Ocupação Científica de Jovens nas Férias 2011

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Ocupação Científica de Jovens nas Férias 2011"

Transcrição

1 Ocupação Científica de Jovens nas Férias 2011 no LNEG de 27/Junho a 2/Setembro INVESTIGADORES E ALUNOS NO LUMIAR DA CIÊNCIA [ ] 13 ANOS DE DIFUSÃO DA CULTURA CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA NO LNEG Iniciativa do Programa Ciência Viva de Ocupação Científica de Jovens nas Férias OCJF2011 Unidades de Investigação do LNEG envolvidas nesta actividade: UESEO, UB, UPCS, UGM e CDC&T : DPI e Eng. David Loureiro Temas de estágios 13 Áreas Científicas 6 Candidaturas de alunos 34 Dias de estágio 105 Visitas de estudo 4 Palestras 6 Participação de investigadores e técnicos superiores do LNEG 18 Investigadores nacionais convidados 2 CENTRO DE DIFUSÃO DE CIÊNCIA & TECNOLOGIA LNEG OCJF

2 Projecto OCJF2011-LNEG 27/Junho a 2/Setembro estágios científicos no Programa OCJF2010 do Ciência Viva 34 alunos Resumo 1. [1053] ENERGIA I: Quero ser microprodutor eólico! Que turbina necessito para minha casa? (4 alunos), Unidade de Energia Solar, Eólica e dos Oceanos (UESEO), [04/07 15/07] 2. [1978] ENERGIA II: Quero ter um consumo eléctrico inteligente e sustentável... O que posso fazer? (4 alunos), Unidade de Energia Solar, Eólica e dos Oceanos (UESEO), [04/07 15/07] 3. [2413] ENERGIA III: Microprodução de energia com aproveitamento solar térmico e fotovoltaico (4 alunos), Unidade de Energia Solar, Eólica e dos Oceanos (UESEO), [04/07 15/07] 4. [2469] BIOENERGIA I: Líquidos iónicos como solventes da biomassa. (2 alunos),, [04/07 15/07] 5. [1063] BIOENERGIA III: Produção de biogás, um combustível gasoso renovável (2 alunos),, [04/07 15/07] 6. [1553] BIOENERGIA IV: Produção de biohidrogénio a partir de resíduos fermentescíveis, por bactérias (2 alunos),, [18/07 29/07] 7. [2408] BIOENERGIA V: As sementes não servem só para plantar. (2 alunos), [04/07 15/07] 8. [2409] BIOENERGIA VI: Aproveitamento de biomassa: como fazer álcool no laboratório. (2 alunos),, [04/07 15/07] 9. [2437] BIOENERGIA VII: Microorganismos envenenados quem tramou as leveduras? (2 alunos),, [04/07 15/07] 10. [2454] BIOENERGIA VIII : Haverá microrganismos que assimilam oligossacáridos? (2 alunos),, [04/07 15/07] 11. [2197] SUSTENTABILIDADE I: A gastronomia molecular à tua mesa... Num laboratório (4 alunos), Centro de Difusão de Ciência & Tecnologia (M1) e UESEO, [04/07 15/07] 12. [2443] SUSTENTABILIDADE II: Valorização de resíduos (2 alunos), Unidade de Produção e Consumo Sustentável (UPCS), [29/08 02/09] 13. [2338] GEOLOGIA I: Estudo de paleoclimatologia. Como tem variado a temperatura? Vamos procurar sedimentos do sapal. (2 alunos), Unidade de Geologia Marinha (UGM), [11/07 22/07] CENTRO DE DIFUSÃO DE CIÊNCIA & TECNOLOGIA LNEG OCJF

3 1. ID ENERGIA I : QUERO SER MICROPRODUTOR EÓLICO! QUE TURBINA NECESSITO PARA MINHA CASA? UI do LNEG : Unidade de Energia Solar, Eólica e dos Oceanos (UESEO) Física e Tecnologia Doutora Ana Estanqueiro e Mestre Teresa Simões tlf Identificação das tecnologias de aproveitamento da energia do vento à escala doméstica (microgeração). Acompanhamento da análise de diversos modelos de turbinas eólicas e identificação dos componentes mecânicos constituintes de um aerogerador. Avaliação dos consumos domésticos de cada estagiário e dimensionamento de uma unidade de microgeração eólica. A compreensão do tema e de cada etapa do estágio, será avaliada em grupo, através da criação de um logotipo, da elaboração de uma apresentação multimedia e da composição de um poster. 4 alunos do 10º/11º/12º anos Estágio com oferta de almoço e sem oferta de alojamento. 2. ID ENERGIA II : QUERO TER UM CONSUMO ELÉCTRICO INTELIGENTE E SUSTENTÁVEL... O QUE POSSO FAZER? Unidade de Energia Solar, Eólica e dos Oceanos (UESEO) Física e Tecnologia Doutora Ana Estanqueiro, Mestre Teresa Simões tlf ; Identificação dos consumos eléctricos domésticos e dos perfis diários de utilização dos estagiários. Avaliação do perfil de produção de electricidade das fontes renováveis (eólica e solar) para sincronização com os consumos domésticos e consequente valorização da produção eléctrica renovável. Emissão de um certificado de aptidão a consumidor verde. A compreensão do tema e de cada etapa do estágio, será avaliada em grupo, através da criação de um logotipo, da elaboração de uma apresentação multimedia e da composição de um poster 4 alunos do 10º/11º/12º anos Estágio com oferta de almoço e sem oferta de alojamento. 3. ID ENERGIA III : MICROGERAÇÃO DE ENERGIA COM APROVEITAMENTO SOLAR TÉRMICO E FOTOVOLTAICO UI do LNEG : Unidade de Energia Solar, Eólica e dos Oceanos (UESEO) Física e Electricidade Doutora Susana Viana, Dr. Carlos Rodrigues, Mestre João Paulo Costa, Eng. David Loureiro, tlf ; Acompanhamento de equipa de investigação em projectos de desenvolvimento de sistemas de conversão térmica e eléctrica de energia solar. Contacto com tecnologias e metodologias de avaliação do recurso solar. Participação na operação de sistemas solares térmicos e fotovoltaicos. Participação na montagem e experimentação de pequenos sistemas de iluminação, refrigeração, aquecimento de água, cocção com forno solar e protótipos das modalidades dos concursos escolares nacionais. A compreensão do tema e de cada etapa do estágio, será avaliada através da criação de um logótipo, da elaboração de uma apresentação multimedia e da composição de um poster. 4 alunos do 10º/11º/12º anos Estágio com oferta de almoço e sem oferta de alojamento. CENTRO DE DIFUSÃO DE CIÊNCIA & TECNOLOGIA LNEG OCJF

4 4 ID BIOENERGIA I : LÍQUIDOS IÓNICOS COMO SOLVENTES DA BIOMASSA UI do LNEG : Biologia e Química Doutor Rafal Lukasik tlf ext Os líquidos iónicos são solventes inovadores, ambientalmente muito interessantes, ao contrário dos solventes comuns e dadas as suas propriedades podem ajudar à utilização de recursos pouco explorados e a melhorar nosso ambiente. Neste estágio vais aprender como fazer líquidos iónicos e como aplicá-los para dissolver selectivamente a biomassa para recuperar, por exemplo, os hidratos de carbono necessários para produzir biocombustíveis como o Bioetanol, ou compostos fenólicos com elevado valor comercial (antioxidantes). A compreensão do tema e de cada etapa do estágio, será avaliada através da criação de um logótipo, da elaboração de uma apresentação multimedia e da composição de um poster. 5. ID BIOENERGIA III: PRODUÇÃO DE BIOGÁS, UM COMBUSTÍVEL GASOSO RENOVÁVEL Biologia Doutora Isabel Paula Marques tlf Julho a 15 de Julho (10 dias) Integração numa equipa de investigação no estudo do processo de tratamento biológico de um efluente orgânico como fonte de energia. Acompanhamento da operação de um digestor anaeróbio à escala laboratorial. Caracterização das condições de funcionamento através do levantamento da produção de gás, temperatura ambiente e volume de efluente. Analisar a conversão potencial do recurso renovável (biogás) em energia eléctrica e térmica. A compreensão do tema e de cada etapa do estágio, será avaliada em grupo, através da criação de um logotipo, da elaboração de uma apresentação multimedia e da composição de um poster. 6. ID BIOENERGIA IV: PRODUÇÃO DE BIOHIDROGÉNIO A PARTIR DE RESÍDUOS FERMENTESCÍVEIS, POR BACTÉRIAS UI do LNEG : Biotecnologia e Biologia Doutora Paula Marques tlf de Julho a 29 de Julho (10 dias) Integração em equipa de investigação a trabalhar em processos de produção de biocombustíveis. Contacto com metodologias de microbiologia (manutenção da biomassa, preparação e esterilização de meios de cultura, preparação de um processo de fermentação anaeróbia). Produção de biohidrogénio a partir de resíduos fermentescíveis, por bactérias anaeróbias. Determinação da concentração de hidrogénio, por cromatografia gasosa. A compreensão do tema e de cada etapa do estágio, será avaliada em grupo, através da criação de um logotipo, da elaboração de uma apresentação multimedia e da composição de um poster. CENTRO DE DIFUSÃO DE CIÊNCIA & TECNOLOGIA LNEG OCJF

5 7. ID BIOENERGIA V : AS SEMENTES NÃO SERVEM SÓ PARA PLANTAR Biologia e Química. Dr. Pedro Branco tlf ext Os resíduos e subprodutos da agricultura, florestas e das indústrias agro-alimentares são uma fonte inesgotável de matérias-primas. Infelizmente, são usualmente desperdiçadas. No entanto, a ciência e a tecnologia podem contribuir para a sua valorização promovendo o aproveitamento desses recursos. Neste estágio vais aprender como com tecnologias simples e económicas se podem identificar e desenvolver novos produtos com potenciais aplicações na área da saúde, na alimentação ou cosmética. Irás extrair óleo de sementes (o qual poderá ter várias aplicações)e, do que resta após a extração, irás recuperar açúcares, que poderão ser posteriormente valorizados usando, por exemplo, microorganismos, como algumas leveduras ou bactérias. A compreensão do tema e de cada etapa do estágio, será avaliada em grupo, através da criação de um logotipo, da elaboração de uma apresentação multimedia e da composição de um poster. 8. ID BIOENERGIA VI : APROVEITAMENTO DE BIOMASSA: COMO FAZER ÁLCOOL NO LABORATÓRIO Doutora Patrícia Moniz (4203) tlf ext Biologia e Bioquímica. Os resíduos e subprodutos das culturas agrícolas são uma fonte de matérias-primas que usualmente são pouco valorizadas. No entanto, a ciência e a tecnologia podem contribuir para a sua valorização promovendo a eliminação de resíduos e simultaneamente a obtenção de produtos de interesse, neste caso o etanol, um biocombustivel. Neste estágio vais aprender como, com tecnologias simples e económicas, se pode produzir etanol a partir de palhas de cereais. Para tal, serão utilizadas várias técnicas químicas e bioquímicas. A compreensão do tema e de cada etapa do estágio, será avaliada em grupo, através da criação de um logotipo, da elaboração de uma apresentação multimédia e da composição de um poster. : 9. ID BIOENERGIA VII : MICROORGANISMOS ENVENENADOS QUEM TRAMOU AS LEVEDURAS? Biologia e Química. Doutora Ana Isabel Rodrigues (ext. 4746) / Drª Ivone Torrado (ext. 4204) tlf As leveduras podem ser uns aliados fundamentais na produção de novos biocombustíveis, produtos industriais, alimentares e farmacêuticos. A sua utilização em meios provenientes de resíduos e subprodutos agro-industriais é dificultada pela presença de inúmeros tóxicos. Neste estágio vais aprender como se podem identificar os potencias efeitos desses tóxicos no metabolismo intracelular utilizando uma técnica espectroscópica avançada, o FT-IR. A compreensão do tema e de cada etapa do estágio, será avaliada em grupo, através da criação de um logotipo, da elaboração de uma apresentação multimedia e da composição de um poster. : CENTRO DE DIFUSÃO DE CIÊNCIA & TECNOLOGIA LNEG OCJF

6 10. ID BIOENERGIA VIII : HAVERÁ MICROORGANISMOS QUE ASSIMILAM OLIGOSSACÁRIDOS? Biologia e Química. Doutora Lina Hall tlf ext A biomassa proveniente da agricultura, florestas e das indústrias agro-alimentares é uma fonte inesgotável de matérias-primas. O estudo da Biodiversidade microbiana pode contribuir no sentido de obter a valorização e promover o aproveitamento desses recursos. Neste estágio vais tentar encontrar novos microrganismos aeróbios com potencial como assimiladores de oligossacáridos, forma complexa de açúcares obtida a partir da biomassa, para os quais não se conhecem microrganismos que os assimilem eficazmente. Partiremos de diferentes nichos ecológicos, fazendo culturas de enriquecimento. Seguiremos para o isolamento de estirpes interessantes e a sua possível identificação bioquímica Estes novos microrganismos poderão ser utilizados, por exemplo, para a produção de novos biocombustíveis (etanol) ou de produtos de valor acrescentado (p. ex. antibióticos). A compreensão do tema e de cada etapa do estágio, será avaliada em grupo, através da criação de um logotipo, da elaboração de uma apresentação multimedia e da composição de um poster. 11. ID SUSTENTABILIDADE I: A GASTRONOMIA MOLECULAR À TUA MESA... NUM LABORATÓRIO CENTRO DE DIFUSÃO DE CIÊNCIA & TECNOLOGIA (M1) e UESEO Química Engª. Lucélia Pombeiro e Eng. David Loureiro tlf Julho a 15 Julho (10 dias) Gastronomia molecular é o estudo dos processos químicos, físicos e biológicos que ocorrem durante o acto de cozinhar, contemplando também a fisiologia e a psicologia na apresentação do resultado final. Neste estágio vão ser usados ingredientes e novas técnicas usadas na cozinha, como a utilização de alginatos, de gelatinas quentes, de azoto líquido e a confecção em forno solar. Será proposto um Menu que leve à criação, elaboração e degustação de uma refeição completa, sem faltar a sobremesa com chocolate, gelado e café. A colaboração de um chefe de cozinha, a realização de uma palestra sobre Gastronomia Molecular em que alguns segredos culinários são explicados com base científica e uma visita de estudo a uma empresa alimentar, serão o complemento das actividades do estágio. A compreensão do tema e de cada etapa do estágio, será avaliada em grupo, através da criação de um logotipo, da elaboração de uma apresentação multimedia e da composição de um poster. 4 alunos do 10º/11º/12º anos Estágio com oferta de almoço e sem oferta de alojamento. 12. ID SUSTENTABILIDADE II: VALORIZAÇÃO DE RESÍDUOS Unidade de Produção e Consumo Sustentável (UPCS) Tecnologia e Ambiente Engª. Anabela Correia Tlf ext de Agosto a 2 de Setembro (5 dias) O estágio pretende dar a conhecer a valorização de resíduos como alternativa ao encaminhamento para aterro. Os alunos irão ficar a conhecer uma metodologia de valorização de resíduos no tratamento de águas residuais e alguns dos processos físicos envolvidos no processo. Aprenderão também a importância e o método de determinação de alguns parâmetros físico-químicos, na caracterização dos resíduos. A compreensão do tema e de cada etapa do estágio, será avaliada em grupo, através da criação de um logotipo, da elaboração de uma apresentação multimedia e da composição de um poster. CENTRO DE DIFUSÃO DE CIÊNCIA & TECNOLOGIA LNEG OCJF

7 13. ID GEOLOGIA I: UM ESTUDO DE PALEOCLIMATOLOGIA. COMO TEM VARIADO A TEMPERATURA? VAMOS PROCURAR NOS SEDIMENTOS DO SAPAL Unidade de Geologia Marinha (LGM-UGM) Geologia, Química ou Fisico-Química. Engª Ana Isabel Rodrigues Tlf de Julho a 22 de Julho (10 dias) A análise química dos sedimentos permite fazer uma reconstrução da temperatura que fazia na altura em que foram depositados. É isso que vamos procurar descobrir. Vais começar por fazer 1 dia de trabalho de campo, com a orientação de investigadores do LNEG, para fazer a colheita de uma sondagem no sapal da Lagoa de Albufeira. Em seguida, essa sondagem vai ser aberta, fotografada, descrita e amostrada. O resto do trabalho irá depois decorrer no laboratório de geoquímica do LNEG. As amostras que forem seleccionadas vão ser analisadas para isolar os compostos químicos que funcionam como indicadores da temperatura do ar e da água. Os extratos são depois anal isados por técnicas de cromatografia e espectroscópicas para se poder determinar a paleotemperatura do sedimento. A compreensão do tema e de cada etapa do estágio, será avaliada em grupo, através da criação de um logotipo, da elaboração de uma apresentação multimédia e da composição de um poster 2 alunos do 10º/11º/12º anos Estágio com oferta de almoço e sem oferta de alojamento CENTRO DE DIFUSÃO DE CIÊNCIA & TECNOLOGIA LNEG OCJF

8 EXEMPLO DE PRODUTOS FINAIS RELATIVOS A CADA ESTÁGIO NO LNEG Criação de um logotipo, elaboração de uma apresentação multimedia, a composição de poster e a emissão de certificado de presença. CENTRO DE DIFUSÃO DE CIÊNCIA & TECNOLOGIA LNEG OCJF

18-24 Novembro 2013. Programa de actividades

18-24 Novembro 2013. Programa de actividades 18-24 Novembro 2013 Programa de actividades CENTRO DE DIFUSÃO DE CIÊNCIA & TECNOLOGIA 2013 19Nov terça-feira LAB EXPERIENCE: TRANSFERÊNCIA DE ENERGIA NA COZINHA MOLECULAR Local de encontro: Datas: 19-11-2013

Leia mais

23-28 Novembro 2015. Programa de atividades. 24 de Novembro - Dia Nacional da Cultura Científica

23-28 Novembro 2015. Programa de atividades. 24 de Novembro - Dia Nacional da Cultura Científica 23-28 Novembro 2015 Programa de atividades 24 de Novembro - Dia Nacional da Cultura Científica 2015 28Nov sábado MUSEU GEOLÓGICO DE PORTUGAL DIA ABERTO Data: 28.11.2015 (Sábado) 15h00-16h30 Local de encontro:

Leia mais

XI Congresso Nacional de Engenharia do Ambiente Certificação Ambiental e Responsabilização Social nas Organizações

XI Congresso Nacional de Engenharia do Ambiente Certificação Ambiental e Responsabilização Social nas Organizações Livro de actas do XI Congresso Nacional de Engenharia do Ambiente Certificação Ambiental e Responsabilização Social nas Organizações 20 e 21 de Maio de 2011 Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias

Leia mais

Culturas alternativas e plantas para fins energéticos. Manuel Patanita Escola Superior Agrária Instituto Politécnico de Beja

Culturas alternativas e plantas para fins energéticos. Manuel Patanita Escola Superior Agrária Instituto Politécnico de Beja Culturas alternativas e plantas para fins energéticos Manuel Patanita Escola Superior Agrária Instituto Politécnico de Beja SUMÁRIO Energias renováveis Energia da biomassa Culturas energéticas Bioetanol

Leia mais

Microbiologia ambiental Engenharia do Ambiente. Escola Superior Agrária Instituto Politécnico de Coimbra abelho@esac.pt www.esac.

Microbiologia ambiental Engenharia do Ambiente. Escola Superior Agrária Instituto Politécnico de Coimbra abelho@esac.pt www.esac. Microbiologia ambiental Engenharia do Ambiente Escola Superior Agrária Instituto Politécnico de Coimbra abelho@esac.pt www.esac.pt/abelho Módulo 2. Microbiologia ambiental aplicada 3.2 OS MICRORGANISMOS

Leia mais

Biotecnologia e desenvolvimento sustentável. Ana Cristina Rodrigues acrodrigues@esa.ipvc.pt

Biotecnologia e desenvolvimento sustentável. Ana Cristina Rodrigues acrodrigues@esa.ipvc.pt Biotecnologia e Ana Cristina Rodrigues acrodrigues@esa.ipvc.pt - Imposições legais - Opinião pública - Pressão de competitividade Actualmente: Conceito de adoptado por muitas indústrias/actividades: só

Leia mais

UE EMBRAPA AGROENERGIA Bioquímica de Renováveis

UE EMBRAPA AGROENERGIA Bioquímica de Renováveis UE EMBRAPA AGROENERGIA Bioquímica de Renováveis A Embrapa Agroenergia Fundada em 2006; Missão Viabilizar soluções tecnológicas inovadoras para o desenvolvimento sustentável e equitativo do negócio da agroenergia

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA D. SANCHO I

ESCOLA SECUNDÁRIA D. SANCHO I Seminário Energias Renováveis e Alterações Climáticas UMA APOSTA PARA O PRESENTE E FUTURO ESCOLA SECUNDÁRIA D. SANCHO I 15 e 16 de Março de 2010 Última actualização: ENG.º FILIPE PEREIRA, 01.03.2010-22:00

Leia mais

Energia. Fontes e formas de energia

Energia. Fontes e formas de energia Energia Fontes e formas de energia Energia está em tudo que nos rodeia! Nestas situações associa-se energia à saúde ou à actividade. Energia está em tudo que nos rodeia! Diariamente, ouvimos ou lemos frases

Leia mais

PROGRAMA MAC 2007-2013 Código: MAC/2/C113. Eng. Melim Mendes, Presidente da AREAM

PROGRAMA MAC 2007-2013 Código: MAC/2/C113. Eng. Melim Mendes, Presidente da AREAM PROGRAMA MAC 2007-2013 Código: MAC/2/C113 TRES Transição para um modelo Energético Sustentável para a Madeira, Açores e Eng. Melim Mendes, Presidente da AREAM Organização Parceiros OBJECTIVO Contribuir

Leia mais

Plano de Estudos do 2º Ciclo (Mestrado) em Engenharia Alimentar

Plano de Estudos do 2º Ciclo (Mestrado) em Engenharia Alimentar Plano de Estudos do 2º Ciclo (Mestrado) em Engenharia Alimentar O plano de estudos do Mestrado em Engenharia Alimentar contempla cinco áreas de especialização: Tecnologia dos Produtos de Origem Vegetal

Leia mais

Agende-se para conhecer as novas tecnologias e todo potencial energético da Biomassa!

Agende-se para conhecer as novas tecnologias e todo potencial energético da Biomassa! Conferência sobre novas tecnologias em Bioenergia, Biorrecursos e Biorrefinarias. A AACIRJ Associação orientações de Apoio ao Comércio e Indústria divulga Conferência do estado do sobre Rio de novas Janeiro,

Leia mais

Unidade de BIOENERGIA, LNEG, Est. do Paço do Lumiar, 1649-038 Lisboa, Portugal. (e-mail: santino.diberardino@mail.ineti.pt)

Unidade de BIOENERGIA, LNEG, Est. do Paço do Lumiar, 1649-038 Lisboa, Portugal. (e-mail: santino.diberardino@mail.ineti.pt) Digestão anaeróbia Santino Di Berardino em Porto santo Unidade de BIOENERGIA, LNEG, Est. do Paço do Lumiar, 1649-038 Lisboa, Portugal. (e-mail: santino.diberardino@mail.ineti.pt) 1 1 Introdução O desenvolvimento

Leia mais

SISTEMAS DE ENERGIA E ECO-EFICIÊNCIA

SISTEMAS DE ENERGIA E ECO-EFICIÊNCIA PÓS-GRADUAÇÃO 2011/2012 Organização: IPA Instituto Superior Autónomo de Estudos Politécnicos Início e Duração do Curso: Março de 2012 a Dezembro de 2012 2 semestres (270 horas 60 ECTS) Horário: Sextas

Leia mais

GRADE CURRICULAR. 2.2. Das linhas de pesquisa: 2.2.1. Linha de Pesquisa 1 (Geração e Caracterização de Matéria-Prima):

GRADE CURRICULAR. 2.2. Das linhas de pesquisa: 2.2.1. Linha de Pesquisa 1 (Geração e Caracterização de Matéria-Prima): 1. DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS GRADE CURRICULAR Energia e Bioenergia Combustíveis e Biocombustíveis Seminários I 2 30 Seminários II 2 30 Estágio em Docência 2 30 Total de créditos obrigatórios: 14 créditos,

Leia mais

Mestrado em Química Formação Contínua de Professores 2009/2010

Mestrado em Química Formação Contínua de Professores 2009/2010 Mestrado em Química Formação Contínua de Professores 2009/2010 Escola de Ciências Departamento de Química O Mestrado em Química Formação Contínua de Professores visa um ensino baseado no desenvolvimento

Leia mais

Gestão de energia: 2008/2009

Gestão de energia: 2008/2009 Gestão de energia: 2008/2009 Aula # T12 Energia e Ambiente Prof. Miguel Águas miguel.aguas@ist.utl.pt Dr. Eng. João Parente Efeito de estufa Aula # T12: Energia e ambiente Slide 2 of 53 Efeito de estufa

Leia mais

A TERRA ONTEM, HOJE E AMANHÃ

A TERRA ONTEM, HOJE E AMANHÃ 8-6-2012 TEMA III A TERRA ONTEM, HOJE E AMANHÃ Ano Lectivo 2011/2012 Geologia Joana Pires nº15 12ºB Glaciares Os glaciares são massas de gelo que se originam á superfície terrestre devido à acumulação,

Leia mais

PRH 04 Programa de Pós-Graduação em Energia PPGE

PRH 04 Programa de Pós-Graduação em Energia PPGE PRH 04 Programa de Pós- em Energia PPGE Instituição Sigla Reitor Coordenadoria Endereço Universidade de São Paulo USP João Grandino Rodas Edmilson Moutinho dos Santos Av. Prof. Luciano Gualberto, 1.289

Leia mais

1. Introdução... 2 2. Objectivos... 3 2.1 Objectivo Geral... 3. 3. Desenvolvimento... 3 3.1 Temas abordados... 3

1. Introdução... 2 2. Objectivos... 3 2.1 Objectivo Geral... 3. 3. Desenvolvimento... 3 3.1 Temas abordados... 3 Índice 1. Introdução... 2 2. Objectivos... 3 2.1 Objectivo Geral... 3 2.2. Objectivos Específicos... 3 3. Desenvolvimento... 3 3.1 Temas abordados... 3 3.1.1. Questões gerais e globais das mudanças climáticas...

Leia mais

Eficiência Energética e Integração de Energias Renováveis em Edifícios

Eficiência Energética e Integração de Energias Renováveis em Edifícios Eficiência Energética e Integração de Energias Renováveis em Edifícios Certificação Energética e da Qualidade do Ar Interior dos Edifícios Leiria, 11 de Dezembro de 2008 Paulo Gata Amaral pgata@estg.ipleiria.pt

Leia mais

III AS OLIMPÍADAS DE BIOTECNOLOGIA

III AS OLIMPÍADAS DE BIOTECNOLOGIA III AS OLIMPÍADAS DE BIOTECNOLOGIA Duração da prova: 30 minutos 2008 Final O teste tem a duração total de 30 minutos. Poderá sair da sala ao fim de 15 minutos se já tiver terminado. Nas folhas de respostas

Leia mais

Estudo Prospectivo da Fileira Florestal. Questionário

Estudo Prospectivo da Fileira Florestal. Questionário Nota Explicativa O Estudo Prospectivo da Fileira Florestal" tem como objectivo iniciar um processo de caracterização na óptica da inovação e transferências de tecnologias de de uma visão de conjunto integrada

Leia mais

ANO LECTIVO 2011-12 MINI LABS PRÉ-ESCOLAR E 1º CICLO 2º CICLO 3º CICLO SECUNDÁRIO NOVAS OPORTUNIDADES

ANO LECTIVO 2011-12 MINI LABS PRÉ-ESCOLAR E 1º CICLO 2º CICLO 3º CICLO SECUNDÁRIO NOVAS OPORTUNIDADES ANO LECTIVO 2011-12 PRÉ-ESCOLAR E 1º CICLO 2º CICLO 3º CICLO SECUNDÁRIO NOVAS OPORTUNIDADES 1 PRÉ-ESCOLAR E 1º CICLO Planeta Verde À Volta do Caracol O planeta Terra está seriamente ameaçado pela actividade

Leia mais

RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO: LBE BIOTECNOLOGIA

RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO: LBE BIOTECNOLOGIA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO TECNOLÓGICO DEPARTAMENTO ENGENHARIA QUÍMICA E ALIMENTOS EQA 5611: ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM ENGENHARIA DE ALIMENTOS PROFESSOR ORIENTADOR: JOSÉ CARLOS CUNHA

Leia mais

Disciplinas do Programa de Pós- Graduação em Ciência de Alimentos. 1º Semestre / 2 0 1 5. Período de inscrição em disciplinas:

Disciplinas do Programa de Pós- Graduação em Ciência de Alimentos. 1º Semestre / 2 0 1 5. Período de inscrição em disciplinas: Disciplinas do Programa de Pós- Graduação em Ciência de Alimentos 1º Semestre / 2 0 1 5 Período de inscrição em disciplinas: 16/02/2015 a 27/02/2015 Período de alteração de inscrição: 09/03/2015 a 13/03/2015

Leia mais

Festa da Ciência 10 a 14 de Maio de 2011

Festa da Ciência 10 a 14 de Maio de 2011 Festa da Ciência 10 a 14 de Maio de 2011 Actividades propostas: Exposição Faces da Ciência Descrição: Exposição produzida no âmbito do projecto Sentidos da Ciência, através da qual adultos e crianças podem

Leia mais

Bioenergia Portugal 2015 Portalegre, 28/05/2015. Biomassa para a Energia. importância da qualidade na cadeia de valor

Bioenergia Portugal 2015 Portalegre, 28/05/2015. Biomassa para a Energia. importância da qualidade na cadeia de valor Biomassa para a Energia importância da qualidade na cadeia de valor Teresa Almeida Cláudia Mendes BIOENERGIA PORTUGAL 2015 Portalegre, 28 de Maio de 2015 O CBE Associação científica e técnica de direito

Leia mais

Aquecimento / Arrefecimento forma de climatização pela qual é possível controlar a temperatura mínima num local.

Aquecimento / Arrefecimento forma de climatização pela qual é possível controlar a temperatura mínima num local. ANEXO I CONCEITOS E DEFINIÇÕES (A) Águas quentes sanitárias (AQS) é a água potável a temperatura superior a 35ºC utilizada para banhos, limpezas, cozinha e outros fins específicos, preparada em dispositivo

Leia mais

CONTROLE AMBIENTAL NO SETOR DE CELULOSE E PAPEL NEI R. LIMA COORDENADOR DA COMISSÃO DE MEIO AMBIENTE

CONTROLE AMBIENTAL NO SETOR DE CELULOSE E PAPEL NEI R. LIMA COORDENADOR DA COMISSÃO DE MEIO AMBIENTE CONTROLE AMBIENTAL NO SETOR DE CELULOSE E PAPEL NEI R. LIMA COORDENADOR DA COMISSÃO DE MEIO AMBIENTE ABTCP Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel é uma instituição criada para dar apoio às empresas

Leia mais

A ETAR de Setúbal encontra-se dimensionada para as seguintes condições de base: 253 107 Habitantes equivalentes Fração de caudal industrial 28%

A ETAR de Setúbal encontra-se dimensionada para as seguintes condições de base: 253 107 Habitantes equivalentes Fração de caudal industrial 28% A Estação de Tratamento das Águas Residuais de Setúbal (ETAR de Setúbal), constitui pela sua importância para o equilibro natural, desenvolvimento económico, bem-estar e saúde da população do Concelho,

Leia mais

Eco-Escolas Formação Escola da Energia 2011, 2 de Abril de 2011. Energias Renováveis. João Paulo Costa

Eco-Escolas Formação Escola da Energia 2011, 2 de Abril de 2011. Energias Renováveis. João Paulo Costa Energias Renováveis João Paulo Costa LNEG Laboratório Nacional de Energia e Geologia Estrada do Paço do Lumiar, 1649-038 Lisboa, PORTUGAL joao.costa@lneg.pt 1 Conteúdo: Resumo de consumo energético no

Leia mais

DISCIPLINA: BIOLOGIA PROFª. CRISTINA DE SOUZA 1ª SÉRIE DO ENSINO MÉDIO

DISCIPLINA: BIOLOGIA PROFª. CRISTINA DE SOUZA 1ª SÉRIE DO ENSINO MÉDIO DISCIPLINA: BIOLOGIA PROFª. CRISTINA DE SOUZA 1ª SÉRIE DO ENSINO MÉDIO Ciclo Biogeoquímico 1. É a troca cíclica de elementos químicos que ocorre entre os seres vivos e o ambiente. 2. Todos os elementos

Leia mais

NÚCLEO GERADOR: URBANISMO E MOBILIDADE. Tema: A Agricultura

NÚCLEO GERADOR: URBANISMO E MOBILIDADE. Tema: A Agricultura NÚCLEO GERADOR: URBANISMO E MOBILIDADE Tema: A Agricultura A agricultura Um dos principais problemas da humanidade é conseguir fornecer a todas as pessoas alimentação suficiente e adequada. Crescimento

Leia mais

REUSO DE ÁGUA NA COGERAÇÃO DE ENERGIA

REUSO DE ÁGUA NA COGERAÇÃO DE ENERGIA REUSO DE ÁGUA NA COGERAÇÃO DE ENERGIA Por : ARNO ROTHBARTH INTRODUÇÃO Há muito tempo a preocupação com o consumo de água é uma constante nos assuntos pertinentes ao meio ambiente. A água é um bem comum,

Leia mais

A SUSTENTABILIDADE DO USO ENERGÉTICO DA BIOMASSA FLORESTAL

A SUSTENTABILIDADE DO USO ENERGÉTICO DA BIOMASSA FLORESTAL A SUSTENTABILIDADE DO USO ENERGÉTICO DA BIOMASSA FLORESTAL Ciclo de Mesas Redondas A APREN e as Universidades Comemoração do Dia Internacional das Florestas Cláudia Sousa, CBE Aveiro, 20 março de 2014

Leia mais

Edital N 59/2013. Concurso Público para Provimento de Cargos de Professor de Ensino Básico, Técnico e Tecnológico. ANEXO I (Retificado) CARGOS E VAGAS

Edital N 59/2013. Concurso Público para Provimento de Cargos de Professor de Ensino Básico, Técnico e Tecnológico. ANEXO I (Retificado) CARGOS E VAGAS Cód. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO DE JANEIRO Áreas de Atuação / Conhecimento Edital N 59/2013 Concurso

Leia mais

Eloi S. Garcia - Dipro Assessor da presidência

Eloi S. Garcia - Dipro Assessor da presidência O Inmetro Metrologia e Avaliação da Conformidade em Biologia Eloi S. Garcia - Dipro Assessor da presidência Objetivo Geral - Dipro -Ser depositária de produtos biológicos objetos de patentes concedidas

Leia mais

Universidade Eduardo Mondlane Faculdade de Engenharia

Universidade Eduardo Mondlane Faculdade de Engenharia Universidade Eduardo Mondlane Faculdade de Engenharia Departamento de Engenharia Mecânica Energias Renováveis 4 o Ano Prof. Doutor Engenheiro Jorge Nhambiu Aula 1 Recursos energéticos, situação actual

Leia mais

Inventário de Emissões e Estratégias de Neutralização. Desafios dos Projetos de Crédito de Carbono

Inventário de Emissões e Estratégias de Neutralização. Desafios dos Projetos de Crédito de Carbono Inventário de Emissões e Estratégias de Neutralização Desafios dos Projetos de Crédito de Carbono Julho 2009 Sobre a GSS Empresa com atuação focada no desenvolvimento de projetos e prestação de consultorias

Leia mais

Energias renováveis. Fontes de financiamento e utilização em projectos de I&D. Edifício Inovisa II

Energias renováveis. Fontes de financiamento e utilização em projectos de I&D. Edifício Inovisa II Energias renováveis Fontes de financiamento e utilização em projectos de I&D Edifício Inovisa II I Ciclo de Conferências do Centenário da AEISA GreenISA 11 ISA, Lisboa, 25 Março 2011 Mapa da apresentação

Leia mais

ANO LECTIVO 2011-12 LABORATÓRIOS PRÉ-ESCOLAR E 1º CICLO 2º CICLO 3º CICLO SECUNDÁRIO NOVAS OPORTUNIDADES

ANO LECTIVO 2011-12 LABORATÓRIOS PRÉ-ESCOLAR E 1º CICLO 2º CICLO 3º CICLO SECUNDÁRIO NOVAS OPORTUNIDADES ANO LECTIVO 2011-12 PRÉ-ESCOLAR E 1º CICLO 2º CICLO 3º CICLO SECUNDÁRIO NOVAS OPORTUNIDADES 1 PRÉ-ESCOLAR E 1º CICLO Chefs no Laboratorium Muitos dos alimentos que fazem as delícias dos mais pequenos resultam

Leia mais

ENERGIAS ALTERNATIVAS

ENERGIAS ALTERNATIVAS ENERGIAS ALTERNATIVAS (I.F./2006) Introdução O homem utiliza no seu quotidiano muitos produtos que derivam do petróleo, como por exemplo, os fertilizantes, o vestuário, a pasta de dentes, plásticos, pneus

Leia mais

Edital N 59/2013. Concurso Público para Provimento de Cargos de Professor de Ensino Básico, Técnico e Tecnológico RELAÇÃO CANDIDATO / VAGA

Edital N 59/2013. Concurso Público para Provimento de Cargos de Professor de Ensino Básico, Técnico e Tecnológico RELAÇÃO CANDIDATO / VAGA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO DE JANEIRO Edital N 59/2013 Concurso Público para Provimento de Cargos

Leia mais

PDR 2014-2020 - Relação entre as Necessidades e as Prioridades / Áreas foco DR

PDR 2014-2020 - Relação entre as Necessidades e as Prioridades / Áreas foco DR Aumentar a capacidade de gerar valor acrescentado no setor agroflorestal de forma sustentável Aumentar a produção, a produtividade dos fatores e a rentabilidade económica da agricultura Melhorar a distribuição

Leia mais

ESCOLA EB 2,3 DE EIRÍZ. O caderno

ESCOLA EB 2,3 DE EIRÍZ. O caderno ESCOLA EB 2,3 DE EIRÍZ O caderno da compostagem Saudações ambientais! Um dos maiores problemas ambientais dos nossos dias é a enorme quantidade de lixo que todos produzimos. A compostagem permite não só

Leia mais

O projecto T.Urban. Micro turbinas eólicas de alta eficiência e baixo custo para ambientes urbanos e construídos

O projecto T.Urban. Micro turbinas eólicas de alta eficiência e baixo custo para ambientes urbanos e construídos O projecto T.Urban Micro turbinas eólicas de alta eficiência e baixo custo para ambientes urbanos e construídos Teresa Simões Ana Estanqueiro, Coordenadora Projecto T.URBan Ministério da Economia e Inovação

Leia mais

A Questão da Energia no Mundo Atual

A Questão da Energia no Mundo Atual A Questão da Energia no Mundo Atual A ampliação do consumo energético Energia é a capacidade que algo tem de realizar ou produzir trabalho. O aumento do consumo e a diversificação das fontes responderam

Leia mais

Compras Sustentáveis A Importância do acto de comprar

Compras Sustentáveis A Importância do acto de comprar Semana do Consumo Sustentável Acção de Sensibilização Compras Sustentáveis A Importância do acto de comprar Ana Paula Duarte LNEG-UPCS 28 Setembro 2011 ENQUADRAMENTO Quando vamos ao supermercado comprar

Leia mais

1. Introdução 2. 2. As funções da embalagem 2. 3. Classificação das embalagens 5. 4. Principais características dos materiais de embalagem 6

1. Introdução 2. 2. As funções da embalagem 2. 3. Classificação das embalagens 5. 4. Principais características dos materiais de embalagem 6 Capítulo I CONCEITOS GERAIS SOBRE EMBALAGEM 1. Introdução 2 2. As funções da embalagem 2 3. Classificação das embalagens 5 4. Principais características dos materiais de embalagem 6 5. O ambiente e a embalagem

Leia mais

PROGRAMA CAIXA CARBONO ZERO

PROGRAMA CAIXA CARBONO ZERO 1 RELATÓRIOS CGD NEUTRALIDADE CARBÓNICA 2010 PROGRAMA CAIXA CARBONO ZERO www.cgd.pt 2 1. A compensação de emissões como COMPROMISSO do Programa Caixa Carbono Zero A compensação de emissões inevitáveis

Leia mais

Edital 02/ 2015. Processo de seleção de bolsistas de Iniciação Científica na Embrapa Agrobiologia

Edital 02/ 2015. Processo de seleção de bolsistas de Iniciação Científica na Embrapa Agrobiologia 1 Edital 02/ 2015 Processo de seleção de bolsistas de Iniciação Científica na Embrapa A, unidade de pesquisa da Pesquisa Agropecuária, torna público o Edital 02/2015, que trata do processo de seleção,

Leia mais

Desenvolvimento Sustentável para controlo da população humana.

Desenvolvimento Sustentável para controlo da população humana. Desenvolvimento Sustentável para controlo da população humana. O aumento da população humana é frequentemente citado como a principal causa de problemas para o planeta. De facto a humanidade está a crescer

Leia mais

PROVERE PROGRAMAS DE VALORIZAÇÃO ECONÓMICA DE RECURSOS ENDÓGENOS

PROVERE PROGRAMAS DE VALORIZAÇÃO ECONÓMICA DE RECURSOS ENDÓGENOS PROVERE PROGRAMAS DE VALORIZAÇÃO ECONÓMICA DE RECURSOS ENDÓGENOS VALORIZAÇÃO DOS RECURSOS SILVESTRES DO MEDITERRÂNEO - UMA ESTRATÉGIA PARA AS ÁREAS DE BAIXA DENSIDADE DO SUL DE PORTUGAL CARACTERIZAÇÃO

Leia mais

FORMULÁRIO DE CANDIDATURA À REDE DE CONSULTORES

FORMULÁRIO DE CANDIDATURA À REDE DE CONSULTORES FORMULÁRIO DE CANDIDATURA À REDE DE CONSULTORES da empresa da pessoa de contacto Data: Detalhes de contacto País: Data de preenchimento: Telefone: Fax: e-mail: Caixa Postal: 1. CONSULTORES Os consultores

Leia mais

Tecnologia nacional potencia sustentabilidade

Tecnologia nacional potencia sustentabilidade Tecnologia nacional potencia sustentabilidade 1 Tecnologia nacional potencia sustentabilidade O desenvolvimento de soluções inovadoras que melhoram a eficiência das organizações e a qualidade de vida das

Leia mais

A Sustentabilidade do Uso Energético da Biomassa Florestal. Comemoração do Dia Internacional das Florestas 20 de Março de 2014

A Sustentabilidade do Uso Energético da Biomassa Florestal. Comemoração do Dia Internacional das Florestas 20 de Março de 2014 A Sustentabilidade do Uso Energético da Biomassa Florestal Comemoração do Dia Internacional das Florestas 20 de Março de 2014 Conversão Termoquímica de Biomassa para Energia Luís António da Cruz Tarelho

Leia mais

Apresentação Institucional

Apresentação Institucional Apresentação Institucional Green Value Energy Building Solutions Janeiro de 2014 Índice Apresentação Áreas de Negócio Consultoria em Eficiência Energética e Ambiental Clientes Contactos Auditorias energéticas

Leia mais

República de Angola MINISTÉRIO DA ENERGIA E ÁGUAS

República de Angola MINISTÉRIO DA ENERGIA E ÁGUAS República de Angola MINISTÉRIO DA ENERGIA E ÁGUAS Conferência e exposição ipad angola 2011 Luanda, 15 de Setembro de 2011 Fontes de Energias renováveis no Contexto angolano APRESENTAÇÃO SANDRA CRISTÓVÃO

Leia mais

Elementos essenciais a vida: Zn, Mo e o Co. - Água; - Macronutrientes: C, H, O, N e o P mais importantes, mas também S, Cl, K, Na, Ca, Mg e Fe;

Elementos essenciais a vida: Zn, Mo e o Co. - Água; - Macronutrientes: C, H, O, N e o P mais importantes, mas também S, Cl, K, Na, Ca, Mg e Fe; Elementos essenciais a vida: - Água; - Macronutrientes: C, H, O, N e o P mais importantes, mas também S, Cl, K, Na, Ca, Mg e Fe; - Micronutrientes principais: Al, Bo, Cr, Zn, Mo e o Co. Bio organismos

Leia mais

As Propriedades das Misturas (Aulas 18 a 21)

As Propriedades das Misturas (Aulas 18 a 21) As Propriedades das Misturas (Aulas 18 a 21) I Introdução Em Química, solução é o nome dado a dispersões cujo tamanho das moléculas dispersas é menor que 1 nanometro (10 Angstrons). A solução ainda pode

Leia mais

Um sistema bem dimensionado permite poupar, em média, 70% a 80% da energia necessária para o aquecimento de água que usamos em casa.

Um sistema bem dimensionado permite poupar, em média, 70% a 80% da energia necessária para o aquecimento de água que usamos em casa. Mais Questões Isildo M. C. Benta, Assistência Técnica Certificada de Sistemas Solares Quanto poupo se instalar um painel solar térmico? Um sistema bem dimensionado permite poupar, em média, 70% a 80% da

Leia mais

Aproveitamento Energético de Resíduos de PET

Aproveitamento Energético de Resíduos de PET Encontro Nacional da Bioenergia Aproveitamento Energético de Resíduos de PET Eliseu Monteiro, Paulo Brito, Luiz Rodrigues 26 de Novembro 2015 Resumo Enquadramento do Projecto Objectivos do Projecto Metodologia

Leia mais

COMPOSTAGEM DOMÉSTICA, O QUE É?

COMPOSTAGEM DOMÉSTICA, O QUE É? ECO-ESCOLA PROJETO: Na Natureza tudo se transforma COMPOSTAGEM DOMÉSTICA, O QUE É? É um processo de reciclagem de matéria orgânica (de cozinha, da horta, do jardim ) realizado através de microrganismos

Leia mais

Química 12º Ano. Unidade 2 Combustíveis, Energia e Ambiente. Actividades de Projecto Laboratorial. Janeiro 2005. Jorge R. Frade, Ana Teresa Paiva

Química 12º Ano. Unidade 2 Combustíveis, Energia e Ambiente. Actividades de Projecto Laboratorial. Janeiro 2005. Jorge R. Frade, Ana Teresa Paiva Efeitos da composição em temperaturas de fusão e de ebulição Química 12º Ano Unidade 2 Combustíveis, Energia e Ambiente Actividades de Projecto Laboratorial Janeiro 2005 Jorge R. Frade, Ana Teresa Paiva

Leia mais

Cursos de Verão. Ficha de Inscrição. Candidato Dados Pessoais. Candidato Dados Escolares

Cursos de Verão. Ficha de Inscrição. Candidato Dados Pessoais. Candidato Dados Escolares Cursos de Verão A 5ª edição dos Cursos de Verão, a realizar no Verão de 2009, será para mais de 5000 estudantes. Tu também podes ser um deles! Por isso, se estás a frequentar, neste ano lectivo (08/09),

Leia mais

PROVEIT APROVEIT MENT

PROVEIT APROVEIT MENT l (GMI) TECNOLOGIAS PARA O APROVEITAMENTO ENERGÉTICO DO BIOGÁS Frederico Ferreira de Vasconcelos SCAI Automação Ltda. Consultor da Agência de Proteção Ambiental dos EUA (US EPA) Brasilia, DF 8 de Novembro

Leia mais

Candidatura 2010 ENERGIA. Utilização racional de energia e eficiência energético - ambiental em equipamentos colectivos IPSS e ADUP

Candidatura 2010 ENERGIA. Utilização racional de energia e eficiência energético - ambiental em equipamentos colectivos IPSS e ADUP Candidatura 2010 ENERGIA Utilização racional de energia e eficiência energético - ambiental em equipamentos colectivos IPSS e ADUP ÍNDICE: 1. ENQUADRAMENTO 2. EIXO 2 APOIO AS ENERGIAS RENOVÁVEIS 3. OBJECTIVOS

Leia mais

dar ao consumidor a opção de escolha Ana Luísa Pinho Auditório do NERPOR, Portalegre, 4 de Março de 2008

dar ao consumidor a opção de escolha Ana Luísa Pinho Auditório do NERPOR, Portalegre, 4 de Março de 2008 Biodiesel: dar ao consumidor a opção de escolha Ana Luísa Pinho Auditório do NERPOR, Portalegre, 4 de Março de 2008 Prio Uma empresa do Grupo Martifer Líder ibérica na construção de estruturas metálicas

Leia mais

Instituto Federal do Piauí Disciplina: Microbiologia dos alimentos Prof. Regiane Gonçalves. Gabriella Magalhães Gislayne Bianca Teresa Raquel Brito

Instituto Federal do Piauí Disciplina: Microbiologia dos alimentos Prof. Regiane Gonçalves. Gabriella Magalhães Gislayne Bianca Teresa Raquel Brito Instituto Federal do Piauí Disciplina: Microbiologia dos alimentos Prof. Regiane Gonçalves Gabriella Magalhães Gislayne Bianca Teresa Raquel Brito BIORREMEDIAÇÃO Aspectos gerais e aplicação O que é Biorremediação?

Leia mais

Instituto Politécnico de Beja

Instituto Politécnico de Beja Instituto Politécnico de Beja Escola Superior de Agrária de Beja Licenciatura (1º ciclo) em Engenharia do Ambiente: Duração: 3 anos Grau: Licenciatura Directora de Curso: Doutora Rosa Maria Cabral da Cunha

Leia mais

Modelos de Gestão Novas Demandas e Ambientes para o Gestor Contemporâneo

Modelos de Gestão Novas Demandas e Ambientes para o Gestor Contemporâneo Modelos de Gestão Novas Demandas e Ambientes para o Gestor Contemporâneo Modernidade trouxe vantagens e prejuízos Poluição causada pelas organizações afeta diretamente a natureza Criação de Leis para minimizar

Leia mais

Damos valor à sua energia

Damos valor à sua energia Damos valor à sua energia Invista em energias renováveis e eficiência energética e comece a poupar naturalmente. Energia O futuro do planeta está cada vez mais nas nossas mãos e a forma como obtemos e

Leia mais

Portaria Inep nº 232 de 13 de julho de 2010 Publicada no Diário Oficial de 14 de julho de 2010, Seção 1, pág. 841

Portaria Inep nº 232 de 13 de julho de 2010 Publicada no Diário Oficial de 14 de julho de 2010, Seção 1, pág. 841 Portaria Inep nº 232 de 13 de julho de 2010 Publicada no Diário Oficial de 14 de julho de 2010, Seção 1, pág. 841 A Presidente, substituta, do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio

Leia mais

QUÍMICA VERDE (green chemistry, química sustentável)

QUÍMICA VERDE (green chemistry, química sustentável) QUÍMICA VERDE (green chemistry, química sustentável) Baseia-se na utilização de técnicas químicas e metodologias que reduzem ou eliminam o uso de solventes e reagentes ou geração de produtos e sub-produtos

Leia mais

Universidade Federal do Paraná BIOMASSA. Disciplina: Planejamento de Sistemas Elétricos de Potência Aluno: Paulo Ricardo Vriesman da Silva

Universidade Federal do Paraná BIOMASSA. Disciplina: Planejamento de Sistemas Elétricos de Potência Aluno: Paulo Ricardo Vriesman da Silva Universidade Federal do Paraná BIOMASSA Disciplina: Planejamento de Sistemas Elétricos de Potência Aluno: Paulo Ricardo Vriesman da Silva Curitiba, Julho de 2013 AGENDA - INTRODUÇÃO - BAGAÇO DA CANA-DE-AÇÚCAR

Leia mais

Programa de actividades

Programa de actividades 22 26 Novembro 2010 Programa de actividades Pólo do LUMIAR Campus do IAPMEI Estrada do Paço do Lumiar. 1649 038 Lisboa 1 22Nov LABORATÓRIO DE PERFUMES PERSONALIZAR O SEU PERFUME TEM CIÊNCIA Datas: 22 11

Leia mais

Monitoramento de Biogás Manual de aplicação

Monitoramento de Biogás Manual de aplicação / engezer@engezer.com.br Monitoramento de Biogás Manual de aplicação O biogás constitui uma fonte de energia renovável verdadeiramente sustentável. A utilização do biogás cresceu de forma exponencial nos

Leia mais

SELEÇÃO MONITORIA BOLSISTA PARA DISCIPLINA DE METODOLOGIA DO TRABALHO CIENTÍFICO

SELEÇÃO MONITORIA BOLSISTA PARA DISCIPLINA DE METODOLOGIA DO TRABALHO CIENTÍFICO BOLSISTA PARA DISCIPLINA DE METODOLOGIA DO TRABALHO CIENTÍFICO CARGA HORÁRIA: 12 (doze) horas semanais no período vespertino 18/12/2012 (terça feira),às 13:00h (duração 2h) no bloco da Pós-graduação do

Leia mais

sustentabilidade da construção Isabel Santos e Carla Silva

sustentabilidade da construção Isabel Santos e Carla Silva O papel do Ambiente Urbano na sustentabilidade da construção Isabel Santos e Carla Silva SUMÁRIO O PAPEL DO AMBIENTE URBANO NA SUSTENTABILIDADE DA CONSTRUÇÃO APRESENTAÇÃO DOS SERVIÇOS DE AMBIENTE URBANO

Leia mais

Programas Operacionais das Organizações de Produtores de Frutas e Produtos Hortícolas. Acções ambientais

Programas Operacionais das Organizações de Produtores de Frutas e Produtos Hortícolas. Acções ambientais Página: 1 de 14 das Organizações de Produtores de Frutas e Produtos Hortícolas Acções ambientais Acção 7.3 Recuperação de energia a partir de resíduos de colheitas e outras matérias orgânicas Acção 7.4

Leia mais

Mestrado Biotecnologia e Inovação Um mestrado de 90 ECTS 3 semestres com especialização em:

Mestrado Biotecnologia e Inovação Um mestrado de 90 ECTS 3 semestres com especialização em: Mestrado Biotecnologia e Inovação Um mestrado de 90 ECTS 3 semestres com especialização em: > Ciência Alimentar > Nutrição Humana > Saúde e Qualidade de Vida > Ambiente e Sustentabilidade Uma estrutura

Leia mais

Compostagem doméstica: como fazer?

Compostagem doméstica: como fazer? Compostagem, o que é? É um processo dereciclagem de resíduos orgânicos (de cozinha, da horta, do jardim...) realizado através de microrganismos que transformam os resíduos biodegradáveis num fertilizante

Leia mais

Projecto de Enquadramento Geral

Projecto de Enquadramento Geral A Política de Biodiversidade da EDP e o Envolvimento da Projecto de Enquadramento Geral Outubro 2010 A Politica de Biodiversidade da EDP no Envolvimento da Direcção de Sustentabilidade e Ambiente 1 Módulo

Leia mais

MINISTERIO DO MEIO AMBIENTE. Missão:

MINISTERIO DO MEIO AMBIENTE. Missão: GERAÇÃO DE ENERGIA E MEIO AMBIENTE: LIÇÕES APRENDIDAS E PENSANDO O FUTURO MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE Missão: Promover a adoção de princípios e estratégias para o conhecimento, a proteção e a recuperação

Leia mais

Sinais. O mundo está a mudar

Sinais. O mundo está a mudar Sinais O mundo está a mudar O nosso Planeta está a aquecer, do Pólo Norte ao Polo Sul. Os efeitos do aumento da temperatura estão a acontecer e os sinais estão por todo o lado. O aquecimento não só está

Leia mais

INOVAÇÃO PORTUGAL PROPOSTA DE PROGRAMA

INOVAÇÃO PORTUGAL PROPOSTA DE PROGRAMA INOVAÇÃO PORTUGAL PROPOSTA DE PROGRAMA FACTORES CRÍTICOS DE SUCESSO DE UMA POLÍTICA DE INTENSIFICAÇÃO DO PROCESSO DE INOVAÇÃO EMPRESARIAL EM PORTUGAL E POTENCIAÇÃO DOS SEUS RESULTADOS 0. EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS

Leia mais

Ensino Básico. Regulamento da Competição

Ensino Básico. Regulamento da Competição ESCOLA + Promoção de Eficiência Energética entre Escolas do 1º Ciclo de O Projeto Escola + Ensino Básico Regulamento da Competição Ano Letivo 2014-2015 O Projeto «Escola +» é uma iniciativa da Lisboa E-Nova

Leia mais

S13. A casa ideal. Marco Silva S13

S13. A casa ideal. Marco Silva S13 S13 A casa ideal Marco Silva S13 A Casa Ideal Quando sonhamos com a casa ideal, pensamos num lugar bonito, agradável, luminoso, quente no Inverno e fresco no Verão, com o ar puro, de fácil manutenção,

Leia mais

Ecologia Geral CICLOS BIOGEOQUÍMICOS

Ecologia Geral CICLOS BIOGEOQUÍMICOS Ecologia Geral CICLOS BIOGEOQUÍMICOS 98-99% dos organismos são constituído por: -Sódio (Na) -Potássio (K) -Magnésio (Mg) -Cloro (Cl) -Carbono (C) -Hidrogênio (H -Nitrogênio (N) -Oxigênio (O) 1-2% restante:

Leia mais

Seminário Eficiência Energética : Políticas, Incentivos e Soluções. Sertã, 06 de Junho 2011

Seminário Eficiência Energética : Políticas, Incentivos e Soluções. Sertã, 06 de Junho 2011 Seminário Eficiência Energética : Políticas, Incentivos e Soluções Promover a eficiência energética É tornar o mundo melhor e mais assustentável tá e ADENE Agência para a Energia Paulo Nogueira Auditório

Leia mais

Saber mais sobre Energia

Saber mais sobre Energia Saber mais sobre Energia Energia Está sempre presente nas nossas actividades. Mas usamos uma fonte que se está a esgotar. Situação Actual Cerca de 83% da energia consumida no nosso país é importada e de

Leia mais

Utilização de fungos filamentosos no tratamento biológico da biomassa vegetal: Perspectivas Biotecnológicas

Utilização de fungos filamentosos no tratamento biológico da biomassa vegetal: Perspectivas Biotecnológicas Utilização de fungos filamentosos no tratamento biológico da biomassa vegetal: Perspectivas Biotecnológicas Elias Alves da SILVA (1) ; Manoel Teixeira SOUZA JÚNIOR (2) ; Felix Gonçalves de SIQUEIRA (2)

Leia mais

ECOLATINA 2007 7ª Conferência Latino-Americana sobre Meio Ambiente e Responsabilidade Social

ECOLATINA 2007 7ª Conferência Latino-Americana sobre Meio Ambiente e Responsabilidade Social ECOLATINA 2007 7ª Conferência Latino-Americana sobre Meio Ambiente e Responsabilidade Social AGROENERGIA SUSTENTÁVEL BIOCOMBUSTÍVEL, BIOGÁS E BIOFERTILIZANTE João Paulo Antônio Muniz 2007 OBJETIVO O grande

Leia mais

Criação de Núcleos de I&DT

Criação de Núcleos de I&DT INCENTIVOS ÀS EMPRESAS Projectos de Criação de Núcleos de I&DT AIMinho, 22 de Abril de 2008 UNIÃO EUROPEIA Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional Criação de Núcleos de I&DT Projectos aprovados pelo

Leia mais

Medidas de apoio à inovação

Medidas de apoio à inovação Medidas de apoio à inovação Programa de Desenvolvimento Rural 2014-2020 Maria Pedro Silva Organização: Apoio Institucional: Grupos Rede INOVAR The Portuguese Agro, Food and Forest Innovation Network Rede

Leia mais

GEOGRAFIA. Assinale a alternativa que preenche corretamente os parênteses, de cima para baixo.

GEOGRAFIA. Assinale a alternativa que preenche corretamente os parênteses, de cima para baixo. GEOGRAFIA 01 Um dos passos para o domínio das técnicas de orientação é o conhecimento da Rosa dos Ventos, que é constituída por pontos cardeais, colaterais, subcolaterais e intermediários. Observe a Rosa

Leia mais

O MUNDO ONDE VIVEMOS!

O MUNDO ONDE VIVEMOS! O MUNDO ONDE VIVEMOS! PLANETA TERRA BIOSFERA (SERES VIVOS) ATMOSFERA (AR) HIDROSFERA (ÁGUA) LITOSFERA (TERRA) AMBIENTE NO SÉC. S XX A TEMPERATURA DA TERRA AUMENTOU MAIS OU MENOS DE 0,6ºC C A 2ºC. 2 AS

Leia mais

Posição da SPEA sobre a Energia Eólica em Portugal. Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves

Posição da SPEA sobre a Energia Eólica em Portugal. Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves Posição da SPEA sobre a Energia Eólica em Portugal Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves 1. Introdução A energia eólica é a fonte de energia que regista maior crescimento em todo o mundo. A percentagem

Leia mais

Curso de e-learning Outubro de 2014

Curso de e-learning Outubro de 2014 Associação Portuguesa dos Técnicos de Natação Complexo de Piscinas Municipais de Rio Maior Estradas das Marinhas 2040 Rio Maior Curso de e-learning Outubro de 2014 Conservação, qualidade da água e contributos

Leia mais