A SLC continua semeando gigante da soja, do milho e do algodão 4 0

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1 A SLC continua semeando Bons resultados e produtividade recordes não impedem a gigante da soja, do milho e do algodão de procurar parceiros e desbravar novas fronteiras de negócios P O R B R A S Í L I O A N D R A D E N E T O E F R A N C I S C O T R A M U J A S 4 0 A DV F N

2 Você conhece Mapitoba? Algumas vezes é conhecida apenas como Mapito, ajudou? Pois a SLC Agrícola conhece, e muito bem. Trata-se da última fronteira agrícola aproveitável do país: a fronteira do Maranhão, Piauí, Tocantins e Bahia. É só pegar as siglas dos estados. Nessa região, é plantada atualmente 10% da soja do Brasil, a maioria dividida entre dez empresas, entre elas as que operam na Bovespa V-Agro (VAGR3), Brasilagro (AGRO3) e SLC Agrícola (SLCE3). Em entrevista recente, o diretor-presidente da SLC, Aurélio Pavinato, afirmou que a região conta com terras a preço baixo e algo que é raro no Brasil: opções de logística. Além disso, o baixo volume de chuvas na região durante a época da colheita do algodão favorece a qualidade do produto. É ali um dos principais pontos de crescimento da SLC, como afirma seu gerente de RI, Frederico Logemann: Atualmente contamos com 280 mil hectares, e a meta é chegar em 2015 com 400 mil hectares. Nosso crescimento vem tanto da aquisição de novas fazendas, novas áreas, principalmente na região do Mapito, como também de plantarmos em áreas de terceiros, arrendadas, para aumentar nossa produção, afirma. Vamos ver que ações a SLC está plantando para chegar lá. UM POUCO DE HISTÓRIA O grupo SLC foi fundado em 1945, em Horizontina, Rio Grande do Sul. É mais uma história de vitória de três famílias de imigrantes que trabalharam duro até construir o que é hoje a SLC participações. Além da SLC Agrícola, fazem parte do grupo: j SLC Alimentos, que comercializa principalmente arroz e feijão sob as marcas Namorado, Namorado Gourmet e Butuí. j Ferramentas Gerais, que vende suprimentos para manutenção e reparos para empresas. Tudo, desde enxada a betoneiras e elevadores de veículos. j SLC Comercial, concessionária dos tratores e máquinas agrí- colas John Deere. Segundo Frederico, para a safra de 2013, a SLC tem 280,4 mil hectares, divididos em: 150,9 mil hectares de soja. 76,3 mil hectares de algodão. 47,6 mil hectares de milho. 5,6 mil hectares de outras culturas, como café, trigo e cana- de-açúcar. j j j j Desde a abertura de capital, mais que dobramos o tamanho da empresa. Saímos, em 2007, de 117 mil hectares para os atuais 280 mil, diz Frederico. Segundo Pedro Ferroni, analista e sócio da CTM Investimentos, na safra passada a empresa plantou mais algodão, a cultura que apresentou maior resultado por hectare. Na safra de agora, mil hectares equivalem a praticamente duas cidades de São Paulo plantadas com soja, milho e algodão. 400 mil hectares é como cobrir metade do país Porto Rico com plantações. de 2012/13, eles inverteram e plantaram mais soja. Tudo depende da análise de preço, qualidade, clima e mercado interno. A SLC calculou tudo isso e decidiu onde investir. Para a próxima safra, a tendência é de que a área plantada de algodão volte a crescer. Fotos: Divulgação A SLC agrícola foi fundada em 1977, sob o nome Agropecuária Schneider Logemann. Frederico afirma que foi a primeira empresa do setor no mundo a ter suas ações negociadas em bolsas de valores, em Desde que abordamos a empresa na revista, em fevereiro de 2009, a SLC fez várias movimentações no mercado: em 2010 vendeu a fazenda Palmeira, no Maranhão; em 2011 adquiriu as fazendas Parceiro (BA) e Paineira (PI); em 2012 adquiriu a fazenda Perdizes (MT) e lançou sua subsidiária SLC LandCo (mais sobre ela no decorrer da matéria). 41

3 Na apresentação dos resultados da safra 2011/12, a empresa justificou a decisão: Foi um ano-safra em que a companhia investiu fortemente no algodão (foram plantados 95,3 mil hectares da cultura, ou 38% de tudo o que a empresa plantou), dadas as condições apresentadas à época da decisão de plantio. O preço do algodão caiu durante o ano, mas mesmo assim a cultura apresentou um bom resultado por hectare plantado, superior ao obtido com os grãos, descreve o relatório de apresentação anual da companhia, assinado por Ivo Marcon Brunn, diretor financeiro, e Frederico Logemann, gerente de RI. Ou seja, como diria o Barão de Itararé, bons não estão os negócios do algodão, mas sempre algo dão. O MERCADO E OS RESULTADOS Até mesmo Frederico Logemann reconhece que poucos de seus acionistas e investidores conhecem a fundo o negócio da empresa. Sabem que a agricultura tem seus riscos, que há a possibilidade de o clima acabar com os lucros de uma fazenda, além da sazonalidade da colheita. No caso da SLC, não é bem assim. Quando plantamos soja em uma fazenda, plantamos cinco, seis tipos de sementes para mitigar problemas de clima e outros que podem afetar a produção, explica Frederico. Mas, para se inteirar melhor dos negócios da SLC, Pedro Ferroni mostra os períodos de plantio e colheita das plantações da empresa. É uma média, alerta ele. A empresa planta variedades precoces, superprecoces, tardias e supertardias, complementa. Plantio Colheita Soja Setembro a novembro. Janeiro a abril. Milho Outubro a fevereiro. Fevereiro a agosto. Algodão Novembro a janeiro e comecinho de fevereiro. Junho a agosto. Mesmo sem conhecer a fundo o agronegócio, o acionista da SLC tem motivos para ficar feliz. A empresa está crescendo e tem estratégias sólidas para a aquisição de mais terra através de joint ventures (veja a LandCo, mais abaixo). E mais, enquanto lê esta matéria, provavelmente já recebeu os dividendos da empresa, correspondentes a R$0, por ação, previstos para serem pagos no dia 2 de maio. E, para a próxima safra, tem mais. A empresa pretende plantar 310 mil hectares na safra 2013/14. Pedro destaca mais notícias para o acionista: É a empresa que possui a melhor margem do setor, mesmo em comparação com players da América Latina e dos Estados Unidos, e tem parcerias com grandes traders do mercado de logística. 42 A DV F N

4 As novidades vêm de todos os lados: recentemente, a empresa e o Grupo Dois Vales, de Mato Grosso, firmaram uma joint venture para a produção de commodities agrícolas. Pelo acordo, a SLC detém 50% da nova empresa e converterá 20 mil hectares de pastagem pertencentes à Dois Vales em fazenda de soja, algodão ou milho. O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) já se manifestou favorável ao negócio, afirmando que a joint venture não afeta a livre concorrência nem é monopolizadora. Em uma tacada só, a SLC se aproximou de sua meta para a safra 2013/14: com esse negócio assinado e confirmado, faltam só 10 mil hectares para cumprir a meta. Por outro lado, devido principalmente à estiagem, o lucro líquido da SLC em 2012 foi 76% abaixo do lucro líquido de 2011, fechando o ano em apenas R$38,4 milhões. E já existem dificuldades à vista para a próxima safra. Segundo a empresa, os traders estão antecipando um valor de frete muito alto para a temporada 2013/14, fazendo com que a SLC tenha dificuldades em fechar contratos antecipados de venda. E boa parte do lucro da companhia vem dessa capacidade de definir, com antecedência, por quanto vai vender seus produtos. Voltando aos resultados de 2012, a receita líquida apresentou crescimento de 11,2% em relação a 2011, principalmente em função do aumento do volume vendido, e a geração de caixa operacional medida pelo Ebitda foi de R$290,3 milhões, com queda de apenas 0,5% em 2012 em relação a Pedro Ferroni elogia o modelo da SLC, baseado em hedges: Quando você faz um hedge, tem custo pré-estabelecido, receita pré-estabelecida e, o mais importante, câmbio fechado. Em teoria, você já tem uma margem operacional definida, essa é a estratégia para eliminar a sazonalidade das receitas. Hoje, 75% do algodão já é negociado a preços estabelecidos, de hedge; 62% da soja também é assim. O restante fica para o mercado export, que depende da flutuação diária de preços. A venda de parte da soja nesses hedges a preços atraentes é o que faz com que analistas continuem a ver a SLC com bons olhos, apesar de questões como a seca na Bahia e no Piauí, que já se arrasta por dois anos, algo atípico na região. Segundo a rede de notícias Bloomberg, essa seca já fez com que a SLC diminuísse a expectativa de colheita da soja em 4,8% e do algodão em 7,2%. Analistas do Itaú BBA declararam à rede de notícias que isso deve fazer com que o Ebitda esperado da SLC em 2013 caia em até 6%. O banco, entretanto, manteve a indicação de outperform da SLC. Para os analistas do banco, não há motivos para a ação estar sendo negociada abaixo de seu valor de mercado, de aproximadamente R$27,00. Fernando Goes, analista da corretora Clear, faz uma análise grafista do papel. Para ele, o ponto de compra da SLCE3 está um pouco mais para baixo, perto de R$15,00. Mas, se o papel reagir e permanecer perto de R$19,00, pode cancelar o risco de queda, alerta Fernando. Ela está com um gráfico bom, há boas coisas para ela. Esses R$19,00 de agora são um divisor de tendência, afirma. PÉ NA ESTRADA PARA SE VENDER Se você for acionista da SLC e não tiver um programa para junho, pode conhecer uma fazenda da companhia. É nesse mês que a empresa organiza sua visita oficial a uma de suas fazendas, próxima à Brasília. Somos uma fábrica a céu aberto, explica Frederico, que ainda complementa: Muitos de nossos acionistas vivem nos grandes centros e não conhecem a nossa indústria. Então, geralmente em junho, convidamos jornalistas, mercado e investidores para conhecer o nosso mundo. Mas praticamente todo mês tem investidor querendo conhecer. Além das visitas e de, segundo Frederico, 150 a 200 oportunidades de interação com acionistas, entre conferências, eventos e similares, a SLC também faz seus road shows para atrair possíveis investidores. Todo ano tentamos fazer um road show na Europa e outro nos Estados Unidos. Vamos fazer conferências lá e aproveitamos para visitar possíveis investidores. Também temos várias casas que fazem a cobertura de nosso papel, como BTG Pactual, Morgan Stanley, Bank of America, JP Morgan, Credit Suisse e HSBC, então temos uma boa exposição, revela. PÉ NA ESTRADA, SE HOUVESSE, PARA VENDER SOJA Quando se fala em concorrentes, Frederico Logemann é taxativo: apesar de considerar a V-Agro, a Brasilagro e a Bom Futuro como pares, seus principais concorrentes são de outros países. Afinal, ele vende commodities, um mercado onde uma saca de grãos de um país não se diferencia da saca de outro país, muito menos dos fabricantes individuais. E, quando você não consegue se diferenciar em seus produtos, quando o preço é tabelado, outros fatores entram em jogo, como a rapidez em entregar a safra. E foi devido à dificuldade em escoar soja que a China cancelou uma compra de soja do Brasil no valor de 2 milhões de toneladas. Não era nosso cliente, mas o caso afeta o mercado como um todo. Essa soja vai acabar sendo vendida e M A I

5 embarcada através da Argentina ou dos Estados Unidos. Enquanto isso, no Brasil, teremos que dar um destino para 2 milhões de toneladas que agora não têm um comprador. Vai acabar sobrando soja no mercado interno brasileiro, ela terá que ser absorvida de alguma maneira, e isso afeta o mercado inteiro, aponta Frederico. Ele conta que a produtividade de soja e de algodão da SLC no Brasil são superiores à produtividade média de outros países, como Argentina e Estados Unidos. Só que nosso custo logístico é quatro, cinco vezes maior do que o desses países. O Brasil é um país importante na produção agrícola, é fazedor de preço nas commodities, principalmente no caso da soja. Mas, se o preço da soja mundial aumenta, em função dos nossos problemas logísticos, esse aumento não vai para os nossos produtores. Ele acaba indo para o produtor americano ou argentino, que lucra mais por saca do que o produtor brasileiro, afirma. Segundo o economista Luiz Antônio Fayet, da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), os produtores são eficientes, mas há uma discrepância da porteira para fora. Luiz Antônio cita dados da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) que revelam que a média de gastos com logística no Brasil, principalmente no transporte da produção até o porto, foi de US$84,00 por tonelada de soja em Nos Estados Unidos, o custo médio foi de US$21,00 e, na Argentina, de US$23,00. Se tivéssemos os custos dos Estados Unidos, os produtores poderiam ganhar cerca de R$6,00 a mais por saca. Esse valor representa aproximadamente 15% do preço da saca em Mato Grosso, um dos estados produtores mais afetados pelos problemas logísticos do país. Para solucionar tal situação, é preciso resolver o colapso dos portos brasileiros, que não têm condições de exportar a safra, afirma Fayet. Na média, a produção viaja cerca 2 mil quilômetros antes de ser embarcada nos navios graneleiros. Segundo Fayet, as regiões sul e sudeste produzem menos soja e milho do que consomem. Mesmo assim, os portos dessas regiões escoam mais de 80% da produção nacional. Pedro Ferroni confirma que a situação é delicada: Quem assume a parte de transporte da safra são os traders. O que acontece: ou a SLC fecha contrato com desconto maior ou mantém o produto nos silos até encontrar um preço melhor. O profissional da CTM aponta ainda a contradição no governo brasileiro: O governo pede para o produtor produzir mais com menos terras, porque não se pode abrir muitas terras para a agricultura. Assim, o produtor é obrigado a fazer sua lição de casa, mas existe também a parte do governo. E existem órgãos excelentes, como a Embrapa, que têm tecnologia de ponta na produção de novas sementes e variedades. Fica como exemplo. Para enfrentar a precariedade de estradas, portos e estradas de ferro, Frederico conta que a SLC faz o que pode: aumentar a capacidade de armazenagem e tentar fugir do pico da demanda da parte logística. A colheita de soja é o pico logístico do Brasil. Começa no final de fevereiro e vai até abril. Hoje nossa capacidade de armazenagem é de 60% da colheita, e a tendência é aumentar, para que se possa entregar o produto em um momento em que não existe a mesma demanda logística. Assim, pagamos um preço de frete mais reduzido e nos tornamos mais competitivos. O pequeno produtor, que não tem silo, acaba tendo que entregar o produto para trade no momento da colheita, o que afeta muito a margem, explica. Entretanto, existem sinais de que as coisas podem melhorar, e os primeiros passos já foram dados: O governo teve suas ações através do PAC, PAC II e Parcerias Público-Privadas, que tentam melhorar a infraestrutura e a logística do país. Entendemos que tem que ser assim. É nessa hora que o Estado deve ser grande, para ajudar o interior do país a crescer. Ele só não cresce mais devido às dificuldades de logística. Vamos abrir mais áreas, Vamos expandir a atividade agrícola, Este ano provavelmente o Brasil bate o recorde na produção de grãos, provavelmente será a maior produção de soja do mundo, dizem. Mas a logística é a mesma de cinco, seis anos atrás, incompatível com esse crescimento, analisa Frederico. MERCADO DA SOJA INVADINDO A PRAIA DOS EUA, DUAS VEZES Há algum tempo, o mundo espera que o Brasil se aproxime mais dos Estados Unidos na produção de soja. Atualmente, o vizinho do andar de cima ocupa a primeira posição, com 90,6 milhões de toneladas anuais, enquanto o Brasil ocupa a segunda, com 68,5 milhões. Só que essa diferença entre os dois países está caindo, e rápido. Essa é a primeira invasão aos negócios do Tio Sam. A segunda invasão vem meio sem querer, por conta de nossa dificuldade logística. A SLC, com sua enorme produção, é o fiel nessa balança. Recentemente, a rede de notícias Bloomberg mostrou tudo o que a SLC e o Brasil tem a perder se a questão logística não for resolvida logo. Como acabamos de ver, a SLC guarda sua produção em silos, esperando o melhor preço. Atrasar o envio da soja equivale a correr o risco de colocá-la no mercado junto com a soja estadunidense, elevando a oferta e derrubando os preços 4 4 A DV F N

6 mesmo que boa parte da produção já tenha sido vendida a preços combinados anteriormente por contratos de hedge. Como quando aqui é inverno, lá é verão, e vice-versa, as safras de soja também acontecem em períodos diferentes do ano. E, se não houver mudanças na infraestrutura, o Brasil pode sacrificar a sua posição de fazedor de preços para se submeter aos valores propostos pelos Estados Unidos na outra metade do ano. COMPRA, TRANSFORMAÇÃO E VENDA Para Pedro Ferroni, o grande negócio da SLC não é a soja ou o algodão. É a transformação da terra: O grande valor da SLC está na monetarização de terra em área produtiva. A margem da agricultura é apertada, costuma ficar entre 10 e 13%. Além disso, o analista da CTM lembra que há a questão do clima: A receita da SLC tem aumentado, mas os lucros não são constantes. Em um ano vão bem, obrigado; no outro ano chove demais, de menos ou chove na hora errada, e o lucro cai. Então, de onde virá o lucro futuro da SLC? Justamente da transformação de um pedaço de terra que ninguém quer em uma fazenda lucrativa e produtiva. Grosso modo, a SLC aplicaria o modelo de negócios do bom vendedor de carros usados: compra, arruma, usa e vende. No Brasil, por muito tempo, o preço da terra ficou parado. Hoje, é menor que na Argentina, exemplifica Ferroni. Frederico concorda: É preciso um investimento muito grande na transformação de terras. Se for em área bruta, nunca tocada pela agricultura, é preciso fazer a limpeza e a correção de solo, se a área foi usada antes como pastagem, você também tem que aplicar corretivos que possuem um valor considerável. Mas compensa, considera o gerente de RI: Nossa produtividade é superior à da concorrência, sim, mas nossa expertise está em achar novas fronteiras, comprar a terra a um preço baixo e gerar um ganho imobiliário a longo prazo, vendendo as fazendas maduras. O valor da terra que transformamos no passado muitas vezes triplicou. Nos últimos dez anos, o valor da terra subiu, aproximadamente, 10% acima da inflação, então tivemos um ganho importante na compra e na transformação dessas fazendas de alto potencial produtivo. A aquisição de terras com alto potencial produtivo também visa capturar a valorização imobiliária que as terras agricultáveis no Brasil proporcionam, em função das vantagens comparativas em relação aos principais produtores agrícolas do mundo, tais como Estados Unidos, China, Índia e Argentina. Pedro finaliza: Grande parte da valorização da empresa virá daí, do aumento do valor da terra. O pensamento é a longo prazo. M A I

7 SMALL CAP LANDCO, A SOLUÇÃO DAS PRÓXIMAS LAVOURAS para adquirir fazendas latifundiárias. Se der certo essa venture, podemos criar outras, diz Frederico. Guardiã de Riquezas. É assim que se autodefine a empresa de investimentos Valiance, de Londres. E é essa empresa que se associou com a SLC para formar a SLC LandCo. A empresa brasileira tem 51% da nova subsidiária e os ingleses, 49%. Com esses 238 milhões, a SLC LandCo pretende adquirir 81 mil hectares de área. Também será responsável pela limpeza, correção do solo e construção de infraestrutura nas áreas. Uma vez que tudo esteja pronto, a SLC Agrícola irá arrendar e tocar as fazendas da LandCo. O que arrecadamos em nossa IPO foi investido em aquisição de áreas. O Brasil ainda tem uma taxa alta de juros, então não seria um investimento aconselhável conseguir recursos através de empréstimos. Para atrair investidores, lançamos a SLC LandCo e buscamos parceiros para dividir o lucro da transformação de terras. Fechamos o acordo com a Valiance, na qual entramos com três fazendas no valor de 238 milhões de dólares, e eles entraram com o equivalente em dinheiro, que será usado para adquirir mais áreas. A intenção de crescer demanda muito caixa, principalmente A SLC, assim, é extremamente competente na parte que compete a ela. Sua estratégia de crescimento é sólida, firmou novas parcerias, tem negócios sólidos no futuro com a venda de fazendas maduras e detém a simpatia de vários analistas do mercado. Até o clima ela consegue driblar, plantando diferentes sementes e em várias regiões do país. A única coisa que ela não pode controlar é a infraestrutura do país, os investimentos do governo e o Custo Brasil. Com a palavra, o governo. INDICADORES FUNDAMENTALISTAS (SLCE3 (SLCE3))* ÍNDICE ADVFN O CHECKLIST DO RESPEITO AO INVESTIDOR Papéis SLCE3 A empresa responde s em até 48 horas? Gráfico Histórico SLC AGRÍCOLA (SLCE3) 1 ano Atende os telefonemas feitos por investidores? 24 Permite visitação de investidores minoritários à companhia? 22 Possui pessoas capacitadas para comentar as informações e os números da companhia? 20 Faz Conference Call ou Web Conference com os acionistas? 18 Empresa SLC AGRÍCOLA Valor de mercado R$ ADVFN Valor de firma R$ Quant. de ações *Última cotação: dia 18/4/ Jun 12 Ago 12 Out 12 Dez 12 Fev 13 Fonte: Gráfico retirado do site br.advfn.com Classificação: Abr13

8 t SLC AGRÍCOLA S.A. Comentários de Anderson Lueders A empresa SLC Agrícola S.A. atua especialmente na produção de algodão, soja e milho e tem apresentado forte crescimento. A receita líquida partiu de R$268,7 milhões em 2007, atingindo expressivo R$1,1 bilhão em Toda essa exuberância do crescimento da receita líquida, no entanto, não resultou em evolução da lucratividade. O lucro líquido alternou momentos de queda e de aumento desde Foi de R$43 milhões em 2007 e, em 2012, de R$38 milhões, tendo como melhor ano 2011, quando a lucratividade atingiu R$160 milhões. Com a cotação das ações ordinárias a R$16,99, conforme último negócio realizado no pregão de 12 de abril de 2013, o valor de mercado da empresa equivale a R$1,68 bilhão. Seu Preço/Lucro (nos últimos 12 meses) é 44,1 e o Preço/Valor Patrimonial da ação é 0,86. A SLC Agrícola custa o equivalente a 1,5 vezes o faturamento líquido de um ano e tem um modesto ROE, de 2%. Como principais pontos negativos, a empresa apresenta: a) Histórico de resultados com baixa rentabilidade patrimonial e margens muito voláteis. b) Caixa líquido relativamente baixo diante das obrigações financeiras que vêm crescendo. c) Elevada exposição a fatores incontroláveis, como câmbio, preço de commodities e clima. d) Custos logísticos altos no país. Entre os principais pontos positivos, destacam-se: a) Vocação natural do país para a atividade agrícola. b) A empresa é negociada abaixo do valor de suas terras subtraído de todas as suas obrigações. c) Proteção natural em caso de aumento da inflação. d) Forte crescimento. A empresa aproveitou bem a onda de ofertas públicas que inundou o mercado acionário brasileiro em 2007 e lançou suas ações a R$14,00. Logo na sequência, embalada pela forte alta que ocorria no mercado, suas ações chegaram a superar os R$30,00 entre maio e julho de 2008, o que se tornou o maior preço já atingido. A partir de então, seguiu-se forte queda e, em outubro de 2008, a ação já custava menos de R$10,00, refletindo o pânico que tomou conta do mercado no período, com investidores, principalmente estrangeiros, vendendo tudo a qualquer preço. A ação subiu novamente e oscilou ao redor dos R$15,00 até o início de 2012 quando, refletindo o bom balanço de 2011, passou a subir até julho de 2012, que é o maior preço recente, chegando a superar os R$22,00. Desde então, o ativo vem apresentando trajetória de queda, até atingir a mínima em 12 meses atual, abaixo dos R$17,00. Portanto, a compra de SLC Agrícola se torna atrativa ao investidor que tem como objetivo o investimento em ações com baixa relação Preço/Valor Patrimonial, acreditando no destravamento deste valor e, especialmente, esperando pelo lado positivo da volatilidade das margens, que é típica do segmento. É um instrumento de investimento válido para quem quer se posicionar na atividade agrícola brasileira, assumindo que o retorno patrimonial médio vai melhorar com o tempo. Anderson Lueders é conhecido como Small Caps em alguns fóruns de investimento. É formado em direito, com MBA em gestão empresarial pela FGV. Tem experiência como investidor individual no mercado de ações desde 2000, com foco na análise de empresas small caps e desprezadas pelo mercado. Autor do livro Investindo em small caps: um roteiro completo para se tornar um investidor de sucesso, da editora Campus/Elsevier. Blog: smallcaps.blogs.advfn.com M A I

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