OPERAÇÕES BANCÁRIAS & CONTABILIDADE DE INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS INFORMAÇÕES GERAIS ANALISTA - BANCO CENTRAL. Revisão de Contabilidade

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1 OPERAÇÕES BANCÁRIAS & CONTABILIDADE DE INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS INFORMAÇÕES GERAIS ANALISTA - BANCO CENTRAL ENFOQUE DO CURSO: - Áreas 2 e 3, no que são comuns - Abordagem conceitual, normativa e prática (contábil) das principais operações bancárias Revisão de Contabilidade REQUISITO: - Domínio elementar de contabilidade - Se necessário, Contabilidade Introdutória - Fipecafi BIBLIOGRAFIA: - Contabilidade de IFs, Amaro e Nyiama - Manual de Contabilidade Bancária, Cláudio Filgueiras 1

2 Revisão de Contabilidade Propósito da Contabilidade - Capturar os eventos econômicos e traduzi-los para uma linguagem única, universal. Contas ou Rubricas Contábeis - elementos sensibilizados quando da tradução dos eventos econômicos para a linguagem contábil Revisão de Contabilidade Tipos de Contas - Patrimoniais - Ativo: bens e direitos; - Passivo: obrigações ou recursos de terceiros; - Patrimônio Líquido: resíduo do confronto entre ativos e passivos. Recursos dos sócios. - de Resultado - Receita: pode ser a consequência de um aumento do ativo ou de uma redução do passivo; - Despesa: Pode ser a consequência de uma redução do ativo ou de aumento do passivo. Revisão de Contabilidade Tipos de Contas - Compensação: destinadas ao registro de quaisquer atos administrativos que possam transformar-se em direito, ganho, obrigação, risco ou ônus efetivos, decorrentes de acontecimentos futuros, previstos ou fortuitos. - Ativo; - Passivo. Revisão de Contabilidade Dinâmica das Contas - Lançamento; - Método das Partidas Dobradas: - todo débito corresponde a um crédito de igual valor. Natureza das Contas 2

3 Revisão de Contabilidade Revisão de Contabilidade Movimentação Contábil: Evidenciação Contábil - Demonstrações Financeiras - Balanço Patrimonial Contas Patrimoniais - Dem. de Resultado Contas de Resultado - Notas Explicativas Contas de Compensação - Dem Mutações PL PL - Dem Fluxo de Caixa Reflexo Financeiro Revisão de Contabilidade Revisão de Contabilidade Grupos Contábeis EXEMPLO: Um cliente efetua um depósito em sua conta-corrente, em dinheiro. 3

4 EXEMPLO: Um cliente efetua um depósito em sua conta-corrente, em dinheiro. EVENTO 1: A Instituição Financeira compra um Título Público Federal utilizando recursos de sua reserva bancária. D DISPONIBILIDADES C DEPÓSITOS À VISTA EVENTO 1: A Instituição Financeira compra um Título Público Federal utilizando recursos de sua reserva bancária. EVENTO 2: Um cliente solicita a aplicação de recursos disponíveis em sua conta-corrente em um CDB (Certificado de Depósito Bancário) da Instituição: D Títulos e Valores Mobiliários C DISPONIBILIDADES Reserva Bancária 4

5 EVENTO 2: Um cliente solicita a aplicação de recursos disponíveis em sua conta-corrente em um CDB (Certificado de Depósito Bancário) da Instituição: EVENTO 3: A Instituição concede um financiamento, liberando os recursos na conta do fornecedor do cliente, em outra Instituição Financeira: D Depósitos à Vista C Depósitos à Prazo EVENTO 3: A Instituição concede um financiamento, liberando os recursos na conta do fornecedor do cliente, em outra Instituição Financeira: EVENTO 4: Seguindo as regras do COSIF, a Instituição apropria rendas em razão da fluência do prazo, de um empréstimo concedido: D Operações de Crédito C Disponibilidades Reserva Bancária 5

6 EVENTO 4: Seguindo as regras do COSIF, a Instituição apropria rendas em razão da fluência do prazo, de um empréstimo concedido: EVENTO 5: Seguindo as regras do COSIF, a Instituição constitui PDD no montante das perdas estimadas para sua carteira de crédito: D Operações de Crédito C Rendas de Operações de Crédito EVENTO 5: Seguindo as regras do COSIF, a Instituição constitui PDD no montante das perdas estimadas para sua carteira de crédito: EVENTO 6: Seguindo as regras do COSIF, a Instituição apropria as despesas referentes à sua captação de Poupança, em razão da fluência do prazo: D Desp de Provisão p/ Op. de Crédito C Provisão p/ Oper de Crédito (-) 6

7 EVENTO 6: Seguindo as regras do COSIF, a Instituição apropria as despesas referentes à sua captação de Poupança, em razão da fluência do prazo: EVENTO 7: A Instituição concede um empréstimo a um cliente, liberando os recursos na conta-corrente que o mesmo mantém na própria Instituição D Despesas Dep. de Poupança C Depósitos de Poupança EVENTO 7: A Instituição concede um empréstimo a um cliente, liberando os recursos na conta-corrente que o mesmo mantém na própria Instituição EVENTO 8: Os acionistas da Instituição integralizam aumento de capital com recursos que estavam disponíveis em suas contas-correntes na própria IF: D Empréstimos e Títulos Descontados C Depósitos à Vista 7

8 EVENTO 8: Os acionistas da Instituição integralizam aumento de capital com recursos que estavam disponíveis em suas contas-correntes na própria IF: EVENTO 9: Um cliente saca no caixa eletrônico recursos de sua conta-corrente: D Depósitos à Vista C Capital Social EVENTO 9: Um cliente saca no caixa eletrônico recursos de sua conta-corrente: D Depósitos à Vista C Disponibilidades / Caixa EVENTO 10: A Instituição compra um imóvel para instalação de uma agência sua, pagando o antigo proprietário através de um depósito em conta-corrente na própria Instituição: * 1.6 Operações de Crédito... 8

9 EVENTO 10: A Instituição compra um imóvel para instalação de uma agência sua, pagando o antigo proprietário através de um depósito em conta-corrente na própria Instituição: * 1.3 TVM e Derivativos... * Depósitos de Poupança * Depósitos ói Interfinanceiros i * 1.6 Operações de Crédito... D Imóveis de Uso C Depósitos à Vista EVENTO 11: A Instituição investe em uma empresa, adquirindo debêntures da mesma, com recursos de sua reserva bancária: EVENTO 11: A Instituição investe em uma empresa, adquirindo debêntures da mesma, com recursos de sua reserva bancária: D Debêntures C Banco Central Res Livres em Espécie 2. Cosif Plano Contábil das Instituições do SFN 9

10 Cosif Retornando às atribuições do CMN... -É de competência do CMN expedir normas gerais de contabilidade e estatística a serem Observadas pelas instituições financeiras (Lei art. 4 inc XII). Cosif Através da competência delegada pelo CMN, foi expedido um Plano de Contas padronizado, conhecido como COSIF (Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional), via Circular BACEN de 29/12/1987; -Tal competência foi delegada ao Banco Central do Brasil, em reunião do CMN, de 19/07/78 (COSIF ). 2.1 Objetivos 2.1 Estrutura - unificar os diversos planos contábeis existentes à época e uniformizar os procedimentos de registro e elaboração de demonstrações financeiras; Vantagem - facilitar o acompanhamento, análise, avaliação do desempenho e controle das instituições integrantes do Sistema Financeiro Nacional. 10

11 2.1 Estrutura 2.1 Características Básicas - adotar métodos e critérios uniformes no tempo, sendo que as modificações relevantes devem ser evidenciadas em notas explicativas, quantificando os efeitos nas demonstrações financeiras, quando aplicável; - registrar as receitas e despesas no período em que elas ocorrem e não na data do efetivo ingresso ou desembolso, em respeito ao regime de competência; 2.1 Características Básicas - fazer a apropriação mensal das rendas, inclusive mora, receitas, ganhos, lucros, despesas, perdas e prejuízos, independentemente da apuração de resultado a cada seis meses; - apurar os resultados em períodos fixos de tempo, observando os períodos de 1º de janeiro a 30 de junho e 1º de julho a 31 de dezembro, sendo que para fins de publicação observam-se outros critérios, dentre eles o prazo de 1º de janeiro a 31 de dezembro; 2.1 Características Básicas - proceder às devidas conciliações dos títulos contábeis com os respectivos controles analíticos e mantê-las atualizadas, conforme determinado nas seções próprias deste Plano, devendo a respectiva documentação ser arquivada por, pelo menos, um ano. 11

12 Empresas obrigadas a usar o Cosif - bancos múltiplos; - bancos comerciais; - os bancos de desenvolvimento; - caixas econômicas; - bancos de investimento; - sociedades de crédito, financiamento e investimento; - sociedades de arrendamento mercantil; - sociedades corretoras de TVM e câmbio; - sociedades distribuidoras de TVM; -cooperativas de crédito; etc... Empresas não obrigadas a usar o Cosif: - Sociedades de Fomento Mercantil ou FACTORINGS (não confundir com as Agências de Fomento ou Sociedades de Arrendamento Mercantil!!!!); - Administradoras de Cartões de Crédito; - Fundos de Pensão (Entidades Abertas ou Fechadas de Previdência Privada); - Seguradoras ou Sociedades de Capitalização; 2.2 Critérios de Avaliação e Apropriação Contábil Operações com taxas prefixadas: a)as operações ativas e passivas contratadas com rendas e encargos prefixados contabilizam-se pelo valor presente, registrando-se as rendas e os encargos a apropriar em subtítulo de uso interno do próprio título ou subtítulo contábil utilizado para registrar a operação; Operações com taxas prefixadas: b) as rendas e os encargos dessas operações são apropriados mensalmente, a crédito ou a débito das contas efetivas de receitas ou despesas, conforme o caso, em razão da fluência de seus prazos, admitindo-se a apropriação em períodos inferiores a um mês; 12

13 Operações com taxas prefixadas: c) as rendas e os encargos proporcionais aos dias decorridos no mês da contratação da operação devem ser apropriados dentro do próprio mês, "pro rata temporis", considerando-se o número de dias corridos; d) a apropriação das rendas e dos encargos mensais dessas operações faz-se mediante a utilização do método exponencial, admitindo-se a apropriação segundo o método linear naquelas contratadas com cláusula de juros simples. Exemplo: O Banco X compra, em 2/março/2009, LTN s com vencimento para 1/outubro/2009 ao preço total de R$ ,06. Calcule o valor de rendas a serem apropriadas no mês de março e o valor contábil atualizado deste ativo em 31/março/2009. Faça a contabilização da aquisição dos títulos em 2/março/2009 e da apropriação das rendas do mês de março. D Letras do Tesouro Nacional ,06 C 1.1 Reservas Livres ,06 Exemplo: , , ,06 = 8.129,76 D Letras do Tesouro Nacional 8.129,76 C Rendas de Títulos de Renda Fixa 8.129,76 Operações com taxas pós-fixadas ou flutuantes: a)as operações ativas e passivas contratadas com rendas e encargos pós-fixados ou flutuantes contabilizam-se pelo valor do principal, a débito ou a crédito das contas que as registram. Essas mesmas contas acolhem os juros e os ajustes mensais decorrentes das variações da unidade de correção ou dos encargos contratados, no caso de taxas flutuantes; 13

14 Operações com taxas pós-fixadas ou flutuantes: b) as rendas e os encargos dessas operações são apropriados mensalmente, a crédito ou a débito das contas efetivas de receitas ou despesas, conforme o caso, em razão da fluência de seus prazos, admitindo-se a apropriação em períodos inferiores a um mês; c) as rendas e os encargos proporcionais aos dias decorridos no mês da contratação da operação devem ser apropriados dentro do próprio mês, "pro rata temporis", considerando-se o número de dias corridos; Operações com taxas pós-fixadas ou flutuantes: d) a apropriação das rendas e dos encargos mensais dessas operações faz-se mediante a utilização do método exponencial, admitindo-se a apropriação segundo o método linear naquelas contratadas com cláusula de juros simples, segundo o indexador utilizado para correção do mês seguinte em relação ao mês corrente, "pro rata temporis" no caso de operações com taxas pós-fixadas, ou com observância às taxas contratadas, no caso de operações com encargos flutuantes; Operações com taxas pós-fixadas ou flutuantes: e) as operações ativas e passivas contratadas com cláusula de reajuste segundo a variação da Unidade Padrão de Capital (UPC), atualizam-se mensalmente, "pro rata temporis", com base na variação da OTN. Caso ocorram liquidações no transcorrer do trimestre, a instituição deve proceder aos estornos pertinentes. Exemplo: O Banco X concede uma operação de crédito em X1, no valor de $1.000, remunerada a 100% do CDI. O vencimento da operação será em X2. Calcule o valor de rendas a serem apropriadas no meses de outubro e novembro e faça a contabilização apropriada. - O CDI variou 2% em cada um dos meses; - Principal e juros serão pagos no vencimento. 14

15 CÁLCULO DA RENDA EM 31/10: Cálculo da Re nda Apropriada em : = 1000,00 ((1,02) CÁLCULO DA RENDA EM 30/11: = 1013,50 ((1,02) 1) = , = 13,50 CálculodaRendaApropriadaem : ) = 1013,50 0,02 = 20,27 Data Sd Contábil Renda 10/10/X1 1000,00 0,00 31/10/X1 1013,50 13,50 30/11/X1 1033,77 20,27 Exercício Data Sd Contábil Renda Concessão de Empréstimo 10/10/X1 1000,00 0,00 Data de concessão: 10/10/X1 31/10/X1 1013,50 13,50 Data de vencimento: 30/11/X2 30/11/X1 1033,77 20,27 Valor concedido: $1000 Operação remunerada a 100% do CDI, que registrou variação de 2% em cada um dos meses de outubro e novembro. O principal e os juros serão pagos inteiramente no vencimento Histórico: (1) Concessão da operação de crédito - 10/10/X1 1.6 Empréstimo 1.1 Res Livres (1) (1) Data Sd Contábil Renda 10/10/X1 1000,00 0,00 31/10/X1 1013,50 13,50 30/11/X1 1033,77 20,27 Histórico: (2) Apropriação da renda da operação de crédito - 31/10/X1 (3) Apropriação da renda da operação de crédito - 30/11/X1 (4) Recebimento da operação de crédito - 30/11/X1 2. Demonstrações Financeiras Obrigatórias 1.6 Empréstimo 1.1 Res Livres 7.1 Rendas Emp (S) ,77 (4)(4) 1033, (S) 13,50 (2) (2) 13,50 20,27 (3) (3) 20,27 15

16 2. Demonstrações Financeiras Obrigatórias Demonstrações Contábeis: Elaboração (principais): - Balancete Patrimonial (mensal); - Balanço Patrimonial (semestral); - Demonstração de Resultado do Semestre; - Demonstração das Mutações do PL (semestral); - Demonstração de Fluxo de Caixa (semestral). 2. Demonstrações Financeiras Obrigatórias Demonstrações Contábeis: Publicação (30 de junho e 31 de dezembro): - Balanço Patrimonial (semestral); - Demonstração de Resultado do Semestre; - Demonstração das Mutações do PL (semestral); - Demonstração de Fluxo de Caixa a (semestral). Balancete (BB junho/2009) 2. Demonstrações Financeiras Obrigatórias Balanço Patrimonial (BB junho/2009) 2. Demonstrações Financeiras Obrigatórias 16

17 2. Demonstrações Financeiras Obrigatórias Demonstração do Resultado do Semestre (BB dezembro/2008) Demonstração dos Fluxo de Caixa (Itaú Unibanco junho/2010) 2. Demonstrações Financeiras Obrigatórias DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA - ITAÚ UNIBANCO LUCRO LÍQUIDO (PREJUÍZO) AJUSTADO Lucro Líquido Ajustes ao Lucro Líquido ( ) VARIAÇÃO DE ATIVOS E OBRIGAÇÕES CAIXA LÍQUIDO PROVENIENTE/APLICADO NAS ATIVIDADES OPERACIONAIS CAIXA LÍQUIDO PROVENIENTE/APLICADO NAS ATIVIDADES DE INVESTIMENTO ( ) CAIXA LÍQUIDO PROVENIENTE/APLICADO NAS ATIVIDADES DE FINANCIAMENTO AUMENTO/DIMINUIÇÃO LÍQUIDO EM CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA Demonstrações Financeiras Obrigatórias Demonstração das Mutações do PL (Itaú Unibanco junho/2010) DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO - ITAÚ UNIBANCO Ajustes Capital Res Re s de Aval Lucros Ações Social Capital Lucros Pat Acum em Tes Total SALDOS EM ( ) 0 ( ) Capitalização por Reservas ( ) 0 Ações em Tesouraria (38.350) ( ) Ot Outorga de Opções Reconhecidas (81.926) Variação do Ajuste ao Valor de Mercado Reversão de JCP e Dividendos Pagos Lucro Líquido Destinações: 0 Reserva Legal ( ) 0 Reservas Estatutárias ( ) 0 Dividendos e JCP ( ) ( ) SALDOS EM ( ) EXERCÍCIOS 17

18 1- (BACEN2002) Conforme destacado no Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional (COSIF), as normas ali consubstanciadas têm por objetivo, exceto: a) uniformizar os registros contábeis dos atos e fatos administrativos praticados. b) racionalizar a utilização de contas. c) possibilitar a fiscalização por parte da Secretaria da Receita Federal. d) possibilitar o acompanhamento do sistema financeiro, bem como a análise, a avaliação do desempenho e o controle. e) estabelecer regras, critérios e procedimentos necessários à obtenção e divulgação de dados. 1- (BACEN2002) Conforme destacado no Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional (COSIF), as normas ali consubstanciadas têm por objetivo, exceto: a) uniformizar os registros contábeis dos atos e fatos administrativos praticados. b) racionalizar a utilização de contas. c) possibilitar a fiscalização por parte da Secretaria da Receita Federal. d) possibilitar o acompanhamento do sistema financeiro, bem como a análise, a avaliação do desempenho e o controle. e) estabelecer regras, critérios e procedimentos necessários à obtenção e divulgação de dados. 2- (BACEN2002) As normas e procedimentos, bem como as demonstrações financeiras padronizadas previstas no COSIF, são de uso obrigatório para as seguintes entidades, exceto: a) sociedades de crédito imobiliário. b) sociedades corretoras de câmbio. c) sociedades de arrendamento mercantil. d) companhias hipotecárias. e) sociedades de fomento mercantil. 2- (BACEN2002) As normas e procedimentos, bem como as demonstrações financeiras padronizadas previstas no COSIF, são de uso obrigatório para as seguintes entidades, exceto: a) sociedades de crédito imobiliário. b) sociedades corretoras de câmbio. c) sociedades de arrendamento mercantil. d) companhias hipotecárias. e) sociedades de fomento mercantil. 18

19 3- (BACEN2002) Abaixo são apresentadas assertivas relacionadas aos procedimentos específicos previstos no COSIF, relativos à escrituração. Assinale a opção que contém a afirmativa incorreta. a) Adotar métodos e critérios uniformes no tempo, sendo que as modificações relevantes devem ser evidenciadas em notas explicativas, quantificando os efeitos nas demonstrações financeiras, quando aplicável. b) Apurar os resultados em períodos fixos de tempo, observando os períodos de 1º de janeiro a 31 de março, de 1º de abril a 30 de junho, de 1º de julho a 30 de setembro, e de 1º de outubro a 31 de dezembro. c) Fazer a apropriação mensal das rendas, inclusive mora, receitas, ganhos, lucros, despesas, perdas e prejuízos, independentemente da apuração de resultado a cada seis meses. d) Registrar as receitas e despesas no período em que elas ocorrem e não na data do efetivo ingresso ou desembolso, em respeito ao regime de competência. e) Proceder às devidas conciliações dos títulos contábeis com os respectivos controles analíticos e mantê-las atualizadas, devendod a respectiva documentação ser arquivada por, pelo menos, um ano. Gabarito: B 4-(BACEN2002) Relativamente aos critérios para avaliação e apropriação contábil nas operações com taxas prefixadas, avalie o acerto das afirmações adiante e marque com V as verdadeiras e com F as falsas, em seguida, marque a opção correta. ( ) As rendas e os encargos dessas operações são apropriados mensalmente, a crédito ou a débito das contas efetivas de receitas ou despesas, conforme o caso, em razão da fluência de seus prazos, admitindo-se a apropriação em períodos inferiores a um mês. 19

20 ( ) As rendas e os encargos proporcionais aos dias decorridos no mês da contratação da operação devem ser apropriados dentro do próprio mês, pro rata temporis, considerando-se o número de dias corridos. ( ) A apropriação das rendas e dos encargos mensais dessas operações faz-se mediante a utilização do método exponencial, admitindo-se a apropriação segundo o método linear naquelas contratadas com cláusula de juros simples. a) F, V, V; b) V, V, F; c) V, F, F; d) V, V,V; e) F, F, V 5- (BACEN2002) Relativamente aos critérios que devem ser observados para avaliação e apropriação contábil das operações com taxas pós-fixadas ou flutuantes, assinale o acerto das afirmações adiante e marque com V as verdadeiras e com F as falsas, em seguida, marque a opção correta. ( ) As operações ativas e passivas contratadas com rendas e encargos pós-fixados ou flutuantes contabilizam-se pelo valor do principal, a débito ou a crédito das contas que as registram. Essas mesmas contas acolhem os juros e os ajustes mensais decorrentes das variações da unidade de correção ou dos encargos contratados, no caso de taxas flutuantes. ( ) As rendas e os encargos proporcionais aos dias decorridos no mês da contratação da operação devem ser apropriados dentro do próprio mês, pro rata temporis, considerando-se o número de dias corridos. ( ) A apropriação das rendas e dos encargos mensais dessas operações faz-se mediante a utilização do método exponencial, admitindo-se a apropriação segundo o método linear naquelas contratadas com cláusula de juros simples, segundo o indexador utilizado para correção do mês seguinte em relação ao mês corrente, pro rata temporis no caso de operações com taxas pós-fixadas, ou com observância às taxas contratadas, no caso de operações com encargos flutuantes. a) V, V, F ; b) F, V, F ; c) F, V, V ; d) F, F, V ; e) V, V, V 20

21 6 - A utilização do Plano de Contas das Instituições Financeiras (COSIF), bem como das demonstrações financeiras padronizadas é obrigatória para as seguintes entidades: (a) Bancos Comerciais e Fundos de Previdência; (b) Bancos de Investimento e Companhias Seguradoras; (c) Empresas de Factoring e Administradoras de Consórcios; (d) Cooperativas de Crédito e Agências de Fomento. 6 - A utilização do Plano de Contas das Instituições Financeiras (COSIF), bem como das demonstrações financeiras padronizadas é obrigatória para as seguintes entidades: (a) Bancos Comerciais e Fundos de Previdência; (b) Bancos de Investimento e Companhias Seguradoras; (c) Empresas de Factoring e Administradoras de Consórcios; (d) Cooperativas de Crédito e Agências de Fomento. 7 - A estrutura do COSIF apresenta as Normas Básicas, o Elenco de Contas e os Modelos de Documentos. Porém há uma hierarquização entre as Normas Básicas e o Elenco de Contas. Com base nos princípios gerais do COSIF, marque a alternativa correta: (a) quando existirem dúvidas de interpretação entre as Normas Básicas e o Elenco de Contas prevalecerá o descrito no Elenco de Contas; (b) quando existirem dúvidas de interpretação entre as Normas Básicas e o Elenco de Contas prevalecerá o descrito nas Normas Básicas; 7 - A estrutura do COSIF apresenta as Normas Básicas, o Elenco de Contas e os Modelos de Documentos. Porém há uma hierarquização entre as Normas Básicas e o Elenco de Contas. Com base nos princípios gerais do COSIF, marque a alternativa correta: (c) quando existirem dúvidas de interpretação entre as Normas Básicas e o Elenco de Contas não haverá prevalência entre eles, pois estão no mesmo nível hierárquico, ficando a decisão a cargo do BACEN; (d) quando existirem dúvidas de interpretação entre as Normas Básicas e o Elenco de Contas prevalecerá o descrito na Circular 1.273/87 do BACEN, que criou o COSIF. Gabarito: B 21

22 Assinale V para verdadeiro e F para falso: 8. ( ) As instituições financeiras não devem seguir os Princípios Fundamentais de Contabilidade, visto que têm obrigação de adotar o COSIF; Assinale V para verdadeiro e F para falso: 8. ( F ) As instituições financeiras não devem seguir os Princípios Fundamentais de Contabilidade, visto que têm obrigação de adotar o COSIF; 3. Operações de Crédito 22

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