Poluição do ar. Tempo de residência: tempo médio de permanência da espécie no ar.

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Poluição do ar. Tempo de residência: tempo médio de permanência da espécie no ar."

Transcrição

1 Poluição do ar Para avaliar a extensão de alcance do poluente, deve-se conhecer o tempo de residência da espécie na atmosfera e as condições atmosféricas Tempo de residência: tempo médio de permanência da espécie no ar.

2 Tempos de residência de alguns gases na atmosfera Compostos CH 4 N 2 O NH 3 SO 2 NO X Tempo de residência 12 anos 130 anos 10 dias 5 dias 1 dia

3 Óxidos de nitrogênio (NO x ) Poluição local/regional

4 NO x : precursores do O 3 na troposfera Fontes de O 3 - Produção fotoquímica Principal fonte de O 3 na troposfera NO 2 + h ν NO + O * O * + O 2 + M O 3 + M N 2, O 2 - Injeção do O 3 estratosférico

5 Remoção natural do O 3 troposférico Fotólise do O 3 O 3 + h ν O + O 2 Reação com NO NO + O 3 NO 2 + O 2 Reação com NO 2 NO 2 + O 3 NO 3 + O 2

6 Depleção do O 3 estratosférico Aumento no fluxo da radiação UV-B do sol ( nm) Acelera as taxas de fotodissociação do O 3 troposférico O 3 + h ν ( λ 320 nm) O* + O 2 O* + H 2 O 2 OH Controladores da química diurna da troposfera

7 Formação e transformação dos radicais OH

8 COV contribuindo para o incremento da [O 3 ] Fontes biogênicas (naturais): florestas Fontes antrópicas: manuseio e uso de combustíveis RH + HO H 2 O + R R + O 2 RO 2 RO 2 + NO NO 2 + RO RO + O 2 HO 2 + RCHO ou RCOR HO 2 + NO NO 2 + HO

9 Relação entre as concentrações de NO x e COV no ar e a concentração resultante de O 3 produzido por sua reação

10 Variação nas concentrações de gases durante as horas do dia

11 Smog fotoquímico [(Smoke = fumaça) + (fog = névoa)] Dia limpo Dia com smog Poluentes primários: NO x e COV Poluentes secundários: O 3, HNO 3, PAN, PBzN

12 Ozônio (O 3 ) mocinho ou vilão?

13 Radiação emitida pelo s l

14 Radiação ultravioleta, UV UVA: 400 a 320 nm UVB: 320 a 280 nm UVC: menor que 280 nm Ozônio na estratosfera Escudo protetor da Terra

15 Ozônio na estratosfera Formação O 2 + hν 2 O O + O 2 O 3 A concentração de O 3 na estratosfera atinge o valor máximo na região onde o produto da intensidade da radiação UV-C e a concentração do O 2 é máximo

16 Variação na concentração de O 3 e na temperatura em função da altitude A mistura vertical de ar na estratosfera é um processo muito lento, quando comparada a da troposfera

17 Ozônio na estratosfera Remoção - Fotólise O 3 + hν O + O 2 - Reação com oxigênio atômico O 3 + O 2 O 2 (lenta)

18 Depleção do O 3 estratosférico O 3 + X XO + O 2 XO + O X + O 2 Onde: X = NO, Cl, etc O 3 + O 2 O 2 Fontes de espécies capazes de consumir o O 3 Naturais: oceanos (ex: emissão de CH 3 Cl), vulcões (ex: emissão de HCl) Antrópicas: processos de combustão, uso de compostos contendo cloro, bromo (ex: clorofluorcarbonetos, CFC)

19 Clorofluorcarbonetos Usos - Aerossóis, sistemas de refrigeração, solventes de limpeza, etc Características - Atóxicos, não inflamáveis, não reativos, insolúveis em água. Atravessam a troposfera intactos e quando atingem a estratosfera são fotolisados

20 Efeitos decorrentes da depleção do O 3 estratosférico - Ferimentos e câncer de pele - Danos ao sistema imunológico - Danos à visão (catarata) - Redução na produção agrícola Protocolo de Montreal (1987): eliminar gradativamente a produção e o consumo de substâncias destruidoras da camada de O 3.

21 Poluição regional

22 Chuva ácida

23 Atmosfera despoluída ph 5,6 (CO 2 ) Ácidos que contribuem para acidez das chuvas H 2 SO 4 HNO 3 Ácidos carboxílicos (fórmico e acético)

24 Formação do H 2 SO 4 2 SO 2 + O 2 2 SO 3 H 2 O + SO 3 H 2 SO 4 SO 2 + H 2 O H 2 SO 3 H 2 SO 3 + O 3 H 2 SO 4 + O 2 H 2 O 2 (aq) + SO 2 H 2 SO 4 Ambientes marinhos H 2 SO NaCl 2 HCl + Na 2 SO 4

25 Formação do HNO 3 NO 2 + HO i HNO 3 2 NO 2 + H 2 O HNO 2 + HNO 3 - Combustão de biomassa - Exaustão de motores - Ácido fórmico a partir de formigas - Solo e vegetação - Transformações fotoquímicas de precursores Ácidos carboxílicos Fontes

26 Efeitos da chuva ácida Corrosão de obras de arte CaCO 3 (s) + H + Ca 2+ (aq.) + HCO 3 -

27 Efeitos da chuva ácida Corrosão de estruturas metálicas Liberação de metais tóxicos presentes no solo Al 2 O H + 2 Al 3+ (aq.) + 3 H 2 O Lixiviação de nutrientes das plantas Morte de animais

28 Poluição global

29 Efeito estufa T média = 15 o C

30 Albedo - Fração da luz solar refletida por uma determinada superfície. Nuvens - Fator dominante no albedo global (30%) Cobertura média global de nuvens: 54% Contribuição das nuvens para o albedo global: 20%

31 Absorção de radiação terrestre por água e dióxido de carbono

32 Espectros de absorção de CFC e sua coincidência com a janela atmosférica

33 Gases de efeito estufa Gás PAG Estimativa de contribuição CO % CH % N 2 O 206 6% CFC %

34 Consequências

35 Protocolo de Kyoto Acordo internacional estabelecido em 1997 que propõe: - Reduzir as emissões de gases estufa dos países industrializados; - Garantir um modelo de desenvolvimento limpo aos países em desenvolvimento.

36 Padrão de qualidade do ar - Define legalmente o limite máximo para a concentração de um componente atmosférico que garanta a proteção da saúde e do bem estar das pessoas. - Os padrões de qualidade do ar são baseados em estudos científicos dos efeitos produzidos por poluentes específicos e são fixados em níveis que possam propiciar uma margem de segurança adequada.

37

38

39 Curitiba é a segunda cidade em qualidade do ar, aponta IBGE Os relatórios mostram que Curitiba é hoje a segunda cidade em qualidade do ar, perdendo somente para Vitória A qualidade do ar em Curitiba é a segunda melhor do Brasil, conforme relatório do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de indicadores de desenvolvimento sustentável de >> O que você tem feito para se previnir do clima seco em Curitiba? A comparação foi feita com as regiões metropolitanas de Belo Horizonte (MG), Distrito Federal, Porto Alegre (RS), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA), São Paulo (SP), Recife (PE) e Vitória (ES), entre 1995 e "Os relatórios mostram que Curitiba é hoje a segunda cidade em qualidade do ar, perdendo somente para Vitória. Os índices de emissão de poluentes em Curitiba são menores em comparação a outras cidades", afirma o analista do IBGE no Paraná Luís Alceu Paganotto. Ar de qualidade Em seguida, o relatório reforça que apesar do desenvolvimento de Curitiba e da Região Metropolitana, com o aumento do número de carros e indústrias, não há uma relação direta na poluição do ar, até pela utilização consciente de veículos novos, e do controle de emissão de poluentes na atmosfera. "Em relação à variação da qualidade do ar ao longo dos últimos trinta anos, para os locais e parâmetros avaliados, apesar da industrialização e do aumento significativo na frota de veículos observamos que a qualidade do ar na RMC melhorou significativamente nesta década ( ) em relação aos anos anteriores", diz o relatório. Fonte: Prefeitura de Curitiba

40 Curitiba é campeã nacional em poluição do ar GAZETA DO POVO, 2 de setembro de 2010 Estudo do IBGE mostra que a região da capital é uma das que mais violam limites tolerados de poluição atmosférica O levantamento Indicadores de Desenvolvimento Sustentável, divulgado ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), trouxe dados relativos à qualidade do ar preocupantes para os curitibanos. O estudo revela que, embora a concentração média de poluentes no ar seja inferior em Curitiba e região metropolitana (em comparação com São Paulo e Rio de Janeiro), a região da capital paranaense é uma das campeãs em picos de emissão de poluentes. Os dados mostram que a região de Curitiba foi a que mais violou os limites tolerados de poluição atmosférica nos últimos anos.

Recursos Atmosfericos

Recursos Atmosfericos Recursos Atmosfericos Professor: Neyval Costa Reis Jr. Departamento de Engenharia Ambiental Centro Tecnológico UFES Programa Detalhado Atmosfera Camadas Constituintes Balanço de energia Ventos na atmosfera

Leia mais

BIOLOGIA - 2 o ANO MÓDULO 30 DESEQUILÍBRIO ECOLÓGICO E POLUIÇÃO DO AR

BIOLOGIA - 2 o ANO MÓDULO 30 DESEQUILÍBRIO ECOLÓGICO E POLUIÇÃO DO AR BIOLOGIA - 2 o ANO MÓDULO 30 DESEQUILÍBRIO ECOLÓGICO E POLUIÇÃO DO AR C ( p f d o m r s a b c d e omo pode cair no enem ENEM) As cidades industrializadas produzem grandes proporções de gases como o

Leia mais

Composição da atmosfera terrestre. Fruto de processos físico-químicos e biológicos iniciados há milhões de anos Principais gases:

Composição da atmosfera terrestre. Fruto de processos físico-químicos e biológicos iniciados há milhões de anos Principais gases: Poluição do ar Composição da atmosfera terrestre Fruto de processos físico-químicos e biológicos iniciados há milhões de anos Principais gases: Nitrogênio 78% Oxigênio 21% Argônio 0,9% Gás Carbônico 0,03%

Leia mais

Aula 7. Principais problemas ambientais e as legislações brasileiras. Thalles Pedrosa Lisboa/ Prof. Rafael Arromba de Sousa

Aula 7. Principais problemas ambientais e as legislações brasileiras. Thalles Pedrosa Lisboa/ Prof. Rafael Arromba de Sousa Universidade Federal de Juiz de Fora Instituto de Ciências Exatas Departamento de Química Aula 7 Principais problemas ambientais e as legislações brasileiras Thalles Pedrosa Lisboa/ Prof. Rafael Arromba

Leia mais

Ciclos do elementos Carbono, Nitrogênio e Enxofre

Ciclos do elementos Carbono, Nitrogênio e Enxofre Ciclos do elementos Carbono, Nitrogênio e Enxofre Atmosfera Atmosfera é a camada gasosa ao redor da Terra. Hidrosfera é a parte líquida da Terra que corresponde a cerca de 80% da superfície. A água dos

Leia mais

Ciclos Biogeoquímicos

Ciclos Biogeoquímicos Os organismos retiram constantemente da natureza os elementos químicos de que necessitam, mas esses elementos sempre retornam ao ambiente. O processo contínuo de retirada e de devolução de elementos químicos

Leia mais

Interacção da Radiação com a Matéria

Interacção da Radiação com a Matéria Interacção da Radiação com a Matéria Já sabemos que: As radiações eletromagnéticas têm comportamento ondulatório e corpuscular. Cada radiação apresenta as suas características individuais; Os corpúsculos

Leia mais

CAPÍTULO 7 EFEITO ESTUFA

CAPÍTULO 7 EFEITO ESTUFA CAPÍTULO 7 EFEITO ESTUFA Será que o homem já se conscientizou do poder destrutivo das suas mãos? Hoje, é freqüente ouvirmos falar do efeito estufa Mas quem é esse vilão que nos apavora? O efeito estufa

Leia mais

Disciplina: Introdução à Engenharia Ambiental. 6 - Poluição do Ar. Professor Sandro Donnini Mancini. Setembro, 2015.

Disciplina: Introdução à Engenharia Ambiental. 6 - Poluição do Ar. Professor Sandro Donnini Mancini. Setembro, 2015. Instituto de Ciência e Tecnologia de Sorocaba Disciplina: Introdução à Engenharia Ambiental Graduação em Engenharia Ambiental 6 - Poluição do Ar Professor Sandro Donnini Mancini Setembro, 2015. POLUIÇÃO

Leia mais

Os fenômenos climáticos e a interferência humana

Os fenômenos climáticos e a interferência humana Os fenômenos climáticos e a interferência humana Desde sua origem a Terra sempre sofreu mudanças climáticas. Basta lembrar que o planeta era uma esfera incandescente que foi se resfriando lentamente, e

Leia mais

Gestão de energia: 2008/2009

Gestão de energia: 2008/2009 Gestão de energia: 2008/2009 Aula # T12 Energia e Ambiente Prof. Miguel Águas miguel.aguas@ist.utl.pt Dr. Eng. João Parente Efeito de estufa Aula # T12: Energia e ambiente Slide 2 of 53 Efeito de estufa

Leia mais

1. Evolução da atmosfera

1. Evolução da atmosfera 1. Evolução da atmosfera Breve história O nosso planeta está envolvido por uma camada gasosa atmosfera cuja espessura é de aproximadamente 1110 km (+- 1/5 do raio terrestre). Esta camada gasosa tem várias

Leia mais

Professor: Márcio Luiz

Professor: Márcio Luiz Capítulo 14 Meio Ambiente Global Geografia 1ª Série Conteúdo complementar O Tratado de Kyoto Acordo na Cidade de Kyoto Japão (Dezembro 1997): Redução global de emissões de seis gases do efeito estufa em

Leia mais

o buraco da camada de ozônio sobre a Antártida está lentamente se curando

o buraco da camada de ozônio sobre a Antártida está lentamente se curando CAMADA DE OZÔNIO O ozônio (O 3 ) é produzido pela ação da luz ultravioleta proveniente do Sol sobre o oxigênio (O 2 ) do ar. A camada de ozônio é uma porção da estratosfera situada a cerca de 22 km do

Leia mais

Sequência de Aulas - Ciclos Biogeoquímicos

Sequência de Aulas - Ciclos Biogeoquímicos Sequência de Aulas - Ciclos Biogeoquímicos 1. Nível de Ensino: Ensino Médio 2. Conteúdo Estruturante: Biogeoquímica 2.1 Conteúdo Básico: Matéria, Composição dos elementos químicos. 2.2 Conteúdo Específico:

Leia mais

Aula 24 Poluição. Poluição do ar. Os principais poluentes do ar são: compostos sulfurosos, nitrogenados e monóxido de carbono.

Aula 24 Poluição. Poluição do ar. Os principais poluentes do ar são: compostos sulfurosos, nitrogenados e monóxido de carbono. Aula 24 Poluição A poluição é a alteração do equilíbrio ecológico devido à presença de resíduos em quantidade que o ambiente tem de absorver provocando danos ao seu funcionamento. Os resíduos podem ser

Leia mais

Aula 5 QUÍMICA DA ATMOSFERA - PARTE II. Carlos Alexandre Borges Garcia Elisangela de Andrade Passos

Aula 5 QUÍMICA DA ATMOSFERA - PARTE II. Carlos Alexandre Borges Garcia Elisangela de Andrade Passos Aula 5 QUÍMICA DA ATMOSFERA - PARTE II META Apresentar o efeito estufa; Apresentar o Protocolo de Kyoto; Apresentar a importância da camada de ozônio; Apresentar a amostragem de material particulado; Apresentar

Leia mais

Capítulo 1: Introdução à Química Ambiental 23. Parte I: AR E ENERGIA 37 Capítulo 2: A Química da Estratosfera: A Camada de Ozônio 39

Capítulo 1: Introdução à Química Ambiental 23. Parte I: AR E ENERGIA 37 Capítulo 2: A Química da Estratosfera: A Camada de Ozônio 39 Capítulo 1: Introdução à Química Ambiental 23 A NATUREZA DA QUÍMICA AMBIENTAL E A ORGANIZAÇÃO DESTE LIVRO 24 UM ESTUDO DE CASO: OS PRODUTOS QUÍMICOS TÓXICOS E OS RECÉM-NASCIDOS 25 ABORDAGENS PARA A PREVENÇÃO

Leia mais

INFLUÊNCIA HUMANA SOBRE O MEIO AMBIENTE. Industrialização. habitat e saúde. Preocupação ambiental

INFLUÊNCIA HUMANA SOBRE O MEIO AMBIENTE. Industrialização. habitat e saúde. Preocupação ambiental INFLUÊNCIA HUMANA SOBRE O MEIO AMBIENTE Industrialização Efeitos sobre habitat e saúde Preocupação ambiental POLUIÇÃO Poluente: substância presente em concentrações maiores que as naturais como resultado

Leia mais

Efeitos da poluição do ar sobre as plantas

Efeitos da poluição do ar sobre as plantas Saiba mais Efeitos da poluição do ar sobre as plantas Marcelle Dafré Martinelli A poluição atmosférica é um dos principais problemas ambientais das grandes metrópoles, como a cidade de São Paulo, devido

Leia mais

POLUIÇÃO ATMOSFÉRICA

POLUIÇÃO ATMOSFÉRICA UFPR Ministério da Educação UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ Setor de Ciências da Saúde Departamento de Saude Comunitária POLUIÇÃO ATMOSFÉRICA Profa.Eliane C.Gomes 1- INTRODUÇÃO 1.1-COMPOSIÇÃO DO AR NORMAL

Leia mais

Elementos essenciais a vida: Zn, Mo e o Co. - Água; - Macronutrientes: C, H, O, N e o P mais importantes, mas também S, Cl, K, Na, Ca, Mg e Fe;

Elementos essenciais a vida: Zn, Mo e o Co. - Água; - Macronutrientes: C, H, O, N e o P mais importantes, mas também S, Cl, K, Na, Ca, Mg e Fe; Elementos essenciais a vida: - Água; - Macronutrientes: C, H, O, N e o P mais importantes, mas também S, Cl, K, Na, Ca, Mg e Fe; - Micronutrientes principais: Al, Bo, Cr, Zn, Mo e o Co. Bio organismos

Leia mais

Escola do Campus da Caparica Ano Lectivo 2006/2007 Ciências Naturais 9º Ano. Nome: N.º: Turma:

Escola do Campus da Caparica Ano Lectivo 2006/2007 Ciências Naturais 9º Ano. Nome: N.º: Turma: Escola do Campus da Caparica Ano Lectivo 2006/2007 Ciências Naturais 9º Ano Teste de avaliação = Alterações climáticas Duração 90 min. Nome: N.º: Turma: O teste é constituído por 3 grupos: Grupo I 15 questões

Leia mais

NÚCLEO GERADOR: URBANISMO E MOBILIDADE. Tema: A Agricultura

NÚCLEO GERADOR: URBANISMO E MOBILIDADE. Tema: A Agricultura NÚCLEO GERADOR: URBANISMO E MOBILIDADE Tema: A Agricultura A agricultura Um dos principais problemas da humanidade é conseguir fornecer a todas as pessoas alimentação suficiente e adequada. Crescimento

Leia mais

Principais Problemas Ambientais

Principais Problemas Ambientais Universidade Federal de Juiz de Fora Instituto de Ciências Exatas Departamento de Química Química Ambiental (2017/2) Química Atmosférica (Parte 2) Principais Problemas Ambientais Felipe Dias dos Reis Principais

Leia mais

Módulo 1 A Ciência da Mudança do Clima

Módulo 1 A Ciência da Mudança do Clima Módulo 1 A Ciência da Mudança do Clima Gás Porcentagem Partes por Milhão Nitrogênio 78,08 780.000,0 Oxigênio 20,95 209.460,0 Argônio 0,93 9.340,0 Dióxido de carbono 0,0379 379,0 Neônio 0,0018 18,0 Hélio

Leia mais

O OZONO NA ATMOSFERA. Maria do Anjo Albuquerque

O OZONO NA ATMOSFERA. Maria do Anjo Albuquerque O OZONO NA ATMOSFERA O buraco na camada de ozono é a região sobre Antárctica com um total de 220 ou menos unidades de Dobson A imagem mostra o buraco em outubro de 2004. Imagem obtida pelo satélite Aura

Leia mais

Química da atmosfera Atmosfera: a vida no planeta

Química da atmosfera Atmosfera: a vida no planeta Atmosfera: a vida no planeta Arnaldo Alves Cardoso Este documento tem nível de compartilhamento de acordo com a licença 2.5 do Creative Commons. http://creativecommons.org.br http://creativecommons.org/licenses/by/2.5/br/

Leia mais

Funções da Atmosfera. pág Q

Funções da Atmosfera. pág Q A Atmosfera A atmosfera é a mistura de gases que envolve a Terra; O seu limite situa-se a cerca de 1000 Km acima do nível do mar, mas 99% da massa que constitui a atmosfera localiza-se a menos de 40 km

Leia mais

QUÍMICA DA ATMOSFERA: CONSTITUINTES NATURAIS, POLUENTES E SUAS REAÇÕES

QUÍMICA DA ATMOSFERA: CONSTITUINTES NATURAIS, POLUENTES E SUAS REAÇÕES QUÍMICA DA ATMOSFERA: CONSTITUINTES NATURAIS, POLUENTES E SUAS REAÇÕES Waldir Nagel Schirmer* 1, Henrique de Melo Lisboa 2 1- Universidade Estadual do Centro-oeste, Departamento de Engenharia Ambiental,Campus

Leia mais

A ATMOSFERA TERRESTRE: COMPOSIÇÃO E ESTRUTURA

A ATMOSFERA TERRESTRE: COMPOSIÇÃO E ESTRUTURA CADERNO DE FÍSICA DA UEFS 05 (01 e 02): 21-40, 2007 A ATMOSFERA TERRESTRE: COMPOSIÇÃO E ESTRUTURA Anderson Alberto C. Dias Fundação José Carvalho; Rod BA 093 n o s/n km 42, 48120-000, Pojuca, BA, Brasil

Leia mais

Aula 16 DESEQUILÍBRIO ECOLÓGICO

Aula 16 DESEQUILÍBRIO ECOLÓGICO Aula 16 DESEQUILÍBRIO ECOLÓGICO DESEQUILÍBRIO ECOLÓGICO I Ocorre de maneira natural; Atividade humana; Década de 1970 preocupação com a biodiversidade e poluição; Esforço global... Substituir civilização

Leia mais

AULA PRÁTICA DE SALA DE AULA FQA - Espécies maioritárias e vestigiais 10º ANO 8 fev. 2013

AULA PRÁTICA DE SALA DE AULA FQA - Espécies maioritárias e vestigiais 10º ANO 8 fev. 2013 AULA PRÁTICA DE SALA DE AULA FQA - Espécies maioritárias e vestigiais 10º ANO 8 fev. 2013 / Nome: nº 1. Atualmente, a troposfera é constituída por espécies maioritárias, como o azoto, N 2, o oxigénio,

Leia mais

Universidade Federal de Goiás Instituto de Ciências Biológicas Dep. Ecologia Prof. Adriano S. Melo asm.adrimelo no gmail.com Ecologia de Ecossistemas

Universidade Federal de Goiás Instituto de Ciências Biológicas Dep. Ecologia Prof. Adriano S. Melo asm.adrimelo no gmail.com Ecologia de Ecossistemas Universidade Federal de Goiás Instituto de Ciências Biológicas Dep. Ecologia Prof. Adriano S. Melo asm.adrimelo no gmail.com Ecologia de Ecossistemas www.ecoevol.ufg.br/adrimelo/ecossistemas Aula 9: Poluição

Leia mais

Ciclos Biogeoquímicos. Prof. Maximiliano Segala Prof. Antônio Ruas Saneamento Básico e Saúde Pública

Ciclos Biogeoquímicos. Prof. Maximiliano Segala Prof. Antônio Ruas Saneamento Básico e Saúde Pública Ciclos Biogeoquímicos Prof. Maximiliano Segala Prof. Antônio Ruas Saneamento Básico e Saúde Pública Introdução Energia solar proporciona condições para síntese de matéria orgânica pelos seres autótrofos

Leia mais

Modelos de Gestão Novas Demandas e Ambientes para o Gestor Contemporâneo

Modelos de Gestão Novas Demandas e Ambientes para o Gestor Contemporâneo Modelos de Gestão Novas Demandas e Ambientes para o Gestor Contemporâneo Modernidade trouxe vantagens e prejuízos Poluição causada pelas organizações afeta diretamente a natureza Criação de Leis para minimizar

Leia mais

MUDANÇAS CLIMÁTICAS E BIODIVERSIDADE

MUDANÇAS CLIMÁTICAS E BIODIVERSIDADE MUDANÇAS CLIMÁTICAS E BIODIVERSIDADE Mudanças Climáticas Temperatura Precipitação Nível do Mar Saúde Agricultura Florestas Recursos Hídricos Áreas Costeiras Espécies e Áreas Naturais Mudanças Climáticas

Leia mais

Ciclos Biogeoquímicos

Ciclos Biogeoquímicos Ciclos Biogeoquímicos Ciclos que envolvem o movimento dos elementos ou compostos essenciais à vida entre o meio biótico e abiótico. Bio: Porque as transformações ocorrem com a participação dos seres vivos.

Leia mais

Emissões Atmosféricas e Mudanças Climáticas

Emissões Atmosféricas e Mudanças Climáticas CONCURSO PETROBRAS TÉCNICO(A) AMBIENTAL JÚNIOR Emissões Atmosféricas e Mudanças Climáticas Questões Resolvidas QUESTÕES RETIRADAS DE PROVAS DA BANCA CESGRANRIO DRAFT Produzido por Exatas Concursos www.exatas.com.br

Leia mais

Prova de Química Resolvida Segunda Etapa Vestibular UFMG 2011 Professor Rondinelle Gomes Pereira

Prova de Química Resolvida Segunda Etapa Vestibular UFMG 2011 Professor Rondinelle Gomes Pereira QUESTÃO 01 Neste quadro, apresentam-se as concentrações aproximadas dos íons mais abundantes em uma amostra de água típica dos oceanos e em uma amostra de água do Mar Morto: 1. Assinalando com um X a quadrícula

Leia mais

Escolas João de Araújo Correia

Escolas João de Araújo Correia Escolas João de Araújo Correia DEPARTAMENTO MATEMÁTICA E CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS Disciplina Física e Química A QUÍMICA MÓDULO INICIAL MATERIAIS: DIVERSIDADE E CONSTITUIÇÃO 10º Ano de escolaridade 2014-2015

Leia mais

CIÊNCIAS PROVA 3º BIMESTRE 9 º ANO

CIÊNCIAS PROVA 3º BIMESTRE 9 º ANO PREFEITURA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO SUBSECRETARIA DE ENSINO COORDENADORIA DE EDUCAÇÃO CIÊNCIAS PROVA 3º BIMESTRE 9 º ANO 2010 QUESTÃO 1 Com a finalidade de diminuir

Leia mais

Química da Atmosfera

Química da Atmosfera Química da Atmosfera Capítulos 1 ao 4 do Colin Baird Capítulo 1 Química Estratosférica: A camada de ozônio Troposfera: *15km altitude *85% da massa H 2 O quantidades variáveis; CO 2 0,04% 1 Regiões da

Leia mais

Química. baseado nos Padrões Curriculares do Estado de São Paulo

Química. baseado nos Padrões Curriculares do Estado de São Paulo Química baseado nos Padrões Curriculares do Estado de São Paulo 1 PROPOSTA CURRICULAR DA DISCIPLINA DE QUÍMICA High School 2 9 th Grade Alguns materiais usados no dia-a-dia: obtenção e usos Transformações

Leia mais

Geografia. Professor: Jonas Rocha

Geografia. Professor: Jonas Rocha Geografia Professor: Jonas Rocha Questões Ambientais Consciência Ambiental Conferências Internacionais Problemas Ambientais Consciência Ambiental Até a década de 1970 o homem acreditava que os recursos

Leia mais

EXERCÍCIOS ON LINE DE CIÊNCIAS - 9 ANO

EXERCÍCIOS ON LINE DE CIÊNCIAS - 9 ANO EXERCÍCIOS ON LINE DE CIÊNCIAS - 9 ANO 1- Com a finalidade de diminuir a dependência de energia elétrica fornecida pelas usinas hidroelétricas no Brasil, têm surgido experiências bem sucedidas no uso de

Leia mais

Química - Profa. GRAÇA PORTO

Química - Profa. GRAÇA PORTO Disciplina: Química Química - Profa. GRAÇA PORTO ESTUDO DAS SUBSTÂNCIAS E MISTURAS Você sabe caracterizar a quanto ao sabor, a cor e ao cheiro? E o sal? Quais são as características do açúcar? Agora, tente

Leia mais

DISCIPLINA: BIOLOGIA PROFª. CRISTINA DE SOUZA 1ª SÉRIE DO ENSINO MÉDIO

DISCIPLINA: BIOLOGIA PROFª. CRISTINA DE SOUZA 1ª SÉRIE DO ENSINO MÉDIO DISCIPLINA: BIOLOGIA PROFª. CRISTINA DE SOUZA 1ª SÉRIE DO ENSINO MÉDIO Ciclo Biogeoquímico 1. É a troca cíclica de elementos químicos que ocorre entre os seres vivos e o ambiente. 2. Todos os elementos

Leia mais

Olimpíadas de Química +

Olimpíadas de Química + Olimpíadas de Química + Duração 1h 30min Semifinal 2016-03-05 Pergunta 1 2 3 4 5 Total Cotação 20 20 20 20 20 100 Classificação Escola Nome Nome Nome Dados: Nota: Apresente todos os cálculos que efetuar

Leia mais

POLUIÇÃO ATMOSFÉRICA. Maria Lúcia Pereira Antunes UNESP Unidade Diferenciada Sorocaba/Iperó. Eng. Ambiental GEA Grupo de Estudo Ambientais

POLUIÇÃO ATMOSFÉRICA. Maria Lúcia Pereira Antunes UNESP Unidade Diferenciada Sorocaba/Iperó. Eng. Ambiental GEA Grupo de Estudo Ambientais POLUIÇÃO ATMOSFÉRICA Maria Lúcia Pereira Antunes UNESP Unidade Diferenciada Sorocaba/Iperó Eng. Ambiental GEA Grupo de Estudo Ambientais O Desenvolvimento de nossa sociedade urbana e industrial, por não

Leia mais

Composição e Estrutura da Atmosfera

Composição e Estrutura da Atmosfera Composição e Estrutura da Atmosfera O meio ambiente global possui 4 domínios: a atmosfera, predominantemente gasosa; a hidrosfera, que engloba a massa líquida planetária; a litosfera, constituída de sua

Leia mais

INTRODUÇÃO EQUIPAMENTOS

INTRODUÇÃO EQUIPAMENTOS INTRODUÇÃO Por iniciativa da Belgo Mineira Participação e da DaimlerChrysler - Juiz de Fora, e sob a interveniência da FEAM-MG, foi assinado termo aditivo com a UFJF, pelo qual as empresas cediam ao Laboratório

Leia mais

PRINCIPAIS POLUENTES DO AR. CO 2 CH 4 NO NO 2 CFCs, HCFCs, HFCs CO SO O 3

PRINCIPAIS POLUENTES DO AR. CO 2 CH 4 NO NO 2 CFCs, HCFCs, HFCs CO SO O 3 PRINCIPAIS POLUENTES DO AR CO 2 CH 4 NO NO 2 CFCs, HCFCs, HFCs CO SO O 3 DIÓXIDO DE CARBONO (CO 2 ) FONTES respiração, decomposição de plantas e animais e queimadas naturais de florestas; queima de combustíveis

Leia mais

Química Orgânica Ambiental

Química Orgânica Ambiental Química Orgânica Ambiental Aula 17 Smog fotoquímico Prof. Dr. Leandro Vinícius Alves Gurgel 1. Introdução A poluição das grandes cidades 300.000 chineses morrem por ano de doenças respiratórias SMOG NO

Leia mais

Fluxo de energia. e Ciclos biogeoquímicos. Profª Reisila Mendes. BIOLOGIA 1ª série

Fluxo de energia. e Ciclos biogeoquímicos. Profª Reisila Mendes. BIOLOGIA 1ª série Fluxo de energia e Ciclos biogeoquímicos BIOLOGIA 1ª série Profª Reisila Mendes Fluxo de energia na cadeia alimentar Fluxo da matéria nos ecossistemas Ciclo da água 1 precipitação 2 infiltração 3 - evapotranspiração

Leia mais

QUÍMICA. Resolução: a) CH 4 b) Ligações de Hidrogênio. c) 3,3 10 16 L

QUÍMICA. Resolução: a) CH 4 b) Ligações de Hidrogênio. c) 3,3 10 16 L QUÍMICA ª QUESTÃO O aquecimento global é o aumento da temperatura terrestre e tem preocupado a comunidade científica cada vez mais. Acredita-se que seja devido ao uso de combustíveis fósseis e outros processos

Leia mais

CENTRO ESTADUAL DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE. BOLETIM INFORMATIVO DO VIGIAR/RS VIGIAR/NVRAnB/DVAS/CEVS/SES-RS (nº 08/2013 de 05/03/2013)

CENTRO ESTADUAL DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE. BOLETIM INFORMATIVO DO VIGIAR/RS VIGIAR/NVRAnB/DVAS/CEVS/SES-RS (nº 08/2013 de 05/03/2013) Objetivo do Boletim CENTRO ESTADUAL DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE BOLETIM INFORMATIVO DO VIGIAR/RS VIGIAR/NVRAnB/DVAS/CEVS/SES-RS (nº 08/2013 de 05/03/2013) Disponibilizar informações do Instituto Nacional de

Leia mais

Unidade 8. Ciclos Biogeoquímicos e Interferências Humanas

Unidade 8. Ciclos Biogeoquímicos e Interferências Humanas Unidade 8 Ciclos Biogeoquímicos e Interferências Humanas Ciclos Biogeoquímicos Os elementos químicos constituem todas as substâncias encontradas em nosso planeta. Existem mais de 100 elementos químicos,

Leia mais

QUANDO FALAMOS EM ATMOSFERA O QUE NOS VÊM À CABEÇA?

QUANDO FALAMOS EM ATMOSFERA O QUE NOS VÊM À CABEÇA? ATMOSFERA Módulo Tecnologia de controle da poluição atmosférica e sonora Prof. Msc. Luiz Rogério Mantelli Novembro de 2012 QUANDO FALAMOS EM ATMOSFERA O QUE NOS VÊM À CABEÇA? 1 Nitrogênio (N 2 ) 780.840

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS- UFG INSTITUTO DE QUÍMICA - IQ QUÍMICA AMBIENTAL. Profa.Dra.Núbia Natália de Brito

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS- UFG INSTITUTO DE QUÍMICA - IQ QUÍMICA AMBIENTAL. Profa.Dra.Núbia Natália de Brito UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS- UFG INSTITUTO DE QUÍMICA - IQ QUÍMICA AMBIENTAL Introdução à Química Ambiental. A Química e à Antroposfera: a química ambiental e à química verde Usina Belo Monte-PA Profa.Dra.Núbia

Leia mais

Capítulo 21 Meio Ambiente Global. Geografia - 1ª Série. O Tratado de Kyoto

Capítulo 21 Meio Ambiente Global. Geografia - 1ª Série. O Tratado de Kyoto Capítulo 21 Meio Ambiente Global Geografia - 1ª Série O Tratado de Kyoto Acordo na Cidade de Kyoto - Japão (Dezembro 1997): Redução global de emissões de 6 Gases do Efeito Estufa em 5,2% no período de

Leia mais

A Biosfera e seus Ecossistemas

A Biosfera e seus Ecossistemas A Biosfera e seus Ecossistemas UNIDADE I ECOLOGIA CAPÍTULO 2 Aula 01 Níveis de organização Hábitat e nicho ecológico Componentes do ecossistema Cadeia e teia alimentar 1. INTRODUÇÃO À ECOLOGIA X Ecologia

Leia mais

IMPERSIL* IMPERMEABILIZANTE DE TECIDOS

IMPERSIL* IMPERMEABILIZANTE DE TECIDOS FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS - FISPQ 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do produto: IMPERSIL* IMPERMEABILIZANTE DE TECIDOS Cod do Produto: 156.0049 Nome da empresa:

Leia mais

Homem x Ambiente. Homem x Água. Preocupação Ambiental. Água no Planeta. Água no Corpo Humano 09/09/2015

Homem x Ambiente. Homem x Água. Preocupação Ambiental. Água no Planeta. Água no Corpo Humano 09/09/2015 09/09/2015 Homem x Ambiente A dicotomia homem homem--natureza é um paradoxo paradoxo.. A hominização do ser humano humano,, nos distanciou dos ciclos naturais em decorrência do crescimento populacional

Leia mais

Controle da Poluição Atmosférica Parte 1

Controle da Poluição Atmosférica Parte 1 CEFET-MG Departamento de Engenharia Ambiental Gestão da Qualidade do Ar Controle da Poluição Atmosférica Parte 1 Prof. Marcos Vinicius Ribeiro Departamento de Engenharia Ambiental CEFET-MG Belo Horizonte,

Leia mais

FILTROS DE TECIDO. Filtro de Mangas Tipo Limpeza por Vibração Mecânica. Filtro de Mangas Tipo Jato Pulsante

FILTROS DE TECIDO. Filtro de Mangas Tipo Limpeza por Vibração Mecânica. Filtro de Mangas Tipo Jato Pulsante FILTROS DE TECIDO Gestão da Qualidade do Ar Filtro de Mangas Tipo Limpeza por Vibração Mecânica Filtro de Mangas Tipo Jato Pulsante FILTROS DE TECIDO A filtragem a seco pode ser considerada a forma mais

Leia mais

Proteção da Camada de Ozônio: Convenção de Viena e Protocolo de Montreal

Proteção da Camada de Ozônio: Convenção de Viena e Protocolo de Montreal Ficha Catalográfica (preparado pelo Setor de Biblioteca da CETESB) S242e São Paulo (Estado). Secretaria de Estado do Meio Ambiente. Entendendo o Meio Ambiente / Coordenador geral [do] Secretário de Estado

Leia mais

Manejo Sustentável da Floresta

Manejo Sustentável da Floresta Manejo Sustentável da Floresta 1) Objetivo Geral Mudança de paradigmas quanto ao uso da madeira da floresta, assim como a percepção dos prejuízos advindos das queimadas e do extrativismo vegetal. 2) Objetivo

Leia mais

7- (PUCCAMP) Examine as equações químicas a seguir: I- 2CrO 4

7- (PUCCAMP) Examine as equações químicas a seguir: I- 2CrO 4 OXIRREDUÇÃO 1- Se X, Y e Q apresentam número de oxidação máximo nas espécies químicas XO 4 2-, MgYO 3 e H 3 QO 4, então pertencem, respectivamente, à família dos: A) Metais Alcalinos, Carbono e Nitrogênio.

Leia mais

Ecologia Geral CICLOS BIOGEOQUÍMICOS

Ecologia Geral CICLOS BIOGEOQUÍMICOS Ecologia Geral CICLOS BIOGEOQUÍMICOS 98-99% dos organismos são constituído por: -Sódio (Na) -Potássio (K) -Magnésio (Mg) -Cloro (Cl) -Carbono (C) -Hidrogênio (H -Nitrogênio (N) -Oxigênio (O) 1-2% restante:

Leia mais

Bruno Maiolli Razera 1 ; Paulo Giovani Basane 2 ; Renan Vinicius Serbay Rodrigues 3 ; José Hilton Bernardino de Araújo

Bruno Maiolli Razera 1 ; Paulo Giovani Basane 2 ; Renan Vinicius Serbay Rodrigues 3 ; José Hilton Bernardino de Araújo DIAGNÓSTICO DAS EMISSÕES ATMOSFÉRICAS DE ORIGEM VEICULAR POR MEIO DE ANALISADOR PORTÁTIL DE GASES NO MUNICÍPIO DE CAMPO MOURÃO-PR E ANÁLISE DOS SEUS EFEITOS NA SAÚDE DA POPULAÇÃO Bruno Maiolli Razera 1

Leia mais

Química de Águas Naturais. -todas as formas de vida existentes no planeta Terra dependem da água;

Química de Águas Naturais. -todas as formas de vida existentes no planeta Terra dependem da água; Química de Águas Naturais todas as formas de vida existentes no planeta Terra dependem da água; a água cobre 70% da superfície do planeta, apenas uma parte dessa quantidade (~2,8%) é água doce sendo que

Leia mais

Classificação das fontes Todos os corpos visíveis são fontes de luz e podem classificar-se em primária ou secundária.

Classificação das fontes Todos os corpos visíveis são fontes de luz e podem classificar-se em primária ou secundária. Luz: é uma onda eletromagnética, que tem comprimento de onda (do espectro visível) na faixa de 400 nm a 700 nm (nm = nanômetros = 10-9 m). Além da luz visível, existem outras onda eletromagnéticas om diferentes

Leia mais

Processos de Produção

Processos de Produção Processos de Produção Processos de Produção PRINCIPAIS ASPECTOS AMBIENTAIS: Emissões atmosféricas Geração de Resíduos Geração de Efluentes Processos de Produção Aspecto Emissões atmosféricas Impacto Poluição

Leia mais

O MUNDO ONDE VIVEMOS!

O MUNDO ONDE VIVEMOS! O MUNDO ONDE VIVEMOS! PLANETA TERRA BIOSFERA (SERES VIVOS) ATMOSFERA (AR) HIDROSFERA (ÁGUA) LITOSFERA (TERRA) AMBIENTE NO SÉC. S XX A TEMPERATURA DA TERRA AUMENTOU MAIS OU MENOS DE 0,6ºC C A 2ºC. 2 AS

Leia mais

ANO LETIVO 2013/2014 PROVAS DE ACESSO AO ENSINO SUPERIOR PARA CANDIDATOS MAIORES DE 23 ANOS EXAME DE QUÍMICA CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS

ANO LETIVO 2013/2014 PROVAS DE ACESSO AO ENSINO SUPERIOR PARA CANDIDATOS MAIORES DE 23 ANOS EXAME DE QUÍMICA CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS ANO LETIVO 2013/2014 PROVAS DE ACESSO AO ENSINO SUPERIOR PARA CANDIDATOS MAIORES DE 23 ANOS EXAME DE QUÍMICA CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 1. MATERIAIS: DIVERSIDADE E CONSTITUIÇÃO 1.1 Materiais 1.1.1 Materiais

Leia mais

Ficha de Informação de Segurança de Produto Químico

Ficha de Informação de Segurança de Produto Químico Ficha de Informação de Segurança de Produto Químico Produto : NO RUST D ( para desenvolvimento de poços) ver.03.07 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Empresa: Clanox Ind. e Comércio de Produtos Químicos

Leia mais

Unidade IV Ser Humano e saúde. Aula 17.1

Unidade IV Ser Humano e saúde. Aula 17.1 Unidade IV Ser Humano e saúde. Aula 17.1 Conteúdo: O efeito estufa. Habilidade: Demonstrar uma postura crítica diante do uso do petróleo. REVISÃO Reações de aldeídos e cetonas. A redução de um composto

Leia mais

Processos bioquímicos Típico perfil de CO 2. Fotossíntese CO 2 (dis) Depth

Processos bioquímicos Típico perfil de CO 2. Fotossíntese CO 2 (dis) Depth Gases reativos Desvios da NAEC (Concentração Normal de Equilíbrio da ATM) A extensão que um gás é não conservativo é refletida no grau de desvio da saturação. % saturação = [A] local x 100 NAEC A [A (l)

Leia mais

FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS - FISPQ

FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS - FISPQ FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS - FISPQ 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do produto: SIL TRADE SILICONE SPRAY Cod do Produto: 156.0003 Nome da empresa: BASTON DO BRASIL

Leia mais

Poluição Atmosférica

Poluição Atmosférica Poluição Atmosférica Introdução A poluição atmosférica refere-se a mudanças da atmosfera susceptíveis de causar impacto a nível ambiental ou de saúde humana, através da contaminação por gases, partículas

Leia mais

Universidade de São Paulo Instituto de Química De São Carlos Programa de Educação Tutorial PET

Universidade de São Paulo Instituto de Química De São Carlos Programa de Educação Tutorial PET Universidade de São Paulo Instituto de Química De São Carlos Programa de Educação Tutorial PET Monografia: Queimadas e suas consequências. Aluno: Daiane Cristina Marqui Tutor: Prof. Dr. Hidetake Imasato

Leia mais

Sinais. O mundo está a mudar

Sinais. O mundo está a mudar Sinais O mundo está a mudar O nosso Planeta está a aquecer, do Pólo Norte ao Polo Sul. Os efeitos do aumento da temperatura estão a acontecer e os sinais estão por todo o lado. O aquecimento não só está

Leia mais

28-02-2015. Sumário. Atmosfera da Terra. Interação Radiação-Matéria 23/02/2015

28-02-2015. Sumário. Atmosfera da Terra. Interação Radiação-Matéria 23/02/2015 Sumário Na : Radiação, Matéria e Estrutura Unidade temática 2. O ozono como filtro protetor da Terra. Formação e decomposição do ozono na atmosfera. Filtros solares. Alternativas aos CFC. Como se mede

Leia mais

ANÁLISE DAS EMISSÕES DE GASES DO EFEITO ESTUFA POR USINAS TERMELÉTRICAS

ANÁLISE DAS EMISSÕES DE GASES DO EFEITO ESTUFA POR USINAS TERMELÉTRICAS SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GIA - 19 16 a 21 Outubro de 25 Curitiba - Paraná GRUPO XI GRUPO DE ESTUDO DE IMPACTOS AMBIENTAIS - GIA ANÁLISE DAS EMISSÕES DE GASES

Leia mais

A atmosfera terrestre, a precipitação e respectivos factores geográficos

A atmosfera terrestre, a precipitação e respectivos factores geográficos A atmosfera terrestre, a precipitação e respectivos factores geográficos 1. Estrutura da atmosfera 1. Estrutura da atmosfera 2. Composição química Dióxido de carbono D i ó x i d o Árgon Outros gases Oxigénio

Leia mais

1. Qual a fórmula do composto formado entre o cálcio, Ca (Z = 20) e o flúor F (Z = 9)?

1. Qual a fórmula do composto formado entre o cálcio, Ca (Z = 20) e o flúor F (Z = 9)? EXERCÍCIOS REVISÃO 1ª série 1. Qual a fórmula do composto formado entre o cálcio, Ca (Z = 20) e o flúor F (Z = 9)? 2. Qual a fórmula do composto formado entre o potássio, K (Z = 19) e o enxofre, S (Z =

Leia mais

Professora Leonilda Brandão da Silva

Professora Leonilda Brandão da Silva COLÉGIO ESTADUAL HELENA KOLODY E.M.P. TERRA BOA - PARANÁ Professora Leonilda Brandão da Silva E-mail: leonildabrandaosilva@gmail.com http://professoraleonilda.wordpress.com/ Capítulo 15 - p. 198 PROBLEMATIZAÇÃO

Leia mais

Processo Seletivo/UFU - Janeiro 2004-2ª Prova Comum - PROVA TIPO 1 QUÍMICA QUESTÃO 32

Processo Seletivo/UFU - Janeiro 2004-2ª Prova Comum - PROVA TIPO 1 QUÍMICA QUESTÃO 32 QUÍMICA QUESTÃO 31 Considerando a Tabela Periódica e as propriedades dos elementos químicos, assinale a alternativa correta A) Um metal é uma substância dúctil e maleável que conduz calor e corrente elétrica

Leia mais

FISPQ FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO NBR 14725 NOME DO PRODUTO: SOLUÇÃO 2 - ORTOTOLIDINA

FISPQ FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO NBR 14725 NOME DO PRODUTO: SOLUÇÃO 2 - ORTOTOLIDINA NOME DO PRODUTO: SOLUÇÃO 2 - ORTOTOLIDINA DATA DA ÚLTIMA REVISÃO: 09/08/2013 1/7 FISPQ NRº. 022 1- IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA. - Nome do Produto: Ortotolidina - Solução - Nome Comercial: Solução

Leia mais

Ciências Humanas e Suas Tecnologias - Geografia Ensino Médio, 1º Ano Fatores climáticos. Prof. Claudimar Fontinele

Ciências Humanas e Suas Tecnologias - Geografia Ensino Médio, 1º Ano Fatores climáticos. Prof. Claudimar Fontinele Ciências Humanas e Suas Tecnologias - Geografia Ensino Médio, 1º Ano Fatores climáticos Prof. Claudimar Fontinele Latitude É a medida em graus de localização em relação à linha do Equador de um ponto dado

Leia mais

FISPQ A - 016 Em conformidade com a NBR 14725:2005 2 ed.

FISPQ A - 016 Em conformidade com a NBR 14725:2005 2 ed. 1 IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do Produto: Aplicação: Limpa Contatos Limpeza de contatos elétricos Fornecedor: Sprayon Química Industrial Ltda - ME - Indústria Brasileira Endereço: Rua Chile

Leia mais

Química Avançada 06 - Soluções

Química Avançada 06 - Soluções Química Avançada 06 - Soluções Nome: Turma: 1) (UFF-adaptada) O ácido nítrico é um importante produto industrial. Um dos processos de obtenção do ácido nítrico é fazer passar amônia e ar, sob pressão,

Leia mais

Química Analítica Ambiental. Aula 5 Química da Atmosfera Parte II

Química Analítica Ambiental. Aula 5 Química da Atmosfera Parte II Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) Instituto de Ciências Exatas Depto. de Química Química Analítica Ambiental Aula 5 Química da Atmosfera Parte II Profa. Lilian Silva Juiz de For a, 2012 Chuva

Leia mais

Jogo: Ciclos Biogeoquímicos

Jogo: Ciclos Biogeoquímicos Jogo: Ciclos Biogeoquímicos Tema: Ciclagem de Nutrientes Autores: Daniele, Paola, Polyana e Sabrina. Público alvo: Sétima série do ensino fundamental. Objetivo: Transmitir os conceitos relacionados ciclos

Leia mais

Professora Sonia. b) 3Ag 2O (s) + 2Al (s) 6Ag (s) + A l 2O 3(s)

Professora Sonia. b) 3Ag 2O (s) + 2Al (s) 6Ag (s) + A l 2O 3(s) ITA 2001 DADOS CONSTANTES Constante de Avogadro = 6,02 x 10 23 mol 1 Constante de Faraday (F) = 9,65 x 10 4 Cmol 1 Volume molar de gás ideal = 22,4L (CNTP) Carga Elementar = 1,602 x 10 19 C Constante dos

Leia mais

BOLETIM INFORMATIVO DO VIGIAR/RS VIGIAR/NVRAnB/DVAS/CEVS/SES-RS (nº 13/2013 de 08/04/2013)

BOLETIM INFORMATIVO DO VIGIAR/RS VIGIAR/NVRAnB/DVAS/CEVS/SES-RS (nº 13/2013 de 08/04/2013) CENTRO ESTADUAL DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE Objetivo do Boletim BOLETIM INFORMATIVO DO VIGIAR/RS VIGIAR/NVRAnB/DVAS/CEVS/SES-RS (nº 13/2013 de 08/04/2013) Disponibilizar informações do Instituto Nacional de

Leia mais

e hexafluoreto de enxofre

e hexafluoreto de enxofre 4. (Mackenzie 05) Os gases do efeito estufa envolvem a Terra e fazem parte da atmosfera. Estes gases absorvem parte da radiação infravermelha refletida pela superfície terrestre, impedindo que a radiação

Leia mais

ESTUDO DO OZÔNIO NA TROPOSFERA DAS CIDADES DO INTERIOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: SOROCABA E SÃO JOSÉ DOS CAMPOS

ESTUDO DO OZÔNIO NA TROPOSFERA DAS CIDADES DO INTERIOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: SOROCABA E SÃO JOSÉ DOS CAMPOS ESTUDO DO OZÔNIO NA TROPOSFERA DAS CIDADES DO INTERIOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: SOROCABA E SÃO JOSÉ DOS CAMPOS Thalita Rangueri de Barros 1, Maria Lucia Pereira Antunes 1 ¹ UNESP Campus Experimental Sorocaba

Leia mais

Tempo & Clima. podendo variar durante o mesmo dia. é o estudo médio do tempo, onde se refere. às características do

Tempo & Clima. podendo variar durante o mesmo dia. é o estudo médio do tempo, onde se refere. às características do Definição A é uma ciência de pesquisa meteorológica e geográfica dedicada ao estudo do clima em seus vários aspectos. Ela investiga as causas e as relações físicas entre os diferentes fenômenos climáticos

Leia mais