Ádrian da Silva Barbosa Raimunda Mônica Oliveira Correia Rosiney Costa Bezerra Silvia Leticia Tavares Suelen Castillo Coelho EMPREENDEDORISMO

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1 Ádrian da Silva Barbosa Raimunda Mônica Oliveira Correia Rosiney Costa Bezerra Silvia Leticia Tavares Suelen Castillo Coelho EMPREENDEDORISMO MACAPÁ-AP, 04/09/13

2 Ádrian da Silva Barbosa Raimunda Mônica Oliveira Correia Rosiney Costa Bezerra Silvia Leticia Tavares Suelen Castillo Coelho E-COMMERCE Trabalho apresentado à disciplina Empreendedorismo, do curso de Ciências Contábeis do Centro de Ensino Superior do Amapá sob orientação da professora Patrícia Barreto. MACAPÁ-AP, 04/09/13

3 SUMÁRIO Introdução Definição de E-COMMERCE Classificação do E-COMMERCE Características do E-COMMERCE Contribuições do E-COMMERCE E-COMMERCE x E-BUSINESS Loja Virtual Como abrir um E-COMMERCE Investimento e Infra-estrutura Mão-de-obra humana Dicas para iniciar um E-COMMERCE Exemplo ECOMMERCE no Estado Amapá Decreto nº de 15 de Março de Considerações finais Referências Bibliográficas Referências Eletrônicas... 14

4 Introdução O comércio eletrônico (e-commerce) tem gerado um grande impacto no mundo dos negócios, bem como suas implicações legais e expectativas futuras. A internet é responsável pelo crescimento do comércio eletrônico, pois as empresas vendem seus produtos ou serviços para usuários da Web, disponibilizando compra on-line ou off-line automaticamente, pois reduz consideravelmente os custos da negociação, consulta e acessa as informações de seus clientes. É por isso que comprar pela Internet se tornou mais atrativo, pois facilita a vida dos clientes. Estes consumidores representam um mercado promissor que movimenta a economia mundialmente. A chave desse sucesso é que a tecnologia é o fator principal que facilita as vendas. Uma empresa que trabalha com comércio eletrônico, passa uma boa imagem aos clientes, divulgam seus produtos e à qualidade de atendimento de sua empresa. O presente trabalho visa apresentar a estrutura do e-commerce, o seu sucesso mundial. Serão descritas suas características, impactos e tendências, bem como sua influência na sociedade.

5 1 Definição de E-COMMERCE O e-commerce teve um crescimento rápido na era moderna, pois é o processo de compra e venda de produtos eletronicamente. Pela automatização das transações de compra e venda, as empresas podem reduzir seus procedimentos manuais baseados em papel e acelerar seus pedidos, a forma de entrega e o pagamento de produtos ou serviços. Na compra e venda de produtos pela internet há vários tipos de negócios e novos canais para marketing. O maior responsável pelo e-commerce veio da através da Web, pois ela fornece um esplêndido veículo para a exibição de folhetos eletrônicos coloridos e para criação de vitrine eletrônica interativa e formatos de propaganda cada dia mais modernos como, por exemplo, um dos mais conhecidos e visto são os Pop-up, uma janela pequena dentro da tela do navegador, é um formato de impacto, que aparece toda vez que se abre uma página na Internet. O objetivo do e-commerce, é que as empresas envolvidas sejam como vendedoras ou compradoras e disponham de tecnologia baseada na Internet e de aplicações e serviços de e- commerce para realizar o marketing, a exposição, o processamento das transações e os processos de atendimento ao cliente e manutenção do produto. O e-commerce pode utilizar marketing interativo, pedidos, pagamentos e processos de apoio ao cliente em catálogos e em sites de leilões na rede mundial de computadores, acesso de clientes e de fornecedores por meio de extranet a bancos de dados de estoques, acesso de vendedores e dos representantes do atendimento ao cliente por meio da Intranet a sistemas de Gerenciamento do Relacionamento com o Cliente (CRM), Planejamento de Recursos Empresariais (ERP) e colaboração de clientes no desenvolvimento do produto por meio de trocas de e de grupos de notícias da Internet. 2 Classificações do E-COMMERCE Destacamos três categorias básicas da classificação do e-commerce: E-commerce de empresa a empresa: são transações eletrônicas entre empresas, envolvendo negócios substituindo os processos físicos que envolvem transações comerciais por processos eletrônicos. E-commerce de empresa a consumidor: são relações comerciais eletrônicas entre empresas e os consumidores finais, permitindo às empresas ofertarem produtos e serviços diretamente aos consumidores por meios eletrônicos. Desta forma, qualquer bem de consumo ou serviço pode ser vendido pela internet, que age como um elemento que facilita as atividades de pré ou pós-venda, agregando valor ao processo de venda.

6 E-commerce de consumidor a consumidor: os consumidores executam negociações entre si, como por exemplo, leilões, onde os consumidores disputam um produto e sites de classificados, como exemplo Mercado livre. As empresas terão que se adaptar as novas tecnologias para que consigam conquistar novos clientes e manter os existentes, já que o sucesso em longo prazo só poderá ser alcançado mediante satisfação dos mesmos. O e-commerce representa novas oportunidades e novos desafios tanto para os comerciantes tradicionais quanto para empreendedores da nova economia. 3 Características do E-COMMERCE A cada ano que passa, cresce de forma considerável as vendas realizadas através do comércio eletrônico, vamos citar algumas características: Relacionamento: O relacionamento clientes e fornecedores têm sido alterados com a adesão intensa do e-commerce. Os principais motivos são: eliminação de intermediários, diminuição da interação face a face, ampliação eletrônica disponível e facilmente acessível e informações do cliente. Adequação: Os produtos e serviços que disponibilizam, nem sempre são satisfatórios às novas formas de divulgação. O e-commerce oferece novas maneiras de se realizar os processos de negócio. Estratégia: Oferecer novas oportunidades para as organizações, exigindo que elas inovem significativamente suas estratégias, pois elas podem ser superadas pelo seus concorrentes. Comprometimento organizacional: É o fator fundamental para a utilização com sucesso do e-commerce. Este compromisso inclui significativos investimentos para a criação e manutenção dos sistemas, administração de mudanças organizacionais profundas e gerenciamento de riscos. Privacidade e Segurança: A principal preocupação dos clientes é a privacidade e segurança de seus dados, com isso as empresas precisam investir em sistemas que garantam o sigilo das informações. Sistemas eletrônicos de pagamento: São as transações eletrônicas de negócio que, somente podem ter sucesso se as trocas financeiras acontecerem em um ambiente simples, universalmente aceito, seguro e barato.

7 Aspectos de implementação: A tecnologia sozinha não resolve aspectos e nem cria vantagens. A tecnologia precisa ser integrada na organização, com os aspectos de gerenciamento e mudanças relacionados com a resistência das pessoas a novos conceitos e idéias. 4 Contribuições do E-COMMERCE As contribuições do comércio eletrônico são inúmeras, mas vamos destacar as essenciais: Relacionamento: A tecnologia pode alavancar as relações inter-organizacionais, permitindo que às empresas melhorarem a coleta de informações sobre o seu ambiente; estabeleça parcerias com seus clientes e fornecedores; compartilhem plataformas e mercados eletrônicos com seus concorrentes. Permitir melhoria na comunicação com clientes; mais eficiência nas relações de vendas e inovações nos seus mercados. Inovação e customização de produtos: A flexibilidade e o poder de resposta são as novas regras permitidas pelo E-commerce. A estratégia de produzir e vender foram substituídas pela estratégia de sentir as mudanças das necessidades e particularidades dos clientes e responder rapidamente. A natureza baseada em informação permite que os novos produtos a serem criados ou existentes sejam customizados de maneiras inovadoras. Uma das oportunidades para a customização em massa é ter o cliente tomando parte do projeto do produto ou serviço. Além disso, os sistemas de e- commerce permitem reduzir o ciclo de vida da produção e entrega de produtos e serviços. Novos canais de venda/distribuição: Devido ao seu alcance direto e a comunicação de informações, os sistemas de e-commerce representam um novo canal de vendas e distribuição para os produtos. Promoção de produtos: Através de um contato direto com os clientes, o e-commerce pode melhorar a promoção dos produtos e serviços, permitindo aos clientes inclusive navegar neles. Novas oportunidades de negócio: Os sistemas de e-commerce permitem o surgimento de novos modelos de negócios, baseados na ampla disponibilidade de informações e em sua distribuição direta aos clientes e fornecedores.

8 Estratégia Competitiva: O e-commerce pode proporcionar vantagens de custos; permitir a diferenciação de seus produtos e serviços; possibilitar melhor relacionamento com os clientes; facilitar a entrada em alguns mercados; possibilitar o estabelecimento de barreiras de entrada; auxiliar a introdução de produtos substitutos; facilitar a eliminação de intermediários; facilitar o surgimento de novos intermediários, que adicionem valor por meio de informação. Economia direta: O e-commerce pode reduzir significativamente os custos de comercialização, distribuição e serviços a clientes com a utilização de uma infraestrutura digital pública e compartilhada, como a Internet. 5 E-COMMERCE x E-BUSINESS Existe outro termo em uso, e-business, que às vezes é confundido com e-commerce. O e-business (eletronic business) é um conceito mais amplo que inclui o conceito de comércio eletrônico. O e-commerce significa comércio eletrônico, ou seja, é o conjunto de atividades comerciais que acontecem on line ou off-line, pois sua realização é feita através da internet, incluindo a venda de produtos ou serviços físicos. A diferença entre E-commerce e E- business, expressões que muitas pessoas confundem, mas existe. E-business não envolve transação comercial, é um negócio eletrônico, uma negociação feita pela Internet, mas que não envolve necessariamente uma transação comercial. É um erro de quem está no mercado utilizar estas duas expressões para dizer sobre a mesma coisa. Um gerente de E-commerce de uma empresa, por exemplo, é aquele profissional responsável pelas relações comerciais da empresa na Internet. O gerente de E-business, por sua vez, é responsável pelas negociações da empresa na Internet. Um tem em seu trabalho a atividade de vendas e o outro não. Esta é a principal diferença. Para trabalhar numa destas duas ocupações, principalmente em e-commerce é essencial ter uma facilidade de comunicação para manter uma relação direta com o cliente, conhecer Internet e entender de Marketing. A intenção deve ser sempre atender a satisfação do consumidor, assim como em todas as outras maneiras que existem de firmar uma relação de custo-benefício. 6 Loja Virtual As lojas virtuais surgiram em meados dos anos 90 é a face visível de uma verdadeira revolução no comércio. Nas lojas virtuais não é necessário a presença física, nem o comprador e nem o vendedor; nas lojas virtuais não necessitam do manuseio de papel moeda

9 e, tampouco, necessitam da mercadoria no momento da transação. A relação ocorre entre um comprador e um sistema hospedado em um computador localizado em qualquer lugar do mundo. Este modelo concentra as vendas em determinadas regiões e nichos econômicos, fazendo com que a estratégia seja feita sobre um complexo estudo que envolve produto, consumidor, aceitação e área geográfica. Estudos estes que na maioria dos casos costumam ser complexos, financeiramente custosos e demasiadamente demorados para a necessidade do mercado. Por conta disto, em geral, apenas as grandes empresas conseguem subsidiá-los. Com a internet surgiu um novo modelo de operação do comércio que proporciona à empresa vantagens bastante atraentes tais como: operação de vendas 24 horas por dia, durante todos os dias do ano; ampliação de abrangência geográfica a baixo ou quase nenhum custo; redução da necessidade de grandes estoques; dentre muitos outros aspectos que permitiram às pequenas empresas apostarem no modelo de lojas virtuais. As lojas virtuais são sites na internet, cujas páginas exibem um catálogo de produtos ou serviços que podem ser selecionados pelo visitante e numa operação bastante simples escolher uma forma de pagamento, um meio de entrega e efetivar a compra. Este modelo levou ao surgimento de novas empresas, com operações totalmente focadas em lojas virtuais, hoje líderes no mercado nacional e mundial de comércio eletrônico, tais como a Amazon e o Submarino, por exemplo. Esta liderança e fatia de mercado conquistado por estas empresas despertaram os interesses das empresas líderes do mercado tradicional, fazendo com que estas também começassem a operar uma loja virtual, complementando o comércio realizado pelas lojas físicas. Este novo modelo então, fez surgir e renovar várias áreas de conhecimento sobre comércio e negócios, trazendo para internet conceitos e preocupações tais como: relacionamento com o cliente, marketing e propaganda, formas de pagamento, segurança de informações, logística, entre outros. No Amapá em 2009 surgiu a primeira loja virtual do Estado, a Amapalidade.com, acompanhando o surgimento de novos modelos de negócios no mercado digital e sintonizada com as novas tecnologias. Em 2010 várias empresas já se posicionam com suas paginas no ambiente virtual. 7 Como abrir um E-COMMERCE 7.1 Investimentos e Infra-estrutura Ter capital inicial de investimentos para montar um e-commerce.

10 Estabelecer um espaço físico real de funcionamento (escritório e estoque) pode ser próprio ou alugado, mas precisa existir para obter o alvará de funcionamento (Prefeitura e Bombeiros). É necessário registrar o empreendimento na Junta Comercial, na Receita Federal para obtenção do CNPJ e na Receita Estadual já que terá que emitir Nota Fiscal para o consumidor. No seu lugar de funcionamento, seja espaço virtual, há duas maneiras de se montar um e-commerce: construindo uma loja, tendo que desembolsar cerca de 20 mil, ou alugar uma loja na internet a preços que podem ser a partir de 50 reais por mês. O comércio virtual movimenta diversos tipos de produtos, desde roupas até carros modernos, fazer com que ganhe visibilidade no mercado exige que o site apresente recursos de segurança e viabilidade nos serviços como selos de segurança e blindagem da loja. 7.2 Mão-de-obra humana O diferencial das lojas virtuais é sua automação que permite funcionar 24 horas por dia e sete dias na semana. É necessário contratar pessoas para ajudar na operacionalização do empreendimento, trabalhando no horário de expediente, para suprir a demanda das vendas e fazer chegar o produto ao consumidor final. 7.3 Dicas para iniciar um E-COMMERCE Defina o produto ou serviço que será vendido online; Defina um plano de negócio; Adquira um domínio (um nome) para sua loja; Defina o estoque e a logística de entrega; Escolha um software de e-commerce para utilizar; Defina as formas de pagamento que ira utilizar; Faça fotos ou vídeos do produto; Faça uma boa descrição dos produtos e serviços. O planejamento é fundamental, pois mais de 60% das lojas virtuais fecham menos em de um ano. Execute um planejamento detalhado de seu empreendimento e faça pesquisa de mercado para conhecer a demanda e o público-alvo que deseja trabalhar.

11 8 Exemplo de E-COMMERCE no Estado do Amapá 8.1 Amapalidade.com A empresa Amapalidade.com, iniciou suas atividades oficialmente no mercado digital em janeiro de Acompanhando o mesmo formato da Amazon.com nos E.U.A. e do Submarino no Brasil, a loja comercializa exclusivamente pela internet, fazendo com que se faturamento seja 100% proveniente do e-commerce, usando o mínimo de pessoal e estrutura. A loja é especializada em produtos da Amazônia, como artesanatos, artefatos, obras de arte e fototerápicos. Pioneira no uso de tecnologia e-commerce no estado do Amapá assim como a primeira a comercializar produtos e serviços no formato B2B (empresa para empresa) e B2C (empresa para consumidor) via internet de forma regular para todo Brasil. A estratégia da loja Amapalidade.com constitui-se no posicionamento de sua marca de forma estratégica no mercado digital, através da utilização de mídias gratuitas e de baixo custo como: Orkut, Myspace, Twitter, MSN, Facebook entre outros. Todos os esforços são no sentido de intensificar o marketing de relacionamento com seus clientes dessa forma ganhar a preferência. Em 2012 a empresa Amapalidade, encerrou suas atividades como comércio eletrônico, devido ao custo beneficio dos produtos, que no final se tornava dispendioso. 9 Decreto nº de 15 de Março de 2013 Regulamenta a Lei nº 8.078, de 11 de Setembro de 1990, para dispor sobre a contratação no comércio eletrônico. O Brasil regulamentou o comércio eletrônico, por meio de um Decreto que eliminou as duvidas sobre como agir nessas relações de consumo. A Lei completa o Código de Defesa do Consumidor, que já trazia essa proteção, mas não de maneira específica. O não cumprimento desse decreto pode gerar as mesmas sanções e penalidades que são aplicadas pelo não cumprimento desse decreto pode gerar as mesmas sanções e penalidades que são aplicadas pelo não cumprimento do CDC. As principais inovações são: Os meios eletrônicos de comércio, dentre eles os sítios eletrônicos, devem conter em local de destaque ou de fácil visualização, as seguintes informações: Nome empresarial e número de inscrição do fornecedor, quando houver, no Cadastro Nacional de Pessoas Físicas ou no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas do Ministério da Fazenda;

12 Endereço físico e eletrônico, e demais informações necessárias para sua localização e contato; Características essenciais do produto ou do serviço, incluídos os riscos à saúde e à segurança dos consumidores; Discriminação, no preço, de quaisquer despesas adicionais ou acessórias, tais como as de entrega ou seguros; Preço e a forma como é apresentado devem ser adequadamente descritos, sempre explicando com clareza se há despesas adicionais, frete, ou seguro. Caso dependa de cálculo de frete ou cálculo de seguro, isso deve ocorrer antes do pagamento para que o consumidor opte se quer ou não concluir o negócio, em razão do valor total que terá que pagar; Condições integrais da oferta, incluídas modalidades de pagamento, disponibilidade, forma e prazo da execução do serviço ou da entrega ou disponibilização do produto; Informações claras e ostensivas a respeito de quaisquer restrições à fruição da oferta; e O importante em todas as situações é permitir que o consumidor conheça as condições do negócio e do produto ou serviço, partindo-se, da ideia de boa-fé e transparência. Na dúvida entre o que colocar, é preferível inserir todas as informações essenciais sobre o negócio e sobre o produto, de forma clara e inteligível, evitando dúvidas ou contradições a partir das informações e permitindo que o consumidor tenha segurança em decidir. É importante também lembrar que é documento e tem validade legal.

13 Considerações finais Através do trabalho exposto concluímos que atuar no mercado eletrônico (ecommerce), é um caminho promissor de via única. É uma prova de que o mercado esta mudando as formas de negócios, o relacionamento entre as empresas e clientes. O e-commerce oferece novas oportunidades, que bem aproveitadas podem construir estratégias para as empresas. Mas com isso vêm com as preocupações, as formas de trabalhar no mercado, pois exige que as empresas invistam em tecnologia, marketing, segurança, por isso o planejamento torna-se necessário para as empresas.

14 Referências Bibliográficas 1 HISRICH, Robert D.; MICHAEL, P. Peters; SHEPHERD, Dean A. Empreendedorismo. 7ª ed. São Paulo: Bookman, FELIPINI, Dailton, Empreendedorismo na Internet. Rio de Janeiro: Brasport, SILVA, Maikon, Varejo Virtual, uma investigação da sua aplicabilidade para as MPE amapaenses. Macapá, Referências Eletrônicas 1 - Acessado em 26/08/ Santana_AP.html. Acessado em 26/08/ Acessado em 27/08/2013.

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