Professora: Cintia Caetano Informática Aplicada Aula 2 Windows Vista Professora: Cintia Caetano AMBIENTE WINDOWS O Microsoft Windows é um sistema operacional que possui aparência e apresentação aperfeiçoadas para que o trabalho

Leia mais

O cursor se torna vermelho e uma Paleta de Edição contendo as instruções mais utilizadas é apresentada.

O cursor se torna vermelho e uma Paleta de Edição contendo as instruções mais utilizadas é apresentada. Editor de Ladder para VS7 Versão Teste O editor de ladder é um software de programação que permite que o VS7 e o µsmart sejam programados em linguagem de contatos. Esse editor está contido na pasta Público

Leia mais

GERAL DE APLICATIVOS DO WINDOWS

GERAL DE APLICATIVOS DO WINDOWS PRINCIPAIS TECLAS DE ATALHO WINDOWS OBS: A TECLA WINDOWS É REPRESENTADA POR UMA BANDEIRINHA AO LADO DA TECLA ALT NA PARTE INFERIOR A ESQUERDA DO SEU TECLADO. ( ) Alt + Enter Alt + Esc Alt + F4 Alt + Tab

Leia mais

ArcMAP (parte 2) Rodar o ArcMap teclar: Iniciar > Todos os programas > ArcGIS > ArcMap. Sobre a janela selecionar o item An existing map:

ArcMAP (parte 2) Rodar o ArcMap teclar: Iniciar > Todos os programas > ArcGIS > ArcMap. Sobre a janela selecionar o item An existing map: ArcMAP (parte 2) Nesta parte do tutorial, você irá mapear cada tipo de uso da terra dentro do noise contour. Você adicionará dados ao seu mapa, desenhará feições baseadas em atributos, selecionará feições

Leia mais

ÁREA DE TRABALHO. Área de Trabalho ou Desktop Na Área de trabalho encontramos os seguintes itens: Atalhos Barra de tarefas Botão iniciar

ÁREA DE TRABALHO. Área de Trabalho ou Desktop Na Área de trabalho encontramos os seguintes itens: Atalhos Barra de tarefas Botão iniciar WINDOWS XP Wagner de Oliveira ENTRANDO NO SISTEMA Quando um computador em que trabalham vários utilizadores é ligado, é necessário fazer login, mediante a escolha do nome de utilizador e a introdução da

Leia mais

INE 5223. Sistemas Operacionais. Noções sobre sistemas operacionais, funcionamento, recursos básicos. Windows (cont.)

INE 5223. Sistemas Operacionais. Noções sobre sistemas operacionais, funcionamento, recursos básicos. Windows (cont.) INE 5223 Sistemas Operacionais Noções sobre sistemas operacionais, funcionamento, recursos básicos Windows (cont.) Baseado no material do IFRN e de André Wüst Zibetti WINDOWS 7 Tópicos Windows 7 Área de

Leia mais

Manual do Usuário Características e recursos básicos Enterprise Resource Planning

Manual do Usuário Características e recursos básicos Enterprise Resource Planning Manual do Usuário Características e recursos básicos Enterprise Resource Planning www.pwi.com.br 1 Volpe Enterprise Resource Planning Este manual não pode, em parte ou no seu todo, ser copiado, fotocopiado,

Leia mais

1. EXCEL 7 1.1. PLANILHAS ELETRÔNICAS 1.2. CARREGAMENTO DO EXCEL 7

1. EXCEL 7 1.1. PLANILHAS ELETRÔNICAS 1.2. CARREGAMENTO DO EXCEL 7 1. EXCEL 1.1. PLANILHAS ELETRÔNICAS As planilhas eletrônicas ficarão na história da computação como um dos maiores propulsores da microinformática. Elas são, por si sós, praticamente a causa da explosão

Leia mais

INDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 2. CONFIGURAÇÃO MÍNIMA... 4 3. INSTALAÇÃO... 4 4. INTERLIGAÇÃO DO SISTEMA... 5 5. ALGUNS RECURSOS... 6 6. SERVIDOR BAM...

INDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 2. CONFIGURAÇÃO MÍNIMA... 4 3. INSTALAÇÃO... 4 4. INTERLIGAÇÃO DO SISTEMA... 5 5. ALGUNS RECURSOS... 6 6. SERVIDOR BAM... 1 de 30 INDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 2. CONFIGURAÇÃO MÍNIMA... 4 3. INSTALAÇÃO... 4 3.1. ONDE SE DEVE INSTALAR O SERVIDOR BAM?... 4 3.2. ONDE SE DEVE INSTALAR O PROGRAMADOR REMOTO BAM?... 4 3.3. COMO FAZER

Leia mais

Acesso do teclado à faixa de opções

Acesso do teclado à faixa de opções Excel > Acessibilidade Atalhos do teclado no Excel 2010 Ocultar tudo Este artigo descreve o que são Dicas de Teclado e como você pode usá-las para acessar a faixa de opções. Ele também lista as teclas

Leia mais

Teclas de Atalho - Microsoft Power Point

Teclas de Atalho - Microsoft Power Point Janela Ajuda Atalho Função F1 ALT+F4 ALT+ ALT+HOME SHIFT+, SHIFT+ SHIFT+ ALT+SETA PARA A ou BACKSPACE ALT+SETA PARA A, SETA PARA BAIXO PAGE UP, PAGE DOWN SHIFT+F10 ESC F5 CTRL+P Abrir a janela Ajuda. Fechar

Leia mais

Faculdade de Ciências Médicas FCM Unicamp Núcleo de Tecnologia de Informação NTI

Faculdade de Ciências Médicas FCM Unicamp Núcleo de Tecnologia de Informação NTI Manual do usuário Desenvolvendo páginas em Drupal Faculdade de Ciências Médicas FCM Unicamp Núcleo de Tecnologia de Informação NTI Conteúdo Primeiro Passo... 3 1.1 Login... 3 1.2 Recuperando a Senha...

Leia mais

Microsoft Office Excel

Microsoft Office Excel 1 Microsoft Office Excel Introdução ao Excel Um dos programas mais úteis em um escritório é, sem dúvida, o Microsoft Excel. Ele é uma planilha eletrônica que permite tabelar dados, organizar formulários,

Leia mais

Volpe Enterprise Resource Planning

Volpe Enterprise Resource Planning Volpe Enterprise Resource Planning Este manual não pode, em parte ou no seu todo, ser copiado, fotocopiado, reproduzido, traduzido ou reduzido a qualquer mídia eletrônica ou máquina de leitura, sem a expressa

Leia mais

Índice Apresentando o software Programa aberto Criando nova animação Trabalhando as animações Ferramentas Abrir uma figura como animação

Índice Apresentando o software Programa aberto Criando nova animação Trabalhando as animações Ferramentas Abrir uma figura como animação Apostila Índice Apresentando o software...o que são GIF s animadas Programa aberto 2 Criando nova animação 3 Trabalhando as animações 3 Ferramentas 4 Abrir uma figura como animação 5 Barras de ferramentas

Leia mais

MANUAL DO USUÁRIO DE SOFTWARE

MANUAL DO USUÁRIO DE SOFTWARE MANUAL DO USUÁRIO DE SOFTWARE P-touch P700 O conteúdo deste manual e as especificações deste produto estão sujeitos a alterações sem prévio aviso. A Brother reserva-se o direito de fazer alterações sem

Leia mais

Registrador de Dados VB300 3-Axis G- Force Versão 1.0 Novembro 2010

Registrador de Dados VB300 3-Axis G- Force Versão 1.0 Novembro 2010 Utilitário de Ajuda do Software Registrador de Dados VB300 3-Axis G- Force Versão 1.0 Novembro 2010 Introdução ao Software O software do registrador de dados é um programa que coleta dados do registrador

Leia mais

ODG Auto Acessórios Ltda www.odginstruments.com.br Versão 2.0 FEVEREIRO 2009

ODG Auto Acessórios Ltda www.odginstruments.com.br Versão 2.0 FEVEREIRO 2009 ODG Auto Acessórios Ltda www.odginstruments.com.br Versão 2.0 FEVEREIRO 2009 1 INDICE 1. Instalação do Software...3 2. Tela Inicial...3 3. Criando arquivo de configurações (Alt + C + C)...4 3.1 Sensores

Leia mais

Teclas de atalho e de funções do Excel

Teclas de atalho e de funções do Excel s de atalho e de funções do Excel As listas a seguir contêm as telas de atalho -- combinações com CTRL -- as teclas de função e outras teclas de atalho comuns, além de uma descrição sobre sua funcionalidade.

Leia mais

MANUAL DO NVDA Novembro de 2013

MANUAL DO NVDA Novembro de 2013 MANUAL DO NVDA Novembro de 2013 PROJETO DE ACESSIBILIDADE VIRTUAL Núcleo IFRS Manual do NVDA Sumário O que são leitores de Tela?... 3 O NVDA - Non Visual Desktop Access... 3 Procedimentos para Download

Leia mais

Instalação e Operação dos Aplicativos Serie 5000/6000

Instalação e Operação dos Aplicativos Serie 5000/6000 Instalação e Operação dos Aplicativos Serie 5000/6000 Requisitos mínimos de Hardware: Pentium 3 de 500 mhz ou Celeron de 700 mhz ou superior 128 MB de RAM 100 MB livres no disco rígido Requisitos de Software:

Leia mais

3. Clique na pasta do idioma desejado e dê um clique duplo em SETUP para instalar o programa.

3. Clique na pasta do idioma desejado e dê um clique duplo em SETUP para instalar o programa. Manual do Usuário para Programas do VS Servidor de E-Map Com o Servidor de E-Map, você pode criar mapas eletrônicos para as câmeras e dispositivos de I/O conectados ao Servidor de Vídeo GV. Através de

Leia mais

s em Me d iç USB Agronegócio Transporte Laboratórios Alimentos Processo Aquecimento Refrigeração Klimalogg Smart Industrial Termo-higrômetro

s em Me d iç USB Agronegócio Transporte Laboratórios Alimentos Processo Aquecimento Refrigeração Klimalogg Smart Industrial Termo-higrômetro es u çõ In s tr Soluç s em Me ão d iç õe USB Agronegócio Transporte O TE RM Laboratórios KL -H IG RÔ IM A M ET SM LO RO AR GG T M l a u an de Alimentos Termo-higrômetro Klimalogg Smart Processo Aquecimento

Leia mais

8VDQGR5HSRUW0DQDJHUFRP&ODULRQH3RVWJUH64/ -XOLR&HVDU3HGURVR $,'(GR5HSRUW0DQDJHU

8VDQGR5HSRUW0DQDJHUFRP&ODULRQH3RVWJUH64/ -XOLR&HVDU3HGURVR $,'(GR5HSRUW0DQDJHU $,'(GR5HSRUW0DQDJHU Neste capítulo vamos abordar o ambiente de desenvolvimento do Report Manager e como usar os seus recursos. $FHVVDQGRRSURJUDPD Depois de instalado o Report Manager estará no Grupo de

Leia mais

1. Usar o scanner IRISCard

1. Usar o scanner IRISCard O Guia Rápido do Usuário ajuda você a instalar e começar a usar scanners IRISCard Anywhere 5 e IRISCard Corporate 5. Os softwares fornecidos com esses scanners são: - Cardiris Pro 5 e Cardiris Corporate

Leia mais

Escola de Educação Profissional SENAI Visconde de Mauá

Escola de Educação Profissional SENAI Visconde de Mauá Escola de Educação Profissional SENAI Visconde de Mauá Automação Industrial Porto Alegre, Outubro de 2014 Revisão: B Conhecer os principais conceitos e aplicações de um Software Supervisório; Conhecer

Leia mais

PROJETO DE ACESSIBILIDADE VIRTUAL DO IFRS Manual Rápido do NVDA. Sumário

PROJETO DE ACESSIBILIDADE VIRTUAL DO IFRS Manual Rápido do NVDA. Sumário PROJETO DE ACESSIBILIDADE VIRTUAL DO IFRS Manual Rápido do NVDA Sumário O que são leitores de Tela?... 1 O NVDA - Non Visual Desktop Access... 1 Procedimentos para Download e Instalação do NVDA... 2 Iniciando

Leia mais

Sistemas de controle para processos de bateladas

Sistemas de controle para processos de bateladas Sistemas de controle para processos de bateladas Por Alan Liberalesso* Há algum tempo os processos de batelada deixaram de ser um mistério nas indústrias e no ambiente de automação. O cenário atual nos

Leia mais

Informática básica: Sistema operacional Microsoft Windows XP

Informática básica: Sistema operacional Microsoft Windows XP Informática básica: Sistema operacional Microsoft Windows XP...1 Informática básica: Sistema operacional Microsoft Windows XP...1 Iniciando o Windows XP...2 Desligar o computador...3 Área de trabalho...3

Leia mais

Software Ativo. Operação

Software Ativo. Operação Software Ativo Operação Página deixada intencionalmente em branco PROTEO MANUAL OPERAÇÃO SUMÁRIO 1 - INSTALAÇÃO DO SOFTWARE ATIVO... 5 2 CRIANDO PROJETO UVS/ TMS PROTEO... 10 2.1 - Estrutura do Projeto...

Leia mais

MÓDULO - I Manual Prático Microsoft Excel 2007

MÓDULO - I Manual Prático Microsoft Excel 2007 MÓDULO - I Manual Prático Microsoft Excel 2007 MÓDULO - I APRESENTAÇÃO... 1 AMBIENTE DE TRABALHO... 2 A folha de cálculo... 2 O ambiente de trabalho do Excel... 3 Faixas de Opções do Excel... 4 - Guia

Leia mais

Microsoft Excel 2003

Microsoft Excel 2003 Associação Educacional Dom Bosco Faculdades de Engenharia de Resende Microsoft Excel 2003 Módulo II Macros e Tabelas Dinâmicas Professores: Eduardo Arbex Mônica Mara Tathiana da Silva Resende 2010 Macro

Leia mais

MANUAL TECLADO ADAPTADO IntelliKeys USB

MANUAL TECLADO ADAPTADO IntelliKeys USB NAPNE Núcleo de Atendimento às Pessoas com Necessidades Especiais SIEP Sistema de Informações da Educação Profissional e Tecnológica MANUAL TECLADO ADAPTADO IntelliKeys USB Fonte: User s Guide (Guia do

Leia mais

O programa Mysql acompanha o pacote de instalação padrão e será instalado juntamente com a execução do instalador.

O programa Mysql acompanha o pacote de instalação padrão e será instalado juntamente com a execução do instalador. - INTRODUÇÃO O Programa pode ser instalado em qualquer equipamento que utilize o sistema operacional Windows 95 ou superior, e seu banco de dados foi desenvolvido em MySQL, sendo necessário sua pré-instalação

Leia mais

SUMÁRIO. Introdução 1

SUMÁRIO. Introdução 1 SUMÁRIO Introdução 1 Tela de Apresentação 1 Criando Figuras Simples 2 Linhas Curvas 3 Figuras Geométricas 4 Ferramenta Seleção 4 Desfazer e Repetir 4 Colorindo os Objetos 5 Ferramenta Zoom 5 Gravando,

Leia mais

Microsoft Word 97 Básico

Microsoft Word 97 Básico Poder Judiciário Tribunal Regional Federal da Terceira Região Microsoft Word 97 Básico DIMI - Divisão de Microinformática e Redes Índice: I. Executando o Word... 4 II. A tela do Word 97... 6 III. Digitando

Leia mais

Informática Aplicada Revisão para a Avaliação

Informática Aplicada Revisão para a Avaliação Informática Aplicada Revisão para a Avaliação 1) Sobre o sistema operacional Windows 7, marque verdadeira ou falsa para cada afirmação: a) Por meio do recurso Windows Update é possível manter o sistema

Leia mais

Para que o NSBASIC funcione corretamente em seu computador, você deve garantir que o mesmo tenha as seguintes características:

Para que o NSBASIC funcione corretamente em seu computador, você deve garantir que o mesmo tenha as seguintes características: Cerne Tecnologia www.cerne-tec.com.br Conhecendo o NSBASIC para Palm Vitor Amadeu Vitor@cerne-tec.com.br 1. Introdução Iremos neste artigo abordar a programação em BASIC para o Palm OS. Para isso, precisaremos

Leia mais

Material desenvolvido por Melissa Lima da Fonseca. melissa.mlf@gmail.com.br - (031) 9401-4041. www.melissalima.com.br Página 1

Material desenvolvido por Melissa Lima da Fonseca. melissa.mlf@gmail.com.br - (031) 9401-4041. www.melissalima.com.br Página 1 EXCEL BÁSICO Material desenvolvido por Melissa Lima da Fonseca melissa.mlf@gmail.com.br - (031) 9401-4041 www.melissalima.com.br Página 1 Índice Introdução ao Excel... 3 Conceitos Básicos do Excel... 6

Leia mais

SAMUEL SEAP 01-04-2015 INFORMÁTICA. Rua Lúcio José Filho, 27 Parque Anchieta Tel: 3012-8339

SAMUEL SEAP 01-04-2015 INFORMÁTICA. Rua Lúcio José Filho, 27 Parque Anchieta Tel: 3012-8339 SEAP 01-04-2015 SAMUEL INFORMÁTICA Microsoft Windows 7 O Windows 7 é um sistema operacional que trás uma melhor performance não apenas em recursos sistêmicos como também nos atrai pelo seu belo visual

Leia mais

IMPRESS Trata-se do software pertencente ao pacote BrOffice.org, seu papel é a criação de apresentações

IMPRESS Trata-se do software pertencente ao pacote BrOffice.org, seu papel é a criação de apresentações IMPRESS Trata-se do software pertencente ao pacote BrOffice.org, seu papel é a criação de apresentações O que é uma Apresentação? É um arquivo em que são exibidos textos, gráficos, imagens, sons e animações,

Leia mais

Iniciando o Word 2010. Criar um novo documento. Salvando um Documento. Microsoft Office Word

Iniciando o Word 2010. Criar um novo documento. Salvando um Documento. Microsoft Office Word 1 Iniciando o Word 2010 O Word é um editor de texto que utilizado para criar, formatar e imprimir texto utilizado para criar, formatar e imprimir textos. Devido a grande quantidade de recursos disponíveis

Leia mais

Arq = Freefile Open C:\Pasta\Arquivo.dat For Binary As #arq Abrir o arquivo binario. X = Seek(arq) Mostra a posição que está sendo lida no arquivo

Arq = Freefile Open C:\Pasta\Arquivo.dat For Binary As #arq Abrir o arquivo binario. X = Seek(arq) Mostra a posição que está sendo lida no arquivo 6.3 Arquivos Binários Para ler arquivos binários é utilizado o seguinte comando. Arq = Freefile Open C:\Pasta\Arquivo.dat For Binary As #arq Abrir o arquivo binario Get #arq, 1, CabArquivo Lê o arquivo

Leia mais

13. Dentre os caracteres considerados como curinga, em nome de arquivos, utiliza-se (A) = (B) + (C)? (D) @ (E) ^

13. Dentre os caracteres considerados como curinga, em nome de arquivos, utiliza-se (A) = (B) + (C)? (D) @ (E) ^ 1 PRIMEIRA PARTE: Conceitos de organização de arquivos (pastas/diretórios), utilização do Windows Explorer: copiar, mover arquivos, criar diretórios. Tipos de arquivos. 01. Aplicações de multimídia em

Leia mais

Capítulo 7 O Gerenciador de Arquivos

Capítulo 7 O Gerenciador de Arquivos Capítulo 7 O Gerenciador de Arquivos Neste capítulo nós iremos examinar as características da interface do gerenciador de arquivos Konqueror. Através dele realizaremos as principais operações com arquivos

Leia mais

FOXIT READER 6.0 Guia Rápido. Sumário... II Use o Foxit Reader 6.0... 1. Leitura... 5. Trabalhar em PDFs... 8. Comentários... 10. Formulários...

FOXIT READER 6.0 Guia Rápido. Sumário... II Use o Foxit Reader 6.0... 1. Leitura... 5. Trabalhar em PDFs... 8. Comentários... 10. Formulários... Sumário Sumário... II Use o Foxit Reader 6.0... 1 Instalar e desinstalar... 1 Abrir, Criar, Fechar, Salvar e Sair... 1 Definir o estilo da interface e da aparência... 4 Veja todas as diferentes ferramentas...

Leia mais

Entendendo as janelas do Windows Uma janela é uma área retangular exibida na tela onde os programas são executados.

Entendendo as janelas do Windows Uma janela é uma área retangular exibida na tela onde os programas são executados. Windows Menu Entendendo as janelas do Windows Uma janela é uma área retangular exibida na tela onde os programas são executados. Minimizar Fechar Maximizar/restaurar Uma janela é composta de vários elementos

Leia mais

[CURSO DE FÉRIAS FIREWORKS] JULHO / 2011

[CURSO DE FÉRIAS FIREWORKS] JULHO / 2011 Conteúdo 1. OBJETIVO DO FIREWORKS... 2 1.1 - Diferença entre imagem Vetorial e Bitmap... 2 1.2 - Formato de Arquivos... 3 2. AMBIENTE DO FIREWORKS... 3 2.1 - INICIANDO UM PROJETO... 4 3. DESENHANDO NO

Leia mais

StarOffice Módulo StarWriter

StarOffice Módulo StarWriter Gerência de Transferência Tecnológica - GTTEC StarOffice Módulo StarWriter Autora Daniela Cristina Maestro Fevereiro/2000 Gerência de Transferência Tecnológica - GTTEC Índice Requisitos para Instalação...

Leia mais

SIMULADO Windows 7 Parte V

SIMULADO Windows 7 Parte V SIMULADO Windows 7 Parte V 1. O espaço reservado para a Lixeira do Windows pode ser aumentado ou diminuído clicando: a) Duplamente no ícone lixeira e selecionando Editar propriedades b) Duplamente no ícone

Leia mais

Noções sobre sistemas operacionais, funcionamento, recursos básicos Windows

Noções sobre sistemas operacionais, funcionamento, recursos básicos Windows INE 5223 Sistemas Operacionais Noções sobre sistemas operacionais, funcionamento, recursos básicos Windows Baseado no material de André Wüst Zibetti Objetivos Obter noções básicas sobre o funcionamento

Leia mais

Fundamentos de Automação. Controladores

Fundamentos de Automação. Controladores Ministério da educação - MEC Secretaria de Educação Profissional e Técnica SETEC Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul Campus Rio Grande Fundamentos de Automação Controladores

Leia mais

Office 8K Mouse Ótico Sem Fio de 8 Botões

Office 8K Mouse Ótico Sem Fio de 8 Botões INTRODUÇÃO PARABÉNS PELA SUA COMPRA: O SEU NOVO RF MOUSE OFFICE 8K É FÁCIL DE INSTALAR E OFERECE INÚMEROS RECURSOS. O RÁDIO-RECEPTOR PODE SER ADEQUADAMENTE COLOCADO EM QUALQUER LUGAR PARA LHE PROPORCIONAR

Leia mais

CURSO BÁSICO DE INFORMÁTICA

CURSO BÁSICO DE INFORMÁTICA CURSO BÁSICO DE INFORMÁTICA Microsoft Office Word 2007 William S. Rodrigues APRESENTAÇÃO O Word 2007 faz parte do pacote de produtividade Microsoft Office 2007, que sucedeu ao Office 2003. Ao contrário

Leia mais

Notas de Aplicação. Utilização da MMI800 Módulo I. HI Tecnologia. Documento de acesso público

Notas de Aplicação. Utilização da MMI800 Módulo I. HI Tecnologia. Documento de acesso público Notas de Aplicação Utilização da MMI800 Módulo I HI Tecnologia Documento de acesso público ENA.00032 Versão 1.02 outubro-2013 HI Tecnologia Utilização da MMI800 Módulo I Apresentação Esta nota de aplicação

Leia mais

Professor Paulo Najar www.aprenderdigital.com.br

Professor Paulo Najar   www.aprenderdigital.com.br ~ 1 ~ O QUE É O BROFFICE? Broffice.org é o nome de um conjunto de programas de escritório livre (free software), disponível na internet gratuitamente (no site www.broffice.org) que oferece ferramentas

Leia mais

ELIPSESCADA MANUAL DO USUÁRIO HMI/SCADA SOFTWARE. 2015 Elipse Software Ltda. Todos os direitos reservados 7/1/2015 - Versão 2.29

ELIPSESCADA MANUAL DO USUÁRIO HMI/SCADA SOFTWARE. 2015 Elipse Software Ltda. Todos os direitos reservados 7/1/2015 - Versão 2.29 ELIPSESCADA HMI/SCADA SOFTWARE MANUAL DO USUÁRIO 2015 Elipse Software Ltda. Todos os direitos reservados 7/1/2015 - Versão 2.29 Índice 1. INTRODUÇÃO... 9 1.1. PACOTES DO ELIPSE SCADA... 9 1.2. MÓDULOS

Leia mais

Instruções de instalação do software de edição e conexão EmbroideryEditor. Exclusivo para máquina de bordar MC500E

Instruções de instalação do software de edição e conexão EmbroideryEditor. Exclusivo para máquina de bordar MC500E Instruções de instalação do software de edição e conexão EmbroideryEditor Exclusivo para máquina de bordar MC500E Instruções para instalar o EmbroideryEditor Requisitos do sistema no computador: * Sistema

Leia mais

INTRODUÇÃO INICIANDO O WORD INSERIR TEXTO

INTRODUÇÃO INICIANDO O WORD INSERIR TEXTO SUMÁRIO 01 - INTRODUÇÃO 02 - INICIANDO O WORD 03 - INSERIR TEXTO 04 - SALVAR UM DOCUMENTO 05 - FECHAR UM DOCUMENTO 06 - INICIAR UM NOVO DOCUMENTO 07 - ABRIR UM DOCUMENTO 08 - SELECIONAR TEXTO 09 - RECORTAR,

Leia mais

Prática 3 Princípios da Animação

Prática 3 Princípios da Animação Prática 3 Princípios da Animação As animações em um site são bem discutidas quanto ao seu uso, pois, qualquer coisa que se movimenta na visão periférica ocupa lugar na consciência. Isso faz com que o usuário

Leia mais

Guia de Utilização da IHM Touch Screen Rockwell. Realização:

Guia de Utilização da IHM Touch Screen Rockwell. Realização: Guia de Utilização da IHM Touch Screen Rockwell Realização: Thiago de Oliveira Felipe Guilherme Stein Joinville Santa Catarina Outubro de 2010 INTRODUÇÃO Analisando os processos de manufatura e o desenvolvimento

Leia mais

Treinamento de Drupal para Administradores do Site Bibliotecas UFU

Treinamento de Drupal para Administradores do Site Bibliotecas UFU Treinamento de Drupal para Administradores do Site Bibliotecas UFU 1 1. Como logar no sistema como usuário autenticado Para logar no sistema como usuário autenticado é necessário digitar /user na frente

Leia mais

1. Introdução a Microsoft Excel

1. Introdução a Microsoft Excel Introdução a Microsoft Excel 1. Introdução a Microsoft Excel 1.1. O que é Microsoft Excel Microsoft Excel é um software de planilha eletrônica produzido pela Microsoft Corporation, para o sistema operacional

Leia mais

POWER POINT 2003 CARREGANDO O POWER POINT

POWER POINT 2003 CARREGANDO O POWER POINT ÍNDICE POWER POINT 2003...2 CARREGANDO O POWER POINT...2 JANELA PRINCIPAL...3 PARTES DA JANELA...3 MENUS DO POWER POINT...4 BARRAS DE FERRAMENTAS...6 BARRA DE FERRAMENTA PADRÃO...6 BARRA DE FERRAMENTA

Leia mais

CAPÍTULO IV Sistema Operacional Microsoft Windows XP

CAPÍTULO IV Sistema Operacional Microsoft Windows XP CAPÍTULO IV Sistema Operacional Microsoft Windows XP Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais são programas que como o próprio nome diz tem a função de colocar o computador em operação. O sistema Operacional

Leia mais

Digitalização. Copiadora e Impressora WorkCentre C2424

Digitalização. Copiadora e Impressora WorkCentre C2424 Digitalização Este capítulo inclui: Digitalização básica na página 4-2 Instalando o driver de digitalização na página 4-4 Ajustando as opções de digitalização na página 4-5 Recuperando imagens na página

Leia mais

QUESTÕES COMENTADAS PROVAS DE INFORMÁTICA BANCO DO BRASIL

QUESTÕES COMENTADAS PROVAS DE INFORMÁTICA BANCO DO BRASIL QUESTÕES COMENTADAS PROVAS DE INFORMÁTICA BANCO DO BRASIL BANCO DO BRASIL (Aplicação: 07/10/2001) CARGO: ESCRITURÁRIO 1 C 2 C ::::... QUESTÃO 33...:::: Outro modo de realizar a mesma operação com sucesso

Leia mais

ATENÇÃO. Leitura Indispensável

ATENÇÃO. Leitura Indispensável ATENÇÃO Leitura Indispensável O Guia Rápido do Asure ID 2009 foi criado com base na versão Exchange, ou seja, a versão mais completa da linha Asure ID 2009, portanto, os usuários de outras versões ao utilizarem

Leia mais

Aplica/remove sublinhado.

Aplica/remove sublinhado. Nova pasta CTRL+O Cria nova pasta. Nova planilha ALT+SHIFT+F1 Insere uma nova planilha. Abrir planilha CTRL+A Abrir Planilha Salvar CTRL+B Salva o arquivo ativo com seu nome de arquivo, local e formato

Leia mais

Noções básicas do Microsoft Office TECLAS DE ATALHO POWER POINT 2010

Noções básicas do Microsoft Office TECLAS DE ATALHO POWER POINT 2010 INFORMÁTICA CONCURSOS - PROFESSOR PAULO NAJAR Noções básicas do Microsoft Office TECLAS DE ATALHO POWER POINT 2010 Ajuda online Atalhos de teclado para usar a janela Ajuda A janela Ajuda fornece acesso

Leia mais

O ícone do programa a ser utilizado para programa o CLP é aparecerá a tela abaixo:

O ícone do programa a ser utilizado para programa o CLP é aparecerá a tela abaixo: UNIDADE 1: CONFIGURAÇÃO O ícone do programa a ser utilizado para programa o CLP é aparecerá a tela abaixo: Pc12.lnk, ao ser clicado, Para iniciar um projeto, utilize a barra de ferramentas abaixo: Clique

Leia mais

W-R2000nl Guia de instalação

W-R2000nl Guia de instalação W-R2000nl Guia de instalação Sumário Introdução...3 Instalação...5 Configurando seu computador...6 Acessando a tela de configurações...7 Configuração de Roteamento...8 Trocando senha de sua rede sem fio...13

Leia mais

Manual de Instalação: Agente do OCS Inventory NG

Manual de Instalação: Agente do OCS Inventory NG Manual de Instalação: Agente do OCS Inventory NG Abril 2013 Sumário 1. Agente... 1 2. Onde instalar... 1 3. Etapas da Instalação do Agente... 1 a. Etapa de Instalação do Agente... 1 b. Etapa de Inserção

Leia mais

TUTORIAL DE UTILIZAÇÃO DO PROTEUS

TUTORIAL DE UTILIZAÇÃO DO PROTEUS 1 Para iniciar a edição de um esquema elétrico para posterior simulação, busque no menu Iniciar do Windows, a opção Todos os Programas. Localize a pasta onde foi instalado o Proteus e selecione o programa

Leia mais

INTRODUÇÃO AO WINDOWS

INTRODUÇÃO AO WINDOWS INTRODUÇÃO AO WINDOWS Paulo José De Fazzio Júnior 1 Noções de Windows INICIANDO O WINDOWS...3 ÍCONES...4 BARRA DE TAREFAS...5 BOTÃO...5 ÁREA DE NOTIFICAÇÃO...5 BOTÃO INICIAR...6 INICIANDO PROGRAMAS...7

Leia mais

Montar planilhas de uma forma organizada e clara.

Montar planilhas de uma forma organizada e clara. 1 Treinamento do Office 2007 EXCEL Objetivos Após concluir este curso você poderá: Montar planilhas de uma forma organizada e clara. Layout da planilha Inserir gráficos Realizar operações matemáticas 2

Leia mais

6.5. Renomeando Arquivos ou Pastas

6.5. Renomeando Arquivos ou Pastas 50 II. Para mover um arquivo, pasta, objeto dentro do Windows: 1) Clique com o mouse sobre a pasta, arquivo a serem movidos; 2) Mantenha o botão esquerdo do mouse pressionado; 3) Arraste o objeto para

Leia mais

Seu manual do usuário YAMAHA UX16 http://pt.yourpdfguides.com/dref/512336

Seu manual do usuário YAMAHA UX16 http://pt.yourpdfguides.com/dref/512336 Você pode ler as recomendações contidas no guia do usuário, no guia de técnico ou no guia de instalação para. Você vai encontrar as respostas a todas suas perguntas sobre a no manual do usuário (informação,

Leia mais

Notas de Aplicação. Introdução à MMI Geração II. HI Tecnologia. Documento de acesso público

Notas de Aplicação. Introdução à MMI Geração II. HI Tecnologia. Documento de acesso público Notas de Aplicação Introdução à MMI Geração II HI Tecnologia Documento de acesso público ENA.00047 Versão 1.01 abril-2008 HI Tecnologia Introdução à MMI Geração II Apresentação Esta nota de aplicação foi

Leia mais

Introdução Microsoft PowerPoint 2013 apresentações Office PowerPoint 2013 Microsoft PowerPoint 2013 textos planilhas Excel Word

Introdução Microsoft PowerPoint 2013 apresentações Office PowerPoint 2013 Microsoft PowerPoint 2013 textos planilhas Excel Word PowerPoint 2013 Sumário Introdução... 1 Iniciando o PowerPoint 2013... 2 Criando Nova Apresentação... 10 Inserindo Novo Slide... 13 Formatando Slides... 15 Inserindo Imagem e Clip-art... 16 Inserindo Formas...

Leia mais

Microsoft Excel 2010

Microsoft Excel 2010 Microsoft Excel 2010 Feito por Gustavo Stor com base na apostila desenvolvida por Marcos Paulo Furlan para o capacitação promovido pelo PET. 1 2 O Excel é uma das melhores planilhas existentes no mercado.

Leia mais

Resumão Writer ( Broffice.org)

Resumão Writer ( Broffice.org) Resumão Writer ( Broffice.org) Resumo BrOffice.org Cespe O Broffice.org é um pacote de programas para escritório, do mesmo nível do pacote Microsoft Office. Os dois pacotes trazem programas parecidos e

Leia mais

Centro de Computação - Unicamp Gerência de Atendimento ao Cliente (e-mail:apoio@turing.unicamp.br) Sumário

Centro de Computação - Unicamp Gerência de Atendimento ao Cliente (e-mail:apoio@turing.unicamp.br) Sumário Sumário Conceitos Microsoft Access 97... 01 Inicialização do Access... 02 Convertendo um Banco de Dados... 03 Criando uma Tabela... 06 Estrutura da Tabela... 07 Propriedades do Campo... 08 Chave Primária...

Leia mais

SENAI São Lourenço do Oeste. Introdução à Informática. Adinan Southier Soares

SENAI São Lourenço do Oeste. Introdução à Informática. Adinan Southier Soares SENAI São Lourenço do Oeste Introdução à Informática Adinan Southier Soares Informações Gerais Objetivos: Introduzir os conceitos básicos da Informática e instruir os alunos com ferramentas computacionais

Leia mais

Apostila de CmapTools 3.4

Apostila de CmapTools 3.4 Apostila de CmapTools 3.4 Índice Definição do software... 3 Criando um novo mapa... 3 Adicionando um conceito... 3 Alterando a formatação das caixas (Barra de Ferramentas Estilos Paleta Styles)... 7 Guia

Leia mais

Auto Treinamento. Versão 10.05.13

Auto Treinamento. Versão 10.05.13 Auto Treinamento Versão 10.05.13 Sumário 1. OBJETIVO... 3 2. CONCEITO DE BUSINESS INTELLIGENCE... 3 3. REALIZANDO CONSULTAS NO BI-PUBLIC... 4 3.2. Abrindo uma aplicação... 4 3.3. Seleções... 6 3.4. Combinando

Leia mais

INTRODUÇÃO WORKCAD NA ENGENHARIA DE PRODUÇÃO

INTRODUÇÃO WORKCAD NA ENGENHARIA DE PRODUÇÃO INTRODUÇÃO O WorkCAD é uma ferramenta para criação, edição e impressão de projetos assistidos por computador (CAD - Computer Aided Design) que inclui a criação e gerenciamento de projetos 3D, maquetes

Leia mais

Gerenciador USB do Monitor de Rede Elétrica Som Maior Pro. Versão 3.6

Gerenciador USB do Monitor de Rede Elétrica Som Maior Pro. Versão 3.6 Gerenciador USB do Monitor de Rede Elétrica Som Maior Pro Versão 3.6 O Gerenciador é um Software para ambiente Windows que trabalha em conjunto com o Monitor de Rede Elétrica Som Maior Pro, através de

Leia mais

Excel 2010 Modulo II

Excel 2010 Modulo II Excel 2010 Modulo II Sumário Nomeando intervalos de células... 1 Classificação e filtro de dados... 3 Subtotais... 6 Validação e auditoria de dados... 8 Validação e auditoria de dados... 9 Cenários...

Leia mais

Informática. Rodrigo Schaeffer

Informática. Rodrigo Schaeffer Informática Rodrigo Schaeffer PREFEITURA DE PORTO ALEGRE- INFORMÁTICA Conceitos básicos de Word 2007; formatar, salvar e visualizar arquivos e documentos; alinhar, configurar página e abrir arquivos; copiar,

Leia mais