AIDS NÃO TEM CARA. A DOENÇA ESTÁ SEMPRE CAMISINHA É A ÚNICA PROTEÇÃO.

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "AIDS NÃO TEM CARA. A DOENÇA ESTÁ SEMPRE CAMISINHA É A ÚNICA PROTEÇÃO."

Transcrição

1 ESTADO DE SANTA CATARINA SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DIRETORIA DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA GERÊNCIA DE VIGILÂNCIA DAS DST/HIV/AIDS E HEPATITES VIRAIS CARNAVAL 2011 AIDS NÃO TEM CARA. A DOENÇA ESTÁ SEMPRE ESCONDIDA. CAMISINHA É A ÚNICA PROTEÇÃO. A Secretaria de Estado da Saúde por meio da Diretoria de Vigilância Epidemiológica Gerência de Vigilância das DST/HIV/AIDS e Hepatites Virais disponibilizará para os municípios, através das Gerências Regionais de Saúde, leques e preservativos com o objetivo de apoiar as atividades carnavalescas que serão desenvolvidas no estado. A população a ser trabalhada é o público em geral, o tema escolhido é: Previna-se. Use camisinha. E o slogan: AIDS não tem cara. A doença está sempre escondida. Camisinha é a única proteção. O MATERIAL DISPONIBILIZADO PELA SES NESTE CARNAVAL: Leques para os foliões nas bilheterias dos clubes, com abordagem de técnico dos municípios: unidades; Preservativos masculinos: unidades; Sensibilização no site da DIVE: O uso do preservativo em todas as relações sexuais é a melhor forma de prevenir a AIDS e outras doenças sexualmente transmissíveis, entre elas, a Hepatite B. O uso correto e sistemático de preservativos em todas as relações sexuais apresenta uma efetividade na prevenção da transmissão das DST e da AIDS, por isso deve ser usado inclusive por quem utiliza outros métodos contraceptivos. É necessário reforçar o uso do preservativo em todas as relações sexuais. 1

2 A Gerência de Vigilância das DST/HIV/AIDS e Hepatites Virais encaminhará o material às Gerências Regionais de Saúde de todas as Secretarias Regionais de Saúde (SDRs), que posteriormente comandarão a estratégia de distribuição de camisinhas e leques nas suas regiões. E as ONGs ligadas às DSTs também receberão leques e preservativos através dos serviços municipais de saúde. Lembramos também que neste ano o carnaval coincidiu com a data comemorativa do dia internacional da mulher 8 de março, importante reforçar que a epidemia de aids tornou-se uma realidade para mulheres brasileiras desde 1980, quando ocorreram as primeiras notificações. Entretanto, para as mulheres ela sempre foi menos visível do que para os homens. O enfrentamento das múltiplas vulnerabilidades contribui para que as mulheres estejam mais suscetíveis à infecção pelo HIV/Aids e Hepatites Virais e outras doenças sexualmente transmissíveis. DICAS IMPORTANTES PARA A PREVENÇÃO: Caso você tenha algum sinal ou sintoma de doença sexualmente transmissível, ou deseja fazer o teste do HIV, procure os serviços da Rede Básica de Saúde; 70 a 80% dos portadores de hepatite B, não apresentam sinais e/ou sintomas, o uso do preservativo em cada relação sexual é imprescindível; A relação sexual desprotegida é responsável por 50% dos casos de infecção pelo vírus B; Evite abusar de drogas e bebidas alcoólicas, sob o efeito dessas substâncias, há o esquecimento do uso de preservativos; Se fizer uso de drogas injetáveis, não compartilhe agulhas e seringas; Toda gestante deve exigir o teste do HIV, sífilis e hepatite B; Use camisinha em todas as relações sexuais. Prefira as camisinhas lubrificadas, que estejam dentro do prazo de validade e apresentem a marca do Inmetro; Utilize apenas um preservativo em cada relação sexual e não reutilize-o. As camisinhas são descartáveis. 2

3 A EPIDEMIA DA AIDS EM SANTA CATARINA (1984 /2010) Em Santa Catarina, desde 1984 já foram notificados casos de AIDS adulto, 921 casos de AIDS criança e casos notificados de gestantes HIV. Mas não é só esta doença que preocupa a Gerência de Vigilância das DST/HIV/AIDS e Hepatites Virais. Desde 1994 já foram notificados casos de algum tipo de Doenças Sexualmente Transmissíveis DST, além da AIDS no estado. Acredita-se que este número não representa a realidade, havendo subnotificação dos casos. Total de casos notificados (1984 a 2010) = casos AIDS adulto (13 anos ou mais) = casos Feminino = casos Masculino = casos AIDS criança (menor de 13 anos) = 921 casos Gestante HIV + = casos Municípios com notificação = 251 (85,6%) Categoria de Exposição: Heterossexual = 61,3% Usuário de Droga Injetável (UDI) = 22,6% Homossexual = 8,8% Faixa etária = 30 a 49 anos Razão homem/mulher (1984 a 2010) = 1,7 Incidência Aids adulto (2009) = 31,7/ hab. Fonte: GE-DST/AIDS/SINAN/DIVE/SES/SC CASOS DE AIDS SEGUNDO FAIXA ETÁRIA E ANO DE DIAGNÓSTICO, SC FAIXA ETÁRIA a 9 anos 8 10 a 12 anos 2 13 a a a a a e + 38 TOTAL Fonte: GE-DST /AIDS/SINAN/DIVE/SES/SC 3

4 MUNICÍPIOS COM PELO MENOS 1 CASO DE AIDS NOTIFICADO, SANTA CATARINA, Municípios com notificação de AIDS = 85,6% DISTRIBUIÇÃO DOS 15 MUNICÍPIOS COM MAIOR NÚMERO DE CASOS ABSOLUTOS NOTIFICADOS, SANTA CATARINA, Nº MUNICÍPIOS CASOS ABSOLUTOS 1 Florianópolis Joinville Itajaí Blumenau Criciúma São José Balneário Camboriu Lages Brusque Camboriu Chapecó Tubarão Palhoça Jaraguá do Sul Laguna 319 Fonte: GE-DST/AIDS/SINAN/DIVE/SES/SC 4

5 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS (DST), SANTA CATARINA, DST Casos Síndrome do Corrimento Cervical (76%) Herpes Genital 1994 Sífilis em Adulto 7994 Síndorme do Corrimento Uretral 6425 Síndrome da Úlcera Genital 1189 Condiloma acuminado Sífilis em gestante ( ) 875 Sífilis Congênita ( ) 524 Fonte: GE-DST/AIDS/SINAN/DIVE/SES/SC As hepatites virais vêm se destacando nas últimas décadas, como um problema mundial de saúde pública, especialmente a partir dos anos oitenta, quando passaram a ser melhor estudadas e avaliadas do ponto de vista do impacto econômico. Dados atuais nos traduzem a importância da detecção precoce e tratamento das hepatites virais B e C; 5 A 10% dos indivíduos infectados com o vírus B cronificam, caso a infecção ocorra durante a gestação ou parto, a chance de cronificação é cerca de 85% e a manifestação da hepatopatia crônica bem mais precoce. Metade dos casos crônicos evolui para doença hepática avançada (cirrose e/ou carcinoma hepatocelular). A cronificação da hepatite C é mais freqüente, gira em torno de 80 a 90% dos casos diagnosticados, geralmente tardiamente, pois é uma doença silenciosa, a maioria dos pacientes se descobre portadores tardiamente. Desde 1994 foram notificados casos de hepatite B e 7.63 casos de hepatite C. A concentração de municípios com alta prevalência do vírus B é encontrada nas regiões Meio e Extremo Oeste do Estado, fazendo com que esta macrorregião seja considerada uma das áreas de endemicidade intermediária do país. A distribuição geográfica da Hepatite C concentra-se principalmente na região litorânea. Isto acontece devido a algumas características da região como: presença de portos, o tráfico de drogas ilícitas, estruturação de ambulatórios especializados, tratamento concomitante da co-infecção pelo vírus HIV, maior capacidade instalada gerando maior facilidade no acesso. O maior desafio é a descentralização da oferta destes serviços para o interior do Estado. 5

6 DISTRIBUIÇÃO ESPACIAL DA TAXA DE INCIDÊNCIA DE HEPATITE B, SEGUNDO MUNICÍPIOS, SANTA CATARINA, Maior incidência Fonte: SINAN/GEDST/DIVE/SES/SC Os dados de Santa Catarina apontam o predomínio da infecção no sexo masculino para hepatite C (65%), provavelmente associada à forma de infecção parenteral pelo uso de drogas ilícitas, transfusão de sangue e hemoderivados, isto se apresenta quando se avalia a população de doadores que na maioria são homens e só se descobrem tardiamente portadores crônicos do vírus da Hepatite C. A mulher torna-se mais vulnerável à infecção pelo vírus B em função de micro lesões ocorridas durante o ato sexual, facilitando a contaminação e sendo esta a principal fonte de infecção. A maior estratégia para vencer esta epidemia silenciosa, além do uso do preservativo será a intensificação da vacina contra hepatite B, é a maior arma na prevenção dessa doença, que tem como maior fator de risco a transmissão sexual (50%). A vacina se encontra em todos os postos de vacinação e o calendário vacinal ampliou a cobertura da vacina até 24 anos. 6

7 DISTRIBUIÇÃO DOS 15 MUNICÍPIOS COM MAIOR NÚMERO DE CASOS ABSOLUTOS NOTIFICADOS DE HEPATITE B/C, SANTA CATARINA, Vírus B Nº casos Vírus C Nº casos 1 Chapecó 2292 Florianópolis Joinville 1275 Criciúma Blumenau 805 Joinville Concórdia 804 Itajaí Florianópolis 624 Blumenau Criciúma 425 Balneário Camboriú Jaraguá do Sul 413 São José Itajaí 277 Chapecó Brusque 241 Tubarão São Miguel d'oeste 234 Palhoça Descanso 203 Jaraguá do Sul Balneário Camboriú 196 Lages Iporã do Oeste 177 Araranguá São José 158 Içara Coronel Freitas 145 Imbituba 81 Total 8269 Total 5651 % em relação SC 63% % em relação SC 78% Fonte: SINAN/GEDST/DIVE/SES/SC 7

8 DIRETRIZES E DESAFIOS PARA SANTA CATARINA Promover a equidade: redução das diferenças regionais; Reduzir a transmissão vertical do HIV a menos que 1%; Eliminar a sífilis congênita em todo o território catarinense (menos de 1 caso / mil nascidos vivos); Redução das Taxas de Transmissão Vertical (TV) do HIV e da Sífilis está inserida na Redução da Mortalidade Infantil prioridade básica do Pacto pela Vida, que é um dos eixos do Pacto pela Saúde (Gestão Compartilhada); Garantir que 100% das gestantes tenham acesso ao diagnóstico e ao tratamento do HIV e Sífilis; Garantir que 100% das gestantes tenham acesso à testagem e vacinação contra hepatite B; Reduzir a taxa de incidência e a taxa de mortalidade de Aids; Ampliar a oferta de preservativos (masculino; feminino e kit RD); Ampliar diagnóstico precoce do HIV; Ampliar diagnóstico e tratamento das DST s na rede de atenção básica; Fortalecer as redes sociais, buscando em parceria a sustentabilidade das ONG s; Melhorar a qualidade da gestão em saúde fortalecendo a criação de mecanismos institucionais de planejamento e acompanhamento; Promoção de mecanismos para melhoria da qualidade do atendimento às pessoas vivendo com HIV/AIDS e Hepatites Virais; Garantir que 100% dos pacientes portadores do vírus C em processo de tratamento recebam o tratamento assistido e monitorado na rede do SUS; Combate à homofobia e promoção do respeito à diversidade; Fortalecimento, implementação e ampliação das estratégias de Redução de Danos da rede básica de saúde. 8

9 ESTADO DE SANTA CATARINA SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DIRETORIA DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA GERÊNCIA DE VIGILÂNCIA DAS DST/HIV/AIDS SALDO DE PRESERVATIVO 52MM QUANTITATIVO DE PRESERVATIVO QUANTITATIVO DE LEQUES GERÊNCIAS REGIONAIS NAS GERÊNCIAS REGIONAIS EM MASCULINO DE 52MM DISTRIBUÍDOS DISTRIBUÍDOS DE SAÚDE DEZEMBRO 2010 QUANTITATIVO CAIXAS TOTAL CAIXAS TOTAL ARARANGUÁ *Débito com Planilha BLUMENAU CANOINHAS CHAPECÓ CONCÓRDIA CRICIÚMA DIONÍSIO CERQUEIRA *Débito com Planilha GDE FLORIANÓPOLIS ITAJAÍ *Débito com Planilha JARAGUÁ DO SUL JOAÇABA JOINVILLE LAGES LAGUNA *Débito com Planilha MAFRA *Débito com Planilha RIO DO SUL SÃO MIGUEL DO OESTE TUBARÃO VIDEIRA XANXERÊ SES TOTAL *Gerências Regionais de Saúde que não encaminharam as planilhas até o dia 15/01/ referente ao mês de dezembro de 2010.

10

11

12

13

14

POLÍTICA BRASILEIRA DE ENFRENTAMENTO DA AIDS

POLÍTICA BRASILEIRA DE ENFRENTAMENTO DA AIDS Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais POLÍTICA BRASILEIRA DE ENFRENTAMENTO DA AIDS RESULTADOS, AVANÇOS E PERSPECTIVAS A Epidemia Prevenção Diagnóstico Assistência e Tratamento Sustentabilidade e

Leia mais

TRANSMISSÃO VERTICAL DO HIV E SÍFILIS: ESTRATÉGIAS PARA REDUÇÃO E ELIMINAÇÃO

TRANSMISSÃO VERTICAL DO HIV E SÍFILIS: ESTRATÉGIAS PARA REDUÇÃO E ELIMINAÇÃO Ministério da Saúde TRANSMISSÃO VERTICAL DO HIV E SÍFILIS: ESTRATÉGIAS PARA REDUÇÃO E ELIMINAÇÃO Brasília - DF 2014 Ministério da Saúde TRANSMISSÃO VERTICAL DO HIV E SÍFILIS: ESTRATÉGIAS PARA REDUÇÃO

Leia mais

Sumário. Aids: a magnitude do problema. A epidemia no Brasil. Característica do Programa brasileiro de aids

Sumário. Aids: a magnitude do problema. A epidemia no Brasil. Característica do Programa brasileiro de aids Sumário Aids: a magnitude do problema A epidemia no Brasil Característica do Programa brasileiro de aids Resultados de 20 anos de luta contra a epidemia no Brasil Tratamento Prevenção Direitos humanos

Leia mais

PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS PERNAMBUCO

PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS PERNAMBUCO PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS PERNAMBUCO OBJETIVO GERAL DO PLANO ESTADUAL Enfrentar a epidemia do HIV/aids e das DST entre gays, outros HSH

Leia mais

PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS GOIÁS

PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS GOIÁS PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS GOIÁS OBJETIVOS ATIVIDADES RESPONSÁVEIS E PARCERIAS Estimular 80% da população de gays, HSH e travestis do

Leia mais

Roteiro para consolidação do Plano de Ação / Rio de Janeiro. Metas Atividades Parceria s. fóruns e

Roteiro para consolidação do Plano de Ação / Rio de Janeiro. Metas Atividades Parceria s. fóruns e Roteiro para consolidação do Plano de Ação / Rio de Janeiro Contexto de vulnerabilidade -Complexidade da vivência da sexualidade (subjetividades); -Fragilidade da gestão do sistema de saúde (descontinuidade

Leia mais

PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS DISTRITO FEDERAL

PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS DISTRITO FEDERAL PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS DISTRITO FEDERAL Objetivo 1: Contribuir para a redução das vulnerabilidades às DST, hepatites e HIV/aids,

Leia mais

A evolução e distribuição social da doença no Brasil

A evolução e distribuição social da doença no Brasil A evolução e distribuição social da doença no Brasil Por Ana Maria de Brito Qualquer epidemia é o resultado de uma construção social, conseqüência do aparecimento de uma doença com características biomédicas,

Leia mais

Cenário Epidemiológico do Estado de Alagoas

Cenário Epidemiológico do Estado de Alagoas Cenário Epidemiológico do Estado de Alagoas Situação epidemiológica da AIDS em Alagoas 1 Registro de caso Total de casos Nº de óbitos Até 06.2010 1986 3842 949 (fonte MS/SVS/Departamento de DST/Aids e

Leia mais

PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS RIO GRANDE DO SUL

PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS RIO GRANDE DO SUL PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS RIO GRANDE DO SUL Criar dados sobre a população de gays, HSH e das travestis. Encaminhamentos (SINAN x campos

Leia mais

LUIZ HENRIQUE DA SILVEIRA Governador do Estado. EDUARDO PINHO MOREIRA Vice-Governador. CARMEM EMÍLIA BONFÁ ZANOTTO Secretária de Estado da Saúde

LUIZ HENRIQUE DA SILVEIRA Governador do Estado. EDUARDO PINHO MOREIRA Vice-Governador. CARMEM EMÍLIA BONFÁ ZANOTTO Secretária de Estado da Saúde LUIZ HENRIQUE DA SILVEIRA Governador do Estado EDUARDO PINHO MOREIRA Vice-Governador CARMEM EMÍLIA BONFÁ ZANOTTO Secretária de Estado da Saúde LESTER PEREIRA Diretor Geral WINSTON LUIZ ZOMKOWSKI Superintendente

Leia mais

Caderno de Informações Epidemiológicas das DST/HIV/Aids do Município de Uberaba-MG

Caderno de Informações Epidemiológicas das DST/HIV/Aids do Município de Uberaba-MG SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE PROGRAMA MUNICIPAL DE DST/AIDS DE UBERABA Caderno de Informações Epidemiológicas das DST/HIV/Aids do Município de Uberaba-MG Gerente: Maria Clara de Vasconcelos Afonso Elaboração:

Leia mais

REDE NACIONAL DE ADOLESCENTES E JOVENS VIVENDO COM HIV/AIDS

REDE NACIONAL DE ADOLESCENTES E JOVENS VIVENDO COM HIV/AIDS REDE NACIONAL DE ADOLESCENTES E JOVENS VIVENDO COM HIV/AIDS Manuela Estolano Coordenadora Nacional Rede Nacional de Adolescentes e Jovens Vivendo com HIV/Aids REDE NACIONAL DE ADOLESCENTES E JOVENS VIVENDO

Leia mais

Educação Sexual: Quem ama cuida. Cuide-se!*

Educação Sexual: Quem ama cuida. Cuide-se!* Educação Sexual: Quem ama cuida. Cuide-se!* SANTOS, Jessica Suriano dos 1 ; ANJOS, Antônio Carlos dos 2 ; RIBEIRO, Álvaro Sebastião Teixeira 3 Palavras-chave: Educação Sexual; Doenças Sexualmente Transmissíveis;

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Vigilância em Saúde. Programa Nacional de DST e Aids. Prevenção PositHIVa. junho 2007. Ministério da Saúde

MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Vigilância em Saúde. Programa Nacional de DST e Aids. Prevenção PositHIVa. junho 2007. Ministério da Saúde MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria de Programa Nacional de DST e Aids Prevenção PositHIVa junho 2007 Contexto 25 anos de epidemia; 10 anos de acesso universal à terapia anti-retroviral; Exames e insumos de

Leia mais

Objetivo 2 Ampliar e qualificar o acesso integral e universal à prevenção das DST/HIV/aids para Gays, outros HSH e Travestis.

Objetivo 2 Ampliar e qualificar o acesso integral e universal à prevenção das DST/HIV/aids para Gays, outros HSH e Travestis. Histórico 1º semestre de 2008 Elaboração do Plano Nacional de Enfrentamento da Epidemia de Aids e das DST entre gays, hsh e travestis Agos/08 Oficina Macro Sudeste para apresentação do Plano Nacional Set/08

Leia mais

Hélio Vasconcellos Lopes

Hélio Vasconcellos Lopes HIV/AIDS no Município de Santos e dados brasileiros Hélio Vasconcellos Lopes Coordenador do Programa Municipal DST/AIDS/Hepatites da Secretaria Municipal de Saúde Professor titular da Faculdade de Medicina

Leia mais

PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS RIO GRANDE DO SUL

PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS RIO GRANDE DO SUL PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS RIO GRANDE DO SUL Criar dados sobre a população de gays, HSH e travestis. Encaminhamentos (SINAN x campos

Leia mais

PLANO ESTADUAL DE ENFRENTAMENTO DA FEMINIZAÇÃO DA EPIDEMIA DE AIDS DE GOIÁS

PLANO ESTADUAL DE ENFRENTAMENTO DA FEMINIZAÇÃO DA EPIDEMIA DE AIDS DE GOIÁS PLANO ESTADUAL DE ENFRENTAMENTO DA FEMINIZAÇÃO DA EPIDEMIA DE AIDS DE GOIÁS Diagnóstico Operacionalização do Plano Estadual Contexto de vulnerabilidade 1. Relações desiguais de gênero Ações governamentais

Leia mais

OFICINA DE ELABORAÇÃO DO PLANO ESTADUAL DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE GAYS, HSH E TRAVESTIS METAS ATIVIDADES RESPONSÁVEIS

OFICINA DE ELABORAÇÃO DO PLANO ESTADUAL DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE GAYS, HSH E TRAVESTIS METAS ATIVIDADES RESPONSÁVEIS OFICINA DE ELABORAÇÃO DO PLANO ESTADUAL DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE GAYS, HSH E TRAVESTIS METAS ATIVIDADES RESPONSÁVEIS 1 Estimular 80% da população de gays, HSH e travestis do

Leia mais

FECHADO PELO GESTOR. Secretaria Estadual de Saúde - Minas Gerais-MG IDENTIFICAÇÃO DO GESTOR PÚBLICO DO SUS ÓRGÃO RESPONSÁVEL PELA GESTÃO DO SUS

FECHADO PELO GESTOR. Secretaria Estadual de Saúde - Minas Gerais-MG IDENTIFICAÇÃO DO GESTOR PÚBLICO DO SUS ÓRGÃO RESPONSÁVEL PELA GESTÃO DO SUS Atual condição de Gestão do SUS: Gestão Plena IDENTIFICAÇÃO DO GESTOR PÚBLICO DO SUS Situação do estado quanto a elaboração de Plano Diretor de Regionalização conforme a NOAS 2002: Encontra-se habilitado

Leia mais

Epidemiologia da Transmissão Vertical do HIV no Brasil

Epidemiologia da Transmissão Vertical do HIV no Brasil Epidemiologia da Transmissão Vertical do HIV no Brasil Letícia Legay Vermelho*, Luíza de Paiva Silva* e Antonio José Leal Costa** Introdução A transmissão vertical, também denominada materno-infantil,

Leia mais

Agenda de Compromissos dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio. Governo Federal e Municípios

Agenda de Compromissos dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio. Governo Federal e Municípios Agenda de Compromissos dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio Governo Federal e Municípios 2013-2016 Apresentação Uma agenda de compromissos serve para registrar o que deve ser feito e estipular prazos

Leia mais

E R BO SRA AL F S s O TS M D + A S V DIA

E R BO SRA AL F S s O TS M D + A S V DIA VAMOS FALAR SOBRE AIDS + DSTs AIDS A AIDS (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida) atinge indiscriminadamente homens e mulheres e tem assumido proporções assustadoras desde a notificação dos primeiros

Leia mais

Prevenção da transmissão do HIV. Fórum científico de Infecção pelo HIV/Aids

Prevenção da transmissão do HIV. Fórum científico de Infecção pelo HIV/Aids Prevenção da transmissão do HIV Fórum científico de Infecção pelo HIV/Aids Transmissão sexual Fundamentos A avaliação de risco para Infecção pelo HIV deve ser um componente essencial das ações de atendimento

Leia mais

CONTEÚDO E HABILIDADES DINÂMICA LOCAL INTERATIVA FORTALECENDO SABERES CIÊNCIAS DESAFIO DO DIA. Aula: 10.1. Conteúdo:

CONTEÚDO E HABILIDADES DINÂMICA LOCAL INTERATIVA FORTALECENDO SABERES CIÊNCIAS DESAFIO DO DIA. Aula: 10.1. Conteúdo: CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA DINÂMICA LOCAL INTERATIVA Aula: 10.1 Conteúdo: Doenças sexualmente transmissíveis 2 CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA

Leia mais

Plano Operacional. para Redução da Transmissão Vertical do HIV e da Sífilis. Brasil

Plano Operacional. para Redução da Transmissão Vertical do HIV e da Sífilis. Brasil Ministério da Saúde Secretaria de Vigilância em Saúde Secretaria de Assistência à Saúde Plano Operacional para Redução da Transmissão Vertical do HIV e da Sífilis Brasil 2007 2007 Ministério da Saúde É

Leia mais

PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS ACRE

PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS ACRE PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS ACRE OBJETIVOS ATIVIDADES RESPONSÁVEIS E PARCERIAS CRONOGRAMA (PRAZO) Realizar reuniões com Conselhos de Saúde,

Leia mais

A RESPOSTA DA EPIDEMIA DE AIDS EM PARCERIA COM O MUNDO DO TRABALHO

A RESPOSTA DA EPIDEMIA DE AIDS EM PARCERIA COM O MUNDO DO TRABALHO A RESPOSTA DA EPIDEMIA DE AIDS EM PARCERIA COM O MUNDO DO TRABALHO Histórico da Parceria com o Setor Privado Década de 1990 -AIDS SUS Local de Trabalho Necessidade de combinar esforços públicos e privados

Leia mais

NORMAS MUNICIPAIS ÍNDICE

NORMAS MUNICIPAIS ÍNDICE NORMAS MUNICIPAIS ÍNDICE BELÉM-PA LEI ORDINÁRIA DE BELÉM-PA, Nº 8455, de 02 de outubro de 2005 Dispõe sobre a obrigação das locadores de vídeos, do município de Belém de afixarem cartazes com informações

Leia mais

TESTAGEM CONVENCIONAL VOLUNTÁRIA PARA HIV: PERFIL E COMPORTAMENTO DE PESSOAS COM PARCEIRO FIXO

TESTAGEM CONVENCIONAL VOLUNTÁRIA PARA HIV: PERFIL E COMPORTAMENTO DE PESSOAS COM PARCEIRO FIXO TESTAGEM CONVENCIONAL VOLUNTÁRIA PARA HIV: PERFIL E COMPORTAMENTO DE PESSOAS COM PARCEIRO FIXO Nelise Coelho 1 ; Janete Lane Amadei 2 ; Eliane Aparecida Tortola 3 ; Marta Evelyn Giasante Storti 3 ; Edilson

Leia mais

Formas de Transmissão. Fórum científico de Infecção pelo HIV/Aids

Formas de Transmissão. Fórum científico de Infecção pelo HIV/Aids Formas de Transmissão Fórum científico de Infecção pelo HIV/Aids Introdução semen saliva sangue O HIV já foi identificado secreção vaginal HIV líquor lágrima leite materno urina em praticamente todos os

Leia mais

FECHADO PELO GESTOR. Secretaria Estadual de Saúde - Rio Grande do Sul-RS IDENTIFICAÇÃO DO GESTOR PÚBLICO DO SUS ÓRGÃO RESPONSÁVEL PELA GESTÃO DO SUS

FECHADO PELO GESTOR. Secretaria Estadual de Saúde - Rio Grande do Sul-RS IDENTIFICAÇÃO DO GESTOR PÚBLICO DO SUS ÓRGÃO RESPONSÁVEL PELA GESTÃO DO SUS Atual condição de Gestão do SUS: Rio Grande do Sul IDENTIFICAÇÃO DO GESTOR PÚBLICO DO SUS Situação do estado quanto a elaboração de Plano Diretor de Regionalização conforme a NOAS 2002: ÓRGÃO RESPONSÁVEL

Leia mais

PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS SERGIPE

PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS SERGIPE PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS SERGIPE METAS ATIVIDADES PARCERIAS EXECUSSÃO CRONOGRAMA - Articular através da criação de uma rede via internet

Leia mais

O BRASIL E OS OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO DO MILÊNIO

O BRASIL E OS OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO DO MILÊNIO O BRASIL E OS OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO DO MILÊNIO SECRETARIA NACIONAL DE RELAÇÕES POLÍTICO-SOCIAIS SECRETARIA-GERAL DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA APRESENTAÇÃO Os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio

Leia mais

EDUCAÇÃO EM SAÚDE PARA MULHERES PROFISSIONAIS DO SEXO: SUBSÍDIOS PARA O CONTROLE E PREVENÇÃO DAS DST/HIV/AIDS EM GOIÂNIA-GOIÁS E ENTORNO FAGUNDES,

EDUCAÇÃO EM SAÚDE PARA MULHERES PROFISSIONAIS DO SEXO: SUBSÍDIOS PARA O CONTROLE E PREVENÇÃO DAS DST/HIV/AIDS EM GOIÂNIA-GOIÁS E ENTORNO FAGUNDES, EDUCAÇÃO EM SAÚDE PARA MULHERES PROFISSIONAIS DO SEXO: SUBSÍDIOS PARA O CONTROLE E PREVENÇÃO DAS DST/HIV/AIDS EM GOIÂNIA-GOIÁS E ENTORNO FAGUNDES, Penélope Bueno 1 ; MORAES, Paula Ávila 1 SANTOS, Paulie

Leia mais

DST/Aids e Rede Básica : Uma Integração Necessária. Programa Estadual de DST/AIDS de São Paulo

DST/Aids e Rede Básica : Uma Integração Necessária. Programa Estadual de DST/AIDS de São Paulo DST/Aids e Rede Básica : Uma Integração Necessária Programa Estadual de DST/AIDS de São Paulo DST/AIDS E ATENÇÃO BÁSICA O Sistema Único de Saúde ( SUS ) preconiza a descentralização,hierarquização e territorialização

Leia mais

Mostra de Projetos 2011

Mostra de Projetos 2011 Mostra de Projetos 2011 A enfermagem atuando na prevenção da saúde do adolescente propondo a redução das DST Doenças Sexualmente Transmissíveis e Minimizando os números de Gravidez na Adolescência. Mostra

Leia mais

POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DO

POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DO POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DO DAET- Departamento de Atenção Especializada e Temática POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DO HOMEM Diretriz Promover ações de saúde que contribuam

Leia mais

HIV/AIDS no Norte e Nordeste

HIV/AIDS no Norte e Nordeste HIV/AIDS no Norte e Nordeste Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais Secretaria de Vigilância em Saúde Ministério da Saúde www.aids.gov.br 04 de dezembro de 2014 Foco em populações chave 12% 10% 10,5%

Leia mais

Informes do Departamento

Informes do Departamento Informes do Departamento Reunião ampliada CAMS/CNAIDS/CAPDA Local: Nobile LakeSide Hotel, Brasília/DF Data: 30 e 31 de outubro de 2012 Fique Sabendo - Mobilização Nacional de Ampliação da Testagem para

Leia mais

FACULDADE CATÓLICA SALESIANA GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM DISCIPLINA DE DOENÇAS INFECTO-PARASITÁRIAS HIV/AIDS

FACULDADE CATÓLICA SALESIANA GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM DISCIPLINA DE DOENÇAS INFECTO-PARASITÁRIAS HIV/AIDS FACULDADE CATÓLICA SALESIANA GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM DISCIPLINA DE DOENÇAS INFECTO-PARASITÁRIAS HIV/AIDS Descrição Doença que representa um dos maiores problemas de saúde da atualidade, em função de seu

Leia mais

Modelos de Vigilância em Saúde no SUS: Perspectivas da Política Nacional. Porto Alegre, 24 de setembro de 2008

Modelos de Vigilância em Saúde no SUS: Perspectivas da Política Nacional. Porto Alegre, 24 de setembro de 2008 Modelos de Vigilância em Saúde no SUS: Perspectivas da Política Nacional Porto Alegre, 24 de setembro de 2008 Desafios para o Sistema de Vigilância / Sistema de Atenção a Saúde Queda da Taxa de Fecundidade

Leia mais

Sim. Principalmente se a mulher estiver no período fértil.

Sim. Principalmente se a mulher estiver no período fértil. É legal saber! Gravidez Transar uma única vez, pode engravidar? Sim. Principalmente se a mulher estiver no período fértil. Minha menstruação na desceu. Estou grávida? Depende. É importante cada mulher

Leia mais

SAÚDE DA MULHER, MORTALIDADE MATERNA E REDUÇÃO DE DANOS. Novembro de 2008

SAÚDE DA MULHER, MORTALIDADE MATERNA E REDUÇÃO DE DANOS. Novembro de 2008 PARAÍBA NEGO SAÚDE DA MULHER, MORTALIDADE MATERNA E REDUÇÃO DE DANOS Novembro de 2008 Atenção Básica Conjunto de ações de saúde, no âmbito individual e coletivo, que abrangem a promoção e a proteção da

Leia mais

A POLÍTICA DE DST/AIDS NA VISÃO DE UM TRABALHADOR DO SUS. SORAIA REDA GILBER Farmacêutica Bioquímica LACEN PR

A POLÍTICA DE DST/AIDS NA VISÃO DE UM TRABALHADOR DO SUS. SORAIA REDA GILBER Farmacêutica Bioquímica LACEN PR A POLÍTICA DE DST/AIDS NA VISÃO DE UM TRABALHADOR DO SUS SORAIA REDA GILBER Farmacêutica Bioquímica LACEN PR BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO DA AIDS NO BRASIL Desde o início de 1980 até junho de 2012 foram registrados

Leia mais

Campanha DST 1. Enzo Maymone COUTO 2 Eduardo Perotto BIAGI 3 Universidade Católica Dom Bosco, Campo Grande, MS

Campanha DST 1. Enzo Maymone COUTO 2 Eduardo Perotto BIAGI 3 Universidade Católica Dom Bosco, Campo Grande, MS Campanha DST 1 Enzo Maymone COUTO 2 Eduardo Perotto BIAGI 3 Universidade Católica Dom Bosco, Campo Grande, MS RESUMO: Este trabalho foi realizado na disciplina de Criação II do curso de Comunicação Social

Leia mais

Organização da Atenção Básica nas ações de prevenção e cuidado compartilhado do HIV

Organização da Atenção Básica nas ações de prevenção e cuidado compartilhado do HIV Organização da Atenção Básica nas ações de prevenção e cuidado compartilhado do HIV A experiência de São Bernardo do Campo / SP Wilson Cesar Ribeiro Campos campos.wcr@gmail.com Psicólogo no PM DST/Aids/HV

Leia mais

A gestão regionalizada das Redes de Atenção Luís s Carlos Casarin Ministério da Saúde Secretaria de Atenção àsaúde -SAS

A gestão regionalizada das Redes de Atenção Luís s Carlos Casarin Ministério da Saúde Secretaria de Atenção àsaúde -SAS A gestão regionalizada das Redes de Atenção Luís s Carlos Casarin Ministério da Saúde Secretaria de Atenção àsaúde -SAS DESAFIO DESAFIO Extensão: 8.547.403,5 Km² (dimensão continental) População: 190.732.694

Leia mais

BENTO GONÇALVES RELATÓRIO EPIDEMIOLÓGICO SÍNDROME DA IMUNODEFICIÊNCIA ADQUIRIDA - SIDA SISTEMA DE INFORMAÇÕES SOBRE AGRAVOS DE NOTIFICAÇÃO SINAN

BENTO GONÇALVES RELATÓRIO EPIDEMIOLÓGICO SÍNDROME DA IMUNODEFICIÊNCIA ADQUIRIDA - SIDA SISTEMA DE INFORMAÇÕES SOBRE AGRAVOS DE NOTIFICAÇÃO SINAN 1 2 BENTO GONÇALVES RELATÓRIO EPIDEMIOLÓGICO SÍNDROME DA IMUNODEFICIÊNCIA ADQUIRIDA - SIDA SISTEMA DE INFORMAÇÕES SOBRE AGRAVOS DE NOTIFICAÇÃO SINAN 7ª REVISÃO 1986 a 2012 Rio Grande do Sul Bento Gonçalves

Leia mais

Papiloma Vírus Humano - HPV

Papiloma Vírus Humano - HPV VACINAÇÃO HPV 2015 Papiloma Vírus Humano - HPV O vírus HPV é altamente contagioso, sendo possível contaminar-se com uma única exposição. A sua transmissão se dá por contato direto com a pele ou mucosa

Leia mais

Truvada: o medicamento que pode revolucionar a história da AIDS e está causando processos contra o SUS

Truvada: o medicamento que pode revolucionar a história da AIDS e está causando processos contra o SUS Truvada: o medicamento que pode revolucionar a história da AIDS e está causando processos contra o SUS Você já deve ter ouvido falar que mulheres grávidas portadoras do HIV, ao fazerem o tratamento antirretroviral

Leia mais

PREVENÇÃO DE DST/AIDS APÓS VIOLÊNCIA SEXUAL AVALIAÇÃO DOS CASOS NOTIFICADOS À SES/RS.

PREVENÇÃO DE DST/AIDS APÓS VIOLÊNCIA SEXUAL AVALIAÇÃO DOS CASOS NOTIFICADOS À SES/RS. PREVENÇÃO DE DST/AIDS APÓS VIOLÊNCIA SEXUAL AVALIAÇÃO DOS CASOS NOTIFICADOS À SES/RS. Introdução e método: A violência física em especial a violência sexual é, sem dúvida, um problema de saúde pública.

Leia mais

Experiência: Pacto nacional pelo enfrentamento da violência contra as mulheres

Experiência: Pacto nacional pelo enfrentamento da violência contra as mulheres Experiência: Pacto nacional pelo enfrentamento da violência contra as mulheres Presidência da República Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres Responsável: Aparecida Gonçalves, Subsecretária

Leia mais

Proposta de Plano Nacional de Saúde - PNS 2008/2009-2011

Proposta de Plano Nacional de Saúde - PNS 2008/2009-2011 Proposta de Plano Nacional de Saúde - PNS 2008/2009-2011 ELABORAÇÃO MS/SE/SPO/ PLANEJASUS EQUIPE PLANO NACIONAL DE SAÚDE cgpl@saude.gov.br - (61) 3315-2677 - www.saude.gov.br/planejasus Início do processo:

Leia mais

O QUE É AIDS?... 2 TESTAGEM... 3 PRINCIPAIS SINTOMAS DA AIDS... 4 SAIBA COMO SE PEGA AIDS... 5 Assim Pega... 5 Assim não pega... 5 Outras formas de

O QUE É AIDS?... 2 TESTAGEM... 3 PRINCIPAIS SINTOMAS DA AIDS... 4 SAIBA COMO SE PEGA AIDS... 5 Assim Pega... 5 Assim não pega... 5 Outras formas de O QUE É AIDS?... 2 TESTAGEM... 3 PRINCIPAIS SINTOMAS DA AIDS... 4 SAIBA COMO SE PEGA AIDS... 5 Assim Pega... 5 Assim não pega... 5 Outras formas de transmissão... 6 Acidentes ocupacionais com materiais

Leia mais

GUIA PARA ELABORAÇÃO DO PLANO MUNICIPAL DE SAÚDE

GUIA PARA ELABORAÇÃO DO PLANO MUNICIPAL DE SAÚDE SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DE SANTA CATARINA GERÊNCIA DE PLANEJAMENTO DO SUS GUIA PARA ELABORAÇÃO DO PLANO MUNICIPAL DE SAÚDE Baseado no Livro 2 dos Cadernos de Planejamento do PLANEJASUS Elaborado

Leia mais

Tuberculose em algum lugar, problema de todos nós.

Tuberculose em algum lugar, problema de todos nós. ESTADO DE SANTA CATARINA SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DIRETORIA DE VIGILÂNCIA EIDEMIOLÓGICA GERÊNCIA DE VIGILÂNCIA DE AGRAVOS Aos Profissionais de Saúde e População Catarinense DIA MUNDIAL DE LUTA CONTRA

Leia mais

Resumo do Perfil epidemiológico por regiões. HIV e Aids no Município de São Paulo 2014 SAÚDE 1

Resumo do Perfil epidemiológico por regiões. HIV e Aids no Município de São Paulo 2014 SAÚDE 1 Resumo do Perfil epidemiológico por regiões HIV e Aids no Município de São Paulo 2014 Resumo do perfil epidemiológico por regiões SAÚDE 1 HIV e Aids no Município de São Paulo 2014 APRESENTAçÃO Hoje, no

Leia mais

HIV/aids no Brasil - 2012

HIV/aids no Brasil - 2012 HIV/aids no Brasil - 2012 Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais Secretaria de Vigilância em Saúde Ministério da Saúde Novembro de 2012 HIV Dados gerais Prevalência do HIV maior entre homens (15

Leia mais

PROJETO: MATEMÁTICA NA SAÚDE GRUPO C

PROJETO: MATEMÁTICA NA SAÚDE GRUPO C EE JUVENTINO NOGUEIRA RAMOS PROJETO: MATEMÁTICA NA SAÚDE TEMA : AIDS GRUPO C ADRIANO OSVALDO DA S. PORTO Nº 01 ANDERSON LUIZ DA S.PORTO Nº 05 CÍNTIA DIAS AVELINO Nº 11 CLAUDINEI MOREIRA L. JUNIOR Nº 12

Leia mais

MANEJO HEPATITES VIRAIS B/C - 2015

MANEJO HEPATITES VIRAIS B/C - 2015 MANEJO HEPATITES VIRAIS B/C - 2015 HEPATITE C PAPEL DA ATENÇÃO PRIMÁRIA EM SAÚDE FILIPE DE BARROS PERINI Assessor Técnico GEDST-DIVE-SES Infectologista Policlínica Municipal do Continente SMS-PMF Assessor

Leia mais

1. Garantir a educação de qualidade

1. Garantir a educação de qualidade 1 Histórico O Pacto pela Juventude é uma proposição das organizações da sociedade civil, que compõem o Conselho Nacional de Juventude, para que os governos federal, estaduais e municipais se comprometam

Leia mais

Guião Terceira Sessão Infeções Sexualmente Transmissíveis

Guião Terceira Sessão Infeções Sexualmente Transmissíveis Guião Terceira Sessão Infeções Sexualmente Transmissíveis SLIDE 1 Introdução do trabalho: Bom dia, estamos aqui para falar a cerca das infeções sexualmente transmissíveis, os problemas associados e o modo

Leia mais

TÍTULO: ESTUDO SOBRE PREVENÇÃO E CONHECIMENTO DE DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS E AIDS ENTRE ACADÊMICOS DO CURSO DE FISIOTERAPIA DA UNIABC

TÍTULO: ESTUDO SOBRE PREVENÇÃO E CONHECIMENTO DE DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS E AIDS ENTRE ACADÊMICOS DO CURSO DE FISIOTERAPIA DA UNIABC Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: ESTUDO SOBRE PREVENÇÃO E CONHECIMENTO DE DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS E AIDS ENTRE ACADÊMICOS

Leia mais

O ACONSELHAMENTO NO HIV EM UMA COMUNIDADE COMO MEDIDA PREVENTIVA

O ACONSELHAMENTO NO HIV EM UMA COMUNIDADE COMO MEDIDA PREVENTIVA O ACONSELHAMENTO NO HIV EM UMA COMUNIDADE COMO MEDIDA PREVENTIVA Zardo L*¹ Silva CL*² Zarpellon LD*³ Cabral LPA* 4 Resumo O Vírus da Imunodeficiência humana (HIV) é um retrovírus que ataca o sistema imunológico.através

Leia mais

Mostra de Projetos 2011. Ações para enfrentamento da AIDS nos jovens e adolescentes.

Mostra de Projetos 2011. Ações para enfrentamento da AIDS nos jovens e adolescentes. Mostra de Projetos 2011 Ações para enfrentamento da AIDS nos jovens e adolescentes. Mostra Local de: Paranavaí Categoria do projeto: I - Projetos em implantação, com resultados parciais. Nome da Instituição/Empresa:

Leia mais

GERENTE DE DES. ECONÔMICO SUSTENTÁVEL E AGRICULTURA GERENTE DE ASSISTÊNCIA SOCIAL, TRABALHO E HABITAÇÃO

GERENTE DE DES. ECONÔMICO SUSTENTÁVEL E AGRICULTURA GERENTE DE ASSISTÊNCIA SOCIAL, TRABALHO E HABITAÇÃO SDRs - cargos em aberto Ao todo, 266 serão eliminados Araranguá 25 cargos, 5 em aberto GERENTE DE DES. ECONÔMICO SUSTENTÁVEL E AGRICULTURA Blumenau 31 cargos 12 em aberto CONSULTOR JURÍDICO GERENTE DE

Leia mais

de Gays, HSHe Travestis, criado em março de 2008, pelo Governo Federal. Considerando que o plano traça diretrizes de combate às vulnerabilidades

de Gays, HSHe Travestis, criado em março de 2008, pelo Governo Federal. Considerando que o plano traça diretrizes de combate às vulnerabilidades GOVERNO DAPARAIBA SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE COMISSÃO INTERGESTORES BIPARTITE Resolução n Q 174/11 João Pessoa, 14 de outubro de 2011 o Presidente da Comissão Intergestores Bipartite no uso de suas

Leia mais

HIV. O vírus da imunodeficiência humana HIV-1 e HIV-2 são membros da família Retroviridae, na subfamília Lentividae.

HIV. O vírus da imunodeficiência humana HIV-1 e HIV-2 são membros da família Retroviridae, na subfamília Lentividae. A Equipe Multiprofissional de Saúde Ocupacional da UDESC lembra: Dia 01 de dezembro é dia mundial de prevenção à Aids! Este material foi desenvolvido por alunos do Departamento de Enfermagem da Universidade

Leia mais

A AIDS NA TERCEIRA IDADE: O CONHECIMENTO DOS IDOSOS DE UMA CASA DE APOIO NO INTERIOR DE MATO GROSSO

A AIDS NA TERCEIRA IDADE: O CONHECIMENTO DOS IDOSOS DE UMA CASA DE APOIO NO INTERIOR DE MATO GROSSO A AIDS NA TERCEIRA IDADE: O CONHECIMENTO DOS IDOSOS DE UMA CASA DE APOIO NO INTERIOR DE MATO GROSSO SATO, Camila Massae 1 Palavras-chave: Idoso, AIDS, conhecimento Introdução A população idosa brasileira

Leia mais

EXPOSIÇÃO DE RISCO DOS PARTICIPANTES DO PROJETO UEPG-ENFERMAGEM NA BUSCA E PREVENÇÃO DO HIV/AIDS

EXPOSIÇÃO DE RISCO DOS PARTICIPANTES DO PROJETO UEPG-ENFERMAGEM NA BUSCA E PREVENÇÃO DO HIV/AIDS 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( X ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA EXPOSIÇÃO DE RISCO DOS PARTICIPANTES DO PROJETO UEPG-ENFERMAGEM

Leia mais

INFORME TÉCNICO DA VACINA HPV (PAPILOMAVÍRUS HUMANO 6, 11, 16, 18 (RECOMBINANTE)) - 2015

INFORME TÉCNICO DA VACINA HPV (PAPILOMAVÍRUS HUMANO 6, 11, 16, 18 (RECOMBINANTE)) - 2015 INFORME TÉCNICO DA VACINA HPV (PAPILOMAVÍRUS HUMANO 6, 11, 16, 18 (RECOMBINANTE)) - 2015 Apresentação O Ministério da Saúde com o objetivo de reforçar as atuais ações de prevenção do câncer do colo do

Leia mais

Plano de Qualificação das Linhas de Cuidados da Transmissão Vertical do HIV e da Sífilis nos Estados do Semiárido e Amazônia Legal

Plano de Qualificação das Linhas de Cuidados da Transmissão Vertical do HIV e da Sífilis nos Estados do Semiárido e Amazônia Legal Plano de Qualificação das Linhas de Cuidados da Transmissão Vertical do HIV e da Sífilis nos Estados do Semiárido e Amazônia Legal O que é Transmissão Vertical HIV e Sífilis? A transmissão vertical do

Leia mais

AMPLIANDO O DIAGNÓSTICO DE HIV/AIDS PARA GAYS, HSH E TRAVESTIS

AMPLIANDO O DIAGNÓSTICO DE HIV/AIDS PARA GAYS, HSH E TRAVESTIS AMPLIANDO O DIAGNÓSTICO DE HIV/AIDS PARA GAYS, HSH E TRAVESTIS 2o. Workshop Internacional - Testes de Diagnóstico Acessíveis e com Qualidade Assegurada para Programas de Saúde Pública 19 e 20 de Novembro

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SANTA CATARINA

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SANTA CATARINA RESPOSTA TÉCNICA COREN/SC Nº 026/CT/2015/RT Assunto: Testes Rápidos I Solicitação recebida pelo Coren/SC: Gostaríamos de tirar algumas duvidas referente aos testes rápido da rede cegonha. O enfermeiro

Leia mais

Briefing. Boletim Epidemiológico 2010

Briefing. Boletim Epidemiológico 2010 Briefing Boletim Epidemiológico 2010 1. HIV Estimativa de infectados pelo HIV (2006): 630.000 Prevalência da infecção (15 a 49 anos): 0,61 % Fem. 0,41% Masc. 0,82% 2. Números gerais da aids * Casos acumulados

Leia mais

PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS PARÁ

PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS PARÁ PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS PARÁ Objetivo 1 - Garantir ações de enfrentamento do HIV/DST/aids para gays, outros HSH e travestis, do ponto

Leia mais

PARECER DE AVALIAÇÃO Comitê de Seleção Edital 01/2010 Formulário Padrão Concorrência 2010 Data da avaliação: Projeto nº:

PARECER DE AVALIAÇÃO Comitê de Seleção Edital 01/2010 Formulário Padrão Concorrência 2010 Data da avaliação: Projeto nº: PARECER DE AVALIAÇÃO Comitê de Seleção Edital 01/2010 Formulário Padrão Concorrência 2010 Data da avaliação: Projeto nº: Nome da Instituição: Título do Projeto: Repasse Solicitado: Respeitou o limite máximo

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO PARANÁ SECRETARIA DO ESTADO DE SAÚDE PROJETO DE AÇÃO: IMPLANTAÇÃO DA CADERNETA DE SAÚDE DO ADOLESCENTE

GOVERNO DO ESTADO DO PARANÁ SECRETARIA DO ESTADO DE SAÚDE PROJETO DE AÇÃO: IMPLANTAÇÃO DA CADERNETA DE SAÚDE DO ADOLESCENTE GOVERNO DO ESTADO DO PARANÁ SECRETARIA DO ESTADO DE SAÚDE PROJETO DE AÇÃO: IMPLANTAÇÃO DA CADERNETA DE SAÚDE DO ADOLESCENTE Curitiba Outubro/2010 DADOS INSTITUCIONAIS SECRETÁRIO DE ESTADO DA SAÚDE: Carlos

Leia mais

Caderneta da Gestante

Caderneta da Gestante Caderneta da Gestante * A assistência pré-natal se constitui em cuidados e condutas que visam o bom desenvolvimento da gestação e o parto de um recém-nascido saudável. Entre as ações para qualificação

Leia mais

DST/HIV PASSATEMPOS. Conhecer para prevenir. Bom pra cabeça. l CAÇA-PALAVRAS l DIRETOX l DOMINOX

DST/HIV PASSATEMPOS. Conhecer para prevenir. Bom pra cabeça. l CAÇA-PALAVRAS l DIRETOX l DOMINOX DST/HIV Conhecer para prevenir Bom pra cabeça PASSATEMPOS l CAÇA-PALAVRAS l DIRETOX l DOMINOX l código secreto E MUITO MAIS! 2 coquetel Uma das grandes preocupações do Ministério da Saúde é a prevenção

Leia mais

Saúde Naval CARTILHA DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS / AIDS

Saúde Naval CARTILHA DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS / AIDS Saúde Naval CARTILHA DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS / AIDS O QUE SÃO? As doenças sexualmente transmissíveis (DST) são transmitidas, principalmente, por contato sexual sem o uso de camisinha com uma

Leia mais

Faça também os testes rápido de sífilis hepatites virais B e C

Faça também os testes rápido de sífilis hepatites virais B e C Faça também os testes rápido de sífilis hepatites virais B e C FIQUE SABENDO UMA ESTRATÉGIA PARA AMPLIAR O DIAGNÓSTICO OPORTUNO DO HIV, SÍFILIS, E HEPATITES VIRAIS B E C. Este documento é um iniciativa

Leia mais

Número de casos de aids em pessoas acima de 60 anos é extremamente preocupante

Número de casos de aids em pessoas acima de 60 anos é extremamente preocupante 22 Entrevista Número de casos de aids em pessoas acima de 60 anos é extremamente preocupante Texto: Guilherme Salgado Rocha Fotos: Denise Vida O psicólogo Nilo Martinez Fernandes, pesquisador da Fundação

Leia mais

Mostra de Projetos 2011 Projeto Troca

Mostra de Projetos 2011 Projeto Troca Mostra de Projetos 2011 Projeto Troca Mostra Local de: Campo Mourão Categoria do projeto: Projetos em implantação, com resultados parciais. Prefeitura Municipal de Campo Mourão Cidade: Campo Mourão Contato:

Leia mais

HPV: DIAGNÓSTICO E PREVENÇÃO

HPV: DIAGNÓSTICO E PREVENÇÃO HPV: DIAGNÓSTICO E PREVENÇÃO Bruna Rezende, Rassan Dyego Romão Silva e Antonio Jose Dias Martins Faculdade Alfredo Nasser Aparecida de Goiânia GO Brasil rassandyego@hotmail.com Orientadora: Daniella Cavalcante

Leia mais

Projeto RI-VIDA Rede de Integração para a Vida Projeto de prevenção de DST s, HIV/AIDS e Hepatites

Projeto RI-VIDA Rede de Integração para a Vida Projeto de prevenção de DST s, HIV/AIDS e Hepatites Projeto RI-VIDA Rede de Integração para a Vida Projeto de prevenção de DST s, HIV/AIDS e Hepatites Apoio: Centro de Referência e Treinamento DST/AIDS Secretaria de Estado da Saúde VULNERABILIDADE DA POPULAÇÃO

Leia mais

Situação da Hepatite B no Estado de Santa Catarina

Situação da Hepatite B no Estado de Santa Catarina Situação da Hepatite B no Estado de Santa Catarina Gerência de DST/Aids/Hepatites Virais Diretoria de Vigilância em Saúde Gerência de Vigilância Epidemiológica Programa DST/HIV/Aids/HV Secretaria de Estado

Leia mais

ESSA CAMPANHA VAI COLAR!

ESSA CAMPANHA VAI COLAR! ESSA CAMPANHA VAI COLAR! O selo postal é um importante veículo de comunicação dos valores de uma sociedade. Com a emissão dos 8 (oito) selos apresentados nesta Cartilha, os Correios, por meio da Filatelia,

Leia mais