Manual do Cadastro Positivo

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1 Manual do Cadastro Positivo 28/06/2014

2 Sumário 1. Apresentação Introdução Navegação no Sistema Configurações Configurações Gerais Domínios Integrações Configurando o Cadastro Positivo TOTVS para este se integrar aos sistemas da TOTVS Integração com a Solução de Câmbio do fornecedor EXCHANGE Integração com soluções de outros fornecedores Gestores de Bancos de Dados (GBDs) Outras Configurações Autorizando os Clientes da Instituição Financeira a Ingressar no Cadastro Positivo Contestações Processando Integrações com os Sistemas de Origem Processando Remessas e Retornos Versão 1.0

3 1. Apresentação O cadastro positivo é um banco de dados no qual são registrados os compromissos financeiros e de pagamentos relativos às operações de crédito e obrigações de pagamento adimplidas ou em andamento por pessoas físicas ou jurídicas. Este cadastro foi criado pela Lei Federal n.º (9/6/2011), regulamentada pelo Decreto n.º (17/10/2012) e Resolução n.º (20/12/2012) do Banco Central do Brasil. O CADASTRO POSITIVO TOTVS é a solução sistêmica da TOTVS para atender ao CADASTRO POSITIVO, conforme ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DA FEBRABAN, as quais disciplinam e definem o fluxo e o formato dos arquivos XML utilizados na transmissão e recebimento de informações dos GESTORES DE BANCOS DE DADOS DE CADASTRO POSITIVO, dentre eles o SERASA, SPC, SCPC, entre outros. 2. Introdução Fazem parte do escopo da solução CADASTRO POSITIVO TOTVS as seguintes transações: Configurações: Gerais, Gestores de BD, Domínios Febraban, Modalidades SCR Bacen X Modalidades Simplificadas Febraban, Integrações Integração nativa com sistemas legados Totvs Financial Services Core Banking Integração com a solução de Câmbio da Change, via importação de arquivo XML gerado nesta solução Integração com sistemas legados de outros fornecedores via Banco de Dados (views ou stored procedures) Integraç Autorizações e Cancelamentos: Cadastro, Geração de Termos, Geração/Processamento de Remessas/Retornos e Relatório Contestações de Operações : Cadastro, Processamento de Remessas, Geração de Retornos e Relatório Históricos de Crédito: Geração de Remessas, Processamento de Retornos e Relatório Geração do arquivo XML diário (autorizações) e recebimento da resposta (confirmação) Geração do arquivo XML semanal (histórico dos clientes) e recebimento da resposta (confirmação) Geração dos demais arquivos XML definidos pela Febraban e comitê técnico do CADASTRO POSITIVO Disponibilização de serviço (webservice) para consulta online do CADASTRO POSITIVO, na medida em que os webservices forem claramente definidos pela comitê técnico do CADASTRO POSITIVO (ainda NÃO o foram) e a instituição usuária disponha da infraestrutura de comunicação necessária e esteja autorizada a operar com os Gestores de Bancos de Dados A solução NÃO prevê a automatização da comunicação entre o CADASTRO POSITIVO TOTVS e os GESTORES DE BANCOS DE DADOS (GBD), tanto no acesso direto ao GBD como via CIP A solução completa inclui os módulos PARÂMETROS e SEGURANÇA, sistemas que acompanham todas as soluções TOTVS Financial Services da linha Core Banking. Versão 1.0 3

4 3. Navegação no Sistema Para acessar o módulo Cadastro Positivo, realize os seguintes procedimentos: Figura 1 Autenticação de usuário Informe o usuário e senha e clique no botão. Após a autenticação e confirmação do usuário informado, é visualizado a tela de módulos liberados. Figura 2 - Seleção de Módulo Clique no ícone [Cadastro Positivo] para acessar o módulo Cadastro Positivo. A seguir é exibida a caixa de seleção da abrangência. 4 Versão 1.0

5 Figura 3 - Definição da Abrangência Selecione a empresa e unidade de abrangência e clique no botão relevância, portanto qualquer unidade poderá ser selecionada.. Atenção: a unidade selecionada não tem Figura 4 - Menu Inicial É apresentado o menu principal do módulo Cadastro Positivo. A partir deste menu, é possível acessar as transações e funcionalidades do sistema. O primeiro passo, para poder utilizar a solução, é configurar o sistema. A seguir, são apresentadas as transações de configuração, na ordem em que devem ser realizadas. Versão 1.0 5

6 4. Configuração Figura 5: Sub Menu Configurações No menu inicial, selecione o sub menu Configurações: existem diversas configurações. A primeira configuração a ser realizada está no item de menu Gerais. Mas existem diversas outras no mesmo menu. É preciso atentar, todas as configurações deverão ser realizadas antes que o sistema possa ser utilizado. Para acessar qualquer uma das configurações do sistema, proceda da seguinte maneira: 1. Acesse o menu Configurações; 2. Selecione o item desejado, no sub meu aberto, à direita do menu principal; 3. Clique na configuração desejada; 4. Será apresentada uma página vazia, onde: Para incluir um Novo item, clique no botão Incluir ; Para pesquisar registros já gravados, clique em Pesquisar, e uma lista de registros será exibida. 5. Ao clicar em Pesquisar, é possível selecionar uma das linhas da lista de itens, que será destacada com uma cor de fundo diferente, como por exemplo AMARELO. 6. Ao selecionar um registro, você poderá Alterar, Visualizar ou Excluir este registro. O comportamento acima é padrão em todos os cadastros do sistema e transações do sistema, portanto o mesmo é aplicável às demais funcionalidades descritas neste manual, salvo por botões especiais, que serão detalhados em cada funcionalidade. As próximas seções deste documento descrevem todas as configurações listada no menu apresentado na figura 5. 6 Versão 1.0

7 4.1. Configurações Gerais O cadastro de Configurações Gerais contém um conjunto de parametrizações de caráter técnico, vinculadas ao funcionamento do Cadastro Positivo Febraban/CIP, conforme especificações técnicas dos entes citados. Estas parametrizações deverão ser realizadas pela área de TI da instituição, a qual detém o conhecimento da infraestrutura tecnológica da instituição. As Configurações Gerais são específicas para a empresa indicada na tela de seleção, conforme a figura 6, abaixo. Figura 6: Configurações Gerais - Seleção A figura 7, na próxima página, apresenta o detalhamento da página de Configurações Gerais, acessível após a seleção do item desejado (figura acima) e o clique no botão Inserir, Alterar ou Visualizar, conforme o desejo do usuário. A inclusão desta configuração deverá ser feita apenas no primeiro acesso, pois o registro é único por empresa. Uma vez feita a inclusão, as configurações poderão ser alteradas, visualizadas ou mesmo excluídas, utilizando os botões correspondentes. Na mesma figura 7, na próxima página, o cabeçalho da página apresenta os dados da empresa configurada, que por sua vez será sempre a empresa selecionada na abrangência (figura 3). Para configurar outra empresa, é preciso selecionar outra empresa na abrangência. Abaixo, são apresentados os seguintes campos: Arquivos XSD: informar caminhos e nomes dos respectivos arquivos, fornecidos pela Febraban. Atenção: os arquivos e caminhos informados serão acessados pelo Servidor de Aplicações, portanto devem ser válidos no contexto deste servidor, e não no contexto da máquina local. Os demais campos da página estão diretamente relacionados aos parâmetros divulgados pela Febraban/CIP e a figura 7 apresenta os valores válidos em Junho/2013. Salientamos, a operação deste sistema e o entendimento deste manual estão condicionados ao domínio do funcionamento da solução proposta pela Febraban/CIP. Este entendimento não faz parte do escopo deste documento. Versão 1.0 7

8 Figura 7: Configurações Gerais Cadastro 4.2. Domínios O cadastro de Domínios está diretamente relacionado a um conjunto de constantes definidas pela Febrabab/CIP e que são utilizadas nos processos de comunicação com a CIP e/ou GBDs. O conteúdo deste cadastro é pré-configurado no aplicativo e não deverá ser alterado, salvo por expressa instrução da TOTVS. Figura 8: Domínios Seleção 8 Versão 1.0

9 Figura 9: Domínios Cadastro 4.3. Integrações O sistema Cadastro Positivo está integrado às soluções de crédito, inclusive cheque especial (sistema de contas correntes), câmbio e cartão de crédito. Para que estas integrações sejam possíveis, cada uma delas deverá ser cadastrada no cadastro de integrações. Sem estas integrações, aliás, o sistema Cadastro Positivo é virtualmente inútil. As integrações são configuradas a partir do menu Configurações, sub menu Integrações, o qual dará acesso às páginas exemplificadas nas figuras 10 e 11. Figura 10: Integrações Seleção Versão 1.0 9

10 Figura 11: Integrações Cadastro A configuração de cada integração dependerá da natureza da origem dos dados e do mecanismo de comunicação utilizado pelo sistema integrado. As próximas páginas apresentam instruções detalhadas para a configuração destas integrações Configurando o Cadastro Positivo TOTVS para este se integrar aos sistemas da TOTVS As integrações com os sistemas da TOTVS são aquelas cujo conteúdo do campo Procedimento é N - Nativo (ver figura 11 ). Esta seção é dedicada aos clientes que utilizam outras soluções TOTVS do segmento Financial Services, linha Core Banking, além do próprio Cadastro Positivo TOTVS Integração com o Cadastro de Clientes (sigla módulo origem CL) Em primeiro lugar, é preciso configurar a integração com o Cadastro de Clientes TOTVS, caso este seja o cadastro de clientes mandatário. O tipo desta integração é C Clientes e a sigla módulo origem é, obrigatoriamente, CL. A configuração deverá ser realizada conforme o exemplo abaixo: 10 Versão 1.0

11 Figura 12: sugestão de configuração para a integração com o Cadastro de Clientes TOTVS ATENÇÃO: o conteúdo do campo Data Próxima Integração corresponde à primeira data-base na qual ocorrerá a primeira integração (importação de dados) com o cadastro de clientes. Supondo que o Cadastro Positivo TOTVS já está operando em ambiente de produção, esta data seria 01/08/2013, data definida pela Febraban/CIP. Versão

12 Integração com as Soluções TOTVS (linha Core Banking) As soluções de crédito envolvem uma extensa variedade de linhas de produtos e, para otimizar os processos de integração, dividimos esta integração em um conjunto de siglas de módulos de origem padrões, conforme segue: EM Empréstimos FI Financiamentos CD Cobrança e Desconto RE Repasses Externos RI Repasses Internos LI Leasing AF Avais e Fiança IN Interveniência CC Conta Corrente TC TOTVS Card (Cartões) Deverão ser cadastradas apenas as integrações que efetivamente correspondam a produtos transacionados pela instituição financeira. ATENÇÃO: em se tratando de integrações NATIVAS, o uso das siglas acima é fundamental e obrigatória para que o sistema saiba em qual sistema TOTVS deverá buscar as informações. Pois bem, para cada uma das integrações efetivamente necessárias, dividimos as importações de dados em dois grupos, conforme conteúdo do campo Tipo: O Operações P Pagamentos Conclui-se, supondo a integração com todos os produtos de crédito, será necessário o cadastramento de 16 integrações, além da já citada integração com o Cadastro de Clientes, conforme a tabela abaixo: Sigla Módulo Origem Integrações com as soluções de Crédito da TOTVS Descrição Tipo Periodicidade Procedimento 1 O - Operações EM Empréstimos 2 P - Pagamentos 3 O - Operações FI Financiamentos 4 P - Pagamentos 5 O - Operações CD Cobrança e Desconto 6 P - Pagamentos 7 O - Operações RE Repasses Externos 8 P - Pagamentos Semanal 9 O - Operações RI Repasses Internos 10 P - Pagamentos 11 O - Operações LI Leasing 12 P - Pagamentos 13 O - Operações AF Avais e Fiança 14 P - Pagamentos 15 O - Operações IN Interveniência 16 P - Pagamentos Tabela 1: integrações com Soluções de Crédito TOTVS Nativo Ao cadastrar cada uma das interfaces necessárias dos tipos Operações e Pagamentos, utilizar os modelos abaixo (a sigla EM, utilizada nos modelos, deverá ser substituída, para cada caso, por aquela desejada, conforme as orientações na página anterior): 12 Versão 1.0

13 Figura 13: modelo de configuração para a integração com solução de Crédito TOTVS - Operações Figura 14: modelo de configuração para a integração com solução de Crédito TOTVS - Pagamentos ATENÇÃO: a dualidade de integrações para operações e pagamentos está diretamente ligada às especificações do Cadastro Positivo da Febraban/CIP Integração com a Solução de Câmbio do fornecedor EXCHANGE A integração com a solução de câmbio fornecida pela EXCHANGE é possível através de um conjunto de Stored Procedures desenvolvida pela TOTVS e compiladas no banco de dados do sistema Cadastro Positivo. As mesmas realizam a importação de arquivos texto em formato XML, no formato Febraban/CIP, gerado pela solução de câmbio. São estas as stored procedures, conforme a sintaxe adotada nos SGBDs Oracle e MS SQL Server: Versão

14 Descrição Sintaxe utilizada no Oracle Sintaxe utilizada no MS SQL Server SP para importar dados de clientes: Owner.get_change_clientes DB.Owner.get_change_clientes utilizar apenas se o cadastro de clientes do sistema de Câmbio não estiver integrado ao cadastro de clientes TOTVS SP para importar dados de operações Owner.get_change_operacoes DB.Owner.get_change_operacoes SP para importer dados de pagamentos Owner.get_change_pagamentos DB.Owner.get_change_ pagamentos Tabela 2: Stored Procedures utilizadas na integração com a Solução de Câmbio Exchange Nas configurações das integrações com o sistema da EXCHANGE, o conteúdo das colunas 2 e 3, acima, deverá ser preenchido no campo Nome do Objeto DB, conforme o modelo abaixo, supondo o que a SP está compilada em um banco de dados do SGBD MS SQL Server: Figura 15: exemplo de configuração para a integração, via Stored Procedure, com a solução de Câmbio EXCHANGE, para o SGBD MS SQL Server ATENÇÃO: como já é sabido, na integração com a solução de câmbio, são importados arquivos texto via Stored Procedures. Para que estas SPs possam ler os referidos arquivos, são necessários procedimentos e configurações adicionais, conforme o SGBD, bem como o nome do arquivo gerado no sistema da Exchange deve ter a nomenclatura CHANGEaaaammdd.XML (aaaa = ano, mm = mês e dd = dia da competência). Os referidos procedimentos e configurações adicionais estão descritos abaixo. I.Procedimentos adicionais para a integração com o sistema de Câmbio Exchange, estando o BD do Cadastro Positivo TOTVS instalado no SGBD Oracle: É necessário criar e configurar com o devido caminho de rede, o necessário DIRECTORY. O nome deste DIRECTORY, por sua vez, deverá ser configurado na Descrição do domínio de sigla DIR_CAD_POSITIVO_TOTVS, código PATHCHANGE (ver figuras 16 e 17, abaixo, e item 4.2 deste documento). A saber, o DIRECTORY é um tipo de objeto do SGBD Oracle cuja função é apontar para caminhos de rede configurados, de onde serão lidos os arquivos XML gerados pelo sistema de câmbio. 14 Versão 1.0

15 II.Procedimentos adicionais para a integração com o sistema de Câmbio Exchange, estando o BD do Cadastro Positivo TOTVS instalado no SGBD Oracle: No domínio de sigla DIR_CAD_POSITIVO_TOTVS, código PATHCHANGE, informar, na Descrição, o caminho de rede onde estarão os arquivos XML gerados pelo sistema de câmbio (ver figuras 16 e 17, abaixo, e item 4.2 deste documento). Figura 16: seleção do domínio DIR_CAD_POSITIVO_TOTVS, no Cadastro de Domínios Figura 17: alteração da Descrição do item de domínio PATHCHANGE Integração com soluções de outros fornecedores A integração com soluções de outros fornecedores é possível, através das duas opções de mecanismo de interface: via Stored Procedure ou View. Para tanto, é necessário selecionar a respectiva opção no campo Procedimento e informar o nome da Stored Procedure ou View no campo Nome Objeto BD. Salientamos, o sistema está originalmente preparado para acessar objetos que estejam, todos eles, no mesmo servidor de banco de dados. Todavia, é possível acessar Stored Procedures e Views que estão em outros servidores de bancos de dados, desde que sejam configurados os parâmetros de conexão com o servidor externo nos campos do quadro Dados Servidor. Os parâmetros informados seguem o formato Java, plataforma utilizada no desenvolvimento deste sistema. Abaixo, exemplo de configuração para acessar uma view em outro servidor do SGBD Oracle: Versão

16 Figura 18: exemplo de configuração para acessar objeto em outro servidor de banco de dados 4.4. Gestores de Banco de Dados (GBDs) Os 4 Gestores de Bancos de Dados (GBDs) de Cadastro Positivo conhecidos até junho/2013 estão pré-cadastrados na base de dados do sistema, conforme figura abaixo. Figura 89: Gestores de Bancos de Dados Seleção 16 Versão 1.0

17 Fundamentalmente, aqui devem ser configurados os caminhos onde serão gerados e lidos os arquivos XML gerados e recebidos pelo sistema, bem como as datas das próximas remessas, conforme especificações da Febraban/CIP. Estas configurações são vitais para o funcionamento do sistema. Figura 20: Gestores de Bancos de Dados Cadastro ATENÇÃO: cada GBD configurado deve utilizar, obrigatoriamente, caminhos e pastas distintas das configuradas para os demais GBDs Outras Configurações Modalidades SCR e Modalidades Simplificadas Os conteúdos das configurações de Modalidades SCR e Modalidades Simplificadas estão pré-cadastrados no sistema e não deverão ser alterados, salvo a Febraban/CIP faça alterações nos conjuntos de produtos de crédito envolvidos no Cadastro Positivo. Para todos os efeitos, estes cadastros foram criados prevendo evoluções futuras e não há motivos para operá-los, salvo por instrução da TOTVS ou por mudanças promovidas pelo BCB ou Febraban/CIP. Versão

18 5. Autorizando os Cliente da Instituição Financeira a Ingressar no Cadastro Positivo O desenho de solução da Febraban/CIP para o Cadastro Positivo prevê a possibilidade de que as pessoas físicas e jurídicas da instituição autorizem a sua inclusão no Cadastro Positivo de um ou mais GBDs. Desta feita, o Cadastro Positivo TOTVS contempla as transações de AUTORIZAÇÃO, CONTESTAÇÃO, CANCELAMENTO DE AUTORIZAÇÃO, EMISSÃO DE AUTORIZAÇÃO IMPRESSA e armazenamento no banco de dados da IMAGEM DA AUTORIZAÇÃO ASSINADA. Tais transações estão disponíveis a partir do menu Cadastro, conforme imagem abaixo: Figura 21: Gestores de Bancos de Dados Cadastro A transação mais importante do menu Cadastros é a autorização (sub menu Autorizações), onde o usuário do sistema poderá cadastrar autorizações de clientes da instituição para sua inclusão no Cadastro Positivo. Esta autorização é feita para um ou mais GBDs, a partir de ícone Inserir, na página abaixo: Figura 22: Cadastro Inclusão de autorização para cliente pessoa física ou jurídica 18 Versão 1.0

19 Uma vez autorizado um determinado CPF ou CNPJ a ingressar no Cadastro Positivo dos gestores A e/ou B e/ou C e/ou D, o CPF ou CNPJ autorizado constará no arquivo XML de remessa diária, gerado no processo de Remessas e Retornos (capítulo 7 deste manual). Além da inclusão de uma nova autorização, é possível: I. Alterar uma autorização existente, via botão Alterar. A alteração gerará uma movimentação de alteração para o(s) GBD(s) envolvidos. II. Apenas consultar uma autorização existente, via botão Consultar. III. Excluir uma autorização incluída, mas ainda não processada, via botão Excluir movimentação de exclusão para o(s) GBD(s) envolvidos.. A exclusão gerará uma IV. Cancelar uma autorização, via botão Cancelar o(s) GBD(s) envolvidos.. O cancelamento gerará uma movimentação de cancelamento para V. Estornar um cancelamento, via botão Estornar Cancelamento. O estorno de cancelamento gerará uma movimentação de estorno de cancelamento para o(s) GBD(s) envolvidos. VI. Gerar o termo de autorização ou cancelamento, via botão Gerar Termo escaneado e armazenado na base de dados através do botão Anexar Termo Assinado., o qual poderá ser assinado pelo cliente, ATENÇÃO: o uso profícuo destas funcionalidades depende do prévio conhecimento do funcionamento e das transações previstas na solução elaborada pela Febraban/CIP. Não cabe a este manual detalhar o funcionamento da referida solução. 6. Contestações A contestação é uma situação prevista no Cadastro Positivo definido pela Febraban/CIP e, como era de se esperar, está contemplada no Cadastro Positivo TOTVS. Existem duas origens possíveis de contestações: I. Contestação incluída pela própria instituição, via sistema TOTVS, a pedido de um cliente da instituição. Neste caso, o cliente contesta, ou seja, não aceita como válida, uma informação referente a um ou mais contratos que constam no seu histórico. II. Contestação incluída a partir do GBD, a pedido de uma pessoa física ou jurídica que não concorda com informações históricas de determinados contratos de crédito. No primeiro caso, a inclusão da contestação será realizada via sistema TOTVS, em funcionalidade disponível no menu Cadastros, sub menu Contestações. No segundo caso, a contestação será importada dos arquivos enviados diariamente pela CIP ou GBD. Abaixo, a página de cadastro de contestação: Versão

20 Figura 23: Cadastro de Contestações Em qualquer caso, o efeito prático de uma contestação é impedir que os dados históricos daquele contrato sejam gerados no arquivo XML de histórico enviado à CIP ou GBDs. Todavia, este impedimento não é eterno e cabe à instituição contestada avaliar o mérito da contestação. 20 Versão 1.0

21 Feita a avaliação do mérito da contestação, a situação da contestação deverá ser alterada, da seguinte maneira: a. Uma vez avaliado o mérito da contestação, marcar como concluída a análise, no sistema Cadastro Positivo TOTVS, através do campo Análise Concluída (marque este campo, portanto). b. A análise do mérito deve indicar se o cliente tem razão, ou não: se o cliente tem razão, marcar o campo Contestação Impugnada. Se não tem, deixar desmarcado este campo. c. Independentemente do destino da contestação, os campos Fraude e Liminar Judicial devem ser marcados ou desmarcados, quando for o caso. Abaixo, um exemplo de contestação analisada, impugnada (aceita/procedente) e com suspeita de fraude: Figura 24 ATENÇÃO: paralelamente, nos casos CONTESTAÇÃO IMPUGNADA devem ser tomadas ações técnicas e administrativas para corrigir as informações inexatas ou inválidas, o que pode envolver os sistemas que geraram as informações inconsistentes. Obviamente, apenas marcar o campo no sistema Cadastro Positivo TOTVS não será suficiente para eliminar ou ajustar as informações corretamente contestadas. 7. Processando Integrações com os Sistemas de Origem Antes de poder gerar e receber os arquivos XML enviados e recebidos da CIP ou do(s) GBD(s), o sistema Cadastro Positivo necessita obter os dados dos sistemas integrados. Conforme vimos, o capítulo 4 trata das configurações das integrações e gestores 7. de Processando bancos de dados, Integrações entre outras com parametrizações os Sistemas vitais, de Origem portanto chegou a hora de efetivamente importar os dados de outros sistemas. O processamento das integrações é feito a partir do menu Processamento, item Integrações, conforme a figura abaixo. Figura 25: Processamento de Integrações Versão

22 É preciso compreender, o processamento de integrações visa manter a base de dados integrada do Cadastro Positivo TOTVS atualizada, todavia este processo é independente dos processos de geração de remessas e envio de arquivos à CIP e/ou GBD. Por outro lado, apesar desta independência, no que tange às informações históricas, é preciso manter o compromisso de que os dados enviados aos GBDs não tenham uma defasagem superior a 7 dias corridos. Além disso, existem arquivos enviados e recebidos que devem ser, impreterivelmente, recebidos e respondidos diariamente. Conclui-se, é preciso sincronizar, de modo adequado, as datas de geração do histórico, configuradas no Cadastro de Gestores de Bancos de Dados (item 4.4 deste documento), e as datas de processamento das integrações semanais (para as diárias, como a integração de clientes, não há discussão, pois as integrações acontecem todos os dias). O esquema abaixo apresenta uma agenda hipotética de integrações e envios/recebimentos VÁLIDA, apenas para exemplificar o que estamos querendo dizer. Figura 26 Na grade acima, o dia 1, da semana 1, é a data inicial do Cadastro Positivo, como por exemplo 01/08/2014. Nota-se, a instituição pode optar por enviar arquivos com dados históricos nos finais de semana, por opção desta. A opção pelas datas de integrações e envios é da instituição, no que esta entender ser a mais conveniente para as suas janelas de processamento, portanto existem muitos arranjos possíveis. Reiteramos, a grade apresentada é meramente HIPOTÉTICA. De fato, a configuração desta grade é uma determinação da instituição usuária do sistema e será determinada pelas datas de próximo envio e processamento configuradas nos cadastros de Gestores de Banco de Dados e as datas de próximas integrações, na transação de Integrações. No painel de integrações apresentado após a pesquisa, acionada pelo botão Pesquisar (figura 24, na página anterior), é importante atentar para os semáforos (bolinhas coloridas) apresentadas na coluna Status: Verde: Uma integração está disponível para a data e poderá ser realizada na data informada no campo Data Integração. A integração com clientes estará sempre disponível, mas o mesmo não pode ser dito a respeito das demais integrações NATIVAS. Amarelo: A integração, para a data informada, já foi processada. Vermelho: Para as integrações NATIVAS, e apenas para estas integrações, a cor vermelha indica uma inconsistência: a data corrente no respectivo sistema, demonstrada na coluna Data Legado, não é idêntica a data informada no campo Data Integração. Com efeito, esta é uma sincronia exigida pelo sistema e a solução é informar uma data válida, ou seja, igual a data corrente do sistema integrado em questão. Para processar a integração, selecione as integrações necessárias (na figura 24, está selecionada apenas a integração CL, a única disponível, no exemplo) e clique em Processar. 8. Processando Remessas e Retornos Uma vez que: I. O sistema foi configurado; II. As eventuais autorizações de inclusão no Cadastro Positivo foram incluídas; 22 Versão 1.0

23 III. As integrações com os demais sistemas tenham sido processadas. O sistema Cadastro Positivo TOTVS está pronto para interagir com a CIP ou com os GBDs, através da geração e remessa de arquivos XML e a recepção de arquivos XML enviados pela CIP ou GBD. A transação de Remessas e Retornos permite isso, conforme a figura abaixo. Cabe ressaltar alguns aspectos relevantes desta comunicação: Figura 27: Remessas e Retornos de arquivos O uso profícuo desta funcionalidade depende do prévio conhecimento do fluxo de troca de arquivos estabelecidos pela Febraban/CIP. O sistema fará a geração e compactação dos arquivos XML no formato GZIP, conforme estabelece o processo definido pela Febraban/CIP. O sistema NÃO fará a criptografia e a assinatura digital dos arquivos. Esta tarefa caberá a software específico e fornecido por terceiros; O sistema NÃO fará a transmissão dos arquivos entre a instituição e a CIP ou GBD, bem como não fará a transmissão de arquivos em sentido contrário. Esta tarefa caberá a software específico e fornecido por terceiros, conforme especificações técnicas da Febraban/CIP ou dos GBDs. Não cabe a este manual detalhar o funcionamento dos fluxos de trocas de arquivos definidos pelos entes externos Febraban/CIP e GBDs. Este conhecimento deverá ser buscado na documentação técnica e funcional provida pelos referidos entes. A página de processamento de remessas e retornos (figura 25) demonstra, após o acionamento do botão Pesquisar, o conjunto de remessas e retornos processados pelo sistema ou a processar. A interação do usuário com estas remessas e retornos se dá pela seleção de uma delas e posterior uso do conjunto de botões disponíveis na barra de funções. Mais uma vez, as cores demonstradas na coluna Status demonstram aquilo que se poderá fazer com cada item da lista. Para gerar um arquivo XML de remessa, é necessário clicar no botão Processar verde )., desde que esta esteja disponível (bolinha Para receber e processar um arquivo XML enviado pela CIP (retornos), também basta clicar no botão Processar este esteja disponível (bolinha verde )., desde que Para as remessas e retornos já processados (bolinha amarela ) com sucesso ou não, o botão Consultar demonstrará a situação detalhada desta ocorrência. Versão

24 Para as remessas já processadas (bolinha amarela ) e respondidas (retorno já processado), é possível emitir um relatório com a situação analítica de cada registro contido na remessa, ao utilizar o botão Listar Ocorrências. O botão Exportar poderá ser utilizado para recuperar o conteúdo de um arquivo gerado ou recebido, uma vez que estes são persistidos no banco de dados. Apenas para contextualizar, abaixo, o macrofluxo definido pela Febraban/CIP.. Figura 28: Remessas e Retornos de arquivos 24 Versão 1.0

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