UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS, LETRAS E ARTES LICENCIATURA PLENA EM LETRAS HABILITAÇÃO EM LÍNGUA PORTUGUESA

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1 UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS, LETRAS E ARTES LICENCIATURA PLENA EM LETRAS HABILITAÇÃO EM LÍNGUA PORTUGUESA ELIOENAI MACENA DE ARAÚJO A INFLUÊNCIA DOS ANTECEDENTES DISPONÍVEIS E NÃO DISPONÍVEIS NO PROCESSAMENTO DA ANÁFORA ELE (A) MESMO (A) JOÃO PESSOA

2 UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS, LETRAS E ARTES LICENCIATURA PLENA EM LETRAS HABILITAÇÃO EM LÍNGUA PORTUGUESA ELIOENAI MACENA DE ARAÚJO A INFLUÊNCIA DOS ANTECEDENTES DISPONÍVEIS E NÃO DISPONÍVEIS NO PROCESSAMENTO DA ANÁFORA ELE (A) MESMO (A) Trabalho apresentado ao Curso de Licenciatura em Letras da Universidade Federal da Paraíba como requisito para obtenção do grau de Licenciado em Letras, habilitação em Língua Portuguesa. Orientadora: Profª. Drª. Rosana Costa de Oliveira JOÃO PESSOA

3 Catalogação da Publicação na Fonte. Universidade Federal da Paraíba. Biblioteca Setorial do Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes (CCHLA). Araújo, Elioenai Macena de. A influência dos antecedentes disponíveis e não disponíveis no processamento da anáfora ele (a) mesmo (a). / Elioenai Macena de Araújo. - João Pessoa, f.:il. Monografia (Graduação em Letras) Universidade Federal da Paraíba - Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes. Orientadora: Prof.ª Drª. Rosana Costa de Oliveira. 1. Anáfora. 2.Teoria de ligação. 3. Língua Portuguesa. I. Título. BSE-CCHLA CDU 801 3

4 ELIOENAI MACENA DE ARAÚJO A INFLUÊNCIA DOS ANTECEDENTES DISPONÍVEIS E NÃO DISPONÍVEIS NO PROCESSAMENTO DA ANÁFORA ELE (A) MESMO (A) Trabalho apresentado ao Curso de Licenciatura em Letras da Universidade Federal da Paraíba como requisito para obtenção do grau de Licenciado em Letras, habilitação em Língua Portuguesa. Data de aprovação: / / Profª. Drª. Rosana Costa de Oliveira (orientadora) Profº. Dr. Márcio Leitão (examinador) Profº. Dr. José Ferrari Neto (examinador) Doutoranda Gitanna Bezerra (examinadora suplente) 4

5 AGRADECIMENTOS Agradeço, primeiramente, a Deus que acima de tudo sempre esteve em primeiro lugar em minha vida, renovando minhas forças nesta caminhada árdua. Agradeço aos meus pais, Luiz Dias de Araújo e Maria Luiza Macena de Souza Araújo que em nenhum momento mediram esforços para me ajudar, simplesmente em tudo. Assim como meus avós, José Olímpio (in memoriam) e Maria Laura, que sempre estiveram presentes em minha educação, auxiliando meus pais no que fosse preciso. Sou grato aos meus irmãos pelo apoio dado em todos os momentos, bem como os demais familiares que sempre torceram pelo meu sucesso. À professora Drª Rosana Oliveira que desde o segundo semestre do curso me auxiliou e me orientou no que foi preciso. Nela encontrei um grande exemplo de humildade em meio aos títulos acadêmicos e sociais. Ainda hoje, lembro-me de suas palavras ao dizer que com dedicação e humildade conquistaremos os nossos espaços sem atingir ou ferir ninguém. Obrigado por tudo. Agradeço aos professores doutores Márcio Martins Leitão e José Ferrari Neto pelo apoio incondicional na construção, análise e estatística de dados deste trabalho monográfico. Vocês também são exemplos de vida. Aos amigos, também agradeço, em especial à Fernanda do Nascimento Paiva, pois desde o ensino básico convive comigo, sendo uma pessoa maravilhosa. Com ela os momentos difíceis eram reverenciados com risos, só rindo. As minhas queridas, Judithe Genuíno Henrique e Janaina Barros Castor, que sempre foram companheiras me auxiliando no que fosse preciso. Aos companheiros do Laboratório de Processamento Linguístico (LAPROL/UFPB) que em diversos momentos transformaram situações difíceis em acessíveis, auxiliando-me em tudo. Aos professores do Departamento de Letras Clássicas e Vernácula e do Centro de Educação. Enfim, à Universidade Federal da Paraíba. Agradeço aos meus irmãos em Cristo, da Igreja Assembleia de Deus, em Santa Rita, que em todos os finais de semestres comemoravam as vitórias. Por fim, agradeço a todos aqueles que direta e indiretamente me ajudaram neste curso de graduação, tornando possível a conclusão desta etapa de minha vida. 5

6 SUMÁRIO INTRODUÇÃO PRESSUPOSTOS TEÓRICOS Psicolinguística A Teoria da Ligação e as condições referentes à correferência Estudos norteadores da proposta monográfica O EXPERIMENTO Método Participantes Material Procedimento Análise e Discussão de Dados CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

7 RESUMO O presente trabalho objetiva analisar a resolução da correferência da anáfora ele (a) mesmo (a), no português brasileiro. Badecker & Straub (2002), Sturt (2003) e Kennison (2003) admitem que tanto os antecedentes disponíveis quanto os indisponíveis à anáfora, estruturalmente, numa oração, influenciam a resolução da correferência. Nicol & Swinney (1989) destacam a Hipótese de Filtro de Ligação Inicial, que vaticina a exclusão imediata dos antecedentes inacessíveis na resolução correferencial da anáfora, isto é, eles não podem ser considerados na interpretação. Diante disso, adotamos os mesmos métodos experimentais de Oliveira, Leitão e Henrique (2012), substituindo apenas seu termo anafórico a si mesmo (a), por ele (a) mesmo (a). O material de análise consiste em setenta e duas frases, sendo vinte e quatro conjuntos de frases experimentais com seis condições e quarenta e oito frases distratoras. Cada frase é seguida de uma pergunta de compreensão que solicita resposta sim ou não. Por meio do programa Psyscope, utilizamos a técnica on line de leitura auto-monitorada, tendo como variáveis independentes o gênero dos antecedentes disponíveis, o gênero dos antecedentes indisponíveis e o gênero da retomada. Já as variáveis dependentes foram às medidas on-line dos tempos de leitura do segmento crítico, neste caso a anáfora, e do segmento seguinte, a preposição. Outra variável dependente é a medida off line dos índices de acertos e tempos de respostas. O experimento foi aplicado a vinte e quatro alunos de graduação da UFPB. Os resultados obtidos nesse trabalho corroboram com os resultados obtidos por Oliveira et al. (2012), ou seja, apenas os antecedentes disponíveis influenciam a resolução correferencial da anáfora. Esses trabalhos apresentam leves diferenças nos dados do experimento off line, pois no ele(a) mesmo(a) encontramos evidências significativas da influência do traço [+pronominal] em função da resolução correferencial da anáfora em questão. Palavras-chave: Teoria da Ligação; Princípio A; Anáfora; Antecedente disponível e indisponível. 7

8 INTRODUÇÃO A pesquisa realizada nesta monografia tem como objetivo principal investigar a influência da Teoria da Ligação (Chomsky, 1981, 1986), por meio do Princípio A, nas relações correferenciais de processamento anafórico que se estabelece por meio de falantes nativos do português brasileiro (PB). Nosso foco é atestar se um termo anafórico realmente é preso em seu domínio de vinculação ou não. Há estudos com a língua inglesa que têm investigado e comprovado a resolução correferencial da anáfora apenas para os antecedentes disponíveis e outros apresentam resultados em que os antecedentes indisponíveis influenciam essa resolução. Estudos atestam que a resolução de referência sofre influência da gramática por meio da Teoria da Ligação e seus princípios. É notável que fatores sintáticos sejam definidores das restrições de referência que permitem a identificação de antecedentes gramaticais para os reflexivos, pronomes e expressões referenciais em uma língua natural. O estudo experimental apresentado neste trabalho investigou o tempo de leitura da anáfora ele (a) mesmo (a) através de sentenças que apresentam um antecedente disponível e um antecedente indisponível estruturalmente, em termos do Princípio A. Buscamos a vinculação do termo anafórico aos antecedentes indisponíveis, uma vez que o ele possui traço [+pronominal], indo a favor do princípio B que diz que um pronome é livre em certo domínio de vinculação, ou ao antecedente disponível indo a favor do princípio A, ou seja, a anáfora deve vincular-se ao seu antecedente legítimo, o mais próximo estruturalmente. A partir da pesquisa de Oliveira, Leitão e Henrique (2012) que investigou a influência dos antecedentes disponíveis e indisponíveis na resolução da correferência da anáfora a si mesmo (a) é que surgiu esta proposta monográfica com o intuito de corroborar ou não os resultados encontrados na pesquisa citada. A teoria da ligação apresenta três princípios, o A que se refere à resolução correferencial dos termos anafóricos, o B relacionado às questões referenciais dos pronomes e o C que se remete às expressões referenciais. Considerando a resolução correferencial de um termo anafórico, o princípio A, por exemplo, prediz que esse termo deve ser vinculado a seu antecedente legítimo, o mais próximo, isto é, o que se encontra em seu domínio de vinculação que corresponde à oração mínima em que se encontra a anáfora e seu antecedente disponível, desprezando, assim, os antecedentes que não estão 8

9 dentro desse domínio de vinculação, chamados de antecedentes indisponíveis. Citadas anteriormente, pesquisas como as de Nicol & Swinney (1989), Clifton, Kennison e Albrecht (1997) mostram resultados a favor da Teoria da Ligação, mas estudos como os de Badecker & Straub (2002), Sturt (2003) e Kennisson (2003) apresentam resultados que em partes vão contra as premissas do princípio A. Veremos nos próximos itens se a anáfora ele (a) mesmo (a) se mostrará favorável ao princípio A ou B da Teoria da Ligação, de Chomsky. 9

10 1. PRESSUPOSTOS TEÓRICOS 1.1. Psicolinguística O surgimento da psicolinguística, em 1950, deu-se através das ideias de Humboldt, com retomada do psicólogo alemão Wundt. Leitão (2009) salienta que nesta época esta área da linguística já demonstrava preocupação com a relação entre os processos mentais e o comportamento verbal. Apenas em 1953, no Seminário de Verão entre linguistas e psicólogos, na Universidade de Indiana, foi que se consolidou o nascimento da psicolinguística com raízes na tradição behaviorista. Dez anos depois, a área é envolvida pela teoria gerativa de Chomsky, deixando à margem a tradição inicial. Vale destacar que muitos foram os caminhos trilhados pela psicolinguística, da sua consolidação aos dias de hoje. Uma área da psicolinguística que tem ganhado campo nos estudos linguísticos é o da psicolinguística experimental, que se utiliza de equipamentos tecnológicos para a realização de experimentos científicos, implicando, segundo Leitão (2009), no aumento das possibilidades de acesso aos processos mentais e/ou cerebrais, enquanto produzimos e compreendemos estímulos linguísticos. A psicolinguística experimental objetiva analisar e, por conseguinte compreender a forma como o ser humano compreende e produz linguagem, observando o processamento linguístico relacionado aos fenômenos linguísticos. Ambos os processos 1 requerem um conjunto de procedimentos mentais que se denomina processamento linguístico. Diante disso, entendemos que a psicolinguística experimental busca apresentar hipóteses que nos fazem entender como o processamento linguístico se constitui na mente dos indivíduos. A psicolinguística, por meio de experimentos off-line e on-line, busca compreender o processo linguístico em vários níveis gramaticais, tais como fonológico, morfológico, sintático e semântico. Para melhor entendermos o que são esses experimentos off-line e on-line, observemos a citação de Leitão (2009, p. 223) abaixo: Os experimentos off-line são baseados em respostas dadas por indivíduos após estes terem lido ou ouvido uma frase ou um texto, isto é, capturam-se reações após a leitura/audição dessa frase ou desse texto, momento em 1 Compreender e produzir linguagem. 10

11 que o processamento já foi finalizado. De modo contrário, os experimentos on-line, como o próprio nome diz, baseiam-se em medidas a reações obtidas no momento em que a leitura/audição está em curso, são medidas praticamente simultâneas ao processamento. Para cada tipo de medida experimental, segundo o fragmento acima, teremos informações diversas. Os experimentos off-line, por exemplo, capturaram as informações de cunho interpretativo, ou seja, as informações que se consolidam no momento de reflexão, isto é, quando já houve integração dos níveis linguísticos que correspondem ao fonológico, morfológico, lexical, sintático e semântico. Já os experimentos on-line apresentam informações de processos mentais antes do momento de integração dos níveis linguísticos. Podemos perceber que o surgimento de alguns campos de investigação com base nesses processos experimentais 2 são bastante significativos para esta linha de pesquisa. A psicolinguística experimental também investiga as relações de referência entre os elementos constituintes de uma sentença ou de um texto. O estudo que se debruça sobre essa investigação é o processamento da correferência ou processamento anafórico. A relação entre os elementos 3 contribui para uma não sobrecarga por parte dos elementos constituintes do texto, evitando repetições e redundâncias textuais. Isso contribui diretamente nas relações de coesão e coerência textual-discursivas. Observe o exemplo (a) Carlos e Paula foram ao Shopping. Ele comprou vários presentes. Em face de (a) notemos que além de enriquecer as relações textuais, evitando repetição do nome, o pronome gera um efeito de recuperação do referente, capaz de facilitar o processamento de outro estímulo linguístico. O pronome, ele referindo-se ao DP Carlos, promove uma reativação de seu referente, fazendo com que o leitor associe-o a Carlos e não a Paula, já que o mesmo concorda em gênero com o seu antecedente legal. 2 Por exemplo, os estudos relacionados à percepção da fala, os estudos sobre o reconhecimento das palavras, os estudos referentes ao processamento sentencial a partir de um processador sintático que é denominado de parser, e, por fim, o estudo sobre a interpretação semântica dos enunciados linguísticos. 3 Antecedente e o termo a que se refere. 11

12 A partir dessas questões de resolução correferencial, no próximo item, discutiremos a Teoria da Ligação, de Chomsky, que salienta e prediz caminhos correferenciais para os elementos linguísticos A Teoria da Ligação e as condições referentes à correferência Antes de falarmos especificamente da Teoria da Ligação 4 torna-se necessário saber que por volta dos anos 60 os gerativistas ocuparam seus estudos nas dependências referenciais entre sintagmas determinantes, doravante DPs, com certo potencial de referência. Para melhor entendimento, observemos o excerto abaixo (RAPOSO, 1992, p.239): Dizemos que uma expressão linguística tem potencial de referência quando pode designar entidades (pessoas, coisas, ideias, etc.) ou situações (eventos, ações, etc.) do universo discursivo. As expressões linguísticas com potencial de referência são os DPs, que designam canonicamente entidades do universo discursivo, e as orações, que designam canonicamente situações (estados, ações, eventos, etc.). Os estudos sobre dependências referenciais na gramática gerativa ocupam-se, sobretudo das relações entre DPs. Diante da citação, podemos entender por dependência referencial a situação linguística em que um DP apresenta uma relação de dependência a outro DP do mesmo discurso 5, isto é, referem-se à mesma entidade do universo discursivo. O exemplo abaixo nos mostrará com clareza essa relação de dependência. (b) Isabela cortou a si mesma. Notemos que (b) apresenta relação de dependência entre o DP Isabela e o reflexivo a si mesma, ambos referindo-se à mesma pessoa do discurso. Em face desse exemplo, chamamos o reflexivo de anáfora, elemento anafórico, pois o mesmo necessita de um antecedente, e sem ele não constitui significação favorável, ou seja, ele é 4 Binding Theory. 5 Este se chama antecedente. 12

13 totalmente dependente. Segundo Raposo (1992), a Teoria da Ligação, título proveniente da noção de ligação nela desempenhada, é a parte da teoria gramatical cujo foco são as propriedades estruturais e semânticas das relações de dependência referencial entre itens constituintes do discurso. Os sintagmas determinantes, que têm potencial de referência, dividem-se em três classes distintas: as anáforas, os pronomes e as expressões referenciais. Cada uma dessas classes fazem referências aos Princípios de Ligação A, B e C abarcados na Teoria da Ligação de Chomsky (1986). Mioto (2007) salienta que a anáfora, ou expressões anafóricas, deve possuir um antecedente e este deve estar inserido em certo domínio de vinculação. Em suma, são expressões linguísticas cujo significado é dependente de uma parte anterior da sentença e/ou discurso que se denomina de antecedente, ambos tornando-se correferenciais. Diante disso podemos destacar que o Princípio A, da Teoria de Ligação, defende que o elemento anafórico tem que estar vinculado em seu domínio de vinculação, ou seja, as anáforas são presas em sua área de domínio. Oliveira, Leitão e Henrique (p. 72, 2012) salientam que Além da presença de um antecedente local, o princípio A impõe que o antecedente c-comande a anáfora. A noção de c-comando 6 explica além da precedência linear, mostrando as relações hierárquicas entre os constituintes. Os pronomes são elementos textuais que apresentam propriedades distintas daquelas imputadas às anáforas. Diferentes dos elementos anafóricos, os pronomes não podem vincular-se a um DP em certo domínio de ligação, ou seja, o pronome não pode referir-se a qualquer DP, até aqueles que ocasionalmente não se encontrem explicitados na sentença ou discurso. O Princípio B contempla os pronomes e postula que havendo um antecedente para um pronome, aquele não pode c-comandar este dentro de um domínio de vinculação 7, mas fora dele. Já as expressões referenciais, diferente dos elementos apresentados anteriormente, têm total independência referencial, isto é, têm autonomia de referência. Aqui, a expressão-r de forma alguma pode ser vinculada em algum domínio de 6 7 C-comando = α c-comanda β se e somente se β é o irmão de α ou filho (ou neto, ou bisneto...) do irmão de α. (Mioto, 2010). Para Mioto (2007, p. 229) estar vinculada quer dizer ser c-comandada por um elemento que porte o mesmo índice referencial; e estar livre quer dizer não estar vinculado, isto é, não ser c-comandado por um elemento que porte o mesmo índice referencial. 13

14 vinculação. O Princípio C prediz que uma expressão-r 8 tem que estar livre, uma vez que não necessita de antecedente, acarretando uma não existência de um domínio de vinculação. A partir dessas postulações, pesquisadores começaram a produzir experimentos que comprovassem a eficácia dos princípios da teoria citada. No próximo item, mencionaremos alguns deles que foram a favor e parte contra ao que prediz o princípio A. Baseando-se nesses estudos é que elaboramos esta proposta monográfica Estudos norteadores da proposta monográfica Os itens anteriores nos nortearam acerca da evolução e consolidação da Psicolinguística como área de estudo da linguística, assim como nos apresentaram a Teoria da Ligação (Bilding Theory, Chomsky, 1986) e seus Princípios. O princípio A salienta que um termo anafórico deve ser vinculado a um antecedente em seu domínio 9, isto é, tanto a anáfora quanto o seu antecedente devem apresentar o mesmo índice. Já o princípio B destaca que o pronome pode ter um antecedente, mas não necessariamente a presença de um, implicando liberdade a ele mesmo. Por fim, o princípio C salienta que uma expressão referencial não necessita de antecedentes, sendo livre na sentença. Estudos, como o de Nicol & Swinney (1989), por exemplo, prenunciam que apenas os antecedentes disponíveis estruturalmente influenciam a resolução da correferência em termos de processamento. Segundo seus estudos, os antecedentes inacessíveis ou indisponíveis são excluídos de forma imediata, ou seja, esses antecedentes não podem ser considerados na resolução correferencial. Essa postulação equivale à Hipótese do Filtro Inicial que elimina os antecedentes indisponíveis na resolução correferencial. Observemos o exemplo abaixo para melhor entendimento (1) John thinks that Peterᵢ hates himselfᵢ. 8 Expressão referencial. 9 Oração mínima que apresenta a anáfora e seu termo referencial. 14

15 Se levarmos em consideração à Hipótese do Filtro Inicial, o DP Peter, em (1), é considerado imediatamente como antecedente legítimo do reflexivo no inglês, himself. Peter é o antecedente acessível ao reflexivo, segundo a Teoria da Ligação, em face do princípio A, enquanto o DP John, que não é um antecedente acessível em termos das relações hierárquicas entre os constituintes, é excluído nos primeiros estágios de processamento e não pode subsequentemente ser considerado como antecedente legítimo. Por meio de um experimento de priming cross modal 10, Nicol & Swinney (1989) verificaram o processamento da correferência. Em suma, a realização do experimento se dava enquanto os informantes ouviam sentenças. Os mesmos tinham que fazer uma tarefa de decisão lexical para uma palavra sonda apresentada visualmente que surgia logo após pronomes e anáforas. Eles verificaram que a anáfora himself, segundo o princípio A da Teoria da Ligação, pode vincular-se ao sintagma nominal mais próximo, desconsiderando assim os mais distantes. Após, substituíram himself pelo pronome him. Este se referia aos antecedentes que não se vincularam ao termo anafórico. Vale destacar que no exemplo do himself ocorreu um efeito de priming significativo para com o antecedente mais próximo, sendo não significativo para os mais distantes. Já no exemplo do pronome him os tempos de decisão lexical evidenciam um efeito de priming significativo apenas para os sintagmas nominais mais distantes. Estudos que também vão a favor à Teoria do Filtro de Ligação são os de Clifton, Kennison e Albrecht (1997), que por meio de um experimento de leitura automonitorada, self-paced reading, encontraram apenas a influência do antecedente disponível na resolução da correferência. Em face dos exemplos testados pelos autores citados, podemos concluir que a Teoria da Ligação atuou significativamente como filtro inicial do processamento, acarretando um efeito Match/Mismatch 11. Até o momento apresentamos pesquisas que foram a favor do modelo do Filtro de Ligação Inicial. Agora, podemos destacar os estudos de Badecker & Straub (2002), por exemplo, que vão contra, em partes, ao modelo citado. Nesse estudo foi apresentado um conjunto inicial de antecedentes que apresenta entidades discursivas estruturalmente 10 Intermodal, ou seja, estímulos são apresentados auditivamente e sondas apresentadas visualmente. 11 Em português seria combina/não-combina. 15

16 disponíveis, assim como indisponíveis. Por meio de um experimento de Self-paced reading 12 manipularam o gênero dos antecedentes, sejam disponíveis ou indisponíveis, com o intuito de verificar a atuação do Filtro de Ligação Inicial. Os exemplos da pesquisa de Badecker & Straub (2002), apresentam resultados favoráveis para os antecedentes indisponíveis quando eles concordam com o gênero do reflexivo. Isto implica um retardo dos tempos de leitura, já que uma ambiguidade é gerada pelo gênero dos antecedentes disponível e indisponível, e do reflexivo. Já Sturt (2003) por meio do design experimental, eye tracking 13, também investigou a ligação dos antecedentes disponíveis e indisponíveis ao termo anafórico. Observemos os exemplos abaixo: a) Accessible-match/inaccessible-match Jonathan was pretty worried at the City Hospital. He remembered that the surgeon had pricked himself with a used syringe needle. There should be an investigation soon 14. b) Accessible-match/inaccessible-mismatch Jennifer was pretty worried at the City Hospital. She remembered that the surgeon had pricked himself with a used syringe needle. There should be an investigation soon 15. c) Accessible-mismatch/inaccessible-match Jonathan was pretty worried at the City Hospital. He remembered that the surgeon had pricked herself with a used syringe needle. There should be an investigation soon 16. d) Accessible-mismatch/inaccessible-mismatch Jennifer was pretty worried at the City Hospital. She remembered that the surgeon had pricked herself with a used syringe needle. There should be an investigation soon 17. A partir de seus exemplos, podemos notar que embora o primeiro nome esteja em foco no discurso, ele não é um antecedente disponível para o reflexivo em termos da 12 Leitura auto-monitorada. 13 Rastreamento ocular. 14 Jonathan estava muito preocupado no Hospital da Cidade. Ele lembrou que o cirurgião tinha picado ele mesmo com uma agulha de seringa usada. Deveria haver uma investigação em breve. 15 Jennifer estava muito preocupada no Hospital da Cidade. Ela lembrou que o cirurgião tinha picado ele mesmo com uma agulha de seringa usada. Deveria haver uma investigação em breve. 16 Jonathan estava muito preocupado no Hospital da Cidade. Ele lembrou que o cirurgião tinha picado ela mesma com uma agulha de seringa usada. Deveria haver uma investigação em breve. 17 Jennifer estava muito preocupada no Hospital da Cidade. Ela lembrou que o cirurgião tinha picado ela mesma com uma agulha de seringa usada. Deveria haver uma investigação em breve. 16

17 Teoria da Ligação, porém o segundo nome é um antecedente possível, como salienta Sturt (2003). Segundo Oliveira et al (2012, p. 120), os resultados desse experimento foram obtidos através das primeiras medidas do reflexivo 18, mostrando que as restrições foram aplicadas inicialmente. Os resultados do experimento destacam que o tempo de leitura na primeira fixação e na primeira passada foi mais rápido quando havia combinação entre o gênero da anáfora e o gênero do antecedente disponível. Isso nos mostra que as restrições de ligação foram aplicadas no momento da leitura do reflexivo. Os dados desse experimento nos provam que os antecedentes indisponíveis influenciam a resolução da correferência de pronomes reflexivos que ocorre em dois estágios. O primeiro corresponde à ligação das anáforas ao seu antecedente disponível, e o segundo estágio ocorreria na influência que os antecedentes indisponíveis exercem na resolução da correferência anafórica, sendo controlado, assim, por aspectos semânticosdiscursivos, enquanto os disponíveis por aspectos sintáticos. Outro estudo que corrobora a influência dos antecedentes indisponíveis na resolução correferencial é o de Kennisson (2003), que através da leitura automonitorada, mostrou que o sintagma nominal do sujeito indisponível estruturalmente influencia o processamento de pronomes quando não há um antecedente disponível estruturalmente. Kennisson também identificou dois estágios de processamento, assim como Sturt (2003). Com o objetivo de observar o processamento dos pronomes reflexivos no escopo intra-sentencial, Oliveira et al (2012), realizou um experimento que investigou o processamento da anáfora a si mesmo (a) dentro da sentença, e também a influência que o Princípio A, da Binding Theory, exerce na resolução da correferência. Fizeram uso da técnica experimental de leitura auto-monitorada, tendo como variáveis independentes 19 o gênero dos antecedentes disponíveis, o gênero dos antecedentes indisponíveis e o gênero da retomada. Já as variáveis dependentes 20 foram às medidas on-line dos tempos de leitura do segmento crítico, neste caso a anáfora, e do segmento seguinte, a preposição. Outra variável dependente é a medida off-line dos índices de acertos e tempos de respostas. 18 Tempos de leitura na primeira fixação e na primeira passada. 19 O que se controla. 20 O que se quer medir. 17

18 A hipótese deste trabalho explicita que os reflexivos devem ser lidos mais rápidos na condição em que o antecedente se encontra em posição legítima de c- comando, quer dizer, na condição em que o gênero da retomada concorda com o do antecedente disponível. Oliveira et al (2012) puderam verificar que os resultados foram favoráveis à Hipótese do Filtro de Ligação Inicial, isto é, na resolução da correferência a anáfora se vincula ao antecedente mais próximo, desprezando de imediato o antecedente mais distante. De acordo com os dados estatísticos, nas condições MFRM e FMRF os tempos de leitura do segmento crítico, a anáfora a si mesmo (a), foram significativamente maiores do que em comparação às demais condições. Oliveira et al (2012) destaca que a partir da análise da variância ANOVA não houve efeito principal da variável gênero do antecedente indisponível, gênero do antecedente disponível e gênero da retomada. Bem como não houve efeito de interação da variável gênero do antecedente indisponível e gênero do antecedente disponível e da variável gênero do antecedente indisponível e gênero da retomada. O único efeito de interação encontrado foi o da variável gênero do antecedente disponível e gênero da retomada, como podemos verificar através destes dados, F(5, 102) = 2,89, p 0,03. Diante dos resultados obtidos, Oliveira et al (2012) concluíram que apenas os antecedentes disponíveis influenciaram a resolução da correferência, atestando assim a Hipótese da pesquisa e conforme o postulado de Nicol & Swinney (1989). Logo, os antecedentes indisponíveis são excluídos imediatamente nos primeiros estágios de processamento. Oliveira et al (2012) também encontraram diferença significativa nos tempos de leitura do segmento seguinte ao crítico, neste caso a preposição, nas condições em que o gênero da retomada é o mesmo do antecedente disponível. Esses resultados apontam para um efeito spill over. Ainda mais, capturaram um efeito significativo da variância do gênero da retomada na leitura do segmento seguinte F(5,102) = 5,14 p 0,02. Após a análise dos tempos de leitura do segmento crítico e do segmento seguinte, explicitados anteriormente, Oliveira et al (2012) verificaram através de medidas off line os índices de respostas (SIM/NÃO) às perguntas das condições. Os resultados das respostas corroboraram os resultados anteriores, ressaltando a influência do Princípio A da Teoria da Ligação na resolução correferencial, isto é, os resultados off line também mostram que os antecedentes indisponíveis foram excluídos no processamento da anáfora. 18

19 A partir desse último estudo apresentado, fomos levados a adaptar o experimento de Oliveira et al. (2012) com o intuito de medir a resolução da correferência da anáfora ele (a) mesmo (a), já que o ele possui marca pronominal. A partir do próximo item, verificaremos através da estatística dos dados do experimento, aplicado com vinte e quatro universitários da Universidade Federal da Paraíba, a atuação do Princípio A da Teoria da Ligação favorecendo a ligação do termo ele (a) mesmo (a) aos antecedentes disponíveis ou a atuação do Princípio B, favorecendo a ligação do termo destacado aos antecedentes indisponíveis, já que o ele é pronominal. A partir daí, saberemos se há diferença entre os reflexivos 21, no português brasileiro, em termos de processamento anafórico. 21 A si mesmo (a) e ele (a) mesmo (a). 19

20 2. O EXPERIMENTO O nosso experimento tem por objetivo investigar o processamento da anáfora ele (a) mesmo (a) dentro do escopo sentencial, como também verificar a atuação do Princípio A da Teoria da Ligação, que prediz que uma anáfora deve ter um antecedente que a c-comande e que esteja dentro de um domínio de vinculação, que corresponde a uma oração mínima em que se encontram o termo anafórico e seu sujeito. Também verificaremos se há atuação do Princípio B, uma vez que ele (a) mesmo (a) possui traço [+ pronominal]. Esse princípio salienta que havendo um antecedente para um pronome, aquele não pode c-comandar este dentro de um domínio de vinculação, mas fora dele. Diante dos exemplos abaixo, podemos observar o domínio de vinculação da anáfora, que segundo o princípio A é onde se encontra o antecedente legítimo à anáfora. (a) Marta observou que Denis cortou ele mesmo com a faca de cozinha. (b) Marta observou que Denis cortou ela mesma com a faca de cozinha. No exemplo (a), o sintagma nominal Denis é o antecedente disponível a anáfora ele mesmo, já o sujeito da oração principal, Maria, corresponde ao antecedente indisponível à anáfora. É notório em (a) que o gênero do termo anafórico corresponde ao do antecedente disponível, já em (b) o gênero da anáfora não combina com o disponível e sim com o antecedente indisponível. (c) Denis observou que Carlos cortou ele mesmo com a faca de cozinha. Este exemplo nos apresenta uma situação um pouco diferente em comparação a (a) e (b), pois aqui tanto o antecedente disponível, quanto o indisponível concordam em gênero com a anáfora ele mesmo. Em situações como essa, podemos verificar por meio de experimentos se o antecedente indisponível influencia ou não a resolução correferencial, sendo o ele mesmo vinculado ao DP Carlos, como prediz o princípio A, ou a vinculação dar-se ao DP Denis, sujeito da oração principal, como prediz o princípio B. Foi nessa perspectiva que elaboramos nosso experimento, utilizando a técnica de leitura auto-monitorada. Temos como variáveis independentes o gênero dos antecedentes indisponíveis, o gênero dos antecedentes disponíveis e o gênero da 20

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