Coaching chega à escola

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1 PUBLICAÇÃO MENSAL DO SINDICATO DOS ESTABELECIMENTOS DE ENSINO NO ESTADO DE SÃO PAULO ANO 14 -Nº JANEIRO DE 2011 Coaching chega à escola Popular nos esportes e no mundo corporativo, este treinamento agora pode ser aplicado nas escolas Dengue Com a chegada do verão aumenta a incidência de casos no Brasil. Veja como se prevenir

2 DIRETORIA Presidente Benjamin Ribeiro da Silva Colégio Albert Einstein 1º Vice-presidente José Augusto de Mattos Lourenço Colégio São João Gualberto 2º Vice-presidente Waldman Biolcati Curso Cidade de Araçatuba 1º Tesoureiro José Antonio Figueiredo Antiório Colégio Padre Anchieta 2º Tesoureiro Antonio Batista Grosso Colégio Átomo 1º Secretário Itamar Heráclio Góes Silva Educ Empreendimentos Educacionais 2º Secretário Antonio Francisco dos Santos Idéia Jovem S/C LTDA ABCDMR Diretora - Oswana M. F. Fameli (11) Índice PUBLICAÇÃO MENSAL DO SINDICATO DOS ESTABELECIMENTOS DE ENSINO NO ESTADO DE SÃO PAULO Araçatuba Diretor - Waldman Biolcati (18) Bauru Diretor - Gerson Trevizani (14) Campinas Diretor - Antonio F. dos Santos (19) Marília Diretor - Luiz Carlos Lopes (14) Ribeirão Preto Diretor - João A. A. Velloso (16) Osasco Diretor - José Antonio F. Antiório (11) Presidente Prudente Diretor - Antonio Batista Grosso (18) Santos Diretor - Ermenegildo P. Miranda (13) São José dos Campos Diretora - Maria Helena Baeza (12) São José do Rio Preto Diretor - Antonio Carlos Tozzo (17) Editor Adhemar Oricchio - MTB Repórteres Paula Hernandes - MTB Edercino Tolentino - MTB Assessoria de Imprensa e Produção Editorial Adhemar Oricchio Paula Hernandes Edercino Tolentino Colaboradores Antonio Higa Carlos Alberto Nonino Jocelin de Oliveira José Maria Tomazela José Rodrigues Ana Paula Saab Clemente de Sousa Lemes Ulisses de Souza Ivaci de Oliveira Av. Dr. Altino Arantes, nº São Paulo - SP CEP Telefone: (11) Coaching na escola integra direção, professores e alunos 4 Ações educativas de prevenção à Dengue 8 Uso das informações contábeis no processo de gestão empresarial 14 Direito de imagem X dano moral 18 SIEEESP e Vem Ser promovem capacitação em inclusão 20 Abrindo as portas para Inclusão 22 Inclusão, ainda um desafio 23 Projeto permite dedução integral do IR de gastos com educação 24 As metas da Educação 28 Cartilha mostra o uso seguro da internet 30 Cuidados com a Saúde na Escola 36 Ciclo da sobrevivência no trânsito 37 A escola e as redes sociais 38 Vale a pena ser uma Escola legal 40 Editorial Um ano de mudanças Iniciamos o ano de 2011 com mudanças na área política. Foi eleita a sra. Dilma Rousseff para a Presidência da República e com ela renova-se a esperança de melhores dias para o povo brasileiro. Já no final de 2010 falava-se em mudanças com relação à economia brasileira, com recomendações de aperto geral para equilibrar as finanças do país. Muitas obras do Plano de Aceleração do Crescimento devem ser paralisadas; outras deverão ter seu ritmo afrouxado. Mas, nós, da escola particular, esperamos que essas perspectivas não nos atinjam de frente, pois já sofremos com a excessiva carga tributaria que agrava nossa receita em mais de 46%. Além dos impostos abusivos, enfrentamos uma inadimplência que no ano passado atingiu a média de 10%, e uma certa incompreensão por parte dos formuladores da política educacional brasileira. Como exemplo podemos citar a recente Conferência Nacional de Educação que traçou os rumos do segmento para os próximos dez anos e, apesar dos avanços da escola particular, não nos deram a chance de participar e opinar, de dar a nossa contribuição para a melhoria do ensino no Brasil. Chegamos a elaborar um projeto com as propostas do setor privado de educação, mas, infelizmente, não fomos ouvidos, não tivemos voz nem vez. Não esmorecemos, continuaremos tentando. Começamos um novo ano, mais um governo, com duração de oito anos, passou e as prometidas reformas política, econômica, previdenciária e, principalmente, a tributária, não saíram do papel, nem mesmo das discussões. Isso acaba penalizando expressivos setores da sociedade brasileira e, com certeza, o setor da educação particular. No ano de 2010, tanto quanto nos anos anteriores, mantivemos nossa vigília nos gabinetes parlamentares de Brasília, bem como no Ministério da Educação na esperança de trazer melhores dias para o ensino brasileiro. Além da parte política, continuamos mantendo uma forte atuação na sede em São Paulo e nas regionais do Sieeesp em todo o estado de São Paulo. Os cursos de atualização e capacitação têm recebido cada vez mais professores e pessoal administrativo e já iniciamos os preparativos para a realização do XV Congresso e Feira de Educação Saber, que acontece entre os dias 8 e 10 de setembro. É um evento que se consolidou e faz parte do calendário educacional do país, ocasião em que reúne milhares de educadores e que este ano tem como tema Escola de sucesso, educação de qualidade: o Saber rumo a uma gestão de excelência. O Departamentos Jurídico está à inteira disposição dos mantenedores para dirimir dúvidas e prestar ajuda. São milhares de consultas durante o ano, sem contar a publicação do Manual de Orientação Jurídica, com pareceres e matérias de relevante importância para os educadores. Editamos e publicamos, via , quinzenalmente, o Boletim Jurídico com todas as novidades do setor. Ainda em 2010, editamos e distribuímos a Convenção Coletiva, assinada entre o Sieeesp e os sindicatos das categorias profissionais. O Departamento Pedagógico, além das consultas diárias, via telefone ou , também está à inteira disposição dos mantenedores. Não paramos por ai, queremos prestar cada vez mais serviços aos nossos associados e já no mês de maio empreenderemos a 13ª viagem de estudos ao exterior. Desta vez vamos visitar a Dinamarca e a Holanda para conhecer os sistemas de ensino daqueles países. Estamos à sua inteira disposição. Visite o nosso Sindicato. *Benjamin Ribeiro da Silva Presidente do SIEEESP 2 3

3 Treinamento Coaching na escola integra direção, professores e alunos Ferramentas deixam de ser exclusivas de atletas e executivos e ganham espaço em outras áreas Paula Hernandes Momentos de mudança geram expectativas com relação ao futuro, ao mesmo tempo em que vem a insegurança quanto ao que não se pode prever. Para auxiliar quem está em situações de transição, existe o coach, profissional que desenvolve em parceria com seu cliente (coachee) um processo de planejamento e alcance de metas, denominado coaching. O trabalho do coach é relativamente recente no Brasil, tendo início na área esportiva, com foco no desempenho dos atletas para depois se popularizar na área empresarial, auxiliando executivos a atingir suas metas, redirecionar suas carreiras ou mesmo definir seu rumo após a aposentadoria. Mas o coaching vem ganhando novos espaços de atuação com profissionais direcionando suas atenções para ambientes como a escola, num trabalho que inclui não só a equipe administrativa ou os professores, como também os alunos e até a família. Variantes do termo A palavra coach tem origem inglesa assume diversos significados no inglês britânico ou no americano. Como substantivo, designa carruagem, veículo que transporta as pessoas de um lugar para outro. Designa também ônibus de viagem, no inglês britânico. Quando usada como verbo, a palavra coach torna-se treinador e também o indivíduo que ministra aulas particulares. Com uma busca no dicionário é possível encontrar palavras e definições que caracterizem o trabalho do coach, associadas a treinamento pessoal e profissional. Por volta de 1950, o termo coaching começou a ser usado como uma espécie de tutoria, uma pessoa que ajudava um jovem na escolha da profissão, na escolha de valores, diz a pedagoga, coach e especialista em Recursos Humanos, Suely Novoa. Como funciona O profissional auxilia o cliente a atingir metas de curto, médio ou longo prazo, conforme a necessidade. São feitas sessões nas quais coach e cliente discutem abertamente e trabalham para que essas metas sejam atingidas dentro dos prazos propostos. Para um objetivo específico de curto prazo, levam-se em média de oito a doze sessões de aproximadamente 50 minutos ou 1h, mas pode acontecer de o coachee atingir o objetivo em mais ou menos tempo, diz Suely Novoa. Ela explica que para os casos de objetivos de longo prazo há a necessidade de um período maior de processo, o cliente passa por etapas definidas pelos objetivos intermediários para que se descubra o que gera motivação e persistência. O coach não traz as respostas prontas, muito pelo contrário, é através de questionamentos que ele trabalha o aprender a aprender em seu coachee. Coaching X Psicoterapia Mas se é um trabalho realizado por sessões, nas quais o profissional auxilia seu cliente a buscar caminhos por meio de perguntas e não respostas prontas, não seria o coaching similar à terapia? A resposta é não. A diferença é que, enquanto a terapia vai trabalhar o passado, o coaching trabalha do momento presente em direção ao futuro. É como se você estivesse de frente ao problema, mas não consegue enxergá-lo. É preciso estar disposto a melhorar, porque é um trabalho de parceria e nessa relação, o coach ajuda o cliente a aprender, em vez de ensinar algo. O foco do trabalho é sempre em resultados, explica a neuroeducadora e coach Janete Zalcsztajn. Tipos de coaching O trabalho do coach, antes associado aos esportes, ganhou espaço em diversas áreas, com públicos de perfis distintos. As habilidades são as mesmas, mas as técnicas dependerão do foco de cada cliente, do grupo. Se o grupo visar questões emocionais, o profissional usará um tipo de técnica, se for com o objetivo de administrar o tempo, as técnicas são outras, conta Suely Novoa, que enumera algumas áreas de atuação para o trabalho, como coaching de vida, no qual são trabalhados aspectos pessoais, profissionais, saúde e relacionamentos. Há também o coaching executivo, voltado para pessoas com alto poder de decisão nas empresas em que trabalham; o coaching empresarial que trabalhará as relações entre colegas dentro de uma organização, ou mesmo treinará a diretoria da empresa para que o trabalho esteja em consonância com a missão e os valores organizacionais. O coaching de carreira auxilia na definição ou no redirecionamento da vida profissional, o coaching de talentos, como o nome diz, auxilia na descoberta dos talentos inatos e na forma de trabalhá- -los para favorecer a vida do cliente, o coaching para docentes, que conta com ferramentas específicas para a melhoria das práticas do professor em sala de aula, o coaching cognitivo, que trabalhará a capacidade de aprendizado, tornando o cliente consciente do processo de pensamento nesse caso, o coachee é levado a desempenhar um comportamento da forma antiga e da forma nova comparando-os para a percepção da mudança há também o coaching de família, voltado a fortalecer a relação entre pais e filhos e entre o casal, de maneira a minimizar os impactos de uma rotina profissional corrida no cotidiano familiar. O coaching na educação De maneira geral, o processo de coaching visa a fazer com que as pessoas consigam equilibrar a vida profissional, pessoal, familiar e afetiva possibilitando a melhoria da qualidade de vida. Segundo a assessora educacional e coach de família Tânia Queiroz, o bem-estar da família é fundamental para o sucesso profissional. Hoje, pelo fato de o pai e a mãe trabalharem fora para sustentar a família, o tempo dedicado para a educação dos filhos diminuiu e com isso as crianças assumem o controle das relações familiares, gerando nos adultos um sentimento Treinamento de frustração, tristeza e dúvidas sobre como lidar e educar os filhos, numa relação de qualidade, afirma. O desequilíbrio nas relações entre professores, alunos e pais levou a neuroeducadora Janete Zalcsztajn a pesquisar sobre como o coach de família poderia levar a aproximação da escola aos pais de forma a minimizar conflitos e auxiliar no desempenho dos alunos. A pesquisa O coaching como ferramenta de integração da família e da escola surgiu da percepção de que os pais atribuem cada vez mais a responsabilidade da educação de seus filhos à escola. A família não sabe até onde pode chegar com a sua educação para que a escola dê continuidade e, para que essa parceria seja bem- -sucedida, a única maneira seria com a ferramenta coaching, diz. Neste caso, a escola assumiria seu papel 4 5

4 Treinamento de empresa, contrataria o serviço de coaching para atuar como uma espécie de mediador auxiliando alguns pais e funcionários a redefinirem seus papeis. Os pais teriam mais tranqüilidade e poderiam ter a certeza de que podem ser parceiros sabendo até onde vai o seu papel de pai e a partir de que ponto é papel da escola. Eles [os pais] não deixariam de dar educação, diz Janete, que pretende transformar o seu trabalho em livro e sugere, junto com Suely a inserção do profissional dentro das instituições de ensino, no auxílio a professores, pais e alunos que estejam com algum problema. A escola é um ambiente amplo para a aplicação do coaching. Por ser uma empresa, é possível desenvolver um trabalho empresarial (diretoria e demais funcionários). No caso do mantenedor, é indicado um coaching executivo, porque ele pode ter dificuldades em resolver problemas, tomar decisões, ou ter algum problema com a equipe, diz Suely. No caso dos professores, pode ser feito um trabalho em grupo (duplas ou trios) no qual os docentes discutiriam as aulas, a metodologia ou mesmo alguns aspectos emocionais para que possam estar cada vez melhores para os seus alunos. Para os alunos, pode- -se trabalhar a orientação vocacional, a autoconsciência com a tomada de decisões, a administração do tempo e também a parte de relacionamento, foco e concentração, conta Suely. Outro aspecto trabalhado com o cliente é a metacognição, o aprender a aprender. As habilidades do coaching são as mesmas, mas as técnicas dependerão do foco de cada cliente, do grupo. Se o grupo visar questões emocionais, o coach usará um tipo de técnica, se for com o objetivo de administrar o tempo, usará outras, explica Suely Novoa. Uma das vantagens do trabalho com os professores é que eles podem aplicar as técnicas aprendidas na sala de aula. Um dos objetivos do trabalho é tornar o docente autônomo para que ele consiga trabalhar para que haja uma harmonia no grupo, diz Janete Zalcsztajn. Após o profissional passar pelo processo é importante que ele faça o autocoaching e, ao fazer uso das técnicas para si, ele pode aplicá- -las para as pessoas que necessitem, completa Suely. Trabalho individual ou em grupo Em geral, quando a empresa contrata os serviços de um coach, seus líderes perceberam a necessidade de um trabalho que faça com que a equipe fique em sinergia e que problemas de relacionamento, por exemplo, podem afetar o desempenho de todos. O coaching individual pode ser contratado pela empresa para um determinado funcionário, com o objetivo de melhorar sua performance, prepará-lo para a aposentadoria, entre outros objetivos, ou pelo próprio funcionário que se sentir defasado em algum aspecto de sua vida profissional ou mesmo pessoal. Valores O processo é realizado em sessões e os valores variam, mas a média para um pacote de oito a 12 sessões, para um objetivo curto é de R$ 150 a R$ 200 por sessão. Resultados O trabalho depende da determinação do cliente, pois ele precisa estar aberto a mudanças. Com isso, os objetivos são mais facilmente atingidos. Tive o caso de uma headhunter que me procurou, porque, apesar de ganhar muito dinheiro, ela estava muito infeliz e não queria mais aquele tipo de trabalho. Então, nós buscamos com o coaching uma reorientação de carreira e hoje ela faz uma direção de um MBA aqui no Brasil de uma instituição americana com a metade do que ela ganhava, mas está muito feliz agora. Neste caso, ela queria buscar algo, mas não sabia para onde ia e o trabalho de coaching fez a orientação, conta Suely. Janete conta que o coaching a ajudou a descobrir novos talentos durante o curso. fiz meu mapa de talentos e descobri novas linhas para o meu trabalho em educação. Foi tudo planejado dentro de metas, que eu tive que cumprir num prazo de cinco dias. O coaching fez uma grande mudança na minha vida, porque eu não sabia que poderia acrescentar novas áreas no meu trabalho, diz. A Editora CPV tem o Sistema de Ensino que se encaixa perfeitamente ao perfil de sua Escola. Conheça alguns diferenciais CPV: Projeto Pedagógico Integrado Material para o Novo ENEM Projeto Cultural (Literário, Cinema, Visitas) Suporte imediato Material de Apoio Portal CPV na Internet Exercícios Regionais Capa Personalizada p r o j e t o Mandarim O MANDARIM DEIXOU DE SER A LÍNGUA DO FUTURO PARA SE TORNAR UMA NECESSIDADE DO PRESENTE PREPARE SEUS ALUNOS PARA ESSA NOVA REALIDADE IMPLEMENTE O IDIOMA CHINÊS NO SEU COLÉGIO ATRAVÉS DO PROJETO MANDARIM NA ESCOLA ENTRE EM CONTATO COM NOSSO CONSULTOR PEDAGÓGICO E AGENDE UMA VISITA tel.: NOVO ENSINO MÉDIO: Coleção agora totalmente colorida, contextualizada e interdisciplinar, articula as 4 áreas do conhecimento propostas pelo INEP, permitindo o desenvolvimento dos 5 eixos cognitivos e de suas respectivas competências e habilidades. NOVO ENEM: intensifi que ainda mais o preparo de seus alunos adotando essa Coleção Especial. 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5 Saúde Ações educativas de prevenção à Dengue *Dr. Marun David Cury A - Relativas ao mosquito transmissor: Volta às aulas! As escolas não podem ter criadouros de mosquito. Faça uma avaliação geral e elimine os focos. Fique alerta para uma ameaça que está cada dia mais próximo Um dos criadouros mais comuns do mosquito Aedes aegypti é o pratinho do vaso de planta. Você sabia que a água que sai do vaso é aquela que a planta não precisa? Para o mosquito da dengue não existe fronteiras. Qualquer objeto que acumule água pode tornar-se um criadouro do mosquito. Não deixe o mosquito fazer pousada em sua casa! Um dos vilões da dengue é o recipiente inservível. O lixo deve ser colocado no lixo! Pratique esta ideia! Toda vez que chover, lembre- -se de verificar o seu quintal. Algum recipiente está com água? Se tiver utilidade, esvazie e mantenha seco. Se não tiver utilidade, elimine-o! B - Relativas à doença: Antes de viajar feche a porta de sua casa para a dengue, eliminando todo recipiente com água parada! Ao retornar de sua viagem, fique atento aos sinais e sintomas: pode ser dengue! Não deixe a dengue estragar sua festa! Divulgue a população os sinais e sintomas da doença. Estimule a procura do serviço de saúde. Estimule a divulgação dos sinais de alerta para dengue grave e a importância da procura imediata do serviço de atendimento. Os sinais de alerta para dengue grave são: dor abdominal, vômitos persistente, hemorragias importantes, agitação e/ ou letargia, diminuição diurese, temperatura e desconforto respiratório. Divulgue os sinais e sintomas da dengue. Estimule cada munícipe a procurar um serviço de saúde quando sentir os primeiros sintomas da doença e não esqueça que a hidratação constante pode salvar vidas! C - Relativas à população: Convoque a participação de cada cidadão nas ações de controle. Faça de cada munícipe, um agente de saúde que mantenha o ambiente doméstico seguro e saudável. Promova uma grande campanha de redução e eliminação de potenciais criadouros do mosquito Aedes aegypti. A participação da população, de forma ativa e permanente, é um dos eixos de um efetivo programa de controle da dengue. Em novembro de 2010 foi iniciada uma grande mobilização social no Estado de São Paulo para o descarte adequado do lixo. Vamos planejar esta campanha em conjunto. Pense como você poderá contribuir! Faça sugestões! A soma de esforços possibilita bons resultados! Não deixe de participar. D O que é a Dengue? A dengue é uma doença infecciosa por um vírus que pode ser de quatro sorotipos diferentes: DEN-1, DEN-2, DEN-3 e DEN-4. Nos países tropicais, a dengue é um sério problema de saúde pública, pois as condições do meio ambiente favorecem o desenvolvimento e a proliferação do Aedes aegypti, principal mosquito transmissor dessa doença. E Onde Existe a Dengue? A doença existe no Sudeste Asiático, na África e nas Américas. F Como a Dengue é transmitida? A dengue é transmitida por um vetor (agente transmissor da Imagem :Lukemaciel.com 8 9

6 Saúde doença), no caso por um mosquito. No Brasil, o principal vetor é o mosquito da espécie Aedes aegypti. Ele não é, porém, o único vetor da dengue: o mosquito Aedes Albopictus, apesar de não ter participaçãoi na epidemia aqui no Brasil, também pode ser agente transmissor da d objetos. A diferença doença. Na Ásia, ele é um vetor comprovado. A transmissão se dá pela picada e um mosquito Aedes aegypti que ficou infectado porque picou uma pessoa doente. Esse mosquito infectado, picando uma pessoa sadia, passa o vírus da dengue e esta pessoa fica doente. Não há transmissão pelo contato, diretor de uma pessoa doente para uma pessoa sadia. Também não há transmissão pela água, por alimentos ou por quaisquer objetos. A dengue também não é transmitida de um mosquito para outro. G Quais os hábitos do Aedes aegypti e por que é importante conhecê-los? É importante conhecer os hábitos do mosquito para melhor combatê-lo. O Aedes aegypti é uma espécie doméstica que nasce e se reproduz em água parada, de preferência em recipientes como latas, pneus, vasos etc, dentro ou perto das habitações humanas. É encontrado também em ocos de árvores, desde que estejam próximos das casas. Dificilmente é encontrado a mais de 100 metros das residências. A fêmea para por seus ovos é atraída principalmente por recipientes com boca larga, que estejam em locais sombreados. As temperaturas mais altas também estimulam a postura dos ovos. A fêmea deposita e fixa seus ovos nas bordas dos recipientes. H Quais as melhores estratégias para prevenir, controlar e se possível erradicar a dengue? Antes de mais nada é importante nos lembrarmos de que o combate à dengue é uma responsabilidade dos governos, sejas eles da esfera federal, estadual ou municipal. O governo deve ter o controle da situação, isto é, deve possuir um sistema de vigilância que mantenha permanentemente a par de como está a doença na população. Ele deve saber quantos casos existem, onde estes casos se localizam, qual a forma da doença e o tipo que está em circulação. Ao mesmo te mpo que controla a doença, precisa estabelecer mecanismos de ataque ao vetor, especialmente visando o combate aos ovos e larvas, seja elimi9nando- -os, seja impedindo o seu surgimento. A coletividade deve participar das atividades que visem o combate à dengue, pois só a atuação conjunta do governo e da população levarão ao controle da dengue. Dr. Marun David Cury Telefone (11) Clínica Santa Isabella

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8 Gestão Uso das informações contábeis no processo de gestão empresarial * Vanderlei Machado a) poderá comprovar em juízo fatos cuja prova dependam de perícia contábil; b) terá facilidade de acesso as linhas de crédito; c) poderá compensar prejuízos fiscais acumulados e diminuir sua carga tributária; d) terá maior controle fiscal, tributário, econômico e financeiro; e) poderá distribuir lucros aos sócios em montante superior ao lucro presumido; f) avaliação adequada do melhor enquadramento tributário; g) confere maior credibilidade frente a credores, possíveis compradores ou investidores. Inicialmente, é oportuno mencionar que a escrituração contábil mercantil de qualquer empresa, independentemente do que dispõe a legislação fiscal ou tributária, é obrigatória, ficando dispensado apenas o pequeno empresário, ou seja, o empresário individual caracterizado como microempresa que aufira receita bruta anual de até R$ ,00 (trinta e seis mil reais). Às vezes nos deparamos com algumas instituições de ensino que adotam a escrituração do livro caixa com base no que dispõe a legislação tributária. Cabe observar, neste caso, que a referida dispensa diz respeito somente às questões tributárias, não fazendo disto uma regra e tão pouco revogando as demais legislações que disciplinam a obrigatoriedade de escrituração contábil mercantil. A contabilidade ainda é vista, por muitos, como um sistema meramente para cumprir obrigações fiscais e tributárias, o que não é adequado, sendo salutar entender como sendo um instrumento gerencial com enfoque no planejamento, execução e controle, auxiliando no processo de gestão para tomada de decisão. A velocidade das mudanças, impostas por um mercado cada vez mais competitivo, assim bem como, pelas diversas legislações em vigor que compõe o emaranhado sistema tributário nacional, proporcionaram alterações significativas no processo de gestão empresarial. A informação é determinante para que a organização sobreviva ao mercado globalizado, devendo necessariamente ser precisas, preferencialmente de forma antecipada, de tal forma que proporcione ao gestor tomar decisões adequadas com vistas a melhorar o desempenho da empresa. Nesse sentido, as informações constantes nas demonstrações e relatórios contábeis são indispensáveis para a gestão empresarial, pois, vão muito além de um simples calculo de tributo. A organização empresarial que mantém escrituração contábil mercantil e faz uso adequado das informações constantes nas demonstrações e relatórios contábeis, dispõe de diversas vantagens competitivas: Ademais, a análise das demonstrações e relatórios contábeis permite identificar fatores positivos ou negativos sobre a saúde financeira e administrativa das empresas, o desempenho, a eficiência na utilização de recursos, tendências e expectativas, causas de alterações da rentabilidade, entre outras. Destarte que, as respectivas análises são revestidas de metodologias próprias, a partir das quais se extraem as informações desejadas. A seguir, relacionamos algumas técnicas utilizadas no processo em comento: a) Análise de Liquidez: evidencia a capacidade de pagamento da empresa, ou seja, a capacidade de empresa de liquidar os seus compromissos financeiros; b) Capital de Giro Líquido: representa os valores aplicados no Ativo Circulante menos os recursos que têm origem de terceiros, a curto prazo; c) Margem Líquida: indica quanto representa, em percentual, o Lucro Líquido depois de deduzidos o Imposto de Renda e a Contribuição Social comparado à Receita Líquida do período; 14 15

9 Gestão d) Margem de Lucro Operacional: evidencia o retorno sobre a receita operacional, isto é, não considera as receitas eventuais da empresa, bem como o lucro não operacional; considera apenas o lucro e a receita operacionais. e) Análise Horizontal: o objetivo principal é de sinalizar as tendências através da comparação entre os valores de uma determinada conta ou grupos de contas, em diferentes exercícios sociais, apontando o comportamento dos itens do Balanço Patrimonial e da Demonstração do Resultado do Exercício. f) Análise Vertical: tem por finalidade avaliar a evolução no tempo de certos itens através de um processo comparativo, expresso em percentagem, que, no Balanço Patrimonial, apresenta a evolução dos grupos e con- tas do Ativo em relação ao Ativo Total e dos grupos do Passivo em relação ao Passivo Total. Na Demonstração do Resultado do Exercício, por exemplo, a análise vertical compara, percentualmente, tendo como referência o valor das receitas brutas, etc. A política econômica e financeira de uma organização empresarial reflete diretamente nas demonstrações contábeis, e através da análise destas podem-se conhecer alguns de seus objetivos, possibilitando ter uma visão de suas limitações e potencialidades. Enfim, a escrituração contábil é obrigatória e indispensável para o processo de gestão empresarial, o que sugere maior proximidade dos gestores aos dados e informações constantes nas demonstrações e relatórios. * Vanderlei Ferreira Machado é contador, auditor, consultor, pós-graduado em Administração Financeira e Direito Educacional, especialista em planejamento tributário e gerente executivo da Meira Fernandes Consultoria, empresa especializada em serviços exclusivos para estabelecimentos particulares de ensino

10 Jurídico Jurídico Direito de imagem X dano moral Josiane Siqueira Mesndes Temos visto inúmeras ações, propostas perante o Poder Judiciário, requerendo indenização por dano moral. Pede-se dano moral ou material em razão de imagem utilizada sem autorização da pessoa nos diversos meios de comunicação; em razão de interposição de ação judicial; por acidentes que causem prejuízos a outrem; por inscrição indevida do nome da pessoa nos órgãos de proteção ao crédito; por extravio de objetos pessoais, enfim, o leque das ações de indenização é grande. Mas, a questão é a seguinte: realmente essas indenizações são devidas em qualquer situação? E como tem o Poder Judiciário se posicionado diante desses pedidos? Obviamente, cada caso é um caso e os mesmos devem ser analisados individualmente. No caso específico dos estabelecimentos de ensino, temos por força legal, que esses são responsáveis, independentemente de culpa ou não, pelos fatos ocorridos aos seus alunos dentro dos seus estabelecimentos. Além disso, responde também pelas faltas cometidas pelos seus empregados. Ocorre que não é qualquer situação que acarreta a responsabilidade e por conseqüência o dever de indenizar. O direito à imagem é um dos direitos de personalidade alçados a nível constitucional e, como tal, está assegurado no artigo 5º da Constituição Federal, no inciso X, no rol das cláusulas pétreas e que trata de sua inviolabilidade e assegura a indenização em caso de violação: Art. 5º. Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes: (...) X - são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação. Conclui-se, portanto, que, para imputar o dever de indenizar danos morais decorrentes da utilização indevida da imagem, é necessário analisar as circunstâncias particulares em que ocorreu a captação da imagem para verificar a existência de componente psicológico que evidencie o sofrimento a que foi submetida à vítima. Dano moral pode ser conceituado como... a lesão de bem integrante da personalidade, tal como a honra, a liberdade, a saúde, a integridade psicológica, causando dor, sofrimento, tristeza, vexame e humilhação à vítima. (Sérgio Cavalieri Filho in Programa de Responsabilidade Civil, 2ª Edição, Malheiros Editores, p.78). Seguindo esse entendimento, a lesão caracterizadora do dano moral deve estar revestida de sentimentos de tamanha gravidade, que possam interferir no comportamento e no bem estar psíquicos da pessoa. Ou seja, é imprescindível que o fato em si, tenha causado prejuízo de tamanha monta que afete a pessoa humana. Como bem analisou o autor acima no mesmo livro de sua autoria,...mero dissabor, aborrecimento, mágoa, irritação ou sensibilidade exacerbada estão fora da órbita do dano moral, porquanto, além de fazerem parte da normalidade do nosso dia a dia, no trabalho, no trânsito, entre amigos e até no ambiente familiar, tais situações não são intensas e duradouras, a ponto de romper o equilíbrio psicológico do indivíduo. Se assim, não se entender, acabaremos por banalizar o dano moral, ensejando ações judiciais em busca de indenizações pelos mais triviais aborrecimentos. Assim, uma foto tirada de um empregado e colocada no site da escola, por si só não acarretará uma indenização. Há de observar em que situações essa foto foi tirada, se houve autorização do empregado; se houve prejuízo; se a imagem do empregado foi abalada, se ele sofreu perseguições e prejuízos em razão disso, se a imagem tinha finalidades obscuras, se foi mal utilizada, enfim, há necessidade de uma análise mais apurada do caso concreto. Porém, não obstante esse entendimento, para evitar ou minimizar os riscos é prudente que haja autorização expressa da pessoa, mas não se esquecendo das demais observações quanto a eventuais prejuízos causados ao mesmo. No caso dos alunos, considerando que são menores é indispensável a autorização dos pais e mais do nunca deve o estabelecimento de ensino cercar-se de todos os cuidados para que a imagem da criança e do adolescente não seja maculada. Josiane Siqueira Mendes Advogada do SIEEESP 18 19

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