O TRANSPORTE AÉREO DE CARGAS NO BRASIL

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1 CENTRO TECNOLÓGICO DA ZONA LESTE FACULDADE DE TECNOLOGIA DA ZONA LESTE PAULA CALDO MONTILHA O TRANSPORTE AÉREO DE CARGAS NO BRASIL CONCEITOS, PROCESSOS, INFRA-ESTRUTURA DO PAÍS, LOGÍSTICA APLICADA AO MODAL E PANORAMA ATUAL. ESTUDO DE CASO: DHL EXPRESS São Paulo 2007

2 1 CENTRO TECNOLÓGICO DA ZONA LESTE FACULDADE DE TECNOLOGIA DA ZONA LESTE PAULA CALDO MONTILHA ANÁLISE DO TRANSPORTE AÉREO DE CARGAS NO BRASIL CONCEITOS, PROCESSOS, INFRA-ESTRUTURA DO PAÍS, LOGÍSTICA APLICADA AO MODAL E PANORAMA ATUAL. ESTUDO DE CASO: DHL EXPRESS Monografia apresentada no curso de Tecnologia em Logística com ênfase em transporte na FATEC ZL como requerido parcial para obter o Título de Tecnólogo em Logística com ênfase em Transporte. Orientador: Prof. Me. Célio Daroncho São Paulo 2007

3 2 CENTRO TECNOLÓGICO DA ZONA LESTE FACULDADE DE TECNOLOGIA DA ZONA LESTE PAULA CALDO MONTILHA ANÁLISE DO TRANSPORTE AÉREO DE CARGAS NO BRASIL CONCEITOS, PROCESSOS, INFRA-ESTRUTURA DO PAÍS, LOGÍSTICA APLICADA AO MODAL E PANORAMA ATUAL. ESTUDO DE CASO: DHL EXPRESS Monografia apresentada no curso de Tecnologia em Logística com ênfase em transporte na FATEC ZL como requerido parcial para obter o Título de Tecnólogo em Logística com ênfase em Transporte. COMISSÃO EXAMINADORA Prof. Me. Célio Daroncho Faculdade de Tecnologia da Zona Leste Cláudio AntÕnio Gomes Faculdade de Tecnologia da Zona Leste Tecnóloga Celisa Saito Consultoria em Logística Jove Logística São Paulo, 17 de dezembro de 2007.

4 3 Aos meus pais e aos meus irmãos que sempre serviram de exemplo para mim... Aos meus amigos, companheiros de todas as horas...

5 4 AGRADECIMENTOS Primeiramente, um enorme obrigado ao meu pai, minha mãe e aos meus irmãos, por estarem sempre me incentivando, ajudando e apoiando em todo e qualquer momento da vida. Obrigada aos meus grandes amigos, em especial Luciana, Emily e Hoower, por estarem sempre dispostos a me ajudar a qualquer hora. À minha família, especialmente minha prima Adriana. Ao pessoal da DHL, entre os que me auxiliaram muito neste trabalho: José Antônio, Rosane, Sergio, Mellina, Thiago, Fabio e Amaury; pela ajuda, conhecimento dividido, compreensão, experiências trocadas, materiais de pesquisa compartilhados, etc. Ao meu querido professor orientador Célio, pela enorme paciência em tirar todas as minhas dúvidas, pelo apoio, atenção e por dividir seus grandes conhecimentos comigo. Muito grata aos meus amigos de curso, em especial Aline, Eduardo, Amanda, Marcus, Carlos, Bruno e Kátia, por dividirem momentos muito importantes da minha vida e serem grandes companheiros que vou levar pro resto da vida. Um grande abraço a todos!

6 5 Criei um aparelho para unir a humanidade, não para destruí-la. Alberto Santos Dumont

7 6 Montilha, Paula Caldo. Análise do Transporte Aéreo de Cargas no Brasil: conceitos, processos, infra-estrutura do país, Logística aplicada ao Modal e panorama atual. Estudo De Caso: DHL Express. Monografia (Graduação em Logística) Faculdade de Tecnologia da Zona Leste. RESUMO Com a saturação do Transporte Rodoviário no Brasil e o grande domínio do modal marítimo nas exportações e importações, nem todos esperavam que o primeiro Apagão Logístico começasse pelo ar. Diante da rápida evolução tecnológica ligada ao Transporte Aéreo, os aeroportos devem estar preparados em sua infra-estrutura e operação para acompanhar tanto desenvolvimento. Além disso, outros fatores agregados a este, como os regulamentos do setor, a burocracia, o surgimento de Companhias Aéreas com conceitos novos, as tarifas cada vez menores e o aumento demanda de utilização desse modal (tanto para passageiros, como para carga) fazem com que a aplicação da Logística para melhor desempenho do setor seja extremamente necessária. Diante do exposto, este trabalho visa analisar todo o contexto que envolve o Transporte Aéreo de cargas diante da crise, iniciando desde seu histórico, conceitos, regulamentos, processos, infra-estrutura dos aeroportos cargueiros, até o panorama atual, e aplicação de conceitos da Logística para o modal. Encerra-se com a exemplificação através de um Estudo de Caso de uma empresa multinacional, líder de entregas expressas via Transporte Aéreo, a DHL Express. Palavras-chave: Logística, carga aérea, infra-estrutura, aeroportos de carga, Brasil.

8 7 Montilha, Paula Caldo. Analysis of brazilian Air Cargo Transportation: concepts, process, infra-structure, Logistics application and present scenery. Case: DHL Express. Graduation in Logistics Faculdade de Tecnologia da Zona Leste. ABSTRACT Due to the saturation of the Roadway transportation in Brazil and the ocean carrier domain on export and import process, it was not supposed to all that the first acute crisis caused by the lack of application in Logistics, should start in the air. There is a fast technology evolution involved on the Airway Transport, so that the airports should be prepared with a good infra-structure and a proper operation to follow its development. There are also another factors such as the rules, the bureaucracy, the new Airline Companies with new concepts, the low-fares for the passengers and cargo, proved the need of Logistic application for a best Air Transport performance. Aware of it, this graduation research aims to analyze all the context that involves the Air Cargo Transport from its history, through concepts, rules, process, cargo airports infra-structure to the present scenery further on the application of Logistics concepts on its modal. It ends on an example case of DHL Express, an international express delivery company that uses air transport on its service. Key-words: Logistic, air cargo, infra-structure, cargo airports, Brazil.

9 8 LISTA DE TABELAS Tabela 1 10 maiores países movimentadores de carga aérea Tabela 2 Brasil, Importações em Tabela 3 Exemplos de capacidade de carga de Aeronaves Tabela 4 Exemplos de capacidade de carga de aeronaves Full Pax Ton Tabela 5 Códigos de indisponibilidade da importação aérea Tabela 6 Códigos de Natureza da Carga Tabela 7 Preços relativos dos diferentes modais (em US$ por ton. x km) Tabela 8 Os cinco principais aeroportos de carga do Brasil Tabela 9 Ranking dos países com maior quantidade de vítimas fatais em acidentes na Aviação Comercial Tabela 10 Ranking das Cias. Aéreas com maior número de vítimas fatais decorrentes de acidentes em seus vôos Tabela 11 Evolução de nºs de passageiros em CGH e GRU, nos anos de 2003 e Tabela 12 Evolução do número de passageiros no aeroporto de Congonhas 2002 a Tabela 13 Participação das empresas de entrega expressa no mercado doméstico Tabela 14 Participação das empresas de entrega expressa no mercado brasileiro de envios internacionais Tabela 15 Crescimento das Indústrias com potencial para envios expressos Tabela 16 Tempo de trânsito nacional da DHL

10 9 LISTA DE FIGURAS Figura 1 - Avião francês Latécoère Figura 2 - Comparação dos modais: serviço Figura 3 Matriz de transporte no Brasil em TKU Figura 4 Configuração de avião full pax Figura 5 Configuração de avião Combi Figura 6 Configuração de avião All Cargo Figura 7 Boeing Figura 8 Exemplos de conteiners e pallets aeronáticos Figura 9 Exemplos de pallets, equipamentos para transporte de animais, unitização e conteiner Figura 10 O interior de uma aeronave cargueira Figura 11 Elevador Aeronáutico Figura 12 Carga consolidada no interior do avião Figura 13 Carregamento lateral e traseiro do avião Figura 14 Dolly, equipamento utilizado pelo agente na movimentação de pallets. 55 Figura 15 O símbolo da ICAO Figura 16 Certificado de Registro da IATA Figura 17 Estrutura da Aviação Brasileira antes da criação da ANAC Figura 18 Estrutura da Aviação Civil Brasileira depois da criação da ANAC Figura 19 Fluxograma de exportação aérea Figura 20 Fluxograma de Importação Aérea Figura 21 Fluxo da Cadeia de Distribuição Aérea Figura 22 Localização dos Terminais de Logística de Carga no Território Nacional Figura 23 Rotas Internacionais que cruzam o espaço aéreo brasileiro Figura 24 Estrutura do Comando da Aeronáutica Figura 25 Gráfico de incidências de fatores contribuintes aos acidentes aéreos Figura 26 Cobertura do espaço aéreo brasileiro sob radar em Figura 27 Imagem de pouso de uma aeronave em Congonhas Figura 28 Estrutura do Aeroporto de Congonhas

11 10 Figura 29 Vista aérea via satélite do Aeroporto de Viracopos Figura 30 Expansão Global da DHL Figura 31 Arquitetura da marca DHL Figura 32 Filiais da DHL Express no Brasil Figura 33 Centros Estratégicos de Armazenagem e Distribuição da DHL Express Brasil Figura 34 Imagem da frota de motocicletas da DHL Figura 35 Cópia de descrição de aquisição de Boeing Figura 36 Modelos de veículos da DHL Figura 37 Trânsito de caminhões no gateway da DHL Express em Los Angeles Figura 38 Segmentação dos clientes DHL Figura 39 Sistema DHL E-billing Figura 40 DHL Connect Figura 41 Hubs mundiais da DHL

12 11 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO OBJETIVO METODOLOGIA HISTÓRICO DA AVIAÇÃO INÍCIO DA AVIAÇÃO COMERCIAL NO BRASIL VARIG - Viação Aérea Rio-Grandense VASP Viação Aérea São Paulo TransBrasil TAM Linhas Aéreas GOL Linhas Aéreas Inteligentes HISTÓRICO DO TRANSPORTE DE CARGA AÉREA Lufthansa Cargo Federal Express FEDEX DHL Express UPS TNT ITAPEMIRIM Cargo BETA Cargo Varig Log TAM Express CARGA AÉREA CLASSIFICAÇÃO Carga Geral Carga Fracionada Carga Expressa Específicas Perecíveis Perigosas Restritas Refrigeradas Alto Valor... 33

13 Cargas Vivas O TRANSPORTE AÉREO DE CARGAS Vantagens Desvantagens O Transporte aéreo de cargas no Brasil TIPOS DE AERONAVES COMERCIAIS E DE CARGA FULL PAX (AVIÃO DE PASSAGEIROS) COMBI (AERONAVE MISTA) FULL/ ALL CARGO (SOMENTE CARGA) CARACTERÍSTICAS GERAIS Manuseio e Unitização AGENTE DE CARGA AGENTE CONSOLIDADOR CO-LOADER AGENTE LOAD CONTROL AGENTE OPERACIONAL DE RAMPA DESPACHANTE ADUANEIRO ÓRGÃOS REGULADORES ICAO INTERNATIONAL CIVIL AVIATION ORGANIZATION IATA INTERNATIONAL AIR TRANSPORT ASSOCIATION ÓRGÃOS NACIONAIS ANAC - Agência Nacional de Aviação Civil INFRAERO Empresa brasileira de Infra-estrutura Aeroportuária PROCESSO DE EXPORTAÇÃO E IMPORTAÇÃO AÉREA EXPORTAÇÃO IMPORTAÇÃO COURIER REMESSA EXPRESSA LOGÍSTICA NO TRANSPORTE AÉREO DE CARGAS AEROPORTOS DE CARGA DO BRASIL REGIÃO NORTE REGIÃO NORDESTE REGIÃO CENTRO-OESTE REGIÃO SUDESTE... 96

14 REGIÃO SUL PANORAMA ATUAL DO TRANSPORTE AÉREO BRASILEIRO POSSÍVEIS CAUSAS DO APAGÃO AÉREO Subestimação do trafego aéreo Saturação da infra-estrutura aeroportuária e de controle do trafego aéreo Autorização de linhas aéreas em quantidades superior a capacidade da infraestrutura Não implementação das resoluções do CONAC Politização dos cargos de direção da ANAC Deficiência técnicas e de equipamento Desarticulação do SISCEAB e carência de recursos para o DECEA Insatisfação dos Controladores de Tráfego Aéreo Situação do Aeroporto de Congonhas RADIOGRAFIA DE CONGONHAS VIRACOPOS FRENTE À CRISE SITUAÇÃO DO SETOR DE CARGAS DIANTE DA CRISE POSSÍVEIS AÇÕES PARA A SOLUÇÃO ESTUDO DE CASO: DHL EXPRESS DHL EXPRESS Recursos Humanos Filiais Frota Mercado Alvo Serviços APAGÃO AÉREO X DHL EXPRESS Plano de contingência Evitar horários de pico Utilização do modal rodoviário Acréscimo no tempo de trânsito Utilização da malha cargueira Renegociação com Cias. Aéreas Charter Aluguel de avião exclusivo O caso de Porto Alegre CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS

15 14 1 INTRODUÇÃO Desde os primórdios da Aviação Comercial, já se encaminhava carga por via aérea. Fosse por meio de malotes, pequenas caixas, documentos postais e até produtos bélicos, os materiais eram encaminhados nos espaços disponíveis das ainda pequenas aeronaves. Quando da obsolescência de alguns aviões, muitos passaram a ser reaproveitados para serem transformados em cargueiros. Surgem então os primeiros vôos somente de carga e, posteriormente, as primeiras empresas ligadas a um novo setor, o de transporte de carga por via aérea. A rápida evolução tecnológica desse modal surpreendeu a cada década, trazendo inovações no design, maior capacidade, conforto. Com um desenvolvimento estrondoso dessas máquinas, naturalmente seus portos recebedores, ou aeroportos, necessitam acompanhá-los a fim de que haja espaço, equipamentos e estrutura para receber aviões de todos os portes, tipos e necessidades. Além disso, precisam acompanhar o crescente número de passageiros e de cargas a utilizar esse modal. O surgimento de novas empresas aéreas comerciais que competem pelo mercado e a postura do país ao longo da história em relação ao modal aéreo, trouxeram um cenário onde os preços das passagens estão cada vez mais acessíveis, sua utilização aumentando e questiona-se a segurança e qualidade dos serviços prestados nas aeronaves, nos aeroportos, nos terminais. Com uma grande quantidade de passageiros, aviões de tecnologia de ponta, grande capacidade e volume alto de cargas, o aeroporto precisa ter estrutura para receber tudo isso. Se houver organização e tecnologia aliada à soluções Logísticas, o país tem o modal aéreo como grande aliado nas exportações, importações, transportes de passageiros e como futuro do país de dimensões continentais. Se não houver, a estrutura pode chegar ao colapso, gerando um caos aéreo. Esse apagão atinge passageiros e cargas, gerando atrasos e prejuízos. 1.1 Objetivo Este trabalho tem como objetivo a análise da situação atual do Transporte Aéreo de cargas no Brasil, seus conceitos, infra-estrutura dos aeroportos, terminais, bem como todo o entrecho restante aliado a este modal, face ao caos vivido pelo modal. Diante do Apagão Logístico que o setor enfrenta atualmente, a idéia principal é analisar a infra-estrutura do modal aéreo no país, através de pesquisas sobre os aeroportos de carga brasileiros, os terminais de armazenagem e despacho, os órgãos reguladores e todo o contexto aliado à Logística e Aviação do Brasil.

16 15 Encerra-se com um Estudo de Caso de uma empresa do setor, para que se exemplifique o que ocorrendo atualmente e as ações tomadas neste tipo de situação. 1.2 Metodologia Para a confecção deste trabalho, foi utilizado o método de pesquisa bibliográfica para literatura referente ao Transporte Aéreo de cargas, Comércio Exterior, e Logística. Além de pesquisas realizadas em sites conceituados da área, foram aproveitados materiais de empresas do setor, revistas da área, Associações ligadas, bem como sites governamentais. Foram ainda utilizados livros, artigos, teses e reportagens ligadas a atualidade e de envolvimento a esse tipo de transporte, como também o estudo de caso de uma empresa ligada ao modal. 2 HISTÓRICO DA AVIAÇÃO Desde os primórdios, o sonho de voar acompanha o homem. Segundo Faria (2001), na Mitologia conta-se que Dédalo, um ateniense da família real dotado de grande habilidade, e seu filho Ícaro buscavam o desafio de voar livremente. Nos estudos das relações históricas, sabe-se que desde os tempos de Aristóteles - filósofo da Grécia Antiga que deixou grande contribuição ao pensamento filosófico - o homem estudava as possibilidades de voar como um pássaro (FARIA, 2001). Na antiguidade, os estudiosos analisavam o princípio do vôo dos pássaros e do movimento de nado dos peixes para entender e aplicar os métodos destes animais à idéia do ser humano voar. Sabe-se que os pássaros e peixes utilizam o movimento de levantar e abaixar asas e caudas respectivamente, desejando subir ou descer em seu ambiente. Levantando sua asa/cauda, o vento/água forçam a parte posterior dos corpos destes animais para baixo, inclinando-os com a cabeça

17 16 para cima, resultando em um impulso que pode gerar um movimento de elevação. Fazendo-se o contrário, induz-se o movimento de descida do corpo (FARIA, 2001). Ainda de acordo com Faria (2001), partindo-se desse princípio dos movimentos dos dois animais, várias invenções que surgiram partindo-se desta linha foram fracassadas. Iniciaram-se então pesquisas com balões, que tiveram maior sucesso. No dia 20 de setembro de 1898, o brasileiro Alberto Santos Dumont, após conseguir voar em balões livres, realizou o primeiro vôo da história com um balão dirigível. À partir deste feito, iniciaram-se 3 vertentes de pesquisas buscando a conquista do espaço aéreo: a dos ornitópteros (ou pássaros mecânicos), que consistia na idéia ainda de se imitar o movimento de animais voadores para se conseguir o feito de voar, a linha dos helicópteros, com a base de hélices e força e a ainda a dos balonistas, com pesquisas relacionadas aos princípios de peso e ar (LIMA, 2007). Partindo-se da idéia dos balões, foram criados experimentos baseando-se em máquinas mais pesadas que o ar que pudessem se manter em vôo, o que foi um grande desafio, considerado realmente impossível para alguns. De acordo com Larousse Cultural (1995), em 1903 Orville Wright tornou-se a primeira pessoa a voar em uma aeronave mais pesada do que o ar, propulsionada por meios próprios, com controvérsias. Ele e seu irmão eram obcecados pela idéia de fabricar e voar em uma aeronave que pudesse decolar dessa maneira. Nesse primeiro vôo eles utilizaram trilhos para manter o avião em seu trajeto, uma catapulta para impulsionar a aeronave e houve poucas testemunhas para visualizar o feito. Segundo Lima (2007), já o franco-brasileiro Alberto Santos Dumont, em 1906, realizou um vôo público em Paris, com seu famoso 14-Bis. Sua aeronave não precisava de componentes externos para levantar vôo e o fato teve muita cobertura da imprensa na época. Por conta da maneira distinta como esses vôos ocorreram, ainda hoje há muitas controvérsias sobre quem seria realmente o primeiro a pilotar e efetivamente voar em uma aeronave mais pesada que o ar.

18 Início da Aviação Comercial Desde este 1º vôo que se tem notícia, em 1903, os progressos da Aviação foram ocorrendo de certa forma rapidamente. Em 1913 o avião já tinha passado por uma evolução técnica notável passando a ser utilizado como um instrumento militar na Primeira Guerra Mundial, demonstrando imenso potencial (MOURA, 1992). Com toda a potencialidade verificada no período da Guerra, o avião passa a ter a atenção voltada para a área comercial. No período entre a Primeira e a Segunda Guerra Mundial, estabelecem-se as primeiras linhas aéreas regulares. É um período também marcado por constantes progressos técnicos das aeronaves (MOURA, 1992). De acordo com Larousse Cultural (1995, p. 554): A primeira linha aérea comercial de um país foi implantada na Alemanha em Três dias depois, foi inaugurada a primeira linha internacional (Paris-Londres). Em 1930, foi realizada a primeira ligação totalmente aérea entre a Europa e a América do Sul. A primeira linha transatlântica regular foi inaugurada em 17 de junho de 1939, por um avião Boeing 314. Na figura 1 consta a imagem de um avião francês utilizado em linhas aeropostais por volta de 1930, onde pode se observar sua configuração e desenho ainda simplificados. Figura 1 - Avião francês Latécoère 28-1

19 18 Fonte: Renaultoloog, No Brasil Segundo Rodrigues, P. (2005), a Aviação comercial teve início no Brasil em A primeira empresa a transportar passageiros foi a Condor Syndikat, ainda com uma matrícula alemã. Em 22 de fevereiro deste mesmo ano a primeira linha regular foi iniciada no país, entre as cidades de Porto Alegre, Pelotas e Rio Grande. Em junho, ainda em 1927 era fundada a primeira Companhia aérea efetivamente brasileira, a Viação Aérea Rio-Grandense (VARIG). O avião da Cia. Condor Syndikat foi transferido a ela, e a VARIG então passa a realizar suas primeiras rotas. Em 1º de Dezembro de 1927 a Condor Syndikat é nacionalizada com nome de Sindicato Condor Limitada e durante a Segunda Guerra Mundial muda novamente para Serviços Aéreos Cruzeiro do Sul. Após vários anos em operação, é absorvida pela Varig nos anos 80 (TOSCANO, 2007). Outras linhas foram implantas no Brasil pelas empresas, num constante progresso. De acordo com Toscano (2007), no ano de 1933 era fundada a Viação Aérea São Paulo-VASP, por 72 empresários, iniciando em 1936 o primeiro vôo de rota regular entre Rio e São Paulo, a linha de maior tráfego da aviação nacional. No dizer de Moura (1992, p. 25): Por volta de 1947, o Brasil contava com 203 aeronaves, atingindo as rotas e linhas aéreas a extensão de km. Não parecia muito em relação aos outros países, mas representava um índice bem razoável de comercialização tendo em vista as dificuldades provocadas pelos efeitos da guerra.. O avião é novamente utilizado para transporte de cargas, militares e combatentes na Segunda Guerra Mundial e com isso traz evoluções tecnológicas ainda maiores e grande progresso na parte de conhecimentos técnicos.

20 19 Na década de 50, cerca de 16 empresas brasileiras operavam no Brasil, algumas com poucos aviões e focados em trechos nacionais. A SAVA Serviços aéreos do Vale Amazônico - se destacava. Esse número vai reduzindo e devido a crise e o estímulo do governo à fusão das empresas, reduzem-se a quatro as grandes empresas comerciais no país: VASP, VARIG, Transbrasil S.A. Linhas Aéreas e a Cruzeiro Linhas Aéreas (TOSCANO, 2007). Ainda de acordo com Toscano (2007), em seguida a Cia. VARIG absorveu a Cruzeiro e adquiriu outras empresas menores, se tornando a maior transportadora do início século XXI. A então regional TAM seguia com destaque junto com VASP e GOL. No final de 2001, a Transbrasil paralisou suas operações. A VASP teve que encerrar suas atividades e em 2006 houve a polêmica falência da Cia. Aérea VARIG. De acordo com o portal Aviação Brasil (2007) hoje operam com destaque a Cias. TAM e GOL, esta última por trazer ao mercado a questão de passagem acessível. Outras Companhias como Ocean Air Linhas Aéreas e BRA Transportes Aéreos operam com volume bem reduzido em relação às líderes de mercado, mas vem ganhando seu espaço VARIG - Viação Aérea Rio-Grandense A Viação Aérea Rio-Grandense foi criada em maio de 1927 pelo piloto da força aérea alemã Otto Ernest Meyer com a linha aérea que ligava a cidade de Porto Alegre à Rio Grande. Aos poucos foi ampliando rotas e frotas e por volta de 1950 já contava com um grande crescimento (UBIRATAN,2007). Segundo a Folha Online (2007), por volta de 1990 o governo permitiu a entrada de empresas estrangeiras para disputar o mercado aéreo nacional e em 1991 houve uma grande alta do preço do petróleo, gerando uma grande recessão no setor de aviação. Nesse período a Varig passa então a apresentar notável prejuízo em seu balanço. Ainda de acordo com a Folha Online (2007), com a crise que abalou o mercado internacional, em 1993 a Varig iniciou um processo de reestruturação financeira, operacional e organizacional. Sua frota foi reduzida e conseqüentemente,

21 20 a oferta de assentos em vôos nacionais e internacionais. Em 1994 ela terminou a reformulação tendo dispensado mais de 3000 funcionários e fechado 30 escritórios. Devido a fusões que realizou com outras empresas, ainda era considerada a maior companhia da América Latina e permanecia entre as grandes do mercado mundial. Nos dizeres de Mazza (2006): Em sua longa trajetória, a Varig tornou-se uma potência na aviação mundial e símbolo de status no Brasil. As passagens salgadas eram compensadas pela excelência no atendimento de bordo e conforto nas aeronaves. Os anos de luxo custaram caro à companhia, que não se adaptou às fortes crises no setor e à concorrência cada vez mais enxuta e com bilhetes mais baratos. A crise cambial do governo de Fernando Henrique Cardoso em 1999 impactou negativamente para a empresa novamente. Posteriormente a TAM passou a ser a grande líder de mercado no trecho doméstico. Nos anos seguintes os prejuízos foram seguindo sempre mais insustentáveis. Em 2005 as subsidiárias Varig Log de encomendas e VEM foram vendidas e em 2006 houve uma grande divulgação sobre a questão de sua falência. Em 28 de março de 2007 a Cia. Gol compra a Varig (FOLHA ON LINE, 2007) VASP Viação Aérea São Paulo Segundo Toscano (2007), foi fundada em 04 de Novembro de 1933 a VASP - Viação Aérea São Paulo, por 72 empresários. Suas rotas iniciais foram São Paulo Rio Preto e São Paulo Uberaba. Após a compra de vários aviões e a sobrevivência financeira à Segunda Guerra Mundial devido ao seu prévio planejamento, em 1950 já estava entre as maiores Cias. Aéreas do país. Ainda de acordo com Toscano (2007), em 1962, a VASP assumiu o controle do Grupo de empresas de serviços de aviação Lloyd que constituído pelo Lloyd aéreo Nacional, Navegação Aérea Brasileira, Lemke S.A. (empresa especializada em revisão de motores) e a Transportes Aéreos Bandeirante, aumentando ainda

22 21 mais sua frota. Com a mudança de rumos políticos da época e a constante desestatização de empresas que estava ocorrendo, a Vasp foi vendida para o Grupo de Aviação Canhedo, de Brasília e posteriormente parte das ações também foram vendidas a funcionários, esses últimos representando aproximadamente 60% das ações. Posteriormente passou por uma grande crise e suspendeu vários vôos internacionais. Mesmo após várias reestruturações, a empresa não conseguia mais operar sem notáveis prejuízos. Em 2003 a Cia. Acabou perdendo mercado para GOL, passando a ser a quarta maior empresa aérea brasileira. Em 2005 a VASP entrou com processo de recuperação judicial, devido às suas enormes dívidas financeiras e trabalhistas (BARBOSA, 2005). De acordo com VASP (2007), a empresa atualmente visa reestruturar seu patrimônio e retomar as operações TransBrasil Em 05 de janeiro de 1955 era fundada a Cia. Sadia S.A Transportes aéreos. Seus serviços regulares se iniciaram em março do mesmo ano, através de cinco aviões. Naquele período haviam onze empresas aéreas em funcionamento no país (TOSCANO, 2007). Os anos seguintes foram de muitos investimentos e expansões até que em 1972 uma Assembléia foi realizada, tomando-se duas importantes decisões: Mudar a razão social da companhia para TransBrasil S.A. Linhas Aéreas e transferir sua sede para Brasília. A década de setenta foi um período de grande expansão para a TransBrasil. A modernização e padronização da frota trouxeram grande destaque à Cia. e em 1978 torna-se a maior operadora de jatos Boeing 727 da época (TOSCANO, 2007). Como todas as empresas do segmento da Aviação Civil, a TransBrasil acumulou um grande déficit, devido às oscilações econômicas, a alta do petróleo, os planos econômicos. Mesmo assim com aeronaves de última geração, realizando boas rotas para o exterior, a empresa conseguiu novamente equilibrar seu caixa (TOSCANO, 2007).

23 22 Em 2001 a TransBrasil paralisou suas atividades por dificuldades econômicas por conta de falta de capital de giro, dívidas, falta de crédito e má administração. Houve uma tentativa de aquisição por parte de um empresário chamado Dilson Prado. O empresário pagou o valor simbólico de R$1,00 e assumiu R$ 910 milhões em dívidas e se comprometeu a fazer grandes investimentos, mas a não concordância da viúva do fundador da Companhia fez a operação ser anulada. A empresa encerrou suas atividades sem solução para o ocorrido (TOSCANO, 2007) TAM Linhas Aéreas De acordo com o site da empresa TAM (2007): A história da TAM Linhas Aéreas se confunde com a própria trajetória pessoal do comandante Rolim Adolfo Amaro, que começou a sua vida profissional trabalhando como assistente de mecânico e office-boy e deixou como legado uma das maiores empresas aéreas do País. Aos 21 anos, ele ingressou em uma recémcriada companhia aérea de transportes regionais: a Táxi Aéreo Marília, uma empresa que surgiu em 1961, a partir da união de dez jovens pilotos de monomotores. Na época, eles faziam o transporte de cargas e de passageiros entre o Paraná e os Estados de São Paulo e do Mato Grosso. Ainda segundo site da Companhia TAM (2007), após 6 anos, o comandante Rolim deixa a empresa e passa a atuar em negócio próprio e posteriormente é convidado então pelo atual dono a ser sócio minoritário. O convite foi aceito e em 1979 ele assume a totalidade das ações. A TAM ultrapassa a VARIG e passa a ser a líder do mercado doméstico em Posteriormente, com novos trechos e acordos fechados visando aumentar sua cobertura e criar conexões novas e freqüências, a TAM passa a ser a grande líder do mercado brasileiro (TOSCANO, 2007) GOL Linhas Aéreas Inteligentes

24 23 Consta que a GOL Linhas Aéreas Inteligentes iniciou suas operações em 15 de janeiro de Sendo a primeira a trabalhar no conceito baixo custo, baixa tarifa, visava proporcionar vôos acessíveis para a maioria, oferecendo um serviço bom com custos de passagens menores (GOL, 2007). Torna-se uma das grandes líderes de mercado, atuando em trechos nacionais e internacionais, operando com cerca de 67 Boeing. Em 2007 adquire a VARIG, planejando uma oferta de serviços diferenciados (SOCIOECONOMIA, 2007). 2.3 HISTÓRICO DO TRANSPORTE DE CARGA AÉREA Com base em Beting (2007), tão antiga quanto à aviação comercial é a necessidade de transporte de carga por via aérea. No seu início, a aviação comercial dava sua importância às cargas. Eram encaminhadas correspondências, pequenos malotes e até materiais como bombas, mísseis e foguetes nos aviões. Muito se deve ao transporte de correios e malotes: foram eles que, num primeiro momento, criaram as condições para que muitas empresas aéreas se estabelecessem e depois pudessem transportar passageiros. Nos anos 50, com o advento dos jatos, muitos aviões tornaram-se obsoletos para transporte de passageiros. Com seus preços rebaixados, surgiu uma oportunidade única para que os operadores fizessem a transformação deles em cargueiros. São desta época os primeiros vôos totalmente de cargas intercontinentais. Surgem também as primeiras grandes operadoras de outros países, exclusivamente de carga, como a Seaboard World, ou a Flying Tigers (BETING,2007). Segundo Beting (2007) por volta dos anos 70, com a prosperidade econômica de alguns países da Europa, vão se investindo em compras de grandes cargueiros lançados, que vão dominando os mercados de vários continentes. A Lufthansa encomenda e recebe seu primeiro avião all cargo e passa a operar com vôos exclusivos de carga. Nessa época surgem grandes no segmento courier express, empresas especializadas em entregas de amostras e pequenos materiais, como a Companhia DHL Express (DHL, 2007). No Brasil, desde o início, a Varig transporta

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