Poseidon Participações S.A.

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1 Poseidon Participações S.A. KPDS

2 Conteúdo Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras 3 Balanços patrimoniais 5 Demonstrações de resultados 6 Demonstrações de resultados abrangentes 7 Demonstrações das mutações do patrimônio líquido 8 Demonstrações do fluxos de caixa 9 Notas explicativas às demonstrações financeiras 10 2

3 KPMG Auditores Independentes Av. Almirante Barroso, 52-4º andar Rio de Janeiro/RJ - Brasil Caixa Postal CEP Rio de Janeiro/RJ - Brasil Telefone +55 (21) , Fax +55 (21) Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras Aos Administradores da Rio de Janeiro - RJ Examinamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Poseidon Participações S.A. ( Companhia ), identificadas como Controladora e Consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, para o período compreendido entre 23 de fevereiro (data da constituição) e, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da Administração sobre as demonstrações financeiras A administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. KPMG Auditores Independentes, uma sociedade simples brasileira e firmamembro da rede KPMG de firmas-membro independentes e afiliadas à KPMG International Cooperative ( KPMG International ), uma entidade suíça. KPMG Auditores Independentes, a Brazilian entity and a member firm of the KPMG network of independent member firms affiliated with KPMG International Cooperative ( KPMG International ), a Swiss entity. 3

4 Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião Em nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais e consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira individual e consolidada da em 31 de dezembro de 2015, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa individual e consolidado para o período compreendido entre 23 de fevereiro de 2015 (data da constituição) e, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Ênfases Concentração de clientes Conforme mencionado na Nota Explicativa nº 6 e 13, chamamos a atenção para o fato do total das receitas da Companhia serem realizadas com a Norskan Offshore Ltda, por meio de contratos de prestação de serviços. Essas demonstrações financeiras devem ser lidas nesse contexto. Nossa opinião não contém ressalva relacionada a esses assuntos. Rio de Janeiro, 03 de agosto de 2016 KPMG Auditores Independentes CRC SP /O-6 F-RJ Anderson C. V. Dutra Contador CRC RJ /O-6 Bruno Bressan Marcondes Contador CRC RJ /O-7 KPMG Auditores Independentes, uma sociedade simples brasileira e firmamembro da rede KPMG de firmas-membro independentes e afiliadas à KPMG International Cooperative ( KPMG International ), uma entidade suíça. KPMG Auditores Independentes, a Brazilian entity and a member firm of the KPMG network of independent member firms affiliated with KPMG International Cooperative ( KPMG International ), a Swiss entity. 4

5 Balanços patrimoniais em (Em milhares de Reais) Controladora Consolidado Controladora Consolidado Ativo Nota Passivo Nota Circulante Circulante Caixa e equivalentes de caixa Fornecedores Contas a receber Adiantamento de clientes Impostos de renda, contribuição social Imposto de renda, contribuição social e outros impostos a recuperar e outros tributos a recolher Outros créditos e valores a receber 9 61 Obrigações e provisões trabalhistas - 66 Outras contas a pagar Debêntures Não circulante Investimento Imobilizado Não circulante Partes Relacionadas Patrimônio líquido 12 Capital social Outros resultados abrangentes Prejuízos acumulados (73.942) (73.942) Total do ativo Total do passivo e patrimônio líquido As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. 5

6 Demonstrações de resultados Período compreendido entre 23 de Fevereiro e 31 de Dezembro de 2015 (Em milhares de Reais) Controladora Consolidado Nota Receita líquida de serviços Custo dos serviços prestados 14 - (24.504) Lucro bruto Despesas operacionais Despesas administrativas e gerais (109) (705) Despesas com pessoal - (1.425) Serviços contratados - (1.085) Depreciação e amortização - (28) Resultado de equivalência patrimonial 7 (73.833) - (73.942) (3.243) (Preuízo)/ Lucro operacional antes do resultado financeiro (73.942) Resultado Financeiro 15 Receitas financeiras Despesas financeiras (1) (16.032) Variação cambial - (77.637) - (93.008) Prejuízo antes do imposto de renda e contribuição social (73.942) (73.942) Imposto de renda e contribuição social - - Prejuízo líquido do período (73.942) (73.942) As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. 6

7 Demonstrações de resultados abrangentes Período compreendido entre 23 de Fevereiro e 31 de Dezembro de 2015 (Em milhares de Reais) Controladora Consolidado Prejuízo líquido do período (73.942) (73.942) Ajuste acumulado de conversão Resultado abrangente total do período (38.364) (38.364) As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. 7

8 Demonstrações das mutações do patrimônio líquido Período compreendido entre 23 de Fevereiro e 31 de Dezembro de 2015 (Em milhares de Reais) Outros Capital resultados Prejuízos Social abrangentes acumulados Total Saldo em 23 de fevereiro de 2015 (constituição) Capital subscrito Capital à integralizar (25.000) - - (25.000) Ajuste acumulado de conversão Prejuízo do período - - (73.942) (73.942) Saldo em (73.942) As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. 8

9 Demonstrações do fluxo de caixa Período compreendido entre 23 de Fevereiro e 31 de Dezembro de 2015 (Em milhares de Reais) Controladora Consolidado Fluxos de caixa das atividades operacionais Prejuízo do período (73.942) (73.942) Ajustes ao prejuízo do período: Resultado de equivalência patrimonial Juros incorridos no período, não realizados Amortização do custo de transação de debêntures Depreciação e amortização Variação cambial não realizada (109) Variação em: Contas a receber Outros créditos e valores a receber (9) (61) Impostos de renda, contribuição social e outros impostos a recuperar - (232) Fornecedores Adiantamento de clientes Imposto de renda, contribuição social e outros tributos a recolher Obrigações e provisões trabalhistas - 66 Outras contas a pagar 2 47 Caixa líquido gerado nas atividades operacionais Fluxos de caixa das atividades de investimentos Aquisição de imobilizado - ( ) Mútuo com partes relacionadas Aumento de capital em investida ( ) - Caixa líquido gerado nas atividades de investimentos ( ) ( ) Fluxos de caixa das atividades de financiamentos Aumento de capital Captação de debêntures Pagamento de juros sobre debêntures - (10.554) Custos de transação relacionados a debêntures - (6.189) Caixa líquido gerado nas atividades de financiamentos Aumento de caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalente de caixa no inicio do período - - Caixa e equivalente de caixa no final do período As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. 9

10 Notas explicativas às demonstrações financeiras (Em Reais) 1 Contexto operacional A Poseidon Participações S.A ( Companhia ) é uma sociedade por ações regida pelo seu Estatuto Social e alterações, pela Lei nº 6.404, de e suas alterações, e pelas disposições legais que lhe forem aplicáveis. A Companhia é holding de instituições não financeiras, tendo participações em Companhias no Brasil e no exterior de apoio marítimo. A Poseidon Participações S.A, com sede na Rua Lauro Muller, 116, Rio de Janeiro, Brasil, e suas controladas Marlin Navegação S.A e Marlin International Coöperatief U. A, formam grupo de Companhias que possuem atualmente uma frota de 5 embarcações de Apoio Marítimo, que trabalham para o mercado de energia no Brasil. O grupo foi constituído por dois fundos de private equity geridos pela Mantiq Investimentos e Mare Investimentos. Em, a Companhia apresentou perdas em suas operações gerando deficiência de geração de caixa. As principais causas das perdas apresentadas foram os investimentos inicias para constituição da Companhia e variação cambial das debêntures atreladas ao dólar. A administração da Companhia vem otimizando seus custos operacionais, além de almejar iniciar a operação de suas próprias embarcações durante o exercício de Atualmente, as embarcações de propriedade das controladas são operadas pela Norskan Offshore Ltda. 2 Relação das entidades controladas Segue abaixo as entidades controladas pela Companhia: Controladas (direta e indireta) % Participação Marlin Navegação S.A (controlada direta) 100% Marlin International Coöperatief U. A (controlada indireta) 100% A controlada Marlin Navegação S.A. possui investimento de 99,8% do capital social da Marlin International Coöperatief U. A, empresa com sede na Holanda. O restante de participação societária de 0,2% é detido pela Companhia diretamente. 3 Base de preparação das demonstrações financeiras a. Declaração de conformidade com relação às normas do CPC As demonstrações financeiras individuais e consolidadas foram elaboradas com base nas práticas contábeis adotadas no Brasil que englobam a legislação societária, os Pronunciamentos, as Interpretações e as Orientações emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) e aprovados pelo Conselho Federal de Contabilidade ( CFC )

11 A emissão das demonstrações financeiras da Companhia referente ao período findo em 31 de dezembro de 2015 foi autorizada por sua Diretoria em 03 de agosto de b. Base de mensuração As demonstrações financeiras individuais e consolidadas foram preparadas com base no custo histórico. c. Moeda funcional e moeda de apresentação Essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas são apresentadas em Real, que é a moeda funcional da Companhia. Todas as informações financeiras apresentadas em Real foram arredondadas para o milhar mais próximo, exceto quando indicado de outra forma. d. Uso de estimativas e julgamentos A preparação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as normas do CPC exige que a Administração faça julgamentos, estimativas e premissas que afetam a aplicação de políticas contábeis e os valores reportados de ativos, passivos e despesas. Os resultados reais podem divergir dessas estimativas. Estimativas e premissas são revistos de uma maneira contínua. Revisões com relação a estimativas contábeis são reconhecidas no exercício em que as estimativas são revisadas e em quaisquer exercícios futuros afetados. As informações sobre incertezas, sobre premissas e estimativas que possuam um risco significativo de resultar em um ajuste material dentro do próximo exercício financeiro estão incluídas nas seguintes notas explicativas: Nota Explicativa nº 08 - Imobilizado (depreciação). 4 Principais políticas contábeis As políticas contábeis descritas em detalhes abaixo têm sido aplicadas de maneira consistente ao exercício apresentado nestas demonstrações financeiras. a. Base de consolidação As demonstrações financeiras das controladas estão incluídas nas demonstrações financeiras consolidadas a partir da data em que o controle se inicia até a data em que o controle deixa de existir. As políticas contábeis da controlada estão alinhadas com as políticas adotadas pela Controladora. Nas demonstrações financeiras individuais da controladora as informações financeiras das controladas são reconhecidas através do método de equivalência patrimonial. Os saldos e transações intergrupo, e quaisquer receitas ou despesas derivadas de transações intergrupo, são eliminados na preparação das demonstrações financeiras consolidadas. Os ganhos não realizados oriundos de transações com a controlada registrados por equivalência patrimonial são eliminados contra o investimento na proporção da participação da Companhia na controlada. Os resultados não realizados são eliminados da mesma maneira como são eliminados dos ganhos não realizados, mas somente até o ponto em que não haja evidência de perda por redução do valor recuperável. 11

12 b. Instrumentos financeiros Ativos financeiros não derivativos A Companhia reconhece os empréstimos e recebíveis e depósitos inicialmente na data em que foram originados. Todos os outros ativos financeiros são reconhecidos inicialmente na data da negociação na qual a Companhia se torna uma das partes das disposições contratuais do instrumento. A Companhia desconhece um ativo financeiro quando os direitos contratuais dos fluxos de caixa do ativo expiram, ou quando a Companhia transfere os direitos ao recebimento dos fluxos de caixa contratuais sobre um ativo financeiro em uma transação no qual essencialmente todos os riscos e benefícios da titularidade do ativo financeiro são transferidos. Eventual participação que seja criada ou retida pela Companhia nos ativos financeiros é reconhecida como um ativo ou passivo individual. A Companhia desconhece um passivo financeiro quando sua obrigação contratual é retirada, cancelada ou expirada. Os ativos ou passivos financeiros são compensados e o valor líquido apresentado no balanço patrimonial quando, somente quando, a Companhia tenha o direito legal de compensar os valores e tenha a intenção de liquidar em uma base líquida ou de realizar o ativo e liquidar o passivo simultaneamente. A Companhia classifica os ativos financeiros não derivativos na seguinte categoria: Empréstimos e recebíveis Empréstimos e recebíveis são ativos financeiros com pagamentos fixos ou calculáveis que não são cotados no mercado ativo. Tais ativos são reconhecidos inicialmente pelo valor justo acrescido de quaisquer custos de transação atribuíveis. Após o reconhecimento inicial, os empréstimos e recebíveis são medidos pelo custo amortizado através do método dos juros efetivos, decrescidos de qualquer perda por redução ao valor recuperável. Os empréstimos e recebíveis abrangem caixa e equivalentes de caixa, clientes e outros créditos. Caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa abrangem saldos de caixa e investimentos financeiros com vencimento original de três meses ou menos a partir da data da contratação, os quais são sujeitos a um risco insignificante de alteração no valor, e são utilizados na gestão das obrigações de curto prazo. Passivos financeiros não derivativos A Companhia reconhece títulos de dívida emitidos e passivos subordinados inicialmente na data em que são originados. Todos os outros passivos financeiros são reconhecidos inicialmente na data de negociação na qual a Companhia se torna uma parte das disposições contratuais do instrumento. A Companhia desconhece um passivo financeiro quando tem suas obrigações contratuais retirada, cancelada ou vencida. 12

13 A Companhia classifica os passivos financeiros não derivativos na categoria de outros passivos financeiros. Tais passivos financeiros são reconhecidos inicialmente pelo valor justo acrescidos de quaisquer custos de transação atribuíveis. Após o reconhecimento inicial, esses passivos financeiros são medidos pelo custo amortizado através do método dos juros efetivos. A Companhia tem os seguintes passivos financeiros não derivativos: fornecedores, outras contas a pagar e debêntures. c. Imobilizado Reconhecimento e mensuração Itens do imobilizado são mensurados pelo custo histórico de aquisição ou construção, deduzido da depreciação acumulada e perdas de redução ao valor recuperável (impairment) acumuladas, se houver. Ganhos e perdas na alienação de um item do imobilizado (apurados pela diferença entre os recursos advindos da alienação e o valor contábil do imobilizado), são reconhecidos em outras receitas/despesas operacionais no resultado. Depreciação Itens do ativo imobilizado são depreciados pelo método linear no resultado do exercício baseado na vida útil econômica estimada de cada classe de ativos. Terrenos não são depreciados. Itens do ativo imobilizado são depreciados a partir da data em que são instalados e estão disponíveis para uso, ou em caso de ativos construídos internamente, do dia em que a construção é finalizada e o ativo está disponível para utilização. As vidas úteis estimadas de acordo com as naturezas do ativo imobilizado são as seguintes: Máquinas e equipamentos Equipamentos de Informática Móveis e utensílios Equipamentos de Comunicação Embarcações 10 anos 5 anos 10 anos 5 anos 20 anos Os métodos de depreciação, as vidas úteis e os valores residuais serão revistos a cada encerramento de exercício e eventuais ajustes são reconhecidos como mudança de estimativas contábeis. No presente exercício a Companhia não apurou ou promoveu mudanças que exigissem o reconhecimento de ajustes. Ganhos e perdas resultantes da baixa de um ativo intangível são mensurados como a diferença entre o valor líquido obtido da venda e o valor contábil do ativo, sendo reconhecidos na demonstração do resultado no momento da baixa do ativo. 13

14 d. Redução ao valor recuperável (impairment) Ativos financeiros (incluindo recebíveis) Um ativo financeiro não mensurado pelo valor justo por meio do resultado é avaliado a cada data de apresentação para apurar se há evidência objetiva de que tenha ocorrido perda no seu valor recuperável. Um ativo tem perda no seu valor recuperável se uma evidência objetiva indica que um evento de perda ocorreu após o reconhecimento inicial do ativo, e que aquele evento de perda teve um efeito negativo nos fluxos de caixa futuros projetados que podem ser estimados de uma maneira confiável. A evidência objetiva de que os ativos financeiros perderam valor pode incluir a falta de pagamento ou atraso no pagamento por parte do devedor, a reestruturação do valor devido à Companhia sobre condições de que a Companhia não consideraria em outras transações, indicações de que o devedor ou emissor entrará em processo de falência, ou o desaparecimento de um mercado ativo para um título. Além disso, para um instrumento patrimonial, um declínio significativo ou prolongado em seu valor justo abaixo do seu custo é evidência objetiva de perda por redução ao valor recuperável. Ativos financeiros mensurados pelo custo amortizado A Companhia considera evidência de perda de valor de ativos mensurados pelo custo amortizado (para recebíveis e títulos de investimentos mantidos até o vencimento) tanto no nível individualizado como no nível coletivo. Ativos individualmente significativos são avaliados quanto à perda de valor específico. Todos os recebíveis e títulos de investimentos mantidos até o vencimento individualmente significativos identificados como não tendo sofrido perda de valor individualmente são então avaliados coletivamente quanto a qualquer perda de valor que tenha ocorrido, mas não tenha sido ainda identificada. Ativos individualmente importantes são avaliados coletivamente quanto à perda de valor por agrupamento conjunto desses títulos com características de risco similares. Ao avaliar a perda de valor recuperável de forma coletiva a Companhia utiliza tendências históricas da probabilidade de inadimplência, do prazo de recuperação e dos valores de perda incorridos, ajustados para refletir o julgamento da Administração quanto às premissas se as condições econômicas e de crédito atuais são tais que as perdas reais provavelmente serão maiores ou menores que as sugeridas pelas tendências históricas. Uma redução do valor recuperável com relação a um ativo financeiro mensurado pelo custo amortizado é calculada como a diferença entre o valor contábil e o valor presente dos futuros fluxos de caixa estimados descontados à taxa de juros efetiva original do ativo. As perdas são reconhecidas no resultado e refletidas em uma conta de provisão contra recebíveis ou ativos mantidos até o vencimento. Os juros sobre o ativo que perdeu valor continuam sendo reconhecidos. Quando um evento subsequente indica reversão da perda de valor, a diminuição na perda de valor é revertida e registrada no resultado. Ativos não financeiros Os valores contábeis dos ativos não financeiros da Companhia, que não os estoques, são revistos a cada data de apresentação para apurar se há indicação de perda no valor recuperável. Caso ocorra tal indicação, então o valor recuperável do ativo é estimado. 14

15 Uma perda por redução no valor recuperável é reconhecida se o valor contábil do ativo ou unidade geradora de caixa - UGC exceder o seu valor recuperável. O valor recuperável de um ativo ou unidade geradora de caixa é o maior entre o valor em uso e o valor justo menos despesas de venda. Ao avaliar o valor em uso, os fluxos de caixa futuros estimados são descontados aos seus valores presentes através da taxa de desconto antes de impostos, que reflita as condições vigentes de mercado quanto ao período de recuperabilidade do capital e os riscos específicos do ativo ou UGC. Para a finalidade de testar o valor recuperável, os ativos que não podem ser testados individualmente são agrupados ao menor grupo de ativos que gera entrada de caixa de uso contínuo que são em grande parte independentes dos fluxos de caixa de outros ativos ou grupos de ativos (a unidade geradora de caixa). Perdas por redução no valor recuperável são reconhecidas no resultado. Perdas reconhecidas referentes a UGCs são inicialmente alocadas na redução de qualquer ágio alocado a esta UGC (ou grupo de UGC), e subsequentemente na redução dos outros ativos desta UGC (ou grupo de UGC) de forma pro rata. A Companhia identificou indicativos de impairment para, o qual não houve necessidade de constituição de redução ao valor recuperável após teste específico realizado no final do exercício. e. Provisões Uma provisão é reconhecida, em função de um evento passado, se a Companhia tem uma obrigação legal ou construtiva que possa ser estimada de maneira confiável, e é provável que um recurso econômico seja exigido para liquidar a obrigação. As provisões são apuradas através do desconto dos fluxos de caixa futuros esperados a uma taxa antes de impostos que reflete as avaliações atuais de mercado quanto ao valor do dinheiro no tempo e riscos específicos para o passivo. Os custos financeiros incorridos são registrados no resultado. f. Reconhecimento da receita A receita é reconhecida quando seu valor pode ser mensurado de maneira confiável, sendo provável que os benefícios econômicos futuros serão transferidos para a Companhia, os custos incorridos na transação possam ser mensurados e os riscos e benefícios foram transferidos e assumidos pelo comprador. Uma receita não é reconhecida se há uma incerteza significativa na sua realização. Prestação de serviços As receitas provenientes da prestação de serviços são registradas quando estas são entregues e aceitas pelos clientes. As receitas correspondem ao valor das contraprestações recebidas ou a receber pela prestação de serviços no curso regular das atividades da Companhia. A receita é demonstrada pelo valor bruto excluindo-se os impostos agregados, devoluções e descontos incondicionais. 15

16 g. Imposto de renda e contribuição social O imposto de renda e a contribuição social do exercício, corrente e diferido, são calculados com base nas alíquotas de 25%, acrescidas do adicional de 10% sobre o lucro tributável excedente de R$ 240 para imposto de renda e 9% sobre o lucro tributável para contribuição social sobre o lucro líquido, e consideram a compensação de prejuízos fiscais e base negativa de contribuição social, limitada a 30% do lucro real. A despesa com imposto de renda e contribuição social compreende os impostos de renda correntes. O imposto corrente e o imposto diferido são reconhecidos no resultado a menos que estejam relacionados a itens diretamente reconhecidos no patrimônio líquido ou em outros resultados abrangentes. Em 2015, a Companhia optou por utilizar o regime tributário do lucro real, onde o imposto de renda e a contribuição social são calculados com base no lucro fiscal real, excluindo receitas não tributáveis e adicionando despesas não dedutíveis. Após a determinação da base, o imposto de renda é calculado à alíquota de 15% acrescida do adicional de 10% sobre a receita bruta anual excedente de R$ 240 mil anuais, e a contribuição social à alíquota de 9%. h. Investimento São registrados pelo método da equivalência patrimonial nas demonstrações financeiras individuais. Nas demonstrações consolidadas, as informações contábeis das controladas diretas e indiretas são incluídas nas demonstrações financeiras consolidadas a partir da data em que o controle se inicia e até o encerramento do exercício. i. Moeda estrangeira Transações em moeda estrangeira, isto é, todas aquelas que não realizadas na moeda funcional, são convertidas pela taxa de câmbio das datas de cada transação. Ativos e passivos monetários em moeda estrangeira são convertidos para a moeda funcional pela taxa de câmbio da data do fechamento. Os ganhos e as perdas de variações nas taxas de câmbio sobre os ativos e os passivos monetários são reconhecidos na demonstração de resultados. Ativos e passivos não monetários adquiridos ou contratados em moeda estrangeira são convertidos com base nas taxas de câmbio das datas das transações. j. Novas normas e interpretações ainda não adotadas Uma série de novas normas, alterações de normas e interpretações serão efetivas para exercícios iniciados após 1º de janeiro de 2016 e não foram adotadas na preparação destas Demonstrações Financeiras. Aquelas que podem ser relevantes para a Companhia estão mencionadas abaixo. A Companhia não planeja adotar estas normas de forma antecipada. IFRS 9 Financial Instruments (Instrumentos Financeiros) A IFRS 9, publicada em julho de 2014, substitui as orientações existentes na IAS 39 Financial Instruments: Recognition and Measurement (Instrumentos Financeiros: Reconhecimento e Mensuração). A IFRS 9 inclui orientação revista sobre a classificação e mensuração de instrumentos financeiros, incluindo um novo modelo de perda esperada de crédito para o cálculo da redução ao valor recuperável de ativos financeiros, e novos requisitos sobre a contabilização de hedge. A norma mantém as orientações existentes sobre o reconhecimento e desreconhecimento de instrumentos financeiros da IAS 39. A IFRS 9 é efetiva para exercícios iniciados em ou após 1º de janeiro de 2018, com adoção antecipada permitida pela IFRS. 16

17 IFRS 15 Revenue from Contracts with Customers (Receita de Contratos com Clientes) A IFRS 15 exige uma entidade a reconhecer o montante da receita refletindo a contraprestação que elas esperam receber em troca do controle desses bens ou serviços. A nova norma vai substituir a maior parte da orientação detalhada sobre o reconhecimento de receita que existe atualmente em IFRS e U.S. GAAP quando a nova norma for adotada. A nova norma é aplicável a partir de ou após 1º de janeiro de 2017, com adoção antecipada permitida pela IFRS. A norma poderá ser adotada de forma retrospectiva, utilizando uma abordagem de efeitos cumulativos. A Companhia está avaliando os efeitos que o IFRS 15 vai ter nas Demonstrações Financeiras e nas suas divulgações. A Companhia ainda não escolheu o método de transição para a nova norma nem determinou os efeitos da nova norma nos relatórios financeiros atuais. Adicionalmente, não se espera que as seguintes novas normas ou modificações possam ter um impacto significativo nas demonstrações financeiras da Companhia: IFRS 14 - Regulatory Deferral Accounts (Contas Regulatórias de Diferimento) Accounting for Aquisitions of Interests in Joint Operations (Contabilização de Aquisições de participações em Operações em conjunto) (alteração do IFRS 11) Clarification of Acceptable Methods of Depreciation and Amortisation (Esclarecimento sobre Métodos Aceitáveis de Depreciação e Amortização) (alterações da IAS 16 e IAS 38) Defined Benefit Plans: Employee Contributions (Plano de Benefício Definido: Contribuição de empregados) (alteração da IAS 19) IFRS 16 Arrendamento Mercantil O Comitê de Pronunciamentos Contábeis ainda não emitiu pronunciamento contábil ou alteração nos pronunciamentos vigentes correspondentes as estas normas. Adoção antecipada não é permitida para as Companhias que adotam as práticas contábeis brasileiras. 5 Caixa e equivalentes de caixa Controladora Consolidado Bancos Aplicações financeiras (a) (a) As aplicações financeiras referem-se substancialmente a certificados de depósitos bancários (100% CDI) com alta liquidez, garantia de recompra do papel, prontamente conversíveis em um montante conhecido de caixa e estão sujeitas a um insignificante risco de mudança de valor. 6 Contas a receber O saldo consolidado refere-se a contas a receber junto a Norskan Offshore Ltda, por meio de afretamento de cinco embarcações a casco nu pelas controladas Marlin Navegação S.A. e Marlin International Coöperatief. Em não haviam contas a receber vencidos. 17

18 7 Investimentos Saldo inicial em 23 de fevereiro de Aumento de capital em controlada Efeitos de conversão de moeda de investimento em subsidiária estrangeira Equivalência patrimonial no período (73.833) Saldo em Informações das controladas Marlin Navegação S.A. é uma empresa situada no Rio de Janeiro com objeto social de operar embarcações de apoio marítimo. A controlada possui 3 embarcações próprias para operação. A Marlin International Coöperatief U. A. é uma empresa situada nos Países Baixos. A controlada possui 2 embarcações próprias para operação. Informações sobre a participação direta nas controladas 2015 Controlada Quantidades de quotas (em unidades) % Participação direta Total de Ativos Prejuízo/ (Lucro) no Receitas exercício Patrimônio líquido em 31 de dezembro Marlin Navegação (73.833) Marlin International ,2% Imobilizado Saldo em 23/02/2015 Adições Saldo em 31/12/2015 Custo Equipamentos de informática Moveis e utensilios Equipamentos de comunicação Embarcações (a) Máquinas e Equipamentos Depreciação Equipamentos de informática - (5) (5) Moveis e utensilios Equipamentos de comunicação - (1) (1) Embarcações - (24.349) (24.349) Máquinas e Equipamentos (25.579) (25.579) Total líquido (a) Refere-se a compra de 5 embarcações no exercício de 2015, sendo 3 embarcações de propriedade da controlada Marlin Navegação S.A. e 2 embarcações de propriedade da controlada indireta Marlin International Coöperatief U. A. 18

19 9 Fornecedores Em 31 de Dezembro de 2015 a Companhia apresentava saldos de R$ 16 e R$ 2.018, nos balanços da controladora e consolidado, respectivamente, referente a aquisições de materiais de uso e consumo para prestações de serviços. 10 Debêntures Em 15 de Abril de 2015, a controlada Marlin Navegação S.A. emitiu, em série única, (duzentas e nove mil) debêntures simples, não conversíveis em ações, de espécie real, sob regime de garantia firme, em série única, com vencimento inicial em 15 de abril de 2022 em montante total de R$ (duzentos e nove milhões de reais) que foram integralmente adquiridas pelo Banco Bradesco S/A. As debêntures possuem prazo de amortização 84 meses, juros remuneratórios pré-fixados a 7,35% e serão pagos em parcelas semestrais a partir de Os recursos oriundos da emissão das debêntures foram utilizados para compra das embarcações. Saldo captado em 15 de abril de Atualização cambial Juros incorridos Juros pagos (a) (10.554) Custos incorridos na transação (líquido) (5.484) Saldo em (passivo circulante) A emissão de debêntures possuí cláusulas de covenants financeiros como segue: Obrigações Atingir índice financeiro (Dívida Líquida (a)/ebitda (c) igual ou abaixo dos seguintes índices): 4,50 3,75 3,00 (a) (b) (c) Os juros pagos sobre debêntures estão sendo classificadas integralmente na atividade de financiamento na demonstração do fluxo de caixa. A dívida líquida é obtida por meio da subtração do preço da dívida atualizado - caixa e disponibilidades na data base. O EBITDA é obtido através do lucro antes dos impostos, depreciação e amortização. Cumprimentos dos índices financeiros A controlada Marlin Navegação S.A. em conformidade com os termos das debêntures, não atingiu o índice financeiro necessário em. Portanto, o saldo de debêntures foi integralmente reclassificado para passivo circulante. Dívida Dívida líquida Caixa (7.490) EBITDA Contas a receber (11.509) - Dívida líquida Índice Financeiro 6,06 19

20 11 Mútuo com Partes Relacionadas A Companhia possui saldo a pagar para a controlada Marlin Navegação S.A. no valor de R$ 372 referente a pagamento de despesas administrativas. Este saldo não possui vencimento, juro ou atualização monetária, e será pago sob demanda para a parte relacionada. Remuneração da Administração A Administração pagou o montante de R$ 348 referentes à remuneração do pessoal-chave da Administração em Patrimônio líquido Capital social O capital social subscrito da Companhia em 23 de fevereiro de 2015 era de R$ (duzentos milhões de reais), dividido em (duzentos milhões) de ações ordinárias, nominativas e sem valor nominal. Sócio Participação Total das ações Fundo de Investimento em Participações Brasil Petróleo 1 79,1% Fundo de Investimento em Participações Brasil Petróleo 2 20,9% Subscrição de capital em 23 de fevereiro de Integralização de capital em 23 de fevereiro de 2015 ( ) Integralização de capital em 04 de março de 2015 (55.000) Saldo a integralizar em Em 23 de fevereiro de 2015 os acionistas da Companhia aprovaram aporte de capital no montante de R$ , representado por ações. Em 04 de março de 2015 o acionista da Companhia aprovou aporte de capital no montante de R$55.000, representado por ações. Outros Resultados Abrangentes Devido à conversão de moeda relativa ao investimento na Marlin International Coöperatief U. A. foram apurados resultados abrangentes no exercício de 2015 para Companhia, no valor de R$ Receita líquida de vendas e serviços Consolidado 2015 Prestação de serviços Impostos sobre vendas: PIS (342) COFINS (1.585) ISS (1) Receita líquida

21 A receita de serviços é auferida mediante o afretamento de cinco embarcações a casco nu para empresa Norskan Offshore Ltda através de contratos das controladas Marlin Navegação S.A. e Marlin International Coöperatief. 14 Custos dos serviços prestados Consolidado 2015 Depreciação Demais custos Resultado financeiro Controladora Consolidado Rendimento de aplicações financeiras Outras Receitas Financeiras - 14 Receitas financeiras Custo de Transação de Debêntures - (705) Juros Sobre Debêntures - (14.862) IOF/IOC - (423) Outras Despesas Financeiras (1) (42) Despesas financeiras (1) (16.302) Variação Cambial Ativa Variação Cambial Passiva - ( ) Variação cambial - (77.637) 16 Contingência Em a Companhia e suas controladas e coligadas não eram parte em processos judiciais. 17 Instrumentos Financeiros e gerenciamento de riscos financeiros A Companhia mantém operações com instrumentos financeiros. A administração destes ativos e passivos é efetuada por meio de estratégias operacionais e controles internos, visando à liquidez, rentabilidade e segurança. 21

22 Em os instrumentos financeiros são os seguintes: Controladora Consolidado Ativos Caixa e equivalente de caixa Contas a receber Passivos Fornecedores Outras contas a pagar 2 47 Debêntures As contas acima estão classificadas como empréstimos e recebíveis (ativos financeiros), e outros passivos financeiros não mensurados pelo valor justo, e ambos encontram-se mensurados pelo seu custo amortizado, que não difere significativamente de seus valores de mercado. Em, a Companhia não possuía nenhum instrumento financeiro derivativo, assim como não efetuou aplicações de caráter especulativo ou quaisquer outros ativos de risco. Os resultados estão condizentes com as políticas e estratégias definidas pela Administração da Companhia. Riscos de mercado São possíveis mudanças nos preços do mercado que podem afetar os fluxos de caixas futuros e/ou o valor justo dos instrumentos financeiros da Companhia. Os riscos do mercado são: Riscos de moeda; Riscos de taxa de juros; Outros riscos de preços; Risco de moeda É o risco em que mudanças nas taxas de câmbio da moeda estrangeira afetam os instrumentos financeiros da Companhia. A Companhia está exposta a este risco com um montante de USD em função da emissão de debêntures serem indexadas ao Dólar (USD) e eventuais flutuações significativas desta moeda afetam à obrigação, pois não existem instrumentos de proteção para este risco. Abaixo o sumário do montante exposto ao risco cambial em Dólar e em Reais ao final do período e a variação ocorrida. Dólar (USD) R$ Debêntures Total exposto A taxa cambial em foi de 3,

23 O risco de oscilação da moeda está assim apresentado: 2015 Cenário > 5% Cenário > 10% Cenário < 5% Cenário < 10% Passivos em moeda estrangeira Riscos da taxa de juros É o risco do valor justo do instrumento financeiro oscilar devido às mudanças da taxa de juros do mercado. A Companhia não está exposta a este risco tendo em vista que as operações da Companhia estão atreladas a contrato com juros remuneratórios pré-fixados. Outros riscos de preço São os riscos do valor justo do instrumento financeiro oscilar pelas alterações no preço de mercado, não decorrentes da taxa de juros ou de câmbio, por fatores específicos do instrumento financeiro ou de fatores que afetam todos os instrumentos financeiros semelhantes negociados no mercado. A Administração entende que não há instrumentos financeiros da Companhia em que estejam expostos a este risco. Riscos de crédito Banco Todas as operações da Companhia são realizadas com bancos de reconhecida liquidez, o que minimiza seus riscos. Recebíveis Os recebíveis são em sua totalidade junto a Norskan, o qual a administração mantém constante contato visando avaliar o risco de perda no crédito. O montante exposto ao risco de crédito em estão demonstrados abaixo pelo seu valor justo: Controladora Consolidado Banco Contas a receber Total exposto Riscos de Liquidez Risco de liquidez é o risco de que a Companhia encontre dificuldades em cumprir as obrigações associadas com seus passivos financeiros que são liquidados com pagamentos em caixa ou com outro ativo financeiro. A Companhia busca manter o nível de seu Caixa e equivalentes de caixa em um montante superior às saídas de caixa para liquidação de passivos financeiros conforme expectativa das obrigações. 23

24 Abaixo é demonstrado o resumo das expectativas de liquidação dos passivos financeiros para os períodos subsequentes a. Esses valores são brutos e não-descontados, e incluem pagamentos de juros contratuais e excluem o impacto dos acordos de compensação. Até 1 ano Mais de 1 ano (a) Fornecedores (Controladora) 16 - Fornecedores (Consolidado) Debêntures (a) Conforme nota explicativa n 10 o saldo de debêntures foi integralmente reclassificado para o passivo circulante. Apesar disto, a Companhia obteve o waiver necessário junto aos Debenturistas referente à cláusula da emissão de debêntures que trata da liquidação antecipada da obrigação, conforme mencionado na nota explicativa n Coberturas de Seguros Em 31 de Dezembro de 2015, a Companhia possuía cobertura de seguros contra riscos operacionais no montante de US$ Eventos Subsequentes Em 24 de fevereiro de 2016, a Companhia informou os Debenturistas da rescisão do contrato da embarcação Stolmen, o que implica no não cumprimento da cláusula 6.3 da emissão de debêntures, o que possibilita a liquidação antecipada por parte dos Debenturistas. Em 30 de Março de 2016, a Companhia recebeu convite formal para nova contratação da embarcação. Em julho de 2016, a Administração da Companhia obteve o waiver necessário junto aos Debenturistas referente à cláusula da emissão de debêntures que trata da liquidação antecipada da obrigação em função do não cumprimento do índice financeiro mencionado na Nota Explicativa n. 10, e do não cumprimento da condição não financeira mencionada no parágrafo anterior. Esse documento formaliza que os mesmos debenturistas não exercerão seu direito de requerer a liquidação antecipada das debêntures existentes. * * * Eduardo Beser Diaz Diretor Presidente Francisco de Assis da Silva Contador CRC/RJ /O-9 24

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