Ficha Técnica. Título. Projecto Gráfico e Paginação. Colaborações. Impressão e Acabamento. Depósito Legal. Boas Práticas no Sector Público

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Ficha Técnica. Título. Projecto Gráfico e Paginação. Colaborações. Impressão e Acabamento. Depósito Legal. Boas Práticas no Sector Público"

Transcrição

1

2

3 Ficha Técnica Título Boas Práticas no Sector Público Projecto Gráfico e Paginação Colaborações Deloitte Diário Económico Instituto Nacional de Administração INA Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento - FLAD Impressão e Acabamento Fernandes & Terceiro, S.A. Depósito Legal /08 002

4 Prefácio São várias as mudanças que, um pouco por todo o lado, atravessam e pressionam a Administração Pública neste início do século XXI. Na regulação, mais simplificada, com atenção aos impactos e aos encargos administrativos, e mais participada, em co-produção com os utentes. No modelo de organização, menos verticalizada, em rede, estimulando a colaboração entre diferentes serviços e níveis de administração (local, regional, central, europeia). Na gestão das pessoas, com mais autonomia e qualificação, tendo em conta a importância dos serviços baseados no conhecimento. No modelo de prestação dos serviços, mais integrado, por eventos de vida, e com pontos únicos de contacto em vários canais, recorrendo às tecnologias mais adequadas. E na avaliação, mais atenta aos resultados e não apenas ao mero cumprimento da lei. Um conservadorismo atávico que mantenha incólumes os modelos que herdámos do século XX, senão mesmo de antes disso, baseados numa cultura excessivamente burocrática e muito virada para dentro, pouco inovadora e quase insensível ao que muda à sua volta, pode condenar muitos serviços públicos à irrelevância, à perda de qualidade, à falta de sustentabilidade, à baixa de auto-estima de quem os presta e, finalmente, à incompreensão e protesto dos seus utentes. O futuro dos serviços públicos depende, assim, do ritmo de inovação que conseguirmos imprimir, do conhecimento que soubermos incorporar, dos resultados que formos obtendo, da possibilidade de mobilizar pessoas e organizações, de forma continuada, para uma nova cultura e ética de 003

5 Prefácio serviço público. Em suma, depende do nosso esforço e determinação na resposta aos novos desafios, adaptando os serviços a novos contextos (sociais, culturais, tecnológicos) e às expectativas dos cidadãos e das empresas. Nossa, de todos nós: responsáveis pela governação; dirigentes e funcionários das administrações públicas; cidadãos e empresas. Por isso, destacar iniciativas bem sucedidas, comunicar os resultados e premiar quem se distingue constituem fortes incentivos para o empenho dos serviços na mudança, nas diferentes vertentes em que ela se desdobra. Recompensa quem se envolve em tarefas por vezes tão difíceis, quem ousa sair da comodidade das suas rotinas, quem se arrisca ao insucesso para tentar o sucesso. Ajuda a replicar as boas iniciativas, incentiva uma cultura de boa gestão de projectos e, sobretudo, de medição de resultados. Neste ano de 2009, foram distinguidos, em primeiro lugar, vários projectos que melhoraram o serviço ao cidadão, uma das categorias deste prémio. A plataforma do Regime Jurídico de Urbanização e Edificação que visa acelerar e dar maior transparência aos licenciamentos de operações urbanísticas, controlando o cumprimento dos prazos e permitindo a monitorização pelo requerente de todo o processo ou a Unidade Móvel de Saúde de Baião um projecto de colaboração entre a Administração local e central, prova feita de que é possível quebrar silos mesmo entre diferentes níveis de administração são, entre outros, bons exemplos a seguir. Valoriza-se também neste prémio a melhoria de processos, em especial, pela utilização da tecnologia para simplificar, agilizar, reduzir custos de contexto e melhorar o atendimento. Inverter a cultura de desconfiança sistemática face ao cidadão para poder disponibilizar licenças na hora, fiscalizando depois, é sinal de uma Administração do século XXI. O mesmo se diga de criar um balcão único on-line, evitando reproduzir na administração electrónica os labirintos da administração física, ou proceder à reengenharia de todo o procedimento associado à exportação de mercadorias, criando um canal desmaterializado de comunicação. Iniciativas a replicar são também as que partilham infra estruturas e serviços existentes, como a rede ATM ela própria um caso de modernização exemplar, acrescentando-lhe valor com mais serviços públicos (a licença de caça que pode ali ser pedida e paga), mais próximos e mais convenientes. Sem esquecer, obviamente, os projectos que melhoram os recursos internos, a eficiência da administração e a qualificação dos seus recursos humanos, que são a condição indispensável de tudo o resto. 004

6 Prefácio Um destaque especial para o prémio cooperação, que distingue os «projectos conjuntos entre duas ou mais entidades distintas», neste caso mais de dez entidades que cooperaram para facilitar a exportação. Trabalhar em rede é, com efeito, uma das grandes barreiras que é preciso ultrapassar, se quisermos serviços centrados no cidadão, numa lógica de procura e não reflectindo a forma como nos organizamos. São as chamadas missões impossíveis, que os últimos anos mostraram estar ao nosso alcance. Cartão de Cidadão, Documento Único Automóvel, Informação Empresarial Simplificada, Casa Pronta, Unidade de Saúde Móvel (já aqui referida) e, mais recentemente, as licenças municipais das Câmaras do Porto, Lisboa, Águeda e Portalegre nos Balcões Empresa na Hora estão aí para demonstrar que o impossível ainda não foi encontrado. Finalmente e muito bem, foi especialmente distinguido pelo júri um projecto de cidadania vocacionado para apoiar a população migrante e o diálogo intercultural, tão importante numa sociedade e num mundo onde precisamos, cada vez mais, de saber ganhar com a diferença e não de ter medo dela. Para quem, como eu, ao longo dos últimos quatro anos, teve a oportunidade de testemunhar in loco a alegria genuína dos premiados pela Deloitte e pelo Diário Económico, não restam dúvidas que estas iniciativas devem ser mantidas, diria mesmo multiplicadas (e isso mesmo nos levou a lançar, em 2008, o prémio Ideia. Simplex para as melhores ideias de funcionários da Administração Pública). Constituem uma importante ajuda às mudanças que temos que gerir para podermos responder com sucesso aos desafios do século XXI, disponibilizando melhor serviço público, mais simples, mais perto e à nossa medida. Para os cidadãos, com os cidadãos. Maria Manuel Leitão Marques Secretária de Estado da Modernização Administrativa Lisboa, 16 de Setembro de

7 Índice 003 Prefácio Maria Manuel Leitão Marques 011 Introdução 017 Júri Vencedores Vencedor do Prémio Redução de Custos Empresa/Cidadão Entidade: Administração do Porto de Lisboa Projecto: Gestão de resíduos de navios no Porto de Lisboa Vencedor do Prémio Optimização de Receita Entidade: Autoridade Florestal Nacional Projecto: Licenciamento de Caça via Caixa Multibanco Vencedor do Prémio Melhoria de Processos - Administração Local Entidade: Câmara Municipal de Águeda Projecto: Uma Administração do Século XXI Vencedor do Prémio Serviço ao Cidadão - Administração Local Entidade: Câmara Municipal de Baião / ARS-Norte Projecto: Unidade Móvel de Saúde Vencedor do Prémio Capital Humano Entidade: Câmara Municipal do Porto Projecto: Gestão do Capital Humano: Treino para a Mudança Vencedor do Prémio Especial do Júri Entidade: Câmara Municipal do Seixal Projecto: Direcção do Projecto Municipal Migrações e Cidadania Vencedor do Prémio Melhoria de Processos - Saúde Entidades: Centro Hospitalar Lisboa Central Projecto: Sistema de Comunicação Integrada das Equipas de Saúde 006

8 Índice Vencedor do Prémio Serviço ao Cidadão - Saúde Entidade: Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho, EPE - Unidade de Diagnóstico Pré-Natal Projecto: Rastreio de Malformações Fetais e Aneuploidias no Primeiro Trimestre Vencedor do Prémio Cooperação Entidade: Direcção-Geral das Alfândegas e dos Impostos Especiais sobre o Consumo (DGAIEC) e Direcção-Geral de Informática e Apoio aos Serviços Tributários e Aduaneiros (DGITA) Projecto: SDS - Sistema Integrado dos Meios de Transporte e da Declaração Sumária Vencedor do Prémio Serviço ao Cidadão - Ensino Entidade: Direcção Regional de Educação do Alentejo Projecto: TurmaMais Vencedor do Prémio Serviço ao Cidadão Administração Central Directa e Administração Regional Entidade: DGAL Direcção-Geral das Autarquias Locais Projecto: Regime Jurídico da Urbanização e Edificação Online Vencedor do Prémio Informação de Gestão Entidade: Instituto de Gestão de Fundos de Capitalização da Segurança Social Projecto: Uma Cultura de Exigência, Eficiência e Reconhecimento Vencedor do Prémio Melhoria de Processos - Administração Central Indirecta e Instituições de Utilidade Pública Entidade: IGeoE Instituto Geográfico do Exército Projecto: SERVIR - Sistema de Estações de Referência GNSS VIRtuais Vencedor do Prémio Serviço ao Cidadão - Administração Central Indirecta e Instituições de Utilidade Pública Entidade: Instituto Regulador de Águas e Resíduos Projecto: Módulo de Qualidade da Água para Consumo Humano do Portal IRAR Vencedor do Prémio Custos Internos Entidade: Instituto Português de Oncologia de Lisboa Francisco Gentil, EPE Projecto: Sistema de Custeio por Actividades Vencedor do Prémio Melhoria de Processos - Ensino Entidade: Universidade de Coimbra Projecto: BUUC - Balcão UC 007

9 Índice Nomeados 070 Entidade: ADSE Direcção Geral de Protecção Social aos Funcionários e Agentes da Administração Pública Projecto: Sistema de Informação de Reembolsos SIR 072 Entidade: Agrupamento de Escolas de Pedrógão Grande Projecto: PEN - plataforma escolar normalizada 074 Entidade: Alto Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural, IP Projecto: Bolsa de Formadores do ACIDI, IP 077 Entidade: Câmara Municipal da Maia Projecto: Sistema Informático de Gestão de Refeitórios Escolares do 1º CEB 079 Entidade: Câmara Municipal de Alcochete Projecto: Museu Municipal de Alcochete - da qualidade técnica à qualidade total, notas de um percurso 082 Entidade: Município de Alvaiázere Projecto: Modernização Administrativa Online 084 Entidades: Câmara Municipal de Santa Maria da Feira Projecto: NORTEAR 087 Entidade: CEGER Centro de Gestão da Rede Informática do Governo Projecto: VOIP Voz sobre IP na Rede do Governo 089 Entidade: Centro Hospitalar do Porto, EPE Projecto: Melhoria de Processos e Layouts - HLS 092 Entidade: Centro Hospitalar Lisboa Norte, EPE Projecto: Gestão Avançada de Consignação 095 Entidade: Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho - Serviço de Imuno-Hemoterapia (SIH) Projecto: Medicina Transfusional Hospitalar Competências Técnicas e Clínicas 097 Entidade: Município de Palmela Projecto: SIG Palmela 099 Entidade: Guarda Nacional Republicana Projecto: SIIOP - Sistema Integrado de Informações Operacionais Policiais 101 Entidade: Hospital de Santo André, EPE Projecto: 100 Limites ao Som 008

10 Índice 103 Entidade: Hospital de Santo André, EPE Projecto: Farmácia do Hospital de Santo André, EPE 105 Entidade: Instituto do Emprego e Formação Profissional, IP Projecto: Simplificação do Acesso aos Programas Ocupacionais (POC) 107 Entidade: Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana, IP Projecto: Porta 65 Jovem 109 Entidade: Instituto do Turismo de Portugal Projecto: SICGEST - Sistema Integrado de Contabilidade e Gestão do Turismo de Portugal 111 Entidade: Polícia Judiciária Projecto: Pol.Net 113 Entidade: RIAC Agência para a Modernização e Qualidade do Serviço ao Cidadão, IP Projecto: Rede Integrada de Apoio ao Cidadão 115 Entidade: Secretaria e Direcção Regionais da Ciência, Tecnologia e Equipamentos Projecto: Comunicação de voz e dados do Governo Regional dos Açores 117 Entidade: Secretaria-Geral do Ministério da Defesa Nacional Projecto: Sistema de Informação de Reembolsos - SIR 119 Entidade: Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo, EPE Projecto: Sistema de Informação de Reembolsos - SIR 121 Entidade: Universidade de Lisboa Projecto: Gabinete de Apoio ao Acesso e Creditação de Qualificações 123 Entidade: Universidade do Minho Projecto: Portal AlumniUM Observatório e Bolsa de Emprego para alunos e antigos alunos da Universidade Candidatos Entrega de Prémios 009

11

12 Introdução É com grande orgulho que a Deloitte, com a colaboração especial do Diário Económico, do Instituto Nacional da Administração Pública (INA) e da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento (FLAD), apresenta a 7ª edição do Livro do Prémio Boas Práticas no Sector Público. Durante 2008 foram muitos os projectos que, por todo o país, revelaram que a Administração Pública está a mudar. Dos 116 projectos apresentados este ano a concurso, foram seleccionados 42, após uma criteriosa avaliação. Estes, são números que não nos deixam indiferentes. Nesta edição assistimos a um crescimento significativo de candidaturas e foi com enorme satisfação que verificámos a estreia de diversas entidades na divulgação dos seus projectos. Os 42 nomeados foram candidatos ao Prémio nas categorias de: Prémio Serviço ao Cidadão, Prémio Capital Humano, Prémio Melhoria de Processos, Prémio Optimização da Receita, Prémio Redução de Custos para a Empresa/Cidadão, Prémio Informação de Gestão, Prémio Custos Internos, Prémio Cooperação e Prémio Especial do Júri. No final da noite, foram distinguidos 16 projectos com o galardão. Estamos certos da importância destas distinções. São elas o reconhecimento público do esforço individual e colectivo onde a conjugação de valências distintas resulta em projectos de excelência. E é esta a excelência que queremos reconhecer. Todos são projectos onde o Júri aferiu grande potencial de desenvolvimento e de impacte para a sociedade. 011

13 Introdução Consideramos que mérito é ter a coragem de fazer mais e melhor. Cabe a todos, não só, a responsabilidade de divulgar e promover a partilha das boas práticas que hoje se apresentam, mas também de incentivar a continuação da mudança, promovendo o caminho da excelência no sector público. A todos desejamos os maiores sucessos! Objectivos do Prémio Esta iniciativa, que remonta já a 2002, tem como objectivo a promoção da partilha de conhecimentos entre entidades que se encontram em situações similares, através da divulgação dos projectos que melhoraram a prestação do Estado. O Prémio visa assim reconhecer publicamente todos os que assumem o papel de Servidores do Estado, trabalhando com tenacidade em prol do cidadão. Balanço da 7ª edição A 7ª edição pautou-se por algumas mudanças, nomeadamente pelo facto de os projectos deixarem de indicar a categoria específica a que se candidatam. Em alternativa, os projectos candidatam-se ao Prémio Boas Práticas no Sector Público, sendo susceptíveis de distinção em um ou mais Prémios. Desta forma, garante-se que os projectos são reconhecidos por todas as suas valências, ao invés de se considerar apenas uma valência em particular. Para além disso, para o Prémio Serviço ao Cidadão e para o Prémio Processos, consagra-se ainda a possibilidade de entregar prémios por Grupo, sendo estes: Administração Central Directa e Administração Regional; Administração Central Indirecta e Instituições de Utilidade Pública; Administração Local; Instituições de Ensino e Prestadores de Cuidados de Saúde. Relativamente ao número de projectos candidatos, mais uma vez o balanço foi muito positivo, registando-se um aumento de candidaturas, relativamente à 6ª edição, como se poderá constatar pelo gráfico Evolução do número de candidaturas. Este facto é prova do investimento por parte do Sector Público em medir resultados e em alcançar um melhor desempenho, mas também do prestígio associado a esta iniciativa. 012

14 Introdução Na 7ª edição, a maioria dos projectos são da responsabilidade de entidades da Administração Local (38%) e da Administração Central Directa e Administração Regional (22%), como se poderá constatar na tabela Distribuição por grupo. Distribuição por grupo Grupo Nº de candidaturas Percentagem Administração Central Directa e Administração Regional 25 22% Administração Local 44 38% Instituições de Ensino 10 9% Prestadores de Cuidados de Saúde 24 21% Administração Central Indirecta e Instituições de Utilidade Pública 13 11% Total % Evolução do número de candidaturas ª ed. 2ª ed. 3ª ed. 4ª ed. 5ª ed. 6ª ed. 7ª ed. Metodologia adoptada A metodologia adoptada, à imagem das edições anteriores, foi o modelo Balanced Scorecard de Robert Kaplan e David Norton. O processo iniciou-se com a recepção de candidaturas por parte da Deloitte, procedendo-se em seguida à sua compilação e ao tratamento prévio dos indicadores de classificação. Com base nesta informação e nos elementos qualitativos apresentados na candidatura, o Júri selecciona uma short list de projectos que irá ser alvo de avaliação in loco. Após esta, o Júri delibera sobre as nomeações e a atribuição dos prémios. 013

15 Membros do Júri Nesta edição, podemos contar com 11 personalidades com reconhecidas capacidades de gestão, do sector público e privado. Para mais informações sobre cada um dos elementos, consulte o site Critérios de Avaliação Os critérios de avaliação da 7ª edição do Prémio, previamente acordados entre a Organização e os elementos do Júri, foram os seguintes: a) Vector cliente: preço/custo, qualidade intrínseca e extrínseca, tempo e escala. b) Vector capital humano: satisfação, produtividade individual e colectiva, escala. c) Vector melhoria de processos: preço/custo, qualidade, tempo, produtividade, escala. d) Vector financeiro: impacto na despesa e receita, qualidade da informação financeira, escala, foco do investimento na missão, retorno do investimento. Para cada um dos critérios supra-mencionados considerou-se o impacto interno e externo à organização. Prémios Nesta edição, optou-se por alterar a forma como os candidatos apresentam a sua candidatura. Ao invés de indicarem a categoria a que se candidatam, os projectos são candidatos ao Prémio Boas Práticas, podendo ser galardoados com as seguintes distinções: Prémio Serviço ao Cidadão Destina-se a reconhecer iniciativas de mérito na relação com os cidadãos, bem como, num âmbito mais alargado, com as empresas e outras entidades colectivas. Prémio Melhoria de Processos Inclui-se qualquer projecto de melhoria de processos, valorizando-se as situações em que se repercute numa mais-valia para o cidadão; Prémio Informação de Gestão Distingue projectos relacionados com a implementação de sistemas de informação, ou reformulação dos mesmos, bem como todos os projectos que potenciem a transparência e responsabilização de colaboradores e dirigentes; 014

16 Prémio Optimização de Receita: Premeia iniciativas que conduzam a um crescimento/aumento sustentável da receita ou a uma melhor gestão da sua captação; Prémio Redução de Custos para o Cidadão Premeia projectos que reduzam os custos globais para o cidadão (particulares e pessoas colectivas), nomeadamente no preço (ou custo) e tempo na acessibilidade e prestação de serviços; Prémio Custos Internos Premeia os projectos cujos resultados evidenciem um aumento da produtividade e redução dos custos internos (totais ou unitários); Prémio Cooperação Premeia projectos conjuntos entre duas ou mais entidades distintas; Prémio Capital Humano e Gestão da Mudança Premeia projectos que reforcem o Capital Humano, pela formação, motivação, satisfação e envolvimento dos colaboradores nos processos de decisão, ou a liderança, comunicação e envolvimento das pessoas em processos de mudança; Prémio Especial do Júri Prémio destinado a distinguir um projecto por razões que o Júri entenda de especial relevância. No caso do Prémio Serviço ao Cidadão e do Prémio Processos, podem ser atribuídas distinções por Grupos, sendo estes: Administração Central Directa e Administração Regional; Administração Central Indirecta e Instituições de Utilidade Pública; Administração Local; Instituições de Ensino; Prestadores de Cuidados de Saúde. 015

17

18 Júri Dra. Suzana Toscano Presidente do Júri Dr. Alexandre Relvas Dr. António José Seguro Dr. Joaquim Goes Prof. Dr. José Barata Moura Dr. José Ramalho Fontes Dr. Luís Nazaré Prof. Dr. Luís Valadares Tavares Dra. Maria de Belém Roseira Eng. Rui Afonso Lucas Dr. Rui Machete 017

19

20 Vencedores

21 Vencedores Prémio Redução de Custos Empresa/Cidadão Administração do Porto de Lisboa Nomeado para o Prémio Serviço ao Cidadão Administração Central Indirecta e Instituições de Utilidade Pública Projecto Vencedor Gestão de resíduos de navios no Porto de Lisboa Missão da entidade Assegurar o exercício das competências necessárias ao regular funcionamento do Porto de Lisboa nos seus múltiplos aspectos de ordem económica, financeira e patrimonial, de gestão de efectivos e de exploração portuária e ainda as actividades que lhe sejam complementares, subsidiárias ou acessórias. A APL, através do Serviço de Ambiente Portuário da sua Direcção de Segurança e Operação Portuária, implementou a Directiva 2000/59/CE em 2006 passando a ser responsável pela definição e gestão de um sistema de recolha de resíduos provenientes de navios e da respectiva carga. A plataforma informática portuária que gere o processo de navio em porto é a ferramenta base deste sistema. A esta estão ligados, 24 horas por dia, os agentes de navegação, o Serviço de Ambiente Portuário da APL e os operadores contratados. As notificações, pedidos de recolha, despachos sobre estes documentos e factura aos navios são efectuados electronicamente nesta plataforma. A gestão electrónica do sistema permite, tanto à APL como aos agentes de navegação e operadores, diminuir a burocracia e papel associado, apurar responsabilidades, simplificar e sistematizar procedimentos, fornecer e aceder à informação online e obter registos em base de dados. A adjudicação da actividade operacional é efectuada por meio de concursos, sendo exigido elevados níveis de quali- 020

22 Vencedores dade para o serviço, o cabal cumprimento da legislação ambiental, como a apresentação de licença ambiental, e uma competitiva tabela de preços. Em termos de destino dado aos resíduos, a APL garante a valorização de todos os resíduos sólidos recicláveis recolhidos em contentores com capacidades iguais ou superiores a 6 m3. São assim valorizados o papel/cartão, vidro, plásticos, madeiras, embalagens metálicas, sucatas e equipamentos electrónicos. Os resíduos da maioria dos navios não são, contudo, reciclados pois já são entregues contaminados. Benefícios do projecto A poluição dos mares causada por descargas de resíduos de navios é fonte de séria preocupação. A APL, desenvolveu um sistema de gestão dos resíduos de navios e de carga, que se veio a revelar especialmente bem sucedido. Até 2005, a actividade de recolha era efectuada por operadores licenciados pela APL segundo regulamentos criados para o efeito, os quais tinham como referência a legislação ambiental então em vigor. Agora a plataforma informática portuária que gere informaticamente o processo de navio em porto é a ferramenta base de um novo sistema. Antes do sistema de gestão de recolha de resíduos de navios ser da responsabilidade da APL, cerca de um décimo dos navios entregavam resíduos no Porto de Lisboa. Com a implementação do sistema em 2006 esta percentagem subiu no primeiro ano para 37% e em 2007 atingiu 52% das escalas anuais no porto. A gestão electrónica do sistema permite, tanto à APL como aos agentes de navegação e operadores, diminuir abrocracia e papel associado, apurar responsabilidades, simplificar e sistematizar procedimentos, fornecer e aceder à informação on-line e obter registos em base de dados. É, em termos operacionais, um sistema complexo e difícil de planear dada a necessidade de conciliar os tempos de operação com a estadia do navio em qualquer um dos múltiplos terminais e cais em ambas as margens do Estuário do Tejo e de garantir a prontidão de significativos meios logísticos. Este esforço tem tido resultados ambientais e comerciais muito positivos. Por um lado, o porto adquire vantagens competitivas e, por outro, temos cada vez mais navios a entregar resíduos em terra. 021

23 Vencedores Prémio Optimização de Receita Autoridade Florestal Nacional Nomeado para o Prémio Melhoria de Processos Administração Central Directa e Administração Regional Projecto Vencedor Licenciamento de Caça via Caixa Multibanco Missão da entidade Promover o desenvolvimento sustentável dos recursos florestais e dos espaços associados e ainda dos recursos cinegéticos, apícolas e aquícolas das águas interiores. Na criação do Programa Simplex, foi incluído especificamente o objectivo de simplificar e desmaterializar a emissão de licenças de caça que são obrigatórias para o exercício de caça. Assim, foi sentida a necessidade de criar um novo serviço para o cidadão - licenciamento de caça através de rede Multibanco - por se verificarem as seguintes situações: incómodo e custos para o cidadão inerentes à deslocação ao serviço competente para emissão da licença; dificuldade criada ao cidadão pelo facto de não existir uma rede bem distribuída, regular e eficaz de licenciamento de caça; dificuldade para a Administração em ter uma fiscalização efectiva sobre o número e regularidade das licenças emitidas; dificuldade para a Administração em ter informação actualizada sobre as receitas geradas pelo processo de licenciamento; necessidade de simplificar o processo anual de licenciamento de caça. Até à implementação deste mecanismo, o licenciamento de caça deveria ser realizado presencialmente junto dos Serviços da Autoridade Florestal Nacional (à altura, Direcção Geral dos Recursos Florestais), das Organizações do sector da Caça ou das Câmaras Municipais, o que obrigava a des- 022

24 Vencedores locações dos caçadores aos serviços para renovar a sua licença e implicava uma pouco eficaz recolha de receita para o Estado. Para além disso, existia uma dispersão de informação que não permitia contabilizar o número de licenças emitidas nem a sua legalidade. Benefícios do projecto Podem ser apontados como benefícios qualitativos: a maior comodidade do cidadão, a prestação de um serviço com uma maior celeridade, a simplificação e actualização de um procedimento que dava já sinais de desajuste face ao actual contexto social, o aumento do nível de segurança com que a emissão de licenças deste tipo são atribuídas, a garantia que todas as licenças são atribuídas a cidadãos com carta de caçador válida, ao contrário do que acontecia anteriormente, a melhoria da troca de informação e a promoção da partilha de informação desmaterializada. Como benefícios quantitativos podem ser apontados: a emissão de licenças de caça na rede Multibanco até ao dia 31 de Dezembro de 2008, num universo total de licenças. Isto indica que actualmente mais de 80% das licenças emitidas são feitas num sistema totalmente informatizado, sem qualquer dependência de afectação de recursos humanos e materiais. Para além disso registe-se a desafectação de 42 funcionários das funções de licenciamento de caça, sendo mobilizados para outras necessidades da Autoridade Florestal Nacional, a diminuição do tempo de apuramento das receitas da Administração que agora é automática e instantânea e antes demorava no mínimo 42 dias e no máximo cerca 8 meses, a diminuição do tempo de recolha dos dados de licenciamento (número de licenças emitidas) que agora é 023

25 Vencedores automática e instantânea e antes demorava cerca de 1 ano. Com a implementação deste projecto, simplifica-se em muito a aquisição de licenças por parte dos caçadores, graças aos milhares de caixas Multibanco espalhadas pelo País, bastando possuir o número de carta de caçador e número de contribuinte para que possa ser emitida a licença. Em complemento com esta medida foi ainda reduzido o número de licenças de caça que passaram a ser apenas 3 (ao invés dos 5 tipos de licenças que existiam anteriormente), o que representa um grande passo no sentido da desburocratização e simplificação de processos. 024

26 Vencedores Prémio Melhoria de Processos - Administração Local Câmara Municipal de Águeda Nomeado para o Prémio Redução de Custos Empresa/Cidadão Nomeado para o Prémio Serviço ao Cidadão Administração Local Projecto Vencedor Uma Administração do Século XXI Missão da entidade Promover e implementar modelos de gestão eficazes, transparentes, eficientes e com elevado sentido ético de serviço público, baseados na responsabilização, motivação, dignificação e valorização profissional dos seus funcionários, prestando serviços de qualidade aos clientes, respondendo às suas expectativas e necessidades, agilizando a capacidade de resposta e os processos de tomada de decisão, e garantindo o integral cumprimento da legislação e regulamentos aplicáveis. Tornar o território concelhio coeso, criando mecanismos e ferramentas estruturantes de regulação e de catalisação das suas potencialidades endógenas. Há três princípios básicos que norteiam este projecto: determinação de quem é responsável; assumir que um serviço público existe para servir o cidadão e não para criar obstáculos; interiorizar que todos os cidadãos são pessoas de bem. Com base nestes princípios, estabeleceram-se parcerias, internas e externas, para que o processo fosse desenvolvido sem entraves e determinado a ser uma realidade. Seguiu-se a fase de instrumentalização do processo que foi determinante por dar capacidade técnica aos serviços, que possibilitou o cumprimento dos prazos e aumentou a eficácia da resposta. O SGQ (Sistema de Gestão da Qualidade) é um instrumento de aferição dos resultados. Criados os recursos necessários, foi possível acelerar 025

27 Vencedores a capacidade de resposta sendo possível a emissão de documentos na hora, de forma segura e controlada. Este grande passo de melhoria no relacionamento entre a Administração e os seus cidadãos só foi possível face à reorganização interna dos serviços, a dotação de meios técnicos e um grande empenhamento dos colaboradores. A experiência tem já um ano completo de funcionamento e consideramos ter sido um passo seguro e que deve ser seguido a outros níveis, prevendo-se mesmo que até ao final deste ano seja possível reunir as condições técnicas necessárias para abrangermos outros tipos de processos. Sendo hoje um serviço de referência a nível nacional, esse reconhecimento é considerado um prémio para todos aqueles que se esforçaram para a sua concretização. Benefícios do projecto Os principais beneficiários são as empresas e os cidadãos em geral. É evidente que ao melhorarmos a eficácia dos serviços estamos a ter um concelho mais competitivo e mais sustentado. Ao reduzir as necessidades de deslocação e os prazos de resposta, temos cidadãos mais satisfeitos, que se deslocam menos vezes aos Paços do Concelho, reduzindo consumos e energias. O cidadão e as empresas sabem que obterão a resposta dentro de um determinado prazo, ou na própria hora em muitos casos e, assim, têm condições para planearem as suas actividades e investimentos de forma segura e com datas fixadas. Também os colaboradores internos são os grandes beneficiários deste projecto. Ainda que seja exigida uma resposta de qualidade e atempada, com prazos e responsáveis de cada tarefa, foram dadas condições técnicas para que, sem sair do seu posto de trabalho, saibam quais as tarefas a cumprir e quais os prazos disponíveis. A acessibilidade aos processos, no seu próprio posto de trabalho, eliminou os processos desaparecidos e o desgaste de ter de verificar, de forma manual e constante, se havia algum processo com prazo ultrapassado. 026

O presente documento constitui o Regulamento da 7ª edição do Prémio Boas Práticas no Sector Público.

O presente documento constitui o Regulamento da 7ª edição do Prémio Boas Práticas no Sector Público. 7ª edição Prémio Boas Práticas no Sector Público O presente documento constitui o Regulamento da 7ª edição do Prémio Boas Práticas no Sector Público. Aconselhamos a sua leitura antes de iniciar o processo

Leia mais

Câmara Municipal de Cascais é uma boa prática no relacionamento com os cidadãos

Câmara Municipal de Cascais é uma boa prática no relacionamento com os cidadãos 27 LEADERSHIP AGENDA a inovação na gestão do relacionamento compensa Câmara Municipal de Cascais é uma boa prática no relacionamento com os cidadãos A participação activa dos cidadãos é vital para a promoção

Leia mais

PROTOCOLO SIMPLEX AUTÁRQUICO

PROTOCOLO SIMPLEX AUTÁRQUICO CONSIDERANDO QUE: PROTOCOLO SIMPLEX AUTÁRQUICO A simplificação administrativa e a administração electrónica são hoje reconhecidas como instrumentos fundamentais para a melhoria da competitividade e da

Leia mais

6º Congresso Nacional da Administração Pública

6º Congresso Nacional da Administração Pública 6º Congresso Nacional da Administração Pública João Proença 30/10/08 Desenvolvimento e Competitividade: O Papel da Administração Pública A competitividade é um factor-chave para a melhoria das condições

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO. Preâmbulo

REGULAMENTO INTERNO. Preâmbulo REGULAMENTO INTERNO Preâmbulo O (adiante designado de Pacto Territorial), é uma plataforma de intervenção integrada, criada no âmbito do Projecto EQUAL Migrações e Desenvolvimento com vista à dinamização

Leia mais

Dinamizar o Empreendedorismo e promover a Criação de Empresas

Dinamizar o Empreendedorismo e promover a Criação de Empresas Dinamizar o Empreendedorismo e promover a Criação de Empresas À semelhança do que acontece nas sociedades contemporâneas mais avançadas, a sociedade portuguesa defronta-se hoje com novos e mais intensos

Leia mais

O e-gov em Portugal. Fórum Vale do Minho Digital Melgaço 30 de Setembro de 2008

O e-gov em Portugal. Fórum Vale do Minho Digital Melgaço 30 de Setembro de 2008 O e-gov em Portugal Fórum Vale do Minho Digital Melgaço 30 de Setembro de 2008 O Plano Tecnológico é uma estratégia de mudança da base competitiva através do conhecimento, tecnologia e inovação 2 Conhecimento

Leia mais

Sistema de Informação e Comunicação da Rede Social de Alcochete. Sistema de Informação e Comunicação - REDE SOCIAL DE ALCOCHETE

Sistema de Informação e Comunicação da Rede Social de Alcochete. Sistema de Informação e Comunicação - REDE SOCIAL DE ALCOCHETE . Sistema de Informação e Comunicação da Rede Social de Alcochete . Objectivos e Princípios Orientadores O Sistema de Informação e Comunicação (SIC) da Rede Social de Alcochete tem como objectivo geral

Leia mais

PLANO DESENVOLVIMENTO SOCIAL MAFRA 2013-2015

PLANO DESENVOLVIMENTO SOCIAL MAFRA 2013-2015 PLANO DESENVOLVIMENTO SOCIAL MAFRA 2013-2015 APROVADO EM SESSÃO PLENÁRIA DO CLAS 21 DE MAIO DE 2013 1 NOTA INTRODUTÓRIA O Diagnóstico Social constituiu a base de trabalho da ação dos Parceiros Locais.

Leia mais

Medidas intersectoriais 2010/11

Medidas intersectoriais 2010/11 Medidas intersectoriais 2010/11 IS01 BALCÃO DO EMPREENDEDOR DISPONIBILIZAÇÃO DE SERVIÇOS Objectivos: Inventariar, introduzir e manter permanentemente actualizados no Balcão do Empreendedor vários serviços,

Leia mais

1. Objectivos do Observatório da Inclusão Financeira

1. Objectivos do Observatório da Inclusão Financeira Inclusão Financeira Inclusão Financeira Ao longo da última década, Angola tem dado importantes passos na construção dos pilares que hoje sustentam o caminho do desenvolvimento económico, melhoria das

Leia mais

Linhas de Acção. 1. Planeamento Integrado. Acções a desenvolver: a) Plano de Desenvolvimento Social

Linhas de Acção. 1. Planeamento Integrado. Acções a desenvolver: a) Plano de Desenvolvimento Social PLANO DE ACÇÃO 2007 Introdução O CLASA - Conselho Local de Acção Social de Almada, de acordo com a filosofia do Programa da Rede Social, tem vindo a suportar a sua intervenção em dois eixos estruturantes

Leia mais

Serviço Nacional de Saúde

Serviço Nacional de Saúde Informação de Custos dos Cuidados de Saúde Serviço Nacional de Saúde A Informação de custos dos Cuidados de Saúde é uma iniciativa do Ministério da Saúde, de abrangência nacional, enquadrada no Programa

Leia mais

Luis Natal Marques, Gebalis EEM

Luis Natal Marques, Gebalis EEM Luis Natal Marques, Gebalis EEM TÓPICOS I. Porquê Responsabilidade Social (RS)? II. As Empresas de Serviços de Interesse Geral (SIGs) III. Mais valias da Responsabilidade Social nas Empresas de Serviço

Leia mais

O presente documento suporta a apreciação do ponto 3 da Agenda da reunião da Comissão de Acompanhamento de 13/11/07, sendo composto por duas partes:

O presente documento suporta a apreciação do ponto 3 da Agenda da reunião da Comissão de Acompanhamento de 13/11/07, sendo composto por duas partes: EIXO I COMPETITIVIDADE, INOVAÇÃO E CONHECIMENTO INSTRUMENTO: SISTEMA DE INCENTIVOS À QUALIFICAÇÃO E INTERNACIONALIZAÇÃO DE PME (SI QUALIFICAÇÃO PME) O presente documento suporta a apreciação do ponto 3

Leia mais

ASSOCIAÇÃO PARA A ECONOMIA CÍVICA PORTUGAL

ASSOCIAÇÃO PARA A ECONOMIA CÍVICA PORTUGAL ASSOCIAÇÃO PARA A ECONOMIA CÍVICA PORTUGAL MISSÃO A Associação para a Economia Cívica Portugal é uma Associação privada, sem fins lucrativos cuja missão é: Promover um novo modelo de desenvolvimento económico

Leia mais

Índice. 1. Nota Introdutória... 1. 2. Actividades a desenvolver...2. 3. Notas Finais...5

Índice. 1. Nota Introdutória... 1. 2. Actividades a desenvolver...2. 3. Notas Finais...5 Índice Pág. 1. Nota Introdutória... 1 2. Actividades a desenvolver...2 3. Notas Finais...5 1 1. Nota Introdutória O presente documento consiste no Plano de Acção para o ano de 2011 da Rede Social do concelho

Leia mais

Simplificação nas PMEs

Simplificação nas PMEs Simplificação nas PMEs Aproveitamento das Novas Tecnologias DGITA Portal Declarações Electrónicas Dezembro 2007 Simplificação nas PMEs - Aproveitamento das Novas Tecnologias 1 Agenda O que é a DGITA? Estratégia

Leia mais

Reforma Regulatória e Simplificação Administrativa

Reforma Regulatória e Simplificação Administrativa Reforma Regulatória e Simplificação Administrativa MARIA MANUEL LEITÃO MARQUES Secretária de Estado da Modernização Administrativa OCDE GLOBAL FORUM ON GOVERNANCE Rio de Janeiro, 22 de Outubro 2007 Mudar

Leia mais

ARTIGO: SOLUÇÕES PARA O SECTOR AUTARQUIAS in IGOV Maio 2010

ARTIGO: SOLUÇÕES PARA O SECTOR AUTARQUIAS in IGOV Maio 2010 CÂMARA MUNICIPAL DE SANTARÉM - R EVOLUÇÃO ADMINISTRATIVA A Autarquia de Santarém, em parceria com a PT Prime, desenvolveu um sistema de soluções integradas e inter-operantes que lhe possibilitaram operacionalizar

Leia mais

Carta dos Direitos e Deveres dos Doentes

Carta dos Direitos e Deveres dos Doentes Carta dos Direitos e Deveres dos Doentes INTRODUÇÃO O direito à protecção da saúde está consagrado na Constituição da República Portuguesa, e assenta num conjunto de valores fundamentais como a dignidade

Leia mais

Adenda aos Critérios de Selecção

Adenda aos Critérios de Selecção Adenda aos Critérios de Selecção... Critérios de Selecção SI Qualificação PME EIXO I COMPETITIVIDADE, INOVAÇÃO E CONHECIMENTO INSTRUMENTO: SISTEMA DE INCENTIVOS À QUALIFICAÇÃO E INTERNACIONALIZAÇÃO DE

Leia mais

Diagnóstico de Competências para a Exportação

Diagnóstico de Competências para a Exportação Diagnóstico de Competências para a Exportação em Pequenas e Médias Empresas (PME) Guia de Utilização DIRECÇÃO DE ASSISTÊNCIA EMPRESARIAL Departamento de Promoção de Competências Empresariais Índice ENQUADRAMENTO...

Leia mais

Carta de Compromisso - Centro para a Qualificação Profissional e o Ensino Profissional

Carta de Compromisso - Centro para a Qualificação Profissional e o Ensino Profissional Carta de Compromisso - Centro para a Qualificação Profissional e o Ensino Profissional 1024036 - PROFIFORMA, GABINETE DE CONSULTADORIA E FORMAÇÃO PROFISSIONAL, LDA Missão É missão do CQEP Profiforma: -

Leia mais

Iniciativa Formação para Empresários Programa de Candidatura

Iniciativa Formação para Empresários Programa de Candidatura Iniciativa Formação para Empresários Programa de Candidatura No âmbito do Contrato de Delegação de Competências do POPH na CCP 1. Enquadramento da Iniciativa A Iniciativa Formação para Empresários tem

Leia mais

(2006/C 297/02) considerando o seguinte: constatando que:

(2006/C 297/02) considerando o seguinte: constatando que: C 297/6 Resolução do Conselho e dos Representantes Governos dos Estados-Membros, reunidos no Conselho, relativa à realização dos objectivos comuns em matéria de participação e informação dos jovens para

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO PARA A EMISSÃO DE PARECERES DO CLAS

REGULAMENTO INTERNO PARA A EMISSÃO DE PARECERES DO CLAS REGULAMENTO INTERNO PARA A EMISSÃO DE PARECERES DO CLAS (Enquadramento) Conforme o disposto na Resolução do Conselho de Ministros nº. 197/97, de 18 de Novembro e no Despacho Normativo nº. 8/2, de 12 de

Leia mais

BASES GERAIS DO REGIME JURÍDICO DA PREVENÇÃO, HABILITAÇÃO, REABILITAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA. Lei n.º 38/2004, de 18 de Agosto

BASES GERAIS DO REGIME JURÍDICO DA PREVENÇÃO, HABILITAÇÃO, REABILITAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA. Lei n.º 38/2004, de 18 de Agosto BASES GERAIS DO REGIME JURÍDICO DA PREVENÇÃO, HABILITAÇÃO, REABILITAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA Lei n.º 38/2004, de 18 de Agosto Define as bases gerais do regime jurídico da prevenção,

Leia mais

Factores Determinantes para o Empreendedorismo. Encontro Empreender Almada 26 de Junho de 2008

Factores Determinantes para o Empreendedorismo. Encontro Empreender Almada 26 de Junho de 2008 Factores Determinantes para o Empreendedorismo Encontro Empreender Almada 26 de Junho de 2008 IAPMEI Instituto de Apoio às PME e à Inovação Principal instrumento das políticas económicas para Micro e Pequenas

Leia mais

QUADRO DE REFERÊNCIA PARA A AVALIAÇÃO DE ESCOLAS E AGRUPAMENTOS

QUADRO DE REFERÊNCIA PARA A AVALIAÇÃO DE ESCOLAS E AGRUPAMENTOS QUADRO DE REFERÊNCIA PARA A AVALIAÇÃO DE ESCOLAS E AGRUPAMENTOS I Os cinco domínios 1. Resultados 2. Prestação do serviço educativo 3. Organização e gestão escolar 4. Liderança 5. Capacidade de auto-regulação

Leia mais

POLÍTICA DE PME's Debate promovido pela AIP. 11 Setembro 2007

POLÍTICA DE PME's Debate promovido pela AIP. 11 Setembro 2007 POLÍTICA DE PME's Debate promovido pela AIP 11 Setembro 2007 Durante o 1º trimestre de 2007, o PIB cresceu 2,0% Crescimento do PIB 2,5% 2,0% 1,5% 1,5% 1,7% 2,0% 1,0% 1,1% 1,0% 0,9% 0,5% 0,5% 0,5% 0,0%

Leia mais

Iniciativa Move-te, faz Acontecer

Iniciativa Move-te, faz Acontecer Iniciativa Move-te, faz Acontecer Entidades Promotoras: Associação CAIS (Projecto Futebol de Rua): Fundada em 1994, a Associação CAIS tem como Missão contribuir para o melhoramento global das condições

Leia mais

ISAL INSTITUTO SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO E LÍNGUAS PLANO DE ATIVIDADES

ISAL INSTITUTO SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO E LÍNGUAS PLANO DE ATIVIDADES ISAL INSTITUTO SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO E LÍNGUAS PLANO DE ATIVIDADES 2015 2 Formar gestores e quadros técnicos superiores, preparados científica e tecnicamente para o exercício de funções na empresa

Leia mais

O Que São os Serviços de Psicologia e Orientação (SPO)?

O Que São os Serviços de Psicologia e Orientação (SPO)? O Que São os Serviços de Psicologia e Orientação (SPO)? São unidades especializadas de apoio educativo multidisciplinares que asseguram o acompanhamento do aluno, individualmente ou em grupo, ao longo

Leia mais

CEF/0910/28031 Relatório preliminar da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento

CEF/0910/28031 Relatório preliminar da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento CEF/0910/28031 Relatório preliminar da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.9 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora:

Leia mais

Índice Descrição Valor

Índice Descrição Valor 504448064 Índice Descrição Valor 1 Missão, Objectivos e Princípios Gerais de Actuação 11 Cumprir a missão e os objectivos que lhes tenham sido determinados de forma económica, financeira, social e ambientalmente

Leia mais

Missão: Melhorar a qualidade de vida dos munícipes e promover a modernização administrativa com vista à aproximação dos serviços aos cidadãos.

Missão: Melhorar a qualidade de vida dos munícipes e promover a modernização administrativa com vista à aproximação dos serviços aos cidadãos. OBJECTIVOS DAS UNIDADES ORGÂNICAS - 2011 MUNICÍPIO DA MARINHA GRANDE UNIDADE ORGÂNICA: Divisão de Cooperação, Comunicação e Modernização Missão: Melhorar a qualidade de vida dos munícipes e promover a

Leia mais

SECRETÁRIO REGIONAL DA PRESIDÊNCIA Despacho Normativo n.º 69/2010 de 22 de Outubro de 2010

SECRETÁRIO REGIONAL DA PRESIDÊNCIA Despacho Normativo n.º 69/2010 de 22 de Outubro de 2010 SECRETÁRIO REGIONAL DA PRESIDÊNCIA Despacho Normativo n.º 69/2010 de 22 de Outubro de 2010 Considerando o Regime de enquadramento das políticas de juventude na Região Autónoma dos Açores, plasmado no Decreto

Leia mais

Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento. (2010-2015) ENED Plano de Acção

Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento. (2010-2015) ENED Plano de Acção Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento (2010-2015) ENED Plano de Acção Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento (2010-2015) ENED Plano de Acção 02 Estratégia Nacional de

Leia mais

O princípio da afirmação da sociedade civil.

O princípio da afirmação da sociedade civil. Dois dos Valores do PSD O Princípio do Estado de Direito, respeitante da eminente dignidade da pessoa humana - fundamento de toda a ordem jurídica baseado na nossa convicção de que o Estado deve estar

Leia mais

Senhor Presidente. Senhoras e Senhores Deputados. Senhoras e Senhores Membros do Governo

Senhor Presidente. Senhoras e Senhores Deputados. Senhoras e Senhores Membros do Governo Senhor Presidente Senhoras e Senhores Deputados Senhoras e Senhores Membros do Governo O actual momento de crise internacional que o mundo atravessa e que, obviamente, afecta a nossa Região, coloca às

Leia mais

A certificação de Qualidade para a Reparação Automóvel.

A certificação de Qualidade para a Reparação Automóvel. A certificação de Qualidade para a Reparação Automóvel. Projecto A Oficina+ ANECRA é uma iniciativa criada em 1996, no âmbito da Padronização de Oficinas ANECRA. Este projecto visa reconhecer a qualidade

Leia mais

Programa Operacional Regional Alentejo 2014/2020

Programa Operacional Regional Alentejo 2014/2020 Programa Operacional Regional Alentejo 2014/2020 Universidade de Évora, 10 de março de 2015 Identidade, Competitividade, Responsabilidade Lezíria do Tejo Alto Alentejo Alentejo Central Alentejo Litoral

Leia mais

SAÚDEGLOBAL. AON Portugal

SAÚDEGLOBAL. AON Portugal SAÚDEGLOBAL AON Portugal Breve Apresentação do Negócio DADOS DE CARACTERIZAÇÃO Designação Comercial Saúdeglobal N.º Colaboradores N.º de Estabelecimentos Dispersão Geográfica Nacional Facturação em 2010

Leia mais

Sistema Integrado de Gestão do Instituto Politécnico de Portalegre. Joaquim Mourato Conferência Inovação no Ensino Superior - Évora 23/01/2007

Sistema Integrado de Gestão do Instituto Politécnico de Portalegre. Joaquim Mourato Conferência Inovação no Ensino Superior - Évora 23/01/2007 Sistema Integrado de Gestão do Instituto Politécnico de Portalegre Joaquim Mourato Conferência Inovação no Ensino Superior - Évora 23/01/2007 Objectivos e Metodologia Sistema Integrado de Gestão Análise

Leia mais

Regulamento de Funcionamento do Banco Local de Voluntariado de Viana do Alentejo

Regulamento de Funcionamento do Banco Local de Voluntariado de Viana do Alentejo Regulamento de Funcionamento do Banco Local de Voluntariado de Viana do Alentejo Preâmbulo O Decreto-Lei n.º 389/99, de 30 de Setembro, no art.º 21.º, atribui ao Conselho Nacional para a Promoção do Voluntariado

Leia mais

ESPOSENDE PACTO DE AUTARCAS

ESPOSENDE PACTO DE AUTARCAS ESPOSENDE PACTO DE AUTARCAS Novembro de 2010 CÂMARA MUNICIPAL DE ESPOSENDE ESPOSENDE AMBIENTE, EEM OBJECTIVOS DE COMBATE ÀS ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS Até ao ano de 2020, Aumentar em 20% a eficiência energética

Leia mais

REGULAMENTO DO BANCO LOCAL DE VOLUNTARIADO DE AZAMBUJA

REGULAMENTO DO BANCO LOCAL DE VOLUNTARIADO DE AZAMBUJA MUNICÍPIO DE AZAMBUJA REGULAMENTO DO BANCO LOCAL DE VOLUNTARIADO DE AZAMBUJA Aprovado por deliberação da Assembleia Municipal de 19 de Abril de 2011. Publicado pelo Edital n.º 73/2011. Em vigor desde 27

Leia mais

PHC dteamcontrol Externo

PHC dteamcontrol Externo PHC dteamcontrol Externo A gestão remota de projectos e de informação A solução via Internet que permite aos seus Clientes participarem nos projectos em que estão envolvidos, interagindo na optimização

Leia mais

OPORTUNIDADES. Cluster energético: oportunidades; horizontes; observatório, BejaGlobal; PASE

OPORTUNIDADES. Cluster energético: oportunidades; horizontes; observatório, BejaGlobal; PASE CLUSTER ENERGÉTICO DE BEJA OPORTUNIDADES SUSTENTABILIDADE ENERGÉTICA E CRESCIMENTO ECONÓMICO A sustentabilidade energética e climática é um desígnio estratégico duplo significado. Por um lado, desenvolvimento

Leia mais

Portaria n.º 605/99, de 5 de Agosto Regulamento do Sistema Nacional de Farmacovigilância (Revogado pela Decreto-Lei n.º 242/2002, de 5 de Novembro)

Portaria n.º 605/99, de 5 de Agosto Regulamento do Sistema Nacional de Farmacovigilância (Revogado pela Decreto-Lei n.º 242/2002, de 5 de Novembro) Regulamento do Sistema Nacional de Farmacovigilância (Revogado pela Decreto-Lei n.º 242/2002, de 5 de Novembro) O sistema de avaliação e autorização de introdução no mercado de medicamentos, que tem vindo

Leia mais

adaptados às características e expectativas dos nossos Clientes, de modo a oferecer soluções adequadas às suas necessidades.

adaptados às características e expectativas dos nossos Clientes, de modo a oferecer soluções adequadas às suas necessidades. A Protteja Seguros surge da vontade de contribuir para o crescimento do mercado segurador nacional, através da inovação, da melhoria da qualidade de serviço e de uma política de crescimento sustentável.

Leia mais

PROGRAMA OPERACIONAL DA CULTURA

PROGRAMA OPERACIONAL DA CULTURA PROGRAMA OPERACIONAL DA CULTURA Relatório de 2000 1. Introdução e enquadramento. 1.1 Apresentação e síntese do documento O relatório de 2000 do Programa Operacional da Cultura, constitui o 1º relatório

Leia mais

::ENQUADRAMENTO ::ENQUADRAMENTO::

::ENQUADRAMENTO ::ENQUADRAMENTO:: ::ENQUADRAMENTO:: :: ENQUADRAMENTO :: O actual ambiente de negócios caracteriza-se por rápidas mudanças que envolvem a esfera politica, económica, social e cultural das sociedades. A capacidade de se adaptar

Leia mais

Relatório de Monitorização do Regime de Fruta Escolar. Ano lectivo 2010/2011

Relatório de Monitorização do Regime de Fruta Escolar. Ano lectivo 2010/2011 Relatório de Monitorização do Regime de Fruta Escolar Ano lectivo 2010/2011 Apreciação Geral A aplicação do Regime de Fruta Escolar (RFE) em Portugal tem os seguintes objectivos gerais: Saúde Pública:

Leia mais

AGRUPAMENTO DE CENTROS DE SAÚDE

AGRUPAMENTO DE CENTROS DE SAÚDE AGRUPAMENTO DE CENTROS DE SAÚDE UNIDADE DE SAÚDE PUBLICA Ao nível de cada Agrupamento de Centros de Saúde (ACES), as Unidades de Saúde Pública (USP) vão funcionar como observatório de saúde da população

Leia mais

Introdução 02. CRER Metodologia Integrada de Apoio ao Empreendedor 04. Passos para criação do CRER Centro de Recursos e Experimentação 05

Introdução 02. CRER Metodologia Integrada de Apoio ao Empreendedor 04. Passos para criação do CRER Centro de Recursos e Experimentação 05 criação de empresas em espaço rural guia metodológico para criação e apropriação 0 Introdução 02 O que é o CRER 03 CRER Centro de Recursos e Experimentação 03 CRER Metodologia Integrada de Apoio ao Empreendedor

Leia mais

É aprovado o Regulamento dos Núcleos Distritais ou Regionais do Projecto VIDA, anexo a este despacho e que dele faz parte integrante.

É aprovado o Regulamento dos Núcleos Distritais ou Regionais do Projecto VIDA, anexo a este despacho e que dele faz parte integrante. PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS E MINISTÉRIOS DA DEFESA NACIONAL, DA ADMINISTRAÇÃO INTERNA, DA JUSTIÇA, DA EDUCAÇÃO, DA SAÚDE E DO EMPREGO E DA SEGURANÇA SOCIAL. Despacho conjunto. - Considerando

Leia mais

Newsletter n.º 26 Mar.2013 MICROSOFT APOIA LINKCITIES

Newsletter n.º 26 Mar.2013 MICROSOFT APOIA LINKCITIES Newsletter n.º 26 Mar.2013 MICROSOFT APOIA LINKCITIES A Microsoft deu a conhecer a Plataforma LinkCities propriedade da Link Think. Esta Plataforma liga as cidades e autarquias locais, através das suas

Leia mais

COMPETITIVIDADE E INTERNACIONALIZAÇÃO DAS EMPRESAS DA REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA 2014-2020

COMPETITIVIDADE E INTERNACIONALIZAÇÃO DAS EMPRESAS DA REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA 2014-2020 COMPETITIVIDADE E INTERNACIONALIZAÇÃO DAS EMPRESAS DA 2014-2020 18-11-2015 INSTITUTO DE DESENVOLVIMENTO EMPRESARIAL, IP-RAM MISSÃO Promover o desenvolvimento, a competitividade e a modernização das empresas

Leia mais

Vantagem Garantida PHC

Vantagem Garantida PHC Vantagem Garantida PHC O Vantagem Garantida PHC é um aliado para tirar maior partido das aplicações PHC A solução que permite à empresa rentabilizar o seu investimento, obtendo software actualizado, formação

Leia mais

POLÍTICA DE AMBIENTE, QUALIDADE E SEGURANÇA

POLÍTICA DE AMBIENTE, QUALIDADE E SEGURANÇA HOMOLOGAÇÃO: José Eduardo Carvalho 14-03- Pág. 2 de 5 A Tagusgás subscreve a Política AQS da Galp Energia. A Política AQS da Tagusgás foi definida tendo em consideração os Objectivos Estratégicos do Grupo

Leia mais

Programa de Apoio às Instituições Particulares de Solidariedade Social

Programa de Apoio às Instituições Particulares de Solidariedade Social Programa de Apoio às Instituições Particulares de Solidariedade Social Enquadramento Com base numa visão estratégica de desenvolvimento social que valorize a rentabilização dos recursos técnicos e financeiros

Leia mais

O GRUPO AITEC. Breve Apresentação

O GRUPO AITEC. Breve Apresentação O GRUPO AITEC Breve Apresentação Missão Antecipar tendências, identificando, criando e desenvolvendo empresas e ofertas criadoras de valor no mercado mundial das Tecnologias de Informação e Comunicação

Leia mais

Realizou-se dia 24 de Março, na Maia, nas instalações da Sonae Learning Center, a 6ª sessão da CoP, desta vez presencial.

Realizou-se dia 24 de Março, na Maia, nas instalações da Sonae Learning Center, a 6ª sessão da CoP, desta vez presencial. CoP de Gestão do Conhecimento Notas da sessão presencial de 24 de Março de 2014 Realizou-se dia 24 de Março, na Maia, nas instalações da Sonae Learning Center, a 6ª sessão da CoP, desta vez presencial.

Leia mais

PROJECTO DE LEI N.º 393/VIII ESTABELECE O ESTATUTO LEGAL DO MEDIADOR SÓCIO-CULTURAL. Exposição de motivos

PROJECTO DE LEI N.º 393/VIII ESTABELECE O ESTATUTO LEGAL DO MEDIADOR SÓCIO-CULTURAL. Exposição de motivos PROJECTO DE LEI N.º 393/VIII ESTABELECE O ESTATUTO LEGAL DO MEDIADOR SÓCIO-CULTURAL Exposição de motivos A necessidade de função de mediação sócio-cultural surgiu da vontade de melhorar a relação entre

Leia mais

ACÇÃO DE FORMAÇÃO EDUCAÇÃO PARA O EMPREENDEDORISMO NA ESCOLA

ACÇÃO DE FORMAÇÃO EDUCAÇÃO PARA O EMPREENDEDORISMO NA ESCOLA ACÇÃO DE FORMAÇÃO EDUCAÇÃO PARA O EMPREENDEDORISMO NA ESCOLA Extracto do PARECER TÉCNICO emitido pelo Especialista da Formação PREÂMBULO O presente Parecer tem como objectivo a análise do Projecto de Investigação

Leia mais

Direcção-Geral da Saúde Circular Informativa

Direcção-Geral da Saúde Circular Informativa Assunto: Para: Organização de Serviços de Segurança e Saúde do Trabalho/Saúde Ocupacional (SST/SO) nos Cuidados Primários de Saúde - ACES e Sede de ARS(s) Todos os serviços do Ministério da Saúde Nº: 05/DSPPS/DCVAE

Leia mais

PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO

PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO ÍNDICE 11. PRESSUPOSTO BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO 25 NO ALENTEJO pág. 11.1. Um sistema regional de inovação orientado para a competitividade

Leia mais

28 PME Líder CRITÉRIOS. Bloomberg News

28 PME Líder CRITÉRIOS. Bloomberg News 28 PME Líder CRITÉRIOS Bloomberg News CRITÉ RIOS COMO CHEGAR A PME LÍDER Atingir o Estatuto PME Líder é a ambição de muitas empresas. É este o primeiro passo para chegar a PME Excelência. Saiba o que precisa

Leia mais

Normas de Funcionamento do Banco Local de Voluntariado de Sines

Normas de Funcionamento do Banco Local de Voluntariado de Sines Normas de Funcionamento do Banco Local de Voluntariado de Sines Preâmbulo O Decreto-Lei n.º 389/99, de 30 de Setembro, no art. 21º, atribui ao Conselho Nacional para a Promoção do Voluntariado (CNPV) competências

Leia mais

XLM Innovation & Technology

XLM Innovation & Technology 01. APRESENTAÇÃO DA EMPRESA 2 01. Apresentação da empresa A XLM, sedeada em Aveiro, iniciou a sua atividade em 1995. Nesta data, a sua área de atuação cingia-se à venda, instalação e assistência técnica

Leia mais

A MOBILIDADE EM CIDADES MÉDIAS ABORDAGEM NA PERSPECTIVA DA POLÍTICA DE CIDADES POLIS XXI

A MOBILIDADE EM CIDADES MÉDIAS ABORDAGEM NA PERSPECTIVA DA POLÍTICA DE CIDADES POLIS XXI Mobilidade em Cidades Médias e Áreas Rurais Castelo Branco, 23-24 Abril 2009 A MOBILIDADE EM CIDADES MÉDIAS ABORDAGEM NA PERSPECTIVA DA POLÍTICA DE CIDADES POLIS XXI A POLÍTICA DE CIDADES POLIS XXI Compromisso

Leia mais

O Plano de Desenvolvimento Social

O Plano de Desenvolvimento Social O Plano de Desenvolvimento Social Introdução O Plano de Desenvolvimento Social (PDS) é um instrumento de definição conjunta e negociada de objectivos prioritários para a promoção do Desenvolvimento Social

Leia mais

PLANO DE ACTIVIDADES 2011

PLANO DE ACTIVIDADES 2011 PLANO DE ACTIVIDADES 2011 MARÇO DE 2011 Este documento apresenta os objectivos estratégicos e as acções programáticas consideradas prioritárias para o desenvolvimento da ESE no ano 2011. O Plano de Actividades

Leia mais

Código de Conduta do Voluntariado para a Cooperação

Código de Conduta do Voluntariado para a Cooperação Código de Conduta do Voluntariado para a Cooperação Preâmbulo Com o objectivo de unir os esforços das Organizações Não Governamentais para o Desenvolvimento (ONGD) associadas da Plataforma Portuguesa das

Leia mais

I EMJ 8 de Junho de 2013 Recomendações finais Participantes nos grupos de trabalho que produziram as recomendações:

I EMJ 8 de Junho de 2013 Recomendações finais Participantes nos grupos de trabalho que produziram as recomendações: Nr Área Recomendação Valido Abstenh o-me C/6 E/7 F/7 Voluntariado Aproveitar espaços sem utilização para fazer jardins, espaços para convívio e locais de desporto para a população. Promover a limpeza dos

Leia mais

Restituição de cauções aos consumidores de electricidade e de gás natural Outubro de 2007

Restituição de cauções aos consumidores de electricidade e de gás natural Outubro de 2007 Restituição de cauções aos consumidores de electricidade e de gás natural Outubro de 2007 Ponto de situação em 31 de Outubro de 2007 As listas de consumidores com direito à restituição de caução foram

Leia mais

PROJECTO DE LEI N.º 422/VIII

PROJECTO DE LEI N.º 422/VIII PROJECTO DE LEI N.º 422/VIII OBRIGA À DIVULGAÇÃO, POR ESCOLA E POR DISCIPLINA, DOS RESULTADOS DOS EXAMES DO 12.º ANO DE ESCOLARIDADE, BEM COMO DE OUTRA INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR QUE POSSIBILITE O CONHECIMENTO

Leia mais

SERVIÇOS PÚBLICOS ONLINE E PLANO TECNOLÓGICO

SERVIÇOS PÚBLICOS ONLINE E PLANO TECNOLÓGICO SERVIÇOS PÚBLICOS ONLINE E PLANO TECNOLÓGICO SÍNTESE DE RESULTADOS DO ESTUDO NOVEMBRO 2006 Sobre a Netsonda A Netsonda, em actividade desde Julho de 2000, é líder e pioneira em Portugal na recolha e análise

Leia mais

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO ENTRE O MUNICIPIO DE SETÚBAL E A CONFEDERAÇÃO PORTUGUESA DAS COLECTIVIDADES DE CULTURA, RECREIO E DESPORTO Considerando: a) As atribuições da Câmara Municipal de Setúbal, conferida

Leia mais

RESULTADOS DO CONCURSO NACIONAL DE BOAS PRÁTICAS NA ADMINISTRAÇÃO LOCAL 2007/2008 CATEGORIA A ADMINISTRAÇÃO AUTÁRQUICA E MODERNIZAÇÃO

RESULTADOS DO CONCURSO NACIONAL DE BOAS PRÁTICAS NA ADMINISTRAÇÃO LOCAL 2007/2008 CATEGORIA A ADMINISTRAÇÃO AUTÁRQUICA E MODERNIZAÇÃO RESULTADOS DO CONCURSO NACIONAL DE BOAS PRÁTICAS NA ADMINISTRAÇÃO LOCAL 2007/2008 CATEGORIA A ADMINISTRAÇÃO AUTÁRQUICA E MODERNIZAÇÃO Nota de Abertura Em 2007/2008 teve lugar a 2.ª edição do Concurso Nacional

Leia mais

Dinâmicas de exportação e de internacionalização

Dinâmicas de exportação e de internacionalização Dinâmicas de exportação e de internacionalização das PME Contribuição da DPIF/ Como fazemos? 1. Posicionamento e actuação da DPIF A DPIF tem como Missão: Facilitar o acesso a financiamento pelas PME e

Leia mais

PROGRAMA NACIONAL DE ACREDITAÇÃO EM SAÚDE

PROGRAMA NACIONAL DE ACREDITAÇÃO EM SAÚDE PROGRAMA NACIONAL DE ACREDITAÇÃO EM SAÚDE 2009 3 ÍNDICE I INTRODUÇÃO 4 II MODELO NACIONAL DE ACREDITAÇÃO EM SAÚDE 5 III ÂMBITO DE APLICAÇÃO 8 IV OBJECTIVO GERAL 8 V OBJECTIVOS ESPECÍFICOS 8 VI ESTRATÉGIAS

Leia mais

O P E R A C I O N A L I Z A Ç Ã O D A S U N I D A D E S D E S A Ú D E F A M I L I A R E S. Carlos Nunes. Missão para os Cuidados de Saúde Primários

O P E R A C I O N A L I Z A Ç Ã O D A S U N I D A D E S D E S A Ú D E F A M I L I A R E S. Carlos Nunes. Missão para os Cuidados de Saúde Primários O P E R A C I O N A L I Z A Ç Ã O D A S U N I D A D E S D E S A Ú D E F A M I L I A R E S Carlos Nunes Missão para os Cuidados de Saúde Primários VILAMOURA 23 Março 2007 C A N D I D A T U R A S A U S F

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DE FUNCIONAMENTO DO BANCO LOCAL DE VOLUNTARIADO DE GUIMARÃES

REGULAMENTO INTERNO DE FUNCIONAMENTO DO BANCO LOCAL DE VOLUNTARIADO DE GUIMARÃES REGULAMENTO INTERNO DE FUNCIONAMENTO DO BANCO LOCAL DE VOLUNTARIADO DE GUIMARÃES (aprovado por deliberação de Câmara de 16 de junho de 2011 em conformidade com as orientações do Conselho Nacional para

Leia mais

Fundo de Garantia Automóvel. Fundo de Garantia Automóvel

Fundo de Garantia Automóvel. Fundo de Garantia Automóvel INSTITUTO DE SEGUROS DE PORTUGAL Rigor e Transparência Rigor e Transparência COSTUMAMOS DIZER NO FGA QUE O UTENTE, AINDA QUE NÃO TENHA RAZÃO, É A RAZÃO DA NOSSA EXISTÊNCIA E DIZEMOS TAMBÉM QUE UM PROCESSO

Leia mais

INTERVENÇÃO DE S.EXA. O SECRETÁRIO DE ESTADO DO TURISMO, DR.BERNARDO TRINDADE, NA SESSÃO DE ABERTURA DO XXXIII CONGRESSO DA APAVT

INTERVENÇÃO DE S.EXA. O SECRETÁRIO DE ESTADO DO TURISMO, DR.BERNARDO TRINDADE, NA SESSÃO DE ABERTURA DO XXXIII CONGRESSO DA APAVT INTERVENÇÃO DE S.EXA. O SECRETÁRIO DE ESTADO DO TURISMO, DR.BERNARDO TRINDADE, NA SESSÃO DE ABERTURA DO XXXIII CONGRESSO DA APAVT TURISMO: TENDÊNCIAS E SOLUÇÕES Exmos. Senhores Conferencistas, Antes de

Leia mais

Introdução. 1 Direcção Geral da Administração Interna, Violência Doméstica 2010 Ocorrências Participadas às

Introdução. 1 Direcção Geral da Administração Interna, Violência Doméstica 2010 Ocorrências Participadas às Câmara Municipal da Departamento de Educação e Desenvolvimento Sociocultural Divisão de Intervenção Social Plano Municipal contra a Violência Rede Integrada de Intervenção para a Violência na Outubro de

Leia mais

Acreditação de Unidades de Saúde nos CSP. A experiência de Valongo

Acreditação de Unidades de Saúde nos CSP. A experiência de Valongo Acreditação de Unidades de Saúde nos CSP A experiência de Valongo Direcção-Geral da Saúde Ministério da Saúde Filipa Homem Christo Departamento da Qualidade em Saúde Direcção Geral da Saúde Da Auto-avaliação

Leia mais

Análise de sustentabilidade da empresa nos domínios económico, social e ambiental

Análise de sustentabilidade da empresa nos domínios económico, social e ambiental Análise de sustentabilidade da empresa nos domínios económico, social e ambiental Estratégias adoptadas As estratégias adoptadas e o desempenho da APFF nos três domínios da sustentabilidade encontram-se

Leia mais

Identificação da Empresa. Missão. Visão

Identificação da Empresa. Missão. Visão Identificação da Empresa Designação social: Centro Hospitalar de Lisboa Central, EPE Sede: Rua José António Serrano, 1150-199 - Lisboa Natureza jurídica: Entidade Pública Empresarial Início de actividade:

Leia mais

Identificação da empresa. Missão

Identificação da empresa. Missão Identificação da empresa SPMS - Serviços Partilhados do Ministério da Saúde, EPE, pessoa coletiva de direito público de natureza empresarial, titular do número único de matrícula e de pessoa coletiva 509

Leia mais

PROTOCOLO ENTRE O MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E O MINISTÉRIO DA SAÚDE

PROTOCOLO ENTRE O MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E O MINISTÉRIO DA SAÚDE PROTOCOLO ENTRE O MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E O MINISTÉRIO DA SAÚDE A promoção da educação para a saúde em meio escolar é um processo em permanente desenvolvimento para o qual concorrem os sectores da Educação

Leia mais

GESTÃO MUSEOLÓGICA E SISTEMAS DE QUALIDADE Ana Mercedes Stoffel Fernandes Outubro 2007 QUALIDADE E MUSEUS UMA PARCERIA ESSENCIAL

GESTÃO MUSEOLÓGICA E SISTEMAS DE QUALIDADE Ana Mercedes Stoffel Fernandes Outubro 2007 QUALIDADE E MUSEUS UMA PARCERIA ESSENCIAL CADERNOS DE MUSEOLOGIA Nº 28 2007 135 GESTÃO MUSEOLÓGICA E SISTEMAS DE QUALIDADE Ana Mercedes Stoffel Fernandes Outubro 2007 QUALIDADE E MUSEUS UMA PARCERIA ESSENCIAL INTRODUÇÃO Os Sistemas da Qualidade

Leia mais

SIALM Sistema de Incentivos de Apoio Local a Micro empresas. CCDRC, 14 fevereiro 2013

SIALM Sistema de Incentivos de Apoio Local a Micro empresas. CCDRC, 14 fevereiro 2013 SIALM Sistema de Incentivos de Apoio Local a Micro empresas CCDRC, 14 fevereiro 2013 PROGRAMA VALORIZAR RCM n.º 7/2013, de 9/01 Valorização do território do interior e de baixa densidade demográfica e

Leia mais

INFORMATIZAÇÃO CLÍNICA DOS SERVIÇOS DE URGÊNCIA LINHAS BÁSICAS DE ORIENTAÇÃO

INFORMATIZAÇÃO CLÍNICA DOS SERVIÇOS DE URGÊNCIA LINHAS BÁSICAS DE ORIENTAÇÃO INFORMATIZAÇÃO CLÍNICA DOS SERVIÇOS DE URGÊNCIA LINHAS BÁSICAS DE ORIENTAÇÃO FUNCIONALIDADES TÉCNICAS INFORMATIZAÇÃO CLÍNICA DOS SERVIÇOS DE URGÊNCIA OBJECTIVO Dispor de um sistema de informação, que articule

Leia mais

AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO

AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO Eixo Prioritário IV Protecção e Valorização Ambiental ACÇÕES DE VALORIZAÇÃO E QUALIFICAÇÃO AMBIENTAL GESTÃO DE RECURSOS HÍDRICOS ÁGUAS INTERIORES Aviso nº : CENTRO-VQA-2009-14-PIN-07

Leia mais

Identificação da empresa

Identificação da empresa Identificação da empresa Missão e Objectivos O Centro Hospitalar Lisboa Norte, E.P.E., estabelecimento de referência do Serviço Nacional de Saúde (SNS), desempenha funções diferenciadas na prestação de

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO CENTRO COMUNITÁRIO

REGULAMENTO INTERNO CENTRO COMUNITÁRIO REGULAMENTO INTERNO CENTRO COMUNITÁRIO INTRODUÇÃO A cultura Comunitária é a expressão concreta de tentar proporcionar aqueles que mais precisam a ajuda necessária para começar de novo a viver. O Centro

Leia mais