Documento de referência sobre as Melhores Técnicas Disponíveis na Indústria Cerâmica

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1 COMISSÃO EUROPEIA DIRECÇÃO-GERAL JRC CENTRO DE INVESTIGAÇÃO CONJUNTA Instituto de Estudos de Tecnologia Prospectiva Prevenção e controlo integrados da poluição Documento de referência Disponíveis na Indústria Cerâmica Dezembro de 2006

2 Prevenção e controlo integrados da poluição Documento de referência Disponíveis na Indústria Cerâmica Dezembro de 2006 Prevenção e Controlo Integrados da Poluição Documento de Referência Disponíveis na Indústria Manufactureira Cerâmica

3 2 COMISSÃO EUROPEIA DIRECÇÃO-GERAL JRC CENTRO DE INVESTIGAÇÃO CONJUNTA Instituto de Estudos de Tecnologia Prospectiva Este documento pertence a uma série de documentos previstos de acordo com a lista abaixo (à data da redacção deste, nem todos os documentos tinham sido finalizados): Código LCP REF I&S FMP NFM SF STM CL GLS CER LVOC OFC POL CAK LVIC-AAF LVIC-S SIC CWW WT WI MTWR PP TXT TAN SA FDM ILF STS CV ESB MON ECM ENE Documento de Referência Disponíveis Grandes Instalações de Combustão Refinarias de Petróleo e Gás Produção de Ferro e Aço Indústria de Processamento de Metais Ferrosos Indústria dos Metais não Ferrosos Indústria das Forjas e Fundições Tratamento de Superfície de Metais e Plásticos Indústria de Produção de Cimento e Cal Indústria do Vidro Indústria Manufactureira Cerâmica Indústria de Compostos Orgânicos em Grande Tonelagem Fabrico de Compostos de Química Orgânica Fina Produção de Polímeros Indústria do Cloro e Álcalis Fabrico de Compostos Inorgânicos em Grandes Tonelagens Amónia, Ácidos e Fertilizantes Fabrico de Compostos Inorgânicos em Grandes Tonelagens Sólidos e Outros Química Inorgânica de Especialidades Sistemas de Tratamento/Gestão de Águas e Gases Residuais na Indústria Química Indústria de Tratamento de Resíduos Incineração de resíduos Gestão de Resíduos e Estéreis da Actividade Mineira Indústria da Pasta e do Papel Indústria Têxtil Curtimento de Couros e Peles Matadouros e Indústria de Transformação de Subprodutos de Origem Animal Processamento de Alimentos, Bebidas e Leite Criação Intensiva de Aves de Capoeira e Suínos Tratamento de Superfícies com Solventes Orgânicos Sistemas de Refrigeração Industrial Emissões Resultantes de Armazenamento Documento de referência... Princípios Gerais de Vigilância Aspectos Económicos e de Efeitos Conjugados Técnicas de Eficiência Energética

4 Prevenção e Controlo Integrados da Poluição Documento de Referência Disponíveis na Indústria Manufactureira Cerâmica

5 COMISSÃO EUROPEIA DIRECÇÃO-GERAL JRC CENTRO DE INVESTIGAÇÃO CONJUNTA Instituto de Estudos de Tecnologia Prospectiva

6 RESUMO Prevenção e Controlo Integrados da Poluição Documento de Referência Disponíveis na Indústria Manufactureira Cerâmica A apresentação da versão em português do documento MTD (Melhores Tecnologias Disponíveis), é um importante instrumento de trabalho que agora pomos à disposição dos Empresários e Quadros Técnicos das Empresas do Sector de Cerâmica, com vista à viabilidade comercial das empresas que o constituem. Diremos mesmo que se trata de um documento elementar a essa viabilidade, já que nele se contém as tecnologias, os processos e os métodos de referência para que o nível desejado de sustentabilidade das empresas e da própria indústria, possa ser alcançado ao longo de um período considerável de tempo, em instalações que sejam objecto de manutenção e exploração adequadas. Para as instalações existentes, os níveis gerais das MTD não constituem o limite da ambição desejável, mas sim a procura de que esses níveis possam ser excedidos, de acordo com a aplicabilidade técnica e económica das técnicas em cada caso. Os níveis associados às MTD s descritos não são valoreslimite de emissão nem de consumo, não devendo ser interpretados como tal, como se especifica claramente em vários pontos do documento, mais concretamente na introdução do Capítulo 5. Por outro lado, e não se tratando de normas jurídicas vinculativas, permitirão sobretudo fornecer informações para orientação da indústria, de modo a garantir um elevado grau de protecção das várias vertentes ambientais. Como o próprio nome indica trata-se de um documento de referência e não de uma norma ou Regulamento. É importante salientar que, de acordo com os relatórios conhecidos, as fábricas que já adoptaram as MTD, com elevado grau de produção, pessoal altamente qualificado e que investem em I&D, são viáveis a longo prazo. Porém, há muitas instalações onde é importante uma implementação prudente, baseada numa ponderação cautelosa dos planos de aperfeiçoamento económico e ambiental e das limitações da própria empresa, para se atingir um rendimento ambiental e económico sustentáveis, sem correr o risco de encerramento. A constatação de que estamos perante um documento de referência sectorial, e de que importa por isso divulgar e aprofundar o seu conhecimento, justificou o esforço e empenhamento possíveis por parte da APICER mas, mesmo assim, só foi possível concretizar este trabalho graças ao apoio dado pela Direcção Geral de Geologia e Energia e pelo CEDINTEC, entidades às quais agradecemos o acolhimento favorável que deram a esta publicação. Um agradecimento também devido à tradutora Drª Cláudia Jorge e Engº Baio Dias e Engª Marisa Almeida do Centro Tecnológico da Cerâmica e Vidro, pelo esforço conjugado num trabalho de tradução muito técnica e por isso com elevado grau de complexidade.

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8 PREFÁCIO 1. Estatuto do presente documento Excepto indicação em contrário, as referências a «a Directiva» contidas neste documento referem-se à Directiva do Conselho 96/61/CE em matéria de prevenção e controlo integrados da poluição. Dado que a Directiva se aplica sem prejuízo das provisões comunitárias sobre saúde e segurança no local de trabalho, o mesmo sucede com este documento. O presente documento faz parte de uma série que apresenta os resultados de um intercâmbio de informações entre os Estados-membros e as indústrias da UE sobre as melhores técnicas disponíveis (MTD), a monitorização a elas associada e a sua evolução. *[É publicado pela Comissão Europeia, de acordo com o nº 2 do Artigo 16º da Directiva e, por conseguinte, tem de ser tido em conta, de acordo com o Anexo IV da Directiva, quando se determinam as «melhores técnicas disponíveis»]. * Nota: os parênteses rectos serão removidos uma vez terminado o procedimento de publicação pela Comissão. 2. Obrigações legais relevantes da Directiva IPPC e definição de MTD Para auxiliar o leitor a compreender o contexto legal em que foi redigido este documento, descrevemos neste prefácio algumas das provisões mais relevantes da Directiva IPPC, incluindo a definição do termo «melhores técnicas disponíveis». Esta descrição será inevitavelmente incompleta e é apresentada apenas a título informativo, não possuindo valor legal e não alterando ou prejudicando, seja em que medida for, as actuais provisões da Directiva. O objectivo da Directiva é alcançar a prevenção e o controlo integrados da poluição criada pelas actividades enumeradas no seu Anexo I, de modo a alcançar um nível elevado de protecção do ambiente no seu todo. A base legal da Directiva relaciona-se com a protecção ambiental. A sua concretização deve ainda levar em consideração outros objectivos Comunitários, como a competitividade da indústria da Comunidade, contribuindo assim para o seu desenvolvimento sustentado. Mais especificamente, coloca em prática um sistema de autorizações para certas categorias de instalações industriais, requerendo da parte tanto de operadores como de reguladores que considerem de um ponto de vista integrado e global o potencial poluidor e consumidor das instalações. O objectivo global de uma abordagem integrada desta natureza tem de ser o de melhorar a gestão e o controlo dos processos industriais para que garantam um nível elevado de protecção do ambiente no seu todo. Essencial para esta abordagem é o princípio geral enunciado no Artigo 3º, segundo o qual os operadores devem tomar todas as medidas preventivas adequadas contra a poluição, em particular pela aplicação das melhores técnicas disponíveis que lhes permitam aperfeiçoar o seu desempenho ambiental. Oetermo «melhores técnicas disponíveis» é definido no nº 11 do Artigo 2º da Directiva como «a fase de desenvolvimento mais eficaz e avançada das actividades e dos respectivos modos de exploração, que demonstre a aptidão prática de técnicas específicas para constituir, em princípio, a base dos valores-limite de emissão com vista a evitar e, quando tal não seja possível, a reduzir de em modo geral as emissões e o impacto no ambiente no seu todo». O nº 11 do Artigo 2º prossegue e esclarece esta definição do seguinte modo: entende-se por «técnicas» tanto as técnicas utilizadas como o modo como a instalação é projectada, construída, conservada, explorada e desactivada, entende-se por «disponíveis» as técnicas desenvolvidas a uma escala que possibilite a sua aplicação no contexto do sector industrial em causa, em condições económica e tecnicamente viáveis, tendo em conta os custos e os benefícios, quer essas técnicas sejam ou não utilizadas ou produzidas no território do Estado-membro em questão, desde que sejam acessíveis ao operador em condições razoáveis, consideram-se «melhores» as técnicas mais eficazes para alcançar um nível geral elevado de protecção do ambiente no seu todo. Além disso o Anexo IV da Directiva contém uma lista de «Elementos a ter em conta em geral ou em casos específicos na determinação das melhores técnicas disponíveis... tendo em conta os custos e benefícios que podem resultar de uma acção e os princípios de precaução e de prevenção». Estes elementos abrangem as informações publicadas pela Comissão por força do nº 2 do Artigo 16º. Cabe às autoridades competentes responsáveis pelo licenciamento atender aos princípios gerais definidos no Artigo 3º quando determinam as condições da licença. Estas condições têm de incluir os valores-limite de emissão, suplementados ou substituídos, na medida do necessário, por parâmetros ou medidas técnicas equivalentes. De acordo com o nº 4 do Artigo 9º da Directiva, estes valores-limite de emissão, parâmetros ou medidas técnicas equivalentes devem, sem prejuízo do cumprimento dos padrões de qualidade ambiental, basear-se nas melhores técnicas disponíveis, sem impor a utilização de uma técnica ou de uma tecnologia específicas, e tomar em consideração as características técnicas da instalação em causa, a sua implantação geográfica e as condições locais do ambiente. Em qualquer dos casos, as condições de licenciamento devem prever disposições relativas à minimização da poluição a longa distância ou transfronteiras e garantir um nível elevado de protecção do ambiente no seu todo. De acordo com o Artigo 11º da Directiva, os Estados-membros zelam por que a autoridade competente se mantenha ou seja informada da evolução das melhores técnicas disponíveis. Prevenção e Controlo Integrados da Poluição Documento de Referência Disponíveis na Indústria Manufactureira Cerâmica

9 COMISSÃO EUROPEIA DIRECÇÃO-GERAL JRC CENTRO DE INVESTIGAÇÃO CONJUNTA Instituto de Estudos de Tecnologia Prospectiva 3. Objectivo do presente documento O nº 2 do Artigo 16º da Directiva requer que a Comissão organize «o intercâmbio de informações entre os Estadosmembros e as indústrias interessadas sobre as melhores técnicas disponíveis, as medidas de monitorização associadas e a sua evolução», publicando os resultados deste intercâmbio. O objectivo do intercâmbio de informação é apresentado no considerando 25 da Directiva, que declara que «o progresso e intercâmbio de informação ao nível comunitário relativamente às melhores técnicas disponíveis contribuirão para a correcção dos desequilíbrios tecnológicos na Comunidade, a divulgação ao nível mundial dos valores-limite estabelecidos e das técnicas utilizadas na Comunidade e a aplicação eficaz da presente directiva pelos Estados-membros». A Comissão (DG do Ambiente) estabeleceu um fórum de intercâmbio de informação (IEF) para auxiliar os trabalhos realizados ao abrigo do nº 2 do Artigo 16º, tendo sido estabelecidos diversos grupos técnicos de trabalho sob a sua égide. Tanto o IEF como os grupos técnicos de trabalho integram representantes dos Estados-membros e da indústria, conforme estipula o nº 2 do Artigo 16º. O objectivo desta série de documentos é reflectir com exactidão o intercâmbio de informação que teve lugar em conformidade com o nº 2 do Artigo 16º e proporcionar informações de referência para a autoridade licenciadora ter em conta ao determinar as condições de licenciamento. Ao prestar informação relevante sobre as melhores técnicas disponíveis, estes documentos devem actuar como ferramentas valiosas para o impulsionamento do desempenho ambiental. 4. Fontes de informação Este documento representa um resumo de informação coligida a partir de diversas fontes, abrangendo, em particular, os conhecimentos especializados dos grupos estabelecidos para auxiliar a Comissão no seu trabalho e verificados pelos serviços da Comissão. Estamos muito gratos por todas as contribuições. 5. Como entender e utilizar este documento A informação prestada neste documento destina-se a ser utilizada como contributo para a determinação das MTD em cada caso específico. Quando se determinam as MTD e se estabelecem as condições de licenciamento nelas baseadas, há que ter sempre em conta o objectivo global para atingir um nível elevado de protecção do ambiente no seu todo. A restante parte desta secção descreve o tipo de informação proporcionada em cada secção deste documento. Os Capítulos 1 e 2 prestam informações gerais sobre a indústria manufactureira cerâmica e os processos industriais nela utilizados. O Capítulo 3 proporciona dados e informação relativa aos actuais níveis de emissões e consumo, reflectindo a situação nas instalações existentes à data da sua redacção. O Capítulo 4 descreve com mais pormenor as técnicas de redução de emissões e outras consideradas mais relevantes para a determinação das MTD e condições de licenciamento nelas baseadas. Esta informação inclui os níveis de consumo e de emissõeseconsiderados atingíveis recorrendo à técnica, alguma ideia dos custos e das questões associadas à técnica que afectam diversos meios (efeitos multi-meios), bem como a medida em que a técnica é aplicável à gama de instalações que requeiram licenças IPPC como, p. ex., instalações novas, existentes, de grandes ou de pequenas dimensões. É também tida em consideração a aplicabilidade de uma dada técnica aos diferentes sectores da indústria cerâmica. Não se incluem técnicas geralmente consideradas obsoletas. O Capítulo 5 apresenta as técnicas e os níveis de emissão e consumo considerados compatíveis com as MTD, em sentido lato. Por conseguinte, o objectivo é proporcionar indicações gerais quanto aos níveis de emissão e consumo que possam ser considerados como ponto de referência adequado que oriente a determinação das condições de licenciamento baseadas nas MTD ou ao estabelecimento de disposições vinculativas gerais ao abrigo do nº 8 do Artigo 9º. Contudo, há que salientar que este documento não propõe valores-limite de emissão. A determinação das condições adequadas de licenciamento implicará a consideração de factores locais específicos, tais como as características técnicas das instalações em causa, a sua localização geográfica e as condições ambientais locais. No caso das instalações existentes, também deverá ser considerada a viabilidade económica e técnica da sua eventual modernização. Mesmo o próprio objectivo de garantir um elevado nível de protecção do ambiente no seu todo envolverá com frequência a ponderação de soluções de compromisso entre diferentes tipos de impacto ambiental, que serão muitas vezes influenciados por considerações de ordem local. Embora se tente aqui abordar algumas destas questões, não é possível considerá-las cabalmente neste documento. Deste modo, as técnicas e os níveis apresentados no Capítulo 5 não serão necessariamente adequados a todas as instalações. Por outro lado, a obrigação de garantir um nível elevado de protecção ambiental, incluindo a minimização da poluição a longa distância ou transfronteiras, implica que as condições de licenciamento não possam ser definidas meramente com base em considerações de ordem local. Em consequência, é da maior importância que a informação contida neste documento seja inteiramente tida em consideração pelas autoridades licenciadoras. Dado que as melhores técnicas disponíveis variam com o tempo, este documento será revisto e actualizado sempre que haja necessidade. Qualquer comentário ou sugestão deve ser endereçado ao Gabinete Europeu de IPPC, Instituto de Estudos de Tecnologia Prospectiva: Edificio Expo, c/ Inca Garcilaso, s/n, E Sevilha, Espanha Telefone: Fax: Correio electrónico: Internet:

10 ÍNDICE Prevenção e Controlo Integrados da Poluição Documento de Referência Disponíveis na Indústria Manufactureira Cerâmica RESUMO PREFÁCIO ÂMBITO Informação Geral sobre o Fabrico de produtos Cerâmicos Origens históricas Características dos produtos cerâmicos Distribuição geográfica e considerações gerais de ordem económica Aspectos ambientais relevantes Subsectores da indústria cerâmica Tijolos e telhas Tubos de grés Produtos refractários Agregados de argila expandida Azulejos e ladrilhos Louça utilitária e decorativa Louça sanitária Cerâmicas técnicas Abrasivos com ligante inorgânico Processos e écnicas aplicados no fabrico de produtos cerâmicos Matérias-primas Descrição geral do processo de produção Armazenamento e transporte de matérias-primas Preparação das matérias-primas Pré-secagem Pré-mistura Desagregação/ maturação Moagem primária e secundária e peneiração Moagem por via seca ou húmida Peneiração a seco/ separação pneumática Secagem por atomização Calcinação Materiais de base sintéticos Fritas e vidrados, preparação do vidrado Mistura dos componentes Geral Misturadores contínuos Misturador de composição Conformação dos produtos Geral Prensagem Prensagem mecânica Prensagem hidráulica Prensagem por impacto Prensagem por fricção rensagem isostática Extrusão Moldagem Enchimento Conformação por fusão Secagem dos produtos cerâmicos Geral Secador de pavimento aquecido Secadores2de câmaras (intermitentes) Secadores de túnel (contínuos) Secadores de prateleiras verticais Secadores de rolos horizontais de vários andares Secadores desumidificadores Secadores a infravermelhos e microondas Tratamento da superfície e decoração dos produtos cerâmicos Texturização dos produtos cerâmicos Revestimentos aplicados Vidragem, engobagem e outras técnicas decorativas Cozedura Objectivos da cozedura Alterações físico-químicas durante a cozedura Fornos intermitentes (periódicos) Fornos contínuos Fornos de câmara (Hoffmann) Fornos de túnel Fornos de rolos Fornos de placas deslizantes Cozedura em pilha Fornos rotativos Leitos fluidificados Recuperação de calor durante o arrefecimento Tratamento subsequente (acabamento do produto) Rectificação (rectificação, perfuração, serragem) Rectificação a húmido Rectificação a seco Perfuração Serragem Polimento Enriquecimento com carbono (produtos refractários) Acabamento de tijolos face-à-vista Materiais auxiliares adicionais Materiais para juntas (tubos) Silicones/produtos hidrófugos Materiais de isolamento Revestimento (tijolos refractários) Adesivos Montagem final Escolha, embalagem e armazenamento Instalações de abastecimento e eliminação (tratamento dos efluentes gasosos e tratamento de águas residuais de processo) Reciclagem na indústria cerâmica Organigrama geral com as diferentes vias de transformação Descrição das técnicas de fabrico de produtos cerâmicos por subsector Tijolos e telhas Matérias-primas Preparação das matérias-primas Conformação Secagem, vidragem e engobagem

11 10 COMISSÃO EUROPEIA DIRECÇÃO-GERAL JRC CENTRO DE INVESTIGAÇÃO CONJUNTA Instituto de Estudos de Tecnologia Prospectiva Cozedura 2 Tratamento subsequente Fluxos de entrada e de saída no fabrico de tijolos e telhas Tubos de grés Matérias-primas Preparação das matérias-primas Conformação Secagem e vidragem Cozedura Tratamento subsequente Fluxos de entrada e de saída no fabrico de tubos de grés Produtos refractários Matérias-primas Preparação das matérias-primas Conformação Secagem Cozedura Tratamento subsequente Procedimentos especiais Fluxos de entrada e de saída no fabrico de produtos refractários Agregados de argila expandida Matérias-primas, aditivos e agentes auxiliares Sistema geral e tecnologia do processo Conformação Tecnologia do processo térmico Reacção química durante a dilatação Passagem pelo crivo e moagem subsequentes Fluxos de entrada e de saída no fabrico de agregados de argila expandida Azulejos e ladrilhos Matérias-primas Preparação das matérias-primas Conformação Secagem Cozedura e vidragem Tratamento subsequente Fluxos de entrada e de saída no fabrico de azulejos e ladrilhos Louça utilitária e decorativa Matérias-primas Preparação das matérias-primas Conformação Secagem Cozedura, vidragem e decoração Tratamento subsequente Fluxos de entrada e de saída no fabrico de cerâmica doméstica Louça sanitária Matérias-primas Preparação das matérias-primas Conformação Secagem e vidragem Cozedura Tratamento subsequente Fluxos de entrada e de saída no fabrico de louça sanitária Cerâmicas técnicas Matérias-primas Preparação das matérias-primas 2 Conformação Rectificação Vidragem, engobagem e metalização Secagem, eliminação por combustão e pré-cozedura Cozedura/sinterização Tratamento subsequente Fluxos de entrada e de saída no fabrico de cerâmica técnica 2 Abrasivos com ligante inorgânico Matérias-primas Preparação das matérias-primas Conformação Secagem Cozedura Tratamento subsequente Fluxos de entrada e de saída no fabrico de abrasivos com ligante inorgânico Níveis actuais de emissões e consumos Emissões considerações gerais Emissões atmosféricas Poeiras (partículas) Emissões gasosas Dióxido de enxofre e outros compostos sulfurados Óxidos de azoto e outros compostos azotados Monóxido de carbono (e dióxido de carbono) Compostos orgânicos voláteis (COV) Metais e seus compostos Cloro e seus compostos Flúor e seus compostos Emissões para a água Perdas/resíduos de processo Emissão de ruído Possíveis fontes de emissões no processo Consumo considerações gerais Consumo de energia Consumo de água Consumo de matérias-primas Apresentação de dados sobre emissões e consumos Tijolos e telhas Dados relativos às emissões Dados relativos ao consumo Tubos de grés Dados relativos a emissões Dados relativos a consumos Produtos refractários Dados relativos a emissões Dados relativos a consumo Agregados de argila expandida Dados relativos a emissões Dados relativos a consumo Azulejos e ladrilhos Dados relativos a emissões Dados relativos a consumo Louça utilitária e decorativa Dados relativos a emissões 2 Dados relativos a consumo Louça Sanitária Dados relativos a emissões Dados relativos a consumo Cerâmica técnica Dados relativos a emissões Dados relativos a consumo Ligantes abrasivos inorgânicos Dados relativos a emissões Dados relativos a consumo Técnicas a ter em consideração na determinação das mtd no fabrico de produtos cerâmicos Redução do consumo de energia (eficiência energética)

12 Melhorar a concepção dos fornos e secadores 2 Recuperação do calor em excesso dos fornos Instalações de co-geração/produção combinada Emissão de poeiras 2 Emissões difusas de poeiras Emissões pontuais de poeiras resultantes de calor e electricidade Substituição de fuelóleo pesado e de combustíveis sólidos por combustíveis com baixos níveis de emissões Alteração dos corpos cerâmicos Emissões de poeiras (partículas) Medidas aplicáveis às operações que produzem poeiras Medidas aplicáveis às zonas de armazenagem a granel Sistemas de separação/filtração Separadores centrífugos Filtros de mangas Filtros laminares sinterizados Separadores por via húmida de partículas Precipitadores electrostáticos (PE) Compostos gasosos Redução da entrada dos precursores dos poluentes Utilização de aditivos ricos em cálcio Optimização dos processos Técnicas de optimização das curvas de cozedura Redução dos níveis de vapor de água dos gases dos fornos Combustão interna dos gases de carbonização Queimadores de baixas emissões de NOx Instalações de depuração - sorção (adsorventes, absorventes) Colunas de adsorção em cascata Sistemas de adsorção modular Tratamento por via seca de efluentes gasosos com um filtro (filtro de mangas ou precipitador electrostático) Tratamento a húmido dos efluentes gasosos Filtros de carvão activado Depuradores biológicos Pós-combustão Pós-combustão térmica Pós-combustão catalítica Exemplos de parâmetros de funcionamento, de eficácia, consumos e custos para diversas técnicas de lavagem dos efluentes gasosos Águas residuais de processo Utilização de água como matéria-prima Utilização de água como veículo de permutação de calor Utilização de água como agente de tratamento Utilização de água como agente de limpeza Objectivos e soluções para a redução das águas residuais de processo (emissões e consumo) Optimização dos processos Sistemas de tratamento das águas residuais de processo Perdas de processo/resíduos Lamas resultantes do fabrico de produtos cerâmicos Sistemas de reciclagem de lamas Reutilização de lamas noutros produtos Perdas de processo sólidas/resíduos sólidos Considerações gerais relativas à reutilização das perdas de processo sólidas como matérias-primas Considerações gerais sobre moldes de gesso, auxiliares de cozedura e peças partidas evitar/substituir/reduzir Considerações gerais relativas ao ruído Instrumentos de gestão ambiental Melhores técnicas disponíveis para o fabrico de cerâmica Melhores Técnicas Disponíveis Genéricas Gestão ambiental Consumo de energia de operações com elevadas emissões de poeiras Emissões de poeiras resultantes de processos de secagem Emissões de poeiras resultantes dos processos de cozedura nos fornos Compostos gasosos Medidas/técnicas primárias Medidas/técnicas secundárias e em combinação com as medidas/técnicas primárias Águas residuais de processo (emissões e consumos) Lamas Perdas de processo sólidas/resíduos sólidos Ruído Melhores Técnicas Disponíveis específicas por sector Tijolos e telhas Compostos gasosos/medidas/técnicas primárias Compostos orgânicos voláteis Tubos de grés Emissões pontuais de poeiras Produtos refractários Compostos orgânicos voláteis Perdas de processo sólidas/resíduos sólidos Agregados de argila expandida Emissões pontuais de poeiras Compostos gasosos/medidas/técnicas primárias Azulejos e ladrilhos Emissões pontuais de poeiras Emissões de poeiras dos processos de cozedura nos fornos Compostos gasosos/medidas/técnicas secundárias Reutilização de águas residuais de processo Reutilização de lamas Louça de mesa e louça ornamental (cerâmica doméstica) Emissões pontuais de poeiras Compostos gasosos/medidas/técnicas secundárias Reutilização de águas residuais de processo Perdas de processo sólidas/resíduos sólidos Louças sanitárias Emissões pontuais de poeiras Compostos gasosos/medidas/técnicas secundárias Reutilização de águas residuais de processo Perdas de processo sólidas/resíduos sólidos Cerâmicas técnicas Emissões pontuais de poeiras Compostos gasosos/medidas/técnicas secundárias Compostos orgânicos voláteis Perdas de processo sólidas/resíduos sólidos Abrasivos com ligante inorgânico Compostos orgânicos voláteis Técnicas emergentes para o fabrico de cerâmica Queimadores de tubo radiante Cozedura e secagem assistidas por microondas Novo tipo de sistema de secagem para produtos refractários Gestão avançada das águas residuais de processo, com recuperação integrada dos vidrados Vidragem sem chumbo de porcelana de mesa de alta qualidade OBSERVAÇÕES FINAIS BIBLIOGRAFIA GLOSSÁRIO Prevenção e Controlo Integrados da Poluição Documento de Referência Disponíveis na Indústria Manufactureira Cerâmica

13 12 LISTA DE FIGURAS COMISSÃO EUROPEIA DIRECÇÃO-GERAL JRC CENTRO DE INVESTIGAÇÃO CONJUNTA Instituto de Estudos de Tecnologia Prospectiva Figura 1.1 : Figura 2.1 : Figura 2.2 : Figura 2.3 : Figura 2.4 : Figura 2.5 : Figura 2.6 : Figura 2.7 : Figura 2.8 : Figura 2.9 : Figura 2.10 : Figura 2.11 : Figura 2.12 : Figura 2.13 : Figura 2.14: Figura 2.15 : Figura 2.16 : Figura 2.17 : Figura 2.18 : Figura 2.19 : Figura 2.20 : Figura 2.21 : Figura 2.22 : Figura 2.23 : Figura 2.24 : Figura 2.25 : Figura 2.26 : Figura 2.27 : Figura 2.28 : Figura 2.29 : Figura 2.30 : Figura 3.1 : Figura 3.2 : Figura 3.3 : Figura 3.4 : Figura 3.5 : Figura 3.6 : Figura 3.7 : Figura 3.8 : Figura 4.1 : Figura 4.2 : Figura 4.3 : Figura 4.4 : Figura 4.5 : Figura 4.6 : Figura 4.7 : Figura 4.9 : Figura 4.10 : Figura 4.11 : Figura 4.12 : Figura 4.13 : Figura 4.14 : Figura 4.15 : Figura 4.16 : Figura 4.17 : Etapas do fabrico de produtos cerâmicos? Gamas das temperaturas de maturação industrial em diferentes conjuntos de produtos Corte transversal de um forno intermitente Esquema de um forno de túnel Corte transversal de um forno de túnel com vagão Corte transversal de um forno de rolos Organigrama geral do processo, com as diferentes vias de transformação Esquema do fabrico de telhas prensadas Esquema da preparação de tijolos extrudidos durante o fabrico de tijolos de alvenaria Distribuição do teor em fluoreto de argila italiana Distribuição do teor em cloro de argila italiana Distribuição do teor em enxofre de argila italiana Teor em enxofre das matérias-primas Fluxo de entradas e saídas durante o processo de tijolos e telhas Esquema do fabrico das condutas de argila vitrificada Fluxo de entradas e saídas durante o fabrico das condutas de argila vitrificada Esquema do fabrico de tijolos básicos com teor em ferro-crómio Fluxo de entradas e saídas durante o fabrico de produtos refractários Esquema do fabrico dos granulados de argila expandida Fluxo de entradas e saídas durante o fabrico de granulados de argila expandida Esquema do fabrico dos azulejos e ladrilhos Fluxo de entradas e saídas durante o fabrico de azulejos e azulejos Esquema do fabrico de porcelana de mesa Fluxo de entradas e saídas durante o fabrico das cerâmicas domésticas Esquema do fabrico de loiças sanitárias Fluxo de entradas e saídas durante o fabrico de loiças sanitárias Esquema do processo de fabrico de isolantes eléctricos Esquema do processo de fabrico de catalisadores cerâmicos Usinage vert, blanc et dur no fabrico de cerâmicas técnicas Fluxo de entradas e saídas durante o fabrico de cerâmicas técnicas Fluxo de entradas e saídas durante o fabrico de abrasivos com ligante inorgânico Distribuição do fluoreto libertado na indústria de tijolos e telhas italiana Distribuição do cloro libertado na indústria de tijolos e telhas italiana Emissões de SOx na Alemanha, no Reino Unido e na Bélgica Exemplo do fluxo de massa no fabrico de tijolos de alvenaria Exemplo do fluxo de massa no fabrico de condutas de argila vitrificada Exemplo do fluxo de massa no fabrico de tijolos em crómio-périclase Exemplo do fluxo de massa no fabrico de loiças domésticas Exemplo do fluxo de massa no fabrico de loiças sanitárias Esquema de um exemplo de sistema misto de recuperação de calor Esquema da produção de ar quente através de um motor a gás de co-produção Esquema de um filtro de mangas com regeneração por impulsão de pressão Exemplos de custo de investimento incluídos nos custos anuais das fábricas de filtros, excepto a instalação e os filtros de mangas Esquema de um filtro rígido de lâminas Gamas de temperatura de um exemplo de curva de temperatura na libertação de poluentes durante a cozedura de tijolos Esquema da combustão interna dos Efluentes gasosos Esquema do processo de um adosorvente de leito tipo cascata com tambor de lascamento Esquema de um sistema de adsorção modular alveolar Esquema da depuração a seco de Efluentes gasosos com um filtro de mangas Esquema da depuração a seco de Efluentes gasosos com um precipitador eletrostático Ilustração de uma unidade de depuração em fase húmida de Efluentes gasosos Esquema de um sistema de pós-combustão térmica no interior de um termoreactor (sistema com três câmaras) Percurso do gás de combustã num sistema de pós-combustão térmica externa Esquema de uma estação de tratamento das águas residuais de processo Esquema de uma instalação de reciclagem de lamas

14 LISTA DE TABELAS 13 Tabela 1.1 : Tabela 1.2 : Tabela 1.3 : Tabela 1.4 : Tabela 1.5 : Tabela 1.6 : Tabela 1.7 : Tabela 1.8 : Tabela 2.1 : Tabela 2.2 : Tabela 2.3 : Tabela 2.4 : Tabela 2.5 : Tabela 2.6 : Tabela 2.7 : Tabela 2.8 : Tabela 2.9 : Tabela 2.10 : Tabela 2.11 : Tabela 2.12 : Tabela 2.13 : Tabela 2.14 : Tabela 2.15 : Tabela 2.16 : Tabela 2.17 : Tabela 2.18 : Tabela 2.19 : Tabela 2.20 : Tabela 2.21 : Tabela 2.22 : Tabela 2.23 : Tabela 2.24 : Tabela 3.1 : Tabela 3.2 : Tabela 3.3 : Tabela 3.4 : Tabela 3.5 : Tabela 3.6 : Tabela 3.7 : Tabela 3.8 : Tabela 3.9 : Tabela 3.10 : Tabela 3.11 : Tabela 3.12 : Tabela 3.13 : Tabela 3.14 : Tabela 3.15 : Tabela 3.16 : Tabela 3.17 : Tabela 3.18 : Tabela 3.19 : Tabela 3.20 : Tabela 3.20 : Tabela 3.21 : Tabela 3.22 : Valores de produção, vendas e mão de obra no sector da indústria cerâmica? Consumo específico de energia na indústria cerâmica europeia Quantidade de combustível utilzado na Alemanha em 1998 A indústria das condutas de argila vitrificada na Europa Fabrico de produtos refractários na UE-15 em 2001/2002 Classificação simplificada de tijolos de cerâmica Consumo de energia por Estado-membro (consumo específico de energia em TJ por 1000 toneladas produzidas) Volume da produção de loiças de mesa e loiças ornamenentais Gamas de composição química e mineralógica das matérias-primas argilosas utilizadas na indústria do tijolo e da telha em diferentes países europeus Parâmetros de funcionamento dos fornos de túnel Comparação entre os fornos de túnel clássicos e os métodos de cozedura rápida (telhas) Parâmetros de funcionamento de cozedura rápida Composição mineral da argila no fabrico de condutas de argila vitrificada Composição química da argila no fabrico de condutas de argila vitrificada Gama dos parâmetros de funcionamento dos fornos de túnel Óxidos mais utilizados nas operações de fusão/fundição Parâmetros do funcionamento periódico dos secadores (secadores de câmara) Parâmetros de funcionamento de dois secadores de túnel e um secador climatizado Parâmetros de funcionamento dos fornos de túnel utilizados na indústria refractária Parâmetros de funcionamento dos fornos intermitentes Exemplos de aditivos e agentes auxiliares que favorecem a dilatação Parâmetros de funcionamento dos fornos de túnel e dos fornos de rolos Gamas normais da composição química das matérias-primas utilizadas no fabrico de cerâmica doméstica Gamas normais da composição química das matérias-primas utilizadas no fabrico de cerâmica doméstica Parâmetros de funcionamento de um forno intermitente Parâmetros defuncionamento dos fornos de túnel Parâmetros de funcionamento de decoração sobre vidrado Parâmetros de funcionamento da decoração ao grande fogo e sob vidrado Parâmetros de funcionamento periódica dos secadores (secadores de câmara) Parâmetros de funcionamneto dos fornos de túnel Parâmetros de funcionamento dos fornos intermitentes Temperaturas de sinterização dos materiais utilizados em cerâmicas técnicas Síntese de possíveis fontes de emissão e percursos de emissão na indústria cerâmica Gamas de emissão de gás de combustão em estado bruto resultante do processo de cozedura de tijolos e telhas Parâmetros de funcionamento do gás bruto com váríos combustíveis Valores do gás bruto com vários agentes formadores de poros Concentrações médias de gás puro (blocos de argila porosos) e respectivos factores de emissão Concentrações de gás puro nas fábricas de tijolos de alvenaria Concentrações de gás puro nas fábricas de tijolos face-à-vista e nas fábricas de telha Valores das emissões de gás bruto e de gás depurador no fabrico de blocos de argila Valores das emissões de gás bruto e de gás depurado no fabrico de tijolos face-à-vista Parâmetros de energia consumida nas instalações de fabrico de tijolos e telhas por cada tonelada de produto Consumo específico de energia na indústria de tijolos e telhas Concentração máxima de gás depurado no fabrico de condutas de argila vitrificada Consumo específico de energia no fabrico de condutas em argila vitrificada Valores do gás bruto em diferentes produtos refractários Emissões provenientes dos fornos para produtos refractários não-básicos Valores de gás bruto utilizado em processos especiais Parâmetros de consumo de energia por kg de produto durante fabrico de tijolos refractários de magnésia Gamas dos valores de emissão de poeiras resultante da trituração primária a jusante de um filtro de tecido Gamas dos valores reais de emissão resultantes de moagem a jusante do respectivo sistema de filtragem Gamas dos valores de emissão resultantes da granulação a jusante de um filtro de tecido Gamas de valores de emissão resultante do processo de cozedura a jusante do respectivo sistema de filtragem. Valores de emissão de poeiras de unidades de peneiração Prevenção e Controlo Integrados da Poluição Documento de Referência Disponíveis na Indústria Manufactureira Cerâmica

15 14 LISTA DE TABELAS COMISSÃO EUROPEIA DIRECÇÃO-GERAL JRC CENTRO DE INVESTIGAÇÃO CONJUNTA Instituto de Estudos de Tecnologia Prospectiva Tabela 3.23 : Tabela 3.24 : Tabela 3.25 : Tabela 3.26 : Tabela 3.27 : Tabela 3.28 : Tabela 3.29 : Tabela 3.30 : Tabela 3.31 : Tabela 3.32 : Tabela 3.33 : Tabela 3.34 : Tabela 3.35 : Tabela 3.36 : Tabela 3.37 : Tabela 3.38 : Tabela 3.39 : Tabela 3.40 : Tabela 3.41 : Tabela 3.42 : Tabela 3.43 : Tabela 3.44 : Tabela 3.45 : Tabela 3.47 : Tabela 3.48 : Tabela 3.49 : Tabela 3.50 : Tabela 3.51 : Tabela 3.52 : Tabela 3.53 : Tabela 3.54 : Tabela 3.55 : Tabela 3.56 : Tabela 4.1 : Tabela 4.2 : Tabela 4.3 : Tabela 4.4 : Tabela 4.5 : Tabela 4.6 : Tabela 4.7 : Tabela 4.8 : Tabela 5.1 : Tabela 5.2 : Tabela 7.1 : Valores de resíduos de depuradores por via húmida Mistura de matérias-primas na produção de agregados de argila expandidos Parâmetros de funcionamento e valores de gás bruto das unidades de secagem por pulverização Parâmetros de funcionamento e valores de gás bruto dos secadores de câmara Parâmetros de funcionamento e valores de gás bruto durante o processo de cozedura Emissões gasosas resultantes das várias fases do processo de fabrico de ladrilhos e telhas. Factores de emissão de poluentes em emissões não-controladas (NC) e controladas (C) Análise química das águas residuais de processo Gamas dos principais componentes químicos da lama (fabrico de ladrilhos e azulejos) Exemplos de necessidades específicas de energia de diferentes fornos Comparação do consumo específico de energia térmica e energia eléctrica em cada etapa do processo Parâmetros de funcionamento e valores de emissão de poeiras de gás depurado de um secador por pulverização Valores de gás puro e parâmetros de funcionamento do processo de cozedura de cerâmica doméstica Valores de gás bruto e gás depurado de um processo de cozedura de cerâmica doméstica Sistemas de pigmentação cerâmica utilizada nas cores de decoração Concetração de metais pesados no gás bruto utilizado na cozedura da decoração Análise das águas residuais de processo de uma fábrica de loiças de porcelana Análise das águas residuais de processo de uma fábrica de cerâmica doméstica Parâmetros de consumo de energia eléctrica e energia térmica de uma fábrica de loiças de mesa de porcelana Exemplos da composição de gás bruto e gás depurado libertados por um forno de túnel Concentração de gás puro em fornos de túnel e fornos intermitentes Exemplos de concentração de gás depurado de duas fábricas de loiças sanitárias Concentração de poluentes em águas residuais de processo purificadas Parâmetros de funcionamento e débito de diferentes fornos Concentrações de gás bruto durante a cozedura de isolantes eléctricos Concentrações de gás de combustão de um forno de túnel durante o processo de cozedura de isolantes eléctricos Concentrações em águas residuais de processo purificadas provenientes de uma fábrica de isolantes eléctricos Concentrações em águas residuais de processo provenientes de uma fábrica de isolantes eléctricos Concentrações em águas residuais de processo purificadas provenientes de uma fábrica de produtos piezocerâmicos Parâmetros de consumo de energia de duas fábricas de electroporcelana Composição das matérias-primas utilizadas no fabrico de electroporcelana Exemplos de valores de gás de combustão em três fábricas onde são produzidos abrasivos com ligante inorgânico Síntese do consumo global de energia de três fábricas de abrasivos com ligante inorgânico Parâmetros de consumo de matérias-primas de três fábricas de abrasivos com ligante inorgânico Informação discriminada para cada técnica descrita neste capítulo Exemplos das temperaturas a que resistem e dos custos dos filtros de mangas Exemplos dos parâmetros de funcionamento para a remoção de poeiras com filtros de tecido Dados relativos ao funcionamento e aos custos dos precipitadores electrostáticos Parâmetros técnicos, dados sobre a eficácia, os consumos e os custos para diversas técnicas de lavagem dos efluentes gasosos Eficácia das reduções relativamente à dependência do teor de enxofre na argila Custos relativamente à redução de poeiras e de compostos inorgânicos e orgânicos gasosos através de diferentes técnicas de redução Taxas de reciclagem atingíveis nas águas residuais de processo em diferentes sectores da indústria cerâmica Nível das emissões associado à MTD para os compostos gasosos inorgânicos provenientes do gás de combustão utilizado nos fornos de cozedura Nível das emissões de poluentes associado à MTD durante a descarga de águas residuais Calendarização do processo de trabalho do BREF relativo ao fabrico de produtos cerâmicos

16 ÂMBITO 15 Prevenção e Controlo Integrados da Poluição Documento de Referência Disponíveis na Indústria Manufactureira Cerâmica O presente documento abrange as actividades industriais especificadas na secção 3.5 do anexo I da Directiva 96/61/CE: 3.5. Instalações de fabrico de produtos cerâmicos por cozedura, nomeadamente telhas, tijolos, refractários, ladrilhos, produtos de grés ou porcelanas, com uma capacidade de produção superior a 75 toneladas por dia, e/ou uma capacidade de forno superior a 4 m³ e uma densidade de carga enforna por forno superior a 300 kg/m³. Para efeitos do presente documento, as actividades industriais abrangidas por esta descrição serão referidas como «a indústria cerâmica». Os vários sub-sectores da indústria cerâmica integram um amplo leque de matérias-primas e de técnicas de fabrico, mas todos envolvem a selecção de argilas e de outros materiais, sobretudo inorgânicos, que são sujeitos a transformação, secagem e cozedura. Os principais sub-sectores baseados nos produtos de cerâmica fabricados (produtos cerâmicos) são: azulejos e ladrilhos tijolos e telhas louça utilitária e decorativa (cerâmica doméstica e ornamental) produtos refractários louça sanitária cerâmicas técnicas tubos de grés (condutas de argila vitrificada) agregados de argila expandida abrasivos com ligante inorgânico O documento abrange, para além das actividades básicas de fabrico, as actividades directamente associadas que possam ter efeitos sobre as emissões ou sobre a poluição. Assim, são tratadas actividades que vão da preparação das matérias-primas à expedição dos produtos acabados. Certas actividades, como a extracção das matérias-primas, não estão abrangidas, porque não se considera que estejam directamente associadas à actividade primária. Por exemplo, não é tratada a extracção de matériasprimas. As actividades abrangidas são: selecção e preparação de matérias-primas sobretudo à base de argilas e/ou outros minerais inorgânicos conformação do material normalmente a partir de matérias-primas no estado plástico secagem do material e eventual vidragem cozedura subsequente tratamento e embalagem.

17 16 COMISSÃO EUROPEIA DIRECÇÃO-GERAL JRC CENTRO DE INVESTIGAÇÃO CONJUNTA Instituto de Estudos de Tecnologia Prospectiva

18 1. Informação Geral sobre o Fabrico de Produtos Cerâmicos 17 Prevenção e Controlo Integrados da Poluição Documento de Referência Disponíveis na Indústria Manufactureira Cerâmica Origens históricas Características dos produtos cerâmicos Distribuição geográfica e considerações gerais de ordem económica Aspectos ambientais relevantes Subsectores da indústria cerâmica Tijolos e telhas Tubos de grés Produtos refractários Agregados de argila expandida Azulejos e ladrilhos Louça utilitária e decorativa Louça sanitária Cerâmicas técnicas Abrasivos com ligante inorgânico

19 18 COMISSÃO EUROPEIA DIRECÇÃO-GERAL JRC CENTRO DE INVESTIGAÇÃO CONJUNTA Instituto de Estudos de Tecnologia Prospectiva 1.1 Origens históricas O termo «produtos cerâmicos» deriva do grego «keramos», que significa «terra queimada» e é utilizado para descrever materiais da indústria de loiça. Pesquisas recentes mostram que a transformação da argila teve início por volta de AC. Os achados mais antigos de loiça no sul do Japão datam de 8000 AC a 9000 AC. Já em 4000 AC se utilizavam tijolos cozidos para a construção de torres de templos, palácios e fortificações. Há mais de 2000 anos, os Romanos disseminaram a técnica do fabrico do tijolo por grandes zonas da Europa. No Egipto, em 2600 AC, utilizavam-se placas cerâmicas vidradas como decoração de paredes de pirâmides e, na China, a arte do fabrico da porcelana é conhecida desde 1000 AC. 1.2 Características dos produtos cerâmicos Em geral, o termo «cerâmica» (produtos cerâmicos) é utilizado para materiais inorgânicos (eventualmente com algum conteúdo orgânico), constituídos por compostos não-metálicos e estabilizados por um processo de cozedura em fornos. Para além dos materiais à base de argila, a cerâmica moderna inclui uma grande variedade de produtos com uma pequena fracção de argila ou mesmo sem argila. Os produtos cerâmicos podem ser vidrados ou não vidrados, porosos ou vitrificados. A cozedura dos corpos cerâmicos induz uma transformação dos minerais constituintes, função do tempo e da temperatura de aquecimento, que resulta geralmente numa mistura de novos minerais, com fases vítreas. As propriedades características dos produtos cerâmicos são, nomeadamente, a elevada resistência mecânica, a resistência ao desgaste, uma vida útil longa, a inércia química e ausência de toxicidade, a resistência ao calor e à chama, a resistência eléctrica (geralmente) e, por vezes, também uma porosidade específica. As principais etapas do fabrico de produtos cerâmicos são, na sua maioria, independentes dos materiais utilizados e do produto final. A figura que se segue representa esquematicamente o processo típico e instalações de abastecimento e tratamento de resíduos eventuais ou necessárias. O processo é constituído pelas etapas: extracção das matérias-primas e transporte para a fábrica de produtos cerâmicos (nenhuma destas duas etapas é abrangida por este documento), armazenamento de matériasprimas, preparação de matérias-primas, moldagem, secagem, tratamento da superfície, cozedura e tratamento subsequente [23, TWG Ceramics, 2005]. Extração das matérias-primas e transporte para a fábrica de cerâmica Energia eléctrica Agentes auxiliares Matérias-primas Água Agentes de sorção Armazenamento das matérias-primas na fábrica de cerâmica e transporte interno Preparação das matérias-primas Coloração Produção dos moldes Moldagem Secagem Tratamento dos efluentes gasosos, despoeiramento Ruído Emissões para a atmosfera Recilagem Base Fritas Auxiliares de cozedura Combustíveis Preparação do vidrado Armazenamento de combustíveis Tratamento de superfícies Cozedura Tratamento subsequente Tratamento das águas Re-utilização na preparação das matérias-primas Resíduos Águas residuais de processo Determinação das MTD Produto Figura 1.1 : Etapas do fabrico de produtos cerâmicos As melhores técnicas disponíveis para a protecção ambiental integrada na indústria cerâmica mencionadas no presente documento relacionam-se com os processos empregues na zona enquadrada.

20 1.3 Distribuição geográfica e considerações gerais de ordem económica Existem argilas em muitos locais da Europa, pelo que produtos cerâmicos como os tijolos, que são relativamente baratos mas têm custos de transporte elevados, devido ao seu peso, são fabricados em praticamente todos os Estados-Membros. As tradições de construção e considerações ligadas ao património tiveram como resultado a existência de tamanhos unitários diferentes de país para país. Os produtos mais especializados, que atingem preços mais elevados, tendem a ser produzidos em poucos países, que dispõem das matérias-primas especiais necessárias e factor igualmente importante de uma tradição em termos de competências e de especializações. Por exemplo, uma grande percentagem de ladrilhos cerâmicos é fabricada na Itália e na Espanha, de loiça de mesa no Reino Unido, Alemanha e França e de condutas de argila vitrificada na Alemanha, Reino Unido, Bélgica e Países Baixos. O comércio internacional de azulejos e ladrilhos, produtos refractários, loiça de mesa e loiça ornamental, cerâmica técnica, condutas de argila vitrificada e louças sanitárias é considerável. A importância da indústria cerâmica em termos de emprego e economia é apresentada na tabela que se segue [20, CERAME- UNIE, 2004], [23, TWG Ceramics, 2005], [26, UBA, 2005], [30, TWG Ceramics, 2005]. 19 Prevenção e Controlo Integrados da Poluição Documento de Referência Disponíveis na Indústria Manufactureira Cerâmica Sector da indústria cerâmica Azulejos e ladrilhos Tijolos e telhas Louças de mesa e louças ornamentais Produtos refractários Louças sanitárias Cerâmicas técnicas Tubos de grés (condutas de argila vitrificada) Agregados de argila expandidos (2002) Abrasivos com ligante inorgânico (2003) Produção em 2000 UE-15 (em milhões de toneladas) 25,0 55,0 0,5 4,5 0,5 0,15 0,7 3,0 0,04 Vendas em 2003UE-15 (em milhões de Euros) Mão de Obra em 2003 (x 1000) ,5 3,1 Tabela 1.1 : Valores de produção, vendas e mão de obra no sector da indústria cerâmica 1.4 Aspectos ambientais relevantes Em função dos processos específicos de produção, as fábricas de produtos cerâmicos provocam a libertação de emissões atmosféricas, para o meio aquático e para os solos (resíduos). Por outro lado, o ambiente pode ser afectado por ruído e cheiros desagradáveis. O tipo e a quantidade de poluição atmosférica, resíduos e águas residuais dependem de distintos parâmetros, por exemplo, das matérias-primas, auxiliares e combustíveis utilizados e dos métodos de produção: emissões atmosféricas: o manuseamento ou transformação de matérias-primas ou o acabamento do produto podem resultar em emissão de partículas ou poeiras; a combustão de fuelóleo ou de diferentes combustíveis sólidos podem provocar fuligem. A cozedura ou a secagem por pulverização de produtos cerâmicos liberta emissões gasosas, que podem derivar das matérias-primas e/ou dos combustíveis empregues. De entre as emissões gasosas, assumem particular importância os óxidos de carbono, os óxidos de azoto, os óxidos de enxofre, compostos inorgânicos fluorados e clorados e compostos orgânicos. Devido ao uso de substâncias para fins decorativos que contêm metais pesados, ou devido ao uso de fuelóleo pesado como combustível, pode haver ainda emissão de metais pesados. emissões para o meio aquático: estas ocorrem sobretudo durante os processos de fabrico de produtos cerâmicos, mais especificamente durante o fabrico de produtos cerâmicos tradicionais, e as águas residuais de processo contêm fundamentalmente componentes minerais (partículas insolúveis). Dependendo do método de produção, as águas residuais de processo contêm também outras matérias inorgânicas, pequenas quantidades de diversas matérias orgânicas e ainda alguns metais pesados. Além da água de processo, frequentemente limpa e reutilizada em circuitos fechados, também a água de arrefecimento, águas pluviais e águas residuais sanitárias (domésticas) podem contribuir para a emissão de água da fábrica. perdas de processo/resíduos: as perdas de processo provenientes do fabrico de produtos cerâmicos consistem sobretudo nos seguintes materiais: - diferentes tipos de lamas (lamas provenientes do tratamento das águas residuais de processo, lamas de vidragem, lamas de gesso, lamas de trituração) - artigos quebrados ou cacos provenientes de moldagem, secagem, cozedura e material refractário - poeiras oriundas do tratamento de efluentes gasosos e unidades de despoeiramento - moldes de gesso usados - agentes de sorção usados (calcário granular, poeira calcária) - resíduos de embalagens (plástico, madeira, metal, papel, etc.) - resíduos sólidos, p. ex., cinzas provenientes da cozedura com combustíveis sólidos.

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