Cap. 2 - A Ecologia do Mar

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Cap. 2 - A Ecologia do Mar"

Transcrição

1

2 Cap. 2 - A Ecologia do Mar Oceano e Alterações Climáticas Bacias Hidrográficas e Costeiras Recursos Minerais Marinhos e Biosfera Profunda Poluição no Meio Marinho Recursos Pesqueiros Áreas Marinhas Protegidas

3 Cap. 2 -A Ecologia do Mar Filipe Duarte Santos [FCUL] Maria José Costa [FCUL] João Carlos Marques [UC] Fernando Barriga [FCUL] Maria João Bebianno [UAlg] Maria Teresa Dinis [UAlg] Carlos Sousa Reis [FCUL] Emanuel Gonçalves [ISPA-IU]

4 A Importância dos Oceanos Primordial! - a vida teve origem nos oceanos onde esteve restringida pelo menos durante 1 a 3 milhões de anos. - os oceanos contém 32 fila (contra apenas 11 nos ambientes terrestres) Enorme! - 70% da superfície da Terra - 90% do volume da Terra ocupado por vida vezes mais espaço de vida que qualquer outro ambiente da Terra. Largamente desconhecido! - Apenas cerca de % dos fundos marinhos foram sujeitos a investigações biológicas. Incrivelmente diverso! - supõe-se que os oceanos contém 10 milhões de espécies do macrobentos, 100 milhões de espécies de microbentos (comparados com os 1.7 milhões de espécies até à data descritas para todos os ambientes terrestres)

5 AMEAÇAS A vida nos oceanos está ameaçada por um conjunto de fatores que em muitos casos atuam de forma associada, mas que também podem causar prejuízos de forma isolada As ameaças mais relevantes: a sobre-exploração de recursos vivos as alterações físicas ao ambiente resultantes de ações humanas que conduzem a alterações de estrutura física dos habitats das espécies a poluição que tem como resultado a contaminação do ambiente por produtos químicos tóxicos, ou por resíduos sólidos a introdução de espécies alienígenas que resulta da transferência de espécies de uma região geográfica para outra; as mudanças globais resultantes de alterações do ambiente relacionadas com alterações do clima

6 BENS E SERVIÇOS LIGADOS AO MAR OSPAR Status Quality Report 2010 Nos países da Região OSPAR, Portugal é o terceiro país em termos de proporção de pessoas empregues em setores ligados ao mar, e onde sobressai o turismo costeiro.

7 Mudanças Climáticas

8 O Oceano, um dos principais reguladores do clima do Planeta, está a ser seriamente afetado pelas mudanças climáticas Principais consequências Globais e Regionais: fusão dos gelos Árticos subida no nível do mar acidificação do oceano [de 1751 para a atualidade o ph diminuiu de 8,179 para 8,09. No final do século deve estar em 7,9

9 Média C Simulação Diferença +1,5 a +3 C

10 mpactos na composição dos recursos pesqueiros Recursos pesqueiros tradicionais poderão desaparecer de parte ou da totalidade da costa continental portuguesa - designadamente os que não ocorrem na costa atlântica do norte de África. Outros recursos hoje pouco abundantes ou inexistentes nas águas portuguesas - mas presentes no noroeste de África - poderão tornar-se comuns e implicar a reorganização das tecnologias e setor pesqueiro.

11 Portugal Subida do Nível do Mar Na zona costeira de Portugal Continental o nível médio do mar subiu cerca de 15 cm durante o século XX - taxa média anual de 1,5 mm. Atualmente a taxa de elevação acelerou para valores próximos do valor global de 3,5 mm/ano. [Dias e Taborda, 1992]

12 Impactos + relevantes da subida do nível do mar na zona costeira a) intensificação da erosão costeira; b) aumento das cotas de inundação e, consequentemente, das áreas inundadas edificadas ou naturais, acompanhado da alteração e migração dos ecossistemas ribeirinhos; c) aumento da influência marinha nos estuários e lagunas, em particular a salinização das águas d) aumento da intrusão salina nos aquíferos costeiros

13 Relevância da Zona Costeira estende-se por aproximadamente 950 km, alberga cerca de ¾ da população contribui com cerca de 85% do PIB. densidade populacional média é de 215 habitantes por quilómetro quadrado enquanto a média nacional é apenas de /3 da zona costeira continental encontra-se ocupada por edificações urbanas e estruturas industriais e portuárias. tendência migratória do interior para o litoral com o consequente incremento da atividade económica, especialmente no setor do turismo, e aumento da pressão sobre o ambiente e os ecossistemas costeiros.

14 Implicações e Ação a linha de costa irá retroceder - será necessário planear e pôr em prática estratégias de adaptação que implicam escolher e decidir onde se vão reforçar as medidas de proteção/ mitigação. serão afetados os recursos haliêuticos e os ecossistemas associados. A área da distribuição geográfica de várias espécies com interesse comercial será modificada será necessário investigar detalhadamente estes impactos que poderão ser, positivos ou negativos, para que terão implicações nas comunidades piscatórias e aquacultura em Portugal

15 Poluição no Meio Marinho

16 Poluição do Meio Marinho substâncias encontram-se no mercado Europeu. > têm uma produção anual >1 ton Algumas são persistentes, tóxicas contaminando o meio marinho acumulando-se nos organismos vivos e provocando efeitos nocivos para a biodiversidade e saúde humana. 80% de poluição marinha situa-se na zona costeira.

17 Poluição do Meio Marinho É urgente fazer uma avaliação holística do impacto dos contaminantes emergentes lower lipid agent anti-inflamatórios 3% 3% antiepiléticos Retardadores de chama (PDBRs) 3% Plásticos Desreguladores endócrinos antiasmáticos Fármacos 38% Compostos de higiene pessoal (PPCPs) e continuar a avaliar de uma forma sistemática e regular o impacto dos contaminantes tradicionais (metais, hidrocarbonetos e pesticidas) tendo em vista avaliar a saúde do oceano e na zona costeira. ansiolíticos 1% antidepressivos 1% analgésicos 51% Classes de Fármacos no Rio Guadiana

18 Poluição do Meio Marinho A OSPAR deverá elaborar um novo relatório de qualidade do ambiente marinho em 2010 esperando que Portugal seja capaz, desta vez, de fazer um esforço de cooperação, concentração e integração de toda a informação existente nas instituições governamentais e nas Universidades com capacidade científica e técnica adequada de modo a dar uma imagem mais positiva nesta área - infelizmente mais uma vez se perdeu uma oportunidade de divulgar a situação portuguesa nesta área.

19 Portugal?

20 Poluição do Meio Marinho Portugal precisa de uma estratégia integrada para a avaliação da contaminação marinha na zona costeira. Os meios existentes nos laboratórios de estado e nos centros de investigação das Universidade com know-how nesta área permitirão fazer esse diagnóstico e propor medidas para prevenir e combater este tipo de poluição. Uma aposta coerente e sustentada na investigação científica e no desenvolvimento de novas tecnologias aplicada ao controlo e combate da poluição do oceano e da zona costeira permitirá criar uma base de informação sólida para apoio às decisões.

21 Aquacultura e Ambiente

22 Situação de Referência Sector aquacultura mundial cresce 8.8 %/ano desde 1970 Consumo português de peixe é de 56.9 kg/pessoa/ano. A média na UE é de 21.4 kg/pessoa/ano. A partir de meados dos anos 90, a aquacultura em Portugal desenvolveu-se sem apresentar um crescimento significativo: Dificuldades burocráticas Aquaculturas localizadas em zonas de sapal (Natura 2000) Investimento reduzido Microempresas ou actividade secundária Planos de ordenamento costeiro insuficientes Decréscimo dos preços de mercado

23

24 Aquacultura costeira extensiva e semi-intensiva Principais problemas Baixo preço dos produtos da aquacultura intensiva Aumento da competitividade em áreas costeiras

25 Aquacultura costeira extensiva e semi-intensiva Principais vantagens Oportunidades de emprego e desenvolvimento em áreas rurais e costeiras Protecção ambiental e recuperação de áreas com interesse ecológico

26 SUSTENTABILIDADE dos sistemas de Aquacultura extensiva e semi-intensiva em Portugal Sistemas extensivos têm valor patrimonial e social Melhorando a qualidade e imagem pública dos produtos da produção semi-intensiva

27 A aquacultura portuguesa dificilmente pode competir com outros produtores do espaço europeu O seu desenvolvimento e sustentabilidade deverá passar pela valorização dos seus produtos, através de uma diferenciação do que é produzido Acesso a mercados mais exigentes, mas através de uma gestão eficiente e adequada dos recursos aquáticos.

28 Recursos Pesqueiros

29 As pescas em Portugal têm uma forte tradição cultural Portugal tem um dos mais altos niveís de consumo de pescado (> 60 kg /per capita/ ano)

30 Pescarias Multi-específicas - Continente INTERDEPENDÊNCIA DAS ARTES DE PESCA COM OS RECURSOS RECURSOS ARTES CORRICO SALTO E VARA SUPERFÍCIE LINHAS DE MÃO ARRASTO PALANGRE PELÁGICO SUPERFÍCIE CERCO REDES EMALHAR DE DERIVA ARMAÇÃO PELÁGICOS DEMERSAIS DEMERSAIS E BENTÓNICOS REDES EMALHAR TRESMALHOS PALANGRE ARMAÇÃO REDES EMALHAR TRESMALHOS PALANGRE ESPINHEL COVOS ALCATRUZES ARRASTO SEMI- PELÁGICO CERCO/RAPA XÁVEGA ARRASTO FUNDO E DE VARA XÁVEGA GANCHORRA ARRASTO DE VARA ARRASTO FUNDO BENTÓNICOS

31 Pescarias Multi-específicas - Açores

32 Potencial de áreas pesqueiras na Z.E.E. ZEE Km2 Fundos até os 600 metros Km2 0,008 % ZEE Fundos até aos 1500 metros Km2 7,6 % ZEE 600 meters 1500 meters % 80% % % 20% %

33 Promoção de Pescarias e Aquacultura Ecológicas Ainda pensa que não importa qual o peixe que escolhe para comer? Les Gallagher/ImagDOP

34 Recursos Minerais (e Biotecnológicos)

35

36 Sulfuretos Polimetálicos Os sulfulretos polimetálicos ocorrem ao longo das dorsais médias oceânicas. Formam chaminés de depósitos minerais trazidos ao nível do solo submarino pela água aquecida que penetrou no subsplp onde se misturou com minerais. Estas crostras albergam alguns metais nobres. Estes sítios, quando activos, albergam comunidades faunísticas quimissintéticas únicas com grande interesse biológico e interesse biotecnológico.

37 Bio-prospeção Antibacterial activity in Bathymodiolus azoricus gill and haemocyte homogenates. Gill (G) and haemocyte (H) homogenates. The results demonstrate the inherent property of gill tissues and to some extent haemocytes homogenates to exhibit antibacterial activity against gram-negative and positive bacteria

38

39 Portugal Submerso Prof. méd m Prof. máx m 1 % Prof. < - 400m km 2 99 % Prof. > - 400m km 2 baseado na grid batimétrica ETOPO 1

40 As condições naturais existem e.g. Vulcões de lama e escorrências frias Campos hidrotermais com fauna quimiossintética Montanhas submarinas, com recifes e jardins de corais e agregações de esponjas, e potenciais metais de alta tecnologia.

41 Áreas concessionadas para prospeção e pesquisa de hidrocarbonetos desde 2007

42 A província de Vulcões de Lama do Golfo de Cadiz 43 vulcões de lama Hidratos gasosos recuperados de 4 vulcões de lama MvSeis Fluidos ricos em hidrocarbonetos M.-A. Gutscher Cortesia Luís Meneses Pinheiro Univ. Aveiro INGMAR ( ); ESF Euromargins MVSEIS ( ), FCT.

43 434 Montes Submarinos

44

45

46 Evolução da posição relativa de Portugal a nível mundial em termos de publicações científicas relacionadas com o Mar Profundo 0 Quinquénios RANK º 21º 14º º

47 Áreas Marinhas Protegidas

48 Áreas Marinhas Protegidas em Portugal Continental Realidade Actual AMPs existentes são extensões de Áreas Protegidas terrestres que confinam com o meio marinho (vantagens: possibilidade de implementar uma gestão integrada para a zona costeira; desvantagens: falta de coerência funcional entre as áreas existentes) Para muitas dessas AMPs, não existe regulamentação de protecção própria ou a que existe é muitas vezes incipiente, os objectivos de conservação não são claros e falta informação de base e estruturas de gestão adequadas.

49 Áreas Marinhas Protegidas em Portugal Continental Passos para o Futuro trabalhar com os utilizadores a fim de enquadrar de forma adequada as diferentes actividades e ter em conta a complexidade dos ecossistemas marinhos e as suas inter-relações Estabelecer em Portugal uma Rede Nacional de Áreas Marinhas Protegidas eficiente, sustentável e promotora do bem-estar das populações costeiras e da saúde dos ecossistemas marinhos.

50 Estratégia para a Conservação dos Habitats Costeiros e Marinhos Habitats Marinhos e Costeiros: NATURA 2000 Directiva Habitats Directiva Aves Habitats do Largo e do Mar Profundo: OSPARCOM Montes Submarinos Campos de Fontes Hidrotermais (em breve também NATURA 2000)

51 Planeamento espacial e conservação dos ecossistemas marinhos

52

53

54 CONVENÇÃO DA DIVERSIDADE BIOLÓGICA 2007 & 2009

CLASSIFICAÇÃO DOS AMBIENTES MARINHOS

CLASSIFICAÇÃO DOS AMBIENTES MARINHOS CLASSIFICAÇÃO DOS AMBIENTES MARINHOS Introdução Os oceanos ocupam cerca de 71% da superfície da Terra As partes mais profundas atingem quase 11000 metros Profundidade média dos oceanos é 3800 m. Volume

Leia mais

OCEANOS, CICLO DE CONFERÊNCIAS RIO + 20 FUNDAÇÃO DE SERRALVES, 12 DE JULHO 2012

OCEANOS, CICLO DE CONFERÊNCIAS RIO + 20 FUNDAÇÃO DE SERRALVES, 12 DE JULHO 2012 OCEANOS, CICLO DE CONFERÊNCIAS RIO + 20 FUNDAÇÃO DE SERRALVES, 12 DE JULHO 2012 RUI AZEVEDO II ENCONTRO DOS PARCEIROS DO CLUSTER DO CONHECIMENTO E DA ECONOMIA DO MAR AVEIRO 28 JANEIRO 2011 PONTOS A ABORDAR

Leia mais

O Ser Humano como potencial destruidor do ecossistema marinho. Carlos Bastos

O Ser Humano como potencial destruidor do ecossistema marinho. Carlos Bastos O Ser Humano como potencial destruidor do ecossistema marinho Carlos Bastos Índice 1 - Introdução 2- As actividades marítimas como prática destrutiva do ecossistema marinho 2.1 - Como se caracteriza a

Leia mais

II ENCONTRO DOS PARCEIROS DO CLUSTER DO CONHECIMENTO E DA ECONOMIA DO MAR AVEIRO 28 JANEIRO 2011

II ENCONTRO DOS PARCEIROS DO CLUSTER DO CONHECIMENTO E DA ECONOMIA DO MAR AVEIRO 28 JANEIRO 2011 O NOVO CICLO DE FUNDOS COMUNITÁRIOS AO SERVIÇO DO DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL, Porto 07.06.13 O CONTRIBUTO DO MAR PARA O CRESCIMENTO SUSTENTÁVEL DAS REGIÕES PORTUGUESAS Rui Azevedo II ENCONTRO DOS PARCEIROS

Leia mais

Avaliação Ambiental Estratégica nas zonas costeiras e a subida do nível médio do mar

Avaliação Ambiental Estratégica nas zonas costeiras e a subida do nível médio do mar Avaliação Ambiental Estratégica nas zonas costeiras e a subida do nível médio do mar Pedro Bettencourt Coutinho, Sónia Alcobia, Carlos César Jesus, Pedro Fernandes, Cláudia Fulgêncio nemus@nemus.pt ÍNDICE

Leia mais

A Política Regional Portuguesa e as Economias de Aglomeração

A Política Regional Portuguesa e as Economias de Aglomeração A Política Regional Portuguesa e as Economias de Aglomeração por José Pedro Pontes (Instituto Superior de Economia e Gestão/Universidade Técnica de Lisboa) 1 Conceitos e medidas da aglomeração "Economia

Leia mais

Aquicultura. Breves Notas e uma Sugestão

Aquicultura. Breves Notas e uma Sugestão Aquicultura Breves Notas e uma Sugestão Âmbito da Apresentação Aquicultura em Portugal Moluscicultura (Cultivo Ameijoas e Ostras) Piscicultura Marinha (Cultivo Peixes - Robalo, Dourada, Rodovalho) Piscicultura

Leia mais

ANÁLISE EXTERNA ANÁLISE INTERNA

ANÁLISE EXTERNA ANÁLISE INTERNA 3. DIAGNÓSTICO ESTRATÉGICO Neste último sub-capítulo do diagnóstico procurar-se-ão cruzar as diversas componentes analisadas nos pontos anteriores, numa dupla perspectiva: Análise externa - a avaliação

Leia mais

Desenvolvimento Sustentável O que significa e implicações para os profissionais de engenharia

Desenvolvimento Sustentável O que significa e implicações para os profissionais de engenharia Desenvolvimento Sustentável O que significa e implicações para os profissionais de engenharia Professor João Miranda Reis Departamento de Engenharia Química Instituto Superior Técnico Lisboa, 1 Índice

Leia mais

XXIIs Encontros Filosóficos: Pensar (n)as ilhas. As ilhas dos Açores no contexto da Europa

XXIIs Encontros Filosóficos: Pensar (n)as ilhas. As ilhas dos Açores no contexto da Europa XXIIs Encontros Filosóficos: Pensar (n)as ilhas As ilhas dos Açores no contexto da Europa problemas e oportunidades das ilhas europeias M. Patrão Neves As ilhas dos Açores no contexto da Europa Perspectiva

Leia mais

ASPECTOS DA LEGISLAÇÃO COMPARADA SOBRE CONSERVAÇÃO DOS ECOSSISTEMAS MARINHOS

ASPECTOS DA LEGISLAÇÃO COMPARADA SOBRE CONSERVAÇÃO DOS ECOSSISTEMAS MARINHOS ASPECTOS DA LEGISLAÇÃO COMPARADA SOBRE CONSERVAÇÃO DOS ECOSSISTEMAS MARINHOS Canadá, União Européia (Espanha, França), Austrália, Nova Zelândia, EUA André Lima OAB/DF 17878 11 de abril de 2013 1) Canadá

Leia mais

Projetos - Rotas de aprendizagem

Projetos - Rotas de aprendizagem Projetos - Rotas de aprendizagem Subdomínio: A dinâmica do litoral 1/2 Quinzenas (3.º período) 1) Distinguir litoral de linha de costa. 2) Distinguir costa de arriba de costa de praia e duna. 3) Explicar

Leia mais

O Hypercluster da Economia do Mar em Portugal. (Resumo)

O Hypercluster da Economia do Mar em Portugal. (Resumo) O Hypercluster da Economia do Mar em Portugal (Resumo) O Hypercluster da Economia do Mar em Portugal Um novo domínio estratégico e um factor de afirmação A economia portuguesa está a sofrer uma descontinuidade

Leia mais

Conservação de tubarões e raias do Brasil EDITAL 01/2016

Conservação de tubarões e raias do Brasil EDITAL 01/2016 Conservação de tubarões e raias do Brasil EDITAL 01/2016 A sobrepesca e a degradação de habitats por fontes diversas têm alterado profundamente as populações de animais marinhos, trazendo consequências

Leia mais

UNIDADES DE CONSERVAÇÃO lei 9.985/00. 1. Conceitos Básicos

UNIDADES DE CONSERVAÇÃO lei 9.985/00. 1. Conceitos Básicos UNIDADES DE CONSERVAÇÃO lei 9.985/00 1. Conceitos Básicos a) unidade de conservação: espaço territorial e seus recursos ambientais, incluindo as águas jurisdicionais, com características naturais relevantes,

Leia mais

MANIFESTO VERDE. Açores Sustentáveis. Uma Voz Ecologista na Assembleia Legislativa dos Açores. Eleições para a Assembleia Legislativa

MANIFESTO VERDE. Açores Sustentáveis. Uma Voz Ecologista na Assembleia Legislativa dos Açores. Eleições para a Assembleia Legislativa Eleições para a Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos AÇORES MANIFESTO VERDE Uma Voz Ecologista na Assembleia Legislativa dos Açores Pela Produção e Consumo de Produtos Locais e Regionais Pela

Leia mais

Aluno nº: Ano: Turma: Data: 28 de maio de 2012

Aluno nº: Ano: Turma: Data: 28 de maio de 2012 E S C O L A S E C U N D Á R I A D. J O Ã O I I - S E T Ú B A L TESTE DE GEOGRAFIA A (2º ANO) Nº6/VERSÃO 02 Nome: Aluno nº: Ano: Turma: Data: 28 de maio de 2012 É obrigatório indicar a versão do teste na

Leia mais

Lixo marinho nos fundos oceânicos e a sua ingestão por peixes da costa portuguesa

Lixo marinho nos fundos oceânicos e a sua ingestão por peixes da costa portuguesa Diogo Fernando Pereira Neves Mestrado Integrado em Engenharia do Ambiente Perfil de Gestão e Sistemas Ambientais Orientadora: Professora Doutora Maria Paula Oliveira Sobral Lixo marinho nos fundos oceânicos

Leia mais

Projeto 1 do Plano de Ação Lixo Marinho Açores

Projeto 1 do Plano de Ação Lixo Marinho Açores Projeto 1 do Plano de Ação Lio Marinho Açores Projeto DQEM DeLioMar Lio Marinho Descrição É um projeto de âmbito nacional, incluído no programa de monitorização de Portugal, para responder ao Descritor

Leia mais

Problemas na Utilização da Água (poluição )

Problemas na Utilização da Água (poluição ) Escola Profissional de Desenvolvimento Rural de Serpa Problemas na Utilização da Água (poluição ) Disciplina: Geografia (módulo 3) Docente: Sandra Mendes Discente: Mariana Alfaiate 2007 2008 Índice Introdução

Leia mais

L 201/8 Jornal Oficial da União Europeia 30.7.2008

L 201/8 Jornal Oficial da União Europeia 30.7.2008 L 201/8 Jornal Oficial da União Europeia 30.7.2008 REGULAMENTO (CE) N. o 734/2008 DO CONSELHO de 15 de Julho de 2008 relativo à protecção dos ecossistemas marinhos vulneráveis do alto mar contra os efeitos

Leia mais

Disciplina: Geografia. Trabalho realizado por: Mónica Algares nº 17. Turma: B

Disciplina: Geografia. Trabalho realizado por: Mónica Algares nº 17. Turma: B Disciplina: Geografia Trabalho realizado por: Mónica Algares nº 17 Turma: B 1 Índice Introdução... 3 Principais fontes de poluição dos oceanos e mares... 4 Prejuízos irremediáveis... 5 As marés negras...

Leia mais

As áreas temáticas visadas na construção da síntese de diagnóstico apresentam-se no Quadro 2.77

As áreas temáticas visadas na construção da síntese de diagnóstico apresentam-se no Quadro 2.77 2.7 síntese de diagnóstico A síntese de diagnóstico perspectiva desenhar a realidade insular de Santa Maria materializada em indicadores-chave, permitindo estabelecer a situação de referência no que concerne

Leia mais

Avaliar a sustentabilidade costeira à escala municipal a ferramenta do SUSTAIN

Avaliar a sustentabilidade costeira à escala municipal a ferramenta do SUSTAIN Avaliar a sustentabilidade costeira à escala municipal a ferramenta do SUSTAIN Margarida Nunes Conferência Nacional do SUSTAIN. Lisboa, 14 Dez. 2012 Desenvolvimento Sustentável. é o desenvolvimento que

Leia mais

CONVENÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE DIVERSIDADE BIOLÓGICA

CONVENÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE DIVERSIDADE BIOLÓGICA CONVENÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE DIVERSIDADE BIOLÓGICA António Gonçalves Henriques CONVENÇÃO SOBRE DIVERSIDADE BIOLÓGICA CONCEITOS DE BASE Biodiversidade ou Diversidade Biológica é o conjunto das diferentes

Leia mais

TRATRADO DE ÁGUA DOCE O CENÁRIO INTERNACIONAL E A PROBLEMÁTICA DA ÁGUA, MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO

TRATRADO DE ÁGUA DOCE O CENÁRIO INTERNACIONAL E A PROBLEMÁTICA DA ÁGUA, MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO [27] TRATRADO DE ÁGUA DOCE O CENÁRIO INTERNACIONAL E A PROBLEMÁTICA DA ÁGUA, MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO 1. Nos últimos anos a maioria dos países enfrentou grave crise econômica, que gerou um grande

Leia mais

Funções, usos e degradação do solo

Funções, usos e degradação do solo Funções, usos e degradação do solo Carlos Alexandre ICAAM e Dep. Geociências, Univ. de Évora Sociedade Portuguesa da Ciência do Solo (www.spcs.pt) Súmula 1. Solo 2. Processos, funções e serviços 3. Serviços

Leia mais

Documento de Apoio da Declaração de Gaborone para Sustentabilidade na África

Documento de Apoio da Declaração de Gaborone para Sustentabilidade na África Documento de Apoio da Declaração de Gaborone para Sustentabilidade na África O documento de apoio da Declaração de Gaborone para a sustentabilidade na África é um paradigma transformador na busca pelo

Leia mais

VII REUNIÓN DEL PANEL TÉCNICO DE APOYO DE LA CODIA, Foz do Iguaçu, 22 Novembro 2012

VII REUNIÓN DEL PANEL TÉCNICO DE APOYO DE LA CODIA, Foz do Iguaçu, 22 Novembro 2012 Evolución de la gestión de recursos hídricos e de los servicios del agua en Portugal Evolução da gestão de recursos hídricos e serviços de água em Portugal António Guerreiro de Brito Parceria Portuguesa

Leia mais

EFICIÊNCIA HÍDRICA. Relatório de experiência realizada no Colégio xxxxxxxxx de Campo de Ourique. Experiência de 13/09 a 09/11 de 2010

EFICIÊNCIA HÍDRICA. Relatório de experiência realizada no Colégio xxxxxxxxx de Campo de Ourique. Experiência de 13/09 a 09/11 de 2010 EFICIÊNCIA HÍDRICA Relatório de experiência realizada no Colégio xxxxxxxxx de Campo de Ourique Experiência de 13/09 a 09/11 de 2010 Novembro de 2010 1. Introdução A água é um bem essencial à vida e indispensável

Leia mais

PDR 2014-2020 - Relação entre as Necessidades e as Prioridades / Áreas foco DR

PDR 2014-2020 - Relação entre as Necessidades e as Prioridades / Áreas foco DR Aumentar a capacidade de gerar valor acrescentado no setor agroflorestal de forma sustentável Aumentar a produção, a produtividade dos fatores e a rentabilidade económica da agricultura Melhorar a distribuição

Leia mais

Ciclo BIOTA-Educação SP, setembro de 2013. QUEIROZ, Helder L. Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá - IDSM

Ciclo BIOTA-Educação SP, setembro de 2013. QUEIROZ, Helder L. Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá - IDSM As Principais Ameaças a Conservação do Ecossistema de Várzea Amazônica, e a Experiência do Instituto Mamirauá (IDSM-OS) Ciclo BIOTA-Educação SP, setembro de 2013 QUEIROZ, Helder L. Instituto de Desenvolvimento

Leia mais

Sobre o Mar. de Portugal. Capacidades e Competências. ASSUNTOS DO MAR Estrutura de Missão Manuel Pinto de Abreu

Sobre o Mar. de Portugal. Capacidades e Competências. ASSUNTOS DO MAR Estrutura de Missão Manuel Pinto de Abreu Sobre o Mar Capacidades e Competências de Portugal ASSUNTOS DO MAR Estrutura de Missão Manuel Pinto de Abreu O Retorno de Portugal ao Oceano É ( )) intenção do Governo criar condições favoráveis veis e

Leia mais

Os desafios ambientais e de sustentabilidade em Engenharia

Os desafios ambientais e de sustentabilidade em Engenharia MEC, 4º ano, 2º sem, 2008-09 Desafios Ambientais e de Sustentabilidade em Engenharia Os desafios ambientais e de sustentabilidade em Engenharia 1ª aula Maria do Rosário Partidário Desafios Ambientais e

Leia mais

Tipos de Sistema de Produção

Tipos de Sistema de Produção Tipos de Sistema de Produção Os sistemas de cultura dominantes conjunto de plantas cultivadas, forma como estas se associam e técnicas utilizadas no seu cultivo apresentam grandes contrastes entre o Norte

Leia mais

Seminário Novos desafios, novas oportunidades: o novo Programa de Desenvolvimento Rural (2014-2020)

Seminário Novos desafios, novas oportunidades: o novo Programa de Desenvolvimento Rural (2014-2020) Seminário Novos desafios, novas oportunidades: o novo Programa de Desenvolvimento Rural (2014-2020) PDR 2014-2020 do Continente Eduardo Diniz Diretor do Gabinete de Planeamento e Políticas AJAP / ANPEMA

Leia mais

ESTRATÉGIA DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA PARA OS OCEANOS

ESTRATÉGIA DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA PARA OS OCEANOS (Versão revista de 20 de Julho de 2009) ESTRATÉGIA DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA PARA OS OCEANOS Da minha língua vê-se o mar Vergílio Ferreira INTRODUÇÃO Os Estados membros da Comunidade

Leia mais

Posição da SPEA sobre a Energia Eólica em Portugal. Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves

Posição da SPEA sobre a Energia Eólica em Portugal. Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves Posição da SPEA sobre a Energia Eólica em Portugal Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves 1. Introdução A energia eólica é a fonte de energia que regista maior crescimento em todo o mundo. A percentagem

Leia mais

COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS

COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA E GEOGRAFIA GRUPO DE GEOGRAFIA ANO LECTIVO 2007/2008 COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS 9º ANO Tema 4: Actividades Económicas Actividade industrial - Definir indústria; - Distinguir indústrias

Leia mais

1. Promover a melhoria das condições de vida das população das áreas susceptíveis

1. Promover a melhoria das condições de vida das população das áreas susceptíveis CNCCD -PROPOSTA DE PROGRAMA DE ACÇÃO NACIONAL DE COMBATE À DESERTIFICAÇÃO 2011 / 2020 1. Promover a melhoria das condições de vida das população das áreas susceptíveis 1- Promover a melhoria das condições

Leia mais

A Pecuária é uma actividade agrária que consiste na criação de animais (gado) para a obtenção de carne, leite, lã, peles e, ainda, de força de

A Pecuária é uma actividade agrária que consiste na criação de animais (gado) para a obtenção de carne, leite, lã, peles e, ainda, de força de A Pecuária é uma actividade agrária que consiste na criação de animais (gado) para a obtenção de carne, leite, lã, peles e, ainda, de força de trabalho nas actividades agrícolas. Por gado entende-se o

Leia mais

DOCUMENTO DE ENQUADRAMENTO

DOCUMENTO DE ENQUADRAMENTO 3ª JORNADA CIÊNCIAS E TECNOLOGIAS DO MAR DOCUMENTO DE ENQUADRAMENTO 1. OBJECTIVOS GERAIS DOS ROTEIROS PARA A CIÊNCIA Tal como foi definido, no discurso proferido pelo Senhor Presidente da República por

Leia mais

CONTABILIDADE, TOMADA DE DECISÃO E AMBIENTE: CONTRIBUTOS PARA REFORÇO DO DESEMPENHO ECONÓMICO DAS ORGANIZAÇÕES

CONTABILIDADE, TOMADA DE DECISÃO E AMBIENTE: CONTRIBUTOS PARA REFORÇO DO DESEMPENHO ECONÓMICO DAS ORGANIZAÇÕES 3D CONTABILIDADE, TOMADA DE DECISÃO E AMBIENTE: CONTRIBUTOS PARA REFORÇO DO DESEMPENHO ECONÓMICO DAS ORGANIZAÇÕES Maria da Conceição da Costa Marques, Ph.D Doutora em Gestão, especialidade em Contabilidade

Leia mais

Áreas Marinhas Protegidas: Problema ou solução?

Áreas Marinhas Protegidas: Problema ou solução? Áreas Marinhas Protegidas: Problema ou solução? IV Seminário Nacional Bandeira Azul Sesimbra, 29 de novembro de 2013 Emanuel Gonçalves (emanuel@ispa.pt) Professor Associado ISPA Instituto Universitário

Leia mais

Identificação da empresa

Identificação da empresa Identificação da empresa Missão APA Administração do Porto de Aveiro, S.A. A sustentabilidade do Porto de Aveiro é a garantia do seu futuro. A génese do Porto de Aveiro está ligada à história da Ria e

Leia mais

Questão 25 Questão 26

Questão 25 Questão 26 Questão 25 Questão 26 A Antártida apresenta um quadro natural com características marcantes: o inverno é longo, com seis meses sem luz solar e médias térmicas ao redor de 60ºC negativos; no verão, o albedo

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Page 1 of 5 Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 5.377 DE 23 DE FEVEREIRO DE 2005. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso das atribuições que lhe conferem os incisos

Leia mais

BOLETIM DO LEGISLATIVO Nº 17, DE 2012

BOLETIM DO LEGISLATIVO Nº 17, DE 2012 BOLETIM DO LEGISLATIVO Nº 17, DE 2012 Rio+20: oceanos, mares e zonas costeiras Carmen Rachel Scavazzini Marcondes Faria Tarciso Dal Maso Jardim A Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável,

Leia mais

O Estado da Biodiversidade Brasileira: Genes, Espécies e Biomas

O Estado da Biodiversidade Brasileira: Genes, Espécies e Biomas O Estado da Biodiversidade Brasileira: Genes, Espécies e Biomas Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada IPEA Diretoria de Estudos e Políticas Regionais, Urbanas e Ambientais DIRUR Eixo Temático: Sustentabilidade

Leia mais

DECLARAÇÃO DE SUNDSVALL

DECLARAÇÃO DE SUNDSVALL DECLARAÇÃO DE SUNDSVALL PROMOÇÃO DA SAÚDE E AMBIENTES FAVORÁVEIS À SAÚDE 3ª Conferência Internacional sobre Promoção da Saúde Sundsvall, Suécia, 9 15 de Junho de 1991 Esta conferência sobre Promoção da

Leia mais

Cenário Atual BACIA AMAZÔNICA

Cenário Atual BACIA AMAZÔNICA Cenário Atual BACIA AMAZÔNICA A Bacia Amazônica representa hoje uma das mais importantes áreas do planeta considerando questões ligadas à biodiversidade, sustentabilidade e mudanças climáticas. Geograficamente,

Leia mais

MUDANÇAS CLIMÁTICAS E BIODIVERSIDADE

MUDANÇAS CLIMÁTICAS E BIODIVERSIDADE MUDANÇAS CLIMÁTICAS E BIODIVERSIDADE Mudanças Climáticas Temperatura Precipitação Nível do Mar Saúde Agricultura Florestas Recursos Hídricos Áreas Costeiras Espécies e Áreas Naturais Mudanças Climáticas

Leia mais

Plano de Desenvolvimento do Alto Minho

Plano de Desenvolvimento do Alto Minho Plano de Desenvolvimento do Alto Minho Síntese dos focus group preparatórios sobre o tema Como tornar o Alto Minho uma região resiliente 1. Sustentabilidade 2. Coesão 3. Flexibilidade e adaptabilidade

Leia mais

Biodiversidade na base dos serviços dos ecossistemas Pobreza, desenvolvimento e recursos naturais. 5ª aula

Biodiversidade na base dos serviços dos ecossistemas Pobreza, desenvolvimento e recursos naturais. 5ª aula Mestrado em Engenharia do Ambiente 1º ano / 1º semestre GESTÃO DE AMBIENTE E TERRITÓRIO Biodiversidade na base dos serviços dos ecossistemas Pobreza, desenvolvimento e recursos naturais 5ª aula Convenção

Leia mais

Recursos Naturais e Biodiversidade

Recursos Naturais e Biodiversidade 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 Florestas Gestão dos Recursos Hídricos Qualidade e Ocupação do Solo Proteção da Atmosfera e Qualidade

Leia mais

POR QUE INVESTIR EM LISBOA? ESPECIALISTA IMOBILÁRIO EUROPEU

POR QUE INVESTIR EM LISBOA? ESPECIALISTA IMOBILÁRIO EUROPEU POR QUE INVESTIR EM LISBOA? ESPECIALISTA IMOBILÁRIO EUROPEU Introdução Portugal está começando a emergir da crise financeira. Nos últimos anos, o governo reestabeleceu suas estruturas organizacionais e,

Leia mais

SUMÁRIO EXECUTIVO. Valores

SUMÁRIO EXECUTIVO. Valores SUMÁRIO EXECUTIVO O Plano Estratégico da Província de Inhambane para o período 2011-2020 (PEP II) é parte integrante do processo provincial de planificação do Governo, com a finalidade de promover o desenvolvimento

Leia mais

Domínios Florestais do Mundo e do Brasil

Domínios Florestais do Mundo e do Brasil Domínios Florestais do Mundo e do Brasil Formações Florestais: Coníferas, Florestas Temperadas, Florestas Equatoriais e Florestas Tropicais. Formações Herbáceas e Arbustivas: Tundra, Pradarias Savanas,

Leia mais

RESEAU INTERNATIONAL DES ORGANISMES DE BASSIN INTERNATIONAL NETWORK OF BASIN ORGANIZATIONS RED INTERNACIONAL DE ORGANISMOS DE CUENCA

RESEAU INTERNATIONAL DES ORGANISMES DE BASSIN INTERNATIONAL NETWORK OF BASIN ORGANIZATIONS RED INTERNACIONAL DE ORGANISMOS DE CUENCA RESEAU INTERNATIONAL DES ORGANISMES DE BASSIN INTERNATIONAL NETWORK OF BASIN ORGANIZATIONS RED INTERNACIONAL DE ORGANISMOS DE CUENCA Apresentação de Jean-François DONZIER Diretor Geral Departamento Internacional

Leia mais

MINISTÉRIO DA ENERGIA E ÁGUAS

MINISTÉRIO DA ENERGIA E ÁGUAS MINISTÉRIO DA ENERGIA E ÁGUAS DECLARAÇÃO ALUSIVA AO DIA MUNDIAL DA ÁGUA 22 DE MARÇO DE 2016 Água e Emprego DECLARAÇÃO ALUSIVA AO DIA MUNDIAL DA ÁGUA O dia 22 de Março foi instituído em 1992 pela Organização

Leia mais

IV Fórum do Sector Segurador e Fundos de Pensões. Lisboa, 15 de Abril de 2009

IV Fórum do Sector Segurador e Fundos de Pensões. Lisboa, 15 de Abril de 2009 IV Fórum do Sector Segurador e Fundos de Pensões Lisboa, 15 de Abril de 2009 Foi com todo o gosto e enorme interesse que aceitei o convite do Diário Económico para estar presente neste IV Fórum do sector

Leia mais

FACULDADE DE ENGENHARIA

FACULDADE DE ENGENHARIA FACULDADE DE ENGENHARIA Problemas Ambientais, suas causas e sustentabilidade Profa. Aline Sarmento Procópio Dep. Engenharia Sanitária e Ambiental Recursos Naturais Qualquer insumo de que os organismos,

Leia mais

LIFE+ Convite à apresentação de propostas 2013

LIFE+ Convite à apresentação de propostas 2013 LIFE+ Convite à apresentação de propostas 2013 Lisboa, 15 de Março de 2013 Joaquim Capitão DG Ambiente Comissão Europeia O Programa LIFE+ Instrumento financeiro para o ambiente Cofinanciamento de ações

Leia mais

Apoios comunitários Portugal 2020 JORNADA GNV

Apoios comunitários Portugal 2020 JORNADA GNV Apoios comunitários Portugal 2020 JORNADA GNV 26 Março 2014 Dina Ferreira, Instituto Financeiro para o Desenvolvimento Regional, IP Novos contornos da Política de Coesão Cobertura Geográfica em PT TRÊS

Leia mais

Direito do Mar: evolução e repercussão política. O caso especial das pescas

Direito do Mar: evolução e repercussão política. O caso especial das pescas Direito do Mar: evolução e repercussão política. O caso especial das pescas Marta Chantal Ribeiro Conferência de Lançamento do Livro Políticas Públicas do Mar, 23 de Novembro de 2010 Direito do Mar - Conceito:

Leia mais

Processo Seletivo/UFU - julho 2007-1ª Prova Comum GEOGRAFIA QUESTÃO 11. TAXAS DE URBANIZAÇÃO EM PAÍSES SELECIONADOS, 2003 (em %)

Processo Seletivo/UFU - julho 2007-1ª Prova Comum GEOGRAFIA QUESTÃO 11. TAXAS DE URBANIZAÇÃO EM PAÍSES SELECIONADOS, 2003 (em %) GEOGRAFIA QUESTÃO 11 Observe a tabela. TAXAS DE URBANIZAÇÃO EM PAÍSES SELECIONADOS, 2003 (em %) * Estimativa. Fonte: Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento PNUD, 2003. Com relação ao processo

Leia mais

Seminário sobre Energia Elétrica Luanda, 8 e 9 de Setembro de 2011

Seminário sobre Energia Elétrica Luanda, 8 e 9 de Setembro de 2011 Seminário sobre Energia Elétrica Luanda, 8 e 9 de Setembro de 2011 A política energética europeia para a promoção da competitividade, sustentabilidade e segurança de abastecimento Jorge de Sousa Professor

Leia mais

22 de Maio de 2013 Centro de Congressos de Lisboa, Auditório II. Discurso de abertura

22 de Maio de 2013 Centro de Congressos de Lisboa, Auditório II. Discurso de abertura SEMINÁRIO IDE EM PORTUGAL (Atrair Capitais para Criar Emprego) 22 de Maio de 2013 Centro de Congressos de Lisboa, Auditório II Discurso de abertura Nunca, como hoje, foi tão evidente que atingir níveis

Leia mais

Os recursos hídricos no Brasil e no mundo

Os recursos hídricos no Brasil e no mundo Os recursos hídricos no Brasil e no mundo DISPONIBILIDADE DE ÁGUA POR HAB./ANO NO MUNDO (ANA, 2005) Exemplos de países situados na parte superior da lista Ranking Continente País Recursos Hídricos

Leia mais

ESTUDO STERN: Aspectos Económicos das Alterações Climáticas

ESTUDO STERN: Aspectos Económicos das Alterações Climáticas Resumo das Conclusões Ainda vamos a tempo de evitar os piores impactos das alterações climáticas, se tomarmos desde já medidas rigorosas. As provas científicas são presentemente esmagadoras: as alterações

Leia mais

ANEXO 3. A floresta portuguesa FACTOS E NÚMEROS

ANEXO 3. A floresta portuguesa FACTOS E NÚMEROS ANEXO 3 FACTOS E NÚMEROS A floresta portuguesa 1. Os espaços florestais ocupam 5,4 milhões de hectares e representam cerca de dois terços da superfície de Portugal Continental. Destes, 3,4 milhões de hectares

Leia mais

INICIATIVA LATINO-AMERICANA E CARIBENHA

INICIATIVA LATINO-AMERICANA E CARIBENHA INICIATIVA LATINO-AMERICANA E CARIBENHA PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL I. Contexto 1. A Conferência do Rio em 1992 foi convocada a partir do reconhecimento de que os padrões de produção e consumo,

Leia mais

ZONA COSTEIRA, MANGUEZAIS E A MUDANÇA CLIMÁTICA

ZONA COSTEIRA, MANGUEZAIS E A MUDANÇA CLIMÁTICA ZONA COSTEIRA, MANGUEZAIS E A MUDANÇA CLIMÁTICA Eng. Renaldo Tenório de Moura, D.Sc. IBAMA ZONA COSTEIRA NO BRASIL Recife 8.500km Lei 7661/88 Institui a PNGC; Dec. 5300/2004 Regras de uso e ocupação; Critérios

Leia mais

Polis Litoral Operações Integradas de Requalificação e Valorização da Orla Costeira

Polis Litoral Operações Integradas de Requalificação e Valorização da Orla Costeira Polis Litoral Operações Integradas de Requalificação e Valorização da Orla Costeira OBJECTIVOS DO POLIS LITORAL: (RCM n.º 90/2008, de 3 de Junho) a) Proteger e requalificar a zona costeira, tendo em vista

Leia mais

CURSO SOBRE PARTICIPAÇÃO DE GRUPOS DE INTERESSE

CURSO SOBRE PARTICIPAÇÃO DE GRUPOS DE INTERESSE CURSO SOBRE PARTICIPAÇÃO DE GRUPOS DE INTERESSE CENÁRIO: GESTÃO COLABORATIVA DE PESCAS Este caso de estudo é largamente fictício e foi baseado em Horrill, J.C., n.d. Collaborative Fisheries Management

Leia mais

FORTALECENDO SABERES APRENDER A APRENDER CONTEÚDO E HABILIDADES GEOGRAFIA DESAFIO DO DIA. Conteúdo:

FORTALECENDO SABERES APRENDER A APRENDER CONTEÚDO E HABILIDADES GEOGRAFIA DESAFIO DO DIA. Conteúdo: CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA A Conteúdo: O gás carbônico se acumula na atmosfera; O buraco na camada de ozônio. A crescente escassez de água potável no mundo; A relação sociedade-natureza.

Leia mais

Sessão de Abertura Muito Bom dia, Senhores Secretários de Estado Senhor Presidente da FCT Senhoras e Senhores 1 - INTRODUÇÃO

Sessão de Abertura Muito Bom dia, Senhores Secretários de Estado Senhor Presidente da FCT Senhoras e Senhores 1 - INTRODUÇÃO Sessão de Abertura Muito Bom dia, Senhores Secretários de Estado Senhor Presidente da FCT Senhoras e Senhores 1 - INTRODUÇÃO Gostaria de começar por agradecer o amável convite que a FCT me dirigiu para

Leia mais

II.3.1.1.1. Medidas adoptadas por motivos ambientais e de escassez

II.3.1.1.1. Medidas adoptadas por motivos ambientais e de escassez 66/12 II.3. CARACTERIZAÇÃO ECONÓMICO-FINANCEIRA II.3.1. ABASTECIMENTO DE ÁGUA II.3.1.1. Problemas Ambientais e de Escassez II.3.1.1.1. Medidas adoptadas por motivos ambientais e de escassez A captação

Leia mais

Geografia Leituras e Interação

Geografia Leituras e Interação Apontamentos das obras LeYa em relação às Orientações Teórico-Metodológicas para o Ensino Médio do estado de PERNAMBUCO Geografia Leituras e Interação 2 Caro professor, Este guia foi desenvolvido para

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 17.10.2007 COM(2007) 604 final COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO AO PARLAMENTO EUROPEU, AO CONSELHO, AO COMITÉ ECONÓMICO E SOCIAL EUROPEU E AO COMITÉ DAS REGIÕES relativa

Leia mais

Atlas ambiental do município de Itanhaém 2012. Capítulo 6 - Conservação ambiental

Atlas ambiental do município de Itanhaém 2012. Capítulo 6 - Conservação ambiental Capítulo 6 - Conservação ambiental 71 72 6.1 Unidades de Conservação As Unidades de Conservação da Natureza (UCs) constituem espaços territoriais e mari- 46 55' 46 50' 46 45' nhos detentores de atributos

Leia mais

A TERRA ONTEM, HOJE E AMANHÃ

A TERRA ONTEM, HOJE E AMANHÃ 8-6-2012 TEMA III A TERRA ONTEM, HOJE E AMANHÃ Ano Lectivo 2011/2012 Geologia Joana Pires nº15 12ºB Glaciares Os glaciares são massas de gelo que se originam á superfície terrestre devido à acumulação,

Leia mais

Eixo Prioritário III Valorização e Qualificação Ambiental e Territorial

Eixo Prioritário III Valorização e Qualificação Ambiental e Territorial PROGRAMA OPERACIONAL REGIONAL DO NORTE 2007-2013 Eixo Prioritário III Valorização e Qualificação Ambiental e Territorial Domínios: Valorização e qualificação ambiental Gestão activa da Rede Natura e da

Leia mais

MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL - MI AGÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO DA AMAZÔNIA - ADA

MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL - MI AGÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO DA AMAZÔNIA - ADA MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL - MI AGÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO DA AMAZÔNIA - ADA BIOCOMBUSTÍVEIS: ATRAÇÃO DE INVESIMENTOS PARA O ESTADO DO PARÁ CONTEXTO: A Agência de Desenvolvimento da Amazônia, deseja

Leia mais

PROJECTO NAZARÉ XXI. - Marina de recreio e Complexo Turístico de S. Gião

PROJECTO NAZARÉ XXI. - Marina de recreio e Complexo Turístico de S. Gião PROJECTO NAZARÉ XXI - Marina de recreio e Complexo Turístico de S. Gião Nazaré XXI é um projecto turístico de impacto regional, inserido na política de desenvolvimento económico que a Câmara Municipal

Leia mais

SISTEMA DE INCENTIVOS À INOVAÇÃO AVISO DE CANDIDATURA FEVEREIRO 2012

SISTEMA DE INCENTIVOS À INOVAÇÃO AVISO DE CANDIDATURA FEVEREIRO 2012 SISTEMA DE INCENTIVOS À INOVAÇÃO AVISO DE CANDIDATURA FEVEREIRO 2012 INOVAÇÃO PRODUTIVA SECTOR TURISMO QREN QUADRO DE REFERÊNCIA ESTRATÉGICO NACIONAL 2007-2013 INFORMAÇÃO SINTETIZADA 1 ÍNDICE PÁGINA OBJECTO

Leia mais

Portugal 2020: O foco na Competitividade e Internacionalização

Portugal 2020: O foco na Competitividade e Internacionalização Portugal 2020: O foco na Competitividade e Internacionalização Duarte Rodrigues Vogal da Agência para o Desenvolvimento e Coesão AIP, 5 de março de 2015 Prioridades Europa 2020 Objetivos Europa 2020/ PNR

Leia mais

ÁREA DE PRODUÇÃO AQUÍCOLA APA TAVIRA DESPACHO N.º 4223/2014, 21 MARÇO

ÁREA DE PRODUÇÃO AQUÍCOLA APA TAVIRA DESPACHO N.º 4223/2014, 21 MARÇO ÁREA DE PRODUÇÃO AQUÍCOLA APA TAVIRA DESPACHO N.º 4223/2014, 21 MARÇO 9 de abril de 2014 Dinâmica dos usos e atividades da Economia do Mar Pesca e Aquicultura, 2005 a 2012 A atividade aquícola é uma prioridade

Leia mais

MEMORANDO DE ENTENDIMENTO

MEMORANDO DE ENTENDIMENTO MEMORANDO DE ENTENDIMENTO RELATIVO À CONTRIBUIÇÃO DA FINAGRA PARA O OBJECTIVO EUROPEU DE PARAR A PERDA DE BIODIVERSIDADE ATÉ 2010 Declaração de Compromisso A Herdade do Esporão (Reguengos de Monsaraz)

Leia mais

BIODIVERSIDADE. Maria José Costa

BIODIVERSIDADE. Maria José Costa BIODIVERSIDADE Maria José Costa Sou de opinião de que estamos longe de conhecer que espécies existem realmente no ambiente oceânico. Hápor aímais espécies do que pensamos. ROBERT H. GIBBS JUNIOR (1986)

Leia mais

PEFC O QUE PRECISA SABER SOBRE A CERTIFICAÇÃO FLORESTAL PEFC/13-01-01 PROGRAMA PARA O RECONHECIMENTO DA CERTIFICAÇÃO FLORESTAL

PEFC O QUE PRECISA SABER SOBRE A CERTIFICAÇÃO FLORESTAL PEFC/13-01-01 PROGRAMA PARA O RECONHECIMENTO DA CERTIFICAÇÃO FLORESTAL PEFC TUDO O QUE PRECISA SABER SOBRE A CERTIFICAÇÃO FLORESTAL PEFC/13-01-01 PROGRAMA PARA O RECONHECIMENTO DA CERTIFICAÇÃO FLORESTAL PORQUE É IMPORTANTE CUIDAR DA FLORESTA? As florestas desempenham um papel

Leia mais

Projeto de lei no. 440/2011 Audiência Pública. Mercedes Bustamante Secretaria de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento

Projeto de lei no. 440/2011 Audiência Pública. Mercedes Bustamante Secretaria de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento Projeto de lei no. 440/2011 Audiência Pública Mercedes Bustamante Secretaria de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento Inovação com base na Biodiversidade CAPITAL NATURAL BRASIL PAÍS MEGADIVERSO

Leia mais

Inovação, Cultura, Ambiente e Biodiversidade

Inovação, Cultura, Ambiente e Biodiversidade Inovação, Cultura, Ambiente e Biodiversidade O projecto SONS DO ARCO RIBEIRINHO SUL acompanha o OUT.FEST Festival Internacional de Música Exploratória do Barreiro, e procura, através de uma abordagem artística

Leia mais

A AGROFLORESTA AGROECOLÓGICA: UM MOMENTO DE SÍNTESE DA AGROECOLOGIA, UMA AGRICULTURA QUE CUIDA DO MEIO AMBIENTE.

A AGROFLORESTA AGROECOLÓGICA: UM MOMENTO DE SÍNTESE DA AGROECOLOGIA, UMA AGRICULTURA QUE CUIDA DO MEIO AMBIENTE. A AGROFLORESTA AGROECOLÓGICA: UM MOMENTO DE SÍNTESE DA AGROECOLOGIA, UMA AGRICULTURA QUE CUIDA DO MEIO AMBIENTE. Alvori Cristo dos Santos, Deser, Fevereiro 2007. Há alguns anos atrás, um movimento social

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO AMBIENTAL DO ECOSSISTEMA MANGUEZAL NA COSTA LESTE DE SALINAS DA MARGARIDA-BAHIA

CARACTERIZAÇÃO AMBIENTAL DO ECOSSISTEMA MANGUEZAL NA COSTA LESTE DE SALINAS DA MARGARIDA-BAHIA I Congresso Baiano de Engenharia Sanitária e Ambiental COBESA CARACTERIZAÇÃO AMBIENTAL DO ECOSSISTEMA MANGUEZAL NA COSTA LESTE DE SALINAS DA MARGARIDA-BAHIA Augusto César da Silva Machado Copque Geógrafo

Leia mais

CONCEÇÃO PLANEAMENTO OPERACIONALIZAÇÃO

CONCEÇÃO PLANEAMENTO OPERACIONALIZAÇÃO CONCEÇÃO PLANEAMENTO OPERACIONALIZAÇÃO MAR PORTUGAL - Um Mar de Oportunidades MAR PORTUGAL Conectividade intercontinental; Todas as regiões são litorais ou insulares; Mar profundo. MAR PORTUGAL - Um Mar

Leia mais

Ecologia BB.. 0 4 0 4 Pa P isa s ge g ns s n at a ura r is s e bio i d o iv i e v rs r i s d i ad a e e (P ( a P r a t r e t I ). ) Pá P g. á g.

Ecologia BB.. 0 4 0 4 Pa P isa s ge g ns s n at a ura r is s e bio i d o iv i e v rs r i s d i ad a e e (P ( a P r a t r e t I ). ) Pá P g. á g. Ecologia BB. 04 Paisagens naturais e biodiversidade (Parte I). Pág. 61 Estrutura da Terra Atmosfera camada gasosa Hidrosfera massa líquida (rios,lagos, oceanos) Biosfera porção do planeta onde se desenvolvem

Leia mais

Contribuição do CCR Sul relativamente à consulta da CE sobre a revisão do regime de acesso à pesca de alto mar

Contribuição do CCR Sul relativamente à consulta da CE sobre a revisão do regime de acesso à pesca de alto mar Amarelo: Questão? Azul: inserção Contribuição do CCR Sul relativamente à consulta da CE sobre a revisão do regime de acesso à pesca de alto mar * O CCR Sul agradece à Comissão Europeia a oportunidade que

Leia mais

sustentabilidade da construção Isabel Santos e Carla Silva

sustentabilidade da construção Isabel Santos e Carla Silva O papel do Ambiente Urbano na sustentabilidade da construção Isabel Santos e Carla Silva SUMÁRIO O PAPEL DO AMBIENTE URBANO NA SUSTENTABILIDADE DA CONSTRUÇÃO APRESENTAÇÃO DOS SERVIÇOS DE AMBIENTE URBANO

Leia mais

Programa de Desenvolvimento Rural do Continente para 2014-2020

Programa de Desenvolvimento Rural do Continente para 2014-2020 Programa de Desenvolvimento Rural do Continente para 2014-2020 Medida 2 CONHECIMENTO Ação 2.2 ACONSELHAMENTO Enquadramento Regulamentar Artigos do Regulamento (UE) n.º 1305/2013, do Conselho e do Parlamento

Leia mais