EDUCAÇÃO AMBIENTAL. 5 de Junho comemora-se o Dia do Meio Ambiente, criado em 1972 durante uma conferência

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1 1 ANO 6 N 37 PUBLICAÇÃO MENSAL DA COOPERATIVA CASTROLANDA JUNHO 2009 vem aí! 11 a 15 de agosto Parque de Exposições Dario Macedo - Castro/PR EDUCAÇÃO AMBIENTAL marca Semana do Meio Ambiente na Castrolanda Pinheiro do Paraná - Nome científico: Araucaria angustifolia 5 de Junho comemora-se o Dia do Meio Ambiente, criado em 1972 durante uma conferência da ONU. 113 países e 250 organizações nãogovernamentais se reuniram para discutir a degradação ambiental, os riscos para a sobrevivência do homem e a diversidade biológica, que deveria ser preservada. Sustentabilidade é o equilíbrio entre as atividades humanas e os recursos disponíveis na natureza, entre o que se gasta e o que se repõe. Gestão ambiental diz respeito à administração pelo governo, do uso dos recursos ambientais, por meio de ações ou medidas econômicas, investimentos e providências institucionais e jurídicas, com a finalidade de manter ou recuperar a qualidade do meio ambiente. Fonte: GAZETA DO POVO - Meio Ambiente SEMINÁRIO: Evento de Pós-Colheita e Grãos Armazenados reuniu mais de mil pessoas P. 5 LEITE: Setor registra 10% de aumento de preço e alerta: é hora de cautela! P. 9 VIDA PROFISSIONAL: Acompanhe a entrevista com o novo coordenador da Unidade de Curiúva P. 10 e 11

2 2 Geral Diretor Presidente Frans Borg Diretor Vice-Presidente Richard Hendrik Borg Diretor Secretário José Hilton Prata Ribeiro Conselhereiros Hans Jan Groenwold Willem Berend Bouwman Armando Rabbers Cláudio Henrique Kugler Conselho Fiscal Jan Ate de Jager Elizete Telles Petter Henk Boele Kassies Alexander A. Mittelstedt Mark Allen Harvey Rudolfo Ernesto Bosmuller Comitê de Agricultores Jean Leonard Bouwman Frederik de Jager Luiz Fernando Tonon Maurício Barkema Eltje Jan Hendrik E. Groenwold Peter Greidanus Comitê de Bovinocultores Sandro Aurélio Hey Jan Loman Luiz Carlos Prestes Junior Jeferson Napoli Armando de Paula Carvalho Filho Roberto Meindert Borg Comitê de Suinocultores Armando Rabbers Elizete Telles Petter Leonard Loman José Carlos Sandrini Rudolfo Ernesto Bosmuller Roelof Rabbers 58 Comitê de Bataticultores Jan Ate de Jager Jean Leonard Bouwman Bernard David van de Riet Gerentes de Negócios Popke Ferdinand van der Vinne Gerente Geral Marco Antonio Prado Gerente Corporativo Mauro Cesar de Faria Gerente Unidade - Carnes Marcio Copacheski Gerente Unidade - Agrícola Henrique Costales Junqueira Gerente Unidade - Leite Cleudiney Iank Gerente Unidade - Batatas Edmilton Aguiar Lemos Gerente Unidade Industrial Impressão Kugler Artes Gráficas Diagramação Amauri Castro Jornalista Responsável Leila Gomes - MTB 6584 EDITORIAL Programa de Garantia de Renda e Emprego O produtor rural brasileiro não tem a disposição um programa de garantia de renda e emprego que lhe permita superar períodos de crise. A segurança ao produtor somente será garantida quando forem estabelecidas políticas que neutralizam os riscos de produção e de preços através de seguro rural efetivo e uma política de garantia de preços que garanta efetivamente a renda do produtor. A Ocepar está trabalhando junto ao Governo Federal, para buscar a viabilidade deste programa. A proposta de criação de um programa de garantia de renda para o produtor consiste em promover adequações na sistemática de intervenção do governo no financiamento da produção, garantia de preços mínimos e na proteção ao produtor através do seguro rural efetivo. Soluções que deixariam o Governo ter que acudir todo ano algumas regiões ou em caso de preço baixo todas as regiões. O produtor produziria com mais segurança e renda. Com este programa o produtor teria maior facilidade no crédito de custeio, já que a forma reduz o risco ao sistema financeiro, pois se propõem a vinculação à operação do custeio de: seguro rural, contratos de opção de compra do governo e adesão ao Fundo de Proteção ao crédito rural. Para operacionalizar o programa, no momento da contratação de crédito de custeio pelo produtor rural, este contrata o seguro rural a uma taxa a ser definida e podendo utilizar-se da subvenção do governo ao prêmio e compra de contratos de opção de venda a preço de exercício definido pelo Governo, concomitantemente o Fundo de Proteção ao crédito rural seria outra garantia adicional do produtor junto ao Banco. O conjunto desses fatores teria o efeito de diminuir o risco da operação de custeio para o agente financeiro, em contrapartida haverá diminuição dos custos de operações e necessidade de menores aportes de recursos por parte do Governo, pois, o risco de inadimplência ficaria reduzido. Para reduzir outros custos no crédito rural, se propõe um sistema de planejamento agropecuário do País, definindo diretrizes em longo prazo (5 anos) substituindo o modelo atual de plano de safra anual, revisar a legislação de crédito rural, criando um sistema de contratação plurianual e para diversas culturas, através de limites de crédito rotativo automático, bem menos burocrático com menos custos. Frans Borg Diretor Presidente RESGATE HISTÓRICO Como tudo começou Era 21 de dezembro de 1953 quando chegamos com o 5º grupo em Paranaguá. Pertenciam a este 5º grupo a família de Boer, a família Loman, o padeiro Morsink e Anne Marie, Piet e Lina Barkema, Cent e Sijke Gorter, e a família Nienhuis, que depois de uma semana já voltou e nós com a nossa família. A nossa primeira impressão foi apenas razoável. Mulheres estavam debruçadas nas janelas, crianças andavam seminuas e descalças: coisas assim não víamos na Holanda. No fim da tarde fomos de trem rumo a Castrolanda, Riek Salomons veio nos buscar. Ele era na verdade a única pessoa que conhecíamos da Holanda. Estávamos naturalmente curiosos em conhecer o futuro país e perguntamos: E Rieks, como é que lhe parece aqui no Brasil? Ele, com cara de quem alguém não muito contente, disse: Nós vamos ficar mansos aqui...! E nós pensávamos: Bem, estes fazendeiros da terra boa da província de Drente,e nós vamos conseguir. O trem era movido a lenha e não andava muito rápido. De vez em quando pulavam moleques dos vagões, corriam na frente do trem e quando se cansavam, subiam novamente nos estribos para descansar um pouco. Foi, portanto, no dia seguinte que chegamos na estação de Castro. Lá andavam cabras, galinhas, e um porco caipira, todos soltos, imaginem isto, nós vindo da bonita ferroviária de Meppel! Pouco tempo depois chegaram caminhões para nos buscar junto com as malas e toda a bagagem. Quanta poeira... Não se podia nem enxergar os automóveis. No centro fomos cordialmente recebidos, deram-nos as boas-vindas e barracão grande, lugar onde atualmente mora Lucas Leffers. Naquele barracão já estavam morando as famílias Berend Bouwman, irmão Ap e Lini Pot, e agora nós nos juntamos a eles. E lá estávamos nós em Castrolanda, pessoas de várias regiões da Holanda: das províncias de Groningen, Frísia, Drente, Overijssel e mais algumas pessoas de outras províncias, todas com seus costumes diferentes, precisando se adaptar uns aos outros, e todos numa mesma colônia. *Acompanhe um pouco mais desta história na próxima edição do Castrolanda Notícias. *Informações extraídas do livro Castrolanda 50 Anos: , de A. H.L. Kiers-Pot NOVOS ASSOCIADOS MATRÍCULA NOME DO ASSOCIADO ATIVIDADE PRINCIPAL 1774 ILZE MARIA FITTKAU HAASJES AGRÍCOLA 1775 MANUELLE FITTKAU HAASJES AGRÍCOLA Tiragem 1200 exemplares Periodicidade: Mensal Contato: Fone: (42) Contato Comercial: Agromídia (11) Guerreiro Agromarketing: (44) *É permitida a reprodução desde que citada a fonte. Escreva para a Redação Envie seus comentários e opiniões sobre as reportagens publicadas para Estátua do Lançador, monumento de Porto Alegre ENQUETE Qual é a melhor e mais bonita região do Brasil? Os internautas do site da Castrolanda elegeram a região sul como melhor e mais bonita região do Brasil. Veja a opinião dos visitantes do site da Castrolanda! REGIÃO NORTE 2,5% REGIÃO SUL 73% REGIÃO NORDESTE 14% REGIÃO CENTRO OESTE 3,5% REGIÃO SUDESTE 7%

3 Corporativo 3 ECONOMIA: Sicredi realiza Esint na Castrolanda O Sicredi realizou na Castrolanda o 4º Encontro Sicredi de Integração Temática (Esint), na quinta-feira (21) de abril, no Memorial da Imigração Holandesa. Mais de 400 pessoas participaram do evento que trouxe Victoria Werneck, consultora-sênior para Economia Estratégia ad Icatu Hartford Seguros. COOPERATIVISMO Na última edição você acompanhou alguns dos princípios que nortearam a forma de atuação dos pioneiros de Rochdale. Veja agora o restante dos que ainda hoje mantém os alicerces de todas as cooperativas do mundo. Cristian Christóforo Lauro Osmar Scheneider (presidente da SICREDI Campos Gerais PR, Frans Borg (presidente da Castrolanda) e Manfred A. Dasenbrock (presidente da SICREDI Central PR e Participações S/A). 4º PRINCÍPIO: Autonomia e independência As cooperativas são organizações autônomas, de ajuda mútua, controladas pelos cooperados. Em caso de firmarem acordos com outras organizações incluindo instituições públicas ou recorrerem a capital externo, devem fazê-lo em condições que assegurem o controle democrático pelos cooperados e matenham a autonomia da sociedade. A Constituição Brasileira promulgada em 1988, em seu Art. 5º, Inc. XVIII reforça este princípio básico do cooperativismo ao disciplinar: a criação de associações e, na forma da lei, a de cooperativas independem de autorização, vedada a interferência estatal em seu funcionamento. 5º PRINCÍPIO: Educação, formação e informação As cooperativas promove a educação e a formação de seus cooperados, dos representantes eleitos, dos gerentes e de seus funcionários, de forma que estes possam contribuir eficazmente para o desenvolvimento da cooperativa. Divulgam os princípios do cooperativismo, e informam a natureza e dos benefícios da cooperação para o público em geral, particularmente para os jovens e os líderes de opinião. 6º PRINCÍPIO: Intercooperação Para as cooperativas prestarem melhores serviços a seus cooperados e agregarem força ao movimento cooperativo, devem trabalhar em conjunto com as estruturas locais, regionais, nacionais e internacionais. 7º PRINCÍPIO: Interesse pela comunidade As cooperativas trabalham para o desenvolvimento sustentado das suas comunidades através de políticas aprovadas pelos cooperados. Este sétimo princípio foi especialmente instituído pelo Congresso da Aliança Cooperativa Internacional em setembro de Cristian Christóforo Em qualquer parte do mundo, independente dos regimes econômicos e políticos, as cooperativas seguem estes princípios na busca solidária de soluções para problemas comuns das pessoas que as integram. Dirigentes de Cooperativas e líderes de classe fizeram parte da mesa QUEM ESTEVE NA CASTROLANDA Palestrante Victória Werneck Leila Gomes INTERCOOPERAÇÃO: Franceses visitam a Castrolanda Uma comitiva de franceses esteve na Castrolanda, na terça-feira (2/06). Em visita técnica à sede da Cooperativa o grupo veio em busca de informações sobre as principais atividades desenvolvidas pela Cooperativa. As informações foram apresentadas pelo presidente da Cooperativa Castrolanda Frans Borg. Leila Gomes Cristian Christóforo Equipe de colaboradores SICREDI ERRATA Na edição anterior divulgamos a Associação de Moradores da Castrolanda como organizadora da 10ª Oranjefeest. Corrigimos: A Associação Cultural Brasil-Holanda, Escola Holandesa Prins Willem-Alexander, Clube de Castrolanda e Comissão Oranje organizam o evento.

4 4 Corporativo SEGURANÇA NO TRABALHO: Quando o assunto é segurança veja o que Cooperativa tem feito nas suas Unidades POR Luiz Gonzaga Integração segurança na UBL Implantação do diálogo de segurança em Ventania No momento, passado a safra, onde foi desenvolvido um trabalho de segurança de equipe junto com os coordenadores e a CIPA, estamos elaborando um Diagnóstico de Segurança através de dados obtidos nas visitas técnicas que acontecem todas as semanas nas Unidades da Cooperativa. Esse diagnóstico documental e operacional de segurança é uma fotografia no que diz respeito à saúde e segurança do trabalho. Desse diagnóstico surgirão os planos de ações que fazem parte da melhoria contínua de forma corporativa, que significa um padrão de melhoria igual para todas as unidades. Outro assunto importante que também está sendo desenvolvido junto com a CIPA são os mapas de riscos de todas as unidades, sendo que faltam apenas algumas das muitas unidades para elaborarmos o mapa. Também foram elaborados recentemente os mapas de Equipamento de Proteção Individual (EPI) de todas as unidades de processo, que subsidia as áreas a identificarem os tipos, modelos, durabilidades dos EPI s que são utilizados pelos colaboradores de cada área. Porém temos muito trabalho ainda pela frente até o final do ano a respeito de novos programas de segurança a serem implantados, um deles é a revitalização do programa diálogo de segurança. Sipat2009 Colaborador, Semana Interna de Prevenção de Acidente de Trabalho participe da Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho (Sipat 2009) que será realizada de 14 a 17 de julho, no Memorial da Imigração Holandesa. Serão feitos exames laboratoriais, exposições, palestras, campanhas com o objetivo de interagir os colaboradores em atividades de reflexão em prol da saúde e segurança no trabalho. divulgação RECEITA DO MÊS COSTELINHA DE PORCO BRONZEADA Raul Rabbers A foto em destaque é de Raul Rabbers. Ele tirou esta foto das crianças durante as gravações do vídeo institucional da Cooperativa Castrolanda. Se você também tem uma foto interessante e gostaria de publicá-la na seção Foto em Destaque do Castrolanda Notícias, por favor, envie sua foto parao Participe! INGREDIENTES - 2 Kg de costela de porco (cortada em tiras de 10 cm por 5 cm) sem gordura - 2 colheres de sopa de mel - 2 colheres de sopa de shoyu - 2 colheres de sopa de molho inglês - 2 colheres de sobremesa de açúcar mascavo - 1 colher de sobremesa de mostarda g de catchup picante ml de água - 1 colher de chá de molho de pimenta - sal a gosto - gotas de suco de limão Numa tigela coloque a costelinha de porco e tempere com sal a gosto e gotas de suco limão. Reserve por +/- 2 horas. Numa outra tigela faça um molho misturando o mel, o molho shoyo, o molho inglês, o açúcar mascavo, a mostarda, o catchup, a água e o molho de pimenta. Mexa bem e reserve. Num refratário arrume as costelinhas temperadas, com a gordura voltada para cima e jogue o molho reservado (feito acima). Cubra com papel alumínio e leve ao forno por 1 hora a 200º C. Retire o papel alumínio, vire as costelinhas com o osso para cima e asse por mais 1 hora ou até que esteja bem corada. Por Mais Você Rede Globo

5 Negócios Agrícola 5 Seminário de Pós-Colheita e Grãos Armazenados reuniu mais de mil pessoas A Associação Brasileira de Pós-Colheita (Abrapós) realizou em parceria com as Cooperativas Capal, Batavo e Castrolanda o VI Simpósio Paranaense de Pós- Colheita e V Simpósio Internacional de Grãos Armazenados entre os dias 27 a 29 de maio, no Centro de Eventos de Ponta Grossa. Temas como o Agronegócio Brasileiro, Macroeconomina e Perspectivas do Agronegócio no Brasil e no Mundo, Agroenergia, Energia Elétrica (produção, distribuição e consumo), Infra-estrutura e logística na pós-colheita (armazenagem, transporte e portuária), Desenvolvendo Organizações de Alta Performance, Cenário da Produção (concentração de plantio, diferenciação de produtos), Secagem de Grãos (custos e equipamentos de secagem), Certificação de Unidades Armazenadoras de Grãos (operacionalização), Conservação de Grãos e Segurança Alimentar (Manejo de Pragas, Manejo de fungos e micotoxinas, equipamentos e estruturas, Matérias estranhas em produtos derivados de grãos armazenados) foram debatidos durante o evento que reuniu mais de mil pessoas, entre profissionais renomados, de todo o país, ligados ao setor. O objetivo do evento foi promover a discussão em torno da conscientização dos profissionais envolvidos com a pós-colheita de grãos, na busca das especificações desejadas pelo consumidor final dos produtos do campo, seja no mercado interno, seja no mercado externo. Diversas empresas nacionais e estrangeiras que atuam na pós-colheita no território nacional, também participaram do evento. As palestras foram ministradas por especialistas das áreas de produção, armazenagem e comercialização de produtos agrícolas do Brasil e do exterior. Um estande das cooperativas foi montado na entrada principal do evento Luciano Tonon Discussão e conscientização entre diversos profissionais Luciano Tonon Luciano Tonon Apresentação do Grupo Folclórico de Castrolanda fez parte da programação oficial do evento DIA DE CAMPO A Stara realizou um dia de campo na Chácara Horizonte, do Sr. Jan J. de Boer no dia (07/05). Mais de 120 agricultores participaram do evento.

6 6 Institucional Meio Ambiente: Educação Ambiental marca Semana do Meio Ambiente na Castrolanda Cooperativa Castrolanda e Basf apresentam Projeto de Educação Ambiental para mais de crianças Em comemoração a Semana do Meio Ambiente, alunos do ensino médio e fundamental dos municípios de Castro e Piraí do Sul participaram entre os dias 25 de maio e 5 de junho de ações em Educação Ambiental do Programa Mata Viva, uma parceria com a Cooperativa Castrolanda e BASF que levou para as crianças entretenimento e informação sobre responsabilidade socioambiental. As ações do Programa Mata Viva foram realizadas através de espetáculos teatrais e oficinas de arte e reciclagem, com as quais as crianças tiveram noções de educação ambiental de forma lúdica. Os espetáculos foram feitos duas vezes ao dia e cerca de crianças participaram do evento. Para a cooperativa este projeto é de extrema importância, afinal, é uma das formas de alertarmos a comunidade para a necessidade da preservação do meio ambiente, ressaltou Frans Borg, diretor presidente da Castrolanda. Essa iniciativa faz parte do Programa Mata Viva de Adequação e Educação Ambiental do Departamento de Gestão de Clientes da área de Proteção de Cultivos BASF e, conta com o apoio da Fundação Espaço ECO. É de extrema importância para a BASF tornar possível para a comunidade de Castro e da região atendida pela Castrolanda, nossa parceira nesse projeto, a possibilidade de ter acesso à arte e a informação sobre agricultura sustentável, preservação ambiental e utilização racional dos recursos naturais, conceitos fundamentais do Programa Mata Viva, no qual este projeto itinerante está inserido, explicou Vinícius Ferreira Carvalho, coordenador de segurança de produtos e responsabilidade socioambiental de Proteção de Cultivos da BASF. AMBIENTE A tenda utilizada para as apresentações tinha dois ambientes. De um lado foi montado um palco para receber atores e monitores treinados que irão divertir as crianças. O segundo abrigou uma oficina de artes, com instalação de uma árvore e uma cachoeira para as crianças recriarem os biomas brasileiros e os problemas ambientais que ameaçam essas riquezas naturais. Além das apresentações teatrais e das oficinas para as crianças, a tenda foi utilizada para a realização de palestras aos associados da Castrolanda. Dentre os temas apresentados está o Programa de relacionamento com Clientes da BASF - Compromisso Cooperar, que abordará alterações do código florestal e adequação ambiental das propriedades rurais. MATA VIVA O Programa Mata Viva contribui para que a Cooperativa possa oferecer aos seus cooperados informações para praticar em suas propriedades rurais a agricultura sustentável. A Castrolanda já é reconhecida pela produção de diversos cultivos agrícolas e queremos esta mesma excelência ambientalmente. Este projeto da BASF é fundamental para alcançarmos esse objetivo, pois é preciso despertar nas crianças, que são o futuro da nação, a importância e os meios para a preservação ambiental, diz Márcio Copacheski, gerente de negócios agrícola da Castrolanda. O projeto itinerante já reuniu em maio 3 mil crianças em Adamantina/SP, em parceria com a cooperativa Camda - Cooperativa Agrícola Mista de Adamantina. As próximas paradas do ônibus serão nas cidades de Guarapuava e Orlândia, também no Paraná e em Panambí no Rio Grande do Sul. Amauri Castro Amauri Castro Amauri Castro

7 Institucional 7 Ações: Acompanhe o que a Castrolanda tem feito na questão ambiental DIRETRIZES AMBIENTAIS Assegurar o atendimento ao marco legal; Gerenciar seus aspectos ambientais; Manter e melhorar continuamente seu desempenho ambiental; Incentivar a seus cooperados, colaboradores e terceiros ações de regularização e proteção ambiental. Conduzir suas atividades tendo atitude preservacionista, com a finalidade de eliminar ou minimizar os riscos de acidente do trabalho. Procedimentos internos de análises ambientais. é preciso despertar nas crianças, que são o futuro da nação, a importância e os meios para a preservação ambiental Márcio Copacheski ASPECTOS AMBIENTAIS DAS UNIDADES DA COOPERATIVA LICENCIAMENTO AMBIENTAL: Tipo de Licença LO 70% Protocolizado LO 30% OUTORGA DE USO DA ÁGUA: 90% Possui 10% Uso Insignificante CONTROLE DE POLUIÇÃO ATMOSFÉRICA A Cooperativa Castrolanda investe em sistemas de controle de emissões atmosféricas e, não utiliza mata nativa como fonte de energia. Desta maneira, contribui para diminuição de emissões de gases de efeito estufa gerados no consumo de combustíveis não renováveis e evita a degradação de mata nativa, para isso conta com uma área total de 1000 hectares de áreas de reflorestamento próprios a qual sequestra toneladas por ano de CO2. Patricia Lucena Patricia Lucena Profª Marivalde Ventura Carneiro Dobis Escola Mariana Gracez Duarte. Achei muito boa a ainiciativa da Cooperativa Agrpecuária Castrolanda de proporcionar a nossos alunos esse tipo de evento, gostaria de sempre participar eventos assim. E sobre o tema sustentabilidade muito importante, pois ajuda a reforçar de uma maneira diferente a importância de cuidarmos do meio Ambiente. Mariele Carneiro Lourenço e Juli F. Raninho - Alunas da 3º ano da Escola Doutor Lourival Leite de Carvalho. Hoje nós aprendemos muito sobre o meio ambiente, que devemos cuidar da água demorarando menos no banho, não jogar lixo em local errado, sobre os 3 R(s), muito bom. Profª Ana Cristina H. Gehrmann Escola Evangélica de Castrolanda EECC. Achou muito bom o tema sustentabilidade pois, proporcionou a consciência das crianças sobre a preservação do meio ambiente e dos 3 R(s) reduzir, reutilizar e reciclar e não desperdício de água. Parabéns. Patrícia Lucena e Cyrus Daldin A palestra abordou de forma simples, o uso racional dos recursos hídricos focado na nossa região. Uma novidade referente a exigências ambientais será o licenciamento de campo nativo, o que até um mês atrás não existia....e mais na próxima página

8 8 Institucional SISTEMA DE CAPTAÇÃO DE PÓ DOS TÚNEIS, PRÉ E PÓS LIMPEZA DE GRÃOS Emissões atmosféricas. A Cooperativa Castrolanda já investiu até agora cerca de R$ ,00 em equipamentos de controle de material particulado, e tem metas de instalação de novos equipamentos até Também é de grande destaque a política de Controle Periódico de Emissões Atmosféricas, auxiliando no funcionamento adequado das caldeiras, na eficiência da combustão reduzindo assim a emissão de poluentes para a atmosfera. REUTILIZAÇÃO APÓS TRATAMENTO, DA ÁGUA DO CONDENSADO NA USINA DE BENEFICIAMENTO DE LEITE 200M³ DIA Evaporador Tratamento água para reuso de 200 mil litros. PROJETOS DE MECANISMOS DE DESENVOLVIMENTO LIMPO A Cooperativa Castrolanda está produzindo uma média de 10 milhões de sementes de eucalipto por ano para reflorestamentos ASPECTOS AMBIENTAIS DAS UNIDADES DA COOPERATIVA Controle de Poluição das Águas UBF e 22 UBL Invetimentos na ordem de R$ ,00 em estação de tratamento de efluentes com utilização de tecnologia biológica. Hoje os padrões de lançamento de efluentes da Cooperativa Castrolanda estão abaixo dos indices exigidos pela legislação ambiental, evidenciando o compromentimento da Cooperativa com uso dos recursos hídricos. A Castrolanda promove Educação Ambiental baseada na Lei Federal n 9.795/99. Este trabalho está dividido em Educação Ambiental Não Formal e Formal. Na Educação Ambiental Não Formal é trabalhada a sensibilização dos associados quanto a preservação ambiental e divulgação do marco legal ambiental através de informativos e palestras. A Educação Ambiental Formal é realizada auxiliando as escolas da Colônia Castrolanda em eventos ambientais como o dia da árvore. PROJETOS DE MECANISMOS DE DESENVOLVIMENTO LIMPO - MDL Castrolanda assina termo de cooperação com IAP Programa objetiva recompor a mata ciliar dos Campos Gerais Um termo de cooperação entre o Instituto Ambiental do Paraná (IAP), a Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Sema) e a cooperativa Castrolanda, foi firmado na Fundação ABC no dia 25 de setembro de 2008 com o objetivo de recompor a mata ciliar nas propriedades rurais de nossos cooperados. No termo a Castrolanda propõe ao Estado o plantio de 30 mil mudas no ano. A proposta faz parte do Programa Estadual de Mata Ciliar, para o plantio ao longo de todos os rios do estado, 100 bacias hidrográficas com manancial de captação superficial para abastecimento público, margens dos reservatórios de hidroelétricas, unidades de conservação e bacias dos rios que integram os corredores de biodiversidade. OBJETIVOS: Incentivar a inserção de Granjas produtoras de suínos de cooperados em projetos de MDL. Viabilizar economicamente a implantação e operação de sistemas de tratamento de efluentes através de parcerias com empresas e entidades públicas. EDUCAÇÃO AMBIENTAL Todo ano a Cooperativa elege algumas escolas e faz plantio de mudas em Mata Ciliar no dia da árvore, com plantio de 300 mudas por crianças da rede de ensino público de Castro. Semana de Meio Ambiente: A Cooperativa no Dia 03/06, proporcionou aos Cooperados palestra com Engenheiro Cyrus Daldin da Secretaria Estadual de Meio Ambiente a respeito de licenciamentos ambientais, uso de rescursos dos Recursos Hídricos, outorga de uso de água, Bacias Hidrográficas e Preservação ambiental.

9 Negócios Leite 9 APCBRH 5ª EXPOCARAMBEÍ: Mostra de qualidade e melhoramento genético Numa promoção da Prefeitura Municipal de Carambeí e Batavo Cooperativa Agroindustrial, foi realizada no período de 06 a 09 de maio, a 5ª EXPOCARAMBEI. O evento contou com 30 expositores dos municípios de Carambeí, Castro, Arapoti, Imbituva, Lapa e um representante do município de Bagé-RS, levando à pista 173 animais da raça holandesa. O destaque da exposição foi a qualidade dos animais apresentados em pista, mostrando o constante melhoramento e a evolução da genética dos animais, bem como a expressiva participação dos criadores. RESULTADO Foi classificada como Grande Campeã o animal Stella Petras F B I STAR 2047 Criador Cabanha da Maya (foto 49); Reservada Grande Campeã: Horizonte Hana 127 HOY Criador Jan Johannes de Boer; e Terceira Melhor Fêmea: De Jong Mila 17 RUBENS Criador Robert Jan de Jong. Para campeã fêmea jovem o título ficou com o criador de Castrolanda Ubel Borg, com o animal BORG YARITZA LETICIA DURHAM 908 TE. NOBREZA SPIRTE PORONGUEIRO 07, da expositora Regine Hana Noordegraaf levou o título de Grande Campeão Macho. LEILÃO Durante a feira foi realizado o 3º LEILÃO ELI- TE DO HOLANDÊS NO PARANÁ, onde foram comercializados 28 animais, com média geral de R$ ,51. O maior valor de comercialização foi para a Campeã Fêmea Jovem da 5ª EXPOCARAMBEI, o animal BORG YARITZA LETICIA DURHAM 908 TE, arrematado por R$ ,00 pelo criador CABANHA DA MAYA P.A.P., de Bagé-RS. Leite: Setor registra 10% de aumento de preço, mas é hora de cautela! Os produtores de leite do Pool ABC receberam em maio cerca de 10% de aumento no preço do leite. Esta retomada segundo Wolf se deve a queda de produção nacional de leite. O produtor diminuiu a produção e conseqüentemente houve falta de produto o que acarreta no aumento de preço, tanto para o produtor como para o consumidor.o que está acontecendo é uma retomada necessária de valores mesmo que atrasada. Em 2008, neste mesmo período o produtor recebeu em média 7% a mais pelo litro de leite, aponta Rogério Wolf, coordenador de produção leiteira do Castrolanda. De acordo com Wolf desde julho de 2008 o cenário apresentou desestímulo na produção. É impossível almejar aumento de produção ou investimento com um cenário de alto custo de produção e preços baixos de leite. Houve meses em que o produtor pagou para se manter na atividade, analisa De acordo com o Índice de Captação de Leite (ICAP-L) do Cepea, o volume de leite captado em abril foi 2,9% menor que o de março. Se comparado abril deste ano com o mesmo período do ano passado, a diminuição é de 6,2%. De janeiro a abril deste ano, o ICAP-L do Cepea mostra diminuição de 7% em relação ao mesmo período do ano passado. Para o Pool ABC os índices do mês de maio apontam 2% de queda da produção em relação a maio do ano passado. O atraso no plantio das forragens de inverno devido a seca que atingiu a região é um dos fatores desta queda de produção. Para os próximos meses a tendência é de manter uma demanda de leite elevada. Aos poucos as cotações do leite em pó no mercado externo estão dando sinais de alta. No mercado interno não há estoques e a produção está baixa. Porém, o consumidor é o condutor desse processo. Caso haja retração de consumo, mesmo com produção baixa, o preço pode retroceder. Por isso o momento é de cautela, alerta. Wolf ainda comenta a volatilidade do mercado leiteiro. Para ele o leite longa vida, nesse momento, é o segmento que mais demanda por volumes. O leite UHT é muito instável, o que nos traz incertezas quanto à duração dessa fase, finaliza.

10 10 Vida Profissional ENTREVISTA JOSUÉ ALVES DE QUADROS Curiúva mais do que nas demais unidades deve haver um trabalho afinado entre as áreas Josué Alves de Quadros assumiu em janeiro a coordenação da Unidade de Curiúva. Josué é Bacharel em Administração e Pós-Graduado em Finanças e Controladoria pela Uniandrade e em Agronegócios pela UFPR. Atualmente cursa um MBA em, gestão empresarial pelo ISAE/FGV. Acompanhe a entrevista. Castrolanda Notícias: Para iniciar a entrevista, gostaria que você nos apresentasse a Unidade de Curiúva. Josué: A Unidade de Curiúva é a menor filial da Cooperativa Castrolanda, porém é a Unidade que tem o maior giro em volume de recepção com relação a sua capacidade de armazenagem, que é de 4 mil toneladas, sendo que na safra 2007/2008 e 2008/2008 ela recebeu perto de 18 mil toneladas no ano, ou seja, em Curiúva mais do que nas demais unidades, deve haver um trabalho afinado entre as áreas da Coordenação da Unidade, do agrônomo que atende as lavouras e sabe quando cada produtor estará colhendo, da Logística que deve providenciar caminhões para a retirada dos grãos de forma pontual, e do Departamento Comercial que imputa no sistema os contratos de venda ou de transferência de grãos. A Unidade também conta com uma Loja Agropecuária bem diversificada que atende tanto aos cooperados de Curiúva, como terceiros, boa parte do que é comercializado vem direto da Cooperativa Castrolanda em Castro (Loja Agropecuária, Fábrica de Ração e FIA), porém, também efetuamos compras direto de fornecedores terceiros. Em Curiúva existe uma diferença administrativa com relação as demais Unidades da Castrolanda, aqui há um convênio operacional, entre a Castrolanda e a Cooperativa Agropecuária Caetê (COAC), Cooperativa que conta com um número maior que 300 associados e com 10 colaboradores efetivos, a Castrolanda é responsável pela coordenação da unidade, onde disponibiliza linhas de crédito, e investiu desde 2001 em melhorias na capacidade de recepção e secagem, construção de uma nova balança, da atual loja agropecuária (com espaço para armazenamento de rações, sementes e químicos), de um barracão para fertilizantes, uma balança de expedição, etc. Castrolanda Notícias: Você atua como coordenador da Unidade há menos de um ano. Como você avalia este período de trabalho? Josué: Estou em Curiúva desde janeiro desse ano, a minha primeira preocupação quando iniciei os trabalhos, foi preparar a Unidade para o recebimento da safra 2008/2009, onde efetuamos cascalhamento em parte do pátio da Unidade, efetuamos um remanejamento dos equipamentos de recepção com o intuito de viabilizar a capacidade de recebimento de cada equipamento no limite de suas capacidades possíveis. Já construímos um sistema de drenagem pluvial no pátio, caixa de expedição para ensaque de milho, compramos novos computadores, tudo isso com o intuito de fornecer melhores condições de trabalhos aos nossos colaboradores e melhoria ao atendimento dos associados. Outro fator importante que tenho a destacar é o apoio da Diretoria da COAC na minha vinda para Curiúva, antes de aceitar em assumir esse novo desafio, uma das minhas preocupações era como que eu seria recebido, e agora após esses meses, agradeço pelo suporte positivo que a Diretoria da Coac me proporcionou. Castrolanda Notícias: Quais as ações que a Castrolanda vem desenvolvendo em Curiúva que você destaca? Josué: Atualmente queremos expandir a atividade leiteira no município e viabilizar linhas de crédito mais baratas aos associados que trabalharem 100% fidelizados com a COAC, desonerando dessa forma o associado no momento da contratação de custeios. Castrolanda Notícias: Qual é o perfil dos associados ligados a esta Unidade da Castrolanda? Josué: Na pecuária de leite, efetuamos um levantamento recente, onde diagnosticamos um número de 49 associados na atividade, com uma produção diária de litros/dia, com 525 vacas em lactação (de um total de 873 vacas), distribuídas em uma área total de 862 hectares. Na agricultura, são associados que plantam em áreas de 2 até áreas de 250 hectares, neste ano a Castrolanda financiou um número de aproximadamente 60 associados, sendo que o perfil destes associados é: Tamanho Área % De 1 a 50 hectares 82 De 50 a 100 hectares 11 De 100 a 250 hectares 7 Total 100 Antes da atuação da Castrolanda em Curiúva (iniciada em 2001), os cooperados produziam basicamente milho e feijão, não havendo o plantio de soja, nesse ano a área cultivada de soja já correspondeu por quase 50% da área total, milho com 40% e feijão com 10%. Esse percentual de área de soja contribuiu para amenizar as perdas dos produtores com a cultura do milho e do feijão. Atualmente muitos associados estão com suas atividades paralisadas e não estão entregando produção junto à Cooperativa, também existe um grande número de associados que trabalham com a pecuária de corte e cafeicultura. Castrolanda Notícias: Como foi o trabalho de recebimento de cereais nesta safra? Josué: Infelizmente foi tranqüila demais, o município foi assolado por uma forte estiagem, sendo que em algumas regiões tivemos seca de até 50 dias, o que ocasionou fortes perdas em produtividade, para o milho teremos uma quebra em torno de 70% e para a soja algo perto de 20%, se a unidade receber 10 mil toneladas esse ano, será muito, ficaremos longe do volume recebido no ano passado (18 mil toneladas). Sem dúvida alguma, eu gostaria de ter havido filas de caminhões na entrada da unidade, que os produtores tivessem alcançado as produtividades esperadas e que ao final desse ano não houvesse a necessidade de sentarmos com os produtores para renegociarmos as suas contas. Castrolanda Notícias: Leite é o novo investimento da Cooperativa nesta região, como está sendo desenvovido este trabalho? Josué: O leite se caracteriza por ser uma atividade com entrada constante de receita para o produtor, no caso do associado que entrega leite para a Castrolanda, ele recebe quinzenalmente por sua produção. No final do ano passado, a Gerência de Negócios Leite esteve em Curiúva e constatou que alguns produtores estavam insatisfeitos com o andamento de suas atividades, e que era necessário a Castrolanda intervir e reverter esta situação. Estamos desenvolvendo um trabalho gradativo para a expansão da atividade, onde efetuamos um levantamento do perfil da atividade, estamos melhorando nossa assistência técnica aos cooperados COAC, com a criação de um calendário de visitas da Castrovet

11 Porém, os desafios impostos foram muito interessantes em vários aspectos, sendo o principal deles a implantação da cultura e metodologia de trabalho Castrolanda em Curiúva, consoante com as linhas de trabalho desenvolvidas nas demais unidades, metodologias que passam desde a assistência agrícola/pecuária e vão até a liberação de financiamentos e renegociações com associados. 11 em Curiúva, compra de veículo e disponibilização de treinamento ao assistente de pecuária que trabalha na Unidade, fomento da produção com a disponibilização de linhas de crédito, para aquisição de animais, equipamentos de ordenha/resfriadores, plantio de cana, manutenção e formação de pastagens, sendo que todas essas linhas de crédito serão disponibilizadas mediante análise de projeto técnico (evolução do rebanho, planejamento forrageiro, fluxo de caixa projetado, avaliação de infra- estrutura, recomendações técnicas para médio e longo prazo), histórico do cooperado (financeiro e fidelidade), garantias reais, etc, Em conjunto com a Gerência de Negócios-Leite, temos o objetivo de aumentar o uso de áreas na atividade leiteira, o incremento do nº de animais, aumento do percentual de vacas em lactação (de 60 para 83%), aumento de produtividade por animal (de 8,5 l/ dia para 15 l/dia). Castrolanda Notícias: E sobre a Loja Agropecuária? Josué: Com o sucesso do projeto de expansão da atividade leiteira em Curiúva, acreditamos que automaticamente iremos expandir as venda em nossa Loja. Porém, não podemos apenas pensar em alavancar vendas, e que também é necessário escutarmos as necessidades e reivindicações dos cooperados. Na última AGO da COAC, os cooperados reclamaram da falta de alguns produtos, na demora do atendimento, etc. Já tomamos algumas atitudes em parceria com a matriz que diminuíram essas faltas de produtos, já contratamos um estagiário e já compramos mais um computador e mais um caixa para agilizar o atendimento na loja. Castrolanda Notícias: Desafios para a Unidade que você destaca, tanto como coordenador (vida profissional) quanto para a Cooperativa. Josué: Iniciei minhas atividades na Castrolanda na Contabilidade dos Cooperados, onde trabalhei por 6 meses, depois fui transferido para o Departamento Financeiro, onde trabalhei 11 anos e desenvolvi diversas funções, sendo que no inicio de 2008 surgiu uma oportunidade como Coordenador Administrativo na Cadeia Agrícola. Fui pego de surpresa com a proposta da minha ida para Curiúva, pois eu estava iniciando na minha nova função e acreditava que ainda tinha muito a contribuir na Cadeia Agrícola. Porém, os desafios impostos foram muito interessantes em vários aspectos, sendo o principal deles a implantação da cultura e metodologia de trabalho Castrolanda em Curiúva, consoante com as linhas de trabalho desenvolvidas nas demais unidades, metodologias que passam desde a assistência agrícola/pecuária e vão até a liberação de financiamentos e renegociações com associados. No início, tenho certeza que haverá resistências, pois é normal do ser humano ir contra mudanças num primeiro momento, sempre surge a pergunta por que mudar se antes as coisas funcionavam? No caso de Curiúva as gerências notaram a necessidade da mudança na maneira de administrar a unidade, pois a inadimplência aumentou potencialmente nos últimos anos, e isso acendeu uma luz amarela para as gerências e este é um dos motivos da minha vinda para Curiúva. Num médio prazo, acredito que os associados de Curiúva irão descobrir que as mudanças eram necessárias e que não é a toa que a Cooperativa é uma empresa com 58 anos de existência, que ano a ano a Cooperativa cresce de forma sólida, e em conseqüência disso que todo o ano aumenta o nº de cooperados na Castrolanda, ano a ano amplia sua área de atuação e diversifica suas atividades, sempre procurando gerar maior valor aos seus cooperados. Castrolanda Notícias: Para finalizar, o que a Castrolanda representa para a economia de Curiúva? Josué: É de vital importância, pois sem a figura da Castrolanda em Curiúva, muitos produtores não teriam como financiar suas atividades, o que diminuiria as divisas geradas no município, e em conseqüência um grande número de empregos indiretos seriam eliminados. Atualmente a importância da Castrolanda se potencializa no município, pois as grandes forças do município concomitante com a atividade agropecuária são as madeireiras e a produção de eucaliptos para celulose, esses ramos de negócio colocaram o pé no freio em virtude da crise mundial e demitiram centenas de pessoas no município. Nesta safra, contratamos 12 colaboradores temporários, e todos tiveram ótimo desempenho em suas atividades, agora se pode imaginar a reação de cada um deles no momento da dispensa ao final da safra, onde eles sabem da situação atual do município e sabem que terão de voltar a buscar uma nova colocação profissional, muitas vezes apelando ao mercado informal.

12 12 Negócios Agrícola AGRICULTURA: Paraná subsidia seguro para o trigo POR OCEPAR O Governo do Paraná promoveu na manhã da terça-feira (02/06), o lançamento do projeto de lei que autoriza o Estado a subvencionar o prêmio do seguro para a agricultura, começando pela lavoura de trigo. Foi durante a Escola de Governo, com a presença de várias lideranças representativas da cadeia produtiva. O secretário da Agricultura, Valter Bianchini, entregou o projeto ao líder de governo na Assembléia Legislativa, Luiz Cláudio Romanelli, que se comprometeu a viabilizar a aprovação do documento ainda este mês. Segundo Bianchini, a subvenção será de 15% sobre o prêmio do seguro rural na safra, complementando a subvenção de 70% já concedida pelo governo federal. Para os agricultores que aderirem ao Programa de Irrigação Noturna (PIN), o governo vai conceder mais 15% totalizando o prêmio do seguro rural pago pelo produtor, explicou o secretário. Objetivo - Ainda de acordo com Bianchini, a iniciativa tem como objetivo fornecer cobertura de perdas das lavouras, em caso de intempéries climáticas como geada ou seca, por exemplo, proporcionar maior estabilidade financeira ao produtor, reduzir riscos e melhorar a qualidade do trigo cultivado no Estado. Queremos incentivar, juntamente com as cooperativas e indústrias, o cultivo de variedades para o trigo melhorador, que já corresponde a 80% da produção paranaense, afirmou o secretário. Bianchini ressaltou também que os preços mínimos pagos pelo trigo da classe melhorador são mais atrativos. Enquanto o preço mínimo da classe melhorador é de R$ 555,00 a tonelada, a da classe pão, que é intermediária, é de R$ 530,00, e a da classe brando R$ 441,00. Nesta safra, o Paraná deverá cultivar 1 milhão 170 mil hectares de trigo e produzir 3 milhões e 100 mil toneladas do cereal, o que corresponderá a 55% da safra nacional. Acesso - Para ter acesso ao subsídio ao prêmio do seguro do trigo, o agricultor deverá cultivar o cereal de acordo com as recomendações do zoneamento agrícola, possuir a subvenção por parte do governo federal e estar adimplente. Queremos implantar o projeto ainda nessa safra. Dessa forma, o Paraná dá um passo importante na nossa agricultura, afirmou Bianchini. Na semana passada, o secretário esteve na sede da Ocepar, em Curitiba, para convidar as lideranças do setor cooperativista a participar do lançamento do projeto nesta terçafeira e para solicitar o apoio das cooperativas para a aprovação do projeto na Assembléia Legislativa. O seguro é uma política importante, além do preço, variedades, e de uma série de outras questões. É mais uma medida importante que o Paraná está tomando para que continue sendo referência na agricultura e referência na produção de trigo, já que somos o principal produtor nacional. Mais de 50% é produzido aqui e as cooperativas tem mais de 80% de presença nessa cultura, disse o secretário. Ocepar - O superintendente adjunto do Sistema Ocepar, Nelson Costa, o assessor da diretoria, Wilson Thiesen, e o diretor da Ocepar e presidente da Cooperativa Castrolanda, Frans Borg, representaram a instituição na Escola de Governo desta terça-feira. Em seu pronunciamento, Thiesen lembrou que o Paraná já chegou a produzir 80% do trigo nacional. Estávamos bem perto de cobrir o consumo, que era de 7,5 milhões de toneladas. Mas nós regredimos. Hoje, o consumo de trigo no país chega a 10,5 milhões de toneladas, sendo que a produção nacional atinge 6 milhões de toneladas. Temos necessidade de retomar a produção, ressaltou o assessor da diretoria da Ocepar. De acordo com Thiesen, o projeto de subvenção do seguro do trigo tem amplo alcance. É importante porque vai beneficiar o produtor e o próprio consumidor, pois é uma medida que pode promover a segurança alimentar, com maior constância de oferta. Também vai contribuir para retomar com mais vigor a economia dos pequenos municípios. O estado vai ganhar com maior geração de emprego e renda e o Brasil poderá alcançar a autossuficiência e deixar de importar o cereal, disse ainda. Sem sombra de dúvida, o melhor instrumento de política agrícola é o seguro, pois viabiliza a agricultura, acrescentou. Outras lideranças - O presidente da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep) considerou o lançamento do projeto como momento histórico. É uma medida que vai incentivar o agricultor a investir, sem depender muito dos bancos, e dará garantia de renda na questão do trigo, afirmou. Já o representante do Sindicato das Indústrias Moageiras, Roland Guth, disse que a indútria será muito beneficiada. O produtor de trigo tendo o respaldo do seguro, pode aplicar toda a tecnologia e investir na lavoura e nós, que já temos uma excelente matéria-prima, teremos um trigo ainda melhor e a indústria vai se beneficiar diretamente com isso. É algo inédito no Paraná e uma grande iniciativa do governo. CURTAS: PREÇOS DOS FERTILIZANTES Existem muito poucas perspectivas de os preços dos fertilizantes baixarem mais nesta safra. Essa foi a informação passada por produtores de matérias primas aos cooperativistas da Fecoagro e da Coonagro que se encontram na Rússia. Em todas as visitas efetuadas aos fabricantes, a impressão transmitida foi a mesma. O que tinha que cair, já caiu e nem mesmo a uréia que é regulada pelo petróleo deverá regredir, porque está com preços abaixo do custo histórico de produção. (Fecoagro) CNA RECOMENDA CAUTELA AOS AGRICULTORES Manter uma safra conservadora, essa é a recomendação da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) devido a crise econômica mundial. De acordo com a presidente da entidade, senadora Kátia Abreu (DEM-TO), a orientação para os agricultores é que não aumentem a área plantada durante o período de crise econômica. Isso significa não especular, arriscar. Nós estamos ainda em uma grave crise, nesses casos é preciso manter ou reduzir, disse. (Folha de Londrina) ENQUETE AGROLEITE O que você quer ver no Agroleite 2009? Palestras Técnicas está sendo a opção mais votada pelos internautas do site do Agroleite Palestras Técnicas Roteiros para visitas técnicas nas propriedades da Castrolanda Dinâmicas de Máquinas Palestras sobre Mercado Agropecuário Atrações Culturais 16.35% 10.48% 12.58% 31.66% 28.93%

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